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QUESTÃO DE ORDEM - JANEIRO BRANCO 2024
Em destaque · HD Vídeo · QUESTÃO DE ORDEM

QUESTÃO DE ORDEM - JANEIRO BRANCO 2024

34 views Publicado 30/01/2024 HD · 1:22:07

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[Música] Olá boa tarde 3 hor mais 10os começa agora o questão de ordem ao vivo e o tema de hoje é o Janeiro Branco desde 2014 a campanha com centia sobre a importância da Saúde Mental e emocional A ideia é que as pessoas cuidem da Saúde Mental assim como cuidam da Saúde física agora em Janeiro as academias estão cheias O que é ótimo é necessário é importante mas e o nosso emocional será que as pessoas cuidam e tratam dos transtornos mentais ainda existem muitos estigmas bom sobre estes assuntos eu converso agora com o vereador Paulo hadad que é presidente da Comissão permanente de política social e saúde o vereador Cecílio Santos que é membro da comissão de política social e saúde e que já promoveu debate sobre violência nas escolas e bullying e a lucimia Tavares Rangel que é psicóloga clínica especializada eh em psicanálise Clínica lembrando gente que o debate vai acontecer faria as interrupções Apenas quando o necessário Luci começo com você o tema deste ano da campanha do Janeiro branco é saúde mental enquanto a tempo e aí eu já te pergunto com base neste tema qual que é a importância do tempo em identificar de tratar de cuidar da saúde mental como em um geral seja bem-vinda e boa tarde obrigada boa tarde Gabriel obrigada por pela oportunidade eh quando a gente fala de Saúde Mental é algo muito amplo né então a gente começa des né o cuidado desde a gestante que carrega ali no ventre uma criança então ela tendo as boas condições isso já favorece esse desempenho Então a gente tem o desenvolvimento o cuidado na primeira infância segunda infância adolescência vida adulta enfim é é toda uma trajetória de cuidados e nessa campanha né o Janeiro branco que vem aí há 10 anos né E já virou inclusive né uma uma condição agora Federal de divulgação eh Ela vem porque nesse mês de janeiro como você colocou as pessoas estão muito motivadas fazendo aquela reflexão do que aconteceu né no último ano ou do que elas querem mudar a possibilidade de transformar então é nesse embalo né que o Leonardo Abrão lá de Minas Gerais ele resolveu desenvolver essa campanha H 10 anos para que juntos as pessoas pudessem não só pensar nessa saúde mental nessa saúde emocional mas também viabilizar meios e possibilidades para cuidar para melhorar disso então a gente consegue fazer isso no nível individual eh podendo escolher alguns hobbies fazendo algumas atividades que possam fazer bem desde uma atividade física a uma boa alimentação um Convívio com pessoas que possam te trazer uma con de bem-estar ou identificar situações ou relações que sejam estressantes e como conduzir para que essas relações não continuem a trazer ou um prejuízo então com o Janeiro Branco A ideia é que a pessoa possa repensar né e reescrever Uma Nova História pensando do ponto de vista individual que ela pode fazer no ambiente onde ela se encontra seja na escola no trabalho ou ou até mesmo em família e nas e no na condição institucional né que a gente vê também que essa campanha quando ela vai pro Brasil e tem até em outros países a gente vê não só a possibilidade de discussão do tema como a gente desmistifica né esses medos os preconceitos será que seu cuidado da Saúde Mental ou falar de alguma coisa será que eu tô ficando louca Será que vão dizer que eu estou louca Então quando a gente começa a falar a gente vai tirando esses preconceitos né então favorece como um todo para que as pessoas o ambiente e as instituições também possam melhorar resposta é interessantíssima e enquanto você tava falando eu já fui pescando aqui vários Ganchos um deles antes de eu conversar aqui com os vereadores você citou que essa preocupação já precisa começar na gestante e eu sinto de acordo com a sociedade que geralmente ente esta preocupação Vem quando a pessoa já tem algum problema isso até depois quando ela é adolescente ou mesmo adulta como é que é essa preocupação com a gestante que que ela precisa fazer isso passa pro bebê isso tem relação com ela mesmo de ter algum problema Por que que isso já começa com a gestante Olha é Gabriel a gente tem algumas coisas que são protocolos né Fazer o pré-natal é o suficiente e é muito importante o pré-natal mas é muito importante saber quais são as condições de apoio que essa gestante tem às vezes ela faz o pré-natal mas às vezes ela não tem um apoio familiar Ou às vezes ela não tem condições de ter sei lá ou o enxoval ou o apoio do do Companheiro ou às vezes eh dentro do do trabalho que ela está sofre algum tipo de discriminação por tá grávida Então essas situações estressantes Sim ela pode afetar digamos a bioquímica desse desenvolvimento do bebê uhum ou pensando em pessoas que fazem uso de drogas Então essa bioquímica ela já é muito mais comprometida então a importância maior por exemplo né das políticas públicas para essas pessoas que T risco ou envolvimento com drogas então geralmente elas são mais reativas né Eu Já Fiz um trabalho com elas H al um tempo H mas por exemplo é muito necessária quando a gente a gente quer cuidar das futuras gerações que vem sim porque se tem um começo mais comprometido com certeza o desenvolvimento vai dar muito mais trabalho não que não possa ser revertido mas dá muito mais trabalho participa do questão de ordem também o vereador Paulo hadad e e de que maneira que o senhor Analisa essa temática por conta da pandemia o assunto ficou mais Evidente né você entende que nós prestamos mais atenção neste assunto foi debatido mais a questão da Saúde Mental ou tudo já está voltando para uma rotina e no geral a população ela é negligente seja bem-vindo e boa tarde muito obrigado Gabriel Castro uma boa tarde Vereador Cecílio Santos companheiro de legislativo Luci Mária seja muito bem-vindo desejar a todos vocês um feliz e abençoado 2024 aos nossos telespectadores também bom ano muita saúde muita paz muitas realizações muito trabalho mas também muitas vitórias e a pandemia ela nos impôs uma realidade totalmente diferente não só no aspecto né físico da Saúde física mas também da saúde mental que é o que nós estamos vendo agora depois acho que a Luci Mária pode falar com Talvez um pouco mais de propriedade apesar de né ser ter a minha formação na área médica muitas vezes a gente é muito mais intervencionista do que realmente ente um psicólogo uma pessoa né que tá mais focada na saúde mental Mas isso passa também pelos nossos consultórios passa também pelo nosso entendimento dentro né de de um trabalho no Legislativo mas a pandemia ela hoje ainda a gente vive e vai nós viveremos isso por muitos anos algumas eh sequelas entre elas a parte da Saúde Mental eu no final do ano a gente teve a oportunidade de fazer um POD de k com uma nutricionista uma professora de educação física e um psicólogo falando justamente isso né em já focando o Janeiro Branco das metas para 2024 né a as projeções pro ano que que se Faria presente no no futuro muito próximo então nós ainda não havíamos entrado no 2024 e a gente via a preocupação real preocupação de fazer esse link entre saúde física saúde mental para que a gente tenha aí o corpo né na sua Plenitude não só no aspecto físico no aspecto mental e a gente sabe que isso é diretamente interligado né Às vezes a saúde mental ela acaba interferindo na saúde física e vice-versa mas eu acho Gabriel acho não tenho certeza que a gente ainda tem um grande desafio pela frente muitas pessoas Elas acabaram ficando muito reclusas e elas continuam reclusas né a gente vê isso na na no trato do dia a dia fica muito mais fácil você eh conversar ou algum algumas pessoas ainda tem mais facilidade de conversar via telefone via mensagem do que no dia a dia no Olho no olho eu sempre falo que que essa nossa relação de pessoalidade o olho no olho ela mostra quem somos na realidade e quando nós temos aí eu eu falo que muitas vezes é um subterfúgio que você fica atrás de um teclado de um celular conversando com alguém ou falando aquilo que você você quer muitas vezes você não acaba eh eh interagindo na na sua plenitude e vê a pessoa na sua essência né olhar no olho enxergar dentro do coração das pessoas então Cada um fala o que quer né eles se acham no direito de falar aquilo que quer isso causa muitas vezes muita eh dificuldade na interrelação muitas amizades elas são destruídas relações profissionais às vezes elas acabam também ficando comprometidas e também familiares né nós viamos né em alguns debates muito acalorados entre o meu grupo com o seu grupo a minha opção com a sua opção o meu e e eh a minha a minha agremiação partidária contra a sua o meu time contra o seu Enfim então eu acho que a gente tem muito ainda a maturar muito ainda a a percorrer para que a gente consiga encontrar talvez algum remédio né algum remédio que não seja amargo mas que possa a trazer aquele padrão de normalidade que a gente tinha antes da pandemia importantíssima também a contribuição do vereador Paulo hadad participa também aqui do programa o vereador Cecílio Santos e estatísticas mostram números significativos de depressão de ansiedade síndrome de bornout por isso é importante conscientizar sobre os sintomas as causas e formas de procurar ajuda ver você entende que nos bairros mais periféricos é mais difícil o acesso é mais complicado para que essa informação chegue de forma correta E essas pessoas busquem uma ajuda seja bem-vindo e boa tarde obrigado Gabriel pelo convite cumprimentar o vereador Paulo AD noss convidada Lu Maria Mar você que nos acompanha pela TV Câmara nosso abraço solidário veja eu entendo que sim a população seria mas eh eh distante das informações e também às vezes numa situação de vulnerabilidade certamente sofrem eh mais para ter o acesso e ter não é a saúde mental atendida até porque é uma situação que tende as pessoas inclusive no meu modo de entender e Pelas conversas que a gente faz a não expor até para as famílias até queria que a Lu mar comentasse um pouco sobre isso porque as pessoas se fecham de tal modo que não compartilham aquela dor não é que é sem dúvida uma dor n é muito forte n a a questão da depressão não é este este isolamento digamos assim conforme estava comentando o vereador Paulo adad que naturalmente a a pandemia contribuiu muito para isso eh é ruim para a saúde coletiva de modo geral não é quando a pessoa está bem ela constrói relações saudáveis né E quando a pessoa está com problemas naturalmente isso vai de certo modo contaminando Então acho que é importante que a política pública atenda e principalmente aqueles que estão eh precisando mais Sem dúvida nenhuma então os caps são eh portas de entrada para esta população mais vulnerável e a nossa cidade oferece né o atendimento aos Caps precisa melhorar Sem dúvida tenho visitado inclusive n é eh mas é fundamental que a população não fique sofrendo sozinha eu acho que é importante a conversa na família com os amigos e naturalmente procurar ajuda de um profissional que possa orientar eu até tava conversando aqui um pouquinho antes Lu Maria que como é que a gente identifica principalmente no adolescente que passa por uma série de e mudanças naturais nãoé e e às vezes a gente como pai de adolescente se pega em situações e agora sim que que eu faço não que que eu digo entende então eu acho que é muito importante o programa e esse tema não é para que a população possa entender que existe saída existe eh os profissionais e o próprio município também oferece eh acesso a política de Saúde Mental para que a a a população possa eh eh ter essa esse auxílio Luci marria só antes de você responder essa questão específica sobre adolescente na minha pergunta pro Cecílio eu cit né questão de ansiedade de depressão e bornout qual que é a relação dessas doenças com a saúde mental porque acho que é muito comum até quem está nos acompanhando muitas vezes pessoas famosas então Nunes apareceu com depressão e aí um monte gente nossa mas ele é famoso ele é rico tá com depressão tem o caso da Isabela Camargo jornalista muito famoso também já foi da Rede Globo de vários telejornais que teve bornout precisou interromper e todo mundo falou nossa mas ela apresentava um dos principais jornais do país como que ela tem isso Qual que é a relação de saúde mental com essas doenças e que muitas vezes a gente olha a pessoa e não consegue identificar Sim posso só voltar um Pou as considerações que eles fizeram da questão da Periferia eh a gente infelizmente a gente mor eh numa num país que as pessoas não têm acesso a à algumas condições de saúde o profissional do psicólogo infelizmente é ainda tá numa condição meio elitista porque a gente não tem eh abertura em todos os lugares ou às vezes as a população não tem condições ou acesso de chegar ao profissional então por exemplo tem a questão dos Caps né tem algumas ONGs que vão à Periferia e fazem vários tipos de atendimento existem igrejas que fazem esse trabalho então Eh o que existe Hoje não dá conta de atender então essa possibilidade agora né dos psicólogos nas escolas isso seria de fundamental importância pra gente trabalhar isso antes né da coisa virar uma doença a ansiedade já está ali né está instalada ou a própria depressão então seria um meio né de trabalhar isso antes eh e até favorecer não só a discussão porque eu acho que assim informações hoje a gente tem muito na internet o problema é que as pessoas ficam E como que eu faço isso né então esse modo de fazer eu acho que seria isso que o Paulo colocou no começo né de uma presença né então ter presença de profissionais que possam criar algum tipo de dinâmica ouvir ali as pessoas criar às vezes um atendimento em grupo que é muito importante e ajuda muito então tendo esse canal de ouvir as pessoas com certeza já ajudaria bastante agora quando você fala né como que a gente identifica eh pela OMS né o conceito de Saúde Mental é quando você tem uma boa condição né você transita nas áreas da vida na área pessoal na área de trabalho eh nas relações afetivas inclusive tendo uma saúde financeira espiritual e que isso possa digamos ficar bem e ter todos esses quisitos é difícil né porque não depende só de você depende do meio Onde você tá inserido do grupo de família de trabalho então tudo isso no geral pouco a pouco que aí como a gente falou seja eh da maneira como você foi cuidado criado Desde da sua infância lei de quando pequeno mas as pessoas vão recebendo algumas cargas emocionais eh que não quando criança vamos colocar chegar na adolescência quando criança a criança pode passar por um trauma né não identificar aquilo naquele momento uma separação uma às vezes uma perda né na num num shopping numa praia perdeu-se dos Pais aquilo aparentemente passou desapercebido ah criança nem lembrou Mas aquela emoção fica guardada de um jeito que quando chega na adolescência todas essas coisas elas voltam só que agora com um novo significado então às vezes na adolescência se o indivíduo não teve ali um apoio ou um esclarecimento das coisas que estavam acontecendo ou o adolescente se sentir seguro para conseguir pedir ajuda em casa ou a alguém eh infeliz mente Gabriel a gente tem aí uma rede né Muito perversa fora né da família que quer cooptar os adolescentes e sempre usando de uma forma eh seja por um estatus seja por uma força é para ir para um lado mais criminoso mais prejudicial Então se o adolescente não tem isso bem claro né Pelas conversas pelo apoio familiar isso fica uma ação muito grande e na vida adulta a gente tem que também dar respostas né ou numa posição ou mostrar trabalho eh ou mostrar um desempenho agora tá nessa onda de muita produtividade você precisa né ser competitivo mostrar que você tá produzindo mais que o outro então isso faz silenciar todo o sofrimento todo o cansaço é como se diante de um cansaço a pessoa vai tomando ou energéticos ou outras substâncias então abafa aquele Sofrimento Traz mais uma carga e aí quando chega um momento eh aquilo desaba né o bornout simplificando é quando o indivíduo abandona aquele autocuidado e se entrega Uma demanda assim eh feroz do Trabalho em que a pessoa trabalha 24 horas pensa só nisso e ela não se dá conta do cansaço das noites mal dormidas e tem pessoas que não comem para continuar a trabalhando né compram determinados produtos para suprir o almoço ou o jantar porque aí é uma coisa líquida e tem até um um exemplo né que às vezes a gente fala assim ah é O esgotamento acho que é O esgotamento mas muitas vezes não é nem tipo ah esqueci uma palavra é esquecer o endereço de casa por exemplo que é um negócio básico que você vai todo dia e pera aí você tá tão no ali na rotina do seu trabalho você Fala Pera aí meu endereço de coisa básica do dia a dia o bornal entra nisso isso a pessoa esquece para onde estava indo a pessoa Às vezes troca coisas que seria do armário na geladeira ou vice-versa Coloca sei lá o açúcar dentro de um armário de roupas né ou na hora de falar a pessoa mas eu já não lembro mais do que tava falando é uma pessoa que digamos assim está atravessada por um cansaço físico e mental emocional a um ponto Gabriel di Às vezes as pessoas terem raiva ou medo de ir pro trabalho de falar com alguém porque aquele estado digamos assim aos frangalhos a pessoa não se vê desse jeito mas tem medo de ser pega pelo outro não produtivo sendo se ela não for produtiva né E aí na hora o tratamento acaba também sendo mais longo não só eh mental né com psicoterapias mas também medicamentoso e a parte física também é necessária porque o bornal ele mesmo quando você trata digamos assim ele tem um efeito rebote eh que se você não mudar de verdade os seus hábitos eh você cai novamente na armadilha do excesso de produtividade E aí você tem de novo essa esse ciclo do cansaço e do estess é importante a gente e e a Luci Mária ela ela pode contextualizar isso aí que todos todos esses todas ess essas ocorrências todas essas eh situações elas dão indícios né o primeiro um quadro de ansiedade depois um quadro de depressão bornalte né que tá Tá relacionado ao trabalho estress excessivo ou aquele o o o o último grau né de depressão dentro do do seu lado profissional laboral enfim eh a gente discutiu também já Em algumas ocasiões aqui né É claro que aí é o extremo suicídio então muitas vezes o o quem tá ao lado daquele jovem ou daquele adulto ou daquele adolescente ele não tá identificando alguns sinais alguns eh eh de que a coisa pode ocorrer E aí né a Fatalidade ela acaba acontecendo por Talvez uma falta de olhar mais normaliza acho que as situações né eu já escutei muito Luci marria falando assim ah mas agora tudo é problema na minha época não tinha nada disso e eu tô vivo e eu tô bem hoje em dia tudo é um problema a gente muit À vezes outras gerações acabam normalizando situações e e muitas vezes essa geração que acaba falando que acaba expondo isso na internet fica se sentindo julgada olha Eh vou pegar o exemplo que ele falou né Antigamente eu digo antigamente lá né 30 20 anos atrás isso vocês pod tempo n Vou denunciar aqui a minha idade mas e há um tempo atrás quando você tinha uma diferença na escola eh as pessoas chamavam uns aos outros vamos aqui você você maltratou você ofendeu com colega Então tudo isso ficava no âmbito ou da classe ou daquela escola né você resolveu o problema ficava ali com uma bronca depois a coisa passava eh Então hoje quando tem a questão do Cyber bullying ou o mesmo do bullying não tem ficado mais nas escolas esse que é o problema então a criança ou o adolescente o jovem fica tão exposto e é uma idade tão infinita porque ele não sabe quem que é o o agressor Quem que tá né fazendo ali um problema e ao mesmo tempo quando ele volta pra escola para casa eh aquilo pode continuar acontecendo tá então digamos é um tormento que não tem fim isso maltrata muito emocionalmente E aí leva essa condição de um desespero porque hoje o jovem fica a vida maior parte é virtual e não presencial então se a minha vida virtual foi cancelada ou eu tô sendo linchado lá então a melhor saída né Algumas pessoas pensam naquilo que não deveria né uma uma exclusão uma saída da vida então Eh por conta desse excesso que não dá para ser controlado isso Dev isso decorre em muitas situações Claro tem multifatores né no caso dos Adolescentes a exposição ou a superposição nas redes sociais sim mas os profissionais e a sociedade de modo geral eh a gente poderia dizer que a nossa rotina também contribui para esses eh para essa adoecimento mental e digo mais a nossa sociedade como você tá comentando da da produção nãoé nós eh nos sentimos eh obrigados a produzir mais do que o nosso colega e essa competitividade isso um fator o outro essa questão ah houve um desentendimento mas a gente resolveu seja na escola seja no trabalho né resolveu ali tranquilo superou a vida continua eh isto também é é um fator a se considerar e eu digo isso porque por exemplo a Campanha da Fraternidade deste ano traz um tema que também tem a ver com isso meu modo de entender que é a Fraternidade e a amizade social nãoé parece que a nossa sociedade além de se eh voltar muito para o individualismo também falta essa coisa mais fraterna que eu eu que morei na roça a gente vivia muito isso né ah houve um desentendimento lá mas tranquilo resolvemos vamos pra frente a vida continua n na brincadeira com os primos com os com os vizinhos você acha que esse essa situação multifatorial é um problema é com certeza e e assim né Essa Fraternidade social conversando com o tema do Janeiro branco né Eh agir enquanto é tempo eh porque eu acho que a gente tá nesse momento sim de uma urgência e de olhar para o coletivo eh a possibilidade né das redes de você agir e fazer muito e uma cultura do faça você mesmo e você pode ser feliz e você pode ter o que você quiser isso sim estimulou uma repetição muito grande entre as pessoas eh uma falta de empatia eh pensando na pandemia que todo mundo ficou muito assustado e ao mesmo tempo a gente pensou agora todo mundo vai se ajudar não acon né infelizmente a gente teve um efeito E que ao meu ver eu acho que acirrou muito a raiva essa polaridade essa disputa né e com a pandemia a gente teve um uso muito maior das redes né Principalmente os adolescentes muitos adolescentes que pararam de ir à escola e ficaram pendurados ou a vida social só nas redes sociais isso foi eu diria assim de um estrago Né não só do ponto de vista eh relacional de de poder estabelecer conversas eh mas principalmente no emocional no mental eh muita gente ficou com uma dificuldade é de manter o interesse para estudos para descobrir outras coisas então é como se o importante era derrubar o amigo ser melhor que o outro então tudo isso criou digamos assim um veneno mental né que aumentou depois da pandemia nós tivemos um aumento de 25% no índice de depressão e mais 30% no índice de ansiedade né então é é uma é um um aumento muito grande eh o número de de suicídios entre os adolescentes também começou a subir muito e antes era um número bem menor a gente tinha as pessoas mais velhas como uma população de risco e hoje a gente já tem entre na faixa etária de 14 a 18 anos e acima de 55 a 70 anos um índice de suicídio Grande né e isso é muito preocupante não é um assunto que ninguém quer falar ninguém quer falar sobre isso porque realmente é algo que fragiliza muito a gente mas ele tem que ser trazido a baia tem que ser discutido né a luz da da sociedade falar mostrar que tem como prevenir né Você sabe que tem a gente eh eh já falou aqui que você tem aí Alguns sinais as coisas não estão caminhando bem a pessoa fala olha eu vou fazer tal coisa ou fica lá muito tempo quietinha no quarto ou você vê que ela já não se interessa por algumas coisas enfim não quer mais ir pra escola ou adulto mesmo né ele acaba e e e e eh perdendo um pouco daquele convívio social parece que as coisas não não o motivam mais então tem que trazer porque é o extremo né da depressão é é o o final de né seria o a pessoas acabar tirando a própria vida e isso e s até uma mudança no jornalismo porque não era noticiado a questão do suicídio de uns anos para cá tem comentado sobre o assunto a gente sabe que é algo delicado algo que sempre precisa tomar cuidado mas que tem se noticiado tem se falado justamente para chamar atenção sobre eh esse tema e sobre as responsabilidades de todos que estão à volta Cecílio duas coisas uma é isso da motivação Eu Eu Tenho recebido muitas reclamações e tenho acompanhado algumas situações eh as pessoas se sentem desmotivada quando ela está eh sob depressão não é e e o que fazer se há eu S eh aqui já foi dito algumas coisas como o as rodas de conversas e tudo mais mas a tendência é a pessoa se sentir ali não enim eh enfim né ela fica desmotivada totalmente inclusive pro trabalho né E a outra questão é justamente como o o poder público que na minha opinião acho que é uma questão e que não é só individual ela é coletiva e portanto tem que haver política pública adequada né para atender esta demanda como é que a gente eh pode melhorar de tal modo que as pessoas cheguem às unidades de saúde no caso ou aos Caps já diretamente e e tenham esta condição de saúde sendo acolhida e sendo encaminhado né falou muito bem das escolas eu acho que atende o público n dos Adolescentes jovens isso seria muito importante mas Digamos que a sociedade como um todo nós estamos numa Metrópole né uma cidade que que tem mais de 1 milhão de habitantes e é Um Desafio sim sem dúvida Olha a gente precisa também desmistificar porque às vezes a gente pensa assim depressão é aquela pessoa Abatida se arrastando sem tomar banho no quarto escuro uhum né Então essa é um tipo de esse é um aspecto um sintoma da depressão mas existe aquela depressão reativa em que a pessoa é Explosiva é workaholic então ela tá compulsiva voraz por alguma coisa pode ser o jogo a gente né Vocês têm acompanhado a questão dos joguinhos eletrônicos enfim isso Eh tá sendo uma epidemia que ninguém fala mas é muito importante eh e isso esconde aí um traço depressivo né os transtornos alimentares Então tudo isso envolve estados ou condições depressivas que a pessoa olhando aparentemente Nossa mas a pessoa tá lá famosa tem dinheiro não é uma condição emocional né de uma dor de de algo ali que tá incomodando com relação eu acho que assim os equipamentos que poderiam ser oferecidos né para grande população digo de novo além da informação e ter ações né condições de alguns lugares que a gente não só pudesse falar mas ouvir as pessoas né Eh se a gente só fala fala aí as pessoas entendem Claro ajuda mas aí as pessoas ficam tá e o que eu faço com isso na minha vida prática né então hoje por exemplo quando eu eu percebo aumentou muito pós pandemia essa necessidade de algum lugar que a gente a gente consiga indicar um lazer uma atividade que seja para um adolescente ou uma atividade de ocupação para alguém mais velho eh eu eu conheço algumas pessoas que precisam muito dessa ressocialização de um convívio mas não tem para onde indicar antes você tinha algumas instituições religiosas com algumas atividades que traziam ou senhoras ou às vezes alguns senhores envolvendo e o grupo ali e nisso era conversado a gente conseguia ouvir a queixa a gente conseguia ajudar um problema ou encaminhar então isso era muito mais fácil e depois da pandemia isso se perdeu uhum né então eu acho que além né de melhores né Eh digamos assim eh acesso ali né ou seja nos Caps ou nos hospitais que eu imagino que a demanda ainda tá muito mais maior do que consigue consegue dar conta mas ter esses ambientes que a gente consiga fazer oficina socializar e compartilhar de uma forma mais natural isso ajudaria muito ambientes com cultura que a pessoa pudesse refletir então isso ajuda a pessoa a se identificar às vezes ou ou ou num num conto numa história que tá sendo colocada e a partir dali se vê né e conseguir buscar uma ajuda ou às vezes numa palestra Então tudo isso pode ser um recurso para que as pessoas se identifiquem né com o problema com a ansiedade e aí fazer as condições né individuais ou institucionais eh de recursos para tratamento dentro de uma terapia ou algum lugar que possa oferecer os serviços adequados Ô lurio nós estamos falando do Janeiro Branco dessa conscientização sobre a saúde mental você já citou a importância de ter um mês dedicado a essa temática que é o primeiro mês que muitas vezes a gente faz reflexão tá vindo de um ano novo Eh aquela questão de tudo que a gente pede visando todo um ano e nós temos eh por exemplo o Outubro Rosa dedicado ao câncer de mama e aí você é nessa campanha por exemplo você fala do exame de mamografia é algo específico nós temos o Novembro Azul dedicado aos homens câncer de próstata e você tem o exame de toque retal no Janeiro branco não tem um exame específico não tem um sintoma específico isso torna essa causa ainda mais difícil sim Gabriel é difícil porém é também familiar digamos assim todo mundo já passou por um momento de tristeza de raiva então a gente pode não falar com as pessoas mas a gente consegue identificar na vida que a gente já passou por situações difíceis e junto né eu tem a questão do preconceito que com certeza atrapalha mas quando a gente tem a a fala a conversa sobre saúde mental e a gente tem essa proposta de reescrever Uma Nova História sim algumas pessoas Elas começam a Buscar algumas situações que possam favorecer né que seja uma boa alimentação porque isso a gente quando pega muito processado isso Altera a questão de humor e uma série de outras coisas mais eh a gente consegue pensar numa atividade seja ela física eh você colocou das academias mas que seja você caminhar você passear com seu cachorro o próprio Pet né É muitas vezes é um apoio emocional eh que quando a pessoa tem aquilo dá uma são estímulos são estímulos que ajudam a dar um apoio ou a pessoa percebe a mudança Eu conheço um caso assim e a pessoa com uma gatinha mudou internamente o seu o seu humor e ela sente necessidade de melhorar mais para cuidar melhor da Gatinha né você pode dizer Nossa mas tá invertido né mas assim foi aquela gata com a graciosidade que fez aquela pessoa se sentir estimulada melhorar então a gente tá falando num nível que sim eh é necessário a gente trabalhar e falar para que as pessoas consigam buscar essas condições eh a terapia seria uma outra condição se tiver passando por alguma situação eh ou de um excesso no trabalho ou um assédio moral buscar meios ou formas né de de de conseguir proteger disso ou buscar meios dentro da própria instituição senão às vezes fora ou até modular às vezes é da instituição e às vezes é da pessoa né modular essa necessidade aí do trabalho então tudo isso são formas né da pessoa buscar o próprio sono que a gente não valoriza muito né mas o sono eu digo é um remédio gratuito que a gente despreza né então dormir é uma coisa que ajuda muito na saúde mental Então são esses aspectos e Óbvio se a pessoa né tiver as condições e o espaço né Não só discutir né buscar um auxílio medicamentoso uma terapia buscar entender daquele momento que ela tá passando seja de uma uma condição de ansiedade ou de depressão tudo isso é muito válido e acho que os o quando a gente discute em janeiro e leva pro ano né Eu acho que a gente tem aí Setembro Amarelo né que também traz essas questões e faz pensar não só em janeiro né sim né o o Dezembro vermelho também né que AS DSTS ali mas a gente tá falando tá tentando abordar eu a gente tá lá na frente já falando do problema em si já instalado né eu eu eu procuro sempre me policiar na nas minhas eh na nas minhas atividades para que nunca eu caia em excesso então Eu Eu sempre tive uma válvula de escape por exemplo atividade física então desde que eu me conheço por gente desde a época do vestibular quando eu tava naquele quadro de ansiedade num estress aí eu saía para correr eu falava que aquilo ali era era o meu Divan né a gente eh liberava as endorfinas da vida e voltava né dopamina endorfina voltava bem então e e a a a eu acho que o ambiente familiar primeiro um ambiente familiar que seja pautado no diálogo na relação pai filho né avô avó tio tia que seja saudável que a gente consiga construir um ambiente legal depois que as pessoas elas tenham né e eh eh consciência de que elas são limitadas também fisicamente né E até muitas vezes emocionalmente então procurar dosar um pouquinho então ter lá sua atividade física regular uma caminhada sair com o cachorrinho brincar com o gatinho gatinhar com o neto Enfim uma alimentação que seja a gente sabe a dificuldade de colocar comida né no prato na mesa mas uma alimentação pautada em algo que seja saudável enfim e o trabalho ele é importante mas o excesso de trabalho também ele é prejudicial E aí né todos nós já tivemos numa determinado num determinado momento num grau leve ou moderado um quadro né de ansiedade ou mesmo depressão Às vezes a gente né Nós nos pegamos um pouco triste angustiado é um um sinal um sintoma né de um quadro depressivo mas a gente consegue trabalhar isso com a gente mesmo agora tem gente que não consegue então aí vai né Por por um trabalho um atendimento profissional que é um psicólogo um psiquiatra né um terapeuta ocupacional enfim né lembrar também nós votamos nessa casa aqui né a contratação de profissionais de psicólogos e também os eh que que nós a não da restruturação da da saúde é não não teve lá o o psicólogo e eu já lembro já já já a gente já passa pro nosso telespectador para para dar atendimento nas escolas paraas nossas crianças né visando também evitar com que elas sejam de muo de alguma forma bombardeada com o bullying dentro da escola o Cyber bullying enfim mas é eu acho que uma família mais estruturada ela consegue dar um suporte melhor né e evitar muitos né a prevenção do problema ou da doença mental ela ela ela é importante F você aqui da perdão lembrei o assistente social assistente social psicólogo e assistente social nas escolas das saídas pessoais né Cada um tem as suas individualidades E aí tem as suas eh seus eh saída para essa questão eh eu por exemplo quando eu me pego muito ansioso em casa às vezes a gente tá trabalhando em casa eu vou comer uma cenoura tem de mastigar uma cenoura me faz muito bem tá certo é melhor que com um bolo né saudável saudá pensar É isso aí parabéns então vejam mas cada um tem e o que eu queria chamar a atenção é que muitas vezes as pessoas vão pro álcool né então mano eu vou tomar um whisky eu vou beber uma sorveja relaxar um pouco mais um mais um mais um E aí perde o equilíbrio perde o controle isso também é um problema não é e e a outra questão é que eh e nós já falamos mas o o vereador Paulo and chama atenção para essa questão nas escolas e eh você também trouxe dos psicólogos nas escolas né Eh a ajuda em termos de grupos porque os centros de saúde eles trabalham muito com grupos entende e isso é muito interessante porque ali faz a aferição da pressão faz a conversa entende então essa medicina alternativa não é ela me chama muito atenção isso eu venho da Periferia então eu tô olhando o problema de onde eu estou Tá certo e as saídas possíveis que é o que a gente entende porque eu entendo assim todo mundo quer ser felizo não é é isso que a gente quer a gente quer ser feliz tanto na família no trabalho né profissionalmente então parece que a busca da felicidade como nós estamos fazendo não tá dando muito certo nós precisamos repensar não é então esta o nosso modo de vida Talvez seja momento da gente repensar entende então estes grupos nesta forma a saída pessoal e e a a conversa em grupo é fundamental porque a gente não é feliz sozinho a gente só é feliz quando tá bem com com a namorada tá bem com com a esposa né tá bem com o círculo de amigos é tanto que o distúrbio ele começa justamente pro jovem no meu modo de entender quando ele começa a ser bombardeado na escola no seu ambiente social né então eu eu acho que esta reflexão acho ten certeza disso neste mês ela precisa se desdobrar nos meses subsequentes em ações práticas né simum e tudo isso consegue que ser a curto prazo porque muitas coisas que a gente tá falando é meio que a médio e longo prazo é uma mudança de rotina uma questão de geração mas a curto prazo a gente consegue identificar o que foi falado aqui olha a as mudanças né a curto prazo elas podem eh ter um efeito pequeno né mas quando a gente fala de saúde mental né de promover um grupo de eh fazer essa vamos colocar assim essa socialização porque eu acho que a gente eh tá um um assim um bicho muito assustado né então quando liga às vezes a pessoa Nossa eu não quero falar no telefone a pessoa chama a outra para conversar ou para ter uma interação nossa eu acho que é melhor não vamos por mensagem então eu acho que existe sim essa evitação social principalmente pós pandemia e acho que esses grupos né criar ou ter um ambiente para fazer essa roda de conversa principalmente na população mais velha né porque ou tá já aposentado e tudo mais ou os adolescentes que estão Vivendo muito a condição virtual e uma coisa que é importante a gente pensar né Eh teve recentemente um show em São Paulo que a banda parou e pediu para que as pessoas guardassem os celulares e curtissem o show né então quando eu olho e a vida pela tela eu eu não eu não entro em contato com com a emoção com aquilo que tá acontecendo a vida tá ali eu tô com uma certa distância Uhum mas quando eu tiro o celular eu vejo a vibração do ambiente então eu passo a viver diente a ter uma experiência então eu dou significado aquele show ao calor que tava o empurra purra que eu queria olhar mas quando eu só tô prestando atenção na câmera isso se perde essa experiência de vida ela se perde então pros adolescentes ter essa condição de eh de ter uma vivência mais corpo a corpo esportes né Eh jogos que possam ser na minha época a gente jogava xadrez tinha disputa de dama você tinha disputas de campeonatos de vôlei ou na escola ou fora da escola isso era uma coisa assim incrível né a gente sonhava com aquilo então isso aumenta a empatia isso aumenta a solidariedade isso aumenta o sentido de vida para aquele adolescente isso permite ele sonhar com o futuro isso permite ele dar uma digamos assim uma uma aliviada naqueles lixos emocionais através do esporte ou através de uma relação afetiva então ele alivia aquela atenção e se reabastece de bons pensamentos de autoestima isso seria primordial isso a curto prazo tem efeito muito a médio e longo prazo muito maior né mas são atitudes ou situações que a gente precisava pensar agora enquanto a tempo né Sem dúvida é a Lucimara tava falando e eu lembrei né recentemente Surgiu uma imagem nas redes sociais de todo mundo com o celular como se fosse na torre eo e todas as pessoas estavam com o celular ligado filmando a queima de focos depois eu fui ver aquela imagem na verdade foi uma provocação não era verdadeira que todas as pessoas estavam com o celular ligado mas não é muito difícil daquela imagem daqui uns anos realmente todo mundo e filmando vereador Paulo Dad e Vereador Cecílio Santos e essa preocupação com o celular com a internet com a quantidade de tempo que as pessoas passam não só os adolecentes e vocês têm também algumas discussões já foram aqui pro legislativo a questão do celular na sala de aula vai proibir não dá é algo que não tem mais como tirar qual que é a preocupação de vocês ligados com este tema da Saúde Mental não eu acho que é extremamente importante hoje a gente vê que cada vez mais cedo a criança Ela tem acesso ao celular sim eh eu tenho uma netinha de 1 ano e 7 meses né e um neto de vai fazer 10 e a minha a minha nora A minha norinha uma da uma das minhas noras né é psicóloga da mãe da da Isabela então a gente vê a preocupação de não deixar a criança ficar brincando com o celular enfim interagindo porque é é uma criança quando ela não tá e a gente ela tem o cuidado de não ficar assistindo uma televisão deixar a televisão para entreter a criança para ela dar um pouquinho de tranquilidade ou mexer com o celular então é uma criança diferente né quando ela tá assistindo um um desenhinho por exemplo ou tá mostrando alguma coisa na tela do celular isso a criança quanto mais eh eh eh ter idade quanto mais cedo menos ela vai interagir né ela vai perder boa parte dessa formação né intelectual dela da da da da parte cognitiva também de movimento enfim depois a a Luci Mária Pode colocar um pouquinho de forma mais acadêmica pra gente mas é um problema né que a gente eh vê hoje nas crianças e tudo que tá passando com com o jovem com o adolescente é fruto de muita tecnologia oferecida e pouca interação sim com interpessoal com o ser humano Quando a Luci Maria tava falando das brincadeiras dela de criança de de de de dama de xadrez eu tava lembrando que eu brincava na enxurrada né brincava ali na na na sarjeta O que que a gente fazia quando chovia e chovia né chuvas fortes a gente pegava palitinho de sorvete que que eram jogad no chão e fazia competição de corrida de palitinho que era como se fosse um barquinho ou fazia barquinho e corria descalço sem camisa de de shorts às vezes deitava na na na na enxurrada para cair água hoje você falar isso para uma mãe fal não aquilo ali é extremamente contaminado aquilo ali tem bactéria tem um monte de microrganismo você vai ficar doente enfim mas a gente tá aqui sobrevivi né né Então essa pegando um gancho da da da daquilo a gente falou anteriormente de de de bullying eu tinha apelido na escola e né eu era pequenininho não crescia meu pedido era Pig meu pigmeu Pig depois virei pigão porque eu crescia um pouquinho mas eu nunca nunca me incomodou isso meus amigos eram maiores mas nunca isso nunca me incomodou porque a gente conseguia dialogar conversar entender né que aquilo era uma situação passageira que logo eu ia ter o tirão ia crescer e vários amigos tinham apelido a gente tinha várias brincadeiras mas isso ficava só ali restrito ao nosso ambiente escolar ou um outro amigo da rua que a gente tinha hoje e a gente passa por isso eu e o vereador Cecílio a gente passa por ido por isso as redes sociais elas são muito cruéis sim não só com a população em geral mas conosco também nós vereadores que hoje nós representamos boa parcela da população e muitas vezes aquilo que é colocado na rede não é a realidade dos Fatos e cabe a nós termos eh bom senso eh eh equilíbrio emocional para dar o contraponto né então hoje eu me sinto você pode falar também sobre isso muito mais ameaçado talvez por um sofrer um quadro de bullying um quadro talvez de uma injustiça ou de um de um de uma eh notícia que não é real né eh eh creditado ao nosso trabalho dentro do Legislativo como eu tive lá atrás na minha infância minha adolescência que eu lidava com muita tranquilidade Então hoje a gente tem que ter um equilíbrio emocional para maturar para digerir para saber que aquilo que colocaram aquela notícia que postaram sobre nós né sobre a o nosso trabalho não é real a gente faz o contraponto e tem que ser aí né Muito e e e sei lá ter ter uma uma uma um equilíbrio emocional construir né uma uma relação com o nosso com o nosso público com as redes sociais que sei lá eu acho que é um grande desafio então eu vejo eu vejo primeiro voltando à sua à sua pergunta Um Desafio muito grande porque talvez essa maturidade que eu tenho hoje que o Cecílio tem que a Luci Mária tem de lidar muitas vezes que você tem com as redes sociais ela ela nos foi dada pela nossa trajetória sim né por sermos forjados muitas vezes no dia a no trato né com as pessoas o Olho no Olho ah não tá falando isso então Olha acontece desse jeito dá o contraponto então é muito complicado e talvez essas crianças que começarem numa idade muito terra né ou muito jovem lidar com com com com com tecnologia talvez eles vão tenham tenham dificuldade no futuro de se desvencilhar e ter umas relações que muitas vezes tem ah eu não consigo falar em público consegue mesmo e não vai conseguir porque ela ela nunca ela ela nunca teve essa relação né no trato do dia a dia é ter que muitas vezes pegar lá um um transporte público conversar agora não tem mais Mas antes a gente conversava com com cobrador conversava com motorista tinha muita gente né Eh eh dentro do do do transporte público a gente acab acabava interagindo mas e e eles Com certeza e a gente espera que não que as coisas camin de forma diferente mas acredito que terão muita dificuldade então quanto mais tempos nós protelos e darmos limite a tanto tempo tantas horas tantos minutos enfim para que as coisas sejam de alguma forma que seja paulatinamente se adequando naquela situação aquela realidade da criança do Adolescente Qual que é a sua visão Cecílio até porque isso aqui Veio para ficar Pois é eu aqui pensando enquanto Paulo fazia aqui essa análise e eh acho que nós adultos precisamos a aprender e Pais principalmente aprender a falar não pros nossos filhos pros netos entende Nós aprendemos a ter limites nem tudo a gente podia e no meu caso especificamente às vezes por uma questão social entende e os nossos eh filhos né eles já T com esta tecnologia na mão Nós estamos vendo e acompanhando aí é a a a realidade e a a situação que a gente quase não escreve mais no caderno entende então é muito prático o professor encaminhar uma matéria pros alunos e discutir na sala tá certo através do celular do que a gente ir nesta contramão de proibir eu tô convencido que nós não vamos conseguir proibir eu acho que estabelecer limites sim Di Olha tem um limite de uso porque é bom para sua saúde inclusive né Você precisa fazer outras coisas a Maria tava dizendo dos das atividades né de brincadeiras eu me lembrava a gente jogava petca é muit sabe interagindo ali e em muitas situações a gente fazia peteca com a meia era meia velha a gente pegava jog bola de hoje sai durar um minuto essa brincadeira e a criança já vai para outra coisa não posso mais não quero mais Pois é mas eu penso que as nossas escolas precisam estar eh e os nossos professores n nosso noss educadores e estarem aptos para isso E aí ter o assistente social ter o psicólogo ter tem um que tem mais dificuldade tem outros mas enfim eu acho que as nossas escolas não não devem proibir o uso da tecnologia mas usar sabendo usar né porque eh é um é é uma coisa que nós vamos lidar com ela daqui para frente o tempo todo e não acho que seja ruim o início tão cedo agora é preciso o limite Olha você vai entender que isso não é bom porque as crianças entendem né Elas já sabem se a gente disser Olha não coloque o dedo na tomada porque você vai tomar um choque ela pode até experimentar mas não faz mais ela põ ela p a gente explicando Não faça isso de uma forma que seja num tom que ela entenda que é não mesmo eles vão entender Ô Cecílio o que o que eu quis dizer com a com a minha colocação de não começar tão cedo porque hoje a gente tem trabalhos dentro da área médica que eles contraindicam né a criança ficar ali na tela dos celular e muitos Pais para que a criança dê um pouco né de tranquilidade até para fazer as coisas que ela tem que fazer vai cuidar da criança tem que fazer comida paraa criança então deixa ou ela a criança na televisão ou deixa no celular isso é é esse esse foi o meu a minha colocação para que as mães se ativesse a isso né Para que não fizesse disso uma ferramenta para que a criança ficasse quieta não gasta a energia dela com outras coisas como você disse vai jogar peteca vai brincar de bola vai correr enfim Tem tantas outras atividades que você po os pais precisam ir juntos também também também não mas tem que ir mas tem que ir os avz é eu faço isso ô lucimária a juventude Ela é marcada por Profundas transformações nos aspectos biológicos psicológicos sociais tem mudanças físicas emocionais é um momento complexo que vai dos 10 anos aos 19 para os pais responsáveis como lidar com essas transformações o que que é normal da idade o que que precisa prestar atenção naquilo que até o vereador Cecílio Santos já tinha citado há pouco né como identificar o que é normal da idade Opa um sinal de alerta que tá ligado porque meu filho tá indo por um caminho que não é o mais adequado olha Gabriel tem muitas questões né mas eu acho que a principal é assim você conhece o pai mãe conhece o filho deveria pelo menos com uma maior riqueza de detalhes então vendo que a criança eh tá noite sem dormir porque leva o celular ou de repente fica muito triste ou irritado para de falar com as pessoas e se exclui do convívio familiar eh existem casos de pesso de adolescentes e que eu atendi que ficou 45 dias Trancado no Quarto comia bebia no quarto e pra família tava tudo bem né E era um jovem né de 17 anos na época que tinha pensado nesses 45 dias três vezes em suicídio nossa né E a família não sabia normalizou né então exato então assim não é normal uma pessoa ficar trancada no quarto o dia inteiro 45 dias Improvável no Japão isso é muito comum mas assim é na nossa cultura isso não pode então viu que a pessoa né o adolescente teve uma queda nos rendimentos escolares ou tá com medo de ir à escola ou vai pra escola começa a ter sintomas de ansiedade então chora tem dor na barriga às vezes a pessoa fica aflita ou às vezes a pessoa tem faz qualquer coisa para não ir então tudo isso precisa ser levantado porque alguma coisa deve tá acontecendo eh Principalmente quando o adolescente ou até mesmo as crianças né a gente tem hoje o discord que é uma comunidade que muitos jogam né e através desse discord as pessoas conversam se comunicam ã E aí existem muitas pessoas abusadores aliciadores que entram e fazem né na brincadeira pequenos convites para que se mande fotos ou fotos de uma intimidade de uma sensualidade ou obriga a criança a fazer mutilações Desafios que vão contar pros pais e aquela coisa os seus pais não vão acreditar em você mas se você já tem essa conversa prévia e diz pra criança eu vou confiar em você Aconteça o que acontecer me conte a criança ouvindo isso de um estranho ela vai dizer Opa eu posso contar isso pra minha mãe ou pro meu pai né então é importante que os pais e não só entendam né do que que os filhos estão vendo ou participando na internet mas que seja supervisionado e olhado nas mensagens passar uma confiança pro isso mas ter também esse olhar de ver o que tá acontecendo né porque às vezes eh por conta de contas né Às vezes o a criança Pega o celular do pai ou da mãe e aí as fotos caem né lá na memória de um Gmail de um Google né da Microsoft E aí às vezes o pai ou a mãe já pega a situação eh já feita tá né E isso tem acontecido com crianças de 10 anos né uma intimidade muito exposta aos 10 porque a colega disse que fez e eu preciso fazer também né A questão da comparação então quando a gente trabalha isso dentro da casa olha eh não precisa se comparar ou você é uma pessoa importante valorizar as qualidades valorizar alguma situação que a criança vive ou passa dentro da casa para que ela se sinta uma pessoa especial porque senão alguém do lado de fora vai dizer que ela é especial mas vai levar para mau caminho vereador Paulo Haddad Vereador Cecílio Santos recentemente foi sancionada a Lei que inclui bullying e Cyber bullying no código penal eleva eleva a pena de crimes contra crianças e adolescentes na prática o projeto vocês entendem que pode desestimular reprimir com mais Rigor essa violência entendem que foi importante este assunto ter sido discutido na câmara federal no Senado para depois ser sancionado pelo presidente eu acho extremamente importante né é a lei 14811 que foi sancionada pelo presidente que torna crime né tudo aquilo que já previa o Estatuto da Criança e do Adolescente eh as redes sociais a internet né iso é sabida é é terra de ninguém né como como dizem aí e você tem que ter um regramento né e a gente não tem nessas fake News nessa nesses quadros de ou nessas matérias ou nessas mensagens ou postagens que acabam difamando que acabam de alguma forma afrontando eh né trazendo aí algum prejuízo para pra criança pro adolescente pro adulto ela ela tem que ter alguma alguma sanção alguma penalização eu acho que também tal como a acontece nos crimes né físico o crime virtual também Ele tem que ser punido Então eu acho que foi de uma felicidade muito grande né fazer com que o o o Cyber bullying o bullying eh que aquilo que que prevê o Estatuto da Criança do Adolescente fosse criminalizado e aquele ou aquela pessoa que cometeu aquele crime seja de alguma forma eh eh penalizado ou responsabilizado por aquilo que fez eu não não tenho dúvida que isso a gente avançou muito em termo de legislação agora é colocar em prática né as nossas leis elas prevêem aquilo que as pessoas não podem fazer mas que não tenhamos aí também né alguns subterfúgios a essas leis que elas sejam aplicadas na sua essência para que a gente tenha preservado Principalmente as nossas crianças e adolescentes acho que é importante a repressão Gabriel nosso estamos debatendo aqui inclusive esse mês dedicado a essa reflexão agora no basta só a repressão o Rigor da Lei Luci Maria trouxe aqui algo que eu acho muito importante que é ter profissionais que saibam ouvir que estejam preparados para orientar os pais né detectou algum problema na escola ou em qualquer situação ter profissionais que auxiliem eu passei por uma situação eu não sabia como lidar com o meu filho entende então eu fiquei desesperado e graças a Deus hoje tá bem melhor bem mas é um pico de ansiedade e uma situação tão difícil que a gente fica sem chão entende se você não tiver um apoio se não tiver assim uma questão religiosa que você também trouxe né Muito bem resolvida como pai como mãe a gente desmonta entende se perde Então veja eu lembro da minha avó tardezinha fazia brua de milho café no cuador juntava toda a galerinha ali e a gente conversava a gente dava risada contava piada escutava ela contando as histórias de quando ela era jovem essa memória é muito bacana é muito rica muito hoje a gente quase não faz isso é uma correria a gente não tem tempo o pai chega num horário a mãe chega no outro horário a gente às vezes janta em horários diferentes não senta juntos a mesa postar a mesa junto com os filhos e às vezes em casa você precisa fazer alguma coisa você vai eu vou pôr aqui os pratos Mas você vai lavar os pratos entende essa convivência essa relação eu acho que é muito importante a gente não pode perder isso de vista e claro não tem receita pronta não é agora o que eu acho que é muito bacana é a gente parar fazer essa reflexão sabe fazer esses momentos essas rodas de conversa acho que a TV Câmara acerta quando nos convida aqui para fazer esse debate acho que você na comunidade poderia fazer isso eu tô me preparando inclusive para fazer no gabinete Falou galera Ó estamos voltando esse ano vai ser um ano estressante Então vamos conversar aqui vocês estão tudo bem preventivo que você já tá fazendo é já tá fazendo a prevenção põe o pessoal para correr para comer direito é isso aí eu acho que é isso como que você vê essas questões de políticas públicas é o assunto ser debatido numa câmara federal num Senado ser sancionado eh por um presidente tipificar colocar no no código penal o que que é o bullying o que que é o Cyber bullying olha Gabriel Isso é muito bom né porque as medidas elas podem ser feitas no micro mas principalmente no macro né E no caso aí o poder público as legislações elas podem contribuir muito não só na questão de uma coersão de uma punição dessas pessoas mas também o estímulo e o debate dentro da escola Essas atividades porque assim eh no geral Quem faz o Cyber bullying são jovens na sua grande maioria onde os jovens estão dentro das escolas então não só eh de novo né fazer as palestras mas fazer exercícios ou atividades que as os adolescentes as crianças possam vivenciar a empatia a solidariedade a a a o poder de com de compartilhar alguma coisa ou ser eh com o outro Uma amigo um ouvinte é um poder ajudar o outro e talvez diminuir as disputas estimular por exemplo diante de uma situação ã não ser a pessoa passiva vendo um agressor com o outro mas poder ajudar levar a fazer uma intervenção ali então acho que essas são necessárias dentro da escola e obviamente dentro de um nível maior Você tem uma legislação é importante porque essas pessoas elas podem perceber né que agora não é uma terra de ninguém né E como o Paulo hadad falou essas leis precisam valer né mais do que tudo porque hoje a gente sabe eh estatísticas de 2019 pesquisas feitas eh do sétimo ao terceiro ano né em torno aí pessoas de 15 a 18 anos de um a cada 10 adolescentes já viveram ciber bullying né considerando em 30 países pesquisas feitas pela Unicef de cada cinco adolescentes um precisou trocar de escola por conta de de Cyber Bullying é muita coisa e no Brasil a gente é um país com um nível muito maior considerando os outros então no nosso país essas questões ligadas ao bullying ao Cyber bullying ela ocorre com muito maior intensidade então mais do que necessário essas leis gente 4 horas mais 23 minutos nós eh Já ultrapassamos o nosso tempo aqui peço até desculpa você que o assunto foi rendendo e a gente é um assunto que dá para continuar mais uma hora tranquilamente e ô lucim só pra gente poder encerrar a gente citou aqui a questão importante da prevenção de ter sempre uma válvula DEC de ter um hobby a questão da importância da escola do psicólogo tá dentro deste é ambiente dos Adolescentes a questão da rotina do trabalho né Para nós que somos adultos que é muito difícil a gente saber identificar fazer uma pausa pra gente poder encerrar os idosos como é que eles entram nessa questão e da Saúde Mental dentro do Janeiro Branco eles sofrem também muitas vezes cal e calados não tem para quem ou as pessoas às vezes não acredita ou normaliza também o idoso numa situação como que os idosos se encaixam nessa questão da Saúde Mental olha Gabriel muito bem lembrado eh os idosos eh passam por uma situação bem difícil né às vezes não t o acesso à tecnologia ou de ter o a o conhecimento né para até usufruir de alguns benefícios então Eh existe um um uma exclusão digital né É É o oposto ex ã hoje a gente carece de lugar lugares que esses idosos possam se socializar conversar desenvolver alguma atividade para ter uma ocupação né Eh ter algum momento ali né um exercício alguma coisa que seja apropriada para eles ou até questões culturais que possam eh trazer uma ocupação satisfatória o que a gente percebe hoje é os idosos sendo muitas vezes explorado por familiares né Eh a gente sabe que muitos idosos sustentam a as famílias hoje eh e não necessariamente porque precisaria mas porque são obrigados ou porque existem gastos extras não prioritários por exemplo o celular novo do neto ou o jogo que o neto precisa ou coisas que a família elenca como prioridade e Às vez vezes essa digamos essa assistência esse proporcionar uma qualidade de vida pro idoso não existe e às vezes o idoso não consegue se manifestar então infelizmente isso tem acontecido e acho que é importante a gente Estar atento porque logo logo nós seremos esses idosos e passaremos por tudo isso então é necessário fazer todo um trabalho anterior para que essa cultura possa ser mudada e que é um tipo de violência também né Essa questão patrimonial e de exploração do Idoso vereador Paulo hadad presidente da Comissão de política social e saúde aqui da câmara Muito obrigado pela sua disponibilidade aqui com o programa questão de ordem já faço o convite aqui para uma próxima oportunidade para você retornar até os nossos estúdios e fica aberto aí para suas considerações finais Gabriel Car Eu que agradeço já tá Aceito o convite é sempre muito importante e oportuno nós prestarmos alguns esclarecimentos para nossa população pro nosso telespectador da TV Câmara E participar de um assunto tão eletrizante ão é importante juntamente com meu amigo de de comissão de política social e saúde um amigo muito querido Cecílio Santos eu tenho aí o maior respeito admiração por ele ele sabe disso né área né trouxe aí contribuições importantes né dentro dos da sua expertise profissional também enriqueceu muito e o aprendizado foi nosso também deixa aí algumas eh talvez reflexões pros nossos telespectadores para que eles tenham uma atenção maior com seus filhos né o o o com seus idosos dentro dos lares mudar um pouquinho né a a sua eh forma de encarar a vida e também de de participar aí do do dia a dia da do dos seus filhos e também ter aí uma uma uma uma vida mais saudável com atividade física com uma alimentação mais saudável procurar muitas vezes interagir né no no pessoal no presencial com diálogo tentar identificar alguns sinais muitas vezes de que a pessoa daquele daquela daquela pessoa que tá ao seu redor precisa de ajuda e de alguma forma estender a mão eu acho que esse essa é a maior mensagem estender a mão para quem precisa e tá sempre atento aqueles sinais que a vida dá pra gente que muitas vezes a gente acaba negligenciando e às vezes é muito tarde não dá pra gente muitas vezes depois remediar aquilo que não tem mais remédio ótimo contribuição importantíssima Vereador Cecílio Santos também quero agradecer a disponibilidade do seu tempo aqui com o programa já faço convite também para uma próxima oport oportunidade pro senhor retornar aqui aos nossos estúdios e as suas contribuições finais Gabriel agradeço muito para mim também é uma grande satisfação uma grande honra e ao lado do vereador Paulo adade presidente da nossa comissão de saúde Lu mar trouxe aqui contribuições valiosas nos ajudaram a entender e também eh eh nos ajudam a aprendendo como lidar com essas situações que é muito importante que a gente saiba que é uma situação que existe e que a gente não pode guardar para nós então Eh se você passa por essa situação procure o Centro de Saúde Procure um profissional Procure um amigo um parente mas não Fique guardando para você né É uma situação que é é uma doença é um mal que está aí então a gente não pode negligenciar então na Câmara certamente nós estamos à disposição para receber as queixas é você que vai ao Caps né o o foi mal atendido lá procure a gente nós estamos à disposição na comissão de saúde individualmente nos gabinetes e claro nós estamos à disposição quando você precisar para fazer aqui os esclarecimentos ouvir fazer o contraponto acho muito importante que o município Dê mais atenção à saúde mental né a gente tem no Conselho Municipal de Saúde nos conselhos distritais nos conselhos locais esse tema sempre recorrente sempre sendo colocado e quero deixar aqui uma mensagem de de gratidão aos trabalhadores do CAPS né o caps infant juvenil ali no no Castelo Branco me atendeu atendeu minha família muito bem então minha gratidão aos profissionais aos trabalhadores E mais uma vez Eu repito se você está num momento de tristeza de angústia né Não fique ali isolado procure ajuda é isso contribuição importantíssima também do ver Vereador Cecílio Santos Luci Maria Tavares Rangel psicóloga clínica especializada em psicanálise Clínica Muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo informações De grande valia para quem está nos acompanhando também faço o convite para uma próxima oportunidade para você retornar aos nossos estúdios para falar sobre esse também outros assuntos e fica aberto aí paraas suas considerações finais Eu que agradeço Gabriel a oportunidade Claro se houver outra também estarei disponível acho que não só é importante em Janeiro ou em qualquer outro momento H discutir essas questões emocionais que é do ser humano né todo mundo passa por essas situações Em algum momento já passou por uma dificuldade uma raiva uma desilusão uma frustração mas que isso não seja eh o motivo de um desespero que isso seja um ponto de reflexão de poder pensar o que pode ser feito o que pode ser mudado Onde buscar ajuda com quem que eu posso contar né se não tiver alguém próximo busque um profissional isso é muito importante e pode fazer diferença pra sua vida inteira e agradeço muito nós aqui agradecemos e eu agradeço você aí de casa pela sua companhia pela sua audiência espero que a gente tenha conseguido aqui acabar com o estigma com o preconceito que você consiga conversar com as pessoas o seu sentimento que você consiga e procurar uma ajuda aí porque ela é De grande valia para ajudar a todos nós ótimo fim de semana e nos vemos na segunda-feira a partir das 11 horas da manhã na nossa revista eletrônica câmera total até lá tchau [Música] tchau [Música] l
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