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[Música] Bom pessoal, meu bairro na TV, estamos aqui no Bosque, segunda edição deste bairro que fica na zona central de Campinas. Olha aí no mapinha. [Música] Bom, desta vez a gente vai mostrar a feira que fica em frente o bosque dos Jequet Tibá, também uma padaria super tradicional, bem legal mesmo. Dois colégios também bastante conhecidos aqui na região, o Ave Maria e o Pio 12. Claro, né, gente? No momento mais aguardado aqui no meu bairro na TV, a receita um lanche de rosbf com gorgonzola e um vinagrete bem diferente. Fique com a gente aqui no meu bairro na TV que tá bem legal. Bom, galera, todas as quartas-feiras aqui bem em frente o bosque dos Jequá tem a feira orgânica. E vocês sabem, né? Feira orgânica é tudo de bom porque são produtos naturebas. Isso mesmo, produtos naturais, tudo coisa saudável. Tô aqui com a Ariane, que é a proprietária aqui. É bem bacana, né, Ariane? Porque as pessoas têm certeza aí que vão é levar pra casa um bom produto, um produto de qualidade e natural, né? Sim, sem dúvida. A gente tá na feira aqui há 30 anos e temos clientes fiéis há 30 anos que confiam e acreditam no nosso trabalho. Puxa vida, 30 anos. 30 anos a minha idade. Não, brincadeira, pessoal. Ah, não, né? É a minha. Bom, explica pra galera que não conhece ainda direitinho. Puxa vida, eu só ouso falar alimento orgânico e tudo mais. O que é exatamente o alimento orgânico? É um produto sem agrotóxico, que cuida da do meio ambiente, que então ele é vem numa cadeia de de sustentabilidade, vamos dizer assim, entendeu? Então não é só o produto final que é um produto sem agrotóxico, ele cuida do da água, cuida do solo, cuida da fauna, da flora. Então tudo isso engloba o produto orgânico. E quais os produtos que tem aqui pra galera que vem aqui passear no bosque, dar uma caminhada e tudo mais, ou não é pro pras pessoas que vem aqui à feira direto, né? Quais os produtos que o o pessoal vai encontrar? Hoje a gente encontra de tudo no orgânico, mas hoje nosso forte aqui são os legumes, verduras e frutas. Mas tem uma gama imensa de grãos, farinhas. Hoje o orgânico ele é bem completo. Laticínios, tudo que você imaginar você encontra aqui na feira orgânica para sua alimentação saudável. Boa. Tem muita coisa legal. Muita coisa legal. Tem que vir aqui conferir o que você comprou aí. Comprei salsinha, mamão, milho de fubá e abacate, essas coisas. E aqui eu comprei da outra barraca também, várias coisas. Bom, então você gosta aí de alimentos orgânicos? Sim, sempre, sempre. O que tem aqui, eu prefiro de orgânico mais do que o a feira normal, né? A feira convencional. Prefiro sempre vir aqui no orgânico. Acostumou já? Sim, sim. Alimentos muito mais saudáveis, né? Sem agrotóxico, essas coisas eu prefiro. Obrigado de saúde, agradece. Sim, sim. Sempre, sempre. A minha e da minha família, pessoal. Mas vamos combinar, né? Feira também é lugar de pastel. Vocês sabem que eu, por exemplo, adoro um pastel. E aqui tem uma barraquinha bem bacana. Eu vou pedir um pastel diferente dessa vez para mostrar para vocês aqui no meu bairro na TV. Beleza, meu parceiro. Tudo bem? Qual seu nome? Meu nome é Vinícius. Você é o dono aqui? Isso. O que tem aqui de pastel de diferente aqui? Porque eu tava conversando com o Marco Aurélio, não é? Sinegra aqui do meu bairro na TV e ele disse o seguinte: "Tô louco para comer um pastel". Falei: "Eu também, mas a gente quer um pastel diferente." Que que tem aí? Ah, tem mais de 30 sabores. 30 sabores. Nós tem pastel X tudo, tem pastel de brócolis, pastel de escarola, tem todos pastel. Carne com queijo, frango catupiri, palmito, pizza, cardápio é bem bem grande, cara. Que bacana, né? Vocês estão aqui bem em frente o bosque dos Jequibas, então a galera vem já é um lugar bem bacana para vir passear, curtir com as com a família, curtir com os amigos, tal e depois também comer aquele pastelzinho que que é tudo de bom, né? É, tem café, o café cortesia e olha, tem até um cafezinho aqui, ó. Aqui, Marquinho, ó. Ó o cafezinho aqui. Olha que beleza, rapaz. Aí sim, hein? É, nós tá desde 96 aqui. Quem começou foi meu pai que que é o chefe e agora eu que tô ficando aqui para ele. Boa, boa. Eh, deixa eu ver aqui. Carne, queijo, palmito, pizza, frango, catupiri, calabresa com queijo. Três em um, rapaz. Xudo, carne, queijo, calabresa, muszarela, frango, presunto, cebola e pimenta. Hum. Eu vou nesse aí. Vai o X tudo. Vai o X tudo. Fechou. Fechou. Boa. Já já vou experimentar, hein. Pois é, acabou de sair o meu pastel de Xudo. Hum. Gioi o recheio. Hum. Bom, demais. Passelzinho. Bora rodar. [Música] Bom, galera, a gente saiu lá da feira que vocês viram, fica em frente ao bosque dos Jequá e estamos agora no Instituto de Prevenção de Acolhimento para Pessoas com Câncer. A gente vai entender direitinho como funciona a o trabalho realizado por aqui. Estou com a Ivan. Tudo bem? Tudo joia. Muito obrigado por nos atender, a equipe do meu bairro na TV. Muito prazer receber vocês. Muito obrigado. Bom, para falar um pouco sobre os trabalhos que aqui são realizados, por favor. Então, é um prazer falar do instituto porque é um, ele é importante, né? Porque trabalha com acolhimento e pessoas com tratamento de câncer. Então, o que que a gente faz? A gente tem especialista, no meu caso, eu sou assistente social, né? parte servicial a gente vê encaminhamento para espaços que fazem a política pública da saúde, da da de transferência de renda. Então, a gente faz encaminhamento para as pessoas e orientações. A nós temos a nutricionista que faz também a parte de de nutrição para saber quem precisa e de suplimentos alimentais, que muitos caem as plaquetas caem, diminuem a a questão de de imunidade, então eles precisam de repor. Então tem a nutricionista que faz esse levantamento mensal, então vem, eles passam por ela e quem precisa de suplemento eles recebem. Então a gente faz a doação também do suplemento e tem a psicóloga, que é a parte importantíssimo, né, de tratamento, que é para tratar da das questão, né, psicológica deles, que o nome já assusta, né, né, o câncer já pelo si, pelo nome já é assustador. Então, a gente tem essa esse suporte que é acho que é é um da além de tudo que o instituto faz, é uma parte bem importante. Bom, o instituto aqui atende pessoas eh em situação de vulnerabilidade social. Então todos os nossos atendidos aqui baixa renda, são todos de vulnerabilidade social, fazem tratamento no na rede pública do município, são moradores, então são moradores de Campinas, né? Todos eles são moradores de Campinas. Então porque a gente também não consegue, né? A nossa intenção seria atender muitas pessoas, mas tem a gente tem esse número limitado pra gente atender bem. Hoje nós atendemos 37 pessoas que estão em tratamento. 37 pessoas, né? São bastante. Então a gente tem, a gente gostaria que fosse mais, que a gente tivesse mais braços, né? A gente tá trabalhando para isso. O instituto ele vai fazer um ano em julho, né? Então a gente tá trabalhando para que a gente cresça, né? Nossa o atendimento é só com doações. A gente só trabalha com doações, né? A gente não tem ninguém que não tem renda. Não tem renda. Então é 100% doação. 100% de doação. Então a gente depende também da população que para ajudar tal. Vamos você tocar nesse assunto, Ivani, como que as pessoas fazem quem quiser e puder, evidentemente colaborar, né? Então o Pix nosso é o CNPJA do instituto. Eu vou falar esse anotar? Pode, pode falar. A gente inclusive vai mostrar aqui na na no nosso vídeo na na tela pr as pessoas anotarem certinho também. Depois tem o Instagram, né? Tem Instagram. Eu vou falar também. Boa. Então o Pix é é o CNPJ 56047320 1000 ao contrário 51. Perfeito. Tá. E o Instagram é Instituto de Prevenção de Acolhimento, tá? Então é @institutoprevençãoacolhimento. É isso? Tudo junto. É na hora que vê essa casinha aqui com coraçãozinho é a gente. Pronto. É. Aí fica fácil, né? É, fica fácil. A gente também, quem quiser visitar a gente, a gente tá aberto a população que na rua lusitana. Isso. Boa, galera. Quem puder realmente dê uma força porque é um trabalho bem bacana que é realizado por aqui. Como disse a Ivani, não é? É o instituto aqui sobrevive através de doações, não tem renda, então a ajuda não é só eh necessária, como ela é fundamental eh pro andamento aqui da casa que faz realmente um trabalho bem bacana. pra gente encerrar, Ivani, eh, fale um pouquinho mais sobre a estrutura aqui do local. Então, nós temos uma casa de acolhimento que depois vocês vão filmar para conhecer. A gente tem uma sala de serviço social, que é onde eu trabalho, tem a sala da nutricionista também, que ela atende uma vez na semana e a psicóloga também atende uma vez na semana. A gente tem uma área comum que é a gente quando a gente recebe as pessoas que eles podem comer o lanchinho deles. Então a gente todos os dias a gente tem café, bolo, tem frutas. Eu já dei uma olhadinha lá, bolachinha para todo mundo. A gente é demanda espontânea, a gente também não as pessoas v marcar horário, sempre vai ter o acolhimento deles aqui. Então é demana espontânea e a gente gostaria muito de agradecer, né, a oportunidade de a gente estar falando do nosso trabalho aqui. E é importante a comunidade saber que às vezes as pessoas passam e nem conhecem a casa, né, e vê aqui essa eh esse ambiente amarelo, né, e não conhece a casa. Então, eh, a gente agradece mais vocês aqui mostrar nosso trabalho. Boa, muito obrigado. E a gente segue rodando aqui no meu bair na TV. Já já tem o segundo bloco aqui da segunda edição do Bosque no meu bairro na TV. [Música] Bom, pessoal, segundo bloco aqui da segunda edição do meu bairro na TV, bairro Bosque. Pois é. Esse bloco a gente começa falando sobre pão de queijo, cafezinho, suco de laranja, pão na chapa. Aí a gente lembra do quê? Padaria, claro, né, gente? Bom, e aqui tem essa padaria que todo mundo conhece, tem uma relação bem bacana com o bairro. Eu vou tentar conversar com a dona pra gente entender um pouco mais sobre a história dela aqui com o bairro Bosque. Bora lá, pessoal. Deixa o carro passar para eu atravessar a rua e vamos ver, vamos entender um pouquinho como funcionam as coisas aqui nessa padaria. Vem. [Música] Tudo bom? Tudo bom? Joia. Beleza. Seja bem-vindo. Obrigado. Bom, aqui então é uma padaria que tem super a ver com o bairro aqui, né? Tem tudo a ver. Vem família. Todo mundo participa muito, todo mundo é do bairro. Qual a relação que vocês têm com o Bosque? Com Bosque bastante. Estamos aqui há 27 anos, né? Então a gente conhece tudo, todos. Oi, tudo bem? Obrigado. Ó, um pãozinho de queijo, um suco de laranja, que já tem tudo a ver com a padaria, né? Tudo a ver. Tudo a ver. Qual que é o carro chefe aqui, Son? Carro chefe. Nós temos o pão de queijo, café. Nosso café muito bom, café mineiro de alta qualidade, pãozinho francês, muito bom, pão na chapa, tudo é muito bom, muito gostoso, um lugar muito acolhedor, misto de forno, muito bom. Olha só, gente, tudo pra gente mostrar aqui para vocês. Olha que coisa bacana, um misto, cafezinho, pão de queijo e um suquinho de laranja. Tem tudo a ver com padaria. Todo mundo convidado. Abri. Eu vou experimentar o pão de queijo aqui enquanto você me conta sobre a história que da nossa trajetória. Nós chegamos aqui há 27 anos atrás. Um bom, hein? Era tudo muito diferente, ninguém se conhecia. Então a gente criou esse vínculo muito bom com a vizinhança, né? Temos dois colégios aqui próximos, né? Que agrega muito o colégio Ave Maria Pio 12 e o P também. A gente vai mostrar os dois aqui no meu bairro na TV. Isso. Muito bacana. Então, a padaria é isso. A padaria virou a a segunda casa de todos aqui. Então, tem muitos prédios, muitos, muito morador que desce todo dia, toma café, almoça. Isso que eu ia falar. O pessoal aqui da região vem bastante aqui, né? E o que eu percebo é que você chama todo mundo pelo nome, né? Pessoal, todo mundo pelo nome, todo mundo conhecido, todo mundo são clientes de todo dia, né? E como que surgiu a ideia de montar padaria aqui no Bosque? Então, na verdade, a gente é mineiro. A gente chegou aqui, ela já estava montada, né, com outro com outro perfil. Ela foi montada em outubro de 97, a gente assumiu em abril de 98. E de lá para cá a gente vem inovando cada dia mais, né, criando todo esse convívio com o bairro todo. E eu percebi que esse é diferencial, né? Isso. A gente mantém muito isso, esse acolhimento, né? E vem os estudantes aqui, os alunos do AV Maria, estudantes do Av Maria, professor, todo mundo vem, gosta muito, aproveita bastante. Então é um lugar bem aconchegante. Espero que vocês gostem também. E não, e o pão de queijo que eu já comiu, tô achando uma delícia. E já viram nossos clientes, com certeza, né? E você gosta aqui do do Gosto muito. Amo o bairro do Bosque. Acho um lugar muito muito bom, gostoso, tranquilo. Tem tanta coisa. É, tem tanta coisa bacana aqui no bosque, porque a gente já tá na nossa segunda edição. Olha só que coisa impressionante, né? E a padaria aqui certamente é uma delas, né? Faz parte da história do bosque. Isso. Isso. Há muitos anos aqui, né? Trabalhando pro melhor e sempre buscando o melhor. Boa. É isso aí. Você falou da escola, a gente vai dar um pulo, então isso. Valeu. Obrigado, pessoal. Obrigada. Eu [Música] bom pessoal, a gente segue rodando aqui pelo bairro Bosque. Claro, não poderia deixar de falar do colégio Ave Maria, que está completando 95 anos, um colégio super tradicional aqui no Bosque. Claro que vem gente de toda a cidade. Estou aqui com o Maelon, que é o diretor aqui do colégio. Uma relação bem bacana aqui com com o bairro também, né, Mar? Isso aí. André, boa tarde. Eh, a gente tá aqui há 95 anos, contando histórias, construindo histórias, né, e educando gerações, estudantes aqui em Campinas. Bom, bora. Vamos falar um pouquinho sobre a história aqui do Ave Maria nesses 95 anos. Como é o colégio? Colégio ele é conduzido pelas irmãs franciscanas do coração de Maria, né? São irmãs que migram de Piraciscaba para Campinas nos anos de 1930, trazendo essa obra educacional para cá, né? Uma obra que nasce com objetivo de atender essencialmente as meninas e depois com o período, né, a transformação dos tempos chega hoje a 95 anos atendendo crianças da educação infantil até o ensino médio. São hoje mais de 650 alunos do colégio. O local também possui uma capela e um anfiteatro. Uma estrutura com tantos anos tem alguns pontos importantes, né? A capela dedicada ao coração de Maria, o teatro também que é histórico na cidade, grandes eventos aconteceram aqui no nosso teatro. né? A nossa própria posição geográfica aqui próxima também à região, né, das ruas proense e uruguaiana também fazem parte da nossa história, né? Hoje nós estamos numa zona central da cidade, mas já tivemos na periferia, já estivemos nas fazendas, né? Né? Então a nossa história ela se confunde com a história do município e aí faz parte da nossa tradição também. O colégio que fica em um prédio histórico com estrutura completa em localização central de Campinas tem programação que atrai a população do bairro do ambiente escolar. Todos os anos a gente realiza a grande festa junina do colégio Francisca Maria que convida todo o Touro, né, a nossa comunidade local, a própria comunidade religiosa aqui da nossa capela também com atividades durante o ano letivo, né? As famílias são convidadas a estar conosco em alguns eventos, né? celebração das mães, dos pais, né? Os jogos escolares que acontecem a cada dois anos também, amostra cultural. Então são eventos para entreter a comunidade local e também a nossa comunidade pedagógica, né? É importante ressaltar que a escola e a comunidade não são dissociadas, elas são parte conjuntas, né? É por isso que a escola é um dos instrumentos sociais que conduzem à construção de muitas sociedades e Campinas não é diferente disso, né? Bom, o colégio franciscano Ave Maria nasceu de um sonho da Congregação das Irmãs Franciscanas do Coração de Maria, que em 2000 completou um século de existência. É, as irmãs, né, que são fundadoras do colégio, elas migram de de Pirascaba a Campinas, né, fundam essa obra aqui em 1930, né, hoje nós temos obras sociais por todo o país, alguns colégios. Esse especialmente nasce em 1930 aqui em Campinas com objetivo de atender as meninas da época que não tinham espaço escolar, né? E depois com a transição do tempo, nós passamos também a atender meninos já no final da década de 60 e hoje é uma escola tradicionalíssima com quase 700 alunos. Então tem uma história que se confunde com a história de Campinas. E hoje os estudantes de todas as idades interagem em todos os momentos. É, a proposta pedagógica do colégio, ela vai essencialmente tratar do relacionamento entre as crianças, entre os jovens crianças e a comunidade profissional, né? Nós vivemos dias de interação. Então, além do período regular, as crianças podem ficar na escola à tarde para outras atividades, além de plantões de dúvida, escolas de esportes, jogos, né? O colégio tem uma tradição no voleibol. Então é muito importante esse momento em que a escola se abre paraa permanência do estudante durante todo o dia, ainda que não seja um ensino integral no sentido pedagógico, mas uma comunidade aberta para as crianças poderem participar durante todos os dias. Nós temos alunos de Valinhos, Vinhedo, Paulí, até próximo a Montemor, enfim, nós atendemos boa parte da região, né? São famílias que vêm a Campinas a trabalho e os seus filhos participam conosco enquanto estudantes. Então, a história do colégio se confunde também com a história da região de Campinas. Como é estrutura aqui, estrutura de um quarteirão, né, 12.000 m², né, com espaços educacionais das mais diversas formas possíveis, né, ára verde, espaço esportivo, né, espaços de formação socioemocional, que é um dos grandes carros do nosso projeto pedagógico, né, pátios, né, eu costumo dizer que é no pátio onde a escola acontece. É. A sala de aula é o ensino científico, mas o encontro é no pátio. Então a escola conta com muitos pátios para atender a nossa dinâmica do dia a dia. Boa. E é que é forte também no esporte, né? O vôlei conhecido aqui. Exatamente. A tradição do vôlei aqui no colégio, a participação em competições. É uma marca nossa também. É importante deixar marcado, né, que nesses 95 anos o colégio Francisca nove Maria é um marco histórico, né? Nós temos uma estrutura belíssima, ela com uma fachada histórica, com uma marca arquitetônica também, né? E aqui no coração do bosque nós também construímos a nossa história. Valeu, muito obrigado. Vai. Valeu. Tchau. Tchau. Tchau. [Música] Bom, galera, a equipe do meu bairro na TV não para não. A gente saiu lá do colégio de Ave Maria e a gente está aqui agora no colégio Pil 12, que também faz parte aqui do bairro Bosque, um colégio também super tradicional. super conhecido, tem muita tradição. Tô aqui com o professor Neto, que sabe tudo e mais um pouco aqui do PIL 12, né, professor, para falar justamente um pouquinho sobre o prédio, a relação com o bairro. Antes de mais nada, muito obrigado por nos atender aqui. Bom dia, André. Bom dia todo o pessoal, todo mundo que, né, aproveita a TV Câmera, né, que assiste a TV Câmera. Não, o PI 12, né, faz é parte integrante da história do bairro, né? Se a gente pensar na Campinas que passou do século XIX pro século XX, que é a Fênix que renasce das cinzas, depois da crise da epidemia de febre amarela, esse prédio representa em parte isso, né? Campinas entra no século XX como uma cidade renovada e aí esse prédio foi o primeiro seminário de Campinas, quando o Dom João Ner torna-se o primeiro bispo. Então a gente tá o prédio do PI 12, a parte, vamos dizer assim, mais antiga, né, é de 1915. E aí esse toda essa quadra próxima ao bosque inaugurado pelo Dom Pedro II, nosso imperador, né? Eh, passou por fases, primeiro seminário diocesano com Dom João Nério Bispo, depois se transformou em colégio diocesano Santa Maria e Academia de Comércio São Luís, que funcionava no período noturno. na década de 60, já com a fundação da PUC, a PUC já, né, tendo vida ali no solar do Barão de Tapuro, na região central da cidade, o Monsenhor Emílio José Salim, eh, você teve uma nova legislação dos cursos de filosofia que precisava ter estágio pros alunos e aí funda-se o colégio de aplicação PI 12 da PUC. Então, é nesse contexto, na década de 60, 62, que funda-se o colégio de aplicação PI 12, hoje conhecido como colégio PI 12, né, que ainda é da PUC, né, que faz parte de, né, de todo o conglomerado da da Universidade Católica e marcou época em Campinas e ainda marca, né, um colégio extremamente tradicional, onde muitas famílias tiveram seus filhos aqui e e uma influência grande no bairro, né, vale a pena a gente lembrar das famosas gincanas do PIOS na década de 70, que movimentavam a cidade inteira, né? Eh, eh, o de todos os alunos que estudaram por aqui e vieram morar no bairro, né? Eh, aqui próximo entre o Pio 12 e o Ave Maria, você tinha um antigo seminário de freiras, lá o Pio 12 fazia a sua primeira comunhão, né? Então, a história do bairro tá lincada a história do Pio 12. Pois é. Olha só que aula do professor Neto, que é professor de história, historiador, tá contando muita coisa legal pra gente. Como que é o P 12 hoje? Eh, professor, que que você pode falar hoje? Enfim, em termos de estrutura. Ah, o PIO 12 hoje segue, né, a linha fundamental da PUC, né, a excelência da PUC, né, a gente sai da desde a educação infantil até o ensino médio e com o ensino privilegiando, né, não só o conhecimento científico, mas a gente formar cidadãos críticos, né, formar pessoas capazes de enfrentar uma sociedade, mas com justiça, com pessoas independentes, pessoas com uma capacidade crítica, né, para exercerem seu papel na sociedade. E a gente, né, vamos dizer, busca a essência da Universidade Católica, né, de não só o conhecimento, mas transformar vidas, né, e isso é acho que é é a essência do P 12, né, eu posso falar, né, porque eu fui aluno do PI 12, professor e agora professor do PI 12 durante todos esses anos. Então, o que eu posso falar, né, da minha formação, né, o Posso tem uma coisa muito bonita, muito essencial hoje, que é essa aproximação. Alunos e professores são mais próximos, mas não perdem, né, o respeito, né? Então você consegue ter afetividade com respeito, que é uma coisa difícil, né, hoje em dia, mas isso é faz parte, né, da do etos, da história do próprio Pilio 12. Pois é, é isso aí, cara. Que legal, que bacana, não é? As histórias aqui do professor Neto falando sobre o POS, porque como disse o professor, realmente o bosque, estamos aqui no meu bairro, na TV, tem tudo a ver eh com o Pilio 12. O Pio 12 tá super bem localizado aqui, né, professor? É, dificilmente alguém não conhece aqui, não é? E essa parte aqui de Campinas. E logo já vem na na cabeça também o Pilo, o próprio Ave Maria, que o Neto também citou, outro colégio que a gente foi lá. Então, quer dizer, o Bosque tem e essa essa característica de ter escolas tradicionais aqui, né, Neto? Com certeza, né? Com certeza. O Bosque, como uma região, vamos dizer, muito próxima ao centro, né? E e tem tudo a ver com essa passagem da Campinas, né, do império paraa Campinas Republicana, né? A palavra campinas é aquela graminha que bate na canela, campina, né? E esse cerrado. E você pode ver que se você for da região central para cá, você sobe. É uma subida. A região central não tá num declive, tá numa depressão, né? E aí você passa pelo atual Largo São Benedito, casa de Saúde e chega aqui no bosque. Quando você desce a antiga Avenida esportes, né, atual avenida Erton Sena, ali onde tinha a antiga lagoa da Baronesa, era uma região de caça de Campinas. pessoal ia caçar lá, né, no século XIX, né? E então toda essa área, né, quando veio o seminário para cá em 1915, veio a urbanização junto com o bosque e aí se transformou nesse bairro histórico e gostoso da cidade de Campinas. Pois é, olha só que aula sensacional. Gostei muito, professor Neto. Muito obrigado. Aqui tá pertinho do estádio Moisés Lucarelli, do estádio Brinco de Ouro da Princesa. Tá super bem localizado. É meu bairro na TV. História na veia também. [Música] Galerinha, seguimos com a nossa cobertura muito especial, cobertura da Rádio Brasil neste Conclave que vai escolher o novo Papa. Bom, é isso aí, pessoal. A gente segue rodando aqui pelo bosque agora na rádio Brasil Campinas. Também fica aqui no bairro com Thago Varela, que é o coordenador de conteúdo, vai bater um papo conosco, falar um pouquinho sobre a história da rádio. Beleza, Thaago? Tudo bom? Tudo bem? Tudo bom, tudo certo. Como que é a programação da rádio pro pessoal em casa já entender direitinho? Por favor, Thaago. A Rádio Brasil a gente tá baseado num tripé, né? Jornalismo, entretenimento e religioso. Religioso porque somos a rádio da Arquidiocese de Campinas. Jornalismo é uma tradição da Brasil. E quando eu falo jornalismo, eu falo jornalismo esporte. A gente não transmite eh jogos, mas temos um jornalismo esportivo também atuante, né? Rádio Brasil, sempre conhecida como a equipe campeoníssima do rádio de Campinas. E o entretenimento, temos programas também de entretenimento, de músicas voltados pra população. Bom, você falou aí de esporte, podia voltar a transmitir jogo, né? É verdade. Tá no nosso radar, né? Tá no nosso radar. Esporadicamente a gente tem equipe, depois deixa de transmitir, mas isso sempre fica no nosso radar aqui. E vai migrar pro FM ou não? Vamos migrar pro FM, né? Para quem não sabe, todas as emissoras AM do Brasil vão migrar em algum momento pro FM. Estamos nesse processo de migração. Nosso nosso processo tá em Brasília tramitando, né? E uma vez no FM, quem sabe a gente não volte a transmitir. Bom, vamos lá, Thaago, um pouco sobre a história da Brasil. Rádio Brasil de Campinas é uma rádio tradicionalíssima, né? Estamos aí com 75 anos. Puxa vida, 75 anos é tempo para caramba. É verdade. A rádio foi fundada em 1950, ficou marcada no imaginário de muitos campineiros por ser uma rádio que transmitiu a Copa de 50, a Copa que foi no Brasil. Eh, e desde então estamos no ar. Passaram vários donos, né? A Rádio Brasil hoje, eh, aliás, hoje, desde 2011, a rádio pertence à Arquidiocese de Campinas. Não estamos desde 2011 aqui, mas desde 2011 a Rádio da Arquidiocese de Campinas e com essa história bonita, né, com a com a população de Campinas. Boa. Antes era na Benjamim Constano, Centro, né? Exatamente. A Rádio Brasil teve uma sede muito famosa na galeria Trabúcia ali no centro. Depois, posteriormente foi para Benjamim Constantão, onde também muita gente passou por lá, bastante gente, né? E há 10 anos estamos aqui, 11 anos estamos aqui no bosque. Bom, e a como que é a relação com o bairro aqui? Porque tá super bem localizada a rádio, né? A rádio tá super bem localizada. a gente tem uma relação muito bacana eh com os comerciantes locais que que costumam até eh eh participar da nossa programação, eh investem na rádio, eh profissionais aqui do bairro também participam da programação, dão entrevista, a população também participa, a gente tem uma relação muito bacana. E para quem não sabe como somos a rádio, por que que a gente tá aqui no bosque, né? Porque a Arquidiocese de Campinas está no bosque. A gente tá num prédio anexo ao prédio da Cúria, né? E por isso viemos para cá. Então também ajuda no imaginário das pessoas a relacionar a gente com uma rádio da Arquidiocese, estando aqui nessa sede bonita aqui do Bosque. Eu eu eu pelo menos faz estrutura é bem legal, né? E faz 10 anos que eu venho para cá todos os dias eu me sinto muito feliz, muito à vontade. É um bairro muito gostoso, é um bairro verde, né? Eh, você vê pessoas passeando com o cachorro na rua. Eu gosto muito daqui, tá perto dos dois estádios, né? Isso pro futebol é é muito legal também, né? Sabe que quando a gente fazia transmissão era muito comum parar o carro aqui a pé, tanto pro brinco quanto pro majestoso que tá pertinho dos dois. Sempre vê torcedor passando, muito torcedor passa aqui na porta, muita gente para os carros aqui por por perto, né? Bom, e a ideia então aqui é ficar agora no bosque durante um bom tempo, né, cara? Não tem nenhuma previsão de sair daqui, né? nenhuma previsão de sair daqui. E a gente já fez algumas mudanças no nosso prédio, algumas mudanças estruturais, algumas mudanças de de colocação da redação, né? Eh, justamente para fazer melhorias, né? Para que a gente continue por muitos e muitos anos seguindo aqui no Bosque. Boa. Muito obrigada. Eu que agradeço. Boa. Já já tem o último bloco com a receita. [Música] Bom, galera, agora me deu uma vontade de comer um lanche de rosbef, meu amigo. me indicaram aqui, ó, o boutiquinho da Zefa. Então, bora lá ver se o pessoal pode fazer rapidinho pra gente. E aí, tudo bem? Prazer, André. Você tá bom? Bom, joia. Aqui tem um lanchinho caprichado de rosbif. Rosbef. Vale a pena a gente mostrar aqui no meu bairro na TV? Vale, vale. Bora lá então. Vou mostrar. Bom, chegou aquele grande momento, então, galerinha. Momento de conhecer aqui o lanche de rosbif. Vale a pena, né, Rodrigo? Espetacular. Bora lá, então. Como é que é? Tem o quê? Ros bife, gorgonzola, vinagrete. Gorgonzola e vinagrete. Que coisa linda, hein? Muito bom. E ele é peito na chapa. Feito na chapa. Boa. Vamos lá, então. Bora. Bora então. Vamos começar aqui. Como a gente fatia o ros bif aqui. A gente prepara o ros bif aqui, né? Uma peça de lagto bem suculenta, saborosa. Vamos dar uma fatiadinha nele aqui. Olha que coisa [Música] linda. Quanto vem mais ou menos em cada lanche? 250 g de rosb. 250 g é bastante coisa, né? Ele é bem servido o lanche. Bastante gorgonzola também que vocês vão ver ali. A gente faz do jeito que a gente gostaria de de comer, né? Sempre com Eu acho que esse é o segredo, né, Rodrigo? Sim. Esse é o nosso rose bif, né? Ele é selado na chapa, depois ele descansa um pouco, sai todo o sumo dele e aí vai algumas especiarias, molo inglês, esse molhinho que dá o tão do negócio aí. E eu já tô sentindo inclusive o cheiro do rosif aqui, hein? Sim. Agora vamos pra chapa. Bora. Bora lá. Pãozinho. Vai. Um pouquinho de manteiga só para dar uma, Isso é importante, né? Um saborzinho especial para dar uma crocância no pão, né? Aí sim. Coisa linda. Vamos colocar ele lá. Agora vamos de Rosif. De fato. É bastante caprichado aí o o Rosbif, hein? Nosso vinagrete também tem um segredinho do chefe. Não é um vinagrete comum, então não. Vagr especial, mas tem uma pimentinha, alguma coisa. Tem, tem uma pimentinha bem suave, né? Que a pimentinha sempre vem à parte, mas ela é bem suave. [Música] Quanto tempo fica aí, Rodrigo? O rosb é bem rapidinho, né? E aí às vezes as pessoas pedem bem passado, aí fica um pouquinho mais, mas geralmente é uns 5 minutinhos já tá pronto. E é bom bem passado ou mal passado? Porque, por exemplo, picanha eu só como mal passado. Eu prefiro mal passado também. Tem pessoas que não não são muito chegadas, mas então para eu experimentar, manda ver o mal passado aí. Vou mandar o mal passado. É. É ou não é, Valdecir? Isso aí, cara. Meu sinegra carioca aqui, o Valdecir Saraiva já está com água na boca, viu Rodrigo? Olha, não é por nada não, mas esse lanche é espetacular. E ele normalmente me acompanha nas receitas aqui. Aham. E o vinagrete você coloca na chapa ou você coloca depois? Vou colocar no pão, né? Vai por cima. Aí depois a gente vai cortar a boquinha de anjo, né? Que é o corte típico aqui de Campinas. Agora vamos colocar um pouquinho de [Música] vinagrete. Mas tá bonita a criança, hein? Tá. E gorgonzola é espetacular. Ah, gorgonzola é tudo de bom, né? Combina com Tá pronto, lanche. Prontinho. Agora vamos só cortar. Espetacular. [Música] Coisa linda, chegou o grande momento de experimentar então esse lanche de gorgonzola, rapaz, de rosbif com gorgonzola, na verdade, né? Ros bife com gorgonzola e vinagrete. E tem uma pimentinha em cima também, né, Rodrigo? Pimentinha dedo de moça, né? Além do decorativo é saborosa, né? E o pessoal come no com a mão mesmo, guardadará, pô. Aí fica a critério do cliente, né? Mas eu vou eu vou na Eu prefiro na mão também. Eu vou raiz aqui, viu? Vamos lá, cara. Enquanto isso, o Rodrigo vai contar pra gente um pouquinho aqui da história do do bar. Por favor, Rodrigo. Botinho da ZFA completou 13 anos esse ano, né? Colocar essa e é um bar essencialmente familiar, né? bastante família, casais, um ambiente super saudável. E o bar começou aqui, funcionava um armazém na década de 30 da dona Josefa, né? A gente sabe da história. E aí continuamos a história da desse armazém que foi o primeiro armazém do bairro aqui, né? Então podemos dizer que esse foi o primeiro bar do bosque aqui, né, rapaz? Sensacional. Muito obrigado. Muito obrigado. Uma coisa assustadora, gente. Uma coisa assustadora de bom. Que bom. Bom, fico feliz. E é o carro chefe. É o carro chefe. Carro chefe. É o Rosbif Gorgonzola. Aí a gente tem a versão dele frio também, né? Temos a trouxinha de rosif também que é muito gostosa. Temos a comumbuca de camarão que é sensacional também. Bom, e aqui é um ambiente muito agradável porque tem um um sonzinho e tudo mais, né, Rodrigo? Sim, sim. Rola uma MPB, rola um jazz, rola um chorinho. Só artistas muito qualificados da cidade aí que tocam aqui. É bem bacana. Eh, venham, venham conferir pessoalmente aí que vale muito a pena, rapaz. Mas olha que lanche maravilhoso. E tá chegando mais coisa aí. A famosa trouxinha de rosif. Essa, essa é famosa aqui também, né? É, essa aqui é muito boa, muito gostosa. Que legal. Dá uma olhadinha aqui, Valdecia, nosso repórter de cinematográfico. Tirar o guardanapo aqui pra imagem ficar melhor, né? Então essa é a trouxinha. Isso é o rosif enrolado com uma pasta de gorgonzola crentiza cebolinha. E esse molhinho aí é espetacular, né? consumo do lagarto com as especiarias da casa, molo inglês. É uma porção faria muito boa, muito gostosa. Rapaz, eu vou te falar uma coisa, viu? Isso aqui com aquele aquele suco de cevada, famosa cervejinha gelada, fica show de bola. Eu tô com a boca salivando de tão bom, né? É gostoso. Muito bom. E assim e e é um um bar em família, você, seu irmão. Isso. Eu e meu irmão somos sócios, né? E estamos aí há 13 anos juntos aí na nessa empreitada aí. Boa. E vem gente de todas as idades. Como é que funciona a faotária aqui? É, vamos dizer 40 mais aí. 40 mais. Legal. É um pessoal mais tranquilo, tal. Então, quem quiser tranquilidade, tomar uma cervejinha, com pode trazer o filho, pode trazer a tia, pode trazer o vô, a avó. sossegado que aqui vai vai ser bem acolhido, ser bem bem bem bacana. Esse aqui chegou mais um aqui. É uma versão do lanche frio de rosbif. É rosif, gorgonzola, tomate e azeitona preta. Que espetáculo, rapaz. Tem mais uma coisinha aí pra gente. Então, então vou experimentar antes da gente encerrar. Obrigado, viu? Vou experimentar esse também antes da gente encerrar. Tá bom, Rodrigo. É uma delícia. Rapaz, eu tô impressionado com o negócio aqui. Hum. É difícil saber qual é o melhor. [Música] O cozinheiro é fera. Fa é muito bom. Parabéns. Obrigado. Sensacional. E no meu bairro, na TV, a gente só mostra coisa boa, viu? Que bom. Que bom. Obrigado por nos receber aqui. Obrigado vocês, cara. Valeu, sucesso. Valeu. Bom, pessoal, se vocês quiserem indicar algum bairro, o próximo pode ser o seu bairro aparecer aqui no meu bairro na TV. O WhatsApp é esse que aparece no seu vídeo, tá bom? Valeu, tchau e até a próxima oportunidade. Obrigado. [Música]