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Questão de Ordem | Segurança pública: facções, megaoperações em Campinas
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Questão de Ordem | Segurança pública: facções, megaoperações em Campinas

216 views Publicado 30/11/2025 HD · 59:42

Descrição do vídeo

No Questão de Ordem desta semana, conduzido por Gabriel Castro, discutimos um dos temas mais urgentes e complexos do Brasil: segurança pública e o avanço do crime organizado. O programa analisa os impactos das facções criminosas, as recentes megaoperações policiais no Rio de Janeiro e a forma como municípios como Campinas estão inseridos nesse cenário nacional. O debate conta com dois entrevistados com grande experiência no assunto: • Vereador Nick Schneider, presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública da Câmara Municipal de Campinas. • Ruirilo Magalhães, delegado aposentado, advogado, professor, ex-secretário de Segurança Pública e responsável pela implantação da Guarda Municipal de Campinas em 1997. Ao longo do programa, temas sensíveis e essenciais são apresentados de forma clara, técnica e aprofundada, permitindo ao telespectador compreender a amplitude dos desafios da segurança no Brasil. Entre os assuntos discutidos, estão: 🔹 A megaoperação mais letal da história do Rio de Janeiro, realizada nos complexos do Alemão e da Penha, que resultou em 122 mortos e mais de 100 prisões. 🔹 O confronto de narrativas entre o Governo Federal e o Governo do Estado sobre apoio operacional e a atuação da Força Nacional. 🔹 A execução do ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Rui Ferraz Fontes, atribuída ao alto escalão do PCC. 🔹 O levantamento do Atlas da Violência apontando a presença do PCC e do Comando Vermelho em quase todos os estados brasileiros. 🔹 A expansão das facções para fora dos grandes centros urbanos, incluindo estados do Norte e Nordeste e ações de lavagem de dinheiro em condomínios de luxo. 🔹 A realidade de Campinas dentro deste mapa de atuação criminosa, com casos recentes de prisões, apreensões e investigações envolvendo facções. Além disso, o programa aprofunda debates como: ⭐ O papel atual da Guarda Municipal de Campinas O delegado Ruirilo Magalhães relata a origem da GM, sua implantação histórica, os fundamentos da formação dos primeiros guardas, o policiamento comunitário e a evolução da corporação nos últimos 30 anos. ⭐ Como a política influencia o debate sobre segurança pública O vereador Nick Schneider analisa como decisões federais, estaduais e municipais se conectam — e muitas vezes entram em conflito — quando o tema é enfrentamento ao crime organizado, policiamento ostensivo e políticas sociais de prevenção. ⭐ A proposta de Lei Antifacção Aprovada com 370 votos na Câmara dos Deputados, a legislação prevê: Penas de até 40 anos Progressão mais rígida (até 85% da pena cumprida) Envio de líderes de facções para presídios federais Bloqueio imediato de bens e criptomoedas Tipificação de crimes como novo cangaço, domínio territorial e uso de drones explosivos Os convidados analisam avanços, lacunas, riscos constitucionais e o impacto real na vida do cidadão. ⭐ Educação e segurança: caminhos que precisam se encontrar O delegado Ruirilo reforça a importância histórica da atuação policial nas escolas e explica como conhecimento, civismo e comunidade formam pilares decisivos para prevenir a violência a longo prazo. Este episódio reúne informação qualificada, contexto histórico, debate técnico e análise política, trazendo ao telespectador diferentes pontos de vista e elementos fundamentais para compreender o cenário da segurança pública no Brasil e em Campinas. Assista, participe e compartilhe com quem precisa entender melhor esse tema tão urgente para a sociedade. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem. No último mês aconteceu no Rio de Janeiro a operação mais letal da história do estado contra o comando vermelho nos complexos do alemão e da Penha. A ação deixou 122 mortos, sendo 117 suspeitos e cinco agentes. Os policiais prenderam 113 pessoas, 91 fuzis, além de outras armas e veículos. E após a mega operação, o governador do estado, o Cláudio Castro, afirmou que o governo federal negou ajuda, não emprestou o blindado, por exemplo. Por outro lado, o governo federal negou a falta de ajuda e diz que sempre tem atendido as demandas dos estados para o emprego da força nacional. Aqui no estado de São Paulo, o Ministério Público de São Paulo denunciou oito pessoas pelo assassinato do ex-delegado geral da Polícia Civil, o Rui Ferraz Fontes, executado a tiros em setembro em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo. O ex-delegado teria sido executado a mando do alto escalão do PCC como vingança pela atuação policial ao longo da carreira. De acordo com o Atlas da Violência, o PCC e o Comando Vermelho estão presentes em todos os estados do Brasil, menos no Rio Grande do Sul, onde existem outras facções. Então, como fazer o enfrentamento? De que maneira a cidade de Campinas está inserida neste contexto da segurança pública? Para debater o assunto, eu recebo aqui no estúdio o vereador Nick Schneider, ele que é o presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública e o Ruirilo Magalhães, que possui graduação em Ciências Jurídicas e Sociais, curso superior de polícia, Polícia Civil do Estado de São Paulo, é professor, é advogado, delegado de polícia aposentado, ex-secretário de segurança pública de Campinas, já trabalhou também nas cidades de Valinhos, de Jaguar, Una, então tem muito para contribuir aqui no nosso debate. Lembrando que ele vai acontecer e eu farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Nick Schneider, começo com o senhor. Primeiro, como tem sido o trabalho da comissão de segurança pública aqui da Câmara. Recentemente nós tivemos uma reunião para falar sobre estrutura, resultado do Centro Integrado de Comando e Controle da Secretaria de Segurança Pública aqui de Campinas, que a análise que dá para fazer do trabalho que está sendo realizado. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Gabriel, um prazer estar com você mais uma vez em mais um programa Questão de Ordem. Dr. Rui, um prazer estar com o senhor, dizer que à frente da comissão de segurança pública da casa da Câmara Municipal de Campinas, a gente traz essa responsabilidade de debater os assuntos de segurança, de trazer a pauta, trazer à luz os assuntos de segurança. E nós estamos vendo no nosso Brasil esse assunto emergindo, né? Campinas não pode ficar fora dessa discussão, fora desse debate. A comissão tem feito a sua parte, tem trabalhado. Nós já tivemos reuniões para apresentar o trabalho que a guarda faz com as mulheres através do Gama. Nós já tivemos reunião para tratar recentemente do Centro Integrado, que é o Centro de Monitoramento. Nós tivemos reunião para tratar da função delegada, atividade delegada proposta pela Polícia Militar. Então são todas pautas, todos os assuntos que a gente tem produzido, tem tentado trazer a luz aqui na Câmara Municipal, estando à frente da Comissão de Segurança Pública. E é uma alegria estar aqui com vocês para tratar disso nos nos no seu fiel público do programa Questão de Ordem, que vai ao ar pela TV Câmara. Aliás, essa questão da função delegada já foi tema aqui do programa Questão de Ordem. Então você pode entrar lá youtube.com/tvcameracampinas, digitar questão de ordem atividade delegada e você pode assistir na íntegra este programa sobre a função, né, que muitos policiais exercem, que ainda não tem na cidade de Campiras. Foi um debate que nós tivemos, né, muitos profissionais que acabam indo paraa cidade de São Paulo e outros municípios aí fora do horário eh de trabalho. Participa do questão de ordem o Rurilo Magalhães, eh que implantou a Guarda Municipal aqui na cidade de Campinas em 1997. Inclusive a Academia Formação da Guarda Municipal foi nomeada em homenagem ao ex-secretário de segurança pública. Então primeiro, como é que surgiu essa necessidade? Como foi na época? Como enxerga hoje o papel da Guarda Municipal? Cresceu, evoluiu nesses quase 30 anos? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eu que agradeço a você, Gabriel, e ao vereador Nick Schneider. Conheci o pai, conheço o pai na época em que ele foi vereador. Eu também acho que fui secretário, né? É um prazer estar aqui no programa Questão de Ordem, porque Campinas realmente tem esse nesse programa momentos de interesse público. Sim, isso é muito importante. Oxalá as pessoas eh participem mais deste programa, porque eu às vezes assisto, não assisto totalmente porque são vários horários, mas é muito importante que a população saiba do trabalho dos vereadores da Câmara Municipal. Isso é importantíssimo, porque ficar falando é fácil. precisa ver o que eles estão fazendo. Não estou aqui não é não é fazer a defesa, é trazer a baila uma conversa interessante. Você me falou aqui da da Guarda Municipal, eu tenho que relatar aqui, contar uma história breve, mas o a Guarda Municipal era um anseio de décadas da população campineira. A Guarda Municipal foi criada, eh, não foi criada, ela depois eu vou fazer todo histórico legal, mas já em 1946, meu pai foi secretário, tipo secretário de educação, na época era diretor do departamento de ensino e difusão cultural no governo de Joaquim de Castro Tibiristá. E naquela época já se notava a necessidade de tomar conta dos próprios municipais, das escolas municipais. Tanto que eu tenho lá no meu escritório ten um embleminha. Meu pai gostava muito de ecologia, meio ambiente. Eu tenho um embleminha da da guarda antiga guardaescolar de 1946 no governo do Tibiriçá. eh, uma palmeirinha, tal, tal, tal, porque ele procurava deixar as escolas mais aprasíveis de uma maneira melhor. Com o passar do tempo, a situação da segurança pública foi realmente dando vez a possibilidade de se realmente levar adiante essa ideia lá de 46. Em 1991, o então prefeito Jacó Bitar Uhum. Ele fez uma lei criando, criando, note bem, a Guarda Municipal em 96, não, em 91. Então, me parece que essa lei inclusive era também da autoria de dois vereadores, do Celim e do Marco Chedi. OK. E e ficou parada até 96 essa ideia, quando o então hoje deputado federal Carlos Sampaio foi guindado ao cargo de secretário, criaram uma secretaria, a secretaria que existe até hoje, Secretaria Municipal de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública e que é o carro chefe seria então a Guarda Municipal. E o deputado Sampaio, na época secretário, ele se afastou, me parece que ele era deputado estadual, ele se afastou e foi dado início a uma patrulha escolar muito semelhante ao que meu pai fez lá em 46. Era um uniforme um pouco diferente desses que tem hoje. E eram recrutados apenas 30 servidores municipais do serviço público. Eles fizeram treinamento. Foi em novembro, época, vamos, vamos contar a verdade, época de eleição, tá? O apelo aí é bom ter eleição porque o pessoal trabalha também mais. [risadas] Então é nesse sentido. E foi dado início uma patrulha escolar, mas não era a guarda, tá? quando a a perderam a eleição, quem assumiu foi o prefeito, deputado prefeito Francisco Amaral e ele eh nos chamou e eu nem esperava porque eu tava no final da carreira de delegado, tal, ele falou: "Não, você tem uma missão, se você quiser topar, vamos topar que eu vou implantar a guarda". Aguarda, por já tinham aberto o concurso na época do Sampaio. Realmente foi ele que abriu o concurso, mas ficou nisso. Então nós precisamos formar o guarda. O guarda você não coloca na rua. Esses 30 era uma um vamos dizer um embrião, mas não eram guardas. Então nós fomos criar a Academia Preparatória de Guardas Municipais para dar uma formação a esses guardas. Felizmente, eh, eu tenho que sempre lembrar, meu pai foi educador e me ajudou muito, tanto que a academia tem o nome dele, o nome é muito parecido, é Ruirilo de Magalhães, eu sou Ruirilo Pedro de Magalhães, Pedro de Magalhã. E foi até o vereador Santini que deu o nome porque ele conhecia toda a história do meu pai como jornalista. Meu pai também escreveu muito jornal e deu o nome do meu pai da Academia Preparatória de Guardas Municipais. E a busca que ele sempre me orientou na formação dos guardas era um policiamento pioneiro que a gente nós tentamos baseado no lema e nage de do lema cortesia, energia e civismo, sempre procurando aproximar o guarda da população com respeito à população, com respeito à história da cidade, com respeito aos próprios municipais. O guarda tinha que se integrar a e eu acredito que hoje deve deva continuar porque eu me me dou muito bem com os guardas, encontro eles sempre lembram. Então deve ter passado de geraç de de turmas para turmas essa formação. Espero eu que tenha dado essa continuidade porque era um policiamento pioneiro. O guarda se identificava com a população do bairro. Nós até às vezes até os guardas ficavam um pouco, mas eu quero ir para outro lugar. fal não, primeiro nós precisamos criar um contato polícia povo, guarda municipal povo ou guarda fiscalizar e ser fiscalizado. O pessoal às vezes chamar até o guarda pelo próprio nome. É um policiamento, vamos dizer, a Polícia Militar tem semelhante a algo comunitário, mas a integração do guarda com a população do bairro, isso é fundamental, porque cria uma confiança no guarda e na população. Ele sabe quem é, sabe a hora que ele tá por ali e tal. Então tudo isso fez parte da formação da guarda. E aí o Chico mandou a gente implantar, criamos academia, formamos cinco turmas, quase 450 homens. Aguarda e foi um trabalho ercúlio, sem dinheiro, porque não tinha dinheiro. O Chico falava: "Se vira tal" [risadas] e a gente foi formando, trazendo professores. Eu conversava bastante pessoal do exército, da Polícia Militar, da Polícia Civil. Eh, a prefeitura tem uma pleiaad de servidores públicos excelentes, tanto no aspecto da saúde, da educação. Então, nós conseguimos formar um um quadro de ensino muito bom e que foi dado a largada. Então, nós fizemos uma um trabalho de 450 homens, hoje me parece tem 750 e nós saímos faz 25 anos. Quer dizer, foi um trabalho muito forte. Sofremos sim por parte da imprensa. Eu não, mas vale a pena. Vale a pena. A imprensa cobrava e cobrava muito. Isso é muito importante, porque a gente procurava esmerar cada vez mais o nosso serviço. Eu chamava os guardas, conversava com eles, falava: "Nós estamos começando, a gente não pode começar errado, a gente começar certo." Sim, a guarda é uma guarda cívica, é uma guarda que é um policiamento, nós tínhamos como pioneiro o policiamento ostensivo, quer dizer uniformizado, preventivo, que é para prevenir nas escolas, nas creches, nos próprios municipais, nas ruas, eh, enfim, hoje agora já avançou bastante, foi difícil no começo. Então, preventivo sócio, que é esse da integração com a população, educativo, porque os guardas que entraram, que entram, normalmente o concurso é difícil, então eles têm uma boa base eh educacional, cultural. Isso eu falo, vocês podem trocar ideia, ajudar a população. Eh, cívicoedução, civismo, o lado de civismo não é escola cívico-militar, vamos deixar claro, não vamos misturar, é o civismo, o amor à pátria, o amor às coisas da cidade, aos valores da cidade. A gente dava aula de história da cidade para os guardas para eles entenderem que a cidade é deles. É uma guarda pioneira, é uma guarda da cidade, é uma guarda cívica da cidade. Então, é importante que o guarda ele tem muito mais vínculo. Eu fui policial, mas eu fui policial do estado de São Paulo, Polícia Civil. Então trabalhei em várias cidades. Agora o guarda normalmente ele trabalha aqui. Então ele pode se identificar muito bem com a cidade de Camp, uma relação de pertencimento aonde ele está. Exatamente. Ele orgulho, o filho dele tá na escola, a família dele tá aqui, mesmo aqueles que não moram, ele se identifica com a cidade. Então o objetivo da guarda foi esse desde o seu nascedouro aqui, depois implantada pelo prefeito Francisco Amaral. Vereador Nick Schneider, a Guarda Municipal de Campinas foi criado então, né, com este propósito de auxiliar, né, proteção dos bens públicos municipais, mas teve a função aumentada de acordo com as dificuldades enfrentadas aí no combate à violência, à criminalidade, né? Como enxerga o trabalho que é realizado hoje? Eles têm a autonomia adequada ou eles precisam de mais poder para poder atuar? De que maneira que você enxerga esses quase 30 anos da implementação? Primeiro dizer como é bonito, né? A história ela vai se sendo feita ao longo da vida. E nessa época que o doutor tá falando aqui, meu pai era diretor da assistência social, é da prefeitura. E e eu eu me lembro assim da da criação da guarda. Eu tinha por volta de 16 anos de idade. E como é bonita a história, né? como a gente vê a nossa cidade eh olhar para trás, quantas pessoas somaram paraa nossa cidade, se preocuparam com a nossa cidade, construíram os prefeitos que passaram, os vereadores, secretários que passaram, né? Muitas vezes a gente tem a a tendência de de julgar muito, né? de criticar muito o agente público, o agente político, mas aqui eu quero valorizar nesse momento essas pessoas, né, que fazem a história, né, que trabalham bem, como é o caso do Dr. Rui, que deixou um legado, que deixam legados paraas cidades, pro estado, pro país. E e com relação à guarda, é um grande patrimônio da nossa cidade, né, Gabriel? Hoje impossível se falar em segurança pública da nossa cidade sem considerar a Guarda Municipal. A Guarda Municipal, como você bem disse, que partiu de uma ideia de um de uma proteção ao patrimônio público, hoje faz papel de policial militar, faz, não dou policial militar, mas funções colaborativas que se assemelham muito no sentido a a combater o crime mesmo. É que a população liga, chama, né? Só um parênteses, pois não me permita. Junto passou, eu falo muito às vezes, [risadas] mas o que eu quero dizer, não é que se assemelham, não, a guarda faz o mesmo papel da polícia militar, é que o que houve foi que a Constituição Federal estabeleceu no artigo 144 que a guarda ia proteger os próprios municipais. Mas a gente enfrentou, nós enfrentamos uma resistência muito grande, inclusive pro armamento da guarda que não era proibido, que era proibido no começo, né? Foi, foi uma luta também isso. Daí eu consegui com seccional, fui lá, colhi a assinatura dele na hora para Tanto que é importante dizer a essa guarda, ela começou em no dia 14 de julho de 97. Nós trabalhamos 6 meses sem arma. Isso porque eu fui eh mostrando para a Polícia Militar, para a polícia civil, polícia civil que dava, aquela época não era federal, era polícia civil que dava o por de ar. Então, eram meus colegas, eu tive que convencê-los, convencê-los. Aí o Almeida num dia falou: "Agora eu vou dar o porte". Nós, eles trabalharam os guardas inicialmente na cidade de uma cidade de Campinas que já não, já tinha problema em 97, problemas violentos também, como sempre vai ter, eh, melhor minimizá-los. Sim, mas o que houve? Eles trabalharam sem armas. Os guardas foram pro trabalho e a gente foi, foi, foi. Depois nós armamos um aí o período da noite. Então eles foram levando e aguarda, vereador, faz o mesmo papel. Foi uma luta muito grande. Nós apanhamos muito disso. Eu fui eleito presidente do Conselho Nacional das Guardas Municipais por aclamação várias vezes, porque nossa, Campinas saiu na frente e logo quando nós chegamos nos primeiros congressos das guardas, Campinas já e aparecia. E aí o que houve? Nós mostramos que a guarda poderia fazer tudo. Primeiro a função constitucional que tá clara, mas depois tá andando na rua, ele pode abordar, ele pode isso, pode aquilo e no fim nós convencemos. Tá dando certo hoje essa resistência, [risadas] desculpe aí, diminuiu essa. Obrigado aí, mas é isso. Você veja como como é importante, né, Gabriel? Esse acervo humano, né? Esse acervo histórico que que o Dr. Ruir ele tem no na cabeça que puxa todos os detalhes de das etapas de progresso da questão da, por exemplo, da Guarda Municipal e e nós temos visto no dia a dia da cidade a importância da guarda, né? Nós vimos isso alguns dias atrás naquele assalto ao shopping, um dos maiores shoppings da cidade de Campinas que houve, na apreensão de drogas que houve também ali na Vila Padre No Manuel de Nóbrega e outros bairros também que vira e mexe acontecem. Então veja que e tudo realizado pela Guarda Municipal, né? Depois a PM no caso do Shopping entrou entrou no no sistema, ajudou a prender, mas partiu da guarda, o monitoramento, né? a captura do carro eh que foi furtado. Então, veja que a guarda está cada vez mais ativa na nossa cidade, né? Isso é bom, mas também mostra uma preocupação muito grande que é a violência, né? Então, se a guarda está trabalhando muito, é porque tem muita violência, né, doutor? Então, a gente tem tem sim que valorizar e tem que dar essa visibilidade aqui na Câmara. Temos que amadurecer assuntos pertinentes da guarda, propostas, projetos de lei para que a coisa evolua, para que todo esse trabalho que o Dr. Ui plantou lá atrás venha numa crescente e cada vez mais atenda a nossa cidade que só cresce, né, e que demanda de muito trabalho. Sobre essa questão então de muito trabalho. Ô Rurilo, na sua primeira resposta me chamou atenção, o senhor citou bastante a questão das escolas. Nossa primeira resposta várias vezes você citou a questão de escola. Como é que é essa relação de segurança pública com educação? Porque muitas vezes na cabeça das pessoas pode ser algo que tá separado, que são pastas diferentes, mas em algum momento precisa convergir a educação. Tem que tá próxima ali da segurança pública. Muito. E é e não é possível que aqueles que são chefiam ou dirigem as polícias eh deixem de lado o problema da educação. Educação é a base de tudo. São as crianças que estão nas escolas, é o futuro do país. tem que pensar nisso daí. E a e a polícia eh tem que ser vista como algo que soma, algo que protege, algo que é amigo para que eh nós tenhamos. Então esse trabalho nas escolas eu fazia questão e e parece que os guardas têm eles têm bastante contato com as escolas atualmente. Agora evoluiu sim. Vamos deixar claro isso nesse período todo, graças ao trabalho, inclusive o trabalho numa comissão dessa que desponta e faz com que os guardas prestem atenção tudo isso. Então é importante que o que a polícia de modo geral, no caso de Campinas, as guardas municipais, porque eles têm que fazer um policiamento, hoje tem câmeras, tal, mas nós temos um centro integrado de câmeras. Então, todo esse relacionamento é muito importante. E aí que eu digo, o policiamento era ostensível preventivo, sócio cívico, educacional. O educacional nós colocávamos juntos com o civismo porque o guarda ele saía, o que que acontecia, não é? gerirem outras secretarias. longe disso. Foi duro até passar pros colegas, secretários, diretores, tal, mas não. O guarda, ele anda a cidade inteira, ele tem condições de apontar uma escola que está com problema de esgoto, uma escola que tá com problema de alambrado, de muro. E nós fazíamos com que permanentemente eles fizessem um relatório e nós, aquela época era menor, mas nós analisávamos tudo e mandávamos pra secretaria competente, ó, tá, tem muro quebrado, tem isso, tem a árvore caindo, não sei o quê, uma série de coisa a gente passava, porque a administração é uma só, tem que ter essa integração de todos os setores da administração. Isso é importantíssimo. Não sei se continuam fazendo, mas tinha um relatório e eu olhava permanentemente. E me desculpe, mas cada um tem o seu jeito. Eu dormia com HT no no ouvido, quase não acreditava. 3 horas da manhã aparecia na plantão lá eles, por eles ficavam quase que órfãos, era uma instituição que tava começando. Então era necessário isso daí estar presente com eles para eles sentirem fortalecidos. É claro que ninguém ia alisar, passar a mão numa pessoa que fez coisa errada, mas felizmente se foram poucos os casos. Já já a gente volta a falar sobre a cidade de Campinas. Agora nós vamos ampliar o nosso olhar sobre segurança pública, porque recentemente, acredito que todo mundo acompanhou a mega operação no Rio de Janeiro em conjunto das polícias civil militar nos complexos do alemão e da Penha, que resultou então na morte de 117 suspeitos e de cinco policiais. Inclusive o quinto foi recentemente. Vereador Nick Schneider, de que maneira o senhor assistiu essa ação? Os desdobramentos? Fica alguma lição do que aconteceu no Rio de Janeiro. Primeiro que é algo que ninguém deseja, né? Ninguém deseja eh um conflito entre seres humanos dessa maneira. Eu sou cristão, sou católico. A gente sabe o valor do ser humano que nós não fomos feito feitos para isso. Nós somos feitos à imagem e semelhança de Deus para que tenhamos uma boa vida aqui, nos respeitemos e que nós vivamos em paz, em harmonia. No entanto, eh é público, é notório o mal que o crime organizado tem feito paraa nossa sociedade, esse comando vermelho, PCC e outras facções. Agora eu vi recentemente num telejornal que está vendo, vindo facções da Venezuela, da Bolívia para cá. Então, um absurdo. E o crime se combate, no meu ver, de três maneiras. Pela força, inteligência, pela força, tecnologia e inteligência. o emprego dessas três, dessas três características são fundamentais para se combater o crime. E ali usou-se as três, né? Usou-se a força porque foi preciso, porque os policiais foram recebidos com drone soltando bomba em cima deles com tiros, né? Tiveram a inteligência de levar o conflito para uma mata, né? O conflito foi predominantemente numa mata. e inteligência e tecnologia de monitorar e saber eh dentro do mais razoável possível enfrentar um crime organizado como esse que recebe os policiais, não é com não são com flores, não são com pedidos eh educados de de desculpas e sim com muita bala, com muito tiro, com muita violência. E contra isso, infelizmente, coube a Polícia Militar do Rio de Janeiro, a as forças armadas do Rio de Janeiro, eh, ir pro conflito. Mas é algo que se fez necessário, infelizmente, porque a aquela aquelas comunidades que estão eh citeadas e que estão eh dominadas por essas facções, elas são vítimas. Existem milhares de pessoas que são vítimas dessas facções e elas precisam ser libertadas por quem? Senão pelo estado. Então assim, a gente vê com tristeza. É evidente que vê uma mãe chorando a morte do seu filho não nos agrada. Só que nós temos o nosso livre livre arbítrio, nós temos a nossa liberdade. E essas pessoas que entram no crime, elas fizeram essa opção. Elas fizeram a opção de entrar pro mundo do crime, pro mundo das facções e acabam colhendo, infelizmente, ou felizmente, sob o ponto de vista de cidadão, de bem, eh essa essa força policial para deter tudo isso. Então assim, a gente vê com tristeza, mas algo necessário, viu, Gabriel? Uilo! Essa foi a operação mais letal da história do estado do Rio de Janeiro. E aí nós tivemos uma repercussão em todo o país, de uma parte de pessoas comemorando, de outras preocupadas, dizendo que isso não resolve nada, que no dia seguinte outras pessoas já estavam fazendo a mesma função no crime. Que impacto que tem uma ação como essa no nosso país? Você entende que pode incentivar outros governos a agirem com rigor? É necessário esse tipo de ação? Tende a ser permanente ou o caminho não é esse? Sim, terminou bem, tem de ser permanente. Eu concordo com o vereador nesse sentido, porque eles não iriam fazer uma operação estabanada. participaram Ministério Público, com certeza a justiça que autorizou mandados de busca e apreensão, mandados de prisão, a Polícia Civil do Rio de Janeiro, que é muito eficiente na parte jurídica e a Polícia Militar também. Então, houve um uma integração entre as forças, um estudo eh anterior para que se fizesse essa operação. Penso eu que pode ter havido um excesso ou outro, porque não tem como medir nessa hora, na hora da emoção, na hora da ação policial. É impossível você falar para o policial falar: "Agora você atire no pé dele." É impossível. Ele está num confronto no meio da mata, como ele disse. Vem disparo para cá, para lá, ele atira e no no meio que é muito mais fácil acertar. Entendeu? Então isso existe, não é isso? Só em filme. Quem gosta de ver filme não vai acreditar que isso daí eh vai achar que isso daí é uma operação danosa. Não foi danosa. Tanto que a população aplaudiu. E olha, e falo com você, como você terminou de falar, tem que ser permanente, tem que ser temos termos outras. Tanto que tá desencadeando uma série de leis aí. Não quero dizer realmente tem razão. Quem fala que isso daí não vai resolver o problema. Não vai. realmente não vai, mas vai amenizar o problema, o que resolve muito mais. A já que tocou nesse assunto, se puder eh dá uma abrangência um pouco maior. Nós recentem recentemente vimos a discussão dessa lei eh antifacção, lei crime organizado. Eh, não vou entrar no mérito, só acho que estavam misturando o terrorismo com crime organizado e isso juridicamente é inaceitável. São tipos penais, leis penais diferentes. Não se pode fazer isso. Tanto que o relator parou. E o que que houve? Essa lei agora ela precisa ter sequência. Mas a sequência, é importante que se diga, essa sequência só vai ter sucesso, sendo permanente se houver investimento numa polícia que tá muito esquecida, que é a Polícia Civil. Tá? São mais de 30 anos que a Polícia Civil vem sendo desestimulada, desaparelhada e entra governo, sai governo, fica aquela conversa e não, inclusive atual, não tem dado o devido valor. Por quê? Ah, crime organizado. Bom, tudo bem. Como é que você vai pegar o crime organizado com inteligência do vereador? Falou bem. Se não tiver inteligência, quem faz a parte de inteligência é a Polícia Civil. O Ministério Público faz também, mas a Polícia Civil tem muito mais estrutura do que o Ministério Público. A polícia civil está na Constituição para fazer esse tipo de trabalho, que é o trabalho mediante o inquérito policial para que leve a certeza da aplicação da lei penal. Porque o que acontece é o seguinte, tem o crime organizado, todo mundo sabe que tem, mas ninguém descobre. A polícia civil tá ali com as mãos atadas, lamentavelmente, ela não tem estímulo. Então essa lei vai ser uma lei inóqua se o morente no estado de São Paulo, porque no Rio de Janeiro a polícia atua mais, a polícia tem uma defasagem no número de homens trabalhando. Não é só no número de homens. O problema não é o número de homens, o problema é a questão de valorização salarial, tá? O policial ele vai para a delegacia, ele vai desmotivado. Entendeu? Eu sou de uma época mais pessoal tinha a gente ficava à noite, tal, hoje estão querendo fazer essa lei delegada. Essa delegada era melhor pagar bem ao policial, exigir que ele ficasse lá. Nós estamos invertendo a coisa. É melhor pagar bem a polícia para você ter uma polícia melhor e aí os problemas vão diminuir. Porque ocorre o seguinte, se a Polícia Militar não pegar e a Guarda Municipal não pegar, o coitadinho que teve uma casa furtada na periferia ou roubada, não vai ter esclarecimento. Agora, se tiver uma polícia que esclareça, eu me recordo, nós tínhamos quatro quartos e quartos dentro de delegacia, espaços e espaços, cheio de objetos aprendidos. Hoje é raro ter isso, compu? A polícia tá parada, infelizmente não é parada, mas tá devagar. E Rurilo, a gente pode dizer que também um dos principais desafios pra segurança pública no nosso país é a integração entre as diversas esferas governamentais, Polícia Federal, estaduais, municipais. Essa comunicação é algo que precisa melhorar? é muito necessário. Não vamos entrar aqui no mérito de governo estadual, governo federal, mas me parece que o governo federal está buscando essa a o susp. Já existia, de fato, já existia. Quando eu fui presidente do Conselho Nacional das Guardas, a gente tinha esse relacionamento, procurava fazer uma integração, o SUSP, então que talvez só com lei que isso seja levado adiante, mas precisamos cumprir a lei. Precisa ter essa integração. Em Campinas foi criado um centro integrado de segurança, não sei se tem reuniões, mas aquelas reuniões no nosso centro integrado participava o Dr. Torres, que era juiz de direito, o representante do Ministério Público, já me lembro o nome, se não me lembrar, fica o agradecimento, o Ademir Toso, que era delegado da Polícia Federal, ah, o comandante da Polícia Militar, o delegado, o chefe do daqui de Campinas, da seccional, participavam, todos participavam a Câmara com o vereador Romeu Santini, o Guilherme Campos que era da SIC, quer dizer, nós procuráamos manter reuniões mensais para integrar um pouco. Era o embrião, é começo. Isso é necessário. As forças da cidade são todos servidores públicos. Nós precisamos pensar no bem comum. É a comandante da Guarda Municipal, Maria de Lourdes, num questão de ordem que eu fiz, eu acho que neste ano, ela falou que esta reunião existe, não sei se com todas essas pessoas que foram citadas, mas entre as forças policiais, ela relatou aqui no questão de ordem que isso acontece. Nick, essa comunicação entre os governantes, você entende que esbarra na questão política? Um acusa o outro de querer se promover, um lado fala: "Foi uma ação bem-sucedida, foi um sucesso". E aí tenta trazer a opinião pública. O outro lado quer mostrar que houve abusos, que é uma questão muito mais ampla do que esta ação. Como que na sua visão deveria acontecer? Tem que ter uma integração ou quem conhece a realidade é o município, é o estado. É aí o governo federal acaba ficando de de lado. Como é que você enxerga, Gabriel? Primeiro eu enxergo que a política existe, a gente não pode negar, né? Então, mas a política com P maiúsculo, né? Eu digo o lado ideológico das pessoas, né? as pessoas quando se candidatam, ela elas acreditam em algo e elas passam pro seu eleitor esse algo que elas pensam e especialmente aqueles que defendem a bandeira da segurança pública ou tem outros que defendem outras bandeiras. E daí cabe ao povo na nossa democracia decidir qual o estilo de governo que que se quer, né? E daí se elege um candidato que é mais voltado à esquerda, à direita, o jeito de de a postura, o jeito de enxergar a segurança pública e outras temáticas. E daí quando acontece esse tipo de coisa, aflora essa essa ideologia, aflora esse sentimento, aflora essa visão de mundo, visão de estado, né? Eu acredito muito no equilíbrio, né? Como eu disse, como eu já disse, eu sou cristão, sou católico, eu sou de direita, sou conservador, mas nem por isso eu acho que é bom sair matando as pessoas, sair fazendo justiça, não é por aí, né? Mas nós estamos num ponto que se não for assim, essas pessoas que moram nas comunidades vão ser reféns até quando desses dessas facções, desses crime organizado, do dos PCC, do Comando Vermelho, até quando? Então, nós estamos num num num limite em que realmente, no meu ponto de vista, eh o Estado precisa mostrar a sua força. O estado precisa mostrar a sua força, seja através da ação policial, né, através de ações como essa, inteligência, através tecnologia, através da valorização de policiais, como diz o Dr. Irilo, mas também através da área social, né? Oferecer uma boa educação, oferecer saúde, oferecer cultura, oferecer esporte. Então, o estado precisa ser mais presente na vida do cidadão em oferecer esse tipo de situação, esse tipo de mas de oferecer eh condições para que as pessoas não vão pro crime. É verdade. Mas como se faz isso se o estado não pode nem entrar num complexo, não pode nem entrar numa comunidade? Então, o enfrentamento hoje nesses lugares onde o o comando, onde as facções dominaram, infelizmente, é inevitável do meu ponto de vista. E a política se se aflora nesses momentos, né, Gabriel? É um momento que que realmente faz. Agora você me perguntou com relação ao papel do governo federal. O governo federal onde se tem a maior fatia dos impostos fica com eles. O cofre tá com eles, o dinheiro tá com eles. Se eles não promoverem ações afirmativas, seja através do da do fechamento das fronteiras para tráfico de drogas e de armas, seja apoiando os estados com programas de repasse de recursos paraas polícias militares, pra polícia civil, se não for o estado, quem vai ser? Se, aliás, se não for a união, quem vai ser? né? Então, no pacto federativo que nós temos, a maior fatia de recursos fica com a União. Então, que eles façam jus a esse recurso que eles recebem e não é pouco, é muito dinheiro para fortalecer a o combate ao crime na ponta. Eu queria, por favor, aproveitar quando eu falei da valorização do policial, é importante ter em mente e às vezes eu falo, eu mantenho muito acesa a chama ainda, eu devo tudo à Polícia Civil, sou muito claro. Ah, a minha formação foi lá, se eu fui secretário foi porque eu fui delegado. Mas eu quero dizer o seguinte, o policial bem pago, ele vai render mais, mas não é para ele, ele rende pra população. Compreendeu? É, é questão, é uma visão semelhante ao capitalismo. Você pode e fazer com que a pessoa produza, mas ele ganha, produz, mas quem vai ganhar lá na ponta é a população com os crimes, com os esclarecimentos. Por quê? com esclarecimento de crime, com certeza o general põe a as barbas de molho, ele fica preocupado porque existe, isso tá na ciência penal, existe o efeito intimidativo que é a prisão. E se ele furta aqui, escapa da PM, escapa da GM e não for pego, ele vai furtar logo ali de novo. Compreendeu? Então, tem que ter certeza da aplicação da lei, tem que ter certeza da punição e quem pode fazer isso é a polícia civil. Agora, se tem uma polícia que está desvalorizada, aí fica difícil. Não vai fechar a conta da segurança. Ruirilo e Nick tem um mapa que circulou em alguns veículos em reportagens sobre a atuação da criminalidade no país e PCC Comando Vermelho estão em todos os estados, exceto no Rio Grande do Sul, onde tem outras facções atuando. E é algo que é muito grave e que chama a atenção, né? Porque muitas vezes, né, até antes dessa mega operação, as pessoas achavam, bom, PCC em São Paulo, Comando Vermelho no Rio de Janeiro, só que a realidade não é essa. Inclusive, eles estão expandindo e de forma também internacional. E aqui em Campinas, até recentemente, no fim de outubro, cinco suspeitos de lavagem de dinheiro para a facção criminosa PCC foram preso em condomínios de luxo aqui na nossa cidade. É uma questão nacional, é uma questão que já fugiu do controle ou a gente tá caminhando eh para tentar diminuir a quantidade de dinheiro que chega até essas facções. Como é que vocês estão enxergando? Porque olha o que você enxerga este mapa, chama muita atenção. Sim. todos os estados do nosso país. Hoje foi em Rondônia por aí, no Acre, né? Então nós estamos vendo, realmente é uma coisa que tá se alastrando. A verdade tem que ser dita. Eu me recordo que em 901 chegaram novos promotores aqui em Campinas. foi muito, na época eu já era delegado, tal, já tava mais velho que eles. Chegaram os promotores novos e eles vieram com essa do crime organizado. Quer dizer, o Ministério Público é é muito atuante nessa área. Tanto que tem aquele japonês lá, Gaquia e tal, tal, que é um homem que a vida dele acabou. Sim. Então, Ministério P tem condições e e já estudou esse caso, pode se unir, usar da Polícia Civil, usar da Polícia Militar pra gente fazer um confronto contra esses marginais. No bom sentido. Isso em Campinas é necessário. Nós precisamos começar rapidamente aqui para evitar e tá certo o vereador nesse sentido de a gente ficar esperto para evitar que isso desencadee um problema muito maior na nossa cidade. Nós daqui a pouco não estamos sabendo com quem está ao nosso lado no clube, no jogo. Eu sou Ponte Preta campeã. Eu também. Eu também. [risadas] Certo. Então, eh, a gente fica com medo, né? Porque você tá do lado de um desses daí. Quer dizer, nós precisamos fazer uma atuação muito mais forte para ver se em Campinas a gente estanca isso. Tá ótimo. Esse trabalho da comissão de segurança é importante pra cidade e esse programa traz isso, a discussão. Nick, de que maneira você enxerga a cidade de Campinas inserida, né, neste contexto, nessa rota de ação do PCC, de outras facções? É, Gabriel, é difícil a gente afirmar, né? Eh, a gente acompanha meio que de fora, a gente não tem informações que que circulam dentro da polícia, principalmente da Polícia Civil, do Ministério Público. Agora, nos dá essa impressão realmente de expansão, né? E isso nos preocupa muito. Eh, e o como disse o Dr. Rui, a gente já não sabe mais o quem é criminoso, quem não é, não dá para você, não tá escrito no rosto das pessoas, né? E isso, nossa, isso não, eu tenho um filho de 16 anos, uma filha de 12 anos, uma vida pela frente e você que nos assiste, muito provavelmente tem seus netos, tem seus filhos, seus irmãos, então nos preocupa muito. Agora eu reitero, força, tecnologia e inteligência. Uhum. A polícia precisa da força, da tecnologia e da inteligência. inteligência do promotor público, da Polícia Civil, a força da Polícia Militar, da Guarda Municipal, tecnologia e em todos os setores precisa de tecnologia. Então eu acredito, eu acredito no nosso país, eu acredito muito no nosso país, eu acredito que nós temos pessoas boas trabalhando. O Derit, eu acho que é uma pessoa muito boa que está trabalhando com essa temática, esse projeto que ele colocou, essa lei aprovada em lá na Câmara dos Deputados, que agora foi pro Senado, a lei antifacção, eu acho que vai ser um marco, mexe no Código Penal Brasileiro. Então assim, eu prefiro acreditar que nós estamos evoluindo, que nós temos pessoas muito boas trabalhando nisso e espero que que esses índices venham caiam nos próximos anos aí e que cada vez mais nós tenhamos notícias positivas de bandidos sendo presos, porque são notícias positivas, né? São notícias que nos assustam, mas são positivas porque foram presos, né? sobre bandidos presos. Então, quero aproveitar a presença do Ruirlo aqui no nosso estúdio, porque existe uma frase, um jargão que se popularizou, que é: "A polícia prende e a justiça solta". Inclusive, neste ano Ricardo Lewandowski, que é o ministro da justiça e segurança pública, sobre este assunto, ele disse que a polícia prende mal e que o judiciário é obrigado a soltar. Essa é uma briga antiga entre forças policiais e judiciário. É preciso mudar as leis do nosso país. Existe uma flexibilidade grande do regime penal penal dos detentos ou essa frase ela tá equivocada e não existe isso de polícia aprende e justiça solta. tá equivocado. Tá equivocado. Tá muito equivocado. Eu fui, sou de uma família de advogados, então não é bem do jeito que fala. Primeiro achar que criar crime com penas ah estratosféricas vai resolver. Não vai resolver. Porque se não tiver atuação, que eu disse da investigação, não adianta. A lei é é letra morta. Porque nós temos os crimes ediondos. Será que nós acabou? Não acabou. O que precisa é investir, como ele disse, na inteligência. A inteligência quem faz é investigação. É isso. E depois o confronto são a as guardas, as polícias militares, tal. Mas tudo isso com o quê? uns uma integração. É claro que tem casos que a justiça solta, mas solta com base na lei. O juiz não solta porque quer. O juiz solta porque tá lá fundamentado. Agora, algo de bom nessa nova lei, isso foi excelente. Isso vi e verdade seja dita. Até vi um alguma coisa aqui. Eu não não fico tranquilo porque eu não vou ninguém. Eu tenho minha posição. Então vou falar do Sampaio. Ele falou recentemente, é um negócio que tinha me chamado atenção, ele falou do seguinte, que a o o a progressão da pena é o seguinte, progressão da pena, assim é o pessoa vai presa, é condenada, vamos supor, há há 20 anos, ele cumpre um um sexto pedaço pequeno da pena e já é colocado em liberdade. Uhum. Isso é necessário que se seja revisto. E me parece que nessa nova lei que vai ainda ao Senado. Sim. e vai melhorar no Senado, porque o o relator é um delegado de polícia brilhante, conhecedor profundo, direito do Sergipe, Alex, Alexandro, Alessandro, parece e acho que Alessandro Vieira. Alessandro Vieira. Então vai melhorar a lei. Com certeza nós temos que acreditar que vai melhorar. Por quê? Essa lei tem que ter isso daí da progressão do regime. O regime tem 20 anos que ele fique 15 preso. Se me permite, doutor, eh, não, não, não saia com 5 anos. A progressão da pena que foi colocada para pessoas que fazem parte das facções passa a ser 70% da pena. Então, chegando a 85% se tiver assassinato. Ótimo. E e além disso, juiz de primeiro grau que for julgar o o a condenação de um de uma pessoa ligada à facção, vai poder eh bloquear bens já em primeira instância. Então, esse é o outro avanço também, coisa que não existia. Então, vai mexer no bolso diretamente, de maneira rápida das facções. Então, são dois aspectos que eu chamo atenção para essa lei. Por isso até que eu elogiei a a iniciativa do Derrit. a gente fala o Derrit canalizou nele, mas foi muita gente que que trabalhou em cima disso. Ele não podia em um dia fazer tudo. Mas daí, Gabriel, eu queria só me dar um um tom mais político. Nós estamos numa casa política e você me perguntou se a política influencia. Como pode um presidente da República dar uma entrevista e falar que um traficante é uma vítima da sociedade? O traficante faz vítimas, ele não é uma vítima. Então aí que eu falo com relação à escolha política, né, que o cidadão às vezes ele acha que é só votar e e depois de 4 anos ele pensa de novo na política, né? Então tem que acompanhar, tem que acompanhar, né? Tem que acompanhar a postura de cada um, né? Então quando vem um presidente da República e fala que um traficante ele é uma vítima da sociedade, uma vítima do crime, olha, ele tem o livre arbítrio. O traficante, ele não é um coitadinho que tá lá na ponta. O traficante é um cara que tem, mora em condomínio, que ele mora em casas, anda de carrão. Então ele não é uma vítima. Na verdade, ele fez a opção pelo crime e sacrifica a vida dos demais, sacrifica a vida da população, do pai de família, das crianças que acabam entrando pro crime da de droga, entrando pro crime organizado e acaba com sua vida. O presidente foi infeliz muito o o nessa frase eu entendia o que ele quis dizer. Eu dis, eu falei: "Não, ele ele leu, com todo respeito, direito é uma ciência, não é para qualquer um, por isso tem faculdade de direito, tem cursos, tem pós-graduação, uma série de coisa, não é? Tanto que os deputados, os vereadores aqui têm uma assessoria jurídica". Sim. E o que acontece? Se presidente leu alguma coisa que o criminoso é vítima da sociedade. Isso se falava no começo do século passado. Então ele veio com essa história e e soltou. Uhum. Compreendeu? Não tô defendendo o presidente, mas foi uma coisa que todo mundo tá vai, ele vai pagar por isso, porque é uma situação que não é não é não é vítima, pô. Não é vítima de jeito nenhum. E pelo contrário, você falou bem, o vereador falou bem, ele se utiliza dos outros coitados, viciados, doentes, para impulsionar a droga para cima deles e com altos lucros. E quando não fazem isso e quando não se submetem, eles matam. O menino, o menino que vem na bicheira, ele é ele suporta coisas horríveis. Então não são tão bonzinhos assim, não. E não tão vítimas, eles sabem bem o que estão fazendo assim. E só ratificando mesmo, é Alessandro Vieira, que é o relator no Senado, ele que é do Sergipe, que vai analisar, portanto, este projeto que nós vamos falar mais um pouquinho agora então porque a Câmara dos Deputados aprovou, foram 370 votos favoráveis esse projeto de lei que é do governo Lula e que teve como relator o deputado federal, o Guilherme de Rit, secretário licenciado de segurança pública eh de São Paulo, chamado de antifacção, que cria o marco legal para enfrentar organizações criminosas com penas de 20 a 40 anos, novos tipos penais e regras para os líderes de facções. O deputado fez alterações na proposta original junto com outros parlamentares. O texto aprovado fala em endurecimento das penas quando os crimes cometidos tiverem ligação com facções criminosas e ou milícias. São tipificados os crimes de novo cangaço, domínio territorial, uso de explosivos e ou drones e ataques à infraestrutura. Progressão para determinados crimes, que foi o vereador disse agora, pode exigir de 70% a 85% o cumprimento da pena fixada, que até então hoje é de 1/6, né? E chefes de facções serão obrigatoriamente enviados para presídios federais de segurança máxima. E o Estado pode determinar o bloqueio imediato de bens, dinheiro, imóveis, empresas, criptomoedas de investigados em crimes listados no texto que está na fase de investigação ou já da ação penal. E tem também os parlatórios, onde advogados conversam com os clientes presos e que poderão ser monitorados em casos excepcionais. Enfim, é o tipo de projeto que pode mudar o atual cenário da violência no país. Nick, você fez até uma moção de apoio, né? É o endurecimento, né, Gabriel? Que eu acho que é o que precisa, é o que nós estamos precisando. Eh, a lei endurece, né? bloqueia bens, diminui a a liberdade depois de um cumprimento de pena aumenta, né, o percentual de 70 até 85% para quem é envolvido com com as facções, o bloqueio de bens, prisão em em cadeias especializadas, né, de autopericulosidade. Enfim, é um endurecimento que eu acho que é necessário. Veja, essa o o Código Penal Brasileiro é muito antigo, né, doutor? Bem, é, mas mas aí eu vou fazer uma isso, o senhor vai fazer o contraponto, mas eu eu vejo como boa como boa iniciativa, não tirando aí a necessidade da questão da investigação, de tudo que que nós já falamos aqui, mas é uma lei que vem vem chacoalhar e vem demonstrar o poder do Estado, né? vem, vem se sobrepor, vem e colocar para quem quiser ver que o estado tem o seu poder de realmente enfrentar tudo isso que nós estamos vivendo. Oi, por favor. O código penal tá aí de 1940, ele é atualíssimo. Algumas leis caem no tracismo porque muda crimes contra drone falava em drone [risadas] crimes contra os costumes por falar. Eu eu quando estudante, eu eu estagei, eu fiz muito, fui em fórum, eh fui no escritório com meu pai, depois fui trabalhar no Ministério Público e eu fazia as denúncias como estudante e tinha o crime de sedução. Eu me lembro bem, eu posso falar isso, era um promotor, foi reitor da universidade, um homem brilhante, Dr. Barreto Fonseca, e ele falava: "Você acredita em sedução?" Isso. Eu me formei em 74, fui estagiário dele em 74, lá se vão 50 anos, 51 anos. Quer dizer, então a as leis ficam realmente elas acabam ficando letra mortas alguns tipos penais. Gostei do do repórter da do Gabriel falando de tipos penais porque são tipos penais novos que aparecem e é uma legislação, é uma legislação que complementa o Código Penal. O código não precisa ser alterado, porque cada vez que vão mexer num código e eh [risadas] porque tem uma estrutura, é uma ciência, precisa vir atualizando, né? Por exemplo, o Código Penal nosso de do o Código Civil nosso era de 1916. Eh, foi alterado, mas é um em 2002, olha quanto tempo, precisa mexer, precisa saber muito, porque aí hoje tem muito interesse, muita gente, não sei o quê, e pode criar o código tem um esqueleto de ciência, porque senão uma coisa não fecha com a outra. É difícil explicar isso aqui, mas então as leis existem. Nós temos, usando um termo aí, existe um tipoal de leis, o que precisa é que elas sejam cumpridas e também não se solte à vontade dessas pessoas, como essa lei vai ajudar bastante, que eles vão cumprir boa parte da pena, porque se ele sai dali 3, 4 anos, ele vai voltar a cometer crimes, porque lamentavelmente a ideia existia que a cadeia era para ressocializar, mas dificilmente, a gente tem que ser realista, dificilmente ressocializa. naqueles ambientes ali, tal. Então, que ele fique preso, dá um outro questão de ordem o sistema prisional brasileiro, né? É exatamente uma questão de dá um outro programa como surgiu e como surgiu como é se não vai ressocializar o que fazer com essas pessoas dá um outro programa de uma hora debater este assunto. Aliás, aliás seria interessante no vocês aqui que estão atuante nesse conselho integrado, eu sempre chamava o pessoal do sistema prisional, porque eles t tudo ali com eles. Eles têm a vivência do crime ali direto do do quem vai, quem não vai. Eu só vou fazer um uma colocação que eu achei muito estranho isso aí. Não sei até onde vai chegar a conversa entre advogado. Você falou em momentos excepcionais e o cliente. Eu acho que isso daí não sei porque isso é violar a a a intimidade da pessoa, eh é violar o segredo do advogado. O advogado é um quase um padre. O criminoso muitas vezes confessa ele o que fez, o que não fez e o advogado dentro do direito ele por aquilo lá. Então, não sei até que ponto eles vão conseguir sucesso em gravar as conversas. Eu não acredito que isso daí vai vá prosperar. Eu talvez programa bom, é programa com muitas informações e que passa rápido. Então, infelizmente nós temos o tempo encerrado. Eu quero agradecer muito, vereador Nick Schneider, a disponibilidade do seu tempo mais uma vez com a nossa equipe, ter vindo até os nossos estúdios. já faço um novo convite pro senhor retornar para falar sobre esse, mas também outros assuntos e fica aberto paraas suas considerações finais. Gabriel, muito obrigado pelo convite. Você sempre com maestria conduzindo esse programa. esse programa que traz muita informação para pro cidadão campineiro e para todos que nos assistem pela TV Câmara, pelas redes sociais, enfim, é uma prestação de serviço muito importante. É um programa que você traz com leveza, apesar de ter um assunto denso como segurança pública, pesado, né? Mas o Gabriel consegue deixar muito leve mérito seu, viu, Gabriel? Seu talento, Deus te deu esse dom aí. Graças a Deus você tá aqui com a gente. Agradecer, Dr. Rui, uma honra estar com o senhor, viu? É, ele fala muito do senhor, muito mesmo, viu? E gosta muito do senhor. O senhor sabe que ele é muito ponte pretano como o senhor também. [risadas] E uma um prazer, uma honra estar aqui aprendendo com o senhor, viu? Ouvindo o senhor falar. Colocamos a nossa comissão, comissão de segurança pública da Câmara Municipal à sua disposição. Vamos ver se a gente traz o senhor para fazer uma apresentação para nós, alguma coisa, movimentar alguma coisa na comissão também. Já fica o convite e agradecer a você que nos acompanhou aqui nesse programa pela TV Câmara, deixar a nossa rede social @nick Schneider, se puder nos acompanhar, acompanhar nosso trabalho, será uma honra. Mais uma vez muito obrigado, Dr. Rurilo Magalhães, também muito obrigado pela aula que você deu aqui pra gente, as informações de grande valia pro nosso telespectador. Já faço um novo convite pro senhor retornar também aqui aos nossos estúdios para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos. e fica aberto à suas considerações finais. Bom, primeiro agradecer a ao jornalista Gabriel, como bem disse o vereador Nick Schneider, é de uma leveza e conhecimento. Ele fala com uma segurança. Então eu fiquei até falei: "Poxa, tá preparado". Então, agradeço. Felizmente a Câmara Municipal tem esse programa questão de ordem, tem vocês jornalistas a o sucesso para a cidade de Campinas. Vocês trazem a notícia. Eu fico muito feliz de vir à Câmara, porque eu sempre lembro, meu avô foi vereador aqui, foi vereador de 1922 a 62 e foi presidente da Câmara. Ele era advogado também, tribuno, fazia muito júri. E então eu venho aqui com, sabe, motivo muito grande, vem com maior prazer. Eu sei que a gente não pode agradar todos, os vereadores não podem agradar. Eu às vezes faço, comento críticas, tal, tal, tal, mas são críticas construtivas nesse sentido, porque o trabalho sem a Câmara, a Campinas não vai andar. Essa é a verdade. Os vereadores podem fiscalizar, trabalhar e esse programa é exatamente para isso, de uma amplitude muito grande. Então, só tenho agradecer a vocês, ao vereador e estamos sempre aqui à disposição. O máximo prazer, combinado? E eu agradeço você aí de casa também pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído para este debate a nível nacional, mas claro, sempre colocando a cidade de Campinas inserida neste contexto da segurança pública. Continue na nossa programação e até a próxima semana. Ciao. Ciao. [música] [música]
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