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Olá, está no ar mais um Saúde Agora. Desde já eu te agradeço pela companhia e audiência. Hoje o nosso quadro é voltado para as mamães, principalmente aquelas que estão na fase da amamentação. A gente vai saber aqui com a pediatra Tânia Quintela a importância desse gesto. Tânia, pra gente já começar o nosso bate-papo aqui, que é rapidinho, me fala qual que é a importância da amamentação para a mãe e para o bebê. Nossa, é uma lista bom. Primeiro, bom dia, né? Agradeço a oportunidade. É uma lista muito grande de benefícios para o bebê e também para a mamãe. Do bebê, a gente sabe que o leite materno protege, dá a melhor nutrição possível, ele tem todos os componentes necessários ao crescimento adequado da criança, ao crescimento 100%, ele responde 100% às necessidades, ele protege contra infecções virais e bacterianas, e ele protege através de duas maneiras muito importantes, que são, primeiro, monoglobulinas que passam pelo mente materno das doenças que a mãe teve. Então, por exemplo, nos primeiros seis meses de vida, se a gente encontrar anticorpos contra catapora no leite do bebê e ele não teve catapora, são anticorpos maternos que passaram é muito interessante, a mãe pega uma limpe e você vai ter anticorpos contra influenza no leite materno, vai encontrar no centro do bebê, então protege contra infecções e também tem, além das imunoglobulinas tem substâncias de defesa, como lactofermina e outras enzimas. E o leite materno protege, então, contra infecções gastrointestinais de uma forma muito incrível. As crianças amamentadas têm 40 vezes menos de barreiras graves do que aquelas que não foram amamentadas. Um negócio, assim, que até certo tempo atrás Influía diretamente no mortalidade Ainda influencia bastante E a gente tem o leite materno Ele protege contra as alergias As rinites, as dematites As colites E a asma O leite materno É um grande protetor Das doenças Em relação às doenças alérgicas Ao surgimento de alergias E o leite materno tendem a um fator de crescimento específico, uma lipoproteína para crescimento do cérebro. Então, de forma que as crianças amamentadas aos 7 anos de idade, elas têm faixas de crescimento cognitivo e intelectual maiores do que as que não foram amamentadas. Isso é muito importante. E o emocional também, o bebê amamentado é um bebê mais tranquilo, ele tem um vínculo, não é muito forte com a mãe, não que a mãe que não conseguiu amamentar não possa fazer o vínculo, claro que pode, claro que faz, né? E, mas é assim, tem essa parte, né? É por isso que uma das campanhas permanentes aí do Ministério da Saúde, do Departamento de Alimentação Materna, é que amamentar é um ato de amor. Quando a gente fala em amamentar, a gente acha que é uma coisa natural, né? Do organismo, ali, desse momento. Só que tem, não é tão simples assim, às vezes, né, Tânia? Não, não é. E é uma coisa complexa, porque o bebê precisa sugar, e essa sucção do bebê, ela tem que ser, quanto mais perfeita e com mais força, mais hormônios que vão fabricar o leite, ela vai produzir. Então, os hormônios que intercambiam na mamitação, é basicamente a prolactina que é fabricada na hipótese. Então, e como que ela é fabricada? Quando estimula o mamífero. Até uma massagem no mamífero já fabrica um pouquinho de prolactina. Se o bebê sugar três vezes, quatro sugadinhos, três, vai fabricar três unidades, quatro de prolactina. É bem assim, sabe? Pão, pão, queijo e queijo. Sugou bastante, fabrica bastante prolactina. Sugou errado, fabrica tudo. E aí é que entra o problema, né? Como você perguntou, nem sempre é fácil e tem aqueles bebês que não conseguem pegar o peito ou eles pegam errado e aí suga errado. Suga com o lábio ao invés de sugar com a língua. Quando suga com o lábio, ele praticamente mastiga o mamilo. E aí a mãe vai ter muita dor e vai liberar adrenalina no sangue da mãe e vai inibir a descida do leite na primeira porção da mamada. Então é muito complicado quando o bebê não consegue sugar direito. E geralmente se culpa o peito da mãe. Não é, gente? Já vi mãe com mamilo invertido amamentar numa boa. Vai, vai, vai, chega uma hora, o mamilo sai, desinverte com o bebê que está sugando, permitindo. O bebê deve sugar em volta do mamilo e não no mamilo. E a amamentação também está relacionada, você falou aí, em diversos benefícios para a saúde, mas quando a gente fala de amamentação, também tem que falar do sono. Uma coisa está ligada à outra? Completamente, completamente. O leite materno é tão perfeito que ele tem o hormônio do sono importantíssimo, que é a melatonina. Então, nos primeiros três meses de vida, a melatonina vem do leite materno. Depois, ela começa a ser fabricada na glândula pineal, no centro do cérebro. Então, isso é muito importante, porque a melatonina é que vai estabelecer um ritmo do funcionamento do organismo do bebê. E o nosso também, né? Então, e a gente sabe que o sono da saúde, o sono que faz o crescimento é o sono noturno, né? Então, a melatonina, ela vai estabelecer esse ritmo dia e noite para o nosso organismo. Então, cada órgão vai ter o seu período de funcionamento mais ativo e vai ter o seu período de repouso relativo. Até a operação, gente. De dia, bate a 80, 90, o batimento terminou. À noite, bate a 50, 50, 60, mostrando que ele dá uma diminuída. O rim também filtra o sangue e faz o xixi. E não faz quase de noite. Então, a gente tem que lembrar disso. Eu sei que tem até um ditado que a gente vai ver. Deus fez o dia para comer e a noite é para dormir. No caso do bebê, para descansar e crescer, principalmente. porque só cresce no sono noturno, porque não tem secreção. A secreção de hormônio de crescimento durante o sono do dia é mínima, mínima. Então, precisa dormir à noite. Então, qual que é o seu recado para as mamães aí que estão amamentando? Prestar atenção nesses detalhes também e tudo relatar para a pediatra? Exatamente. O meu recado é principalmente contra a nova demanda, que a gente tem feito uma campanha pela livre demanda, e o meu recado é que livre demanda é durante o dia. À noite, precisa ensinar o bebê a dormir, para que ele tenha um crescimento adequado, e para que ele tenha uma emocional tranquilidade. Os bebês que acordam à noite são estressados durante o dia. Tem até uma síndrome da hiperatividade e possibilidade descrita pelo Jaque Montrezio, que é um estudioso do SOU, nas crianças, da Universidade de Montreal. Obrigada por participar aqui com a gente e falar desse tema que é tão importante. Eu que agradeço a oportunidade. Então fica aqui o convite para um próximo programa aí, porque dúvidas sobre crianças sempre tem, né? A gente está à disposição Já está convidada e você de casa também está convidado Para o próximo quadro A gente se vê na semana que vem Falando aí de mais um tema relacionado A nossa saúde Se cuida, até lá, tchau