TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Saúde é Vida | Tumores Cerebrais - Tipos /diagnósticos e Tratamento
Em destaque · HD Vídeo · SAÚDE É VIDA

Saúde é Vida | Tumores Cerebrais - Tipos /diagnósticos e Tratamento

0 views Publicado Há 2 horas HD · 31:28

Descrição do vídeo

No programa Saúde é Vida você vai entender sobre os tumores cerebrais, quais são os tipos, como identificá-los e os tratamentos

Transcrição completa do vídeo

25 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

[música] Olá, está no ar o programa Saúde à Vida. Atenção para o tema de hoje, tumores cerebrais. Receber o diagnóstico de um tumor cerebral é um momento de grande impacto emocional para o paciente e também para toda a família. No entanto, o diagnóstico não é uma sentença. No programa de hoje, você vai descobrir os sinais de alerta que o corpo envia, a importância do diagnóstico precoce e como a ciência evoluiu para oferecer tratamentos mais seguros e precisos. Para esse tema, convidamos então a Dra. da Gisele Rocha, ela que é oncologista e já está conectada aqui conosco. Seja muito bem-vinda, Dra. Gisele. Oi. Obrigada, Cassiane. Bom dia. Prazer estar aqui com vocês. É uma satisfação recebê-la, né, com esse tema tão importante, tão relevante, né, doutora, porque realmente, né, falar sobre tumor cerebral acaba assustando um pouco, né, e receber esse diagnóstico deve ser difícil também pro paciente. Então, pra gente começar e entender um pouquinho, eh, fale sobre esses tumores, né, como que eles surgem no nosso organismo e também existem vários tipos. Então, existem, né, a gente acho que todos os diagnósticos de câncer, eh, para vocês entenderem, né, o tumor cerebral ele parte do mesmo princípio de qualquer outro câncer. é uma proliferação exagerada de células que não eram para estar sendo produzidas em tão tão grande quantidade. Então, a gente tem que lembrar que quando a gente acumula células ou imagina o lixo acumulado, a gente vai criando um montinho ali que é forma um nódulo, né? Então essa é uma proliferação exagerada de células, sendo que nos tumores cerebrais essa proliferação ocorre a partir de células que são de dentro do cérebro, né? Eh, não, normalmente essas essa o câncer de sistema nervos central eles não são dos neurônios, eles são das células que nutrem os neurônios, que fazem todo o suporte pro neurônio se manter saudável. Então, é uma proliferação dessas células, né? Eh, tem vários tipos de cânceres cerebrais. A gente tem os primários do sistema nervos central, que são aqueles que se originam das células de do cérebro mesmo, que aí a gente tem algumas diferenças em questão de grau, a gente tem tumores de baixo grau, que são tumores que se proliferam de forma mais devagar, e a gente tem os tumores de alto grau, que são os que a gente chama mais como de glioblastomas, né? ele e esse nome é mais conhecido, que são tumores mais agressivos. E a gente tem também as metástas e cerebrais, que são lesões cerebrais que são decorrentes de de cânceres de outras áreas. por exemplo, uma célula do câncer de mim que sai da corrente sanguínea e vai pro cérebro e ali gera o tumor e aí já é uma metástase, é um câncer primário e tem tratamentos diferentes cada substipo desses. Existe um mais frequente, doutora? Um desses desses tipos é mais frequente. As metchas estão mais frequentes. Eh, por quê? que a gente tem que lembrar que vários outros cânceres que são muito comuns na população, eles podem causar metástase. Então, por exemplo, um câncer de mama, câncer de pulmão, que estão os cânceres mais prevalentes, quando eles são metastáticos, eles podem originar metástases. Os tumores primários de sistema nervocentral são mais raros. Então, sempre que a gente vê um paciente com imagem eh suspeita de neoplasia no cérebro, a gente sempre pensa primeiro que pode ser uma metástase de outro tumor para então depois avaliar se não é um primário, né? A gente sempre tem que coletar a história, ver se o paciente já teve um câncer em outra outra área antes. Eh, mas as metástes são mais comuns, certo? E Dra. Gisele, existe algum fator de risco, né? o que é estudado, o que os estudos hoje, né, as pesquisas elas demonstram em relação a esses fatores. Por exemplo, fatores externos como o estresse, alimentação, eh, contribui também para o surgimento do câncer desse tumor, né, cerebral? Eh, [limpando a garganta] para o câncer primário de sistema nervo central, a gente não tem nenhuma relação direta com alimentação, com uso de cigarro, nada disso. Eh, a gente sabe que o que alimentação, cigarro, exercício físico, eles são fatores que protegem, né, ou aumentam o risco eh de vários cânceres outros, mas não dos primários de sistema nervos central. para os cânceres, esses tipos de câncer, o fator de risco mais conhecido é radioterapia prévia, eh, ou radiação, né? Então, aqueles pacientes que estiveram, que foram submetidos à radiação da bomba, eh, no Japão, a gente sabe que lá no Japão teve depois da da Segunda Guerra teve um aumento do número de cânceres cerebrais por causa da radiação e ou pessoas que já fizeram, crianças, por exemplo, que têm cânceres, eh, que fazem radioterapia e a gente sabe que depois de uns anos eles podem desenvolver o novo tumor eh relacionado ao uso da radioterapia. prévia. Eh, mas na maioria dos casos a gente não tem uma um fator de risco conhecido mesmo, não para os tumores de sistema nervos central, tá? Lembrar que é diferente de câncer de intestino, próstata, mama, cada câncer vai ter um risco diferente. E ela tem uma faixa etária, doutora. Crianças podem ter esse tumor. Eh, adultos, né, a gente fala muito sobre doença que é mais em idosos. Isso é um mito ou é verdade? Ou crianças também têm o cenário hoje também já expandiu, infelizmente, também para as crianças. Eh, os tumores cerebrais eles são bem comuns na idade infantil mesmo. É tanto que a gente tem a diferença dos tumores de sistema nervoso central do adulto e das crianças, tá? Eh, é aquele tumor que é bem conhecido, que é o meduloblastoma, que o pessoal fala que quando tira a foto fica às vezes o olhozinho um pouco opaco. Eh, é um exemplo de tumor cerebral em crianças, mas é comum também como os tumores de baixo grau, eles têm uma prevalência maior em pessoas de 30 a 50 anos e os tumores de alto graus em pessoas mais idosas aí acima de 60 anos. Então é, infelizmente um tipo de câncer que tá presente em toda a faixa etária, né, em toda, é um risco para qualquer idade, vamos dizer assim. E quais são os sinais de alerta, doutora, né? O que que a gente pode falar em relação aos sinais mesmo? Por exemplo, dor de cabeça. Dor de cabeça é frequente, deve acender um alerta, né? Porque muita gente tem queixa de dor de cabeça, não sabe se é da vista ou se é do cansaço, do estress. Como identificar então esse sinal? Essa é grande dificuldade, né? Porque como você falou, a dor de cabeça no mundo que a gente vive de estresse, de muito trabalho, de muita preocupação, é uma queixa muito comum para todos, para todos nós, né? Eh, o que eu sempre peço pros pacientes, né, paraa população mesmo ter eh atenção, é quando as queixas pioram, elas persistem por muitos muito tempo. A gente chama esses esses sinais de resflex, ou seja, bandeiras vermelhas que devem acender ali a luzinhas de preocupação. Então, se você é uma pessoa que sempre tem dor de cabeça, né, ou tem crises enxaquecosas há muitos anos, eh, se você for se preocupar em ter um tumor cerebral a cada vez que você tem uma dor de cabeça, você vai viver sempre muito preocupado, né? Então, vai viver no hospital, mas não é muito bem assim. Eh, a gente pede para procurar o médico quando essa queixa ela essa ela muda, muda de característica, ou seja, a dor ela se torna mais frequente do que era antes. Ou quando você tem uma mudança, ah, antes eu tomava um comprimido de gipirona, a minha dor melhorava, agora eu preciso tomar dois comprimidos e ainda assim não melhora tanto. Então você vai notando que tem uma mudança dessa dor, né? ela se torna mais frequente, ela se torna mais difícil de ser tratada. Então isso a gente sempre tem que ter cuidado. Eh, outra coisa que a gente precisa também olhar é crises convulsivas. Então, o paciente tem uma crise convulsiva num histórico antes de epilepsia e ele tem uma primeira crise convulsiva já na vida adulta, ele precisa investigar o motivo quando a pessoa às vezes tem uma alteração de comportamento. Eh, por exemplo, ela fica muito agressiva de repente eu era uma pessoa que era super calma e ela fica mais agressiva ou quando ela fica muito embotada, ou seja, mais deprimida. Isso tá diferente do que aquela pessoa. Óbvio que você às vezes lembrar que a pessoa vai estar um pouco mais agressiva num dia por um uma preocupação, por uma raiva, mas no outro dia vai melhorar, né? É quando essa queixa ela se torna estranha, a pessoa era calma e de repente ela passa a ser uma pessoa mais agressiva do nada, isso persiste, né? Então todos esses sintomas de alteração neurológica persistente ou em piora devem ser investigadas. Doutora, no caso você falou sobre alterações de humor, né, no caso de esquecimentos, tonturas, essas esses sinais também que a pessoa não percebe no dia a dia, mas em um determinado momento começa a perceber que está esquecendo alguma coisa do próprio dia a dia, do que ela fez. Isso pode ser algum sinal também ou não? Pode, né? Isso e pode ser sinais de outras doenças também, como quadros gemenciais. Então, por isso que quando você nota que você tá esquecendo coisas básicas, ou por exemplo, às vezes você quer falar o nome caneta e fala o nome celular, você troca muito as palavras, sabe, em palavras básicas que você conhece o vocabulário e você não consegue mais falar tão bem. Isso também deve ser um sinal de alerta para procurar um neurologista, se possível, porque sempre a gente tem entender a causa, né? Se é isso é só uma um quadro de esquecimento por estress, enfim, ou se é alguma coisa patológica mesmo. Alterações da fala, por exemplo, também pode acontecer. é o primeiro estágio, seriam sinais de primeiro estágio. Isso. Às vezes tem alguns pacientes que falam para mim e dizem que eles ficam com dificuldade de formar frases e que às vezes a pessoa, o paciente, ele nem percebe que tá com essa dificuldade, mas a pessoa que tá escutando aquela frase nota que ele tá falando coisas que não tem muito nexo. Por exemplo, eu vou buscar um copo de água. Ele fala: "Eu vou escrever um papel". Sabe? Eh, você ele perde um pouco, é como se ele ele quisesse falar uma palavra, mas ele fala outra. E aí, às vezes na frase você não consegue, a pessoa que tá escutando não consegue entender, mas às vezes o paciente não tem a percepção de que ele falou errado. Então isso é um grande sinal de alarme também para para quadros neurológicos. E doutora, falando agora sobre a questão do diagnóstico, né? Como que é feito esse diagnóstico? Quais são os exames para identificar esses tumores, né? Ah, são vários tipos, como você mesmo mencionou. Existe um exame diferente para cada suspeita? Como que funciona esse diagnóstico? Depende muito de como esse paciente, de onde esse paciente vai chegar, né? se ele chega no pronto atendimento ou ele vai chegar no neurologista ou num clínico, na UBS, por exemplo. Eh, mas normalmente você pode pedir ou uma tomografia inicialmente, mas o exame melhor para ver, para excluir eh as outras causas e ver melhor, investigar melhor, é uma ressonância de crânio. Quando a gente tem uma ressonância de crânio, um exames de imagem que tem uma suspeita de uma lesão, eh, o ideal é você ter uma biópsia, né, que isso vai ser um neurocirurgião que vai fazer ou fazer uma reção do tumor por uma reção do tumor ou por apenas uma biópsia pra gente entender o que é que a gente tá tratando, né? Porque a gente vê a imagem, parece um tumor, mas só com a biópsia a gente vai conseguir entender qual é aquele, qual os tipos de tumor e direcionar o tratamento, certo? Porque nem sempre esse tumor ele é maligno, né, doutora? Isso. Quando a gente fala de neoplasia de sistema nervo a gente sabe que tem os tumores malignos, né, as lesões malignas e tem a gente tem tumores benignos de sistema nervoso central também. O mais comum, por exemplo, é o meningioma. que é um tumor. Qual é a diferença de um tumor benigno e um maligno? O tumor benigno, ele cresce de uma forma circunscrita, então ele não invade o tecido cerebral. Eh, mas ele também causa muitos danos, porque o nosso cérebro ele é um ambiente fechado. A gente tem a calota craniana que fecha ali o cérebro e na hora que cresce, mesmo o tumor sendo benigno, que não tem a capacidade de se filtrar, mas ela tem a capacidade de crescer, ela empurra a massa encefálica, então também causa efeitos. Então a gente tem os tumores benignos e os malignos. Eh, mas os dois às vezes vão precisar de tratamento. Às vezes tumores benignos que crescem muito devagar, a gente às vezes não faz nada, só observa, né? Não é que não faz nada, a gente trata com observação. Eh, mas algumas vezes também precisa fazer cirurgia e também às vezes uma biópsia vai diferenciar se aquilo é benigno ou maligno. E às vezes a imagem também vai dizer à gente se parece mais uma coisa benigna ou uma coisa maligna. os dois precisam ser acompanhados, tá? Sim. E os sinais de alerta e os sintomas pros tumores que são malignos e benignos, eles são os mesmos? São os mesmos, mas a gente se tem que lembrar que os tumores benignos eles crescem mais devagar normalmente. Então os sintomas eles são bem mais demorados. É diferente. Às vezes o paciente tem anos de sintomas eh que vão piorando ao longo dos anos. Ah, eu tenho uma cefaleia que começou há 15 anos atrás e há 15 anos eu sinto isso. Uma tontura de muitos anos. Eh, os tumores de alto grau, os malignos mais graves, eles crescem de forma mais rápida. Então, esses sintomas eles vêm de forma de forma mais agressiva, assim em poucos meses. Por isso que é cada vez mais desafiador chegar nesse diagnóstico mais preciso, né, doutora? pela talvez a o paciente ele não percebe ou percebe, mas não dá tanta atenção naquele sintoma. É um sinal de alerta, mas que para ele, opa, deve tá tudo bem porque eu sinto de vez em quando, não tá incomodando tanto. Isso acaba também retardando um pouco o tratamento em si, né, já que não tem esse diagnóstico precoce. Exato. Mas isso que ocorre, acaba ocorrendo em quase todos os tumores, né? a gente tem uma vida muito muito corrida e acaba que os pacientes mesmo sentindo, tendo sintomas, eles sempre acham que é por outro motivo ou sempre dizam assim: "Ah, não, próximo mês eu vejo, ah, não, daqui depois eu marco a consulta, ah, depois eu marco o exame." E aí a gente acaba, a maioria dos pacientes não só em tumores cerebrais, né, como em todos, a gente sempre deixa para depois, eh, para fazer os exames e tudo e aí acaba que no final a gente diagnostica com lesões mais avançadas. Então, é sempre um uma alerta que eu sempre dou pra população, é que a gente só consegue trabalhar e fazer as coisas estando vivos, né? Então, a gente tem que se cuidar primeiro para cuidar das outras pessoas para poder trabalhar, porque nessa vida corrida que a gente tem, a gente sempre coloca as prioridades, trabalho, família, enfim. E a a gente mesmo sempre deixa a prioridade como como última prioridade, né? E que não é para o ideal é que não se faça isso. Deve ser o contrário, né? prestar mais atenção na saúde e ser realmente prioridade. Bom, Dra. Gisele, vamos falar agora sobre os tratamentos, então os avanços da medicina, né, falando sobre cirurgia, eh quando é recomendado, quais são os tratamentos hoje, né, que a medicina evoluiu com essa tecnologia também avançada, né? Como que fica então os tratamentos para esses tumores? a gente tem uma gama de tratamentos, né, eh, cirurgia sempre que possível e cada vez mais eh, tem-se mais tecnologia de neuronavegação para para cirurgias eh em sistema nervoscentral, né? Isso normalmente quem faz é o neurocirurgião, né? O especialista nisso. Eh, a gente tem alguns tratamentos com radioterapia também, que é quando você através da rção, você consegue fazer uma uma destruição de DNA, né, do tumor ali, eh, que também faz controles de doença em vários casos. Eh, a gente tem quimioterapias e a gente tem algumas drogas novas que a gente chama de drogas de terapias alvo, que são terapias para algumas mutações específicas para cada tipos de tumor. Então, por isso que cada tipo de tumor ele precisa ser estudado molecularmente pra gente entender as características de cada tipos de tumor, porque de um paciente para outro muda muito. E a gente hoje cada cada dia a medicina ela tá mais, principalmente a oncologia, ela tá mais voltada para uma medicina de precisão. O que é isso? A gente trata o tumor de acordo com as características que ele tem, né? Então, às vezes eu tenho três pacientes com o mesmo tumor e eles têm características morfológicas, desculpa, moleculares diferentes que eu vou tratar de formas diferentes. Então, a oncologia tá cada dia mais andando para isso. E por isso que é sempre importante um especialista, sempre procurar um médico que trate bem essa essa parte. Dout. Gisele, quais são então os principais efeitos colaterais do tratamento, né? Muitos pacientes, muitos pacientes acabam se queixando também que o tratamento ele é difícil, né? Então, fale um pouquinho sobre isso e como que esse paciente ele pode conviver melhor no dia a dia com a doença e também fazendo o tratamento. Bom, os efeitos colaterais dos tratamentos eh para sistema nervocentral, eles são mais leves. Normalmentees conseguem até viver bem, porque o tratamento é feito com comprimido. tem aquela quimioterapia endovenose, na maioria dos casos tem a queda do cabelo, que eles sentem nuses e vômitos que a gente sempre tenta ajustar com remédio. Mas nos tratamentos oncológicos a gente tem uma gama de tratamentos hoje em dia que cada um vai dar um sintomas diferente, né? Então o oncologista é que vai avaliar o paciente, cada paciente vai ter sintomas diferentes, mas o que eu sempre recomendo geral é que eles sempre continuem fazendo exercício físico, porque a gente sabe que os sintomas são são mais controlados em pacientes que fazem exercício físico. Eles mantém uma alimentação saudável, sabe? Eles se cuidam, comem de no horário certo, eles a pausa, eles precisam descansar também. Tem muitos pacientes que fazem um tratamento e continuam trabalhando normal. E tem que ter uma pausazinha, óbvio, a gente sempre orienta que o paciente continue trabalhando como possível, mas que ele consiga descansar nos seus horários, que ele consiga dormir bem, que ele beba muita água, que então acho que esses essa exercício físico, ingesta hídrica, bem descanso, é essencial para todos o qualquer tipo de tratamento que o paciente vai fazer. E aí os médios de sintomas que ele vai tomar vai depender muito de cada esquema de tratamento, né, que aí isso vai mudar também de acordo comor, de acordo com o estágio do tratamento do paciente em dependendo, doutora do tumor, né, esse paciente ele corre o risco de ficar com algumas sequelas, por exemplo? Ah, corre porque quando a gente tem tumor cerebral normalmente ele pode atingir alguma área, né? Então, que ficam com alteração de fala, com alteração de movimento, gente, o ideal é que esses pacientes tem sintomas, principalmente no início da doença, né? É óbvio, quando a doença progrançada, a gente às vezes não consegue controlar tanto. Mas início a nossa regra é que o tenha o menor número de sequelas possíveis, tanto com tratamento de quimié rádio e até de cirurgia também. A cirurgia tem uma recomendação muito forte de você não fazer uma cirurgia que dê paciente com sequelas, certo? E doutora, falando sobre esse processo, né, de reabilitação, existem outras alternativas, né, claro, além do tratamento oncológico, mas um acompanhamento, né, multiprofissional com outros, né, profissionais da saúde, fonaudiólogos, psicólogos, tem um papel muito importante também para esse paciente, né, a rede de apoio também, os familiares, isso implica também ali na boa recuperação, nessa reabilitação do paciente. muito. Eu acho que essa região disciplinar é mais importante do que eu como né? Eh, se fosse escolh acho que eu acho escolho ter essa rede do que o só médico em si. Eh, o paciente ele precisa, a gente falou de fisioterapia, de terapia ocupacional, de fono, várias vezes, até de nutrição também, suporte psicológico, né? A gente tem que lembrar que isso é um conjunto de coisas que fazem com que o paciente fique melhor, que até se melhor o tratamento. A gente já tem várias evidências de que pacientes que são acompanhados por equipes multidisciplinares, eles vivem mais e vivem melhor, mais importante. Então é essencial e sempre que possível te encaminha. Então, sempre que a gente tem um serviço que fazer tudo isso, a gente caminha ou às vezes uma terapia ocupacional a tem disponível entre oriente o paciente puder e faça por fora também e até estímulos em casa também, né? Tem que lembrar que o paciente ele precisa ser estimulado em casa. os familiares conar com paciente, que estimula a memória, não só deixar o paciente em frente TV, eh, conversar com ele, né? Porque o paciente vai desestimulando e vai um pouco essa parte neurológica. toda a diferença, né, para esse paciente que está em reabilitação. Doutora, eh, nós estamos chegando ao fim do nosso programa, mas separamos algumas questões sobre mitos e verdades aqui no programa Saúde a Vida, que são informações que muita gente acaba falando, fazendo essas pesquisas, a gente encontrou algumas informações, por exemplo, o uso excessivo de celular causa algum tumor e também batidas, né, pancadas na cabeça, pode eh contribuir, pode virar um tumor no futuro. essa criança bateu muitas vezes, teve muitas quedas, né, e pancadas na cabeça, isso influencia ou realmente é um mito uso de celular até em mito, né, a gente já teve essa essa hipótese de que o celular ele poderia aumentar o risco de câncer, mas nos estudos que a gente tem hoje, que foram realizados, isso não foi compromido. A informação que a gente tem hoje é que não é disso sobre essa parte de pancatal, isso é mito, que a gente tem que lembrar que às vezes cerebrais causam tontura no paciente, por exemplo, e o paciente começa a cair mais e aí ele vai no descobre descobre um tumor. dizer a causa da queda já é o Então isso tem que ficar sempre de olho, que às vezes não é a causa tempo, né? Mas não que aumente o rito. Perfeito. Tem mais duas questões também sobre mitos e verdades, né? A primeira a gente vai falar sobre alimentos, né? Eh, existem alguns alimentos que podem contribuir e alimentos que evita ter o tumor ou paciente que já foi diagnosticado. Esse alimento ele pode reduzir ali o crescimento. Isso é mito ou verdade? Dout. Gisele? Então para tumores cerebraisão para sobre alimentação, a gente vai falar de açúcar, que aumenta o risco, a gente não tem uma evidência, mas a gente sabe que para todos para todos os tumores em geral a gente tem risco maior de câncer em alimentos emotivosados processados, ou seja, alimentos muito industrializados. Então o que eu sempre oriento é objetivos de você comer um embustido, por exemplo, ah, eu um salame, eh, vez no mês no jantar, não é isso que vai cair o câncer, mas é o consumo é diária desses alimentos aumentos riscos de câncer do câncer cerebral a gente não tem evidência ser uma relação tão forte, mas a gente tem essa evidência muito provada para outros cânceres, câncer de intestino, que é bem mais frequente. Eu sempre peço pro paciente não pensar em evitar evitar só, ele tem que evitar todos os tumores. Então a alimentação [limpando a garganta] saudável deve fazer parte da consumos de álcool também que aumenta o risco independente do volume consuma. E a questão da genética, doutora, né? Se alguém da família, um pai, mãe, tem um tumor, a geração, ela pode ter também esse tumor cerebral, tem eh esse fator genético também contribui? Pode ter, não é por causa da melhoria dos tumores, né? A gentecida. Óbvio que daqui a 5 pode ser que a gente tenha alguma informação, alguma mutação que a gente não conhece hoje realmente isso, mas a gente tem algumas síndromes, por exemplo, uma síndrome chamada no sudeste aqui do Brasil, neurifibromatose e outras síndromes em relação aumento do surgimento cerebral como de outros também. Sempre que o paciente passao a gente sempre pergunta a história familiar desse paciente pra gente entender se pode ter algum risco genético ou se esse tumor foi ao alco. E mas isso é sempre investigado. Tá certo? Dout. Gisele, eu quero agradecer a sua participação aqui no programa Saúde a vida por compartilhar todo o seu conhecimento, né? explicar sobre essa doença, principalmente falar sobre prevenção, tratamento, diagnóstico, né, e deixar essas orientações aqui pra população. Então, mais uma vez, muito obrigada pela sua participação aqui com a gente. Eu que agradeço pela oportun muito importante a função que você de dar informação para porque só assim a gente vai conseguir diagnosticar tumor precocimentos e reduzir que as pessoas desenvolvam campo. Perfeito, Dra. Gisele, muito obrigada. Bom, o programa Saúde à Vida fica por aqui e fica essa recomendação da doutora aqui saúde em primeiro lugar. Esse episódio você pode assistir também no canal da do YouTube da TV Câmara Campinas pelas redes sociais. Te espero na próxima edição do Saúde à Vida. Até lá. เฮ [música] [música] [música] เ
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do SAÚDE É VIDA

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
30:47

Saúde é Vida | Osteoporose

31:43

Saúde é Vida | Depressão Em Crianças e Adolescentes

32:15

Saúde é Vida | Doenças do intestino

34:52

Saúde é Vida | Saúde do coração

34:08

Saúde é Vida | AVC em jovens: sinais, tratamento e a importância do atendimento rápido

30:54

Saúde é Vida | Lipedema: sintomas, diagnóstico e tratamento

38:02

Saúde é Vida | Alopécia - tipos, causas e tratamentos explicados

33:32

Saúde é Vida | Varizes: sintomas, mitos e tratamentos

32:56

Saúde é Vida | Abril Azul: diagnóstico precoce e inclusão no autismo

32:21

Saúde é Vida | Doenças hepáticas: sintomas, prevenção e cirrose

33:03

Saúde é Vida | Pressão Alta: Doenças silenciosas causadas pela Hipertensão Arterial

31:57

Saúde é Vida | Março Roxo: desmistificando epilepsia

31:51

Saúde é Vida | Março Lilás 2026: prevenção câncer colo do útero

30:09

Saúde é Vida | Março Azul-marinho: mês de prevenção ao câncer colorretal

32:19

Saúde é Vida | Março Amarelo: Endometriose — sintomas, diagnóstico e tratamento

34:25

Saúde é Vida | Fevereiro Lilás e doenças raras na infância

32:23

Saúde é Vida | Fevereiro Laranja e conscientização sobre leucemia

32:46

Saúde é Vida | Neuropatia Hereditária Sensitiva e Autonômica: sintomas e diagnóstico

32:30

Saúde é Vida | Fevereiro Roxo: lúpus e fibromialgia – diagnóstico precoce salva vidas

35:14

Saúde é Vida | Alimentação e saúde mental: como o intestino influencia emoções

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:06:47

Questão de Ordem | Junho Verde

47:54

Faça Você Mesmo | Boneca de Pano

38:39

Ponto de Vista | Futebol e Identidade Brasileira

16:39

Na Tribuna | Transporte Público Campinas

3:58

Agora é Lei | Proibição Usar e Fumar Dispositivos Eletrônicos

2:06

Câmara Notícia | PL Modernização Cadastral Imóveis

2:27

Notícias da Metrópole

1:02:23

Câmara Notícia