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Questão de Ordem | Campanha fraternidade 2026: moradia digna
Em destaque · HD Vídeo · QUESTÃO DE ORDEM

Questão de Ordem | Campanha fraternidade 2026: moradia digna

55 views Publicado 21/03/2026 HD · 1:04:31
Resumo editorial

O programa Questão de Ordem debate a Campanha da Fraternidade 2026, que tem como tema Fraternidade e Moradia e como lema Ele Veio Morar Entre Nós. A iniciativa, criada pela Igreja Católica em 1964 como expressão da caridade e da solidariedade, é realizada anualmente no Brasil durante a Quaresma e une fé e compromisso social em torno de pautas urgentes da sociedade. O programa recebe um vereador campineiro, o secretário municipal de Habitação atualmente licenciado do mandato parlamentar e um seminarista da Arquidiocese de Campinas. A conversa percorre o conceito de moradia digna como direito fundamental, o déficit habitacional em Campinas e no Brasil, as políticas públicas em curso para enfrentar o problema, o papel das igrejas católicas e evangélicas no acolhimento às famílias em situação de rua, e como a sociedade campineira pode contribuir para construir cidade mais inclusiva através de doações, voluntariado e cobrança institucional. A campanha articula reflexão teológica, ação pastoral e advocacy por políticas habitacionais com olhar humano para milhões de brasileiros que sofrem com moradia inadequada ou ausência total de um lar.

Descrição do vídeo

No episódio desta semana do "Questão de Ordem", da TV Câmara Campinas, o debate aprofunda a Campanha da Fraternidade 2026, tema "Fraternidade e Moradia" e lema "Ele veio morar entre nós". Iniciada em 1964 pela Igreja Católica, une fé e compromisso social na Quaresma, focando em moradia digna como direito fundamental. ​ Gabriel comanda a mesa com o vereador Nick Schneider (coordenador Frente Parlamentar Trem Intercidades), secretário de Habitação Luiz Cirilo (ex-vereador licenciado) e João Henrique Bento (seminarista Arquidiocese de Campinas, Paróquia São Pio X). Discutem déficit habitacional em Campinas (15 mil unidades, caído de 30 mil por regularização fundiária), programas Minha Casa Minha Vida, PAC Banheiro, edificação urbana e Minha Casa Paulista (até 600 unidades). 🏠📈 ​ Pontos chave: moradia como artigo 6º constitucional, infraestrutura (saúde, escolas, ônibus), nomeação de ruas, comit gestor contra moradores de rua (proposta de Nick Schneider ao prefeito Dário Saad), capacitação arquitetos via ONU-Habitat e ocupação imóveis vazios no centro via mobilidade (audiência 24/03, 14h). Luiz Cirilo cita entregas Taubat 4/5 (320 unidades). ​ João Bento resgata visão bíblica (Jesus sem hospedagem), raízes históricas (escravidão, êxodo rural) e impacto em mulheres/negras. Nick enfatiza plano local habitação social e dignidade além do teto. ​ Assista completo ▶️ para reflexões quaresmais e propostas práticas! Comente 💬 sua visão sobre moradia digna. Curta 👍, compartilhe e ative 🔔. Toda semana ao vivo na TV Câmara e YouTube. #QuestaoDeOrdem #CampanhaFraternidade #MoradiaDigna #Campinas Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem. O tema de hoje é a campanha da fraternidade, que em 2026 tem como tema fraternidade e moradia. E o lema, ele veio morar em nós. A campanha teve início em 1964, como uma expressão da caridade e da solidariedade em favor da dignidade da pessoa humana. No Brasil acontece todos os anos durante a quaresma, sempre unindo fé e compromisso social em torno de um tema urgente para a sociedade. Então, para discutir o assunto, eu recebo aqui no estúdio o vereador Nick Schneider, o vereador licenciado e atual secretário municipal de habitação, Luiz Cirilo, e o João Henrique Bento, que é seminarista da Arquidiocese de Campinas. Lembrando que o debate vai acontecer. Farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Nick Schneider, começo com o senhor. Como é que enxerga a campanha da fraternidade? A cada ano, né, eles trazem um tema importante para uma reflexão e até um debate. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Obrigado, Gabriel. Um prazer estar mais uma vez no programa Questão de Ordem. Tivemos aqui o ano passado também falando sobre a campanha da fraternidade sobre ecologia e esse ano falando sobre uma outra temática muito importante que é a questão da habitação. Quero cumprimentar aqui o secretário de habitação, Cirilo, que está ao meu lado, o João, meu amigo, seminarista, que vem lá da paróquia São Pio do 10º, da São Pio X, e vem e representa a Arquidiocese aqui paraa campanha da fraternidade. e dizer que é um uma temática importante, né, Gabriel? Uma temática que envolve muitas pessoas, uma temática que envolve a macroeconomia, que envolve os direitos fundamentais do cidadão. E é muito bom que a igreja traga esse essa essa discussão através da campanha da fraternidade. A campanha da fraternidade, que é um braço, eh, digamos executivo, um braço que trata mais a a coisa social, o dia a dia das pessoas, né? Nós temos a nossa igreja um braço que é de fé, né, que busca a conversão das pessoas, trazer as pessoas a a converter-se, a redimir os seus pecados, a melhorar o sua postura, o seu jeito de viver, aprimorar a sua fé, estar mais próximo ao Pai. E temos o outro braço mais social. E a campanha da fraternidade aborda e trabalha mais esse lado social, né? Aqui então a igreja atuando em fé e obras e as obras através da campanha da fraternidade. Um prazer estar aqui com você, secretário de habitação, Luís Henrique Cirilo. De acordo com a CNBB, a campanha da fraternidade deste ano busca provocar uma reflexão e mobilizar a sociedade e as autoridades para garantir moradia digna para quem mais precisa. Como é que você enxergou esta iniciativa? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Obrigado, Gabriel. É sempre um privilégio participar de um programa como esse. Questão de Ordem já se tornou um programa tradicional eh em toda essa região metropolitana de Campinas e hoje comandado muito muito de forma muito tranquila e serena por você. Então fica aqui meus cumprimentos. Quero antes de entrar no tema que você abordou, fazer um cumprimento especial ao vereador Nick Schinadia que juntamente com vocês fizeram o convite para que hoje nós estivéssemos aqui discutindo esse importante tema aí que eh foi nos pautado para que trate da habitação. É uma garantia constitucional. O artigo 6 dá esse direito eh ao cidadão, mas cabe aos agentes públicos eh interceder para que se viabilize esse sonho da casa própria, da moradia, da habitação. E eu quero cumprimentar também o seminarista João João Bento, que veio aí contribuir aí com a sua fala, eh, representando a Igreja Católica, aquela que, eh, comunga desse pensamento de atuarmos aí sempre focado no bem-estar comum. Eh, a moradia é algo que é imprescindível pro cidadão ter dignidade. Não se consegue falar que o estado, o estado como um todo, eu não digo o estado de São Paulo, o Estado federativo, um país, ele não consegue oferecer dignidade a um cidadão se aquele cidadão não tem acesso à moradia, se ele não consegue sonhar um dia ter a sua própria moradia para constituir família, para que ele possa viver com tranquilidade e e de maneira acho que muito feliz. E olha como nós estamos vivendo esse momento, né, no momento de de uma guerra eh na na nos países árabes, você vê que onde estão se destruindo eh centenas, milhares de de moradias e além de tudo, fazendo com que pessoas percam a vida, venha a a a aqui no Brasil nós defendermos aí, refletirmos sobre esse importante tema. Então, eu acho que é salutar, eh, que sirva de trazermos nossas experiências e que a gente fique cada vez mais atento na cobrança aos agentes públicos para que a moradia realmente saia do papel e possa de alguma maneira chegar no destino final. João Henrique Bento, seminarista Arquidiocese de Campinas. Para quem não assistiu ao Questão de Ordem do ano passado, não está muito familiarizado com a campanha, qual que é o objetivo? Porque a igreja escolheu falar de moradia e utilizar este lema, né? Ele veio morar em nós. Seja bem-vindo mais uma vez ao programa Questão de Ordem. Obrigado, Gabriel. Quero cumprimentar o vereador Nick Schneider e agradecer pela oportunidade de estarmos aqui para debater um tema tão importante paraa nossa sociedade, sobretudo a sociedade de Campinas, eh junto com o secretário de habitação, Cirilo. Obrigado pela presença dos senhores e por abrir esse espaço. A igreja tem provocado a reflexão sobre a moradia, eh, sobretudo a moradia digna, eh, que é porta de entrada dos demais direitos. Este ano, a campanha da fraternidade escolheu essa temática por sentir, diante da situação de muitos brasileiros, que é necessário falar desse tema. Eh, a moradia ela é garantida como um direito constitucional, um direito fundamental da pessoa, mas infelizmente nós temos visto que a moradia tem sido tratada mais como uma mercadoria do que como um direito. E isso é um grande problema. Por isso que a campanha deste ano tem como objetivo promover a moradia digna como direito, né, mas sempre pautada pela boa nova do reino de Deus. pela nossa fé e por esse espírito quaresmal sensibiliza e nos faz mais solidários. O lema da campanha, ele veio morar entre nós, eh quer mostrar para nós que o próprio Deus fez morada no meio de nós. É, mas infelizmente ao nascer Jesus nasce uma moradia entre aqueles que não têm lugar, né? Quando ele nasce, não há lugar para ele na hospedaria. Então, Deus se faz solidário a todos aqueles que não tm moradia e que não tem moradia digna. Ô, Nick, só contextualizando, né, para quem está nos acompanhando, qual que é a sua relação com a igreja, desde quando a sua atuação, o trabalho que você tem? Gabriel, eu fui criado dentro da Igreja Católica, né? Fui, fui coroinha, eh, toquei em banda católica, frequentei muito, frequento, né, grupo de oração dentro da Renovação Carismática de Campinas. Então, ao longo da minha vida, eu venho acompanhando temáticas e mais temáticas da campanha da campanha da fraternidade e sempre nos traz essa reflexão do social, né, da maneira de como melhorar a vida do próximo aqui neste mundo em que nós vivemos, né? Evidente que a nossa religião transcende esse mundo, né? O que nós queremos é o céu. No entanto, não há dúvidas que nós temos que ter um trabalho aqui na nessa terra. Deus nos propõe esse trabalho através dos seus mandamentos, seus principais mandamentos, né? Amar ao próximo como a si mesmo, né? amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E e a gente procura através agora com o mandato, através da campanha da fraternidade, através de outras ações da igreja, dar visibilidade e apoiar a Igreja Católica através do mandato. Sou apenas um um grãozinho de areia, tem muita gente que apoia, tem muita gente envolvida, né? Agora, eu acho que é importante a nossa igreja ter fontes, ter eh espaços para para dissipação da nossa fé, né? Então, não se trata de misturar as coisas, não é isso. Mas eh desde o início, quando eu me propus esse candidato, eu deixei claro que os valores que eu trago dentro de mim, esses valores cristãos, né, alicerçados na fé católica, que eu traria pro mandato e assim tô procurando fazer. Ô Cirilo, eu lembro que durante os seus mandatos, em diversas reuniões, acho que principalmente nas primeiras partes, né, elas eram dedicadas à espiritualidade, você trazia aqui diversos líderes para fazer os debates. Este é um assunto que também interessa ao senhor, né? É um assunto que é necessário. Eu entendo, eu sou cristão, sou católico, apostólico, romano, frequento as missas, mas eu respeito o cristianismo. O Deus é um só. Eu tenho vários amigos, algumas denominações de igrejas evangélicas, vários amigos pastores e e eu tenho eu eu procurei ao longo dessa dessa minha trajetória na Câmara e já se passaram 18 anos ininterruptos, eu procurei trazer aqui alguns debates e eu tenho projetos importantes, inclusive de combate inclusive a a a ao preconceito, tentar mostrar que há necessidade de uma discussão ampla, de bom nível, quando nós falamos de assuntos ligados ao cristianismo, né? E agora nessa nessa frente da da habitação eh da campanha da fraternidade, você vê que todo homem temente a Deus, ele acaba eh eh propagando, comungando a necessidade realmente de nós discutirmos esse assunto, essa pauta que é extremamente importante, como foi bem dito, tanto pelo vereador Nick Schneider como também pelo seminarista João Bento. é constitucional, mas tantas coisas, a nossa constituição é muito grande, nós temos muitos artigos, nós precisamos tirar do papel e fazer chegar, né, eh, realmente de fato eh para atingir as pessoas mais necessitadas e e você consegue isso através de conscientização. E uma das maneiras que eu entendia e e eu confesso que eu ainda continuo pensando desse modo, é trazermos aqui nesse plenário discussões para que as pessoas possam opinar, às vezes divergir, né, de algum de algum tema, de algum posicionamento, mas é é aquela reflexão, a gente não pode perder esse esse time que, independente da ação naquele momento tá sendo mais célere ou não, mas a reflexão tem que ser constante. para que ao final de um de um ciclo eh pelo menos laboral, político, a gente possa olhar para trás e e e entender, né, que alguma coisa foi feita. Eu acho que é então eu procurei exercer meus mandatos dessa maneira, trazendo boas discussões aqui nessa casa. Ô João, quando a igreja fala em moradia, ela tá falando apenas da casa física ou também de um lar, de um pertencimento como comunidade? Eh, então, Gabriel, a concepção de moradia que vem do cristianismo, que a gente pode retirar até da Sagrada Escritura, ela não faz a dissociação entre a casa como lugar de habitação e lugar de vivência com dignidade. Porque no Antigo Testamento, inclusive, casa e família são quase sinônimos. A gente inclusive vê muito em muitos trechos eh dizer assim: "Ah, fulano é da casa de Judá, outro é da casa de Jessé". Porque a casa é esse lugar onde se habita, onde se vive com dignidade. Eh, ao resgatar essa concepção, naturalmente a campanha coloca em contradição a concepção atual, que vê a casa e a moradia como espaço do indivíduo, porque nós temos um tempo, eh, o nosso tempo hoje, né, é marcado pelo individualismo e e a moradia se torna uma mercadoria pro indivíduo. a gente vê espaços onde as pessoas moram que não foram feitos pra família, foram feitos para indivíduos. E essa concepção, ela distorce a visão bíblica de casa. Então, a campanha traz essa concepção de casa, lugar de dignidade, lugar de vivência da família, lugar de intimidade e de encontro. Nick, e depois, Cirilo, como que a falta de moradia ela fere a dignidade, a família e a própria fé das pessoas, né, que não tem onde firmar ali uma raiz. É, sabe, Gabriel, nós nós temos visto nos últimos tempos em todo o mundo, né, mas principalmente nos grandes centros, pessoas morando na rua, cada vez um número maior, né, cada vez maior o número de moradores de rua. E inclusive o livrinho da campanha da fraternidade, o o anuário da campanha que eu tenho aqui, traz um pouco desses números, né? No ano de 2024 para 2025, um crescimento de 25%, um estudo que aqui apontado. E isso é muito triste, né? Porque nós vemos eh isso, eu pelo menos vejo isso como um reflexo de muitas circunstâncias, né? Não é simplesmente questão econômica, né? Uhum. Então é a desilusão da vida, a falta de Deus mesmo no seio da família, brigas, né, desentendimentos. E muitas pessoas passam a não querer mais responsabilidades, inclusive sobre a sua própria vida. Então a pessoa não quer mais assumir compromissos dentro de casa, não quer mais o compromisso de ter que pagar a sua conta no final do mês, a pessoa não quer mais o compromisso de ter que ser um líder de família, um pai de família, né? E muitas pessoas desiludidas, cansadas, vão paraas ruas. E isso é muito triste, porque eh como bem disse o João, a casa, a moradia não é só um lugar onde se habita algo físico, mas sim um lugar onde se a pessoa se faz cidadã, onde a pessoa se faz família, onde a pessoa se faz amor, onde a pessoa convive, né, onde a pessoa tem um vínculo, né? A coisa mais desagradável do mundo deve ser você ir num lugar, a pessoa perguntar seu endereço e você não tem para falar. Você imagina a situação, né? Onde você mora? Eu não moro, né? Eu tô num Então é muito triste isso, mas é um conjunto, inclusive traz aqui também essa reflexão, um conjunto de fatores, né? A questão econômica é uma delas, sem dúvida uma, talvez uma das mais importantes, mas é algo que nos deixa muito triste, algo que que nos traz a reflexão onde nós vamos parar, né? Cada vez mais pessoas, inclusive eu propus pro prefeito Dário através de indicação, que seja criado em Campinas um comitê gestor para tratar da questão do morador de rua, né? nos moldes com que com que foi feito no COVID-19, em que reuniu-se especialistas da área, em que o mundo se via ali numa situação terrível e Campinas tiveram muitas pessoas com conhecimento que contribuíram naquele momento para tentar passar por aquele período de uma melhor maneira possível. E eu propus que o prefeito Dário faça da mesma maneira com relação ao morador de rua e daí envolvendo pessoas de fora do poder público municipal, porque o prefeito tem suas mãos, vamos dizer, amarradas assim nas ações com relação ao morador de rua, né? Tem determinadas ações que depende do judiciário, depende do Ministério Público, depende da Polícia Militar, depende, enfim, da igreja, pode ser uma colaborar. Então eu sugeri porque é um problema muito grave e eu acredito que essa participação de outras autoridades, como judiciário, Ministério Público, PM, igreja, acique numa numa mesma mesa, num mesmo momento de conversa, de amadurecimento desse problema e tentativa de resolução, porque eu acho que o grande objetivo tem que ser tirar as pessoas da rua, né? É evidente que você eh suprir ali com alimento, com o banho, coisas que as as comunidades fazem, grupos, né, que ajudam as pessoas nas ruas, é importante para não deixar a pessoa morrer. Mas o cobertor, mas o o grande foco tem que ser tirar a pessoa da rua, dar dignidade para essa pessoa. E aí eu acho que esse comitê gestor seria de grande valia nesse sentido e que vem muito de acordo com a questão da moradia proposta pela campanha. como que a falta de moradia féria, dignidade. Bom, eu acho que é um dos itens, né? Quando você fala em moradia, é possibilitar o cidadão constituir a sua família, viver tranquilamente, mas não é só a moradia, aquela, aqueles, aquelas paredes com telhado, com teto em cima. Quando você fala em dignidade, Gabriel, você tem que pensar em toda a infraestrutura ao redor daquele daquela casa. pavimentação, um ponto de ônibus digno. Nós temos que pensar num centro de saúde próximo daquela região, necessariamente não no bairro, mas um centro de saúde que atenda alguns bairros periféricos, escola pública, para que a mãe não possa sair ou se ela for deixar o filho, a filha, ela possa chegar mais rápido no emprego ou ter condições de ter tempo para procurar um emprego. Ou seja, é complexo quando a gente trata do assunto dignidade humana, porque não é só o tema moradia. Nós estamos falando hoje porque existe um déficit habitacional no Brasil, no estado de São Paulo e em Campinas. Uhum. E nós precisamos cada vez mais ter não só movimentos musculares, mas também eh eh estarmos aptos a tentar discutir esse tema no mais alto nível. Hoje nós estamos falando que Campinas, se você me permite, eu já vou entrar num assunto. Nós estamos falando num déficit habitacional em torno de 15.000 moradias. Uhum. Pouco tempo atrás, coisa de 3, 4 anos, falava-se que se esse número ultrapassava 30.000. Como é que como é que como é que eh diminuiu? Construiu mais 15.000 moradias? Não, não foi isso. O que o que o que o o poder público eh executivo e o de Campinas tem sido uma referência eh eh achou por bem fazer é aprimorar a regularização fundiária, os núcleos, os núcleos constituídos, consolidados, que estão lá mais de 30, 40 anos, primeiro que não tem casa para todas aquelas pessoas que lá estão. Então você tem que tentar dar aquelas pessoas dignidade. como regularizando o imóvel delas, o terreno delas, possibilitando que que alguns alguns algumas casas eh tenham que sair de lá para que passe o viário, para que no futuro já passe o ônibus. É tentar fazer com que aqui aqueles que lá ficarão tenham dignidade. Eh, e concomitantemente a regularização fundiária, eu acho que tem outros braços importantes que também a Secretaria de Habitação tem que fazer. Inclusive, viu Nick, nós vamos conversar muito isso aí nesse ano 2026, que é um plano de habitação de Campinas, porque as pessoas, a grosso modo, pensam que a Secretaria de Habitação, juntamente com a COAB, elas só cuidam de moradia. Então, eu já falei um braço que é regularização fundiária, só que tem outros. Nós tivemos uma discussão essa semana, nós conseguimos trazer a a ONU habitat. Ana Bitat, ela vem com objetivo, em parceria com o governo municipal, custo zero, qualificar os arquitetos, não só eh da rede rede pública do município, mas também todo e qualquer arquiteto eh da região metropolitana, eh para tentar fazer com que eles entendam o problema da habitação popular, dos núcleos residenciais, para que eles possam qualificados eh da dignidade na habitação daquelas pessoas, porque hoje num núcleo nós temos as casas construídas de acordo com o bolso do cidadão, sem qualquer critério de engenharia, arquitetônico, nada, ele construiu de acordo com as suas condições. Sim. Passado alguns anos, vem o poder público e faz uma regularização fundiária daquele lugar. Ótimo. Vamos, vamos valorar isso. Mas tem mais algumas coisas. Nós temos que continuar andando. Se fizer a regularização, entregar o título para aquele cidadão e tá tudo resolvido, então a gente tem que começar a procurar outros núcleos para fazer isso só e daqui a pouco zera, né? Não. Naquele núcleo que teve teve seu imóvel regularizado com com uma com um título eh eh registrado em cartório, que ele vai poder vender aquilo lá, se ele vier faltar, ele vai poder deixar alguma coisa paraa sua família. Nós temos que pensar, aquele imóvel precisa ter a ter uma infraestrutura para que ele não venha a cair de melhoria. Então existe programas inclusive do governo federal e eu falo isso porque tem um pack banheiro. Olha que coisa. A gente que vive às vezes numa numa classe social que que não é tão vinculada a a pessoas de baixa renda, pessoas humildes de núcleo, a gente nem algumas pessoas podem até não saber que existe. Está lançado o PAC banheiro. É permitir que um cidadão dentro daquela sua ocupação tenha dignidade no banheiro. um porque nós estamos nós temos dentro de uma família idosos, nós temos pessoas com uma mobilidade reduzida, então a pessoa se inscreveria dentro de da de programas eh relatando eh quem quem são os ocupantes daquela casa ou se tem mobilidade reduzir reduzida ou é um idoso ou tem crianças para tentar um arquiteto adequar aquele banheiro, tudo financiado pelo poder público. público federal para que possa começar a ter dignidade. Então, quando a gente fala em dignidade, de moradia, é claro que num primeiro momento o cidadão precisa do teto. Sim, mas precisamos de um teto seguro. Nós precisamos de um teto onde ele tenha dentro da as acomodações mínimas que que tenha eh condições dele usar com dignidade. Então, a palavra dignidade, ela tem que sempre tá vinculada às ações do poder público. Eh, e nós, você tocou num tema que eu me lembrei, se você me permite, há mais ou menos uns 15 anos atrás, eu discuti aqui na Câmara Municipal, trouxe um, eu trouxe um tema para discutir, era núcleos que não tinham o nome de rua, rua 2, quadra P, rua 7, quadra J. E quando eu fiz essa discussão aqui, eu lembro que tinha uma jornalista, hoje inclusive ela é secretária de comunicação do governo municipal Rose Gugominete. Ela ela, mas Cirilo, que discussão? E eu trouxe o coordenador do SAMU, eu trouxe um representante da Guarda Municipal, da Polícia Militar, eh, para nós como de bombeiro. Aquela época não tinha iFood não, né? traria também, porque como é que chega daí? Sabe que sabe o que que eu discuti? Uma coisa parece básica. Como é que acha? Mas nós que moramos no endereço que tem nome de rua, tem número Uhum. E geralmente é nome próprio, eh, tem CEP. Então, quando você precisa de uma urgência e emergência do SAMU, ele chega lá. Sim. Se houver atraso, talvez alguma intercorrência, mas ele chega. E na rua dois do quarteirão P do Então não chega e daí uma pessoa falece, uma mulher é vítima de feminicídio, uma criança às vezes com algum problema pode ser pode ser levada à morte. E daí eu trouxe a discussão. Daí falou: "Mas Cirilo, eu falei: "Ué, é fácil nós acharmos que esse assunto não é importante quando a gente mora numa rua de nome próprio?" Agora vai perguntar lá na periferia para ver na periferia que de núcleos que não tem nomes, né? Sim. E daí todos comungaram, caminharam junto com o meu pensamento de se tornar obrigatório mesmo o nome próprio. Ao mesmo tempo que o vereador aqui, eh, e tem sessões que tem três, quatro itens que é nome de rua. E alguém pode, ironicamente, ou mais por ignorância, Gabriel, falar: "Nossa, hoje só tem nome de rua". ao mesmo tempo que o vereador tá homenageando uma pessoa que que para uma família, para um para um para um grupo é uma pessoa querida, você tá eternizando o nome de uma pessoa. Eh, então algumas pessoas ficam contempladas, mas eu posso te dizer que dezenas, centenas de pessoas ficam contempladas por a partir daquele momento ter um nome de rua com nome próprio. Então, eh eh eu eu mudei a chave e comecei a ver esse tema de uma outra maneira. Tem 10 itens na sessão da Câmara Municipal, quatro itens é de nome de rua. os quatro itens é tão importante quantra os seis itens que foram votados eh anteriormente, porque geralmente o nome de rua é colocado na pauta como os últimos os últimos projetos da sessão. E eu acho tão importante e isso aí é da dignidade, porque quando ele chega numa loja para comprar crédito ou para pagar a vista e quando é feita a sua qualificação e lhe pergunta o nome da rua, ele fala: "Eu moro numa rua nome X". A correspondência chega. A correspondência chega. Então, dentro desses assuntos, tudo isso caminha junto com aquela gente para essa dignidade. Não tô fugindo do tema da habitação, não, mas essa habitação precisa ter rua e número e de preferência nome próprio. Olha só quantas informações importantes, hein, foram trazidas aqui pelo secretário municipal de habitação desde esta redução do déficit habitacional aqui na cidade de Campinas, porque de fato há alguns anos estava em torno aí de 40 e 30.000. E o Luiz Cirilo trouxe agora por volta de 15.000. Gabriel, eu eu eu posso só completar, já que eu falei, eh, teve essa redução, teve programas habitacionais do governo federal Minha Casa, Minha Vida, sempre ajuda. Inclusive agora nós estamos entregando final 2026, Taubaté 4 e5 ali na região do São José, tá? É algo em torno de 320 moradias. tem o o próximo ali de Campinas, eh, Montemor, terão mais 100 unidades. Isso são programas habitacionais do governo federal. Tem programas também incentivo a a a programas do Minha Casa Paulista, do governo do governo do estado de São Paulo. Uhum. Inclusive, Campinas se inscreveu pedindo o limite do que foi oferecido é até 600 unidades, tá numa tratativa já de encaminhamento de documentações. Então, tem bastante eh tá tendo bastante ações, mas você veja, 320 unidades no Taubaté 4 e5, Nick, 100 unidades no Campinas Montemore. Nós estamos falando de 400 unidades, nós estamos falando com o déficit é 16.000, 1000, ou seja, a conta não chega, nunca vai chegar na na tampa, viu, João? Então, o que que nós vamos fazer? É onde eles estão tentar regularizar é o que esses o governo anterior e o governo atual vem fazendo, fazendo arrumar o título, arrumar o documento de aonde o cidadão, de onde o cidadão está, sim. permitindo que ele querendo fique, ele tendo interesse possa vender, mas tendo um documento. Então, quando houve esse investimento na regularização fundiária, então caiu de 35.000, hoje por volta de 15, 16.000 ainda famílias que necessitam de uma de uma casa. E até em torno disso e pegando o gancho da sua resposta, Cirilo, e o Nick, depois quero colocar o João nisso também, ainda nessa questão de dignidade, porque em Campinas nós temos os aglomerados urbanos. em todo o país e Campinas não é diferente. E trazer essa questão da dignidade aliado à saúde, a escola que o Cirilo, eu acho que esse também é um grande desafio para essas pessoas que muitas vezes tem uma moradia, mas que não tem a dignidade, que não tem o nome de rua, que a correspondência não chega até ela e que não consegue viver em família, como disse o João, porque é uma casa muito pequena. Como é que você vai com o seu esposo, com os seus filhos, como é que você mora nessa residência? Então acho que essa dignidade passa por isso também, né, em ter condições de uma família morar nesses lugares. Gabriel, se me permite, eu acho que o o Cirilo trouxe informações importantes aqui. Primeiro, com relação ao plano de habitação, eu tive a oportunidade de ter sido secretário de habitação em Louveira, no município de Louveira. Fui superintendente de uma fundação de habitação lá. E lá nós fizemos o Pleas, que é o plano local de habitação de interesse social, né? Eu acredito que Campinas até já tem esse plano, mas ele tem que ser atualizado de tempos em tempos. E esse plano trata exatamente disso, a habitação vista de maneira macro. Então não trata simplesmente de produção habitacional, mas trata de produção habitacional aliada a posto de saúde, a escola, a ônibus, né? Então não basta você ter a moradia, você tem que ter uma moradia que dê a dignidade. A dignidade passa por oferta de todos esses serviços. E isso é muito importante. E daí eu quero dizer também com relação a isso, eh, eu tinha com relação à produção habitacional, né, a a ou melhor a regularização regularização fundiária. Eh, nós tivemos avanços no Código Civil Brasileiro nos últimos anos, que deu possibilidade e melhorou com relação à regularização fundiária. Só que a regularização fundiária, ela dá a matrícula da área, do lote, e não da casa. Então, a pessoa tem ali, ela recebe a matrícula do lote, só que depois ela tem que averbar a construção da sua casa nessa matrícula. E daí o vereador Cirilo traz muito bem isso. Então, não basta simplesmente dar o lote. É muito importante, é condição, né? A maior das condições é você ser proprietário do lote, só que daí a pessoa tem lá uma construção toda fora de padrão, uma construção que não dá a bits, né, que não tem condição de ser regularizada e vira um outro problema. Então, talvez essa capacitação de arquitetos, pessoas que queiram trabalhar com esse público, seria fundamental para que as pessoas ao terem a propriedade do lote dada através da regularização fundiária, passe a regularizar a sua construção para daí ganhar ainda mais valor naquele patrimônio que ele foi ali regularizado e que ela foi ali assentada, né? Se você me permite, Gabriel, eu quero começar já essa essa essa introdução de a parte ao ao vereador Nick Schneider, o cumprimentando, ele foi muito feliz. Uma coisa você dá o título, a escritura e em forma de escritura, vale como escritura, eh, registrada em cartória. Outra coisa é a regularização da área, a essa regularização do imóvel. Nós temos uma lei chamada edilícia. É isso que nós estamos já discutindo. Aliás, isso aí já era para ser discutido há 30 anos atrás. Nós tudo que fizermos, nós estamos muito atrasados. Mas não pode também deixar de enaltecer que esses últimos governantes, o ex-prefeito Jonas, prefeito Dário, eh, e acho que os dois, três que antecederam já despertaram neles também através de ações, tentar regularizar a construção. E é e é e esse tema é chamado edilícia, é regular regularizar as casas dentro dos lotes. E daí o cidadão tá com o seu imóvel 100% completo, não só como bem disse o vereador Nick Schneider, o título do terreno, mas daí ele fica com o título do terreno e da construção. é que diante de tantas irregularidades naquelas construções que a gente não sabe como foi feito a fundação, nós não sabemos se a estrutura comporta dois andares, em muitos casos ocorre, então precisa ter uma uma lei que olhe de maneira macro o assunto e e qualifique o arquiteto para que ele possa assinar uma planta. Hoje que arquiteto iria assinar uma planta num núcleo residencial do que foi construído? Ele não acompanhou quantidade de metros cúbicos de concreto, quantidades de ferragem, ou seja, é temeroso pr pra sua carreira ele assinar um um documento, uma planta e aquele imóvel vira baixo um dia e causar danos irreparáveis a uma família. Então fica então essa essa reflexão. Como bem disse o vereador Nick, a regularização fundiária é um passo importante, mas outros passos são dados de forma muito rápida, porque o século XX tá exigindo isso. Uhum. Quando a CNBB, através da campanha da fraternidade aponta a moradia, é porque esse problema já bateu também na porta. Eh, porque a igreja é é também um um lugar, talvez é uma última instância de muitas pessoas que perdem a esperança. Eles só têm Deus. Perde a esperança no homem público, às vezes perde a esperança na própria família e ele encontra na igreja a a oportunidade de desabafar. E acredito eu, diante de tantos desabafos, de tantas, de tantas reclamações, achou por bem a CNBB, levantar como bandeira isso que seria primordial para dar início a dar início a um cidadão viver com dignidade. João, duas questões para você com a sua experiência, com a sua vivência, o trabalho realizado também. Preconceito social e racial interfere nas oportunidades de acesso a moradias melhores? Então, Gabriel, você toca num tema que ele é crucial na questão da moradia, eh, e talvez a gente pode trazer a raiz do problema, porque nós temos na história do Brasil eh um período muito grande de escravidão. E essas pessoas que foram escravizadas, elas simplesmente foram libertas e jogadas na sociedade sem políticas públicas que as incluísse e que desse condições de adquirir terras, de poder constituir a sua residência, a sua casa própria. É, inclusive a lei de terras de 1850 coloca uma série de eh requisitos inatingíveis pelos pobres e pelos ex-escravizados. Eh, então é uma situação muito difícil eh que mostra esse problema que nós temos hoje desse déficit habitacional que fere sobretudo eh a população eh feminina. Então, as mulheres são as que sofrem mais com esse problema. e as mulheres negras. Então, existe sim eh um questão racial eh nessa nessa problemática. E uma outra situação que muito bem colocou o secretário de habitação, Cirilo, é o direito à cidade. Porque o direito à moradia, ele está associado ao direito à cidade, porque a moradia tem que ter todas essas estruturas, é água potável, eh acesso a transporte público. Eh, e é muito triste a gente perceber que as pessoas, infelizmente, precisam mentir seus endereços. às vezes, secretário, não só por não ter o nome próprio, mas por morar numa região onde é vista com maus olhos e se ela dizer que mora naquele lugar, ela não consegue o emprego. Eh, porque são áreas periféricas comandadas pelo crime organizado, eh, com problemas ambientais. Eh, e o e o secretário de de habitação coloca uma situação também que é fruto das raízes do problema da da moradia. as pessoas autoproduziram suas casas porque vieram eh muitas do contexto rural. Então, nós tivemos entre os anos 40 e 80 um êxodo rural gigantesco que inverteu a população brasileira. Então, se em 1940 a maior parte da população estava no campo, em 1980 a maior parte está na cidade e a cidade não teve estrutura suficiente para acolher essa população, então eles autoproduziram suas casas porque o próprio sistema de adequação e regularização é excludente, é muito caro. uma pessoa pobre não consegue pagar o arquiteto, eh, contratar o engenheiro, eh, o mestre de obras, eh, eles fazem e multirão. Isso é até bonito perceber essa solidariedade do povo, né, mais empobrecido, que quer ajudar o outro, que caminha juntou, né, em mutirões para construir laje, para fazer parede. é, conseguem doações de materiais de construção e vão fazendo suas casas. Eh, então é uma realidade muito presente. Eu imagino que não deve ser fácil regularizar tudo isso, porque já está construído. Eh, foi feito sem respeitar divisa, viela sanitária e todas as as os demais requisitos que a lei coloca para uma boa habitação na cidade. Eh, então, eh, esses problemas todos estão associados à moradia e a campanha da fraternidade tem consciência dessa problemática. inclusive no estudo eh que é o texto base, né, apresenta eh todos os números de déficit habitacional. Aqui o secretário trouxe o déficit habitacional de Campinas. Eh, mas existem outros números também que são preocupantes, né? Eu imagino que não deve ser muito baixo o número de inscritos para os programas de habitação, como Minha Casa, Minha Vida, dentre outros, eh, porque são é são números altos de pessoas que precisam e que buscam. Eh, outra situação que é gritante, colocada pelo secretário, a questão dos banheiros. Nós temos no Brasil mais de 300.000 moradiaas sem banheiro. Sem banheiro, né? Que é dignidade mais básica do que um banheiro para tomar um banho, para eh suas necessidades humanas, privacidade eterno diante da família, né? Diante da família. É, então é é muito, eu acho que são temas que agora, se o senhor me permite, senor eh João, eu ele falou um um tema sobre um aspecto que eu não tinha abordado, mas é importante frisar. Hoje as construções nos núcleos, elas foram abordadas, foram limitadas de acordo com os interesses deles. Sim. E quando a secretária de habitação vai em loco, ela ela constata a realidade e transcreve paraa planta que vai ser registrado no cartório de registro de acordo com a realidade. E hoje nós estamos falando, não tem uma conta, uma uma uma uma tabelinha onde mais um, então deu 16.012. E são números aproximados que nós falamos de 16.000 famílias sem moradias. Agora é importante saber uma informação. Dessas 16.000, quando tiver algum programa habitacional, aquela pessoa se inscreve e passa a ter um vínculo com a Caixa Econômica Federal que vai subsidiar eh o governo federal, estadual subsidia parte e ela fica compromissada com a Caixa no valor restante. Certo? Agora nós temos um percentual de pessoas negativadas. Hum. Essas pessoas negativad não tem não tem de elas acabam não tendo condições de sonhar até casa, porque a Caixa Econômica só vai liberar se ela tiver o nome limpo e ela tá negativ. Nós temos um grupo também, um percentual grande de pessoas que tem o nome limpo, mas eles têm o trabalho informal e por ter trabalho informal, el não tem como comprovar renda. Então, olha, olha a realidade que a gente vai é bem complexa. Então, diante disso, nós temos que pensar o seguinte: quanto custa uma moradia popular? Nós estamos falando algo de cor de R$ 130, R$ 140.000. A parte o governo federal, estadual vai subsidiar, tá bom? Que fosse 30, 40%. Os o o o valor, o percentual restante de 50.000 tem que ser a preços módicos, senão ela não consegue pagar. mesmo que a renda familiar ultrapasse 4 5000, mas acaba de alguma maneira, mas nós precisamos incentivar que haja essas políticas públicas e construções. Nós temos que começar a pensar em lote popular. Ah, mas não tem terreno. Nós temos muitas terras ociosas. E desde que você consiga, se você tiver que eh eh eh fazer a a a retirada de todos os moradores de uma localidade, porque lá vai passar um viário, lá vai ser construído um hospital, existe uma causa que exija a retirada daquelas famílias. Eu eu eu entendo que todas elas têm que ir pro mesmo lugar, até por uma questão social. Aquelas pessoas cresceram, viveram, nasceram. Muitas faleceram naquela localidade, conhecem, um conhece o pai do outro, as crianças cresceram juntos de Vick, eh, Nick, e acaba de alguma maneira facilitando a vida em sociedade. Você imagina quando pega uma família e coloca ela do outro lado da cidade, é, é o, é, tá, fora do habitate dela. Ela quer voltar para aquela região onde ela tava. E às vezes no lugar que ela tava era um lugar que corria risco ou de enchente ou de de poder de esbarrancamento e em razão de precariedade do solo. Então nós temos que pensar como um todo. E pensar como um todo é complexo. No lote popular, nós temos que pensar o seguinte, a oportunidade cair João Bento, seminarista João Bento, aí nós deveríamos fazer como se faz em várias universidades, em várias programas estaduais ou da União, pessoas que negativadas, que não têm dinheiro para comprar junto à Caixa Econômica Federal, possibilitar essas pessoas, somente a elas, de forma incisiva, possibilitar que elas posso comprar o lote popular e aí ela vai construir de acordo com a sua condição. O o a prefeitura fornece a ela duas, três opções de plantas e ela dentro da ela constrói um cômodo no primeiro banheiro. Aquele cômodo vai servir no primeiro ano, segundo ano, como quarto e cozinha. E o banheiro externo ou o banheiro dentro daquele é um direito dela, para ela, pelo menos aquele teto é dela, mas vai dar condições financeiras, viu Nick, para que ela possa adquirir. Quantas pessoas não têm vontade de ter a casa própria? Quando ela fica sabendo de valores, os números são astronômicos para aquela família e acaba de alguma maneira ela inviabilizando por hora aquele projeto da da casa própria. Eu queria fazer uma pergunta pro secretário Cirilo, porque o estudo da campanha da fraternidade que encontra o déficit habitacional encontra também um número muito grande de casas vazias. Eh, e a gente observa aqui em Campinas eh uma realidade muito presente de casas, às vezes prédios inteiros abandonados, literalmente, né, vazios. Existe alguma algum programa ou alguma iniciativa eh que tente resolver essa situação eh indo atrás dos proprietários, exigindo algum tipo de regularização, porque a propriedade tem a sua função social, né? Então, gostaria que o secretário falasse um pouco sobre isso. Extremamente importante o tema. E eu vou dizer uma coisa, nem o poder público precisa muito ir atrás dos proprietários. Hoje tá tendo um encontro, uma sinergia de imóveis desocupados, principalmente nessa grande região central. Sim. e imóveis que tão destinados, foram destinados inicialmente ao comércio e e hoje o comércio ele acabou de de alguma maneira pulverizando na grande região da cidade, como shoppings, por exemplo. Então ficaram obsoletos. Então hoje nós estamos discutindo, sim várias secretarias envolvidas para tentar o seguinte, eh possibilitar a prédios residenciais, querendo a maioria dos proprietários, transformar em prédio comercial. ou vice-versa, é tentar habitar o centro de Campinas. E existe um inclusive uma discussão e foi lançado um programa estadual no mês passado onde tá se pensando em ocupar, nós estamos falando do trem ter intercidades na mobilidade urbana, OK? Isso já é uma realidade, já entrou no processo licitatório e o governador ele quer lançar, aliás, foi lançado, mas falta ajustar ainda a secretaria de de infraestrutura eh do governo do estado junto aos municípios, no que no que se refere a nós ao município de Campinas. todo o leito ali ferroviário da da Mogiana, daquela estação Mogiana. Uhum. Construir apartamentos populares. A gente começa a a a trazer uma população pro centro, eh, de forma digna, não é dar nada para ninguém, é possibilitar que o cidadão compre. Uhum. por preços, evidentemente, eh, em condições junto à Caixa Econômica Federal, possibilitando começar a ocupar o centro de novo. Então, essa discussão que o que o seminarista João acabou de abordar, ela já tá sendo discutida. Nós estamos em níveis bem acelerados para que possa realmente implantar essa essa mudança no centro de Campinas que há 30 anos atrás com a com a vinda dos shoppings, né, para para as grandes cidades, acabou de alguma maneira eh não só shopping, né, nós tivemos o o o poupatempo do centro, o poupaempo da Francesca Grissério há qu anos atrás fechou. Eu briguei muito, viu Nick, para que não fechasse, mas a tecnologia, o governo do estado lá na época, o governador era o Rodrigo Garcia, o grupo lá no lá em Tabuão da Serra do, como é que chama aquela? O tem tem um nome a Prodesp. A Prodesp defendia o seguinte: "Ah, mas nós estamos colocando o PPAP 4.0". Eu falei, mas o cidadão simples, o cidadão mais, o cidadão 60 mais, ele não tá familiarizado com smartphones. Claro, com o passar do tempo, todo mundo começa a se adaptar, mas nós estamos falando de uma população que vinha do interior do estado, em toda a região metropolitana, eles paravam ali na Francisco Gissério no na no poupatempo para fazer seus documentos e nisso ele acabava de alguma maneira consumindo, utilizando eh eh estabelecimentos alimentícios, lojas, todo ao redor. Então, quando você vai tirando prestação de serviço pública, quando você tem com a com esse século XX oferecendo shoppings com segurança de estacionamento, então a população se afugenta, a população consumidora e de e de uma certa forma fica quem? Daí nós voltamos naquela ciclo vicioso, ficam pessoas morando nas ruas marginalizadas, pedindo dinheiro, incomodando os moradores e os de trafego com seus veículos. Ou seja, é uma ação coletiva que tem que se fazer, mas de forma objetiva, Campinas já tá discutindo num bom estágio e essa essa transformação de imóveis abandonados para possibilitar realmente ter condições do cidadão ter dignidade na região central. Até, se me permite, viu, Gabriel? O secretário citou aqui a questão do trem intercidades. Eh, eu tenho alegria de estar à frente da Frente Parlamentar que acompanha a implantação do trem terciidades no município de Campinas. E no dia 24 de março, viu, Bento, eh nós teremos uma audiência pública para tratar do projeto Trem Intercidades e consequentemente vai tratar desse projeto habitacional também, não tenho dúvidas. Então, dia 24 de março, às 14 horas, a Frente Parlamentar do Trem Intercidades vai promover uma audiência pública. Vamos receber a Artesp, a TIC Trens, que é a a concessionária, né, a empresa, o consórcio que ganhou a licitação paraa implantação do projeto. Então, uma oportunidade de nós aprofundarmos também a discussão com relação às moradias previstas a nesse projeto inicial para aquele local. Ótimo, Nick. O Cirilo deu informações importantes agora. O João tava dando uma aula de história pra gente, né, da área rural antes da década de 40 e depois a urbanização. Tem essa questão do preconceito, da questão eh racial dessas pessoas sem moradia. É um problema muito complexo que não é de hoje. Tem a questão dos vazios urbanos também. Como é que você enxerga este problema que não aconteceu hoje, mas que precisa ser resolvido? Gabriel, eu eu vejo, eu já estive na posição do Cirilo. Quando a gente assume uma secretaria de habitação, a gente vem com uma vontade de de ajudar as pessoas, de colocar as pessoas nas suas casas, de regularizar a a moradia onde elas estão, de propor programas que que disponham, que ofereçam eh material de construção, que ofereça condição de construção, financiamento mais barato. Mas a gente acaba verificando, não que não tem o que fazer, tem muito o que fazer. E acredito que o acredito, não tenho certeza que o o secretário Cirilo tem feito, mas como a política habitacional depende da macroeconomia, né? Depende de um país estável, de um país em que ah o empréstimo não seja caro, que os juros estejam controlados, que a inflação não o salário das pessoas. E isso é um grande desafio, porque aqui no município os recursos que ficam paraa cidade, no pacto federativo que nós temos, eh, malemar pro custeio da máquina para fazer a coisa acontecer, as coisas básicas, como o posto de saúde, o hospital, eh a escola, a limpeza urbana que demanda muitos, muito numa prefeitura, por exemplo, como Campinas, a área territorial de Campinas é enorme. quantas e quantas praças, quantas e quantas ruas a serem pavimentadas, enfim. E a questão habitacional depende muito da política econômica nacional, estadual. Hja visto que praticamente todas as habitações novas que acontecem no município de Campinas, praticamente não, todas dependem do subsídio da do governo federal através do programa ou e do governo estadual, né? Então nós, veja, nós não estamos falando em dar moradia para ninguém, né? Então, infelizmente, antigamente até tinha o Minha Casa, Minha Vida, faixa um, chamado faixa um, que era para aquele que o o secretário disse que não tem condição de adquirir empréstimo nenhum e daí era dado, né, o imóvel era realmente dado. Agora hoje não, isso praticamente está inviável. Então, o que nós temos é condição muito boa de compra, se a política econômica tiver estável, se a pessoa tiver condição de compra, né? Agora, como nós dependemos de um de um estado, de uma de uma união, principalmente com estabilidade, que em que a pessoa tenha um salário mínimo decente, né? Hoje o nosso salário mínimo é uma piada, né? O salário mínimo no nosso país hoje é um dos mais baixos do mundo. Então isso faz com que a pessoa perca o seu poder de compra, né? E reflete em tudo, na compra do dia a dia e ainda mais na compra de um imóvel. Programa bom é programa que passa rápido, viu? Meu tempo já tá encerrado aqui já uma hora de programa. Para encerrar, então, já que eu falei que eram duas perguntas, acabei fazendo uma só. São João Paulo I afirmou que a crise da habitação representa uma das questões sociais mais graves da atualidade, pois condensa deficiências econômicas, culturais e humanas profundas. Como é que o senhor enxerga São João Paulo I? Eh, ele vai mostrar para nós como igreja e paraa sociedade que o ser humano ele não tem uma dimensão somente, mas ele tem que ser pensado na sua dimensão integral, todas as dimensões. Então, a questão da moradia, da habitação, eh ela não causa só um problema, eh, cultural, mas um problema humano em todas as dimensões, porque a, como já foi dito, né, a moradia, habitação é a porta de entrada dos demais direitos. Então, eh, São João Paulo tá mostrando, né, que a igreja ela tem sim que falar de moradia, porque a igreja fala do ser humano e o ser humano integral em todas as suas dimensões. E a moradia sendo a porta de entrada dos direitos, ela fere todos os direitos. A falta de moradia deixa a pessoa em um estado de vulnerabilidade tão grande que a sua própria humanidade eh está desintegrada. Então, é uma frase que vai acrescentar muito na campanha da fraternidade deste ano. João Henrique Bento, seminarista da Arquidiocese de Campinas, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter vindo até os nossos estúdios, contribuiu demais para sobre os objetivos da campanha da fraternidade. Essa contextualização foi muito importante. já faça um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos e fica aberto as suas considerações finais. Então, agradeço, Gabriel, agradeço o vereador Nick Schneider, quem fez o convite para estarmos aqui. Eh, estivemos também na sessão onde fizemos o lançamento da campanha da fraternidade eh na Câmara Municipal de Campinas. Esse espaço é importante. A igreja tem muito a contribuir, tem muito a dizer à sociedade, porque a igreja ela é perita em humanidade. Então, quando ela fala, ela tá procurando o bem comum, eh, a dignidade da pessoa humana e tudo isso favorece as pessoas independente das suas religiões. Então, nós temos muito a contribuir. A campanha da fraternidade é importante, é esse braço, é como o vereador coloca, é o braço de fé também da igreja, porque é fé e social, dimensão espiritual e social são inseparáveis, elas caminham juntas. Então agradeço o vereador pelo convite, também o secretário de habitação, que possamos levar essa campanha da fraternidade, essa reflexão para além da quaresma todo ano, né? A campanha ela se encerra na quaresma em termos de debate, de formação, mas ela continua com os projetos que são eh que são incentivados e e viabilizados pela campanha da fraternidade, pelas nossas paróquias, pelas nossas dioceses no Brasil inteiro. Então, nós agradecemos por esse espaço e pedimos a todos, né, vamos contribuir, vamos incentivar a campanha da fraternidade. Luís Henrique Cirilo, vereador licenciado, atual secretário municipal de habitação, também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo ter aceito o convite para participar do nosso questão de ordem. Já faço um novo convite para senhor retornar aos nossos estúdios. Sei que sua agenda é lotada, mas sempre que encontrar um tempinho, convite está feito para participar do questão de ordem. As informações de grande valia, de credibilidade pro nosso telespectador e fica aberto as suas considerações finais. Bom, rapidamente cumprimentá-lo, Gabriel, estendo a todos da equipe aí do Questão de Ordem, você sempre com muito brilhantismo, fazendo com que a gente possa interagir num tema às vezes árido que é o que é a habitação, porque por mais que se fale que é só moradia, a gente conseguiu através, como você bem disse, da aula dada pelo o pelo João Bento, assim como apesar de jovem, a experiência política e pessoal cristã do vereador Nick Schneider é bem complexo, então nó precisa interagir. Então eu aproveito tão logo eh já ter te cumprimentado. Quero cumprimentar o o o João Bento. Já já vai ser ordenado padre, né, com esse nome, né, João Bento, né, para nós católicos é algo significativo, é um nome forte, né? Então que desejo sucesso, sempre à disposição na Secretaria de Habitação. E a esse jovem vereador que eu tive o privilégio de alguns meses interagir com ele aqui no plenário, eu quero cumprimentá-lo. O Eu, antes de começar, eu até fiz uma observação. O Nick tem brilhado aí na Câmara Municipal. O pai foi um bom vereador e e deixou um legado eh que tem que ser sempre destacado. Mas o Nick, o filho tá melhor que o pai, viu? Porque o filho tem tem com essa juventude, apesar de jovem experiente, tem conduzido. E eu fiquei muito feliz numa fala sua que você falou que você preside a Frente Parlamentar dos Trin trem intercidades. Eu sou autor da lei que criou as frentes parlamentares em Campinas. Puxa, na época foi uma discussão. Então, eh, criar a frente parlamentar, eu entendia e vejo que tornou-se realidade, é possibilitar um vereador do nível do Nick, que é um vereador atuante, pujante, jovem, com vontade de trabalhar pra cidade, a possibilidade dele pegar esse tema, por exemplo, intercidades e desenvolver, trazendo palestrantes, trazendo a sociedade civil. Então, fica aqui meus cumprimentos, viu, Nick? E, e, e, e, eu, e, eu termino, claro, de uma maneira muito eh humilde, eh, cumprimentando o governo Dário Saad. Eh, tem sido feito incentivos para que haja produtividade. Tanto que amanhã, João, amanhã, Nick, você é meu convidado, é o convidado da sociedade, amanhã nós vamos entregar eh no núcleo residencial 2 de julho, nós vamos entregar mais algumas dezenas de regularização fundiária. Você não sabe a alegria da pessoa quando ela pega a a a escritura. Então eu eu e eu e a gente acaba de alguma maneira se envolvendo com isso emocionalmente, né? Então eu me coloco à disposição lá na Secretaria de Habitação. É uma obrigação, mas eu faço isso com satisfação. Muito obrigado, viu? Nick Schneider também muito obrigado mais uma vez pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar do nosso questão de ordem pelo segundo ano consecutivo sobre a campanha da fraternidade. As informações que foram trazidas aqui de grande valia pro nosso telespectador, você que também já foi secretário de habitação, pôde contribuir, né, deste lado espiritual, mas também do lado na prática sobre a questão de moradia. já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Obrigado, Gabriel. Obrigado pelo carinho que vocês sempre nos recebe aqui, toda a equipe, viu? Muito obrigado. Você sempre com maestria, com muita elegância, conduzindo esse importante programa da TV Câmara, que traz sempre informações relevantes, temas relevantes de interesse da sociedade. Isso é muito importante. Cumprimentar o secretário Cirilo. Olha, a gente sente sua falta aqui no plenário, viu vereador? É, o senhor tá sendo um bom secretário, excelente secretário, mas também um excelente vereador. Sentimos sua falta aqui, a seu companheirismo, sua amizade, a sua, as suas iniciativas sempre muito calcadas na legalidade, como bom advogado que é, né? Sempre alicerçado no bom senso, no diálogo. Sentimos muito sua falta aqui, viu, vereador e secretário. E cumprimentar o João, meu amigo, seminarista. Leve o nosso abraço ao seu xará, Dom João Inácio, o nosso pastor da nossa igreja católica na Arquidiocese de Campinas, ao povo da São Pio X, temos muitos amigos lá. E agradecer também pela oportunidade de estar com você aqui, de absorver um pouco do seu conhecimento, né? Tenho certeza que será um grande padre da nossa arquidiocese, que levará muitas pessoas à conversão, muitas pessoas ao caminho do céu. Então, muito obrigado, viu, João? por estar mais uma vez, pela sua disponibilidade de estar conosco aqui. E eu agradeço, viu, Gabriel, o convite. Uma alegria sempre poder falar de temas importantes, ainda mais temas que fazem menção à nossa igreja católica. Muito obrigado e eu agradeço você de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído, né, com os objetivos aí da campanha da fraternidade deste ano. Questão de ordem fica por aqui. Até semana que vem. Ciao. Ciao.
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