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Questão de Ordem | Nova licitação transporte Público Campinas
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Questão de Ordem | Nova licitação transporte Público Campinas

79 views Publicado 04/04/2026 HD · 1:06:04
Resumo editorial

O programa Questão de Ordem debate a nova licitação do transporte público coletivo de Campinas, com vencedores conhecidos no início de março, o Consórcio Grande Campinas e a Sancetur Santa Cecília Turismo, que assumem a concessão por 15 anos prorrogáveis por mais cinco. A nova concessão prevê frota renovada e menos poluente, com pelo menos 60 ônibus elétricos nos primeiros anos e 100 por cento de acessibilidade. O programa recebe o presidente da EMDEC, o presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara e outro vereador campineiro para discutir o projeto de lei complementar 24 deste ano, que prevê prorrogação excepcional dos contratos atuais por até três anos com cláusula de extinção automática assim que a nova operação começar. A conversa aborda os atrasos históricos, entraves judiciais superados, a expectativa da população campineira, os cronogramas de implantação, o papel do legislativo na fiscalização da transição e os desafios técnicos e econômicos de modernizar o sistema sem interromper o atendimento à demanda diária de centenas de milhares de passageiros.

Descrição do vídeo

No Questão de Ordem, debate sobre a nova licitação de transporte público em Campinas (ganhadores: Consórcio Grande Campinas e Sancetur Santa Cecília Turismo). Convidados: Vinicius Rivete (presidente INDEC), Filipe Marchesi (presidente Comissão Mobilidade Urbana) e Rubens Gás (vereador). 🚌⚖️ Principais pontos: Licitação histórica: 15 anos (prorrogáveis 5), frota renovada (média 5 anos idade, 60 ônibus elétricos iniciais, 100 por cento acessíveis). Deságios: Lote Sul 14,9 por cento (R$9,54), Lote Norte 19,3 por cento (R$9,49) – reduz subsídio municipal. Transição: Análise documentos, homologação, recursos. Prazo cerca de 12 meses para operação (não 11 meses do leilão em março 2026). Prorrogação atual: PLC 24/2026 autoriza até 3 anos (cláusula resolutiva automática pós-nova operação; auditoria/multas pendentes acima R$40M). Desafios: Quebras (frota velha), trânsito/acidentes, cultura carro (1,3M veículos/1,3M habitantes). Soluções: Faixas exclusivas, BRT rtula, terminais (Amarais/Campo Belo em licitação). Papel Câmara/INDEC: Fiscalização (requerimentos, audiências), pressão por qualidade. Ênfase planejamento urbano/integração (sem judicialização; TC/MP aprovaram). Expectativas: Ônibus novos/ar-condicionado, monitoramento qualidade (impacta remuneração), prioridade coletivo vs. carro. "Momento histórico para Campinas!" Assista debate completo! Curta/comente sua opinião sobre ônibus em Campinas. 👏 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai falar sobre o transporte público coletivo de Campinas. No início do mês de março, os vencedores da licitação para concessão e prestação e exploração do serviço de transporte público coletivo de passageiros de Campinas por 15 anos, prorrogáveis por mais cinco foram conhecidos Consórcio Grande Campinas e Sancetur Santa Cecília Turismo. A Nova Concessão prevê uma frota renovada e menos poluente, com a adoção de no mínimo, 60 ônibus elétricos. já nos primeiros anos e 100% acessível. E claro que gera uma expectativa da população e dos vereadores quando isso vai acontecer. Por isso, uma audiência pública foi realizada aqui na Câmara para debater e também um projeto de lei complementar de número 24 deste ano que prevê a possibilidade de prorrogação excepcional dos contratos atuais por até 3 anos, desde que haja justificativa de interesse público e previsão de uma cláusula que permita a extinção automática da prorrogação, assim que for concluído um novo processo licitatório, iniciada a operação. pelas futuras concessionárias. Então, sobre prazos, o novo contrato, mas também este que está em vigor, eu recebo aqui no estúdio o vereador Felipe Marquez, ele que é presidente da Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário aqui da Câmara de Campinas, o vereador Rubens Gás e o Vinícius Riverete que é presidente da INDEC. Lembrando que o debate vai acontecer. Farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Felipe Marquezes. Começo com o senhor porque após anos de atrasos, de entraves judiciais, muita expectativa, aconteceu leilão, resultado divulgado. Como é que enxergou tudo que aconteceu e expectativa aí para os próximos passos? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Cumprimentar Gabriel, meu amigo vereador Rubens Gaz, o presidente da INDEC, Vinícius Riverete, todos os amigos que nos assistem pela TV Câmara. Gabriel, é uma grande vitória para pra população de Campinas quando a gente se trata desta licitação que finalmente saiu do papel e hoje se torna uma realidade. A gente sabe que aí existe um período eh contratual agora de mudança de empresa, né? toda uma questão burocrática, documental, a gente sabe que não é algo da noite pro dia, é uma empresa que está saindo, que ficou anos trabalhando na nossa cidade e uma outra empresa que estará entrando com os ônibus novos, com tudo aquilo que o contrato rege para que possa iniciar o seu trabalho no município. Então, a gente sabe que é algo que não é simples de de acontecer. Até por isso que tem essa questão que você acabou de dizer dessa questão da prorrogação de 36 meses, que é algo contratual. Todo contrato para ter vigência na questão cível se faz em 36 meses. Isso não quer dizer que vai durar os 36 meses. Pode durar oito, pode durar nove. E é isso que aí chega o papel do vereador, né? A gente vai estar acompanhando, trabalhando para que essa nova empresa possa entrar, assumir e começar aí a atuar na nossa cidade. É algo que eh nós temos muita expectativa. A gente sabe que a população todos os dias elas têm reclamações, tem várias questões que envolvem o transporte, não são várias frentes, né, presidente? Acho que o senhor pode me ajudar um pouco. São cooperativas que existem. É esse novo contrato. São várias vários contratorias categorias, né? É isso, que acabam regendo o transporte público da nossa cidade. Então é um desafio. Eu com certeza o presidente que tá lá sabe como funciona melhor, mas o nosso papel aqui da Câmara, a população nos pede, a gente sempre tá cobrando a INDEC, a gente sempre tá cobrando o prefeito para que isso possa acontecer o quanto antes para que a nossa população possa ter um transporte público de mais qualidade do que está acontecendo hoje. Vereador Rubens Gaz, o novo contrato, ele compreende a concessão da prestação e exploração do serviço de transporte público coletivo de passageiros aqui em Campinas por 15 anos, prorrogáveis por mais cinco. Inclui também o serviço de transporte para pessoas com deficiência e ou redução severa de mobilidade, que é o pai serviço, serviços nos terminais e nas estações do BRT e serviços complementares de bilhetagem, gerenciamento e monitoramento operacional. São muitos desafios, né? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde, meu presidente Vinícius da Indec, meu amigo, parceiro de partido, Felipe Marquez. Evidentemente aí que a tua pergunta, você viu a complexidade do tema, né? Você falou várias vertentes aí. Isso aí não é do dia paraa noite. Nós temos essa consciência que é necessário que haja tempo e tem que fazer de uma forma, creio eu, até com morosidade, porque isso aí vai depender do nosso futuro transporte coletivo na nossa cidade de Campinas. Não podemos fazer as pressas, é necessário que haja compreensão por todas as partes para que nós possamos ter realmente um transporte sustentável que possa atender a população de Campinas. Vinícius Riverete, presidente da INDEC, o senhor participou aqui do programa Questão de Ordem no mês de dezembro. Nós falamos na época sobre a expectativa, a construção do edital e agora a população ela quer saber, né, quais são os próximos passos. Todas as etapas legais já foram cumpridas, o contrato já foi assinado. Seja bem-vindo novamente ao programa Questão de Ordem. Olá, Gabriel. Muito obrigado pelo convite mais uma vez aqui para participar do do programa Questão de Ordem da TV Câmara aqui da cidade de Campinas. cumprimentar o vereador Rubens Gaza, um grande amigo, irmão, vereador Felipe Marquez também, grande amigo, parceiro aí de de executivo e legislativo aqui, os dois vereadores, dois vereadores que atuam bastante eh na área não só da sinalização da educação do trânsito, mas também, né, principalmente na área do transporte público, né, onde nós já fizemos diversas reuniões com com associações, moradores para falar falar do transporte público aqui da cidade de Campinas. Pois bem, nós estamos num num eu eu gostei muito da fala do Felipe, do Rubens, pelo seguinte motivo. Primeiramente, é é preciso a gente falar pra população aqui da cidade de Campinas aproveitar esse momento para dizer o seguinte: esse é um momento histórico, não só na cidade de Campinas, mas no Brasil. O que aconteceu na B3 ali é um momento realmente é um desafio gigantesco chegar numa licitação desse porte, dessa complexidade que é de documentos, né, de análise tanto do Tribunal de Contas, quanto da equipe técnica, da Secretaria de Administração, da Secretaria de Justiça, dos técnicos da INDEC, da FIP, da NTP, uma empresa, uma associação que a gente contratou também para para nos auxiliar na elaboração do edital. Eu estive aqui, como você disse, Gabriel, prestando esclarecimento sobre a licitação um pouquinho antes da B3, né? E e nós conseguimos atingir o nosso objetivo que foi o dia do leilão. E agora a gente tá no momento, e eu acho que é importante esclarecer isso pra população, porque muita gente acha que depois que aconteceu o leilão, já começou a contar o prazo. Uhum. E daqui 11 meses, eh, as novas empresas que foram as vencedoras no leilão, Uhum. elas já vão ter o ônibus daqui a 11 meses do dia do leilão. Isso não é dessa forma, né? Uhum. Existe um procedimento, e aí não é um procedimento do Vinícius, do prefeito Dário, dos vereadores, é um procedimento da lei, né? A lei de licitações, nós temos agora que analisar a documentação das empresas vencedoras. Estamos nessa fase de análise, de documentação das empresas que ganharam o leilão lá no dia 5 de março. Então agora nós estamos analisando a planilha porque houve lá um desajo, um desconto em ambas as tarifas, no lote norte, lote sul. Eh, e estamos analisando também os atestados, né, das duas empresas. Isso faz parte do processo licitatório. Então, a licitação ainda não acabou. Acho que é importante esclarecer isso. A licitação só acaba depois da homologação que a prefeitura vai declarar, ó, os vencedores são esses aqui, né? Então nós estamos nessa fase, né? E depois da homologação ainda tem recurso para quem eventualmente quiser recorrer e questionar o resultado. E e logo após isso, né, encerrado todo essas essas fases, é aí que a gente começa a contar o prazo daquele daquele prazo que a gente tá este eh dizendo aí, né, nas nos canais de imprensa que a gente já disse, nas notas que a gente soltou de aproximadamente um ano para que os novos vencedores, as empresas que ganharem a licitação comecem a operar. Por que tudo isso, né? Por que todo esse prazo? Nós temos aí eh 30 dias prorrogáveis por mais 40 dias, se eu não me engano. Na verdade, são 45 dias prorrogáveis por mais 45 dias paraa abertura das empresas. Nós temos que abrir a SPE do lote 1, SPE do lote 2 e a empresa de bilhetagem que a INDEC vai fazer parte, né? É um é um modelo novo, né? A INDEC vai ser sócia, então vai ser SPE1, SPE2 e a INDEC SPE3. Essas três empresas vão ter sociedade e vão ter uma empresa de bilhetagem para controlar os créditos, as vendas dos créditos, a o sistema de monitoramento, de venda de créditos, enfim. Então nós temos esse prazo, depois nós temos um prazo da ordem de serviço para compra dos veículos, né? Hoje você vai numa concessionária, compra um carro 0 km, vereador, muitas vezes não vai chegar no do dia paraa noite, às vezes demora 30 dias, 60 dias um carro, vocês imaginam, nós estamos falando, gente, de quase 800 ônibus, né? Uma média de quase 1 bilhão deais de investimento, né? no primeiro ano do contrato e nós temos ali veículos, veículos novos e seminovos, porque no primeiro ano do contrato a gente tem que ter uma média de de idade de veículos de 5 anos. Então vai ter carro zero, vai ter carro com 3 anos, vai ter carro com 6 anos, vai ter carro com 8 anos. Esses veículos todos juntos vão ter a média de 5 anos, que é a idade média da frota máxima. Só pode ser até 5 anos. Então temos um prazo aí, né? né, para que a operação comece a funcionar. Então, nós estamos nessa fase, vou repetir, de análise, de documentação. E, como eu disse, é um momento histórico, é um momento que a gente precisa realmente comemorar, porque chegar nesse dia foi um dia muito importante pra cidade de Campinas. vai fazer muita diferença nos próximos anos o que foi colocado dentro dessa licitação, modelo inovador, a população vai poder avaliar o serviço, isso vai impactar na remuneração do operador, né? Então, se o serviço for ruim, a nota vai ser ruim, consequentemente vai impactar no recebimento dele. Então, com certeza ele vai querer fazer um serviço melhor, vai querer melhorar, vai querer cumprir horário, né? Então, acho que é importante a gente mencionar essa vitória, mas dizer que ainda existem passos para chegarmos no dia da conclusão da licitação e e dizer que eu acho que é importante. Nós não tivemos nenhum questionamento do Ministério Público nessa licitação, nenhum, absolutamente nenhum. E o Tribunal de Contas também validou todo o processo licitatório. Então eu acho que é uma referência hoje no Brasil que aconteceu ali, vai servir por por para muitas cidades, que é um grande desafio em grandes cidades, o transporte público, a licitação. Tiveram vários participantes, não foi uma coisa que que aconteceu e só tinha um participante, não. Tinham três eh concorrentes em um lote, três no outro. Então você vê que houve uma concorrência, uma disputa ali, um lance de valores, uma coisa interessante. E e eu quero aproveitar o espaço aqui, já tô finalizando, eh, para agradecer, né, agradecer a equipe, pedir um pouco de paciência nesse momento pra população, pros vereadores. É um momento de transição. Eh, as pessoas não têm a menor ideia do que é o tamanho de uma transição de transporte público, né? E e eu confesso para você que eu também não tinha. Hoje eu tenho, né? Vocês imaginam, a gente tem 5.000 pontos de ônibus em Campinas. Nós temos que trocar as placas de 5.000 pontos de ônibus, número da linha que vai mudar, né? Identidade visual de 800 veículos. A gente tem um cartões emitidos aí para 800.000 pessoas, né? Trocar todos esses cartões. Então, realmente é um trabalho grande e mas quem ganha é a cidade de Campinas. Antes de passar pro Felipe e pro Rubens Gaz, você que citou essa questão do desagio. Então queria te perguntar porque chamou atenção, né? Após a divulgação do resultado no lote sul, a tarifa de remuneração partiu de R$ 11,21, a empresa Sancetura ofereceu uma tarifa de remuneração de R$ 9,54 e aí venceu a disputa. Este valor representa um deságio de 14,90%. No segundo lote, o norte, a tarifa de remuneração partiu R$ 11,76. O Consórcio Grande Campinas venceu a concorrência na tarifa de remuneração de R$ 9,49, um deságio de 19,30%. Isso não tem a ver com a tarifa pública. Eu queria que o senhor explicasse para quem está nos acompanhando o que são esses valores, se há preocupação com estes desajos, possíveis consequências. Eu vou dar um exemplo para vocês, para simplificar, pra gente mostrar de forma muito clara. Vou dar um exemplo hoje na cidade de Campinas. Vamos imaginar que a tarifa hoje, hoje ela custa R 6,50, mas vamos imaginar Uhum. que ela custa R$ 10, tá? 6,50 a população paga, R,50 o município faz o subsídio. Então ela custa R$ 10. Parte desse valor é da tarifa que vem da receita do usuário e parte o município através do orçamento municipal coloca um valor anual ali esse ano quase R milhões deais mais de 200 milhões se eu salvo engano aqui não vou te falar o número exato, mas aproximadamente esse é o dado. Então, e essa nova licitação, quando a gente faz uma licitação, e aí é importante aproveitar esse espaço para esclarecer, toda licitação que a gente coloca na rua, seja de uma ciclovia, seja de uma caneta, seja de uma lata de tinta para pintar a rua, nós fazemos uma pesquisa de preço. Uhum. E nessa pesquisa de preço, nós temos uma média, tem o seu valor, o vereador, o valor do Felipe e o valor do Rubens. O seu é 10, dele é nove e o dele é oito. A média é nove. Uhum. Então vai paraa rua o nove. Chegou no dia da licitação, né? Essas nós temos diversos tipos de licitação, mas temos aquelas que são online hoje, tem algumas. Há uma disputa de preço. Pode haver redução dos nove para oito, para sete, para seis, mas nós temos uma média. Esse valor de 11 que você comentou em um dos lotes, na verdade os dois lotes, né? 11 11 e pouco. Sim, variação em centavos, né? 21 e o outro 76. 76. Eh, é uma média, né? Um orçamento do custo do transporte público, né? E quando foi pra rua, houve houveram os lances e houve o deságio lá, como você acabou de dizer, de de 20% em um lote, quase 20 e no outro quase 15. Isso, né? Isso, isso. Agora as empresas que deram esse desconto, como eu disse, estão apresentando a planilha e falando: "Ó, eu consigo fazer o serviço com 15% de desconto. Eu consigo fazer o serviço com 20% de desconto. E nós vamos validar isso, analisar isso para validar ou não. Na verdade, até importante utilizar esse espaço também para dizer que quem vai validar isso é uma comissão de três pessoas, funcionários de carreira da INDEC, né? Não tem participação nenhuma do Vinícius, do secretário, do prefeito, nenhuma participação. A comissão é técnica, né? A validação é técnica e nós estamos analisando esse desconto. O que que pode impactar essa redução? a redução de subsídio, né? A questão da tarifa, acho que é uma política pública do governo. Aí é uma questão do governo analisar se diminui a tarifa ou não, mas essa com certeza esse deságio vai impactar no subsídio, né? A tarifa custando R$ 10, foi pra rua, custou nove. Então, ao invés de ter 200 milhões de subsídio, um exemplo, vai cair para 170 milhões, automaticamente sobra 30 milhões para você fazer outras coisas. Mas é isso, na prática é isso, tá, Felipe? E depois, Rubens, né? Qual que foi o papel da Câmara nestes anos? Teve participação real na construção deste processo? Foram realizadas indicações, requerimentos, moções, fiscalização, reuniões? Que que vocês podem dizer sobre o trabalho que vocês realizaram até chegar a essa licitação? Gabriel, com certeza, como nós somos muito cobrados pela população no que se refere ao transporte público, então automaticamente nós cobramos a prefeitura de melhorias no seu dia a dia, de situações que vão acontecendo. E nós, através das ferramentas que nós temos aqui na Câmara, requerimento de informação, audiências públicas, reuniões das comissões, sempre nós debatemos esses assuntos. Então é algo de cotidiano aqui da Câmara Municipal e eu, como estou à frente também da comissão de Mobilidade Urbana, nós sempre estamos discutindo em contato com a INDEC, em contato com o prefeito, tudo isso para que a gente possa chegar aí num denominador comum, para que as melhorias possam chegar de forma prática pra população, né? quando chega para nós, nós ouvimos, nós escutamos e a gente começa a ir atrás das demandas para que isso possa ser de uma forma ou outra solucionada paraa nossa população. E quando sai a licitação, para nós é histórico isso por conta desde a época do ex-prefeito do Jonas Donizete, já era para ter saído lá atrás isso. Quer dizer, nós estamos há anos, há anos trabalhando em cima disso e saiu depois de quase sete, oit até quase 10 anos aí que nós estamos acompanhando tudo isso, porque existe a questão judicial hoje, não é só a Câmara Municipal, poder executivo e poder legislativo vai lá, resolveu, votou na Câmara, vamos mudar a empresa, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. Não tem o poder judiciário, tem o Tribunal de Contas, tudo isso que tudo que nós fazemos, nós temos que usar aí o portal da transparência, prestar contas e também, como eu disse, a questão judicial que ficou bloqueada por anos, judicialmente falando. Então, é uma questão aí que envolve os poderes, né, e a população que sofre com isso. Quanto mais demora, tudo vai atrasando, né? Uma coisa que já era para est acontecendo, que finalmente aconteceu, mas que já era para est funcionando isso na rua, na prática pra população. E não é culpa do dos prefeitos que tiveram, por eles. Qual o prefeito que não quer o transporte público bom pra cidade? Só se o prefeito tiver maluco da cabeça, não é mesmo? Porque qual o prefeito que não quer a área da saúde boa? Qual prefeito que não quer a área do transporte bom? Com certeza quem, ainda mais com uma votação expressiva que ele foi reeleito. Então é um desafio hoje. O estar no poder público é um grande desafio de você fazer funcionar. No privado é fácil. Você vai lá, mesmo que demore quando você compra um carro zero, que demore 3 meses, mas em três meses você sabe que vai chegar. a coisa pública, não. Às vezes é um ano que pode durar dois, três, o caso da licitação praticamente 10 anos, poxa. Então, infelizmente tem dessas coisas, né, a coisa pública. E bem que nós queríamos que fosse do nosso jeito, né? Vamos resolver, vamos votar, vamos colocar, vamos comprar novos ônibus, vamos pedir dinheiro pro governo federal, vamos pedir dinheiro pro governo estadual e vamos resolver. Mas a gente sabe que na prática, infelizmente, existem aí as burocracias. E é isso que a gente tenta, né, fiscalizar, ver como que tá acontecendo, se a coisa está correndo de forma correta. E aí a Câmara existe para isso, para estar fiscalizando, estar eh atento a todas as situações. Rubens, como que você viu o papel da Câmara durante este processo? Eu vejo o seguinte, que o transporte é um dos pilares, né, que o executivo tem que sustentar juntamente com a saúde. Evidentemente que a saúde se coloca, a gente tem a saúde em primeiro lugar, na minha concepção e eu acho que da maioria de todos, o transporte vem em segundo lugar. Nós somos muito cobrados, né? E nós sabemos da maneira deficitária que o transporte público de Campinas vem aos longos do tempo. É algo crônico e não é algo que se resolve do dia paraa noite. Eh, nós temos uma abertura enorme na INDEC. Quero aqui cumprimentar o presidente da INDEC pela maneira, como ele sempre trabalhou, de abrir as portas e através dessa abertura de porta a gente tem acessibilidade a todos os setores. Evidentemente que a gente, como vereador, eu e o Felipe, que a gente tá na ponta, a gente recebe 1 milhão de de reclamações A, B ou C, dependendo o do que se trata, de situações de demora, situações de ônibus que crebem, situações de acessibilidade, de ônibus que não consegue levar um cadeirante. E é difícil na gestão, não é porque do do do Vinícius ou qualquer outro conseguir conciliar, porque a gente acaba caindo numa monopolização que é o transporte público. Nós sabemos que é uma empresa que já é através dela existe o trabalho que é feito de fiscalização, conforme você já já disse aí, uma das das vertentes aí que é que é necessário. E e é impressionante porque as pessoas eh acaba delegando pro poder público certas situações que, ao meu ver, é um processo difícil da gente conseguir conciliar. Exemplo, hoje eu recebi aqui, tá no meu zap ali, 6 horas da manhã, uma usuária que me me relatou que passaram, olha só o absurdo, seis ônibus e nenhum parou no ponto de ônibus. E ela me disse assim: "Olha, eu vou ter que pagar R$ 20 de Uber para que eu chegue ao serviço e eu não tenho condições de pagar R$ 20 todos os dias. O que que é que você pode fazer? Uhum. O que eu posso fazer imediatamente entrar em contato, porque nós temos uma cidade complexidade dessa nossa cidade, uma metrópole, né? E entrei em contato com a INDEC, que nem eu entrei, e relatei os fatos que com certeza sei que eles serão vistos, abordados e entender porque que essa usuária usou isso. Então é muito difícil. Nós como parlamentares estamos direto nesse contato através de requerimento, moção, através audiências públicas que participei junto com o presidente, junto com todo o corpo na nossa região, audiência pública da licitação que foi descentralizado para todos os cantos, onde que pôde ouvir toda a população. Então não é um trabalho que começou agora, é um trabalho que já vem fomentando há muito, muito tempo. que a gente tá aqui no papel de vereador e cobrando e entendendo os dois lados, o lado da população e o lado de quem tá gerindo tudo isso aí. Vinícius, duas em uma então para você. A primeira, pegando este gancho do Rubens Gás, qual que é o problema mais sentido pelos usuários hoje que chega para vocês lá na INDEC? é atraso, é a lotação, é uma cobertura insuficiente. E a segunda, voltando pro assunto da licitação, como é que a INDEC avalia o fato de o leilão ter sido vencido por dois grupos diferentes? Olha, eu acho que essa questão da avaliação da INDEC, de dois grupos diferentes, isso pra gente independe, né? Eu falei isso recentemente. Eu eu nós temos uma eh eu acho muito interessante, o que eu o que eu fico muito satisfeito no bom sentido, é de que nós fizemos um edital com 5.000 páginas e tiveram interessados e os interessados participaram, venceram o leilão, eh, e aceitaram tudo que a gente colocou lá. Uhum. Então, a gente colocou regras, ó, você vai ter que prestar um serviço com qualidade e você vai ser medido por isso. Se você não for bom, você vai receber menos. Então isso é uma coisa tão eh satisfatória, tão bacana se a gente analisar do ponto de vista público, porque é um processo muito complexo, as pessoas não têm a menor noção disso e nem tem que ter noção. É o nossa, a nossa obrigação é fazer esse trabalho e nós fizemos. Então, independe se vai ganhar um, dois, três, tem que cumprir o contrato, tem que ter capacidade e tem que cumprir o contrato e ele vai ser cobrado por isso. Eh, e é isso que vai acontecer. O outro ponto que eu acho que pegando um pouquinho do gancho do Felipe, do Rubens, eu eu confesso para vocês que eu sou novo na área do transporte, perto de outras pessoas, né, que tem muito mais experiência que eu. Tô há 5 anos já na INDEC. Mas eu digo uma coisa para vocês que eu venho aprendendo e posso falar hoje de forma muito objetiva. Nós temos um problema no Brasil que é a cultura do carro, é o privilégio do carro, a preferência do veículo, né? Nós temos mais de 1 milhão de veículos nessa cidade. Quando a gente vai fazer uma faixa exclusiva, é uma guerra. É uma guerra. As pessoas são contra. Ninguém quer perder uma faixa de rolamento para colocar um ônibus. E aí a gente precisa entender o que a gente quer, né? O Brasil é um país que não preferencia o transporte público. É cada cidade cuidando do seu transporte. Você vai pra Europa, não que eu já fui pra Europa, para muitos lugares, mas você vai paraa Europa, lá preferencia o transporte público. Lá o governo federal, ele vem e fala: "Vamos incentivar o trem, vamos incentivar o ônibus, eh, Argentina, um exemplo, o governo federal incentiva o transporte, né? Aqui não. Aqui ele incentiva o governo federal, independendo do governo que tá lá, comprar carro, dá desconto de carro do IP, dá desconto, compra carro. Então a gente precisa entender o que a gente quer. Então quando a gente vai fazer uma faixa exclusiva, tem 60 pessoas dentro do ônibus, uma pessoa dentro do carro grita, a gente não consegue fazer uma faixa exclusiva, por ah, eu vou ficar mais tempo, então você tem que usar o ônibus. Como é que o transporte vai ser bom? Se a gente incentivar o uso do transporte, se a gente injetar dinheiro dentro do transporte, né? O subsídio do transporte na nova licitação, Gabriel, vai subir bastante, vai ter um impacto. Por quê? Porque vai ter carro novo, vai ter tecnologia nova, ar condicionado. Custa isso, custa. Então, se a gente quer ter uma coisa com qualidade, nós precisamos investir. Não tem milagre, não tem. Existe um custo, é uma planilha validada pelo Tribunal de Contas, validada por todos os órgãos de controle. Tá lá a planilha custa tanto km eh vai gastar isso, mão de obra gasta isso, eh, peça, manutenção, tudo isso é custo. Então, o governo federal, governo estadual precisava olhar mais para isso. Eu não tô jogando a responsabilidade para eles. Eu tô falando o seguinte, a gente precisa entender o que a gente quer. Como é que eu compro horário na Santos do Mão? Ônibus. Não tem jeito, gente. Com o trânsito, não tem jeito. Não tem faixa exclusiva de ônibus. Por que que São Paulo tem muito transporte público? Porque a quantidade faixa exclusiva de ônibus é gigantesca em São Paulo. É gigantesca. Então a gente precisa começar a olhar para isso, enfrentar isso com o apoio da população. A população precisa entender, né? Como é que eu vou lá pra região dos Amarais em muitos casos ali. Ah, o ônibus passou seis vezes. Eu não tô falando que que tá certo, tá errado, tem que parar. Mas o primeiro atrasou, o segundo atrasou, o terceiro atrasou porque por causa do trânsito, gente, não tem outro. É trânsito, é veículo e é trânsito. Tem quebra de veículo, tem muita quebra porque o carro tá velho. Contrato velho, contrato antigo, quebra muito. Esse novo contrato vai ajudar muito. Vou dar um exemplo para vocês prático. Região do padrecheto. Ônibus muito velho, muito, muito velho. Ano passado trocamos 60 carros lá. de 80, carro zero, Felipe, com ar, reclamação de 100 para zero. Acabou, não quebrou mais. Vai quebrar um ou outro, vai. Uhum. Mas a a frota nova que chegou, precisou pagar. Custa um carro custa R 1 milhão deais. Tem um investimento, você tem que remunerar pela depreciação, pelo investimento de capital. Então tudo isso é um custo. Agora, fora isso, a gente precisa falar também, como eu disse, da infraestrutura. Nós precisamos de mais faixa exclusiva na cidade. Quando a gente fala, vamos colocar uma faixa exclusiva lá na Aladin no Celme, tira, vai ter que tirar uma faixa de carro, vai gritar, o povo vai gritar e vai falar: "Não, eu vou ficar mais tempo dentro do Eu preciso preferenciar o ônibus". Então são coisas que eu falo que no nosso país, numa cidade de 1.300.000 habitantes, nós temos 1 milhão e 30.000 veículos. Já é quase o mesmo número de pessoas nós temos de veículo. Deixa eu abrir um parênteses aí. Não tá na hora de pensar no rodízio. Vereador, eu não sei te responder aqui se tá na hora ou não. A gente precisa avaliar, mas eu eu eu a gente sempre acha uma solução cobrindo outra, enquanto a gente tem que falar de transporte. O transporte público ele precisa ser entendido no nosso país, não é na nossa cidade, é no nosso país que ele precisa ter prioridade, porque lá dentro tem 80 pessoas. Então ele precisa de prioridade. Para ter prioridade é o que aconteceu no BRT, gente. O BRT do Campo Grande, do Ouro Verde, quando tiver funcionando de forma 100% integral, vai ser referência no Brasil, porque a faixa é exclusiva para ele. Não, o o semáforo nessa nova licitação, o semáforo vai abrir quando o ônibus chegar, não vai vermelho, verde. Então, todo mundo vai migrar pro ônibus. Por quê? Ele vai olhar com o carro aqui, vereador, ó. Vai olhar, falou: "Nossa, o ônibus passou e o trânsito vai ficar aqui não tem jeito. É duas faixas de rolamento para 30.000 veículos todos os dias." Então o ônibus vai ter preferência, a faixa exclusiva dele. Só ele vai andar lá. Só ele. E chegou no semá vermelho, verde. Então é ônibus a cada 2, 3 minutos. Então assim, eficiente. Por quê? Porque houve uma prioridade. Você você desce a prefeitura ali, como é que você faz uma faixa exclusiva com que não é inadível? São duas faixas. Você vai você vindo descer na Conceição, né? Conceição. Conceição. Você desce na Conceição. Ancheta. Fal ao contrário. Quando você sabe ali subindo o padre, a rua Padre Vieira, quando você vem aqui da da Júlio Mesquita, você entra na Conceição, aquela Benjamim. Bom, eu acho que é Benjamin. Então, como é que você tem uma faixa exclusiva se você não consegue nem fluir o trânsito ali mesmo sendo só para Você tem você tem você tem que fazer, tem que enfrentar. Ó, mas é difícil? Não, ninguém tá falando que é fácil. Eu estou falando que nós precisamos falar do bem que é fácil porque já não, não é fácil. A coragem que o ex-prefeito teve, Jonas, muito grande de fazer as duas faixas, porque gerou um impacto gigantesco de obra. Mas gente, são quase 40 km e muitas pessoas não entenderam até hoje o BRT e vai, igual você disse, quando tiver 100% com os ônibus funcionando com todos os sistemas, aí o pessoal vai lembrar dele. Poxa, foi ele que teve coragem de encarar essa obra. É 25 minutos lá do Campo Grande até o centro. De carro vai dar 40, 50, 60. Então, mas é algo planejado. Por quê? Mas como é que você planeja numa cidade com ruas estreitas como é? Ué, mas foi feito isso no Campo Grande, Noro Verde. Era uma faixa ou duas. O John Boy virou três. Igual a Aladino. A Aladino é uma é uma que tem condição de fazer. Igual a Ancheta que você tá comentando ali. São duas faixas de rolamento. Uma é faixa exclusiva de ônibus e no outro lado é preferencial. Cço de carro e preferencial. Por que não exclusiva? Eu tô referindo a a lateral da prefeitura, não na Eu entendi. A Barreto Lem. É, aquela ali é impressionante. Eu passo ali todos os dias quase. É difícil de você difícil, mas quando as pessoas começam a ver o ônibus e falar: "Cara, eu vou chegar mais cedo em casa, eu não vou ficar no É um objetivo tentar fazer essa migração." Então é isso. Em São Paulo, muitas pessoas se resolverem andar de carro vão ficar 2 horas. Pega o metrô 20 minutos. É, é uma opção. Então, mas tem para fomentar isso, Vinícius, que você que eu tô dizendo, o Rodízio seria muito bom, porque eu eu me carro não anda não anda na na terça-feira. Evidentemente que eu vou buscar outras alternativas. É uma possibilidade e nós precisamos trabalhar em cima disso que você mesmo falou, cobção de 1.300.000 habitantes para ter 1 milhão, praticamente um carro por pessoa. É uma é uma é uma oportunidade aqui hoje de vocês aqui vereadores levarem essa discussão pra Câmara para que a gente possa discutir isso. E Felipe também pegando o gancho disso que o Vinícius Revered tá falando, né? Transporte coletivo, ele precisa est integrado a um planejamento urbano da cidade, né? Você entende que esse novo contrato ele precisa conversar com o crescimento urbano, com a expansão da periferia também? Sim, tudo que é planejado, existe aí uma um sucesso, né? Tudo que é feito com de forma planejada, porém é cultural, como o presidente Vinícius falou, isso tem que iniciar não só no nosso município, mas também no entendimento do governo federal e do governo estadual, como foi dito aqui, você pega hoje uma rodovia como a Santos do Mon, ali envolve quem? é o governo do estado que acaba atingindo o município. Hoje você tem uma rodovia lix da Cunha que eh quebrou lá o pilar, a estaca, sei lá o que aconteceu debaixo daquela ponte lá. Você tem uma rodovia hoje na cidade totalmente paralisada e eu não vejo nenhum político do estado, não vi ninguém interessado, não vi um deputado preocupado com isso, entende? Então a gente vê que não há aí um planejamento. Essa ponte já quebrou há 10 anos atrás e aconteceu a mesma coisa. Vai ficar 6, 7 meses reformando a ponte e não resolve-se o problema de criar marginais. Até que divulgaram agora o Correio Popular, ah, novas marginais. Mas estão falando de marginais da rodovia Santos do Mão? há mais de 20 anos que se fala de marginal na rodovia Sanmão e agora começou a falar: "Ah, vai abrir licitação da rodovia Lix da Cunha". Que bom, espero que isso se concretize. A gente vai trabalhar para isso. Temos trabalhado muito, muitas moções, muitas, muitos encaminhamentos pro governo estadual, porém a gente não vê isso na prática. Aonde que já se viu uma obra que é para ser feita emergencial, são 11.000 veículos que passam na rodovia eh lexunha que está parado, estão desviando tanto pelo Swiss Spark quanto pela Santos do Mão. Quer dizer, vai congestionar, vai ter trânsito. Imagina uma rodovia parada, são milhares de pessoas, são mais de 300.000 pessoas. Se você pegar quem usa vinheiro, balinhos, aí você pega região de de Viracopos, Campo Belo, aí você pega pessoal que mora na Estrada Velha, no Oziel, são milhares de pessoas e não há uma preocupação, gente. Uma rodovia está parada. Que absurdo. Olha como é difícil. E era pro governador vir aí liberar essa rodovia. Vamos colocar aí a ponte do exército aí de novo. Vamos fazer uma obra emergencial. Em duas semanas eu garanto que libera aquilo lá. Mas tem que ter coragem, tem que ter vontade para resolver as coisas. E não é isso que a gente vê na coisa pública. Nem sempre eh é se resolvido da forma que a gente quer. A gente tem cobrado, a gente tem lutado. Eu cheguei lá várias vezes e vi tudo parado lá, entendeu? Então nós temos cobrado do DR, nós temos cobrado o governo estadual. É mobilidade, não é mobilidade. Então a gente precisa cobrar. a gente precisa estar em cima para que as coisas aconteçam. E não era para ser assim. A coisa pública era para ser tratada de forma mais responsável do que a privada, porque é dinheiro público, é dinheiro do povo, tem que ser bem tratado, tem que ser de forma responsável ser executad as obras, não é mesmo? E não é isso que a gente tem visto. Então, uma vergonha pro governo do estado. Uma rodovia que vai ficar parada de seis a 7 meses. Vergonhoso. Um estado como São Paulo, muito vergonhoso dentro da cidade como Campinas. Uma rodovia parada, bloqueada por causa de pilares que estão lá, ó, que já quebrou há 10 anos atrás. É uma vergonha em São Paulo, uma um um estado com tanta verba, entendeu? Se fosse em outros estados, a gente até poderia entender, mas em São Paulo é inadmissível uma coisa dessa. Eu, se eu fosse o governador, teria vergonha de ter uma rodovia parada dentro de uma cidade como Campinas. E vereador Rubens Gaz, quero ouvi-lo também, porque nós temos o plano diretor que pensa na cidade para os próximos 10 anos, a discussão sobre o orçamento de Campinas e aí o transporte público tá sempre também no escopo dessas discussões pra gente poder conversar um novo contrato, como foi feito agora, né, que pode ser aí por 15 anos, junto com um planejamento urbano de uma cidade como Campinas, que é uma metrópole que cresce bastante. O o Vinícius tocou num ponto aqui que é a gente tem que refletir muito. Eh, infelizmente é os gargalhos que nós temos, né? Quando eu referi dessa moça aí, eh, logo veio na mente o gargalho da da abertura do túnel e do CDHU, que causa esse efeito dominó, né? Um atrasa, consequentemente o outro atrasa. Isso aí cria um clima, uma tensão nos motoristas, né? E a gente vê que, eu, na minha concepção, eh, o planejamento sempre vai ser pautado em veículos sustentáveis que nós possamos ter, que nós possamos, que nem o Vinícius acabou de dizer do padre Anchieta, que de 100 foi a zero a reclamação. É, eu acredito que todos nós que estamos aqui, que anda por Campinas, eu particularmente ando muito por Campinas, eu não me lembro de um dia sequer nesses últimos tempos de não deparar com o ônibus quebrado, né, e em várias ruas. Isso aí é algo recorrente. Então, é necessário isso. Eu acho que a a premissa de tudo é a gente ter esses ônibus que que irão nesse nessa nova licitação contemplar os usuários. Acredito muito nisso, acredito muito numa frota renovável que ela será a prioridade para que nós possamos ter um uma celeridade no transporte coletivo. Este novo contrato, ele contempla essa questão do planejamento urbano, Vinícius? Na verdade não, né? Uma coisa independe da outra, né? Como eu disse, a gente cria as linhas, os trajetos, mas eh o planejamento, né? Eh, eu vou dar um exemplo aqui, dois exemplos que eu acho que são interessantes e surgiu lá da iniciativa do prefeito juntamente com a INDEC. Primeiro, só fazer um comentário que eu acho interessante. Eh, fora tudo isso que foi falado aqui, nós temos milhares de acidentes todos os dias. Então, qualquer acidente vai gerar trânsito. Nós fizemos uma simulação de um acidente na John Boy uma vez, parou a um acidente que acontece todo dia, acidente da John Boy, todo dia tem um acidente. Então vai atrasar o ônibus na San Mon, quantos acidentes tem? Quase todos os dias. Quase todos os dias. Vai atrasar. O que não pode é são as quebras, porque os veículos estão muito velhos, vencidos, final de contrato. Então, queria fazer esse comentário que eu acho que é interessante, os acidentes, a gente lembrar que a gente tem um acidente, né? Por isso que é importante as pessoas terem atenção quando estão dirigindo, não pegar o celular, que aí não vai ter acidente. Mas se as pessoas não, né, é a imprudência que toma conta. É isso. Então isso é um detalhe importante. A outra coisa, eu vou dar um exemplo para vocês. Eu me lembro quando a gente chegou na Indec em 2021, a gente estava naquele momento de algumas estações prontas, terminais prontos e eu cheguei e falei: "Gente, vamos pôr para operar o BRT". Falei com o prefeito, prefeito falou: "Toca o barco". Colocamos para operar o BRT mesmo sem a licitação, que eu cheguei lá, vamos esperar a licitação. Falei: "Não, olha, olha, se tivesse esperado a licitação, né? Depois de 7 anos a gente estaria fazendo BR." Não, começamos a implementar, criamos linhas BRT 20, 21, 25, 26, beleza? Começamos a operar o BRT. E aí quando a gente começou a operar, a gente parou no comecinho logo e falou: "Bom, pera aí, e o rótulo? O ônibus vai chegar no terminal central, vai chegar no terminal mercado e o rótulo não é BRT. A maior quantidade de pessoas vai entrar ali no rótulo, vão fazer o BRT no rótulo. Levamos pro prefeito, prefeito topou PAC, inscrevemos o projeto no PAC, governo federal prestou o dinheiro via PAC, tá em fase de licitação agora, publicou recentemente o edital da licitação. Então nós vamos fazer pavimento rígido no rótulo inteiro e vai ser fácil exclusiva de ônibus BRT, vai ter quatro estações no centro. É isso que tem que ser feito, é levar isso pro pro São Marcos, Amarais, levar lá pra região da Sanon. Não tem outra alternativa para ter eficiência. Se você pega hoje o BRT e a gente tá fazendo o BRT, o trajeto no rótula, mesmo não sendo com as estações em nível, a viagem dura, vamos dar um exemplo, 40 minutos. Porque ele, as pessoas na hora de embarcar para ir embora para casa, elas têm que passar o cartão no validador. Diferente se você quando tiver estação, você já vai entrar na estação, abre a porta, você igual metrô, entra, não vai perder 9 minutos de embarque. Uhum. Então, de 40 cai para 26, 27 minutos o rótulo do Campo Grande, o Rótula inteiro. Então assim, gente, 14 minutos todo dia é muito tempo. As pessoas não têm noção que às vezes você vai tomar um banho, leva 3, 4 minutos, 5 minutos, né? Eh, 15 minutos é muito tempo. 15 minutos de manhã, 15 minutos à tarde. Então assim, é importante. Não, não sou eu, Vinícius, é, são todos, somos todos nós aqui, os vereadores, a população, entender a importância do transporte público, entender que a gente precisa dar prioridade ao transporte público, que a gente precisa fazer faixa exclusiva, mesmo tendo duas faixas de rolamento. Uma tem que ser do ônibus. Porque o desenvolvimento econômico, ele tá ali dando ônibus. É ali que move o país. Quem utiliza o transporte público tá dando. Então a gente tem que preferenciar essas pessoas que acordam 4 da manhã, 5 da manhã, 6 da manhã para atravessar muitas vezes a cidade e para voltar precisa de mais 2 horas, sendo que poderia ser uma hora. Mas todos nós temos que enfrentar esse assunto, na minha opinião, e aumentar a prioridade ao transporte público. Uhum. Então, eu acho que o rótulo é um exemplo disso. Eu me lembro que quando eu cheguei falei: "Pô, não tem um terminal nos Amarais. Vereador cobrava muito aqui, por exemplo, Rumens, vamos fazer um terminal. Terminal no Campo Belo, do Campo Belo." Falei, como é que não tem um terminal? Vamos fazer tá lá. As duas as duas licitações foram pra rua ontem ou hoje? Hoje é dia 30. É, não, a gravação é no dia 31. A gravação é dia 31. Então hoje, né, no desculpa, no dia 31 de março foram publicados os editais dos projetos executivos do Amaras no Campo Belo. Eu falei, gente, como é que não tem um terminal de 11 no Campo Belo? Né? Precisa ter. faz muito tempo. Brigamos, achamos a área ali na frente da pista. Eh, mas é isso. A gente tem que entender que para ser eficiente uma operação tem que ter terminal de ônibus também. Então, tá tendo, vamos construir um terminal no Galeria, tem o terminal de Souza, as pessoas reformadas, tem um terminal mercadão ali que a gente fez, ficou maravilhoso, né? Era um uma coisa horrorosa. 52 anos sem uma única reforma, nós botamos tudo no chão e fizemos novo. Por quê? Porque nós precisamos priorizar quem usa ônibus. É isso. Vocês estão citando bastante a questão da quebra de ônibus. Então, pra gente poder encerrar o questão de ordem, que a gente já tá chegando a 1 hora de programa, Felipe Rubens e depois com o Vinícius Ribeiro. Está em discussão o projeto de lei complementar de autoria do poder executivo sobre prorrogação das concessões do serviço de transporte público coletivo aqui de Campinas. Em um parágrafo fala sobre, abro aspas, fica autorizada a prorrogação dos contratos de concessão de serviço de transporte público coletivo vigentes por prazo não superior a 3 anos. Como é que vocês analisam essa possibilidade e também este projeto que vai ser bastante, já está sendo bastante discutido aqui na Câmara, mas tem este projeto de lei complementar, já que vocês estão citando sobre bastante quebra de ônibus e aí pode ficar até 3 anos. Eu tenho a minha opinião, lei ela tem que ser cumprida. A lei cível, a lei contratual, ela fala que contratos precisam ser feito em 36 meses, entendeu? Então o poder público ele tem que cumprir a legislação e não quer dizer, foi o que eu disse no início, não quer dizer que vai durar os 36 meses. A lei fala que o contrato tem que ser feito desta maneira, porém pode ser aí essa transição, 9 meses, 11 meses, 12 meses e nós como vereadores, estaremos em cima para que isso seja feito quanto antes. Agora, isso é a parte técnica, a parte jurídica que envolve os órgãos competentes, que envolve a a burocracia, não é que vai durar os 30 os 3 anos. Nós temos pressa para que esses novos ônibus cheguem o quanto antes para que a nossa população possa ter um transporte público e o transporte público de qualidade. Essa a nossa função aqui na Câmara de cobrar isso e é isso que nós estamos fazendo com responsabilidade e seriedade. Muito obrigado, Robert, Gabriel. Eh, até ontem eu tinha uma, eu ia num consenso de muitos vereadores. Hoje eu meu pensamento mudou. Esse projeto de lei tem uma causa resolutiva com relação a isso, 3 anos. Não implica que será 3 anos. Conforme o presidente já falou, já explanou na audiência pública, provavelmente 14 meses é um tempo que estimado para que isso possa concretizar. Sim. os 3 anos que são colocados, conforme o Felipe falou, são questões, são normativa que tem que constar no no projeto de lei. Eu, particularmente, e votarei, se for o caso, pelos 3 anos. Se houver alguma emenda que o executivo acha que possa diminuir, evidentemente que também acompanharei, mas acredito eu que é necessário que haja o tempo hábil para que essa transição seja feita de forma ordeira e não haja complicações futuras se a gente houver uma celeridade nesse processo. Vinícius, na reunião ordinária de número 16, o vereador Rodrigo da Farmadic em um tempo de liderança e que teve o apoio do presidente da Câmara, Luiz, e de diversos vereadores no microfone de A parte. propôs uma reunião com os consórcios vencedores em um trabalho de fiscalização e para dar uma resposta à população sobre a prorrogação de contrato e disse também que iria conversar com ADEC para est envolvida nesta reunião. Como é que você enxerga esta situação dos possíveis 3 anos, Gabriel? Na verdade a gente tá à disposição, né, para prestar qualquer qualquer esclarecimento, né? Nós já tivemos aqui numa numa audiência pública recentemente falando sobre esse projeto de lei especificamente. O que eu quero e deixar registrado aqui mais uma vez, assim como eu disse na audiência pública, se a gente aprovar essa lei com 2 anos, pode ser que a gente volte aqui e faça por mais um ano, mesmo, agora tem uma observação importante, mesmo com a operação já nova acontecendo, o que é preciso entender e as pessoas precisam entender, os vereadores também, eh, é que a gente não não, como disse o Felipe, o Felipe Foi fantástico numa fala ali que ele disse que prefeito que não quer um transporte público bom, reeleito da forma que foi reeleito. Nós temos um grande desafio, colocar para operar os novos operadores depois de homologado o resultado da licitação. Pois bem, em até 12 meses nós vamos fazer isso. É contrato, nós temos que cumprir o contrato. Ah, pode ser em 13 meses, 14. Mas vamos trabalhar com 12 meses, um ano. Nós temos que colocar para operar em 12 meses. Pode acontecer em oito. Pode acontecer em oito. Isso não quer dizer que a gente vai ter que encerrar o contrato antigo. O contrato antigo ele precisa passar por auditoria para ser encerrado. Eu disse na Câmara e vou repetir aqui. Nos últimos anos, a gente emitiu de multa por descumprimento de horário, quebra, mais de R4 milhões de reais em multas de transporte público. Não tô falando de trânsito, transporte público. Recebemos já descontando o subsídio 43 milhões. Ou seja, eu tenho um saldo de 11 milhões para receber ainda. Esse ano a gente deve emitir de multa mais 20 milhões. Então vamos imaginar que são 20 milhões e o contrato antigo, que é o atual, acaba em dezembro. Ele precisa me pagar, ele precisa pagar em DEC, ele não vai pagar vista. O contrato antigo, ele vai precisar existir ainda para receber esse valor, parcelar esse valor, receber. Nós temos o saldo de rua também. Que que é o saldo de rua? Pessoas que compraram os créditos e não utilizaram nesses 12 últimos meses, que vence um ano. Uhum. Chegou em janeiro já com os novos operadores, vamos dar um exemplo de janeiro. Janeiro, novos operadores e o saldo de rua, ele precisa me pagar, ele precisa passar para ENEC para eu passar pros novos operadores. Vai pagar a vista? Não sei. Isso tudo a gente vai fazer na transição. Isso não quer dizer os 3 anos, como o Felipe falou, o Rubens falou que os antigos operadores vão continuar 3 anos. É só o contrato. E por que que a gente precisa fazer isso? Porque o contrato da concessão, assim como este novo, é de 15 anos mais 5, esse outro último também é. E acaba agora dia 29 de abril de 2026. Nós não podemos prorrogar este contrato. A lei não nos permite. Só se a gente aprovar essa lei com a cláusula resolutiva. E lá tem uma cláusula resolutiva, gente. A cláusula resolutiva traz essa possibilidade de encerrar em 8, 9, 10. Ah, resolveu tudo, auditoria, tá, tá, tá, encerrou o contrato. Ah, em 15 meses encerrou, mas a operação nova já tá funcionando. Em até 12 meses ela tem que funcionar. um contrato, tem que ser cumprido. O contrato é muito simples, Vinícius presidente, eu vejo quando a gente vai alugar uma casa, a gente faz o contrato de 36 meses, que no prazo de 12 meses, ele tem lá, se você romper antes dos 12 meses, multa, você tem a multa, porém depois de 12 meses, você pode romper a qualquer momento, desde que você avise num prazo de 30 dias, não é isso? Então isso acontece com a gente, né? Um exemplo na pessoa física, ainda mais tratando de um contrato como esse, de uma cidade como Campinas, né? Porque existe aí todas as burocracias e a gente sabe e entende como o vereador Rubens diz, que é melhor tudo isso ser feito com tranquilidade, com calma, para que nós possamos ter um contrato posterior de muitos anos que essa empresa irá trabalhar aqui, que seja de uma forma eh certa, correspondendo aquilo que foi feito nessas transições de forma aí eh tranquila de ambas as partes. Vinícius, para encerrar mesmo a última pergunta, teve vereadores chamando atenção por uma preocupação sobre a tramitação do novo contrato e uma possível judicialização dessa licitação. Quero saber, existe essa possibilidade, ela é real e por que ela aconteceria? Ô Gabriel, na verdade a gente tá num país democrático, tudo é possível. A justiça é aberta para todos. Alguém pode ir lá hoje entrar na justiça, questionar, assim como duas, dois duas pessoas, se eu não me engano, uma pessoa já foi no Tribunal de Contas questionar, já arquivou. Então, tudo é possível. Eu não vou me manifestar sobre isso, porque tudo é possível, é permitido. Você tem o direito de ir na justiça, questionar, só que você tem um juiz para analisar que pode ser favorável ou não. Então, pode ser questionado todos os assuntos. Ah, eu não gostei que o leilão aconteceu de tarde. Ele pode questionar. Mas vocês estão segur de manhã. Não, a gente não tá seguro. A gente tá totalmente seguro. Porque nós chegamos, é importante essa pergunta porque nós fizemos o o o Felipe trouxe uma coisa também interessante. Nós fizemos uma uma o ex-prefeito Jonas fez uma tentativa de licitação. Tiveram 90 apontamentos do Tribunal de do Ministério Público. 90. Essa licitação parou na justiça. Quando a gente chegou em 2021, eu fui conversar pessoalmente com o juiz Dr. Gídaro, Wagner Gíaro, doutor, nós precisamos reabrir isso aqui, precisamos fazer a listação, tá liberado, pode fazer. Recomeçamos o processo porque nós estávamos num período de pandemia, precisava refazer os números, o número de passageiros caiu, todo mundo sabe disso, né? Eu não preciso aqui lembrar. Refizemos o processo. Nenhum apontamento do Ministério Público. Tribunal de Contas fez 14 apontamentos. Arrumamos os 14 apontamentos. O edital foi pra rua, deserto. Ninguém se interessou. refizemos todo o processo. Ministério Público, nenhum apontamento. Mais uma vez, Tribunal de Contas fez um um apontamento, ó, o fator de utilização, vocês se equivocaram, chamou a atenção. A gente arrumou agora aí nos últimos 30 dias, arrumou rápido, foi muito rápido. Houve um erro mesmo na planilha, arrumamos, o edital foi pra rua, teve vencedor. Não tem nenhum, não tem possibilidade de ter questionamento no edital. Não tem mais, já passou. Agora é fase de análise de documentação. O processo de licitação até a fase de leilão não tem mais como ser questionado. Foi isso que foi dito inclusive na manifestação do Tribunal de Contas recentemente aí dos dos requerentes que ali questionaram. Então tudo pode acontecer, né? Tudo pode acontecer. Pode, como eu disse, pode acontecer, mas a gente tá seguro, tá fazendo um trabalho transparente, pedindo diligência, já pedimos diligência às empresas, né? Já enviaram a planilha, enviaram os atestados, já tava lá dentro do processo. Analisamos, pedimos diligência, ó, isso aqui responde, isso aqui, responde isso aqui. Já responderam, a gente tá analisando de novo. Em breve a gente vai ter as decisões. Então assim, é só importante registrar que todos têm direito de a justiça e a gente não pode impedir isso. A gente pode se defender assim como aconteceu recentemente aqui na Câmara. conseguiram uma decisão dos cargos. É um exemplo. No Tribunal de Justiça reverteu. É isso. Tudo pode acontecer. Informações importantes, mas o meu tempo tá encerrado. Vereador Felipe Marquezi, presidente da Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário aqui da Câmara. Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, as informações que foram trazidas aqui de grande valia pro nosso telespectador. Já faça um novo convite para você retornar aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Gabriel, cumprimentar pelo excelente programa, cumprimentar vereador Rubens Gazo, o presidente da INDEC, Vinícius Riverete. Estamos nessa expectativa dessas novas empresas que ganharam o pregão, a licitação. E nós, como a população, estamos ansiosos para que o quanto antes essa empresa comece a operar, nós precisamos do nosso município de ônibus de qualidade, de ônibus novos, porque a nossa população é digna e merecedora de ter aí um transporte público de qualidade. E é isso que nós estamos fazendo aqui na Câmara. cobrando, acompanhando e faremos e continuaremos acompanhando todos os detalhes até que conclua-se todo esse processo agora de análise de documentação para que essa nova empresa assuma e possa trabalhar por anos aqui na nossa cidade. Muito obrigado ao vereador, ao presidente, ao Gabriel e estamos sempre à disposição como presidente da comissão de mobilidade urbana. Vereador Rubens Gaz, também agradeço muito a disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso programa, os exemplos trazidos de grande valia pro nosso telespectador. Já faço um novo convite também pro senhor retornar aqui aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Obrigado, Gabriel, obrigado pelo convite. É uma honra poder participar desse programa. Quero aqui cumprimentar de novo o meu amigo do partido Felipe, que fez parte, o presidente da INDEC. E quero deixar uma ressalva aqui que eu acho que é muito importante. É um momento de consenso entre todos. Eu vi esses dias alguém eh atiçando fogo nesse processo e as pessoas têm que entender que quem perde é Campinas, quem perde é os munícipes. Nós precisamos entender e a população tem que estar bem esclarecida como funciona toda essa transição. Então as pessoas, os opositores, a tudo isso tem que ter o bom senso, tem que ter a lisura, a idoneedade de saber tratar, porque se trata de um processo de transição muito maleável, muito perigoso pra cidade de Campinas, para qualquer outra cidade que que passar por toda essa transição. Vinícius Riverete, presidente da INDEC, também meu muito obrigado mais uma vez por ter aceito o convite para participar aqui do programa Questão de Ordem, a disponibilidade do seu tempo, respondendo todas as perguntas, informando a população sobre este novo contrato, processo de licitação, também um contrato que ainda está em vigor. Já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios. Gabriel, obrigado. Queria agradecer ao vereador Felipe, ao vereador Rubens Gast, dizer que é uma honra estar aqui de novo e a gente tá à disposição, torcendo para que tudo dê certo. Eh, e até a próxima. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído sobre este assunto, né, do transporte público coletivo municipal aqui de Campinas. Programa Questão de Orden fica por aqui. Até a semana que vem. Ciao. Ciao. เฮ Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai falar sobre o transporte público coletivo de Campinas. No início do mês de março, os vencedores da licitação para concessão e prestação e exploração do serviço de transporte público coletivo de passageiros de Campinas por 15 anos, prorrogáveis por mais cinco foram conhecidos Consórcio Grande Campinas e Sancetur Santa Cecília Turismo. A Nova Concessão prevê uma frota renovada e menos poluente, com a adoção de no mínimo, 60 ônibus elétricos. já nos primeiros anos e 100% acessível. E claro que gera uma expectativa da população e dos vereadores quando isso vai acontecer. Por isso, uma audiência pública foi realizada aqui na Câmara para debater e também um projeto de lei complementar de número 24 deste ano que prevê a possibilidade de prorrogação excepcional dos contratos atuais por até 3 anos, desde que haja justificativa de interesse público e previsão de uma cláusula que permita a extinção automática da prorrogação, assim que for concluído um novo processo licitatório, iniciada a operação. pelas futuras concessionárias. Então, sobre prazos, o novo contrato, mas também este que está em vigor, eu recebo aqui no estúdio o vereador Felipe Marquez, ele que é presidente da Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário aqui da Câmara de Campinas, o vereador Rubens Gás e o Vinícius Riverete que é presidente da INDEC. Lembrando que o debate vai acontecer. Farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Felipe Marquezes. Começo com o senhor porque após anos de atrasos, de entraves judiciais, muita expectativa, aconteceu leilão, resultado divulgado. Como é que enxergou tudo que aconteceu e expectativa aí para os próximos passos? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Cumprimentar Gabriel, meu amigo vereador Rubens Gaz, o presidente da INDEC, Vinícius Riverete, todos os amigos que nos assistem pela TV Câmara. Gabriel, é uma grande vitória para pra população de Campinas quando a gente se trata desta licitação que finalmente saiu do papel e hoje se torna uma realidade. A gente sabe que aí existe um período eh contratual agora de mudança de empresa, né? toda uma questão burocrática, documental, a gente sabe que não é algo da noite pro dia, é uma empresa que está saindo, que ficou anos trabalhando na nossa cidade e uma outra empresa que estará entrando com os ônibus novos, com tudo aquilo que o contrato rege para que possa iniciar o seu trabalho no município. Então, a gente sabe que é algo que não é simples de de acontecer. Até por isso que tem essa questão que você acabou de dizer dessa questão da prorrogação de 36 meses, que é algo contratual. Todo contrato para ter vigência na questão cível se faz em 36 meses. Isso não quer dizer que vai durar os 36 meses. Pode durar oito, pode durar nove. E é isso que aí chega o papel do vereador, né? A gente vai estar acompanhando, trabalhando para que essa nova empresa possa entrar, assumir e começar aí a atuar na nossa cidade. É algo que eh nós temos muita expectativa. A gente sabe que a população todos os dias elas têm reclamações, tem várias questões que envolvem o transporte, não são várias frentes, né, presidente? Acho que o senhor pode me ajudar um pouco. São cooperativas que existem. É esse novo contrato. São várias vários contratorias categorias, né? É isso, que acabam regendo o transporte público da nossa cidade. Então é um desafio. Eu com certeza o presidente que tá lá sabe como funciona melhor, mas o nosso papel aqui da Câmara, a população nos pede, a gente sempre tá cobrando a INDEC, a gente sempre tá cobrando o prefeito para que isso possa acontecer o quanto antes para que a nossa população possa ter um transporte público de mais qualidade do que está acontecendo hoje. Vereador Rubens Gaz, o novo contrato, ele compreende a concessão da prestação e exploração do serviço de transporte público coletivo de passageiros aqui em Campinas por 15 anos, prorrogáveis por mais cinco. Inclui também o serviço de transporte para pessoas com deficiência e ou redução severa de mobilidade, que é o pai serviço, serviços nos terminais e nas estações do BRT e serviços complementares de bilhetagem, gerenciamento e monitoramento operacional. São muitos desafios, né? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde, meu presidente Vinícius da Indec, meu amigo, parceiro de partido, Felipe Marquez. Evidentemente aí que a tua pergunta, você viu a complexidade do tema, né? Você falou várias vertentes aí. Isso aí não é do dia paraa noite. Nós temos essa consciência que é necessário que haja tempo e tem que fazer de uma forma, creio eu, até com morosidade, porque isso aí vai depender do nosso futuro transporte coletivo na nossa cidade de Campinas. Não podemos fazer as pressas, é necessário que haja compreensão por todas as partes para que nós possamos ter realmente um transporte sustentável que possa atender a população de Campinas. Vinícius Riverete, presidente da INDEC, o senhor participou aqui do programa Questão de Ordem no mês de dezembro. Nós falamos na época sobre a expectativa, a construção do edital e agora a população ela quer saber, né, quais são os próximos passos. Todas as etapas legais já foram cumpridas, o contrato já foi assinado. Seja bem-vindo novamente ao programa Questão de Ordem. Olá, Gabriel. Muito obrigado pelo convite mais uma vez aqui para participar do do programa Questão de Ordem da TV Câmara aqui da cidade de Campinas. cumprimentar o vereador Rubens Gaza, um grande amigo, irmão, vereador Felipe Marquez também, grande amigo, parceiro aí de de executivo e legislativo aqui, os dois vereadores, dois vereadores que atuam bastante eh na área não só da sinalização da educação do trânsito, mas também, né, principalmente na área do transporte público, né, onde nós já fizemos diversas reuniões com com associações, moradores para falar falar do transporte público aqui da cidade de Campinas. Pois bem, nós estamos num num eu eu gostei muito da fala do Felipe, do Rubens, pelo seguinte motivo. Primeiramente, é é preciso a gente falar pra população aqui da cidade de Campinas aproveitar esse momento para dizer o seguinte: esse é um momento histórico, não só na cidade de Campinas, mas no Brasil. O que aconteceu na B3 ali é um momento realmente é um desafio gigantesco chegar numa licitação desse porte, dessa complexidade que é de documentos, né, de análise tanto do Tribunal de Contas, quanto da equipe técnica, da Secretaria de Administração, da Secretaria de Justiça, dos técnicos da INDEC, da FIP, da NTP, uma empresa, uma associação que a gente contratou também para para nos auxiliar na elaboração do edital. Eu estive aqui, como você disse, Gabriel, prestando esclarecimento sobre a licitação um pouquinho antes da B3, né? E e nós conseguimos atingir o nosso objetivo que foi o dia do leilão. E agora a gente tá no momento, e eu acho que é importante esclarecer isso pra população, porque muita gente acha que depois que aconteceu o leilão, já começou a contar o prazo. Uhum. E daqui 11 meses, eh, as novas empresas que foram as vencedoras no leilão, Uhum. elas já vão ter o ônibus daqui a 11 meses do dia do leilão. Isso não é dessa forma, né? Uhum. Existe um procedimento, e aí não é um procedimento do Vinícius, do prefeito Dário, dos vereadores, é um procedimento da lei, né? A lei de licitações, nós temos agora que analisar a documentação das empresas vencedoras. Estamos nessa fase de análise, de documentação das empresas que ganharam o leilão lá no dia 5 de março. Então agora nós estamos analisando a planilha porque houve lá um desajo, um desconto em ambas as tarifas, no lote norte, lote sul. Eh, e estamos analisando também os atestados, né, das duas empresas. Isso faz parte do processo licitatório. Então, a licitação ainda não acabou. Acho que é importante esclarecer isso. A licitação só acaba depois da homologação que a prefeitura vai declarar, ó, os vencedores são esses aqui, né? Então nós estamos nessa fase, né? E depois da homologação ainda tem recurso para quem eventualmente quiser recorrer e questionar o resultado. E e logo após isso, né, encerrado todo essas essas fases, é aí que a gente começa a contar o prazo daquele daquele prazo que a gente tá este eh dizendo aí, né, nas nos canais de imprensa que a gente já disse, nas notas que a gente soltou de aproximadamente um ano para que os novos vencedores, as empresas que ganharem a licitação comecem a operar. Por que tudo isso, né? Por que todo esse prazo? Nós temos aí eh 30 dias prorrogáveis por mais 40 dias, se eu não me engano. Na verdade, são 45 dias prorrogáveis por mais 45 dias paraa abertura das empresas. Nós temos que abrir a SPE do lote 1, SPE do lote 2 e a empresa de bilhetagem que a INDEC vai fazer parte, né? É um é um modelo novo, né? A INDEC vai ser sócia, então vai ser SPE1, SPE2 e a INDEC SPE3. Essas três empresas vão ter sociedade e vão ter uma empresa de bilhetagem para controlar os créditos, as vendas dos créditos, a o sistema de monitoramento, de venda de créditos, enfim. Então nós temos esse prazo, depois nós temos um prazo da ordem de serviço para compra dos veículos, né? Hoje você vai numa concessionária, compra um carro 0 km, vereador, muitas vezes não vai chegar no do dia paraa noite, às vezes demora 30 dias, 60 dias um carro, vocês imaginam, nós estamos falando, gente, de quase 800 ônibus, né? Uma média de quase 1 bilhão deais de investimento, né? no primeiro ano do contrato e nós temos ali veículos, veículos novos e seminovos, porque no primeiro ano do contrato a gente tem que ter uma média de de idade de veículos de 5 anos. Então vai ter carro zero, vai ter carro com 3 anos, vai ter carro com 6 anos, vai ter carro com 8 anos. Esses veículos todos juntos vão ter a média de 5 anos, que é a idade média da frota máxima. Só pode ser até 5 anos. Então temos um prazo aí, né? né, para que a operação comece a funcionar. Então, nós estamos nessa fase, vou repetir, de análise, de documentação. E, como eu disse, é um momento histórico, é um momento que a gente precisa realmente comemorar, porque chegar nesse dia foi um dia muito importante pra cidade de Campinas. vai fazer muita diferença nos próximos anos o que foi colocado dentro dessa licitação, modelo inovador, a população vai poder avaliar o serviço, isso vai impactar na remuneração do operador, né? Então, se o serviço for ruim, a nota vai ser ruim, consequentemente vai impactar no recebimento dele. Então, com certeza ele vai querer fazer um serviço melhor, vai querer melhorar, vai querer cumprir horário, né? Então, acho que é importante a gente mencionar essa vitória, mas dizer que ainda existem passos para chegarmos no dia da conclusão da licitação e e dizer que eu acho que é importante. Nós não tivemos nenhum questionamento do Ministério Público nessa licitação, nenhum, absolutamente nenhum. E o Tribunal de Contas também validou todo o processo licitatório. Então eu acho que é uma referência hoje no Brasil que aconteceu ali, vai servir por por para muitas cidades, que é um grande desafio em grandes cidades, o transporte público, a licitação. Tiveram vários participantes, não foi uma coisa que que aconteceu e só tinha um participante, não. Tinham três eh concorrentes em um lote, três no outro. Então você vê que houve uma concorrência, uma disputa ali, um lance de valores, uma coisa interessante. E e eu quero aproveitar o espaço aqui, já tô finalizando, eh, para agradecer, né, agradecer a equipe, pedir um pouco de paciência nesse momento pra população, pros vereadores. É um momento de transição. Eh, as pessoas não têm a menor ideia do que é o tamanho de uma transição de transporte público, né? E e eu confesso para você que eu também não tinha. Hoje eu tenho, né? Vocês imaginam, a gente tem 5.000 pontos de ônibus em Campinas. Nós temos que trocar as placas de 5.000 pontos de ônibus, número da linha que vai mudar, né? Identidade visual de 800 veículos. A gente tem um cartões emitidos aí para 800.000 pessoas, né? Trocar todos esses cartões. Então, realmente é um trabalho grande e mas quem ganha é a cidade de Campinas. Antes de passar pro Felipe e pro Rubens Gaz, você que citou essa questão do desagio. Então queria te perguntar porque chamou atenção, né? Após a divulgação do resultado no lote sul, a tarifa de remuneração partiu de R$ 11,21, a empresa Sancetura ofereceu uma tarifa de remuneração de R$ 9,54 e aí venceu a disputa. Este valor representa um deságio de 14,90%. No segundo lote, o norte, a tarifa de remuneração partiu R$ 11,76. O Consórcio Grande Campinas venceu a concorrência na tarifa de remuneração de R$ 9,49, um deságio de 19,30%. Isso não tem a ver com a tarifa pública. Eu queria que o senhor explicasse para quem está nos acompanhando o que são esses valores, se há preocupação com estes desajos, possíveis consequências. Eu vou dar um exemplo para vocês, para simplificar, pra gente mostrar de forma muito clara. Vou dar um exemplo hoje na cidade de Campinas. Vamos imaginar que a tarifa hoje, hoje ela custa R 6,50, mas vamos imaginar Uhum. que ela custa R$ 10, tá? 6,50 a população paga, R,50 o município faz o subsídio. Então ela custa R$ 10. Parte desse valor é da tarifa que vem da receita do usuário e parte o município através do orçamento municipal coloca um valor anual ali esse ano quase R milhões deais mais de 200 milhões se eu salvo engano aqui não vou te falar o número exato, mas aproximadamente esse é o dado. Então, e essa nova licitação, quando a gente faz uma licitação, e aí é importante aproveitar esse espaço para esclarecer, toda licitação que a gente coloca na rua, seja de uma ciclovia, seja de uma caneta, seja de uma lata de tinta para pintar a rua, nós fazemos uma pesquisa de preço. Uhum. E nessa pesquisa de preço, nós temos uma média, tem o seu valor, o vereador, o valor do Felipe e o valor do Rubens. O seu é 10, dele é nove e o dele é oito. A média é nove. Uhum. Então vai paraa rua o nove. Chegou no dia da licitação, né? Essas nós temos diversos tipos de licitação, mas temos aquelas que são online hoje, tem algumas. Há uma disputa de preço. Pode haver redução dos nove para oito, para sete, para seis, mas nós temos uma média. Esse valor de 11 que você comentou em um dos lotes, na verdade os dois lotes, né? 11 11 e pouco. Sim, variação em centavos, né? 21 e o outro 76. 76. Eh, é uma média, né? Um orçamento do custo do transporte público, né? E quando foi pra rua, houve houveram os lances e houve o deságio lá, como você acabou de dizer, de de 20% em um lote, quase 20 e no outro quase 15. Isso, né? Isso, isso. Agora as empresas que deram esse desconto, como eu disse, estão apresentando a planilha e falando: "Ó, eu consigo fazer o serviço com 15% de desconto. Eu consigo fazer o serviço com 20% de desconto. E nós vamos validar isso, analisar isso para validar ou não. Na verdade, até importante utilizar esse espaço também para dizer que quem vai validar isso é uma comissão de três pessoas, funcionários de carreira da INDEC, né? Não tem participação nenhuma do Vinícius, do secretário, do prefeito, nenhuma participação. A comissão é técnica, né? A validação é técnica e nós estamos analisando esse desconto. O que que pode impactar essa redução? a redução de subsídio, né? A questão da tarifa, acho que é uma política pública do governo. Aí é uma questão do governo analisar se diminui a tarifa ou não, mas essa com certeza esse deságio vai impactar no subsídio, né? A tarifa custando R$ 10, foi pra rua, custou nove. Então, ao invés de ter 200 milhões de subsídio, um exemplo, vai cair para 170 milhões, automaticamente sobra 30 milhões para você fazer outras coisas. Mas é isso, na prática é isso, tá, Felipe? E depois, Rubens, né? Qual que foi o papel da Câmara nestes anos? Teve participação real na construção deste processo? Foram realizadas indicações, requerimentos, moções, fiscalização, reuniões? Que que vocês podem dizer sobre o trabalho que vocês realizaram até chegar a essa licitação? Gabriel, com certeza, como nós somos muito cobrados pela população no que se refere ao transporte público, então automaticamente nós cobramos a prefeitura de melhorias no seu dia a dia, de situações que vão acontecendo. E nós, através das ferramentas que nós temos aqui na Câmara, requerimento de informação, audiências públicas, reuniões das comissões, sempre nós debatemos esses assuntos. Então é algo de cotidiano aqui da Câmara Municipal e eu, como estou à frente também da comissão de Mobilidade Urbana, nós sempre estamos discutindo em contato com a INDEC, em contato com o prefeito, tudo isso para que a gente possa chegar aí num denominador comum, para que as melhorias possam chegar de forma prática pra população, né? quando chega para nós, nós ouvimos, nós escutamos e a gente começa a ir atrás das demandas para que isso possa ser de uma forma ou outra solucionada paraa nossa população. E quando sai a licitação, para nós é histórico isso por conta desde a época do ex-prefeito do Jonas Donizete, já era para ter saído lá atrás isso. Quer dizer, nós estamos há anos, há anos trabalhando em cima disso e saiu depois de quase sete, oit até quase 10 anos aí que nós estamos acompanhando tudo isso, porque existe a questão judicial hoje, não é só a Câmara Municipal, poder executivo e poder legislativo vai lá, resolveu, votou na Câmara, vamos mudar a empresa, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. Não tem o poder judiciário, tem o Tribunal de Contas, tudo isso que tudo que nós fazemos, nós temos que usar aí o portal da transparência, prestar contas e também, como eu disse, a questão judicial que ficou bloqueada por anos, judicialmente falando. Então, é uma questão aí que envolve os poderes, né, e a população que sofre com isso. Quanto mais demora, tudo vai atrasando, né? Uma coisa que já era para est acontecendo, que finalmente aconteceu, mas que já era para est funcionando isso na rua, na prática pra população. E não é culpa do dos prefeitos que tiveram, por eles. Qual o prefeito que não quer o transporte público bom pra cidade? Só se o prefeito tiver maluco da cabeça, não é mesmo? Porque qual o prefeito que não quer a área da saúde boa? Qual prefeito que não quer a área do transporte bom? Com certeza quem, ainda mais com uma votação expressiva que ele foi reeleito. Então é um desafio hoje. O estar no poder público é um grande desafio de você fazer funcionar. No privado é fácil. Você vai lá, mesmo que demore quando você compra um carro zero, que demore 3 meses, mas em três meses você sabe que vai chegar. a coisa pública, não. Às vezes é um ano que pode durar dois, três, o caso da licitação praticamente 10 anos, poxa. Então, infelizmente tem dessas coisas, né, a coisa pública. E bem que nós queríamos que fosse do nosso jeito, né? Vamos resolver, vamos votar, vamos colocar, vamos comprar novos ônibus, vamos pedir dinheiro pro governo federal, vamos pedir dinheiro pro governo estadual e vamos resolver. Mas a gente sabe que na prática, infelizmente, existem aí as burocracias. E é isso que a gente tenta, né, fiscalizar, ver como que tá acontecendo, se a coisa está correndo de forma correta. E aí a Câmara existe para isso, para estar fiscalizando, estar eh atento a todas as situações. Rubens, como que você viu o papel da Câmara durante este processo? Eu vejo o seguinte, que o transporte é um dos pilares, né, que o executivo tem que sustentar juntamente com a saúde. Evidentemente que a saúde se coloca, a gente tem a saúde em primeiro lugar, na minha concepção e eu acho que da maioria de todos, o transporte vem em segundo lugar. Nós somos muito cobrados, né? E nós sabemos da maneira deficitária que o transporte público de Campinas vem aos longos do tempo. É algo crônico e não é algo que se resolve do dia paraa noite. Eh, nós temos uma abertura enorme na INDEC. Quero aqui cumprimentar o presidente da INDEC pela maneira, como ele sempre trabalhou, de abrir as portas e através dessa abertura de porta a gente tem acessibilidade a todos os setores. Evidentemente que a gente, como vereador, eu e o Felipe, que a gente tá na ponta, a gente recebe 1 milhão de de reclamações A, B ou C, dependendo o do que se trata, de situações de demora, situações de ônibus que crebem, situações de acessibilidade, de ônibus que não consegue levar um cadeirante. E é difícil na gestão, não é porque do do do Vinícius ou qualquer outro conseguir conciliar, porque a gente acaba caindo numa monopolização que é o transporte público. Nós sabemos que é uma empresa que já é através dela existe o trabalho que é feito de fiscalização, conforme você já já disse aí, uma das das vertentes aí que é que é necessário. E e é impressionante porque as pessoas eh acaba delegando pro poder público certas situações que, ao meu ver, é um processo difícil da gente conseguir conciliar. Exemplo, hoje eu recebi aqui, tá no meu zap ali, 6 horas da manhã, uma usuária que me me relatou que passaram, olha só o absurdo, seis ônibus e nenhum parou no ponto de ônibus. E ela me disse assim: "Olha, eu vou ter que pagar R$ 20 de Uber para que eu chegue ao serviço e eu não tenho condições de pagar R$ 20 todos os dias. O que que é que você pode fazer? Uhum. O que eu posso fazer imediatamente entrar em contato, porque nós temos uma cidade complexidade dessa nossa cidade, uma metrópole, né? E entrei em contato com a INDEC, que nem eu entrei, e relatei os fatos que com certeza sei que eles serão vistos, abordados e entender porque que essa usuária usou isso. Então é muito difícil. Nós como parlamentares estamos direto nesse contato através de requerimento, moção, através audiências públicas que participei junto com o presidente, junto com todo o corpo na nossa região, audiência pública da licitação que foi descentralizado para todos os cantos, onde que pôde ouvir toda a população. Então não é um trabalho que começou agora, é um trabalho que já vem fomentando há muito, muito tempo. que a gente tá aqui no papel de vereador e cobrando e entendendo os dois lados, o lado da população e o lado de quem tá gerindo tudo isso aí. Vinícius, duas em uma então para você. A primeira, pegando este gancho do Rubens Gás, qual que é o problema mais sentido pelos usuários hoje que chega para vocês lá na INDEC? é atraso, é a lotação, é uma cobertura insuficiente. E a segunda, voltando pro assunto da licitação, como é que a INDEC avalia o fato de o leilão ter sido vencido por dois grupos diferentes? Olha, eu acho que essa questão da avaliação da INDEC, de dois grupos diferentes, isso pra gente independe, né? Eu falei isso recentemente. Eu eu nós temos uma eh eu acho muito interessante, o que eu o que eu fico muito satisfeito no bom sentido, é de que nós fizemos um edital com 5.000 páginas e tiveram interessados e os interessados participaram, venceram o leilão, eh, e aceitaram tudo que a gente colocou lá. Uhum. Então, a gente colocou regras, ó, você vai ter que prestar um serviço com qualidade e você vai ser medido por isso. Se você não for bom, você vai receber menos. Então isso é uma coisa tão eh satisfatória, tão bacana se a gente analisar do ponto de vista público, porque é um processo muito complexo, as pessoas não têm a menor noção disso e nem tem que ter noção. É o nossa, a nossa obrigação é fazer esse trabalho e nós fizemos. Então, independe se vai ganhar um, dois, três, tem que cumprir o contrato, tem que ter capacidade e tem que cumprir o contrato e ele vai ser cobrado por isso. Eh, e é isso que vai acontecer. O outro ponto que eu acho que pegando um pouquinho do gancho do Felipe, do Rubens, eu eu confesso para vocês que eu sou novo na área do transporte, perto de outras pessoas, né, que tem muito mais experiência que eu. Tô há 5 anos já na INDEC. Mas eu digo uma coisa para vocês que eu venho aprendendo e posso falar hoje de forma muito objetiva. Nós temos um problema no Brasil que é a cultura do carro, é o privilégio do carro, a preferência do veículo, né? Nós temos mais de 1 milhão de veículos nessa cidade. Quando a gente vai fazer uma faixa exclusiva, é uma guerra. É uma guerra. As pessoas são contra. Ninguém quer perder uma faixa de rolamento para colocar um ônibus. E aí a gente precisa entender o que a gente quer, né? O Brasil é um país que não preferencia o transporte público. É cada cidade cuidando do seu transporte. Você vai pra Europa, não que eu já fui pra Europa, para muitos lugares, mas você vai paraa Europa, lá preferencia o transporte público. Lá o governo federal, ele vem e fala: "Vamos incentivar o trem, vamos incentivar o ônibus, eh, Argentina, um exemplo, o governo federal incentiva o transporte, né? Aqui não. Aqui ele incentiva o governo federal, independendo do governo que tá lá, comprar carro, dá desconto de carro do IP, dá desconto, compra carro. Então a gente precisa entender o que a gente quer. Então quando a gente vai fazer uma faixa exclusiva, tem 60 pessoas dentro do ônibus, uma pessoa dentro do carro grita, a gente não consegue fazer uma faixa exclusiva, por ah, eu vou ficar mais tempo, então você tem que usar o ônibus. Como é que o transporte vai ser bom? Se a gente incentivar o uso do transporte, se a gente injetar dinheiro dentro do transporte, né? O subsídio do transporte na nova licitação, Gabriel, vai subir bastante, vai ter um impacto. Por quê? Porque vai ter carro novo, vai ter tecnologia nova, ar condicionado. Custa isso, custa. Então, se a gente quer ter uma coisa com qualidade, nós precisamos investir. Não tem milagre, não tem. Existe um custo, é uma planilha validada pelo Tribunal de Contas, validada por todos os órgãos de controle. Tá lá a planilha custa tanto km eh vai gastar isso, mão de obra gasta isso, eh, peça, manutenção, tudo isso é custo. Então, o governo federal, governo estadual precisava olhar mais para isso. Eu não tô jogando a responsabilidade para eles. Eu tô falando o seguinte, a gente precisa entender o que a gente quer. Como é que eu compro horário na Santos do Mão? Ônibus. Não tem jeito, gente. Com o trânsito, não tem jeito. Não tem faixa exclusiva de ônibus. Por que que São Paulo tem muito transporte público? Porque a quantidade faixa exclusiva de ônibus é gigantesca em São Paulo. É gigantesca. Então a gente precisa começar a olhar para isso, enfrentar isso com o apoio da população. A população precisa entender, né? Como é que eu vou lá pra região dos Amarais em muitos casos ali. Ah, o ônibus passou seis vezes. Eu não tô falando que que tá certo, tá errado, tem que parar. Mas o primeiro atrasou, o segundo atrasou, o terceiro atrasou porque por causa do trânsito, gente, não tem outro. É trânsito, é veículo e é trânsito. Tem quebra de veículo, tem muita quebra porque o carro tá velho. Contrato velho, contrato antigo, quebra muito. Esse novo contrato vai ajudar muito. Vou dar um exemplo para vocês prático. Região do padrecheto. Ônibus muito velho, muito, muito velho. Ano passado trocamos 60 carros lá. de 80, carro zero, Felipe, com ar, reclamação de 100 para zero. Acabou, não quebrou mais. Vai quebrar um ou outro, vai. Uhum. Mas a a frota nova que chegou, precisou pagar. Custa um carro custa R 1 milhão deais. Tem um investimento, você tem que remunerar pela depreciação, pelo investimento de capital. Então tudo isso é um custo. Agora, fora isso, a gente precisa falar também, como eu disse, da infraestrutura. Nós precisamos de mais faixa exclusiva na cidade. Quando a gente fala, vamos colocar uma faixa exclusiva lá na Aladin no Celme, tira, vai ter que tirar uma faixa de carro, vai gritar, o povo vai gritar e vai falar: "Não, eu vou ficar mais tempo dentro do Eu preciso preferenciar o ônibus". Então são coisas que eu falo que no nosso país, numa cidade de 1.300.000 habitantes, nós temos 1 milhão e 30.000 veículos. Já é quase o mesmo número de pessoas nós temos de veículo. Deixa eu abrir um parênteses aí. Não tá na hora de pensar no rodízio. Vereador, eu não sei te responder aqui se tá na hora ou não. A gente precisa avaliar, mas eu eu eu a gente sempre acha uma solução cobrindo outra, enquanto a gente tem que falar de transporte. O transporte público ele precisa ser entendido no nosso país, não é na nossa cidade, é no nosso país que ele precisa ter prioridade, porque lá dentro tem 80 pessoas. Então ele precisa de prioridade. Para ter prioridade é o que aconteceu no BRT, gente. O BRT do Campo Grande, do Ouro Verde, quando tiver funcionando de forma 100% integral, vai ser referência no Brasil, porque a faixa é exclusiva para ele. Não, o o semáforo nessa nova licitação, o semáforo vai abrir quando o ônibus chegar, não vai vermelho, verde. Então, todo mundo vai migrar pro ônibus. Por quê? Ele vai olhar com o carro aqui, vereador, ó. Vai olhar, falou: "Nossa, o ônibus passou e o trânsito vai ficar aqui não tem jeito. É duas faixas de rolamento para 30.000 veículos todos os dias." Então o ônibus vai ter preferência, a faixa exclusiva dele. Só ele vai andar lá. Só ele. E chegou no semá vermelho, verde. Então é ônibus a cada 2, 3 minutos. Então assim, eficiente. Por quê? Porque houve uma prioridade. Você você desce a prefeitura ali, como é que você faz uma faixa exclusiva com que não é inadível? São duas faixas. Você vai você vindo descer na Conceição, né? Conceição. Conceição. Você desce na Conceição. Ancheta. Fal ao contrário. Quando você sabe ali subindo o padre, a rua Padre Vieira, quando você vem aqui da da Júlio Mesquita, você entra na Conceição, aquela Benjamim. Bom, eu acho que é Benjamin. Então, como é que você tem uma faixa exclusiva se você não consegue nem fluir o trânsito ali mesmo sendo só para Você tem você tem você tem que fazer, tem que enfrentar. Ó, mas é difícil? Não, ninguém tá falando que é fácil. Eu estou falando que nós precisamos falar do bem que é fácil porque já não, não é fácil. A coragem que o ex-prefeito teve, Jonas, muito grande de fazer as duas faixas, porque gerou um impacto gigantesco de obra. Mas gente, são quase 40 km e muitas pessoas não entenderam até hoje o BRT e vai, igual você disse, quando tiver 100% com os ônibus funcionando com todos os sistemas, aí o pessoal vai lembrar dele. Poxa, foi ele que teve coragem de encarar essa obra. É 25 minutos lá do Campo Grande até o centro. De carro vai dar 40, 50, 60. Então, mas é algo planejado. Por quê? Mas como é que você planeja numa cidade com ruas estreitas como é? Ué, mas foi feito isso no Campo Grande, Noro Verde. Era uma faixa ou duas. O John Boy virou três. Igual a Aladino. A Aladino é uma é uma que tem condição de fazer. Igual a Ancheta que você tá comentando ali. São duas faixas de rolamento. Uma é faixa exclusiva de ônibus e no outro lado é preferencial. Cço de carro e preferencial. Por que não exclusiva? Eu tô referindo a a lateral da prefeitura, não na Eu entendi. A Barreto Lem. É, aquela ali é impressionante. Eu passo ali todos os dias quase. É difícil de você difícil, mas quando as pessoas começam a ver o ônibus e falar: "Cara, eu vou chegar mais cedo em casa, eu não vou ficar no É um objetivo tentar fazer essa migração." Então é isso. Em São Paulo, muitas pessoas se resolverem andar de carro vão ficar 2 horas. Pega o metrô 20 minutos. É, é uma opção. Então, mas tem para fomentar isso, Vinícius, que você que eu tô dizendo, o Rodízio seria muito bom, porque eu eu me carro não anda não anda na na terça-feira. Evidentemente que eu vou buscar outras alternativas. É uma possibilidade e nós precisamos trabalhar em cima disso que você mesmo falou, cobção de 1.300.000 habitantes para ter 1 milhão, praticamente um carro por pessoa. É uma é uma é uma oportunidade aqui hoje de vocês aqui vereadores levarem essa discussão pra Câmara para que a gente possa discutir isso. E Felipe também pegando o gancho disso que o Vinícius Revered tá falando, né? Transporte coletivo, ele precisa est integrado a um planejamento urbano da cidade, né? Você entende que esse novo contrato ele precisa conversar com o crescimento urbano, com a expansão da periferia também? Sim, tudo que é planejado, existe aí uma um sucesso, né? Tudo que é feito com de forma planejada, porém é cultural, como o presidente Vinícius falou, isso tem que iniciar não só no nosso município, mas também no entendimento do governo federal e do governo estadual, como foi dito aqui, você pega hoje uma rodovia como a Santos do Mon, ali envolve quem? é o governo do estado que acaba atingindo o município. Hoje você tem uma rodovia lix da Cunha que eh quebrou lá o pilar, a estaca, sei lá o que aconteceu debaixo daquela ponte lá. Você tem uma rodovia hoje na cidade totalmente paralisada e eu não vejo nenhum político do estado, não vi ninguém interessado, não vi um deputado preocupado com isso, entende? Então a gente vê que não há aí um planejamento. Essa ponte já quebrou há 10 anos atrás e aconteceu a mesma coisa. Vai ficar 6, 7 meses reformando a ponte e não resolve-se o problema de criar marginais. Até que divulgaram agora o Correio Popular, ah, novas marginais. Mas estão falando de marginais da rodovia Santos do Mão? há mais de 20 anos que se fala de marginal na rodovia Sanmão e agora começou a falar: "Ah, vai abrir licitação da rodovia Lix da Cunha". Que bom, espero que isso se concretize. A gente vai trabalhar para isso. Temos trabalhado muito, muitas moções, muitas, muitos encaminhamentos pro governo estadual, porém a gente não vê isso na prática. Aonde que já se viu uma obra que é para ser feita emergencial, são 11.000 veículos que passam na rodovia eh lexunha que está parado, estão desviando tanto pelo Swiss Spark quanto pela Santos do Mão. Quer dizer, vai congestionar, vai ter trânsito. Imagina uma rodovia parada, são milhares de pessoas, são mais de 300.000 pessoas. Se você pegar quem usa vinheiro, balinhos, aí você pega região de de Viracopos, Campo Belo, aí você pega pessoal que mora na Estrada Velha, no Oziel, são milhares de pessoas e não há uma preocupação, gente. Uma rodovia está parada. Que absurdo. Olha como é difícil. E era pro governador vir aí liberar essa rodovia. Vamos colocar aí a ponte do exército aí de novo. Vamos fazer uma obra emergencial. Em duas semanas eu garanto que libera aquilo lá. Mas tem que ter coragem, tem que ter vontade para resolver as coisas. E não é isso que a gente vê na coisa pública. Nem sempre eh é se resolvido da forma que a gente quer. A gente tem cobrado, a gente tem lutado. Eu cheguei lá várias vezes e vi tudo parado lá, entendeu? Então nós temos cobrado do DR, nós temos cobrado o governo estadual. É mobilidade, não é mobilidade. Então a gente precisa cobrar. a gente precisa estar em cima para que as coisas aconteçam. E não era para ser assim. A coisa pública era para ser tratada de forma mais responsável do que a privada, porque é dinheiro público, é dinheiro do povo, tem que ser bem tratado, tem que ser de forma responsável ser executad as obras, não é mesmo? E não é isso que a gente tem visto. Então, uma vergonha pro governo do estado. Uma rodovia que vai ficar parada de seis a 7 meses. Vergonhoso. Um estado como São Paulo, muito vergonhoso dentro da cidade como Campinas. Uma rodovia parada, bloqueada por causa de pilares que estão lá, ó, que já quebrou há 10 anos atrás. É uma vergonha em São Paulo, uma um um estado com tanta verba, entendeu? Se fosse em outros estados, a gente até poderia entender, mas em São Paulo é inadmissível uma coisa dessa. Eu, se eu fosse o governador, teria vergonha de ter uma rodovia parada dentro de uma cidade como Campinas. E vereador Rubens Gaz, quero ouvi-lo também, porque nós temos o plano diretor que pensa na cidade para os próximos 10 anos, a discussão sobre o orçamento de Campinas e aí o transporte público tá sempre também no escopo dessas discussões pra gente poder conversar um novo contrato, como foi feito agora, né, que pode ser aí por 15 anos, junto com um planejamento urbano de uma cidade como Campinas, que é uma metrópole que cresce bastante. O o Vinícius tocou num ponto aqui que é a gente tem que refletir muito. Eh, infelizmente é os gargalhos que nós temos, né? Quando eu referi dessa moça aí, eh, logo veio na mente o gargalho da da abertura do túnel e do CDHU, que causa esse efeito dominó, né? Um atrasa, consequentemente o outro atrasa. Isso aí cria um clima, uma tensão nos motoristas, né? E a gente vê que, eu, na minha concepção, eh, o planejamento sempre vai ser pautado em veículos sustentáveis que nós possamos ter, que nós possamos, que nem o Vinícius acabou de dizer do padre Anchieta, que de 100 foi a zero a reclamação. É, eu acredito que todos nós que estamos aqui, que anda por Campinas, eu particularmente ando muito por Campinas, eu não me lembro de um dia sequer nesses últimos tempos de não deparar com o ônibus quebrado, né, e em várias ruas. Isso aí é algo recorrente. Então, é necessário isso. Eu acho que a a premissa de tudo é a gente ter esses ônibus que que irão nesse nessa nova licitação contemplar os usuários. Acredito muito nisso, acredito muito numa frota renovável que ela será a prioridade para que nós possamos ter um uma celeridade no transporte coletivo. Este novo contrato, ele contempla essa questão do planejamento urbano, Vinícius? Na verdade não, né? Uma coisa independe da outra, né? Como eu disse, a gente cria as linhas, os trajetos, mas eh o planejamento, né? Eh, eu vou dar um exemplo aqui, dois exemplos que eu acho que são interessantes e surgiu lá da iniciativa do prefeito juntamente com a INDEC. Primeiro, só fazer um comentário que eu acho interessante. Eh, fora tudo isso que foi falado aqui, nós temos milhares de acidentes todos os dias. Então, qualquer acidente vai gerar trânsito. Nós fizemos uma simulação de um acidente na John Boy uma vez, parou a um acidente que acontece todo dia, acidente da John Boy, todo dia tem um acidente. Então vai atrasar o ônibus na San Mon, quantos acidentes tem? Quase todos os dias. Quase todos os dias. Vai atrasar. O que não pode é são as quebras, porque os veículos estão muito velhos, vencidos, final de contrato. Então, queria fazer esse comentário que eu acho que é interessante, os acidentes, a gente lembrar que a gente tem um acidente, né? Por isso que é importante as pessoas terem atenção quando estão dirigindo, não pegar o celular, que aí não vai ter acidente. Mas se as pessoas não, né, é a imprudência que toma conta. É isso. Então isso é um detalhe importante. A outra coisa, eu vou dar um exemplo para vocês. Eu me lembro quando a gente chegou na Indec em 2021, a gente estava naquele momento de algumas estações prontas, terminais prontos e eu cheguei e falei: "Gente, vamos pôr para operar o BRT". Falei com o prefeito, prefeito falou: "Toca o barco". Colocamos para operar o BRT mesmo sem a licitação, que eu cheguei lá, vamos esperar a licitação. Falei: "Não, olha, olha, se tivesse esperado a licitação, né? Depois de 7 anos a gente estaria fazendo BR." Não, começamos a implementar, criamos linhas BRT 20, 21, 25, 26, beleza? Começamos a operar o BRT. E aí quando a gente começou a operar, a gente parou no comecinho logo e falou: "Bom, pera aí, e o rótulo? O ônibus vai chegar no terminal central, vai chegar no terminal mercado e o rótulo não é BRT. A maior quantidade de pessoas vai entrar ali no rótulo, vão fazer o BRT no rótulo. Levamos pro prefeito, prefeito topou PAC, inscrevemos o projeto no PAC, governo federal prestou o dinheiro via PAC, tá em fase de licitação agora, publicou recentemente o edital da licitação. Então nós vamos fazer pavimento rígido no rótulo inteiro e vai ser fácil exclusiva de ônibus BRT, vai ter quatro estações no centro. É isso que tem que ser feito, é levar isso pro pro São Marcos, Amarais, levar lá pra região da Sanon. Não tem outra alternativa para ter eficiência. Se você pega hoje o BRT e a gente tá fazendo o BRT, o trajeto no rótula, mesmo não sendo com as estações em nível, a viagem dura, vamos dar um exemplo, 40 minutos. Porque ele, as pessoas na hora de embarcar para ir embora para casa, elas têm que passar o cartão no validador. Diferente se você quando tiver estação, você já vai entrar na estação, abre a porta, você igual metrô, entra, não vai perder 9 minutos de embarque. Uhum. Então, de 40 cai para 26, 27 minutos o rótulo do Campo Grande, o Rótula inteiro. Então assim, gente, 14 minutos todo dia é muito tempo. As pessoas não têm noção que às vezes você vai tomar um banho, leva 3, 4 minutos, 5 minutos, né? Eh, 15 minutos é muito tempo. 15 minutos de manhã, 15 minutos à tarde. Então assim, é importante. Não, não sou eu, Vinícius, é, são todos, somos todos nós aqui, os vereadores, a população, entender a importância do transporte público, entender que a gente precisa dar prioridade ao transporte público, que a gente precisa fazer faixa exclusiva, mesmo tendo duas faixas de rolamento. Uma tem que ser do ônibus. Porque o desenvolvimento econômico, ele tá ali dando ônibus. É ali que move o país. Quem utiliza o transporte público tá dando. Então a gente tem que preferenciar essas pessoas que acordam 4 da manhã, 5 da manhã, 6 da manhã para atravessar muitas vezes a cidade e para voltar precisa de mais 2 horas, sendo que poderia ser uma hora. Mas todos nós temos que enfrentar esse assunto, na minha opinião, e aumentar a prioridade ao transporte público. Uhum. Então, eu acho que o rótulo é um exemplo disso. Eu me lembro que quando eu cheguei falei: "Pô, não tem um terminal nos Amarais. Vereador cobrava muito aqui, por exemplo, Rumens, vamos fazer um terminal. Terminal no Campo Belo, do Campo Belo." Falei, como é que não tem um terminal? Vamos fazer tá lá. As duas as duas licitações foram pra rua ontem ou hoje? Hoje é dia 30. É, não, a gravação é no dia 31. A gravação é dia 31. Então hoje, né, no desculpa, no dia 31 de março foram publicados os editais dos projetos executivos do Amaras no Campo Belo. Eu falei, gente, como é que não tem um terminal de 11 no Campo Belo? Né? Precisa ter. faz muito tempo. Brigamos, achamos a área ali na frente da pista. Eh, mas é isso. A gente tem que entender que para ser eficiente uma operação tem que ter terminal de ônibus também. Então, tá tendo, vamos construir um terminal no Galeria, tem o terminal de Souza, as pessoas reformadas, tem um terminal mercadão ali que a gente fez, ficou maravilhoso, né? Era um uma coisa horrorosa. 52 anos sem uma única reforma, nós botamos tudo no chão e fizemos novo. Por quê? Porque nós precisamos priorizar quem usa ônibus. É isso. Vocês estão citando bastante a questão da quebra de ônibus. Então, pra gente poder encerrar o questão de ordem, que a gente já tá chegando a 1 hora de programa, Felipe Rubens e depois com o Vinícius Ribeiro. Está em discussão o projeto de lei complementar de autoria do poder executivo sobre prorrogação das concessões do serviço de transporte público coletivo aqui de Campinas. Em um parágrafo fala sobre, abro aspas, fica autorizada a prorrogação dos contratos de concessão de serviço de transporte público coletivo vigentes por prazo não superior a 3 anos. Como é que vocês analisam essa possibilidade e também este projeto que vai ser bastante, já está sendo bastante discutido aqui na Câmara, mas tem este projeto de lei complementar, já que vocês estão citando sobre bastante quebra de ônibus e aí pode ficar até 3 anos. Eu tenho a minha opinião, lei ela tem que ser cumprida. A lei cível, a lei contratual, ela fala que contratos precisam ser feito em 36 meses, entendeu? Então o poder público ele tem que cumprir a legislação e não quer dizer, foi o que eu disse no início, não quer dizer que vai durar os 36 meses. A lei fala que o contrato tem que ser feito desta maneira, porém pode ser aí essa transição, 9 meses, 11 meses, 12 meses e nós como vereadores, estaremos em cima para que isso seja feito quanto antes. Agora, isso é a parte técnica, a parte jurídica que envolve os órgãos competentes, que envolve a a burocracia, não é que vai durar os 30 os 3 anos. Nós temos pressa para que esses novos ônibus cheguem o quanto antes para que a nossa população possa ter um transporte público e o transporte público de qualidade. Essa a nossa função aqui na Câmara de cobrar isso e é isso que nós estamos fazendo com responsabilidade e seriedade. Muito obrigado, Robert, Gabriel. Eh, até ontem eu tinha uma, eu ia num consenso de muitos vereadores. Hoje eu meu pensamento mudou. Esse projeto de lei tem uma causa resolutiva com relação a isso, 3 anos. Não implica que será 3 anos. Conforme o presidente já falou, já explanou na audiência pública, provavelmente 14 meses é um tempo que estimado para que isso possa concretizar. Sim. os 3 anos que são colocados, conforme o Felipe falou, são questões, são normativa que tem que constar no no projeto de lei. Eu, particularmente, e votarei, se for o caso, pelos 3 anos. Se houver alguma emenda que o executivo acha que possa diminuir, evidentemente que também acompanharei, mas acredito eu que é necessário que haja o tempo hábil para que essa transição seja feita de forma ordeira e não haja complicações futuras se a gente houver uma celeridade nesse processo. Vinícius, na reunião ordinária de número 16, o vereador Rodrigo da Farmadic em um tempo de liderança e que teve o apoio do presidente da Câmara, Luiz, e de diversos vereadores no microfone de A parte. propôs uma reunião com os consórcios vencedores em um trabalho de fiscalização e para dar uma resposta à população sobre a prorrogação de contrato e disse também que iria conversar com ADEC para est envolvida nesta reunião. Como é que você enxerga esta situação dos possíveis 3 anos, Gabriel? Na verdade a gente tá à disposição, né, para prestar qualquer qualquer esclarecimento, né? Nós já tivemos aqui numa numa audiência pública recentemente falando sobre esse projeto de lei especificamente. O que eu quero e deixar registrado aqui mais uma vez, assim como eu disse na audiência pública, se a gente aprovar essa lei com 2 anos, pode ser que a gente volte aqui e faça por mais um ano, mesmo, agora tem uma observação importante, mesmo com a operação já nova acontecendo, o que é preciso entender e as pessoas precisam entender, os vereadores também, eh, é que a gente não não, como disse o Felipe, o Felipe Foi fantástico numa fala ali que ele disse que prefeito que não quer um transporte público bom, reeleito da forma que foi reeleito. Nós temos um grande desafio, colocar para operar os novos operadores depois de homologado o resultado da licitação. Pois bem, em até 12 meses nós vamos fazer isso. É contrato, nós temos que cumprir o contrato. Ah, pode ser em 13 meses, 14. Mas vamos trabalhar com 12 meses, um ano. Nós temos que colocar para operar em 12 meses. Pode acontecer em oito. Pode acontecer em oito. Isso não quer dizer que a gente vai ter que encerrar o contrato antigo. O contrato antigo ele precisa passar por auditoria para ser encerrado. Eu disse na Câmara e vou repetir aqui. Nos últimos anos, a gente emitiu de multa por descumprimento de horário, quebra, mais de R4 milhões de reais em multas de transporte público. Não tô falando de trânsito, transporte público. Recebemos já descontando o subsídio 43 milhões. Ou seja, eu tenho um saldo de 11 milhões para receber ainda. Esse ano a gente deve emitir de multa mais 20 milhões. Então vamos imaginar que são 20 milhões e o contrato antigo, que é o atual, acaba em dezembro. Ele precisa me pagar, ele precisa pagar em DEC, ele não vai pagar vista. O contrato antigo, ele vai precisar existir ainda para receber esse valor, parcelar esse valor, receber. Nós temos o saldo de rua também. Que que é o saldo de rua? Pessoas que compraram os créditos e não utilizaram nesses 12 últimos meses, que vence um ano. Uhum. Chegou em janeiro já com os novos operadores, vamos dar um exemplo de janeiro. Janeiro, novos operadores e o saldo de rua, ele precisa me pagar, ele precisa passar para ENEC para eu passar pros novos operadores. Vai pagar a vista? Não sei. Isso tudo a gente vai fazer na transição. Isso não quer dizer os 3 anos, como o Felipe falou, o Rubens falou que os antigos operadores vão continuar 3 anos. É só o contrato. E por que que a gente precisa fazer isso? Porque o contrato da concessão, assim como este novo, é de 15 anos mais 5, esse outro último também é. E acaba agora dia 29 de abril de 2026. Nós não podemos prorrogar este contrato. A lei não nos permite. Só se a gente aprovar essa lei com a cláusula resolutiva. E lá tem uma cláusula resolutiva, gente. A cláusula resolutiva traz essa possibilidade de encerrar em 8, 9, 10. Ah, resolveu tudo, auditoria, tá, tá, tá, encerrou o contrato. Ah, em 15 meses encerrou, mas a operação nova já tá funcionando. Em até 12 meses ela tem que funcionar. um contrato, tem que ser cumprido. O contrato é muito simples, Vinícius presidente, eu vejo quando a gente vai alugar uma casa, a gente faz o contrato de 36 meses, que no prazo de 12 meses, ele tem lá, se você romper antes dos 12 meses, multa, você tem a multa, porém depois de 12 meses, você pode romper a qualquer momento, desde que você avise num prazo de 30 dias, não é isso? Então isso acontece com a gente, né? Um exemplo na pessoa física, ainda mais tratando de um contrato como esse, de uma cidade como Campinas, né? Porque existe aí todas as burocracias e a gente sabe e entende como o vereador Rubens diz, que é melhor tudo isso ser feito com tranquilidade, com calma, para que nós possamos ter um contrato posterior de muitos anos que essa empresa irá trabalhar aqui, que seja de uma forma eh certa, correspondendo aquilo que foi feito nessas transições de forma aí eh tranquila de ambas as partes. Vinícius, para encerrar mesmo a última pergunta, teve vereadores chamando atenção por uma preocupação sobre a tramitação do novo contrato e uma possível judicialização dessa licitação. Quero saber, existe essa possibilidade, ela é real e por que ela aconteceria? Ô Gabriel, na verdade a gente tá num país democrático, tudo é possível. A justiça é aberta para todos. Alguém pode ir lá hoje entrar na justiça, questionar, assim como duas, dois duas pessoas, se eu não me engano, uma pessoa já foi no Tribunal de Contas questionar, já arquivou. Então, tudo é possível. Eu não vou me manifestar sobre isso, porque tudo é possível, é permitido. Você tem o direito de ir na justiça, questionar, só que você tem um juiz para analisar que pode ser favorável ou não. Então, pode ser questionado todos os assuntos. Ah, eu não gostei que o leilão aconteceu de tarde. Ele pode questionar. Mas vocês estão segur de manhã. Não, a gente não tá seguro. A gente tá totalmente seguro. Porque nós chegamos, é importante essa pergunta porque nós fizemos o o o Felipe trouxe uma coisa também interessante. Nós fizemos uma uma o ex-prefeito Jonas fez uma tentativa de licitação. Tiveram 90 apontamentos do Tribunal de do Ministério Público. 90. Essa licitação parou na justiça. Quando a gente chegou em 2021, eu fui conversar pessoalmente com o juiz Dr. Gídaro, Wagner Gíaro, doutor, nós precisamos reabrir isso aqui, precisamos fazer a listação, tá liberado, pode fazer. Recomeçamos o processo porque nós estávamos num período de pandemia, precisava refazer os números, o número de passageiros caiu, todo mundo sabe disso, né? Eu não preciso aqui lembrar. Refizemos o processo. Nenhum apontamento do Ministério Público. Tribunal de Contas fez 14 apontamentos. Arrumamos os 14 apontamentos. O edital foi pra rua, deserto. Ninguém se interessou. refizemos todo o processo. Ministério Público, nenhum apontamento. Mais uma vez, Tribunal de Contas fez um um apontamento, ó, o fator de utilização, vocês se equivocaram, chamou a atenção. A gente arrumou agora aí nos últimos 30 dias, arrumou rápido, foi muito rápido. Houve um erro mesmo na planilha, arrumamos, o edital foi pra rua, teve vencedor. Não tem nenhum, não tem possibilidade de ter questionamento no edital. Não tem mais, já passou. Agora é fase de análise de documentação. O processo de licitação até a fase de leilão não tem mais como ser questionado. Foi isso que foi dito inclusive na manifestação do Tribunal de Contas recentemente aí dos dos requerentes que ali questionaram. Então tudo pode acontecer, né? Tudo pode acontecer. Pode, como eu disse, pode acontecer, mas a gente tá seguro, tá fazendo um trabalho transparente, pedindo diligência, já pedimos diligência às empresas, né? Já enviaram a planilha, enviaram os atestados, já tava lá dentro do processo. Analisamos, pedimos diligência, ó, isso aqui responde, isso aqui, responde isso aqui. Já responderam, a gente tá analisando de novo. Em breve a gente vai ter as decisões. Então assim, é só importante registrar que todos têm direito de a justiça e a gente não pode impedir isso. A gente pode se defender assim como aconteceu recentemente aqui na Câmara. conseguiram uma decisão dos cargos. É um exemplo. No Tribunal de Justiça reverteu. É isso. Tudo pode acontecer. Informações importantes, mas o meu tempo tá encerrado. Vereador Felipe Marquezi, presidente da Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário aqui da Câmara. Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, as informações que foram trazidas aqui de grande valia pro nosso telespectador. Já faça um novo convite para você retornar aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Gabriel, cumprimentar pelo excelente programa, cumprimentar vereador Rubens Gazo, o presidente da INDEC, Vinícius Riverete. Estamos nessa expectativa dessas novas empresas que ganharam o pregão, a licitação. E nós, como a população, estamos ansiosos para que o quanto antes essa empresa comece a operar, nós precisamos do nosso município de ônibus de qualidade, de ônibus novos, porque a nossa população é digna e merecedora de ter aí um transporte público de qualidade. E é isso que nós estamos fazendo aqui na Câmara. cobrando, acompanhando e faremos e continuaremos acompanhando todos os detalhes até que conclua-se todo esse processo agora de análise de documentação para que essa nova empresa assuma e possa trabalhar por anos aqui na nossa cidade. Muito obrigado ao vereador, ao presidente, ao Gabriel e estamos sempre à disposição como presidente da comissão de mobilidade urbana. Vereador Rubens Gaz, também agradeço muito a disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso programa, os exemplos trazidos de grande valia pro nosso telespectador. Já faço um novo convite também pro senhor retornar aqui aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Obrigado, Gabriel, obrigado pelo convite. É uma honra poder participar desse programa. Quero aqui cumprimentar de novo o meu amigo do partido Felipe, que fez parte, o presidente da INDEC. E quero deixar uma ressalva aqui que eu acho que é muito importante. É um momento de consenso entre todos. Eu vi esses dias alguém eh atiçando fogo nesse processo e as pessoas têm que entender que quem perde é Campinas, quem perde é os munícipes. Nós precisamos entender e a população tem que estar bem esclarecida como funciona toda essa transição. Então as pessoas, os opositores, a tudo isso tem que ter o bom senso, tem que ter a lisura, a idoneedade de saber tratar, porque se trata de um processo de transição muito maleável, muito perigoso pra cidade de Campinas, para qualquer outra cidade que que passar por toda essa transição. Vinícius Riverete, presidente da INDEC, também meu muito obrigado mais uma vez por ter aceito o convite para participar aqui do programa Questão de Ordem, a disponibilidade do seu tempo, respondendo todas as perguntas, informando a população sobre este novo contrato, processo de licitação, também um contrato que ainda está em vigor. Já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios. Gabriel, obrigado. Queria agradecer ao vereador Felipe, ao vereador Rubens Gast, dizer que é uma honra estar aqui de novo e a gente tá à disposição, torcendo para que tudo dê certo. Eh, e até a próxima. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído sobre este assunto, né, do transporte público coletivo municipal aqui de Campinas. Programa Questão de Orden fica por aqui. Até a semana que vem. Ciao. Ciao. เฮ
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