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Saúde é Vida | Junho Laranja - Leucemia
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Saúde é Vida | Junho Laranja - Leucemia

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O Junho Laranja é uma campanha nacional de extrema importância para a saúde pública. Ela é dedicada à conscientização, prevenção e diagnóstico precoce da leucemia e da anemia. O principal objetivo do movimento é desmistificar essas condições, incentivar a realização de exames preventivos e estimular a solidariedade por meio da doação de medula óssea. O foco é falar sobre a leucemia, sobre a anemia é um alerta.

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Olá, seja muito bem-vindo. Está no ar o programa Saúde é Vida e hoje vamos falar sobre o Junho Laranja, uma campanha nacional que acende um alerta sobre duas condições que se manifestam no nosso sangue, a anemia e leucemia. Convidamos a Dra. Jéssica Gutierres, hematologista do grupo Son, que já está conectada aqui com a gente. Seja muito bem-vinda, Dra. Jéssica. Bom dia, muito obrigada pelo convite. Bom, doutora, primeiro vamos entender um pouquinho, né, sobre essa condição. Vamos começar a falar sobre a leucemia. Tá? Então, queria que você explicasse pra gente o que é essa doença e se existem tipos diferentes, né? Como que podemos classificar então essa condição? Perfeito. A leucemia, ela é um tipo de câncer do sangue originado na medula óssea, que é a fábrica das células do nosso sangue. Nessa condição, a medula óssea começa a produzir células doentes que acabam ocupando o lugar das células saudáveis e atrapalhando a produção dos glóbulos vermelhos, dos glóbulos brancos e das plaquetas. Nós temos muitos tipos de leucemia e elas são divididas pela tempo de evolução e pelo tipo de célula que é produzida em excesso no sangue, certo? Então são eh esses dois tipos, né, que você mencionou e isso é diagnosticado, dá para saber ali no no momento, né, do diagnóstico, no exame, doutora. E queria que você falasse quais são as diferenças então entre elas. Existe a mais eh crônica, né, a mais leve? Como que funciona nessa classificação mesmo? Perfeito. Nós temos leucemias agudas. que cursam com uma evolução mais rápida. Os pacientes costumam ser mais sintomático, eles vão ter anemias mais intensas, cansaço intenso, podem ter sangramentos, manchas roxas no corpo, infecções recorrentes. E essa esse tipo a gente precisa diagnosticar precocemente. A primeira avaliação é através de um hemograma, mas a gente costuma prosseguir com o estudo da medula, que é avaliar o sangue dentro da fábrica do sangue, que é a medula óssea. Mas a gente também tem as leucemias crônicas. Essas costumam ser assintomáticas. Os pacientes geralmente identificam através de um hemograma num exame de rotina e o curso costuma mais lento e às vezes a gente pode tratar até com comprimido. Então, realmente são situações que são desafiadoras, né, justamente por conta da crônica que não existe um sintoma específico, né? E muita das vezes, como você mesmo mencionou, o paciente acaba identificando nesse exame de rotina. Por isso que é tão importante, né, a gente falar sobre essa conscientização mesmo, né, doutora Jéssica? Com certeza. A gente precisa que as pessoas estejam atentas aos sintomas, no caso da aguda. E é importante pelo menos uma vez por ano os pacientes adultos fazerem um hemograma, porque também podem identificar precocemente as condições crônicas, certo? E Dra. Jéssica, a gente vê muito, né, falar sobre a questão da leucemia em crianças. De fato, é mais comum o surgimento da doença em crianças. Por que que isso acontece? A gente tem um subtipo específico de leucemia aguda, que que é a leucemia linfoblástica aguda, que é mais comum em crianças. É uma doença rara, mas ela tem a prevalência maior na infância. Os pacientes também são vão ter apresentações de anemia, alterações no hemograma e as crianças costumam responder muito bem ao tratamento, mesmo sendo um quadro que assuste muito as famílias, certo? E o diagnóstico, o exame é o mesmo tratamento diferenciado na questão da criança, né, no caso. Sim, exato. Gente, vai ter um protocolos infantis de quimioterapia, mas o procedimento de diagnóstico é sintoma de anemia, cansaço, palidez, faz o hemograma, faz o estudo da medula óssea e ao diagnosticar inicia o tratamento. Certo? Dout. Jéssica, como que a gente pode eh dizer sobre a leucemia? é uma questão hereditária ou não? Quais são os fatores de risco para essa doença? Infelizmente a gente não tem uma definição de causa e consequência. A gente sabe que existem fatores de risco genéticos que as pessoas podem desenvolver ao longo da vida. tem algumas condições como exposição a benzeno, radiação, pacientes que fizeram previamente quimioterapia ou tiveram algum tipo de câncer previamente podem ter o risco maior de desenvolver leucemias agudas, certo? No cenário atual, Dra. Jéssica, qual a taxa de sobrevivência da leucemia, né? Fala-se muito sobre os estudos eh científicos, né, sobre vários eh projetos, a medicina avançada, mas hoje eh como hematologista, né, qual que é o esse cenário atual falando aqui no Brasil? A gente tem cenários diferentes quanto as leucemia agudas e a crônica. As leucemias agudas, a gente pensa em cura com quimioterapia, dependendo do subtipo com transplante. O risco é cerca de acima de 50% dos pacientes vai conseguir alcançar a cura com os tratamentos disponíveis. E a leucemia crônica. A gente fala de controle, a gente ainda não tem cura, mas a gente sabe que a população alcança a longevidade de pessoas que não têm a mesma doença. Certo, doutora? A gente vai falar um pouquinho agora então sobre os tratamentos, né? Já falou um pouquinho sobre a questão da quimioterapia. a gente vai entrar um pouquinho mais a fundo sobre a questão, né, do exame específico para detectar e quais são então esses tratamentos, quando que é recomendado a o transplante, né? Vamos falar um pouquinho mais detalhado sobre a questão dos tratamentos em si das duas das duas dos dois casos, né, no caso da leucemia aguda e também da crônica, por favor. Perfeito. a leucemia aguda. A maioria das vezes nós vamos ter que fazer quimioterapia em regime de internação hospitalar e uma dependendo do risco de recidiva da doença, dependendo da idade do paciente e da resposta ao tratamento inicial, vai ser indicado fazer transplante de medula óssea para esse paciente. Quanto à leucemias crônicas, a gente também tem dois subtipos. uma que a gente chama de linfocítica, que é uma condição que acomete mais idosos e que tem muitas vezes que a gente nem precisa nem tratar, a gente faz acompanhamento porque o paciente não tem prejuízo da doença. E na leucemia mieloide crônica, a gente costuma hoje a gente tem disponível tratamento com comprimido e esses essas condições crônicas nós não costumamos indicar transplante de medula ostea. Só a base de comprimidos mesmo. tem alguns cuidados que esse paciente, né, no dia a dia precisa, eh, tomar cuidado com a alimentação, o que ele não deve fazer nesse período de tratamento, porque é um tratamento a longo prazo, né, para esse, no caso da crônica, não tem essa cura, né, doutora, como você mesmo mencionou. Então assim, é um tratamento a longo prazo, ele vai conviver com essa eh com essa enfermidade pra vida, mas tem esse controle com medicação e com cuidados necessários no dia a dia. Seria isso então esse tratamento? Sim, sim. Eu sempre recomendo pros meus pacientes melhora dos hábitos de vida, porque o paciente vai conviver com essa doença ao longo da vida e ele vai precisar ter condições cardiovasculares boas para não ter risco de outras doenças junto com a leucemia, prejudicar ele. Outra coisa que é importante além das da melhora dos hábitos de vida, é os pacientes sempre atualizarem o calendário vacinal. Eles são mais suscetíveis a infecções e a as vacinas de vírus inativados. É importante falar para esses pacientes pode evitar que eles tenham internações hospitalares e com isso conviver com a doença com a menor complicações possíveis. Porque no caso esse paciente ele fica com um sistema imunológico enfraquecido, né, diante do paciente que não tem essa enfermidade. Então isso acaba sendo prejudicial para ele. Se de repente ficar com uma simples gripe, pode atrapalhar aí o sistema imunológico. Doutora. Exatamente. No caso, por exemplo, da leucemia linfocítica crônica, até nos pacientes que não tem indicação de tratar, a primeira coisa que a gente recomenda é que ele atualize o calendário vacional vacinal. Por quê? Pneumonia, infecções virais são a principal causa de óbito nesses pacientes. Então, eh, no caso da da caderneta, né, de vacina, tá sempre em ordem, ele prestar atenção nisso, isso já é uma prevenção paraa leucemia. Existem outras alternativas, né? existe de fato uma prevenção além da do da vacina contra os vírus, contra outras doenças para esse paciente? Quando o diagnóstico desses pacientes com leucemia crônica é instituído, eles vão passar por consultas rotineiras com o médico hematologista. Nisso a gente vai fazer exames clínicos e laboratoriais. E a partir disso, se o paciente vira a ter diagnóstico de outras condições, nós conseguimos tratar inicialmente. Então a gente acaba vendo o paciente como um todo e não só resumindo ele a leucemia crônica, por exemplo. Doutora, voltamos um pouquinho, voltamos, né, a falar um pouquinho sobre a questão do transplante de medula óssea, né? A gente entrou um pouquinho já nessa questão de quando é recomendado o transplante. Eh, o transplante ele seria a última alternativa para esse paciente é quando ele já está em uma situação mais crítica da enfermidade? Não é a última alternativa. Quando a gente diagnostica uma leucemia aguda, a gente faz avaliação do risco de voltar à doença se o paciente fizer só quimioterapia. Quando esse paciente se classifica com risco mais elevados, porque a gente pensa que a doença é mais agressiva, mesmo que ele responda ao tratamento inicial, a gente indica o transplante de medula óssea para garantir que ele não tenha retorno da doença após terminar a quimioterapia. Então, faz parte do tratamento em alguns casos, o paciente fazer o transplante de medula óssea, certo? E, doutora, a gente fala muito sobre a questão dos efeitos colaterais, né, da quimioterapia, radioterapia, né? Muitas pessoas, pacientes falam que realmente o tratamento às vezes é bem pior do que saber da doença, né? Em casos que o paciente não tem sintomas, como que é visto isso, né? Quais são esses efeitos colaterais e por que realmente mexe tanto com o emocional também dessa pessoa? Certo? A quimioterapia, ela costuma ser um tratamento agressivo, pois é, são doenças agressiva e o paciente pode cursar com náuseas, vômitos, diarreia. Ele pode ter, a maioria deles vai ter queda de cabelo, as pode cursar com infertilidade. Então, nos pacientes jovens a gente tem que conversar sobre isso. Então, tudo mexe com o psicológico do paciente. Esses pacientes ficam mais suscetíveis a infecções, então eles podem necessitar internações hospitalares e isso também pode abalar. surgem medos dessas complicações. A gente conversa sempre ao diagnóstico sobre todos esses riscos, mas sempre que o paciente passa sobre isso, nós como hematologistas tentamos entender a realidade, o que ele tá passando, para poder ajudar a lidar com aquilo da melhor forma. E a gente em muitos serviços conta com a equipe multidisciplinar, psicólogo acompanhando, o nutricionista, porque o paciente pode evoluir com perda de peso, dentista também. Então, é todo uma vários profissionais de uma equipe tentando minimizar os sofrimentos que o paciente muitas vezes passa durante o o curso do tratamento. É, porque mais do que receber o diagnóstico, né, a gente sempre fala aqui, eh, especialistas falam também que o diagnóstico ele não é a sentença desse paciente, né, mas tem esse longo processo aí do tratamento, que também é um processo longo para ele, pros familiares, para toda a rede de apoio. Por isso que é tão importante essa conscientização também da rede de apoio, né, dos familiares, dos amigos. para ajudar esse paciente nesse momento, né, doutora? Isso vocês falam também bastante durante essa campanha. Sim, a gente quando um paciente recebe um diagnóstico de câncer em geral, em esperal de em em especial de leucemia, nós sempre convocamos os familiares a entender o que vai acontecer. a gente tenta entender a realidade do paciente, com quem ele pode contar, porque isso vai interferir inclusive na nossa escolha de tratamento em conjunto, certo? E doutora, hoje, né, falando ainda sobre a questão da medula ósea, né, quem pode doar e qual o papel, né, da doação dessa importância. Eh, hoje o cenário atual sobre o número de doadores ainda é baixo, doutora, porque existe ainda um certo receio, né, sobre as doações. A gente fala sobre as doações de sangue, medula óssea. E é importante a gente deixar claro também sobre isso, né, sobre a importância e o o quão bem faz pro paciente que está precisando, né? Quando a gente fala de doação, é muito importante, pois esses pacientes que vão ter necessidade do transplante de medula, que não vão ter doadores compatíveis dentro da própria família, eles vão ser inseridos num cadastro de pessoas no mundo inteiro para buscar uma compatibilidade para que essa pessoa possa doar a medula para esse paciente. Quando a gente se inscreve no banco de doadores, a gente pode ajudar pessoas do mundo todo também. E quem pode se inscrever são adultos acima de 18 até 60 anos. Eh, a doação em si, ela não ela costuma ser pelos pela veia, não tem que fazer o exame da medula óssea no doador. é um procedimento que não causa mal pro doador e pode ajudar muitas pessoas, tanto no Brasil quanto no mundo. Procedimento simples, então, né? precisa estar com a saúde, obviamente em dia, tudo certinho com os exames, né, doutora, mas não é um procedimento muito invasivo que às vezes eles têm, né, as pessoas têm esse certo receio justamente por isso. Mas é simples, então, Exato. E é simples a inscrição. você quando alguém vai doar sangue, que é um outro procedimento também simples que a gente recomenda, que a gente incentiva, será questionado se a pessoa tem interesse de se inserir no banco de doadores de medula óssea. Ela só vai fazer o procedimento após acharem uma compatibilidade. Então não custa nada em alguma situação. Você pode ser convocado e a partir disso a doação não é um procedimento invasivio e com certeza vai fazer bem para alguém. Com certeza, Dra. Jéssica. Bom, a gente separou então algumas informações sobre mitos e verdades, como eu já havia dito, né, no início do programa, sobre a questão da anemia, né? A gente vai falar um pouquinho sobre anemia e e leucemia, se de fato tem relação às duas doenças, porque são diferentes, mas elas em algum momento elas se encontram ali no decorrer da vida desse paciente. Doutora, a anemia ela define, por definição, é uma queda dos glóbulos vermelhos do sangue. Ela tem múltiplas causas, é uma condição prevalente na população, mas que não é sinônimo de leucemia. Dentro da leucemia, os pacientes podem apresentar anemia como um sintoma, mas ter anemia não significa que a pessoa vai desenvolver leucemia. existe essa essa questão, né? A gente faz uma pesquisa, por isso que a gente faz esse esse tema, né, de mitos e verdades, porque anemia, se não tratada, ela pode virar uma leucemia. Então, não, né, já foi respondido que não tem relação, mas que anemia em um paciente que tem leucemia pode ser um sintoma. É isso. Exatamente. E aí, e um paciente que tem a anemia, ele precisa passar por acompanhamento para descobrir a causa dessa anemia, certo? E quais são os sinais de alerta paraa anemia, Dra. Jéssica? Uma anemia que não é por deficiência de vitaminas. O paciente não está respondendo aos tratamentos ou ele tem sintomas como perda de peso não intencional, febre diária não associada a nenhum tipo de infecção, surgimento de caroços pelo corpo que persistam. Pacientes que tenham outras alterações do hemograma além da anemia, esses pacientes merecem ser avaliados por um hematologista. Certo, doutora? E o exame, o o exame hemograma, ele o mais simples, ele já consegue identificar ou realmente precisa de outros exames para identificar tanto a anemia quanto a leocemia? O hemograma completo que a gente geralmente fala, né, quando vai passar por alguma checap, até no próprio Sistema Único de Saúde, o hemograma completo já consegue dar ali um índice, né, dessas doenças. Sim, para investigar alterações na população geral, o hemograma é suficiente. A partir das alterações que o hemograma trouxer, seja uma anemia, um aumento dos glóbulos brancos, redução das plaquetas. A partir disso, nós vamos ter que prosseguir com a investigação, investigar infecções, investigar deficiências de vitamina. Se isso não for suficiente para definir a causa das alterações, aí que a gente segue com o estudo da medula óssea. Outra questão também, doutora, sobre ainda mitos e verdades a respeito da alimentação. Existem alimentos que ajudam, né, a controlar a anemia, que previne a a anemia. Realmente tem alimentos que têm esse poder aí de auxiliar nessa questão de prevenção. A gente sabe que a população vegetariana que não faz acompanhamento com suplementaçã, ela tá mais suscetível a ter anemia por deficiência de vitaminas. Outra população são as gestantes e os pacientes que fizeram cirurgia bariátrica. Em geral, a os alimentos, verduras verdes, feijão, carne, uma alimentação bem brasileira é suficiente para suprir com os nutrientes necessários e prevenir a anemia. Tá certo, doutora? Estamos chegando ao fim do nosso programa, mas antes a gente vai falar um pouquinho sobre as campanhas, né, Junho Laranja e também Junho Vermelho. São duas campanhas importantíssimas que andam juntas, né? Então, queria que você falasse um pouquinho sobre elas, realmente a importância e como hematologista, né, pela pelo grupo sonho, o que que vocês preparam, né, nesse mês de campanha pros pacientes, como que as informações elas chegam até a população, justamente para informar sobre a importância do diagnóstico precoce, né, e pro tratamento mais específico e mais eficaz diante a leucemia. As campanhas elas são fundamentais, pois a conscientização da população faz com que os sinais e sintomas sejam identificados precocemente. E o diagnóstico precoce permite que nós possamos instituir tratamentos adequados e o paciente ter menos complicações associadas às doenças. principalmente no caso das leucemias agudas, quando os pacientes têm risco à vida com diagnóstico mais tardio, nós, como médicos, temos a obrigação de distribuir essas informações e os sinais de alertas para que seja buscado um médico quando presentes. No grupo Son, nós sempre nos propomos a divulgar informação através das redes sociais, campanhas nos hospitais em que a gente atende, através dos meios de comunicação, como a televisão, podcasts. E a gente sempre tá à disposição também para tirar as dúvidas da população, os pacientes também acompanhante. Acho que a informação ela permite que o diagnóstico seja alcançado e a gente alcance a cura, que é o objetivo para que o paciente tenha uma qualidade de vida e não sofra de um diagnóstico tardio. E hoje a medicina ela está avançada, né, com vários tratamentos, vários eh medicamentos, né, alternativos para esse paciente, para não ter tanta reação assim também. Então, a medicina ela disponibiliza, né, de outras ferramentas também no combate, no tratamento da leucemia. Dout. Sim. Hoje em dia, graças aos avanços científicos, aos estudos clino clínicos, nós temos muito acesso a tratamentos mais avançados que permitem alcançar resultados melhores para os nossos pacientes. Então hoje a gente pode deixar essa mensagem, né, falando sobre o diagnóstico, então que não é realmente sentença. É isso exato. O mais importante é entender o que tá acontecendo, explicar pro paciente, traçar um plano e realmente nenhum diagnóstico é uma sentença. Sempre a gente tem algo a oferecer. para ajudar o paciente nessa jornada das doenças oncológicas. Tá certo, Dra. Jéssica? Quero agradecer imensamente a sua participação e gostaria que você deixasse as suas considerações finais aqui no programa Saúde à Vida. Muito obrigada pelo convite. É sempre importante participar dessas dessas bate-papo, pois porque eu acho que a hematologia, as doenças oncológicas, a ainda existe muito preconceito. As pessoas buscam muito na internet, nas inteligências artificiais e é importante que a informação médica com consciência baseada em estudos científicos seja espalhada para que os mitos eles diminuam cada vez mais e os pacientes não fiquem desesperados quando receberem algum um diagnóstico de doenças hematológicas. Com certeza, Dra. Jéssica. Muito obrigada novamente pela sua participação. Bom, o programa Saúde à Vida fica por aqui com muita informação para você, informações importantes da hematologista Dra. Jéssica. Te espero na próxima semana. Até lá.
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