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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem. A Prefeitura de Campinas publicou o edital de licitação para a concessão do serviço de transporte público coletivo convencional. O valor total do contrato no período de 15 anos é de aproximadamente R bilhões deais com investimentos previstos de R$ 1,7 bilhão deais para a renovação da frota. Então, sobre este novo sistema de transporte coletivo e para ter mais qualidade, modernidade, pontualidade, conforto para os usuários dos ônibus, eu recebo aqui no estúdio para discutir a licitação e o transporte da cidade o vereador Eduardo Magoga e também o presidente da Bec, Vinícius Riverete. Lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Eduardo Magoga, começo com o senhor porque essa licitação ela é aguardada, né? Em 2005 foi realizada, venceu em 2020. Tribunal de Contas do Estado avaliou como irregular a concorrência. Em 2019 a justiça barrou. Em 2023, a licitação foi declarada deserta porque nenhuma empresa apresentou a oferta para a concessão. E agora mais uma oportunidade. Como é que enxerga este processo e a sua expectativa? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Bom, eu agradeço aí o convite, também cumprimento aqui do meu lado aqui o presidente da da INDEC, Vinícius Riverete, e a todos vocês que estão nos assistindo. Quero deixar claro aqui que faço parte da Frente Parlamentar aqui da casa, que foi estabelecida aí eh a pedido do vereador Rodrigo da Farmadic, que é o presidente dessa frente parlamentar e que hoje também justifico a ausência dele aqui no programa eh por outros compromissos. o Rodrigo da Farmadique, bem como eu e muitos outros vereadores, nós vivenciamos aí vários momentos na cidade onde foi questionado as frotas de ônibus e e como estava sendo conduzido todo esse processo da nova licitação do transporte público. Então, quando foi montado essa frente, estabelecida essa frente parlamentar, foi para que a gente também pudesse acompanhar mais de perto todo o andamento dessa licitação, os passos que a Secretaria de Transporte tem dado, eh as audiências públicas que nós participamos no passado. A expectativa é que agora realmente a gente entre num consenso e a gente possa, enfim, ver aí eh acontecer, você entendeu, essa licitação e a gente estabelecer um novo serviço, um novo contrato na cidade de Campinas. E é por conta disso que os vereadores da frente, tendo o Rodrigo como presidente, que nós pedimos aí eh que o programa questão de Ordem pudesse trazer aqui nosso presidente da INDEC para nos ajudar a entender e a gente também fazer os questionamentos para que a gente possa ter o resultado efetivo dessa licitação. Então, para que a gente entenda e você que está nos acompanhando também, Vinícius Riverete, presidente da INDEC, como é que foi a construção do edital, quem participou, desde os conselhos, entidade da sociedade civil, os usuários do transporte público, como é que foi este processo? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem e muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Olha, obrigado mais uma vez pelo convite aí, agradecer ao programa Questão de Ordem da TV Câmara. É um prazer estar aqui com vocês falando de um tema tão importante, né, pra cidade de Campinas, que é o transporte público. Eh, cumprimentar também aqui o vereador Eduardo Magoga, um amigo, né, um vereador que atua bastante aí na cidade de Campinas, em diversas demandas lá, pelo menos com a gente na INDEC, lá na área do transporte, na área da sinalização, eh redutores de velocidade, né? Então, educação de trânsito, né? diversas demandas aí eh advindas aí do vereador Duar. Então, cumprimentá-lo. Olha, esse é um esse é um tema, né, como você já disse, né, um contrato eh antigo, né, de 2005. Acho que é importante esclarecer só que o contrato ele ele não venceu, né? O contrato ele tem 15 anos, ele foi até 2020 21. E e em 2021 a gente eh eh acabou fazendo um aditivo, né, de mais 5 anos, que foi que é um que é um que é um é uma é uma coisa que o contrato previa essa essa possibilidade. E aí a gente eh logo quando o prefeito Dário assumiu o governo, nós imediatamente eh eh no [limpando a garganta] comparecemos ao ao a cidade judiciária aqui da cidade de Campinas pedindo pro pro juiz do processo, né, que cuidava do processo da licitação. Eh, como você disse, a licitação de 2019 foi suspensa, né? Então nós imediatamente procuramos o judiciário, pedimos para que ele liberasse, para que a gente pudesse colocar a licitação na rua e refazer o processo, né? Por que refazer, viu vereador? Porque nós estávamos na pandemia, né, 2020, 21, né, 21, logo quando a gente, o governo da área assumiu, ainda estávamos na pandemia e nós precisávamos refazer o processo da licitação, porque o que foi feito em 2019, os números já estavam desatualizados, a justiça liberou e aí nós começamos esse processo que é um processo complexo, não só aqui na cidade de Campinas, mas no Brasil, né? Quem tiver qualquer dúvida pode pesquisar aí nos sites, né? A dificuldade que que todas as prefeituras aí t encontrado para para solucionar esse esse esse tema. E contratamos a FIP à época, né, para refazer o edital. Fizemos diversas audiências públicas, foram as mesmas 11 audiências públicas. Tivemos alguns questionamentos depois de colocar o edital na rua. do Tribunal de Contas, se eu não me engano, foram 15 ou 11 apontamentos. Arrumamos esses apontamentos e o edital foi paraa rua, houve a licitação, né? Houve lá a a sessão, né, da licitação. E, infelizmente, como você já disse, ela foi deserta, né, e faz parte, né, milhares de licitação são desertas todos os dias, né? né? Só a gente acompanhar o Diário Oficial que a gente consegue perceber isso. Eh, infelizmente tivemos essa licitação deserta, mas não paramos, né? Não desistimos, recomeçamos o processo, porque quando você tem um edital eh deserto, você tem que refazer o processo, atualizar os valores. Ouvimos a sociedade novamente, né? Logo no momento da da que o processo foi declarado deserto, abrimos uma consulta pública para receber sugestões e diante disso, eh, refizemos o edital. Acho que o edital foi publicado agora, um edital sólido, né, com com números atualizados, com um novo modelo da bilhetagem, que a gente vai falar mais à frente, um modelo novo, inovador aqui no no nosso país, né? Eu não sei se tem alguma cidade no país que que trouxe esse modelo da bilhetagem ter uma uma empresa privada que é a INDEC, eh, pública privada, sócia, né, da dos operadores futuros. Eh, e o edital aí com com bastante eh solidez, como eu disse. E o que eu acho que é mais importante, né, esse trabalho que começou lá em 2023, quando o a licitação foi deserta, ouvimos mais uma vez, né, a sociedade, fizemos as audiências públicas, as 11 audiências públicas, publicamos nesse ano ainda eh em abril, se eu não me engano, a a minuta do edital e aí vieram mais de 1000 sugestões, né? O edital ficou 90 dias disponível paraa sociedade opinar, mais de 90 eh eh mais de de de 90 dias publicado e e mais de 1000 sugestões. E dada essas sugestões, nós fizemos algumas alterações, né? Acho que tem muita coisa que a gente vai falar aqui no programa, mas a gente tá muito satisfeito com o trabalho e já fomos questionados, né? Ah, mas se o edital for questionado, a gente tá à disposição, né? Secretaria de Administração, Secretaria de Assuntos, Jurídic de Justiça, a equipe técnica da INDEC, a qual eu aproveito para agradecer aqui o secretário de transportes, a toda a equipe técnica, né, por esse trabalho, que é um trabalho complexo, viu, vereador? Mais de 6.000 1000 folhas tem o edital, né? O contrato, os documentos anexos, muitas planilhas, né? Então, realmente é um trabalho que a gente tem muita expectativa aí que dê certo. E, Vinícius, para licitação foi contratada a empresa, né, B3SA, Brasil, Bolsa Balcão, que é a única bolsa de valores em operação no país. O que que significa e representa isso? Olha, eh, nós, como como eu disse, nós fizemos uma tentativa da licitação e foi deserta, ela foi feita lá na prefeitura, na sede da prefeitura, né? E agora a gente tentou de alguma forma eh inovar, né, trazer uma novidade, né, para dar mais transparência, mais visibilidade, mais conhecimento de todos da do edital da licitação, mais publicidade, né, eh, e mais governança, né? Eu acho que é um é uma a como você disse, a B3 é uma eh de uma luz, né, um respeito muito grande, né, a bolsa de valores do nosso país. Tivemos várias concessões fend sendo feitas lá pelo governo do estado de São Paulo, né? Eh, e a ideia de contratar B3 foi realmente uma ideia de de de dar transparência ao processo, de dar de dar mais visibilidade para ser uma nova uma nova uma nova opção, né, uma nova alternativa aí para que a gente não tenha nenhum nenhum problema. Vereador Eduardado Magoga, nós tivemos 11 audiências públicas para construção do edital. A prefeitura analisou mais de 1000 contribuições que foram apresentadas pela população durante 2 de abril até 2 de julho. Como que você enxerga a importância de escutar a população, já que é ela quem vai utilizar o transporte? Bom, eu eu já vejo isso daí com um passo muito importante da Secretaria de Transporte da INDEC, porque poucas eh licitações foram feitas com tantas audiências no município de Campinas, principalmente tratando do transporte público. Eu acho que nesse ponto a expertise da secretaria, o presidente da INDEC foi fundamental, bem toda a equipe que participou. Foram feito 11 audiências públicas descentralizad na cidade de Campinas, permitindo o quê? a participação popular de todos os cantos da cidade, onde a equipe que estava ali conduzindo essas audiências públicas estavam capacitadas para anotar todas as sugestões. Tive o privilégio de participar de seis ou setes, não sei exatamente o número. E e isso levou com que a Secretaria de Transporte pudesse apresentar o melhor modelo pra cidade de Campinas. disso já descaracteriza, talvez o fato de ser deserta licitação, descaracteriza toda eh influência eh que a gente pode falar política de um chamamento público, porque se houve eh uma licitação deserta, é porque de fato não teve interesse das empresas. Talvez que naquele momento o modelo que foi apresentado puxou mais para o lado do município de trazer mais benefício do município e não equalizou nem o ganho da própria empresa que fosse participar. Isso é importante. Por quê? Porque foi apresentado o modelo que Campinas merece, que Campinas gostaria de implementar para os seus usuários. Talvez essa equalização acabou tornando a licitação um pouco deserta. E aí depois você vem aí com um trabalho desse abrindo aí novamente paraas sugestões depois de da licitação deserta. Então a gente vê que a Secretaria de Transporte, juntamente com a INDEC, elas estão abertas para trazer o melhor modelo num consenso de mercado e de entrega pra população, pra cidade de Campinas. Se fosse só prevendo o que Campinas quer, eu acredito que nenhuma empresa gostaria de operar na cidade de Campinas. Porque a gente quer o melhor. A gente quer o melhor ônibus, a gente quer as melhores condições, a gente quer o melhor motorista de ônibus ganhando melhor do que todas as regiões. Então, eh, nesse modelo talvez não tivemos tanto sucesso, mas eu acredito que nessa nova reformulação e essa nova abertura que vai ter para para a licitação, a gente vai encontrar eh bastante empresas aí interessadas no nosso transporte. E a e a B3 traz isso que o Vinícius falou, traz uma transparência, autentica o trabalho que a secretaria e o governo do prefeito Dário Saad um trabalho correto, transparente e participativo. Vinícius, algo te chamam atenção nessas audiências públicas e até nas contribuições da população. Tem alguma reclamação mais recorrente? foi descentralizada. Mas o que que te chamou a atenção da dessa participação da população para esse edital? Olha, o o vereador Eduardo Magoga participou de algumas audiências públicas, como ele disse, e assim, o anseio da população é a falta de pontualidade, né, nas linhas de ônibus. Eh, a gente vê muita reclamação das linhas de ônibus nessas audiências públicas, né? A questão a questão da da de você não não da pontualidade da da de saber se aquele ônibus não não. E às vezes eu até vou refazer a minha fala, não é nem a questão da pontualidade apenas é se ele vai passar, tá, né? Nós estávamos e estamos ainda enfrentamos um momento de quebra de veículos eh muito grande nos últimos anos, né? A frota muito envelhecida. Uhum. Eh, a gente sabe do problema, né? Tanto que nós conseguimos renovar eh eh quase 130 veículos, né? Foram os outros seminovos, quase 200 no total, 280 carros nos últimos 4, 5 anos. O vereador Eduardo Magoga pode dar um testemunho aqui lá na região dele, né, onde nós trocamos 60 carros. Olha, eu confesso que a reclamação caiu assim de 90 para quase zero, né? [roncando] Então assim, o que que eu acho que é que é legal a gente a gente destacar eh nesse novo modelo, né, e ouvindo muito as audiências públicas, eh o pagamento das concessionárias vai ter um um uma uma avaliação da qualidade do serviço, tá? Então isso é um item e vai ser objetivo o critério de de de avaliação, né? Se é bom, se não é, se atrasa, se não atrasa. Então assim, são critérios objetivos e isso vai interferir na remuneração dos operadores. Então isso é um modelo muito interessante, né, que que realmente a pessoa vai poder avaliar a qualidade do serviço e isso vai impactar na remuneração. Então, como eu disse, eh, as pessoas hoje, a população, né, ela ela, eu lembro que a gente fez uma audiência pública, falamos de USB, de Wi-Fi, uma senhora levantou e falou: "Não quero saber nada disso, eu só quero pegar o ônibus no horário, trabalhar, voltar no horário, acabou". Hum. Então, assim, é isso. As pessoas querem se locomover, né? E elas têm todo o direito e razão, né? que tão pagando a tarifa de ter um melhor serviço com eficiência, com qualidade, com segurança, com agilidade. Se atrasar, olha, com toda essa tecnologia, né, que a gente tá prevendo nesse novo edital, né, tem muita coisa nova vindo, né, muita coisa nova, né? Eh, as pessoas vão vão acessar realmente o aplicativo e vão ver o ônibus vai atrasar, vai atrasar, mas ele vai passar, porque ele não vai quebrar porque é mais novo, né? Uhum. É claro que esse investimento de quase 1.9 B, né, que é o o valor do investimento da frota, ele não acontece no primeiro ano, né? As pessoas acham que, ah, assinou o contrato no primeiro ano já não não existe nem no mercado 800 carros zero para entregar em em tão pouco tempo. Mas o que que é legal? No primeiro ano de contrato, a média de veículos, da idade dos veículos tem que ser 5 anos, tá? Hoje a média é quase 10 em Campinas hoje. Então você imagina uma frota com idade média de 5 anos, vai ter carro zero, vai ter carro seminovo, vai ter carro de 6, 7 anos, mas a a grande maioria são carros novos e seminovos. Isso já para 2026, no primeiro segundo semestre. Olha, é difícil a gente a gente dar uma data, né? Nós temos um prazo dentro da licitação de até um ano, se eu não me engano, para ass para para o cumprimento para dar ordem de serviço, né? Então, nós temos tempo para abrir a empresa, né? Tem as os eventuais vencedores tem que abrir as empresas, depois tem que abrir a ESP da bilhetagem, que é esse novo modelo que a gente traz a INDEC como sócia da empresa de bilhetagem, né? Então tem tem um prazo, aí você tem o prazo para transição da bilhetagem, você tem um prazo para colocar a frota, que é um prazo que também é renovável, né, se tiver algum problema. Então a gente acredita aí que no ano de 2026 aí a gente tenha novidades, né? Não dá para te dizer como a gente vai falar mais à frente, mas a licitação tá prevista pro mês de fevereiro, né, pro dia 10 e dia 23. Então ali a partir desse momento a gente vai ter aí eh como saber exatamente as datas que a gente terá aí esse esse transporte, novo transporte funcionando. Só para não deixar passar, já que você foi provocado, qual que é a sua região e se de fato as reclamações encerraram por lá, [roncando] vereador. Bom, vou aproveitar novamente para agradecer eh a indicação desses 60 carros pra região do padrincheta ali, região norte. De fato, eu era uma da dos vereadores que mais pedia e fazia requerimento de informações, porque eu tinha todas as datas dos ônibus daqui da cidade de Campinas de ano de fabricação. Então, quando o presidente fala dessa desse tempo médio dos ônibus, eu era um dos que ficava conferindo se ele já tinha passado, se não tinha passado, porque era muitos ônibus parado, pegando fogo, problema elétrico. Uhum. E por conta de um ônibus, no horário de pico, todos os outros atrasam. E isso daí virava uma bola de neve. Só que aí quando o ônibus atrasava, ele pegava daquele que quebrou e aí quando chegava num ponto já não cabia mais ninguém dentro. Sim. Então eu acabava virando uma fila enorme de pessoas querendo chegar no trabalho. Então fomos agraciados lá e de fato nunca mais, eu tô falando para você, nunca mais depois de quando começou a operar esses ônibus, eu recebi uma reclamação. Pode ter acontecido um fato ou outro, aí acabaram não me comunicando via WhatsApp, nem rede social, mas todo dia eu tinha uma pessoa me falando e hoje eu não tenho mais ninguém pedindo. Então, de fato, foi uma coisa assim eh maravilhosa. E eu acredito que esses pequenos atos vão até colaborar para 2026 e quando entrar a nova concessão, porque a empresa, nós não sabemos que é a empresa que que ganhou, mas se caso a empresa permanecer, eh, esses ônibus já estão em operação, então já são ônibus novos. Agora que o Vinícius falou, uma coisa muito importante. Eu lembro que a gente tinha muito problema na UPA e quando foi feito o novo modelo de contratação da UPA, dizia assim no contrato que quando o médico faltasse, a empresa tinha 2 horas para repor esse médico. Uhum. Senão o plantão era descontado na folha de pagamento do mês. O que que aconteceu? Nunca mais tivemos falta de médico nas no nos atendimentos da UPA. Quando o presidente traz essa novidade, esse novo conceito de contrato, isso faz com que a empresa naquele formulário que vai ser feito a pesquisa de satisfação, ela pode receber menos no mês pela prestação de serviço. Então esse controle é muito importante, como também é muito importante nesse modelo novo, apesar de sabendo pelos autos que algumas pessoas tiveram uma crítica onde eh a bilhetagem vai ser composta por 49% da municipalidade, todo mundo queria que essa bilhetagem fosse diretamente do município. Mas há uma razão que eu acredito que o presidente pode explicar melhor aqui para que a Transurk continue com seus 51% e o município 49. Mas já é um fato inovador e melhor pro município, porque nós vamos ter aí 49% de fiscalização quanto a esses créditos que são eh gerados através da Transburc. Como que funciona essa habiletagem e essa porcentagem? Olha, o o que eu acho que é é interessante e trazer nesse nesse novo modelo da bilhetagem, né, eu falo uma coisa que é importante, né, hoje nós temos, né, acho que é importante esclarecer isso para todo mundo. Hoje nós temos a Transurk, né, que que é a empresa que que gerencia a bilhetagem, mas nós temos eh como pedir os dados, pedir acesso, né, ter informações aos dados da bilhetagem. Bilhetem, para quem não sabe, né, você passa, compra o crédito, ele tem um sistema, esse dinheiro vai para uma conta, dessa conta você consegue fazer os pagamentos, né? é a receita tarifária do sistema de transporte público. Então, hoje nós temos a Transurc e nós temos eh a gestão disso, né? Nós conseguimos pedir as informações, ter acesso aos dados. E o que que a gente tá trazendo nesse novo modelo? nós agora, né? E aí não é mais a Transur, que é uma é uma empresa nova, né? O ganhador do lote norte e o ganhador do lote sul vão montar uma empresa. Vão montar uma empresa e a INDEC passa a ser sócia. Se é 1% de sociedade, eu conheço gente que tem sociedade em 1% da empresa e é o que mais ganha. Ele só tem 1%, mas ele é o que mais ganha e talvez é o que a pessoa que até que que determina o que vai ser feito na empresa, né? Então assim, nós escrevemos e publicamos isso no edital, todas as regras que essa empresa da bilhetagem vai ter que ter, né? E o que que eu acho legal disso tudo é o dinheiro vai tá ali dentro da empresa da SPE e ainda é sócio. Ela tem poder de veto, ela tem como olhar a conta bancária todo dia, ela tem como, dá um exemplo, tá? Vendeu esse mês 30 milhões de crédito. Uhum. Usou 28, sobrou dois. Beleza, o dinheiro tá aplicado. Esse rendimento é do sistema. Pode ser reduzido o subsídio, pode ser reduzida a tarifa, tá ali, fica pro município. É, hoje não tô falando para você que hoje não fica, mas nós vamos ter controle disso tudo. Uhum. sendo 1%, 2 4, nós temos sociedade. Então, tendo sociedade, não é o Vinícius, é a INDEC como empresa passa a ser responsável pelo sistema de bilhetagem eh eh junto com os operadores, né? Então, como eu disse, vendeu 30, usou 25, vamos supor que é cinco todo mês até o final do ano, são 60 milhões. Você pode abaixar a tarifa, você pode comprar carro, você pode fazer diversas coisas, eh, tendo essa participação ali, eh, dentro da empresa de bilhetagem. Então é um modelo eh inovador, né? Um modelo que foi até apresentado ao Tribunal de Contas, né? Foi visto com bons olhos. Eh, porque é o que o vereador Eduardo Magoga disse, muitas vezes, eh, não adianta tá só no contrato, né? Você tem que fiscalizar, sim, né? A média dos carros hoje teria que ser cinco, é 8, 9, tá sendo multado, existem multas, né? Não tá cumprindo horário, não tá tendo pontualidade, tá sendo autuado. O número de infrações nos operadores de ônibus quadriplicou nos últimos 2, 3, 4 anos. É só olhar os dados, porque a gente tá fiscalizando, né? É a nossa obrigação, é nosso papel e e a gente tem expectativa aí que esse edital, como eu disse, vou voltar a dizer, ele está sólido, né? Os números estão atualizados, o valor do diesel tá atualizado, o valor da mão de obra tá atualizado, os custos estão atualizados, né? Tem muita mão de obra envolvida, muita peça, muita coisa envolvida dentro desse processo, os valores de aquisição de veículos, né? Eh, realmente é um é um valor significativo, né? O o o custo aí de 11 bilhões, né? o valor da dessa concessão, mas ele é extremamente importante paraa cidade de Campinas, né, para as pessoas que utilizam o transporte público. E a ideia é trazer o passageiro de volta, né? Tem se falado muito na tarifa zero. Aí eh, é uma coisa que tem avançado, né? Era um questionamento que eu ia fazer. Isso tá sendo discutido no município de Campinas. Depois quero ouvir o vereador. Olha, na verdade não é no município, né? É, a gente tem a possibilidade aí no ano que vem de talvez fazer um estudo, mas assim, isso é uma coisa agora que virou nacional, né? O governo federal tá fazendo um estudo, tá fazendo um estudo, já até apresentou um pré pré-estudo aí de 80 bit, 78 bilhões, né, o custo. Sim. Eh, e é uma saída, né, talvez aí, porque o custo, gente, dessa nova licitação, ele realmente ônibus mais novos, tecnologia mais nova, eh, o custo vai aumentar, né? A gente não pode fugir disso, da realidade. O custo vai aumentar, subsídio vai aumentar. Então, são coisas que a gente tem que tem que falar porque é a realidade, né? São números, né? E e a tarifa zero pode ser aí uma uma saída aí pro usuário, né? Porque a gente todo mês tem queda no número de passageiros, né? Então a gente precisa realmente a gente acredita, o vereador Eduardo Magoga sabe disso, que com a nova licitação a gente vai trazer muita gente de volta, mas ainda precisa de mais coisas para trazer o passageiro de volta. [roncando] Vereador, eh, sobre a tarifa zero, né? Há então um estudo do governo federal sobre este assunto. Vira e mexe aqui na Câmara de Campinas a gente tem vereador pedindo isenção em dia de prova do Enem, em dia de vestibular ou para uma parte da população ou aos domingos. Como é que você enxerga essa tarifa zero e a viabilidade de se colocar em prática no município? Bom, eu sou um dos vereadores que no início do nosso mandato a gente ia fazer um decreto legislativo para assustar um decreto do prefeito onde eh ele inspira os créditos dos estudantes, dos trabalhadores, é quando não são usados. Isso daí já sempre a gente sempre viu com é como um absurdo, algo que não é perecível perder o prazo de validade. Sim. E também eh essa questão de várias cidades hoje já no país que já dão isenção para pessoas acima dos 60 anos de idade, igual a cidade de São Paulo. Só que todos esses benefícios, inclusive no dia do Enem, um projeto de lei foi retirado de pauta, mas o prefeito, juntamente, eu acredito que a Secretaria de Transporte e a INDEC tiveram entendimento que no dia do do Enem seria importante ter uma eh ter ali os ônibus disponíveis pros estudantes. Então assim, são atos que a gente sabe que honera um pouquinho a entrada de recurso da empresa que faz a operação no transporte, mas que é benéfico para a população. Uhum. Essas contas é longe de mim querer saber se vão bater no final ou não vão bater no final, mas eu vejo que se o governo federal tem condições de subsidiar isso daí no país, eu acredito que se ter transporte público num país igual o Brasil seria algo inovador eh para um país aqui da América do Sul. Então, seria assim uma bem diferente e inovador. Uhum. Eu acho difícil ser implantado isso daí. Eu acho que é muito recurso financeiro, até porque aí seria uma briga de o governo federal repassar uma parte e o município ainda ter que continuar com seu subsídio, você entendeu, de de repasse. E e aí a gente também tem a bilhetagem, que já não existiria bilhetagem, seria uma biletagem só para controlar o número de crédito que foi passado. Eu acho difícil, a ideia é sensacional, mas eu acho difícil de implantar isso no país de uma forma que o governo federal não queira gastar o suficiente para subsidiar isso daí no país inteiro. E vereador, eh, acho que é claro que nós estamos vivendo uma crise global, climática, né? Muitas críticas à queima de combustíveis fósseis em carros, em caminhões e ônibus. E a gente sabe que eles são fontes relevantes, né, das emissões de dióxido de carbono. E aí para reduzir essas emissões de poluentes se discute a eletrificação do transporte público. Essa licitação aqui da cidade prevê uma frota renovada de no mínimo 60 ônibus elétricos já para os primeiros anos. Você entende que é uma ação importante para poder alinhar a questão do meio ambiente e um melhor transporte aos usuários. Como é que você vê o transporte elétrico? [roncando] Eu acho também uma inovação no transporte, não é uma inovação eh no país e na ideia, mas você implantar isso na cidade de Campinas, você já sai na frente de muitas outras capitais também. Eh, só que 60 ônibus é o que nós recebemos lá na no distrito de Nova Aparecida e não trocou todos. Então você vê que ainda é um número pequeno para que a gente possa cumprir normativas, normas e estatutos votados e aprovados aí recentemente até na COP 30 que foi feito aqui no no no Brasil. Então, acho que é muito tímido ainda essa ação, mas tendo aí um uma iniciativa de começar, eu acho que que é válido. Inclusive, recentemente eu tive com nosso vice-presidente da República, o Geraldo Alking, e ali naquele momento, ele queria trazer os números que o governo federal trouxe pra cidade de Campinas e ele falou de um recurso que ele disponibilizou para troca de decisões na cidade de Campinas. Eu queria até perguntar aqui pro presidente eh se de fato o governo federal disponibilizou esse recurso para troca dessas frotas. esses recursos serão eh disponibilizados pro município e serão repassados para pros ganhadores aí da do chamamento público e e eles vão utilizar esse recurso com juros barato ou esse dinheiro veio para o município de Campinas mesmo paraa renovação da frota sem custo para o município por para o operador, presidente. Bom, na verdade, esse é um programa que foi criado pelo governo federal, né, eh, de renovação de frota, de aquisição de ônibus a diesel e e elétricos. E como nós estamos num num momento, né, estávamos à época no momento da da publicação do do edital do transporte público, né, a gente não poderia misturar as coisas, né? Uma coisa é você financiar a carro, a prefeitura financiar. E no nosso modelo a gente não tá prevendo esse financiamento. A prefeitura pode financiar, pode financiar até porque é um financiamento, né? Não é um dinheiro subsidiado, é um financiamento com juros eh razoáveis, mas você tem que pagar, né? E o investimento, né? Se a gente tá falando hoje já que o nosso subsídio já tem eh eh já tem um valor razoável, né, na cidade que a gente tem que honrar o subsídio, eh, e muitas vezes ele tá no limite ali, né, anual, então você imagina financiar carro e ter que pagar a parcela, né? Então, até porque se você financiar o carro, embora você vai ter que passar isso pro operador, você vai ter que pagar a parcela, né, ou o operador. E aí você vai ter que subsidiar isso. Independente de quem for pagar a conta, o dinheiro vai sair, vai ter que sair do caixa, né? Então, eh, a gente fez uma opção, ele abriu para algumas cidades esse esse pack da renovação da frota. Aí teve o PAC continuado desse e a gente ainda tá inscrito, né? Existe ainda a possibilidade. Então a gente esperou por bem esperar a licitação do transporte público, né? E se eh achar que que depois da licitação, se tudo der certo, se achar que existe a possibilidade de financiar carros, eh a gente tem essa possibilidade, sim, mas é financiamento, né? como eu disse, não é nada subsidiado. Eh, no caso da licitação do transporte público é aquisição, né? Então, os operadores que ganharem a esse contrato de concessão, eles têm que comprar o veículo, né? É uma é uma o veículo elétrico, né? Eu tô falando além dos outros veículos. Então, eh, não é o município que vai financiar e passar o veículo para eles. Existe essa possibilidade, né? a gente eh acredito que tenha colocado alguma cláusula nesse sentido. Se o município no futuro, né, financiar veículos, repassa, faz uma fórmula de remuneração, né, eh, e dá seguimento aí a eventual eh condições financeiras de você poder fazer esse financiamento sobre essa questão dos ônibus elétricos, né, 60, então, né, acho que é uma tendência mundial, acho que eu posso falar sobre isso. E se isso abre espaço também para alternativas, né, de propulsão, como GNV, como hidrogênio. E outra pergunta, o que são veículos Euro6 pro restante da frota? É o o a gente deixou dentro da licitação também essa questão de outras alternativas, né? Eh, não só o veículo elétrico, né? Podem ter outras alternativas, hidrogênio no futuro, pode ter muita coisa nova aí. Então isso é é tá dentro ali do essa possibilidade dentro do edital. OK. E o Euro 6 hoje o o ônibus a diesel é Euro5, né? Os novos, os veículos novos dois, eu não sei te dizer exatamente se é de 24, mas eu acho que é 24 já. É o padrão Euro 6. Eles são menos, é veículo a diesel menos poluente e dentro do edital a gente pediu os veículos eh de última tecnologia diesel, que é o padrão Euro6. Os ônibus antigos, eles vão continuar funcionando? Olha, eh essa é uma pergunta, a gente não sabe o que vai acontecer, né, na licitação. Então o que que é importante a gente saber? Existe um contrato depois da licitação nova e ele tem que ser cumprido, né? Se o ônibus é do José, do Mário, do Pedro, né? A gente precisa que o que o contrato seja cumprido. E e como eu disse, no primeiro ano de contrato, a idade média dos veículos já tem que ser 5 anos, né? Então vão ter ônibus mais antigos, ônibus seminovos e ônibus 0 km. Então, e pode ser que tenha muito mais 0 km, pode ser que a idade média no primeiro ano seja 3 anos, né? Eh, porque muitas vezes você não acha veículo de 2 anos para comprar, né? Ou você compra zero, ou você vai comprar um veículo com 8, 9, 10 anos, entendeu? Então, muitas vezes o o a quantidade de veículos novos no primeiro ano de contrato pode ser maior do que a expectativa. Vereador Eduardo Magoga, questão de acessibilidade sempre surge, né? Existe o elevador, por exemplo, para ajudar os cadeirantes, mas muitas vezes não tá funcionando, tá quebrado, tem o deslocamento do motorista para ajudá-lo. Enfim, os novos ônibus 100% de acessibilidade e aí as manutenções precisam acontecer, né? Com certeza. E falando de acessibilidade, a gente também precisa de comentar sobre o serviço, o pai serviço, né? Eh, nós vereadores aqui gostamos de colocar bastante projeto para votar em pauta, principalmente quando vai defender um público. E eu sei que toda vez que a gente assume o compromisso de contrato, de concessão, fica cada vez mais difícil de você mexer nesses mecanismo durante eh o exercício daquele contrato. Então, o PAI Serviços hoje ele já ampliou seu atendimento para algumas deficiências que no passado eh a gente sabe que não atendia e a tendência agora é de incluir outras como o autismo, tá? Que o presidente aqui que sempre recebe lá mães atípicas, famílias representando eh instituições e pessoas também representando os munícipes. Eh, como é que vai ficar essa questão, presidente? Eu também de uma pergunta, eu já te faço uma pergunta, mas é uma coisa que é muito importante a gente entender, porque por muitas vezes tentamos colocar projetos aqui durante eh durante o período que o contrato está sendo e exercido e a gente fica esbarrado na lei para que a gente não possa mexer novamente no contrato. Então, está previsto aí o aumento de atendimento a outros tipos de deficiência. E quando você fala de manutenção, isso daí eu acho que o próprio presidente já foi muito assertivo quando ele fala que a renovação da frota e a implantação de ônibus novos, isso já diminui bastante esse tipo de ocorrência. Então, eh, você tem um ônibus que ainda tá na garantia da fábrica, fica mais fácil de você, eh, conduzir as manutenções de dessa frota nova. E também, presidente, já também deixando aqui, a gente vê que no edital ele fala de uma ampliação da rede existente. Então, nós teremos um número maior de veículos do município ou nós só vamos fazer uma readequação de linhas? porque fala de sistemas tronco alimentado. Eh, explica um um pouquinho, porque por mais que nós vereadores buscamos informações, nada melhor do que o presidente da INDEC, o secretário tá aqui para est nos respondendo. Olha, muito importante os as suas perguntas, viu, Eduardo? Eh, eu com relação ao PI Serviço, nós ampliamos, né, nessa nova licitação a quantidade de van de 50 para 60 veículos, né? É uma é uma é um número que a gente achou razoável. Eh, e o que que eu acho que é legal para responder uma um questionamento seu da questão do contrato? Nesse modelo novo, nós temos prevendo aí também revisões ordinárias no contrato, se eu não me engano, a cada dois ou três anos. Então vai ser possível, dada como as coisas mudam muito rápido ou novas ideias surgem ou novos projetos de lei surgem, dentro desses 2 3 anos nós temos essas revisões ordinárias e também tem a questão da revisão extraordinária. Que quer dizer isso? Ah, entrou uma coisa nova, a gente pediu para atender, vai ter que fazer. Beleza, vamos fazer. cria-se essa questão da da revisão extraordinária, entra com processo lá e faz um uma adequação no contrato, reequilibra o contrato, não sei, mas é possível, né? Muitas vezes você ficava travado, né? Porque o contrato ele tá lá, não prevê essa possibilidade e aí a gente acaba não inovando e não trazendo eh eh novas eh eh ferramentas. a questão do transporte da pessoa com autismo. Eh, esse é um tema que a gente não trata dentro da licitação. A licitação no transporte público, ela vai tratar da do veículo. Qual veículo hoje lá? A van. O que a gente atende hoje é a pessoa com mobilidade reduzida, né, ou com andador. Então, é nisso que a gente precisa mexer, que é um outro decreto, né? Eh, e aí fazer um estudo, existem as vans, vai criar um novo serviço, né? Da onde vai vir um orçamento, vamos buscar um orçamento. Então, independe da licitação do transporte público, né? O que a gente colocou ali são as 60s para atender a pessoa com mobilidade reduzida e cadeirante, andador. Lembrando que ah, amanhã, vamos imaginar aqui, amanhã tem essa questão de atender os a pessoa com autismo. Bom, o que que a gente vai fazer? Vai criar um programa específico ou vai só alterar a lei? E dessas 60 vans, cinco vão atender ou 10 vão atender ou 30 vai atender. Isso fica aberta essa possibilidade, ou 20 vai atender a pessoa com deficiência visual. Legal. independe, né, da da da licitação. E essa essa questão da troncoalimentação para explicar um pouquinho, eh vai aumentar sim o número de veículos, né, de hoje para pra nova licitação que a rede aumentou, né, para dar mais eh qualidade, mais opções, mais ônibus, mais horários, né, pro usuário do transporte público, mais empregos, mais empregos consecutivamente. Consequentemente. O que que eu acho interessante essa troncoalimentação? É, nós vamos realmente eh usar eh a questão da alimentação, agora criar várias linhas alimentadoras para que do bairro, o que que quer dizer isso? Do bairro pros terminais você tem mais horários, né? um intervalo menor e do terminal você consegue seguir o seu destino. Então nós vamos ter novas linhas aí nesse novo modelo, tá? Até dentro do edital isso. E com isso a gente entende que vai trazer mais qualidade e eficiência paraa operação, porque tem muitas linhas que são longas e aí a possibilidade de uma quebra de um veículo é muito maior do que esse ônibus que pode fazer ali no bairro só, né? E o outro ônibus mais específico, mais robusto, pode fazer o trajeto e maior maior. Vinícius, a licitação contempla também a operação do BRT? Se sim, de que maneira e o que que tá faltando para termos aí 100% das operações daquilo que é esperado? Na verdade, a gente hoje já está operando o BRT, né? Tanto Campo Grande, quanto Ouro Verde, quanto quanto o Perimetral, né? e estamos operando as estações, os terminais. O que a gente tá fazendo dentro da licitação é passando essa operação, a manutenção, eh, a limpeza e a segurança disso pra concessão, né, pro responsável aí fazer esse processo. a a o que tá faltando hoje, eh, são os ônibus, né, novos ônibus aí, né, porque a gente precisa colocar muito mais linhas ali dentro do BRT e com a licitação do transporte público. Deve ter alguma outra novidade que a gente queira fazer aí nos próximos dias, né? Não tem nada a ver com a licitação de criar uma linha nova lá na região verde, do terminal verde. Mas a ideia aí dessa operação dos terminais é é isso, né? colocar TV com os horários em algumas carros também, o áudio visual em alguns carros, né? Começar com alguns carros no começo da licitação. Foi uma uma coisa até que o que o vereador Eduardo trabalhou muito, uma iniciativa dele, né, da da dessas das pessoas, atendimento às pessoas com com deficiência visual. Eh, então tem várias novidades dentro desse edital aí para trazer, como eu disse, mais qualidade e assim, na verdade, né, gente, é a nossa obrigação e é o é um básico, né? A gente realmente tá 20 anos com um contrato antigo, né? mais do que necessário a renovação disso e por isso a gente tem muita expectativa e torce para que dê certo. Magoga, a expectativa então por linhas intersetoriais, conexão mais eficiente, né, entre bairros, terminais, regiões da cidade, expectativa renovada aí? é uma expectativa muito alta que gerou todo esse trabalho, todo esse tema, todos esses questionamentos, até porque depois da licitação deserta recai, né, a responsabilidade sobre o município de trazer uma resposta. Agora, vejamos que o transporte da cidade de Campinas, sendo um transporte com referência metropolitana, você imagine as pessoas deixarem esses condicionamentos de carro que toda Campinas tem dia que parece que você tá em São Paulo, você começa com um condicionamento lá no Seasa para você chegar no entroncamento da Ianguera com a Dom Pedro. Então você fica ali parado e perguntando, mas o que que aconteceu? E quando você chega no trevo, você vê que não aconteceu nada. Simplesmente é a quantidade de de veículos que as pessoas utilizam ainda para ir para o trabalho. Mais de 1 milhão, né, Vinícius Rever? Você participou de uma questão de ordem placamento, mais de 1 milhão de veículos em Campinas. Sim, mais de 1 milhão. Já deve tá aí 1 milhão10, 1 milhão20.000. Então a gente sonha com esse transporte público de alta qualidade, você entendeu? trazendo aí o conforto pro usuário para que ele possa eh utilizar mais esse transporte público e diminuir o o o trânsito, né, dos carros na cidade de Campinas. Isso vai colaborar também eh pelas questões ambientais na região metropolitana e na cidade de Campinas, onde o próprio prefeito tem implantado bastante aí micros florestas nessas áreas de muito adensamento de carro para combater e e a cidade de Campinas tá sempre inovando, né? Ser uma das cidades piloto aí para que a gente transforme a região metropolitana. Então, a expectativa é muito alta. Eh, com essa licitação, nós, acredito que a frente parlamentar desses vereadores, nós vamos estar eh participando e presente aí para para ver de fato o Dar e o presidente da INDEC bater aquele martelinho na mesa lá, igual fez o Tarciso. Vinícius, e sobre datas para quem está nos acompanhando, conseguir acompanhar, quando que vai ter abertura de envelope neste momento? O que que está acontecendo e como é que vai ser este início de 2026? Olha, nós publicamos o edital aí no dia 4, né, dia 5, salvo engano, dia 5 de dezembro. Eh, e ele tá marcado, né, pro dia 10 de fevereiro, né, ah, tem que ser entregue três envelopes no dia 10 de fevereiro, lá na bolsa de valores, lá na B3. Uhum. É, são os envelopes com as garantias. eh os envelopes com os valores e os envelopes com a habilitação, né? E no dia 10 de fevereiro é aberto o envelope do credenciamento e as garantias, né, de dos interessados. Aí ali escolhe três. Ali não, ali é aberto só um envelope, as garantias e o credenciamento. E aí você vê quem quem apresentou as garantias. E pode, mas pode ser mais do que pode, pode ser 10, pode ser 20, pode ser três, 2, né? No dia 23 vai abrir o envelope só de quem eh teve ali as suas o credenciamento, credências cumpridas. garantias cumpridas. E ali ali, isso é interessante, as pessoas não muitas vezes não sabem, ali no dia 23 que abre-se o segundo envelope, que são os valores, pode haver a concorrência, né? Pode haver lance, dependendo na hora ali pode modificar o valor, pode haver, pode você oferecer um valor, oferecer outro, então você quer dar menos sei o quê, você pode pode ter concorrência ainda no dia. No dia. Eh, e aí no dia próprio dia 23, né? Se tudo der certo, como o vereador Eduardo Magoga disse, vamos deixar isso pro pro prefeito de Campinas, né? bateu o martelo e aí depois tem a habilitação também, que é o terceiro envelope. Então, e é a documentação, né, certidões, uma série de coisas. Eh, mas é isso, a expectativa. Então, a nossa data, a nossa fatídica data é do dia 23 de fevereiro de 2026, tá? Só para não deixar passar, não lembro se foi respondido, o sistema de arrecadação e de remuneração, né, a biletagem eletrônica, ela vai ter participação do poder público? Ela é a bilhetagem. Esse é a habilhetagem. Então é nesse modelo novo que hoje nós não temos participação, mas temos fiscalização, OK? Mas nós teremos a sociedade, uma SPE, né, que é uma sociedade de propósito específico, em que a INDEC vai fazer parte desse desse dessa empresa, tá? que vai cuidar não só disso, mas também do monitoramento do transporte público. Programa bom, é programa com muitas informações e o nosso tempo já foi encerrado. Portanto, vereador Eduardo Magoga, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, as informações que foram trazidos aqui, desde a sua região, do seu bairro, mas o trabalho que tem sido realizado de fiscalização, tenho certeza que de grande valia pro nosso telespectador. Já faço um novo convite pro senhor participar do Questão de Ordem em 2026, que esse é o nosso penúltimo questão de ordem do ano, mas em 2026 a gente vai ter bastante programa para falar bastante assunto e deixo aberto as suas considerações finais. Bom, é agradecer mais uma vez o convite por estar no programa bem conceituado e muito assistido na cidade de Campinas. agradecer aqui a disponibilidade do presidente da INDEC de trazer essas informações e também deixar a nossa colaboração para todos que precisam dizer que a nossa fiscalização, mesmo com os ônibus novos, nós vamos continuar, porque os problemas do transporte não é só o ônibus, não é só o motorista, ela engloba bastante é bastante ações no dia a dia e a Frente Parlamentar vai continuar até o dia da licitação. Então, nosso muito obrigado. Obrigado, presidente pela oportunidade. Presidente da INDEC, Vinícius Riverete, também muito obrigado por mais uma vez a disponibilidade do seu tempo com a nossa equipe, ter vindo até os nossos estúdios, dar explicações aos nossos telespectadores sobre este modelo, sobre o que é esperado pro transporte da cidade de Campinas. já faço um novo convite para também 2026 o senhor retornar até o programa Questão de Ordem e fica aberto à suas considerações finais. Olha, eu queria agradecer mais uma vez, né, esse espaço aqui democrático, né, agradecer ao vereador Eduardo Magoga, mais uma vez, um grande amigo, um trabalhador aí mesmo, uma pessoa que tem feito bastante coisa aí eh pela cidade de Campinas, com várias ideias inovadoras, né, trazendo aí uma responsabilidade muito grande pro poder executivo também fazer as ações que são cobradas. Eh, agradecer a você, Gabriel, aí pela condução, agradecer a toda a equipe aqui da TV Câmara e a todos aí que nos assistiram, dizer que a gente tá disposição. Eh, e vamos todos aí torcer para que esse processo aí tenha um final feliz, para que a gente possa ter um transporte público melhor aí paraa nossa cidade e agradecer ao prefeito por todo o apoio que deu, né? Realmente é um é um processo complexo e e a gente espera que dê certo. Agradecer ao secretário Fernando, a toda a equipe. Eu tô aproveitando para agradecer aqui, porque realmente a gente passou dias e noites ali nesse final para entregar esse esse esse trabalho que é nossa obrigação, mas a gente entende aí que foi o melhor que a gente pôde fazer. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído, que você saia bem informado sobre essa nova licitação do transporte público coletivo aqui da cidade de Campinas e certamente que vai gerar muita expectativa para este ano de 2026 com mais melhorias, qualidade, conforto e pontualidade. Questão de ordem fica por aqui. Até uma próxima oportunidade. Ciao. Ciao. [música] [música] [música] [música] [música] Olá, começa agora o programa Questão de Ordem. A Prefeitura de Campinas publicou o edital de licitação para a concessão do serviço de transporte público coletivo convencional. O valor total do contrato no período de 15 anos é de aproximadamente R bilhões deais com investimentos previstos de R$ 1,7 bilhão deais para a renovação da frota. Então, sobre este novo sistema de transporte coletivo e para ter mais qualidade, modernidade, pontualidade, conforto para os usuários dos ônibus, eu recebo aqui no estúdio para discutir a licitação e o transporte da cidade o vereador Eduardo Magoga e também o presidente da Bec, Vinícius Riverete. Lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Eduardo Magoga, começo com o senhor porque essa licitação ela é aguardada, né? Em 2005 foi realizada, venceu em 2020. Tribunal de Contas do Estado avaliou como irregular a concorrência. Em 2019 a justiça barrou. Em 2023, a licitação foi declarada deserta porque nenhuma empresa apresentou a oferta para a concessão. E agora mais uma oportunidade. Como é que enxerga este processo e a sua expectativa? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Bom, eu agradeço aí o convite, também cumprimento aqui do meu lado aqui o presidente da da INDEC, Vinícius Riverete, e a todos vocês que estão nos assistindo. Quero deixar claro aqui que faço parte da Frente Parlamentar aqui da casa, que foi estabelecida aí eh a pedido do vereador Rodrigo da Farmadic, que é o presidente dessa frente parlamentar e que hoje também justifico a ausência dele aqui no programa eh por outros compromissos. o Rodrigo da Farmadique, bem como eu e muitos outros vereadores, nós vivenciamos aí vários momentos na cidade onde foi questionado as frotas de ônibus e e como estava sendo conduzido todo esse processo da nova licitação do transporte público. Então, quando foi montado essa frente, estabelecida essa frente parlamentar, foi para que a gente também pudesse acompanhar mais de perto todo o andamento dessa licitação, os passos que a Secretaria de Transporte tem dado, eh as audiências públicas que nós participamos no passado. A expectativa é que agora realmente a gente entre num consenso e a gente possa, enfim, ver aí eh acontecer, você entendeu, essa licitação e a gente estabelecer um novo serviço, um novo contrato na cidade de Campinas. E é por conta disso que os vereadores da frente, tendo o Rodrigo como presidente, que nós pedimos aí eh que o programa questão de Ordem pudesse trazer aqui nosso presidente da INDEC para nos ajudar a entender e a gente também fazer os questionamentos para que a gente possa ter o resultado efetivo dessa licitação. Então, para que a gente entenda e você que está nos acompanhando também, Vinícius Riverete, presidente da INDEC, como é que foi a construção do edital, quem participou, desde os conselhos, entidade da sociedade civil, os usuários do transporte público, como é que foi este processo? Seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem e muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Olha, obrigado mais uma vez pelo convite aí, agradecer ao programa Questão de Ordem da TV Câmara. É um prazer estar aqui com vocês falando de um tema tão importante, né, pra cidade de Campinas, que é o transporte público. Eh, cumprimentar também aqui o vereador Eduardo Magoga, um amigo, né, um vereador que atua bastante aí na cidade de Campinas, em diversas demandas lá, pelo menos com a gente na INDEC, lá na área do transporte, na área da sinalização, eh redutores de velocidade, né? Então, educação de trânsito, né? diversas demandas aí eh advindas aí do vereador Duar. Então, cumprimentá-lo. Olha, esse é um esse é um tema, né, como você já disse, né, um contrato eh antigo, né, de 2005. Acho que é importante esclarecer só que o contrato ele ele não venceu, né? O contrato ele tem 15 anos, ele foi até 2020 21. E e em 2021 a gente eh eh acabou fazendo um aditivo, né, de mais 5 anos, que foi que é um que é um que é um é uma é uma coisa que o contrato previa essa essa possibilidade. E aí a gente eh logo quando o prefeito Dário assumiu o governo, nós imediatamente eh eh no [limpando a garganta] comparecemos ao ao a cidade judiciária aqui da cidade de Campinas pedindo pro pro juiz do processo, né, que cuidava do processo da licitação. Eh, como você disse, a licitação de 2019 foi suspensa, né? Então nós imediatamente procuramos o judiciário, pedimos para que ele liberasse, para que a gente pudesse colocar a licitação na rua e refazer o processo, né? Por que refazer, viu vereador? Porque nós estávamos na pandemia, né, 2020, 21, né, 21, logo quando a gente, o governo da área assumiu, ainda estávamos na pandemia e nós precisávamos refazer o processo da licitação, porque o que foi feito em 2019, os números já estavam desatualizados, a justiça liberou e aí nós começamos esse processo que é um processo complexo, não só aqui na cidade de Campinas, mas no Brasil, né? Quem tiver qualquer dúvida pode pesquisar aí nos sites, né? A dificuldade que que todas as prefeituras aí t encontrado para para solucionar esse esse esse tema. E contratamos a FIP à época, né, para refazer o edital. Fizemos diversas audiências públicas, foram as mesmas 11 audiências públicas. Tivemos alguns questionamentos depois de colocar o edital na rua. do Tribunal de Contas, se eu não me engano, foram 15 ou 11 apontamentos. Arrumamos esses apontamentos e o edital foi paraa rua, houve a licitação, né? Houve lá a a sessão, né, da licitação. E, infelizmente, como você já disse, ela foi deserta, né, e faz parte, né, milhares de licitação são desertas todos os dias, né? né? Só a gente acompanhar o Diário Oficial que a gente consegue perceber isso. Eh, infelizmente tivemos essa licitação deserta, mas não paramos, né? Não desistimos, recomeçamos o processo, porque quando você tem um edital eh deserto, você tem que refazer o processo, atualizar os valores. Ouvimos a sociedade novamente, né? Logo no momento da da que o processo foi declarado deserto, abrimos uma consulta pública para receber sugestões e diante disso, eh, refizemos o edital. Acho que o edital foi publicado agora, um edital sólido, né, com com números atualizados, com um novo modelo da bilhetagem, que a gente vai falar mais à frente, um modelo novo, inovador aqui no no nosso país, né? Eu não sei se tem alguma cidade no país que que trouxe esse modelo da bilhetagem ter uma uma empresa privada que é a INDEC, eh, pública privada, sócia, né, da dos operadores futuros. Eh, e o edital aí com com bastante eh solidez, como eu disse. E o que eu acho que é mais importante, né, esse trabalho que começou lá em 2023, quando o a licitação foi deserta, ouvimos mais uma vez, né, a sociedade, fizemos as audiências públicas, as 11 audiências públicas, publicamos nesse ano ainda eh em abril, se eu não me engano, a a minuta do edital e aí vieram mais de 1000 sugestões, né? O edital ficou 90 dias disponível paraa sociedade opinar, mais de 90 eh eh mais de de de 90 dias publicado e e mais de 1000 sugestões. E dada essas sugestões, nós fizemos algumas alterações, né? Acho que tem muita coisa que a gente vai falar aqui no programa, mas a gente tá muito satisfeito com o trabalho e já fomos questionados, né? Ah, mas se o edital for questionado, a gente tá à disposição, né? Secretaria de Administração, Secretaria de Assuntos, Jurídic de Justiça, a equipe técnica da INDEC, a qual eu aproveito para agradecer aqui o secretário de transportes, a toda a equipe técnica, né, por esse trabalho, que é um trabalho complexo, viu, vereador? Mais de 6.000 1000 folhas tem o edital, né? O contrato, os documentos anexos, muitas planilhas, né? Então, realmente é um trabalho que a gente tem muita expectativa aí que dê certo. E, Vinícius, para licitação foi contratada a empresa, né, B3SA, Brasil, Bolsa Balcão, que é a única bolsa de valores em operação no país. O que que significa e representa isso? Olha, eh, nós, como como eu disse, nós fizemos uma tentativa da licitação e foi deserta, ela foi feita lá na prefeitura, na sede da prefeitura, né? E agora a gente tentou de alguma forma eh inovar, né, trazer uma novidade, né, para dar mais transparência, mais visibilidade, mais conhecimento de todos da do edital da licitação, mais publicidade, né, eh, e mais governança, né? Eu acho que é um é uma a como você disse, a B3 é uma eh de uma luz, né, um respeito muito grande, né, a bolsa de valores do nosso país. Tivemos várias concessões fend sendo feitas lá pelo governo do estado de São Paulo, né? Eh, e a ideia de contratar B3 foi realmente uma ideia de de de dar transparência ao processo, de dar de dar mais visibilidade para ser uma nova uma nova uma nova opção, né, uma nova alternativa aí para que a gente não tenha nenhum nenhum problema. Vereador Eduardado Magoga, nós tivemos 11 audiências públicas para construção do edital. A prefeitura analisou mais de 1000 contribuições que foram apresentadas pela população durante 2 de abril até 2 de julho. Como que você enxerga a importância de escutar a população, já que é ela quem vai utilizar o transporte? Bom, eu eu já vejo isso daí com um passo muito importante da Secretaria de Transporte da INDEC, porque poucas eh licitações foram feitas com tantas audiências no município de Campinas, principalmente tratando do transporte público. Eu acho que nesse ponto a expertise da secretaria, o presidente da INDEC foi fundamental, bem toda a equipe que participou. Foram feito 11 audiências públicas descentralizad na cidade de Campinas, permitindo o quê? a participação popular de todos os cantos da cidade, onde a equipe que estava ali conduzindo essas audiências públicas estavam capacitadas para anotar todas as sugestões. Tive o privilégio de participar de seis ou setes, não sei exatamente o número. E e isso levou com que a Secretaria de Transporte pudesse apresentar o melhor modelo pra cidade de Campinas. disso já descaracteriza, talvez o fato de ser deserta licitação, descaracteriza toda eh influência eh que a gente pode falar política de um chamamento público, porque se houve eh uma licitação deserta, é porque de fato não teve interesse das empresas. Talvez que naquele momento o modelo que foi apresentado puxou mais para o lado do município de trazer mais benefício do município e não equalizou nem o ganho da própria empresa que fosse participar. Isso é importante. Por quê? Porque foi apresentado o modelo que Campinas merece, que Campinas gostaria de implementar para os seus usuários. Talvez essa equalização acabou tornando a licitação um pouco deserta. E aí depois você vem aí com um trabalho desse abrindo aí novamente paraas sugestões depois de da licitação deserta. Então a gente vê que a Secretaria de Transporte, juntamente com a INDEC, elas estão abertas para trazer o melhor modelo num consenso de mercado e de entrega pra população, pra cidade de Campinas. Se fosse só prevendo o que Campinas quer, eu acredito que nenhuma empresa gostaria de operar na cidade de Campinas. Porque a gente quer o melhor. A gente quer o melhor ônibus, a gente quer as melhores condições, a gente quer o melhor motorista de ônibus ganhando melhor do que todas as regiões. Então, eh, nesse modelo talvez não tivemos tanto sucesso, mas eu acredito que nessa nova reformulação e essa nova abertura que vai ter para para a licitação, a gente vai encontrar eh bastante empresas aí interessadas no nosso transporte. E a e a B3 traz isso que o Vinícius falou, traz uma transparência, autentica o trabalho que a secretaria e o governo do prefeito Dário Saad um trabalho correto, transparente e participativo. Vinícius, algo te chamam atenção nessas audiências públicas e até nas contribuições da população. Tem alguma reclamação mais recorrente? foi descentralizada. Mas o que que te chamou a atenção da dessa participação da população para esse edital? Olha, o o vereador Eduardo Magoga participou de algumas audiências públicas, como ele disse, e assim, o anseio da população é a falta de pontualidade, né, nas linhas de ônibus. Eh, a gente vê muita reclamação das linhas de ônibus nessas audiências públicas, né? A questão a questão da da de você não não da pontualidade da da de saber se aquele ônibus não não. E às vezes eu até vou refazer a minha fala, não é nem a questão da pontualidade apenas é se ele vai passar, tá, né? Nós estávamos e estamos ainda enfrentamos um momento de quebra de veículos eh muito grande nos últimos anos, né? A frota muito envelhecida. Uhum. Eh, a gente sabe do problema, né? Tanto que nós conseguimos renovar eh eh quase 130 veículos, né? Foram os outros seminovos, quase 200 no total, 280 carros nos últimos 4, 5 anos. O vereador Eduardo Magoga pode dar um testemunho aqui lá na região dele, né, onde nós trocamos 60 carros. Olha, eu confesso que a reclamação caiu assim de 90 para quase zero, né? [roncando] Então assim, o que que eu acho que é que é legal a gente a gente destacar eh nesse novo modelo, né, e ouvindo muito as audiências públicas, eh o pagamento das concessionárias vai ter um um uma uma avaliação da qualidade do serviço, tá? Então isso é um item e vai ser objetivo o critério de de de avaliação, né? Se é bom, se não é, se atrasa, se não atrasa. Então assim, são critérios objetivos e isso vai interferir na remuneração dos operadores. Então isso é um modelo muito interessante, né, que que realmente a pessoa vai poder avaliar a qualidade do serviço e isso vai impactar na remuneração. Então, como eu disse, eh, as pessoas hoje, a população, né, ela ela, eu lembro que a gente fez uma audiência pública, falamos de USB, de Wi-Fi, uma senhora levantou e falou: "Não quero saber nada disso, eu só quero pegar o ônibus no horário, trabalhar, voltar no horário, acabou". Hum. Então, assim, é isso. As pessoas querem se locomover, né? E elas têm todo o direito e razão, né? que tão pagando a tarifa de ter um melhor serviço com eficiência, com qualidade, com segurança, com agilidade. Se atrasar, olha, com toda essa tecnologia, né, que a gente tá prevendo nesse novo edital, né, tem muita coisa nova vindo, né, muita coisa nova, né? Eh, as pessoas vão vão acessar realmente o aplicativo e vão ver o ônibus vai atrasar, vai atrasar, mas ele vai passar, porque ele não vai quebrar porque é mais novo, né? Uhum. É claro que esse investimento de quase 1.9 B, né, que é o o valor do investimento da frota, ele não acontece no primeiro ano, né? As pessoas acham que, ah, assinou o contrato no primeiro ano já não não existe nem no mercado 800 carros zero para entregar em em tão pouco tempo. Mas o que que é legal? No primeiro ano de contrato, a média de veículos, da idade dos veículos tem que ser 5 anos, tá? Hoje a média é quase 10 em Campinas hoje. Então você imagina uma frota com idade média de 5 anos, vai ter carro zero, vai ter carro seminovo, vai ter carro de 6, 7 anos, mas a a grande maioria são carros novos e seminovos. Isso já para 2026, no primeiro segundo semestre. Olha, é difícil a gente a gente dar uma data, né? Nós temos um prazo dentro da licitação de até um ano, se eu não me engano, para ass para para o cumprimento para dar ordem de serviço, né? Então, nós temos tempo para abrir a empresa, né? Tem as os eventuais vencedores tem que abrir as empresas, depois tem que abrir a ESP da bilhetagem, que é esse novo modelo que a gente traz a INDEC como sócia da empresa de bilhetagem, né? Então tem tem um prazo, aí você tem o prazo para transição da bilhetagem, você tem um prazo para colocar a frota, que é um prazo que também é renovável, né, se tiver algum problema. Então a gente acredita aí que no ano de 2026 aí a gente tenha novidades, né? Não dá para te dizer como a gente vai falar mais à frente, mas a licitação tá prevista pro mês de fevereiro, né, pro dia 10 e dia 23. Então ali a partir desse momento a gente vai ter aí eh como saber exatamente as datas que a gente terá aí esse esse transporte, novo transporte funcionando. Só para não deixar passar, já que você foi provocado, qual que é a sua região e se de fato as reclamações encerraram por lá, [roncando] vereador. Bom, vou aproveitar novamente para agradecer eh a indicação desses 60 carros pra região do padrincheta ali, região norte. De fato, eu era uma da dos vereadores que mais pedia e fazia requerimento de informações, porque eu tinha todas as datas dos ônibus daqui da cidade de Campinas de ano de fabricação. Então, quando o presidente fala dessa desse tempo médio dos ônibus, eu era um dos que ficava conferindo se ele já tinha passado, se não tinha passado, porque era muitos ônibus parado, pegando fogo, problema elétrico. Uhum. E por conta de um ônibus, no horário de pico, todos os outros atrasam. E isso daí virava uma bola de neve. Só que aí quando o ônibus atrasava, ele pegava daquele que quebrou e aí quando chegava num ponto já não cabia mais ninguém dentro. Sim. Então eu acabava virando uma fila enorme de pessoas querendo chegar no trabalho. Então fomos agraciados lá e de fato nunca mais, eu tô falando para você, nunca mais depois de quando começou a operar esses ônibus, eu recebi uma reclamação. Pode ter acontecido um fato ou outro, aí acabaram não me comunicando via WhatsApp, nem rede social, mas todo dia eu tinha uma pessoa me falando e hoje eu não tenho mais ninguém pedindo. Então, de fato, foi uma coisa assim eh maravilhosa. E eu acredito que esses pequenos atos vão até colaborar para 2026 e quando entrar a nova concessão, porque a empresa, nós não sabemos que é a empresa que que ganhou, mas se caso a empresa permanecer, eh, esses ônibus já estão em operação, então já são ônibus novos. Agora que o Vinícius falou, uma coisa muito importante. Eu lembro que a gente tinha muito problema na UPA e quando foi feito o novo modelo de contratação da UPA, dizia assim no contrato que quando o médico faltasse, a empresa tinha 2 horas para repor esse médico. Uhum. Senão o plantão era descontado na folha de pagamento do mês. O que que aconteceu? Nunca mais tivemos falta de médico nas no nos atendimentos da UPA. Quando o presidente traz essa novidade, esse novo conceito de contrato, isso faz com que a empresa naquele formulário que vai ser feito a pesquisa de satisfação, ela pode receber menos no mês pela prestação de serviço. Então esse controle é muito importante, como também é muito importante nesse modelo novo, apesar de sabendo pelos autos que algumas pessoas tiveram uma crítica onde eh a bilhetagem vai ser composta por 49% da municipalidade, todo mundo queria que essa bilhetagem fosse diretamente do município. Mas há uma razão que eu acredito que o presidente pode explicar melhor aqui para que a Transurk continue com seus 51% e o município 49. Mas já é um fato inovador e melhor pro município, porque nós vamos ter aí 49% de fiscalização quanto a esses créditos que são eh gerados através da Transburc. Como que funciona essa habiletagem e essa porcentagem? Olha, o o que eu acho que é é interessante e trazer nesse nesse novo modelo da bilhetagem, né, eu falo uma coisa que é importante, né, hoje nós temos, né, acho que é importante esclarecer isso para todo mundo. Hoje nós temos a Transurk, né, que que é a empresa que que gerencia a bilhetagem, mas nós temos eh como pedir os dados, pedir acesso, né, ter informações aos dados da bilhetagem. Bilhetem, para quem não sabe, né, você passa, compra o crédito, ele tem um sistema, esse dinheiro vai para uma conta, dessa conta você consegue fazer os pagamentos, né? é a receita tarifária do sistema de transporte público. Então, hoje nós temos a Transurc e nós temos eh a gestão disso, né? Nós conseguimos pedir as informações, ter acesso aos dados. E o que que a gente tá trazendo nesse novo modelo? nós agora, né? E aí não é mais a Transur, que é uma é uma empresa nova, né? O ganhador do lote norte e o ganhador do lote sul vão montar uma empresa. Vão montar uma empresa e a INDEC passa a ser sócia. Se é 1% de sociedade, eu conheço gente que tem sociedade em 1% da empresa e é o que mais ganha. Ele só tem 1%, mas ele é o que mais ganha e talvez é o que a pessoa que até que que determina o que vai ser feito na empresa, né? Então assim, nós escrevemos e publicamos isso no edital, todas as regras que essa empresa da bilhetagem vai ter que ter, né? E o que que eu acho legal disso tudo é o dinheiro vai tá ali dentro da empresa da SPE e ainda é sócio. Ela tem poder de veto, ela tem como olhar a conta bancária todo dia, ela tem como, dá um exemplo, tá? Vendeu esse mês 30 milhões de crédito. Uhum. Usou 28, sobrou dois. Beleza, o dinheiro tá aplicado. Esse rendimento é do sistema. Pode ser reduzido o subsídio, pode ser reduzida a tarifa, tá ali, fica pro município. É, hoje não tô falando para você que hoje não fica, mas nós vamos ter controle disso tudo. Uhum. sendo 1%, 2 4, nós temos sociedade. Então, tendo sociedade, não é o Vinícius, é a INDEC como empresa passa a ser responsável pelo sistema de bilhetagem eh eh junto com os operadores, né? Então, como eu disse, vendeu 30, usou 25, vamos supor que é cinco todo mês até o final do ano, são 60 milhões. Você pode abaixar a tarifa, você pode comprar carro, você pode fazer diversas coisas, eh, tendo essa participação ali, eh, dentro da empresa de bilhetagem. Então é um modelo eh inovador, né? Um modelo que foi até apresentado ao Tribunal de Contas, né? Foi visto com bons olhos. Eh, porque é o que o vereador Eduardo Magoga disse, muitas vezes, eh, não adianta tá só no contrato, né? Você tem que fiscalizar, sim, né? A média dos carros hoje teria que ser cinco, é 8, 9, tá sendo multado, existem multas, né? Não tá cumprindo horário, não tá tendo pontualidade, tá sendo autuado. O número de infrações nos operadores de ônibus quadriplicou nos últimos 2, 3, 4 anos. É só olhar os dados, porque a gente tá fiscalizando, né? É a nossa obrigação, é nosso papel e e a gente tem expectativa aí que esse edital, como eu disse, vou voltar a dizer, ele está sólido, né? Os números estão atualizados, o valor do diesel tá atualizado, o valor da mão de obra tá atualizado, os custos estão atualizados, né? Tem muita mão de obra envolvida, muita peça, muita coisa envolvida dentro desse processo, os valores de aquisição de veículos, né? Eh, realmente é um é um valor significativo, né? O o o custo aí de 11 bilhões, né? o valor da dessa concessão, mas ele é extremamente importante paraa cidade de Campinas, né, para as pessoas que utilizam o transporte público. E a ideia é trazer o passageiro de volta, né? Tem se falado muito na tarifa zero. Aí eh, é uma coisa que tem avançado, né? Era um questionamento que eu ia fazer. Isso tá sendo discutido no município de Campinas. Depois quero ouvir o vereador. Olha, na verdade não é no município, né? É, a gente tem a possibilidade aí no ano que vem de talvez fazer um estudo, mas assim, isso é uma coisa agora que virou nacional, né? O governo federal tá fazendo um estudo, tá fazendo um estudo, já até apresentou um pré pré-estudo aí de 80 bit, 78 bilhões, né, o custo. Sim. Eh, e é uma saída, né, talvez aí, porque o custo, gente, dessa nova licitação, ele realmente ônibus mais novos, tecnologia mais nova, eh, o custo vai aumentar, né? A gente não pode fugir disso, da realidade. O custo vai aumentar, subsídio vai aumentar. Então, são coisas que a gente tem que tem que falar porque é a realidade, né? São números, né? E e a tarifa zero pode ser aí uma uma saída aí pro usuário, né? Porque a gente todo mês tem queda no número de passageiros, né? Então a gente precisa realmente a gente acredita, o vereador Eduardo Magoga sabe disso, que com a nova licitação a gente vai trazer muita gente de volta, mas ainda precisa de mais coisas para trazer o passageiro de volta. [roncando] Vereador, eh, sobre a tarifa zero, né? Há então um estudo do governo federal sobre este assunto. Vira e mexe aqui na Câmara de Campinas a gente tem vereador pedindo isenção em dia de prova do Enem, em dia de vestibular ou para uma parte da população ou aos domingos. Como é que você enxerga essa tarifa zero e a viabilidade de se colocar em prática no município? Bom, eu sou um dos vereadores que no início do nosso mandato a gente ia fazer um decreto legislativo para assustar um decreto do prefeito onde eh ele inspira os créditos dos estudantes, dos trabalhadores, é quando não são usados. Isso daí já sempre a gente sempre viu com é como um absurdo, algo que não é perecível perder o prazo de validade. Sim. E também eh essa questão de várias cidades hoje já no país que já dão isenção para pessoas acima dos 60 anos de idade, igual a cidade de São Paulo. Só que todos esses benefícios, inclusive no dia do Enem, um projeto de lei foi retirado de pauta, mas o prefeito, juntamente, eu acredito que a Secretaria de Transporte e a INDEC tiveram entendimento que no dia do do Enem seria importante ter uma eh ter ali os ônibus disponíveis pros estudantes. Então assim, são atos que a gente sabe que honera um pouquinho a entrada de recurso da empresa que faz a operação no transporte, mas que é benéfico para a população. Uhum. Essas contas é longe de mim querer saber se vão bater no final ou não vão bater no final, mas eu vejo que se o governo federal tem condições de subsidiar isso daí no país, eu acredito que se ter transporte público num país igual o Brasil seria algo inovador eh para um país aqui da América do Sul. Então, seria assim uma bem diferente e inovador. Uhum. Eu acho difícil ser implantado isso daí. Eu acho que é muito recurso financeiro, até porque aí seria uma briga de o governo federal repassar uma parte e o município ainda ter que continuar com seu subsídio, você entendeu, de de repasse. E e aí a gente também tem a bilhetagem, que já não existiria bilhetagem, seria uma biletagem só para controlar o número de crédito que foi passado. Eu acho difícil, a ideia é sensacional, mas eu acho difícil de implantar isso no país de uma forma que o governo federal não queira gastar o suficiente para subsidiar isso daí no país inteiro. E vereador, eh, acho que é claro que nós estamos vivendo uma crise global, climática, né? Muitas críticas à queima de combustíveis fósseis em carros, em caminhões e ônibus. E a gente sabe que eles são fontes relevantes, né, das emissões de dióxido de carbono. E aí para reduzir essas emissões de poluentes se discute a eletrificação do transporte público. Essa licitação aqui da cidade prevê uma frota renovada de no mínimo 60 ônibus elétricos já para os primeiros anos. Você entende que é uma ação importante para poder alinhar a questão do meio ambiente e um melhor transporte aos usuários. Como é que você vê o transporte elétrico? [roncando] Eu acho também uma inovação no transporte, não é uma inovação eh no país e na ideia, mas você implantar isso na cidade de Campinas, você já sai na frente de muitas outras capitais também. Eh, só que 60 ônibus é o que nós recebemos lá na no distrito de Nova Aparecida e não trocou todos. Então você vê que ainda é um número pequeno para que a gente possa cumprir normativas, normas e estatutos votados e aprovados aí recentemente até na COP 30 que foi feito aqui no no no Brasil. Então, acho que é muito tímido ainda essa ação, mas tendo aí um uma iniciativa de começar, eu acho que que é válido. Inclusive, recentemente eu tive com nosso vice-presidente da República, o Geraldo Alking, e ali naquele momento, ele queria trazer os números que o governo federal trouxe pra cidade de Campinas e ele falou de um recurso que ele disponibilizou para troca de decisões na cidade de Campinas. Eu queria até perguntar aqui pro presidente eh se de fato o governo federal disponibilizou esse recurso para troca dessas frotas. esses recursos serão eh disponibilizados pro município e serão repassados para pros ganhadores aí da do chamamento público e e eles vão utilizar esse recurso com juros barato ou esse dinheiro veio para o município de Campinas mesmo paraa renovação da frota sem custo para o município por para o operador, presidente. Bom, na verdade, esse é um programa que foi criado pelo governo federal, né, eh, de renovação de frota, de aquisição de ônibus a diesel e e elétricos. E como nós estamos num num momento, né, estávamos à época no momento da da publicação do do edital do transporte público, né, a gente não poderia misturar as coisas, né? Uma coisa é você financiar a carro, a prefeitura financiar. E no nosso modelo a gente não tá prevendo esse financiamento. A prefeitura pode financiar, pode financiar até porque é um financiamento, né? Não é um dinheiro subsidiado, é um financiamento com juros eh razoáveis, mas você tem que pagar, né? E o investimento, né? Se a gente tá falando hoje já que o nosso subsídio já tem eh eh já tem um valor razoável, né, na cidade que a gente tem que honrar o subsídio, eh, e muitas vezes ele tá no limite ali, né, anual, então você imagina financiar carro e ter que pagar a parcela, né? Então, até porque se você financiar o carro, embora você vai ter que passar isso pro operador, você vai ter que pagar a parcela, né, ou o operador. E aí você vai ter que subsidiar isso. Independente de quem for pagar a conta, o dinheiro vai sair, vai ter que sair do caixa, né? Então, eh, a gente fez uma opção, ele abriu para algumas cidades esse esse pack da renovação da frota. Aí teve o PAC continuado desse e a gente ainda tá inscrito, né? Existe ainda a possibilidade. Então a gente esperou por bem esperar a licitação do transporte público, né? E se eh achar que que depois da licitação, se tudo der certo, se achar que existe a possibilidade de financiar carros, eh a gente tem essa possibilidade, sim, mas é financiamento, né? como eu disse, não é nada subsidiado. Eh, no caso da licitação do transporte público é aquisição, né? Então, os operadores que ganharem a esse contrato de concessão, eles têm que comprar o veículo, né? É uma é uma o veículo elétrico, né? Eu tô falando além dos outros veículos. Então, eh, não é o município que vai financiar e passar o veículo para eles. Existe essa possibilidade, né? a gente eh acredito que tenha colocado alguma cláusula nesse sentido. Se o município no futuro, né, financiar veículos, repassa, faz uma fórmula de remuneração, né, eh, e dá seguimento aí a eventual eh condições financeiras de você poder fazer esse financiamento sobre essa questão dos ônibus elétricos, né, 60, então, né, acho que é uma tendência mundial, acho que eu posso falar sobre isso. E se isso abre espaço também para alternativas, né, de propulsão, como GNV, como hidrogênio. E outra pergunta, o que são veículos Euro6 pro restante da frota? É o o a gente deixou dentro da licitação também essa questão de outras alternativas, né? Eh, não só o veículo elétrico, né? Podem ter outras alternativas, hidrogênio no futuro, pode ter muita coisa nova aí. Então isso é é tá dentro ali do essa possibilidade dentro do edital. OK. E o Euro 6 hoje o o ônibus a diesel é Euro5, né? Os novos, os veículos novos dois, eu não sei te dizer exatamente se é de 24, mas eu acho que é 24 já. É o padrão Euro 6. Eles são menos, é veículo a diesel menos poluente e dentro do edital a gente pediu os veículos eh de última tecnologia diesel, que é o padrão Euro6. Os ônibus antigos, eles vão continuar funcionando? Olha, eh essa é uma pergunta, a gente não sabe o que vai acontecer, né, na licitação. Então o que que é importante a gente saber? Existe um contrato depois da licitação nova e ele tem que ser cumprido, né? Se o ônibus é do José, do Mário, do Pedro, né? A gente precisa que o que o contrato seja cumprido. E e como eu disse, no primeiro ano de contrato, a idade média dos veículos já tem que ser 5 anos, né? Então vão ter ônibus mais antigos, ônibus seminovos e ônibus 0 km. Então, e pode ser que tenha muito mais 0 km, pode ser que a idade média no primeiro ano seja 3 anos, né? Eh, porque muitas vezes você não acha veículo de 2 anos para comprar, né? Ou você compra zero, ou você vai comprar um veículo com 8, 9, 10 anos, entendeu? Então, muitas vezes o o a quantidade de veículos novos no primeiro ano de contrato pode ser maior do que a expectativa. Vereador Eduardo Magoga, questão de acessibilidade sempre surge, né? Existe o elevador, por exemplo, para ajudar os cadeirantes, mas muitas vezes não tá funcionando, tá quebrado, tem o deslocamento do motorista para ajudá-lo. Enfim, os novos ônibus 100% de acessibilidade e aí as manutenções precisam acontecer, né? Com certeza. E falando de acessibilidade, a gente também precisa de comentar sobre o serviço, o pai serviço, né? Eh, nós vereadores aqui gostamos de colocar bastante projeto para votar em pauta, principalmente quando vai defender um público. E eu sei que toda vez que a gente assume o compromisso de contrato, de concessão, fica cada vez mais difícil de você mexer nesses mecanismo durante eh o exercício daquele contrato. Então, o PAI Serviços hoje ele já ampliou seu atendimento para algumas deficiências que no passado eh a gente sabe que não atendia e a tendência agora é de incluir outras como o autismo, tá? Que o presidente aqui que sempre recebe lá mães atípicas, famílias representando eh instituições e pessoas também representando os munícipes. Eh, como é que vai ficar essa questão, presidente? Eu também de uma pergunta, eu já te faço uma pergunta, mas é uma coisa que é muito importante a gente entender, porque por muitas vezes tentamos colocar projetos aqui durante eh durante o período que o contrato está sendo e exercido e a gente fica esbarrado na lei para que a gente não possa mexer novamente no contrato. Então, está previsto aí o aumento de atendimento a outros tipos de deficiência. E quando você fala de manutenção, isso daí eu acho que o próprio presidente já foi muito assertivo quando ele fala que a renovação da frota e a implantação de ônibus novos, isso já diminui bastante esse tipo de ocorrência. Então, eh, você tem um ônibus que ainda tá na garantia da fábrica, fica mais fácil de você, eh, conduzir as manutenções de dessa frota nova. E também, presidente, já também deixando aqui, a gente vê que no edital ele fala de uma ampliação da rede existente. Então, nós teremos um número maior de veículos do município ou nós só vamos fazer uma readequação de linhas? porque fala de sistemas tronco alimentado. Eh, explica um um pouquinho, porque por mais que nós vereadores buscamos informações, nada melhor do que o presidente da INDEC, o secretário tá aqui para est nos respondendo. Olha, muito importante os as suas perguntas, viu, Eduardo? Eh, eu com relação ao PI Serviço, nós ampliamos, né, nessa nova licitação a quantidade de van de 50 para 60 veículos, né? É uma é uma é um número que a gente achou razoável. Eh, e o que que eu acho que é legal para responder uma um questionamento seu da questão do contrato? Nesse modelo novo, nós temos prevendo aí também revisões ordinárias no contrato, se eu não me engano, a cada dois ou três anos. Então vai ser possível, dada como as coisas mudam muito rápido ou novas ideias surgem ou novos projetos de lei surgem, dentro desses 2 3 anos nós temos essas revisões ordinárias e também tem a questão da revisão extraordinária. Que quer dizer isso? Ah, entrou uma coisa nova, a gente pediu para atender, vai ter que fazer. Beleza, vamos fazer. cria-se essa questão da da revisão extraordinária, entra com processo lá e faz um uma adequação no contrato, reequilibra o contrato, não sei, mas é possível, né? Muitas vezes você ficava travado, né? Porque o contrato ele tá lá, não prevê essa possibilidade e aí a gente acaba não inovando e não trazendo eh eh novas eh eh ferramentas. a questão do transporte da pessoa com autismo. Eh, esse é um tema que a gente não trata dentro da licitação. A licitação no transporte público, ela vai tratar da do veículo. Qual veículo hoje lá? A van. O que a gente atende hoje é a pessoa com mobilidade reduzida, né, ou com andador. Então, é nisso que a gente precisa mexer, que é um outro decreto, né? Eh, e aí fazer um estudo, existem as vans, vai criar um novo serviço, né? Da onde vai vir um orçamento, vamos buscar um orçamento. Então, independe da licitação do transporte público, né? O que a gente colocou ali são as 60s para atender a pessoa com mobilidade reduzida e cadeirante, andador. Lembrando que ah, amanhã, vamos imaginar aqui, amanhã tem essa questão de atender os a pessoa com autismo. Bom, o que que a gente vai fazer? Vai criar um programa específico ou vai só alterar a lei? E dessas 60 vans, cinco vão atender ou 10 vão atender ou 30 vai atender. Isso fica aberta essa possibilidade, ou 20 vai atender a pessoa com deficiência visual. Legal. independe, né, da da da licitação. E essa essa questão da troncoalimentação para explicar um pouquinho, eh vai aumentar sim o número de veículos, né, de hoje para pra nova licitação que a rede aumentou, né, para dar mais eh qualidade, mais opções, mais ônibus, mais horários, né, pro usuário do transporte público, mais empregos, mais empregos consecutivamente. Consequentemente. O que que eu acho interessante essa troncoalimentação? É, nós vamos realmente eh usar eh a questão da alimentação, agora criar várias linhas alimentadoras para que do bairro, o que que quer dizer isso? Do bairro pros terminais você tem mais horários, né? um intervalo menor e do terminal você consegue seguir o seu destino. Então nós vamos ter novas linhas aí nesse novo modelo, tá? Até dentro do edital isso. E com isso a gente entende que vai trazer mais qualidade e eficiência paraa operação, porque tem muitas linhas que são longas e aí a possibilidade de uma quebra de um veículo é muito maior do que esse ônibus que pode fazer ali no bairro só, né? E o outro ônibus mais específico, mais robusto, pode fazer o trajeto e maior maior. Vinícius, a licitação contempla também a operação do BRT? Se sim, de que maneira e o que que tá faltando para termos aí 100% das operações daquilo que é esperado? Na verdade, a gente hoje já está operando o BRT, né? Tanto Campo Grande, quanto Ouro Verde, quanto quanto o Perimetral, né? e estamos operando as estações, os terminais. O que a gente tá fazendo dentro da licitação é passando essa operação, a manutenção, eh, a limpeza e a segurança disso pra concessão, né, pro responsável aí fazer esse processo. a a o que tá faltando hoje, eh, são os ônibus, né, novos ônibus aí, né, porque a gente precisa colocar muito mais linhas ali dentro do BRT e com a licitação do transporte público. Deve ter alguma outra novidade que a gente queira fazer aí nos próximos dias, né? Não tem nada a ver com a licitação de criar uma linha nova lá na região verde, do terminal verde. Mas a ideia aí dessa operação dos terminais é é isso, né? colocar TV com os horários em algumas carros também, o áudio visual em alguns carros, né? Começar com alguns carros no começo da licitação. Foi uma uma coisa até que o que o vereador Eduardo trabalhou muito, uma iniciativa dele, né, da da dessas das pessoas, atendimento às pessoas com com deficiência visual. Eh, então tem várias novidades dentro desse edital aí para trazer, como eu disse, mais qualidade e assim, na verdade, né, gente, é a nossa obrigação e é o é um básico, né? A gente realmente tá 20 anos com um contrato antigo, né? mais do que necessário a renovação disso e por isso a gente tem muita expectativa e torce para que dê certo. Magoga, a expectativa então por linhas intersetoriais, conexão mais eficiente, né, entre bairros, terminais, regiões da cidade, expectativa renovada aí? é uma expectativa muito alta que gerou todo esse trabalho, todo esse tema, todos esses questionamentos, até porque depois da licitação deserta recai, né, a responsabilidade sobre o município de trazer uma resposta. Agora, vejamos que o transporte da cidade de Campinas, sendo um transporte com referência metropolitana, você imagine as pessoas deixarem esses condicionamentos de carro que toda Campinas tem dia que parece que você tá em São Paulo, você começa com um condicionamento lá no Seasa para você chegar no entroncamento da Ianguera com a Dom Pedro. Então você fica ali parado e perguntando, mas o que que aconteceu? E quando você chega no trevo, você vê que não aconteceu nada. Simplesmente é a quantidade de de veículos que as pessoas utilizam ainda para ir para o trabalho. Mais de 1 milhão, né, Vinícius Rever? Você participou de uma questão de ordem placamento, mais de 1 milhão de veículos em Campinas. Sim, mais de 1 milhão. Já deve tá aí 1 milhão10, 1 milhão20.000. Então a gente sonha com esse transporte público de alta qualidade, você entendeu? trazendo aí o conforto pro usuário para que ele possa eh utilizar mais esse transporte público e diminuir o o o trânsito, né, dos carros na cidade de Campinas. Isso vai colaborar também eh pelas questões ambientais na região metropolitana e na cidade de Campinas, onde o próprio prefeito tem implantado bastante aí micros florestas nessas áreas de muito adensamento de carro para combater e e a cidade de Campinas tá sempre inovando, né? Ser uma das cidades piloto aí para que a gente transforme a região metropolitana. Então, a expectativa é muito alta. Eh, com essa licitação, nós, acredito que a frente parlamentar desses vereadores, nós vamos estar eh participando e presente aí para para ver de fato o Dar e o presidente da INDEC bater aquele martelinho na mesa lá, igual fez o Tarciso. Vinícius, e sobre datas para quem está nos acompanhando, conseguir acompanhar, quando que vai ter abertura de envelope neste momento? O que que está acontecendo e como é que vai ser este início de 2026? Olha, nós publicamos o edital aí no dia 4, né, dia 5, salvo engano, dia 5 de dezembro. Eh, e ele tá marcado, né, pro dia 10 de fevereiro, né, ah, tem que ser entregue três envelopes no dia 10 de fevereiro, lá na bolsa de valores, lá na B3. Uhum. É, são os envelopes com as garantias. eh os envelopes com os valores e os envelopes com a habilitação, né? E no dia 10 de fevereiro é aberto o envelope do credenciamento e as garantias, né, de dos interessados. Aí ali escolhe três. Ali não, ali é aberto só um envelope, as garantias e o credenciamento. E aí você vê quem quem apresentou as garantias. E pode, mas pode ser mais do que pode, pode ser 10, pode ser 20, pode ser três, 2, né? No dia 23 vai abrir o envelope só de quem eh teve ali as suas o credenciamento, credências cumpridas. garantias cumpridas. E ali ali, isso é interessante, as pessoas não muitas vezes não sabem, ali no dia 23 que abre-se o segundo envelope, que são os valores, pode haver a concorrência, né? Pode haver lance, dependendo na hora ali pode modificar o valor, pode haver, pode você oferecer um valor, oferecer outro, então você quer dar menos sei o quê, você pode pode ter concorrência ainda no dia. No dia. Eh, e aí no dia próprio dia 23, né? Se tudo der certo, como o vereador Eduardo Magoga disse, vamos deixar isso pro pro prefeito de Campinas, né? bateu o martelo e aí depois tem a habilitação também, que é o terceiro envelope. Então, e é a documentação, né, certidões, uma série de coisas. Eh, mas é isso, a expectativa. Então, a nossa data, a nossa fatídica data é do dia 23 de fevereiro de 2026, tá? Só para não deixar passar, não lembro se foi respondido, o sistema de arrecadação e de remuneração, né, a biletagem eletrônica, ela vai ter participação do poder público? Ela é a bilhetagem. Esse é a habilhetagem. Então é nesse modelo novo que hoje nós não temos participação, mas temos fiscalização, OK? Mas nós teremos a sociedade, uma SPE, né, que é uma sociedade de propósito específico, em que a INDEC vai fazer parte desse desse dessa empresa, tá? que vai cuidar não só disso, mas também do monitoramento do transporte público. Programa bom, é programa com muitas informações e o nosso tempo já foi encerrado. Portanto, vereador Eduardo Magoga, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, as informações que foram trazidos aqui, desde a sua região, do seu bairro, mas o trabalho que tem sido realizado de fiscalização, tenho certeza que de grande valia pro nosso telespectador. Já faço um novo convite pro senhor participar do Questão de Ordem em 2026, que esse é o nosso penúltimo questão de ordem do ano, mas em 2026 a gente vai ter bastante programa para falar bastante assunto e deixo aberto as suas considerações finais. Bom, é agradecer mais uma vez o convite por estar no programa bem conceituado e muito assistido na cidade de Campinas. agradecer aqui a disponibilidade do presidente da INDEC de trazer essas informações e também deixar a nossa colaboração para todos que precisam dizer que a nossa fiscalização, mesmo com os ônibus novos, nós vamos continuar, porque os problemas do transporte não é só o ônibus, não é só o motorista, ela engloba bastante é bastante ações no dia a dia e a Frente Parlamentar vai continuar até o dia da licitação. Então, nosso muito obrigado. Obrigado, presidente pela oportunidade. Presidente da INDEC, Vinícius Riverete, também muito obrigado por mais uma vez a disponibilidade do seu tempo com a nossa equipe, ter vindo até os nossos estúdios, dar explicações aos nossos telespectadores sobre este modelo, sobre o que é esperado pro transporte da cidade de Campinas. já faço um novo convite para também 2026 o senhor retornar até o programa Questão de Ordem e fica aberto à suas considerações finais. Olha, eu queria agradecer mais uma vez, né, esse espaço aqui democrático, né, agradecer ao vereador Eduardo Magoga, mais uma vez, um grande amigo, um trabalhador aí mesmo, uma pessoa que tem feito bastante coisa aí eh pela cidade de Campinas, com várias ideias inovadoras, né, trazendo aí uma responsabilidade muito grande pro poder executivo também fazer as ações que são cobradas. Eh, agradecer a você, Gabriel, aí pela condução, agradecer a toda a equipe aqui da TV Câmara e a todos aí que nos assistiram, dizer que a gente tá disposição. Eh, e vamos todos aí torcer para que esse processo aí tenha um final feliz, para que a gente possa ter um transporte público melhor aí paraa nossa cidade e agradecer ao prefeito por todo o apoio que deu, né? Realmente é um é um processo complexo e e a gente espera que dê certo. Agradecer ao secretário Fernando, a toda a equipe. Eu tô aproveitando para agradecer aqui, porque realmente a gente passou dias e noites ali nesse final para entregar esse esse esse trabalho que é nossa obrigação, mas a gente entende aí que foi o melhor que a gente pôde fazer. E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído, que você saia bem informado sobre essa nova licitação do transporte público coletivo aqui da cidade de Campinas e certamente que vai gerar muita expectativa para este ano de 2026 com mais melhorias, qualidade, conforto e pontualidade. Questão de ordem fica por aqui. Até uma próxima oportunidade. Ciao. Ciao. 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