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Saúde é Vida | Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina - SOMP
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Saúde é Vida | Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina - SOMP

35 views Publicado 02/08/2026 HD · 33:58
Resumo editorial

A síndrome dos ovários policísticos, agora denominada Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP), é explicada como um distúrbio metabólico sistêmico. O programa apresenta os pilares fundamentais da condição, seu funcionamento no organismo e estratégias de tratamento. Inclui orientações sobre contraceptivos hormonais e planejamento reprodutivo para mulheres com SOMP.

Citados nesta edição

Descrição do vídeo

O ginecologista Carlos Alberto Politano, da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, explica por que a Síndrome dos Ovários Policísticos foi renomeada para Síndrome Ovariana Metabólica Poliendócrina (SOMP), reconhecendo o distúrbio como metabólico e sistêmico, não só ovariano. Ele detalha os critérios diagnósticos, irregularidade menstrual e hiperandrogenismo entre eles, e diz que o diagnóstico só fecha dois anos após a primeira menstruação. A entrevista integra o quadro de saúde com entrevista médica.

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Olá, saúde à vida começando com muita informação para você e no programa de hoje vamos falar sobre uma condição que afeta o organismo, a autoestima e a rotina de muitas mulheres. Estamos falando da síndrome dos ovários policísticos, que inclusive devido ao seu impacto global ganhou um novo nome, síndrome ovariana metabólica polendócrina. No programa de hoje, você vai entender o porquê dessa mudança e também descobrir como esse problema vai muito além dos ovários. Convidamos então o Dr. Carlos Alberto Politano. Ele que é ginecologista, obstetra e também coordenador do Departamento de Ginecologia e obstetrícia da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas. Seja muito bem-vindo, doutor. Satisfação recebê-lo aqui no Saúde à Vida. Tá, bom dia. Para mim é um de fazer outras gravações eh com vocês. E esse é um assunto extremamente interessante, né? Porque eh na verdade a sírome do ovalecítico, cuja semântica agora é síndrome eh na metabólica metabólica né, ela veio favorecer muito o gcologista no consultório porque questão conceitual já antiga, né, a gente já tomava esse cuidado de analisar a paciente com as outras alterações metabólicas. Perfeitamente, doutor. Então, por isso que ganhou este novo nome. A gente vai falar um pouquinho também do porquê dessa mudança, mas primeiro vamos entender o que é essa condição, né? o que é essa síndrome, como que funciona no nosso organismo e principalmente falar sobre os pilares fundamentais, porque essa síndrome ela tem essa divisão de pilares, doutor, pra gente entender como que funciona. É bom a gente eh colocar um uma introdução inicial, né, para que se para que se tenha noção do todo, né? Vamos começar lá atrás, né? a mulher nasce com eh dois ovários que produzem hormônios essa fase inicial para dar os caracteres sexuais femininos e a partir de uma determinade determinada idade esses hormônios vêm no nível sanguíneo eh que atuando no útero faz a mulher menstruar. É importante lembrar que a menstruação no Brasil caiu em termos de faixa etária. Hoje é normal e menstruar a partir dos 8 anos, né? volta de 11 anos. E um bom um dado importantíssimo para a população e a gente sempre reforça isso quando a gente dá aula e tem a participação também de endologistas. Os dois primeiros anos após a primeira menstruação chama-se menárica. É um período em que a jovem ela apresenta irregular, pode apresentar irregularidades menst, pode apresentar um oválio com característica multicística ou ou policística e não se pode refigurar síndrome do ovário policíndome ovaliana metabólica eh polar nos primeiros 2 anos após a menar a gente encontra pacientes aqui no consultor foi conhecida, né, como s policístico e desde que eu menstruei eu tô tratando não, isso não pode. A síndrome eh do rolístico, o radió poliosa só pode ser avaliada, analizada e dada após 2 anos da penarca, que é a primeira menstruação. A mulher tem esse esse período reprodutivo e a mesma coisa acontece lá na frente, né? Eles começam a apresentar irregularidade menstrual, fogar falou na menopausa também tá errado. A menopausa é configurada como do ano sem menstruar. Antes disso é pele menopausa. Então a pele menopausa que é regularidade folgo, com esses dois primeiros anos após a menfa. Certo? Então, doutor, nesse caso, né, no sentido de falar sobre essa irregularidade, né, no ciclo menstrual, isso não quer dizer que a pessoa ela já está diagnosticada com essa síndrome, por exemplo, né? Porque tem essa essa então confusão, né, de repente quando fala-se sobre essa irregularidade no ciclo menstrual. Exatamente. Existe uma classificação bastante antiga que é muito importante as pessoas entenderem também, que é a classificação bom, imaginemos que já passou do anos amenaza e a paciente vem no consultório com uma irregularidade menstrual para que a gente caracterize com a somp, né? Vamos falar sido metabólica por uma sombra antiga só. Ela tem que ter dois e três sinais: irregularidade pessoal, hiperandrogenismo, que é espinha, eh pele oleosa, uma purificação e ovário policístico, tá? Ou muticío. E aí que vai a grande confusão. São cinco fenótipos porque são dois só. Então a gente pode encontrar uma paciente no consultório como irregular textual, mas hiperendogenismo que é sacrificação espinha com ovários ecograficamente normais e ela estará uma sombra, ela estará uma sílara ouv polindóna, mesmo com ovários normais. É o fenómeno menos comum, mas precisam ter dois sinais. É claro que o mais frequente que a gente encontra é a pessoa com regularidade, com empreendogenismo, com ovário, mas fundamental também conhecimento de todos que você pode ter uma uma SP com o vários não policísticos e nemicísticos, certo, doutor? E esse diagnóstico ele acaba sendo desafiador, né? É difícil, então, esse diagnóstico precoce. Ah, as mulheres elas têm essa dificuldade de chegar no consultório e dizer, né, sobre o que está acontecendo, por exemplo, identificar se essa espinha é de fato eh problema hormonal por conta da adolescência ou saber que é um sinal de alerta para essa síndrome, né? É, sem dúvida nenhuma, né? Então, por que que saiu eh essa eh essa reposição, né? con física de software para sol, né? Eh, semântica e a gente já tratava disso antigamente, é que antigamente eh alguns colegas sempre se preocupavam com a SOP em termos de fertilidade, né? E a SOP ou a somb é uma patologia polindócrina. Ela tem uma uma alteração ovariana, tem uma alteração metabólica, tem alteração polidó do hidrotação super mineral. Então, é uma patologia que nós sempre, pelo menos quem tá mais afetuado a a receber esse paciente fazia ginec a gente se alentava da paciente, olha, não é uma situação eh apenas uma perificação, de uma irregularidade menstrual ou de uma infertilidade, não. Você tem uma tendência maior a ter uma diabetes, tem futuro, a um qu hipertensivo. Então ela sempre foi assim, só que talvez pelo fato de semanticamente usar o software, muitas vezes o médico e a própria paciente ficava focada naquele cistariano, naquela perificação operada ou naquela espinha, não é? é uma síndrome eh poledócna e hoje muito o muito muito bem definida porque ou seja agora outros colegas eh fazem isso. A gente eh frequentemente participa de evento anual tem 300 endócinos. A gente sempre a essa importância, né? Hoje é uma patologia multidisciplinar. Às vezes a gente tem a a necessidade de um cardiologista ou de um endoptrologista. Então lembrar que a SOP que hoje mudou para SOMP é uma patologia poliendócrina. E doutor a gente fala sobre então esse diagnóstico, né? Eh, existe um exame específico, né, para detectar, porque como o senhor mesmo mencionou, eh, esse paciente, né, olhando os sinais, verificando na essa situação da menstruação irregular, né, desse ciclo e também a questão do ovário, nem sempre então o ultrassom ele vai detectar eh alguma anormalidade, mas esse essa paciente já pode estar acometida. Quais são esses exames? Então, como que é feito esse diagnóstico na prática, doutor? Então, na parte ovaliana, o diagnóstico é muito mais clínico, é irregularidade menstrual associada com aquela sintomatologia, mas a gente tem que analisar também a parte metabólica, né? Aí a gente, importante a gente avaliaroide, a gente avaliar principalmente a glicemia em insulina. existe eh o rostal que a gente faz porque frequentemente as tem resistência insulínica, né? E eh a gente olhar então com todo o paciente importante que os exames da parteana que todo mundo pede, testosterona ali, testosterona total, eh exame suarrenal, testosterona, eh de hidrogesterona, são exames que eles não ajudam muito a gente na parte ovariana, né? Na parte nós somos se tiver realmente alguma associação, uma hiperflasia. Então, na parte ovariana, a parte química é muito importante, é fundamental, mas na parte eh metabólica é importante avaliar sobre a renal através de glicemin, insulina e tera, que é um um cálculo que a gente faz se tem resistência insulínica. Eh, então é o que em antirioide importante avaliar hipófia através da prolactina que muitas vezes a também se associa aumento de prolactina. Então é muito importante que o transmita paciente e que a população tenha o conhecimento que é uma sínome polidócina, né? ela vai, o que faz ela ir ao ginecologista é a preocupação da pessoal ou de uma eografia, mas no primeiro das vezes nós temos diretrias que elas conduzem a esse encaminhamento, certo, doutor? Então o diagnóstico ele é mais esse mais clínico e também vai por exclusão de outras, né, situações também de outras condições. Vai muito por exclusão também nesse caso, né? sem dúvida nenhuma, né? Importante. O que mais se associa com com a SOMP, né, que para os americanos é POF, né, o que mais se associa é a resistência insulídica. Então, além da avaliação clínica, o ponto seguinte dessa avaliação clínica é a gente pesquisar se a paciente não tem uma defescência insulínica. A defesa insulírica é facilmente diagnosticada com exame de glicemia. maisia, né? Então, eh, esse é fundamental, é claro, como eu falei, e a hipócrina. E, doutor, nessa questão da resistência à insulina, né, que está associada a à síndrome, né, essa relação entre o açúcar no sangue, o ganho de peso e o aumento dos hormônios masculinos, também interfere, também tem essa situação dentro da síndrome? Eh, você não você não começa o tratamento de uma de uma somb sem que você dê a ela uma orientação nutricional, né? Nós brasileiros perdemos, né, eh, muito o que se chama de, eh, popularmente de, eh, nutrição, alimentação mediterrânea, eh, tuping, né, que é aquela alimentação equilibrada em que a gente coloca aí um arroz, um feijão, um oro, uma salada e uma carne. Então, essa nutrição seria uma nutrição ideal. Então, lá no passado, né, tenho 50 anos de formado, a gente eh acabava tendo pacientes assim com esses quadros. A gente falava paraente, olha, vai para casa, procura fazer uma atividade física, procura fazer um regime e a paciente voltava grávida. Por quê? Porque o aumento de peso que acompanha frequentemente a sombra, ele é um fator de infertilidade. Mas aquela época a gente focava só na infertilidade. Então mandava o paciente morar para casa, fazer o regime, ter uma dieta alimentar adequada, fazer uma física, ela botava grave e a gente satisfazia com esse quadro, né? Isso 30, 40 anos atrás. Agora não. Agora a nossa preocupação é com a patologia, agora há alguns anos com a a fase poendó, né? E graças a Deus o termo veio facilitar a gente porque a gente tinha dificuldade explicar pra paciente que ela tinha uma sol e com o horário né? Então isso veio facilitar realmente o aumento de peso interfere a resistência insulínica também é um fator negativo e os tratamentos, né, por exemplo, a metiformina que é umavanje fazem parte do dia a dia do tratamento de mação. Certo, doutor? A gente vai falar um pouquinho sobre essa questão da infertilidade, né? Eh, isso dependendo do paciente, né? né? Aquela paciente que ela já foi acometida, foi diagnosticada, eh, realmente tem esse impedimento, né, da gravidez? É possível com um tratamento, né? Quais são os tratamentos eficazes, né? Eh, paraa SOMP mesmo? E falando dessa infertilidade, né? Dependendo aí dessa mulher que quer engravidar, isso acaba interferindo um pouquinho mais nesse desejo dessa paciente? Eh, vamos dividir em duas partes, né? A paciente que não queira da o tratamento padrão ouro é o contraceptivo hormonal oral. O contraceptivo hormonal oral, ele precisa ter na sua composição. Normalmente os contraceptivos hormonais, eles têm o estrógeno e o progesto, né? Ele tem o que a gente chama, ele tem que ter o que a gente chama de progestrogênico, né? Porque alguns projetos são hrogênticos. Por exemplo, o di hormonal tem uma droga chamado levo noogestrel, que é uma droga andogênica. Tanto é que quando as pacientes chegam ao consultório e tem alguma algum quarto de transismo ou uma espinha, uma pele de ósse, a gente contor hormonal, porque eu levo noretrial vem de uma de uma substância de uma testosterona. Eu já fiz uma uma mudança metabólica da testosterona. Então ele favorecegênia. Então a gente utiliza pírlulas anticoncepcionais, hormonais antiendorgênicas, né? A gente tem aí o acetato citterona, a gente tem a dose pirenona, hoje a dose pirenona primeira escolha. Então existe é um outro problema, não é só bloquear a ovulação em quem não deseja engravidar, como o tratamento na SOP. Existem contraceptivos orgonais orais específicos para quem tem som. Ponto. Aí nós vamos para paciente que pretende engravidar, né? E aí é o seguinte, eh, as pessoas que têm som, normalmente elas têm um estímulo ovariano que faz formar folículos, que são microcistos, que acabam não evoluindo a ponto de formarem um óbvo. Pode ser que fica vários microcistos, né? E esse bigocisto eh na superfície do ovário libera eh uma substância chamada NH que vai aumentar a perificação. Então mecanização que é formação de microcistas porque ele não consegue atingir oção de hormônios andóos na superfície o daificação. Como fazer isso? O tratamento é a indução da ovulação. Então, aquelas pacientes que não engravidam dentro do somp, a gente induz a ovulação. A somp não é um um quadro de exteridade. Ela pode ser um quadro de infertilidade, apesar da gente ter algumas pacientes com som que engravidaram sem nenhum tratamento. Mas o importante é paciente também que quem tem estombade de engravidar sem tratamento, mas tem uma probabilidade total de engravidar com o tratamento. Ela não será estéril, ela será infértil porque ela tem uma alteração metabólica e uma dificuldade de ter um óculo de boa qualidade. Então o que que a gente faz? a gente utiliza medicamentos indutores da ovulação que vão fazer com que a paciente tenha um óbvio de qualidade para ser equilidad. Durante a gestação, doutora, a paciente precisa de algum cuidado eh acompanhamento especial no pré-natal? Existe maior risco de diabetes gestacional, por exemplo, ela precisa ter esse acompanhamento diferenciado durante a gestação? Não, ela não precisa ter nenhum acompanhamento diferenciado desde que a gente não tenha discutido no período préconstitucional eh a presença de uma patologia. Então, é claro, se ela tiver como fator agravante da somp oidismo, é importante saber que a aqueleóoide do feto só produz iodo a partir da 20ª semana. Então, fundamentalmente, no período préconcepcional, a gente tem que fazer uma avaliação da tireoide para ver se ela não tem um hipotiroismo subclínico. No período preconcepcional também nós vamos avaliar a hipertensão para ver se essa se essa somb deu um quadro hipertensivo ou se ela deu uma hipertensão de base, tá? Então, eh, a gente vai avaliar também a a pré do período pré-concepcional, bem, que é um outro ponto, uma informação assim eh interessante que é o seguinte. Quando a gente faz a glicemia, a glicemia ela mostra para nós o açúcar do momento. Quando a gente faz a hemoglobina glicada, ela mostra o açúcar no seu sangue nos últimos 3 meses. Então, no período préconcepcional, a gente avalia a hipertensão, que é uma patologia que tá sempre junto com a somf, a gente avalia a pré-diabetes através de uma hemoglobina aplicada junto com a gliceria. a gente avalia a tireoide, que é uma uma glândula que o feto só vai produzir em outra insulada. Perfeitamente, doutor. Eh, falando um pouquinho agora sobre as complicações, o senhor até fez uma breve introdução sobre as complicações a longo prazo, né? Eh, essa síndrome ela não tem cura, né, doutora? é algo que é ao longo da vida mesmo precisa desse acompanhamento. Então, queria que o senhor falasse um pouquinho sobre essa questão dos medicamentos e quais são essas complicações, né, como diabetes, doença hepática, se realmente isso existe, né, dentro da síndrome, se não for tratada adequadamente, se existe esse risco para esse paciente ou para um paciente que já tem essa predisposição a ter essas outras doenças, né, como saúde cardiovascular e essas outras enfermidades. Voltando ao pouco aquilo que eu disse, né, que para mim tá muito confortável agora o termo somp, porque a gente trabalha no meu vário policístico já há muitos anos, a gente tem uma dificuldade muito grande da paciente entender que a inovar policística não se limitava a engravidar ou não engravidar, sabe? a melhorar a pele ou a não melhorar a pele, que é uma síndrome polidroto, a gente já tem conhecimento há muito tempo. Então, eh, as pacientes tinham dificuldade de entender que essa patologia, essa operação enzimática que ela tem, ela vai trazer, iria trazer problemas futuros. Então, eu falava com o paciente, ah, mas doutor, mas será que eu preciso tratar, sabe? eh, fal, olha, você precisa tratar não só o ca da fertilizada, você precisa tratar porque lá na frente você pode ter uma prédiabetes ou uma diabetes, na frente você pode ter uma hipertensão. E então o fato da somp eh ter essa essa denominação agora, ela veio favorecer muito a gente, tá? Realmente você tem que acompanhar a paciente do ponto de vista endócrino, você tem que acompanhar a paciente que muitas vezes ela tem uma resistência insulímica a vida interinha que isso vai em termos de futuro, ela pode ter uma prédiabetes, né? Tem que tomar um cuidado especial com o de vida, né? Nutrição, eh uma alimentação adequada, uma atividade física, a parte cardiológica, principalmente eh no que se refere vídeos. E aí vai uma informação importante que é muito importante que vocês divulguem isso aí. A nova diretriz, eh, que a nova diretriz de perfilístico, ela baixou o RDL. O RDL é o, vamos dizer assim, um colesterol ruim de um HD colesterol bom. Até então, eh, a gente considerava as pessoas sem nenhuma patologia que elas que tem um RDL abaixo 130. A nova diretriz colocou abaixo de 115. Então hoje qualquer pessoa que tiver uma ideia abaixo acima de 115 deve ser orientada de início de uma dieta alimentar e posteriormente com um medicamento. Então fazendo parte do pacote, vamos dizer assim, da da SOMP, eh a gente tem uma preocupação que a gente pediria sem dúvida nenhuma, porque eh hoje a população brasileira está obesa, né? obesidade aumentou muito no Brasil e fez baixar esse parâmetro de 130 para 115. Então, como que a gente vê o paciente como todo? a gente conversa com ela sobre efetividade, a gente pede o perfil lipídico, sempre reforçando para ela eh a importância de que agora o RDL, que é o colesterol ruim, vamos dizer assim, tem-se abaixo de 115, com HD colesterol bom acima de 40, que melhora com atividade física. o tem uma relação direta com alimentação eh e com a condição genética, porque muitas vezes a paciente tem uma condição genética eh que lhe dá um um RDL alto e aí a gente tem que utilizar as chamadas estatinas, né? Então, em termos de eh de prédiabetes, eh o medicamento assim padrão é mediformidina, que às vezes a gente utiliza inclusive até durante a gravidez. E temos a parte cardiovascular, que nós o que mais nos preocupa é a parte do perfil limpídico. E aí se ela tem um perfil limpídico alterado, a gente utiliza as estatinas. El temastatina, rosatina, civilatina, pitavasatina. Então o exitmo existe vários produtos, né? Eh, por causa disso que eu digo que eu me sinto eh mais confortável agora com essa mudança da somb, porque eu sempre falei da importância de ter uma doença polendo a paciente acabava vendo aquilo só como uma infetilidade, como uma perificação, um quadro estético. Mas todos esses esses quadros a gente tem que tem que procurar seguir. Então, eh, alimentação, atividade física, perfil lipídico alterado, as estatinas, avaliar a parte cardiológica, eh, também é importante, né, por causa da da que a libidemia pode levar a essas alterações e avaliar também as enzimas de plástica, porque todo o metabolismo eh hormonal passa por enzimas hepáticas, né? E tudo isso junto de tudo isso, é importante a gente dar a paciente eh essa orientação e também tranquilizá-la, porque muitas vezes essas pacientes acabam sendo pacientes ansiosas até por conta do dessa operação fenótica, né, deficação então realmente é é algo, né, doutora, a gente fala sobre ser comum, é a síndrome, né, mas é pouco falar lado, né? A gente precisa justamente dar espaço para essas informações, para essas novas diretrizes, justamente porque é algo que é mais comum do que a gente imaginou, né? falar sobre a síndrome especificamente. Eh, talvez para vocês eh eh essa essa entrevista que a gente tá fazendo, ela vocês não têm uma uma noção muito grande do alcance dela, mas é importantíssimo essa entrevista fazendo. São duas, são duas entrevistas que a gente sempre comenta que são importantes porque existe uma dificuldade de entendimento e muitas vezes o médico não explicita isso ao paciente. A SP e a síndlose do climatério. A sí do climatério é outro ponto importantíssimo a ser discutido. Então eu quero eh agradecer a vocês, né, o fato da gente tá podendo conversar sobre SP e desmistificar essa história que eh a a SPOP é só uma questão de infertilidade, não, ela é muito mais grave com a infertilidade, né? que muitas vezes uma infertilidade se resolve até com uma fertilização vitro, mas uma patologia endócrina, tipo uma prédiabetes, tipo uma hipertensão, eh, eh, uma alteração da tireoide, então, eh, um possível alteração cardiológica por conta disso. Muitas vezes até então as pacientes não estavam eh muito ligadas dessa preocupação que nós médicos ínos e que tinha uma dificuldade muito grande de repassar para paciente como uma doença eh tava mencionando também a questão da dessa paciente que fica um pouco mais ansiosa, ela tem esse também algumas situações que mexem até com o psicológico desse paciente, né? né, doutor? E com essa nova nomenclatura também houve essa mudança na questão também das equipes multidisciplinares, porque a e ela alcança mais também especialistas para poder tratar desse paciente no sentido mesmo de qualidade de vida, não só física, mas também como a saúde mental dessa paciente, né? Sem dúvida. eh as pessoas, os médicos, colegas entendendo eh que as ton é uma patologia plurógico e passar as outras especialidades o psiquiatra, a própria psicóloga, né, o nutricionista, eh, de que essa patologia que antes ela era vista como uma dificuldade de engravidar e ah, porque eu tenho dificuldade de engravidar e eu tenho um pouquinho de pelo, eu tenho espinha e eu quero tratar. eh essa multidisciplinaridade que agora com o diagnóstico som eh ficou muito clara, isso vai fazer com que os colegas do endócrino, eh o psiquiatra, o psicólogo ou nutritorista comecem a fazer eh fazer parte do tratamento da da somple, né, de uma forma eh mais importante de dizer paraos pacientes, olha, não é só esse aspecto você, você tem que tratar porque vai te trazer consequências Um ponto importante que sempre perguntam, né, eh, que eu quero deixar aqui, eh, colocado é o seguinte, quanto tempo a gente faz tratamento, nós temos que bloquear a progressão da doença. Então, a paciente vai ser tratada com uma contracepção hormonal eh oral até o momento em que ela pretender engravidar. normalmente para-se 100 dias antes, né? Eh, que é o período que se recomenda para para a orientação préconenscional, tá? Aí vão perguntar, bom, e aquela pessoa que não pode tomar a pílula, que não pode usar a pegante anticoncepcional, aí a gente tem que utilizar os medicamentos, pula? Enfim, a gente tem que são quadros um pouco mais complexos que a gente tem que tratar junto com endól. Mas o que eu queria deixar aqui importante, né, que às vezes a população eh tem essa dúvida, é até quando usar contraceptivo hormonal combinado até um período que decede eh 100 dias da gestação ou até um pouquinho antes da gestação, que possa até avaliar como que tá o padrão no manal e a necessidade de induzir o já tive várias considas que tinham eh o quatro fizeram o acompanhamento com o contraceptivo rural orural, tomaram cuidado com alimentação, tomaram cuidado com atividade física, os exames foram equilibrados e semidade do né? Então esse cuidado pode favorecer umação que não precise uma indução dação ou até uma Tá certo, Dr. Carlos. Quero agradecer imensamente a sua participação aqui no programa Saúde à Vida, trazendo todas essas informações, né, deixando essas dicas e orientações e mais do que isso, eh, deixando esse conhecimento sobre essa síndrome, né? momento que a gente consegue também deixar mais acessível essas informações ao público, principalmente para as mulheres que ainda têm dúvidas, né, sobre a síndrome e também que estão passando por esse momento também, né, mas elas agora sabem que existe esse tratamento eficaz e que hoje, né, está muito mais com essa medicina avançada e a tecnologia, né, para cuidar dessas pacientes. Muito obrigada, doutora. Obrigado, mais uma vez e parabenizo vocês eh por trazer esse tema, né, poder trazer comigo ou com algum outro colega. Eh, e agradeço em meu nome, em nome da sociedade. Eu sou diretor da SG de São Paulo e da Universidade Febras que é hoje existência. A realidade que a gente tem é trazer realmente ao público essas informações científicas, porque muitas vezes as informações que a pessoa tem na mídia social não são informações que vão trazer eh a produtividade eh necessária eh que vocês estão abrindo esse espaço com a gente. Muito obrigado. Nós que agradecemos a sua participação. Foi uma satisfação recebê-lo. Bom, o nosso programa Saúde à Vida fica por aqui. Você pode acompanhar também pelo portal tvcamaracampinas.com.br. Obrigada pela sua audiência e companhia. Te espero na próxima edição. Até lá.
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