TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
QUESTÃO DE ORDEM - ACOLHIMENTO FAMILIAR
Em destaque · HD Vídeo · QUESTÃO DE ORDEM

QUESTÃO DE ORDEM - ACOLHIMENTO FAMILIAR

17 views Publicado 12/07/2023 HD · 1:15:39

Sobre este vídeo

Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

Transcrição completa do vídeo

61 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

[Música] Olá o acolhimento é uma Medida de proteção prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente e para crianças e adolescentes que precisam ser afastados temporariamente de sua família de origem Esta é uma medida excepcional provisória e não deve ultrapassar 18 meses de acordo com o ECA existem três modalidades de acolhimento por Medida de proteção e diferente dos abrigos institucionais em que a educadores contratados nós vamos falar hoje de uma modalidade em que a criança e o adolescente é Cuidado temporariamente por uma outra família a família acolhedora tema do questão de ordem de hoje que conta com a participação da Maria José Jeremias que é a coordenadora setorial de proteção social especial de alta complexidade da criança adolescente e mulher aqui da Prefeitura Municipal de Campinas e também com as vereadoras Débora Palermo que é membro da Comissão da criança adolescente e Juventude da Câmara Municipal e a vereadora Paola Miguel que é presidente da Comissão de Direitos Humanos e em Campinas existem dois serviços de família colhedora e a cidade é uma das precursoras do programa tanto que este ano aconteceu mais um Simpósio Internacional sobre o tema que permitiu a troca de experiências nós vamos conferir agora entender como é o serviço de família acolhedora poucos no Brasil e no mundo essas experiências foram apresentadas no quarto Simpósio Internacional de acolhimento familiar em Campinas no serviço famílias cadastradas podem cuidar por um período de tempo de crianças e adolescentes que foram afastados do convívio familiar por medida de segurança Jane valente que é pioneira no assunto no município falou sobre estamos trabalhando com isso em Campinas desde 97 sendo que a partir de 2005 e uma parceria com Associação Brasileira Terra dos homens iniciou-se em Campinas um grupo de trabalho Nacional pró convivência familiar e Comunitária Hoje ele é um grande movimento nacional e Campinas continua sendo precursora né inclusive na contribuição da metodologia de trabalho que se tornou então uma política pública nacional com um público bem engajado incluindo representantes da Espanha Portugal Inglaterra e Estados Unidos o simpósio pela primeira vez realizou a exposição de trabalhos do que está sendo feito no Brasil no país somente 5% das crianças que precisam de acolhimento conseguem ser beneficiadas pelo programa eu diria que o Brasil eu hoje ele tem como efetivar essa política pública atendendo a Constituição Federal onde ela disse que é dever da família da sociedade do Estado cuidar das crianças em todas as questões e uma família colhedora quando cuida temporariamente de uma criança ela está exercendo um ato de cidadania Principalmente eu acho que o momento como esse que nós estamos fazendo de divulgar eu acho que as pessoas às vezes não sabem que pode colaborar na vida de uma criança temporariamente então a família acolhedora é aquela que acolhe Ela é formada para isso ela é acompanhada ela colhe uma criança essa vai embora vem outra ela colhe e vai embora e a gente uma frase até mesmo de uma própria família colhedora que ela se auto intitula como uma ponte onde ela pega de um lado e entrega do outro Campinas tem sido um modelo a ser seguido No que diz respeito ao acolhimento familiar e uma grande parceira nessa caminhada é a Câmara dos Vereadores a câmara de Campinas ela tem apoiado essa iniciativa em todo tempo e hoje a gente sente honrado também de estar participando aqui na Unicamp né no Centro de Convenções da Unicamp desse impósio internacional conhecer outras experiências e poder Campinas também falar um pouco da sua experiência para quem eu acho que o conjunto de vereadores da câmara é sempre tiveram teve a preocupação de debater esse tema e contribuir colaborar seja com emenda seja com aprimoramento da legislação seja promovendo audiência públicas debate para aprofundar né o entendimento do que é esse acolhimento familiar então a câmara esteve presente e vai continuar presente apoiando participando e contribuindo naquilo que for da sua competência hoje o município conta com dois programas primeiro o sapeca da prefeitura que é o serviço de acolhimento e proteção especial a criança e ao adolescente ele começou com uma proposta de cuidado alternativo às crianças a partir de uma discussão entre profissionais do Abrigo Municipal há mais de 20 anos os envolvidos nesse processo participam ativamente da disseminação da cultura de acolhimento familiar contribuindo na construção de uma nova política como explicou Maria Raquel técnica do sapeca na época quando sapeca surgiu Então nada disso ainda existia Então as coisas eram feitas a partir de entendimento né dos técnicos que estavam aqui à frente né desse serviço e a partir da configuração de uma equipe passou-se então a buscar uma metodologia de trabalho então numa época onde a gente ainda não tinha né e nenhum desenho de metodologia então a gente foi meio que testando o que funcionava o que não funcionava então o serviço foi esse estruturando né passaram pelo serviço de Campinas 276 crianças e adolescentes que receberam cuidado e proteção enquanto precisaram Infelizmente o número de pessoas dispostas a integrar essa missão não é o suficiente para suprir a demanda hoje o acolhimento familiar ele se propõe a atender prioritariamente essa faixa etária da primeira infância que é há seis anos mesmo para essa faixa etária a gente ainda precisaria de novas famílias acolhedoras mas a modalidade acolhimento familiar ela é de 0 até 17 anos 11 meses e 29 dias né o programa também é realizado pelo conviver que pretende transformar as dificuldades de hoje impossibilidades de futuro com 16 anos em Ação 191 crianças já foram acolhidas E no momento conta com 13 famílias cadastradas essas crianças então elas Residem né com essas famílias em tempo integral né então todo cuidado né integral da Criança é realizado pela família acolhedora né existem sim atendimentos né que a criança vem para instituição as visitas né a família de origem ou extensa que é realizado na Instituição mas todo né alimentação banho cuidados bola né é realizado Então por essas famílias que estão aí em parceria com conviver a meta é ter 20 famílias cadastradas para suprir a demanda e se o assunto chamou sua atenção mas você se questionou eu não sou casado não tem problema você precisa apenas ser maior de idade e residir em Campinas o importante é ter amor para compartilhar pode ser solteiros casais casais homoafetivos né pessoas idosas nós fazemos né Toda essa avaliação né é dessa família e com certeza não há nenhum nem empecilho por idade por questão de ser solteiro vai ser muito bem-vindos a Márcia Cristina ouviu falar sobre o assunto por meio de uma reportagem e tempos depois entrou em contato ao receber a visita dos técnicos e saber mais se apaixonou pela iniciativa já com filhos adultos ela resolveu abrir as portas da sua casa e do coração para um recém-nascido A primeira é assim como era bebê né novinha tinha três dias de vida então assim que nem você pegar seu filho né uma coisa e aquele cuidado e né tudo tudo gera em torno da criança Você fica assim pensando o que que eu vou fazer né Para dar o melhor para ela e aí ela ficou também três meses e depois ela foi para adoção e daí eu falei assim ah eu acho que é isso mesmo que eu quero e aí desde lá eu tô tô aí acolhendo e a emoção é assim você sempre fica na lembrança né de cada criança que passa seu primeiro acolhimento foi em 2017 e já foram nove crianças que chegaram com o apoio dos próprios filhos ela não vê sofrimento no momento da Despedida falar eu não sirvo para isso ai você a gente não tem meu coração não vai aguentar essa criança vai embora então a pessoa pensa muito nela e ela não pensa porque a gente às vezes não pode pensar na gente a gente tem que pensar na criança né que você vai acolher ali e o sofrimento tem esse negócio de Sofrimento você não vai sofrer né a criança vai você sabe para onde que ela vai que ela vai para um lar né ou às vezes ela vai para adoção volta para família outra família é da Paula e do Ismael que sempre quiseram ser pais mas não foi possível Por meios naturais e eles não quiseram aguardar o tempo de uma adoção é desafiador né a gente entendeu a proposta né da não permanência da criança Eles aceitaram também e a gente entende um papel que a gente desempenha na vida deles né então a gente coloca a vida dessas crianças essa primeira infância acima da nossa então é natural que a gente acolha com tanta alegria e que depois as lágrimas corram pelo rosto quando a gente diz Tchau mas é muito compensador tempo de permanência das Crianças conosco né a gente pode ver o desenvolvimento deles Isso é uma grande alegria o casal ingressou no acolhimento em 2016 Paulo acreditou que seria fácil por ser pedagoga mas viveu uma sensação inédita com o primeiro recém-nascido e o desafio foi grande mas o amor é compensador eu me sinto mãe dessas crianças enquanto eu tô com elas eu sou a mãe e na hora que eles vão para a próxima família né eles têm essa continuidade ficou muito feliz pelas famílias que recebem eles e eu desejo toda a felicidade para todos eles meu coração está em prece pela felicidade deles o nosso trabalho é para que essas crianças sejam felizes permanentemente o sentimento é que tudo na vida se transforma Depois de algo tão positivamente impactante na rotina totalmente tanto por ter o bebê dentro de casa mas eu acho que o jeito de ser né quando você é só o casal a gente é muito só focado um no outro e então [Música] esse dia a dia essa rotina dar esse carinho sem esperar nada em troca Mudou Demais Nós dois como com pessoas e isso é uma coisa que do primeiro dia quando a criança chega já é meu filho minha filha você se sente Pai das crianças com toda certeza no final que fica é o sentimento de um amor que não tem fim e a cada novo acolhimento só se multiplica quem se envolve no serviço tem o desejo que mais pessoas passem pela experiência e sinta o poder de transformação que ela pode causar se você quer luz no celular se você quer esses resíduos gostosos e o desenvolvimento deles eles crescendo tendo novas conquistas Esse é um bom caminho é um caminho de amor de doação de alegrias e de finais muito felizes então assim vai lá e tenta faz a sua preparação é acolhe você tem o seu primeiro acolhimento Daí você pode falar assim ah isso daí não é para mim mesmo eu não consigo eu não dou conta aí Tudo bem mas tenta né tenta porque a gente falar só pensar o que vai sentir que a criança vai embora você vai ficar com saudades mas você não tentou E às vezes tem tanta perdas né na vida da gente a gente supera e a criança você sabe que você não tá perdendo né você tá dando seu melhor para fazer para ela né O que você pode fazer e eu acho que você tem que tentar [Música] Olha bem bem emocionante mesmo Eu particularmente sou muito fã da família acolhedor em especial dos dois serviços que existem aqui em Campinas e não poderia deixar de ser Zezé você que cuida de todo esse montante a gente sabe que são vários serviços mais Josias especial família acolhedora a gente tocou aí numa questão de que Campinas uma cidade aí a gente teve o senso recentemente né um milhão 38 mil pessoas e os serviços com 13 uma família você vai dizer qual é o número exato agora que essa gravação foi feita em março 13 em um serviço 10 em outro como que tá isso hoje como que é é para vocês preparar essa família que chega com essa expectativa de servir né a essa criança e o que que a gente pode fazer quando a gente pensa na nossa cidade e proporcionar seja bem-vinda Obrigada Mirna e Olá a todos né dizer que é um prazer primeiramente estar aqui com você na questão de ordem Agradeço o convite e a oportunidade de falar do serviços de acolhimento familiar como já foi dito temos em Campinas dois serviços né o sapeca e o conviver e até para esclarecer ao público que nos ouve no total município tem hoje 27 serviços de acolhimento que são 25 serviços de acolhimento institucionais e dois apenas de serviço de acolhimento familiar então número considerável de serviços e também infelizmente um número importante de crianças e adolescentes em acolhimento hoje né então nós temos quanto Campinas tem capacidade para 402 acolhimentos de crianças e adolescentes e ainda temos também dois serviços para jovens que a república Então esse número pode mudar dependendo da época e às vezes do dia né Isso significa que tanto pode chegar criança hoje Como podem ser reintegradas a família Enfim então esse número muda mas a capacidade do município é 422 considerando as repúblicas sim em acolhimento familiar a nossa capacidade hoje é 40 acolhimentos mas estamos a quem desse número e por isso é importância desse programa Hoje nós temos hoje 25 crianças em acolhimento familiar nos dois serviços entre os dois serviços isso no total é a capacidade é para 40 né então podemos melhorar isso com certeza agora o que a gente observa muito nessa reportagem em especial com essas duas famílias acolhedoras que foram apresentadas aí é essa questão que muitas vezes quando a gente até conversa pessoal mas como eu vou ficar com uma criança e depois vou devolver essa criança como é isso agora a gente vai falar com a vereadora Débora Palermo é ela que já foi conselheira Com certeza já teve que lidar muitas vezes com situações como essa como que a senhora Analisa esse serviço e que contribuição cada família Campineira que possa pensar se tá dentro se propor aí isso se propor a conhecer essa O que é a família acolhedora O que que a gente pode fazer vereadora seja bem-vinda obrigada pelo convite Parabéns pela TV Câmara para trazer a pauta uma um tema de tanta importância a família acolhedora É de extrema importância e relevância porque a criança quando ela tem que ser separada da sua família é um grande trauma né então se ela puder estar numa outra família e não numa instituição né não que os abrigos são são serviços ruins não são Muito bem tratados são muito bem recebidos mas nada como modelo familiar né se ele puder tá ali no convívio de uma família vivendo a rotina de uma casa né não de uma instituição mas de uma casa modelo de uma casa que nem todo dia tem tudo aquela aquilo que é uma família né E principalmente recebendo afeto o carinho de uma família essa dor pelo afastamento pelo distanciamento da Família original que por mais que dificuldade por mais violência por mais vulnerabilidade negligência a criança Ela nunca quer sair da casa dela daquela família daquele pai daquela mãe porque Conhece outra realidade sim então aquilo que para nós que somos que a rede de proteção né o conselho o serviço aquilo que para nós a gente vê como uma negligência maus tratos violência para criança que tá vivendo dentro daquela família ela não consegue porque muitas vezes ela não conhece o outro modelo ela não me compreende ela não compreende então o afastamento ele é muito difícil para criança né mas quando ela ela é acolhida por uma outra família que ela vai ver um outro modelo ela vai receber carinho poder se desenvolver poder ter todos os atendimentos que ela precisa né é muito melhor do que a institucionalização né No meu ponto de vista então e a família acolhedora eu gostei muito da fala da Márcia e a gente pensa menos a gente faz da criança né então é realmente uma doação você se doar benefício de uma criança que naquele momento precisa estar recebendo um carinho cuidado que ela não tem ela não teve da família então é muito importante a gente poder falar sobre isso porque muitas pessoas não conhecem esse serviços né Que bom que a Zezé tá aqui hoje e a gente poder divulgar esse modelo de acolhimento que é extremamente importante agora a gente fala então com a vereadora Paula Miguel que é a presidente da Comissão de Direitos Humanos aqui da câmara vereadora quando a gente vê essa proposta para Campinas né a gente fala de um modo geral tanto que a experiências cada uma no seu modelo em outros países também o que que a gente pode pensar de tudo aquilo que a gente viu ali na reportagem tudo que a senhora conhece quando a gente pensa no direito primordial da criança também que é ter uma família por tá trazendo essa temática para gente cumprimentar a vereadora Débora Palermo Zezé primeiro acho que é importante sempre ressaltar que um direito da criança né ter um ar uma família ter dignidade né então quando a gente pensa numa família acolhedora né eu também gostei muito da frase da Márcia porque isso é pensar na criança garantir que a criança tenha para ela apresentado o modelo né de família que não seja muitas vezes aquela do abandono da violência né dessas desses traumas né você apresentar uma outra possibilidade e isso a gente sabe que a longo prazo tem um resultado muito significativo Então quando você na primeira infância né você é acolhido você é tratado com carinho com amor né Você tem uma estrutura familiar muitas vezes as consequências que vão ser enfrentadas posteriormente são outras né então pensar quais são os direitos né que as crianças têm né da alimentação do cuidado moradia da socialização da própria família e isso faz com que a gente pense num serviço que acolha e a família acolhedora justamente isso né a vereadora Débora trouxe muito bem aqui né As instituições da cidade de Campinas elas são referência a gente é uma referência nisso mas nada como você ter né uma família que tá voltada para sua criação né para suas preocupações né para o primeiro passo para o desenvolvimento as pequenas conquistas pequenas vitórias do dia a dia o andar as primeiras palavras né completamente focada naquela necessidade então a família acolhedora Ela traz para a gente uma reflexão de quais são os direitos que as crianças precisam ter muitas vezes são violadas também olha eu tô aqui com o site nacional família acolhedora.org.br que é o colisão pelo acolhimento em família acolhedora que tem aqui olha uma grande missão né que essa colisão é um grupo de gestores pesquisadores mudanças Nacionais no assunto atores governamentais e não governamentais Unidos para promover ampliação do acolhimento familiar no Brasil atualmente a média é de 4.9% e essa meta para 2025 é de 20 a 20% de crianças e adolescentes acolhidos nesta modalidade quando a gente pensa em Campinas tá mais ou menos nessa média 4% Zezé a nossa capacidade seria de 10% das Crianças em acolhimento hoje no município hoje então eu vou vamos fazer hoje fazer de conta que é uma aula Vamos pensar assim você vai nos ensinar bastante nessa aula olha por exemplo é uma família acolhedora o que que ela inicialmente tem que fazer até porque vamos supor ela não sabe o que é a família acolhedora e ela tem o primeiro medo dela que é o primeiro medo como eu vou pegar uma criança e depois eu vou desenvolver essa criança vou dar tchau para essa criança como que é isso Conta pra gente então e até quero aproveitar para ressaltar que os dois serviços podem acolher crianças e também adolescentes né então de 0 a 17 anos é hoje focado na primeira infância por causa da demanda é isso na verdade assim nós temos prioridade para as crianças de 0 a 6 mas se também tivermos famílias que queiram acolher adolescentes nós temos adolescentes Então temos crianças de todas as idades obviamente se tiver criança na sua faixa de 0 a 6 a primeira consulta é se a família acolhedora ou não E hoje lamentavelmente eu também não tenho família acolhedora mesmo para crianças de 0 a 6 por exemplo isso nasceram um bebê que precisa ele vai para uma instituição por não termos famílias acolhedoras o suficiente para nossa demanda eu eu lembro que a primeira reportagem que eu fiz sobre família acolhedora foi justamente um trabalho que já foi feito sobre o desenvolvimento cognitivo de um bebê a diferença quando ele é acolhido institucionalmente e quando ele vai para uma família que existem provas já né neurológicas né falando sobre isso sim a criança perde no seu desenvolvimento quando ela fica numa acolhimento institucional e eu tenho que dizer que eu trabalhei em acolhimento institucional e há um empenho muito grande das equipes para acolher melhor possível mas um abrigo Hoje ele tem a capacidade para 20 crianças então se nós temos 20 crianças em acolhimento Todas serão cuidadas mas não com aquele cuidado individualizado né ela terá pouco físico com os profissionais que cuidam aquele Olho no Olho que é tão importante tanto para criança quanto para o adolescente né o adolescente tem demandas também de atenção individual sim isso não acolhimento institucional fica prejudicado bem então não acolhimento familiar que é o nosso ideal eu diria que para todas as crianças e adolescentes embora temos crianças crianças não mas vamos encontrar adolescentes que às vezes não querem estar num acolhimento familiar vão ter demandas que vai ser mais difícil né mas é claro todo mundo quer amor então isso é importante e aí você me perguntou Desculpa quem chega quem chega quer saber e tem esse medo dizendo Poxa como eu vou apegar me desapegar com que isso tudo que vocês conseguem dar esse suporte o que você diria para quem está assistindo e quer saber mais sobre o que para ver se como será que eu dou como seria nos dois serviços o sapec e o conviver temos algumas etapas então a pessoa que tem interesse ela pode entrar em contato com o serviços e ao final né passarei os contatos e a primeira a primeira coisa é dizer do seu interesse em conhecer então vai ser marcado uma entrevista com os profissionais desse serviços onde eles vão dar as primeiras informações a pessoa realmente mantendo o interesse Ela vai para segunda etapa que são encontros de Formação são seis encontros geralmente no período noturno aí nesses encontros é conversar sobre tudo sobre o desenvolvimento da criança as necessidades dela do adolescente é falado está tudo da Criança e do Adolescente enfim é uma formação e ao final desses seis encontros a pessoa mantendo o interesse ela então vai apresentar os documentos que ela precisa é importante saber que quem se interessa pelo acolhimento familiar não pode estar cadastrado para adução então a pessoa que já tem um cadastro no Conselho Nacional de Justiça né que está aguardando uma criança para adotar essa pessoa não é candidata ao acolhimento familiar Ok não é um atalho né não é um atalho Então quem vai acolher sabe que é um acolhimento provisório pelo tempo que for necessário para decisão da justiça em relação àquela criança Ou aquele adolescente que está em acolhimento mas ao final quando sai a decisão judicial a criança vai ser entregue sua família de origem ou para família substituta se for essa decisão o que que acontece então Zezé Vamos colocar na prática a criança por algum motivo ela não fica com a sua família de origem Enquanto isso a justiça determina que ela fique uma família colhedora enquanto e a rede de proteção vai fazendo Que tipo de trabalho junto com a família de origem ou extensa ou então um trabalho para que essa criança seja destinada doação adoção desculpa como que funciona isso então Toda Criança e Adolescente em acolhimento temos equipes técnicas compostas por psicólogo assistente social do próprio serviço de acolhimento né E essa equipe vai entrar em contato com a família da criança vai fazer o que nós chamamos de estudo psicossocial identificar Quais foram os motivos que levaram ao acolhimento né Que tipo de violações aquela criança pode ter sofrido E aí vai desde agressão física ou violência psicológica violência sexual abandono os diferentes Infelizmente o que a gente chama de modalidades da violência né então a equipe psicossocial vai identificar com a família o que aconteceu e vai trabalhar para que essa violação seja superada sim então encaminhando a família para acompanhamento psicológico quando há necessidade se Há questões de saúde mental então contamos com a rede de Serviços de Saúde Mental do município para também acompanhar aquela família e aí encaminhamento diversos para programas de transferência de renda como Bolsa Família enfim eu acho importante salientar porque antigamente quando se falava tem até um eu tava estudando um pouquinho sobre as fases tudo quando se fala antigamente do código de menor mas antigamente falava muito que a questão da pobreza era um fator para acolhimento que na época tinha um outro nome isso está superado né está superado a pobreza não é motivo para acolhimento o que pode ocorrer é quem decorrência da pobreza né da miséria essa família tenha outros envolvimentos com o uso de substâncias psicoativas o desemprego e a consequente violência né ou violações que podem ocorrer nessa família em função da pobreza mas a pobreza por si só não é motivo para acolher uma criança sim porque muitas famílias pobres onde não ocorrem violações nenhuma né onde a criança está protegida está bem cuidada Então isso é importante nenhuma criança deve ser acolhida porque a família pobre isso não sim quando a gente pensa nessa questão vereadora Paola o que que a gente imaginar é em que essas famílias hoje que estão em casa que necessariamente gente não precisa ser também uma família ah eu só eu não tenho dinheiro eu preciso ser rica para poder ser uma família acolhedora o que a gente pode pensar nesse nessa família que tem que ter esse olhar para garantir esses direitos fundamentais das Crianças eu pegar um gancho anterior né acho que a questão da pobreza né a pobreza não necessariamente é vulnerabilidade né não vai colocar a criança em risco né Então as famílias tem que pensar justamente isso às vezes não tem uma condição sócio-econômica tão como a gente gostaria né para até porque a pós pandemia fez com que o favorecimento subisse muito no nosso país né com endividamento também crescesse muito nosso país em especial na nossa cidade mas isso não significa que essas famílias não tenham condições de oferecer amor para uma criança uma criança carinho né que não tenho elas essa família ela precisa estar atenta as necessidades da criança né então os primeiros momentos primeiros sinais tem que lembrar que essa criança teve um afastamento da Família original né então que vai precisar ter uma dedicação maior muitas vezes né Principalmente nos primeiros dias adaptação Então acho que a família né que tá querendo participar é muito fundamental até para a gente conseguir atender as demandas que a gente tem mas ela precisa estar disponível a oferecer carinho cuidado e atenção para essas crianças que vão chegar isso é o mais importante do que ter grandes condições financeiras né carro dinheiro Acho que tudo isso é super perto se você tiver carinho acolhimento se tiver disposição você muitas vezes vai conseguir oferecer esse serviço de família colhedora muito bem executado até ponto de quando essa criança precisar né embora quando acabar esse tempo que larga temporário você realmente saber como as famílias a gente viu aqui na no vídeo né que você conseguiu ter um ganho né olhando para aquela criança cuidando e oferecendo esse serviço também ajudando nosso município vereadora Débora na sua experiência no conselho tutelar não sei se vocês chegam a acompanhar esses casos Quando essas crianças são encaminhadas as famílias acolhedoras o que que eu vi bem a fala da Jane que ela fala a da ponte né a criança chega de um jeito passa pelo arco-íris e ela é entregue de uma outra maneira para dor de volta a sua família de origem uma família extenso até para a família adotiva é como que vocês vem quando a senhora era conselheira vi essa questão Na verdade o conselho ele não acompanha muito famílias acolhedora gente faz muito a o acompanhamento dos abrigos os institucionalizados a família acolhedora mais Acompanhada pela equipe de alta complexidade mas nós conhecemos vários casos né e é realmente a ponte né a criança chegar numa situação de fragilidade de maus tratos ficar por um período que até um ano e meio pelo pelo estatuto né com a família até que o juiz né a justiça determine se ela volta para família de origem se ela vai para família extensa ou se ela vai para adoção mas é eu acho que é bem o que a Paola falou viu o Mirna O importante não é a questão financeira né os casos que a gente conhece que eu conheci de famílias acolhedoras a maior parte são famílias que se propõe a fazer parte desse programa são famílias humilde simples mas que tem muito amor muito carinho muito cuidado para dar para essas crianças que é o que eles necessitam nesse período de transição né então a gente deixar muito claro que em questão financeira que não precisa ter uma qualidade de vida um nível de social alto para fazer parte de família acolhedora né que qualquer pessoa que tenha disposição de acolher cuidar amar até que aquela criança seja encaminhada para uma dessas três opções né família extensa Família original ou adoção ela esteja num ambiente cuidado né Isso quer que é importante Zezé do ponto de vista da do serviço de proteção essa família acolhedora Ela também tem um apoio no caso aqui de campinas da prefeitura por exemplo para conseguir uma vaga numa creche numa escola para conseguir se essa criança né o posto de saúde ou encaminhamento para talvez se for necessário o caso um atendimento especializado para ver alguma questão da saúde da criança existe essa rede que dá o apoio a família acolhedora eu sempre nós trabalhamos para que a família tenha autonomia no Cuidado da criança então geralmente a própria família é quem faz o primeiro contato com o serviço que aquela criança precisa se houver dificuldade para inserção Aí sim ela Comunica a equipe técnica que ela está acompanhando E aí a equipe e se necessário até a gestão que sou eu né nós então fazemos a articulação com aquele serviço muitas vezes se é necessário fazermos o contato com a gestão de outra política pública ou seja da Saúde da Educação do que for necessário com hospitais né Para que o atendimento tenha uma certa prioridade nós não passamos nenhuma criança na frente porque toda criança tem direito né mas muitas vezes precisamos sim intervir e facilitar essa articulação então a criança em acolhimento familiar ela tem acesso a rede de ensino público aos Serviços de Saúde estão como fazem parte desse fluxo a gente já prevê o atendimento ao acolhimento a criança e acolhimento familiar se alguma coisa falhar Nós entramos o a Vara da Infância ao Ministério Público tá aqui quando nós tivemos lá no simpósio existem alguns modelos inclusive Se não me engano dos Estados Unidos que essa família acolhedora ela tem um valor que ela recebe para acolher essa criança ou adolescente no Brasil também tem essa instituição ou não então há países em que a família acolhedora é profissional então ela recebe salário tem vínculo empregatício no Brasil a família acolhedora é voluntária mas há um auxílio uma bolsa auxílio para a criança em acolhimento então que é paga né pelo pelo poder público cada criança em acolhimento recebe mensalmente uma bolsa que é claro a família você vai usar para os gastos com a criança mas a família acolhedora mesmo é voluntária é voluntária e quando a gente percebe também além da família que como foi dito aí na reportagem pode ser não precisa ser aquela família antiga só que se tinha aquele papel do marido da esposa pode ser uma pessoa solteira pode ser um casal homoafetivo e tudo mais e os outros atores por exemplo uma família que já tenha filhos nesse treinamento esses filhos também participam quem é que participa de todo esses momentos para entender o que é a família acolhedora e é importante a sua pergunta porque nós sempre buscamos saber se toda a família concorda com a com a minha familiar né então se são filhos já numa idade que compreende enfim eles também são ouvidos eles também podem participar dos encontros de informação e quando a família já está colhendo mensalmente os dois serviços fiz um dois encontros que são à noite com todas as famílias acolhedoras para troca de experiências e para que elas possam falar das dificuldades ou facilidades que estejam tendo no acolhimento e os filhos participam junto os filhos biológicos dessa família né então o que é importante saber que não é só quem está acolhendo que é ouvido ou trabalhado mas toda a família então a voz também se tornam família colhedora os tios daquela família os primos porque a criança é recebida na família e se houver um membro da família que não esteja de acordo então nós dizemos que a família não está pronta ainda para acolher é importante que todos da família todos pelo menos do que moram na mesma casa né concordam com aquele acolhimento E perguntamos também qual é a rede de apoio que essa família tem então se ela poderá contar com os tios com a voz porque é isso é a família de repente a mãe precisa sair com quem ela vai deixar quando ela sair o que acontece naturalmente e a família pode pôr a criança na escola em período integral se for o caso porque muitas famílias trabalham tem uma vida normal né não é necessário que a mãe não trabalha para poder ser família acolhedora ela poderá acolher e trabalhar como se fossem os filhos dela mesmo sempre a nossa pergunta é Qual é a rede de apoio e qual o projeto para aquela criança tá nesse período que essa família está colhendo Qual é a relação dela com a família de origem ou com a família extensa daquela criança durante o acolhimento na verdade haverá Pouco contato com a família de origem Até porque temos diferentes situações aí que levaram ao acolhimento mas pós desaco se houver interesse tanto da família colhedora quanto da família de origem ou porventura a família adotiva em manter em contato isso é possível então nós temos famílias acolhedoras que visitam a família de origem que continuam dando apoio ou famílias adotivas que querem manter o contato da criança Porque é importante saber que uma criança Ela tem uma história né antes de vir para acolhimento ela tem uma história com a família dela e depois o acolhimento ela terá também a história com a família acolhedora não é interesse nosso a pagar essa história é isso que dizer né porque é a criança é como qualquer ser humano que você quando é adulto Olha você fazia você tem aquelas memórias afetivas daquilo que você viveu na sua infância e se a família acolhedora faz parte não é não é uma lacuna de jeito nenhum durante o acolhimento a família acolhedora tira fotos da criança nós temos um projeto lindo e chamado é o álbum fazendo minha história que a família acolhedora monta com a criança o seu alvo de fotos de objetos que ela quer guardar e quando a criança vai embora ela leva esse álbum junto com ela sim então não é apagada a história claro sempre terá que se considerar se a família de origem quer manter esse contato ou se a família adotiva também deseja né caso essas famílias não desejem isso é respeitado e é encerrado ali o vínculo né mas é importante que não haja Essa ilusão de que a criança vai esquecer o tempo que ela esteve na família acolhedora porque não isso marcou a vida dela para sempre quando a gente pensa nessa marca positiva na vida de um indivíduo é quem são os profissionais envolvidos por exemplo para atender tanto a família acolhedora quanto essa criança que vai entender porque pelo menos tanto nessa reportagem quanto outras que a gente já fez aqui a gente percebe que no período de acolhimento essa criança chama aquela mulher aquele homem ou pelas mulheres aqueles homens de mãe e pai mas como que ela vai saber que agora eles não são mais meus pais e agora eu tenho outros pais isso tem um preparo também e o apoio para que a criança entenda e também essas famílias entenda cada fase desse processo Sim claro que a gente pensa na criança que tem já esse nível de compreensão e que seja possível esse diálogo mas durante todo o acolhimento também a equipe de profissionais assistente social psicólogo trabalham com a criança é dado a criança a escolha de chamar a família acolhedora de pai e mãe ou de não chamar então nós vamos ter crianças que chamam de de tia e crianças que falam pai e mãe e às vezes até como elas não não são proibidas de terem contato com as suas famílias de origem excepcionalmente isso pode ocorrer mas via de regra elas mantém o contato com seus pais biológicos então a criança o tempo todo ela sabe que ela tá lidando com a mãe acolhedora com o pai acolhedor ela sabe que é uma família provisória na vida dela e quando chega o momento dela se desligar é muito interessante porque a criança está preparada para isso a criança ela a gente costuma dizer assim que ela ela faz esse desligamento né então ela consegue separar dizer tchau para família colhedora obrigada por esse tempo de Cuidado estou indo para minha família definitiva seja a família de origem ou a adotiva né então a criança sabe disso ela não vai aquela preocupação de que isso vai causar um prejuízo uma ru para criança não Ela sabe que isso vai acontecer e ela sabe que ela tem uma família para voltar ou se ela está aguardando adoção também ela sabe que o tempo com a família colhedora é a dela ter a família dela definitiva e a família acolhedora trabalha é parceira nossa nessa preparação da Criança é a gente falou aqui muito da primeira infância até por questões como as Zezé colocou né que da do número de famílias acolhedoras mas também existe uma discussão muito importante quando se fala dos Adolescentes como preparar esse adolescente que pode para acolhimento familiar mas prepará-lo para fazer adulta a família acolhedora ela tem um importante papel nesse sentido vereadora Débora Com certeza né com adolescente ainda é maior ainda eu acho essa preocupação esse cuidado porque se a gente falar de primeira infância e a maior parte bebês eles ainda tem pouco pouco Pouca demanda nessa área de transição eles vão mais ou menos vão se desenvolvendo a família né vai fazendo ao atendimento agora o adolescente nós somos adolescentes sabemos temos muitas demandas né Eu costumo falar que adolescente é uma criança grande que se acha adulto Isso é verdade então a gente tem mas tem muitas crises né internas né a transição da adolescência para fase adulta a gente tem muito questionamento por isso que tem muito muito o pessoal fala que é difícil porque é difícil mesmo é uma fase de transição difícil e a família colhedora ela tem que estar preparada para essas demandas e dá todo esse apoio emocional psicológico e também preparar para ir para uma família adotiva que é muito difícil né infelizmente também é uma realidade trazer né Essa realidade para nós ninguém adota adolescentes Aliás a maior parte das pessoas que estão na fila de adoção elas querem crianças de 0 a 2 anos brancas meninas sim e é muito difícil porque depois uma certa idade de acolhimento a gente sabe que a adoção ela fica cada dia mais mais distante mais distante mais em caso de família acolhedora preparando também para volta para a família de origem ou para família extensa eu acredito e tenho certeza é muito mais difícil essa transição e essa esse apoio para essa para essa adolescente para essa adolescente ele adora parou a senhora que trabalha tanto com os jovens têm esse contato também com adolescente como que será realiza essa questão de preparar esse jovem e aí nesse contexto qual a importância hoje de tanto tantas angústias que os adolescentes têm no caso de acolhimento familiar e o que a senhora vê como Direitos Humanos que essa família poderia também dar esse suporte e preparar esse ser para vida adulto adolescência como a vereadora da Débora Power me trouxe aqui ele é um período de transição né a gente está acabando de sair ali da infância né tamo buscando transicionando pela independência então Muitas das coisas que a gente fazia com os nossos pais com as famílias agora a gente começa a fazer com os nossos amigos né com os primos com outras pessoas ali a gente inclusive busca se afastar um pouco dessas referências né Por esse adolescência conhecida como momento de rebeldia né de você ali tentar se revolucionário e pensar no acolhimento nessa faixa etária é fundamental para colher também esse adolescente né então todas essas crises internas nossas descobertas até mesmo questão esse amadurecimento da independência da Autonomia ele é um muito doloroso né então exemplos muito simples assim como pegar o primeiro ônibus e sozinho para escola voltar sozinho da escola essas responsabilidades precisam ter um direcionamento de uma família que inclusive tenha esse acolhimento no sentido de pensar assim ai demorou um pouco mais porque tava na vendinha comprando doce ou chegou atrasado na escola porque tava assistindo alguma coisa né Na minha época da escola ficar um pouquinho lá na pracinha com os meus amigos pode eu não pode eu não pode então todas as questões né fundamental que tem novamente uma família acolhedora que entenda e saiba lidar com esse período né que consiga principalmente no direcionamento porque a gente quando a gente fala da primeira infância é eles têm ainda menos bagagem né eles foram acolhidos ali logo teve uma intervenção logo na primeira infância quando a gente tá falando do Adolescente às vezes ele passou por um longo período de traumas e até para você conseguir né confiar nessa nova família né se e também deixar ser cuidados Às vezes você demanda de outras necessidades então é fundamental que a gente também tem a famílias acolhedoras prazo adolescentes né que são acabaram de sair dessa infância e esse dado que a Débora a vereadora Débora também traz sobre a fila da adoção ela é muito triste Principalmente quando a gente pensa na comunidade negra que é quem fica muitas vezes ali esquecido e abandonado dentro desses espaços porque é uma sociedade que a gente tem Infelizmente ainda é racista e não consegue olhar para a gente como sendo também Pessoas que podemos ser acolhidas que devemos ter cuidados né então acho que tem essas duas coisas que são fundamentais e adolescência ela é justamente esse momento decisivo para você determinar se você vai ter uma vida adulta né muitas vezes saudável com relações saudáveis na vida saudável ou não né Então essa intervenção com a família acolhedora na adolescência ela é fundamental para que a gente consiga garantir aí novamente os direitos anos que é um direito do Adolescente né das crianças não é um direito simplesmente da família e da sociedade Zezé me permite nós tivemos experiências muito exitosas no acolhimento com adolescentes porque o adolescente ele compreende o que aconteceu porque ele foi para um acolhimento né E também compreende o papel da família acolhedora então nós tivemos experiência sendo adolescente saber que ele tem uma família e querer ajudar apoiar a família dele de origem até pedir para família acolhedora também apoiar a família dele e depois quando retornou para casa esse próprio adolescente mantém contato com a família recentemente nós tivemos um encontro entre as famílias acolhedoras uma festa uma festa junina tínhamos lá famílias de origem famílias acolhedoras e famílias adotivas né então e as crianças todas lá e uma agora com 21 anos que nesse momento ela tá precisando de apoio e ela buscou a família acolhedora e a família estava hospedando agora na condição de hospedar então ela virou amiga da família acolhedora Então essa relação com a criança maior com adolescente pode ser desafiadora é claro mas também muito muito gratificante porque o adolescente ele compreende né esse momento até porque a gente tem aqui agora eu tentei procurar alguns números mas não consegui a gente tem cada vez mais número de adultos que continuam morando com as suas famílias biológicas né então basta chegar para o adolescente nesse caso que teve toda essa questão e falar você fez 18 anos agora se vira não é assim né porque inclusive Olha a gente tem aqui um levantamento Nacional sobre os serviços de acolhimento para crianças e adolescentes nos tempos de de 19 esse aí esse dado aqui de 2020 identificou mil e sete jovens que permaneciam em um sistema produtivo após completar em A maioridade ou seja não é porque fez 18 anos que tá tudo resolvido de jeito nenhum costumo dizer que nós não abrimos o portão e mandamos embora né claro trabalha-se para que nem fique até completar os 18 anos né uma acolhimento familiar Ou institucional mas se eventualmente só acontecer nós vamos comemorar o aniversário de 18 anos porque precisa ser comemorado mas ele sabe o jovem sabe que ele não tem que ir embora porque Completou 18 enquanto não tivermos a porta de saída para ele ele permanece no serviço onde ele está permanecerá no caso do acolhimento familiar nós não temos nesse momento nenhum jovem né nem um adolescente perto de interpretar 18 mas já temos discutido isso a possibilidade de um acolhimento familiar estendido até os 21 anos ainda é um projeto mas que já ocorrem em outros países em que nós trabalhamos né estamos discutindo para que também venha ocorrer aqui se houver desejo do jovem e disponibilidade da família acolhedora ainda é um projeto né então a gente tem que pegar as boas experiências de outros países sim para também trazer para o Brasil e Zezé agora vou pedir até uma opinião pessoal você falou sobre a questão de família acolhedora profissional você acha que esse é um modelo que daria certo no Brasil ou não bem sinceramente ainda não tenho muita clareza disso né os países onde as famílias são profissionais nesse último simpósio nós ouvimos isso que eles também estão enfrentando uma questão que é a família profissional ela se aposenta é porque aquilo é uma profissão e uma vez que ela se aposenta eles têm enfrentado dificuldades para conseguir novas famílias para reposição então pode ser interessante isso mas também podemos ver até um outro problema que é as famílias tem vínculo empregatício elas vão se aposentar nós hoje no Brasil estamos com uma realidade que é positiva de um lado que é o envelhecimento da população brasileira né os brasileiros estão vivendo mais mas estão envelhecendo também então é pouco a gente vai ter que ter família acolhedora de idosos também é maravilhoso na verdade a gente torce por isso também né de termos aí seria sobre a minha gestão mas famílias acolhedoras para idosos acho que isso seria é um sonho é um projeto também Então nesse momento ter famílias acolhedoras voluntárias tem funcionado tá importante saber que a criança ou adolescente em acolhimento recebe um subsídio para aquele acolhimento quando a gente fala do sapeca e do conviver são dois serviços eles têm a mesma função eles os dois têm aí como se diz na sua gestão a prefeitura o que que difere ou só é apenas Porque tem uma questão de quem a responsável por um por outro que que acontece só que o sapeca ele é inteiramente executado pelo poder público e o conviver é executado em parceria com a associação de Educação do homem do amanhã que é a guardinha ó Inclusive eu tenho aqui hoje esse programa tá sendo ao vivo dia 10 mas se você tá aí a reprise do nosso questão de ordem depois você pega o contato do serviços que existem em Campinas mas a dia 11 nós teremos inclusive lá no conviver eu recebi uma reunião informativa então se você está em Campinas tem um tempinho quer saber sobre a família acolhedora amanhã lá na guardinha na Avenida das Amoreiras 165 no parque Itália um pouquinho para cima agora do Mário gatinho fica a guardinha você tem aí uma reunião às 2 horas da tarde é uma reunião informativa sobre família acolhedora então já é uma primeira oportunidade ao nosso programa já estava marcado quando eu recebi hoje cedo esse convite aqui para conhecer a família acolhedora tem um contato de WhatsApp que é o 19 99368-14-4099368-1440 ou conviver- família acolhedora@guar pontoorg.br daqui a pouco a gente vai dar o endereço completo de todos se você está assistindo depois esse programa Olha daqui a pouco vai aparecer o endereço você pode a qualquer tempo entrar em contato com o sapeca ou com conviver é isso né Zé isso mesmo então só reforçando não há diferença a metodologia dos dois serviços é igual os dois o trabalho que a secretaria municipal de assistência social faz através então de mim e da minha equipe é de fazermos gestão dos dois serviços nós acompanhamos discutimos as diretrizes que são nacionais para o acolhimento familiar em qualquer dos dois serviços que a pessoa buscar será bem atendida e o acolhimento eu tenho certeza vai trazer uma realização como as duas famílias acolhedoras do vídeo disseram né Tem algum momento que por exemplo a família acolhedora ela começa em alguns acolhe Algumas crianças depois ela fala assim olha eu preciso de um tempo eu volto depois é possível fazer isso é possível sim até porque quando a criança vai embora nós temos famílias que vivem todas aliás vivem o luto como nós chamamos isso é claro não adianta falar que não vai existir é um luto que é a saudade né Afinal aquele ser deixou marcas na família literalmente né quem tem crianças em casa sabe que deixam Marcas Na Parede a mãozinha é pé é desenho e sobretudo as marcas no coração então a família vive esse luto e aí nós temos família que diz assim olha eu preciso de um mês dois meses antes de um novo acolhimento ok nós entendemos e isso é trabalhado e tem família que entrega uma criança e pergunta quando eu vou receber a próxima também é esperado não há problema nenhum se no processo a família entender realmente não é para ela ela não dá conta de fazer esse tipo de de acolhimento ela pode falar isso também muita algumas vezes a própria equipe técnica avalia isso né e fala pra família que talvez ela Deva buscar um outro tipo de de serviço uma outra forma de acolher quer aproveitar e dizer que nós temos o serviço de apadreamento afetivo que a criança não precisa morar com a família mas a família se coloca à disposição para visitar levar para passar o fim de semana férias em casa né é mais leve um pouco mas é um bom caminho também para o acolhimento Como chama o acordar acordar acordar é um serviço executado em parceria também com a guardinha e tem o trilhar também né o trilhar Na verdade é um programa dentro do da guardinha que é para crianças e adolescentes que estão em acolhimento institucional e o trilhar faz orientação recebe uma Bolsa Financeira e ela terá mentores que vão ajudá-la a pensar o que ela vai fazer com aquele dinheiro como ela vai gastar ela vai começar a entender o poder O que é uma preparação para se tornar adulto exato para desenvolvendo autonomia mas ela continua em acolhimento institucional só que recebendo orientação tá Então olha gente a gente tem a família acolhedora vamos falar de Campinas se você tá em outro lugar procure o serviço aí na sua cidade nós temos família acolhedora que as crianças ficam morando mesmo vivendo o dia a dia com essas famílias temos o acordar que eu apadrinhamento afetivo você vai passar sua família vai passar o final de semana com aquela criança as férias o feriado pode inclusive isso é importante né Zezé é todo esse trabalho é acompanhado pela Vara da Infância e Juventude né outro trabalho tanto do acolhimento familiar principalmente o acolhimento familiar a família que se torna a família acolhedora ela recebe um uma Guarda um termo de guarda assim expedido pela Vara da Infância no apadrinhamento afetivo também a Vara da Infância acompanha todo o processo e autoriza o padrinho ou a madrinha né Tem um termo expedido pela vara porque essa criança poderá passar finais de semana então tudo é sempre junto com a Vara da Infância promotoria da infância e juventude o tempo todo conosco acompanhando é a gente espera que hoje com a nossa contribuição do nosso programa que essas 25 famílias se multipliquem pelo menos o dobro né vereadora tanto que a senhora vai fazer inclusive aí uma homenagem a essas famílias De onde surgiu Essa Ideia vai ser pela primeira vez aqui na casa sim pela minha admiração mesmo por esse serviço né Por esse tipo de acolhimento desde o Conselho Tutelar eu sempre apoiei e admirei né esse acolhimento familiar então na quinta-feira dia 13 convido a todos né para estarem aqui na Câmara a partir das 14 horas nós vamos fazer a homenagem a duas famílias acolhedoras mas também vamos apresentar o serviço de acolhimento a Jane Valente vai estar falando sobre o que é ser uma família colhedora sobre o serviço de acolhimento às vezes vai falar sobre os dois serviços novamente sapeca e conviver e nós vamos ter o depoimento dessas duas famílias Então quem tiver interessado a conhecer um pouquinho mais e também é o aniversário do ECA né dia 13 de julho 33 anos do ECA então Nós escolhemos também fazendo essa data em ao aniversário do estatuto né E nós vamos estar com a doutora Andreia promotora da infância vai estar aí falando também sobre família acolhedora serviço de acolhimento porque a nossa nossa intenção menina é informar a população porque muita gente não conhece né o serviço de acolhimento familiar não sabe que existe né confunde com adoção com outras coisas né e é bom a gente divulgar porque aquilo que você falou a intenção Nossa nosso intuito é que esse número de famílias aumente realmente muito para que as crianças estejam em famílias amorosas sendo cuidadas nesse período aí de afastamento é a gente claro que a gente gostaria de estar fazendo aqui um programa sobre isso a gente pode fazer num outro momento sobre a promoção da família como um todo mas o importante que a gente pense no bem-estar da criança né a gente mostrou aí a Márcia André com marido Eu particularmente na minha primeira reportagem sobre família acolhedora conheci a Idelma que será uma das homenageadas e assim eu acompanho ela eu percebo que quando cada quando criança chega ela faz um super textão quando a criança vai embora ela faz outra dizendo que aquele pacotinho de amor tá indo embora mas que deixou a marca no coração e que ela sabe que aquele pacotinho tá indo embora com muito mais amor do que quando chegou e que eu acho que é um grande testemunho quando ela vem num evento aqui na Câmara ou em qualquer lugar essas famílias façam Esse testemunho e mostrem que é Possível sim a gente apegar e desapegar mas não desapegar sem deixar de amar né Zezé porque elas continuam amando essas crianças continua e o coração o nosso coração foi feito com uma capacidade né é um músculo na verdade que pode se estender e eu não tô falando obviamente do órgão né Mas cabe mais um sempre caberá mais um e eu observo que quem mais ganha no acolhimento familiar é a própria família acolhedora ela é transformada né E se tem filhos os filhos também passam por essa transformação todos ganham todos ganham quando uma criança vai para um acolhimento familiar sim eu fico muito feliz quando eu faço a gestão das vagas né junto com a minha equipe que eu quero aproveitar e agradecer aqui as duas profissionais que estão junto comigo a Vera Regina de Almeida e a Maria Raquel Nascimento que aparece aqui no vídeo nós fazemos a gestão das vagas e quando nós temos família acolhedora disponível para acolhimento é muito bom é muito bom saber que aquela criança vai ter um atendimento individualizado mas aí a família por exemplo quando a família colocou lá no seu perfil Olha eu dou preferência para crianças bebês para família para criança acima de cinco existe isso também existe a família acolhedora pode dizer a idade pode dizer o sexo porque de repente ela tem em casa por exemplo só meninas e aí ela quer colher uma menina por uma questão de organização do quarto as camas né ou ela quer sorrir ou ela quer acolher adolescentes porque tem filhos adolescentes e também a família acolhedora pode acolher grupos de irmãos Ah então pode também né Se ela quiser nós temos às vezes grupo de três quatro irmãos e a família disponha isso já tivemos casos assim em Campinas temos nesse momento uma família acolhedora que está com um grupo de três irmãos sim então é possível é possível Ele já teve casos também da pessoa colocar lá na fichinha ó minha família que é acolher acima de cinco anos mas chegou um bebê e vocês ligam ela fala sim nós fazemos a consulta Se a família se dispõe as famílias aceitam o desafio assim como é desafiador para algumas acolherem adolescentes para outras é desafiador acolher um bebê a venda disponibilidade tanto quanto possível estaremos juntos com a família naquelas dificuldades que ela venha enfrentar né vereadora do ponto de vista de direitos humanos O que que a senhora pode dizer aí dessas dessa expectativa e desse desafio e o quanto como legisladora a câmara né senhora tá fazendo parte senhora verea pode atuar nesse sentido também de Despertar aí o sentimento para que nós tenhamos mais famílias acolhedoras em Campinas a gente tem legislações especiais né como eca temos a faculdade da Juventude também mas o Direitos Humanos ele vem justamente para embarcar tudo isso né então quando a gente fala das crianças o que a gente tem percebido é que tem muitas vezes uma vulnerabilidade maior né e mesmo com essas visualizações específicas Ainda faltam algumas algumas questões ali que precisam ser cobertas aí nós Direitos Humanos ganhamos para a gente justamente conseguir garantir que todos os direitos da criança do Adolescente né sejam ali é garantidos perante a sociedade nós como legisladoras nós temos que olhar justamente para essas deficiência que a gente acaba tendo no município da falha onde que falta essa construção ou então muitas vezes só amarrar o serviço interligar o serviço né então a gente tem alguns serviços funciona ali muitas vezes desconexo né Então como que a gente pode interligar e eu acho que uma coisa muito importante fundamental né além do Conselho Tutelar é o papel da escola na pandemia a gente percebeu como que a creche a escola né fez falta também no desenvolvimento das crianças então muitas vezes a gente acaba né Direitos Humanos atuando dentro da escola que que a escola tem feito Como que ela também pode ajudar as famílias como que ela pode ajudar a criança como que ela pode também você ter esse papel né social de fazer a integração novamente dessa criança porque quando ela é retirada muitas vezes esse seio familiar originário né Ela vai para um outro espaço Ela vai para o território uma nova escola né Como que essa escola também vai acolher Como que o serviço uma colher então a gente tá aqui para dar liga nisso tudo né e pensar juntamente com a comunidade sociedade civil né E também nossos maravilhosos servidores como às vezes é aqui é como que a gente pode pensar a partir da Necessidade das também tá certo então Olha você quer saber mais família acolhedora ponto Campinas ponto sp.gov.br eu já tinha dito mas vou repetir aqui o serviço conviver fica na Avenida das Amoreiras 165 no parque Itália pouquinho ali acima do Mário gatinho perto do Sesi Amoreiras tá os telefones 37729699 o fax é 37729696 tem um e-mail da guardinha que é [email protected] mas eu tenho aqui naquele print que eu falei agora pouco do conviver que é conviver traço família acolhedora ponto guardinha.org.br quer saber mais entra lá no site família acolhedora ponto Campinas ponto sp.gov.br e o sapeca que é o serviço que às vezes já mencionou que é todo gerido pela fica na Rua Latino Coelho 540 no Alto do Taquaral lá perto daquela caixa d'água do Taquaral e tem um telefone também 3256606732566067 e o 3256635 o e-mail É [email protected] você entrando nesse site Inicial que eu falei aí família acolhedora ponto Campinas ponto sp.gov.br lá tem várias Abas para você entender o que a família colhedora e tem depois também o site que leva você a família acolhedora em detalhes sobre esses dois serviços você está nos assistindo pela internet quer saber mais sobre família acolhedora no geral família acolhedora.org.br aí você fica sabendo mais sobre política nacional e tudo mais e aí Claro procure isso aí na sua cidade eu agradeço a participação de vocês vereadora uma última palavra e o nosso tempo já esgotou já estão falando aqui para mim eu quero agradecer mas mais uma vez parabenizar TV Câmara por essa parece questão de ordem né e dizer que as famílias se deixam se deixem dominar pelo maior dom que Deus deu que é o amor né é o amor é o maior Dom e isso que essas famílias fazem nada mais é do que a prevalência do amor dessas vidas dessas famílias em benefício dessas crianças vereadora Paula primeiro agradecer mais uma vez o convite por estar aqui um grande prazer estar recoradora Débora palermos o Zé mina com todo mundo aqui na TV Câmara agradecer também todo mundo que acompanhou A gente assistiu se quiser saber mais entre no site né a família acolhedora ele é um serviço fundamental para o município de Campinas e isso vai ajudar não só o nosso município mas principalmente as nossas crianças nossas adolescentes que estão numa situação que necessitam nesse acolhimento né E também para seguir as redes da TV Câmara e me seguindo nas redes sociais @vai Paola com dois Ls Tá certo então Zezé eu quero agradecer né a oportunidade sempre a câmara aberta aqui para nós e quero fechar com o logo do acolhimento familiar que é a tempestade fica a vida continua que vocês que estão nos ouvindo possam ajudar essas crianças e adolescentes a continuarem a vida deles Diga sim ao acolhimento familiar obrigada então e assim a gente encerra questão de ordem de hoje até o próximo programa [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do QUESTÃO DE ORDEM

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
41:17

Questão de Ordem | LDO 2027: Como será definido o orçamento de Campinas?

1:06:58

Questão de Ordem | Escala 6x1 em Debate: Impactos para Trabalhadores e Empresas

1:03:58

Questão de Ordem | Segurança pública - 20 anos do ataque do pcc no estado

1:04:54

Questão de Ordem | Maio laranja

1:05:08

Questão de Ordem | Festival artes pela paz

1:05:43

Questão de Ordem | Vacinação em Campinas 2026: desafios covid, dengue, sarampo

1:07:07

Questão de Ordem | O futuro das bancas comerciais no Centro de Campinas

1:06:04

Questão de Ordem | Nova licitação transporte Público Campinas

1:04:47

Questão de Ordem | Crise combustíveis Campinas: procon, recap e Câmara explicam

1:16:48

Questão de Ordem | A luta das mulheres por espaço na ciência

1:04:31

Questão de Ordem | Campanha fraternidade 2026: moradia digna

1:11:49

Questão de Ordem | Violência contra mulheres: epidemia e luta

1:05:25

Questão de Ordem | Maus-tratos a animais: leis, fiscalização e denúncias

1:00:06

Questão de Ordem | Combate ao alcoolismo, prevenção e como buscar ajuda em Campinas

1:10:36

Questão de Ordem | Fevereiro Violeta: o desafio de superar o analfabetismo em Campinas

1:00:08

Questão de Ordem | Carnaval Campinas

1:01:39

Questão de Ordem | Pids Barão Geraldo: o futuro de Campinas?

1:03:24

Questão de Ordem | Orçamento 2026: prioridades, contas públicas e impacto na Cidade

57:44

Questão de Ordem | Nova licitação do transporte em Campinas: investimentos e impactos

59:42

Questão de Ordem | Segurança pública: facções, megaoperações em Campinas

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
5:55

Adote Um Bichinho | Semana 01 a 06 de Junho de 2026

32:05

Conexão Cultural | Instituto Hilda Hilst

31:17

Em Pauta | Roberto Alves

33:55

Faça Você Mesmo | Laços Cabelo Copa

34:35

Ponto de Vista | O Brasil está falhando com seus povos originários?

30:47

Saúde é Vida | Osteoporose

17:34

Câmara Na Copa | Álbum do Mundial vira febre e curiosidades da Copa surpreendem

5:45

Câmara Notícia | 27ª Reunião Solene 2026