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[Música] Bom pessoal, meu bairro na TV, aqui na tela da TV Câmara Campinas. Olha só, hoje a gente vai falar sobre dois bairros, o Parque Universitário de Viracopos, também o Jardim Vista Alegre, que ficam na zona sudoeste de Campinas. Olha aí no mapinha. [Música] Bom, pessoal, e a gente conheceu bastante coisa aqui nos dois bairros, né? A gente foi no campo do Cruzeirinho, no campo do Corinthian. Olha, a gente conheceu moradores antigos também. Fomos na Associação dos Moradores do Vista Alegre, claro, na hora da receita, aquela expectativa, né? Uma receita de torresmo de rolo, uma delícia. Fique com a gente aqui no meu bairro na TV que tá bem legal. Começamos mostrando o conhecido campo do Cruzeirinho, que tem uma estrutura bem bacana. Por aqui, amigo, tem só jogão. Rola Campeonato do Amador de Campinas. Pois é, tô aqui com o Nelson que sabe tudo e mais um pouco aqui do campo do Cruzeirinho. Porque olha, Nelson, eu vou te falar uma coisa. Eu que particularmente gosto muito de futebol, esse campo do Cruzeirinho aqui, rapaz, ele é conhecido na cidade, hein? Tudo bem? Muito obrigado por nos atender aqui no meu bairro na TV. Prazer todo nosso, é uma satisfação recebê-los aqui para fazer o trabalho e com certeza essa é uma área onde todos os esportistas de Campinas tem o privilégio, gosta de jogar aqui. Quando vem aqui é uma área que é bem recebido por ser uma área que tem um estacionamento amplo pro pessoal chegar com os carros, chegar com família. É um ambiente agradável, como vocês vê, o campo também favorece para praticar o esporte, que é o futebol, né? Que é um futebol é um universal, onde todo mundo não existe a divisão de raças, de cores, né? É uma coisa gostosa de se aproveitar. Boa. E eu tô dando uma olhadinha aqui. O gramado é bom, hein, rapaz. É, com certeza. A bola rola aqui, hein? Para pr para jogar aqui. É quea é que o trabalho que nós fazemos aqui, né, através de uma associação dos clubes, né, há muito tempo já aqui em Campinas. Então exige alguns cuidados, né, do perante ao campo de futebol, onde a gente possa ter um um campo bom, um gramado bom, onde a molecada, rapaziada quando vem brincar e se divertir aqui possa ter esse espaço para poder desfrutar do bom trabalho. Bom, bora falar um pouquinho sobre a associação. Bora lá. A associação de do dos clubes, na realidade começou na década de 80, né? bom tempo já, mas nós tivemos alguns cuidados de ter essa associação para poder ter um espaço onde a organização a gente pudesse ter alguns cuidados e não ter algumas invasões. invasões que nós falamos é que nós podemos ter um espaço bonito, um espaço bem cuidado, aonde tem os administradores, no caso hoje, né, que é da associação, alguns clubes que são é tipo uma união de clubes, né, onde temos o presidente que é o senhor José Pires, né, temos o vice-presidente, temos o diretor, temos o secretário. Então é um estatuto, no caso, que nós criamos para poder cuidar bem do espaço, aonde todo mundo possa vir aqui desfrutar e brincar e se divertir de uma área bem cuidada. Bom, e aqui tem bastante campeonato de futebol, né? Sim, temos os campeonatos, né? Temos amistosos que a gente fala sobre as brincadeiras dos finais de semana semanas, né? Onde os times amadores se organizam e vem disputar os jogos no sábado e na parte do domingo também e também nos campeonatos, né? Que que hoje em Campinas praticamente todo o Brasil é movido a campeonato. Sem dúvida. Que delícia, né? É bom demais, né? E a galera aqui do Parque Universitário de Viracopos tá sempre aí marcando presença aqui no no Cruzeirinho, né? Com certeza. Da região do Parque Universitário, Campinas e região. Quando fala que vai jogar aqui nesse campo, todo mundo fala: "Tô dentro, é gostoso demais". Boa. Me chama qualquer dia para jogar que eu venho com certeza será bem recebido. Bom, Praça de Esportes, Cruzeirinho. Esse aqui é o seu Zé. Ele chama Zé Pires, né? Mas conhecido como é Zé do Zé do Cruzeirinho. Pronto, tá explicado, né, pessoal? É por é um dos fundadores aqui um dos fundiri conta do time aqui muito tempo. Eu tomei conta do time do Cruzeirinho. Então tu me apelidou pro Zé do Cruzeirinho e a Maru me conhece aí só pro Zé do Cruzeirinho. Zé do Cruzeirinho. Ô que legal. O senhor ajudou a foi um dos fundadores aqui que o senhor fez e até hoje trabalha aqui, né? Até hoje até hoje eu trabalho. Isso aqui foi uma luta, velho. Ó isso aqui, ó. para poder plantar essa grama aqui. No tempo do final do do Zé Gonçalo ali da regional e o o prefeito era o Jacó Pitar. Então final Zé Gonçalo arrumava a ferramenta, o caminhão e a grama. Nós saía daqui de de sábado, domingo, nós ia arrancar a grama aqui para baixo aqui, ó, na área do Friburgo. Aí aí ele pegava a turma dos pesos com o caminão e carregava durante a semana, despejava a grama. Chegava no sábado e domingo nós nós nós plantava a grama. Então, e e não só a grama, né? Porque o senhor tava contando para mim, pode vir comigo aqui, viu, seu Zé? É o Zé Cruzeirinho, essa fera aqui, ó, que ajudou inclusive a plantar árvores aqui que a gente tá vendo, né? Plantei, plantei. Eu que plantei essas quais tudo aqui. Eu que plantei elas. Boa. Eu mor, eu trabalho na O senhor faz o que hoje aqui? Eu eu cuido aqui e eu ligo a água aqui todo dia. Vem vem ligar água aqui no campo para molhar o campo. Eu cata a praga aqui dentro do campo. E o senhor é morador aqui do bairro, né? Moro. Moro ali, ó, do outro lado ali que eu moro. Boa, boa. E o que que o senhor acha do bairro? Gosta daqui? Gosto. Legal, né, cara? Mudei para aqui em 79 38. 79. O ano que eu nasci. Pronto. Con idade, hein? 79. Quando entrei para tomar conta disso aqui, ó, entrei em 83. 83. Começou a morar aqui em 1979, em 83 já veio para cá, o sea, já depois de 4 anos morando aqui. Ou seja, você tem uma vida aqui 42 anos, né, seu Zé? Isso mesmo. 42 anos que eu tenho que eu tenho que eu tomo conta aqui de desse pé dessa área aqui, viu? E a galera vem bastante, participa o pessoal do bairro vem até vem vem vem vem vem vem a galera. É só que o o campo aqui nós tem uma organização no campo aqui que nós tem a associação que estamos tem os times que joga a bola. Só que paraa pessoa vir aqui jogar bola eles tem que vir para saber a a vaga que tem para jogar porque já é tudo programado já. A não é que chegar aqui hoje vai cá não. Eu venho jogar aqui domingo aí não pode porque já tem que ser programado. É, tem regras, né? É, tem regras. Tem regras. Valeu, Zé Cruzeirinho. Zé do Cruzeirinho. Zé do Cruzeirinho. Prazer em conhecê-lo, viu? Todo meu, viu? Valeu galerinha, bora rodar. Bom pessoal, sigo rodando aqui pelo bairro Parque Universitário Viracopos. Tem muita coisa legal e me falaram sobre o Zé Peixeiro, que é um morador que tá aqui faz muitos anos, desde 1977, ou seja, há 48 anos. Beleza, prazer. Tudo bem? Obrigado, José Pereira Donato. Muito prazer receber você aqui na minha casinha antiga. José Pereira Non, conhecido como Zé Peixeiro. Foi o que eu falei. Por que Zé Peixeiro? Conta pra gente, Zé Peixeiro, porque eu comecei a minha vida aqui com a bicicleta, comecei a vender peixe, ia no figurifo Tavares, daqui eu ia lá, pegava 5 horas da manhã, pegava minha caixa de peixe, rodava, porque não tinha quase moradora aqui. Eu ia lá para Aparecidinha, Santa Mônica, Nossa Senhora, lá pro lado da agora falha a mente também, né? Eh, dava a volta por Nova Hortolândia, aí passava de frente a Bosche, meio-dia, pegava outra caixa, voltava. Santa Isabel, Rosolém, Nossa Senhora de Fátima. Puxa, rodava, hein? Quando tava escurecendo, 8 horas, escurecendo, 8 hor 8:30, meus filhos já estavam dormindo e entrava para dentro e aquele abraço de filho, né? E a gente hoje tá muito contente, satisfeito. Os moradores antigos reconhece a gente aqui e tem muita honra pela gente. E eu também amo a população, né? Olha, o Zé Peixeira tá chorando, não tá? Oi. Você tá emocionado? Tô, tô pela satisfação de tá. Eu tô com satisfação de estar na nesse local, um local, graças a Deus, sossegado. Legal. Que legal. Tem vez que eu fico aqui tem 7 horas esperando da hora da minha esposa. A minha esposa é a camada e eu dou o remédio, medicamento. Então eu fico aqui aguardando até chegar a hora do medicamento. Aí eu entro para dentro do medicamento e nós vamos descansar. Mas com muito orgulho a população, o conhecimento do da da região e graças a Deus estamos felizes. Boa. Olha só que legal quando, não é? É, o bairro mexe, a história mexe. O o Zé tá aqui, ó, com os olhos lacrimejando, tá super emocionado. Fale um pouquinho sobre a sua relação com o bairro aqui. Então, minha relação com o bairro é que eu sinto muita satisfação, muito contente de pelo conhecimento. A população, os amigos e recebem a gente com muito carinho, bastante respeito e graças a Deus estamos tranquilos, entendeu? Estamos tranquilos e e devo essa gratidão a todos moradores que todo mundo me considera bastante. Chegou aqui em 77. Cheguei aqui que eu cheguei em Campinas foi em 75. Eu morei um pouco em cima aí para cima, mas no bairro em 77. 7. Mas aí nesse bairro mesmo eu morei um pouco, fui pro Jardim Olina, fiquei lá um ano e pouco, fui pro lá para para perto da Bosch, lá pra frente da Boscha Boa Vista. Fiquei um pouquinho lá também. Mas em 77 eu entrei, fiz um barraquinho de madeira. Como era aqui? Aqui era só terra. O nossa, o asfalto nosso vinha só até aquele porto deixar lá na Baixada do Vila Rica, até ali vinha o asfalto e depois o ônibus deia vinha até o Gia Francisco, que é ali na ponte da Bandeirante. Ali nós tinha que arregaçar as pernas quando chovia, olha só, passava dentro de uma lagoa, né? E depois chegava aqui tudo resfriado, tempo do frio, tempo de calor. O mercado que nós tinha aqui era o donadão. A primeira compra que eu fiz mercado foi lá no Donadão, perto daquele depósito de material de Lima. Puxa vida, se deixar o seu Zé Peixeiro vai fazer o programa sozinho. Quanta história legal aqui, hein, seu Zé? Então, e aqui eu tinha uma valeta e eu precisava ponhar uma vigota de um lado e do outro. Quando eu consegui um DKvezinho no ano de 80, mais ou menos, tinha que ponhar a valeta para entrar para dentro com o DKV, senão tinha que ficar lá fora o DKV, entendeu? Valeu, obrigado por nos receber aqui. Foi um prazer conhecer o senhor. De nada, muito obrigado, muita satisfação é minha de estar com vocês aqui também e a gente tem um orgulho por isso, entendeu? E quando precisar, a gente estamos aqui pronto para alogar o nosso bairro e a nossa cidade de Campinas, né? Bom, homem é bom de história, hein, pessoal? Bora rodar. [Música] Galerinha, eu adoro andar pelos bairros. Aqui é o Jardim Vista Alegre, onde tem essa praça aqui, não é? É praça de areia, o campeão de futebol, academia paraa terceira idade. Vou dar uma uma voltinha aqui para chegar no seu Antônio, que é morador do Parque Universitário de Viracopos, porque na verdade um é colado no outro, a gente tá mostrando, não é, as atrações dos bairros aqui. Tudo bem? Tudo bem. Bom dia. Como o senhor está? Tudo bem, graças a Deus. E o senhor mora aqui faz mais de 40 anos. Passou de 40 anos. O senhor, na verdade, mora em qual dos bairros? Eu moro no parque universitário, na parte de baixo, porque parque universitário é um L, né? Em L, né? Começa lá embaixo, vai até aqui e quebra lá até o próximo aquele córrego lá do que os dois são bem pertinhos, né? O Vista Alegre, Universitário, Parque Universit da cidade, ele ele abraça, ele abraça esses outros, né? Ele abraça o Vista, abraça Recanto do Sol, ele abraça. É o maiorzão daqui, o bairro maior, né? Qual a relação que o senhor tem com o Parque Universitário? Ah, melhor de todos, melhor da da relação um bom bairro, né? E principalmente agora tá tendo coisas que aqui não tinha. Agora vê a praça de esporte que não tinha nada disso, né? Até eu falava assim: "Pô, mas começaram a fazer lá pro lado do Vida Nova, esqueceram de nós que somos mais velhinhos, que são." Ah, mas chegou, tá chegando aqui também, né? Tá, tá mudado as coisas, né? para melhor, né? Verdade. O senhor chegou faz 40 anos. É, mudou bastante coisa. Ah, mudou, mudou bastante. Preciso até posso falar de algumas certas. Esse campo aqui era, aqui não existia uma árvore quando existia futebol aqui nesse campo aqui, ó, era terra e existia uma árvore para você se abrigar. Hoje é tudo formado em, né, árvore, plantações. Ficou legal, né? tá bem arborizado, tem tem uma estrutura realmente bem bacana, ali uma quadra de vôlei, né? Eh, vôlei de praia, enfim, aqui é o campinho de eh o campinho de areia também, o campo de futebol ali, o gramado, o Valdecir Saraiva tá mostrando pra gente. Pois não, seu Antônio, pode falar aqui, aqui devido ao frio, né? Mas aqui fica à tarde, aqui fica mais de 100 pessoas aqui. É, agora no frio o pessoal se esconde, né? É aqui, ó. A molecada bate no futebol de areia. Aí outro outros vem aqui na ginástica, mãe que traz as crianças, né? Inclusive com ele falou agora. O molequinho ficou entusiasmado quando viu ele com a câmera fotográfica. Aí é o Vadecido Saraiva é famoso. Tem muita história aí na televisão de Campinas e do Brasil todo. Então eu que eu tenho para falar de Campinas é isso. Tudo bom assim de de do bairro que eu moro, né? Prazer em conhecê-lo, viu seu Antônio. Prazer é todo meu. É isso aí. André, bora rodar. Oi, André, né? André, André. André Aranha. Eu mesmo. Prazer. Lembra do André da Aranha. Boa, boa. Prazer em conhecê-lo, seu Antônio. Valeu. [Música] Pois é, galerinha, a gente segue rodando aqui pelo bairro agora. Sabe onde eu estou? No campo do Corinthian. bastante conhecido também em toda a cidade de Campinas. Olha que estrutura legal, que bacana, gramado bom, arquibancada. Tô aqui, olha só, com o Adão, que é administrador aqui do campo do Corinthian. Bem legal aqui, né, Adão? Fundado quando? 1983, Deus de lá. Então, a gente procura fazer um trabalho aqui bem feito pra comunidade. A gente tem o pessoal da terceira idade que usa aqui também. Então as finais normalmente de Campinas estão sendo todas feitas aqui, exceto quando é da prefeitura que faz no Guarani ou na ponte, mas cedendo de lá tá passando todas as próximas finais aqui no campo do Corinthian que é bem solicitado. Bom, por falar em Guarani, tem essa molecada aqui com a camisa do Bugra, o projeto Bugrinho treina aqui também. É isso? É, eles treinando todas as quarta-feiras aqui da das 2:30 às 5:20. Eles fazem umas colaboração aqui com a gente para para ajudar no campo aqui e fazer a manutenção, entendeu? Então a gente colabora com com o campo e a gente cede o espaço para eles treinarem. Boa. Bora falar um pouquinho sobre a estrutura porque é bem legal. Tô vendo arquibancada. Você sabe a capacidade aqui, Adão? Acho que é 1200 pessoas sentado. É bastante, né? É uma capacidade aí importante que recebe, como você disse, finais aí de de jogos amadores aqui de Campinas, campeonatos amadores, né, Adão? É, campeonatos amadores são 90% das finais são feitos aqui, entendeu? E normalmente na arquibancada cabe esse pessoal aí, mas em volta aqui chega daqui 3000, 4000 pessoas nas finais de domingo aqui. Boa. E a estrutura aqui, tô vendo bar, a própria arquibancada que eu já citei, é vestiário. Puxa vida, é bem legal. É, é, a gente procura manter isso aí, né? Porque tem que cuidar, tem que zelar. É uma coisa que que nem a minha a minha família mesmo fala que eu acho que eu gosto mais desse campo aqui da do que da minha casa. Então eu se fazer alguma coisa em casa, eu acho que eu não fico tão chateado que nem judiar, estragar aqui. Eu meu coração sente porque eu eu amo isso aqui. Deu de 1983 que a gente vem cuidando. Tinha outro parceiro meu que era o seu Zé que faleceu no ano 2000 e de lá para cá eu assumi e vem progredindo aqui, arrumando cada vez agradecendo. Tem uns poder público também que ajudou aqui para fazer o alambrado, senão não tinha condições de estar assim. Então a gente agradece o poder público também que deu uma colaboração. Como faz aqui para usar? Eh, questão de de organização, como é que é? Tem que tem tem regra, né? Não é chegar e jogar, né? Não, não é chegar e jogar. A gente tem uma uma agenda ali, a pessoa liga, a gente vai ver o horário disponível aí pelas ligas, pelo pela prefeitura, pela secretaria, o horário que tá disponível a gente vê para encaixar para pr para porque tem muito time em Campinas para agradar todo mundo fica difícil. Então a gente vai procurando pôr uma outra semana para conseguir agradar todo mundo. Bom, e aqui é frequentam eh os moradores aqui do bairro do do Parque Universitário Viracorpos, eh principalmente, né? E claro, a galera de toda a região aqui vem gente de toda a cidade, na verdade. Mas qual é a relação aqui do campo do Corinthians com o bairro? Ô, Adão? Ah, a relação é a relação daqui porque é o seguinte, é a gente tem o posto de saúde que usa, a comunidade usa, tem o pessoal que faz a caminhada de manhã, à noite também, de manhã você vem aqui, tem 150, 160 pessoas fazendo caminhada aqui. Começa 4:30 da manhã, vai até às 10 horas da manhã. Caraca, que bacana. É, e começa às 4 horas da tarde, vai até 8, 9 horas da noite, entendeu? Tá aí. Então a gente procura é tá sempre atendendo todo mundo. Deixa o portão aberto aqui para pessoa tá iluminado, pra pessoa fazer a caminhada à noite agora. Boa. Tem iluminação aí, ó. É, tem a iluminação agora. Então o pessoal aproveita. Quem trabalha na parte do dia vem à noite. Quem trabalha à noite vem na parte da manhã e a gente procura agradar todo mundo. Valeu. Obrigado por nos receber aqui. Adão. Eu que agradeço para divulgar também o campo do Corinthians. Já é falado em Campinas, mas cada vez mais conhecido e a gente agradece também. [Música] Bom, pessoal, a gente tava batendo um papo com Adão e ele falou que o projeto Bugrinho treina aqui. Estou aqui com o André Ceará, que é justamente o coordenador do projeto aqui no Ouro Verde, né, André, para falar um pouco sobre o projeto, sobre, não é, o Guarani, as categorias de base, a relação que vocês têm aqui com o campo. Tudo bem? Prazer em revê-lo. Tudo bem, o prazer é meu, André. É aqui o campo do Corintinha, né, que tem os cuidados do mestre Adão, que cuida com muito carinho, com muito amor aqui do campo. E a gente tem uma parceria aqui, a gente utiliza o campo de quarta, manda alguns jogos também de final de semana e a gente contribui com com a manutenção do campo para a tinta, por exemplo, enfim, caminhão pipa de água que mole o campo. Então, o campo do Corintinha com certeza é um dos melhores campos de de Campinas, né? E agora com a grade tudo dá mais segurança, a qualidade do gramado é muito boa. Então é é para nós é um é uma alegria poder ter um campo desse aqui na nossa região para treinar a garotada, como você disse, né? É, eu tô impressionado como o gramado é bom aqui, uma arquibancada com mais de 1000 lugares aí, uma estrutura realmente bem bacana aqui, né? Será? Sim, é tradicional esse campo, né? Então, grandes finais do futebol amador de Campinas eh é realizado aqui e, enfim, é é um local de fácil acesso aqui pertinho da avenida, né, da Rui Rodrigues. E assim, dá para melhorar ainda aqui esse campo, né? Eu acho que eu eu até a gente fala assim o o poder público, tá? Para aumentar a arquibancada. Você vê que tem um espaço aqui atrás praticamente já pronto para fazer uma arquibancada e enfim esse lado aqui também dá para aumentar a arquibancada, dá para ampliar inclusive do outro lado ali, né? Do outro lado. Então, como você falou aqui, cabe e 1000 pessoas, até mais sentado, né? Porque dia de final de amador aqui vem 5.000 pessoas aqui. É, o pessoal fica em volta. O Adão tava falando, né? Fique em volta aqui. Aqui é um é um local de futebol tradicional aqui da de Campinas. Então assim, e mas tá melhorando, né? A gente já tá aqui já há 6 7 anosal e o campo vem sempre sempre muito bem cuidado pelo Adão e e tá melhorando esse o alambrado, questão de limpeza, banco de reserva, enfim, mas pode ficar ainda melhor. Boa. E aí, saiu alguma fera pro bugão aí ou não? Sim, a gente já tem garotos nossos aqui que hoje já são profissionais, estão jogando em em alguns clubes e na base do Guarani hoje os nossos alunos aqui do projeto Bugrinho Ouro Verde, a gente tem sete alunos na base. Opa desde o sub 10, sub1 até o sub-17. Tem garotos lá que tão começaram aqui, que estão se desenvolvendo e estão tendo oportunidade. Agora a gente espera que um deles profissionalize e ajude o nosso bugrão a a voltar o ao lugar da onde ele nunca devia ter saído. Com certeza. Tomara. Tomara. Valeu. Significa, claro, que o trabalho tá dando certo e parabéns aí pelo trabalho no guarani. E legal aqui utilizar o campo com essa estrutura bem bacana. Valeu, Ceará. Eu que agradeço. [Música] Bom, pessoal, estamos agora na Associação de Moradores do Jardim Vista Alegre, que fica grudadinho aqui com o Parque Universitário de Viracopos. Os bairros se confundem. Estou aqui com o Pedro, que é fundador, não é? também o presidente aqui há 42 anos surgiu essa associação com um trabalho realmente bem bacana. É bem legal, né, Pedro aqui, né? Muito legal. Aqui é uma associação que foi fundada em 83. O bairro Jarduim Vistaegre foi fundado em 1979. A associação foi fundada em 1983. E Deus daí, como aqui não existia água, ônibus, não tinha nada, iluminação, não tinha nada, a gente fundou uma associação para poder lutar pelas melhorias. Como eu disse, tá grudadinho aqui com o Parque Universitário Viracopos. É, vem a galera do do do Parque Universitário de Viracopos, a galera do Vista Alegre aqui, todo mundo utiliza a associação, né, Pedro? É, inclusive aqui o Jardim Vista é que dá manutenção à região aqui do Parque Universitário, Recanto do Sol, Jardim Mercedes, São José, Maria Helena, todo mundo usa aqui as melhorias que a gente conseguiu aqui no Jardim Vista Alegre. Inclusive nós tem dois ginásios do estado, nós tem duas e em Enei Novais, nós tem o a creche eh nave mãha aqui em frente à igreja Santa Inês, nós tem o posto saúde. Aqui tem bastante melhoria, graças a Deus a gente conseguiu muita melhoria aqui, apesar que ainda falta muita melhoria e melhorar mais o que já tem. Boa. Vamos falar um pouquinho sobre a associação que a gente tá é no salão aqui, né, seu Pedro? Tem a eh o pessoal aqui pode observar, tem capoeira, tem box. É isso. Isso é tem a capoeira aqui segunda e quarta e sexta-feira, onde tem a capoeira e tem também o box. Eles me dá uma misturada aí pro pessoal divertir. Quais as atividades que tem aqui além da capoeira e do box? Olha, além da capoeira e o box, a gente tem aqui o seguinte, tem a o uso aqui, né, do salão, tem o pessoal do posto de saúde que usa aqui quarta-feira, eh, os adultos que usa, faz um trabalho com os adultos, com as pessoas que necessita e na quinta-feira o por saúde faz novo trabalho com as crianças, eh, que realmente precisa de fazer algum trabalho. E temos aqui o caminhão da Fumec aqui que tá dando aula aqui de computação pr as pessoas que se interessa. Inclusive agora no meio aí pro fim do mês vai começar fazer a matrica pro segundo semestre. Então essa aqui que a gente viu essa carreta aqui é aula de computação. Isso tem três cursos, né? Inclusive agora deve, eu não sei qual os cursos que vai ter agora o segundo semestre, mas logo logo a moça tá colocando os cartaz para informar qual é os cursos, mas é gratuito, é muito bacana e além de ser de gratuito, ainda tem um lanchinho, tem um suquinho que é paraa pessoa não passar em branco. Ô, sensacional. Vem, aprende, né? Toma um suquinho, come aquele lanchinho, né? Bate aquele ranguinho esperto, né, seu Pedro? Bom também. E e aqui eh tem algum evento, baile, alguma coisa ou ou não? Aqui antes da pandemia a gente fazia assim evento, brincadeira pros idosos e inclusive era ter gratuito, praticamente gratuito, só que depois da academia, depois da pandemia não não tem mais. Depois da pandemia a gente parou. Eh, estamos pensando emar porque muitas pessoas que vinha aqui, que era amigo da gente, faleceu naquela pandemia e a gente deu uma parada, mas o pessoal tá cobrando, tá pedindo, quem sabe que as coisas melhorar um pouquinho a gente volta a a fazer de novo. É, os idosos precisam, claro, de ter, né, precisam ter aí e momentos de lazer também, né, seu Pedro, quem sabe aí pode voltar aí baile pra rapaziada, né? É, a gente espera que sim. E além de tudo isso, a gente tem uma camelaster aqui que as crianças da escola aqui, o pessoal traga os fios para divertir. Tem o balanço, tem outros gir outros brinquedos. Isso é tudo de graça. Tudo é a gente que faz e pr as crianças brincar e se divertir. Obrigado pela pela entrevista, seu Pedro. Parabéns pelo trabalho aqui. Tudo bem? Muito obrigado. Eu que agradeço. Valeu, galerinha. Show de bola. A gente segue rodando. É isso aí, galera, aqui da Associação dos Moradores do Jardim Vista Alegre. Que legal, que bacana. Aqui, olha, tem balanço pra galerinha, criançada. Por falar a criançada, olha só que bacana, tem esse pula pula aqui. A criançada, não é? as crianças vão brincar bastante. Tem também eh manicure e o salão que o seu Pedro já mostrou pra gente com diversas atividades. Vamos combinar o seguinte, no próximo bloco tem a receita. Sabe o que vai ser? Um torresmo de rolo. Eu vou para lá com o meu amigo, o repórter cinematográfico Valdecir Saraiva, o carioca, porque a gente já está com água na boca. Torresmo de rolo. Que delícia. Até o próximo bloco. [Música] Boa, galera. Chegamos então no terceiro e último bloco aqui do meu bairro na TV. Que delícia, é a hora da receita. E olha, a gente vai bater um papo sobre uma receita de torresmo de rolo. É isso mesmo. Dizem que é fantástico. Tô aqui com o Angelo. Tudo bem, Ângela? Beleza. Tudo bem. Beleza. E aí, firme? Bom, bem, graças a Deus. Bora fazer essa receita aí. Bora. É boa. E ainda vai com acompanhamento de biringjela frita. Olha só. Aí sim, hein. Vamos lá, então. Bora lá. Vamos começar a fazer a birinjela primeiro. Vai explicando pra gente o passo a passo aí, por favor.Ângela, aqui é o seguinte. Tirei a biringjela. Corte meio rústico mesmo. Fazer porque esse daqui acompanha também o nosso torresmo de rolo. Panamento meio diferente. Creme de leite, pouquinho de lemon pepper. Isso aqui é uma pimentinha. Murupi. Essa daqui é murupi amarela. Essa aqui é boa, hein? O que que é essa pimenta aí? Essa pimenta ela vem lá do do norte do país. Isso aqui é um Mas é uma pimenta diferente. O que que é? É, é uma pimentinha que ela é muito usada lá no norte. Aqui a gente quase não conhece. Então eu gosto de trabalhar muito com tempero. É ardida ou não? Ela é um é razoá. Ela é saborosa. Ela é saborosa. Ela é saborosa. Bom, então a gente tá fazendo por enquanto a belingigela, né? Sim. O torre, você vai ver já já. Um pouquinho de pimenta do reino, já que você gosta. Aí sim, hein. É, galerinha. Então, essa berjela aqui acompanha o torresmo na na porção aqui. Sim. Coisa linda, hein? O empanamento é bem, eu empano, eu gosto de empanar com o creme de leite porque ele dá um sabor diferente. Aí o que que eu faço? Farinha de trigo boa. Com farofa. Farinha de trigo com farofa. Eu misturo as duas. Você pode ver, ó, como que ela fica, ó. Boa. Dá uma boa misturada. É só alegria. Aí sim. Quanto tempo fica aí? Só pelo fato de dourar. Dourou, já pode tirar. Boa. Deu aquela lavadinha na mão, né, Ângela? Ongelo lava a mão aí de 5 minutos. Tem que ser, senão não tem jeito. Boa. Tem que ser assim. Quanto tempo fica aí? Ela vai ficar no máximo ali 1 minuto e meio, 2 minutos, depende da temperatura que você tá usando. Ela dourou um pouquinho a casquinha, já tá que ela vai ficar ao dente. [Música] Aí o pessoal em casa tá perguntando: "Mas cadê o torresmo de rolo?" Calma que nós já vai matar o porco já. Vamos lá. É isso aí. Torreos de rolo, panceta. O que que eu fiz? Eu peguei a panceta lá para adiantar, como sei que a gente tem pouco tempo, eu fiz o quê? Eu dei uma cozida nela. Eu gosto de cozinhar com o quê? Eu ponho um pouco de páprica, uma pimentinha do reino, um pouquinho de sal, mexida e deixar ela cozinhar lá. Cozinhar a esse ponto aqui, ó. Aí, o que que a gente faz? Isso aqui o rapaz mandou mais fina, mas eu deixo ela desse jeito aqui e pronto. Aí vem para cá. Qual que é a diferença do torresmo pro torresmo de rolo? É o mesmo torresmo. A única diferença é o jeito que ele é feito, porque ele é assado primeiro. Eu gosto de cozinhar. Eu cozinho, asso, aí ele vem para cá, ó. Que espetáculo. Escuta o cheiro. E você sabe o que é o mais gostoso? É esse óleo que sobra aqui. Você fazer um arrozinho. E aquele suco de cevada junto, hein? Aquele ali a gente tem aqui também. É bom. É uma pena que eu tô trabalhando, viu, Angelo? Mas numa próxima eu venho aqui, beleza? Eu venho aqui para curtir, eu e meu amigo Valdecir Saraiva ainda vamos trazer o Ricardo Brunete, que é o editor de imagem, um baita do editor aqui junto para comer esse torresmo aqui, ó. Ô, mas é, eu tô ouvindo o cheirinho daqui, cara. ouvindo o cheiro. É isso mesmo. Não falei errado, não. Tô ouvindo o cheiro. É agora vamos, eu vou pegar o torreso ali e vou jogar para cá para você ver. Vamos lá. Vamos ver isso aí. Quanto tempo fica aí? Só pro pessoal entender direitinho. Aqui eu deixei mais ou menos, como ele já tava cozido já, eu deixei mais ou menos ali um uns 20 minutos, só que eu joguei 250º até 500, o que é quente pra caramba, né? 500 não, perdão, 300. 500 é por causa do meio kg. Vamos lá. Tá bom. Se for 500º aí, lasca. Você vai ver que ela já tá Olha que imagem, ó. Ó, ó. Ela já tá pururucando. Que espetáculo, hein? Agora nós vamos passar para colocar para lá. Agora o seguinte, ó. Aqui é só para finalizar. Não, essa imagem aí é fantástica, né? Para quem gosta de um torresmo de rolo, meu amigo, deve estar com uma água na boca disso aí. E vale lembrar, né, Angelô, que não acaba aí não. Depois você coloca o quê? Um catupiri. Ainda vai um catupiri e o catupiri original. Gosto de trabalhar produto de qualidade, catupiri e um provolone ainda por cima. E depois, meu Deus do céu, a parte mais legal é depois ainda. Eu não sei que dia o pessoal tá assistindo, ele estreia é sempre aos domingos, mas fica, né, reprisando na programação aqui da da TV Câmara, mas a gente tá gravando numa sexta-feira. Então, cara, cestou completamente aqui, né, Angelo? Com certeza. Ó, já deu uma boa pururucada. Ah, já tá bom, hein? Tá vendo aqui? Já deu. Tá vendo, ó? Como ele já tava cozido já e depois assado, ó como que ele fica. Deixa aqui para ele ficar um pouquinho que tá mole ainda, ó. Aí é para ele ficar crocante. [Música] Torreso já ficou durinho. Catupiri provolone. Agora a gente vai lá para servir. Boa, pessoal. Aguardando aqui o Ângelo chegar com o torresmo de rolo, catupiri. Que coisa espetacular, hein? E aí, Ângelo, o que que você vai fazer agora? Agora a gente vai deixar ele pronto, né? Olha só que coisa linda. Vou até gravar. Pode? Ô, fica à vontade. É o famoso torresmo de rolo com catupiri. Meu Deus, que coisa linda, hein, G? Linha de goiaba aí, ó. Boa. Bora. É o famoso. [Música] Deu para ouvir o barulhinho aí, Valdecia? Que espetáculo, meu Deus do céu. Como que surgiu essa ideia aí? Não, agora a parte mais legal é agora. Você sabe que aqui a gente, o patrão é o cliente, né? Agora a gente gosta de puxar o saco do patrão. Abre a boca. Hum. Para passar por trás. Hum. Meu Deus do céu, que espetáculo, amigo. Hum. Saúde. Que espetáculo. Como surgiu essa ideia aqui? Esse ideia surgiu eu fazendo no botecagem. Eu tava lá no shopping ainda, eu falei: "Pô, meu, aqui não tem um torresmo de rolo de responsa". Eu falei: "Vou ter que dar um jeito de fazer". Aí eu já fui juntando catupiri, testei com mussarela, testei com outras coisas, coloquei agora de leinha de goiaba. Prova aí, depois você me fala. Ele dá um agre doce top. É fantástico, cara. Aí eu falei: "Ah, vamos pegar, vamos fazer alguma coisinha diferente". Hora que eu peguei, a combinação ficou top demais. Ficou meio defumado do Provolô, cremoso e mais o crocante. E aí fica o agre doce lá do da cara, parabéns. É uma coisa assustadora de bom. Top top. Que que você achou da biringela? Coisa minha. Fala um pouquinho sobre a história aqui do Let's Go que aqui no Parque Universitário de Viracopes. O Let's Go surgiu em 2018. Já era um sonho meu. Sempre foi montar alguma coisa. Eu sempre quis o seguinte, montar uma gastronomia. Desde quando eu comecei a fazer a faculdade de gastronomia, o meu intuito era montar uma gastronomia legal, num padrão pomo. Agora assim, o que que a gente consegue fazer que o pessoalzinho faz aí você roda o mundo afora, mas com preço que vale a pena pra gente pagar, mas aquele preço justo. Aí eu montei o Let's Go justamente por causa por conta disso. A gente foi aí ano passado a gente montou um evento que chama Botecagem. Esse foi o meu prato. Nós juntamos 10 é parceiros aqui da região. Cada um tem seu bar, sua lanchonete. A gente juntou todo mundo, a gente fez um concurso entre a gente e esse daí foi o meu prato de lá. E é um dos que mais depois do contrafilé, esse ali é o que mais sai. Contrafilé é bom também. Contrafilé vai na pedra fritando na mesa. Bom, que coisa linda. É, você antes o o bar aqui era no shopping, né? Você é fiquei se anos no shopping. Aí a gente veio para cá aqui hoje. A gente vai tá há dois meses funcionando mesmo. Há dois meses aqui. Cara, é sucesso, hein? Obrigado. Neginho é bom, hein? É coisa de outro mundo para quem gosta de torrmo. Eu eu vou pegar mais um pouquinho porque depois eu vou vir aqui para curtir, como eu disse aí. Tá bom. E você curte aqui o o o bairro tudo? Eu moro aqui, eu eu sempre falei assim, a região, ela me adotou, vim de outra região da cidade. Quando eu vim para cá, hoje eu moro, invisto, trabalho e emprego aqui na região. Essa região aqui, ela é fantástica. Ela é menos valorizada do que deveria, mas ela é fantástica, tem de tudo aqui. É por isso que eu sou apaixonado pelo meu bairro na TV, porque a gente vai mostrando os quatro pontos aqui, os quatro cantos da cidade. Obrigado, viu, Ângelo? Eu que agradeço e parabéns. Vou esperar você mais vezes aqui. Valeu, demorou. Estamos junto. Obrigado. Obrigadão, gente. Bom, pessoal, o seguinte, se você tiver alguma sugestão de bar, já sabe, né? O WhatsApp é esse. Olha só que aparece no seu vídeo, tá bom? Tchau e até a próxima oportunidade. เฮ [Música] เฮ [Música]