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Meu Bairro na TV | Bonfim
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Meu Bairro na TV | Bonfim

417 views Publicado 14/04/2025 HD · 46:19

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BONFIM COMO VOCÊ NUNCA VIU! Cultura, Gastronomia e Gente Incrível no Meu Bairro na TV – Imperdível! Você já ouviu falar no Bonfim, bairro tradicional da Zona Norte de Campinas? Então se prepara porque este episódio do Meu Bairro na TV vai te levar para uma verdadeira imersão em tudo que esse lugar especial tem a oferecer – com histórias, sabores, cultura e muita gente apaixonada pela sua comunidade. Começamos pela Biblioteca Municipal Joaquim de Castro Tibiriçá, um espaço que desde 1976 promove a leitura gratuita e o acesso ao conhecimento. Com mais de 20 mil exemplares, a biblioteca é um verdadeiro tesouro literário — e ainda aceita doações de livros e materiais impressos! O coordenador Wellington dá um show de informação sobre como fazer cadastro, empréstimos, renovações e como o espaço está em processo de modernização. Seguimos para a Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim, fundada em 1942. Além das missas e celebrações, a igreja realiza ações sociais importantíssimas como a Oficina Santana, onde senhoras da comunidade se reúnem para artesanato, bingo e muita amizade. O padre, há mais de 30 anos à frente da paróquia, compartilha detalhes emocionantes sobre essa longa história de fé e acolhimento. No Centro de Orientação Familiar (COF), conhecemos a força das ações sociais que integram todas as idades – da criança ao seu Antônio, com 96 anos e uma vitalidade impressionante! O COF oferece oficinas de dança, desenho, hip hop, atendimento psicológico e muito mais, tudo de forma gratuita, promovendo bem-estar e inclusão social. E claro, não podia faltar a hora da receita! Seu Cumba nos ensina a preparar a famosa “Princesinha Cremosa” — uma moela cremosa com queijo gorgonzola e muçarela que é puro sabor! O prato, sucesso no festival Comida de Boteco, é servido no bar que o próprio Seu Cumba criou com 80% de material reciclado. Uma aula de criatividade, resiliência e amor pelo bairro! Esse episódio está imperdível. Uma verdadeira homenagem ao Bonfim e às pessoas que fazem dele um lugar tão especial para se viver. ✨ Compartilhe, comente e se inspire! Quem sabe o próximo bairro visitado seja o seu? Ingredientes da Receita: Princesinha Cremosa (Moela ao Gorgonzola) 1 kg de moela limpa 50 ml de alho líquido 50 ml de shoyu 1 colher (sopa) de mostarda 1 colher (sopa) rasa de colorau ½ colher (sopa) de sal 1 colher rasa de glutamato monossódico (Ajinomoto) Pimenta-do-reino (a gosto) 50 ml de banha de porco 1 cebola grande (cortada ao meio) 4 dentes grandes de alho Polpa de tomate (para o molho) 70 g de queijo gorgonzola Queijo muçarela ou parmesão (para finalizar) Cheiro-verde (a gosto) Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 📌 Dados do vídeo: MEU BAIRRO NA TV - BONFIM 13-04-2025 https://www.youtube.com/watch?v=QWqXQeMYHpw #MeuBairroNaTV #BonfimCampinas #CulturaLocal #ReceitaDeMoela #MoelaGorgonzola #BibliotecaMunicipal #SescCampinas #ComidaDeBoteco #TVPublica #HistóriasDeBairro bonfim, campinas, moela, gastronomia, biblioteca, igreja, sesc, cultura, lazer, oficinaartesanato, comida, bairro, receita, voluntariado, saúdemental, atividadefísica, convivência, leitura, tvcamaracampinas, comunidade, envelhecimentosaudável, tradicao, historiasreais, culinariabrasileira

Transcrição completa do vídeo

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[Música] Bom pessoal, meu bairro na TV, estamos no Bom Fim que fica na zona norte de Campinas. Olha aí no mapinha. [Música] Conhecemos o Cesc, as atividades que são realizadas por lá. Também fomos no COF, que é o Centro de Orientação Familiar, bem interessante. Conhecemos a biblioteca municipal, biblioteca pública, tudo de graça para as pessoas também. Fomos conhecer a igreja que fica aqui no bairro Bonfim. Olha só, na hora da receita, uma moela, uma delícia. Fique com a gente aqui no meu bairro na TV. [Música] Bom, pessoal, a gente abre essa edição do meu bairro na TV falando sobre o Bom Fim aqui da biblioteca Joaquim de Castro Tibriçá, uma biblioteca que tem aí desde 1976, ou seja, é tempo para caramba, mais quase 50 anos, né, para ser exato, 49 anos, né? Tô aqui com o que trabalha aqui na biblioteca, sabe tudo e mais um pouco sobre os livros, como funciona tudo isso. Tudo bem, Wellon? Beleza. Tudo bem. Obrigado pela recepção, pelo pelo trabalho. Pois é, eu falei, sabe tudo e mais um pouco porque para trabalhar e biblioteca tem que ser bom, porque não é fácil organizar tudo isso de livro, não, né, Wellington? É, muitos sonhos, muitos livros e poucos braços que a gente brinca entre nós, né? Bom, vamos falar um pouquinho sobre a história da biblioteca que surgiu, como eu disse, em 1976. Isso aqui nesse espaço, na praça, a biblioteca fica na praça Ópera Salvador Rosa. E aqui nesse espaço, antigamente ficava a escola estadual D Neri. A escola estadual D Neri conseguiu um novo novo terreno para construção e aí a prefeitura construiu, né, derrubou a escola e construiu o prédio da biblioteca em 76 aqui na praça. Essa foi a história de criação do do espaço aqui na na Praça Ópera Salvador Rosa. Bom, o pessoal que tá em casa certamente tá muito curioso, não é? Puxa vida, mas como eu faço para para retirar um livro, ler em casa? Inclusive, eh, eu tava dando uma olhadinha, tem livros para concursos públicos, paraa galera que quer estudar de fato mesmo. Como que é o procedimento, Wellington? Aqui para fazer o cadastro basta um documento com RG e CPF, um comprovante de endereço, pode ser em formato digital. Então, eu tenho o meu comprovante de endereço em formato digital, o meu documento em formato digital, a gente também aceita porque ele apresenta esses documentos. A gente faz o cadastro na hora. Fazendo o cadastro, quatro livros, 30 dias aqui na biblioteca do Bom Fim. Então você pode pegar quatro livros até quatro livros em casa e por 30 dias. Levou para casa, tá lendo o seu livro. Wellington notou, não terminei de ler o livro, preciso continuar com o livro lendo. Você pode renovar o livro, os livros também pro telefone ou pelo WhatsApp da biblioteca. Então o telefone fixo da biblioteca também é WhatsApp, tá? Qual é o telefone então pra galera não tá direito? 3733 7347. Então esse é o telefone da biblioteca do Bonfim. Vamos lá, repete pra gente. 3733 7347. Então pode, evidentemente mandar no no pode mandar pelo WhatsApp. Tem dúvida? Tem tal livro? Tem tal assunto aqui na biblioteca? Pode mandar pelo WhatsApp que a gente vai atender vocês, perguntar, pesquisar e orientar também. Então, o telefone fixo também eh você pode falar pelo telefone fixo ou pelo WhatsApp. E além do telefone tem o Instagram da Biblioteca do Bom Fim. Então, Biblioteca do Bom Fim é o nosso Instagram e com uma página do Facebook que é a biblioteca municipal, né, Joaquim de Castro Tibiriçá. Boa, só para ficar claro, então, eh, quem retirar os livros podem ser quatro de uma vez só. Isso. Boa, boa. Ou 30 dias. Ô Wellington, o pessoal que tá assistindo ao meu bairro na TV, esse programa de fato, não é? Eh, ele é muito legal de fazer porque as pessoas se envolvem de fato e e estão assistindo, claro, ao programa e se questionando: "Puxa vida, mas eu tenho um livro em casa, já li uma, duas vezes, gostaria de fazer uma doação pra Biblioteca do Bom Fim. É possível? Aqui na biblioteca do Bom Fim é possível doar, tá? as demais bibliotecas públicas de Campinas tenham se suas regras para recebimento do material, mas aqui na biblioteca do Bom FM eu recebo tudo que é de papel, então livro, revista, apostila, jornal, então tudo que você tem na sua na em sua casa e queira doar, a gente recebe. Recebendo o material aqui na biblioteca do Bonfim, a gente tenta dar destinação, se vai ficar nessa biblioteca municipal, se vai paraas outras municipais, projeto de leitura, biblioteca comunitária. Então eu recebo tudo que eh que a gente chama de papel, então livro, revista, jornal e apostila. Tá com dúvida, quer saber se a biblioteca recebe ou não recebe? Manda um WhatsApp para nós que a gente conversa e a gente vai tirando todas as dúvidas. Bom, e aqui tem livros eh de todos os tipos, né? Todos os assuntos, né? Eh, política, eh religião, tem bastante, como eu disse, concurso público, tem livro infantil também, livro infantil, livro juvenil. Então, a gente tem a sessão de livros gerais, de obras gerais. Então, filosofia, psicologia, religião, administração, saúde, artes, nós temos aqui e a sessão de literatura estrangeira traduzida para nós aqui. E também tem os livros brasileiros, literatura brasileira, história, geografia e biografia e os livros infantis e juvenis aqui também. Você sabe quantos livros tem aqui? Boa pergunta. Então, nós estamos no processo de de informatização das bibliotecas e aqui também aqui na biblioteca do Bom Fim, a gente tem por volta, acredito aqui de 20.000 exemplares, né, cadastrado e catalogado, já processado. E a gente tem bastante coisa chegando aqui na biblioteca do Bom Fim, por volta de uns 3 4.000 livros para processar e colocar no nosso acero também. Boa. E quem é de fora de Campinas, como é que faz? Você é de fora de Campinas, mas trabalha ou estuda aqui em Campinas, pode fazer o cadastro, tá? Aqui na biblioteca do Bom Fim, você trabalha, estuda aqui na na região, pode fazer o cadastro da mesma forma, um documento com RG e CPF, comprovando de endereço, faz na hora e aí você pode pegar quatro livros por 30 dias. Boa, boa. Estamos aqui então na biblioteca Joaquim de Castro Tibriçá, como a gente estava conversando, então foi prefeito aqui em Campinas e homenagem para ele, né? Isso. O foi na gestão do prefeito Joaquim Decast de Biçá com o movimento dos alunos do curso de biblioteconomia da PUC que fizeram toda a manifestação da criação da da primeira biblioteca, a biblioteca municipal de Campinas, né, que depois, né, tem o nome de professor Ernesto Manuel Zinc. Então, foi na gestão do professor do prefeito Joaquim de Các de Biriçá que fez a biblioteca. E a com a criação dessa biblioteca em 77 foi dado então o nome a esta unidade aqui do Bom Finho como Joaquim de Castriçá. Quantas pessoas mais ou menos frequentam aqui a biblioteca por dia? Você tem essa informação ou ou não? É muito variado com o espaço da biblioteca aqui fim. A gente tem uma média por dia de umas 20, 25 pessoas. É um número bom ou você espera mais? Isso a gente sempre espera mais com espaço de cultura, né? Então a gente sempre espera bom movimento. A gente tem atualmente umas 320 pessoas ativas que pegam livros e emprestam um livro, né? Mas a gente sempre quer melhorar o espaço cultural e assim é o o intuito da gestão e da da nossa coordenadoria de melhorar os espaços de cultura e o espaço das bibliotecas municipais com promovendo eventos e ações culturais nesse sentido. Boa. Galera que tá interessada, qual o horário de funcionamento? Wellington. A biblioteca do Bonfim funciona de segunda a sexta, das 9 horas às 17 horas. A gente fecha pro almoço do meio-dia a uma, mas de segunda a sexta, das 9 às 17 horas. Valeu, muito obrigado pela informação. Obrigado. Bom, é isso aí, galera. Estamos aqui na biblioteca do Bom Fim, como vocês viram nas imagens aí do Valdecir Saraiva. Tem muitos livros, muitas opções, tá bem legal. E a gente, claro, continua rodando aqui pelo bairro. Bora [Música] lá. Estamos agora na paróquia Senhor Bom Jesus do Bom Fim, fundada em 1942. A paróquia realmente, né, é tem uma idade boa, né, de 42 até agora. A igreja, como sabemos, ela vai sendo construída depois. Inicialmente aqui era uma capelinha, entende? Depois o povo também melhorou, foi frequentando. Então houveram por bem fazer esse templo de agora. Normalmente, né, a gente diz que a data é essa, porque é de fato, mas a grande festa nossa comemoração da paróquia é em 6 de agosto, né? 6 de agosto, que o primeiro padre que esteve aqui, ele preferiu fazer a celebração no dia 6 de agosto. Puxa vida. Então, a comemoração é é é sempre 6 de agosto. Boa. E as missas aqui aos sábados e domingos. É isso, padre? Sim, sim. A paróquia em termos de frequência é pequena, né? Pouca. Então, não vejo necessidade de ter missa todo dia. A bendade, além do sábado às 18 horas e do domingo às 9 horas da manhã, eu tenho missa aqui na primeira sexta-feira 15 horas e no dia 13 15 horas, né? Primeira sexta-feira que é tradicional na devoção da maioria das igrejas aqui no Brasil. e dia 13, porque meus paroquianos anteriores a mim gostavam muito de Santo Antônio, então sempre, né, fizeram uma homenagem no dia 13. Bom, as atividades que são realizadas aqui, eh, atividades sociais, que que senhor pode falar, por favor? Temos, é, temos um pouco de tudo, né? Temos um pouco de tudo. Ah, para além da linha religiosa, as atividades sociais nossas em termos, né, normais, nós temos na segunda-feira um grupo de trabalho e na quinta, na quarta-feira, desculpe, nós temos um outro grupo de trabalho. Hum. E aí é mais o lado social da coisa. Na segunda-feira é mais produção de peças, né, de vestimenta para os pobres e assim por diante. Na quarta-feira é mais eh momento de descontração para os idosos, porque a paróquia se define muito por pessoas já de uma certa idade. Bom, inclusive a gente vai já conhecer essas senhoras que nas quartas-feiras, né, brigam bingo. Vou conversar com Aparecida já de Centro Pastoral. fica dois quarteirões aqui da igreja. Isso é ótimo, né? Isso é ótimo, né, padre? É bom pro pessoal da midade. Tranquilo, tranquilo. E acredite, normalmente, por exemplo, né, em janeiro, as coordenadoras tentaram entrar de férias, o pessoal não deixou, queria encontro toda semana, entende? Bom, padre, voltando a falar sobre a paróquia, aqui é uma igreja muito bonita, né? Uma igreja aí que surgiu em 42, não é, a paróquia. Eh, e é de fato, muito linda, né, padre? Sim. Eh, já comigo, né, já tô aqui há mais de 30 anos, já comigo eu fiz umas três reformas na igreja, entende? Porque tudo isso vai deteriorando, né? Então, a gente tem que ir melhorando a acomodação. E da última reforma apareceu isso que nós vemos aqui agora. Pois é, eu tô lendo aqui de 96 para cá, o senhor implantou uma concepção de pastoral colegiada e corresponsável. Sim. Como que é isso, padre? Com áreas, dimensões, serviços também. É, acontece que a igreja também, né, eh, muda no bom sentido da palavra, tem sua sequência de vida. Com a passagem do tempo, a o bomfim sempre foi se atualizando, né, nessa perspectiva. E com o Concílio Vaticano em 65, então realmente houve toda uma mudança para atualizar aqui a paróquia naquilo que é a igreja no mundo inteiro. Por isso nós tivemos, né, essa mudança mais por um aspecto realmente de tentar abranger tudo aquilo que é possível. Boa. Muito obrigado pela entrevista, padre. E como o senhor falou, agora a gente vai lá conhecer a Oficina Santana. Sim. Sim. Conversar com Aparecida, entender um pouquinho como funciona. Muito obrigado pela entrevista. P Nós é que agradecemos a presença de vocês. Bom, e a Oficina Santana ocorre todas as quartas-feiras aqui no Bom Fim. Tô com a Maria Aparecida, que é a coordenadora do projeto. Bem legal o projeto, né? É bom. Eu gosto, já faz 18 anos que eu tô nesse projeto aqui. Eu acho muito gratificante, né? E esse grupo aqui pertence à igreja do Bom Fim, né? Do Bom Jesus do Bom Fim. E quando o padre me convidou, né, para ficar aqui, tava saindo com um monte de problemas. Achei que foi ótimo para mim, foi pra minha irmã também, né, que também tá aqui. Hoje esse grupo, ela tem tá com essas umas 30 meninas, mais ou menos. Hoje não veio todas, mas são uma faixa de 30 meninas. Qual a idade das meninas mais ou menos? Acho que a mais nova, acho que é a é a Sônia. Quantos anos você tem, Sônia? 70. 70 anos. Que legal. E quais as atividades que tem aqui Aparecida? Então aqui a nesse nosso grupo aqui é assim, elas vêm a gente bate-papo, né? Faz o binguinho, né? E toma um cafezinho, toma um lanchinho é bom aquele momento de confraternização, de encontrar as amigas, né? Comemora um aniversário aqui. Opa. Daí tem um bolinho. Tem bolinho. Então a gente já faz 18 anos que eu tô nesse. Mas o que que tem aqui? Tem bingo. Aqui é só bingo. Agora tem de terça-feira. Tem. É terça ou segunda, Regina? Segunda, né? Segunda-feira tem artesanato. Ah, que legal. Tem o artesanato também. Isso, isso. Segunda-feira é artesanato e quarta. E para participar, dona Aparecida, como faz as pessoas que só chegar chegando, só vim aqui, conversa com a gente, bate na porta ali, toca a campainha, tá? Campainha. É assim, até antes da pandemia o postinho de saúde, os médicos postinho de saúde mandou muitas aqui pra gente, porque tinha umas meninas que o postinho de saúde vinha na casa delas, aí elas não estavam lá, sabe? E eles iam aqui, então eles iam atender as meninas aqui e acho que chegou lá no no posto, né? E aí o médico começou a mandar umas meninas aqui e o projeto ele ele não é pago não, né? Não, não, não, não tem fiz lucrativo nenhum, tá? Eh, você me eu cobro assim um val uma taxinha, uma taxa para mim depois para outra semana comprar de novo, né? Sim. Mas não tem afims lucrativo nenhum. Muito obrigado por nos receber aqui, viu, dona Aparecida. Obada. Obrigada, para mim foi uma surpresa, né? [Música] Bom, galera, estamos aqui no COF, que é o Centro de Orientação Familiar, realiza um trabalho bem bacana aqui no Bom Fim. Estou com a Juliana, que é a coordenadora. Tudo bem, Juliana? Beleza. Tudo bem. Bom, vamos falar um pouquinho então sobre as atividades que são realizadas aqui no COF. Então, aqui no COF nós somos de uma MAOSC, né? E os as atividades aqui são em parceria com a prefeitura. Nós temos ginástica, dança, eh oficinas, né, a com as crianças também de desenho, hip hop, atendimento psicológico, atendimento social. Nossa, então são várias coisas que estão realizadas aqui e não paga nada. To não, é gratuito de segunda a sexta, né? Temos diversas oficinas. Pô, que legal. E qual que é a relação do bairro aqui, Juliana? Do Bolf, eh, com cof, do cof com BF. É, então cof é essa aqui é a nossa sede, né? Essa sede ela foi inaugurada em 1999. Então, a gente tá aqui na região há 25 anos. 25 anos. Então atend isso, atendemos, né, a população aqui do Bom Fim e da região. Então temos muitos usuários aqui das atividades que são aqui do do bairro Bom Fim. Como faz para as pessoas participarem das atividades aqui? Eles, né, procuram aqui a a equipe técnica, né, a coordenadora, assistente social, fazem uma ficha, uma inscrição e ficam aguardando vaga, né, para porque a gente tem uma uma uma cita, né, uma lista de espera. Isso. Perfeito. E qual a atividade mais procurada aqui? Juliana, porque sempre tem aquelas atividades que são as mais procuradas e tudo mais. Qual que a galera mais gosta aqui? Ginstica, ginástica, ginástica. Ginástica é top 10, é a que mais tem procura, não? E você citou aí, é muito legal atividades com crianças também, né? Isso que aqui é intergeracional, são todas as idades, né? Eu perceber, perceber. Inclusive, daqui a pouco eu vou conversar com o seu Antônio, que tem 96 anos e eu fiquei impressionado com a energia do seu Antônio e já eu vou bater um papo com ele para conhecer-lo melhor. É, nosso público vai de ser de zero a 100, né? Então, a gente tem criança, tem adultos, idosos. Qual Qual a idade mínima que tem aqui hoje? A idade mínima é, tem criança de 5 anos, quase idade do meu filho. O máxima acho que é o seu Antônio que tá batendo recorde aí, né, seu Antônio. Beleza. Não, nosso público maior é o público feminino. Ah, é? É público. São as mulheres e os homens não, não vem participar aqui. É, temos homens também, mas bem menos. São mais mulheres. Pô, e as atividades aqui funcionam durante a semana, final de semana ou não? Sim. É, a o colof funciona das 7:30 às 16:30. E aí a gente tem um calend um um cronograma, né, das atividades com os horários que a gente divulga. A gente divulga no Instagram, no Facebook, né, esse cronograma de horário. E as pessoas tm que, né, tem que tá inscrito no no nas atividades, tem que tá inscrito aqui no cofre para poder fazer, né, só chegar. O Instagram é @cofcampinas, né? Isso. @cofecampinas. Então a galera fica ligada lá e tem as informações. Isso sempre a gente tá divulgando as oficinas, vídeos, fotos, né? Boa, bacana. E você participa de alguma atividade aqui ou só ou só coordena? Não, eu sou só funcionária mesmo, não participa. Boa, obrigado. E temos também o atendimento psicológico, que é uma outra atividade que a gente tem aqui. O COP tem desde a sua fundação, né? O COP já tem 56 anos, 57 anos e é gratuito também. Gratuito também. É a mesma situação, tem que se inscrever. Isso. Liga também aqui, se inscreve, fica na lista de espera que a gente tem muita procura, né? E assim que tem a vaga é chamado pro atendimento. Não, eu achei super legal a estrutura aqui também, né? É, a gente tem uma estrutura legal, serve um cafezinho, né, pro pessoal depois das atividades. É, valeu. Muito obrigado, Juliana, pela entrevista, pelas informações e parabéns pelo trabalho de vocês. Bom, bom, galera, tá aqui o seu Antônio, 96 anos, toca instrumento, frequenta aqui o cofre, né, que é o centro de orientação familiar. Que que o senhor tava tocando ali que a gente gravou, seu Antônio? É castanhola. Castanhola. E o senhor é você nunca viu falar castanhola? Claro que já. E aí? E o senhor toca sempre? Não, já só aqui, né? O que que o senhor faz aqui no no cof? Fazer exercício. Exercício. Eu fiquei impressionado, senor Antônio. 96 anos e o senhor assim com uma saúde, uma energia. O que que o senhor faz? Cuido. Eu me cuido. Como que o senhor se cuida? Eu não tomo Coca-Cola, não tomo leite de caixinha, não t como sagião como açúcar branca. Pronto. O segredo do seu Antônio, pessoal, foi desfeito aí um mistério. Ô, seu Antônio, senhor gosta aqui do cofre? Gosto, gosto, gosto demais. Lugar aqui não tem uma pessoa que esteja mau humor aqui. Que bom. Isso é bom. Tudo alegre. Tudo alegre. Aqui auk onde eu grato os diantes, é uma bção de Deus. Que bom. E aqui o senhor faz bastante amizade, né? Sim, sim. Todo mundo com tá todo mundo. É uma beleza aqui. E o senhor gosta aqui do do Bom Fico Cop? Gosto, gosto. É um bairro bacana de É se viver, né, seu Antônio, mortira bacana também. É pertinho aqui, né? pertinho para ir atrás para Santos já vinha a Teixeira e o senhor frequenta bastante aqui o bairro Bomfim também frequenta quinta-feira eu não venho porque eu vou tratar gente na P então não venho venho à tarde. Boa seu Antônio. Parabéns aí pela pela energia parabéns pelo Obado. Obrigado. Bom humor. Chegou um WhatsApp aí seu Antônio? Não é que o senhor tá olhando no celular aí. Eu achei que tivesse chegando. De que hora é? Hã? Deixa eu ver que horas são, seu áio? 10:07. 10:07 horário que nós estamos gravando aqui no meu bairro na TV. Pô, um grande prazer conhecer o senhorado. O senhor faz o quê? Eu sou jornalista. Ah, jornalista. É legal. Trabalho aqui na TV Câmara, sou apresentador do meu bairro na TV. Ah, é que beleza. Conto com sua audiência. Valeu, seu Antônio. Valeu. Muito obrigado pela entrevista. Saúde pro senhor nós. Que Deus nos abençoe. Amém. Deus abençoar. [Música] Bom, pessoal, a gente segue rodando. Estamos agora no Sesc porque faz parte aqui também do Bom Fim. Tá no coração de Campinas, é muito legal. Tem o Sesc aqui na cidade desde 1948, mas esse prédio desde quando? Tudo bem, Sidney? Muito obrigado por nos atender. Obrigado. Nós Esse prédio ele funciona aqui desde 1972. 72. 72. A gente chegou aqui em 72, foi construído todo o complexo em 72. Na década de 90 esse prédio passou por uma reforma, uma grande reforma e foi reaberto em 2011. 2001. 2001. E aí em 2011 a gente adquiriu um outro galpão que fica do outro lado da rua. E esse ano agora, nesse mês de abril, a gente tá inaugurando o segundo galpão. Então é um complexo formado por esse principal e mais dois galpões que são adjacentes a rua de cima. Bom, e o que quer dizer Sesc? Porque a galera certamente tem muito, né? Fica curiosa. Puxa, mas o que que é SESC, né? O SESC é uma instituição privada, sem fins lucrativos, voltada paraa melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo. Foi fundada em 1946 pelo empresariado do comércio e tem essa finalidade de trazer, de proporcionar a melhoria da qualidade de vida da desse público que é o público prioritário, mas também da população de um modo geral. Então a gente e ess significa serviço social do comércio. Perfeito. Aqui, né? Sidney tem muita coisa para fazer, né, cara? Vamos combinar, né? Aqui tem atividade esportiva, tem muita cultura. Gostaria que você falasse um pouco mais sobre as atividades que tem aqui à disposição das pessoas. É, a instituição no estado de São Paulo, a administração no estado de São Paulo, porque o Sesc acontece, tem ele, ele é uma rede no Brasil inteiro. A administração no estado de São Paulo, a gente conta com 43 unidades operacionais. Campinas é uma das maiores do interior do estado e a gente desenvolve vários programas, não só programas na área físico esportiva, na área cultural, mas também programas na área de saúde, na área de alimentação. Olha só que legal, pessoal. Então, a gente tem uma série de atividades que são oferecidas para para o público em diversos programas que a instituição trabalha, sendo que os mais conhecidos são da área esportiva e da área cultural, mas também temos clínica odontológica, a gente tem uma editora de livros, a gente tem uma gravadora de álbums, a gente tem uma série de outros programas de saúde, de alimentação que fazem parte do nosso do nosso dia a dia. Bom, e aqui super bem localizado, né? tá no bolim. Qual a ligação de vocês com o bairro? Claro que vem gente de toda a cidade aqui, né? Mas é muito bom estar aqui também, né? C Sim. a gente tem uma facilidade de estar próximo da rodoviária. É verdade. Desde que o desde que desde que a gente tá aqui eh essa essa facilidade de acesso com a rodoviária e agora também com o BRT, né, que que passa por aqui, tem mais de 10 linhas de ônibus que que circulam por aqui no entorno. Então o acesso ele é facilitado não somente para quem mora no bairro, mas também para outras pessoas que vem de outras regiões da cidade. E a gente acredita que a gente contribui para pr para o bairro, né, no sentido de de melhorar a as opções de lazer para as pessoas que moram no bairro, né, não pra cidade como um todo, mas para as pessoas que moram aqui no entorno. É uma opção. Eh, o Sesc normalmente ele tem, ele estabelece os seus centros culturais em localidades que têm uma certa carência de equipamentos, né, de lazer, de esporte, de cultura. Então, a opção de fazer o CESC funcionar aqui no bairro do Borfim foi para suprir um pouco essa lacuna de de equipamentos culturais no bairro e oferecer também essa possibilidade pra cidade como um todo. Boa. Bora falar um pouquinho sobre a estrutura aqui do Sesc. Bom, a gente conta com, como eu disse, é uma área, é um, é um, é uma unidade que tem um prédio principal, um prédio operacional e mais dois galpões, sendo que o próximo, o segundo galpão tá sendo inaugurado, tá sendo aberto pra população nesse mês de abril, a gente abre com exposição em parceria com o Museu de Arte Moderna de São Paulo, que é o panorama 38º panorama de arte brasileira. Tem uma academia de ginástica, tem um parque aquático, tem quadras esportivas, sem salas de atividades para cursos, oficinas. A gente tem uma comedoria que é como a gente se refere à nossa área de alimentação, né? Composta por um restaurante e duas cafeterias. Temos a clínica odontológica, temos o espaço voltado para atividades para crianças da primeira infância até 6 anos de idade, um espaço de tecnologias e artes, temos a nossa loja, a central de atendimento, enfim, é uma unidade que que consegue eh absorver todos os programas que a instituição oferece pra população. Boa. E tem muitos shows aqui também, né? Sim. a gente tem uma agenda cultural que é que é bem extensa. A programação pode ser consultada nas na pela internet, né, através do nosso site. A gente também tem confecciona mensalmente um caderno de programação que tem a programação mensal, onde todas as atividades de esporte, de cultura, de artes, de saúde, elas são divulgadas paraa população poder se programar e poder frequentar aqui os nossos espaços. Boa, boa. Quem pode ficar sócio aqui? a credencial a credencial plena, que é como a gente chama a maneira do do trabalhador do comércio de bem, serviço de turismo se associar, é oferecida para esse público prioritário e pros seus dependentes. Então, os trabalhadores do comércio de bem, serviços de turismo, as famílias, né, os familiares, eh extensível aos pais, aos avós, aos filhos, aos cônjuges, tudo, todo, todo esse pessoal que trabalha no comércio tem direito a socialesc gratuitamente e usufruir dos serviços a preços reduzidos, mas a gente tem uma série de atividades que são oferecidas gratuitamente paraa população sem a necessidade da credencial. Então, eh, a única diferença é que para alguns casos os preços são diferenciados. Perfeito. Mas é é eh eh é voltado prioritariamente para esse público de comerciários e suas famílias e também aberto à população. As tem muitas atividades são gratuitas e não demandam você ter a credencial para poder cpentar. Obrigado, Sidney. Caso que agradecemos. Bom, é isso aí, pessoal. No próximo bloco tem a receita. Não saia daí. [Música] [Música] Bom, pessoal, terceiro e último bloco aqui no meu bairro na TV. Sigo andando aqui pelo Bom Fim. Olha, é a hora da receita. E vou te falar uma coisa, me deu uma vontade de comer uma amela. Será que aqui tem? Bora [Música] ver. E aí, tudo bem, seu Ca? Tudo bem, graças a Deus. Prazer, André. Prazer. Tudo nosso. Temos moela aqui. Opa, com certeza. Então, bora fazer a receita. Vamos embora. Vamos fazer. Bom, seu Cuba falou que tá falado, então tem a receita, a gente vai mostrar como começa aí, seu Cuba. É isso aí. Primeiramente a gente tem aqui as moelas, tem que ser feito a limpeza total dela, deixar bem limpinhas, como vocês estão vendo aqui, né? Esse é o primeiro passo, cortar normalmente no meio para ficar um tamanho legal na hora de de servir a porção. E aí a gente vem pro tempero. Essa amela é um diferencial dela é o nosso tempero que a gente faz, que é a base de a gente coloca para aqui tem mais ou menos 1 kg de moela. Então eu tô usando aqui 50 ml de alho líquido, 50 ml de choio. Choio é uma delícia, né? É, faz uma faz a diferença, né? Dá um sabor, dá um a mostarda aqui é fundamental. O joio dá aquele saborzinho, aquele toquinho, né? E a mostarda também, claro, né? Examente. Sai da A mostarda é maravilhosa, né? Aqui eu tô colocando mais ou menos uma colher de sopa. rasa de coloral, né? O sal aqui tem uma colher de sopa, mas eu vou usar pelo menos a metade. Aí depois a gente vê, dá uma uma uma experimentada, se precisar adicionar mais. E aqui tem, nós temos uma colher rasa de sopa de eh aginomoto. Aginomoto. É isso também faz a diferença. Vai bastante coisa, hein? Vai. E a pimenta do reino é a gosto. Tem gente que pode, tem gente na nossa receita do barco, eu não uso pimenta do reino. Eu só coloquei aqui porque muita gente não pode pimenta. Então a gente Eu posso. Pode pôr. Pode pôr. Então vamos colocar aqui uma pimentinha. É uma colherinha de café, mas não é sempre que vai para ficar claro, né? É exatamente. É porque pimenta Perfeito. E aí a gente vai misturar bem, dá aquela misturada. Isso. A gente mistura bem. O que que é moela pro pessoal de casa entender isso? A moela é o é o estômago do frango, né, vamos dizer assim, aonde aonde fica reservada ali toda alimentação do do frango, né? Uhum. E aí ela virou hoje uma, a gente chama de miúdo. É, é uma febre. É aqui a gente gosta de de de ser o boteco tradicional mesmo. Boteco raiz. Riz. Raiz. Raiz. Então a gente trabalha com com os pratos assim, com uns tiragosto, uns petisco mesmo de raiz mesmo, tipo aí que é bom, né? Exatamente. Coraçãozinho tem ou não? Coração, coração, sardinha. A gente faz assim bastante coisa aí que a mulherada não gosta de fazer em casa. Então a gente faz para o pessoal ter uma opção aí do daquilo que gosta, né? Boa. Então aqui, ó, tá pronta, ela tá temperada. a gente deixa aqui marinando, que quanto mais você deixar marinando, melhor é porque a amoela, na verdade assim, se você colocar só ela na panela sem tempero, ela fica sem graça, né? Então esse tempero ele faz total diferença. Aí daqui tá pronto. Bom, pessoal, agora o próximo passo nós vamos colocar. Eu gosto de de fazer amoela com a banha do porco. Dá um sabor todo especial, um sabor mesmo de comida de boteco, de boteco tradicional, boteco raiz, né? Então a gente coloca aqui mais ou menos 50 ml da banha de porco, que eu faço aqui mesmo no bar com os torresmos que a gente prepara. Eu vou deixar dar uma aquecidinha e aí nós vamos entrar para essa receita, né, de 1 kg, 1,200 de moela. Eu vou entrar com uma cebola grande pela metade. Ela pode ser cortada assim grosseiramente, não precisa ser picadinho, bem pequeno, porque depois a hora que ela for fazer a parte do de cozinhar, ela vai sumir praticamente. E mais ou menos quatro dentes de alhos de alho, dentes grandes, né, que vem junto aqui. Aí nós vamos deixar dar uma boa refogadinha. [Música] Olha aí como que tá. É uma pena que a imagem não pega o cheiro, né? Que aí já tá dando um cheirinho bom já, né? É verdade. É verdade. Mas acho que futuramente, né, o eles vão conseguir. Ah, futuramente é quem sabe imagina o que vai ter, né? É, exatamente. A cebolinha e o e o alho já estão bem assim refogadinhos. Agora a gente entra com a moela. Nós vamos entrar com a moela. O barulhinho já diz tudo, né? É, já diz tudo. E esse tempero, ele já é a base do molho dela, né? E que faz a diferença, certo? Aqui agora eu deixo dar uma uma fritadinha. Depois eu vou entrar com o molho, o molho de tomate, que é a polpa. Aí a gente vai colocar ela para cozinhar na pressão mais ou menos aí uns 40 minutos. Bom, então aqui nós finalizamos a parte do cozimento. Tá perfeito. Você pode dar uma olhadinha no molho. Como ela já fica muito um molho bem encorpado. Vocês servem em porção, né? Porção. É um prato bem bonito, bem. E agora do queijo agora? Agora é o pulo do gato. A gente vai entrar. Gorgonzola. Isso aqui temos, nós temos é 70 g de gorgonzola. Boa. O outro é o quê? Mussarela. É ali a gente é a mussarela ralada que vai finalizar o nosso prato. Perfeito. Pode ser tanto a mussarela como o parmesão. Então aqui, ó, a gente vem com com gorzuala. Aí nós vamos deixar ele dar aquela derretida aqui que ele vai encorpar junto do molho. Ele Isso aqui fica de vírgula. Aqui eu sempre fiz a moela, mas aí a gente a gente participa do comida de boteco e e aí eu resolvi fazer essa receita eh que a gente participou do comida de boteco com ela. Foi um sucesso. Então moela em Campinas, acho que na região de Campinas nesse modelo não tem. E a porção é bem servida. Bem servido. Uma porção. Come duas pessoas assim tranquilamente. Até três pessoas comem tranquilo. Boa. Aqui tá aqui. Já tá chegando. Vamos dar aquela aquela experimentada a raiz, né? Já tá maravilhosa. Agora para dar aquele coloridinho aqui, a gente já pode desligar o fogo. Eu jogo um cheiro verde aqui. Aí é a gosto. Quem gosta de coentro pode colocar um coentro. Aqui a gente serve com cheiro verde. E é isso aí. Tá quase pronta. Tá quase pronta. Agora vamos passar pra montagem do prato. Vamos lá. E agora a gente vem aqui, vem aqui quando nós colocamos aqui nessa nessa tabuia de madeira, ela vai acompanhando esse molhinho. Esse molho é o molho carro chefe nosso, é feito por nós mesmo. É um molho que até criança come. Não, ela ela vai uma pimentinha dentro de moça, mas semente, não arde nada. De leve não arde. Pode até criança comer. Mas é molho do quê? Então é um molho, é um molho à base de de vai extrato de tomate, ele vai vinagre, vai cebola, vai alho. Boa. É um molho bem bem sa. Agora chega o momento de experimentar isso. Bora lá então. E essa aqui é uma pimentinha para quem gosta mais um uma pimentaidinha já vai vai acompanha também. Isso. Bom, galera, chegou o momento então da gente experimentar essa moela que tá chegando aqui. Olha só que coisa linda, espetacular. Olha isso. Qual é o nome? Essa é a princesinha cremosa. Como que surgiu a a princesinha? Ideia do nome? A ideia veio, a gente participa da desse concurso, né? Um festival gastronômico aqui na cidade de Campinas que chama Comida de Botec. Enquanto isso eu vou pegando, tá? Fica à vontade. Olha que põe o pratinho próximo aí que o queijo ele fica bem. E aí a gente já tinha a tradição da moela aqui no bar, só que aí eu resolvi fazer um um diferencial, né? que é a questão da princesia cremosa e a gente criou essa receita exatamente por comida de boteco e foi um sucesso. Hoje é uma das porções mais vendidas no bar. A gente vou colocar um pouco no molhinho aqui, tá? Isso. Esse molhinho é o nosso da casa. É um molhinho preparado especialmente por nós. E é um sucesso, né? O amoela é um prato, é é um prato bem típico de boteco, né? É um prato raiz. É raiz mesmo. É bem raiz. E espero que você goste, hein? Vamos lá. Vamos lá, pessoal. Seu Cumba falou tanto da moela que me criou uma expectativa aqui. Vamos que vamos. [Música] Nossa, que delícia. Não vou comer mais agora. Vou colocar com a pimentinha mais forte. É isso aí. É uma Essa aí para quem já gosta, né? Nossa, que delícia, gente. Tomando uma cervejinha, como eu falei, hein? Olha. E o queijinho também dá tudo aquele tiana, né? diferença. O gorgonzol ele faz uma diferença, né, do molho, né? Ó, ó, ó. [Música] É, é diferente da, das moelas tradicionais, né? Fica, ela, ela dá um, um tom todo especial, né? Bom mesmo, hein? Fala um pouquinho da história do bar aqui. Bom, esse bar aqui a gente quando nós iniciamos eh eu sempre trabalhei com o bar, trabalhei a vida toda desde 92 que a gente trabalha nesse segmento. Nossa, é uma delícia. E eu eu tinha parado, né? E um dia passando aqui no Bonfim, que eu morei aqui no Bonfim nos anos 77 mais ou menos, aí eu vi esse ponto parado, fechado, eu falei: "Nossa, aqui daria daria legal para montar um um espaço". A minha ideia era montar um espaço para reunir os amigos, fazer uma música que eu amo música, né? Eu sou música inclusive. E toca com sambinha? Toco, toco samba. Eu faço, eu sou percussão, né? a minha parte é mais instrumento de de percussão. E aí eu vi o espaço, isso aqui era uma oficina, tava tudo totalmente danificado e tudo. E aí eu conversei com o proprietário e acabei de alugando aqui. A gente, a nossa história até é uma história bem que a gente, eu tava sem eh muita condição financeira e a gente esse bar aqui, ele tem um conteúdo que 80% do que tem aqui dentro reciclado, tudo catado nos lixos, nas caçambas de lixo. Então eu procurei devido por duas situações, né? Uma que eu eu procuro sempre preservar essa questão da da natureza, da reciclagem e o lixo é um lixo muito rico que nós temos e eu aí eu juntei a a minha, vamos dizer, a minha ideologia com relação a isso e também a falta de grana tava no momento. Então tudo basicamente 80% que foi feito aqui tudo com material reciclado. É isso aí. Quem quiser comer uma moela super caprichada e deliciosa, vem para cá. Então, eh, muito obrigado por nos atender e receber a nossa equipe aqui do meu bairro na TV. E aqui no meu bairro na TV a gente só mostra coisa boa, viu? Então, obrigado. É, só tem receita boa aqui. É, então, sinta-se privilegiado. Muito obrigado pela presença de vocês. A gente fica muito honrado em em receber essa equipe que é um sucesso na cidade de Campinas, né? Eu vim acompanhando muito e agora eu vou ter o prazer de participar, né, com esse com o nosso bar aqui. E eu convido a todos aí que queiram vir conhecer o nosso bar. Como eu te falei, a gente também aqui trabalha a cultura musical, finais de semana fazendo samba raiz da melhor qualidade. Quem conhece no sábado, né? É sexta, sábado e domingo. Boa e de semana. Quem quiser vir aqui assistir uns jogos, o campeonato brasileiro, Copa do Brasil, Sul-Americana, enfim, pode chegar aqui no seu será bem recebido e estamos junto aqui. Chegando. Bom, pessoal, vocês já sabem, caso tenha alguma sugestão, mande um WhatsApp, esse que aparece no seu vídeo, porque o próximo bairro pode ser o seu aparecer aqui no meu bairro na TV. Valeu, tchau e até a próxima oportunidade. [Música]
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