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[Música] Bom pessoal, estamos no meu bairro na TV Vila Rogueira, que fica na zona leste de Campinas. Olha aí no mapinha. Começamos mostrando a praça Araltos da Paz, ao lado do Parque Taquaral. É uma área coberta de 65.000 m², com capacidade, segundo a prefeitura, para 80.000 1 pessoas, que começou a ser construída em 2001 para receber o 14º Congresso Eucarístico Nacional. A PUC Campinas, em 1999, organizou um concurso entre os professores da instituição com o objetivo de criar o projeto arquitetônico do local. Oficialmente, a Praça Araltos da Paz foi inaugurada em 2004 com ato ecumênico da paz. Bom, é isso aí, pessoal. Pra gente entender um pouco mais, então, como funciona aqui a Praça Araltos da Paz. Estou aqui com o Sidney, que é professor de história, também é dono da página Histórias de Campinas no Instagram pra gente entender direitinho como surgiu esse que é certamente um dos locais mais conhecidos da cidade. Tudo bem, Sidney? Beleza. Boa tarde. Obrigado pela oportunidade de estar aqui falando um pouco mais aí sobre a história da cidade de Campinas. Bom, vamos lá. Como surgiu aqui a praça? Bom, essa praça, cara, eu tava aqui, eu estava aqui, eu era militar do exército na época e tinha um grande, teve um grande evento aqui que foi o 104º Encontro Eucarístico Nacional. Ess esse foi o a a fundação dessa praça se deu para isso, né? Um um local onde se pudesse abrigar eventos com uma enorme quantidade de pessoas. Era o caso do 14º Encontro Eucarístico Nacional. Isso aqui tava forrado de gente com várias autoridades civis e várias pessoas importantes aí na sociedade, vários padres de várias várias localidades do Brasil e essa praça toda tomada. Então, essa praça ela foi concebida com a ideia de ter eventos que pudesse agregar grande quantidade de pessoas e depois acabou sendo eh remodelada para isso que a gente tá vendo aqui. O pessoal vem aqui, anda de patins, de skate, é bem bem adequada para isso. Bom, interessante porque em cima é até dessa informação trazida pelo Sidney pra gente. Quer dizer, e a praça tem esse nome Araltos da Paz, justamente por isso, né, C? é o o na ocasião em que a praça foi criada, levou-se muito em consideração o evento inicial que deu start para essa praça, né? Então o o foco é trazer a paz, a reflexão, a espiritualidade num primeiro momento era isso. É. E muita gente fala eh Parque Taquaral, por que assida, não Parque Taquaral ali do lado que dá origem para isso tudo vem da fazenda Taquaral. Taquaral porque tinha muito Taquara, quer dizer, muito bambu, né? Essa região toda, isso aqui, esse espaço onde nós estamos, isso aqui tá presente desde os fundamentos da cidade de Campinas. Campinas nasceu, a gente sempre bate nessa tecla, havia uma estrada que ligava Jundiaí até a região centro-oeste do Brasil, que o pessoal ia para lá para buscar ouro. Nas margens dessa estrada, os tropeiros iam parando para descansar. Ah, e essa estrada passava possivelmente por aqui. Possivelmente ela passava ali pela estrada que ia pr para Mogimiri. Então é assim, é um lugar que já está em Campinas desde a sua fundação. Tanto que o dono dessa área toda aqui foi Francisco Barreto Leme, o cara que fundou a cidade de Campinas. Pois é, Barreto Leme aí também uma das ruas mais conhecidas aqui de Campinas. Bom, como que era aqui antes, um brejo, um brejo. Tinha muitas nascentes de água aqui. Tanto que a a lagoa do Taquaral, ela não é não é original daqui. Ela foi represada. esse brejo todo foi represado, essas nascentes de água foram represadas e a partir daí que se formou essa lagoa. Então, tem histórias assim de pessoas que moraram aqui na década de 40, por exemplo, que a meninada nadava na lagoa do Taquaral, era um perigo, as mães ficavam super preocupadas com isso, de vez em quando a polícia pegava algum desses meninos e levava pros pais irem buscar depois lá na na delegacia. Eu conversei com o senhor, isso é história oral, eu não não vi isso escrito em lugar nenhum, mas conversei com dois senhores, um deles de 97 anos de idade. Os dois disseram a mesma coisa, que a lagoa do Taquaral nas na infância deles, a lagoa não ficava ali onde está. Ela ficava aqui, mais ou menos onde está a praça Araltos da Paz agora, depois que ela foi aterrada aqui e construída lá. Caraca, olha só que curiosidade sensacional que o Syney tá trazendo pra gente. Bom, qual que é a relação da PUC? Abriu o concurso? Como que foi isso aí? Ah, isso, esse, embora tem ali o Parque Taoral já é urbanizado faz bastante tempo, já é a praia do campineiro faz muito tempo, a a caravela tá ali dentro desde a década de 70, tem o planetário, ah, tem ali a concha acústica, a gente sempre frequentou lá, só que era um terreno meio que abandonado. Então, eh, quando resolveu se urbanizar esse terreno, ah, a PUC de Campinas abriu um concurso entre os professores e pegaram lá a melhor ideia, três professores, não vou me lembrar agora os nomes deles, mas esses três professores eh tiveram aí a ideia de fazer aqui um uma espaço com baixo custo de manutenção, com maior acesso para todo mundo. Plantaram mudas de árvores nativas aqui nesse espaço, deixaram a área interna mais eh livre para que se aglomerasse maior quantidade aqui de pessoas. Então, eh, isso aqui é fruto então desse concurso aí dos entre os professores da PUC. Muito legal, cara. Ô, ô, CJ, para mim Aaltas da Paz, ela tem um significado legal porque quando a minha esposa eh contou que tava grávida do meu filho, no dia seguinte, coincidentemente, a gente veio num show aqui na autos da paz. Então, ficou marcado. E é justamente esse o intuito, né? É isso. Esse espaço aqui, ele ele é ele. Eu penso que ele foi feito para deixar marcas boas na gente. Foi feito para deixar boas memórias. Tá vendo? Tá vendo? Em mim deixou. As minhas filhas vão crescer, lembrando que o pai vinha trazê-las para andar de patins aqui, tá vendo? Então esse espaço a gente interage com o espaço, interage com as pessoas e realmente o Ar Altos da Paz cumpre a sua propósito, que é promover essa interação aqui entre a cidade, né? Não. E é legal a gente vê criançada, né? Criança de bike, patins, isso é muito bom, né? Ah, passa as famílias a frequentarem aqui o local. Ah, o pessoal da academia vem fazer treino ali de manhã, determinados dias da semana. Tem uma galera que vem treinar ali, corrida de rua, que a concentração é feita aqui e o pessoal anda aí pela, a gente corre, né, no entorno aqui, mas a concentração é feita aqui. É um espaço assim e eu diria que de grande importância ou talvez até essencial pra cidade. Boa, boa. Alguma coisa que eu não tenha perguntado que você queira falar sobre a Praça Araltos da Paz. A Praça Araltos da Paz. Quem não conhece, venha conhecer, venha andar de patins, venha passear por aqui, venha andar de bike, fazer um piquenique com a família, trazer o cachorro para andar. Fica um pessoal andando com cachorro que joga, você joga um di, o cachorro pega aqui. É, é um espaço bem bem legal, bem bacana. E aproveita de uma entrada no tacoral que tá bem ali do lado também, que é uma área excelente para toda a família. Valeu, Sidney. Obrigado. Obrigado pela oportunidade, pela participação. Tamo junto, pessoal. Vamos rodar aqui no meu bairro da TV Vila Nogueira. Ara da paz tem um palco coberto, uma passarela, tem até rampa de skate. Galerinha anda de patins, joga bola bem bacana. Como é curti o momento aqui nessa praça, bem bacana aqui andar de patins. Ah, aqui é um lugar bem gostoso para patinar, para também conversar com as pessoas, né? Compartilhar esses momentos. Você veio com os amigos, com a família? A família. É, é uma atividade você faz com frequência ou de vez em quando? Fazia. Tô voltando porque aqui também tem aula de patins, né? Então sempre tem uma galera. Gosta da praça? Gosto bastante. Começou faz tempo andar de patins ou agora? Comecei quase agora. Gosta bastante? Sim. Por que começou a andar de patins? Influência de alguém, como que foi isso? A minha tia me influenciou a andar desde pequenininha. E a praça que era altos paz. Legal. Sim, bacana. Uhum. Dá para se divertir bastante. Sim, cara. Bem legal aqui. Aralos. Dá para trazer o garotinho aí bater uma bola? Sim, dá para trazer o meninão aí. A gente veio hoje, segunda-feira, o dia de folga, né? Aí eu trouxe ele para brincar, tá de férias. Então vou aproveitar férias com ele, com a esposa também que tá ali no cantinho. Você gosta daqui? sempre vem aqui. Eh, todas vezes assim que eu fogo final de semana, às vezes de semana igual hoje que é segunda-feira, a gente tá trazendo o meninão aí para brincar, sempre brincar, acompanha shows aqui também. Também tem o bacana para caramba. Indico o circo aí bem bem legal, interessante. E o tacar aqui também a gente às vezes vai lá, visita, dá um É vizinho aqui, né? Sim, é vizinho. É o o circo ele fica, ele não fica fixo, né? Ele é temporário, né? Temporário, sim. Que pena, né? É, o circo é muito bom. [Música] Estamos agora na Praça Cândido Portinari, lugar muito bonito, campo de futebol, com bastante crianças jogando bola, bica de água, pega toda a vida. Já foi nascido aqui no bairro aqui, então conhece a mina, entendeu? Sabe que não tem, não tem o que, não tem o que falar, né? As pessoas têm esse costume mesmo, né? Aqui você aqui tem hora que fica fina para você pegar fica um monte de gente pegando, né? Eas nós prefere, eles preferem essa essa água porque se que todo mundo. Se você ficar aqui você fica doido. Tem hora que você tem que ficar fila. Você tem que ficar fila para poder pegar, né? Tem também parque para criançada em um lago. Na verdade vem gente de todas as idades. O seu Florivaldo, de 90 anos, tá sempre por aqui. Ele ajuda voluntariamente a manter a limpeza do local. Eu venho aqui, já tá fazendo mais de um ano que eu venho aqui arrumando lago lá. E mas é, vocês querem saber da minha vida? Vai um livro, mas em todo caso eu não sei se eu vou demorar. Eu tenho a Romérito de duas grandes cidades do Brasil. É um Romérito por trabalhos voluntários, principalmente aqui em Campinas. Campinas é uma que eu recebi do Câmara Municipal, João Romérito Betinho de Souzas, Betinho, junto com mais de 200 ou 300 pessoas com voluntários aqui e outra da Câmara Municipal de Curitiba. É, só que lá eu não fiz trabalho voluntário, eu fiz trabalho por uma firma, né, tal e essa firma eh homenageou algumas pessoas e eu fui incluído junto com um outro amigo meu aqui de Campinas. Só isso aí. Tá. Como são os trabalhos voluntários, tipo esse que o senhor tava fazendo agora aqui, ajudando a limpar o o o lago ali, né? Aud limpar. É, justamente, é, o problema aqui é o seguinte, é que e há uns há um ou dois anos atrás, esse lago aqui era cercado, certo? com uma uma mata nativa, mas depois a prefeitura achou bom ao vistre limpar a área, mas só que tá faltando uma proteção nessa mesma área do lago, porque o vento carrega muita sujeira para o lago, né? Certo? Então eu cuido aí, faço o meu meu trabalho voluntário, eu quero me sentir útil, certo? Eu, então eu preservo a preservo a existência do dos peixes aí, certo? Tem vem algumas pessoas talvez necessitadas ou não, sei lá, vem aqui para pegar o peixe e levar para casa. Tudo bem, eles podem até fazer isso, ele vai matar, vai comer, né? Mas deixa os desistentes aí e deixa pelo menos o local limpo, mas não deixa com sujeira, mas o o tem uma placa que foi feita ali, né? a placa proibindo a proibindo a pesca neste local, muita prisão, qualquer tipo de denúncia a acione 153, certo? Mas é no sentido educativo que eu faço, eu não repreendo ninguém, nunca peguei ninguém aqui no no Flagra, né? Mas é o sentido educativo. Eu quero me sentir útil, pelo menos na minha idade, como tem muitas outras pessoas que se sentem útil aqui em Campinas, né? cuidando principalmente dos do dos centros por aí da vida. Dá uma olhadinha só na na norte sul aí na via norte sul, quantos pessoas sentetos estão aí com esses problemas. Mas o serviço que eu faço é um serviço voluntário, né, sem interesse nenhum, mas eu me sinto feliz por isso, porque eu quero me sentir útil. Quantas vezes por semana o senhor faz esse serviço voluntário? Eu venho geralmente quase todo dia de manhã. Quase todos os dias o senhor tá aqui, não é? Fazendo, ajudando aí. Ajudando. Isso é isso. Claro. E se sentindo eh útil, sentindo feliz, né? Pras pessoas. 90 anos de idade. 90 anos. É, eu não sou nem daqui. Eu sou de Santos. Eu nasci em Santos, mas estô aqui. Eu sou estou aqui desde 72. Eu me sinto tão campineiro quanto um caiçara. Certo. É porque eu amo Campinas. เฮ [Música] [Música] Começamos o segundo bloco mostrando o Instituto Oicon, que qualifica voluntários para atender milhares de crianças, adolescentes e jovens de famílias de baixa renda. Bom, e pra gente entender um pouco mais sobre a história aqui do Instituto Orco, tô com a Natália, vai bater o papo conosco. Antes de mais nada, muito obrigado por nos atender. Tudo bem, Natália? Tudo bem, André? É um prazer em estar recebê-los aqui no instituto, receber você, abrir nossa espaço aí para vocês conhecerem um pouco mais. Bom, bora contar um pouquinho sobre a história. Vamos lá. Bom, aqui a gente tem, né, o Instituto Oicon, ele foi fundado pelo Paulo Zabeu, aqui é ele criança. A gente entende que o ele sempre foi um estudioso do comportamento humano e ele começou lá nos seus 10 anos de idade em que ele teve uma situação no fundo da casa dele que tinha uma galinha que era ali no terreno da mãe dele e que ele vivenciou a galinha defendendo a a sua gavião. Olha só. E aí ele começou a entender que tinha alguma coisa ali. Pera aí. como que o pó de uma galinha defender a sua aninhada, né, os seus pintinhos de um gavião? E ele começou a entender que tinha um comportamento ali e ele sempre foi estudioso da natureza, do comportamento humano. E ele veio de um de uma família que tinha a o estudo espírita. Então ele teve um início ali da sua trajetória com palestras em centro espírita, mas ele sempre trouxe nas suas palestras o comportamento humano, o autoconhecimento. E aí com esse movimento, ele acabou sendo convidado para sair desse da do centro espírita, porque ele tinha um pouco dessa visão que a gente por nós mesmos podemos mudar o nosso comportamento. E foi aí que ele fundou, ele que reativou a Casa de Caridade Bezerra de Minezes, que já tinha sido fundada pelo seu pai. Olha só que legal, hein? Exato. Então ele continuou um trabalho do pai dele, que já tinha essa característica de trabalhar o Centro Espírita. E ele começou que aí aqui onde nós estamos a construção da nossa sede. E ele começou lá em 85. 85. Então ele reativou em 82. Em 85 ele fundou aqui a nossa sede, que é onde estamos. E logo na sequência ele já fundou a Fundação Eufrapen. Lá na época eu chamava Fundação Espírita Bezerra de Menezes, porque tinha bastante desse viés espírita. Aham. Mas o o trabalho era o autoconhecimento, porque o que que ele entendia? que o o a conhecimento ele é a base, ele tem que vir o primeiro. Conhecimento é o que traz pra gente, tanto que a gente começa na escola aprendendo para depois ir pro mercado de trabalho. É isso mesmo. Trabalhar. Então o conhecimento ele é a base, mas conhecimento sem prática não adianta de nada. Então a gente, ele fez esse movimento em que aqui no Instituto Oicon, que lá no começo chamava casa de caridade, eram onde tinham os cursos, palestras, workshop. E a Fundação Eufraten é onde a gente atendia e ainda atende as crianças da comunidade. Então aqui, olha aqui, lá na década de 90, a Fundação Eufrat e teve seis núcleos de atendimento social. Puxa vida, que coisa impressionante, hein? Exatamente. Então, só para vocês terem uma noção, nesses anos de história que a gente tem de atendiment, já se passaram por nós, tanto em Eufrat quanto no OI, mais de 3 milhões de atendimentos de pessoas impactadas pelo autoconhecimento. E para manter esse trabalho social, o ORCON sempre foi muito importante, porque toda parte de cursos sempre foi paga, produzida por voluntários para manter o atendimento gratuito na comunidade. Então aqueles que podem fazem o curso pago para aqueles que não têm condições ter acesso a esse novo estilo de vida, de comportamento. Então essa é a ideia, né? Essa é a ideia. Então tudo que a gente faz aqui no Oicon tem o objetivo de manter a fundação fraten. Boa. Vamos seguindo na linha do tempo assim que tá bem legal a conversa aqui, Natália. Tô vendo que vai até 2024, ou seja, é super recente, né? Estamos em 2025, né? A gente vai para 2024, que foi quando a gente completou 70 anos bem instituto. Que foi o início da fundação lá pelo pai do Dr. Paulo. Então por isso que a gente fez essa linha do tempo contando para até os próprios voluntários que 70 anos no históri não é fácil todo mundo que participa ter acesso. Então que nem você parabéns para vocês que resumiram 70 anos aqui, né? Desafiador. É fácil. Tanto que essa parte de essa comunicação ela é feita pelo Instituto Oico, tanto a comunicação da Fundação Eufrat quanto do Instituto Oico, porque as duas ONGs caminham juntas, lado a lado. As duas têm o mesmo propósito, o mesmo trabalho, que é desenvolver o ser humano. Então, uma caminha lado a lado, a gente fala que nós somos longues irmãs. Que legal, que bacana. Aqui, por exemplo, a gente tem eh o bazar do bem que tá aqui, ele é em prol da fundação Frata. Mas ele tá dentro do Instituto Orgon porque é o Instituto, é o Instituto Orgon que tem esse objetivo de trazer recursos, de trazer ferramentas para que a gente possa expandir a Eufraten. E hoje a Eufrat cresceu aqui. Foi em 2010 que a gente mudou o nome. Então a gente tem esse essa raiz do espiritismo. Uhum. Mas a gente entende que o autoconhecimento ele é para todos, não importa a religião. Claro. Claro. E sem dúvida, né? Então, a gente entendeu aqui em 2010 que a gente poderia dar esse passo de crescer mais. Então, hoje, por exemplo, a Fundação Biatrianças da comunidade. A gente não tem discriminação sobre nenhuma delas. A gente aceita todo mundo e aquele que tá disposto a trabalhar a si mesmo tem acesso. Então nós aqui, a gente sabe que trabalhar o comportamento humano é algo que parte de dentro. Boa. Que tá me chamando atenção aqui. Teve até simpósio internacional de autoconhecimento. Exato. O Paulo Zabel, ele foi convidado para participar desse simpósio que foi aconteceu lá na Bahia. Então aí uma característica a gente tem foi toda a equipe para lá. a gente participou do simpósio, foi um movimento assim muito de reconhecimento deste trabalho inovador que ele vem propondo. E aí a gente vê mesmo o quanto que existe espaço pro autoconhecimento. Hoje se fala muito de saúde mental, né? O quanto que as pessoas estão tentando processo Exato. O quanto que as pessoas estão ansiosas e não é fácil. E não é fácil. Não é fácil. Então, a gente tem aqui cursos de autoconhecimento, tem meditação, a gente trabalha por na Eufrata, tem todas as crianças praticam o yoga. Então, a gente entende que entender sobre as nossas emoções, trabalhar os nossos pensamentos é a base pra gente ter um futuro sucesso. O Instituto Aiko oferece à Fundação Eufratem, um método pedagógico utilizado na educação. Nós costumamos dizer que a Eufraten, ela teve como ponto de partida o Oicon. Se ela existe hoje com a credibilidade, com toda a solidez, com o trabalho de gestão que é feito e acima de tudo o atendimento na comunidade com tanta assertividade, é porque existiu desde um princípio uma metodologia, o conhecimento que é desenvolvido, que vem sendo desenvolvida por todas essas décadas pelo Instituto Oicon. Então o Oicon, ele sem dúvida alguma, ele tem trazido essa possibilidade para que tudo que é desenvolvido na Eufraten, desde o atendimento junto à comunidade, a sua equipe de diretoria, os os trabalhadores, os colaboradores, eles são convidados a utilizar toda essa metodologia, todo esse conhecimento de uma forma muito prática e muito simples. E isso é que vem gerando a transformação em toda a equipe que está envolvida e principalmente na formação das crianças, que aí há mais de 40 anos nós estamos ajudando a construir uma nova sociedade com base nesse comportamento humano que é trabalhado pelo bom. Quais as atividades que são realizadas na fundação, por favor? A Fundação Eufraten, ela utiliza do esporte, do teatro, das artes de uma forma geral, do desenho, mecanismos para que a gente possa, ferramentas para que a gente possa desenvolver o potencial humano. Então, é por meio de uma atividade esportiva que o jovem, a criança, ela é convidada a perceber como que é o seu comportamento. E nessa nessa identificação, por meio dessas ferramentas, é que nós vamos gerando essa transformação para que todos nós possamos, acima de tudo, desenvolver o nosso potencial. Boa. Bora falar um pouquinho sobre os livros que são bem bacanas. Esse aqui é emoções. Exatamente. Os três livros são a a base, estão aqui contidos, né, todas as ferramentas e os conhecimentos necessários para que a gente possa trabalhar o nosso comportamento. Tanto os livros como todos os cursos, eles estão disponíveis na plataforma eulosofia.com. Então o frete é grátis para todo o Brasil e é só entrar por meio deste portal que é o eosofia.com e você vai ter acesso, você e todos que estão assistindo vão poder ter acesso a todo esse material. Boa bora conhecer o bazar. Pois é pessoal, promessa é dívida. Falei que eu vim aqui conhecer o bazar e aqui estou com a Fernanda, que é a coordenadora do bazar, faz um trabalho voluntário fantástico aqui, porque o bazar é certamente muito importante aí para ajudar a manter tudo isso que a gente tá mostrando, né, Fernanda? Tudo bem? Tudo joia? Tudo bem, André? Tudo bem. E você? Beleza. Tudo joia? Sim. Você falou uma coisa importante. O bazar é uma das principais rendas para manter o os projetos socioeducativos da Fundação Eufraten. Então, o bazar a gente costuma dizer que faz moda com propósito, porque ele tem um impacto social muito grande e além disso, a gente é uma porta de entrada pro trabalho voluntário, já que todo o material que a gente recebe, todas as doações que a gente recebe passa pela mão de um grupo de pessoas de voluntariado, até que essas que esse material chegue na loja. para ele ser vendido aqui pra comunidade, para as pessoas do bairro, para pros brechós. Então, cada peça é cuidada, é limpa, é organizada, é tratada. É um trabalho muito importante e o voluntariado faz toda a diferença. Quem tem habilidade de costura, arrumar bijuterias, bonecas, roupas e qualquer coisa que você saiba fazer para nós aqui é muito importante, porque o voluntariado é um trabalho de formiguinha, cada um faz sua parte e a gente chega longe, né? É, não sensacional. É só entrar em contato com vocês, quem quiser, quem puder, evidentemente fazer. Pode entrar em contato aqui o bazar. Eh, nós ficamos na Vila Nogueira, na rua Nuno Álvares Pereira, número 72. É aqui próximo à Praça Araltos da Paz. E o nosso telefone é 3307735. Então, a gente convida a todos que quiserem conhecer o bazar, participar dos nossos eventos. Nós nós temos um Instagram que é @bazardobemvitrine e a gente tem as as promoções, todos os nossos eventos são divulgados, então a gente convida a todos para participar aqui conosco. Valeu. E tem bastante coisa boa aqui, hein? Sim, muita peça boa, peças novas, com pequenas avarias e as peças de doação são cuidadas com muito capricho pela equipe e pelos voluntários. Valeu, Fernanda. Obrigado. Obrigada a vocês pela oportunidade. É isso aí, pessoal. A gente segue rodando aqui na Vila Nogueira, meu bairro na TV. [Música] Bom, galerinha, a gente segue rodando aqui pela Vila Nogueira e encontrei a Rita, que mora aqui desde 1970, portanto conhece como poucos aí o bairro A Vila Nogueira. É isso mesmo, R? Isso, exatamente, André. Exatamente. Há 55 anos aqui no mesmo bairro morando. Adolescência, juventude. Então a gente tá aqui. Com o bairro, além de morar já faz muito tempo aqui, que que você faz aqui? Que que você mais gosta do bairro? Aqui depois que veio a praça Araltos da Paz, que tem os shows, é a Lagoa do Taquaral, que melhorou muito, porque na minha época quando a gente mudou era a lagoa Taquaral, era largada, né? Era um centro mais o pessoal de marginal. E hoje não, hoje a gente tem bastante coisas. Tem a praça, Alagoa, tem outra praça mais lá para baixo. Então assim, tem os ônibus. Antigamente não tinha ônibus. Quando eu me motei o ônibus parava no supermercado ali no taquaral. E hoje não, né? Hoje Hoje tem toda a linha de ônibus para cá. Então tem bastante coisa boa para cá. E mudou muito aqui onde você mora, tal, ou nem tanto? Não, mudou bastante porque não tinha quase casa nenhuma. né? Aqui a minha casa não tinha nem a do lado de baixo, nem a do lado de cima. Atrás a gente via a rodovia Campinas Mgimirim. Então não tinha nada, nada, nada, nada, nada, nada. Era simplesmente parece uma fazenda. Hoje com todas as casas e quem não quer vir para cá, porque é um lugar próximo de tudo, né? Taquaral, com supermercado, com feira, com tudo. Então tem bastante coisa. [Música] da casa da Rita pra casa do Mário, que também mora aqui na Vila Nogueira faz muito tempo, aliás, mais tempo até que a própria Rita, porque o Mário está aqui desde 1960, é isso, Mário? Exato. 1960. Meus pais mudaram para qu, entendeu? Aí nós viemos lá da da fazenda Paaldáho aqui próximo, né? E viemos e estamos aqui até hoje que estou, né? Aqui era casa, casa dos meus pais e aqui eu cresci, né? E vi esse bairro crescer. Antes era loteamentos, né? Minha casa havia uma, duas, três casas aos arredores aqui, né? E crescemos aqui sem água, sem luz, sem asfalto, sem nada. Hoje mudou bastante, então. Nossa, mudou muito, né? Hoje é só através de foto mesmo. É que você consegue enxergar o que era isso aqui, né? Mas foi muito feliz aqui. Não troco, não troco bairro nenhum, sendo que isso aqui era considerado eh periferia, né? Lógico. É, Taquaral, né? Era um bairro eh que tinha aqui na época tinha tudo, né? Mas aqui não. Aqui era um pasto. Era um pasto. E tanto é que meus pais vieram da roça, né? Da da de fazenda. E aqui nós cri criamos aqui tinha vaca, tinha cavalo, galinha, porcos, né? Então nós sobrevivíamos nisso aí também, né? Eh, onde é a praça hoje? Eh, toda aquela extensão que que calculo que tem ali 40 haar aproximadamente, né? Foi dividido em 10 ha cada um, né? eh dos maradouros do bairro e foi dividido e aí a gente cercou, era uma concessão do prefeito, então cercou, ficou ali toda a extensão da praça eram quatro bairros, né? No meio passava um, eh, um rio, um riacho, né? Que era a água da lagoa. E ali a gente criava a nossa vaquinha, tinha, meu pai sempre gostou de cavalo, né? E a gente ajudava na nas despesas de casa, né, na alimentação, aquela coisa toda, mas mudou muito. É um bairro certamente que você gosta bastante. Dá para perceber, né, na na sua fala, né, Mari? Sem dúvida. Não troco, não troco. Ah, eu não troco pelos alfavíes da vida. Prefiro p Eu se eu andar 150 m, eu tô na, tá na praia de Campinas. Na praia de Campinas. na praia do campineiro, né? Então, para que querer sair daqui? Realmente aqui é muito bom. Valeu, Mário. Obrigado, viu? Ah, valeu. Boa, galerinha. Lembrando que no próximo bloco, que é o terceiro e último bloco aqui no meu bairro, na TV, sobre a Vila Nogueira, tem a receita. Então, não saia daí. [Música] [Música] Bom, pessoal, chegou a hora do terceiro e último bloco aqui do meu bairro TV. Estamos na Vila Nogueira. Claro que aquele momento que todo mundo aguarda que é o momento da receita. Bom, seguinte, me deu uma vontade de comer um aligo de filé minon com um purê de batata, um molho de vinho. Então, passando por aqui, eu vi o queijo de amigos. Será que tem? Bora ver. [Música] E aí, tudo bem? Prazer. Prazer, Guto. Seja bemvindo. Seja bem-vindo. Bem, obrigado. Tem a receita aí pra gente mostrar. Temos a receita, sim. Bora lá, então. Vamos lá. Bora então. [Música] Pois é, galerinha. Então, bora pra receita, né? Um aligor de filé min, molho de vinho com purê de batata. Coisa linda. Tô aqui com a Marlus, que é a chefe de cozinha, vai bater um papo com a gente. Tudo bem? Muito obrigado por nos atender. Já estou com água na boca. Tudo bem? Bom dia. Bom, é maravilhoso. Bom, então vamos lá. Aqui no meu bairro da TV a gente só mostra a receita boa, hein? Todo mundo gosta. Vamos lá. Vamos lá. Então, qual o passo a passo desse ligou? Primeiramente, passo, primeiramente eu vou fazer a batata, espremer a batata. É, daí eu vou colocar a manteiga, o a batata já e amassada e os queijos. e vou levar no fogo. A gente vai fazer aquele purê bem boa. É. E aí depois eu faço o seguinte, é o filé Meon, medalhão do filé Meon com molho de vi. Vamos lá. Vamos lá. Eu gosto de passar ele no processador porque daí ele fica mais cremoso, sabe? Do que a gente espremer umzinho a mais, né? Isso. Isso. Aí ele fica mais leve. Eu vou colocar a batata, né? Ela já tá cozida e um pouco amassada. Já amassei ela um pouco para poder facilitar a para bater. Eu vou colocar no Então esse é o purê de batata. É o purê de batata. E isso daí é o que que você vai colocar? É manteiga. Agora é a manteiga aqui. A deixa um pouco mais cremoso também e dá aquele saborzinho da manteiga que é fundamental aí no purê, né? Aí eu coloco isso. E agora quanto tempo ele fica? Você vai [Música] aqui é o queijo. A gente tá usando parmesão, tá? [Aplausos] Já coloca o parmesão no purê de batata, né? E aqui é o canastra que também vai. [Música] A gente tempera o mi com sal e pimenta, tá? Agora a gente vai passar esse filé mi uso manteiga na chapa, tá bom? A gente prefere usar manteiga na chapa porque normalmente usa o quê, Marl? Geralmente as pessoas ou usam óleo composto ou usam azeite. E por que manteiga? Eu aqui a gente usa a manteiga na chapa para fazer todas as carnes, porque a gente acha que dá um sabor melhor, mais gostoso. Ah, que joia. Tá. [Música] Esperar esquentar um pouco mais, aí eu jogo mi os medalhões a gente corta 80 g, né? que é o é um padrão, mas tá com uma cara boa, hein? Bom é quando ele tá pronto. Quanto isso, eh, a gente vai pra redução de vinho que a gente faz aqui. Essa redução de vinho, tirar para cá, é essa aqui, ó. Hum. A gente faz a redução de vinho, põe o vinho para reduzir com folhas de alecrim, louro e açúcar com as ervas e cebola, né? A gente usa cebola também. Meu Deus, que delícia, hein? Fica bem gostoso mesmo. Joga em cima da da carne. Da carne. Perfeito. Quando a carne tiver pronta, a gente esquenta esse vinho. Já já eu começar. Eu costumo por um pedacinho de manteiga. Agora vai colocar o vinho, o purê e o vinho. Isso. Agora a gente coloca o molho de vinho aqui. molho de vinho. Ele ficou quanto tempo aí no microondas? E a gente colocou, eu coloquei ele 30 segundos para esquentar. É esse o molho de vino. E agora tem todo aquele charme para montar o prato e tudo mais, né? Aí, coisa linda, né? E aí pra gente entender, um prato individual, então, pro pessoal que tá um prato individual. E aí a gente normalmente vem dois dois bips, né? Isso. Ah, espetacular. Espetacular. E agora é só servir. E agora é só servir. Boa. Bom, então chegou aquele momento, claro, super aguardado, momento de experimentar. Obrigado, viu, Marluz? Tô aqui com o Guto, que é o proprietário. Beleza, tudo joia? No queijo e amigos? Eu posso tirar uma foto, Guto? Eu sempre tiro fotos lá. Claro. Aê. Bom, esse prato aqui tá bonito pra caramba, hein? Vamos ver se você tá e gostoso igualmente, né? É sensacional. Obrigado, viu? Bom, vamos experimentar então. Super massinha. Purezinho, né, G? Sim. Esse é o especial da casa. Lá, gente. Nossa. Nossa, sensacional, hein, Gut? Sim, só lembrando, são feitos com queijos artesanais, apenas nacionais e autorais de pequenos produtores. Nossa, que delícia. Bora contar a história um pouquinho aqui. Sim. Então, ah, eu fui pra França para estudar um pouquinho, me especializar como queijista. Eh, nessa qualificação, eh, nós fazemos alguns, nós temos alguns aprendizados da formatação do queijo até a forma de como o cliente final vai guardar aquilo que restou em casa. Então aqui ele tem uma experiência na compra até como ele vai guardar esse queijo para ser reutilizado. E você tem várias opções de queijo aqui. Várias opções de queijo de leite de vaca, cabro, ovelha e búfala. Então tem toda uma formatação. Todas as receitas da cozinha a minha esposa, ela que desenvolve e aí junto com a o nossos colaboradores aqui com Mama Lúcia, por exemplo, também nos nos prestam essa atenção. E esse queijo o que que é? No caso, a particularidade desse queijo é da queijaria Bela Fazenda aqui da região de Bofete na Castel. Olha só que legal. Deixa eu experimentar. O queijo de leite de vaca, leite pasteurizado. Ele tem 2 anos de guarda em cave subterrânea. Ol, a particularidade desse queijo, ele tem essa manta, é uma manta específica pra linha Láctea, ela é amanteigada de feito feito do próprio queijo. Acab de cortar o dedo do próprio queijo. É, ele tem é do anos, como eu comentei, de guarda. Vou cortar uma fatia para você provar. Aê. Ele é a receita. Ó pessoal, a gente tá numa queijaria, um bistrô aqui, né? Exatamente. Então tem que experimentar um queijo também. Esse conceito de fromageri é porque 80% dos produtos que nós temos aqui são queijos. Essa aqui é a receita fiel do sheder inglês com o nosso terroá da Bela Fazenda. Particularidade dela, todos os animais são tratados com homeopatia. Olha só. Bom, e vocês estão num lugar super privilegiado aqui na Vila Nogueira, pertinho aqui da da Aralapais, né? Sim. Sim, sim, sim. A gente escolheu aqui um lugar pr pra gente montar esse negócio e fazer de uma forma que tenha uma vista para o parque, inclusive, né, para dar uma sensação é de natureza mais espontânea. E vocês servem muitas coisas aqui, vinho. Eu servimos e vinhos, cervejas artesanais, autorais e e também eh comerciais e vários pratos, desde um simples lanche nosso, boquinha de anjo. São oito tipos, todos vão queijo, nenhum tem mussela. Essa é uma particularidade. Pratos. É aqui, olha, pode experimentar que é sensacional. Eu fiquei realmente com água na boca e valeu super a pena. Muito obrigado por nos receber aqui. Obrigado vocês. Muito obrigado. Valeu. Bom, pessoal, vocês já sabem, né? Caso queiram eh que o seu bairro apareça aqui no meu bairro na TV, mande um WhatsApp pra gente, é esse que aparece no seu vídeo. Tchau e até a próxima oportunidade. Claro que eu vou comer mais um pouquinho. [Música]