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[Música] Bom, pessoal, estamos aqui no Bosque, bairro que fica na zona central de Campinas. Olha aí no mapinha. [Música] Bom, galera, não dá para perder não. A gente vai mostrar muita coisa que tem por aqui, como por exemplo, olha só o bosque dos kit bas. Também vamos falar sobre teatro, entrevistar uma senhora de 100 anos de idade, moradora do bairro na hora da receita. Uma delícia, um lanche de pernil. Fique com a [Música] gente. Bom, pessoal, e a gente começa essa edição do meu bairro na TV aqui falando sobre o bosque, né, comentando um pouquinho sobre o teatro Sotaque. Tô aqui com o Antônio Carlos da Costa, que é justamente o diretor do teatro, porque aqui fica muito bem localizado. A gente tá no coração do bosque, né? O bosque bairro, né? Isso. É para não confundir as pessoas. Tudo bem, Antônio Carlos? Beleza. Tudo bom, André? Vamos lá. Aí, e o que que você pode falar sobre o teatro, que tem, sem dúvida alguma, uma estrutura bem legal aqui. Qual a capacidade aqui para o nosso espaço aqui, o Teatro Sotque, tem capacidade para até 230, bastante gente. É, nós temos 230 poltronas, mas às vezes cabe alguns no chão, mas a a ele foi pensado assim para ser um teatro de pequeno porte para atender exatamente a as pessoas aqui do bairro do do bosque. E a gente atende escolas também, tem temos espaço aí na frente pros ônibus pararem. Então ficou um local assim de de de fácil acesso, apesar nós estamos praticamente no centro da cidade, né? E é um local de de acesso muito fácil e muito muito fácil de vir. Você pode vir do centro para cá, você pode vir a pé ou se quiser também tem onde parar na frente, tem estacionamento. Essa rua a Barão de Jaguar aqui na na frente do teatro é uma rua que não tem trânsito e esse espaço é reservado para as pessoas que se dirigem até teatro ST. Não, eonde a gente tá aqui, exatamente, tem uma uma visão bem legal, né, da é o o o espaço foi pensado para pr para ter uma interação maior, né, entre entre os atores e o público, tá? Eh, a gente trabalha basicamente com teatro infantil, sabe? Então, eu tenho essa linha de de interagir muito. Os nossos espetáculos são bem assim próximo das crianças. você já assistiu, você tem criança, já assistiu e já e conhece o nosso trabalho e é muito bom, diga-se de passagem. E a gente chega esse espaço, você estando no palco, você tem uma uma uma proximidade muito grande com o espectador. Então ele já foi pensado nessa forma de alambrado, exatamente para para pra criança se sentir mais dentro do do do palco, mais interagir mais com os atores. Esse esse é uma coisa pensada exatamente nisso. Bora com falar um pouquinho sobre a história do do Teatro Sotaque. Claro, claro. O teatro Sotaque e foi fundado em janeiro de de 1978. Opa, um ano importante, hein? Acho que o Guarani foi campeão brasileiro, hein? Lembro muito bem. Lembro muito bem. E ah, esse ano nós fizemos 47 anos de existência. Nesse local aqui na Barão de Jaguara, aqui no bairro do Bosque, nós estamos há mais de 35 anos só nesse espaço. Quando nós chegamos aqui, não existia nada disso. Esse esse teatro não existia. Aqui era uma casa que era uma um espaço abandonado. Quando nós chegamos aqui no bairro, sabe? Até a classificação do espaço aqui foi mudada, foi modificada, porque aqui agora ficou um local assim eh eh as pessoas vêm passear aqui na na praça. Tínhamos uma praça aqui que era uma praça abandonada e agora é uma praça muito bem cuidada. A prefeitura esteve aqui há uns há um tempo atrás, deu uma reformulada legal na no espaço, na no espaço, quer dizer, na na praça, né? E aqui ficou o local agora sim muito bom para pr pro lazer. Boa. Antes aqui então tinha problema de segurança ou falta de segurança, né? Era uma coisa do bairro, né? Era uma coisa do bairro, porque aqui era um era um espaço, nós estamos no início da Baron de Jaguara, né? Sim. Os três primeiros imóveis aqui são do teatro. Eh, quando nós aqui chegamos, eh, não tinha absolutamente nada, não tinha comércio, não tinha absolutamente nada. Aqui era um local erro abandonado e não tinha cuidado nenhum e era um um espaço realmente invadido, tá? E aí a gente comprou, nós compramos esse espaço, esse espaço pertence a ao Teatro Sotaque e demos uma revitalizada geral, construímos esse teatro aqui. Esse teatro aqui tem história. A gente começou do Você faz parte, não é? Você tem uma influência muito grande. Tava me contando aqui, você foi de tudo aqui para colocar isso em pé, né? Isso. É, carreguei saco de cimento, carreguei pá de de de massa literalmente, sabe? ajudei na na no planejamento do espaço e e isso tudo saiu da da minha cabeça e é um sonho que a gente realmente conseguiu concretizar. Boa pro pessoal que tá em casa acompanhando, assistindo ao meu bairro na TV, estamos falando sobre o Bosque, o bairro Bosque, né? Estamos aqui no Teatro Stotac para contar um pouquinho pra galera que certamente tá curiosa, tá interessada, tá querendo prestigiar aqui. Aqui a maioria das peças é infantil. É isso. É, basicamente os nossos espetáculos são peças infantis. Então, nós temos um festival de clássicos infantis aqui que é durante o ano todo. Então, praticamente todas as finais de semanas, nos sábados à tarde, domingo de manhã e à tarde, tem um espetáculo infantil aqui. E é muito fácil aqui. É muito fácil de chegar, muito simples de de se você entrar na internet, é só clicar lá Teatro Sotá que já vai aparecer toda a programação. Tem eh no nosso site tem como chegar aqui. Tem um um um roteirozinho para você vir de carro, vir a pé. Do centro da cidade você gasta 5 minutos a pé, tá? De carro é 2, 3 minutos. Aqui muito tranquilo, tem onde parar aqui na frente, seguro, estacionamento do próprio teatro, gratuito, inclusive. Se isso é importante. Então, chegar num lugar que tem onde parar o carro, é, já final de semana o jogo. Final de semana, se você está aqui no bairro do Bosque ou no centro da cidade, praticamente todos os finais de semana tem um espetáculo infantil. Como faz para comprar o ingresso? O ingresso, você pode comprar ele na internet, no próprio site do teatro. Nós temos vários parceiros. Qual é o site do teatro? É teatrosotaqu.com.br. Ah, perfeito. Tá. Então, nós temos vários parceiros, temos parceiros eh em vários bairros aqui na região mesmo. Nossos parceiros também aqui do bairro, eles vendem os ingressos antecipados também pra gente. É que que é uma forma de facilitar também pr as pessoas para chegar aqui já tá tudo. Você falou aí que tem sábado e domingo, citou os períodos, mas normalmente pra galera anotar certinho é os horários. É sábado às 17 horas. Horário ótimo, hein? Eh, domingo às 11 e às 16. Nós somos uma escola preparatória também. Nós preparamos atores para trabalhar no teatro, no cinema, na televisão. E a equipe que trabalha aqui no Teatro Sotaque, eh, a grande maioria deles são alunos que nós formamos aqui para trabalhar na na já sai com emprego, basicamente, né? já já começam estagiando aqui na na nas nossas peças e acabam ficando, né? Porque depois já se profissionalizam e já tão aqui junto com a gente mesmo. Que legal. Como que é esse curso aí? É o o curso é nós nós ensinamos crianças a partir do momento que já saiba ler e escrever já pode participar. Nós temos crianças aqui. Eu tenho, nós fizemos uma peça agora, esse final de semana passada, a peça do Pinóquio. O garotinho que faz o Pinóquio começou aqui com 5 anos. 5 anos de idade, já tinha uma noçãozinha de ler e começou a escrever. Que precisa saber ler e escrever para poder acompanhar, né? senão também acaba não acompanhando. E ele ficou assim tão empolgado, tão entusiasmado que ele veio fazer aula aqui com a gente e já vai já vai para três ou qu anos que ele tá fazendo essa peça e ele faz participa de todas as peças do do sotaque. Isso já vem de longa história. O meu filho, que hoje já professor de história, eh com 3 anos de idade já trabalhava também no no teatro junto com a gente. E daí pra frente a gente foi assim e eh abraçando todo mundo que que chega aqui no Teatro Soltar, a gente abraça e coloca. Nós temos vários alunos especiais, sabe? Alunos que que que t algumas necessidades especiais. A gente abraça aqui também, já estão colocando nas peças. Além do que a gente trabalha, os alunos também fazem as peças dos alunos que são abertas e no no final do semestre e nós temos formado bastante pessoas, sabe? Então, as pessoas assim, eh, quem quer fazer um curso de teatro como deve ser feito, né, no próprio teatro, esse espaço aqui, a princípio, a a ideia primeira era usar pros alunos praticarem. E aí ficou tão legal que ficou tão adequado, que resolvemos fazer a trazer as peças infantis também para cá. E aí caiu que nem uma luva e hoje o Teatro Sotaque tornou-se uma referência no teatro infantil aqui na cidade. Boa e é muito legal. Bora rodar, pessoal, aqui no meu bairro na TV. [Música] Bom, galera, a gente segue rodando aqui pelo bosque. Olha só que legal. Estamos numa escola de circo e dança bem bacana. Tem que ter um preparo físico impressionante. Eu vou bater um papo com a Paula, que é justamente a proprietária, para falar sobre, não é, as atividades que são oferecidas por aqui, que eu tô dando uma olhadinha aqui. É, é bem bacana, é bem bonito, né, Paulo? Isso, super colorido para atrair o pessoal para fazer exercícios se divertindo. Bom, quem chega aqui vai encontrar exatamente o quê? A gente tem aula de circo, danças, tanto para crianças quanto para adultos. E o nosso foco principal são os aéreos, que é o que mais atrai a galera. Como eu disse, tem que ter um preparo físico impressionante, né? Porque não é fácil não, né, Paula? Tem que se preparar direitinho, mas vai aprender aqui, evidentemente, né? Isso. A gente trabalha todo o corpo de uma forma sincronizada e trabalhamos a mulherada aqui principalmente. Então o pessoal chega para se divertir e sai bem forte. Deve dar uma definição impressionante, né? Com certeza. É muito bom pro corpo de forma geral e pra mente porque é um trabalho de mente e de corpo. Bom, o nome aqui tem um motivo especial, né? Isso. Fly Maria, por conta da minha mãe que chama Maria, uma homenagem a ela que sempre me incentivou. E também a Nossa Senhora, de quem eu sou muito devota. Boa. Qual a relação que vocês têm com o bairro aqui, com o Bosque? Eu já morei aqui, então eu gosto muito daqui, principalmente por conta da região do bosque mesmo, né? O ar é mais puro, é mais gostoso, mais fresquinho e eu já dei aula aqui na região também, então é um bairro que eu gosto muito de Campinas. É um bairro bacana. E e aqui, né, Paula, vem a galera do Bosco, mas também vem do da cidade inteira. Isso é uma região bem central, né? A gente tem os estádios aqui do lado também e tem umas padarias muito gostosas. É uma região perto do Cambuí, perto do centro, então atrai bastante a galera. Bom, eu percebi exatamente isso porque a gente rodando pelo bosque, é como tá na região central aqui de Campinas, é exatamente isso que a Paula falou. Por isso é um bairro muito especial, é muito legal aqui o bosque, né? Bom, aqui pra gente finalizar, Paulo, quem quiser se matricular e tudo mais, pessoas de todas as idades ou não tem o mínimo, tem o máximo, como é que é? Porque a gente, eu tô dando uma olhada aqui, eu, por exemplo, eu acho que para mim é difícil, né? Não deve ser fácil. Ou eu conseguiria com muito treino, é, com muita aula. Consegue sim. A gente tem crianças a partir dos 4 anos. Isso. E temos adultos. Nós temos alunas de 78 anos aqui. Puxa vida, então é uma uma beleza aqui. E então pode criancinha de 4 anos já pode fazer isso desde os quatro até infinito aí para todo mundo. O tecido é bem democrático. Então a gente faz uma metodologia de uma forma que todas as pessoas com todos os corpos, todas as idades, conseguem fazer. Valeu. Obrigado Paula. Eu que agradeço. Bom, é isso aí, pessoal. Bairro Bosque, aqui no meu bairro na TV. [Música] Bosque dos Jequitaz é uma das mais antigas áreas verdes de lazer de Campinas foi criado em 1884. Dom Pedro II, para se ter uma ideia, em sua última viagem a Campinas, em 1886, visitou o [Música] Bosque. Bom, e olha só, uma das atrações aqui do Bosque é justamente o Teatro Infantil Carlos Maia, que é o Carlito Maia. Um sucesso. A criançada adora. Ele foi fundado no final aí da década de 1970 com Ricardo Pereira, que é justamente o coordenador aqui do teatro, sabe tudo e mais um pouco, né? Tudo bem, Ricardo? Beleza. Muito obrigado por nos atender mais uma vez aqui no meu bairro na TV. É um prazer sempre receber você, principalmente agora para falar do cara Ilito Maia, que é um teatro muito importante na nossa cidade, que tem um um viés de formação de público importante e tá inserido num dos espaços mais bonitos da cidade, que é o Bosque do Jequitá. Com certeza. Todas as vezes que eu venho aqui, olha que eu moro pertinho aqui do bosque. Todas as vezes que eu venho aqui, eu fico impressionado como é gostoso aqui, né? Essa arborização. Gostoso para fazer uma caminhada, para trazer os filhos. para comer um cachorro quente. É muito bacana aqui, super arborizado. Mas falando especificamente sobre o teatro, que que você pode dizer pra galera que tá em casa, que tem interesse, quando são as peças? O teatro Carlito Tomar, ele tem uma programação geralmente regular, de sábado às 15:30 e domingo geralmente às 10:30 e às 15:30. No momento a gente, nós estamos sem programação porque como tava em período de chuva e aqui é um lugar muito arborizado, a gente tava preservando o espaço que teve umas quedas de de galho de árvore, então a gente preferiu deixar a programação um pouco suspensa. Mas voltando à programação, geralmente de sábado às 15:30, domingo 10:30 e 15:30. E nesse contra apontamento nós temos espetáculos eh eh agendados na semana para escolas. As escolas agendam o espaço, trazem uma produção para para se apresentar para as crianças. Aí as crianças aproveitam, fazem um passeio no parque, conhece o museu e terminam com a apresentação aqui no no teatro. Então é um passeio completo e geralmente e eh acontece de terça, quarta e quinta-feira. E é importante demais essa ação porque é uma formação de público eh eh acaba propagando a cultura dentro das escolas. Não, com certeza. Aí, é o que eu tava falando, né, Ricardo? A criançada adora, né? Adora, adora. E o espaço ele te oferece isso. Ele é um espaço muito gostoso pr as crianças ter a novidade dos bichos que ainda encontram, que ainda tem aqui no no bosque. A questão do museu que tem aquelas curiosidades da questão do museu de história natural, o aquário. Então é um passeio completo e pras crianças acabam enchendo os olhos mesmo. É boa. Qual a capacidade aqui? O teatro Carlitum, ele tem uma capacidade de 160 eh lugares. É um teatro infantil voltado exclusivamente para espetáculos infantis, fundado na no final da década de 70. Por curiosidade, o o decreto que denomina espaço foi no primeiro ano de mandato do Francisco Amaral em 1977, ali no finalzinho dezembro de 77. Inclusive o decreto cita que tá denominando o teatro, mas ainda tá em fase final de de instalação do espaço. Aí 78 79 começa a atividade, na década de 80 ele tem aquele bom de de apresentações. O Bosque tinha um público muito maior que agora que eu acho que a a a tanta novidade acaba tirando um pouco o público dos espaços, né? Mas aí esse teatro ele tinha o nome de Carlos Maia. Aí em 2000, no, por coincidência no último ano de mandato do Francisco Amaral, ele acabou colocando esse diminutivo carinhoso que é Carlito Maia. Legal. Obrigado mais uma vez, cara. Bora rodar no bosque aqui, galera. [Música] Bom, pessoal, vocês já viram aí nas imagens, bastante gente correndo, caminhando. Já já a gente vai mostrar uma barraquinha que vem de pastel, vem de milho, pamonha, refrigerante, suco. Bem cara de bosque mesmo. Mas antes, parada estratégica aqui no museu do bosque dos Jequás. Tô com o Felipe que é biólogo. Tudo bem, Felipe? vai atender a gente porque é bem bacana. Museu de história natural. É isso, né, Felipe? Tudo joia. Beleza, muito obrigado por nos atender. Obrigado, André. Obrigado você. Eh, sim, estamos aqui no Museu de História Natural, que é o complexo, na verdade, faz parte, além do Museu Aquário Municipal e a Casa dos Animais Interessantes. São três ambientes da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo aqui, onde a população, o público pode visitar aqui, conhecer um pouco mais da nossa biodiversidade, dos animais que compõe a nossa fauna brasileira e tirar dúvidas também, que a gente tá sempre por aí também respondendo as perguntas do pessoal. Boa. Isso que você falou é sensacional, tirar dúvidas, porque a gente tá vendo, tem bastante gente visitando criançada e tudo mais. O pessoal tem dúvida e vocês então esclarecem algumas situações para eles, contam histórias, como que funciona isso? Isso. A gente eh retira a dúvida da da do público visitante e fazemos também o tour guiado, atendimento às escolas e grupos fechados que visitam os espaços. mediante agendamento também com com horário específico, a gente consegue formar um grupo e fazer o a visitação nos três espaços nossos, comentando um pouco mais aprofundadamente alguns assuntos de interesse aí de biologia, de evolução, de animais peessonhentos, de aquário, de problemáticas ambientais, de conservação de de animais, entre outros assuntos. Bom, especificamente aqui, o que que a galera encontra? Aqui a gente explica um pouco sobre a técnica da taxidermia, por que os animais estão aqui, como que eles chegam no museu, como que a gente prepara a pele para conservar. Explicamos um pouquinho sobre os biomas brasileiros também, os seis biomas que compõem o Brasil. Explicamos um pouco sobre os animais vertebrados, damos uma palestrinha sobre insetos, a biodiversidade do estado de São Paulo, falamos sobre fósseis, botânica e as interações ecológicas aqui. Vários assuntos mesmo. Boa. E nos outros que compõem o complexo, um deles o aquário, que que a galera vai encontrar? No aquário eles vão ver dois tipos de de ambientes diferentes, os aquários marinhos de água salgada e os aquários de água doce aí de peixes de rios, lagos. Falamos um pouquinho também sobre grupos de animais marinhos como crustáceos eodermos e a gente engloba um pouco a problemática do descarte errado de lixo que muitas vezes vai parar nos rios e acaba terminando nos oceanos e na complicação que isso pode causar na biodiversidade daí do de peixes e outros animais. Boa. Aí completou o o o complexo. Completamos o aquário e daí tem o o serpentário, que é a casa dos animais interessantes, que daí a gente fala sobre serpentes, lagartos, animais peessonhentos, desmistifica algumas informações. Ó, chegou a criançada aqui, ó, pro pessoal ter noção, criançada chegando de uma escola, né, para visitar. Isso não tem preço, né? Porque pras crianças, pro pessoal que tá chegando aqui, é uma aula, né? É uma aula. É muito mágico poder explicar algumas coisas assim, ver o brilho nos olhos das crianças aprendendo também. E é a próxima geração nossa, né? Educar é sempre bom para eles crescerem aí mais conscientes. Boa. Valeu. Muito obrigado pela entrevista. Imagina que é isso, André. [Música] Obrigado. Bom, pessoal, a gente segue rodando aqui pelo bosque. Olha só, encontrei a casa da dona Olga. Me disseram que ela tem 100 anos de idade, é moradora aqui do bosque. Bora comigo aqui, Valdecir Saraiva. Vamos bater um papo então com a dona Olga, como eu disse. Então a dona Olga aqui com a gente. É verdade que a senhora tem 100 anos de idade, dona Olga? Vou fazer 101. Vai fazer 101 quando? Em agosto. 26 de agosto. Bom, e a senhora mora aqui no Bosque, que é um bairro aqui de Campinas muito legal. E qual a relação da senhora com o bairro? Olha aqui, eu sempre fiquei aqui morando. Aqui na aqui tinha um buracão, sabe? Eles jogavam os entú tudo lá. E o meu marido era de amigos do bairro e ele fez muita coisa aqui pro bairro, sabe? E eu fiquei casada 43 anos e mas tudo fazendo, fazendo as coisas, procurando melhorar aqui. Aqui não tinha nada, a casa era tudo terreno, sabe? E então eu fiquei aqui morando, morando muito tempo morando aqui que eu moro aqui, né? O que a senhora mais gosta de fazer aqui no bairro, no bosque, dona Olga, olha, eu agora não, eu gosto de tudo, viu? Eu gosto de tudo porque eu bosque muito bom, a vizinhança aqui muito boa, muita coisa eu não tenho, eu gosto daqui, sabe? Eu sempre fiquei morando aqui, né? E aí, que mais que eu preciso falar? Só isso. Muito obrigado por atender a gente aqui na sua casa. É só isso, mãe. É só isso. Tá bom, né? É. Então, sabe onde eu vou agora? É, eu vou lá na cantina do Za, conhece? Ah, é, conheço. Boa. Vamos dar um pulinho lá para conhecer, galera. Muito obrigado, dona Olga. Deus. Então, obrigado então, viu? Desculpa, você não falei direito. Mandou super bem. [Música] Bom, pessoal da casa da dona Olga, aquela simpática senhora de 100 anos de idade, aqui pra tradicional cantina do Zuza, que foi fundada em 1996. É, portanto, um lugar muito tradicional e fica aqui no Bosque em Campinas. Tô com o Elias que comanda tudo aqui. É de fato um lugar que chama muito atenção, bastante conhecido, né, Elias? Sim, André. É, o ZUSA é bastante tradicional aqui na região do Bosque, né? A gente tá desde 96, né? Eu assumi em 2006 e mantive a tradição daqui da casa. Bom, antes era o seu Zusa, né? Ele passou para você, você fez algumas mudanças, como que foi isso aí? Sim, antes era seu Zusa, saudoso seu Zusa. Eh, ele passou para mim, eh, eu assumi junto com a minha mãe, fizemos algumas mudanças, mas sempre deixando aquele aspecto de aconchego, né? Casa da avó, comida caseira. Não. E é bem isso mesmo, aquela aquele aspecto de aconchego, um lugar confortável, gostoso, parece tá aqui almoçando, sabe aquele almoço de domingo, como disse o Elias aqui na casa da avó, vocês prezam por isso mesmo, para manter esse clima, né, essa atmosfera gostosa, né? Exatamente, André. Aqui eu falo, o pessoal, muitos clientes falam que é muito aconchegante, né? Abraça, né? Tanto a comida como o atendimento, né? O ambiente é muito gostoso. A gente pensa nisso e mantém isso. Vem desde os seus usa mantemos as mesmas receitas e é isso. Como o bifão dos usa, é o bifão dos usa hoje é um carro chefe da casa, né? Prato muito tradicional da casa, acompanha alho chips. Hoje é o prato que sai mais na casa. A gente tem uma venda muito grande dele. Acho o prato mais pedido aqui. Bom, e qual a relação que vocês têm com o Bosque aqui, Elias? Ah, a relação é falar que é total, né? Porque a gente é vizinho do Bosque, né? Eh, falou do Bosque Zuza, lembrou do Za, Bosque, né? Até os animais aqui vem às vezes aí fora. A gente tem que chamar os bombeiros para pegar. Você acredita? Boa. Obrigado, Elias. Valeu por nos receber aqui. Ô, obrigado vocês. Venham sempre, vão ser muito bem-vindos. Valeu, galera. [Música] Bom, galera, depois da gente rodar bastante aqui o bosque dos Kit Bas, nada melhor do que parar para comer um pastel, uma pamonha, tomar uma água de coco, porque vir ao bosque e não comer um lanche, um cachorro quente, tomar um refrigerante, uma água, não dá, né, gente? Tô aqui com o Rodrigo, que é o proprietário aqui. Tudo bem, Rodrigo? Beleza. Tudo bem, graças a Deus. Boa, bom dia. Bom, é legal para caramba aí pr pra galera ver e aproveitar aqui o bosque e depois passar para comer um pastelzinho, né? Isso. O nosso carro forte é o nosso pastel. Aqui dentro temos lanche também, né? Milho, é a pamonha, o água de coco, sucos naturais. E aqui é uma área muito gostosa de se trabalhar, né? É o boa. Eu pedi aqui um pastel de carne com queijo. Tá recheado, hein? Isso. Recheado, caprichado. A gente monta, frita na hora, frita no óleo de algodão. Bom, hein, cara? É, vem diferenciada aqui. Vem bastante criança aqui também. Vem, vem bastante escola, como vocês podem ver, tá em escola hoje aqui toda semana, né? De fim de semana temos um movimento maior do público e cada dois meses estamos tendo o bosque interativo também, aonde que eles montam umas tendas aqui. Você pode ter o contato com o animal na mão, tirar foto, pegar e bacana. E pra galera que vem aqui ao bosque, aproveitar o teatro, o aquário, o museu, vê, claro, os animais, né, gente? A gente viu nas imagens os animais aqui. Você orienta a galera vir aqui pedir o que aqui? Aqui a gente tem a o a qualidade do lanche de hambúrguerangos, eh, pastel que montamos frita no óleo de algodão, como você mesmo tá experimentando. E temos bastante opção, açaí, picolé, sobremesa. E é o que mais a turma gosta aqui é o pastel. Boa. Então, quem vier o bosque passa aqui no canto da preguiça. Valeu, [Música] Bom, último bloco aqui no meu bairro da TV. Chegou aquele momento que é o momento da receita. E ol, andando aqui pelo bosque me deu uma vontade de comer um lanche de pernil, sabe? Bom, será que tem? Bora ver. Oi, André. Como? Tudo bem. É um prazer recebê-lo aqui de nossa casa. Boa. Tem aquele lanche de pernil campeão. Você veio no lugar certo. É aqui mesmo que tem o o melhor lanche de pernil de Campinas. Ah, que bom. Maravilha. Bora fazer a receita. Vamos lá. Vamos lá fazer. Bom, pessoal, então vamos entender como funciona aí, como faz esse passo a passo do lanche de penilton aqui com a Simone. Pessoal em casa já tá com água na boca, viu Simone? Como é que é? André, nós começamos temperando o pernil. Eu usei alho, eu usei sal, eu usei louro, limão para dar acidez e pimenta a calabresa. Agora, ó, vocês veem aqui, o pernil já está bem temperadinho. Deixei esse tempero curtir um pouco para penetrar no pernil. E agora a gente vai selar esta carne para colocar ela no fogo para cozinhar, para desfiar a carne. Ela tem que ficar com fundinho dourado, que é esse fundinho que vai dar sabor e deixar a carne saborosíssima. V quanto tempo fica isso? Vai ficar 40 minutos. Agora eu vou colocar a água. Quando vocês forem fazer, não coloca nessa água. Fern o suficiente para quebrir e soltar um pouco em cima da panela. Nós já chegamos no ponto. Agora a gente vai colocar a água e vai. Eu aí grande dá para quantas pessoas? Dá para 20 de 10 a 15 pessoas. 10 a 15 que eles dormem. Dá para fazer em casa tudo. Dá para fazer em casa, chamar os amigos, tomar uma cervejinha. Pô, delícia. É esse pneu, esse lanche de pneu tem sexta-feira, né? Toda sexta-feira a gente faz esse lanche aqui no convido vocês a vir experimentá-los. Já já eu vou experimentar também para saber se é bom ou não é, né? Com certeza. André. André, eu já coloquei o pernil aqui para cozinhar. Vamos marcar 40 minutos. Depois a gente vai desfiar e fazer o segundo passe, tá? Até mais. O nosso pernil já está pronto. Ele foi todo desfiado, desfiado, grosso, como vocês estão vendo aqui, que facilita o processo pra gente servir. Vamos colocar uma poção generosa, né, André, que a gente quer comer um lanche bem recheado, bem gostoso. Perdeu, tem que ser com certeza. A gente acrescenta, gente, um pouquinho mais de limão para dar acidez. Isso é, isso é daquele sabotinho de limão do pernil. Sim. E uma um segredinho, vocês não joguem a água do pernil fora após desfiar o pernil, que é isso que vai dar o gosto quando vocês fizerem casa. Coloquem um pouco do caldinho aqui. Olha só, pessoal. Tá aí a dig, hein? Uma dica de ouro aqui da Simone. E vamos deixar essa carne dourar um pouco pra gente colocar os outros ingredientes. E outro segredo também pro seu lanche de pernil quando vocês fizerem em casa não ficar úmido, que às vezes a gente come o pão que ele tá úmido. Mesmo que vocês não tenham a chapa em casa, coloca duas frigideiras. uma frigideira para fazer essa parte que eu estou fazendo e outra para dourar o pão. Quando o pão tá bem selado e durinho, a o líquido da carne não deixa o pão mole. Aí você não come aquele lanche. O lanche fica crocante, bem saboroso. Que delícia. Então vamos, vamos esperar que ele dá o pontinho. Quanto tempo aí, Simone? Tá, acho que uns 5 minutinhos. A chapa é bem potente. Vai ser André, tá com fome? Eu tô. Ah, então vamos aproveitar. Aqui nós só colocamos tomate, cebola e um pouquinho de sals. Não usamos pimentão. Tem muita gente alérgica pimentão, essas coisas. Então nós só colocamos isso no nosso lanche, tá? Será que vai ficar bom? Ah, tá com cara, hein? Pelo menos com cheiro tá também, gente. Ai, que delícia. Tem que dizer a verdade. Ó, vamos começar, ó, o pãozinho já está costadinho, como vocês estão vendo. Agora a gente coloca o queijo mussarela, deixa ele derreter. Queijo vai derreter e a gente vai finalizar agora o nosso lanche de pernil. Simples, fácil e saoroso. Põe o fãozinho assim do lado. Simone tem uma facilidade para falar também. Você já fez programa de televisão? Não. Quando a gente explica o que a gente sabe fazer, é mais fácil. Você me pedisse para falar de outra coisa que eu não domino e pior ainda, gente, foi eu que comecei a cozinha. Eu comecei a cozinhar. Então eu tenho uma cozinheira hoje que me ajuda, mas eu nunca deixo a cozinha. Eu sempre gosto de qualidade e gosto que meus clientes elogie. A primeira vez que eu cozinhei, que foi um fato interessante, Eldr, uma cliente, o feijão da gente é bem temperadinho. Quando você vier almoçar aqui, você vai ver. E ela me deu um abraço tão gostoso. Ela disse: "Nossa, essa comida me lembrou felicidade". E eu fiquei tão grata por aquilo de verdade, eu fiquei tão grata por aquilo. Disse: "Nossa, porque às vezes a gente tá chansado na nossa profissão, né? Olha gente como vai ficar. Maravilhoso! É um pouquinho de anjo. Ai, esse lanche desse jeito não dá para não dá. Tem que ser um nochão, menino. Não, a gente divide em dois, tá? Você pode comer o A gente divide geralmente esse lanche em duas partes, ou em três, né? Esse é nosso lanche de pernil. Que coisa linda. Agora a gente vai experimentar lá na mesa e bater um papo com o Alberto. V. Obrigado, viu, Simone? Obrigada também, André. Bom, depois da receita lá com a Simone, chegou o momento de experimentar o lanche e o Alberto, que é o proprietário aqui do estabelecimento, né, vai bater um papo conosco. Vamos experimentar então esse lanche, né, Simone, de perneu com vinagrete do sabor de Minas, porque o pessoal fala que é espetacular. Pode colocar aqui, por favor. Obrigado você, viu, Simone? Chegou o momento e eu, olha, eu particularmente sou apaixonado por pimenta. Oi, André, chegou pro grande momento. Posso colocar pimentinha? Então, Alberto, você vai ser o juiz se é bom ou se não é. Todo mundo adora. E é o que eu sempre falo, né? O Valdecir Saraiva, que é o nosso repórter cinematográfico aqui, ele sabe que no meu bairro, na TV, a gente só mostra coisa boa. É, então tem um um [Música] separado. Espetacular. Muito bom. Muito bom mesmo. Nossa, que delícia de parabéns, viu? Ah, que bom. Olha um pou aqui do J po o nosso quanto isso vou comer o escoger à vontade. E por existe desde 1990 que começou aqui ao lado na garagem com os os proprietários de São Mineiros. Eu já sou o terceiro proprietário, tô aqui desde 2013 e nós estamos aqui, passamos a crise, passamos a pandemia e estamos firme e forte, graças a Deus. E com esse lanche que a Festimone faz, né, um grande sucesso aqui a sexta-feira. Vocês estão convidados a vir experimentar esse saboroso lanche de pele negro e é uma delícia. E é o carro chefe aqui. É o carro chefe. Andest. Eu vou vir aqui com a minha esposa Viviane. Venha com ela que ela vai adorar. Então tá bom. Valeu. Muito obrigado e parabéns pelo lanche. Parabéns pra Simone porque olha eu vou falar um negócio para você bem dos melhores lanches que eu já comi na minha vida. E olha que eu já dei uma rodada por esse CTO. Já ajudou bastante Campinas, hein? J é o estado da moça valeu. Muito obrigado, viu? Obrigado, André. Bom pessoal e vocês já sabem, caso queiram de repente pedir pro seu bairro aparecer na na aqui no meu bairro na TV, ele pode ser o próximo. Mande um WhatsApp, é esse aí que aparece no seu vídeo, tá bom? Valeu. A gente tá aguardando o seu WhatsApp. Tchau, pessoal. Até a próxima oportunidade. Eu vou comer mais um pouquinho porque tá bom demais. Tchau pessoal, até a próxima. [Música] [Música]