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Bom, pessoal, meu bairro na TV e desta vez estamos aqui no bairro Swift, que fica na zona sul de Campinas. Olha aí no mapinha. Bom, tem cada coisa bacana. A gente foi nas universidades, foi no ETA, que é uma unidade da Sanasa também. A gente foi no cemitério da Saudade e na hora da receita sempre tem algo muito bom. Vale a pena conferir meu bairro na TV. Começamos mostrando a ETA, a estação de tratamento de água, a mais antiga de Campinas, inaugurada em 1936. Localizada na rua da abolição, no coração do bairro, ela começou a ser construída em 1935 e opera até hoje. Gerida pela SANASA, que gerencia cinco estações de tratamento responsáveis por todo o processo, usando águas do rio Atibaia e Capivari para manter Campinas hidratada e saudável. Conversamos com a Carolina, que é coordenadora aqui. Ela no início tratava, foi foi para tratar 300 L, mas depois ela já foi litros por segundo, né? Depois ela já foi ampliada, então ela tem capacidade de 450 L/ segundo. Bom, e é algo muito importante para Campinas, né? E e pro bairro aqui, o Swift, né? Ah, com certeza. Água tratada, né? Água tratada de qualidade, né? e 450 L por segundo. E também depois foi inaugurada em 63 outra estação, né, para poder também atender Campinas, que é de 63, né, 1963 e ela tem capacidade de 750 L/ segundo. Então, essas duas estações elas atendem o bairro Swift e outros aqui da região, né? Aqui próximos, né? Tem vários reservatórios e e é isso. É água de qualidade para E a água vem do rio Atibaia. A água do rio Atibaia, né? Ela percorre aqui mais ou menos uns 7 km do rio Atibaia até aqui. O rio Atibaia a captação fica ali na Dom Pedro, tá próximo à rodovia Dom Pedro. Eu tô tentando lembrar que vocês recebem escola aqui para estudo do meio. Então, até o mês, o mês que vem vou est recebendo o pessoal da PUC. Mas é normal isso. É normal. É, é sempre vem a gente, é, eu tô perguntando porque aqui não não me é estranho. Eu acho que eu já vim aqui pela escola. Isso é uns 30 anos, mais ou menos. Então, é sim. Vem sempre, sempre há pedidos para Eu acho que eu acho que eu vim aqui. Eu acho que eu vim aqui pelo colégio que eu estudei. É isso mesmo. Eh, a NASA sempre tá aberta para visitas, gente. Isso daí é bem bacana. Aham. É boa. Bom, eh, fala um pouquinho sobre os setores que tem aqui, os departamentos. Ah, SANASA é uma empresa bem, né, bem estruturada, né? Eh, aqui quem faz a parte do tratamento da, vamos falar assim, desde a captação até a entrega dessa água na casa das pessoas, eh tá dentro da diretoria técnica, a parte que eu tô falando de execução dos serviços, tá? Tá dentro da diretoria técnica. E a gerência que eu estou, que é do tratamento, né, TA, né, ela ela é responsável, então, desde a água que sai lá da captação e chega na casa da pessoa. Então, são várias coordenadorias dentro dessa gerência que está dentro de uma diretoria que é a diretoria técnica. Fora isso, nós temos outras diretorias na SANASA, né, que é financeira, administrativa, eh temos a a financeira e a presidência, né, para poder aí eh eh cuidar de todo, né, de toda a sanas, né, em si, né, tudo, tudo que é. Bom, e você tá aqui há quantos anos, Carolina? Eu tô há 16 anos na 16 anos. E mora aqui no bairro também, mora fora. Na Eu moro, eu moro aqui em Campinas. Eu moro aqui em Campilha, mas não não nesse bairro, não. Nesse bairro. Boa. Que nós estamos no meu bairro na TV falando aqui sobre o bairro Swift com a SANASA aqui, com a ETA que tem tem uma uma importância muito grande pra cidade e tudo mais. É bem legal, né? Sim. E desde 1936, né? Desde 1936. Inclusive você falou, a gente viu placas aqui, tem fotos, né, antigas de de 1936. É uma coisa impressionante, né? Sim. Muito bacana, né? E a e a Sanasa tem outras estações de tratamento de água, né? Que ficam em outros outros bairros. Se for ver, elas são mais novas. Então, assim, essa estação aqui, apesar de ser de 36, a qualidade dela é a mesma, entendeu? A gente entrega a qualidade de acordo com a portaria, né? a gente tem uma portaria de de água para consumo humano que a gente precisa entregar água na qualidade e a qualidade da água dessa estação é muito boa. O bairro Swift tá muito bem eh bem eh como é que servido pela Sim, isso sim. Não só o bairro aqui, né, a outra estação também, né, também entrega água de ótima qualidade, mas aqui também, apesar de ser de 36, a Sanasa foi ajustando algumas tecnologias mesmo porque a água, a água do rio Atibaia, né, a água vai mudando com o tempo e a gente então conseguiu sempre eh atender da melhor forma dentro do dos parâmetros da portaria, né, de consumo humano. Agora viemos conhecer o Centro de Estudos da Faculdade São Leopoldo Mandique, fundado em 1978. Pois é, a sede fica no Swift em Campinas e a faculdade oferece cursos de graduação em medicina e odontologia e os cursos de pós-graduação também. Por aqui o bate-papo foi com a Silvia, que trabalha na comunicação da faculdade. A faculdade só Leopoldo Mandique aqui nesse espaço, ela começou nos anos 2000. Eh, antigamente eles tinham um espaço aqui na Avenida da Saudade, onde era oferecidos os primeiros cursos de pós-graduação, porque a a faculdade de São Leopoldo Mandica, ela começou originalmente com cursos de pós-graduação em odontologia. Depois é que ela partiu para cursos de graduação em odontologia e depois de graduação em medicina. E agora também nós temos pós-graduação em medicina, mas originalmente eh começou num espaço menor aqui na Avenida da Saudade. Aí depois no nos anos 2000 eh o Dr. Zé Luiz, que é o dono daqui, ele tinha sempre uma ideia assim, ele sempre gostou de passear na cidade, dar uma olhada nos bairros. E aí ele tava passando por aqui. Aqui era antiga, antigo frigorífico Swift. E ele viu, tinha um portão ali, tinha um segurança, um terreno assim grande e esse prédio. E aí ele parou por curiosidade, começou a conversar com segurança e ele falou: "Doutor, por que que o senhor não vem aqui e não compra esse espaço aqui?" Olha só que interessante, gente. E aí ele disse assim: "Olha, eu tô procurando realmente um espaço porque a escola tá crescendo, a gente gostaria de um espaço maior e eu vou dar uma olhada nisso." E aí diz que coincidentemente era de uma pessoa que ele conhecia. Então eles negociaram e aí ele acabou comprando esse espaço aqui e aqui começou a São Leopoldo Mandique de fato. E esse prédio original que você vê aqui, ó, era o antigo frigorífico. A gente tem até uma foto do alto dele, foi preservado. Esses tijolos que você vê aqui são tijolos originais e os caibros também. A gente tem até um videozinho aqui para depois mostrar para vocês que tem ainda os caibros originais que dão sustentação ao teto. Então isso tudo foi preservado até por um pedido dele, porque era um prédio bem antigo, né? Fazia parte da história aqui do bairro. E aí depois quando a faculdade foi crescendo, a gente começou o curso de graduação em odontologia que foi feito nesse prédio aqui. Então veio a construção desse prédio. Aí depois a gente começou o curso de medicina que tem esse prédio grande aqui que vai até lá a metade do estacionamento e mais um outro prédio ali do outro lado. Então a a faculdade foi crescendo junto com o bairro, né? E o bairro foi crescendo junto com a faculdade. Boa, boa. Estrutura boa. Bacana aqui, né, Silvia? Muito bacana. Então aqui que realmente começou de fato a instituição. E para quem não sabe, São Leopoldo é um santo da Igreja Católica, canonizado em 1963. São Leopoldo Mandique era um frei cappuccino, que depois ele virou um santo, né? E ele é um santo de devoção da família, que é a mantenedora e a dona aqui da instituição, que é um santo da conciliação. Bom, isso é muito bom para falar um pouquinho sobre a estrutura daqui, por favor. Silvia, olha, hoje nós temos aqui graduação em odontologia, graduação em medicina e pós-graduação nas duas áreas também, mas só que são prédios separados. A pós-graduação de medicina tá num prédio do outro lado da rua, assim como também nós temos o ambulatório da que tem ambulatório e clínica de atendimento médico. E aqui a gente tem também as clínicas de odontologia para atendimento público. Então você tem hoje aqui tudo concentrado aqui que a gente considera a matriz, mas nós também temos outras unidades no Brasil todo, né, nas principais capitais do país e temos também uma uma unidade agora em Portugal. Então, ô louco, tem Portugal também. Lá o meu bairro na TV tá internacional. E a gente vai continuar a expandir. A ideia é essa, né? E sempre na área da saúde bacana. Não, eu tô encantado aqui porque a quantidade de árvore que é, né? Dá uma impressão boa, uma impressão bem bacana, né, Silv? André, você sabe que aqui era praticamente uma rua, era de paralelípedo. Tinha um portão ali na entrada que depois você vai olhar, era como se fosse uma rua. tinha poste de iluminação aqui porque era o acesso ao frigorífico Swift. Então, eh depois, obviamente, e com as estruturas que a gente foi tendo necessidade de adaptar, de construir, então a gente acabou montando um novo piso. Tem essa área aqui que é uma área de descanso aberta pros alunos. Às vezes a gente faz alguns eventos aqui também. É bem gostoso. E mas assim, o que é legal é que essa construção original acabou sendo preservada e hoje ela é utilizada. A nossa diretoria tá aqui, a gente tem laboratórios aqui dentro, então é bem bacana. Ela é bastante utilizada e os outros, né, que a gente construiu depois. Bom, e super bem localizada, né? Você vê aqui no S. Bem localizado. Isso. E acho que é uma coisa interessante. Eu tô aqui há quase 13 anos. Quando eu vim para cá, não tinha tantas coisas aqui no entorno e a coisa foi crescendo tanto, né? Hoje a gente tem uma grande participação, eu acho, na no aumento eh das lojas, dos prédios, de apartamentos, né? Então, essa rede imobiliária, essa parte econômica dá um incremento, né? Com a faculdade. A gente tem mais ou menos 70% do nosso público de alunos é praticamente de outros estados. Então hoje a gente tem muita gente que vem procurar apartamento aqui para morar, os estudantes, né? Então acho que há um aumento também da ajuda na economia, né? No crescimento da cidade, do bairro, né? Principalmente. Bom, continuamos dando aquele rolê bacana por aqui e a Silvia segue mostrando pra gente alguns dos departamentos da São Leopoldo Mandique. Aqui é uma das clínicas de pós-graduação da odontologia. Então aqui são os dentistas que vêm para fazerem especialização e aí eles fazem o atendimento de pacientes. Então a gente tem várias especializações aqui em várias áreas e as clínicas são todas nesse padrão e e para fazer esses atendimentos, né? Então, hoje essa clínica aqui não tá sendo utilizada, mas a gente tem quatro clínicas dessas montadas em cada andar desse prédio e também a gente tem a clínica de odontologia de graduação. Os alunos também fazem atendimento, eles já começam a aprender a tratar de pacientes desde o começo do curso e eles já se formam sabendo até colocar um implante. Então é bem bacana. Por aqui também tem outra universidade conhecida. A UNIP Campinas começou em 1995, justamente no bairro Swift, onde estamos, né? com cursos como engenharia, direito e psicologia, marcando a transformação da região pósindústrias. Em 1996, inaugurou o enorme campo Swift. Hoje oferece centenas de cursos em saúde exatas e humanas. Também tem clínicas de psicologia, odonto, fisioterapia e outros serviços que atendem à população formando profissionais atuantes na sociedade. O Swift faz divisa com bairros como Jardim Proença, Ouro Branco e áreas próximas à Ponte Preta e Parque Prado. O nome do bairro vem de um antigo complexo industrial instalado a partir da década de 1940, conhecido como Distrito Industrial de Campinas, cuja fábrica mais famosa era a Swift, ligada ao setor de carnes e alimentos. Bom, é isso aí, pessoal. O segundo bloco aqui do meu bairro na TV. A gente conta a história do Swift, coisas muito bacanas. A gente segue rodando por aqui agora, nesse segundo bloco, conversando com o Henrique, que é historiador. Já tivemos a oportunidade de conversar com você em outras situações também. Tudo bem, Henrique? Tudo bom? Tudo bem com você? Beleza. Tudo em ordem. Bom, para falar um pouquinho sobre o Swift, né, esse bairro importante de Campinas, que que você pode falar sobre isso? Campinas passa por uma industrialização muito forte nos anos 30 e 40 e essas indústrias elas acabaram se esparramando pela cidade. Só que tinha uma questão muito importante que é como eu vou encaminhar essa produção. Eu tinha que desembocar essa produção. Lógico, nós tínhamos poucas estradas. E o que que eu tinha de essência na época? Estrada de Ferro. E esse eixo eu vou ter a companhia paulista de estradas de ferro, que ela fazia a partir de Campinas dois sentidos, daqui pra capital e pro porto e daqui pro resto do interior e distribuir até ali sentido mais para Mato Grosso na nessa área. Então o que que acontece? Essas indústrias, nesse período, elas começam a se instalar no centro da cidade e depois desse momento dos anos 30, 40, o centro da cidade se organiza e eu vou ter uma área para distribuir isso aí. que nós vamos ter o bairro do Swift, que até então era o bairro do Fundão, ou era a estrada de Valinhos, assim que se falava, porque a rua da bolição, ela vai ter um nome mais pra frente, porque até então não era o nome rua da abolição, era o caminho que você ia para Valinhos, então é estrada de Valinhos, onde se localiza hoje a ideia do bairro Swift, ele se forma por uma empresa que se chamava Swift Arnor do Brasil, porque a Swift Arn era uma empresa americana. Ela vai se instalar aí no início dos anos 50 com algo muito importante que se chamava óleo da patroa. Esse óleo era um óleo da óleo da óleo da patroa, né? E nós não tínhamos essa questão agrícola que hoje temos de eh soja, de milho, de vários produtos, principalmente no nosso Centro-Oeste. No Brasil tinha isso muito irrisório e a maior parte disso estava ao sul. E aí essa empresa que é americana, ela vem para Campinas e ela se instala. É uma das primeiras empresas a fazer óleo a partir da soja, mas era muito pouco, porque a grande massa, as grandes eh indústrias naquele momento usavam óleo que hoje praticamente nós não usamos mais, que era óleo de amuim. Então a Swift veio para produzir óleo de amuim, depois ela foi revolcional. Aí surgiu o nome. Então aí que surge o nome su. Caraca. Em volta da Swift, que era Swift Arnor, eu vou ter o quê? A Henkel, que é outra empresa da Henkel, vai vir a Indústrias Reunidas Matarazo, Moinhos Brasil. Ah, depois eu vou ter a Moinos Aanguera. Nossa, quanta história, hein, cara? Então você vai reorganizando essas indústrias nesse sentido. Por quê? Porque aonde passa a linha da companhia paulista, inclusive tinha uma área que se chamava samambaia, era uma estação. A paulista abre essa estação e faz várias linhas distribuindo a linha ferrea dentro dessas empresas. Então vai ter uma linha ferrea específica para Swift, pra Henkel, pra Indústrias Reunidas Matarazo e pros moinhos. Caraca, que memória, hein, Henrique? Puxa vida. E aí vem uma última produção, né, que vai se instalar já quase na década de 60. a indústria química Brasil que vai eh fazer, né, o sabão viva. Então, todo mundo naquela década de 60, 70, ah, tem o sabão viva. E era aí nesse momento que você tem esse esse espaço. Bom, tô dando uma olhadinha aqui. É em 1980, a partir daí as indústrias começaram a deixar, aí nós temos o declínio. Então, nos anos 60, 70, como em Campinas como um todo, né, Henrique? É que a indústria sai do centro e sai dessas áreas e ela vai para onde? O que é que se forma nesse período? Distrito Industrial de Campinas. Ah, perfeito. Também há uma nova legislação urbanística em que proíbe grandes empresas se instalar na área urbana. E aí tem um distrito industrial, essas grandes empresas começam ir para lá. Uma das primeiras empresas aí você vai ter uma outra formação, vai ser a Mercedes-Benz Brasil. Opa. Né? Que vai fazer a maior fábrica de ônibus do mundo. Hoje não existe mais. também deixou de existir. Então essa movimentação industrial com o plano urbanístico, você vai reorganizando o centro da cidade. Bom, e hoje tem muita coisa aqui no Swift, né? Ah, eles se tr você pega o UNIP, tem a São Leopoldo, tinha um supermercado aqui também. Continua, né? Tudo isso, continua. Tudo isso era as antigas e mudou de nome, né? É, os prédios eram os mesmos. Os prédios são os mesmos. O que era Swift, né? O prédio em si foi demolido e se construiu extra. A São Leopoldo Mandique era o prédio que vinha da Henkel do Brasil, uma indústria química. Então eles demoliram parte, a outra parte fez, se organizou e formou a São Lupodo Mandique. A UNIP era parte do que seria a Moinos Brasil, a Indústrias Reunidas Matarazo, o terreno é o mesmo. Derrubiu, derrubou-se as construções e fez ali o condomínio, Ana Paula e aquele outro, aquelas duas ou três torres. Não, e eu tava até conversando hoje na redação, porque muita gente quando fala do Swift fala: "Ah, eu moro no Swift, é perto da UNIP, né?" Eh, ficou realmente ficou uma referência porque até isso até os que ficou a fábrica. É, né? Inclusive o que que ocorre? que nós temos aí na década de 50, 60, duas áreas se formando. O Swift ele se forma mais forte em título de indústria e a outra área ficou com algumas questões como a Bosch. A Bosche era aqui, né? Então a Bosch onde hoje é maravilha azular, aí era a Bosch. Aí lá nos anos puxa, essa eu não sabia. Esse faz quanto tempo, Henrique? A Bosch vai se instalar em 49. Nossa Senhora. Aí no início dos anos 60 ela sai daqui. Você vê a área do Swift, porque eu tenho a linha, tinha hoje não tem mais nada, a linha do trem aqui embaixo. Então eu fazia a produção, jogava a linha do trem. No final da década de 60 a Bosch vai onde hoje nós conhecemos, que é lá no balão da Bosche. Da Bosch estava aqui também. Pergunta, é, também perguntaram para mim sobre o nosso lar, o centro espírita, mas lá já é Ponte Preta, né? Não é o Swift, era um armazém que tinha você que a gente viu lá, a nossa produção pesquisou lá oficialmente a Bar Preta, então numa nova oportunidade. É, aí eu já não sei, eu tô falando historicamente, aí eu já não sei na muita gente até é porque assim, a São Leopoldo é pertinho lá do nosso lado, do lado. É. E daí é que Campinas tem muito disso, né? É, mestre, você não sabe onde acaba um bairro, começa o, é, você mora às vezes num lugar, no chega a correspondência de três bairros diferentes, né, Henrique? Exatamente. Do lado do nosso lar, que eram três galpões, eram três armazéns, que é esse centro espírita, do lado eu tinha duas tecelagens, né? Tinha uma tecelagem dos irmãos e uma outra, eu não me lembro o nome. Então, essas tec, então todo esse contexto aqui, eu tinha tecelagem, eu tinha o sanatório, né? E eu tinha essas indústrias. O que ocorre no final da década de 80? Isso se dissolve, né? Isso acaba sumindo. E hoje nós temos o quê? Como vimos, comércio, eh, prestação de serviços, lojas e por aí vai. Aquela abertura que hoje, porque nós tínhamos a Norte Sul, que seria depois o final dela, a princesa do Oeste, ela não existia até o final da década de 80. Não existia, né? que é perto do estádio brinco de ouro da princesa, né? Isso acabava ali. Do lado de cá era um córrego e aí na medida que foi eh canalizando o córrego e aí você tem o quê? A Suft, a Swift saiu, a Henkel saiu, Irmãos Reunidas Matarazo saiu, essas empresas saiu não tinha uma ligação entre o Proça e o Swift. E aí fez aquele pontilhão que hoje a gente passa embaixo e aquilo foi aberto no final dos anos 80. Rapaz, o homem é uma história viva aqui. Oi, ô, Henrique. Bora falar então um pouquinho também sobre o cemitério da saudade, né? Porque é certamente um dos pontos importantes, não só do Swift, como claro, da cidade de Campinas. Bora lá. Vamos lá. Esse tótem ele é bem legal porque esse cemitério ele vem do quê? Da formação da estrada de ferro. Porque esse cemitério específico que se chamava cemitério público, tinham cinco cemitérios, que seria o quê? O cemitério São Miguel e Almas, Irmandade Santíssimo Sacramento, São José, venerável ó terceira do Carmo e Curadars. Esse cemitério ficava onde hoje está a ferrovia. Quando a ferrovia se ampliou a partir de 1880, que é onde tá a estação, esses cemitérios estavam lá e a ferrovia queria, precisava ampliar esse espaço. Aí a Câmara faz o seguinte, nós temos uma questão que se chamava miasma. É um termo antigo que não tem sentido hoje, mas o miasma o que era? Era o vento que vinha e Campina sempre ventou a ideia da doença. Então, como o vento ventava, né, muito de Jundiaí para cá, os miasmas, as doenças vinham de Jundiaí para cá, como tava no centro. Então nós tínhamos a a febre amarela, nós tivemos, olha que coisa impressionante, né? A deng cara, Mas não chamava fundão aqui, então. Mas olha lá, ainda não tô no fundão. É, ainda estou lá. Tá chegando. Estamos chegando aí com com essa questão da febre amarela, que isso aqui surge por causa da febre amarela e da da dengue, todas essas doenças que até então achava que era o miasma. Bem, se nós tirarmos o cemitério daqui, nós resolvemos a Câmara Pessoa, porque ainda não tem o executivo. Eh, eu resolvo duas situações. A primeira eu resolvo com os miasmas, acaba a ideia da doença lá. E também eu resolvo porque eu consigo ampliar o espaço da estrada de ferro que precisava crescer. E aquele onde a gente vê o pátio ali que a gente chama do pátio ferroviário, esses cemitérios estavam lá. Ah, eu vou levar para onde? que aí eu tenho a cidade, é, não era oficial, mas era o contexto da da população. Eu tenho o frontão, que é a parte da frente da cidade. Eu tenho o fundão. O frontão era o Cambuí. Então estou à frente do centro da cidade, que são os dois primeiros bairros mais distantes e depois fora a vila industrial. Ah, aí eu tenho o fundão. Aí veio pro cemitério do Fundão. Ah, entendi. Porque eu lembro. Tá vendo, ó? Sim. Isso aqui era uma fazenda, era fazenda laranjeira. Ah, tá. Inclusive aqui, ó, a informação. Ah, tá aqui, ó. Aí ajuda quem quiser ver aqui no complexo hoje conhecido como Saudade. É inaugurado em 1881 como cemitério do Fundão, conforme eu disse, rebatizado com o nome atual em 24, 1924, formado, portanto, por cinco cemitérios, né? E um terreno aí de 112 quadras. 112 quadras. 181.000 181.000 m², porque isso aqui era ó seu nome aqui, ó. Segundo historiador Henrique Anunciata. Coisa, coisa impressionante essa história, né, cara? Então, eram cinco. Cinco, ó, aqui dá na planta, você consegue ver os cinco cemitérios lá. Mas esse sempre foi aqui no Swift. Esse sempre foi essa instalação. Tanto é que aqui a gente consegue ver a instalação do cemitério público. É o primeiro cemitério público do Brasil, porque até então os cemitérios eram só religiosos, de irmandades religiosas. Ah, perfeito. Tinha que pagar. Tinha que pagar. E o cemitério público não. E aí o que é o amarelo? Nós vemos a implantação do cemitério público. E aí os outros que são coloridos, nós vemos que as instalações elas seguiram mais ou menos as instalações que tinham. Boa. Então, bora dar uma volta ali. Você não tem medo não, né, Henrique? Eu também não. Vem comigo, Rafael Fernandes. É, é, na verdade é muito conhecido aqui, né, Henrique? O o cemitério, senor. Esse portal, pessoal, acha que ele é desde a formação do cemitério. Ele não é. O portal veio em 1914. Antes de 14 era tudo aberto, tá? Não tinha administração aqui, era tudo bem diferente. Em 14 eles fazem o que? essa reestruturação que coloca o portal e a administração. Aí nós temos a divisão da avenida que passou esse contexto e as ruas paralelas. A avenida ela segue a formação da cidade. Então o que ocorre? Essa planta é de 1878, a planta do cemitério. Que que eles pegaram? Qual que era a principal rua da cidade aquela época? Rua Barão de Jaguara. Então esse desenho a rua Barão de Jaguara. A capela dos penteados seria a referência da basílica do Carmo. Aqui seria a glico e as ruas adjacentes. E para lá seria então a Dr. Quirino até chegar em xieta e vai então a o cemitério ele se abre na mesma proporção da cidade, é o mesmo desenho daquele período e aí a mesma elite. Então o que eu tenho na avenida, que naquela época era Arbarão de Jaguara, eu vou ter as grandes famílias na como é um cemitério público e é um cemitério onde todos têm direito, então eu vou ter o quê? Eu vou ter negros, pobres, eh imigrantes japoneses, todos dentro desse todas as classes sociais. Todas as classes sociais, cara. Isso é isso é fantástico, né? Independentemente também da da religião e tudo mais. Sim, porque os cemitérios católicos não aceitavam. Então você tinha alguns cemitérios. Então você tinha o cemitério dos não católicos que eram protestantes. Você tinha o cemitério dos judeus que iam para São Paulo. Você tinha um cemitério dos negros e ali perto da da igreja. Qual igreja? Católica é do São Benedito. Ah, lá no centro. Lá no centro. Então tudo isso vai se aglutinando aqui após a morte. Somos todos iguais. Então, a ideia pública foi essa, todos somos iguais. E o cemitério da saudade até hoje ele representa isso, é um dos cemitérios mais importantes do Brasil, não só pela sua família reconhecido no Brasil inteiro, né? Porque eu já saí algumas vezes de Campinas, às vezes rola assunto de história e tudo mais e as pessoas perguntam: "E o cemitério da saudade tá lá". Eu falei: "Bom, espero ir só em em velório, né? Não depois não tá presente, mas faz parte, né? A gente tá todo mundo um dia parte dessa para uma melhor, na verdade? E aqui é é o cemitério bonito, né, cara? Não é um espaço museológico. Não dá para ter noção de quantos túmulos tem aqui, né? Tem a CETEC, tem, né? A gente, nós já estudamos esse contexto. Hoje nós temos em torno mais ou menos, né? O número exato, a Cetec tem um número exato, em torno de 115.000 sepulturas, onde nós temos em torno de 2 milhões e meio de eh enterramento. Ou seja, você tá aqui, h, vamos bater um papo aqui pra gente concluir. Então, são quantos túmulos? Em torno de 115.000 túmulos, mais ou menos, e de enterramentos, hum, aproximadamente 25 milhões e a cidade dos mortos é maior do que a cidade dos vivos. Meu Deus. E aí você tem as grandes questões, ó. Nós estamos num exemplo aqui, nós temos quatro, tem mais, tá? Vou citar só as quatro que seriam o trancauas, que é de uma religiosidade africana, né, da população afrodescendente. Maravilhosa essa história do tranga era um senhor que tinha um um terreiro e aí o conjunto acaba se eh completando. Aqui nós temos a Maria Jandira, né, que é uma questão espírita de que ela ela seulou, ela se queimou, ela jogou álcool no corpo, por ela tava noiva. Ela tinha uma prostituição, ela vinha de uma prostituição, ela queria sair daquela vida. A família do noivo recusou, ele acabou com ela e ela se matou. Só que ela não deu um grito e aí começou a fazer milagres. Nós temos do escravo Antoninho, né, que tá aqui do lado, que é raro, eu tenho o túmulo do Barão Geraldo de Rezende e do lado eu tenho um escravo, porque ele tinha uma similidade, né? Ele tinha um respeito por essa pessoa que tá lá, né? E o das crianças que morreram num incêndio. Três crianças. Bom, inclusive eu ia perguntar para você pra gente encerrar porque olha, você trouxe história para caramba. Quanta informação bacana aqui no meu bairro na TV conosco aqui o Henrique. Eh, quem de famoso assim de Campinas conhecido, está enterrado aqui? Francisco Glicério. Francisco Glic aqui na avenida principal, né? A gente tem um médico que salvou essa cidade e ainda ajudou muito a título de Brasil por causa o Tomás Alves, que foi um médico, né? O próprio Francisco Vicério, a família Campo Sales, os Ferreira Penteado que auxiliaram muito no desenvolvimento, né? Eh, Bento Quirino que desenvolveu essa cidade assim, essa família e ele também. Por companhia de água tratada, companhia de bondes, de energia elétrica, pavimentação, a partir dele é que isso se desenvolveu. Foi ele que trouxe junto com o café. E a própria ideia da escola culto ciência também se desenvolveu dentro desse contexto. Então essa população, né, esses senhores do século 19, início do X, que até então não tinha outro cemitério, o depois daqui, o primeiro cemitério que vai ter entre 1881 até 1968 69, é o cemitério da Nossa Senhora Conceição. Ah, perfeito. Este período vai ser tudo enterrado. Boa. Ufa, quanta coisa. Muito obrigado, viu? cansa um pouco. Não, não cansa não. O pessoal adora informações. Eh, muito obrigado aí pela sua Estamos à disposição, é colaboração conosco aqui no meu bairro na TV, falando do Swift, também falando aqui sobre o o cemitério da saudade, que que de fato como o Henrique eh conversou conosco, falou a respeito, é conhecido no país inteiro. Valeu, muito obrigado. É isso aí, pessoal. Meu bairro na TV. Estamos no Swift. Já, já tem mais. เ Pois é, pessoal, terceiro bloco aqui no meu bairro na TV Swift, aquele momento que todo mundo adora, que é justamente aquela hora da receita. E me disseram que aqui, olha só, tem um cachorro quente de strogonof. Coisa linda. Tô aqui com amiguinho. Beleza, prazer é no meu bora. Com certeza é agora. Bora. Bom, galerinha, então, como eu disse, aquele momento extraordinário. Eu, particularmente, já estou com água na boca, porque a gente vai mostrar o passo a passo de uma receita de cachorro quente de strogonof. É ou não é, amiguinho? Com certeza. Vamos lá, amigo. Qual que é o passo a passo? Privilégio, gente. Isso é um privilégio muito grande. Muito obrigado. Amiguinho. Prazer é todo nosso, rapaz. Que maravilha. André Rafael, muito obrigado. Olha, vamos lá, vamos começar aqui. Como que é esse passo a passo aí? Passo a passo. Vamos lá, meus amigos. É um cachorro quente que sai bastante, né? Sai. Sai muito. Esse daqui é cara de strogonof. Coisa strogonof de frango, né? Strogonof de frango. Vamos lá. Maionezinha no pão para dar aquele up. Maionezinha é tudo de bom, né, cara? Opa. Inclusive, pessoal, você pode escolher tanto a modalidade com salchichão temperado, muito conhecido fora nos Estados Unidos, ele é feito churrasco fora. Ah, é nos Estados Unidos utilizando, eles eles fazem um churrasco e nós aqui fazemos o cachorro quente, né? Tradição boa. Olha lá, esse acompanha duas salsichas. Duas salsicha. A outra salsicha no outro. É, esse daqui seria uma modalidade. Se a pessoa pedir de um opcional, falar: "Eu quero um salchichão temperado fazendo com estrogonó". É tipo salsichão da Alemanha que o pessoal fala alemão. Isso. Exatamente. Boa. Então, duas salsichas. Maionese, você dá aquela cortadinha, aquela cortadinha, com certeza. Dá uma recheada nela com a mostarda. Olha lá. Ketchup. A mostarda boa. Ketchup. Op. Cachorro quente sem ketchup é a mesma coisa que picanha sem sal grosso. Verdade. Não faz o mínimo sentido, né? Aquele vinagrete todo especial, caseiro, né? Olha lá o milho, né? Aí a gente dá aquela aquele up de novo. Mais maionese. Mais maionese. Quem que não gosta de uma maionese, né, gente? Ah, é difícil, hein? É difícil, né? E depois cola aquela batata palha também, com certeza. Aqui é o purezinho caseiro que nós mesmos produzimos aqui na cozinha. Como que é feito esse purê aí? Olha, esse pudê aqui é que nem segredo de Coca-Cola, viu? Se a gente falar, todo mundo vai querer copiar, hein? Ah, entendi. Então, mas mantém segredo. Olha, esse daí não tem como, viu? É especial mesmo, de 35 ano, né? É, desde a época da calçada. Você começou na calçada? Começamos na calçada, cara. E o lanche é, a gente vai inclusive conversar com você já já na hora de experimentar receita e tudo mais. Você vai contar a história aqui do amiguinho, né? Nossa, gente, que fica aqui no Swift. Exatamente. Muita tradição. A gente costuma falar que tem os nossos clientes, famosos clientes dinossauro, que é de muito tempo, né, desde o início. Claro, por ele usa mais em Campinas, porque eu casei com a Viviane e ela disse que lá na região de Ribeirão Preto, de onde ela é, né, de Barretos, não usa purê. Eu falei: "Mas como assim não usa purê na no cachorro quente?" Tem lugar que não tem mesmo, né? É verdade. É uma tradição realmente de Campinas região usar o purê porque ele dá uma sustância, né? Então é de verdade. Campinas, mas que ela falou, eu falei: "Você tá maluca?" Com certeza. Não, ela tem total respaldo nessa. Caraca, porque eu particularmente gosto muito de cachorro quente com purê. É maravilhoso, gente. Meu Deus. Que que vai rolar aqui? É um milho. Agora já colocamos. Agora vamos já pôs. Já coloquei o Então, pera aí, pera aí, amiguinho. Agora é a hora do agora. Hora do strogonof. Então agora é a hora do diferencial que é um cachorro de strogonof de frango. Exatamente. Olha o capricho, gente. Que delícia, gente. Olha aqui. Eu acho que alguém vai sabolhar esse cachorro quente agora, viu? Ah, deixa comigo que que nessa parte de experimentar a receita, eu sou especialista aqui no meu bairro na TV, viu? Que maravilha. Depois a gente vai, o Rafael também quer experimentar, não? Ô, claro, vai ser um privilégio. Não dá para ir embora aqui do amiguinho sem experimentar esse cachorro quente de strogonomonome. Que maravilha, gente. Cara, ele realmente é grande. Isso aí é para uma pessoa. Exatamente. Mas é para duas. É uma é uma refeição. É uma pessoa, né? É uma Olha que beleza aqui, Rafa. Olha que coisa linda aqui. O pastel de O pastel não, o cachorro quente de strogonof de frango. Exato. Espetacular. Espetacular. Quais são as outras opções que você tem? Olha, nós tem a mesma modalidade, na mesma sequência de montagem com carne a bolonhesa, sai bastante, né? É feito com tiras de carne. É muito bem, muito gostoso, muito gostoso, suculento. Tem também, como disse o o volto a dizer o salchão temperado de alho, né? Essa modalidade nossa é realmente irresistível. Que mais? Eu tenho também o tradicional com catupiri, né? E tem aquele dog também tradicional o tranquilo. Salsicha, vinagrete, o dia todo dia. Exatamente. Com aquele refrigerantezinho bom demais, hein? Não pode, pode faltar. Bora experimentar então. E daí você vai contar um pouquinho sobre a história do amiguinho que é super conhecido, não só aqui no Suí como na cidade toda aí, né? A gente atravessa a cidade para vir comer aqui no amiguinho, que eu sei. Com certeza. Tá bom, bora lá então. Bora lá. Bom, eu já tava indo lá experimentar, o amiguinho falou: "De jeito nenhum, eu quero mostrar também o cachorro quente preçado com sals e chão." Manda ver, amiguinho. Agora, meus amigos, meu Deus, não pode sair sem essa. Esse aí você vai no pique, né amiguinho? Nossa, quanto tempo você demora para fazer um dog aí? Olha, na na mova, vamos falar assim, a gente faz em 30 segundos, 40 segundos no máximo. Hoje eu tô fazendo um pouquinho mais. Claro, que hoje a gente tá mostrando aqui na TV, né? Certeza. Claro, vamos fazer, precisa daquele talentinho, mas normalmente você faz um cachorro quente em 30 segundos. Olha isso, gente. Isso que é experiência, né, cara? O cara consegue fazer um cachorro quente com qualidade. Olha. E eu tô fazendo aqui um salchichixão temperado, gente. Esse salchichão temperado com alho, tá? E nós vai fazer ele na modalidade prensado. Vamos lá pra chapa agora. Boa. Olha aí, que maravilha. O prensado é bom demais também, né? Meu pai do céu? É maravilhoso. Quanto tempo c na chapa? Ah, é rápido, viu? É só o tempo de dar aquela tostada para ele ficar realmente saboroso, né? Crocante. Verdade. Com licença. Qual sai mais, meu amiguinho? prensado ou o tradicional mesmo? Olha, o tradição sai mais pelo pelo motivo de você janta. Ah, perfeito. A pessoa acaba comendo assim, jantando ele, né? Manda um queijão. Nossa, espetacular. Exatamente. Acho que tem por cima aqui. Quantos tipos de cachorro quente você tem aqui? Nós tem aproximadamente uns 40 tipos. É, né? Mas sem contar que dá. Não tem cachorro quente de comida japonesa ainda. Ninguém inventou isso aí. Ainda não. Eu acho, né? Cachorro quente de saim bem também. Já pensou? E aí? Ah, eu quero ver se esses deliciad. Não tem quem não come não se delicia. Dá até para ouvir o barulhinho, né? O barulhinho o pessoal tá ouvindo em casa, já dá vontade de comer só pelo barulhinho. Verdade. Eu ou não é, amiguinho? Com certeza, André. Olha aí. Aê. Agora vai, já tá prensado já, já tá assim, já deu uma uma tostada nele doar. Bora experimentar então porque esse aí é famoso, hein? Esse é agora sim, né, amiguinho? Com certeza. Agora sim. Aê, meu garoto. Agora sim, meus amigos. Vamos lá. Bom, galera, então bora experimentar aqui. O o Maurício, amiguinho, fez dois pra gente aqui. Começar pelo prensado, né? Com certeza que vem o salsichão dos Estados Unidos. Você falou: "E exatamente. Hum! Fantástico, hein, cara? Que cachorro quente gostoso, hein? Verdade. Maravilhoso. Espetacular, hein, amiguinho? Enquanto eu experimento esse outro aqui que não é prensado, conta por favor a sua história. A história do Ah, vai ser um privilégio. Nós começou um carrinho de cachorro game de 80 cm, né? Bom, esse aqui é o de strogonof. É o de strogonof. Exatamente. Experimentar também na calçada, né? Bem na esquininha aqui com a nossa Turiba Morais Teixeira, com a Avenida Jorge Tibissá em 1983, desculpa, 1993, me perdoa, né? Aí gente, nós começou humildemente com esse carrinho. Não, nós não tínhamos espetacular de frog no desculpa te portar ninguém, mas meu Deus do céu, cara, que coisa linda, que coisa fantástica. Maravilhoso. E nós não tínhamos nem condução na época, nós vinhamos com aquela disceta cargueira, né? E montávamos. O tempo de de montagem era um tempo muito grande, porque não cada condução, né, era bicicleta da carga, então tinha que voltar várias vezes. Mas a persistência, a vamos falar assim, o a vontade de vencer, a vontade de de de realmente eh eh prevalecer, vencer, né, fé, né, meu irmão, eu acho que isso é muito importante, né? Eu sou cristão e creio que Deus pode fazer muito na sua vida, mas você tem que fazer sua parte, né? A parte de, como diz as escrituras, ela é: "Esforça-te, filho meu, que eu te ajudarei, né?" A gente tem que fazer a nossa parte, André, porque eh a vida é uma batalha, é uma guerra, né? E eu acho que em meio a essa guerra, eh, os, quando a gente fala os fortes prevalecem, somos como os árvores que enraízam, entendeu? Sofrem várias tempestades. Faz parte, né, da vida de todo empreendedor, né, amigo, você tá mudando também de local. O programa, na verdade, ele fica rodando aí o ano inteiro durante muitos anos. Você tá indo para um outro ponto, né, também aqui no no Swift. Exatamente. Bem próximo daqui. Vamos estar ali bem eh na rua eh da como fala? Da faculdade. Ah, tá. Da São Leopoldo, São Francisco. Não São Francisco. São Francisco. Exatamente. Mas é só entrar no Instagram lá que o pessoal acha, né? Vocês t Instagram, né, amiguinho? Sim, temos. Boa. Sim. E aqui vem gente da cidade inteira, né? Vem, vem, vem sim. E qual que é o cachorro que a gente mais pedido aqui, amiguinho? Olha, pede bastante o de strogonof. Esse de salichão temperado. Vou até pegar mais um pouquinho aqui que é, como volto a dizer, o de carne bolonhesa, bem pedido, né? Que delícia, cara. O preensado com carne bolonhesa, né? Que ele fica bem crocante, né? Preçado, né? E voltando à história, eh, gente, nessa nessa jornada, né, nesse tempo de de a gente a gente passa por vários estágios na nossa vida, né? a gente vai aprimorando, sempre aprimorando até atingir uma maior qualidade. Eu acredito que eh eu acho que todo empreendedor, né, erra, mas aprende com seus erros, não é verdade, André? Então, eu acho que nós atingimos um patamar de qualidade do cachorro quente que realmente nós mesmos assim, eh, nos surpreendemos, graças a Deus. Isso não tem preço, né, amiguinho? Não tem preço. Valeu, muito obrigado por nos receber e parabéns pelo cachorro, tanto de strogonó quanto prensado de salsichão. Eu vou voltar aqui com a minha esposa Viviana e vou trazer meu filho Francisco também porque certamente vale muito a pena e mais uma vez parabéns e muito obrigado. Muito obrigado e é um privilégio, tá? Eu eu agradeço a todos os telespectadores nos nos escutam, né? Isso é maravilhoso. Eu quero dar um abraço, mandar um abraço para todos os nossos clientes de toda essa jornada, de todo esse tempo, né, que nos acompanha, que vem acompanhando a nossa história, tem sabe o nosso trajeto, sobre nossos esforços, sobre a nossa a nossa guerra, a nossa batalha e nos acompanha até hoje, né? Vocês eh são a nossa faz parte da nossa história, né? Vamos falar assim. Valeu, obrigado. Tá aí o amiguinho. É isso aí. Bom, galerinha, vocês já sabem, né? Se tiver alguma sugestão de bairro aqui, mande um WhatsApp, é esse que aparece no seu vídeo, tá bom? Valeu e até a próxima oportunidade. Tchau.