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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem. Dados do Conselho Nacional de Justiça mostram que o Brasil registrou 13 denúncias por dia de maus tratos contra animais no último ano. O estado com mais notificações foi o Rio Grande do Sul com 965 processos. O segundo da lista, Santa Catarina, estado também do sul do país, em que aconteceu recentemente o crime brutal, em que a suspeita é que o cão comunitário, o Orelha, foi assassinado após maus tratos. E nesses dados chama a atenção a ausência de informações relativas ao estado de São Paulo devido à falta de cadastramento específico do Tribunal de Justiça Paulista sobre os processos com este assunto. Como mudar esta situação? Qual a relação dos jovens, redes sociais e transmissões ao vivo de crueldade contra animais? Faltam legislações. Bom, são muitos temas e por isso eu recebo aqui no estúdio o vereador PMio Monteiro. Ele que é o presidente da Comissão Permanente de Proteção e Defesa dos Direitos dos Animais aqui da Câmara. O vereador Rebert Ganém, que é membro desta mesma comissão, ligado à causa dos direitos e proteção dos animais, e o Flávio Lamas, que é o presidente do Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas. Lembrando que o debate vai acontecer. Farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Pemmío Monteiro, começa com o senhor 13 denúncias de maus tratos por dia, fora subnotificações. O Brasil é um país violento, principalmente para os animais. Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Obrigado pelo convite de estar participando do programa Questão de Ordens. Queria aqui iniciar os cumprimentos ao meu colega parlamentar, o Herbert Ganen, que também é da causa animal, tem um trabalho maravilhoso aqui na cidade de Campinas. E estendo aí os cumprimentos ao nosso presidente do Conselho Municipal da Proteção Animal em Campinas, que é o Flávio Lamas e tem um excelente trabalho também. em relação à sua pergunta, ela ela é muito importante, até porque a gente sabe que a questão do ma tratos hoje ela está em evidência, né, na imprensa, em todos os lugares, mas e no meu no meu ponto de vista, isso daí existiu existia já há há muito tempo, porém agora sim está sendo divulgado, tá tendo mais visibilidade e as pessoas se preocupam em denunciar, se preocupam em mostrar o que está acontecendo. E o papel da imprensa é fundamental nesse momento para mostrar e surgir mais denúncias em outros lugares, em outros estados, em outros município. E com tudo isso, eh, na questão da legislação também eu sei que é falho. Não existe ainda uma, infelizmente, uma legislação específica. Eh, tanto é que no caso daqueles jovens que cometeram aquele aquela atrocidade lá em Santa Catarina, são menores infratores, né, que no meu ponto de vista, se eles fossem menores inflatores de uma periferia, de uma comunidade, eu tenho certeza que estariam na Fundação Casa. Mas como tem um poder aquisitivo aí elevado e é filho de pessoas renomadas lá no estado, até quando vamos esperar se realmente vai ter justiça? Mas infelizmente perdemos orelha e perde várias e várias orel orelhas no Brasil com toda essa crueldade. Eu fico aqui muito triste, tenho certeza que o Galeném também vai poder falar sobre isso, Flávio Lamas também, mas a questão do ma tratos, eu acho que existe muito mais do que essas denúncias que fazem aí. Vereador Herbert Ganen, a sua trajetória, né, de defesa e proteção dos animais é de muitos anos. Como é que enxerga tudo que tem acontecido nos últimos tempos? Sempre aconteceu e agora tem visibilidade ou os casos de crueldade estão aumentando? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Agradeço, Gabriel. Cumprimento aqui meus colegas do debate, vereador Permínio, que é da Comissão de Proteção Animal, faz um trabalho brilhante, Flávio Lamas, que eh também está aí com o conselho, em Defesa da Causa animal, faz um trabalho maravilhoso, conselho agora deu uma oxigenada, tá conversando com todos da cidade que é importante. Bom, hoje a gente tá vendo aí esses casos que a gente vê na internet, na mídia, como o Permírio bem falou, isso sempre aconteceu, né? é que hoje tem câmeras para tudo onde você vai. Aí então você cometeu um crime aqui e se não tem câmera aqui, tem uma câmera na outra rua que pega a pessoa que passou perto. Então, e hoje tem essa visibilidade de internet, então a pessoa gravou ali, colocou, vira aquela comoção, como tudo, não é? E como o Permínio também falou, não são só esses 13 casos por dia, com certeza tem muito mais. Tem esses, tem aqueles que eh não são julgados, que não são denunciados ou que são denunciados e não acontece nada, né? Porque são inúmeras denúncias que tem. Vai para uma gaveta, vai para um arquivo, não tem pessoal suficiente para atender. Quando tem, é meia dúzia que acontece. Mas é importante que a gente tenha essa visibilidade do que aconteceu com o cãozinho orelha, né? eh, deu uma visibilidade paraa luta, houve essa união. Tava conversando com o Flávio agora a pouco também, onde uniu, né, direita, esquerda, é todo mundo, né, se uniu, então a gente precisa melhorar as leis, né, ser mais severas. Eu ajudei a construir aqui no estado de São Paulo a lei dos a proibição dos fogos de Sampito, que é uma lei do do Bruno Ganém, que eu trabalhava com ele na época na LP. Então a gente construiu junto, conseguimos a aprovação, né, dessa lei, mas essa lei tem que ser aplicada, então tem que ter a denúncia, tem que ter investigação, isso não acontece. O estampido acontece em cada esquina que tem. Então tem que denunciar, tem que ir atrás, onde que fabrica, eh, quem vende, né? Soltura é difícil pegar quem tá soltando, mas fábrica é fácil. teve uma fábrica que explodiu um tempinho atrás em São Paulo. Eh, quer dizer, sabe onde tem leis, né, para que combata isso, mas a fiscalização tem que ser rígida, né? E nós temos que apertar a legislação, tem que dar cadeia. Se não começar a dar cadeia, o o os menores que cometeram essa e eh esse absurdo com com cãozinho orelha, então tudo solto, não deu nada, sobrou para um só, né? Menor, menor de idade, né? Já aí não vai dar nada. Eh, se se chegar a pagar alguma cesta básica vai ser muito, né? Então, eh, sempre existiu isso, mas hoje em dia com a a internet, com essa visibilidade, a gente tá vendo esses casos e isso também a gente pega como luta para que a gente possa melhorar e avançar na causa animal. Flávio Lamas, primeiro, qual que é o trabalho realizado pelo Conselho Municipal de Proteção e Defesa dos Animais de Campinas? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Muito obrigado pelo convite, Permínio, meu amigo Evert, meu amigo, que a gente acompanha, trabalhamos juntos aí na causa animal. O Conselho Municipal tem o dever e a obrigação de lutar por políticas públicas. E para isso aqui em Campinas a gente tem que enfrentar uma série de de problemas que são comuns do país inteiro. Campinas, de uma maneira geral, ela é uma referência na causa animal por ser um avanço em ter criado DPBE, que antigamente era CCZ. Foi trabalho do conselho que a gente conseguiu essa mudança 15 anos atrás. Depois a gente conseguiu as castrações que nós fazemos hoje 10.000 castrações por por ano e esse ano serão 30.000 em Campinas. Nós conseguimos as duas clínicas, Campinas conseguiu duas clínicas eh que ficam um em cada bairro, né? Posições durante um mês em cada região da cidade para ajudar, né? Eh, temos problemas, temos muitos. O DPB ainda tá com problema, tá com problema. Tá indo para uma solução, tá, né? O, o protetor ele é muito ele muito crica, ele é muito cobrador. Quer dizer, a gente quer solução muito imediata. O mundo não é muito assim, né? Você vai para São Paulo, sem passar por Valinhos, Vinhedo, Loveira, eh, Jundiaí, Cajamar, São Paulo. Quer dizer, tem que passar por etapas, mas a gente tem pressa, porque se não agir com pressa, a gente vai ter mais sofrimento, porque nós estamos falando de sofrimento o tempo todo. O caso do Orelha, por exemplo, né, aquilo, né, mas aconteceu um caso recente, anteontem, de um policial militar de 22 anos deu 12 tiros num cachorro, matou, acertou sete. Esse policial tá preso. Agora o Evando, a gente tava conversando que quem maltrata um animal é o primeiro, é o primeiro elo da da escala da da agressividade começa com os animais. é um pequeno animal, um outro, um cachorro. Dali vai progredindo até isso ir paraa frente e a gente ter o ele agredindo uma pessoa. Eu imagino esse rapaz 22 anos a troco de nada deu 12 tiros num cachorro numa área eh urbana na porta de um shopping. O que que ele não faria se ele pegasse numa blitz alguém que ele acha que tá errado no trânsito lá na Coxinina? Quer dizer, é um absurdo, né? Quer dizer, nós temos que ter uma cobrança maior. E eu acho que a fiscalização é o X da questão. Por que que as pessoas agem errado? Porque elas sabem que não vai ter punição. Uhum. O Brasil eu já não é questão de desiludir, mas aqui é o país da impunidade. Já falaram e permindo já falaram sobre os os rapazes lá, aquelas os adolescentes do sul que não não tem saíram dali, foram paraa Disney. A família premia a maldade, apoia, então apoia. Então isso só vai levar a coisa pior. Esse PM foi preso, tá? Se se ele pegar a cadeia é porque não tem dinheiro, porque ele veio de alguma comunidade, porque veio. Você Então esse é o drama. A gente não tem dos dos adolescentes, sabe? O único que tá respondendo o que não tem dinheiro é é o elo mais pobre da cadeia, o elo mais fraco da cadeia. É. E até não sabemos se ele ainda foi eh orientado a assumir todo o problema para poder o poder econômico resolver o problema da família dele, né? Nós tivemos agora, gente, mais absurdo, um o estuprador de uma menor de 12 anos traficante, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Que que ele fez? Ele absolveu o marginal, sabendo que com 12 anos é estupro de vulnerável. Não interessa se a família concorda, se deixa concordar. A lei é clara. Como é que o Tribunal de Justiça a gente passa a não acreditar na justiça. Uhum. E para os animais é o primeiro ponto que a gente pega. A gente nunca vê alguém punido, nunca vê. Em Campinas a gente tem, nós estamos falando em 13 casos que no tribunal, né, no no na justiça brasileira, não é isso? Pois é. Tem 13 casos em Campinas, não precisa ser nem muito longe por dia. Pega a internet pra gente acompanhar o seu gabinete. É, o na sua comissão, quanto você recebe de denúncia? Gabinete chega todo dia. Pois é. maus tratos. Ele constitui só o abandono já é um maus trato. Você abandonou, você tá maltratando o animal porque você tirou do do lar dele, não é isso? Pois é. O oit com certeza tem lá no gabinete dele todo dia gatos com os gatos que são mais vulneráveis ainda, porque um cachorro sensibiliza tal. O gato não é para todo mundo, tem muita gente que não gosta, tal. Cachorro conheci agora com as chuvas, eu recebia todos os dias cachorro na corrente na embaixo da chuva. Como é que vai fazer? O que que tem para resolver? A gente tem que deixar claro que a pessoa acha que maus tratos é só ir lá e bater no cachorro. Maus tratos é você privar ele de comida. Excelente. Explica direitinho isso para as pessoas entenderem. Sol. Animais comunitários. Vamos pegar o cão, o cão orelha. Nós temos aqui na cidade um monte de animal comunitário, principalmente gatos, colônia de gatos. Uhum. E tem aí os protetores vão levar lá comida para esses gatos, água. Se não levar, não vai ter comida. E tem gente que está em volta, não gosta daquilo, eh, joga água fora, joga comida fora, quando não envenena, deixamos casinhas lá para que deixe lá dentro, para que o pombo não venha comer a comida, não entre. As pessoas não querem saber, elas não querem. E falam assim para mim: "Ah, por que que vocês não pegam esse esses gatos aqui? Vocês t uma colônia de 120 gatos e joga em algum lugar desse jeito, fala e joga". Você sabe, por mínimo como é que é os pedidos que chegam para nós? Quer dizer, a pessoa não tem preocupação com o animal. Eh, acho que aquilo ali não é um ser vivo, vida, né? É, aquilo ali é não tem não tem sentimentos. O animal tem sentimentos, ele chora, ele tem depressão, ele fica triste, ele fica alegre. Então, a o o maus tratos não vai só da agressão, da do espancamento, ali, vai de privar animal de água, de comida, eh colocar o animal preso em algum lugar e achar que tá fazendo bem para aquele animal também, né? Pessoas pegam um monte de animais, prende dentro de casa, não tem sol, não leva para passear e isso também é maus trato. E casos assim tem inúmeros, inúmeros, inúmeros. A gente ficaria aqui por horas e horas e só falando sobre isso. Repercutir a fala do Flávio Lamas, porque era um assunto que eu gostaria de abordar no questão de ordem, já que ele citou nessa primeira resposta. Na visão de vocês, quem maltrata animais tem este caminho para agredir pessoas também? Ébertínio? Pode ser, sem dúvida. Posso come? Tá, eu vou eh Tá, acho que você é meio vidente, né? Porque [risadas] o Flávio Lamas estava falando sobre a questão do policial que chegou a a atirar no no cachorro e ele veio a falecer. Eh, e como ele disse, se ele fez isso com o cachorro, o que qual a estrutura psicológica ele tem a hora que ele for abordar um ser humano? Ele pode matar o cara também de qualquer forma. dependendo uma reação, o cara vai pegar a carteira dele no para pegar o documento, ele pode ser morto. Mas voltando na questão da violência, se no meu ponto de vista, se a pessoa tem coragem de maltratar o animal, fazer uma violência contra o animal, com certeza automaticamente ele tem para fazer no ser humano, ou seja, uma mulher, ou seja, um homem. Tanto é as agressões hoje que aumentaram muito com a questão da da violência doméstica, do feminicídio. Isso daí também se estende para as pessoas. Voltando também na questão da violência do ser humano, você eh foi noticiado, né, em toda a imprensa a nível nacional, aquele dois rapazes lá em Brasília que agrediu ele, aonde ele fez uma tocar, uma pessoa de um poder aquisitivo altíssimo, era um piloto de corrida, de automobilismo e simplesmente nocouteou o o jovem lá, bateu, bateu, bateu e ele veio a falecer. Sim, é claro que ele vai responder por homicídio agora doloso. E além disso, como o Flávio Lamas falou, eh, os animais sofrem essa violência e a pessoa que pratica a violência contra os animal, é claro, ele vai praticar contra uma criança, contra um adulto, contra uma mulher. E é muito, é muito, é muito preocupante essa, essa onda de violência. E você citou no início aí a questão eh dos grupos de rede social que pregam o ódio, né? Tem aqueles que pregam o ódio para fazer algum tipo de ataque, seja ele em escola, seja ele eh incentivando as pessoas a a se mutilarem, chega até a se suicidarem, onde houve já casos assim, mas também existe os grupos, né, de de violência dentro da internet que eles acham que é possível, podem e e não tem nenhum tipo de legislação específica para ter tipo um tipo de punição. que é o da crueldade contra os animais. Isso daí é o que a gente ficou sabendo da questão do caso orelha. Quantos e quantos e quantos que a gente não tem condições de descobrir, que são essas perseguições, né, no caso de de stalk entre grupos de internet de jovens que fazem essas mobilizações e a gente não fica sabendo, só fica sabendo quando tem algum caso que dá repercussão a nível nacional e aí vai acontecer uma investigação mais profunda. Por quê? Porque a imprensa noticiou, mas como o Herbert falou, e aqueles que a gente não fica sabendo, quantas e quantas denúncias tem parada, né, na delegacia que sequer pegaram lá o papel para ir averiguar, até porque não tem recursos humanos nenhum e nenhuma delegacia específica. Infelizmente em Campinas ainda não tem uma cidade de 1.300.000 habitante que requer e é necessário ter uma delegacia eh direcionada só para causa animal para poder fazer esse tipo de investigação. Então, quantas e quantas denúncias tem parada lá? Respondendo um pouco da sua da sua pergunta. E também aproveitando a oportunidade aqui, pegando só um gancho da fala do Flávio Lamas, Campinas é referência nacional. Eu posso falar com muita propriedade em relação a isso, até porque eu estou desde meu desde o meu primeiro mandato como presidente da comissão e avançou muito, avançou muito. Tem lá o o DPB que o Flávio falou que era o CCZ, se transformou em DPB, que inclusive agora tem lá as novas baias de da clínica veterinária que vai ser inaugurada em breve. foi entregue a primeira fase. Tem os gatis lá, dois gatis enorme, muito bem elaborado, muito bem projetado que vai poder atender. Tem lá seis canis novo que também foi feito. Então tá melhorando muito, melhorando muito. E também em relação às às assistências que existe no município de Campinas na questão do atendimento aos animais. Eu queria falar aqui, né, do Sambu Animal. É uma inovação no Brasil e foi a primeira cidade do Brasil a lançar o samimal que foi no governo Jonas quando ele era prefeito. Ele foi muito feliz, né, em colocar essa unidade de samão animal que hoje é um sucesso para socorrer os animais que são acidentados. E você sabe que a gente teve problema de do nome Samu Animal? Não, porque falou assim, aquele carro que é assim, vai ter isso, tá, tá, tal. Então, SAMU animal. Como assim Samu animal? SAMU é pra gente, né? Porque é uma sigla francesa inclusive, né? Porque o SAMU, o SAMU veio da França, né, do conceito e tal. Não, o SAMU animal porque não vai ter o respirador, não vai ter o SAMU animal. SAMU animal pegou no Brasil inteiro. Brasil inteiro. Tanto é que ele fez uma publicação na época e teve mais de 3 milhões de visualização. Isso foi um, você lembra, né? Foi um sucesso. Então a gente tem coisas boas, a gente tem que falar. Quando existe alguma coisa que não agrada e tá errado, a gente reclama, né? Tem a crítica. Mas eu acho que quando existe as coisas boas, a gente também tem que divulgar e falar e lembrar, né? Porque infelizmente a memória do brasileira ela é bem curta. E voltando também em relação à questão eh do que o Flávio falou do consultório veterinário móvel. Consultório veterinário móvel. Fui muito feliz na época aonde eu apresentei esse projeto de lei aqui na casa, fui até motivo de piada para alguns, né? né? E a nossa luta sempre foi um um hospital veterinário público gratuito que você acompanha desde o início e onde a gente vai ter uma novidade boa essa semana aqui e depois eu te passo em primeira mão, por favor. Eh, o o prefeito Dário vai anunciar, mas eu quero falar para você da questão do consultório veterinário imóvel. E aí houve aquele embate lá, pô, não mas não dá, mas como é que vai fazer isso? que foi foi costuramos aqui na na Câmara esse projeto, foi lá pra prefeitura, o prefeito gostou e quem acabou sancion foi no Jonas e quem acabou sancionando foi o Dário, que foi muito feliz com essas duas unidades, que já atendeu mais de 20.000, acho que mais de 25.000 1 atendimento já gan em Campinas e tem lá todo os prontuários, animais que são atendidos com a V8, com a microchipagem, com a consulta gratuita e a vermifugação tá fazendo tá fazendo, tá fazendo. E a vermifugação também tem alguns procedimentos que eles fazem também na hora ali, na hora, né, coisa pequena, na hora isso, mas agora com outros eh os exames sofisticado vai melhorar aí com o anúncio que vai ser feito. E também quero só lembrar, né, a gente tem que vender o jabá, né? Não é isso? Ô, Flávio L e R, o parcão. Quando a gente falou também do parcão aqui, né, foi no meu primeiro mandato, meu primeiro projeto de lei. Eh, alguns que não estão mais aqui, ô vereador, você tá louco, fazer praça para cachorro na onde vai fazer, não existe isso. Vamos lá, vamos trabalhar. Trabalhamos, trabalhamos, conseguimos aí lutar. Na época o Dário era secretário de esportes e ele abraçou a ideia também junto. Foi feito o primeiro Taquaral, o segundo foi no Nova Europa que saiu o casamento que você falou. Isso. Vamos contar essa história. Daí deu 25. Conta essa história que vai ser bonita. Tem 25 parcão com a probabilidade de chegar a 40 até o final do mandato. Flá, pode falar. Vamos contar, vamos contar essa história do casamento no parcão nova. O casamento parcão nova Europa é o seguinte. Ali o que que é o parcão? Você vai lá passear com o seu cachorrinho, tal, tá ali e tal. Então o o a pessoa sai da televisão e vai passear o cachorro. Então o local, por incrível que pareça, parcão é o lugar que as pessoas não quebram. A prefeitura ficou impressionada. Primeiro que era uma praça abandonada que o pessoal jogava sujeira ali, jogava lixo, não sei o quê, tal. Colocou grama, colocou os brinquedos, cercou isso aí. Então a sociedade ali acabou abraçando aquilo como dela. Então aquilo ali é preservar. Aí um rapaz tava eh um amigo nosso inclusive tal eh fotógrafo, ele tava tinha separado a esposa, tava tranquilo e tal, levou um cachorrinho, tinha uma uma moça lá simpática com o cachorrinho dela, tal, lá pelas tantas resolveram juntar os cachorrinhos, estav morando junto, tá tudo bem, deu o casamento e tudo bonitinho. É, foi uma coisa bacana. Eh, e a gente a preocupação quando se discutiu a primeira vez o a história aniversário também, viu? Aniversário, faz aniversário em Parcão. Cachorrinhos. Isso, isso, isso. Exatamente, né? Faz, né? Porque marca é importante, né? É, é. E você vê e 11 horas da noite, você vê gente no parcão. Eu tenho um cachorro mais agressivo, tal. Então, eu vou às 11 horas da noite, 10 horas da noite, hora que não tem ninguém, eu solto, não tem nenhum nenhum problema, né? Lá no Nova Europa tem um amigo meu, guarda municipal, que ele trabalha na guarda durante o dia e à noite, e ele mora ali no próximo no samaritano e ele tem um pitbull forte, for e ele só vai à noite lá, né? E eu curioso que a caminho pra minha casa, peguei, parei, falei: "Che cara 11 horas da noite aqui, né?" Eu parei assim, ele assustou, pôs a mão aqui, falou: "Que que foi?" Eu falei: "Não, sou permilal". Falei: "Pô, cara, que da hora você aí 11 horas, não é que de dia eu não tenho tempo." E aí, como ele é um pitbull, eu prefiro vir à noite agora iluminado, tal. Então, questão de consciência também, né? É, isso é importante a gente dizer. Olha, se quem tem um cachorro mais bravo, precisa ter a o conceito de cidadania de também não querer levar lá na hora tem um monte de gente com Yorkshire, com vira latinha pequeno, tal, né? E a gente não ter esse negócio de não, o meu, né? Não vai uma hora que você vai tranquilizar, vai tranquilo para levar o bichinho e desestressar, né? Mas eu queria só voltar no Não, queria queria fazer um gancho aqui das políticas públicas para causa animal que o Permínio falou que é importante, né? Eh, por exemplo, o que a prefeitura faz aqui é maravilhoso da chipagem. É importante você chipar o animal, porque tem animal que escapa, né? que a pessoa não conseguiu cuidar ali, ele foi e através da da chipá a gente consegue encontrar o tutor novamente. Teve um pitbull essa semana, sabia? Importante isso. No DPBE. É, ele foi pro DPBE e pitbus. Se encontro de de pitbull na rua, você sabe abandona abandona abandona e ninguém mais vai adotar o pitbull. Difícil você conseguir uma adoção para pitbô. Você sabe também, Flávio, lá questão da ONG tem que ter um espaço só para ele, né? Porque ele às vezes não se dá bem com os outros animais. E a chipagem é muito importante. Se a gente pudesse chipar assim quase todos os animais aqui aqui de da cidade, seria maravilhoso, porque se se se encontrasse um animal que está perdido, nós encontraríamos o tutor. Se o tutor abandonasse o animal, fiscalização iria em cima dele. Quando ele faz, leva a multa, se levou, leva a multa e porque quando é feita a chipagem, ele assina um compromisso lá, ele responde admin administra administrativamente e ele tem que pagar aquela multa 2500. Perfeito. Isso. Então, eh, essas políticas públicas são interessantes. Tem a vacina V8 pro cachorro lá na no consultório móvel, eh, tem os o parcão para que a pessoa possa levar. Tem a castração gratuita que a prefeitura faz em regiões, né? É só esperar que chega na sua região. Então, então a prefeitura dá fazer mais uma observação, pô. E tem o da raiva que é nosa e faz agendamento. É agenda da raiva, né? Vai tal hora lá agendadinho animal. Ótimo. E lá é nas onoses. E o que acontece? Então, a prefeitura dá eh eh dá esses esses caminhos pra população de é o SUS Animal de Campinas. E assim, e a gente quer que o mínimo que cuidem dos seus animais, né? Ah, o porque tudo quer pôr a culpa no prefeito, né? Aí a pessoa que gosta de fazer politicagem também fala assim: "Ah, deu um probleminha lá, não, o prefeito é culpado de tudo, se a pessoa abandona o animal, não." Então, a prefeitura faz um trabalho importante que é a castração, o consultório móvel, eh, o parcão, né? Para que possa ter o lazer, eh, a questão da raiva estressa também, né? Totalmente. Os dois, o dono e o cachorro. O dono e o cachorro. O que é legal, Gabriel, só atrapalhando? Eu sou muito observador, né? Eu paro o carro e fico olhando, tal. Aí você vê toda aquela movimentação, né? Aí os tutores chegam e soltam os seus pets na praça. Tirar o exemplo do Nova Europa, aquela grande que tem. Aí eles ficam brincando como se fosse criança entre eles mesmo. Não sai briga. E aí os instrutores sentam um aqui, outro senta no banco, aí um pega um tablet, outro pega um uma revistinha, o outro tá no celular, outro vai namorar. É, outro vai namorar [risadas] e e é encontros e eles interagem ali. É uma coisa impressionante. Só você vendo para crer. Às vezes você fala, você fala: "Mas será que é verdade?" Então, a um, para você ter uma ideia, uma das coisas que pedem eh pra gente no nosso gabinete, porque eles fazem a estrutura rapidão, né? Eles querem fazer a lambrou tal, coloca ali, aí fica faltando algumas coisas e uma das coisas que eles mais pedem os tutores são bancos para eles sentarem. São bancos para sentar porque tá certo também, né? Você vai sentar ali na grama e tal. Então você tem você tem que ter o quê? aquela baia de proteção na entrada para não fugir. Você tem que ter a iluminação para para ir à noite, é claro, porque o a o tutor chega do trabalho, ele vai ter a condições de ir num local iluminado, os bancos para ele sentar, os brinquedos pro pet brincar e o bebedouro para ele beber água. Deixa eu só jogar um pouco de água fria nessa conversa. Eh, a gente tem políticas públicas ótimas em Campinas, mas eu acho que a gente ainda não atingiu o ponto ideal. Vou pegar o caso dos chips. Chipar o animal é a coisa mais fácil do mundo. Uma injeçãozinha ali, aplica o chip, tá ali direitinho. Os veterinários de Campinas têm o programa, ele tem acesso ao programa para quando chega na minha clínica, eu pego lá, passo o scanner, pego o número do chip para poder ter o cadastro desse animal e eu cadastrar lá. Apliquei a vacina hoje, tá? Não tem. Mas o LGPD não pode. Então então não não não tem. do tutor. Não, não, não. O dado do tutor. Eu, eu, ele tem o cadastro, o número do chip na que para que serve esse cadastro? Só para o DPBE. Não é pro DPBE. É porque se eu alguém chegou com um animal no na minha clínica, olha, eu não sei esse animal. O que que eu eu encontrei agora? qualquer pessoa pode, qualquer clínica teria um o leitor, o leitor que tem que ser um programa universal que vai, olha, esse animal está perdido em tal lugar, foi encontrado aqui. Então isso não tem, é um aperfeiçoamento que a gente precisa para poder tanto no Campo Grande, tanto em Souzas, tanto em Barão Geraldo, tanto Aparecidinha, a gente ter, na minha opinião, é o que acontece, eu já fiz castração através do governo federal que nós trazíamos pra cidade aqui. Vamos continuar trazendo aí quando a é feita a castração no município, então quando vai da prefeitura, tem que assinar esse termo para de responsabilidade. Acredito que a gente possa fazer uma parceria com as com o que for particular, que também assine o termo de responsabilidade para que depois se ele abandonar o animal e for contrato, ele responda, né, a fazer uma integração. É, é, mas temos que fazer isso, né? Temos que fazer isso. Temos que evoluir eh nas clínicas. Eh, a ideia da clínica popular no início teve muita crítica dos veterinários, porque tá tirando o cliente da clínica veterinária, tá? Aí que não tem condições, não, não é esse o problema. Só sabe o que eu falei pr pros veterinários? Pelo contrário, você vai ganhar, porque esse que não leva na clínica popular, ele já não levava em lugar nenhum, porque ele não tinha condição. Na hora que ele leva lá e tem um atendimento, que é um bom atendimento, e lá se diz: "Olha, você tem que vacinar a cada 2 anos, tal, leva no veterinário, no seu veterinário, faz amizade do seu veterinário." Então isso acabou aumentando as demandas as a demanda para os veterinários daquela região, porque claro que você tem, eu a última vez que eu me lembro de Campinas tinha 465 bairros, acho que nós passou de 500 bairros, então não vai para uma região, esse mês fica um mês e depois volta o ano que vem. Demora, muito tempo porque cidade inteira para cobrir, né? Então, como tem isso e eu tenho o veterinário da minha preferência, né? Eu tenho, no meu caso, eu tenho 60 veterinários da minha preferência, porque todos eles ajudam. E eu queria até elogiar os veterinários de Campinas, porque olha o que a gente tem de veterinário aqui, tanto pros animais, os animais domésticos, cão e gato, como para silvestres, nós temos aqui referências, gente importante, gente boa, que gosta dos bichos, que fazem um trabalho bonito, né? Então, a gente tem e e tem dado bom resultado. Eu acho que a gente precisa precisa aperfeiçoar e talvez para isso haja a necessidade de criar um fundo municipal para eh ter, no caso das punições, no caso das multas, esse dinheiro para um fundo e esse fundo aperfeiçoar o que precisa ser feito. Por exemplo, vamos estudar um programa que de chipagem que que possa ser comum. Bem, tem dinheiro para isso, né? Porque sem dinheiro é difícil paraa prefeitura tirar o dinheiro da saúde, da educação, da segurança, do transporte, né, para várias áreas tirar e falar assim: "Agora vamos dar para dog, para cachorrinho". Fazer um gancho rapidinho aqui, Flávio, aqui na casa nossa, o Hermínio até voltou junto comigo, né? E passamos em primeiro turno um fundo da causa animal. Então nós voltamos em primeiro turno e vamos agora estamos esperando fazer o trâmite onde nós queremos abordar isso e recursos de multas também que vá para esse fundo que a gente possa nesse fundo poder ajudar protetor, né, ONG, porque tem muito protetor que não tem, não consegue receber recurso porque não tem documentação. Então a gente quer facilitar também para que o protetor consiga ali eh poder eh adquirir alguma coisa que ele precise para o seu animal. Então esse fundo municipal em defesa da causa animal já está tramitando aqui na casa, passou em primeiro turno, agora nós estamos passando pelas comissões da legalidade, vai vir também pra comissão eh da causa animal, onde a gente vai eh ver como, né, criar também os mecanismos ali do que que pode valer esse fundo e como atender essas necessidades. Olha como é importante um fundo desse. O judiciário aqui em Campinas mesmo, um juiz condena um cara por ter batido num cachorro, por uma briga de marido e mulher que o cachorro vai ficar com quem e tal. Aí ele destina, ele ele ele determina uma multa e essa multa para onde vai? Não vai paraa questão animal, ela vai para ele pagar a cesta básica para um Então é uma questão animal, vai para o fundo dos animais, né? E a gente tem a questão dos silvestres, que é outra coisa que Campinas com 1 milhão mil000 habitantes ainda não se se deu atenção para a gravidade que a gente tem, né? os animais silveres, porque a gente tá com problema aqui de condomínio abrindo para todo lado, né? Nós temos dois 2/3 da cidade de Campinas, do da área de Campinas, é uma APA, área de proteção ambiental. Sim. Soltam fogos. E para falar em fogos, são 46 fábricas do Brasil de fogos e artifícios. Maior parte em Minas Gerais, no Sul, e um pouco aqui em São Paulo. Quem libera a pólvora é o exército, assina a liberação da pólvora para o uso porque é uso restrito. Eh, parece-me que não tá sendo feito um bom trabalho pelo exército, porque se ele fizesse um bom trabalho, ele ia fiscalizar e não tá fiscalizando porque a maneira não tá correta. Uma vez nós conversamos com o pessoal que é da Associação Brasileira de Fogos e Artifícios e eram 51 tipos de fogos e a gente tinha proposto eh e eles tinham concordado em reduzir para 35. Então os morteiros a gente acabar a causa animal foi contra porque a causa animal queria que proibisse tudo. Aí é que eu falo, você vai para São Paulo, você não quer passar em balinhas, o inedorro. Cara, é assim, você precisa. Vamos, vamos reduzir. Vocês concordam com quanto? Para 35. Beleza, vamos tirar. Vamos lá para São José dos Campos, do campo de prova lá de Então, começa uma nova briga depois. Começa uma nova briga, né? Agora o descaramento é tão grande que é proibido fogo eh fogos e artifícios nos campos de futebol, não é isso? Lindo. Atrás do campo de futebol tá os caras soltando ali. A polícia tá sabendo. Por que que a polícia não age? Porque tem interesse. Que que é o interesse, não quero desagradar a torcida porque também não vai desagradar os políticos que também tão ali com aqueles que apoiam aquilo ali, né? A gente tá aqui defendendo os animais, mas na Câmara de Campinões tem quem lute pelo rodeio, que ele que é a volta da atrocidade do rodeio, que é um absurdo. Nós somos contra a causa animal é contra. Porque não é que a causa animal é contra por bobagem, é porque aquilo é maltrato. Você tem que puxar um sedém para aquilo incomodar, para aquilo machucar eh machucar o animal para ele poder pular. Se os peões são tão machos, põe um um sedém nele também. E aí um alguém da causa animal vai puxar no peão e alguém dos peões vai puxar no animal. E daí nós vamos ver quem para em cima de quem, né? Eu fiz uma proposta para rodeio em Campinas junto com meus pares, né? Ah, os colegas. E eu falei: "Ó, vamos colocar um, vai ter rodeio, coloca um touro mecânico e coloca o peão para pular lá em cima dele. Vai ter rodeio. Não dá o, ele não pula do mesmo jeito. Então, mas então, mas se não vou nem é esse o objetivo da hoje rodeio com toda e aquela história que já falaram: "Olha, quer fazer uma festa em Campinas? Vamos fazer uma festa das nações. Campinas tem centenas de de com tantas nacionalidades que a gente tem aqui representado, italiano, português, espanhol, tem de tudo, japonês, então tem tudo isso. Vamos fazer uma super festa. Valinhos faz a festa do Figo. Figo não tem rodeio. E o e o e o pessoal, os cantores todos ali, tão ali e tal. Eh, Vinhedo tem a festa, Jundiaí tem festa. Não, não há necessidade, não há necessidade dessa, desse maltrato que agrada a um pequeno número. Esse pequeno número precisa se convencer que o mundo mudou. E eu tenho medo é de uma reação popular da da hora que a gente achar assim não tem solução com a justiça e aí algumas pessoas começarem a fazer justiça pelas próprias mãos. Uhum. Eu sei, no caso lá do dos desse desses garotos lá de de que mataram o orelha. Mataram orelha e que no começo tinha filmagem de tudo, tinha tudo. Depois tudo sumiu. A a polícia sumiu com as coisas, todo mundo sumiu com tudo, né? Ali o crime organizado, eu tinha uma informação que eu vi pela internet que o crime organizado se uniu as duas principais siglas e disseram: "Eles estão condenados no tribunal do crime e se alguém sabe alguma coisa sobre o tribunal do crime, vai saber que ali se paga". Falou: "Não tem problema que vai demorar um pouquinho para passar, mas a gente vai ver". Então é só questão de a gente esperar. Agora, se esperar num país do tamanho do Brasil, que a única coisa organizada de fato no país é o crime, que a nossa justiça, que a violência, que a justiça ela não é justa, então não tem sentido, gente. Não sei o que a gente tá no que a gente vai se apegar para ter esperança. A gente trabalha todo dia, todo dia tem que pagar ração, todo dia tem que ver veterinário, cuidar dos bichos, conscientizar as pessoas que não há necessidade de ficar eh eh deixando de qualquer jeito, que tem que tratar com com mais carinho, com respeito à vida. Mas isso é difícil quando você vê a impunidade, sim, né? E e acontece, né? Vai direto. Eu já vou para essa parte de legislação. Fal falar da do animal Silvestre. Eh, tá sendo feita aí uma tratativa do prefeito Dário com o governo do estado, aonde vai surgir aí uma grande possibilidade, com certeza um convênio lá do Parque Ecológico, na onde será o centro para atendimento dos animais silvestres. Não é no parque ecológico, é no parque bioló no no do Instituto Biológico que é atrás do Parque Ecológico. O parque Ecológico, Monsor Salino, pode ser mudado porque tem umação específica atrás na atrás do Instituto Biológico, mas naquela região lá, parque ecológico, eu digo, é tudo aquela aquele complexo lá. E ali vai ser, mas é lá atrás na onde já seria lá um atendimento de de cavalo. É, então mudou lá o projeto e lá tem essa essa possibilidade, com certeza vai acontecer. É uns setas que a gente tem vai ter ali que já tá passou da hora de Campinas ter, né? Uhum. Mas se Deus quiser vai ser para breve, né? Ótimo. A gente já vai para essa parte de legislação da questão de leis que foi citado aqui. Antes, só para repercutir, para fechar esse caso Orelha, Flávio Lamas, como que você observou a repercussão deste caso que foi nacional? O Herbert falou, uniu direita, uniu esquerda, mas uma parte, eu acho que da sociedade ou algo que a gente lê, escuta, fica com um receio quando dá uma repercussão muito grande, porque para essa parte da sociedade parece um incentivo, fica muito repercutindo na TV e aí acaba incentivando e aí outros casos surgem. Como é que você vê essa repercussão? É algo positivo? Tem que acontecer? não acontece absolutamente nada. Ou tem isso de gerar aí um incentivo e aí outros jovens começam a fazer também aí querem ganhar fama na internet. Como é que você vê uma repercussão nacional? A repercussão nacional foi excelente, eh, justa, triste, mas justa, porque mostrou que não tem cabimento que fizeram com o animal. Não tem, né? não teve, não tem quem não possa sensibilizar com aquilo. Agora, eu, eu faço um, um paralelo aquilo daquela situação com a o feminicídio. Eh, eu acho que antes das leis do feminicídio não se mostrava o quanto a mulher estava estava eh sujeita a à maldade dos maridos, dos homens, dos maridos, dos namorados, dos de maneira geral. E a partir daquilo começou a ganhar visibilidade. Então, é o que acontece agora. Eu não é que isso está acontecendo mais agora do que antes, no meu entender. Eu acho que agora qualquer caso que a gente vê, a gente denuncia e vai ter repercussão. Uhum. Então isso a gente tá tendo. É o que aconteceu com as mulheres. Alguém que tente passar eh maltratar uma mulher, que a gente mesmo veja, se eu tiver na rua vendo um cara tentar maltratar uma mulher, eu já dou um grito para dois ou três e nós vamos partir de pau para cima dele. Não vou esperar a polícia chegar e ele vai ficar batendo na mulher. Não, separa ali, acabou a história, tal. Antigamente era o seguinte: em briga de marido e mulher ninguém mete a colher. Se o cara pôs a mão, tem que ser contido de uma maneira ou de outra. Então não não tem que deixar. E agora você já notou que todo mach todo macho, aquele agressor, ele bate em criança, mulher, animal e idosos. Ele onde onde maltrata sempre o mais fraco. Ele não vai lá no lutador de Gil Gitso e fala: "Vem aqui que eu quero brigar". Não, ele quer, ele quer maltratar aquele que ele pode subjugar, né? Esse precisa de de tratamento, mas ele começou lá atrás, foi com animal lá atrás que ele começou. E aí é que ele precisava ter família que entendesse isso e levasse um levar, como você falou, é preciso levar um psicólogo começar a tratar porque ele tem problema, não é a sociedade tem problema, ele tem problema. Nós vamos ter problema depois. Pega, ele pega a fragilidade, né, a fraqueza da pessoa. Eh, vamos supor que o o Orelha fosse um pitbull. Exato. Pitbull bravo, bravo, bravo. Pero, perfeito. Eles pegariam pitbull? Provavelmente não viu para todos vocês. Eu tava lendo uma reportagem sobre o assunto e a presidente da Comissão de Direito Ambiental e Proteção Animal da OAB de Porto Feliz disse, e agora eu abro aspas, precisamos de leis mais fortes e também uma reforma do Código Civil, porque o próprio Código Civil entende animal como coisa e não como seres de direito. E eles são sim seres sencientes, protegidos pela nossa Constituição Federal. É urgente que isso aconteça também no pensamento das pessoas. Fecho aspas. E aí há um problema na legislação, porque geralmente nos debates que acontecem aqui no questão de Ordem, o discurso é que o Brasil já tem muitas leis, mas que na prática elas não funcionam ou que não existe fiscalização. Com esta temática, violência contra animais, maus tratos, faltam leis ou de novo aplicá-las? Rebert depois quero ouvir o Flávio. É leis tem, mas nós precisamos endurecer mais. Eu acho que enquanto não tu começar a dar cadeia e ficar preso mesmo, não vai adiantar nada. Eh, até eu perguntei: "O que que você acha que uma leva uma pessoa também cometer crimes, né?" Porque não vai dar nada. Então, então a gente tem que ter as leis mais rígidas. Aqui no município, nós como vereadores, não podemos criar leis para colocar ninguém na cadeia. Não cabe a nosso. Lei federal. Tem, é lei federal, é o Senado, deputado federal que faz isso. Mas o que que nós conseguimos fazer aqui? Multas, né? E as multas têm que ser pesadas. Vamos votar na próxima quarta-feira aqui na casa em segundo turno, onde nós estamos alterando, né, a as multas para quem comete crimes de maus tratos na cidade. Então vai ser a segunda votação e depois vai pra sanção do prefeito. Lá nós estamos aumentando a penalidade. Uma pessoa pode chegar a pagar R$ 50.000 eh de multa se ela praticar maus tratos, que é, digo de novo, não é só lá agredir o cachorro fisicamente, mas não é só o cachorro, né? Todos deixar sem comida, sem água, sem espaço. Animais de grande porte também. Cavalo, cavalo, o boi. Largar cavalo solto, eh, maltratar o cavalo. A John Boy tinha aquele aquele vídeo do Ótimo. Fala esse caso. É muito importante do o cara de moto na John Boy arrastando um cavalo de qualquer jeito. 60 por hora. 60 por hora. O cavalo se matando ali de de correr para poder alcançar ele. E parece que foi encontrado depois. Ele falou assim: "Não, não tava maltratando o animal. Ah, tem santa paciência arrastando o cavalo na John Boy, né? No meio do trânsito, colocando os outros motoristas em seguro. Todo mundo, da pessoa que tava no carro. Bom, poderia ter acontecido uma tragédia, não aconteceu, mas acontece, né? Tem cavalo ficar solto, acontece atropelamento. Nós comentamos aqui antes de começar um um um amigo seu, né? estava um jornalista aqui de Campinas do Correio Popular, indo para Santa Bárbara do Oeste. Na no caminho um cavalo atravessou, entrou dentro, quebrou o vidro, entrou e ele teve perda de massa encefálica com um ano eh em coma, né, e tal, se recuperou, mas infelizmente não tem o mesmo, não é a mesma vida, né? Não tem não tem jeito, né? Sim. E para para conclusão só da minha fala, o que então nós aqui no município estamos aumentando a penalidade, então nós estamos chegando no teto. Quem cometer crimes? Questão de fiscalização, temos que o fiscalização tem que aumentar. Concordo também isso. Quanto mais fiscalização, mais vai inibir as pessoas de cometerem maus tratos. Então, na minha na minha opinião aqui, né, os colegas vão vão debater também, acredito que nós temos que as as leis têm que ser severas, penalidades têm que ser altas para que a gente possa inibir e se fazer de exemplo também aquele que cometer eh crimes de maus tratos. Termínio, a lei de crimes ambientais no artigo 32, criminaliza atos de abuso, ma tratos, ferimentos ou mutilações, animais silvestres, domésticos, domesticados, nativos ou exóticos. A pena para tais crimes é de detenção de 3 meses a 1 ano e multa. E aí precisa agravar a pena. A legislação ela é muito muito amena, muito fraca. Isso daí no meu no meu ponto de vista não é uma punição, até porque eh a camiseta aqui do do Ganém já diz prisão para os maus tratos. Mas prisão é prisão mesmo. Não adianta, ah, vai levar uma multa, ah, dá uma cesta básica. Ela é muito, muito frágil e esse tipo de lei para esse tipo de punição, o que facilita e deixa eh em aberto eh a pessoa saber que ela não vai ter uma punição severa. Então eu acho que tem que ter uma uma mudança na legislação, tem que ter eficácia depois, né, para, como diz o Ganém, ter o exemplo de pessoas que vai ser punida de fato. E aí estende-se para outros casos e com certeza, no meu ponto de vista, as pessoas vão começar a se conscientizar de que realmente é maus tratos, a abusar dos animais, cometer qualquer tipo de de atrocidade é crime e vai preso. Flávio Lamas, que duas imagem você fala duas coisas. A lei federal eh 9605 com artigo 32, punição para para maus tratos é branda, é precisa mudar. Eu vou dar um exemplo. De Piraçununga para Campinas, a Polícia Ambiental pegou à noite, 7 horas da noite, um carro com cento e tantos passarinhos. Muito bem. Me ligou, Flávio, você pode receber os passarinhos? Falei: "Mas agora 7 horas da noite, como é que eu vou até a a a ON para poder receber os passarinhos? né? Então, bom, demos um jeito lá, resolveu. Sabe qual é que a polícia resolve no caso desse? Hum. Multa o cara, eh, preenche uma uma um termo e deixa o cara como fiel depositário daqueles animais que ele aprendeu. Muito bem. Aí o cara saiu de lá, falou assim: "Então agora com isso aqui eu posso chegar no próximo policial lá na frente na hora que ele falar assim: "Que você tá fazendo que você passar de fazer? Sou fiel depositário. Você sabe que é fiel depositário de um animal que tá com uma causa que vai pra justiça? Se ele morrer, você tem que congelar, pegar um veterinário, fazer um laudo, fotografar, porque você é criminalmente responsável por aquele animal. Então a justiça pune quem tomar conta. Se você tiver lá na ONG um papagaio e a chegar lá a a polícia ambiental, ela tem que cumprir o dever dela de punir, de bultar, de indiciar a pessoa por est cometendo, tá com aquilo ali, um animal que você tá cuidando enquanto se resolve a situação, né? Esse é é o aspecto. Agora, o de Campinas fala assim: "O que que a minha cidade precisaria fazer? O que que eu gostaria de ver?" Uhum. tem uma lei votada, aprovada e sancionada aqui em Campinas que proíbe acorrentamento e prisão de corda em animais. Sim. Perfeito. Olha que legislação maravilhosa. Não tem cumprimento dessa legislação porque não tem regulamentação. Não tem regulamentação. A regulamentação que a prefeitura tem que dizer, quem vai cuidar disso é a Guarda Municipal. Quem vai cuidar disso é o fiscal do da secretaria do do meio ambiente, que agora é outro nome, é clima e muda de de nome cada vez que ao sabor do gosto aí, né? sabor de cliente que tá lá no pmeto. Mas importa o seguinte, eh, se não tiver isso, as suas leis, se não, se ela não for regulamentada e a prefeitura, o prefeito falar assim: "Não, eu também sou contra, então eu quero cachorro que tiver cachorro, vaca, cavalo, que estiver numa corrente, que estiver num Então isso não pode, polícia, vai atrás porque da hora que você vai eh precisa, você fala para você: "Ah, tô encontrei o cachorro tá numa situação assim. Para quem que eu apelo? Quem é que vai cumprir, né? Outro dia, domingo de manhã, me ligam lá, família largou eh nove cachorros numa casa aqui no Jardim dos Oliveiros. Muito bem. Eh, a polícia tá lá e a polícia não entra na casa. Qu risando. Pois é. Então, não tem mandato, tal, não é isso? Não tem mandado policial, mandado judicial, tal. Cheguei lá, então tudo bem. Cheguei, falei assim: "Qual é o problema? Os animais estão sem comida, você pode levar pra sua ONG?" Falei, não dá para levar no domingo, não dá, eu tenho que ver, não tem questão, tá? A gente, as onas estão lotadas, gente. Não é fácil assim, né? Que que sen o senhor pode acompanhar só para ficar aqui na frente que eu vou entrar, senhor, vai anotar meu RG, meu CPF, tal direitinho. Eu vou entrar, vou dar comida, vou dar água, vou voltar amanhã, faço isso aqui fora, mas eu só quero que vocês vejam que eu não vou sair com uma televisão do cara aqui, que eu não vou sair com nada do cara. falou: "Pode entrar e amanhã na hora que o senhor vier dar comida, telefona pro 90, avisa que dá o número já da ocorrência que a gente já vai deixar com o senhor e o senhor faz a mesma coisa". Eu fiz a mesma coisa, né? Então é o tipo da da situação. Fala assim: "Então eu ah, um outro caso, um um pastor alemão que tava lá num quintal que na frente da casa em Pandareco, coitado. Aí o um um amigo de Itatiba falou assim: "Eu fico com o animal, só preciso tirar o animal dali". Sim. Peme, dá para vocês? Não, a gente não pode. Aí, tá bom. Então, faz o seguinte, pode, por gentileza, eles acabam, eles são humanos também. Olha, os policiais ajudam a gente. Bombeiro tem ajudado que você não calcula. Falei assim, não pode pelo menos a viatura ficar na esquina, porque se ela fica, eu eu só tenho medo de pular o muro, abrir, tirar o cachorro e aí a PM passa, vê que alguém pulou, que eu pulei, o negó ali, ainda leva chombo na é flagrante ainda. Então, só preciso que faça o seguinte, eh, fica ali, vê que eu só tirei o cachorro, amarrei de novo o portão, pronto, ninguém sabe de nada. falou: "Tá bom, as polícia não vai ver nada, tá bom? Tá beleza, tal". Fez, foi embora, acabou a história, tá? Então, esse tipo de coisa e eh você acha que acho graça em fazer isso? Não. É triste porque eu não sei o que vai acontecer. Às vezes eu pulo lá no meio de nove cachorros e posso ser atacado por eles, né? Esse pastor era um cachorro bravo, mas, rapaz, na hora que eu abri lá, que eu abaixei, pus a mão por baixo, o cachorro vem no colo. Então, eh, e gozado assim, depois de um programa como esse, né? que a gente tá aparecendo aí, vai todo mundo assistir, porque vocês reprisam várias vezes, o telefone da gente começa a virar, olha, ah, tem um resgate para fazer aqui, tem um cavalo ali, tem uma situação assim, você sabe, é mais trabalho, né? Então, se a gente contar muito caso, é mais serviço que vai ter pra gente. Eu não ganho para isso. Tem gente que acha que ser parte do Conselho Municipal que eu sou funcionário público, eu não sou, eu não faço, eu, eu não sou ligado a nenhum partido, né? E sabe porque eu não sou ligado a nenhum partido? Porque que eu nunca fui candidato a vereador em Campinas nem nada? Porque nós precisamos na causa animal de todos os vereadores. Uhum. Nós precisamos do Permínio, que é do do PSB, precisamos do que é do Podemos, nós precisamos da da Débora que é do PL, do Precisamos de todo mundo. Então eu acho que é mais importante a gente ter o apoio de todos do que ser um, porque a gente tem os animais lá, Maong tem 2.500 animais, cerca de 1000 cães, 900 gatos e 600 animais de outras espécies, vaca, cavalo, coelho, porco, urubu, tartaruga, maritaca, tem de tudo. E a gente gasta R$ 180.000 R$ 1000 por mês. Então, a gente precisa de ajuda, a gente vive com dificuldade, mas a gente não dá para fechar os olhos para essas coisas e a gente, por isso que a gente luta por políticas públicas. Eu faço questão de, no momento, como vocês fazendo esse debate aqui hoje, tá ao lado do Permínio, tá ao lado do Bit, pra gente discutir e ver o que a gente pode apresentar de propostas para melhorar. E a fiscalização é o primeiro ponto que a gente precisa em Campinas. Ótimo. O Flávio citou na resposta dele a questão dos policiais, dos bombeiros. Acho que casa com essa pergunta aqui que eu quero saber de todos vocês. Segundo a diretora do Departamento de Proteção, Defesa e Direitos dos Animais do Ministério do Meio Ambiente, a Vanessa Negrini, ela falou que é a primeira vez que vai ter um curso nacional que vai ser oferecido para a capacitação dos profissionais das forças de segurança na coleta e preservação das provas. Existe essa necessidade de capacitação para essas pessoas que também estão no dia a dia? Como disse na resposta aí o Flávio, eu acredito que sim. É necessário falar do corpo de bombeiro. Sempre que eu preciso de fazer alguma captura, é o corpo de bombeiro que que tem que ligar, né? Ou não consigo em outra situação ligar para outros ou que vão me ajudar. E mesmo assim uma dificuldade, porque ele tem que deslocar lá um caminhão enorme com o corpo de bombeiro. Se tiver numa emergência de incêndio, ele fala assim: "Ó, eu tenho que ir lá pro incêndio, depois eu vou lá". E ass a gente precisa na hora ali, né? Precisa acolher aqueles animais. Eu já contei esse caso, vou repetir. Aí eu precisei resgatar oito cães que estavam numa casa. O tutor era acumulador, foi pegando lá, ficou com oito cães e ele num dia morreu, né? E a família não é de Campinas, eu acho que é de Hortolândia e não vinha para cá. E os animais estavam ficando lá e os vizinhos jogando comida por cima do muro. E aí a associação nos ajudou nessa empreitada, falou assim: "Eu preciso que acolha esses oitos animais, né? Não tem para onde levar também". As ongas estão lotadas, não tem para onde as pessoas falam assim: "Ah, não quero mais o meu cachorro, vem buscar aqui em casa para levar". Com certeza pede para você permio isso. E como se fosse fácil achar vaga assim, não é? E na e nesse daí de dos oito cães, três eram tranquilos, então consegui pegar no colo lá com quem estava comigo, mas o restante era feroz, estavam lá, o tutor dele era o único com que eles tinham contato. Aí chegou eu lá com uma equipe, eles queriam nos atacar, né? e precisava ter ali um jeito de pegar tudo. E eu liguei pro bombeiro e foi uma dificuldade. Não, não fui atendido na primeira, fui até o corpo de bombeiro que era próximo ali, conversei com ele, falou assim: "Rebert, liga o daí me desligaram. Aí me ligou um sargento me questionando para mim ligar para outros setores. Falei assim: "Se vocês não virem, ninguém vai socorrer esses animais aqui e eu preciso. Estamos aqui, a comunidade aqui pede, aí deslocou lá, fizeram a captura pra gente, foi muito rápido, com as caixas a gente conseguiu." Eu acho que sim, não deixar só para os bombeiros, né? Mas todos que são ali força de segurança, defesa civil. Eu acho que é importante isso. Concordo. Acho que todo mundo tem que est capacitado e até pr pr pr pr pr pra sociedade. Quem puder fazer esse curso também vai ajudar também. Só fazer um parêntesesinho bem rapidinho. Eh, o caso dos bombeiros é muito peculiar porque ele não tá ali para cuidar só de cão. Às vezes ele tem aranha, o cara viu uma aranha lá, tal, uma cobra dentro de casa, ele tá preparado para aquilo, ele tem o o a caixa específica para aquilo, ele tem aquela aquela aquele bastão que faz a captura, não tem. Então a gente a gente teve um tempo em Campinas, tinha um comandante aqui dos bombeiros que eh o pessoal da casa animal, o Paulo Anselmo e alguns mais que tem conhecimento veterinário, faziam, dava um curso para especializar esse pessoal para poder fazer as capturas, né? Então isso é importante. Capivara, por exemplo, é um problema recorrente, né? O cara me ligou lá um dia, tô aqui na entrei na minha casa, abri o portão, a capivara entrou, ela tá na porta. É só tinha uma porta. Sabe aquela garagem que tem na frente da casa? O carro tá ali e a capivara ela não sai. Chama o bombeiro. Bombeiro não vem. V para lá, ligo para bombeiro, explico. Bombeiro, se você explicar direitinho, se você falar, tem um gato na árvore, você pode tirar o gato. Eu tiro, mas o senhor tem para quem vai ficar com o gato depois? Tem um cachorro com problema. O senhor vai ficar com esse cachorro? Nós não temos. O bombeiro não tem. Então esse tipo de coisa, eu os bombeiros sabem ajudar e ajudam, mas a gente precisa colaborar também. Para encerrar, Perm esse curso de capacitação das forças de segurança é de extrema importância. E como o Herbert falou, se possível aí tiver algum curso online para capacitar pessoas que seja queira ser voluntária, da mesma forma que tem aquele pessoal que é voluntário para apagar o fogo e mata também, né? Seria de extrema importância. E como o Flávio Lamas falou, eu já tive o privilégio aí de resgatar a cobra. Resgatei uma jarara que entrou dentro na casa de uma senhora e eu consegui colocar ela naquele galão. Uhum. Sabe aquele galão de 20 L de água? Fui encurralando, encurralando até que coloquei ali no canto. Ela entrou e eu levei lá no soltei na mata ali da Florença Serrado. Não conta não. Não, pr as pessoas não saber. Não, pois é. Não, mas para não saber porque às vezes até a pessoa fica, não, não conta. Eu não conta onde solta porque para não atrapalhar para deixar o beixinho a cobra tá lá, eu tenho que falar, sabe por? Ela tá protegida. É uma floresta. E além disso tu tem que saber que tem qual povo não entrar na floresta porque teve gente caçador indo lá para caçar tatu. Pois é. Você entendeu? Então já avisando que tem cobra, cuidado, não vai caçar tatu, porque caçar tatu é crime e a gente vai aí fazendo também. Tive o privilégio de resgatar dois urubu já. Saruê perdi a conta. Eu fiquei sem capacitação. Tá especialista na prática. Então, mas é gostoso, é gratificante você salvar uma vida, né? Se tivermos um curso pra gente fazer para for segurança, permíio vai lá para dar uma palestra. Combinado. Então gente, eu tinha pergunta aqui mais para um programa pra gente fazer, mas infelizmente meu tempo tá encerrado. Então Ganen, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Quero fazer um novo convite para você retornar aos nossos estúdios para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos e fica aberto aí paraas suas considerações finais. Eu que agradeço o convite. Nossa, foi uma honra participar com vocês aqui. Pessoal sabe muito da causa animal. Tô aprendendo bastante também aqui. É importante isso. Agradeço de coração e conte sempre comigo. Vereador Pinoiro Monteiro, também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo ter vindo aqui aos nossos estúdios. Já faço um novo convite para você retornar ao programa Questão de Orden e fica aberto à suas considerações finais. Bom, agradecer o Gabriel, né, pela oportunidade de estar participando aqui com essas duas feras da causa animal. Herbert Gaden, meu colega parlamentar, um pessoa querida, primeiro mandato, mas humilde, trabalhador, gosta do que faz e fala com muito, muito conhecimento. E eu fico muito feliz em poder compartilhar com ele aí, né, o nosso mandato falando mesmo da causa animal. e o especialista aqui que é o o papa da causa, né, que é o que é o Flávio Lamas, que eu sempre comento com ele, às vezes a gente discute alguma coisa, mas chega sempre numa conclusão denominador comum, que a é a causa animal. Uhum. Tem os assuntos aí de arestas, mas a gente se acerta para o bem comum dos animais. e dizer também que eh dentro desse contexto geral aí a gente tá lutando muito por novas leis que sejam mais eficaz no município de Campinas, que é o nosso papel legisladío, e dizer que em breve teremos novidades e contarei no próximo programa quando você convidar e vou falar com muita eh veemência, com muita propriedade e com muita alegria, porque é coisa boa que vai acontecer paraa causa animal na cidade de Campinas. Vamos aguardar então, Flávio Lamas, presidente do Conselho Municipal, Proteção aí, eh, e Defesa dos Animais de Campinas. Muito obrigado por ter vindo aos nossos estúdios. Informações de credibilidade para quem está nos acompanhando. Já faça um novo convite para retornar aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Eu agradeço e vou fazer o exercício uma bola de cristal. O que o Permínio está falando de benefício vai acontecer esta semana às 9 horas da manhã numa 10 horas numa sexta-feira, tal. Vamos aguardar que tem notícia boa pela Olha, eu acho assim importante esse o a Câmara Municipal de Campinas eh eh eu é o lugar mais democrático que a gente tem, porque aqui a gente pode ser contra o que o Permínio diz, ele ser contra o que eu digo, mas a gente tá lado a lado para discutir, porque o objetivo é um só. Então, a Câmara Municipal, os vereadores são a expressão da nossa comunidade. Cada um representa um segmento, cada um representa uma parcela da população. E isso é importante. Esse esse trabalho que os vereadores têm é nobre, é bonito e precisa ser valorizado sempre. Eu sei que a sociedade cobra dos vereadores o que eles não podem fazer, coisas que que cobram o absurdo. Mas se a gente entender a magnitude do trabalho que os vereadores fazem, né, falar: "Ah, mas apresenta nome de rua faz parte o nome de rua faz parte, né? Um vai importante, vai ser nome de avenida, outro vai ser importante, vai ser nome". Aí e você, Flávio? Ser nome de uma rua sem saída, mas não tem problema, tá tudo sossegado. Então eu acho que é importante tudo isso e o trabalho que você que você tá fazendo aqui na TV Câmara. Gabriel, um prazer enorme estar com você. O que precisar e a gente puder colaborar, pode contar sempre. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído sobre as políticas públicas que acontecem na cidade de Campinas e o que precisa melhorar também. Questão de ordem fica por aqui. Até semana que vem. Ciao. Ciao. [música] [música]