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Bom, galerinha, meu bairro na TV, estamos aqui no Vida Nova, que fica na região sudoeste de Campinas, no distrito do Ouro Verde. Olha aí no mapinha. Bom, e tem muita coisa bacana. A gente foi na obra social São João Bosco, também no Parque Ecológico, a gente foi no SIC, a gente vai mostrar um coletivo que fomenta a cultura, tem várias atividades legais na hora da receita. Três sabores diferente de espirra. Fique com a gente que tá bem legal o programa Vida Nova, meu bairro na TV. Começamos mostrando a unidade Centro de Integração da Cidadania, SIC Campinas, Vida Nova, que oferece diversos serviços públicos, cursos profissionalizantes, oficinas culturais, atividades esportivas, rodas de conversa e ações sociais. Bem, nós temos os serviços da Defensoria Pública do Estado, atendimentos voltados à família, então guarda, pensão alimentícia, divórcio, a gente tem atendimento do Procom, eh nós temos curso de profissionalização do CPROCAMP, que é o de informática e cuidador de criança e PCD. Eh, no próximo semestre a gente vai ter já o de cuidador de idoso. Eh, nós temos o do fundo social, os cursos do fundo social na área da beleza e na área da construção civil. Na área da construção civil, os cursos são noturnos, eh, para quem tem mais de 18 anos. E esses cursos a gente tem assentador de pisos e revestimentos, eh, hidráulica, elétrica, consertos residenciais e na área da beleza para quem tem mais de 16 anos. Então, os adolescentes que muitas vezes ficam buscando, né, alguma atividade, eles podem também fazer esse esses cursos. Aí a gente tem assistente de cabeleireiro, barbeiro, manicure, design de sobrancelha, alongamento de cílios, depilação, maquiagem, automaquiagem, isso, maquiagem profissional, isso e aberto para Campinas e região. O SIC está no Vida Nova, mas nós atendemos toda Campinas e região. Então, fora esses cursos, a gente também tem a rede cidadã, eh, que trabalha com jovem aprendiz. Então, o jovem aprendiz, ele pode fazer o cadastro eh no link, no site da Rede Cidadã. A Rede Cidadã encaminha esse jovem pra empresa, né, cadastrada na Rede Cidadã. E esse jovem sendo contratado, ele vem uma vez por semana ser acompanhado aqui na Rede Cidadã. Como que tá o trabalho, como que tá sendo o desenvolvimento dele dentro do do mercado de trabalho como jovem aprendiz. Nós temos a Fumec aqui também com o programa de educação continuada ao longo da vida, que são eh pessoas com mais de 14 anos que elas podem ser inseridas nesse nesse projeto. Eh, e aí a gente tem algumas atividades também, como jugitsu, que é voluntariado, a gente tem atividade de jugitsu, não paga nada, não paga nada, que é um serviço público totalmente sem custo algum. Quem quiser treinar Gil Gitso também é uma boa opão. Isso. Gil Gitsu. Capoeira. Capoeira. Olha só. Isso. Isso mesmo. A gente tem o o coletivo Vida Nova, que é um outro parceiro nosso, que também tem o curso pré-vestibular. E além do pré-vestibular tem o de Libras também, atividade de Libras. Eh, enfim, o serviço do SIC também em específico do SIC, a gente tem a solicitação de segunda via de certidões, certidões de nascimento, de casamento, de óbito. Essas certidões elas servem muito eh para as pessoas atualizarem os seus documentos, né? Então, por exemplo, atualmente a gente tá ouvindo muito falar no novo RG, né, que é o Sim. É, sim. Eh, e para você fazer esse novo RG, você precisa ter a sua certidão em ordem. O que que é em ordem? Ela precisa eh não pode estar plastificada, ela não pode estar manchada, nem rasgada, nem furada. E se ela estiver dentro dessas condições que eu citei, a gente faz a solicitação dessa certidão aqui. E aí a gente tem o tótem do poupaempo aqui também, que a pessoa sai com a certidão dela e já com o agendamento para ir lá no poupaempo fazer o RG. Além do agendamento pro RG, o tótem você também pode agendar para fazer a renovação da sua carteira de habilitação, fazer o antecedente criminal. A gente também faz aqui outros serviços do SIC, eh, emissão de currículo. Olha, é bastante coisa mesmo, né, R? Elaboração de currículo. A gente faz impressão do currículo também. Segunda via de contas, de água, luz, telefone, internet. Então, tem bastante coisa assim aqui no SIC. Tem rede cidadã, né? Jovem aprendiz. Cidadã do jovem aprendiz. Isso mesmo. Também reunião de narcóticos anônimos toda quarta-feira à noite e todo domingo de manhã. Extremamente importante. É um grande parceiro nosso, os Narcóticos Anônimos. Puxa. Aí tá aqui. Você já citou Oficina de PM? É isso? Da Polícia Militar. Isso é um voluntário. É um policial militar voluntário que dá atividade. Isso. Isso mesmo. Que bacana. Tem quadra de esporte aqui também. Temos quadra de esporte aberto pra comunidade. O si fica aberto de segunda a sexta-feira das 8 às 17 horas. Boa. Fora desse horário, o SIC funciona porque a gente empresta esses nossos espaços, essas a quadra pra comunidade poder usar. Então a vem aqui, agenda com a gente, a gente tem uma agenda para as pessoas usarem aí no decorrer da semana, no período da noite até às 22 horas. E pode usar tanto durante a semana quanto de final de semana também. Puxa vida, olha, eu fiquei impressionado. Eu confesso que não sabia que tinha tanta coisa assim à disposição da população. Muito legal, hein, Regina? Que bom. É isso mesmo. E o pessoal costuma vir, costuma utilizar os serviços? Sim. Sim. Nós atendemos, como eu citei no início, nós atendemos Campinas e região. O SIC está no bairro Vida Nova, mas a gente atende toda Campinas e região. Valeu. Vamos lá, pessoal. E uma das atividades aqui do SIC é justamente o Gilgitsu. Estou aqui com o professor Edival. Como que funcionam os treinamentos aqui? O jito é focado em defesa pessoal. A gente passa para pr os alunos como se defender, como começar a arte marcial em si. Boa. E um dos alunos é esse garotinho aqui, é Samuel. Aham. Quanto tempo você faz, Jitson? Um ano. Você tem quantos anos? É, tem 10. Tem 10 anos. Por que escolheu Gitson? É porque é bem legal. E aí, já aprendeu a se defender? Defesa pessoal já. também é bacana para fazer novas amizades. É, é bem bacana. E você é faixa branca e tá indo pra faixa amarela no fim do ano? Sim. Então, bons treinos. Obrigado. Valeu, garotinho. E você também é professora aqui? Sim, sim. É, eu dou aula aqui junto com o Edival. É, no sique. Eu dou aula no período da noite. O Edival segue nos outros dias de sábado, de quarta-feira. eh, trazendo, né, uma arte marcial para garotada aqui do da comunidade, mostrando realmente o o caminho da autodefesa, de uma arte marcial, retirando, né, as crianças que poderiam estar em local de potencial crimes, eh, influência, né, de outras pessoas. Então, a arte marcial ensina muito mais do que eh golpes, muito mais do que eh medalhas e ensina um estilo de vida onde você eh vai trabalhar sua saúde, você vai estar longe ali da criminalidade que está na rua, você aprende também eh o que é uma família aqui dentro do tatame. Então aqui todos se ajudam, nós aprendemos, ensinamos tudo junto. Eh, aqui é um projeto social que tem um longo período já. Eh, se não me falha a memória, desde 2013, 2012, que essa arte vem sendo praticada aqui no espaço sique, eh, iniciado, né, pelo nosso mestre Robson de Oliveira. Eh, e é algo um lugar onde eu também cresci. Eh, poderia estar em outro lugar se não fosse o o Gilgitso, né? O Gilgitso me abriu muitas portas. Hoje eu tô com 27 anos, mas entrei no projeto quando tinha mais ou menos 15 anos. Então aqui me ensinou muita coisa como autoconfiança, eh saber também lidar com dificuldades, porque como você pode ver, eh aqui nós estamos em desconforto eh a todo momento e isso ajuda a trabalhar também e caso você encontre uma situação difícil na sua vida. Então isso daqui eu digo que é mais do que uma arte marcial, é um estilo de vida, um estilo de de proteção também das nossas crianças da comunidade. Boa. Inclusive ajuda e também a formar um cidadão melhor, como é o seu caso. Sim, sim. Hoje eu estou formado, né, muito por conta da confiança, por exemplo, que o Jilgito nos traz. Eh, eu me formei na faculdade porque eu conheci o Gilgito e isso me ajudou a trabalhar parte da ansiedade. Quando eu ia fazer provas, essas coisas, eh, eu não conseguia conter muito, muito bem minha ansiedade. Porém, o Jitus foi me ajudando a trabalhar essa parte. Por exemplo, quando você está em uma situação de desconforto, você pode se desesperar, como você também pode manter a calma, saber trabalhar. Por exemplo, você tá levando um golpe no gilitsu, você vai trabalhar aquilo de como sair do golpe, eh, trabalhar o que foi ensinado pelos professores, pelos mestres e isso acaba influenciando na nossa vida pessoal também. Boa, muito bom. Parabéns aí pelo trabalho de vocês. Bem bacana e vida longa aí ao projeto. Obrigado. É isso aí. Galerinha, meu bairro na TV aqui do Vida Nova. Tá legal para caramba. E olha por aqui a galerinha manda de fato super bem. Você faz quanto tempo, Gil? Um ano. Um ano. Um ano. E aí, o que mudou na sua vida? Muita coisa. Quando eu comecei a fazer xuxitos, meu pai e minha mãe tinha separado assim, assim eu consegui parar de ficar triste. É assim, mudou bastante coisa na minha vida. O Jit, o Jits me tirou da tristeza. Puxa vida, que legal. Parabéns, viu? Parabéns mesmo. E você gosta de Gil Gitsu? Eu gosto. O ano passado, como eu era tanto pequenininha, eu chorava. Mas a Ta colocou eu do jíssimo, aí eu tô melhor e mudou tudo. É o que mudou? É, mudou. Eu já cresci tanto que aquele dia eu tinha 5 anos, mas agora eu já tenho sete. Aí eu luto com meu primo que tá com a cabeça torta e eu gilito, né? E eu tô tentando melhorar para ganhar uma faixa desse. Aê, parabéns. Obrigada. E você, o que mudou o jitso na sua vida? Ah, mudou várias coisas porque eh mudou várias coisas, me tirou da tristeza, mudou várias várias coisas mesmo. Hoje você é mais feliz, mais confiante, tem mais segurança? Uhum, tem muita confiança mesmo. Aê, que galerinha bacana, galerinha gente boa. Estamos aqui no Vida Nova, meu bairro na TV. Eu também. Eu mãe, eu te amo. Aê, mandou um recado pra mamãe. Valeu. Em 2018, surgiu o coletivo Vida Nova com a finalidade de fortalecer os vínculos entre as pessoas, com muita cultura através de uma roda de rima semanal, palestras mensais dentro das escolas e cursos de iniciação. Pois é, galerinha, a gente segue rodando aqui pelo bairro agora para falar sobre o coletivo Vida Nova. É isso aí, estou aqui com a Jéssica, que é conhecida aqui como J. E aí, beleza? Tudo bem? Você é professora de Libras? Sou professora do curso de eh Libras Básico. Cara, isso é realmente muito legal, né? Libra, sempre se interessou por isso? Sempre. Acho que desde pequena, porque eu sempre fui muito falante, então veio esse esse querer falar com todo mundo. Boa. Bora falar um pouquinho então sobre o coletivo, o que é pra galera que tá em casa assistindo ao meu bairro na TV. O coletivo ele começou no final de 2017. Eu sou participante do coletivo desde 2018, quando eu tinha 14 anos. E o coletivo ele começou iniciando com oficinas de hip hop na Praça do Vida Nova, só que ele também tinha parceria com as escolas públicas do bairro, então tem muito conhecimento que ele não chega dentro das escolas públicas, tipo a iniciação política jovem, o curso pré-vestibular. Então ele ajuda os jovens eles se sentirem pertencente a esses espaços públicos e também se sentirem mais ativos assim no nosso bairro, na comunidade. Boa. E tem várias ações aí que vocês fazem. Tem tipo além do curso de Libras Básicos, que eu sou professora, também tem o cursinho pré-vestibular, tem o reforço eh escolar, tem eh curso de capoeira que a gente faz ações juntamente com Sique, juntamente com Cras às vezes. Então tem vários eventos, é Dia das Crianças, Natal, que o coletivo que propõe pra comunidade. Como surgiu a ideia do coletivo? Conta pra gente, J. O coletivo, na verdade, quem começou ele foi o Leopoldo Matias, né, que ele não pode estar presente hoje, mas foi uma iniciação por conta que o nosso bairro ele tem um histórico muito de violência, né? Foi uma exclusão social que aconteceu com a gente. Então, além de querer mudar a visão das pessoas sobre o nosso bairro, também é sobre a gente se sentir mais pertencente, né? É mais sobre uma autoestima social. Boa. E você é nascida inclusive aqui, né? Você é criada aqui no ano de 22 anos de vida nova. Então, conhece aí muito bem aqui e é muito legal o trabalho que vocês fazem, né, do coletivo. A gente fica muito é muito gratificante, né? Igual você perguntou da Libras, eu não aprendi Libras pelo coletivo, mas por eles terem me passado, eu tive diversos tipos de conhecimento, eu me sinto grata de estar pegando esse conhecimento que aprendi outro lugar e trazer para dentro da nossa comunidade também. Bom, e como as pessoas reagem? Tem bastante gente procura vocês. Então, eh, como majoritariamente é o público negro, público periférico, então a gente alcança mais gente quando a gente faz eventos de hip hop, samba na praça, os cursos também prévestibular, eles têm muita chamar isso, né? Porque muitas pessoas que fizeram nossas curções de de pagar um curso e tudo mais. Sim. E aí a gente é de graça, todos os sábados de manhã, das 10 às prinha mandar ver nos estudos e conseguir entrar numa faculdade legal aí, né? Nossa, vários dos nossos alunos, tipo, passaram na Unicamp, a gente tem foto deles lá em cima, então tá sendo muito gratificante. Pô, isso é bem bacana, né? Bem legal. E assim, e as pessoas eh quando entram de fato na universidade, fazem o cursinho com vocês, eu imagino a a alegria, né? Ah, eles postam, a gente posta no nosso Instagram pessoal, @coletivanoova. Então é muito, tipo, é isso que eu falei, da gente conseguir ajudar a comunidade e se ajudar para mudar essa visão das pessoas do nosso bairro, porque o Vida Nova, ele foi considerado o bairro mais perigoso assim de Campinas e agora a gente tá ressignificando isso com esse projeto. É, tem vária, muita coisa boa aqui, né, Jéssica? Isso. A gente tá aqui inclusive para mostrar isso aqui no meu bairro na TV, né? Coisa boa. Ah, é super legal. Além do coletivo Vida Nova, né? Além do SIC, tem a igreja, tem o oato, tem a Praça Dombosco, tem vários eventos que acontecem aqui que geralmente as pessoas não estão ligadas. E a gente tá aqui no Sique porque há inclusive uma parceria com vocês. Sim, a gente tem as nossas aulas principalmente aqui no SIC, né, que disponibiliza as salas pra gente. Então eu dou a aula aqui embaixo, o cursinho prévestibular acontece ali em cima, o reforço aqui no Sim. Aí as aulas de capoeira aqui desse outro lado. Hoje mesmo tá tendo uma feira de doação de roupas, então muita coisa acontece por aqui. É muito legal, né? Bem bacana. E qual que é o principal objetivo de vocês assim, eh, com o trabalho que vocês fazem? É só o pessoal do bairro ou o pessoal que vem vem é de outros bairros também participa? Então o coletivo ele começou aqui por conta, né, da mudança que a gente queria trazer no nosso bairro, dos jovens terem mais interesse. Como eu disse, eu comecei o meu primeiro curso foi início da política jovem aqui no coletivo. Então assuntos que geralmente não tem muito interesse pra gente estar mudando a cabeça deles. Tanto que eu me sinto muito grata, tipo, de estar falando hoje aqui. Mas eh outras pessoas de outros bairros, tipo, eu tenho alunas que não são do Vida Nova, são de outros bairros que vem para cá. Então qualquer um, a gente tá aberto a qualquer um, né? o nosso público mais eh adolescentes, jovens adultos, mas a gente tá aberto a quem quiser participar do coletivo e ajudar a gente fazer mais ações sociais, não só no nosso bairro, quanto nos bairros vizinhos também. Mandou super bem. Muito obrigado. Obrigada a vocês. Valeu, galerinha. Meu bairro na TV. Bom pessoal, segundo bloco aqui do meu bairro na TV nova. Estamos no Parque Dom Bosco. Tô aqui com o Luiz Cláudio, que é figurinha carimbadíssima aqui no meu bairro, na TV, para falar sobre os parques, né? E a gente veio conhecer aqui o Parque Dombosco no Vida Nova. E eu tô realmente impressionado como é bonito aqui, hein? Bonito. Eh, esse parque ele fica a 25 km do centro da cidade. Era uma área muito carente de área de lazer. Quando a gente chegou aqui, isso aqui era um depósito de entulho, carcaça de carro abandonado, não tinha água, só tinha um corredorzinho no meio. E a gente foi fazendo o trabalho e abrindo as nascentes e revitalizando essa parte. Hoje nós temos cinco lagos aqui, nossa, 150.000 m de de área verde com pista de caminhada, playground, skate, campo de areia, campo de grama. É botea, todo academia, ar livre, parquinho para criança lá, tudo, skate, basquete, areia, campo de areia, campo gramado, toda a estrutura para que essa região utilize a área nossa aqui. Inclusive, eh, aqui é aberto todos os dias, né? Ou é de segunda a sexta, como que funciona aqui? Começa de manhãzinha e e fecha às 9 da noite. Começa às 6 da da manhã as atividades aqui, né? Ficam abertos os portões das 6 às 21 todos os dias. De segunda a domingo fica aberto para pro pessoal. É de domingo a domingo. Então aing não fecha nenhum dia. Não tem e esse horário é que é a população. Quanto você falou que tem de de 150.000 m²? 150.000 m². Para quem quem assim, para quem é mais do interior, é mais ou menos cinco alquires e pouco de terra aqui dentro. É um sítio bem grande. E tem sempre a manutenção, obviamente, né? É como vocês vão fazer a filmagem que vocês vão ver que tá tudo a a manutenção é feita pelo Parque Jardins, né? Toda a estrutura, se quebra algum equipamento, o administrador avisa. É, é, é tudo cuidado pela gente lá. Quando que surgiu o parque? Quando ele a gente fez? Em 2015. 2015, ou seja, já faz 11 anos. 11 anos que tem esse parque aqui. Vem a galera do Vida Nova aqui também da das redondezas, né? Históri. história para começar esse parque é uma uma história triste que depois a gente conseguiu transformar essa área. Nessa época houve aqui uma chacina de 14 meninos e o prefeito veio aqui, viu a área, falou: "O que que a gente pode fazer aqui?" Aí a gente começa com as loucuras da gente, né? Vamos fazer um parque e e parque é com você mesmo, né, Luiz? É. E para quem não sabe, a gente tá fazendo em praticamente igual a esse, com três lagos. no Jardim Bassol. É lá no fim da cidade do Campo Grande, é uma área muito bonita também que vai ter tudo isso aqui que tem o Já estamos para entregar acho que até o fim do ano. Bom, e aqui evidentemente as pessoas elas têm muitas opções. Você tava falando que tem é até bocha aqui, né? Academia ao ar livre, tudo isso que o pessoal faz piquen que como é que é? Mas a utilização é muito grande. Então a gente deixa o parque aberto até mais tarde, porque a pessoa trabalha geralmente até chegar em casa é 7 horas. Aí ela tem a liberdade de vir fazer uma caminhada com o filho, trazer para no playground, na quadra. Tem o campo areia, campo de areia. Usa usa-se para bitir tênis, para fut vôlei. É o meu negócio é fut vôlei, você sabe, né? Tem duas quadras lá embaixo que é areia. Ó. E você falou que tem quantos lagos aqui? cinco. Ó, um deles é esse aqui, ó. Pedi pro Rafa mostrar e eu tô vendo ali, tem uns patinhos também. Tem uns bichos pras crianças poderem ver. Mas tem uma placa ali, é proibido alimentar as aves. O pessoal tem que ficar ligado aqui, né? Porque não pode alimentar as aves. A gente se trata para não poder alguém jogar alguma coisa errada. Exatamente. Não. E outro, às vezes excesso de comida também eh prejudica, né? É. e alguma coisa que não se deve dar. Cada cada animal tem sua alimentação. Então a gente Mas assim, as crianças jogam um pão, isso aí é natural. Qual o horário de pico aqui? Porque logicamente a gente tá gravando o meu bairro na TV, estamos aí no mês de junho. Vocês vão acompanhar durante todo o ano aí fica rodando e tudo mais. Tem uma boa oportunidade aí para para assistir ao programa. E tá frio, né? Tá vendo, ó? Luiz tá agasalhado, eu tô com uma malha, tal, mas normalmente e aqui vem bastante gente, bomba e tudo mais, né? sábados e domingos lota. É bastante gente que utiliza. Eh, no verão, a eh à noite tem mais gente por causa do do calor, fica bem frequentado, mas geralmente é é muito muita gente que utiliza a região aqui. Então, isso que eu ia falar para você, eu até falei no início da nossa abertura aqui, eh, não é só o pessoal do do Vida Nova que vem, vem o pessoal da das redondezas, né? N a ideia de parque é essa. É que nem a lagoa da Caral, o cara sai da Campo Grande e vai conhecer parque, né? Quando a gente faz um parque, ó, aqui a gente tá pulando para uma sombrinha aqui, né? Tá vendo, ó? O pessoal em casa vai perceber, a gente tava no sol, agora tá na sombrinha. Cada um pode ficar na área que mais gosta, né? Quando a gente faz uma praça, geralmente é o bairro que utiliza. Quando a gente faz um parque, é uma região que utiliza. Porque ficar próxima pra pessoa vir fazer uma caminhada, trazer o filho, fazer um piquenique. Então o o parque atrai esse tipo, a região, não só a praça. Quando você faz, você pega mais ou menos o bairro da da pessoa ali, das pessoas. O parque é uma região, não? E o bom é sempre legal a gente, o avião passando, é sempre legal a gente frisar, que quase todo mundo sabe, mas é de é de graça, né? É tudo gratuito, não paga absolutamente nada. Então pode vir curtir, fazer um esporte, fazer um piquenique, curtir o verde, dar uma lidinha num livro que é sempre bom também, né? E hoje também o prefeito, ele ele é muito ativo nessa parte. Ele a gente acho que vocês estão sabendo, liber os parques não podiam entrar bicicleta e nem cachorro. Hoje tem um decreto novo, a pessoa pode vir com o cachorro, com os cuidados necessários dentro da lei, tem as placas, a bicicleta adulta, só em parte que existe a ciclovia. Aqui é mais é criança, não sendo bicicleta grande, qualquer criança pode utilizar. É, é legal se tocar nesse assunto porque então hoje, né, é, pro pessoal que tá tá em casa nos acompanhando, hoje pode trazer então o cachorro aqui. Pode, pode. Qual Qual que é a regra que você falou? Pode, tem nos portões tem. É, é aquela que a gente já conhece, cachorro grande, raças mais agressivas, mas a maior parte são cachorros pequenos, pequenininho, tal traz um saquinho, né, para retirar as necessidades. Tá liberado para usar, não era. Agora pode entrar no aqui, pode entrar no tacar, qualquer parte da cidade, todos. Boa. Obrigado, Luiz, mais uma vez conversar conosco aqui no meu bairro na TV. Estamos no Parque Dombosco. Vamos fazer uma matéria no Dombosco. Vocês vão ficar impressionados também. É uma área muito bonita e tá ficando. É isso aí. É isso aí. Valeu. Figurinha carimbada aqui no meu bairro na TV, galerinha. A gente, claro, segue rodando por aqui. A vô e neta se divertem pra caramba. Frequenta sempre aqui o parque? Sim, sempre vem trazer minha neta aqui para passear um pouco, que é muito bom, tranquilo aqui. Aí eu vim passear sempre aqui com ela. E você faz o que aqui? Tô vendo a bicicleta dela também. Eh, tem várias eh coisas para fazer aqui, estrutura, piquenique, esporte. Que que você costuma fazer aqui? Eu trago ela para andar de bicicleta. Tô tentando ensinar ela, né, que tá na rodinha ainda, mas ela gosta de vir muito aqui para brincar com areia e balanço aqui no parquinho ali nas nos aparelhos, essas coisas assim. Ela gosta de fazer. Por enquanto é isso. Tá bonito o parque, né? Tá lindo, bem arrumado. Desde quando fez? É assim mesmo, bem bonito, bem cuidado. Eu gosto de vir aqui às vezes com ela, trazer para passear mesmo. E aí, o que você gosta de fazer aqui no parque? Brincar. Do que, por exemplo? No balanço, brincar na areia. É. E gosta de andar de bicicleta? Sim. Valeu. Bacana o parque aqui, né? Uhum. Você brinca com as suas amigas aqui também? Sim. Vale a pena. Bom, galerinha, meu bairro na TV, estamos aqui no Vida Nova e neste momento vamos conhecer a obra social São João Bosco conosco aqui que vai bater um papo com a gente, o padre Sabino, que é inclusive o diretor e presidente da obra, vai conversar com a gente aqui no meu bairro na TV. Tudo bem, padre? Muito obrigado por nos receber aqui. Muito obrigado por conhecer nossa obra. Nó tá aqui quase desde o início do bairro também, né? E é um prazer também poder apresentar o nosso trabalho para tantas pessoas que ainda não conhecem. Bom, e a gente já deu uma voltinha, já a gente vai conversar com algumas crianças. Deu para ver que as atividades são bem legais aqui, né, padre? Sim, aqui nós somos, trabalhamos no contraturno, né, no período na escola e um período conosco. Perfeito. E aqui a tarde você viu que tem um pouco mais de crianças menores por causa da escola integral. Então os maiorzinhos estão na escola integral e a gente atende aqui de 6 a 14 anos. Boa. Como são, quais são as atividades que temos aqui, padre? Então, nesse nesse trabalho 6, 14 anos, né? chama centro de convivência. Nós temos um educador que é de referência, que fica na sala com eles e alguns educadores que são de alguma coisa específica, né? Então nós temos, não sei se dá para pegar o barulho, estamos lá na quadra, temos o som física, nós temos a computação, eh, informática, né? Informática, sim. Tem aula de taondô, eh, capoeira, capoeira, capoeira. E temos a uma professora que ela fica três dias aqui, dois outras unidades, ela faz ginástica não olímpica, ginási artística. Artística. Isso mesmo. Artística. Então assim, tem várias atividades e nas salas cada educador também tem as suas suas brincadeiras, né? É um um centro de convivência realmente. E a estrutura é bem legal. É aqui. Quem toca como funciona? É a prefeitura. Não é como que funciona isso? Então, a observação de Bosco hoje ela está ela tem seis unidades em três bairros diferentes. Então aqui nós estamos no Vida Nova, temos esses aqui e temos a creche de Tarc Ribeiro, que também a gente tem. Depois tem no Oziel e tem no centro. Eh, são convênios com a prefeitura, a educação com a convênio com a educação e o social com a o social. E quem ajuda a gente é esse convênio e doações, doações, festas que a gente faz para poder manter o trabalho funcionando. Bom, quem quiser doar é só procurar vocês aqui. Isto é só procura o padre Sabino. Eh, sim. E aí tem nós temos o Pix é um pouco complicadinho, mas temos o Pix também. E tem pessoas que vê aqui e conhece e tem e faz, porque não é só valor em dinheiro, né? Tem pessoas que vem também doar o seu seu tempo, né? Vem fazer seu voluntariado. E todos aqui que trabalham aqui é o professor de violão, de informática, de de capoeira, é tudo voluntário. CLT não todos CLT. Humum. São profissionais, então são profissionais. Ah, perfeito, perfeito. Professor, quantas pessoas tem aqui, padre, eh, entre crianças e adolescentes? E tem adultos também, ou não? Isto. Então aqui nós nesse nesse todas as faixas etárias, nós temos eh dois projetos aqui nessa unidade. Um projeto de gão de convivência de 6 a 14 anos e depois o geracional que é de 15 e até, né, o brinco até 100, né? Eh, o centro de convivência nós atendemos 360 crianças, nossa senhora. E o Interacional são 210. Nossa, só nessa unidade então, porque eu tô vendo aqui que no geral são 2000 pessoas diariamente. 2100 mais ou menos. Caraca, é bastante gente, né, Padre? Que trabalho fantástico que vocês fazem, né? Bom, e precisa sempre de ajuda das pessoas, né? Sim, sim. Porque assim, o prédio ele é nosso, então o convênio com a prefeitura faz o trabalho, tá? Mas não a manutenção. Então, se quebrar uma telha, eu que tenho que resolver. Então o convênio não cobre, né? Porque é bem móvel da entidade. Bom, qual que é o objetivo do trabalho de vocês, padre? Tirar as crianças eh da rua. Como que funciona isso? Então assim, nós somos eh seguidores de um santo chamado Dom Bosco. Dom Bosco que começou Dom Bosco começou lá em Turim com um trabalho com os meninos que estavam em situação de rua porque na época de Dom Bolso estava tendo a revolução industrial então muitos saíam do da das cidades menores que era rural e iam pra cidade de Turim pensando em empregos e como se ficar muita gente eh na rua porque não tem emprego todo mundo. E na época não tinha carteira de trabalho, não tinha nada. Então Dom Bosco começou o seu primeiro trabalho. Ele ia junto com outro padre nas cadeias preparando os jovens, muito deles que tinha recebido a pena de morte. Então, Domboso diz: "Não, esse não é o meu trabalho. O meu trabalho é fazer com que eles não chegam aqui." Então ele cham seus sistemas de sistema preventivo, prever antes. Ele começou esse trabalho, então ele começou a dar profissionalização a esses jovens. Se hoje nós temos carteiras de trabalho, o primeiro contrário de trabalho feito no mundo foi Domboso que fez. Nossa, olha que beleza. Porque na época assim, as chegava lá na praça, hoje eu preciso de cinco, escolho cinco, passo lá, depois não tinha emprego, eu começo a fazer contratos e começou dar formação. O próprio Dombosco aprendeu alfaiataria e tipografia, tudo que ele aprender começou a fazer cursos. Então hoje o SENAI, quem fundou o SENAI foi nosso aluno no Bom Retiro, que nós viemos para o Brasil para isso mesmo, trabalho. Então o nosso objetivo é tirar essas crianças e dar uma formação como Dom Bosco ensinou. Como Dom Bosco ensinou. Eu tinha um lema. Eu quero que a Tomas seja bom cristãos e honestos cidadãos. Olha só que beleza, que maravilha. Mais alguma coisa, padre, que a gente não tenha falado? O senhor gostaria de colocar aqui no meu bairro na TV? É assim, o onde os salanos chegam e a Bet, que é a coordenadora desse espaço aqui, ela pode falar melhor que nós que ela tá aqui há 25 anos. Quando o Salisano chega num barro, ele chega convenitalmente transformar o barro. Então quando chegamos aqui, era muito, muito perigoso falar assim: "Eu vou para Vida Nova naqu há 30 anos atrás, 25 anos atrás, a turma na oral, não vou". E a gente, a nossa presença com o nosso trabalho começou a transformar, né? Então é esse o nosso objetivo, transformar realidades, transformar pessoas realmente que possam ajudar na transformação da sociedade. Valeu, padre. Muito obrigado. Foi um prazer conversar com o senhor de novo. Muito valeu. Muito obrigado. Eu que já tive a oportunidade também de entrevistar o padre Sabino. Bom, eu vou continuar dando uma volta por aqui porque é bem legal. Vou entrevistar inclusive adolescente e uma criança, Isadora, tem 6 anos, fala super bem, vale a pena acompanhar. Bom, pessoal, tô aqui com o Renan, que tem 14 anos. Quais as atividades que vocês costumam fazer aqui, Renan? As atividades é de esportes com a Mayara. A gente também faz informática com a Ilana e ginástica também com a Carol. muito e também atividades recreativas de artes. Boa. Qual a importância da obra social São João Bosco na sua vida? Enfim, a obra social é pra gente aprender a conviver em convívio social com as pessoas, além da importância da com a educação, né? Claro, a importância também de das amizades com os colegas, de compartilhamento de atividades e essas coisas. Você gosta de vir aqui? Amo. Adoro. Faz bastante amizade? Faz. Tenho muitos amigos aqui. A obra, eu acho que é, a gente é uma família mesmo, a gente é bem unido. Boa, vale super a pena. Vale, pode ir. Bom, e agora com a Isadora, tem seis aninhos, que que você faz aqui? Eu gosto bastante. É, tem é a Carol, a Ilana também tem a tem uma que é a minha aula preferida por causa que a gente por causa que teve dia que a gente não faz muitas coisas, mas eu gosto bastante porque eu faço luta de noite e eu gosto bastante de Ah, qual luta você faz? Taikondor. E eu gosto bastante. Meu filho também fez taikondor. Sério? É. E ele vai fazer seis aninhos também. Eu gosto bastante de fazer espacate. É. Você tá gostando taondô? E a obra aqui é legal? Você faz muitas amizades. Como que é? É muito legal. Na escola, na obra social, eu tenho amigos bastante e eu tenho amigos que é da obra e da escola também, da mesma turma, da mesma sala. Nossa. Então é uma amizade super legal, super bacana. É a Emily, o Davi, só que ele não é da minha sala na escola, mas ele é da mesma escola. A Alice irrita. Boa. Que legal. Que bacana. Tem mais um. Acho bom. E esse aqui é o bom dia, boa tarde, né? É. Boa tarde. E a gente E o que que é isso? Conta pra gente. Boa tarde. É quando a gente fala se a gente está bem ou se a gente está mal. Hum. E eu também vou fazer uma apresentação das cores. Ah, é que legal. Deu muito trabalho para fazer? Não. Foi fácil ou foi difícil? A gente ainda tá treinando, fazendo a apresentação. Que legal. E você mora aqui no Vida Nova? Não é tão perto onde eu moro, mas é aqui no bairro. É. Tem um mercado, aí você vai passar ele, tem uma parte, chega na casa da minha avó, aí desce, vira para cá, vira e é minha casa. Pronto, aí sim. Valeu, muito obrigado por conversar com a gente. Valeu, Isadora. Você fala super bem da obra. Que bom. Tem gente que acha que eu falo igual adulta, eu não sei por. Não entendo. Não entendeu. Foi muito bom. Muito bom. Bom, é isso aí, galerinha. O terceiro e último bloco aqui do meu bairro na TV. Estamos no bairro Vida Nova. Pois é, chegou aquele momento, claro, que todo mundo adora, que é justamente o momento da receita. E hoje nós vamos mostrar como se faz uma bela espirra, aliás, três sabores. Tô aqui com a Rosâela, que inclusive é moradora do bairro. Tudo bem, Rosângela? Tudo bem. E aí, beleza? Tudo em ordem? Sim. Como que é? O que que a gente vai mostrar? São três sabores diferentes. Quais são? O pessoal em casa já tá com água na boca. Ó, hoje eu vou ensinar vocês a fazerem três tipos. Eu com uma massa só vocês vai fazer três sabores. Sabores de calabresa com eh queijo, é carne moída e de brócolis com queijo. Opa, que delícia, hein? Vamos lá, então. Vamos na receita. Vamos pra receita. Mostra pra gente. Aqui tem vários ingredientes, né? Ó. 500 ml de água. 500 ml de água. Uma bacia. Uma bacia. Boa. Que que é isso aí? 150 ml de óleo. Óleo. Duas colher de açúcar. Você já deixou separadinho aí? Separadinho. Certinho. Duas colheres de açúcar. Que que é isso aí? É sal. Uma colher de sal. Sal. e duas colher de fermento, que é o equivalente a dois pacotinhos. Boa, fermento. E dois ovos. Dois ovos. Vai dar aquela quebradinha no ovo, né? Sim. Aê. Para não ter surpresa. Boa, Rosâela. É isso aí. Mandou bem. Isso é para fazer a massa da espiga, né? Isso é a massa da espira. Ah, olha só, galerinha, ela tá ensinando pra gente também como faz a massa. Aí bate bem, né? Bate bem pr misturar tudo. Como é gostoso gema de ovo, não, Rosângela? É, é uma delícia, né? Vamos lá. Agora vem com o trigo. O trigo você vai colocar até dar o ponto. Vai em torno de 1 kg de trigo. 1 kg? Isso. Tá. Isso aí dá para quantas esfirras? Ah, vai dar em torno de umas 30, de 30 a 35 esfirra. Nossa, dá bastante for se não for uma esfirra muito grande. Que maravilha, hein? Então vai 1 kg aí de trigo. 1 kg. Boa. E é um sucesso essas esfirras, né? Olha, eu vendo bem minhas esfirras, graças a Deus. Quanto você vende cada esfirra? Cada eu vendo a R$ 6. R$ 6? Vende aqui no Vida Nova. Sim, aqui no bairro. E você vende onde? Eu posto nas minhas redes sociais. Ah, no Instagram. Isso. E as pessoas geralmente assim que eu posto já encomenda. Qual é seu Instagram? Ai, agora você me pegou. Ih, agora você me pegou. Mas tá lá, Rosâela. O quê, Ros? Alves. Rosângela Alves. Isso. Pra galerinha procurar Rosâela Alves lá. E aí mexe. Vai sovando até ela começar a soltar da mão. Não pode ficar muito dura, senão ela não fica macia. Ah, olha aí a dica da Rosâela, né? Não pode ficar, tem que ficar a massa muito, é, e a massa tem que ficar meia molinha. Se ela ficar muito consistente, ela fica com espirra seca, né? Ó, aqui elas já estão divididas. Eu pesei 60 g cada cada bolinha dessas e coloquei elas para crescer. E agora já vou começar a montar, tá bom? E aqui você vai fazer os três sabores. É, aqui vai, nós vamos usar para fazer os três sabores, tá? Joia. Joia. Vamos fazer agora o recheio, pessoal. Aê. Você já deu entrevista pra televisão? Não, tava morrendo de vergonha. Leva jeito, hein? A falando com a galera de casa. Ó, o brócolis. Vamos colocar uma colherzinha de cheiro verde, tá? Esse é o brócolis. Uma colher de tomate, uma colher bem generosa. Uma colher de cebola. Aí, vamos mexer. Uma colherzinha de sal. Tô vendo um requeijão ali. Isso vai também. Uma coisa, esses são os temperos que a gente gosta aí. É, tá na sua é opção. É, é o seu gosto. Eu tô usando o Edu Guedes porque eu gosto, né? Usando o quê? Edu Guedes. O tempero chama Eduedes. Ó. E o chimixurri. Shimuri é uma delícia, né? Eu amo. Agora nós vamos colocar o queijo. Queijinho. Mussarela. Musarela, raladinha. Três colheres de mussarela, ó. E vamos colocar o requeijão. A, gente, esse é o recheio que eu mais gosto. É bem saboroso. Tá com uma cara boa, hein? A hora que pegar a massa, coloca um pouquinho de trigo pra massa não ficar colando. Você dá uma molhadinha na massa e, ó, abre a massa. Ó, gente, facinho de fechar. Nossa, aí sim, hein. E quanto tempo vai ficar no forno? Ele fica em torno de uns 20 minutinhos. 20 minutinhos. Isso. Agora nós vai fazer o recheio de calabresa, né? Boa. O calabresa. Eu vou colocar um pouco, ó. Três colher de queijo, um pouquinho de cheiro verde. Isso aqui é a gosto. Tomate. Eu coloco um pouquinho de calabresa. Pimenta calabresa. Opa. Ah, esse daqui, esse daqui, gente, é pimentão. Ah, pimentão. Pimentão vermelho e amarelo, tá? Eu coloco uma colher de pimentão. Mistura bem. Mistura bem. Coloca os temperinho que você gosta. Vamos que vamos. E aí já vamos montar a esfirra. Bom, então agora vamos pra terceira receita, né? Sim. A de carne moída. Carne moída. É, eu uso a carne moída crua. Muita gente faz com a carne moída já pronta e eu gosto dela crua que ela solta aquele é caldinho e não fica aquela carne ressecada. Então, ó, coloca cheiro verde na carne crua, tomate, pimentão e os temperinho básico que a gente gosta, né? Sempre é bom, né? Dá um toquinho especial. Especial. É, esse é o shimuri. Hum. Eu sou apaixonado, como eu disse já, por shimiuri. Você gosta? Também gosto. Shimuri. Shimuri. Chim churi. Pimenta calabresa. Sal. Salzinho. Muito bom não, mas tem que dar o sabor, né? E é o maior sucesso aqui no Vida Nova, né? É. Esse tempero aqui, esse tempero aqui é sazon, tá? Sazão de alho. Boa. Agora é misturar. Misturar. E vamos fazer a esfirra de Tô com água na boca, viu? E olha que eu tô de dieta, hein. Olha só. Ainda assim eu vou comer com o meu grande amigo Valdecir Saraiva. Quem tá na edição é o Ricardo Brunete, um dos melhores do país. Lutador de Moitai e lutador de Gilgitsu. A criança não é fraca não, viu Rosângel? Não é o Ricardo Brunete, nosso editor de imagens da TV Câmara Campinas. Tá certo? E agora vai ficar 20 minutinhos no forno. No forno. Isso. Forno tem que tá a 200º. Enquanto isso, eu vou bater um papo com a Rosângela. Você pode enrolar essas quatro esfirras e a gente vai batendo o papo. Porque você é nascida aqui no Vida Nova. Eu não sou nascida aqui, mas eu cheguei aqui, eu tinha 13 anos de idade. 13 anos. Você veio da onde? Eu vim do Paraná. Ah, do Paraná, Curitiba ou interior? Interior. Nasci numa cidade chamada Palotina. Palotina. É perto da capital Curitiba. Eu não conheço onde eu nasci mais ou menos assim. Eu vim, eu vim pra outra cidade, depois eu vim para cá. Quando você veio para Campinas você já veio direto aqui pro Vida Nova. E gosta daqui? Gosto, gosto muito. Aqui eu cresci, casei, tive meus filhos, hoje tenho meus netos, tudo aqui nessa região. Eu gosto muito daqui. E a gente, inclusive tá mostrando aqui no no meu bairro, na TV que tem muita coisa legal aqui no Vida Nova, né? Tem tem muita coisa boa. A gente mostrou o parque Ecológico, é muito bonito, né? A gente mostrou o coletivo também, mostrou a Sique, né? O sique, sim, si tem bastante curso, né? Tem coisa boa. É o IC. É isso aí. Muito legal. E estamos conversando inclusive com a Rosângela, que você é chefe de cozinha? Não, eu eu já trabalhei muito tempo com cozinha e agora assim eu faço salgado para mim nas minhas horas vaga faço salgado para mim e vender, né? E amo o que faço, né? Salgado é maravilha. Olha, você deve ter uma qualidade aí, um dom impressionante, hein? Tá ficando bonita essa bandeja. Tá pronta a bandeja? Já quase pronta. Só mais uma. E a esfirra ela fica maior, ela vai a hora que ela for pro forno, ela fica mais, fica com tamanho de esfirra mesmo, né? Porque assim tá pequenininha ainda, né? Ela ainda vai ficar gordinha. E que que você faz aqui no bairro? Aqui no bairro é de passeio assim, de lazer? Ah, a gente sempre vai no parque andar de bicicleta, né? Que tem leva leva os netinhos para andar de bicicleta. E aí vamos, eu gosto de ir no parque muito com eles. Eles gostam de soltar pipa, né? Ah, que joia. O parque é bom. Bom, eu vou experimentar essa aqui primeiro. Tá bem quente, né? Acabou de sair do forno. Cuidado, né? Essa de calabresa. Top, hein, Rosângela? Top. Aprovada. Nossa, que delícia. Que que o pessoal põe aqui? Aí, uma pimentinha. Um ketchupinho. Hum. Isso aqui é um suquinho. Um chazinho. Um suquinho. Obrigado, viu, Rosângela? Olha, pessoal, essa é a de carne. Ela fica suculenta, vocês viam, porque a carne estava crua. Aqui ela já se cozinhou, soltou o caldinho dela. Essa é a carne. Também quero experimentar. Vamos ver se nós consegue abrir uma de do que que nós vai aqui. Acho que é aqui, né? Vamos ver essa. Nós esqueceu de de Ó, acertou. Acertei. Então vou experimentar todas agora. Vou matar essa aqui de calabresa que já garanto está espetacular. Rosâela. Hum. Olha pessoal que delícia. Top. E para finalizar, isso aqui do que que é mesmo? Carne. Carne. Nossa, uma delícia. Tá boa. Aprovada. Top. As três são maravilhosas, mas a que eu mais gostei foi a de calabresa. É. Depois a de brócolis. E depois essa. Então você gostou de todas, André? Não, de todos, mas a a de calabresa mais gostabresa. A de brócolis também é de outro mundo, hein? É. Obrigado, viu? Nada. Foi um prazer. Parabéns. Você manda bem demais. É uma delícia. Posso comer mais um pouquinho? Pode, fica à vontade. Bom demais, hein? Certinho. Valeu, muito obrigado por nos receber. Pessoal, já sabe, né? Tem uma sugestão. O WhatsApp é esse que aparece aí no seu vídeo. Eu vou comer todas essas esfirras aqui. Brincadeira, gente. E vocês podem acompanhar aí o meu bairro na TV, na TV Câmara Campinas, também nos nossos canais, no YouTube da TV Câmara, no nosso portal, tá bom? Valeu e até a próxima oportunidade. Tchau, Rosângela. Tchau, pessoal. เฮ