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QUESTÃO DE ORDEM - PREVENÇÃO DAS DROGAS
Em destaque · HD Vídeo · QUESTÃO DE ORDEM

QUESTÃO DE ORDEM - PREVENÇÃO DAS DROGAS

14 views Publicado 22/07/2021 HD · 1:28:51

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E aí [Música] o Olá começa agora o questão de ordem e o tema de hoje são as drogas lícitas e ilícitas problemas na sociedade há muitos anos como então realizar o controle reduzir o consumo a legislação é adequada quais projetos são mais eficientes para debater esse assunto recebo aqui no estúdio Vereador Nelson Suely presidente da Comissão de políticas de prevenção às drogas Vereador a Débora Palermo presidente da Comissão de defesa dos Direitos da Criança do Adolescente e da Juventude e de forma virtual a Débora Santos sicca na lista especialista em a dicção e codependência e diretora-presidente da ordem nacional dos psicanalistas Regional de São Paulo Lembrando que o debate vai acontecer várias interrupções Apenas quando necessário Vereador nelsão ó série mês de junho se intensificam os debates podemos Nós temos muitas frentes de combate então tem a prevenção conscientização tratamento ao usuário reinserção na sociedade Seja bem vindo ao questão de ordem e Eu que agradeço Gabriel ligado também Débora falei né Débora psicanalista uma grande amiga uma excelente profissional foi estamos aqui compartilhando esse momento de um assunto tão relevante é a questão das drogas é é muito importante você de batida né Não só dentro das escolas como dentro de casa também e o Júnior Branco logo que assumi no primeiro mandato foi o meu primeiro projeto de lei meu segundo projeto de lei o primeiro foi a comissão de política de prevenção às drogas e essa casa não tinha e foi aprovado e o Júlio branco também aprovado já acionado pelo ex-prefeito é onde nós é nós trazemos vários assuntos não só para dentro das escolas como também para dentro das empresas porque hoje os maiores atos de acidente de trabalho está relacionado ao uso e abuso de substâncias é drogas lícitas e ilícitas e o Júnior Branco ele vem nesse formato e conscientização é trazer para a população um pouco mais informação de uma forma mais carregada para que todos possam aí se prevenir e evitar que aconteça o pior que é a dependência química né a doença instalada dentro de um lar a gente sabe que reflete e adoece outras pessoas Então e o Júnior Branco vem nesse sentido é um projeto importante né E que pretendo agora a cobrar também do Prefeito é assuntos relacionado ao uso e abuso de drogas para que possamos assim é concientizar o maior número de jovens principalmente e depois da população de Campinas todas as regiões o carregador a Débora Palermo a prevenção às drogas começa com as crianças né investir em Esporte cultura lazer ajuda no desenvolvimento reforça as habilidades que cada um possui E aí contribui para um estilo de vida mais saudável e como educação dentro das leis né Seja bem vindo ao questão de ordem Obrigada Gabriel Obrigado a todos funcionários TV Câmara Minha xará Débora e Vereador Nelson morre essa comissão que é de extrema importância eu sempre a ponto que é muito melhor prevenir do que remediar né a proteção é a proteção básica né a proteção é sempre melhor do que depois do Mal instalado é EA proteção como bem disse o Nelson Começa dentro de casa com a família e também sabemos que o uso começa muitas vezes dentro de casa com aquele golinho com o pai deixa tomar de cerveja é né Deixa a experimentar e começa a criança logo cedo começa a ter contato com as drogas ainda que lista porque paga imposto Mas não deixa de ser droga né EA relação com o esporte é muito importante porque o esporte ele libera as os hormônios da serotonina oxitocina que a droga que é droga também natural libera naturalmente que a sensação de bem-estar então o esporte ele não só combate desta forma como ele também ele trabalha a disciplina eo respeito à regra o limite que às vezes é falta desses desses elementos da regra do limite da disciplina também leva ao uso de substâncias Então eu tenho a anos né venho falando isso na política de proteção e prevenção às drogas para as crianças e adolescentes e o que a gente tem visto é a Anna a Anna crianças cada vez mais novas fazendo uso e uso inclusive abusivo Nelson de substância é maior preocupação que eu acho que o poder público tem que até como prioridade máxima trabalhar nesse contexto nessa nessa linha para que a gente possa inibiu uso e o todas de todas as formas que já já a gente vai falar sobre as a comunicação das campanhas participação também dos meios de comunicação mesmo participa também aqui do questão de ordem a Débora Santos sicca na lista diretora-presidente da ordem nacional dos analistas Regional São Paulo uso de drogas é um fenômeno bastante antigo na história da humanidade como consequência atrás grave problema na saúde pública problemas pessoais sociais Débora é uma causa motivo para uma pessoa utilizar um produto eles Tu tem a ver com um sentimento uma doença Seja bem vindo ao questão de ontem é obrigada não esteja todos um prazer estar aqui com vocês obrigada Gabriel Obrigado Nelson rodri é um prazer também estar ficou Débora Palermo pensar é começar a que realmente na questão de dependência química Existem muitos fatores que influenciam né mas a grande maioria é com a gente vê em consultório e até mesmo nunca o padrão de comportamento familiar existe muitas as disfunções em que trazem uma ausência do sujeito ou seja muitos usuários de drogas quando eles vêm para tratamento a gente vê essa ausência então é um vazio existencial e ele dá um start de início dentro da própria família e depois vem também a questão que foi mencionada pela vereadora Débora Palermo e também pelo Nelson Rose a questão do padrão de comportamento dos Pais né Então as crianças elas são é bom e elas estão ali essa estão em desenvolvimento e é muito importante a gente falar da questão da Assunção pai e mãe porque é uma responsabilidade muito grande é onde chega a gente precisa entender que estamos desenvolvendo um sujeito um indivíduo para uma vida adulta então a forma com que aplicamos ou não isso pode trazer consequências graves como nós estamos vendo estamos falando aqui sobre dependência química mas o junto com a questão vem também muitas as questões de relacionamentos abusivos Oxi os abusos de crianças e adolescentes então é um assunto extremamente extenso mas isso tem muitas vezes sim da grande maioria a questão da estrutura do sujeito o vazio existencial e questões familiares contribuem muito para que as crianças ou adolescentes venha trazer esse aceite ou uso de drogas e vamos abordar aqui no questão de ordem também as responsabilidades né dos pais e o exemplo que isso é muito importante dentro de casa Vereador Nelson ó série a 16 anos você realiza esse trabalho com dependentes químicos como é que você enxerga esta questão da prevenção evita que criança jovem ou mesmo uma pessoa adulta entre por este caminho que a gente sabe que é difícil de sair a abordagem com as mais diferentes faixas etárias elas acontecem de uma maneira diferente a prevenção para uma criança de 15 anos e a prevenção para um adulto de 25 tá começando a ter um comportamento diferente essa abordagem é diferente Ou é um caminho só e eu na verdade tento o utilizado uma linguagem Universal né que sirva para todos Eu normalmente não uso nenhum linguajar jurídico linguajar Clínico que venha acabar deixando o preparo né da desses jovens ao trabalho de prevenção no caso é um pouco mais difícil é chato porque falar de droga é muito complicado houve também é muito difícil e é muitas pessoas acabam se identificando e a palestra nunca foi nesse sentido sempre foi de uma maneira Universal onde todos possam compreender e existe um problema chamado droga é o pior mal do século e que mata a dependência química é uma doença explicar que o usuário de droga é na verdade na minha opinião continua sendo o grande financiador do Crime Organizado é aquele que tem discernimento é aquela pessoa que sabe que é errado consumir que sabe que é errado usar a droga comprar a droga o e mesmo assim né é desafia acreditando que a dosagem que ele utiliza não vai gerar dependência não vai gerar problema nenhum mas aí quando a dependência se instala a gente sabe que o nome é muito claro dependência você se torna um escravo da droga e aí é uma doença muito grave muito séria é uma doença espiritual mental progressiva incurável é e leva muitos a óbito é a vereadora Débora Palermo É talvez ela nem saiba disso mas antes da política né Eu já realizava esse trabalho na área de prevenção de drogas e E a Débora na época era a conselheira Tutelar É sim e eu tinha duas pessoas não Conselho Tutelar e sempre foram braço sempre me ajudaram sempre me apoiaram que é a Débora Palermo E a Margaret as duas pessoas que a gente tinha contato direto logo assumir a coordenadoria de prevenção às drogas que foi a segunda no Brasil aqui em Campinas e a primeira no Rio de Janeiro coordenei um programa do governo do estado que foi programa Recomeço né aqui em Campinas foi a primeira cidade a receber que era aquele é aquele convênio com o padre Haroldo que o Instituto do padre Haroldo E essas duas pessoas sempre me apoiaram me ajudaram e nós conseguimos salvar muitas vidas aí envolvendo criança e o linguajar que eu utilizo dentro das escolas das Universidades e das empresas não é dos canteiros de obra é um linguajar que eu mostro a questão das consequências uso e abuso de drogas eu falo desse prazer que toda a droga proporciona mas eu deixo muito claro e ao final das palestras um contato de ajuda o mais importante de uma palestra de drogas não é só você falar que droga uma droga que droga mata jogar tudo aquele terrorismo para a sociedade para os jovens a saber que a pessoa não tá sozinha e nem Despertar a curiosidade deles utilizar em é você mostrar que se você não tem o problema dentro da sua casa Você conhece alguém que tenha problema muito próximo isso é muito fácil de identificar então é importante que essas pessoas saibam além de todas as consequências do uso e abuso de drogas que existe uma mão que existe um contato que existem pessoas especializadas e que podem ajudar e dá para ajudar dar vai resolver Aí eu já não sei porque depende muito também dá aquele um por cento de vontade do cidadão que é dependente químico queria parar de usar está disposto aquele tem uma mudança de vida de hábitos é resgatar sua dignidade a sua moral chance hoje é difícil a gente parar de mexer em celular imagina a parar de usar a droga Então a gente precisa fazer um trabalho de formiguinha mas um trabalho minucioso sabe de convencimento de explicar que aquela pessoa ela tá gerando um problema não só para a saúde dela para a vida dela como para a vida da sociedade para a vida das pessoas que eu amo que estão ao seu redor quando a Débora fica na lista disse que pais e filhos é a gente tem que monitorar temos que tentar identificar e tem um linguajar diferente com eles eu concordo plenamente existe um princípio que eu utilizo muito o que é pais e filhos não são iguais hoje tem o que ter uma relação com o filho de amigo não adianta você ser só ser amigo se você precisa ter os pais como legisladores colocar regra dentro de casa e fazer valer e Já os jovens as crianças obedecerem e o que que tá acontecendo hoje e casos que eu já relatei que já chegaram a minha pessoa e continua chegando vou dar um exemplo aqui uma mãe brigando com a filha e por conta de roupa para ir para balada isso não é relacionamento de mãe e filha estão brigando por conta de roupa para ir na balada como eu já vi mãe e filha brigando por conta de namorado eu já vi pai e filho participando de campeonato 19 quem bebia mais um direito a SAMU parado do lado uma cidade próximo que tem uma tradição aí com a bebida alcoólica eu já devem ter identificado então é o tipo da coisa é que a gente não pode é deixar rolar deixar acontecer e a palestra de prevenção o diálogo a informação um propriedade ela é muito importante ela ajuda a salvar vidas mas mais do que isso é você ter um contato e tem pessoas como na época Débora conselheira Tutelar a Margaret conselheiro tutelar é que trabalham essas crianças adolescente hoje Campinas eu falo aqui com toda a propriedade hoje você não tenha Onde internar uma criança se eu tiver uma criança hoje me pedindo ajuda pelo amor de Deus né Eu só tenho 13 anos e tenho problema com crack eu não tenho para onde encaminhá-los Na verdade eu tenho mas eu não acredito no serviço é o capsi centro psicossocial infantil por que que eu acredito o programa Bom dia vamos colocar de acolhimento né de Clínico na verdade a acolhimento é Clínico né é um capítulo da Saúde Laboratorial ambulatorial exato É muito complicado porque lá você vai encontrar é uma criança com síndrome de down vai encontrar um esquizofrênico você vai encontrar um autista o dependente químico junto o tratamento é diferenciado não pode tratar junto e tratamento para mim alguns casos não é como as raízes diretora de saúde mental de Campinas chegou a mencionar que existe a possibilidade de usar droga ilícita de forma social como que se usa um craque de forma social não existe crack de forma social não tem como usar cocaína de forma social a gente sabe que são drogas Poderosas no sentido de Viciado uma forma mais rápido porque o prazer é mais rápido você conta muito isso né Quanto mais rápida prazer da droga mais chance de iniciar porque você vai querer novamente sentir aquele prazer né e a primeira habitada por exemplo de um craque que gera todo aquele prazer até por se tratar de uma droga pomada que passa pelo pulmão coração e chega no sistema nervoso central é vamos colocar 5 minutos apitar você dapitada 15 minutos começa dar efeito e eu dá um efeito passa rápido 15 minutos de prazer é dois minutos um acabou já tá vendendo a mãe querendo droga de novo e isso não tem não tem fim é uma escala que não tem não tem fim então por isso que é uma droga pesada então assim é muito importante né você ter pessoas que ter contato para poder ajudar quem quer ser ajudado me chamou a atenção no início da sua espaço como você falou incurável é Existe tratamento mas ele vai acontecer para o resto da vida da pessoa exata o controle que a gente chama né existe controle tem pessoas que estão há 20 anos sem utilizar da droga ela não tá curada Ela está com a doença está estacionada igual eu pegar uma vela acender ela vai queimando eu vou lá e apago ela agora numa gaveta daqui 30 anos eu pego aquela vela Está estacionado ali onde eu paguei a doença da dependência química a mesma coisa é igual diabetes tem controle Oi Débora Palermo durante muitos anos então Nelson a ser esse Tony está a resposta dele você trabalhou no conselho tutelar nesse período teve contato com pais que perderam a guarda dos filhos por conta de drogas que que esses pais sentiam que relata o que você pode trazer para gente Gabriel foram muitos né Muitos pais e eu sempre digo assim que a droga ela não mata só quem usa ela Mata quem tá ao redor ela mata um pouco filho a esposa o pai e a mãe ela ela mata de formas diferentes a perda dos filhos a perda do Poder familiar por exemplo que a gente viu em muitos casos é era muito é muito triste porque a pessoa é usuária de substância mas nem por isso ela deixa de amar o filho a filha os filhos bom e quando eles perdem é muito muito difícil é muito duro para eles para alguns eram gatilho para parar e nós vimos alguns casos que é a perda foi o motivo para pessoa conseguir né o tratamento e parar com o uso e outras foi o efeito contrário a pessoa fundar de uma vez e esse perder totalmente nas drogas então e para criança né eu sempre vejo muito lado das crianças dos Adolescentes quando você tem que afastar pelo uso da substância a tristeza e ao mesmo tempo a revolta né quando é adolescente a criança pequena é a tristeza e o adolescente é a revolta eles ficam muito indignados muito revoltados inclusive ficou um conselho como Ministério Público com a Vara da Infância porque tira eles os pais por quê e também é pai é pai e mãe a mãe com todos os defeitos e qualidades os filhos amam então é por isso que eu digo muito isso que a questão da droga eu não vejo eu não vejo ser tratada com a prioridade e com a responsabilidade que ela deveria ser tratada hoje nessa questão do tratamento para crianças adolescentes que o Nelson trouxe era uma situação que nós lá no Concelho Sofremos muito porque muitas vezes meninos chegava e falava por favor me interna no lugar se não eu vou morrer e a família exatamente o que dia por favor você sabe que é uma adolescente chegar tossindo sangue e falando assim tia por favor me põe um lugar fechado me tranca para eu parar de ou seja ele sabe que por conta própria ele não vai conseguir ele tá pedindo essa ajuda não e você não tem encontra e você não ter você ter só o tratamento ambulatorial que foi o que o Nelson trouxe o caps que não atende essa essa necessidade E aí eles o que a gente teve muitas brigas Nelson sabe com a saúde porque eles falavam que a gente queria era que voltasse a questão do manicômio que a gente era contra a luta antimanicomial e nem nada disso uma coisa é uma coisa outra coisa totalmente diferente mas eu acho que a gente tem que respeitar aquilo que que o usuário e mães também não eram só só crianças e adolescentes são mães e pais também têm como é que eu fico fechado para eu parar de usar porque eu não consigo e eu nunca me esqueço de uma fala de um menino que eu atendi muito tempo no Concelho e ele ainda hoje vive nas ruas ele é é dependendo e vive nas ruas ele tá com 25 anos eu tenho contato constante com ele e ele entra no Crac sai do Cras que eu não sei como ele consegue mas ele fica pelo e um dia ele falou assim para mim tia eu vou te falar o quê que é a droga senhora já teve fome vou falhar Lógico eu tava na hora do almoço falei hoje eu tô com fome Inclusive eu falei para ele que eu não tia você já ficou três dias sem comer e isso é parece que você vai enlouquecer e falou assim é o craque se a senhora não me fechar no lugar eu não vou conseguir e eu vou fazer que nem o pessoal do exército você mata a primeira galinha primeiro bicho e come para poder ter a comida assim a droga só só que ele for só que não é no estômago tirar aqui dentro e essa fala dele me marcou muito porque gente como é duro sentir fome né Como é duro Você tem vontade de comer no por exemplo tem um prato de comida vocês que não vê a hora então a gente vê a necessidade de um tratamento de um olhar mais sensível para essas pessoas né não a gente não tá falando do uso de brincadeira uso social que eu acho que é Nadine se você falar em uso social né mas a gente está falando de pessoas dependentes químicas em uso abusivo e que o tratamento oferecido hoje ele não atende ele não atende aquilo que essas pessoas necessitam para conseguir pelo menos se levantar e começar a tentar conviver dia dia né Que É como diz o que é só por hoje é só e já foi Amanhã vai ser um dia de cada vez é um dia de cada vez exatamente Débora Santos De que maneira este assunto tem que ser abordado nas escolas e a partir de que idade que é recomendado e você entende que ainda é um tabu falar sobre drogas os pais responsáveis eles têm dificuldades de abordar esse tema com os filhos é assim né Essa é uma das grandes problemas sobre a questão da realidade do uso das drogas e suas consequências né existe ainda muito mito né o ele tá ilusão inclusive é sobre as questões de uso de drogas é simplesmente a questão de deixar o uso da substância já seria o tratamento né isso na verdade é um dos Passos no muro nos do início de um processo de todo um processo que a questão não é só o uso da substância é consequência do que ela deixou é também as questões do histórico de vida dessa pessoa associada ao uso de drogas o padrão de comportamento são diversos fatores a serem tratados por isso que uma criança é que vai ao catupiry ser tratado como Nelson mencionou agora pouco é realmente ainda insuficiente porque ainda é uma criança em desenvolvimento das funções cerebrais as não tem nem é com é de maturação neurofisiológica ainda para dar conta de toda essa demanda de frustrações e em situações complexas então é precisava de um ampar muito maior Então os pais tem sim dificuldades inclusive o Brasil tem uma cultura de ver as drogas de forma que não não trazem problemas e isso é aumenta a problemática no tratamento porque várias pessoas que eram para o uso de drogas é já aprendendo com um padrão como falamos agora há pouco né bebem em festa de aniversário em fase de bebês em casamento é algo comum então é da cabeça de uma criança por exemplo é algo que é para se divertir né então é uma é um alívio fácil e assim que o cérebro vai entender na partir do momento que começa a esses real e algo e enfermas e ativar o celular as questões a pessoa pode ter uma pré-disposição é um dos fatores que podem também contribuir é as pessoas podem ter de ordem genética né Às vezes pode ter editaram o aparelho inspirar foram dependentes químicos podem ter sido um bebê gerado ou com dependência química é depressão ansiedade entre tantos fatores podem ser associados ao uso de drogas Então realmente o o Vereador Nelson Rodrigues estava comentando e a vereadora Débora Palermo tá falando então questões associadas é muito importante realmente ter medidas preventivas e começando na base né justamente nas escolas em falar sobre isso mas eu acredito também que não só a questão de das drogas fiquei muitos adolescentes e jovens eles já sabem muitas coisas sobre as drogas o que eles não sabem é sobre a questão deles mesmo muitos muitas crianças o e adolescentes quando vou conversar com eles por exemplo é muito positivo essa questão que eu falei da ausência de si mesmo né É um vazio existencial que já vem de dentro eles estão buscando algo para sair desse angústia desse desse sofrimento e algo divertido que alguém oferece de início é divertido né E aí eles acabam saindo prejudicados por situações que poderiam ser evitadas então eu acredito muito no trabalho nas escolas o trabalho com as famílias nessa questão do ajuste da família no a justiça de uma família funcional agora na pandemia nós temos dezoito por cento de aumento de uso de drogas é uma estatística foi feita agora recente nós estamos falando de 36 milhões de pessoas que aumentar o uso ou pessoas que não bebiam então assim 38 por cento o tabaco drogas lícitas estão dentro de casa então eu acredito muito nessa reeducação familiar e nessa questão também da das emoções como administrador funções administrar a si mesmo amadurecer o poder de decisão eu acho que isso começa a dar esse apoio e suporte às famílias e também nas escolas é onde a gente encontra as crianças e adolescentes né processo que agora estamos indo com anemia mas existem vários meios e mecanismos que podemos realizar assim eu perdi esse de ações né Nelson entende que existe essa falha de comunicação entre pais e filhos Às vezes a criança adolescente vai numa festa o pai ficar meio sem jeito de falar ou não vai beber ele tem medo de incentivar e a importância também das campanhas publicitárias tv rádio e jornal impresso nas ruas com certeza né por isso que eu vou eu deixo muito claro esse 5º princípio né pais e filhos não são iguais os e eles vão ser legisladores colocar a regra e fazer valer isso infelizmente não acontece pelo fato do que a própria Débora disse né a Débora disse que nós temos uma cultura realmente a nossa cultura é regada a bebida alcoólica hoje toda a festa open bar é regada a bebida alcoólica Eu nunca vi uma festa open bar de água de suco refrigerante a nossa festa de igreja agora é essa cultura ela é um fator de risco né Ela é um fator de risco porque proporci ona que o uso precoce das drogas nós estamos aí no momento de convívio de pandemia mas poucas pessoas sabem 200 mil pessoas por ano morrem no Brasil por conta do cigarro e por conta do cigarro o cigarro é uma droga lícita e a droga mais apreendida hoje no Brasil só para você ter uma ideia mais do que qualquer outro tipo de droga maconha crack LSD ecstasy qualquer outro tipo de droga ela tem até traficante que tá deixando Ser Traficante partindo para o contrabando porque a pena é menor só para vocês terem uma ideia é como a situação ela é cultural né e no Brasil pode tudo né Nós tamos nós temos uma comissão hoje lá no Congresso discutindo legalização de uso medicinal da maconha mas infelizmente a forma que eles discutem é utilizar do discurso da maconha para uso Recreativo tentando colocar como medicinal né sem controle nenhum na verdade você aí não está ajudando a salvar a vida você tá ajudando a matar pessoas né eu pude de droga tem uma prescrição médica tem uma recomendação sem ter um motivo é ela é prejudicial à saúde então eu sou a favor do uso medicinal deixar claro isso mas vez que tenha uma prescrição de se tem um controle e não utilizar em né de uma comissão importante como estão fazendo lá no Congresso para desvirtuar o assunto é essa Cultura como eu disse é um fator de risco por isso que eu fiz essa inflamação toda eu falei que vários pontos acabam é interferindo em um deles é o próprio ambiente político é e comparando aí essa essa comissão mais a educação dos Pais quantos pais em palestras que eu realizei que levantar a mão para falar que não sabia que ao que era droga é uma droga lícita não é porque você tá tomando uma cerveja uma caipirinha um link você vai desenvolver a doença mas você a partir do momento que Experimenta né que ingere aquela bebida alcoólica na uma droga lícita se você tiver a predisposição você tem Grande Chance de desenvolver a doença dependência que é no caso aí o alcoolismo e utilizar em vários momentos você tá feliz você bebe você tá triste você bebe você ela começa a virar sua companheira e vira este problema é necessário a prevenção para informar né o maior número de pessoas para entenderem que esses fatores de risco muitas vezes começa em casa né com aquele barzinho dentro de casa exposto é uma droga bom então ela tem que ficar no lugar não tão acessível né uma prateleira no lugar mais escondido tem uma uma uma pesquisa que mostra você não ganha de uma universidade japonesa ela mostra que o barulho da latinha aquele de abrir chama mais atenção do que qualquer brinquedo então por isso que as latinhas não mudam né Você pode perceber que eles mudam alumínio ficar mais leves na forma de abrir a forma de abrir no muda teve uma cerveja que chegou a mudar e quando você puxava alavanca saia tudo não é virar um copo a lata não pegou não deu certo né eles voltaram com aquela alavanquinha uma coisa tão pré-histórica mas aquilo permanece na latinha então a indústria da bebida alcoólica que a droga principal e mais vendida né E até porque o Brasil é um país etílico é Eles não conseguem eles investem muito pesado as próprias propagandas de televisão tá sempre regada a bebida alcoólica não é um artistas é conhecido os famosos nunca mostra o prejuízo advertência maior que tem hoje na propaganda de cerveja é uma tela azul dizendo se beber não dirija não dá um segundo isso né advertência comparado com a Juliana Paes na televisão chamando você para beber né Então temos que tomar cuidado EA cultura realmente vai mudar ele muda com prevenção Oi Débora Palermo de acordo com a coordenadoria de prevenção às drogas que faz atendimentos especializados no período da pandemia foram atendidas 1171 ligações 1071 ligações pedindo informações sobre tratamento sendo que a procura presencial Neste período de pandemia foram de 357 dependentes químicos caindo mais cinquenta por cento a procura presencial como é que você enxerga esta estatística e esta queda na procura a gente sabe que os efeitos da pandemia são em várias áreas e para os dependentes também mais um problema da academia né e a as pessoas porque tudo é desculpa para beber né para presente foi usar quem usa ficou todos os tipos de droga tudo Desculpa então agora na pandemia a gente sabe que eu que aumentou muito uso porque as pessoas estão estressadas por mim poder trabalhar estressadas porque perderam o emprego e aí aumenta o uso a procura foi maior mas a presencial foi menor porque a gente sabe que a situação também de atendimento tá complicado em todos os lugares é e é muito preocupante isso Aliás a pandemia é esse é uma outra preocupação que eu falo que às vezes eu perco o sono é porque essas famílias que fazem uso de substância e com essa questão de ficar todo mundo dentro de casa e a violência e a gente sabe que aumentou muito porque o álcool por exemplo ele ele alguns ficam alegres vão dormir mas a maioria ele se torna agressivo e dentro de casa fechado com a família então o número de violência contra as crianças contra as mulheres hoje na sessão do nosso falamos foram três feminicídios nesse mês né Campinas só aqui em Campinas e sempre se a gente perceber sempre tá ligado a maioria dos casos estão ligados ao uso de algum tipo de substância então a pandemia é mais é mais um prejuízo que a pandemia trouxe no meu ponto de vista é mais um agravante que a pandemia trouxe para a população né e de acordo com a coordenadoria de prevenção às drogas as mais utilizadas álcool crack cocaína EA maconha e não houve uma mudança no tipo de droga utilizado na pandemia Débora Santos agora o que me chamou atenção Dentro os usuários de drogas 99% da Procura pelo serviço são de homens que que acontece com as mulheres que não procuram serviços tenho uma explicação a uma vergonha ou número é reduzido assim mesmo é apenas um por cento é que utiliza E aí é normalmente na questão que me procura né de Recuperação é mais padronizados para os homens mesmo eu acredito nisso também já é uma cultura né então os homens eles tem mais essa questão eu tô tô precisando de ajuda Então o meu caminho é procurar ajuda para internação ou algo nele sido né as mulheres Elas têm também muito uma questão é de tentar resoluções né então às vezes demora um pouco mais para buscar essa ajuda nessas as opções bem também do feminismo não é então assim a mulher tem essa questão então às vezes tá lá com problema com drogas e aí ela não consegue muitas vezes pedir ajuda porque ela vai tentar outros meios de parar ela vai tentar parar sozinha ela vai enfrentar várias outras questões às vezes ela pode estar subjugada por um relacionamento Z E aí ela é submetida se vai ou não buscar um tratamento né então Existem várias questões que podem estar envolvidas aí na dificuldade um pouco Inicial dessa mulher e buscar essa ajuda né agora os homens já tem um pouco mais facilidade porque já é até um homem uma porta mais aberta tem mais clínicas de recuperação né e as pessoas precisam entender que ajuda para dependência química ela precisa ser feita o quanto antes seja o homem seja mulher né existem mecanismos caminhos e podem ajudar assessorar essa pessoa a ficar dentro do controle dessa doença né porque a questão não é somente a dependência química ela pode estar associada tanto os outros transtornos Inclusive essa é uma das coisas que também a mulher pode ter um pouco mais de dificuldade para buscar ajuda a é a dependência química pode estar associada também com outras patologias né é ter outro segundo terceiro diagnóstico e dentre A grande maioria das mulheres tem também associado à depressão no milho bem acentuado bem Clínico E isso também pode acontecer inclusive o aumento de suicídios né Então as mulheres têm um pouco mais dificuldade por questões emocionais também nessa procura não a coordenadoria de prevenção às drogas 99% homens o que que acontece com as mulheres você que já trabalha há 16 anos com este tema a estatística é tão grande mesmo ou acontece alguma coisa que a mulher tem dificuldade para poder procurar uma ajuda eu acredito que essa estatística seja única e exclusiva da Coordenadoria de prevenção às drogas e pessoas que passaram por lá né e não em todos os serviços na área de prevenção é eu tenho aqui por exemplo alcoólicos anônimos o número tá quase a cada dez que procuram é quatro são mulheres é o número que cresceu bastante também é eu entendo que as mulheres têm um pouco mais dificuldade é de pedir ajuda e até demora um pouco para identificar a dependência química por conta de ser uma dependência mais caseira né a mulher ela não tem essa exposição como o homem tem até por conta da imagem é uma mulher usando droga é é muito mais degradante a imagem a situação toda né infelizmente existe todo esse preconceito né o o Brasil ele é é recheado de preconceito na área de dependência química também não é diferente né então tem aquele costume do homem que vai ter um repiauer é o a imagem do homem a social da Barra uma mulher antigamente frequentando um bar um rap ao era era uma imagem totalmente inadequada o que que é isso uma mulher dentro de um bar bebendo uma mulher alcoolizada né tinha muito disso hoje tá praticamente normal só que a dependência quando ela se instala a mulher no caso ela tira um pouco a vida social dela e quando ela frequenta o lado social ela frequenta um pouquinho mais de força e não consumir mas já articulada para consumir em casa vai embora mais cedo não fica muito tempo na no evento o homem não o homem infelizmente ainda continua naquela de esperar cair para o cachorro lamber a cara e o amigo leva e tá tudo bem então eu acho que tem essas essas questões e a questão também da estatística apresentada sobre o número de usuários né é de ligações aí a queda na pandemia isso eu acho que é o relacionada ao uso Vamos colocar o uso cruzado né Não só de uma única substância é porque não tem cabimento uma maconha tá em quarto e quinto lugar como foi apresentado eu acho que a bebida alcoólica junto com o cigarro e mais uma droga ilícita é praticamente o perfil do usuário de droga hoje no Brasil o Brasil deixou de ser né um país de usuários de droga e passou para Polly usuários estão aqueles que usam mais de uma substância então com certeza essa estatística está relacionada ao uso cruzado né mais de uma substância de Drone não é realmente uma droga lícita ou duas né Ao que se ligar ou até mesmo medicamentos é de drogarias e farmácias e e o uso de uma droga lícita um debate importante que nós estamos fazendo hoje aqui no questão de ordem a gente vai fazer um rápido intervalo na volta a gente ainda vai falar sobre o trabalho de capim vamos falar sobre reinserção na sociedade a dificuldade para conseguir arrumar um emprego tem muitos assuntos não sai daí que intervalo é rapidinho e [Música] E aí [Música] a questão de ordem de volta hoje nós estamos falando sobre o trabalho que é realizado na cidade de Campinas sobre o tratamento com os dependentes químicos Os projetos que existem na cidade questão de prevenção Débora Santos geralmente o uso de álcool tem início em casa no consumo familiar em uma festa em churrasco confraternização Que cuidados nós temos que ter quem tem histórico na família precisa ter um cuidado redobrado é tem perceber que em uma notícia ruim uma notícia boa é sempre com a bebida que ela está conectada que sinais que nós temos que a situação ela está saindo do controle e a pessoa que tem algum familiar que já foi dependente químico teve algum processo em relação à compulsão seja foi uma dica pode ser compulsivo com alimentos por jogos Sabe aquele avô que jogava sempre isso tudo são questões associadas ao uso de substâncias também não é porque está associado a compulsão é isso já é um sinal para a prevenção né então por exemplo se eu já tem alguém na família porque ele só vai saber se ele tem uma tolerância grande ou seja necessidade de doses maiores para que haja o mesmo efeito e também por questões é ele tem uma pré-disposição Não ele só vai saber se ele beber e depois não dá conta né desenvolver rapidamente a doença Então é melhor não correr o risco já é um fator de prevenção é a Débora Palermo falou agora pouco sobre a questão aí ó um dos familiares né aumentando aí o uso de bebidas e drogas lícitas né e isso é um sinal de que nós não sabemos lidar com as emoções então sempre quando temos de situações difíceis sinais de angústia é o questões difíceis na vida e a gente não dá conta disso sempre vai É um sofrimento que se com esse sofrimento ele precisa de um escape é normalmente a pessoa que ela não está com o seu que nós falamos o nosso Ego e infantilizado ou e não está com uma estrutura suficiente para dar conta dessas ações dessas dores e dificuldades ele vai precisar desse escape então normalmente já para coisas ou pessoas Então é o que nós temos visto muito hoje é esse aumento para as questões que é um cigarro por exemplo ele está associado a solidão e dá uma grande maioria das pessoas estão vivendo essa solidão e não estão dando conta dela então muitas pessoas que tenham e por exemplo ao fumo elas retorna O fungo ou iniciou fofo né pessoas que têm a tendência aí na questão é com o álcool por exemplo né para ficar Ares Neca Eu trabalho muito isso no consultório e Geralmente as pessoas que têm essa questão Elas têm o problema uma fixação que nós falamos da fase oral ou seja fase do bebê né é uma falta de proteção onde tem ali a mãe tem os pais nem precisa de trocar roupinha então é uma dependência emocional que o bebê tem mas também é uma questão de proteção Muitas pessoas têm falhas nessa fase e se fixam nela e muitas vezes de modo inconsciente vem buscar essa proteção por não dar conta pela falta então aí você pode reparar o cigarro via oral né o álcool via oral então é muitas lições que podem estar envolvidos de modo físico então a pessoa começa a perceber que ela está angustiada ela está introjetada é aquela angústia sempre aumenta ela não está dando conta está tendo submeter Hoje os excessos buscando pessoas né porque o apego excessivo a dependência emocional também vai gerar problemas a questão de que ela não consegue ficar sozinha de angústia então é interessante nessas fases buscar uma ajuda terapêutica buscar um auxílio uma orientação do que de repente se apegar em algo o cérebro entender esse subterfúgio esse alívio nepsic po um cigarro com álcool em excesso de comida tá comendo muito tá comendo demais então esses já são sinais de que algo não está bem na que você quer então é importante trabalhar com um profissional buscar uma ajuda e vai ficar melhor para a gente reforçar isso ô Débora Santos para quem está nos acompanhando e às vezes tem esse E aí eu tô abusando do autor abusando do cigarro é não é com um amigo que você vai se consultar essa ajuda psicológica de um terapeuta de psicólogo de um psiquiatra ela é fundamental para essa pessoa porque a gente precisa entender a diferença entre a questão terapeuta Aí com amigo é muito bom você conversar com um amigo e nos que é muito bem né porque questão do amigo e com muitas vezes ele tá na na mesma questão de conhecimento em relação às emoções e ele não tem aí a as questões mais específicas mais técnicas em relação às fiquei também a ao funcionamento cerebral e o profissional ele estuda para isso então ele vai ele vai conseguir observar situações e vai conseguir orientar essa pessoa nunca me mais assertivo né É muito bom a gente poder desabafar com alguém que a gente é Mas a questão com o terapeuta com os profissionais dessa área não é simplesmente um desabafo existe uma escuta técnica existe aí uma orientação no padrão de comportamento precisa estabelecer novos ritmos novos caminhos né é por exemplo uma pessoa acostumou a uso até toda a sua vida projetada no uso de drogas para ela se recuperar agora ela precisa fazer um caminho inverso ou nessa mente inverno de trazer a sua vida para si mesmo e construir uma nova vida sem o uso de drogas isso gera trabalho precisa de ajuda mesmo precisa de um orientador que seja um profissional capacitar e possa trazer essa estrutura é o que a gente precisa entender essa diferença né em Campinas conta hoje com três centros de atendimentos em casos em que a dependência química os caps-ad de Campinas atendem em média mil e 800 pacientes por mês o que gera 24 mil atendimentos mensais como psicoterapia atendimentos médicos terapia ocupacional atendimentos de enfermagem Vereador nelsão ó seria a cidade precisa de mais unidades de Capes outras instituições como é que você avalia o trabalho que é realizado na cidade acredito que o número de cálculo eu acho que está bom Desde que seja um serviço utilizado para amparar aqueles que já saíram de um tratamento mais efetivo é eu acredito na recuperação do dependente químico seja ele negro Branco pobre rico acredito na recuperação em qualquer ser humano Né desde aqui é a saúde pública também Acredite nas comunidades terapêuticas IST uma guerra ideológica política dentro da saúde é que acaba oferecendo bandeide numa pessoa que tá com uma fatura fratura exposta né infelizmente eles concentram todas as políticas né dentro do cápsula de como se aquilo lá fosse a salvação não é existem existe um cardápio de serviço que devem ser que deve ser oferecido a um dependente que hoje você tem o psicólogo você tem assistente social você tem os grupos de autoajuda você tem é o Instituto Padre Haroldo que é uma comunidade terapêutica Você tem o capu saber você tem os grupos de Amparo também as famílias ou no caso do amor-exigente então serviço não falta E agora o que falta é o bom senso parar com essa guerra política e ideológica e oferecer para que o dependente identifique o que ele preciso eu sou a favor e já tem um trabalho há muito tempo né na luta por um Centro de Recuperação Municipal é uma área que é da prefeitura no Parque Valença dois de 40 mil metros quadrados eu queria criar ali o Poupatempo do dependente químico né o Poupatempo no sentido do que de acabar com essa burocracia ele tem que ir no postinho de saúde para realizar exame de sangue exame de urina exame de parasitologia diz carro uma porrada de exame que eu dependente que não chega uma hora que ele fala meu amigo eu sou dependente químico eu dependo da droga Eu sonho com a droga o pouco que eu durmo amor se você quer que eu fique nessa burocracia do poder público dois três meses para realizar um exame de urina quantas vezes aqui no postinho nem frasquinho tinha para realizar o exame de urina foi mais fácil do dependente químico continuar usando droga no que se tratar e essa fazenda de recuperação esse Centro Municipal no Parque Valença dores que é o meu sonho é o Meu Sonho mesmo é é oferecer de forma gratuita um tratamento com todos os profissionais capacitados que a cidade tem e pode oferecer o Poupatempo onde ele vai realizar tudo que tem para fazer É nesse espaço primeiro saber da onde ele é Campinas hoje está sendo pai monte de gente que é de outras cidades o sentido do que e pessoas em situação de rua e cada prefeito ou seja a cada pai tem que tomar conta do seu momento o Dário saadi por exemplo tá tomando conta de filhos de Americana de Louveira de São Paulo capital Cracolândia de Santos em Jundiaí né então isso precisa é existe uma triagem começando pela rodoviária obviamente que chegam pessoas que vêm em busca de emprego em Campinas e acabam ficando nas ruas nos abrir Oi e a questão dependente químico é a mesma coisa a porta de entrada para não tem que saber da onde ele é ele está disposto a voltar para cidade de origem porque que ele entrou nas drogas ali mesmo ele vai passar por um psicólogo ele vai passar por um Caps ele vai passar por uma estrutura também de higiene pessoal e ali vão determinar se ele vai para o tratamento da dependência química que ele vai ser atendido uma vez duas vezes por semana por um capuz a de feijão profissional da prefeitura nesse seu projeto para fazer essa triagem os próprios profissionais a prefeitura ela tem profissionais excelentes na área de dependência química ela tem enfermeiros bons ela tem psicólogos excelentes né você só precisa direcionar eles cada um para o seu mote para a sua missão hoje você encontra por exemplo é pessoas trabalhando na rede de saúde que não entende de dependência química que a dependência do álcool como um cachaceiro vagabundo sem vergonha que não vale para nada é uma doença é um portador de uma doença e tem que ser tratado com respeito você tem que tentar ajudar você tem que tentar orientá-lo é a mesma coisa uma pessoa que é detectada com câncer né O que que o médico faz ele determina um tratamento vai começar a quimioterapia foi começar a isso vai começar aquilo o dependente químico quando é detectado com um dependente químico você tem que direcionar ele para um tratamento e não é isso que acontece você entrega ele de volta para as ruas eu tô falando das pessoas vulneráveis né que é a população de rua oitenta por cento é dependente químico na rua você sabe que existem ali variados perfis tem um dependente químico tem o romântico aquele que não usa droga é contra o sistema não quer pagar a luz não quer pagar imposto você morar na rua esse é o romântico tem aquele lá que teve uma frustração amorosa e falar quer saber o relacionamento acabou e eu resolvi sair eu já encontrei profissional da Saúde morando em situação de Rua Numa operação que eu ajudei a realizar que era o bom dia morador de rua ele falou estou morando na Rua Nelson por conta das drogas me arrumo tomo um banho e vou para o Mário Castro o profissional de saúde entendeu então assim é o Centro de Recuperação esse Poupatempo do dependente químico ele praticamente resolveria o problema do principal né das pessoas em situação de rua oitenta por cento moradores de rua hoje estariam em tratamento é uma área de 42 mil metros quadrados ali falta vontade política faz uma contrapartida no setor privado ou com qualquer uma construtora que está ali construindo Minha Casa Minha Vida Cohab próprias a NASA Faz um acordão aí e cria-se centro recuperação Municipal Campinas é uma cidade de um milhão e duzentos mil habitantes tem aeroporto internacional tem uma rodoviária que parece aeroporto Rodoviária de Campinas é maravilhosa né que sabe o número de pessoas que chega lá todo dia toda hora tem que ter uma triagem tem uma assistente social lá dentro da rodoviária o Nelson eu lembro de acompanhar uma reunião da comissão de prevenção às drogas aqui da cam ou menos há uns três anos e o assunto foi sobre reinserção no mercado de trabalho para este dependente químico e eu lembro de depoimentos fortíssimos eles falando sobre a dificuldade que é após fazer o tratamento de conseguir um emprego ele tem as qualificações têm todas as agências Ele cumpre mas ele não consegue Esse é um problema que você enxerga da inserção do Tiago ou é o principal problema hoje é as pessoas é quando termina um tratamento da naquela fase final prestes a completar seis meses porque são três meses são três meses de desintoxicação né e depois mais três meses de ressocialização voltar a viver em sociedade os profissionais vão ensinando o dependente químico e quando ele está prestes a completar o que que o dependente químico faz diante as dificuldades de voltar ao mercado de trabalho voltar o vínculo com a família ele pede para prorrogar o tem Oi tá continuar na clínica de recuperação porque lá ele do homem Ele come né é uma cama ele tem uma parte psicólogo tem tudo lá uma equipe multidisciplinar então é uma dificuldade sim é eu tenho aqui praticamente acho que noventa porcento dos meus projetos de leis voltado para dependência química para o trabalho de prevenção de drogas é sempre focado nisso né E essa questão da ressocialização a gente encontra uma grande dificuldade eu tenho agora uma uma conversa já em andamento com a Secretaria de Trabalho e Renda nesse sentido é de dar uma atenção para esses dependentes que estão saindo existem também as repúblicas né onde os dependentes acabam ficando depois do tratamento na frente da terapêutica então algumas pessoas né alguns dependency recuperados limpos é que já completaram o tratamento eles podem morar nessa República então eles que acordei eram eles que pa as contas ele está em para trabalhar saem para estudar volto mas muitos não conseguem estabelecer o vínculo de trabalho o primeiro por conta da discriminação né O preconceito que só acha que porque é dependente químico vai roubar e não é bem assim e eu sinceramente acredito mil vezes um dependente químico recuperado do que qualquer cidadão que vem vai trazer um currículo porque eu sei que o dependente químico resgatou princípio moral pode deixar uma mala com um milhão de reais do lado dele que se ele tiver passando fome e ele vai lá e te devolvo ele não vai roubar não vai sair comprando comida não vai usar droga lógica recaída faz parte muitos acabam recaindo porém é o dependente químico Ele é uma pessoa muito mais segura e confiável aquele dependente químico recuperado né Eu acredito muito nesse cidadão e essa reinserção ainda é falha Débora palermices preconceito medo dessa recaída que eu não são as ele citou a sociedade ainda Precisa retomar esse assunto pensar mais sobre isso em Com certeza é como o quem cumpriu pena né os presidiários ele sai não vê uma não tem uma oportunidade de voltar ao mercado a trabalhar retorno assistiu né um vídeo Steel o recuperando do do uso de substância mesma coisa as pessoas como Nelson falou tem medo e a família também tem medo muitas vezes né Nelson ficando uma superproteção a gente viu eu vi muito isso de não deixar a pessoa não transmitir para ela a tranquilidade EA confiança de que não vai vai com a minha sozinho então eu acho que por isso que o tratamento do d o filme com ele deve não só tratar o dependente mas toda a família né enquanto ele está ali nesse tratamento a família deve ser tratada também para como como vai recebê-lo de volta e como que vai se comportar com ele curado né vamos ver curado E eu e a questão da comunidade terapêutica que o Nelson falou é uma eu compartilho com ele desce mesmo o sonho porque a gente sabe é eu na verdade eu acho que todos sabem um para cada doença um remédio né Eu acho assim a gente tem que deixar o dependente escolher aquilo que aquele ver como necessidade dele né e não você digitar para ele o que que ele o que funciona ou não não é não é tão simples como o médico que receitou antibiótico dependência química é uma coisa muito mais mais forte então é importante a gente ouvi-los né e dá chances né de volta confiar para que ele possa saber continuar vida né se se reinserir na sociedade e viver tranquilamente como cidadão julgamento cruel e injusto da tá mente Débora Santos que importância tem para pessoa após o tratamento conseguir um emprego se sustentar criar essa responsabilidade de ter dinheiro e responsabilidade para gastar esse suporte emocional esse recomeço Oi e é muito importante essa discussão né porque eles estavam que as pessoas não prestam muita atenção no detalhe justamente por causa da discriminação mas muitos dependentes químicos eles quando entram no seu real processo de recuperação ele começa a ganhar novamente ele começa a pelo Desejo de projetar a sua vida organizar Mas ele também senti muita vergonha de tudo que aconteceu com ele né Então aí entra essa questão o desejo de se organizar mas também entrou conflito dou da desse processo aí de discriminação né eu tenho vejo isso porque eu já acompanho aí no no consultório o trato vários pacientes são dependentes químicos e também seus familiares muitos assim tenha essa esse esse período de se organizar emocionalmente para enfrentar essa situação né Graças a Deus já tem algum como conseguir um emprego mas tem outras que não conseguem justamente por causa disso é claro que o emprego tá escasso tá várias questões mas é muito importante com a dizer que ele recuperar só que maneiro esperar aquele que as melhor nele porque embora muito acreditam que ele todos têm são mau-caráter não em outras muito dependente tempo que é muito boa tem caráter e infelizmente foi desenvolvido essa doença mais para ele é muito importante muito estão buscando isso assiduamente e nem que for com trabalho informal sabe vai buscar pintura vai buscar uma ajudar como reforma eles buscam algum, mas é muito importante essa reflexão esse apoio para que eles possam se reestruturar tem um monte de dependentes químicos que hoje estão com doença estabilizada são as famílias com pessoas eu se organizar isso é bem né então a recuperação é possível mas precisa também de se suportes desse desamparo sair para que as pessoas possa chegar no objetivo né em dúvida é suficiente Os projetos que tem na na cidade de Campinas pressa reinserção não não eu acho que falta muito ainda né Eu acho que perto demais o maior desafio hoje para nós especialistas encontrar o tratamento ideal para essas substâncias novas né no caso Vamos colocar bom então nem tão nova mas poderosa é o caso do crack uma dificuldade muito grande para tratar esses dependentes porém eu acho que falta muitas políticas públicas não só na área de prevenção tratamento como também na repressão ao tráfico de drogas né porque o Brasil tem fronteiras absurdas tanto terrestre quanto marítima que é por onde entre as drogas para nossa infelicidade praticamente os nossos países Quem são os maiores produtores de droga né do mercado mundial então usar e a ter uma repressão muito forte Polícia Federal fechar mesmo as fronteiras bastante uma guerra com o tráfico né Eu acho que essa guerra nós iríamos vencer porque Opa droga entrando no minha nossa menos pessoas consumirem uma um exemplo muito claro é é até uma analogia aqui no Por discriminado nada é a casa de bingo né quando o Domingos eram legalizados e funcionavam aqui na cidade de Campinas e eu recebi um número absurdo de senhores e senhoras pedindo ajuda pela compulsão do jogo como é que tavam perdendo tudo os filhos ligando pedindo ajuda até que um grupo de alcoólicos anônimos montou dentro do grupo de alcoólicos anônimos jogadores anônimos que era para essas pessoas compulsivas ninguém e quando fechar os bingos e acabou tudo né é parar para o à procura de pessoas compulsivas né com problema de jogos e tudo né que acabou bem sabe que o clandestino continuar existindo pode ver que quando existe lá a prisão naquelas máquinas daqueles lugares que questão de forma clandestina atuando comigo você percebe que tem um número absurdo de pessoas lá dentro né nunca é meia dúzia e Então acha assim que tem que reduzir tem que acabar com esse negócio de entrar droga no Brasil reduzir amenizar um pouco essa situação menos droga menos usuário e consequentemente menos dependentes químicos sobre esse assunto então de acordo com a Secretaria de Segurança Pública Campinas registrou de Janeiro a Abril deste ano 74 ocorrências de porte de entorpecente 311 ocorrências de tráfico de entorpecentes e 53 ocorrências de apreensão vamos lá então problemática que é de batida há décadas combate ao tráfico de drogas nós assistimos apreensões nas fronteiras do país citado agora pelo Nelson mostre em aeroporto dentro dos bairros enfim culto muito que essa é uma guerra perdida que enxuga gelo se tem tráfico tem o consumidor como é que vocês enxergam esta situação acredita que nós estamos evoluindo o combate está dando resultado a metodologia está equivocada Débora Palermo depois quero escutar também Débora o Gabriel eu acho que não tem muito que se investir na segurança pública né também é através de unir ele também equipamentos de gente para poder trabalhar na nas fronteiras e no combate né porque é uma guerra é o pessoal do tráfico eles são altamente equipados com tanto com armas como todo toda a questão de telecomunicações existe é um poder é o a gente sabe que eu é um quarto poder em poder forte Então a nossa a nossa Secretaria de Segurança Pública Nossa Polícia Federal civil militar toda toda a polícia né todas Secretaria de Segurança Pública ela tem que ter também condições de combater o tráfico né É E eu concordo com o E ele disse entra a gente conseguir quanto menos droga entravam ter que a gente não consiga zerar mas quando menos a entrar Puxa vida menos pessoas usando é a questão do brinco que ele acabou de falar isso é matemática é exata não vai ter como usar você não tem então combate a gente volta na questão da prevenção né ah o combate é uma forma de prevenção à família tá conversando com a criança desde cedo né E sobre o qual como mal fazem as drogas ainda não só isso também mas como a Débora falou a ausência do afeto na infância causa também vaca Os enormes que a pessoa depois um momento da vida vai procurar muitas vezes nas drogas é então é a questão do colo do do do filho perto do Diálogo do olho do olho do caminhar junto que os pais deixam de fazer custa é né então a gente precisa é todo todas as formas de prevenção tanto da Segurança Pública quando da família tá junto com a criança desde cedo dando toda atenção que ela precisa dando ouvido orientando comendo junto depois da escola uma educação de qualidade também orientando também abrindo o olho debatendo levando palestras tudo isso contribui para que terminou uso dessa a inserção de pessoa nesse uso e lembrando que ninguém né Eu sempre falo isso ninguém começa tomando uma caixa de cerveja bom né Às vezes o pai fala deixa eu tomar um golinho né Deixa deixa ele experimentar deve tomar um golinho e aquele colinho às vezes é o que vai fazer o menino ou menina com a minha trilhar por um caminho de dependência né que começa com um golinho e terminam com uma caixa e muitas vezes termina na morte então é é uma nós precisamos de mais políticas públicas de prevenção e de combate de orientação em todos os campos que a gente fala desse assunto O Gabriel é necessário com urgência que se em vista vais eu sempre digo da aplicação da responsabilidade Nossa responsabilidade social para com essas pessoas não é olhar né como as pessoas fazem para aqueles moradores de rua e querer que tire de lá como se fosse um lixo humano não são pessoas que merecem uma chance ah e também não concordo com essa política de deixar lá e ele e passar a mão na cabeça porque o que ele quer não eu acho que não é isso é condenar a pessoa miséria humana eu não concordo com isso eu acho que tem que tirar eles da zona de conforto que a gente acha que a zona de conforto deles ali no chão e trazê-los para uma vida digna ela é isso aí Débora Santos temos inúmeros programas policiais mostram traficantes sendo presos usuários Com pequenas quantidades com uma pena Branda Mas sendo expostos nega operações para aquele dependente isso pode trazer um medo um receio ele buscar ajuda a nossa psique a nossa cabeça como é que funciona já que hoje em dia nós temos cada vez mais acesso à informação o celular tá sempre próximo ele pode procurar uma ajuda com tanta exposição como é que o dependente ele fica nessa situação o banco sempre quando falamos em Dependência Química sempre existe aí o amplitude né não é um caso assim falar de forma específica né porque é muito subjetivo mas existe também a a questão em que a gente precisa entender que o dependente químico ele não tem dependendo do nível de dependência diminui e muito a sua capacidade de raciocínio a sua capacidade de consciência e visualização da vida então isso vai depender muito e muitos dependentes químicos também entram o estado de olha ou seja ele fica muito naquele mundo real que é só dele é uma realidade muito própria né então ele não ele tem uma certa dificuldade de de estar em contato com a realidade Então muitos dependentes químicos uma situação de ver se sou eu pego porque está né com entorpecentes enfim algo nessa situação ele não a entrar porque entender aquilo com dentro da normalidade porque ele tá acostumado com Convívio com o uso de drogas é pode ter outros ali que podem estar numa situação como essa Mas ele foi meio que ele não queria estar ali mas estava ali sem ter o controle da situação é muito não não tem muito esse hábito esse comportamento de estar junto com o tráfico mas ele tava ali mas não era aquilo que ele queria Vamos fazer uma exposição e de repente ele é pego aqui não pode ser traumático para ele pois aqui para um outro pode não ser traumático que dá uma questão muito subjetiva dentro dessa questão do histórico de vida por isso que eu falo também que a questão que estamos mencionando aqui sobre políticas públicas a a questão da prevenção ela tem que começar também quando a nossa estrutura fica com nossa gestão emocional o nosso entendimento de nós mesmos porque isso vai ajudar com quê e aquelas crianças que ela vive de forma preventiva de forma protetiva dentro dos limites adequados ela ela pratica esporte ela ela tem um ambiente mais adequado para estudo ela tem um direcionamento em várias questões da área da vida atividades criativas é uma adolescente que ele vai se tornar um adolescente mais com a autoestima melhor então ele vai ter uma capacidade melhor porque nem todos os adolescentes e crianças entre os Fundos das drogas Mas qual que é a diferença entre um e o outros né Essa questão da estrutura do eu né quando a pessoa tem uma condição de administração melhor de suas emoções e da sua função tem estar né porque senão fica pensamentos em Pensador tem tem muitas essas questões assim envolvidas com os dependentes a gente tenta entender que muitas vezes no desenvolver nessa doença infelizmente eles entram no estágio e coze o neurose obsessiva ou seja ele sai da realidade viram Peter Pan o Beto é pão para ele até a Terra do Nunca para ele é real e para dependentes químicos aquela vida é real ele não consegue ser visualizar uma outra Apesar de querer né então por isso que precisa de tratamento e essa questão da prevenção também das políticas públicas é que interessante a gente diminuir realmente o consumo e o acesso né Por exemplo tabaco estamos a 34 por cento de aumento aí na anemia o tabaco ele não utilizável somente ou não no cigarro pegar Hatch convencional né Hoje tá no narguilê está em tantas outras questões que os adolescentes têm um acesso muito livre aos adolescentes então eu acredito que essas políticas têm que ser educativas bem o questões emocionais em questões de disciplina em várias questões como a Débora e o Nelson Chaves são ah e também na questão aí com o acesso a essas drogas entre outras possibilidades no Brasil ótima explicação para a gente poder encerrar Nelson hossri 16 anos realizando trabalho com dependentes químicos de forma que você analisa nós estamos evoluindo o problema ele continua crescendo nesses 16 anos que análise que você pode fazer só 10 ao 7 para o tráfico de droga acho que evoluir bastante as políticas públicas porém não são todos os municípios é que estão conseguindo oferecer esse cardápio que eu já mencionei aqui no programa inúmeras vezes cardápio que abrange como da terapêutica tratamento gratuito para os dependentes químicos intento de recuperação Municipal atualmente nas metrópoles nas cidades grandes é que possa atender como o Hospital Metropolitano Mas lógico que não disse a rosa é através da Lagoa terapia da espiritualidade da leitura da atividade física né Acho que potencializar o investimento no esporte nas atividades físicas né todos os fatores de proteção são políticas públicas que infelizmente ainda estão pecando e Campinas peca também então sou favorável a isso eu acho que aí dá para dar para crescer bastante nós falamos aqui muito internalizar né em internalizar o tráfico de drogas combater o tráfico de drogas e acho que é por aí mesmo tem que ter uma guerra Brasil contra o tráfico de drogas acontecido países produtores de drogas tenho certeza que os países vão ajudar o Brasil nessa guerra e essa guerra nos vão vencer mas eu acho que tem que existir uma guerra também é através de multa administrativa que é um projeto de minha autoria para usuários de drogas ilícitas em espaço público eu tô me referindo a que a morador de rua né que aí a encaminhada para sempre E aí criança e adolescente que estão nas suas utilizando aí a gente aplicou é o Estatuto da Criança e Adolescente porém é nós temos que pegar na raiz o negócio é esses usuários de drogas que fazem das praças públicas dos espaços públicos do lugar de lazer de esporte atividade um parque Taquaral da vida né é reduto para usar da droga tem que ser na mais degradante do que você chegar lá com seu filho para sua esposa com a sua família né e um cara fumando um baseado hoje nós mudamos é o proprietário do cachorro que faz Peças na praça multa quem faz xixi na rua multa o pancadão São alto a multa tenta sem máscara Ah e não pode montar um cara que tá usando cocaína que tá usando maconha no espaço público bom então é um projeto de minha autoria já foi aprovado em primeira votação um projeto que não tem nada a ver com a esfera penal é uma multa administrativa compete ao município como você multa todos esses essas situações que Eu mencionei aqui é deveríamos contar também quem faz uso de substâncias ilícitas em espaço público pretendo colocar esse projeto para votação agora seria a segunda votação dele vai fazer um pedido aí de urgência se Deus quiser será aprovado em Peço também a toda a população e acompanha minhas redes sociais e possa verificar lá que eu tô sempre falando esse projeto é que é um projeto legal ele já foi aprovado na sua legalidade unanimidade e olha que eu até então era um vereador ou posição né ou eles poderiam ter ido contra e ela vaidade pô Retaliação e foram favoráveis porque eu deixei muito claro apresentei com meu corpo jurídico né a legalidade do projeto a importância desse projeto e essas multas esses recursos serão destinados a trabalho de prevenção e enfrentamento a droga no fundo que existe na guarda Municipal de Campinas até para melhorar o salário da guarda municipal é um projeto bom né é inédito e o primeiro projeto apresentado no Brasil outras cidades já entraram em contato comigo copiaram né os vereadores entraram em contato eu dei a liberdade para eles entenderem como funciona e se eu não me engano Jundiaí já está valendo esse projeto é um projeto bom importante e que resgata né o nosso direito coletivo né e não individual pelo único e exclusivo prazer de um maconheiro de um cheirador de pó que os espaços a operadora Débora Palermo Neste período que você trabalhou no conselho tutelar como é que você avalia esse tema estamos evoluindo o problema tem crescido tem crescido em 2006 quando eu entrei no conselho tutelar até hoje eu não vi eu vejo hoje um combate maior no país a nível Nacional né eu vejo que arruma a um esforço maior né de combate e prevenção de combate mas ao mesmo tempo é o que se em cocô na cabeça do jovem eu vejo isso é um problema que nós vamos ter que trabalhar por exemplo a gente ouvir e eu já ouvi muitos e com certeza o Delson também a Débora todos nós já ouvimos dizer por exemplo sabem dizer que maconha Não Faz Mal nenhum a maconha de boa faz nada é de uma responsabilidade uma fala dessa sabe outro dia eu tava na internet vendo dois advogados jovens debatendo a maconha o uso medicinal mas se você vir aqui no e naqueles corpo todo daquele debate tinha 30 Nelson falou eles querem passar o uso provar o uso medicinal para poder fazer o social da maconha maconha não faz nada amor coisa alguma coisa não é assim a gente precisa parar de reproduzir permitir que os jovens reproduzam esse discurso não sabe que maconha faz muito mal né uso medicinal como é como medicamento tem que ser através de um médico com dosagem certa com orientação e eu sou totalmente a favor meu pai foi paciente Parkinson e chegou usar para tentar melhorar não é mais não é a maconha importado Leva alguma coisa toda né então é não é isso que o jovens falam outra coisa que me incomoda muito assim todos os jovens se você for no Facebook no Instagram para foto ficar bonita tem que estar com uma é um copo de cerveja na mão de whisky de bebida Poxa vida nossa jovens são tão lindos não precisa de um copo enfeitar Será que vem tem que falar eu acho que tem que falar isso para ele toda hora vocês são lindos você vê que são com corpo bonito de fazer academia de fazer forma colocou pão lá porque tem que tirar foto com a lata de cerveja ou copo que tem nosso isso então o bonito hoje para menina ela namorar o Chefe do tráfico tudo isso eu vi no Concelho a gente trabalhava encontrei esse tempo todo aí vai da menina valorizar o menino que estuda que é o CDF que tem futuro aquelas que não queria namorar o cara que é o Chefe do tráfico usa o correntão viper mudou Ana porque a gente viu uma sociedade que eu chamo de capitalista Pois é coisa do capeta não pode ser outra coisa e as pessoas mais não valorizam mais do que elas são o que o nome dela quem ela é como ser humano é o que ela tem o poder é achar que isso é poder achar que isso é sabe andar na moto com o cara no bairro arrebentando e acha que tá então eu acho que a gente precisa né E o Nelson faz isso com excelência nas escolas você que essa moçada né você falou exatamente isso que nós estamos falando aqui sabe não é por aí a vida de forma saudável boa sem problema tão melhor né é tão melhor praticar esportes como a gente tá falando aqui é viver sem problemas com a justiça sem correr de ninguém se você nada ele se você tá melhor acho que a gente tem que investir muito nisso só assim para de aumentar essa loucura toda que a gente tem discutido aqui hoje né mas o que eu falo eu não conheço um traficante que chegou 70 anos de idade E aí chegou aos 60 próximo ali do 70 ou ele tá preso ou então ele tá no centro de tratamento em Oi Débora Santos para gente poder encerrar no seu consultório para sua experiência como é que você tem visto essa questão estamos evoluindo ou a quantidade está aumentando a gente tem um problema muito grande e com difícil resolução e eu acredito que estamos evoluindo justamente porque está vendo uma conscientização maior do problema né E é isso que a gente precisa eu acredito tem surtido efeito essa questão de está falando mais sobre a dependência química sobre as causas outra os verdadeiros sintomas é a questão do tratamento a realidade das dessas questões tem ajudado muito as pessoas se conscientizarem da realidade então eu acredito que muitos estão gostando e é o tratamento do falar mais receptiva muitos profissionais estão gostando se aperfeiçoar então eu acredito que tá progredindo então eu acredito que a gente tem muita coisa muita chance de poder mudar essa história dramática do Brasil Oi Débora Santos psicanalista especialista em a dicção e codependency diretora-presidente da ordem nacional dos analistas Regional de São Paulo Muito obrigado pela disponibilidade de escrever pela participação aqui no questão de ordem e já fica o convite aqui para uma próxima oportunidade e foi uma honra estar aqui com todos brigada viu Nossa que agradecemos Vereador a Débora Palermo presidente da Comissão de defesa dos direitos da criança adolescente da Juventude agradeço a disponibilidade do seu tempo e até uma próxima oportunidade eu te agradeço Estou sempre à disposição Gabriel vereadores não são os ele também agradeço a disponibilidade do seu tempo todas as informações que foram passadas aqui presidente da Comissão de prevenção às drogas obrigado e até uma próxima Eu que agradeço a todos a Débora minha amiga psicanalista uma colega minha amiga também Débora falemos né pelo excelente trabalho aqui todas vem desenvolvendo todas que eu falo é a Débora Palermo E a Débora não são os demais vereadores não é a Débora e a Débora ali e Agradeço também Gabriel pela oportunidade lembrar que a cidade não fecha e esse Vereador não dorme e eu agradeço você que nos acompanhou pela companhia pela audiência espero que a gente tenha conta e para este debate e é muito importante sobre a conscientização dos problemas das drogas ilícitas e lícitas também até a próxima o questão de ordem fica por aqui tchau tchau tchau E aí [Música]
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