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Questão de Ordem | O futuro das bancas comerciais no Centro de Campinas
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Questão de Ordem | O futuro das bancas comerciais no Centro de Campinas

20 views Publicado 13/04/2026 HD · 1:07:07
Resumo editorial

O programa Questão de Ordem debate a possível retirada de 52 bancas comerciais do Centro de Campinas após decisão do CONDEPAC, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural da cidade. A medida atinge bancas instaladas no Largo do Rosário, Praça Guilherme de Almeida, Praça José Bonifácio, Praça Rui Barbosa, Bento Quirino, Carlos Gomes e Largo do Pará, áreas históricas com valor patrimonial reconhecido. O anúncio gerou protesto dos permissionários, que ocuparam a Câmara Municipal durante reunião ordinária e provocaram a manifestação solidária de vários parlamentares em defesa dos trabalhadores. Em abril, a prefeitura suspendeu a remoção imediata e anunciou que vai definir critérios para cumprir a resolução do CONDEPAC. O programa recebe dois vereadores envolvidos diretamente na pauta, um já presidente da CETEC e outro vice-presidente do sindicato dos empreendedores individuais de ponto público fixo imóvel, para debater os impactos sociais e econômicos da medida sobre famílias campineiras que dependem das bancas como meio de subsistência.

Bairros mencionados

Descrição do vídeo

O programa Questão de Ordem debate um tema que mobilizou comerciantes, permissionários, vereadores e a sociedade campineira: a possível retirada de 52 bancas comerciais do centro de Campinas. A decisão, ligada à proteção do patrimônio cultural e às áreas históricas da cidade, abriu uma discussão importante sobre uso do espaço público, preservação, trabalho, economia e o futuro do centro. Durante o episódio, os vereadores Arnaldo Salvetti e Carlinhos Camelô analisam os impactos da medida, explicam o contexto da suspensão da remoção imediata e defendem que qualquer mudança seja construída com diálogo, planejamento e respeito aos trabalhadores que atuam há décadas nesses pontos tradicionais da cidade. O debate também destaca a necessidade de revitalizar o centro com segurança, mobilidade, incentivo ao comércio e novas soluções urbanas. A conversa traz ainda reflexões sobre a importância dos permissionários para a história de Campinas, o papel da Câmara Municipal na mediação do tema e a necessidade de integrar poder público, comércio, sociedade civil e órgãos de proteção patrimonial em uma solução equilibrada. Mais do que uma disputa sobre bancas, o episódio coloca em pauta o futuro do centro da cidade e o desafio de torná-lo mais vivo, acessível e atrativo para moradores e visitantes. 🏛️🤝 Se você quer entender como essa decisão afeta o dia a dia de comerciantes, famílias e frequentadores do centro, este episódio oferece um panorama direto, atual e necessário. A discussão mostra que planejamento urbano, diálogo e valorização de quem trabalha no centro são peças fundamentais para o desenvolvimento de Campinas. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai debater a possível retirada de 52 bancas comerciais do centro de Campinas. Isso porque no fim do mês de março a prefeitura de Campinas informou a retirada dessas bancas instaladas em áreas históricas do centro da cidade após uma decisão do CONDEPAC, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas. Com a decisão, foram afetadas bancas instaladas em locais como Largo do Rosário, a Praça Guilherme de Almeida, Praça José Bonifácio, Praça Rui Barbosa, Bento Querino, Carlos Gomes e Largo do Pará, o que gerou um forte protesto dos permissionários que vieram à Câmara Municipal durante reunião ordinária. Diversos parlamentários saíram em defesa desses trabalhadores. E aí, no início do mês de abril, o poder executivo anunciou a suspensão da remoção imediata das bancas e diz que vai definir critérios para cumprir a resolução do CONDEPAC. Então, sobre esta decisão, os impactos e o que pode ser feito, eu recebo aqui no estúdio o vereador Arnaldo Salvete, que já foi presidente da CETEC, e o vereador Carlinhos Camelô, vice-presidente do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Ponto Público Fixo Imóvel de Campinas. Lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Arnaldo Salvete, começo com o senhor. Como é que recebeu esta notícia no fim de março? Já era algo esperado, algo que estava sendo discutido? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eu que agradeço de est aqui presente debatendo esse assunto. Acho que é um assunto importante pra cidade de Campinas, né, pros permissionários da CETEC. Eh, eu eu recebi a notícia com surpresa, né? Acho que todo mundo recebeu, né, Carlinhos? A gente recebeu com surpresa porque receberam pelo jornal eh essa notícia e depois os permissionários nos procuraram, né, tanto esse vereador como o vereador Carlinhos, eh narrando o fato que eles estavam inclusive sendo intimados a comparecerem na CETEC para já tomar conhecimento da retirada das bancas. No mesmo momento a gente entrou em contato com a CETEC para saber o que que estava acontecendo. Aí nós fomos informado que o Condepac teve uma reunião do CONDEPAC, onde o o CONDEPAC com seus conselheiros tomaram a decisão de tirar as bancas do centro histórico de Campinas, né? Eu acho que não é centro histórico, tá virando Centro Fantasma de Campinas, né? Eu acho que é um absurdo esse tipo de decisão sem sem conversar, debater com a sociedade, sem debater com os vereadores, né, e com os pensionários que ali estão inclusive pagando, né, o solo público, sempre pagaram, acho que é o solo público mais caro, né, que tem aí na região, né, eh, não só na cidade de Campinas, como em todas as cidades. é um é um é um solo público que se for ver seria melhor alugar um imóvel para poder, né, eh continuar trabalhando. Mas a gente respeita os permissionários, defendemos os permissionários. Eu acho que o centro histórico não é só eh do que está ao redor, mas as bancas também é um centro histórico, tem banca lá de 80, 50 anos, né, Carninhos? E a gente tá aqui para defender e fazer o possível para reverter essa situação. Vereador Carlinhos Camelo, eu falei na abertura que o senhor é vice-presidente do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Ponto Público Fixo Imóvel de Campinas. Então, como é que o senhor recebeu essa notícia? Como é que ela repercutiu entre os comerciantes? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eu agradeço, Gabriel, pela oportunidade de est falando aqui um pouco sobre esse tema. Gostaria que de cumprimentar meu amigo aqui Arnaldo Salvete, que também foi presidente da CETEC, conhece a categoria e também é um defensor da categoria. Primeiramente, eh, recebi a notícia também através de redes sociais, jornais e essas questões, onde muitos permissionários me procurou nesse momento falando que foram notificado que através do envoltório do patrimônio histórico ali que existe ali uma regra do de um espaço, as bancas foram notificadas a saírem. Pois bem, aí nós eh de imediato já fiz uma reunião com os permissionários. Pós isso, eu e o vereador Arnaldo Salvete tivemos mantemos o contato com esses permissionários, aonde marcamos uma reunião na CETEC. A CEC também foi pega de surpresa com essa decisão do do CONDEPAC, na qual eu e o vereador então procuramos o prefeito Dário Sad para tentar resolver esse problema que tava causando aí eh um, vamos falar assim, um espanto no centro da cidade e um desespero daqueles permissionários. Porque os permissionários, sem permissionário, como a banca do alemão, está ali desde 1951, faz parte da história de Campinas, como várias outras bancas também fazem parte da história de Campinas. E essas pessoas elas têm uma vida. A banca do alemão, ela passou de pai para filho e muitas a família depende daquele espaço, como outras também dependem de outros pontos da cidade de Campinas. É, as pessoas recebem, olha, vocês vão ser retirado. Eu acho que a construção de de uma troca de local, acho que ela tem que ser discutida. A gente não é contra fazer uma reforma, uma requalificação no centro, como foi feito na Gricério, né, Salvete? Algumas teve que mudar de local tudo, mas foi conjunto com os permissionários. As pessoas, olha, aqui não dá, vamos pô ali e tal. Então teve esse entendimento dos dois lados, onde os dois lados ali tiveram um entendimento. Agora chegar hoje aqui falar: "Nós vamos arrancar as barracas ali do centro da cidade". E não apresentou nada para os permissionários. E eu, como vereador Salvete, nós ficamos decepcionados com o poder público. Por quê? Porque quando fala assim que existem dois vereadores que discute com essa categoria, que fala com essa categoria, pelo menos devia ter chamado nós para falar: "Olha, existe isso no CONDEPAC, existe aquilo, pelo menos pra gente tá discutindo e tentando resolver esse problema antes de ter causado todo aquele causo." Então, o centro da cidade, hoje nós sabemos aqui que o centro não é mais uma área nobre, que é pela CETEC, ela é uma área nobre, onde o preço é um dos valores mais caros que tem. Eu, vereador estamos lutando aqui para que tire essa área nobre no centro, para que volte o zoneamento um, para que abaixe os valores desses permissionários. Lá atrás eu tive um debate muito grande que tinha uma multa na CTEC que era 20%. Se você atrasasse um dia, se você pagasse R$ 1.000, você atrasasse um dia, você pagava R$ 1.200, conseguiu abaixar essa multa para 2%. Tivemos também fazendo uma discussão, eh, quando você vai fazer uma transferência de um box desse, você paga a você até colocou 12 vezes o valor da que a pessoa paga. Um exemplo, se ela paga R$ 2.000, ela vai pagar o valor da da da banca, da permissão e mais 12 vezes o valor de R$ 2.000. conseguimos abaixar para seis meses aí, que ainda mesmo assim achamos que é muito, é um valor, tinha que ter um valor fixo paraa pessoa fazer a transferência e pronto, acabou. Mas deixar aqui bem claro que nós continua eh debatendo essa questão, estamos juntos aí para resolver o problema. Claro que já foi suspenso essa decisão do CODEPAC, mas se tiver alguma alteração, nós estamos aqui para ajudar esses permissionários. Ô Svete, essa contextualização que o Carlin trouxe, ela é muito importante, né? Porque tem banca lá que tá há 70 anos, tá há muito tempo. E aí chamou a atenção essa decisão como se fosse algo imediato, tá irregular, mas tá 70 anos, tá muito tempo lá, né? Sabe o que acontece? É assim, a gente tem que entender primeira coisa, eu, Carlinhos, o vereador Carlinhos, vem lutando, né, para modernizar o centro, né, trazer um centro, um centro vivo à noite, trazer atividades pro centro. Uhum. Quando você, né, traz uma situação dessa pro centro, como você bem disse, bancas que têm 60, 70, 80 anos no centro, né, e você vem retirar essas bancas no centro, tá errado. Se você discutisse ali uma modernização, uma padronização pras bancas, trouxesse um uma situação de melhoria de valores para atrair mais pessoas, mais empresárias pro centro, né, para transformar esse centro que hoje tá passando por uma situação difícil de insegurança, de iluminação, de limpeza, tá? O jornal tá toda hora soltando isso, né? para essa discussão, para ver como que a gente como vereadores, que defende os centros, que defende os permissionários, que defende uma moderniz uma uma modernização e uma e uma e uma atitude ali, vamos dizer, pros empresários investir no centro, porque muitos estão saindo dali já com uma situação de ir pro shopping, nós já temos o problema dos comerces, né, que hoje fica, é mais fácil você comprar pela internet que já te entrega, então mais barato você traz trazer a população de volta pro centro é difícil. Agora imagine tirar as bancas que traz que que tem seus clientes, né? Tem aquelas pessoas, né, Carlinhos, que que já tem o hábito, né, de ir naquela banca de final de semana, ir na banca durante semana. Então, eu acho assim, eh, foi uma uma situação infeliz, né, que que tomaram. Eu tenho certeza, tanto é que o prefeito não compactou com isso, que ele ele mesmo foi sensível a voltar atrás na questão e discutir melhor essa situação, mas foi impacto. Teve teve permissionar que foi parar no hospital, pessoas de idade, né? Eu acho que tem pessoas ali ser um eh ser humano com pessoas com idade que estão trabalhando ainda para sustentar suas famílias. Então, eu acho que foi uma eh eh vamos dizer que uma atitude que sem pensar nas pessoas, sem pensar no que está acontecendo no centro hoje, porque se tivesse pensado o que está acontecendo no centro hoje, não teria feito aquela atitude. Eh, só quero frisar que quando a gente fala do centro da cidade, a gente tem feito várias intervenções no centro da cidade desde o começo da reforma, requalificação da Gricério, como da Campo Sales, como da José Paulino, como da Senador Saraiva, como também da João Jorge, várias coisas tem feito no centro da cidade. Eu lembro o ano retrasado que nós estávamos ali no centro da cidade com um caos, um caos mesmo. A gente tinha muitas pessoas que falavam que o centro ali próximo terminal tava quase virando uma cracolândia. Falei com o prefeito, o prefeito determinou que as guardas novas que entraram através de um concurso público ficassem no centro da cidade para dar a aquele apoio, lavagem quase todos os dias naquele local. E agora para você ver eh como que é o centro da cidade, vereador Salvete, eh eu estou fazendo uma pracinha próximo ali da praça Felipe Céer, que é muita gente conhece como praça da Quebra Osso, fazendo uma praça, a gente mandou uma emenda lá para revitalizar, porque é uma entrada do centro da cidade e muitas vezes eu recebo crítica. Ah, vai fazer mais uma praça para morador em situação de rua, o pessoal fica lá. Se a gente pensar dessa forma, nós não fazemos mais nada no centro da cidade, não. A gente tem que trabalhar para fazer intervenções sim no centro da cidade. A cidade tem que ter vida sim durante o dia, durante a noite. Eu sou daquela época que eu cheguei no no camelão em 1991, onde as famílias desciam no sábado, era o dia que mais votava o comércio da cidade, que você via que era mãe, filho, a família toda ia pro centro da cidade. Claro que as coisas, como o vereador Salbert disse aqui, é bem internet e teve a descentralização que hoje o Campo Grande, o Ouro Verde, o Barão Geraldo, todas essas esses bairros hoje eles tem essas lojas. Existem mais opções hoje, esses comércios própriosões, mas o centro ele precisaria ter algum atrativo, achar algo pro centro da cidade pós a saída do popatempo ali. Isso também ajudou, contribuiu bastante para tirar um fluxo de pessoas. Então eu acho que tem que trazer algo, um atrativo pro centro da cidade para que essas pessoas voltem a frequentar o centro da cidade, porque os comerciantes estão pedindo socorro, não é só os comerciantes e sim os moradores também daquele centro da cidade que se sente refém, tem medo de sair durante a noite, fica preso dentro de casa. Então isso é o que nós queremos pro centro da cidade. Nós queremos melhoria, qualidade de vida para aquelas pessoas que vivem e trabalham no centro da cidade. Agora Salvete, depois Carlinhos da Cetec diz que a medida ela foi necessária porque as estruturas ocupam espaços em imóveis tombados ou áreas envoltórias protegidas pelo com DEPAC. Pode falar. Eu acho assim. Eu discordo. Sabe por que eu discordo? Porque o Carlinho sabe junto com com os vereadores de Campinas, junto Carlinho falou muito bem a questão da reestruturação da campo salá do sério, né? A iluminação, quando foi feito toda essa estruturação de de modernização, de de passar o cabeamento por baixo das que os que os comerciantes já sofreram para caramba, né? Eh, foi discutido inclusive com DEPAC, eu era presidente da CETEC, foi discutido porque você tem ali cemitérios arqueológicos na cidade. Então você vem me dizer que agora as bancas que estão há mais de 50 anos, que não são bancas novas, você o Carlinho sabe muito bem disso, que você não consegue colocar mais nada dentro do centro por causa de uma questão da CETEC de ter resolução que não pode ter equipamentos novos. Você pode sim trazer um equipamento que já está no centro, mudar de local para poder uma uma mudança, porque teve que sair do muitas vezes do BRT para ir para ir para outro espaço, mas são são autorizações que já estavam já no centro, tá? Então assim, eu eu não eu não eu não aceito essa esse tipo de porque foi discutido com com DEPAR e são bancas também eh que são bancas eh que que t seu a sua história na cidade de Campinas. E outra coisa que nós temos que discutir, eu acho que se tivesse que mexer nas bancas, primeiro nós temos que discutir o que nós vamos fazer com o centro da cidade hoje. Hoje o centro é um centro com problemas. Os os comerciantes estão com problema, né? muitas vezes problemas de aluguéis caros, muitas vezes questão de da do próprio comércio pela internet. Então, o que que nós vamos fazer primeiro para melhorar o trânsito de pessoas no centro da cidade? E é isso que nós temos começar a discutir. Prédios abandonados no centro. O Carlinhos tem lá a sua entidade, a su acho que pode, eu acho que pode somar muito com isso de trazer pro centro nos prédios abonados virar min shoppings, mas mas com uma discussão com com uma pessoa que entende do da questão de de camelô, que entende de de comércio de de banca. Agora você tomar uma atitude sem discutir com a população, sem discutir com os vereadores, sem discutir com o legislativo. Então eu acho que foi uma coisa impensada das pessoas que trataram isso. Agora nós temos que fazer sim, né, Carlinhos? Nós temos que fazer um um um ato que melhora ainda mais a condição do empresário se instalar no centro. O prefeito tem feito muita coisa. Tem feito muita coisa. Melhorou a questão do imposto de SS no centro da cidade para algumas empresas, melhorou a questão do refit de de moradia na cidade, mas você tem ainda um problema grave de prédios abandonados. Você tem um problema de banheiro no centro da cidade. Na que eu fui preso na CETEC, nós levamos um banheiro praticamente imóvel pro centro atrás da catedral porque o próprio padre não aguentava mais o mau cheiro na catedral. Então assim, tem que se pensar em algo, mas pensar em algo junto com a sociedade, junto com quem conhece o centro. O vereador Carlin sabe muito bem o que eu tô falando. Ele conhece o centro, ele conhece o que tá acontecendo ali para poder trazer aquele volume de pessoas de volta pro centro da cidade de Campinas. Inclusive, eh, Gabriel, para você ver como deu certo quando a gente faz as coisas em conjunto, quando começaram a fazer a reforma do mercado municipal, que Salvete participou da reforma lá do mercado municipal, tinha as banquinhas em volta em torno ali do mercado municipal. O prefeito me chamou, falou: "Carlinho, nós precisamos mexer, nós precisamos resolver aquilo ali, porque senão nós vamos retirar aquelas bancas porque tal." O que que foi feito? Eu reuni todos os permissionários, nós achamos uma solução, trouxemos uma empresa, foi feita toda de alvenaria, padronizada, onde ficou bom paraas pessoas que ali estão e também pra prefeitura. Olha ali, ficou tudo uma coisinha bonita ali em torno do terminal. Então foi construído junto. Quando você fala do CONDEPAC, tem banca que nem essa do alemão, ele está antes do Condepacque. Ele chegou em 1951. O Condepaque chegou em 1980 e pouco, então ele chegou antes do Condepacque. Quando o CONDEPAC foi feito o conselho do CONDEPAC, ele já estava lá 20, 30 anos. Então é respeito ao ser humano, respeito a tudo. O vereador Salvete fala muito bem, quando eu também falo para as pessoas, o centro da cidade, nós nós precisaríamos aqui achar uma solução e abaixar os impostos do centro da cidade para dar condições aos empresários locar novamente aquelas lojas que estão fechadas. Então eu acho que isso deveria ser feito, algum tipo de incentivo, não só o retrofite, só não a questão, mas realmente uma coisa para que a gente dê oportunidade para que os empresários voltem, não só os empresários, mas aquele também que quer investir no centro da cidade. Porque se você traz eh eh esse essas lojas pro centro da cidade, eu tenho certeza que com ela vem muita gente. Fiquei muito contente quando falou que o Armarinho Fernandes vai instalar ali na na no centro da cidade. Eh, eu eu sei porque eu conheço Armarin Ferrees há muitos anos. Eu vou lá buscar eh às vezes vou fazer compra lá para final de ano, paraas festas das crianças. São Paulo, ele traz muita gente pro centro da cidade. É uma coisa boa. Nós deveríamos achar outras âncoras como Armarinho Fernandes e colocar no centro da cidade, porque a gente não vai atender só depender das pessoas de Campinas, como nós vamos depender também das pessoas das regiões metropolitanas que vai vir pro centro da cidade. Carlinhos, é é assim, eh, eu também gostei da ideia do do como Armarinho Fernandes. Armarinho Fernandes. Tem lá o buscapé lá que todo mundo sai daqui para olhar com busca busca, né? Busca busca em São Paulo que é uma uma loja nova que tem sucesso. Só que não temos alguns problemas que não tem que pensar antes. Porque assim, quando você vai pro centro, se você não tem lugar para parar, você põe lugar errado, você leva a multa. Quem quer ir pro centro? Difícil. Então assim, tem que se pensar num planejamento de estacionamento para cima da cidade, porque quando você começa a movimentar o centro, se você não der condições das pessoas ir pro centro, não tem multa. ter segurança. Falou muito bem, porque o Armarinho Fernandes mesmo, ele vai na Costa Aguiar com José de Alencar. Ali nós não temos local para para parada, entendeu? Então assim, se a gente não estruturar, pensar já para ajudar os empresários que estão vindo num num questão de estacionamento, gente, o o o centro da cidade eh já foi pensado lá atrás que eles estão de subsolo, tem empresário querendo investir, tem empresário que quer investir, mas nós temos que desburocratizar. Uhum. Nós temos que trazer para Campinas um um conceito e um conselho que ajude a construir a cidade, o centro, mas sem pensar numa numa burocracia. Porque não adianta você pensar em subsolo, onde você já tem a burocracia, quando você vai fazer o subsolo, você não consegue aprovar, demora 2, 3 anos para aprovar. empresário não aguenta o alvará para ter um alvará em Campinas. Nós sabemos quanto era a dificuldade, melhorou muito. Nós temos que dar eh parabéns ao prefeito, desburocratizou algumas coisas. Eu eu sei disso porque eu sou de eventos. Você tinha dificuldade, você ia fazer um evento no shopping Dom Pedro ou lá o shopping tem o o Dom Pedro tem alvará. Você tinha que tirar um alvará novo para fazer um evento dentro de um local que já tem alvará do evento. Você espanta o empresário. Uhum. Agora Campinas tem um fórum que o prefeito tem que dar os parabéns prefeito, levando a atividade da prefeitura pro fórum, levando para levar pessoas. Agora tem que também trazer, aproveitar que nós temos um governador que tá presente, trazer o poupatempo de volta pro centro. Nós perdemos o ponto tempo pro shopping Campinas. trazer algum algum algumas alguns serviços pro centro da cidade da prefeitura para pro centro pros prédios que lá estão, que não, que já tá quase, vamos dizer, judicializado. Por que que a prefeitura não assume, não pega aquele prédio e transforma o prédio junto com a Coaba em moradia? Acho que a prefeitura Svete, ela deveria eh pegar um prédio desse que deve bastante pra prefeitura fazer ali pegar esse prédio, ceder pro pupatempo, porque eu tenho certeza que ele foi pro pro shopping. Por quê? Porque cederam o espaço para ele, porque o aluguel ali era muito caro. Cedeu um espaço para novamente da Itelha ali no centro da cidade, como o professor Bet disse, hoje nós temos ali o antigo fórum que vai ser o palácio da cidade, onde vai ter nós vamos ter vários serviços ali, como prefeitura, eh, como o CEPAT, Secretaria de Trabalho e Renda, como vai ter um braço da CTEC, um braço da CPPL, um braço da SANASA, isso vai ajudar a trazer um movimento pro centro da cidade. Nós também estamos discutindo aí a questão da modernização novamente do do calçadão da 13 de maio. Tive com Paulela, já estive com o prefeito, já tá tentando achar um piso, porque é um é um piso eh adequado para aquele espaço ali do do do centro da cidade. O prefeito tá atrás de um espaço, de um local para se locar ou comprar através da prefeitura para fazer banheiros no centro da cidade. Isso é legal. Isso é legal. É, é, é uma visão que vai ajudar a cidade de Campinas, mas também com isso, se nós não trouxermos pessoas para o centro que queiram investir no centro e dar oportunidade para eles, não vai adiantar nada. Nós vamos estar enxugando o gelo, enxugando o gelo, enxugando o gelo e ter sempre um centro ali. E é dessa forma, Carlinhos, eu eu fui prescando fui prescal muito bem na questão de um banheiro num prédio. Uhum. Mas se você não tiver a parceria público-privada, você tem o banheiro lá do prédio com a CETEC. Vamos supor que a CETEC tem o banheiro lá e a CETEC cobre 50 centavos para pelo menos a manutenção. Você não tem estrutura de mão de obra. Então não é muito mais fácil você buscar uma parceria privada onde você dá o prédio, vão explorar o prédio, a CEC vai ter uma participação da porcentagem para poder aquele prédio tá funcionando, mas é um lugar que bem cuidado, bem cuidado, porque a gente montou o banheiro lá em parceria com ação comercial, foi bacana enquanto duroução comercial teve problema de mão de obra porque todos os dias quebra todo, entendeu? Aí quem que faz a manutenção? Então, a gente tem que pensar em em situações que traga o a o privado junto com o público para poder a coisa funcionar direito. Eu tô falando isso como o mercado municipal. Mercado municipal a gente lutou para fazer o mesanino. Hoje é um sucesso, mas tem problema de horário, não tem pessoas na CTEC para tomar conta, não tem estrutura de estacionamento. Então, ficou lindo, maravilhoso, com novos restaurantes, bares em cima. fosse, não sei se o pessoal já foi, ficou muito bonito, né? Tá se vai se reformar agora os hot fruit, mas se não tiver estrutura de estacionamento para comportar a o mercado, funcionamento dia a dia até às 10 horas, não adianta investir. Você tem lá um problema já na semana santa, você não tem onde parar carro no mercado municipal, você não dá condições da da população é de grande massa ir para pro centro. Então temos que pensar em em uma estrutura aonde o poder público junto com o poder privado venha tomar conta para ter a manutenção diária. Senão, não, desculpa, eu vejo na CTEC que quando eu fui presidente o que acontecia, quebrava o telhado, a EPTV lá, teve a chuva, certo? Só que o pessoal não entende. Para mim arrumar o telhado na época, Carlinhos, eu tenho que fazer licitação. Eu não posso pegar uma escada e mandar alguém subir lá, porque se cair do lá do telhado, uma uma pessoa que faz manutenção da CETEC, subir lá e arrumar o telhado e quer se machucar. Não é obrigação nossa. Agora eu tenho que fazer uma licitação para uma licitação é dois, três meses, vai ficar chovendo. Aí você faz o emergencial, você não vai achar uma empresa que faça um preço justo, porque já tem é emergencial já é caro. Então assim, tem que se pensar em alternativas de tirar esse esse ônus da prefeitura, né, e trazer situações que ven somar com a manutenção, com a mão de obra para poder ajudar a CTEC. até a alternativa da própria CTEC, em vez de tirar do bolso para poder fazer a manutenção, ela só vai colocar, ela vai buscar receita nova, porque senão aquilo que a gente fala com com presença téc, ah, eu preciso fazer dinheiro para pagar a a a questão de do da CETEC no mês a mês, porque o custo é alto, né? Ela a CEC, ela tem cemitério, tem publicidade, ela tem solo público, ela tem tem uma uma ML, ela tem uma situação de gasto mensal, mas temos que buscar alternativa. Nós, uma das brigas minha quando eu fui presidente de vários presidentes, é que nós temos um cemitério público que não é público, é privado e não cobra-se taxa de manutenção. Você dá manutenção de um cemitério das saudades, aonde o túmulo é particular, não é, não é público. Você não pode ir lá morrer uma pessoa, falecer uma pessoa ente querido, você vai lá, eu vou enterrar. Você não pode. Ali, ali é um particular. E quem que paga a manutenção daquilo? CEC. A CEC com o dinheiro público de todo mundo. Se Se todo mundo contribui para para a manutenção, por que que eu se alguém na minha família falecer, eu não tenho onde enterrar? Porque eu não posso enterrar nas saudades? Então tem que se tem que se tirar essas despesas dos cofres públicos. Por isso que a gente discute, discute. E a hora a gente precisa logo ter o não é chegar lá por uma taxa ali, é ter uma discussão, mesma coisa que aconteceu com a banca, tem uma discussão com a opinião pública, com a imprensa, para não dar uma uma conotação de a hora que a gente faz um assunto, pega de surpresa, todo mundo fica assustado, né, Clin? E aí vão falar assim: "Ah, tão inventando mais um imposto". Não estamos inventando imposto nenhum. Mas todos os cemitérios ele tem uma taxa, né? Hoje, hoje é normal. Eu tenho lá um terreno lá eh onde tá minha mãe, meu paizinho, meu irmão lá que é no Acáia. Todo ano eu tenho uma taxa de manutenção anual. Babacar. Mas a CTEC, a CTEC, infelizmente, ou saudades, eu até acho que os Amaris teria que tá fora, porque os Amaris é um cemitério de pessoas mais carentes, mas você sabe quanto custa um túmulo hoje lá nos Amarais? Não aguenta pagar R$ 15.000. Pô, se você já não tem como muitas vezes enterrar seu ente querido, como que você vai? Lógico que tem a questão social, mas muitas vezes a questão social você não se enquadra, porque se você tem um um um rendimento, você já não se enquadra no na questão do interrogo social, tem que rever isso também. Então assim, eu eu não agora o Saudades e o de Souzas teria que ter uma taxa de manutenção até para ter uma segurança melhor, colocar melhor melhores câmaras. Tanto é que eu doei R$ 100.000 para colocar mais câmara no na no no cemitério da Saudade e no de Souzas. Então assim, precisa discutir ou através de uma emenda parlamentar parlamentar impositiva, né? Por quê? Porque quando eu fui presidente, eu a gente vê a dificuldade que tinha dos assaltos que tinham lá dentro. As pessoas não poderiam, não podiam mais andar, que até lá dentro tava tendo problema. Então assim, a gente tem que discutir melhor a questão do do da questão pública, tem que discutir melhor essa questão do centro. O Carlinhos é uma pessoa que eu tenho certeza que é a pessoa que que cai muito bem nessa questão de revitalização dos permissionários, trazer mais permissionário pro centro dentro de uma regra para poder ter mais gente no centro, ajudar os permissionários que estão no centro. Não adianta você falar para mim: "Ah, não, eu preciso arrecadar para pagar as despesas CTEC, tá bom?" Mas não adianta nada. Você tem que gerar emprego. Você tem que ter empreendedorismo na cidade. Se você não tiver o empreendedorismo, não tiver as pessoas trabalhando, eles vão estar desempregado. E quem vai custar isso é o pobre poder público. E se você der condições da pessoa de trabalhar, o que a pessoa quer hoje, você tem condições de melhorar a economia no centro. Então, precisamos rever. Eu conversamos com o prefeito, o Carlinho até conversou mais até mais que eu com o prefeito. Nós temos que achar e eu tenho certeza que o prefeito tem boa vontade achar regras pro centro da cidade que traga a economia pro centro da cidade de volta e regra também para as entidades que estão lá distribuindo almoço, janta, lanche para pessoas de rua. Eu não sou contra isso. Eu sou a favor que tenha uma regra, porque senão você passa de manhã, né, Carlinho? Tem cinco, seis entidades dando café da manhã. Você passa à tarde, tem cinco, seis entidades dando almoço. Passa no final da do da noite, mais cinco, seis. E você acha que o pessoal vai sair do centro? E e outra coisa, essas pessoas que estão recebendo, tanto a quem tá doando o alimento e que tá recebendo já não, será que não, não, já não receberam alimento? Será que essas pessoas são pessoas que a gente pode confiar para distribuir o alimento? Então assim, precisa precisa pensar, né? Tem uma questão de segurança, né? Eu sempre falo que quando o prefeito Jonas Donizete, ele colocou um decreto na época para proibir as pessoas de darem alimento, não proibido proibido de darem em locais que não seja cadastrado, como se na casa da cidadania aqui. Sabe por quê? Porque através de lá a entidade ela vai ser cadastrada. Se qualquer pessoa que vai lá chega, eu vou dar um exemplo, a pessoa chega com a perua, com uma comida envenenada, uma comida vencida, quem fiscaliza isso? Era a fiscalização, era a entidade, essas credenciadas que faziam isso. Então, hoje não tem isso. Então, acaba tendo-se também eh é uma questão de risco essas pessoas que estão recebendo o alimento ali no centro da cidade, porque às vezes a gente não sabe da onde que vem. Muitas são entidades eh sérias, mas a gente também pode saber que pode vir outra por trás ali querer o mal. Então é essa era a preocupação e acabou esse decreto caindo naquele momento através dessa dessas entidades. O próprio prédio que tem abandonado podia ser mais um local que nem tem lá no no clube Concorde de uma alimentação saudável para as pessoas e não precisa fazer nada de de investimento. arrumar o prédio, pega as entidades que distribuem alimento nos horários, cadastra e eles vão lá fazer o alimento, entregar o alimento no prédio, onde a pessoa vai lavar a mão, onde a pessoa vai poder se alimentar direito, sentada. Então assim, eu acho que a sendo a cidade, pode dar um exemplo. Uhum. com com boas maneiras, com boas situações onde você faz a parceria, que eu falo público privado, mas pode ser público com as entidades, né? sem a sem a prefeitura ter que financiar um almoço, a janta e o lanche no dia de lanche. É, agora tem que investir. O que que ela vai investir? E tem prédio lá, investe num prédio, cadastra as entidades aonde você vai ter um prédio para dar almoço para as pessoas com dignidade. Mas aquela pessoa que vai almoçar e vai trabalhar, não é? Aquela pessoa que pega marmitex, fica na porta da loja, que muitas vezes nem come a marmitex, joga a mimtex no próprio chão e atrapalha o comércio da senhora de Campinas. Então são regras que nós estamos começar a voltar a debater para poder achar saídas aonde a gente dá dignidade e dá uma situação de conforto para quem tá ali e também pros comerciantes da cidade de Campinas. Muito do que vocês estão falando gira em torno da questão de economia, de investimento. E de acordo com a prefeitura, com a atuação do Ministério Público, a permanência das estruturas nesses locais pode acarretar multas, ação civil pública e responsabilização criminal, tanto para agentes públicos quanto para os permissionários. Os permissionários, eles já procuraram vocês muito do que vocês estão falando hoje, eles têm dívida. os atuais permissionários dessas marcas, muitos deles têm sim, ô Gabriel, porque nós viemos passando aí pós a pandemia de 2020 ainda as pessoas estão sentindo ainda ainda, essas pessoas com muito tempo parado, desempregado tudinho. Após isso, o centro, pós a a a questão da pandemia, o centro aí ele caiu de vez. Então, essas pessoas vêm mantendo ali, empurrando com a barriga as suas dívidas com a CETEC. Mas eu acho agora que é que nem eu falo, a CETEC em momento nenhum ela colocou um refiz ou colocou ali eh anistia dessa dívida durante a pandemia, porque eles não trabalhavam trabalhou. A CTEC até colocou o refiz, até colocou o refiz, só que para mim não é justo, porque quando você teve a pandemia, as bancas tiveram que ser fechad fechado. Era um detalhe obrigado. E aí não é um refiz. Aí ele falou muito bem, não é um refiz. a anestia, porque a pessoa vai lá, faz o refiz, aí ele tem o dinheiro da do refiz da dívida, mas a mensalidade ele não paga. Ele não paga. Ele não paga porque ele não consegue pagar, né? Não, não paga porque não consegue, não adianta ele pegar o refiz mais o dinheiro do do da parcela ele não vai pagar. Teria que ter uma uma ação de anestia. Uhum. aquela época da da pandemia, mas a dificuldade que para restabelecer tinha que ter anestesia. Pegar a época do decreto, né, Salvete? O decreto entrou em tal data e tal data. Então durante esse período que o decreto determinou que as bancas ficassem fechadas da anistia durante esse período. As outras não, mas anistia durante esse período. Sim. Muitos, muitos supermissionários, a gente conseguiu ajudar, muitos supermissionários teve lá o Mas não aguenta. É muito caro. Se você pegar uma banca hoje no centro da cidade, se você pegar um comércio no centro da cidade fechado em uma banca, você vai ver que a banca paga mais caro do que um comércio que tem que que tem banheiro, que tem água, que tem. Então assim, não é justo o que o o que como tá se tratando um prissionário da CTEC, né? E sem dizer que é o seguinte, eles levam público pro seu cidade, né, Carlinhos? Isso, com certeza. E quando você fala, Gabriel, que eles podem receber aí uma questão de uma ação civil pública e o prefeito ou ou até mesmo outro uma improbilidade administrativa, quando você fala de uma ação civil pública, eu acho que eles têm como se defender dessa ação civil pública, porque eles estão ali, eles estão consolidados nunca antes do É, estão consolidado há muito tempo. Por que chegou essa determinação nesse momento sem fazer uma discussão, sem fazer nada? Então a gente, eu, vereador Salvete, como você viu aí, Gabriel, muitos vereadores eh foram solidários a esse a esse a esse tema dos permissionários. Por quê? Estão mexendo com famílias, estão mexendo com trabalhadores. Então, eh, eu acho que tem que ter uma discussão e essa discussão, Solvete, acho que ele disse muito bem aqui, olha, essas pessoas não podem ficar aqui, ó, vamos fazer o seguinte, vamos padronizar. Qual que é o problema? É a padronização das bancas. que tem umas bancas, tá? Vamos padronizar. Só que a padronização tem que dar um um tempo para eles também, não é chegar, ó, a partir de amanhã tá o projeto, vocês já vão ter que fazer que é mais um custo para eles. Olha, a partir do ano que vem vocês já vão ter que fazer um caixinha que vocês vão ter que fazer. É, foi feito com o transporte, né? Teve a licitação, teve o leilão, mas tem 2 anos do atual contrato prazo de transição. Pra de transição. Nós não temos mensalidade no mês a mês desse quem que consegue às vezes a pessoa: "Ah, tem que colocar 800 ônibus. Que empresa e que fábrica que vai fazer 800 ônibus em 6 meses? Não existe nem tem isso. Então é tudo isso. A gente entende eh eh o apelo da população, o desespero da população, mas não adianta também a gente querer fazer uma coisa que não vai dar certo lá na frente. Tem que ter responsabilidade, coerência com a com as coisas. Desde que a prefeitura suspendeu a remoção imediata, reuniões já foram realizadas. Qual que é o momento de todo este embrolho? Vocês já foram chamados para alguma reunião? Vocês pedem reunião com o poder executivo, os permissionários pedem reunião com vocês. Qual que é o momento que nós temos agora? Eu acho que o primeiro momento foi o desespero pós as reuniões que eu, vereador Salvete, fizemos tanto aqui como lá com os permissionários como na CETEC, eh, e pós o prefeito eh falar que não ia mexer com aí eles se tendenciou, eles deram uma tranquilidade, só que ele me liga, ele liga pro vereador Salvete, eles querem saber em que pack tá, mas por hoje ter suspenso, a gente tem tranquilidade e esperar para para bater um papo e fazer as coisas com tranquilidade. Então, nós vamos esperar fazer as coisas com tranquilidade. Como o vereador Salvete disse, eu acho que fui o que eu conversei mais com o prefeito, porque não foi uma, duas vezes, foi várias vezes. Inclusive no dia que ele ia soltar o decreto, ele me ligou eh antes, entendeu? Falou: "Vereador, vou soltar um decreto que eu vou soltar uma notícia aí que nós vamos suspender essa questão aqui. Então, dá notícia pro pro pessoal seu, entendeu? Após isso, a gente passou a notícia através das redes sociais, alguns eu liguei. Então, hoje eu acho que tranquilizou um pouco as pessoas, mas eles também estão dependendo de mim, do vereador Salvete ou de outros vereadores para acertar de vez, para que chegue para eles e fala: "Olha, realmente vocês vão ficar aqui ou não? Ó, daqui um ano, anos, a gente vai ter que Então, tudo isso são coisas que a gente vai ter que discutir, mas hoje discutir com tranquilidade, porque até então a gente há há uma semana atrás, há duas semanas atrás eles estavam com a faca no pescoço. Hoje eles já estão mais tranquilos, estão trabalhando, como Salvete disse, muitos deles passaram mal com a notícia e aquilo ali é a vida dele. Então, hoje eu acho que eles estão mais tranquilizados. Salvete, os próximos passos aí, reunião com todos envolvidos. Você já participou, pretende participar? Eu acho que o momento agora é esperar o prefeito. Car disse muito bem, o prefeito suspendeu. Eu acredito que deve chamar a gente para uma conversa para ver para ver qual é a caminho a ser tomado, né? Mas é um caminho que é com discussão, com diálogo com os permissionários. Eu acho que esse diálogo, como foi feito na época que eu era presidente da CETEC, foi feito lá no portão da Alagoa, né? Eles tinham uma uma situação de com medo de reformar lá, com medo que que tirasse eles de lá, né? Foi com muito conversa, com muito diálogo. No fim eles mesmos tiaram a reforma. Hoje eles estão lá bem instalado. E eu acho que é a mesma coisa tem que fazer com os primionários do centro. Eu acho que tirar é uma situação que eu não tiraria. Uhum. aquilo que o Carlinho falou, eu padronizaria, a gente faria uma um trabalho novo para melhorar ali o aspecto do centro, mas não adianta só mexer com as bancas. Acho que o a banca é o menor problema que nós temos no centro hoje. Uhum. Né? Eu acho que nós temos um problema sério que nós nós temos no centro hoje temos que resolver pros comerciantes. Infelizmente é uma é um assunto delicado, mas tem que tratar de frente que é os moradores de rua, a segurança do centro hoje, que ninguém aguenta mais lá o centro de assalto, de pessoas sendo sendo molestada. Tá? Então tem duas coisas ou três coisas nente que tem que tratar de frente. Então eh eh primeira coisa é morador de rua. Tem que tem que achar uma solução, né, humana para tirar o morador de rua da rua. A segunda situação é segurança, né, Carlío? Segurança. É segurança no centro. A terceira, eu acho que tem que transformar o centro num centro vivo, levar mais atividades para atividade noturna, né? Mas para elevar atividade noturna, não adianta elevar atividade noturna e a Guarda Municipal ir lá 5, 6, 7 horas da noite, querendo fechar, querendo, tem que ter um um tem que ter um diálogo aonde todas as secretarias venham a trabalhar em conjunto. Se for levar evento à noite, tem música, né? Então você tem que ter um, não vou falar que que tem que ser uma música que vire à noite, mas tem que ter música até 9 horas, no 10 horas, que é que é o o horário do silêncio, que tem uma lei diz que é horário de silêncio, mas hoje, infelizmente a guarda ela tem um ela tem uma uma situação que você não pode fazer nada que cinco você tiver uma reclamação 5 6 horas tem um mundo guarda municipal na porta do seu estabelecimento. Então tem que se pensar em conjunto, assistente social, guarda municipal, secretaria do urbanismo, câmara municipal, né? E a gente se unir e trabalhar em conjunto. Os comerciantes do centro. Uhum. Tem que saber o que os comerciantes querem também, porque é aquela coisa, a gente toma uma atitude, a hora que vem a a a, vamos dizer, a porrada do Ministério Público, a imprensa, os comerciantes são primeir são os primeiros, desculpa, a recuar. Nós tivemos lá uma regra no começo do ano com o Dário, logo que o Dário entrou da questão de distribuição de comida de rua, proibindo, eh, fazendo cadastrar as entidades um local adequado para O Ministério Público veio, fez o o prefeito recuar, veio o padre Lancelote com questão de que nósamos, ele quis dizer que nós era muito humanista. humanista como as pessoas estão recebendo comida na rua, no mão, num lava mão, não. Nós não proibimos de distribuir a comida, nós estávamos proibindo a fórmula que tava sendo feita. A gente tava colocando uma regra para ajudar os comerciantes do centro. A hora que veio a pancar, eu liguei pração comercial na época, falei: "Gente, vamos fazer um manifesto também, vamos fechar as lojas, vamos mostrar que tá sendo prejudicado os comerciantes." Desculpa, ninguém se ninguém fez nada. as as lo continuaram aberta, continu voltou o que era antes, a distribuição à vontade no centro. Então assim, tem que tomar uma atitude, mas a tomar a atitude tem que ser ela tem que ser eh eh junto com os comerciantes. Nós temos que, se for para nadar, vamos nadar juntos. Se for para fundar, vamos fundar junto, porque não adianta, você toma uma atitude, o Ministério Público vem de um jeito, a sociedade religiosa vê de outro jeito e aí os comerciantes vem de um jeito e nós levamos. Então assim, tem que unir todo mundo, né? unir todo mundo, discutir com com as entidades religiosas, porque as entidades religiosas daqui entenderam o que nós estávamos fazendo. Aí vem um padre que não conhece Campinas, que tá lá em São Paulo e tá a regra aqui na nossa cidade e ainda deram a atenção pro padre e ainda falando que eu inclusive eu fiz uma fala na CBN, não foi uma fala que eu que eu disse para não fazer, que eu que eu falei: "Olha, a gente tem inclusive parar de distribuir eh doação no nos semáforo, dar dinheiro no semáforo. Tem que parar de distribuir comida no semáforo, tem que parar. Não é que eu não quero distribuir, mas aí vieram aquela situação. Eu falei, em vez de distribuir no semáforo, vai numa entidade religiosa e doa lá o dinheiro. o salvete é não quer não. Não é isso não. Nós temos problema de pessoas que assaltam passando por pessoas de rua que você vai lá dar um dar uma um um uma uma fazer uma doação ali no semáforo. O negre vidro, o nego te assalta. Então, foi isso que eu quis dizer. Falei: "Ó, gente, a gente tem que tomar algumas atitudes dura para depois a gente recolher os frutos, senão não vai adiantar. Se a gente não se unir aqui, não adianta o centro, se não se unir os comerciantes, não se unir os a questão dos da questão religiosa, que as igrejas, as entidades assistenciais, a questão de segurança, mas não é a guarda municipal, é a guarda municipal, é a polícia civil, a polícia militar, né, e e fazer um trabalho meio, digo, duro para poder tentar resgatar o nosso centro da cidade. Sobre essa questão que você tá citando da união e das atitudes, é importante dizer para quem está nos acompanhando qual que é o papel da Câmara nesta situação? O que que vocês podem fazer? Existe possibilidade de algum projeto de lei de vocês discutirem aqui? É intermediar junto à prefeitura? É participar das reuniões? O que que os vereadores podem fazer nessas questões das bancas? Hoje nós sabemos assim que existem dois poderes, né, Gabriel? Poder executivo, legislativo. Legislativo é para fazer leis e fiscalizar. E é o papel da gente aqui, tanto fazer leis, se depender de leis, como foi feita algumas aqui nessa casa, e fiscalizar, é o que a gente tá fazendo, fiscalizar o centro da cidade para que tenha um centro melhor. Eu sempre peço aí que futuramente nós conseguimos, eu vereador aí ou outros vereadores, melhorar o centro da cidade, porque isso não é uma vitória só minha, não é uma vitória só do Sveta, é uma vitória da população que está ali. Nós sabemos que o centro da cidade ele é habitado por muitas pessoas que vivenciam há muito tempo. São pessoas, quando o Salvete fala de evento no centro da cidade é que existem muitas pessoas que chegaram hoje idosas no centro da cidade, que moram lá no centro da cidade. Por isso que a gente há uma dificuldade de fazer eventos ali que acaba incomodando realmente essas pessoas. Então, mas sem também a gente fazer algo ali, a gente não dá vida no centro da cidade. Então, vamos trabalhar para que a Câmara aqui no papel dela, que é de legislar eu, vereador Salvete, depender de lei, nós vamos estar montando lei, assinando junto aí e tentando melhorar o centro. O que depender de fiscalizar e acompanhar e fazer as reuniões junto à prefeitura, tenho certeza que nós vamos estar fazendo também. Eh, quando eu falo Ministério Público, eu falo polícia civil, militar, é assim, do mesmo jeito quando a gente pega a gente de surpresa. Eu sei que muitas vezes o Ministério Público é pego de surpresa. Por que não dialogar antes com o Ministério Público? Antes de fazer ação, será que nós não erramos também de não conversar com o Ministério Público? Porque muitas vezes eles também escutaram um lado e não escutaram o que realmente era a intenção do governo. Então assim, o a o poder legislativo, os vereadores, ele tem essa essa essa, vamos dizer, esse poder de de fazer essas reuniões, de trazer o a conversa com o Ministério Público, trazer a conversa com com o a Polícia Civil, Polícia Militar, achar a maneira, a saída correta para poder a hora que tomar a a a começar a fazer ação ou tomar uma ação, o Ministério Público muitas vezes tem uma denúncia, não, ela tá sabendo o que tá acontecendo, né? Então assim, eu acho que falta esse diálogo também. Não vou dizer que eles que nós estamos certo, não. Muitas vezes nós estamos com as melhores intenção, só que muela intenção tá guardada comigo, com o Carlinhos, com o prefeito. Vamos dialogar com a sociedade, vamos dialogar com o Ministério Público, vamos ver o que ele acha, né? Eu acho que tem esse erro também. Teve esse erro, mas eu acho que nós temos que começar a fazer algo, né? Quando eu falo em eventos, Carinho tem razão, tem as pessoas de idade, mas tem eventos para para idosos, tem evento para terceira idade, tem evento pro jovem, né? E não precisa ser eventos que ultrapasse o horário determinado ou o horário que seja determinado. Por isso que eu tô dizendo tem dialogar, porque o que é bom para mim não é bom para você, não, né? Nós vamos saber para que é bom para aqueles que moram no centro. Muitas vezes eu falo um evento, mas o que tá morando no centro vai vai acha acha que não é um grande, não é bom. Eu eu fiz uma, eu fiz tinha uma feira na rua uruguaiana que era só o pastel. Eu tirei a feira uruguaiana, pus depois que reinauguraram o Largo do Pará ali, eu levei a feira pro Largo do Pará, aumentou os ferantes, aumentou e pegou todos os prédios, né? E colocou uma música ao vivo, colocou brincadeira, os brinquedos gratuitos. Teve, se eu falar para você, teve 80% do do inotório que aceitou. Teve dois, três que reclamava porque era o a música começava muito cedo e o pessoal queria dormir de domingo. Uhum. Né? Conversamos e vimos o horário de começar a música, começou a música, que que aconteceu? As pessoas descem mais tarde e a música começou mais tarde e começou a agradar as pessoas porque as pessoas descansava quando era 11 hor 10:30, 11 horas, as pessoas estavam acordando, vinha comer o pastel, vinha pra feira, a comunicação deu certo. Deu certo. Então assim, por isso que eu digo, não aqui quando eu falo e algumas situações que aconteceu, eu não tô dizendo que nós não estamos errado, não. Uhum. Por isso que a Câmara é importantíssima. A Câmara é o lugar do diálogo da população, não é isso, Carninho? É isso, é isso. Então eu acho que falta e quando o tomar a decisão do CONEPAC, por que que deu errado? Por que que foi uma uma uma situação que envolveu a imprensa, envolveu todo mundo? Porque ninguém combinou com ninguém, ninguém conversou, ninguém discutiu. Eu não tô dizendo quando é pacto muitas vezes tá errado ou certo, mas tinha que ter discutido. Foi a maneira como foi feito. Foi a maneira que foi feito. Será que aquelas bancas também não tem o direito de ser patrimônio tombado? Uhum. Porque quando foi feita a reforma lá, foi consultado o contepac para mudar as bancas. Não sei se o Cines participou, mas para mudar as bancas pro jeito que foi feito, para provar no CONEPAC a mudança, não foi fácil não. Para para provar a mudança no mercado municipal, colocar o é a mesma coisa para provar o mesanino no mercado. Foi passado quando depa vamos supor daqui poucos 5 se anos que tá tudo bonito funcionando, o conto. Fala não pode mais, mas eles aprovaram. É isso, entendeu? É isso que a gente precisa conversar. Ah, mudou, precisa rever isso. Concordo, né? Tudo se muda na vida da gente, mas tem que ser conversado, tem que ter um diálogo, né? Se a solução encontrada for mesmo a retirada das bancas e a transferência para outro lugar, é um acordo que pode ser realizado. Vocês estão trabalhando com essa hipótese de deslocamento das bancas? Pelo menos eu acho que eu, Cainos. Não, não. Nós estamos trabalhando para manter os trabalhadores onde eles estão hoje, porque você não cria hoje a pessoa, como eu disse para você, além dela ter a vida dela ali, os clientes dela, aquela rotina dela ali, você modifica ela de local, você gera um custo para ela, você gera um custo muito grande para aqueles permissionários e às vezes o local que ele muda não dá a renda que ele tá acostumado todo mês ter ali. Então, a a discussão e o vereador Salvete, nós temos o mesmo entendimento que aqueles permissionários eh continuem no mesmo local. A sociedade tem se posicionado, vocês têm conversado com as pessoas, tem e eles não aceitam sair do local. Sim, inclusive muitos moradores dali, né? Eu eu acho o seguinte, eu acho que tudo é uma questão de do diálogo. Pode ser que a proposta que se tiver que sair seja uma proposta onde convença eles saírem. Uhum. Mas tem que ser um convencimento, tem que ser um diálogo, não é chegar lá, pegar o caminhão, pegar o Mulco, tirar a banca do cara de lá. Sen não vai. Eu e dessa maneira nós não vamos aceitar. Agora, se a prefeitura com DEPAC vim com uma um projeto, uma proposta que eu e o Cain como vereador achamos que é viável, achamos que eh vem a somar a consente da cidade, nós vamos até juntos apresentar. Isso não quer dizer que eles vão aceitar, podem aceitar como podem não aceitar. Uhum. Mas nós vamos defender eles, tá? Então assim, eu acho, eu acho que a prefeitura ela, ela tem bons olhos no projeto, no projeto centro, mas eu acho que tem muita coisa para mexer em vez das bancas de, de jornais e de alimentação que tá lá no centro. Nós temos que começar ao contrário. Nós temos que começar a saber o que nós queremos pro centro, qual é o projeto e levar novas empresas pro centro da cidade, qual é o projeto para diminuir custo para est no centro da cidade, qual é o projeto de segurança pro centro da cidade? Tem que ter uma segurança, um monitoramento 24 horas ali para levar segurança pra população voltar pro centro. Qual é as condições que nós vamos levar isso junto? Ou quando eu falo eu e o Carlinhos, que não é só eu, nós temos uma Câmara com 33 vereadores. Sim, né? É pra Câmara, é para todos os vereadores estarem junto, né? Mas como nós estamos mais ligado a algumas situações do centro, eu acho que tem que ser uma coisa que primeiro melhore o cent da cidade para depois a gente pensar em banca, pensar em mudança de banca, entendeu? Porque não adianta, você vai você vai mexer no banca para tirar tirar o ganha pão do cara mês a mês. Falar uma coisa, acho que é importante hoje, se você começar a mexer os locais e der vida para esses locais, de repente aquele local que o permissionário hoje não quer ir, se tiver vida, se tiver fluxo, se tiver movimento, de repente ele aceita. Ô, legal, eu saio daqui, vou para lá. Mas hoje, como que se eu vou tirar um permissionário que tá ali, vou pôr num local onde tá todos os comércio fechado, onde não passa ninguém, ele não vai querer ir. Mas se inverter a situação e e e ele tiver condições, ele vê que ali vai ser um local legal para ele, ele pode até aceitar. Aí, então eu sempre falo assim que a defesa dos permissionários, nós vamos estar junto com ele. Apresenta-se as propostas pros permissionários, se eles não quiserem, beleza. Pode ser que nós não consiga ali eh eh 20, 30, mas 10 queira. Ah, não, eu quero. Então vamos fazer com esses 10. Depois quem sabe os outros 10 mais paraa frente pega. E e aí é assim que que funciona a as coisas. Na verdade, quando eu montei as feiras noturnas em Campinas, ninguém queria saber de feira noturna, né? Primeiro que os fe a feira noturna é um desse é o pessoal das feiras de urna e são pessoas antigas, pessoas de tradição na cidade. Quando eu eu conversei com a maioria para montar a feira noturna, os japonêses são mais são os maiorias nas feiras, as pessoas mais de idade falaram para mim: "Isso aí não dá certo. É quem vai sair à noite de casa para ir na feira?" Ninguém queria saber de fila no inclusive Salvete, quando o Salvete era presidente da CETEC, eu acho que cheguei quando, não sei se ele já tinha essa essa ideia, eu cheguei, falei: "Svete, eu fui viajar pro Paraná, você lembra, Ste? Fui viajar pro Paraná, fui em Jandaia do Sul, chegou lá à noite, o cara me convidou para ir na feira". Falei: "Mas é feira de noite? Feira de noite, o cara é feira de noite". Cara, eu fui lá, tava lotado. Eu falei: "Pera, lá tá lotado, feira à noite ele lotado." E eu acho, eu achei muito legal. E o Sovete aí com a inteligência dele aí, e eu acho que ele já tinha isso na na cabeça e ele implantou e foi muito bem. Hoje é um sucesso. Mas quando eu montei, você tem uma ideia, por isso que eu falo tudo é é a maneira de convencer essa pessoa. Quando eu montei a fena noturna, o pessoal fo eu reuni o pessoal, ninguém queria, teve a resistência inicial, todo mundo para conseguir 16 um frut, um pastel, foi uma luta. 16 barraquinha. Eu peguei e falei: "Não, vou montar". Montei, ajudei, tal. Primeira foi lá no Ouro Verde, montei a primeira-feira, contratei um músico, nós tínhamos problema de música no ch que não podia tocar. Eu falei: "Ó, vamos fazer a primeira comigo gratuita, depois os se der certo os os nós vamos achar um jeito de te contratar para você cantar na feira". Arrumei um cantor de D, levei para lá, levei um um um amigo que tinha eh brinquedo inflável, tudo gratuito. No primeiro projeto, levei e montei. Carlinhos, acho que meia hora acabou todos os produtos da feira. Meia hora, pastel, fruti, tudo acabou, tudo. Lanche, acabou tudo. Feira lá. Pessoas não estavam preparadas, não achou, né? Não acreditou. Não acreditou. Aí que aconteceu? Aquilo se espalhou. nas feiras noturn, o que tinha de nego querendo ir para montar feira noturno. Aí aí inverteu o papel, aí montei a primeira, montei a segunda no campo no Campo Grande. Aí o pessoal falava assim: "Qual é o sucesso da feira?" Sucesso da feira é o seguinte: Campo Grande vende 8.000 pastel, o ouro verde vende 6.000 pastel e todos os ingredientes acabam em duas 3 horas na feira. Uhum. E tem uma regra a feira noturna e tem até hoje, porque nós não temos condições do poder público de fazer a limpeza da rua, banheiro químico, brinquedo e músico para pagar. Eles rateiam, por isso que a gente tem que dar valorização a eles. Eles rateiam entre eles. Eles limpa a rua, tem o banho químico cara fazer suas necessidades e tem o brinquedo gratuito e tem a música gratuita pra população. Então assim, quando eu falo em solo público, que muitas vezes a gente discute que o que o presidente, o prefeito, a gente discute isso, ele fala: "Ah, mas é muito barato que eles pagam". Mas não é só o solo público. Eles pagam o solo público, eles pagam o banheiro, eles pagam o músico, eles eles pagam a limpeza da rua, eles pagam o o o brinquedo e o e o músico para para e a economia vai rodando também. E a economia vai rodando no bairro. Então assim, a gente tem que valorizar isso, né? valorizar em todo sentido. Por isso que tem que valorizar as bancas, tem que valorizar os permissionários, tem que valorizar a associação, porque eles trazem a a economia pro nossa cidade. E quando a gente, eu comecei com uma que ninguém dava valor, que o prefeito falou: "Você é louco". O Jonas na época falou: "Você é louco". Var feira noturna. Depois ele me chamou depois de de um mês que deu metrópole, deu saiu revista, saiu não sei o quê. Ele falou assim: "Puta, Arnaldo, eu não sabia que as feiras noturnas eram sucesso. Hoje tem 43 feiras noturnas". Então assim, é agora é o convencimento ao não é você chegar pro cara e fal vai fazer isso. É o que o Carlinho falou, deu certo lá a você pegou esses 10 que que saiu, você leva, deu certo porque quando é o presidente da CETEC, todo mundo queria montar a banca na 13 de maio. Todo mundo queria banca na 13 maio. Uhum. Ninguém queria para outro lugar no centro, porque a 13 mai é o lugar de movimento. Agora, se você gerar movimento no outro espaço da cidade, você movimenta fácil, loca para outros locais, para outros locais. Pra gente poder encerrar, tem algum prazo sobre essa situação? Vocês trabalham com isso? Precisa resolver o quanto antes ou não? Não, a gente eh determinou assim que não não temse um prazo. Quando o prefeito disse, ele falou: "Olha, Carlinhos, eu vou reunir com com DEPAC, nós vamos fazer uma uma reunião, vou chamar você, o vereador Salvete e alguns representantes supermissionários e vamos marcar pra gente definir isso aí". Então eu falei, beleza, como tá tudo tranquilo, suspendeu, nós estamos aguardando, provavelmente aí esse mês, o mês que vem a gente tá sentando e conversando com o prefeito e definitivamente resolvendo esse problema. Já tem as novidades aí. Programa bom é programa que passa rápido. Arnaldo Salvete, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, a contribuição com este assunto de grande valia pro nosso telespectadores. Já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Bom, eu que agradeço. Eu só quero eh agradecer. A gente teve discussão com o prefeito aí, o Carlinhos. Eu quero em público e agradecer o prefeito que ele teve a sensibilidade, né? Ele até ficou bravo, né, com com a gente, mas é que a gente sentiu eh a primeira pancada dos permissionários, as pessoas ligando, pessoas passando mal, então a gente acaba incorporando aquela situação, né? Eu quero pedir até eh a sensibilidade do prefeito que teve a desculpa, mas dizer a ele que ele fez o o papel, acho que correto no momento, suspender, né? Eu acho que a discussão tá aberta, mas de uma maneira que a gente convença as pessoas, né? tem o diálogo. Eh, o Carlinhos, eh, agradecer o Carlinhos, que o Carlinhos foi junto comigo lá na CETEC, teve lá também, eh, discutiu com o presc e agradecer o presetec também que teve a sensibilidade, embora não foi ele que gerou todo esse transtorno, mas teve a sensibilidade de escutar o Carlinho, escutar, né, para poder ter o diálogo com as pessoas e a gente achar a maneira correta também de poder a gente achar uma solução. É, agradecer os permissionários que acreditaram em mim, no Carlinhos, as pessoas num primeiro momento ficaram meio assustadas, mas eu acho que tudo isso acontece porque tem a união das pessoas, né? Porque se a gente tem vitória que não tem união, eu falo para todo mundo, né? Não adianta desunião. Quando as pessoas estão unidas, a gente consegue, né, um bom resultado. Tem que continuar unido pra gente poder continuar trabalhando. Eh, sozinho ninguém faz nada. Tanto é que eu não consigo fazer sozinho. Se o Carlinhos também não ia ter eh talvez um êxito que nós tivemos. Acho que é isso que a gente precisa de a união de todos, a união dos vereadores, né? Mas sempre tem alguém que puxa a a vamos supor a as pessoas puxam. E o Carlinhos, por ter, eu por ter sido presidente, o Carlinho, por estar tantos anos lá na na no centro, uma pessoa que venceu lá no centro, né, na parte de trabalho, eu acho que a gente sabe um pouquinho mais como eh eh acho que ajudar a resolver os problemas ali no centro. e agradecer, né, a vocês que dão oportunidade da gente falar um pouquinho da situação, né, porque a gente só consegue passar o que aconteceu, porque muitas vezes as pessoas não sabem no bastidor como que foi, o que aconteceu, tal. agradecer vocês que dão essa oportunidade de levar essa informação, não só pros missionários, mas paraa cidade toda. É isso. Nós aqui agradecemos, vereador Carlinhos Camelô, também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso programa, de grande valia pro nosso telespectador também sobre passar, né, as informações sobre essa situação. Já faço um novo convite, senhor retornar aos nossos estúdios e fica aberto as suas considerações finais. Gabriel, primeiramente eu queria agradecer, né, a oportunidade de a gente esclarecer não só os permissionários, mas toda a sociedade que moveu toda a sociedade. Isso aí deu um pum, né? Muitas pessoas também foram solidárias aos permissionários. agradecer aqui ao o vereador Arnaldo Salvete, que o vereador Arnaldo Salvete a gente sempre teve essa parceria quando eu mesmo quando ele foi presidente da CETEC e eu sempre estava lá levando as demandas do do do dos camelos dos permissionários. Aguentava mais ele, viu? A verdade é essa. vida. Assim, eu era presidente técnico, mas eu falo esse cara briga demais para aquele pessoal. Eu assim, mas hoje eu entendo. Na agenda já tinha o nome do Carlinho já uma vez por semana. Então, é agradecer o Arnaldo Sovete e hoje ele tá aqui na Câmara aqui como representante do povo e a gente se uniu agora para um propósito eh de est ajudando essas pessoas aí. Então, eu me sinto honrado de estar ao lado dele que não só defendendo os permissionários, mas também em pró de um centro melhor, um centro para as pessoas voltarem a frequentar. Então, Gabriel, agradeço a todos e dizer aos permissionários aí que nós sempre vamos estar do lado deles, lutando por eles aí, até que a gente acho uma solução necessária que garante aí o trabalho, a dignidade e o sustento deles para casa. Então, obrigado e eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído aí com este cenário, né, o panorama nessa questão das bancas comerciais do centro de Campinas. Questão de ordem fica por aqui. Até semana que vem. Ciao. Ciao. Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai debater a possível retirada de 52 bancas comerciais do centro de Campinas. Isso porque no fim do mês de março a prefeitura de Campinas informou a retirada dessas bancas instaladas em áreas históricas do centro da cidade após uma decisão do CONDEPAC, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas. Com a decisão, foram afetadas bancas instaladas em locais como Largo do Rosário, a Praça Guilherme de Almeida, Praça José Bonifácio, Praça Rui Barbosa, Bento Querino, Carlos Gomes e Largo do Pará, o que gerou um forte protesto dos permissionários que vieram à Câmara Municipal durante reunião ordinária. Diversos parlamentários saíram em defesa desses trabalhadores. E aí, no início do mês de abril, o poder executivo anunciou a suspensão da remoção imediata das bancas e diz que vai definir critérios para cumprir a resolução do CONDEPAC. Então, sobre esta decisão, os impactos e o que pode ser feito, eu recebo aqui no estúdio o vereador Arnaldo Salvete, que já foi presidente da CETEC, e o vereador Carlinhos Camelô, vice-presidente do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Ponto Público Fixo Imóvel de Campinas. Lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Arnaldo Salvete, começo com o senhor. Como é que recebeu esta notícia no fim de março? Já era algo esperado, algo que estava sendo discutido? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eu que agradeço de est aqui presente debatendo esse assunto. Acho que é um assunto importante pra cidade de Campinas, né, pros permissionários da CETEC. Eh, eu eu recebi a notícia com surpresa, né? Acho que todo mundo recebeu, né, Carlinhos? A gente recebeu com surpresa porque receberam pelo jornal eh essa notícia e depois os permissionários nos procuraram, né, tanto esse vereador como o vereador Carlinhos, eh narrando o fato que eles estavam inclusive sendo intimados a comparecerem na CETEC para já tomar conhecimento da retirada das bancas. No mesmo momento a gente entrou em contato com a CETEC para saber o que que estava acontecendo. Aí nós fomos informado que o Condepac teve uma reunião do CONDEPAC, onde o o CONDEPAC com seus conselheiros tomaram a decisão de tirar as bancas do centro histórico de Campinas, né? Eu acho que não é centro histórico, tá virando Centro Fantasma de Campinas, né? Eu acho que é um absurdo esse tipo de decisão sem sem conversar, debater com a sociedade, sem debater com os vereadores, né, e com os pensionários que ali estão inclusive pagando, né, o solo público, sempre pagaram, acho que é o solo público mais caro, né, que tem aí na região, né, eh, não só na cidade de Campinas, como em todas as cidades. é um é um é um solo público que se for ver seria melhor alugar um imóvel para poder, né, eh continuar trabalhando. Mas a gente respeita os permissionários, defendemos os permissionários. Eu acho que o centro histórico não é só eh do que está ao redor, mas as bancas também é um centro histórico, tem banca lá de 80, 50 anos, né, Carninhos? E a gente tá aqui para defender e fazer o possível para reverter essa situação. Vereador Carlinhos Camelo, eu falei na abertura que o senhor é vice-presidente do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Ponto Público Fixo Imóvel de Campinas. Então, como é que o senhor recebeu essa notícia? Como é que ela repercutiu entre os comerciantes? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Eu agradeço, Gabriel, pela oportunidade de est falando aqui um pouco sobre esse tema. Gostaria que de cumprimentar meu amigo aqui Arnaldo Salvete, que também foi presidente da CETEC, conhece a categoria e também é um defensor da categoria. Primeiramente, eh, recebi a notícia também através de redes sociais, jornais e essas questões, onde muitos permissionários me procurou nesse momento falando que foram notificado que através do envoltório do patrimônio histórico ali que existe ali uma regra do de um espaço, as bancas foram notificadas a saírem. Pois bem, aí nós eh de imediato já fiz uma reunião com os permissionários. Pós isso, eu e o vereador Arnaldo Salvete tivemos mantemos o contato com esses permissionários, aonde marcamos uma reunião na CETEC. A CEC também foi pega de surpresa com essa decisão do do CONDEPAC, na qual eu e o vereador então procuramos o prefeito Dário Sad para tentar resolver esse problema que tava causando aí eh um, vamos falar assim, um espanto no centro da cidade e um desespero daqueles permissionários. Porque os permissionários, sem permissionário, como a banca do alemão, está ali desde 1951, faz parte da história de Campinas, como várias outras bancas também fazem parte da história de Campinas. E essas pessoas elas têm uma vida. A banca do alemão, ela passou de pai para filho e muitas a família depende daquele espaço, como outras também dependem de outros pontos da cidade de Campinas. É, as pessoas recebem, olha, vocês vão ser retirado. Eu acho que a construção de de uma troca de local, acho que ela tem que ser discutida. A gente não é contra fazer uma reforma, uma requalificação no centro, como foi feito na Gricério, né, Salvete? Algumas teve que mudar de local tudo, mas foi conjunto com os permissionários. As pessoas, olha, aqui não dá, vamos pô ali e tal. Então teve esse entendimento dos dois lados, onde os dois lados ali tiveram um entendimento. Agora chegar hoje aqui falar: "Nós vamos arrancar as barracas ali do centro da cidade". E não apresentou nada para os permissionários. E eu, como vereador Salvete, nós ficamos decepcionados com o poder público. Por quê? Porque quando fala assim que existem dois vereadores que discute com essa categoria, que fala com essa categoria, pelo menos devia ter chamado nós para falar: "Olha, existe isso no CONDEPAC, existe aquilo, pelo menos pra gente tá discutindo e tentando resolver esse problema antes de ter causado todo aquele causo." Então, o centro da cidade, hoje nós sabemos aqui que o centro não é mais uma área nobre, que é pela CETEC, ela é uma área nobre, onde o preço é um dos valores mais caros que tem. Eu, vereador estamos lutando aqui para que tire essa área nobre no centro, para que volte o zoneamento um, para que abaixe os valores desses permissionários. Lá atrás eu tive um debate muito grande que tinha uma multa na CTEC que era 20%. Se você atrasasse um dia, se você pagasse R$ 1.000, você atrasasse um dia, você pagava R$ 1.200, conseguiu abaixar essa multa para 2%. Tivemos também fazendo uma discussão, eh, quando você vai fazer uma transferência de um box desse, você paga a você até colocou 12 vezes o valor da que a pessoa paga. Um exemplo, se ela paga R$ 2.000, ela vai pagar o valor da da da banca, da permissão e mais 12 vezes o valor de R$ 2.000. conseguimos abaixar para seis meses aí, que ainda mesmo assim achamos que é muito, é um valor, tinha que ter um valor fixo paraa pessoa fazer a transferência e pronto, acabou. Mas deixar aqui bem claro que nós continua eh debatendo essa questão, estamos juntos aí para resolver o problema. Claro que já foi suspenso essa decisão do CODEPAC, mas se tiver alguma alteração, nós estamos aqui para ajudar esses permissionários. Ô Svete, essa contextualização que o Carlin trouxe, ela é muito importante, né? Porque tem banca lá que tá há 70 anos, tá há muito tempo. E aí chamou a atenção essa decisão como se fosse algo imediato, tá irregular, mas tá 70 anos, tá muito tempo lá, né? Sabe o que acontece? É assim, a gente tem que entender primeira coisa, eu, Carlinhos, o vereador Carlinhos, vem lutando, né, para modernizar o centro, né, trazer um centro, um centro vivo à noite, trazer atividades pro centro. Uhum. Quando você, né, traz uma situação dessa pro centro, como você bem disse, bancas que têm 60, 70, 80 anos no centro, né, e você vem retirar essas bancas no centro, tá errado. Se você discutisse ali uma modernização, uma padronização pras bancas, trouxesse um uma situação de melhoria de valores para atrair mais pessoas, mais empresárias pro centro, né, para transformar esse centro que hoje tá passando por uma situação difícil de insegurança, de iluminação, de limpeza, tá? O jornal tá toda hora soltando isso, né? para essa discussão, para ver como que a gente como vereadores, que defende os centros, que defende os permissionários, que defende uma moderniz uma uma modernização e uma e uma e uma atitude ali, vamos dizer, pros empresários investir no centro, porque muitos estão saindo dali já com uma situação de ir pro shopping, nós já temos o problema dos comerces, né, que hoje fica, é mais fácil você comprar pela internet que já te entrega, então mais barato você traz trazer a população de volta pro centro é difícil. Agora imagine tirar as bancas que traz que que tem seus clientes, né? Tem aquelas pessoas, né, Carlinhos, que que já tem o hábito, né, de ir naquela banca de final de semana, ir na banca durante semana. Então, eu acho assim, eh, foi uma uma situação infeliz, né, que que tomaram. Eu tenho certeza, tanto é que o prefeito não compactou com isso, que ele ele mesmo foi sensível a voltar atrás na questão e discutir melhor essa situação, mas foi impacto. Teve teve permissionar que foi parar no hospital, pessoas de idade, né? Eu acho que tem pessoas ali ser um eh ser humano com pessoas com idade que estão trabalhando ainda para sustentar suas famílias. Então, eu acho que foi uma eh eh vamos dizer que uma atitude que sem pensar nas pessoas, sem pensar no que está acontecendo no centro hoje, porque se tivesse pensado o que está acontecendo no centro hoje, não teria feito aquela atitude. Eh, só quero frisar que quando a gente fala do centro da cidade, a gente tem feito várias intervenções no centro da cidade desde o começo da reforma, requalificação da Gricério, como da Campo Sales, como da José Paulino, como da Senador Saraiva, como também da João Jorge, várias coisas tem feito no centro da cidade. Eu lembro o ano retrasado que nós estávamos ali no centro da cidade com um caos, um caos mesmo. A gente tinha muitas pessoas que falavam que o centro ali próximo terminal tava quase virando uma cracolândia. Falei com o prefeito, o prefeito determinou que as guardas novas que entraram através de um concurso público ficassem no centro da cidade para dar a aquele apoio, lavagem quase todos os dias naquele local. E agora para você ver eh como que é o centro da cidade, vereador Salvete, eh eu estou fazendo uma pracinha próximo ali da praça Felipe Céer, que é muita gente conhece como praça da Quebra Osso, fazendo uma praça, a gente mandou uma emenda lá para revitalizar, porque é uma entrada do centro da cidade e muitas vezes eu recebo crítica. Ah, vai fazer mais uma praça para morador em situação de rua, o pessoal fica lá. Se a gente pensar dessa forma, nós não fazemos mais nada no centro da cidade, não. A gente tem que trabalhar para fazer intervenções sim no centro da cidade. A cidade tem que ter vida sim durante o dia, durante a noite. Eu sou daquela época que eu cheguei no no camelão em 1991, onde as famílias desciam no sábado, era o dia que mais votava o comércio da cidade, que você via que era mãe, filho, a família toda ia pro centro da cidade. Claro que as coisas, como o vereador Salbert disse aqui, é bem internet e teve a descentralização que hoje o Campo Grande, o Ouro Verde, o Barão Geraldo, todas essas esses bairros hoje eles tem essas lojas. Existem mais opções hoje, esses comércios própriosões, mas o centro ele precisaria ter algum atrativo, achar algo pro centro da cidade pós a saída do popatempo ali. Isso também ajudou, contribuiu bastante para tirar um fluxo de pessoas. Então eu acho que tem que trazer algo, um atrativo pro centro da cidade para que essas pessoas voltem a frequentar o centro da cidade, porque os comerciantes estão pedindo socorro, não é só os comerciantes e sim os moradores também daquele centro da cidade que se sente refém, tem medo de sair durante a noite, fica preso dentro de casa. Então isso é o que nós queremos pro centro da cidade. Nós queremos melhoria, qualidade de vida para aquelas pessoas que vivem e trabalham no centro da cidade. Agora Salvete, depois Carlinhos da Cetec diz que a medida ela foi necessária porque as estruturas ocupam espaços em imóveis tombados ou áreas envoltórias protegidas pelo com DEPAC. Pode falar. Eu acho assim. Eu discordo. Sabe por que eu discordo? Porque o Carlinho sabe junto com com os vereadores de Campinas, junto Carlinho falou muito bem a questão da reestruturação da campo salá do sério, né? A iluminação, quando foi feito toda essa estruturação de de modernização, de de passar o cabeamento por baixo das que os que os comerciantes já sofreram para caramba, né? Eh, foi discutido inclusive com DEPAC, eu era presidente da CETEC, foi discutido porque você tem ali cemitérios arqueológicos na cidade. Então você vem me dizer que agora as bancas que estão há mais de 50 anos, que não são bancas novas, você o Carlinho sabe muito bem disso, que você não consegue colocar mais nada dentro do centro por causa de uma questão da CETEC de ter resolução que não pode ter equipamentos novos. Você pode sim trazer um equipamento que já está no centro, mudar de local para poder uma uma mudança, porque teve que sair do muitas vezes do BRT para ir para ir para outro espaço, mas são são autorizações que já estavam já no centro, tá? Então assim, eu eu não eu não eu não aceito essa esse tipo de porque foi discutido com com DEPAR e são bancas também eh que são bancas eh que que t seu a sua história na cidade de Campinas. E outra coisa que nós temos que discutir, eu acho que se tivesse que mexer nas bancas, primeiro nós temos que discutir o que nós vamos fazer com o centro da cidade hoje. Hoje o centro é um centro com problemas. Os os comerciantes estão com problema, né? muitas vezes problemas de aluguéis caros, muitas vezes questão de da do próprio comércio pela internet. Então, o que que nós vamos fazer primeiro para melhorar o trânsito de pessoas no centro da cidade? E é isso que nós temos começar a discutir. Prédios abandonados no centro. O Carlinhos tem lá a sua entidade, a su acho que pode, eu acho que pode somar muito com isso de trazer pro centro nos prédios abonados virar min shoppings, mas mas com uma discussão com com uma pessoa que entende do da questão de de camelô, que entende de de comércio de de banca. Agora você tomar uma atitude sem discutir com a população, sem discutir com os vereadores, sem discutir com o legislativo. Então eu acho que foi uma coisa impensada das pessoas que trataram isso. Agora nós temos que fazer sim, né, Carlinhos? Nós temos que fazer um um um ato que melhora ainda mais a condição do empresário se instalar no centro. O prefeito tem feito muita coisa. Tem feito muita coisa. Melhorou a questão do imposto de SS no centro da cidade para algumas empresas, melhorou a questão do refit de de moradia na cidade, mas você tem ainda um problema grave de prédios abandonados. Você tem um problema de banheiro no centro da cidade. Na que eu fui preso na CETEC, nós levamos um banheiro praticamente imóvel pro centro atrás da catedral porque o próprio padre não aguentava mais o mau cheiro na catedral. Então assim, tem que se pensar em algo, mas pensar em algo junto com a sociedade, junto com quem conhece o centro. O vereador Carlin sabe muito bem o que eu tô falando. Ele conhece o centro, ele conhece o que tá acontecendo ali para poder trazer aquele volume de pessoas de volta pro centro da cidade de Campinas. Inclusive, eh, Gabriel, para você ver como deu certo quando a gente faz as coisas em conjunto, quando começaram a fazer a reforma do mercado municipal, que Salvete participou da reforma lá do mercado municipal, tinha as banquinhas em volta em torno ali do mercado municipal. O prefeito me chamou, falou: "Carlinho, nós precisamos mexer, nós precisamos resolver aquilo ali, porque senão nós vamos retirar aquelas bancas porque tal." O que que foi feito? Eu reuni todos os permissionários, nós achamos uma solução, trouxemos uma empresa, foi feita toda de alvenaria, padronizada, onde ficou bom paraas pessoas que ali estão e também pra prefeitura. Olha ali, ficou tudo uma coisinha bonita ali em torno do terminal. Então foi construído junto. Quando você fala do CONDEPAC, tem banca que nem essa do alemão, ele está antes do Condepacque. Ele chegou em 1951. O Condepaque chegou em 1980 e pouco, então ele chegou antes do Condepacque. Quando o CONDEPAC foi feito o conselho do CONDEPAC, ele já estava lá 20, 30 anos. Então é respeito ao ser humano, respeito a tudo. O vereador Salvete fala muito bem, quando eu também falo para as pessoas, o centro da cidade, nós nós precisaríamos aqui achar uma solução e abaixar os impostos do centro da cidade para dar condições aos empresários locar novamente aquelas lojas que estão fechadas. Então eu acho que isso deveria ser feito, algum tipo de incentivo, não só o retrofite, só não a questão, mas realmente uma coisa para que a gente dê oportunidade para que os empresários voltem, não só os empresários, mas aquele também que quer investir no centro da cidade. Porque se você traz eh eh esse essas lojas pro centro da cidade, eu tenho certeza que com ela vem muita gente. Fiquei muito contente quando falou que o Armarinho Fernandes vai instalar ali na na no centro da cidade. Eh, eu eu sei porque eu conheço Armarin Ferrees há muitos anos. Eu vou lá buscar eh às vezes vou fazer compra lá para final de ano, paraas festas das crianças. São Paulo, ele traz muita gente pro centro da cidade. É uma coisa boa. Nós deveríamos achar outras âncoras como Armarinho Fernandes e colocar no centro da cidade, porque a gente não vai atender só depender das pessoas de Campinas, como nós vamos depender também das pessoas das regiões metropolitanas que vai vir pro centro da cidade. Carlinhos, é é assim, eh, eu também gostei da ideia do do como Armarinho Fernandes. Armarinho Fernandes. Tem lá o buscapé lá que todo mundo sai daqui para olhar com busca busca, né? Busca busca em São Paulo que é uma uma loja nova que tem sucesso. Só que não temos alguns problemas que não tem que pensar antes. Porque assim, quando você vai pro centro, se você não tem lugar para parar, você põe lugar errado, você leva a multa. Quem quer ir pro centro? Difícil. Então assim, tem que se pensar num planejamento de estacionamento para cima da cidade, porque quando você começa a movimentar o centro, se você não der condições das pessoas ir pro centro, não tem multa. ter segurança. Falou muito bem, porque o Armarinho Fernandes mesmo, ele vai na Costa Aguiar com José de Alencar. Ali nós não temos local para para parada, entendeu? Então assim, se a gente não estruturar, pensar já para ajudar os empresários que estão vindo num num questão de estacionamento, gente, o o o centro da cidade eh já foi pensado lá atrás que eles estão de subsolo, tem empresário querendo investir, tem empresário que quer investir, mas nós temos que desburocratizar. Uhum. Nós temos que trazer para Campinas um um conceito e um conselho que ajude a construir a cidade, o centro, mas sem pensar numa numa burocracia. Porque não adianta você pensar em subsolo, onde você já tem a burocracia, quando você vai fazer o subsolo, você não consegue aprovar, demora 2, 3 anos para aprovar. empresário não aguenta o alvará para ter um alvará em Campinas. Nós sabemos quanto era a dificuldade, melhorou muito. Nós temos que dar eh parabéns ao prefeito, desburocratizou algumas coisas. Eu eu sei disso porque eu sou de eventos. Você tinha dificuldade, você ia fazer um evento no shopping Dom Pedro ou lá o shopping tem o o Dom Pedro tem alvará. Você tinha que tirar um alvará novo para fazer um evento dentro de um local que já tem alvará do evento. Você espanta o empresário. Uhum. Agora Campinas tem um fórum que o prefeito tem que dar os parabéns prefeito, levando a atividade da prefeitura pro fórum, levando para levar pessoas. Agora tem que também trazer, aproveitar que nós temos um governador que tá presente, trazer o poupatempo de volta pro centro. Nós perdemos o ponto tempo pro shopping Campinas. trazer algum algum algumas alguns serviços pro centro da cidade da prefeitura para pro centro pros prédios que lá estão, que não, que já tá quase, vamos dizer, judicializado. Por que que a prefeitura não assume, não pega aquele prédio e transforma o prédio junto com a Coaba em moradia? Acho que a prefeitura Svete, ela deveria eh pegar um prédio desse que deve bastante pra prefeitura fazer ali pegar esse prédio, ceder pro pupatempo, porque eu tenho certeza que ele foi pro pro shopping. Por quê? Porque cederam o espaço para ele, porque o aluguel ali era muito caro. Cedeu um espaço para novamente da Itelha ali no centro da cidade, como o professor Bet disse, hoje nós temos ali o antigo fórum que vai ser o palácio da cidade, onde vai ter nós vamos ter vários serviços ali, como prefeitura, eh, como o CEPAT, Secretaria de Trabalho e Renda, como vai ter um braço da CTEC, um braço da CPPL, um braço da SANASA, isso vai ajudar a trazer um movimento pro centro da cidade. Nós também estamos discutindo aí a questão da modernização novamente do do calçadão da 13 de maio. Tive com Paulela, já estive com o prefeito, já tá tentando achar um piso, porque é um é um piso eh adequado para aquele espaço ali do do do centro da cidade. O prefeito tá atrás de um espaço, de um local para se locar ou comprar através da prefeitura para fazer banheiros no centro da cidade. Isso é legal. Isso é legal. É, é, é uma visão que vai ajudar a cidade de Campinas, mas também com isso, se nós não trouxermos pessoas para o centro que queiram investir no centro e dar oportunidade para eles, não vai adiantar nada. Nós vamos estar enxugando o gelo, enxugando o gelo, enxugando o gelo e ter sempre um centro ali. E é dessa forma, Carlinhos, eu eu fui prescando fui prescal muito bem na questão de um banheiro num prédio. Uhum. Mas se você não tiver a parceria público-privada, você tem o banheiro lá do prédio com a CETEC. Vamos supor que a CETEC tem o banheiro lá e a CETEC cobre 50 centavos para pelo menos a manutenção. Você não tem estrutura de mão de obra. Então não é muito mais fácil você buscar uma parceria privada onde você dá o prédio, vão explorar o prédio, a CEC vai ter uma participação da porcentagem para poder aquele prédio tá funcionando, mas é um lugar que bem cuidado, bem cuidado, porque a gente montou o banheiro lá em parceria com ação comercial, foi bacana enquanto duroução comercial teve problema de mão de obra porque todos os dias quebra todo, entendeu? Aí quem que faz a manutenção? Então, a gente tem que pensar em em situações que traga o a o privado junto com o público para poder a coisa funcionar direito. Eu tô falando isso como o mercado municipal. Mercado municipal a gente lutou para fazer o mesanino. Hoje é um sucesso, mas tem problema de horário, não tem pessoas na CTEC para tomar conta, não tem estrutura de estacionamento. Então, ficou lindo, maravilhoso, com novos restaurantes, bares em cima. fosse, não sei se o pessoal já foi, ficou muito bonito, né? Tá se vai se reformar agora os hot fruit, mas se não tiver estrutura de estacionamento para comportar a o mercado, funcionamento dia a dia até às 10 horas, não adianta investir. Você tem lá um problema já na semana santa, você não tem onde parar carro no mercado municipal, você não dá condições da da população é de grande massa ir para pro centro. Então temos que pensar em em uma estrutura aonde o poder público junto com o poder privado venha tomar conta para ter a manutenção diária. Senão, não, desculpa, eu vejo na CTEC que quando eu fui presidente o que acontecia, quebrava o telhado, a EPTV lá, teve a chuva, certo? Só que o pessoal não entende. Para mim arrumar o telhado na época, Carlinhos, eu tenho que fazer licitação. Eu não posso pegar uma escada e mandar alguém subir lá, porque se cair do lá do telhado, uma uma pessoa que faz manutenção da CETEC, subir lá e arrumar o telhado e quer se machucar. Não é obrigação nossa. Agora eu tenho que fazer uma licitação para uma licitação é dois, três meses, vai ficar chovendo. Aí você faz o emergencial, você não vai achar uma empresa que faça um preço justo, porque já tem é emergencial já é caro. Então assim, tem que se pensar em alternativas de tirar esse esse ônus da prefeitura, né, e trazer situações que ven somar com a manutenção, com a mão de obra para poder ajudar a CTEC. até a alternativa da própria CTEC, em vez de tirar do bolso para poder fazer a manutenção, ela só vai colocar, ela vai buscar receita nova, porque senão aquilo que a gente fala com com presença téc, ah, eu preciso fazer dinheiro para pagar a a a questão de do da CETEC no mês a mês, porque o custo é alto, né? Ela a CEC, ela tem cemitério, tem publicidade, ela tem solo público, ela tem tem uma uma ML, ela tem uma situação de gasto mensal, mas temos que buscar alternativa. Nós, uma das brigas minha quando eu fui presidente de vários presidentes, é que nós temos um cemitério público que não é público, é privado e não cobra-se taxa de manutenção. Você dá manutenção de um cemitério das saudades, aonde o túmulo é particular, não é, não é público. Você não pode ir lá morrer uma pessoa, falecer uma pessoa ente querido, você vai lá, eu vou enterrar. Você não pode. Ali, ali é um particular. E quem que paga a manutenção daquilo? CEC. A CEC com o dinheiro público de todo mundo. Se Se todo mundo contribui para para a manutenção, por que que eu se alguém na minha família falecer, eu não tenho onde enterrar? Porque eu não posso enterrar nas saudades? Então tem que se tem que se tirar essas despesas dos cofres públicos. Por isso que a gente discute, discute. E a hora a gente precisa logo ter o não é chegar lá por uma taxa ali, é ter uma discussão, mesma coisa que aconteceu com a banca, tem uma discussão com a opinião pública, com a imprensa, para não dar uma uma conotação de a hora que a gente faz um assunto, pega de surpresa, todo mundo fica assustado, né, Clin? E aí vão falar assim: "Ah, tão inventando mais um imposto". Não estamos inventando imposto nenhum. Mas todos os cemitérios ele tem uma taxa, né? Hoje, hoje é normal. Eu tenho lá um terreno lá eh onde tá minha mãe, meu paizinho, meu irmão lá que é no Acáia. Todo ano eu tenho uma taxa de manutenção anual. Babacar. Mas a CTEC, a CTEC, infelizmente, ou saudades, eu até acho que os Amaris teria que tá fora, porque os Amaris é um cemitério de pessoas mais carentes, mas você sabe quanto custa um túmulo hoje lá nos Amarais? Não aguenta pagar R$ 15.000. Pô, se você já não tem como muitas vezes enterrar seu ente querido, como que você vai? Lógico que tem a questão social, mas muitas vezes a questão social você não se enquadra, porque se você tem um um um rendimento, você já não se enquadra no na questão do interrogo social, tem que rever isso também. Então assim, eu eu não agora o Saudades e o de Souzas teria que ter uma taxa de manutenção até para ter uma segurança melhor, colocar melhor melhores câmaras. Tanto é que eu doei R$ 100.000 para colocar mais câmara no na no no cemitério da Saudade e no de Souzas. Então assim, precisa discutir ou através de uma emenda parlamentar parlamentar impositiva, né? Por quê? Porque quando eu fui presidente, eu a gente vê a dificuldade que tinha dos assaltos que tinham lá dentro. As pessoas não poderiam, não podiam mais andar, que até lá dentro tava tendo problema. Então assim, a gente tem que discutir melhor a questão do do da questão pública, tem que discutir melhor essa questão do centro. O Carlinhos é uma pessoa que eu tenho certeza que é a pessoa que que cai muito bem nessa questão de revitalização dos permissionários, trazer mais permissionário pro centro dentro de uma regra para poder ter mais gente no centro, ajudar os permissionários que estão no centro. Não adianta você falar para mim: "Ah, não, eu preciso arrecadar para pagar as despesas CTEC, tá bom?" Mas não adianta nada. Você tem que gerar emprego. Você tem que ter empreendedorismo na cidade. Se você não tiver o empreendedorismo, não tiver as pessoas trabalhando, eles vão estar desempregado. E quem vai custar isso é o pobre poder público. E se você der condições da pessoa de trabalhar, o que a pessoa quer hoje, você tem condições de melhorar a economia no centro. Então, precisamos rever. Eu conversamos com o prefeito, o Carlinho até conversou mais até mais que eu com o prefeito. Nós temos que achar e eu tenho certeza que o prefeito tem boa vontade achar regras pro centro da cidade que traga a economia pro centro da cidade de volta e regra também para as entidades que estão lá distribuindo almoço, janta, lanche para pessoas de rua. Eu não sou contra isso. Eu sou a favor que tenha uma regra, porque senão você passa de manhã, né, Carlinho? Tem cinco, seis entidades dando café da manhã. Você passa à tarde, tem cinco, seis entidades dando almoço. Passa no final da do da noite, mais cinco, seis. E você acha que o pessoal vai sair do centro? E e outra coisa, essas pessoas que estão recebendo, tanto a quem tá doando o alimento e que tá recebendo já não, será que não, não, já não receberam alimento? Será que essas pessoas são pessoas que a gente pode confiar para distribuir o alimento? Então assim, precisa precisa pensar, né? Tem uma questão de segurança, né? Eu sempre falo que quando o prefeito Jonas Donizete, ele colocou um decreto na época para proibir as pessoas de darem alimento, não proibido proibido de darem em locais que não seja cadastrado, como se na casa da cidadania aqui. Sabe por quê? Porque através de lá a entidade ela vai ser cadastrada. Se qualquer pessoa que vai lá chega, eu vou dar um exemplo, a pessoa chega com a perua, com uma comida envenenada, uma comida vencida, quem fiscaliza isso? Era a fiscalização, era a entidade, essas credenciadas que faziam isso. Então, hoje não tem isso. Então, acaba tendo-se também eh é uma questão de risco essas pessoas que estão recebendo o alimento ali no centro da cidade, porque às vezes a gente não sabe da onde que vem. Muitas são entidades eh sérias, mas a gente também pode saber que pode vir outra por trás ali querer o mal. Então é essa era a preocupação e acabou esse decreto caindo naquele momento através dessa dessas entidades. O próprio prédio que tem abandonado podia ser mais um local que nem tem lá no no clube Concorde de uma alimentação saudável para as pessoas e não precisa fazer nada de de investimento. arrumar o prédio, pega as entidades que distribuem alimento nos horários, cadastra e eles vão lá fazer o alimento, entregar o alimento no prédio, onde a pessoa vai lavar a mão, onde a pessoa vai poder se alimentar direito, sentada. Então assim, eu acho que a sendo a cidade, pode dar um exemplo. Uhum. com com boas maneiras, com boas situações onde você faz a parceria, que eu falo público privado, mas pode ser público com as entidades, né? sem a sem a prefeitura ter que financiar um almoço, a janta e o lanche no dia de lanche. É, agora tem que investir. O que que ela vai investir? E tem prédio lá, investe num prédio, cadastra as entidades aonde você vai ter um prédio para dar almoço para as pessoas com dignidade. Mas aquela pessoa que vai almoçar e vai trabalhar, não é? Aquela pessoa que pega marmitex, fica na porta da loja, que muitas vezes nem come a marmitex, joga a mimtex no próprio chão e atrapalha o comércio da senhora de Campinas. Então são regras que nós estamos começar a voltar a debater para poder achar saídas aonde a gente dá dignidade e dá uma situação de conforto para quem tá ali e também pros comerciantes da cidade de Campinas. Muito do que vocês estão falando gira em torno da questão de economia, de investimento. E de acordo com a prefeitura, com a atuação do Ministério Público, a permanência das estruturas nesses locais pode acarretar multas, ação civil pública e responsabilização criminal, tanto para agentes públicos quanto para os permissionários. Os permissionários, eles já procuraram vocês muito do que vocês estão falando hoje, eles têm dívida. os atuais permissionários dessas marcas, muitos deles têm sim, ô Gabriel, porque nós viemos passando aí pós a pandemia de 2020 ainda as pessoas estão sentindo ainda ainda, essas pessoas com muito tempo parado, desempregado tudinho. Após isso, o centro, pós a a a questão da pandemia, o centro aí ele caiu de vez. Então, essas pessoas vêm mantendo ali, empurrando com a barriga as suas dívidas com a CETEC. Mas eu acho agora que é que nem eu falo, a CETEC em momento nenhum ela colocou um refiz ou colocou ali eh anistia dessa dívida durante a pandemia, porque eles não trabalhavam trabalhou. A CTEC até colocou o refiz, até colocou o refiz, só que para mim não é justo, porque quando você teve a pandemia, as bancas tiveram que ser fechad fechado. Era um detalhe obrigado. E aí não é um refiz. Aí ele falou muito bem, não é um refiz. a anestia, porque a pessoa vai lá, faz o refiz, aí ele tem o dinheiro da do refiz da dívida, mas a mensalidade ele não paga. Ele não paga. Ele não paga porque ele não consegue pagar, né? Não, não paga porque não consegue, não adianta ele pegar o refiz mais o dinheiro do do da parcela ele não vai pagar. Teria que ter uma uma ação de anestia. Uhum. aquela época da da pandemia, mas a dificuldade que para restabelecer tinha que ter anestesia. Pegar a época do decreto, né, Salvete? O decreto entrou em tal data e tal data. Então durante esse período que o decreto determinou que as bancas ficassem fechadas da anistia durante esse período. As outras não, mas anistia durante esse período. Sim. Muitos, muitos supermissionários, a gente conseguiu ajudar, muitos supermissionários teve lá o Mas não aguenta. É muito caro. Se você pegar uma banca hoje no centro da cidade, se você pegar um comércio no centro da cidade fechado em uma banca, você vai ver que a banca paga mais caro do que um comércio que tem que que tem banheiro, que tem água, que tem. Então assim, não é justo o que o o que como tá se tratando um prissionário da CTEC, né? E sem dizer que é o seguinte, eles levam público pro seu cidade, né, Carlinhos? Isso, com certeza. E quando você fala, Gabriel, que eles podem receber aí uma questão de uma ação civil pública e o prefeito ou ou até mesmo outro uma improbilidade administrativa, quando você fala de uma ação civil pública, eu acho que eles têm como se defender dessa ação civil pública, porque eles estão ali, eles estão consolidados nunca antes do É, estão consolidado há muito tempo. Por que chegou essa determinação nesse momento sem fazer uma discussão, sem fazer nada? Então a gente, eu, vereador Salvete, como você viu aí, Gabriel, muitos vereadores eh foram solidários a esse a esse a esse tema dos permissionários. Por quê? Estão mexendo com famílias, estão mexendo com trabalhadores. Então, eh, eu acho que tem que ter uma discussão e essa discussão, Solvete, acho que ele disse muito bem aqui, olha, essas pessoas não podem ficar aqui, ó, vamos fazer o seguinte, vamos padronizar. Qual que é o problema? É a padronização das bancas. que tem umas bancas, tá? Vamos padronizar. Só que a padronização tem que dar um um tempo para eles também, não é chegar, ó, a partir de amanhã tá o projeto, vocês já vão ter que fazer que é mais um custo para eles. Olha, a partir do ano que vem vocês já vão ter que fazer um caixinha que vocês vão ter que fazer. É, foi feito com o transporte, né? Teve a licitação, teve o leilão, mas tem 2 anos do atual contrato prazo de transição. Pra de transição. Nós não temos mensalidade no mês a mês desse quem que consegue às vezes a pessoa: "Ah, tem que colocar 800 ônibus. Que empresa e que fábrica que vai fazer 800 ônibus em 6 meses? Não existe nem tem isso. Então é tudo isso. A gente entende eh eh o apelo da população, o desespero da população, mas não adianta também a gente querer fazer uma coisa que não vai dar certo lá na frente. Tem que ter responsabilidade, coerência com a com as coisas. Desde que a prefeitura suspendeu a remoção imediata, reuniões já foram realizadas. Qual que é o momento de todo este embrolho? Vocês já foram chamados para alguma reunião? Vocês pedem reunião com o poder executivo, os permissionários pedem reunião com vocês. Qual que é o momento que nós temos agora? Eu acho que o primeiro momento foi o desespero pós as reuniões que eu, vereador Salvete, fizemos tanto aqui como lá com os permissionários como na CETEC, eh, e pós o prefeito eh falar que não ia mexer com aí eles se tendenciou, eles deram uma tranquilidade, só que ele me liga, ele liga pro vereador Salvete, eles querem saber em que pack tá, mas por hoje ter suspenso, a gente tem tranquilidade e esperar para para bater um papo e fazer as coisas com tranquilidade. Então, nós vamos esperar fazer as coisas com tranquilidade. Como o vereador Salvete disse, eu acho que fui o que eu conversei mais com o prefeito, porque não foi uma, duas vezes, foi várias vezes. Inclusive no dia que ele ia soltar o decreto, ele me ligou eh antes, entendeu? Falou: "Vereador, vou soltar um decreto que eu vou soltar uma notícia aí que nós vamos suspender essa questão aqui. Então, dá notícia pro pro pessoal seu, entendeu? Após isso, a gente passou a notícia através das redes sociais, alguns eu liguei. Então, hoje eu acho que tranquilizou um pouco as pessoas, mas eles também estão dependendo de mim, do vereador Salvete ou de outros vereadores para acertar de vez, para que chegue para eles e fala: "Olha, realmente vocês vão ficar aqui ou não? Ó, daqui um ano, anos, a gente vai ter que Então, tudo isso são coisas que a gente vai ter que discutir, mas hoje discutir com tranquilidade, porque até então a gente há há uma semana atrás, há duas semanas atrás eles estavam com a faca no pescoço. Hoje eles já estão mais tranquilos, estão trabalhando, como Salvete disse, muitos deles passaram mal com a notícia e aquilo ali é a vida dele. Então, hoje eu acho que eles estão mais tranquilizados. Salvete, os próximos passos aí, reunião com todos envolvidos. Você já participou, pretende participar? Eu acho que o momento agora é esperar o prefeito. Car disse muito bem, o prefeito suspendeu. Eu acredito que deve chamar a gente para uma conversa para ver para ver qual é a caminho a ser tomado, né? Mas é um caminho que é com discussão, com diálogo com os permissionários. Eu acho que esse diálogo, como foi feito na época que eu era presidente da CETEC, foi feito lá no portão da Alagoa, né? Eles tinham uma uma situação de com medo de reformar lá, com medo que que tirasse eles de lá, né? Foi com muito conversa, com muito diálogo. No fim eles mesmos tiaram a reforma. Hoje eles estão lá bem instalado. E eu acho que é a mesma coisa tem que fazer com os primionários do centro. Eu acho que tirar é uma situação que eu não tiraria. Uhum. aquilo que o Carlinho falou, eu padronizaria, a gente faria uma um trabalho novo para melhorar ali o aspecto do centro, mas não adianta só mexer com as bancas. Acho que o a banca é o menor problema que nós temos no centro hoje. Uhum. Né? Eu acho que nós temos um problema sério que nós nós temos no centro hoje temos que resolver pros comerciantes. Infelizmente é uma é um assunto delicado, mas tem que tratar de frente que é os moradores de rua, a segurança do centro hoje, que ninguém aguenta mais lá o centro de assalto, de pessoas sendo sendo molestada. Tá? Então tem duas coisas ou três coisas nente que tem que tratar de frente. Então eh eh primeira coisa é morador de rua. Tem que tem que achar uma solução, né, humana para tirar o morador de rua da rua. A segunda situação é segurança, né, Carlío? Segurança. É segurança no centro. A terceira, eu acho que tem que transformar o centro num centro vivo, levar mais atividades para atividade noturna, né? Mas para elevar atividade noturna, não adianta elevar atividade noturna e a Guarda Municipal ir lá 5, 6, 7 horas da noite, querendo fechar, querendo, tem que ter um um tem que ter um diálogo aonde todas as secretarias venham a trabalhar em conjunto. Se for levar evento à noite, tem música, né? Então você tem que ter um, não vou falar que que tem que ser uma música que vire à noite, mas tem que ter música até 9 horas, no 10 horas, que é que é o o horário do silêncio, que tem uma lei diz que é horário de silêncio, mas hoje, infelizmente a guarda ela tem um ela tem uma uma situação que você não pode fazer nada que cinco você tiver uma reclamação 5 6 horas tem um mundo guarda municipal na porta do seu estabelecimento. Então tem que se pensar em conjunto, assistente social, guarda municipal, secretaria do urbanismo, câmara municipal, né? E a gente se unir e trabalhar em conjunto. Os comerciantes do centro. Uhum. Tem que saber o que os comerciantes querem também, porque é aquela coisa, a gente toma uma atitude, a hora que vem a a a, vamos dizer, a porrada do Ministério Público, a imprensa, os comerciantes são primeir são os primeiros, desculpa, a recuar. Nós tivemos lá uma regra no começo do ano com o Dário, logo que o Dário entrou da questão de distribuição de comida de rua, proibindo, eh, fazendo cadastrar as entidades um local adequado para O Ministério Público veio, fez o o prefeito recuar, veio o padre Lancelote com questão de que nósamos, ele quis dizer que nós era muito humanista. humanista como as pessoas estão recebendo comida na rua, no mão, num lava mão, não. Nós não proibimos de distribuir a comida, nós estávamos proibindo a fórmula que tava sendo feita. A gente tava colocando uma regra para ajudar os comerciantes do centro. A hora que veio a pancar, eu liguei pração comercial na época, falei: "Gente, vamos fazer um manifesto também, vamos fechar as lojas, vamos mostrar que tá sendo prejudicado os comerciantes." Desculpa, ninguém se ninguém fez nada. as as lo continuaram aberta, continu voltou o que era antes, a distribuição à vontade no centro. Então assim, tem que tomar uma atitude, mas a tomar a atitude tem que ser ela tem que ser eh eh junto com os comerciantes. Nós temos que, se for para nadar, vamos nadar juntos. Se for para fundar, vamos fundar junto, porque não adianta, você toma uma atitude, o Ministério Público vem de um jeito, a sociedade religiosa vê de outro jeito e aí os comerciantes vem de um jeito e nós levamos. Então assim, tem que unir todo mundo, né? unir todo mundo, discutir com com as entidades religiosas, porque as entidades religiosas daqui entenderam o que nós estávamos fazendo. Aí vem um padre que não conhece Campinas, que tá lá em São Paulo e tá a regra aqui na nossa cidade e ainda deram a atenção pro padre e ainda falando que eu inclusive eu fiz uma fala na CBN, não foi uma fala que eu que eu disse para não fazer, que eu que eu falei: "Olha, a gente tem inclusive parar de distribuir eh doação no nos semáforo, dar dinheiro no semáforo. Tem que parar de distribuir comida no semáforo, tem que parar. Não é que eu não quero distribuir, mas aí vieram aquela situação. Eu falei, em vez de distribuir no semáforo, vai numa entidade religiosa e doa lá o dinheiro. o salvete é não quer não. Não é isso não. Nós temos problema de pessoas que assaltam passando por pessoas de rua que você vai lá dar um dar uma um um uma uma fazer uma doação ali no semáforo. O negre vidro, o nego te assalta. Então, foi isso que eu quis dizer. Falei: "Ó, gente, a gente tem que tomar algumas atitudes dura para depois a gente recolher os frutos, senão não vai adiantar. Se a gente não se unir aqui, não adianta o centro, se não se unir os comerciantes, não se unir os a questão dos da questão religiosa, que as igrejas, as entidades assistenciais, a questão de segurança, mas não é a guarda municipal, é a guarda municipal, é a polícia civil, a polícia militar, né, e e fazer um trabalho meio, digo, duro para poder tentar resgatar o nosso centro da cidade. Sobre essa questão que você tá citando da união e das atitudes, é importante dizer para quem está nos acompanhando qual que é o papel da Câmara nesta situação? O que que vocês podem fazer? Existe possibilidade de algum projeto de lei de vocês discutirem aqui? É intermediar junto à prefeitura? É participar das reuniões? O que que os vereadores podem fazer nessas questões das bancas? Hoje nós sabemos assim que existem dois poderes, né, Gabriel? Poder executivo, legislativo. Legislativo é para fazer leis e fiscalizar. E é o papel da gente aqui, tanto fazer leis, se depender de leis, como foi feita algumas aqui nessa casa, e fiscalizar, é o que a gente tá fazendo, fiscalizar o centro da cidade para que tenha um centro melhor. Eu sempre peço aí que futuramente nós conseguimos, eu vereador aí ou outros vereadores, melhorar o centro da cidade, porque isso não é uma vitória só minha, não é uma vitória só do Sveta, é uma vitória da população que está ali. Nós sabemos que o centro da cidade ele é habitado por muitas pessoas que vivenciam há muito tempo. São pessoas, quando o Salvete fala de evento no centro da cidade é que existem muitas pessoas que chegaram hoje idosas no centro da cidade, que moram lá no centro da cidade. Por isso que a gente há uma dificuldade de fazer eventos ali que acaba incomodando realmente essas pessoas. Então, mas sem também a gente fazer algo ali, a gente não dá vida no centro da cidade. Então, vamos trabalhar para que a Câmara aqui no papel dela, que é de legislar eu, vereador Salvete, depender de lei, nós vamos estar montando lei, assinando junto aí e tentando melhorar o centro. O que depender de fiscalizar e acompanhar e fazer as reuniões junto à prefeitura, tenho certeza que nós vamos estar fazendo também. Eh, quando eu falo Ministério Público, eu falo polícia civil, militar, é assim, do mesmo jeito quando a gente pega a gente de surpresa. Eu sei que muitas vezes o Ministério Público é pego de surpresa. Por que não dialogar antes com o Ministério Público? Antes de fazer ação, será que nós não erramos também de não conversar com o Ministério Público? Porque muitas vezes eles também escutaram um lado e não escutaram o que realmente era a intenção do governo. Então assim, o a o poder legislativo, os vereadores, ele tem essa essa essa, vamos dizer, esse poder de de fazer essas reuniões, de trazer o a conversa com o Ministério Público, trazer a conversa com com o a Polícia Civil, Polícia Militar, achar a maneira, a saída correta para poder a hora que tomar a a a começar a fazer ação ou tomar uma ação, o Ministério Público muitas vezes tem uma denúncia, não, ela tá sabendo o que tá acontecendo, né? Então assim, eu acho que falta esse diálogo também. Não vou dizer que eles que nós estamos certo, não. Muitas vezes nós estamos com as melhores intenção, só que muela intenção tá guardada comigo, com o Carlinhos, com o prefeito. Vamos dialogar com a sociedade, vamos dialogar com o Ministério Público, vamos ver o que ele acha, né? Eu acho que tem esse erro também. Teve esse erro, mas eu acho que nós temos que começar a fazer algo, né? Quando eu falo em eventos, Carinho tem razão, tem as pessoas de idade, mas tem eventos para para idosos, tem evento para terceira idade, tem evento pro jovem, né? E não precisa ser eventos que ultrapasse o horário determinado ou o horário que seja determinado. Por isso que eu tô dizendo tem dialogar, porque o que é bom para mim não é bom para você, não, né? Nós vamos saber para que é bom para aqueles que moram no centro. Muitas vezes eu falo um evento, mas o que tá morando no centro vai vai acha acha que não é um grande, não é bom. Eu eu fiz uma, eu fiz tinha uma feira na rua uruguaiana que era só o pastel. Eu tirei a feira uruguaiana, pus depois que reinauguraram o Largo do Pará ali, eu levei a feira pro Largo do Pará, aumentou os ferantes, aumentou e pegou todos os prédios, né? E colocou uma música ao vivo, colocou brincadeira, os brinquedos gratuitos. Teve, se eu falar para você, teve 80% do do inotório que aceitou. Teve dois, três que reclamava porque era o a música começava muito cedo e o pessoal queria dormir de domingo. Uhum. Né? Conversamos e vimos o horário de começar a música, começou a música, que que aconteceu? As pessoas descem mais tarde e a música começou mais tarde e começou a agradar as pessoas porque as pessoas descansava quando era 11 hor 10:30, 11 horas, as pessoas estavam acordando, vinha comer o pastel, vinha pra feira, a comunicação deu certo. Deu certo. Então assim, por isso que eu digo, não aqui quando eu falo e algumas situações que aconteceu, eu não tô dizendo que nós não estamos errado, não. Uhum. Por isso que a Câmara é importantíssima. A Câmara é o lugar do diálogo da população, não é isso, Carninho? É isso, é isso. Então eu acho que falta e quando o tomar a decisão do CONEPAC, por que que deu errado? Por que que foi uma uma uma situação que envolveu a imprensa, envolveu todo mundo? Porque ninguém combinou com ninguém, ninguém conversou, ninguém discutiu. Eu não tô dizendo quando é pacto muitas vezes tá errado ou certo, mas tinha que ter discutido. Foi a maneira como foi feito. Foi a maneira que foi feito. Será que aquelas bancas também não tem o direito de ser patrimônio tombado? Uhum. Porque quando foi feita a reforma lá, foi consultado o contepac para mudar as bancas. Não sei se o Cines participou, mas para mudar as bancas pro jeito que foi feito, para provar no CONEPAC a mudança, não foi fácil não. Para para provar a mudança no mercado municipal, colocar o é a mesma coisa para provar o mesanino no mercado. Foi passado quando depa vamos supor daqui poucos 5 se anos que tá tudo bonito funcionando, o conto. Fala não pode mais, mas eles aprovaram. É isso, entendeu? É isso que a gente precisa conversar. Ah, mudou, precisa rever isso. Concordo, né? Tudo se muda na vida da gente, mas tem que ser conversado, tem que ter um diálogo, né? Se a solução encontrada for mesmo a retirada das bancas e a transferência para outro lugar, é um acordo que pode ser realizado. Vocês estão trabalhando com essa hipótese de deslocamento das bancas? Pelo menos eu acho que eu, Cainos. Não, não. Nós estamos trabalhando para manter os trabalhadores onde eles estão hoje, porque você não cria hoje a pessoa, como eu disse para você, além dela ter a vida dela ali, os clientes dela, aquela rotina dela ali, você modifica ela de local, você gera um custo para ela, você gera um custo muito grande para aqueles permissionários e às vezes o local que ele muda não dá a renda que ele tá acostumado todo mês ter ali. Então, a a discussão e o vereador Salvete, nós temos o mesmo entendimento que aqueles permissionários eh continuem no mesmo local. A sociedade tem se posicionado, vocês têm conversado com as pessoas, tem e eles não aceitam sair do local. Sim, inclusive muitos moradores dali, né? Eu eu acho o seguinte, eu acho que tudo é uma questão de do diálogo. Pode ser que a proposta que se tiver que sair seja uma proposta onde convença eles saírem. Uhum. Mas tem que ser um convencimento, tem que ser um diálogo, não é chegar lá, pegar o caminhão, pegar o Mulco, tirar a banca do cara de lá. Sen não vai. Eu e dessa maneira nós não vamos aceitar. Agora, se a prefeitura com DEPAC vim com uma um projeto, uma proposta que eu e o Cain como vereador achamos que é viável, achamos que eh vem a somar a consente da cidade, nós vamos até juntos apresentar. Isso não quer dizer que eles vão aceitar, podem aceitar como podem não aceitar. Uhum. Mas nós vamos defender eles, tá? Então assim, eu acho, eu acho que a prefeitura ela, ela tem bons olhos no projeto, no projeto centro, mas eu acho que tem muita coisa para mexer em vez das bancas de, de jornais e de alimentação que tá lá no centro. Nós temos que começar ao contrário. Nós temos que começar a saber o que nós queremos pro centro, qual é o projeto e levar novas empresas pro centro da cidade, qual é o projeto para diminuir custo para est no centro da cidade, qual é o projeto de segurança pro centro da cidade? Tem que ter uma segurança, um monitoramento 24 horas ali para levar segurança pra população voltar pro centro. Qual é as condições que nós vamos levar isso junto? Ou quando eu falo eu e o Carlinhos, que não é só eu, nós temos uma Câmara com 33 vereadores. Sim, né? É pra Câmara, é para todos os vereadores estarem junto, né? Mas como nós estamos mais ligado a algumas situações do centro, eu acho que tem que ser uma coisa que primeiro melhore o cent da cidade para depois a gente pensar em banca, pensar em mudança de banca, entendeu? Porque não adianta, você vai você vai mexer no banca para tirar tirar o ganha pão do cara mês a mês. Falar uma coisa, acho que é importante hoje, se você começar a mexer os locais e der vida para esses locais, de repente aquele local que o permissionário hoje não quer ir, se tiver vida, se tiver fluxo, se tiver movimento, de repente ele aceita. Ô, legal, eu saio daqui, vou para lá. Mas hoje, como que se eu vou tirar um permissionário que tá ali, vou pôr num local onde tá todos os comércio fechado, onde não passa ninguém, ele não vai querer ir. Mas se inverter a situação e e e ele tiver condições, ele vê que ali vai ser um local legal para ele, ele pode até aceitar. Aí, então eu sempre falo assim que a defesa dos permissionários, nós vamos estar junto com ele. Apresenta-se as propostas pros permissionários, se eles não quiserem, beleza. Pode ser que nós não consiga ali eh eh 20, 30, mas 10 queira. Ah, não, eu quero. Então vamos fazer com esses 10. Depois quem sabe os outros 10 mais paraa frente pega. E e aí é assim que que funciona a as coisas. Na verdade, quando eu montei as feiras noturnas em Campinas, ninguém queria saber de feira noturna, né? Primeiro que os fe a feira noturna é um desse é o pessoal das feiras de urna e são pessoas antigas, pessoas de tradição na cidade. Quando eu eu conversei com a maioria para montar a feira noturna, os japonêses são mais são os maiorias nas feiras, as pessoas mais de idade falaram para mim: "Isso aí não dá certo. É quem vai sair à noite de casa para ir na feira?" Ninguém queria saber de fila no inclusive Salvete, quando o Salvete era presidente da CETEC, eu acho que cheguei quando, não sei se ele já tinha essa essa ideia, eu cheguei, falei: "Svete, eu fui viajar pro Paraná, você lembra, Ste? Fui viajar pro Paraná, fui em Jandaia do Sul, chegou lá à noite, o cara me convidou para ir na feira". Falei: "Mas é feira de noite? Feira de noite, o cara é feira de noite". Cara, eu fui lá, tava lotado. Eu falei: "Pera, lá tá lotado, feira à noite ele lotado." E eu acho, eu achei muito legal. E o Sovete aí com a inteligência dele aí, e eu acho que ele já tinha isso na na cabeça e ele implantou e foi muito bem. Hoje é um sucesso. Mas quando eu montei, você tem uma ideia, por isso que eu falo tudo é é a maneira de convencer essa pessoa. Quando eu montei a fena noturna, o pessoal fo eu reuni o pessoal, ninguém queria, teve a resistência inicial, todo mundo para conseguir 16 um frut, um pastel, foi uma luta. 16 barraquinha. Eu peguei e falei: "Não, vou montar". Montei, ajudei, tal. Primeira foi lá no Ouro Verde, montei a primeira-feira, contratei um músico, nós tínhamos problema de música no ch que não podia tocar. Eu falei: "Ó, vamos fazer a primeira comigo gratuita, depois os se der certo os os nós vamos achar um jeito de te contratar para você cantar na feira". Arrumei um cantor de D, levei para lá, levei um um um amigo que tinha eh brinquedo inflável, tudo gratuito. No primeiro projeto, levei e montei. Carlinhos, acho que meia hora acabou todos os produtos da feira. Meia hora, pastel, fruti, tudo acabou, tudo. Lanche, acabou tudo. Feira lá. Pessoas não estavam preparadas, não achou, né? Não acreditou. Não acreditou. Aí que aconteceu? Aquilo se espalhou. nas feiras noturn, o que tinha de nego querendo ir para montar feira noturno. Aí aí inverteu o papel, aí montei a primeira, montei a segunda no campo no Campo Grande. Aí o pessoal falava assim: "Qual é o sucesso da feira?" Sucesso da feira é o seguinte: Campo Grande vende 8.000 pastel, o ouro verde vende 6.000 pastel e todos os ingredientes acabam em duas 3 horas na feira. Uhum. E tem uma regra a feira noturna e tem até hoje, porque nós não temos condições do poder público de fazer a limpeza da rua, banheiro químico, brinquedo e músico para pagar. Eles rateiam, por isso que a gente tem que dar valorização a eles. Eles rateiam entre eles. Eles limpa a rua, tem o banho químico cara fazer suas necessidades e tem o brinquedo gratuito e tem a música gratuita pra população. Então assim, quando eu falo em solo público, que muitas vezes a gente discute que o que o presidente, o prefeito, a gente discute isso, ele fala: "Ah, mas é muito barato que eles pagam". Mas não é só o solo público. Eles pagam o solo público, eles pagam o banheiro, eles pagam o músico, eles eles pagam a limpeza da rua, eles pagam o o o brinquedo e o e o músico para para e a economia vai rodando também. E a economia vai rodando no bairro. Então assim, a gente tem que valorizar isso, né? valorizar em todo sentido. Por isso que tem que valorizar as bancas, tem que valorizar os permissionários, tem que valorizar a associação, porque eles trazem a a economia pro nossa cidade. E quando a gente, eu comecei com uma que ninguém dava valor, que o prefeito falou: "Você é louco". O Jonas na época falou: "Você é louco". Var feira noturna. Depois ele me chamou depois de de um mês que deu metrópole, deu saiu revista, saiu não sei o quê. Ele falou assim: "Puta, Arnaldo, eu não sabia que as feiras noturnas eram sucesso. Hoje tem 43 feiras noturnas". Então assim, é agora é o convencimento ao não é você chegar pro cara e fal vai fazer isso. É o que o Carlinho falou, deu certo lá a você pegou esses 10 que que saiu, você leva, deu certo porque quando é o presidente da CETEC, todo mundo queria montar a banca na 13 de maio. Todo mundo queria banca na 13 maio. Uhum. Ninguém queria para outro lugar no centro, porque a 13 mai é o lugar de movimento. Agora, se você gerar movimento no outro espaço da cidade, você movimenta fácil, loca para outros locais, para outros locais. Pra gente poder encerrar, tem algum prazo sobre essa situação? Vocês trabalham com isso? Precisa resolver o quanto antes ou não? Não, a gente eh determinou assim que não não temse um prazo. Quando o prefeito disse, ele falou: "Olha, Carlinhos, eu vou reunir com com DEPAC, nós vamos fazer uma uma reunião, vou chamar você, o vereador Salvete e alguns representantes supermissionários e vamos marcar pra gente definir isso aí". Então eu falei, beleza, como tá tudo tranquilo, suspendeu, nós estamos aguardando, provavelmente aí esse mês, o mês que vem a gente tá sentando e conversando com o prefeito e definitivamente resolvendo esse problema. Já tem as novidades aí. Programa bom é programa que passa rápido. Arnaldo Salvete, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, a contribuição com este assunto de grande valia pro nosso telespectadores. Já faço um novo convite pro senhor retornar aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Bom, eu que agradeço. Eu só quero eh agradecer. A gente teve discussão com o prefeito aí, o Carlinhos. Eu quero em público e agradecer o prefeito que ele teve a sensibilidade, né? Ele até ficou bravo, né, com com a gente, mas é que a gente sentiu eh a primeira pancada dos permissionários, as pessoas ligando, pessoas passando mal, então a gente acaba incorporando aquela situação, né? Eu quero pedir até eh a sensibilidade do prefeito que teve a desculpa, mas dizer a ele que ele fez o o papel, acho que correto no momento, suspender, né? Eu acho que a discussão tá aberta, mas de uma maneira que a gente convença as pessoas, né? tem o diálogo. Eh, o Carlinhos, eh, agradecer o Carlinhos, que o Carlinhos foi junto comigo lá na CETEC, teve lá também, eh, discutiu com o presc e agradecer o presetec também que teve a sensibilidade, embora não foi ele que gerou todo esse transtorno, mas teve a sensibilidade de escutar o Carlinho, escutar, né, para poder ter o diálogo com as pessoas e a gente achar a maneira correta também de poder a gente achar uma solução. É, agradecer os permissionários que acreditaram em mim, no Carlinhos, as pessoas num primeiro momento ficaram meio assustadas, mas eu acho que tudo isso acontece porque tem a união das pessoas, né? Porque se a gente tem vitória que não tem união, eu falo para todo mundo, né? Não adianta desunião. Quando as pessoas estão unidas, a gente consegue, né, um bom resultado. Tem que continuar unido pra gente poder continuar trabalhando. Eh, sozinho ninguém faz nada. Tanto é que eu não consigo fazer sozinho. Se o Carlinhos também não ia ter eh talvez um êxito que nós tivemos. Acho que é isso que a gente precisa de a união de todos, a união dos vereadores, né? Mas sempre tem alguém que puxa a a vamos supor a as pessoas puxam. E o Carlinhos, por ter, eu por ter sido presidente, o Carlinho, por estar tantos anos lá na na no centro, uma pessoa que venceu lá no centro, né, na parte de trabalho, eu acho que a gente sabe um pouquinho mais como eh eh acho que ajudar a resolver os problemas ali no centro. e agradecer, né, a vocês que dão oportunidade da gente falar um pouquinho da situação, né, porque a gente só consegue passar o que aconteceu, porque muitas vezes as pessoas não sabem no bastidor como que foi, o que aconteceu, tal. agradecer vocês que dão essa oportunidade de levar essa informação, não só pros missionários, mas paraa cidade toda. É isso. Nós aqui agradecemos, vereador Carlinhos Camelô, também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso programa, de grande valia pro nosso telespectador também sobre passar, né, as informações sobre essa situação. Já faço um novo convite, senhor retornar aos nossos estúdios e fica aberto as suas considerações finais. Gabriel, primeiramente eu queria agradecer, né, a oportunidade de a gente esclarecer não só os permissionários, mas toda a sociedade que moveu toda a sociedade. Isso aí deu um pum, né? Muitas pessoas também foram solidárias aos permissionários. agradecer aqui ao o vereador Arnaldo Salvete, que o vereador Arnaldo Salvete a gente sempre teve essa parceria quando eu mesmo quando ele foi presidente da CETEC e eu sempre estava lá levando as demandas do do do dos camelos dos permissionários. Aguentava mais ele, viu? A verdade é essa. vida. Assim, eu era presidente técnico, mas eu falo esse cara briga demais para aquele pessoal. Eu assim, mas hoje eu entendo. Na agenda já tinha o nome do Carlinho já uma vez por semana. Então, é agradecer o Arnaldo Sovete e hoje ele tá aqui na Câmara aqui como representante do povo e a gente se uniu agora para um propósito eh de est ajudando essas pessoas aí. Então, eu me sinto honrado de estar ao lado dele que não só defendendo os permissionários, mas também em pró de um centro melhor, um centro para as pessoas voltarem a frequentar. Então, Gabriel, agradeço a todos e dizer aos permissionários aí que nós sempre vamos estar do lado deles, lutando por eles aí, até que a gente acho uma solução necessária que garante aí o trabalho, a dignidade e o sustento deles para casa. Então, obrigado e eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído aí com este cenário, né, o panorama nessa questão das bancas comerciais do centro de Campinas. Questão de ordem fica por aqui. Até semana que vem. Ciao. Ciao.
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