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QUESTÃO DE ORDEM - ABRIL AZUL: CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE AUTISMO
Em destaque · HD Vídeo · QUESTÃO DE ORDEM

QUESTÃO DE ORDEM - ABRIL AZUL: CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE AUTISMO

18 views Publicado 26/04/2021 HD · 1:09:30

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o Olá começa agora o questão de ordem EA ONU Organização das Nações Unidas instituiu Dois de Abril como o dia mundial de conscientização sobre o autismo uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação e influencia o comportamento do indivíduo estima-se que o Brasil com seus 200 milhões de habitantes por sua cerca de dois milhões de autistas só no Estado de São Paulo por volta de 300 mil para falar sobre os direitos preconceitos E como você que está nos assistindo enquanto sociedade pode ajudar estão aqui no estúdio vereadores Carlinhos camelô membro da comissão das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida o Jair da farmácia também membro desta mesma comissão de forma virtual a vereador a Débora Palermo também membros desta comissão EA Renata Tibiriçá ela quer coordenadora da comissão de direitos da pessoa com deficiência da Associação Nacional de defensores públicos lembrando a todos vocês que o debate ele acontece eu faço as interrupções Apenas quando necessário Carlinhos camelô uma luz azul iluminando o Paço Municipal EA torre do Castelo aqui em Campinas chamando a atenção para esta conscientização que a avaliação que você faz dessa importância que você acredita neste ato Seja bem vindo ao questão de ordem e obrigado Olá a todos que nos assiste aqui da TV Câmera é muito boa tarde Débora Palermo Nossa vereadora aí e a Renata Tibiriçá Muito obrigado você está com a gente aqui para gente estar desse debate e também aprendendo mais com essa questão é a gente vê o seguinte eu acho que Como estive nessa casa aqui há tempos atrás tudo tem que ter um porquinho né a gente coloca o abrir o azul tinha dois que representa que são Gabriel azul é o porquê do do azul que representa a questão da dessa dessa questão do autismo e as pessoas começam a debater aí começa assim bem outras pessoas com esse começa a conhecer melhor essa questão que eu creio que tem muitas pessoas não tem alguém na família que não convive que não conhece muito bem sobre o tema Então acho muito legal o Jairo da farmácia de que forma esta atitude de iluminar: importantes da cidade podem chamar a atenção geraram um debate uma curiosidade das pessoas que não sabem sobre o assunto e poderem ajudar também Seja bem vindo ao questão de horas então essa questão ajuda mais a pessoa ver de outra forma né Inclusive eu tenho cliente que é autista EA família tem muita dificuldade com ele e essa dificuldade em relação à tratamento em relação à educação e acontece a educação e e também a hiperatividade que ele tem vamos já já a gente vai falar sobre essa ação sobre as dificuldades que as pessoas que têm o transtorno sofrem no dia a dia Vereador a Débora Palermo nós temos ao longo do ano campanhas com muita repercussão o rosa o Novembro que também é azul para saúde do homem enfim é quais ações e atitudes as autoridades precisam tomar para que a sociedade Entenda os desafios que os autistas e as famílias dos autistas têm no dia a dia seja bem-vinda ao questão de ordem Oi Renata um prazer participar da reunião e discute esse tema muito importante né E esse dia e o mês né o que a gente faz essa essa menção autismo para ter uma maior conscientização sobre o que é realmente o autismo para que a gente consiga mais políticas públicas e também combater preconceitos né e trazer a consciência das pessoas sobre essa deficiência que é uma deficiência né E como tratar Onde buscar auxílio né E como você lidará com essa questão do autismo né E nós sabemos que tem aumentado o número de autistas né e ainda temos muito a conquistar para esses essas pessoas né então eu acredito que toda campanha ela é muito bem-vinda tanto do autismo contra o outras o que nós temos Outubro na Rosa temos tantos campeões que é importante para você traz a discussão à tona né E essa disseminação de informações é sempre muito rica né porque a população passa a conhecer melhor EA entender melhor todas essas essas vamos dizer assim doenças ou necessidade conforme né o tema que a gente está falando mas muito obrigada pela pelo convite e Como disse o Carlinhos camelô vamos discutir aprender um pouquinho mais sobre autismo hoje muito obrigada exatamente participa com a gente a Renata Tibiriçá coordenadora da comissão de direitos da pessoa com deficiência da Associação Nacional de defensores públicos o seu doutorado é Renata me corrija se estiver errado tem o título as medidas de apoio para as pessoas com Transtorno do espectro do autismo nas escolas públicas da cidade de São Paulo análise a o direito e da educação brasileira e Portuguesa comparados então quero começar falando com você sobre educação uma pessoa com autismo deve estudar em uma escola regular ela precisa de um ensino especializado os pais têm dificuldades em matricular esta criança ou este adolescente Qual que é o cenário que nós temos hoje seja bem-vinda ao questão de ordem 1 E aí e obrigada pelo convite é um prazer estar aqui com vocês para poder debater esse tema com a eu dei uma linha de Defensoria Pública eu tenho estudado muito a questão das deficiências E especialmente do autismo na então eu fiz tanto mestrado quando o doutorado na Universidade Presbiteriana Mackenzie e nesse doutorado que que eu fiz a minha pesquisa ela buscou desenvolver e discutir a questão justamente dos apoios para as crianças com autismo crianças adolescentes com autismo nas escolas públicas né e a o que acontece é que assim é direito né das pessoas com deficiências das Pessoas com Transtorno do espectro do autismo é poderem a estudar com todas as outras crianças então a sem direito a ao acesso à educação em todos os níveis que seja desde a educação infantil até o ensino superior com todas as crianças muitas vezes não é o que a gente diz até é que a própria inclusão ela acaba acontecendo de fato a inclusão social acaba acontecendo de fato na própria escola porque é onde a gente consegue É permitir o convívio das Crianças com a diferença na e respeitar a diversidade humana porque nem todos nós somos iguais a então a gente precisa compreender que uma pessoa que tem um comportamento um pouco diferente Ou que ela tem um prejuízo de comunicar ser uma de interação social como acontece no no autismo a gente tem que aceitar né como ela é e compreenderá e buscar é eliminar as barreiras e uma das Barreiras mais difíceis da gente que eliminar é justamente na barreira atitudinal que a gente chama e são justamente aquelas atitudes que lindos que impedem que a pessoa ela participe igualdade de condições com as demais Às vezes as pessoas já partem do princípio de que uma pessoa porque tem uma deficiência ela é incapaz e ela não é capaz né Basta apenas que a gente consiga garantir de fatos A pois eliminar as barreiras para Que ela possa participar e igualdade de condições com as demais pessoas Clara talvez precisa de mais apoio do que outras crianças Mas isso não impede que ela como por exemplo esteja numa escola regular como todas as outras e o pedagogo Paulo Freire ele tem um pensamento que diz a educação não transforma o mundo educação muda pessoas pessoas transformam um a gente sempre fala aqui né que a educação no Brasil precisa melhorar que todas as pessoas precisam ter acesso aqui para os autistas o desafio ainda maior na Carlinhos Com certeza eu vou aproveitar aqui o tema aqui e fala com a Renata ali é quando ela fala que a as crianças da estudo e tem um certo preconceito é tem alguma dificuldade você que vem mudando com conhece a atenção tem alguma dificuldade os professores é um exemplo é os professores ensinam as crianças eles têm uma certa dificuldade isso aí O que é falada no dia a dia porque os professores vão só para um exemplo sobre uma classe de aula ele tem um cuidado especial ou não ele é como se fosse todos os alunos ele tem uma certa de preferência como falar assim um cuidado diferenciado o tira todos os preconceitos ele é uma criança ali igual a todos e bom então hoje o que se discute muito vereadora é a a questão da gente poder garantir algum alguns apoios nas escolas que não sejam necessariamente só apoios específicos a existe um conceito na lei brasileira de inclusão e na convenção internacional sobre os direitos da pessoa com deficiência e é o desenho Universal o desenho Universal e quando a gente já concebe produtos e serviços de forma a atender a diversidade humana e uma das pesquisas que estão acontecendo nesse momento são justamente os cá ferramentas e formas de ensino que possam atender a sair e Unidade ou seja sua diversidade humana dentro da sala de aula sem necessariamente a gente precisar discriminar uma pessoa e falar a gente precisa ensinar ela de um determinado jeito e aí o resto da sala a gente ensina de outro jeito quando a gente tenta né E você fala muito em a Universal de aprendizagem quando a gente tenta garantir o ensino de uma forma mais simplificada a gente não beneficia só crianças por exemplo uma deficiência intelectual a gente vai e fiz ia crianças com transtornos de aprendizagem também dislexia discalculia o mesmo que tem alguma dificuldade até por conta da própria situação de vulnerabilidade social que ela tem né então quando a gente busca né como eu também deixo um exemplo aí quando a gente coloca uma uma rampa ao invés de uma escada a gente garante não só para pessoa com deficiência física que ela vai ter acesso mas também por exemplo uma pessoa que está de bengala né uma pessoa idosa de bengala uma pessoa com carrinho de bebê né uma pessoa que de repente use muletas ainda a gente não pensa só na cadeira de rodas então É nesse sentido que hoje as pesquisas da área de educação especial eu estou fazendo pós-doutorado em Educação Especial na UFSCAR Elas têm encaminhado para poder buscar garantir tanto esse desenho universal de aprendizagem pensar em práticas de Conheci no acreditem envolvem o ensino colaborativo porque muitas vezes ser gente pega uma criança que tem uma dificuldade e coloca com uma outra criança que não tem as duas aprendem né então a gente tem tem várias formas que se pode fazer as pesquisas estão com a minha Nesse sentido porque antes se pensava muito na sala de recursos multifuncional que era esse ambiente que ficava fora da sala de aula hoje se pensa Quais são as práticas que podem ser feitas dentro da sala de aula é para poder garantir que as crianças de fato estejam incluídas porque senão que acontecia elas iam para sala de recurso multifuncional a professora G atendimento educacional especializado em um lá uma aula específica né E aí tô ficando sem um atendimento um olhar para ela né então quando a gente fala Um olhar o apoio para a gente pode fazer adaptações né porque o outro conceito que nós temos a lenda das aniversário é só usar adaptações razoáveis por quê Porque a gente antes não tem sábado uma sociedade inclusiva não é uma sociedade que respeita a sociodiversidade Às vezes a gente para poder gente está no período de transição enquanto a gente não concebe todos os produtos serviços com esse olhar para todos a gente vai tendo que adaptar né por isso que alguns lugares já preenchi uma escada e colocou uma uma rampa ou colocou um elevador para as pessoas poderem passar né E aí assim acontece também na escola às vezes a gente vai ter que adaptar um material curricular para poder atender porque a escola está preparada para poder ensinar de repente sem pensar ainda nessa heterogenidade mas a gente tem que começar a caminhar para ele pensar que a sala é diversa ninguém aprende aqui igual a ninguém a sala de aula e a gente tem que buscar ensinar de uma forma que a gente possa atender essa diversidade já quero ouvir o também como é que você enxerga esse direito dos das pessoas que têm o autismo de estudar em uma escola regular esta inclusão que acontece e se você acredita que o as escolas estão Preparadas e os próprios alunos também essa experiência aro tá muito preparado viu inclusive que ele veio perguntar para dela o relacionamento entre eles como que fica porque eu tenho mais essa criança te falei é ter muita dificuldade com filho você adaptar com as crianças e eles têm uma dificuldade na relação social eu já vou abordar essa questão também com a Renata só para colocar a Débora também é estudando o assunto Débora eu me deparei com uma mãe que tava desesperada porque o filho não conseguia ter acesso às escolas depois de um tempo conseguiu fazer essa matrícula E aí a estratégia que passaram para esta mãe foi não contar para os professores sobre o transtorno porque de acordo com esta estratégia adotada na escola quando você rotula as pessoas não vão espontaneamente ajudar a romper as barreiras e quando não se sabe uma curiosidade para esta conquista como é que você enxerga os desafios as barreiras e as estratégias que são adotadas no ensino para poder inserir essa pessoa é bom então eu acho que na verdade a orientação é para que o professor imediatamente saiba né dessa deficiência e colocaram o professor Em inclusive como com os pessoais com os técnicos profissionais que atendem essa criança o psicólogo o psicopedagogo ou psiquiatra infantil todos aqueles que atendem a criança com autismo tem que fazer a reunião hoje com a escola porque na educação todos têm que estar envolvido a família a escola e os técnicos né os profissionais que atendem as crianças para que elas tenham uma uma um bom aproveitamento para que eles recebam orientação de cocô autismo né a Renata pode falar isso também o autismo ele tem várias formas né é tanto de degrau é autista vidro leve grau moderado e outros bem mais graves né que precisam de outros tipos de atendimento então para se atingir um bom um bom um resultado melhor satisfatório é importante que a escola a família esses profissionais estejam sempre conversando sobre a criança sobre o aprendizado Como qual é o melhor forma de acessar aquela criança se ela é assim ela não se consegue se comunicar ou se ela não consegue se socializar né aí essa esses a conversa entre entre todos que faz a diferença né então não falar para o professor é um prejuízo para criança né é eu entendo o que é um prejuízo para criança Eu ainda acho né com todo o tempo que eu tive atendendo no conselho tutelar né Mães de filhos com autismo o que eu vi a qual a queixa recorrente né e eu sempre trago à pauta essa esse problema é que a mãe tem que ir em vários locais diferentes porque não tem um lugar o único de atendimento com todos os profissionais para o Japão no centro multidisciplinar para atendimento da criança então a mãe tem que levar um dia na sala de recurso outro dia no psicólogo outro dia no Psiquiatra outro dia no Centro de Reabilitação EA os pais ficam assim o tolo envolvidos somente com a vida dessas crianças né Se nós estivéssemos um local que atendesse todas essas é todos os profissionais atenderem tanto a mãe né ou os pais que precisam do apoio psicológico muitas vezes emocional conforme a deficiência dos filhos é e a criança também eu acho que se a gente seria um resultado muito melhor Renata essa é uma dificuldade falta uma política pública para poder o unir no mesmo local todas essas demandas É sim a existe realmente uma dificuldade muitas vezes de fazer um trabalho né uma faixa do poder público que seja intersetorial na verdade de tanto a a lei 12764/2012 que a Leila da Política Nacional de Proteção dos direitos da pessoa com autismo contra a lei brasileira de inclusão ela trata da importância de que é todas as políticas para pessoas com deficiência elas devem ser feitos de forma intersetorial é porque a pessoa é única né não adianta a gente achar que a gente tem como fragmentar para isso certas abordagens terapêuticas que se utiliza em relação às pessoas com autismo levam à necessidade da gente ter ou o mesmo tipo de atendimento seja na seja na escola né Eu como também na prova e na própria clínica então a gente tem que na verdade todos esses profissionais que atendem de alguma forma esse aluno ele tem que conhecer Qual é a abordagem terapêutica que está se utilizando para poder realmente né como uma vereadora Débora falou é fazer um trabalho conjunto E isso é algo também que tens observado muito nas pesquisas de Educação Especial É no sentido de que a professora às vezes de aí não conversa com a professora da sala de aula e aí a criança ela fica meio sem esse acompanhamento dentro da sala de aula e faz parte um pouco tem a ver com a parte da política né que foi que o analisei na conta de doutorado que tem a ver com as próprias diretrizes da área de educação mais tem a ver também com essa é só não compreensão da importância desse trabalho conjunto Entre todos esses atores e a gente tem percebido que a presente eu tive um caso de uma menina só que não era no caso autismo mas que a família percebi que tinha algum problema né na escola mas ela não consegui identificar exatamente qual era esse esse essa que seu E aí nós conseguimos identificar que o problema na verdade era uma barreira atitudinal porque assim colocava essa criança por parte de um profissional da do Recreio né que ficava ali no intervalo colocava para brincar com crianças menores porque já apareceu unha e como ela é uma criança com deficiência ela não tinha que brincar com os pares dela que só as crianças da mesma idade mas com crianças menores que tenham uma o desenvolvimento inferior né e não e não é isso né então isso eu tenho esse esse preconceito né eu achei colocando um pouco o que nos os vereadores falaram né sobre essa dificuldade seja com professor seja com os e também já compreenderem e entenderem O que é o autismo é que quando a gente tem campanha de conscientização é importante porque as pessoas precisam respeitar suas diferenças né o autismo ele tem três características importantes da dificuldade de interação social dificuldade de comunicação é e também vai ter comportamentos repetitivos e interesses restritos na e comportamentos repetitivos e estereotipados e vai ter também uma aderência rotina muito grande por exemplo autista é muito difícil ser ele chega na sala ele tá acostumada a sentar na carteira e fiz e alguém diz para ele que não vai mais entrar naquela carteira que ele vai sentar numa outra né E essas mudanças de rotina para eles é muito difícil mas para o professor da sala de aula compreender tudo isso os coleguinhas eles precisam conhecer o que que é o autismo não é isso que fez também me levou a defensora pública a isso a fazer uma mestrado doutorado na área de saúde educação e Psicologia porque no direito só não responde essas perguntas né a gente precisa de outros saberes com a sua experiência com as suas pesquisas é o modelo das escolas atuais é feita para todos tudo bem que uma escola ela pode ter um cuidador um professor de reforço uma sala de aceleração isso é suficiente bom então pelo que a gente tem verificado pelo né não é só as minhas pesquisas mas as pesquisas que têm sido feitas na área de educação especial não são suficientes esse modelo que hoje a gente tem né Nacional ele tem algumas falhas em termos de diretrizes que faz com que municípios e estados tem o que suprir essas falhas né porque não acaba não conseguindo atender quando as necessidades das crianças não só com autismo Mas quando tiver essas deficiências então as pesquisas têm avançado pensando nessas práticas que hoje elas buscam tentar fazer com que essa escola ela tem um olhar para todos esses diferentes porque senão a gente vai começar a dar partes da aula para todo mundo isso a gente conseguir fazer uma um desenho universal de aprendizagem né seria uma medida a gente colocar uma medida Universal que atenda todo mundo é porque as se você é assim cima de uma determinada forma e poder assim ensinar de uma forma mais simples isso aprendi as crianças que têm maior dificuldade em compreender na isso não prejudica ninguém né ao contrário você só ganha todo mundo ganha com isso é para que a gente precisa usar determinados nomes técnicos né ou então utilizar o explicar uma alguma coisa de uma forma muito complexa Às vezes a gente pode falar um pouco mais inclusivo nem não é então um pouco Hospital né Essas essas essas frases Cuidado então é é um desenho diversões aprendizagem tem também o o ensino que são essas essas práticas que podem ser utilizados itens pesquisados e tem resultado isso certo na inclusão o Carlinhos e Jair na inclusão não é a criança que se adapta à escola mas a escola que para receber lá deve se transformar você é muito eu acho eu acho que hoje nós temos que vacina e tem uma adaptação com a própria escola tem que saber acolher vou só botar no no tema carta a Renata disse ali para você ver hoje como uma cena de preconceito grande existe uma série tá passando aí na TV a tela aqui na Netflix série que existe um artista do qual ele é médio Então existe um grande preconceito até por isso entendeu ele sabe tudo ele sabe como fazer mas as pessoas não tem aquela conta confiabilidade que nele para deixar ele atenderá as pessoas então para você ver como que o nível do preconceito é muito grande nessa questão e temos que ter Oi Débora a vereadora Débora favor políticas públicas para a gente tirar as pessoas começarem a entender que de uma forma diferenciada a Débora de uma pessoa que tem um transtorno com espectro autista vamos supor que ela não consiga jogar futebol na educação física mas ela pode criar um método para a equipe e chegar ao gol se ela não consegue jogar vôlei subir para bloquear ela pode ficar ao lado do professor e apontar para os colegas onde tem espaço então de alguma forma se ela tem alguma dificuldade motora mas ela pode entrar nessa parte teórica para ajudar os colegas É sim Gabriel eu até falei na reunião da comissão da desafios da criança quando nós falamos sobre autismo sobre um caso que aconteceu comigo mesmo né eu dava aula numa escola a faz bastante tempo essa questão da inclusão ainda não era nem políticas públicas efetivas vamos dizer assim e eu cheguei numa escola no quarto antigamente era quarto ano né que a gente falava um quarto ano e o sou professor educação física e que tinha uma menina com autismo nessa sala e ela ficava na sala de outra professora ou ela ficava no pátio com a expectorar de alunos porque ela não participava das aulas educação física e quando eu cheguei na escola eu levei essa menina para quadra e a direita EA diretora ficou muito brava comigo me chamou atenção freio não é ela durante a minha aula é minha responsabilidade e ela não concordo dela ficar excluído um dos amigos né dessa forma falei que ela vai ficar comigo na quadra assistindo os colegas brincar e aí ela começou a participar da minhas aulas e olhando das crianças brincar e eu até me emociono de Lembrar Gabriel um dia eu trabalhava muito jogos cooperativos daí ela ficava assistindo às vezes ela brincava um pouquinho saindo e no final da hora sempre deixava os 10 a 15 minutos finais para eles escolherem uma atividade que eles queriam e certo dia decidi escolheram queimada tá aí eu ficar bom aí dividimos para eu não destrava escolher assim porque senão sempre quem fica por outros fica tímido né fica chateado Então eu queria que dia eu dividir os times eu falava para você aqui você ali a gente sabe quem é mais forte Tá difícil demais né e para minha surpresa a hora que eu chamei uma coleguinha dela ela foi e segurou na mão oi e ela jogou queimada Ela jogou queimada com as crianças daquele dia e usa os colegas não jogaram à bola nela para queimar eles não precisei intervir eu não preciso as crianças eles têm uma sensibilidade Se você souber trabalhar conversar com eles eles aceitam eles incluem eles ajudam né Depois você vai correr da minha vida eu fui vendo a professora esse trabalharem com uma Renata falou colocando um colega do lado de criança que tem alguma deficiência não se autismo Nós temos muitas crianças que não tem outras dificuldades de aprendizagem enormes que não consegue aprender ler e escrever mas você coloca com aluno que é melhor que mais tem uma facilidade maior ele consegue avançar muito porque o colega ajuda às vezes muito mais do que o professor porque eles eles têm a mesma linguagem eles conseguem se comunicar às vezes melhor do que um adulto ou com o é isso eu vi muito com bons professores trabalhando dessa forma né então eu fico quando fala de autismo eu lembro sempre essa menina hoje ela é uma moça já trabalha era muito inteligente mas ela tinha esse problema de socialização e eu fico pensando se eu não tivesse levado ela não que ela nunca teria participado disso né ali e aquilo fez um movimento na escola assim bem legal porque daí todo mundo nossa né a dela teve coragem mas eu acho assim eu sempre fui meio graças a Deus mas assim eu acho que a questão inclui é isso né a gente não pode ver as coisas deixar ninguém à margem do hoje nós temos direitos né para criança comprou deficiente tanto na LDB quanto na lei da inclusão quanto Estatuto da Criança e do Adolescente garante mas ainda ainda assim viu trabalho em escolas como eu tiro ultimamente aí a gente ainda ver algumas dificuldades em professores principalmente conseguir lidar com esses alunos é com autismo ou com outras deficiências mas é é um pouco do que o da minha experiência né como Parabéns pela sua atitude né Por ter algo que não acontecia na escola e você tomou essa decisão de incluir de fazer participar Se não for de igual para igual mas ela vai estar lá brincando participando os outros colegas precisam entender isso né do jeito dela né jeito dela no ritmo dela né da forma que ela consegue ela brincou ela bate daquele dia ela começou a brincar mais participar mais lógico que ela não tinha todo ou envolvimento que outras crianças tinham mas a gente respeitava e foi muito gratificante ver viu esse desenvolvimento nós temos a lei Berenice Piana desde 2 e a gente fala sobre o assunto mas é importante isso né Zé da farmácia você tenha numa educação física ou você tem um trabalho Evidente atividade com todas as pessoas na sala de aula e ajuda a desenvolver mais né a Renata queria abordar com você isso também quando o Carlinhos falou de um profissional bastante competente e descobrem que têm o transtorno do espectro autista se esse preconceito ainda acontece todo mundo fica com pé atrás e a importância de fazer a pessoa participar de uma educação física participar de um trabalho em grupo como é que você enxerga isso eu acho que a principal coisa né E aí eu tô puxando um gancho um pouco mas a questão não é a de que é a escola que tem que se adaptar e a sociedade que tem que ser adaptar é porque hoje a gente adota o que a gente chama de modelo social da deficiência a deficiência não está na pessoa mas na relação da pessoa com as barreiras EA garantia de participação social e igualdade de condições com as demais Então nesse sentido a gente precisa garantir que as pessoas é como deficiência elas possam ter de fato acesso né a educação mais a gente precisa eliminar a barreira arquitetônica barreira atitudinal barreira de comunicação barreira de informação barreira tecnológica né então a gente e o que a sociedade que tem que eliminar não é a pessoa que tem que se normalizar e acho que uma das questões né nesse ralado que a vereadora Débora trás é muito interessante o porquê porque é o que eu vi também acontecer com essa com essa menina que a própria funcionária né da escola achava que ela tinha que brincar com crianças menores porque ela achava que ela não ia dar conta de brincar com crianças da mesma idade aí também dizia que a escola faz assim a gente não Coloca ela para pular corda e a mãe falou assim mas por que só porque ela tem uma perna um pouco mais curta que a outra não pode pular corda ela pode pular corda né então a gente tem que tomar cuidado porque às vezes a gente parte dessa ideia de que deficiência sinônimo de incapacidade e não é para a pessoa ela pode ter um impedimento físico ela pode ter impedimento no caso mental como no caso do autismo É mas não necessariamente ela não vai conseguir participar como as outras crianças a gente tem que tratar né Eu acho que incluir de alguma forma é usar né a gente tentaram usar para poder fazer e fazer diferente e de repente vai dar certo pode até tentar fazer uma a gente sempre fez né E vai funcionar aí foi que é só uma questão da gente esquecer que a criança tem de fato uma deficiência e agora em relação aos adultos é muito difícil né porque o estigma e o autismo ele vem vinculado né do passado com com a área do transtorno mental né hoje você sabe que é um transtorno desenvolvimento com características neurobiológicas né com origem genética mais a questão é que no passado né se tinha uma ideia que tinha uma vinculação meio com uma Psicose que tinha a ver com a família é a forma com uma família criar Oi e aí isso traz todo um chima né E uma incompreensão e fora isso que o diferente infelizmente ainda assusta as pessoas né Então as pessoas com autismo costumam ter esses comportamentos repetitivos e estereotipados de repente fica mexendo as mãos fazendo algum movimento e isso de alguma forma faz com que eu faz um som diferente e isso faz com que as pessoas Nossa mas que estranho eu estranho mas o jeito dele não é igual pode ser o jeito ele e a gente e ele pode fazer todas as outras coisas que todo mundo faz a simplesmente ele tem alguns comportamentos repetitivos e estereotipados debate em interessante importante que nós estamos tendo aqui no questão de ordem Abril Azul mês de conscientização sobre o autismo nós vamos fazer o seguinte rápido intervalo na volta nós vamos falar mais sobre os direitos é sobre as leis que estão de preconceito emprego temos muitas questões ainda para abordar as leis que surgiram aqui na câmara de Campinas rápido intervalo não sai daí não E aí E aí [Música] E aí a questão de ordem de volta nós estamos falando sobre o mês de conscientização em relação ao autismo Renata direitos que são leis aqui em Campinas atendimento prioritário em estabelecimentos no cartaz de atendimento prioritário ter um acompanhante das Pessoas com Transtorno como é que você enxerga estas medidas faltam ainda muitas políticas públicas O que tem hoje precisa ser colocado em prática que análise que você faz das leis que nós temos em vigor no nosso país E aí bom então hoje a gente tem do ponto de vista do nosso ordenamento jurídico brasileiro a gente tem uma quantidade muito grande de dispositivos que garantem diversos direitos para as pessoas com deficiência em primeiro lugar a gente sempre tem que dizer que as pessoas com deficiência têm os mesmos direitos que qualquer pessoa tem né pessoas em todos os seus direitos só que Considerando que as pessoas com deficiência tem essa diversidade às vezes é necessário um tratamento desigual para que a gente possa de fato atingir a igualdade né mas um tratamento desigual no limite da dessa dessa desigualdade por conta disso a gente tem toda uma legislação tanto no revista internacional que foi recepcionado no Brasil com status de emenda com só Now que a convenção internacional sobre os direitos da pessoa com deficiência nós temos além Brasileira de inclusão que é uma lei federal e nós temos também no o motivo especial a lei Berenice Piana a lei 12764/2012 que trata dessa Política Nacional de Proteção dos direitos da pessoa com deficiência infelizmente a gente ainda tem muito para avançado com de vista de implementação dessa desses direitos das próprias políticas públicas que existem a gente precisa de fato garantir que as pessoas têm acesso né quando até a vereadora Débora tava comentando aqui na importância de ter um Centro de Atendimento especializado é para poder garantir no mesmo local todos os esses serviços é algo que realmente é muito importante porque a gente tem muita gente que sabe muitas reclamações da Defensoria seja da falta de apoio nas escolas seja da da questão de gênero obter acompanhamento terapêutico aí o acompanhamento terapêutico flautista não é ideia de gente tentar a normalizar o autista né tornar ou seja uma pessoa nas mesmas características que outras pessoas mas é respeitar seu diversidade mas da recursos para ele para que ele possa beber com maior qualidade de vida é porque às vezes tudo isso também causa sofrimento mas a gente tem aí índices de suicídio em pessoas com autismo adultas né que são as vezes de Alto funcionamento muito muito grande porque já era muito a depressão né essa dificuldade de você às vezes não conseguia interagir com o outro não consegui se comunicar com outro aí e aqueles que ainda por cima tem uma deficiência intelectual associada porque o autismo não necessariamente tem deficiência intelectual associada Será que sessenta por cento mais ou menos tem E aí a gente teria ainda mais uma questão né para poder garantir para que essa pessoa possa né poder comprei e quantas questões da própria do próprio dia a dia fazer as atividades da vida diária ainda às vezes até mesmo questões de higiene alimentação locomoção são difíceis ainda um tem que ter todo esse olhar né E isso depende também tanto na escola quanto na área da saúde de uma avaliação é uma avaliação individual dessa pessoa para poder analisar Quais são os impedimentos que ela tem e quais as barreiras que precisam ser eliminados para de fato garantir o esse atendimento Vereador a Débora Palermo também quero ouvi-la nestes direitos e nos avanços que nós ainda precisamos obter e o Gabriel vamos Renata bem disse os mesmos direitos é que a pessoa sem deficiência tem o autista tem e eu gosto muito do artigo 11 do estatuto de ler ele para que os pais tenham ciência deles né de desse artigo e dos parágrafos né porque às vezes os pais não buscam né esse direito pode se conhecer então vou ler para que os pais das crianças e adolescentes com autismo conheçam né é assegurado atendimento integral à saúde da Criança e do Adolescente por intermédio do SUS garantido o acesso Universal e igualitário às ações e serviços para promoção proteção e recuperação da saúde né aí o parágrafo primeiro a falar crianças e adolescentes portadores de deficiência receberam atendimento especializado em tudo que ele precisar topo do atendimento em qualquer deficiência inclusive autismo na que nós estamos falando hoje precisar a criança adolescente tem acesso através do tem que ter direito a de acesso através do poder público né e eu parágrafo segundo segundo falar incumbe ao poder público fornecer gratuitamente aqueles que necessitarem os medicamentos próteses e outros recursos relativos ao tratamento habilitação ou reabilitação Então nós vamos foram de autismo que é mais uma deficiência mental né e ele precisa de um professor auxiliar de um cuidador de um terapeuta precisa de muitas muitos profissionais que ajudem ele a conviver EA romper barreiras e a desenvolver o dentro dessa deficiência mas também outras deficiências físicas e motoras né os intelectuais também tem direito ao tudo isso que eu li Então os pais devem procurar né esses direitos buscar esses direitos através da educação ou da saúde ou forme a o direito que você está buscando né fé e se não conseguir que procure o Conselho Tutelar a defensoria pública e e entre com uma ação para a garantia desse direito né o que nós não podemos é deixar essas crianças e adolescentes né peso assistirmos então eu gosto sempre de trazer esse esse artigo e ler para ciência né Para para que as pessoas conheçam e busquem seus direitos lute por seus direitos com certeza que foi ótimo todos os artigos que você passou para a gente eu poder encerrar com a Renata que eu sei que ela tem um outro compromisso é a lei Berenice Piana de 2012 criou a política nacional de proteção dos direitos da pessoa com Transtorno do espectro autista que determina o direito dos autistas a um diagnóstico precoce tratamento terapias medicamento pelo sistema único de saúde temos ainda lei que garante gratuidade no transporte interestadual a pessoa autista e comprove renda de até dois salários mínimos esses direitos são divulgados Renata E aí É sim esse direitos eles têm sido divulgados né mesmo pela defensoria nós fizemos logo nem antes até mesmo da Lei Berenice Piana uma cartilha de direitos das pessoas com autismo tem também outras cartilhas que foram feitas ao longo desses tempo eu também é Publiquei um livro junto com a minha orientadora do mestrado doutorado é um livro coletivo na em que organizei quando tiver essas pessoas Então assim é que é voltado para pais e mães mais principalmente para profissionais para que os profissionais possam compreender os direitos das pessoas com autismo mas o que a gente precisa de fato é fazer essa divulgação não é porque por mais que a gente divulgue ainda assim a gente como a gente tava colocando aqui a gente encontra Essas barreiras na sociedade né Então as a gente não consegui garantia a nação das pessoas de que as pessoas elas têm uma diversidade né e na forma de agir na forma de se comunicar na forma de interagir com as pessoas a gente não vai conseguir chegar ao ponto de eliminar o preconceito é tão esse parabenizo de vocês por esse parecer espaço é por essa discussão é muito importante que a gente esteja aqui falando sobre esse tema para poder levar com sensação de fato assim eu também concordo com o vereador Carlinhos que a gente 8:00 sutis não precisasse ter leis né para que a gente pudesse garantir que o que é o Óbvio né Mas infelizmente a gente né vive um momento que é é difícil ainda as pessoas ainda precisam romper com esse preconceito e aí só para finalizar tem um termo que vem sendo utilizado é que eu termo capacitismo o que que eu capacitismo capaz O que é essa discriminação da pessoa em razão da sua deficiência a gente não percebe mas isso tá na nossa sociedade quando por exemplo as pessoas não permitem que uma criança como a vereadora Débora colocou particípio de uma aula de Educação Física isso já atrás né nessa ideia essa ideia de que a criança ela não teria capacidade né então já se parte desse dessa dessa ideia então a gente precisa poder discutir esse tema também do capacitismo para poder garantir de fato essa essa inclusão das pessoas com deficiência e perceber que isso alguma coisa que está arraigada na nossa sociedade que a gente precisa eliminar Renata Tibiriçá coordenadora da comissão de direitos da pessoa com deficiência da Associação Nacional de defensores públicos Muito obrigado pela sua participação aqui no questão de ordem é Buzz o aquecedor a a sua participação agradeço a todas as mensagens que você passou aqui e o Carlinhos camelô as que também tem uma última mensagem aí eu queria agradecer a Renata e como eu disse aqui no começo aprendizado a mais a gente aqui tanto para nós esquentar nos assassino e falar o nome do seu livro né Renata que você escrever um livro né foi isso um livro que eu organizei junto com a minha orientadora de mestrado e doutorado se chama direito das pessoas com autismo e ele foi editado pela Editora memnon teve a participação de diversos autores e trata dos diversos direitos das pessoas com autismo mês de saúde também ele é um comentário interdisciplinar então ele trava também sobre diagnóstico sobre as intervenções e e outras questões bastante importantes eu agradeço mais uma vez a oportunidade de estar aqui com vocês Agradeço o convite e fico à disposição para outra outros momentos que pretenda discutir questões relacionadas tanta direitos das pessoas com deficiência quando gerente das pessoas idosas Tá certo então agradeço a presença da Renata eu vou fazer o seguinte mais um rápido intervalo ou que não questão e nós vamos continuar debatendo os direitos da pessoa que tem o transtorno do espectro autista não sai daí ô E aí E aí a questão de ordem de volta nós estamos conversando hoje sobre o mês abriu o azul de conscientização em relação ao autismo e Carlinhos desde 2015 a câmara de Campinas instituiu no calendário Oficial do Município o mês abril azul de conscientização a iniciativa do vereador Carmo Luiz e do ex-vereador de horas da farmácia como é que você enxerga esta iniciativa desde 2015 para sociedade perceber começasse a tentar o que é autismo Quais são as dificuldades essa questão de inclusão na escola a questão de trabalho que nós vamos abordar ainda na hora eu vejo assim eu acho que nós vamos deveríamos a a câmera vamos falar assim não deveria estar criando leis para mostrar isso para a sociedade EA própria sociedade tá enxergando isso ao longo do tempo e não existir essa questão de precisar uma lei vai em cor que a pessoa tem o direito de algo ou tem que enxergar algo ali se é dessa forma parabenizar o vereador Carmo Luiz nos olhos da farmácia que é o um batalhador nessa questão aqui que trabalhou muito nessa cama que eu várias vezes aí parabenizar essa questão e Espero espero de verdade e as pessoas começam a enxergar com outros olhos e não precisa a gente terminar que surgir Novembro azul vermelho rosa para as pessoas identificar aquilo ali tem que dar direto nas pessoas eu falar um breve relato para você pode ser sem fala assim não tem nada a ver com a questão do autismo mas eu eu tive um filho quando ele nasceu ele Ele nasceu com lábios leporinos e faltando quase um dedo e eu sofri muito preconceito com essa atenção para você ver que não usava sobre a parte para tu hoje ninguém fala que tem mas as pessoas olham com outros olhos ela tá sentada aqui ela vê parece que é uma questão E então eu acho que isso aí tem que quebrar esse gelo as pessoas têm que se adaptar com tudo isso e não deveríamos aqui tá discutindo uma questão dessa uma questão dessa já era para estar é as pessoas ter toda essa consciência de que tudo isso aí não é eu preconceito em nós próprios como a Renata falou aí como você lidou com uma este preconceito que aconteceu na sua família você conversava com as pessoas você deixava ela foi com seu filho né quando aceitou você não queria que seu filho aparecesse para as pessoas não falarem nada como é que você lidou com eu li dele e tal forma assim né No começo a gente sempre toma um susto né a gente olhou eu achei que é era uma questão sempre nossa mas porque comigo e tal aquela questão assim e fica Bauru de Bauru me indicou indicou aqui na Sandra para eu lhe dei tranquilo entendeu e principalmente quando eu cheguei em Bauru meu filho tinha apenas o lábio leporino quando eu cheguei lá eu vi eles coisas ali eu agradecer a Deus pai Deus meu filho não tem nada meu filho é perfeito Entendeu agora a minha esposa lhe dou do outro jeito ela preferia colocar ele de baixo do do dos braços delas ali né e não querer sair por causa das pessoas fazer ela sofrer muito cada pessoa que apontava o dedo ela sofria ela chegava em casa chorando e eu achava que as pessoas Estava sempre olhando Então essa é o grande problema que nós temos hoje Jair o Professor Alberto também já tinha colocado no calendário oficial do município dia dois de abril que é uma data Mundial né então legislativo ele também está atento a essas questões e chamando a atenção para os desafios do dia a dia para que a sociedade perceba as dificuldades né e como O Carlinho falou isso daí não precisava nem ter dia né Carlinho porque de conceito igual o relato que tu tava falando assim cliente meu também ela sofreu muito a família inclusive e até na farmácia remédio para depressão por causa desse tipo de produto conceito as pessoas que um filho mesmo e quem que acabou tendo depressão a pessoa ou quem teve uma aula família a família que foi só o único Neto e os pais e os avós o apontavam como carne disse o creme muito lindo mas infelizmente é um relato forte que acontece né na nossa sociedade Carlinhos nós temos Pessoas com Transtorno com alta funcionalidade e consegue estudar trabalhar em relacionar média funcionalidade que tem um menor grau de independência e necessita de algum auxílio para desempenhar funções cotidianas e pessoas com baixa a funcionalidade E aí vão precisar de apoio especializado ao longo da vida como colocar de uma maneira para que a sociedade entenda essas diferenças O Gabriel é como eu disse eu tô aqui também aprendendo então é o tema é muito novo entendeu eu não não sei como te responder essa essa pergunta porque eu eu creio que é uma bem complexa mas é o que a gente fala leve moderado e se vendo né então são três são tres inscrições pelo que eu vejo parece que é Uma tranquilidade aqui você falou outra que a pessoa tem um certo dificuldade é o outra pessoa ela até agressiva com ela mesmo né então é um tema que me despertou vou procurar interar mais na no assunto para que a gente eu agora eu gostei do do tema da questão vou me inteirar mais para a gente ir Quem sabe no próximo a gente ter mais perguntas tá mais em cima do tempo ô Débora é esse é um o que nós temos o grau de funcionalidade e às vezes uma pessoa que tem o transtorno do espectro autista está numa fila no estabelecimento E aí na fila prioritária E aí alguma pessoa pode falar alguma coisa para ela pode ir alguns conforto Porque se ela tem alta funcionalidade não tem nada que perceba que identifique na pessoa então eu acho que a sociedade também precisa se adaptar e tomar com esse cuidado e não outro lá porque o autista é só aquela pessoa autista que só tem essa dificuldade e a gente já viu no programa de hoje que não é assim É sim Gabriel tem como você falou né temos níveis né de graus de autismo né e uma coisa importante de a gente falar também é que quanto mais precocemente for identificado e tratado seja o diagnóstico melhores resultados no desenvolvimento do autista né por isso que é importante que as crianças logo na hoje nós temos além da primeira infância né que é que fala do atendimento para evitar a saúde das Crianças fizeram seis anos inclusive para detectar essas deficiências né Para que elas tenham diagnóstico precoce eo tratamento precoce para ela poder desenvolver da melhor forma possível no decorrer de toda vida e sim a sociedade ela é o autismo na verdade ele não é visível né a deficiência física motora sem né o visual ela é visível o autismo ele não é uma deficiência visível e a causa assim esse problema porque a pessoa não entende o algum comportamento do autista por exemplo público né numa fila alguma coisa porque ele não tá escrito né que ele é autista né alguns Alguns usam até uma até Uma pulseirinha agora criança né eles estão usando Uma pulseirinha de identificação os pais usam de painel os dias para que as pessoas não Não façam nenhum comentário não tem notícia que grita que agressivo e às vezes a pessoa pensa que a criança mal educada e não é na verdade é em decorrência dessa deficiência deles Então os pais usam como paz eu disse e algumas crianças usam como autistas para que não sejam constrangidos né em público principalmente E aí Gabriel quero pedir licença para ler mais um artigo do lado não é para trazer essa informação que é muito importante é o artigo 5º é que fala assim que nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência discriminação Olha é discriminação na escola por exemplo exploração violência crueldade e opressão punido na forma da Lei qualquer atentado por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais e eu e todos os direitos que nós falamos aqui hoje de Educação de tratamento tratamento especializado estão incluídos nos direitos fundamentais da criança do Adolescente e da pessoa com autismo né os adultos também porque esse mesmo artigo bem parecido tá lá no cosmo no Estatuto da inclusão então é importante as pessoas saberem que é crime né você constranger ou humilhar ou mesmo não atender numa escola não atender com como deveria né então é muito importante a gente deixa claro isso para a população não ele é muito importante é porque a gente falou desse direito na escola mas é o algo que eu gostaria de abordar com você Débora e depois também com o Carlinhos com o Jair é para arrumar emprego né a dificuldade que essas pessoas têm o preconceito que ela sofrem também da questão da deficiência que a Renata contou mais cedo Esse é um obstáculo que a sociedade também precisa ultrapassar porque essas pessoas elas precisam estar inseridas no mercado de trabalho É sim exatamente Inclusive tem tem muitos programas hoje de incentivo né a pessoa com deficiência cotas para deficientes em empresas que aí é muito mesmo mesmo Com todas essas políticas essas leis Gabriel ainda a gente encontra muita dificuldade de conseguir inserir essas pessoas com deficiência no mercado de trabalho então tenho que interromper né com essas com essas discriminações com essas rotulações porque na verdade ninguém é perfeito né com certeza eu tenho minhas deficiências Todos nós temos nossas deficiências né ninguém é bom em tudo o tempo todo né então eu acho que sim você você dá oportunidade para uma pessoa que às vezes tem uma uma deficiência mais grave mais séria de locomoção não querer que ela dá a cidade porque ela tem dificuldade de chegar até mais lenta que é mais é uma triste né Eu acho que nós temos que tratar inclusão com mais sensibilidade de verdade né não ficar só na lei no papel a nasceu as leis maravilhosas né mas que na verdade que eu sempre no papel eu fico sempre muito desapontada com isso Brasil é campeão e fazer lei e campeão e não cumprir então isso tem que mudar análise Jair e da onde que a gente deve mudar esse Panorama começa das grandes empresas começam a contratar essas pessoas das Pequenas Empresas Vai Dando o exemplo no bairro na comunidade isso vai crescendo como é que vocês imaginam para gente inserir essas pessoas no mercado de trabalho aí eu Olá princesas pequena pa eu eu já acho assim ó é não importa e é das pequenas os começa das maiores lá o importante é dar oportunidade um sistema que insere como a Débora deixou bem nem na fala dela existe uma discriminação um rótulo e às vezes você dá a sua oportunidade para essa pessoa e aí você conhece começa a conhecer e ver até mesmo que essa pessoa com autismo ela vai desenvolver melhor do que a outra pessoa que não tem o autismo Então pode até surpreender Então eu acho que essa oportunidade queria conversar a ser dada Não importa se seja da pequena empresa o das maiores empresas o importante é a oportunidade para que as pessoas ensinam na sociedade e vocês acreditam que para a sociedade ter mais consciente eu poderia ser criado do governo federal um comercial em televisão em rede nacional jornal impresso no rádio falando mais sobre o abraço na sociedade poder compreender melhor isso porque é difícil a gente falar para sua cidade a pesquisa no site de busca vai atrás disso precisa ter incentivo para que se conteúdo pagando eu acho que é como nós estamos falando aqui da campanha abrir o azul né E vai despertar lá no castelo uma sou as pessoas vão começar a saber o que que é e às vezes pode me tirar mais umas um eles nem essas campanha elas deviam ser criada aí eu concordo assim em cima para baixo várias campanhas ser criada porque através dessa campanha a pessoa começa a olhar com outros olhos eu estudava na minha época estudava todos os dias eu toda semana a gente ia sair da sala de aula e cantar o hino nacional lá no no pátio e é tinha outro outra sessão viu o dentista um exemplo não tem nada a ver mas vi um dentista ali atende a gente a gente sabia que então tudo tinha um cronograma naquela época esse a gente começa as desde lá de trás é começar a falar desse assunto na própria escola começou a ensinar na própria escola e tiver mais incentivo eu acho que as coisas estariam bem diferente hoje Se tudo parte da educação né a gente vai vai para o assunto de tratamento a gente vai para o assunto de lei Mas a gente volta para o assunto de educação que acho que é é fundamental e o mais importante é isso daí vereadora Débora Palermo Muito obrigado pela sua participação aqui no questão de ordem de forma virtual mas acrescentou bastante com todos os questionamentos já fico convite aqui para uma próxima oportunidade para a gente poder voltar a conversar e Eu que agradeço Gabriel Carlinhos camelo Vereador Jair sempre muito bom a gente discutir né E poder falar um pouquinho mais para que as pessoas tenham acesso a essas informações que são de suma importância para a gente garantir o princípio da dignidade humana né Eu acho que é acima de tudo é a questão da dignidade humana você tá direito da pessoa viver exercer a cidadania plena com dignidade com respeito que todos merecem né ah como eu disse aqui ninguém é perfeito né E nós temos que eu acho que a palavra Gabriel é mais amor né amor uns pelos outros Deus ensinou que nós devemos amar uns aos outros como Ele nos amou né E às vezes a gente se esquece disso então é eu acho que é o que eu sempre procuro trazer para minha vida né amar ao próximo amar as pessoas do jeito que elas são os defeitos e com as qualidade e dando a ela dignidade sempre muito obrigada Gabriel Muito obrigado Jair Vereador Carlinhos foi um prazer estar com vocês com a Renata aqui também já vou sair mas foi um prazer ouvir não é muito obrigado a todos nós aqui agradecemos a sua participação e Amor e Respeito né a gente precisa respeitar todas as pessoas Carlinhos camelo Muito obrigado pela sua participação Esse é um tema que as pessoas estão cada vez mais buscando se conscientizando você como membro da comissão dos com deficiência e mobilidade reduzida tenho certeza que esse assunto vai voltar a aparecer EA gente sempre transmitindo todas as reuniões porque são debates importantes que precisam acontecer Abraão Eu que agradeço agradeço Você erra estão pessoal telegrama né mas eu já ia que o Vereador Jair Débora palerma Renata e vou deixar aqui uma questão de reflexão e quando pessoal vire essa luz azul lá no castelo Polly estúdio tema para que a gente começa a entender um pouco mais que as pessoas começaram entender eles vão mudar o modo deles vai olhar de uma forma diferente então aí uma Débora disse mais amor mais carinho e reflexão a todos inserção na sociedade é fundamental Muito obrigado Carlinhos camelô Agradeço também a presença do Vereador Jair da farmácia aqui no questão de ordem obrigado eu agradeço também você aí que participou com a gente você que acompanhou atentamente ao debate no questão de ordem sobre abrir o azul conscientização em relação ao autismo continue na nossa programação até a próxima tchau tchau tchau E aí E aí E aí [Música] o Olá começa agora o questão de ordem EA ONU Organização das Nações Unidas instituiu Dois de Abril como o dia mundial de conscientização sobre o autismo uma síndrome que afeta vários aspectos da comunicação e influencia o comportamento do indivíduo estima-se que o Brasil com seus 200 milhões de habitantes por sua cerca de dois milhões de autistas só no Estado de São Paulo por volta de 300 mil para falar sobre os direitos preconceitos E como você que está nos assistindo enquanto sociedade pode ajudar estão aqui no estúdio vereadores Carlinhos camelô membro da comissão das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida o Jair da farmácia também membro desta mesma comissão de forma virtual a vereador a Débora Palermo também membros desta comissão EA Renata Tibiriçá ela quer coordenadora da comissão de direitos da pessoa com deficiência da Associação Nacional de defensores públicos lembrando a todos vocês que o debate ele acontece eu faço as interrupções Apenas quando necessário Carlinhos camelô uma luz azul iluminando o Paço Municipal EA torre do Castelo aqui em Campinas chamando a atenção para esta conscientização que a avaliação que você faz dessa importância que você acredita neste ato Seja bem vindo ao questão de ordem e obrigado Olá a todos que nos assiste aqui da TV Câmera é muito boa tarde Débora Palermo Nossa vereadora aí e a Renata Tibiriçá Muito obrigado você está com a gente aqui para gente estar desse debate e também aprendendo mais com essa questão é a gente vê o seguinte eu acho que Como estive nessa casa aqui há tempos atrás tudo tem que ter um porquinho né a gente coloca o abrir o azul tinha dois que representa que são Gabriel azul é o porquê do do azul que representa a questão da dessa dessa questão do autismo e as pessoas começam a debater aí começa assim bem outras pessoas com esse começa a conhecer melhor essa questão que eu creio que tem muitas pessoas não tem alguém na família que não convive que não conhece muito bem sobre o tema Então acho muito legal o Jairo da farmácia de que forma esta atitude de iluminar: importantes da cidade podem chamar a atenção geraram um debate uma curiosidade das pessoas que não sabem sobre o assunto e poderem ajudar também Seja bem vindo ao questão de horas então essa questão ajuda mais a pessoa ver de outra forma né Inclusive eu tenho cliente que é autista EA família tem muita dificuldade com ele e essa dificuldade em relação à tratamento em relação à educação e acontece a educação e e também a hiperatividade que ele tem vamos já já a gente vai falar sobre essa ação sobre as dificuldades que as pessoas que têm o transtorno sofrem no dia a dia Vereador a Débora Palermo nós temos ao longo do ano campanhas com muita repercussão o rosa o Novembro que também é azul para saúde do homem enfim é quais ações e atitudes as autoridades precisam tomar para que a sociedade Entenda os desafios que os autistas e as famílias dos autistas têm no dia a dia seja bem-vinda ao questão de ordem Oi Renata um prazer participar da reunião e discute esse tema muito importante né E esse dia e o mês né o que a gente faz essa essa menção autismo para ter uma maior conscientização sobre o que é realmente o autismo para que a gente consiga mais políticas públicas e também combater preconceitos né e trazer a consciência das pessoas sobre essa deficiência que é uma deficiência né E como tratar Onde buscar auxílio né E como você lidará com essa questão do autismo né E nós sabemos que tem aumentado o número de autistas né e ainda temos muito a conquistar para esses essas pessoas né então eu acredito que toda campanha ela é muito bem-vinda tanto do autismo contra o outras o que nós temos Outubro na Rosa temos tantos campeões que é importante para você traz a discussão à tona né E essa disseminação de informações é sempre muito rica né porque a população passa a conhecer melhor EA entender melhor todas essas essas vamos dizer assim doenças ou necessidade conforme né o tema que a gente está falando mas muito obrigada pela pelo convite e Como disse o Carlinhos camelô vamos discutir aprender um pouquinho mais sobre autismo hoje muito obrigada exatamente participa com a gente a Renata Tibiriçá coordenadora da comissão de direitos da pessoa com deficiência da Associação Nacional de defensores públicos o seu doutorado é Renata me corrija se estiver errado tem o título as medidas de apoio para as pessoas com Transtorno do espectro do autismo nas escolas públicas da cidade de São Paulo análise a o direito e da educação brasileira e Portuguesa comparados então quero começar falando com você sobre educação uma pessoa com autismo deve estudar em uma escola regular ela precisa de um ensino especializado os pais têm dificuldades em matricular esta criança ou este adolescente Qual que é o cenário que nós temos hoje seja bem-vinda ao questão de ordem 1 E aí e obrigada pelo convite é um prazer estar aqui com vocês para poder debater esse tema com a eu dei uma linha de Defensoria Pública eu tenho estudado muito a questão das deficiências E especialmente do autismo na então eu fiz tanto mestrado quando o doutorado na Universidade Presbiteriana Mackenzie e nesse doutorado que que eu fiz a minha pesquisa ela buscou desenvolver e discutir a questão justamente dos apoios para as crianças com autismo crianças adolescentes com autismo nas escolas públicas né e a o que acontece é que assim é direito né das pessoas com deficiências das Pessoas com Transtorno do espectro do autismo é poderem a estudar com todas as outras crianças então a sem direito a ao acesso à educação em todos os níveis que seja desde a educação infantil até o ensino superior com todas as crianças muitas vezes não é o que a gente diz até é que a própria inclusão ela acaba acontecendo de fato a inclusão social acaba acontecendo de fato na própria escola porque é onde a gente consegue É permitir o convívio das Crianças com a diferença na e respeitar a diversidade humana porque nem todos nós somos iguais a então a gente precisa compreender que uma pessoa que tem um comportamento um pouco diferente Ou que ela tem um prejuízo de comunicar ser uma de interação social como acontece no no autismo a gente tem que aceitar né como ela é e compreenderá e buscar é eliminar as barreiras e uma das Barreiras mais difíceis da gente que eliminar é justamente na barreira atitudinal que a gente chama e são justamente aquelas atitudes que lindos que impedem que a pessoa ela participe igualdade de condições com as demais Às vezes as pessoas já partem do princípio de que uma pessoa porque tem uma deficiência ela é incapaz e ela não é capaz né Basta apenas que a gente consiga garantir de fatos A pois eliminar as barreiras para Que ela possa participar e igualdade de condições com as demais pessoas Clara talvez precisa de mais apoio do que outras crianças Mas isso não impede que ela como por exemplo esteja numa escola regular como todas as outras e o pedagogo Paulo Freire ele tem um pensamento que diz a educação não transforma o mundo educação muda pessoas pessoas transformam um a gente sempre fala aqui né que a educação no Brasil precisa melhorar que todas as pessoas precisam ter acesso aqui para os autistas o desafio ainda maior na Carlinhos Com certeza eu vou aproveitar aqui o tema aqui e fala com a Renata ali é quando ela fala que a as crianças da estudo e tem um certo preconceito é tem alguma dificuldade você que vem mudando com conhece a atenção tem alguma dificuldade os professores é um exemplo é os professores ensinam as crianças eles têm uma certa dificuldade isso aí O que é falada no dia a dia porque os professores vão só para um exemplo sobre uma classe de aula ele tem um cuidado especial ou não ele é como se fosse todos os alunos ele tem uma certa de preferência como falar assim um cuidado diferenciado o tira todos os preconceitos ele é uma criança ali igual a todos e bom então hoje o que se discute muito vereadora é a a questão da gente poder garantir algum alguns apoios nas escolas que não sejam necessariamente só apoios específicos a existe um conceito na lei brasileira de inclusão e na convenção internacional sobre os direitos da pessoa com deficiência e é o desenho Universal o desenho Universal e quando a gente já concebe produtos e serviços de forma a atender a diversidade humana e uma das pesquisas que estão acontecendo nesse momento são justamente os cá ferramentas e formas de ensino que possam atender a sair e Unidade ou seja sua diversidade humana dentro da sala de aula sem necessariamente a gente precisar discriminar uma pessoa e falar a gente precisa ensinar ela de um determinado jeito e aí o resto da sala a gente ensina de outro jeito quando a gente tenta né E você fala muito em a Universal de aprendizagem quando a gente tenta garantir o ensino de uma forma mais simplificada a gente não beneficia só crianças por exemplo uma deficiência intelectual a gente vai e fiz ia crianças com transtornos de aprendizagem também dislexia discalculia o mesmo que tem alguma dificuldade até por conta da própria situação de vulnerabilidade social que ela tem né então quando a gente busca né como eu também deixo um exemplo aí quando a gente coloca uma uma rampa ao invés de uma escada a gente garante não só para pessoa com deficiência física que ela vai ter acesso mas também por exemplo uma pessoa que está de bengala né uma pessoa idosa de bengala uma pessoa com carrinho de bebê né uma pessoa que de repente use muletas ainda a gente não pensa só na cadeira de rodas então É nesse sentido que hoje as pesquisas da área de educação especial eu estou fazendo pós-doutorado em Educação Especial na UFSCAR Elas têm encaminhado para poder buscar garantir tanto esse desenho universal de aprendizagem pensar em práticas de Conheci no acreditem envolvem o ensino colaborativo porque muitas vezes ser gente pega uma criança que tem uma dificuldade e coloca com uma outra criança que não tem as duas aprendem né então a gente tem tem várias formas que se pode fazer as pesquisas estão com a minha Nesse sentido porque antes se pensava muito na sala de recursos multifuncional que era esse ambiente que ficava fora da sala de aula hoje se pensa Quais são as práticas que podem ser feitas dentro da sala de aula é para poder garantir que as crianças de fato estejam incluídas porque senão que acontecia elas iam para sala de recurso multifuncional a professora G atendimento educacional especializado em um lá uma aula específica né E aí tô ficando sem um atendimento um olhar para ela né então quando a gente fala Um olhar o apoio para a gente pode fazer adaptações né porque o outro conceito que nós temos a lenda das aniversário é só usar adaptações razoáveis por quê Porque a gente antes não tem sábado uma sociedade inclusiva não é uma sociedade que respeita a sociodiversidade Às vezes a gente para poder gente está no período de transição enquanto a gente não concebe todos os produtos serviços com esse olhar para todos a gente vai tendo que adaptar né por isso que alguns lugares já preenchi uma escada e colocou uma uma rampa ou colocou um elevador para as pessoas poderem passar né E aí assim acontece também na escola às vezes a gente vai ter que adaptar um material curricular para poder atender porque a escola está preparada para poder ensinar de repente sem pensar ainda nessa heterogenidade mas a gente tem que começar a caminhar para ele pensar que a sala é diversa ninguém aprende aqui igual a ninguém a sala de aula e a gente tem que buscar ensinar de uma forma que a gente possa atender essa diversidade já quero ouvir o também como é que você enxerga esse direito dos das pessoas que têm o autismo de estudar em uma escola regular esta inclusão que acontece e se você acredita que o as escolas estão Preparadas e os próprios alunos também essa experiência aro tá muito preparado viu inclusive que ele veio perguntar para dela o relacionamento entre eles como que fica porque eu tenho mais essa criança te falei é ter muita dificuldade com filho você adaptar com as crianças e eles têm uma dificuldade na relação social eu já vou abordar essa questão também com a Renata só para colocar a Débora também é estudando o assunto Débora eu me deparei com uma mãe que tava desesperada porque o filho não conseguia ter acesso às escolas depois de um tempo conseguiu fazer essa matrícula E aí a estratégia que passaram para esta mãe foi não contar para os professores sobre o transtorno porque de acordo com esta estratégia adotada na escola quando você rotula as pessoas não vão espontaneamente ajudar a romper as barreiras e quando não se sabe uma curiosidade para esta conquista como é que você enxerga os desafios as barreiras e as estratégias que são adotadas no ensino para poder inserir essa pessoa é bom então eu acho que na verdade a orientação é para que o professor imediatamente saiba né dessa deficiência e colocaram o professor Em inclusive como com os pessoais com os técnicos profissionais que atendem essa criança o psicólogo o psicopedagogo ou psiquiatra infantil todos aqueles que atendem a criança com autismo tem que fazer a reunião hoje com a escola porque na educação todos têm que estar envolvido a família a escola e os técnicos né os profissionais que atendem as crianças para que elas tenham uma uma um bom aproveitamento para que eles recebam orientação de cocô autismo né a Renata pode falar isso também o autismo ele tem várias formas né é tanto de degrau é autista vidro leve grau moderado e outros bem mais graves né que precisam de outros tipos de atendimento então para se atingir um bom um bom um resultado melhor satisfatório é importante que a escola a família esses profissionais estejam sempre conversando sobre a criança sobre o aprendizado Como qual é o melhor forma de acessar aquela criança se ela é assim ela não se consegue se comunicar ou se ela não consegue se socializar né aí essa esses a conversa entre entre todos que faz a diferença né então não falar para o professor é um prejuízo para criança né é eu entendo o que é um prejuízo para criança Eu ainda acho né com todo o tempo que eu tive atendendo no conselho tutelar né Mães de filhos com autismo o que eu vi a qual a queixa recorrente né e eu sempre trago à pauta essa esse problema é que a mãe tem que ir em vários locais diferentes porque não tem um lugar o único de atendimento com todos os profissionais para o Japão no centro multidisciplinar para atendimento da criança então a mãe tem que levar um dia na sala de recurso outro dia no psicólogo outro dia no Psiquiatra outro dia no Centro de Reabilitação EA os pais ficam assim o tolo envolvidos somente com a vida dessas crianças né Se nós estivéssemos um local que atendesse todas essas é todos os profissionais atenderem tanto a mãe né ou os pais que precisam do apoio psicológico muitas vezes emocional conforme a deficiência dos filhos é e a criança também eu acho que se a gente seria um resultado muito melhor Renata essa é uma dificuldade falta uma política pública para poder o unir no mesmo local todas essas demandas É sim a existe realmente uma dificuldade muitas vezes de fazer um trabalho né uma faixa do poder público que seja intersetorial na verdade de tanto a a lei 12764/2012 que a Leila da Política Nacional de Proteção dos direitos da pessoa com autismo contra a lei brasileira de inclusão ela trata da importância de que é todas as políticas para pessoas com deficiência elas devem ser feitos de forma intersetorial é porque a pessoa é única né não adianta a gente achar que a gente tem como fragmentar para isso certas abordagens terapêuticas que se utiliza em relação às pessoas com autismo levam à necessidade da gente ter ou o mesmo tipo de atendimento seja na seja na escola né Eu como também na prova e na própria clínica então a gente tem que na verdade todos esses profissionais que atendem de alguma forma esse aluno ele tem que conhecer Qual é a abordagem terapêutica que está se utilizando para poder realmente né como uma vereadora Débora falou é fazer um trabalho conjunto E isso é algo também que tens observado muito nas pesquisas de Educação Especial É no sentido de que a professora às vezes de aí não conversa com a professora da sala de aula e aí a criança ela fica meio sem esse acompanhamento dentro da sala de aula e faz parte um pouco tem a ver com a parte da política né que foi que o analisei na conta de doutorado que tem a ver com as próprias diretrizes da área de educação mais tem a ver também com essa é só não compreensão da importância desse trabalho conjunto Entre todos esses atores e a gente tem percebido que a presente eu tive um caso de uma menina só que não era no caso autismo mas que a família percebi que tinha algum problema né na escola mas ela não consegui identificar exatamente qual era esse esse essa que seu E aí nós conseguimos identificar que o problema na verdade era uma barreira atitudinal porque assim colocava essa criança por parte de um profissional da do Recreio né que ficava ali no intervalo colocava para brincar com crianças menores porque já apareceu unha e como ela é uma criança com deficiência ela não tinha que brincar com os pares dela que só as crianças da mesma idade mas com crianças menores que tenham uma o desenvolvimento inferior né e não e não é isso né então isso eu tenho esse esse preconceito né eu achei colocando um pouco o que nos os vereadores falaram né sobre essa dificuldade seja com professor seja com os e também já compreenderem e entenderem O que é o autismo é que quando a gente tem campanha de conscientização é importante porque as pessoas precisam respeitar suas diferenças né o autismo ele tem três características importantes da dificuldade de interação social dificuldade de comunicação é e também vai ter comportamentos repetitivos e interesses restritos na e comportamentos repetitivos e estereotipados e vai ter também uma aderência rotina muito grande por exemplo autista é muito difícil ser ele chega na sala ele tá acostumada a sentar na carteira e fiz e alguém diz para ele que não vai mais entrar naquela carteira que ele vai sentar numa outra né E essas mudanças de rotina para eles é muito difícil mas para o professor da sala de aula compreender tudo isso os coleguinhas eles precisam conhecer o que que é o autismo não é isso que fez também me levou a defensora pública a isso a fazer uma mestrado doutorado na área de saúde educação e Psicologia porque no direito só não responde essas perguntas né a gente precisa de outros saberes com a sua experiência com as suas pesquisas é o modelo das escolas atuais é feita para todos tudo bem que uma escola ela pode ter um cuidador um professor de reforço uma sala de aceleração isso é suficiente bom então pelo que a gente tem verificado pelo né não é só as minhas pesquisas mas as pesquisas que têm sido feitas na área de educação especial não são suficientes esse modelo que hoje a gente tem né Nacional ele tem algumas falhas em termos de diretrizes que faz com que municípios e estados tem o que suprir essas falhas né porque não acaba não conseguindo atender quando as necessidades das crianças não só com autismo Mas quando tiver essas deficiências então as pesquisas têm avançado pensando nessas práticas que hoje elas buscam tentar fazer com que essa escola ela tem um olhar para todos esses diferentes porque senão a gente vai começar a dar partes da aula para todo mundo isso a gente conseguir fazer uma um desenho universal de aprendizagem né seria uma medida a gente colocar uma medida Universal que atenda todo mundo é porque as se você é assim cima de uma determinada forma e poder assim ensinar de uma forma mais simples isso aprendi as crianças que têm maior dificuldade em compreender na isso não prejudica ninguém né ao contrário você só ganha todo mundo ganha com isso é para que a gente precisa usar determinados nomes técnicos né ou então utilizar o explicar uma alguma coisa de uma forma muito complexa Às vezes a gente pode falar um pouco mais inclusivo nem não é então um pouco Hospital né Essas essas essas frases Cuidado então é é um desenho diversões aprendizagem tem também o o ensino que são essas essas práticas que podem ser utilizados itens pesquisados e tem resultado isso certo na inclusão o Carlinhos e Jair na inclusão não é a criança que se adapta à escola mas a escola que para receber lá deve se transformar você é muito eu acho eu acho que hoje nós temos que vacina e tem uma adaptação com a própria escola tem que saber acolher vou só botar no no tema carta a Renata disse ali para você ver hoje como uma cena de preconceito grande existe uma série tá passando aí na TV a tela aqui na Netflix série que existe um artista do qual ele é médio Então existe um grande preconceito até por isso entendeu ele sabe tudo ele sabe como fazer mas as pessoas não tem aquela conta confiabilidade que nele para deixar ele atenderá as pessoas então para você ver como que o nível do preconceito é muito grande nessa questão e temos que ter Oi Débora a vereadora Débora favor políticas públicas para a gente tirar as pessoas começarem a entender que de uma forma diferenciada a Débora de uma pessoa que tem um transtorno com espectro autista vamos supor que ela não consiga jogar futebol na educação física mas ela pode criar um método para a equipe e chegar ao gol se ela não consegue jogar vôlei subir para bloquear ela pode ficar ao lado do professor e apontar para os colegas onde tem espaço então de alguma forma se ela tem alguma dificuldade motora mas ela pode entrar nessa parte teórica para ajudar os colegas É sim Gabriel eu até falei na reunião da comissão da desafios da criança quando nós falamos sobre autismo sobre um caso que aconteceu comigo mesmo né eu dava aula numa escola a faz bastante tempo essa questão da inclusão ainda não era nem políticas públicas efetivas vamos dizer assim e eu cheguei numa escola no quarto antigamente era quarto ano né que a gente falava um quarto ano e o sou professor educação física e que tinha uma menina com autismo nessa sala e ela ficava na sala de outra professora ou ela ficava no pátio com a expectorar de alunos porque ela não participava das aulas educação física e quando eu cheguei na escola eu levei essa menina para quadra e a direita EA diretora ficou muito brava comigo me chamou atenção freio não é ela durante a minha aula é minha responsabilidade e ela não concordo dela ficar excluído um dos amigos né dessa forma falei que ela vai ficar comigo na quadra assistindo os colegas brincar e aí ela começou a participar da minhas aulas e olhando das crianças brincar e eu até me emociono de Lembrar Gabriel um dia eu trabalhava muito jogos cooperativos daí ela ficava assistindo às vezes ela brincava um pouquinho saindo e no final da hora sempre deixava os 10 a 15 minutos finais para eles escolherem uma atividade que eles queriam e certo dia decidi escolheram queimada tá aí eu ficar bom aí dividimos para eu não destrava escolher assim porque senão sempre quem fica por outros fica tímido né fica chateado Então eu queria que dia eu dividir os times eu falava para você aqui você ali a gente sabe quem é mais forte Tá difícil demais né e para minha surpresa a hora que eu chamei uma coleguinha dela ela foi e segurou na mão oi e ela jogou queimada Ela jogou queimada com as crianças daquele dia e usa os colegas não jogaram à bola nela para queimar eles não precisei intervir eu não preciso as crianças eles têm uma sensibilidade Se você souber trabalhar conversar com eles eles aceitam eles incluem eles ajudam né Depois você vai correr da minha vida eu fui vendo a professora esse trabalharem com uma Renata falou colocando um colega do lado de criança que tem alguma deficiência não se autismo Nós temos muitas crianças que não tem outras dificuldades de aprendizagem enormes que não consegue aprender ler e escrever mas você coloca com aluno que é melhor que mais tem uma facilidade maior ele consegue avançar muito porque o colega ajuda às vezes muito mais do que o professor porque eles eles têm a mesma linguagem eles conseguem se comunicar às vezes melhor do que um adulto ou com o é isso eu vi muito com bons professores trabalhando dessa forma né então eu fico quando fala de autismo eu lembro sempre essa menina hoje ela é uma moça já trabalha era muito inteligente mas ela tinha esse problema de socialização e eu fico pensando se eu não tivesse levado ela não que ela nunca teria participado disso né ali e aquilo fez um movimento na escola assim bem legal porque daí todo mundo nossa né a dela teve coragem mas eu acho assim eu sempre fui meio graças a Deus mas assim eu acho que a questão inclui é isso né a gente não pode ver as coisas deixar ninguém à margem do hoje nós temos direitos né para criança comprou deficiente tanto na LDB quanto na lei da inclusão quanto Estatuto da Criança e do Adolescente garante mas ainda ainda assim viu trabalho em escolas como eu tiro ultimamente aí a gente ainda ver algumas dificuldades em professores principalmente conseguir lidar com esses alunos é com autismo ou com outras deficiências mas é é um pouco do que o da minha experiência né como Parabéns pela sua atitude né Por ter algo que não acontecia na escola e você tomou essa decisão de incluir de fazer participar Se não for de igual para igual mas ela vai estar lá brincando participando os outros colegas precisam entender isso né do jeito dela né jeito dela no ritmo dela né da forma que ela consegue ela brincou ela bate daquele dia ela começou a brincar mais participar mais lógico que ela não tinha todo ou envolvimento que outras crianças tinham mas a gente respeitava e foi muito gratificante ver viu esse desenvolvimento nós temos a lei Berenice Piana desde 2 e a gente fala sobre o assunto mas é importante isso né Zé da farmácia você tenha numa educação física ou você tem um trabalho Evidente atividade com todas as pessoas na sala de aula e ajuda a desenvolver mais né a Renata queria abordar com você isso também quando o Carlinhos falou de um profissional bastante competente e descobrem que têm o transtorno do espectro autista se esse preconceito ainda acontece todo mundo fica com pé atrás e a importância de fazer a pessoa participar de uma educação física participar de um trabalho em grupo como é que você enxerga isso eu acho que a principal coisa né E aí eu tô puxando um gancho um pouco mas a questão não é a de que é a escola que tem que se adaptar e a sociedade que tem que ser adaptar é porque hoje a gente adota o que a gente chama de modelo social da deficiência a deficiência não está na pessoa mas na relação da pessoa com as barreiras EA garantia de participação social e igualdade de condições com as demais Então nesse sentido a gente precisa garantir que as pessoas é como deficiência elas possam ter de fato acesso né a educação mais a gente precisa eliminar a barreira arquitetônica barreira atitudinal barreira de comunicação barreira de informação barreira tecnológica né então a gente e o que a sociedade que tem que eliminar não é a pessoa que tem que se normalizar e acho que uma das questões né nesse ralado que a vereadora Débora trás é muito interessante o porquê porque é o que eu vi também acontecer com essa com essa menina que a própria funcionária né da escola achava que ela tinha que brincar com crianças menores porque ela achava que ela não ia dar conta de brincar com crianças da mesma idade aí também dizia que a escola faz assim a gente não Coloca ela para pular corda e a mãe falou assim mas por que só porque ela tem uma perna um pouco mais curta que a outra não pode pular corda ela pode pular corda né então a gente tem que tomar cuidado porque às vezes a gente parte dessa ideia de que deficiência sinônimo de incapacidade e não é para a pessoa ela pode ter um impedimento físico ela pode ter impedimento no caso mental como no caso do autismo É mas não necessariamente ela não vai conseguir participar como as outras crianças a gente tem que tratar né Eu acho que incluir de alguma forma é usar né a gente tentaram usar para poder fazer e fazer diferente e de repente vai dar certo pode até tentar fazer uma a gente sempre fez né E vai funcionar aí foi que é só uma questão da gente esquecer que a criança tem de fato uma deficiência e agora em relação aos adultos é muito difícil né porque o estigma e o autismo ele vem vinculado né do passado com com a área do transtorno mental né hoje você sabe que é um transtorno desenvolvimento com características neurobiológicas né com origem genética mais a questão é que no passado né se tinha uma ideia que tinha uma vinculação meio com uma Psicose que tinha a ver com a família é a forma com uma família criar Oi e aí isso traz todo um chima né E uma incompreensão e fora isso que o diferente infelizmente ainda assusta as pessoas né Então as pessoas com autismo costumam ter esses comportamentos repetitivos e estereotipados de repente fica mexendo as mãos fazendo algum movimento e isso de alguma forma faz com que eu faz um som diferente e isso faz com que as pessoas Nossa mas que estranho eu estranho mas o jeito dele não é igual pode ser o jeito ele e a gente e ele pode fazer todas as outras coisas que todo mundo faz a simplesmente ele tem alguns comportamentos repetitivos e estereotipados debate em interessante importante que nós estamos tendo aqui no questão de ordem Abril Azul mês de conscientização sobre o autismo nós vamos fazer o seguinte rápido intervalo na volta nós vamos falar mais sobre os direitos é sobre as leis que estão de preconceito emprego temos muitas questões ainda para abordar as leis que surgiram aqui na câmara de Campinas rápido intervalo não sai daí não E aí E aí [Música] E aí a questão de ordem de volta nós estamos falando sobre o mês de conscientização em relação ao autismo Renata direitos que são leis aqui em Campinas atendimento prioritário em estabelecimentos no cartaz de atendimento prioritário ter um acompanhante das Pessoas com Transtorno como é que você enxerga estas medidas faltam ainda muitas políticas públicas O que tem hoje precisa ser colocado em prática que análise que você faz das leis que nós temos em vigor no nosso país E aí bom então hoje a gente tem do ponto de vista do nosso ordenamento jurídico brasileiro a gente tem uma quantidade muito grande de dispositivos que garantem diversos direitos para as pessoas com deficiência em primeiro lugar a gente sempre tem que dizer que as pessoas com deficiência têm os mesmos direitos que qualquer pessoa tem né pessoas em todos os seus direitos só que Considerando que as pessoas com deficiência tem essa diversidade às vezes é necessário um tratamento desigual para que a gente possa de fato atingir a igualdade né mas um tratamento desigual no limite da dessa dessa desigualdade por conta disso a gente tem toda uma legislação tanto no revista internacional que foi recepcionado no Brasil com status de emenda com só Now que a convenção internacional sobre os direitos da pessoa com deficiência nós temos além Brasileira de inclusão que é uma lei federal e nós temos também no o motivo especial a lei Berenice Piana a lei 12764/2012 que trata dessa Política Nacional de Proteção dos direitos da pessoa com deficiência infelizmente a gente ainda tem muito para avançado com de vista de implementação dessa desses direitos das próprias políticas públicas que existem a gente precisa de fato garantir que as pessoas têm acesso né quando até a vereadora Débora tava comentando aqui na importância de ter um Centro de Atendimento especializado é para poder garantir no mesmo local todos os esses serviços é algo que realmente é muito importante porque a gente tem muita gente que sabe muitas reclamações da Defensoria seja da falta de apoio nas escolas seja da da questão de gênero obter acompanhamento terapêutico aí o acompanhamento terapêutico flautista não é ideia de gente tentar a normalizar o autista né tornar ou seja uma pessoa nas mesmas características que outras pessoas mas é respeitar seu diversidade mas da recursos para ele para que ele possa beber com maior qualidade de vida é porque às vezes tudo isso também causa sofrimento mas a gente tem aí índices de suicídio em pessoas com autismo adultas né que são as vezes de Alto funcionamento muito muito grande porque já era muito a depressão né essa dificuldade de você às vezes não conseguia interagir com o outro não consegui se comunicar com outro aí e aqueles que ainda por cima tem uma deficiência intelectual associada porque o autismo não necessariamente tem deficiência intelectual associada Será que sessenta por cento mais ou menos tem E aí a gente teria ainda mais uma questão né para poder garantir para que essa pessoa possa né poder comprei e quantas questões da própria do próprio dia a dia fazer as atividades da vida diária ainda às vezes até mesmo questões de higiene alimentação locomoção são difíceis ainda um tem que ter todo esse olhar né E isso depende também tanto na escola quanto na área da saúde de uma avaliação é uma avaliação individual dessa pessoa para poder analisar Quais são os impedimentos que ela tem e quais as barreiras que precisam ser eliminados para de fato garantir o esse atendimento Vereador a Débora Palermo também quero ouvi-la nestes direitos e nos avanços que nós ainda precisamos obter e o Gabriel vamos Renata bem disse os mesmos direitos é que a pessoa sem deficiência tem o autista tem e eu gosto muito do artigo 11 do estatuto de ler ele para que os pais tenham ciência deles né de desse artigo e dos parágrafos né porque às vezes os pais não buscam né esse direito pode se conhecer então vou ler para que os pais das crianças e adolescentes com autismo conheçam né é assegurado atendimento integral à saúde da Criança e do Adolescente por intermédio do SUS garantido o acesso Universal e igualitário às ações e serviços para promoção proteção e recuperação da saúde né aí o parágrafo primeiro a falar crianças e adolescentes portadores de deficiência receberam atendimento especializado em tudo que ele precisar topo do atendimento em qualquer deficiência inclusive autismo na que nós estamos falando hoje precisar a criança adolescente tem acesso através do tem que ter direito a de acesso através do poder público né e eu parágrafo segundo segundo falar incumbe ao poder público fornecer gratuitamente aqueles que necessitarem os medicamentos próteses e outros recursos relativos ao tratamento habilitação ou reabilitação Então nós vamos foram de autismo que é mais uma deficiência mental né e ele precisa de um professor auxiliar de um cuidador de um terapeuta precisa de muitas muitos profissionais que ajudem ele a conviver EA romper barreiras e a desenvolver o dentro dessa deficiência mas também outras deficiências físicas e motoras né os intelectuais também tem direito ao tudo isso que eu li Então os pais devem procurar né esses direitos buscar esses direitos através da educação ou da saúde ou forme a o direito que você está buscando né fé e se não conseguir que procure o Conselho Tutelar a defensoria pública e e entre com uma ação para a garantia desse direito né o que nós não podemos é deixar essas crianças e adolescentes né peso assistirmos então eu gosto sempre de trazer esse esse artigo e ler para ciência né Para para que as pessoas conheçam e busquem seus direitos lute por seus direitos com certeza que foi ótimo todos os artigos que você passou para a gente eu poder encerrar com a Renata que eu sei que ela tem um outro compromisso é a lei Berenice Piana de 2012 criou a política nacional de proteção dos direitos da pessoa com Transtorno do espectro autista que determina o direito dos autistas a um diagnóstico precoce tratamento terapias medicamento pelo sistema único de saúde temos ainda lei que garante gratuidade no transporte interestadual a pessoa autista e comprove renda de até dois salários mínimos esses direitos são divulgados Renata E aí É sim esse direitos eles têm sido divulgados né mesmo pela defensoria nós fizemos logo nem antes até mesmo da Lei Berenice Piana uma cartilha de direitos das pessoas com autismo tem também outras cartilhas que foram feitas ao longo desses tempo eu também é Publiquei um livro junto com a minha orientadora do mestrado doutorado é um livro coletivo na em que organizei quando tiver essas pessoas Então assim é que é voltado para pais e mães mais principalmente para profissionais para que os profissionais possam compreender os direitos das pessoas com autismo mas o que a gente precisa de fato é fazer essa divulgação não é porque por mais que a gente divulgue ainda assim a gente como a gente tava colocando aqui a gente encontra Essas barreiras na sociedade né Então as a gente não consegui garantia a nação das pessoas de que as pessoas elas têm uma diversidade né e na forma de agir na forma de se comunicar na forma de interagir com as pessoas a gente não vai conseguir chegar ao ponto de eliminar o preconceito é tão esse parabenizo de vocês por esse parecer espaço é por essa discussão é muito importante que a gente esteja aqui falando sobre esse tema para poder levar com sensação de fato assim eu também concordo com o vereador Carlinhos que a gente 8:00 sutis não precisasse ter leis né para que a gente pudesse garantir que o que é o Óbvio né Mas infelizmente a gente né vive um momento que é é difícil ainda as pessoas ainda precisam romper com esse preconceito e aí só para finalizar tem um termo que vem sendo utilizado é que eu termo capacitismo o que que eu capacitismo capaz O que é essa discriminação da pessoa em razão da sua deficiência a gente não percebe mas isso tá na nossa sociedade quando por exemplo as pessoas não permitem que uma criança como a vereadora Débora colocou particípio de uma aula de Educação Física isso já atrás né nessa ideia essa ideia de que a criança ela não teria capacidade né então já se parte desse dessa dessa ideia então a gente precisa poder discutir esse tema também do capacitismo para poder garantir de fato essa essa inclusão das pessoas com deficiência e perceber que isso alguma coisa que está arraigada na nossa sociedade que a gente precisa eliminar Renata Tibiriçá coordenadora da comissão de direitos da pessoa com deficiência da Associação Nacional de defensores públicos Muito obrigado pela sua participação aqui no questão de ordem é Buzz o aquecedor a a sua participação agradeço a todas as mensagens que você passou aqui e o Carlinhos camelô as que também tem uma última mensagem aí eu queria agradecer a Renata e como eu disse aqui no começo aprendizado a mais a gente aqui tanto para nós esquentar nos assassino e falar o nome do seu livro né Renata que você escrever um livro né foi isso um livro que eu organizei junto com a minha orientadora de mestrado e doutorado se chama direito das pessoas com autismo e ele foi editado pela Editora memnon teve a participação de diversos autores e trata dos diversos direitos das pessoas com autismo mês de saúde também ele é um comentário interdisciplinar então ele trava também sobre diagnóstico sobre as intervenções e e outras questões bastante importantes eu agradeço mais uma vez a oportunidade de estar aqui com vocês Agradeço o convite e fico à disposição para outra outros momentos que pretenda discutir questões relacionadas tanta direitos das pessoas com deficiência quando gerente das pessoas idosas Tá certo então agradeço a presença da Renata eu vou fazer o seguinte mais um rápido intervalo ou que não questão e nós vamos continuar debatendo os direitos da pessoa que tem o transtorno do espectro autista não sai daí ô E aí E aí a questão de ordem de volta nós estamos conversando hoje sobre o mês abriu o azul de conscientização em relação ao autismo e Carlinhos desde 2015 a câmara de Campinas instituiu no calendário Oficial do Município o mês abril azul de conscientização a iniciativa do vereador Carmo Luiz e do ex-vereador de horas da farmácia como é que você enxerga esta iniciativa desde 2015 para sociedade perceber começasse a tentar o que é autismo Quais são as dificuldades essa questão de inclusão na escola a questão de trabalho que nós vamos abordar ainda na hora eu vejo assim eu acho que nós vamos deveríamos a a câmera vamos falar assim não deveria estar criando leis para mostrar isso para a sociedade EA própria sociedade tá enxergando isso ao longo do tempo e não existir essa questão de precisar uma lei vai em cor que a pessoa tem o direito de algo ou tem que enxergar algo ali se é dessa forma parabenizar o vereador Carmo Luiz nos olhos da farmácia que é o um batalhador nessa questão aqui que trabalhou muito nessa cama que eu várias vezes aí parabenizar essa questão e Espero espero de verdade e as pessoas começam a enxergar com outros olhos e não precisa a gente terminar que surgir Novembro azul vermelho rosa para as pessoas identificar aquilo ali tem que dar direto nas pessoas eu falar um breve relato para você pode ser sem fala assim não tem nada a ver com a questão do autismo mas eu eu tive um filho quando ele nasceu ele Ele nasceu com lábios leporinos e faltando quase um dedo e eu sofri muito preconceito com essa atenção para você ver que não usava sobre a parte para tu hoje ninguém fala que tem mas as pessoas olham com outros olhos ela tá sentada aqui ela vê parece que é uma questão E então eu acho que isso aí tem que quebrar esse gelo as pessoas têm que se adaptar com tudo isso e não deveríamos aqui tá discutindo uma questão dessa uma questão dessa já era para estar é as pessoas ter toda essa consciência de que tudo isso aí não é eu preconceito em nós próprios como a Renata falou aí como você lidou com uma este preconceito que aconteceu na sua família você conversava com as pessoas você deixava ela foi com seu filho né quando aceitou você não queria que seu filho aparecesse para as pessoas não falarem nada como é que você lidou com eu li dele e tal forma assim né No começo a gente sempre toma um susto né a gente olhou eu achei que é era uma questão sempre nossa mas porque comigo e tal aquela questão assim e fica Bauru de Bauru me indicou indicou aqui na Sandra para eu lhe dei tranquilo entendeu e principalmente quando eu cheguei em Bauru meu filho tinha apenas o lábio leporino quando eu cheguei lá eu vi eles coisas ali eu agradecer a Deus pai Deus meu filho não tem nada meu filho é perfeito Entendeu agora a minha esposa lhe dou do outro jeito ela preferia colocar ele de baixo do do dos braços delas ali né e não querer sair por causa das pessoas fazer ela sofrer muito cada pessoa que apontava o dedo ela sofria ela chegava em casa chorando e eu achava que as pessoas Estava sempre olhando Então essa é o grande problema que nós temos hoje Jair o Professor Alberto também já tinha colocado no calendário oficial do município dia dois de abril que é uma data Mundial né então legislativo ele também está atento a essas questões e chamando a atenção para os desafios do dia a dia para que a sociedade perceba as dificuldades né e como O Carlinho falou isso daí não precisava nem ter dia né Carlinho porque de conceito igual o relato que tu tava falando assim cliente meu também ela sofreu muito a família inclusive e até na farmácia remédio para depressão por causa desse tipo de produto conceito as pessoas que um filho mesmo e quem que acabou tendo depressão a pessoa ou quem teve uma aula família a família que foi só o único Neto e os pais e os avós o apontavam como carne disse o creme muito lindo mas infelizmente é um relato forte que acontece né na nossa sociedade Carlinhos nós temos Pessoas com Transtorno com alta funcionalidade e consegue estudar trabalhar em relacionar média funcionalidade que tem um menor grau de independência e necessita de algum auxílio para desempenhar funções cotidianas e pessoas com baixa a funcionalidade E aí vão precisar de apoio especializado ao longo da vida como colocar de uma maneira para que a sociedade entenda essas diferenças O Gabriel é como eu disse eu tô aqui também aprendendo então é o tema é muito novo entendeu eu não não sei como te responder essa essa pergunta porque eu eu creio que é uma bem complexa mas é o que a gente fala leve moderado e se vendo né então são três são tres inscrições pelo que eu vejo parece que é Uma tranquilidade aqui você falou outra que a pessoa tem um certo dificuldade é o outra pessoa ela até agressiva com ela mesmo né então é um tema que me despertou vou procurar interar mais na no assunto para que a gente eu agora eu gostei do do tema da questão vou me inteirar mais para a gente ir Quem sabe no próximo a gente ter mais perguntas tá mais em cima do tempo ô Débora é esse é um o que nós temos o grau de funcionalidade e às vezes uma pessoa que tem o transtorno do espectro autista está numa fila no estabelecimento E aí na fila prioritária E aí alguma pessoa pode falar alguma coisa para ela pode ir alguns conforto Porque se ela tem alta funcionalidade não tem nada que perceba que identifique na pessoa então eu acho que a sociedade também precisa se adaptar e tomar com esse cuidado e não outro lá porque o autista é só aquela pessoa autista que só tem essa dificuldade e a gente já viu no programa de hoje que não é assim É sim Gabriel tem como você falou né temos níveis né de graus de autismo né e uma coisa importante de a gente falar também é que quanto mais precocemente for identificado e tratado seja o diagnóstico melhores resultados no desenvolvimento do autista né por isso que é importante que as crianças logo na hoje nós temos além da primeira infância né que é que fala do atendimento para evitar a saúde das Crianças fizeram seis anos inclusive para detectar essas deficiências né Para que elas tenham diagnóstico precoce eo tratamento precoce para ela poder desenvolver da melhor forma possível no decorrer de toda vida e sim a sociedade ela é o autismo na verdade ele não é visível né a deficiência física motora sem né o visual ela é visível o autismo ele não é uma deficiência visível e a causa assim esse problema porque a pessoa não entende o algum comportamento do autista por exemplo público né numa fila alguma coisa porque ele não tá escrito né que ele é autista né alguns Alguns usam até uma até Uma pulseirinha agora criança né eles estão usando Uma pulseirinha de identificação os pais usam de painel os dias para que as pessoas não Não façam nenhum comentário não tem notícia que grita que agressivo e às vezes a pessoa pensa que a criança mal educada e não é na verdade é em decorrência dessa deficiência deles Então os pais usam como paz eu disse e algumas crianças usam como autistas para que não sejam constrangidos né em público principalmente E aí Gabriel quero pedir licença para ler mais um artigo do lado não é para trazer essa informação que é muito importante é o artigo 5º é que fala assim que nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência discriminação Olha é discriminação na escola por exemplo exploração violência crueldade e opressão punido na forma da Lei qualquer atentado por ação ou omissão aos seus direitos fundamentais e eu e todos os direitos que nós falamos aqui hoje de Educação de tratamento tratamento especializado estão incluídos nos direitos fundamentais da criança do Adolescente e da pessoa com autismo né os adultos também porque esse mesmo artigo bem parecido tá lá no cosmo no Estatuto da inclusão então é importante as pessoas saberem que é crime né você constranger ou humilhar ou mesmo não atender numa escola não atender com como deveria né então é muito importante a gente deixa claro isso para a população não ele é muito importante é porque a gente falou desse direito na escola mas é o algo que eu gostaria de abordar com você Débora e depois também com o Carlinhos com o Jair é para arrumar emprego né a dificuldade que essas pessoas têm o preconceito que ela sofrem também da questão da deficiência que a Renata contou mais cedo Esse é um obstáculo que a sociedade também precisa ultrapassar porque essas pessoas elas precisam estar inseridas no mercado de trabalho É sim exatamente Inclusive tem tem muitos programas hoje de incentivo né a pessoa com deficiência cotas para deficientes em empresas que aí é muito mesmo mesmo Com todas essas políticas essas leis Gabriel ainda a gente encontra muita dificuldade de conseguir inserir essas pessoas com deficiência no mercado de trabalho então tenho que interromper né com essas com essas discriminações com essas rotulações porque na verdade ninguém é perfeito né com certeza eu tenho minhas deficiências Todos nós temos nossas deficiências né ninguém é bom em tudo o tempo todo né então eu acho que sim você você dá oportunidade para uma pessoa que às vezes tem uma uma deficiência mais grave mais séria de locomoção não querer que ela dá a cidade porque ela tem dificuldade de chegar até mais lenta que é mais é uma triste né Eu acho que nós temos que tratar inclusão com mais sensibilidade de verdade né não ficar só na lei no papel a nasceu as leis maravilhosas né mas que na verdade que eu sempre no papel eu fico sempre muito desapontada com isso Brasil é campeão e fazer lei e campeão e não cumprir então isso tem que mudar análise Jair e da onde que a gente deve mudar esse Panorama começa das grandes empresas começam a contratar essas pessoas das Pequenas Empresas Vai Dando o exemplo no bairro na comunidade isso vai crescendo como é que vocês imaginam para gente inserir essas pessoas no mercado de trabalho aí eu Olá princesas pequena pa eu eu já acho assim ó é não importa e é das pequenas os começa das maiores lá o importante é dar oportunidade um sistema que insere como a Débora deixou bem nem na fala dela existe uma discriminação um rótulo e às vezes você dá a sua oportunidade para essa pessoa e aí você conhece começa a conhecer e ver até mesmo que essa pessoa com autismo ela vai desenvolver melhor do que a outra pessoa que não tem o autismo Então pode até surpreender Então eu acho que essa oportunidade queria conversar a ser dada Não importa se seja da pequena empresa o das maiores empresas o importante é a oportunidade para que as pessoas ensinam na sociedade e vocês acreditam que para a sociedade ter mais consciente eu poderia ser criado do governo federal um comercial em televisão em rede nacional jornal impresso no rádio falando mais sobre o abraço na sociedade poder compreender melhor isso porque é difícil a gente falar para sua cidade a pesquisa no site de busca vai atrás disso precisa ter incentivo para que se conteúdo pagando eu acho que é como nós estamos falando aqui da campanha abrir o azul né E vai despertar lá no castelo uma sou as pessoas vão começar a saber o que que é e às vezes pode me tirar mais umas um eles nem essas campanha elas deviam ser criada aí eu concordo assim em cima para baixo várias campanhas ser criada porque através dessa campanha a pessoa começa a olhar com outros olhos eu estudava na minha época estudava todos os dias eu toda semana a gente ia sair da sala de aula e cantar o hino nacional lá no no pátio e é tinha outro outra sessão viu o dentista um exemplo não tem nada a ver mas vi um dentista ali atende a gente a gente sabia que então tudo tinha um cronograma naquela época esse a gente começa as desde lá de trás é começar a falar desse assunto na própria escola começou a ensinar na própria escola e tiver mais incentivo eu acho que as coisas estariam bem diferente hoje Se tudo parte da educação né a gente vai vai para o assunto de tratamento a gente vai para o assunto de lei Mas a gente volta para o assunto de educação que acho que é é fundamental e o mais importante é isso daí vereadora Débora Palermo Muito obrigado pela sua participação aqui no questão de ordem de forma virtual mas acrescentou bastante com todos os questionamentos já fico convite aqui para uma próxima oportunidade para a gente poder voltar a conversar e Eu que agradeço Gabriel Carlinhos camelo Vereador Jair sempre muito bom a gente discutir né E poder falar um pouquinho mais para que as pessoas tenham acesso a essas informações que são de suma importância para a gente garantir o princípio da dignidade humana né Eu acho que é acima de tudo é a questão da dignidade humana você tá direito da pessoa viver exercer a cidadania plena com dignidade com respeito que todos merecem né ah como eu disse aqui ninguém é perfeito né E nós temos que eu acho que a palavra Gabriel é mais amor né amor uns pelos outros Deus ensinou que nós devemos amar uns aos outros como Ele nos amou né E às vezes a gente se esquece disso então é eu acho que é o que eu sempre procuro trazer para minha vida né amar ao próximo amar as pessoas do jeito que elas são os defeitos e com as qualidade e dando a ela dignidade sempre muito obrigada Gabriel Muito obrigado Jair Vereador Carlinhos foi um prazer estar com vocês com a Renata aqui também já vou sair mas foi um prazer ouvir não é muito obrigado a todos nós aqui agradecemos a sua participação e Amor e Respeito né a gente precisa respeitar todas as pessoas Carlinhos camelo Muito obrigado pela sua participação Esse é um tema que as pessoas estão cada vez mais buscando se conscientizando você como membro da comissão dos com deficiência e mobilidade reduzida tenho certeza que esse assunto vai voltar a aparecer EA gente sempre transmitindo todas as reuniões porque são debates importantes que precisam acontecer Abraão Eu que agradeço agradeço Você erra estão pessoal telegrama né mas eu já ia que o Vereador Jair Débora palerma Renata e vou deixar aqui uma questão de reflexão e quando pessoal vire essa luz azul lá no castelo Polly estúdio tema para que a gente começa a entender um pouco mais que as pessoas começaram entender eles vão mudar o modo deles vai olhar de uma forma diferente então aí uma Débora disse mais amor mais carinho e reflexão a todos inserção na sociedade é fundamental Muito obrigado Carlinhos camelô Agradeço também a presença do Vereador Jair da farmácia aqui no questão de ordem obrigado eu agradeço também você aí que participou com a gente você que acompanhou atentamente ao debate no questão de ordem sobre abrir o azul conscientização em relação ao autismo continue na nossa programação até a próxima tchau tchau tchau E aí E aí E aí [Música]
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