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[música] Fala pessoal, meu bairro da TV. Estamos aqui no centro de Souzas, distrito que fica na zona leste de Campinas. Olha aí no mapinha. [música] [música] [música] [música] Souzas é o distrito mais antigo de Campinas. Surgiu em 1886. Olha só, no passado era conhecido como Arraial dos Souzas e Souzápolis. Pois é, o distrito manteve quase que intactas características de vila rural que nasceu ou cresceu a sombra dos cafeiros. O nome Souzas é uma homenagem ao brigadeiro Luís Antônio de Souzas Queiroz, que foi agraciado pela coroa portuguesa com uma terra na região entre os rios Atibaia e Jaguari, no atual distrito de Souzas. Bom pessoal, a gente começa esse meu bairro na TV sobre o centro de Souzas nessa situação aqui, ó. Dando um rolê pelo Rio Watibaia. Estou aqui com o Eduardo. Tudo bem, Eduardo? Beleza. Tudo bom? Pois é, ele é morador antigo. Há quanto tempo você não mora aqui? 62 anos. 62 anos morando em Souza. Souzas. Nascido aqui, né? Puxa vida, que coisa impressionante. Onde a gente tá? Mostra pra galera aqui. Aqui é a subprefeitura. Acabamos de passar a ponte. Esse é o antigo coreto, onde tinha até apresentações antigamente, cara. Bem bacana aqui. A gente tá no rio Atibaia, né? Rio Atibaia. Pô, mas que passeio bacana, que passeio legal, cara. Qual que é a sua relação aqui com o centro de Souzas? É, nós somos assim suspeitos por ser nascido aqui, né? Nós costumamos dizer que Campinas faz parte da Grande Souzas, né? [risadas] é um nosso aqui que já virou. Eh, nós gostamos muito, apesar de tudo o que mudou, o quanto cresceu, essa invasão que temos aos finais de semana, graças a Deus também, né, gastronomicamente falando, muito procurado. Aqui é um afluente que desaga o Ribeirão das Cabras. Hum. Ali. E aqui onde estamos antigamente era a ponte que passava, uma ponte que ligava, uma ponte de terra há muitos anos que foi que legal. E você gosta de dar essa volta aqui no barco? Sempre. Raramente agora consigo, mas sempre que possível nós fazemos isso. Sim. Normalmente é um lazer seu. É um hobby. Um hobby. Nós adoramos isso, né? E tá sempre de colete, tudo certinho, né? Colete é primordial. Colete não tem como não usar, cara. Muito legal. Dá uma balançada boa aqui e o nosso sinegra aí dando show. Ó, pedra são pedra também. E o Eduardo naquela aventura aí, naquela emoção. Estamos no meu bairro na TV. Sensacional. É, rapaz. [risadas] É o Valdecido Saraiva, nosso repórter cinematográfico ali se equilibrando e mandando bem para caramba. Tô curioso também para ver essas imagens. Olha só que coisa linda. Bom, você tava me falando que aqui é o Regatas, né? Aqui é o fundo do Clube Campineiro de Regatas. É um clube bastante tradicional em Campinas, né? Tem a sede lá no Cambuí. Muito e aqui seria a sede de campo de campo. E olha só o Rio. Então o o fica exatamente aqui que a parte exatamente Clube Campineiro de Regatas relativi. A ponte é aquela ponte do centro de Souzas mesmo. Centro de Souza. Do centro de Souza. Conhecidíssima. vencidíssima. Todo mundo que vem para Souzas é obrigatoriamente passa por ela. E aqui a gente continua mostrando imagens aqui do Regatas. Ele é quadro de tênis, [música] né? Só pela placa silêncio. E as pessoas que querem curtir o rio, elas podem vir aqui e tal. [música] Como é que é? É difícil o acesso. E agora nós estamos numa época que você vê tá sem água, o rio tá muito baixo. É. É. É. Assoreado. Dá dó. que veio para fazer reportagem mesmo. [música] Exatamente. É porque mas sempre foi um rio bastante movimento. Sempre foi muito bom, [música] muito. Olha o nível. Dá para você ver a diferença de nível de água, né? Como tá agora e como era antes. O nível normal dele seria metros acima. Puxa vida, Eduardo. Metros acima. Ô Eduardo, falando mais um pouquinho sobre a sua relação aqui com com Souzas, que você pode falar? Nascido nascido em Souzas eh há 62 [música] anos, né? Eu adoro Souzas, não tem muito o que se falar aqui. É que [música] O que que você faz aqui em Souzas? Tem bastante restaurante pertinho de Joaquinho, muito gastronomicamente falando, [música] tem tem hoje estamos bem servidos, bons restaurantes. Tem a igreja aqui, né, de Santana, né? A igreja de Santana. Agora, esse final de semana tem a festa de de Santana, duas semanas consecutivas e ali uma tomada interessante que depois é bem antigo em Souzasã é a antiga lanchonete beiraio. Aqui nós tínhamos um chafarizo de tá. Dá para ver daqui? Nós vamos a [música] pé depois. Depois, mas aqui seria ali, olha o fundo da lanchonete e agora também assoreado, né? Mas temos muita trilha. Souzas [música] oferece muito. Ah, é uma delícia aqui. Uma delícia matéria de o que tem de de peg [música] de atrativo. Não falta. Você tem comoar cavalo, você tem como fazer caminhada? de bike, [música] bike. Muita gente, uma cervejinha bem importante. Cerinha, nós temos aí o um barque, bar central [música] desde 1947 nesse local. É, realmente é muito gostoso, né? É o meu bairro na TV, galerinha. Tem muito mais para vocês, galerinha. A gente segue rodando e olha só, é bem bacana aqui o centro de Souzas. Tem muita coisa legal. A gente saiu, portanto, lá do rio Atibaia. A gente fez várias imagens legais, foi bem bacana, vocês acompanharam. E agora estamos aqui na biblioteca Guilherme de Almeida. Bom, eu estou com a Dandelara Pereira, que é a coordenadora das bibliotecas públicas de Campinas, recebendo aqui a equipe do meu bairro na TV. Estamos falando sobre o centro de Souzas e claro, não poderíamos deixar de falar sobre essa biblioteca que é um sucesso, né? Muito obrigado por nos receber aqui. Boa tarde a todos, né? E nós aqui agradecemos essa oportunidade de poder mostrar um pouquinho desse espaço [música] que fica bem no centro de Souza. Bom, primeira coisa, tem esse sofazinho aqui que é uma delícia, né? Você vê que eu tô bem à vontade, então quer dizer, a pessoa pode chegar, procurar um livro, ver se é esse que quer levar para casa. Como que funciona isso? Ah, aqui como todas as outras bibliotecas da cidade de Campinas, você pode trazer um comprovante de residência e um documento. E aí você faz a carteirinha e no na mesma hora você já pode emprestar um livro, um ou dois livros, né? E você tem 15 dias para ler e devolver, ou então você pode renovar. Boa. E quantos livros tem aqui nessa biblioteca, Guilherme de Almeida? Aqui nós temos um acervo com mais de 30.000 livros. 30.000 livros. Meu Deus do céu, é livro para caramba, né? E nós estávamos conversando, eh, a maioria dos livros, não é, vem de doações das pessoas. Aqui de Souzas, por exemplo, a galera que mora aqui e tudo mais faz. Como que faz para doar o livro? Ah, tanto aqui como nas outras bibliotecas, né? a gente recebe doação e aí a pessoa pode entrar eh em contato diretamente na biblioteca ou pela coordenadoria de bibliotecas. E aí a gente orienta aonde é mais próximo paraa pessoa fazer doação. A gente recebe todos os tipos de material, né, de livros. Uma restrição que a gente tem um pouco é em relação a livro didático, porque livro didático ele muda muito a cada dois anos. Então, geralmente aí a gente teria que ficar eh desfazendo desses livros, né? E aí então os outros livros a gente [música] aceita tanto aqui como nas outras bibliotecas. Bom, nós estamos aqui na biblioteca Guilherme de Almeida. Leva o nome é de Guilherme de de Almeida. Quem foi então o Guilherme? Guilherme de Almeida foi um príncipe poeta, né, da cidade de Campinas. Inclusive em julho a gente em a gente tem a comemoração em junho, né, [música] do dia 4 ao dia 11 a gente tem a comemoração da semana Guilherme de Almeida. Então o Guilherme foi um príncipe poeta que não só escreveu poesias como também Rikai e até hoje ele é muito contemporâneo dentro da obra dele, né? Então, uma das homenagens que Campinas fez a Guilherme de Almeida é essa biblioteca que recebe o nome dele, que foi eh criada em 21 de agosto de 63. Quais os horários de funcionamento aqui? Aqui funciona da das 9 às 17 horas, segunda a sexta. De segunda a sexta, mas tem alguns eventos que são específicos, né? E daí vai também de como tá a agenda da da biblioteca, mas a gente tem Saraus, a gente tem cine clubes, né? E todas essas atividades as pessoas podem encontrar no portal, né, no portal de eventos da Secretaria de Cultura ou entrando em contato com o bibliotecário. Quem é daqui da geralmente da redondeza do bairro já tá em contato com o Marcelo, que é o bibliotecário daqui, né? É, já conhece o Marcelo? Conce qual que é o portal? Você sabe ou não? O endereço é Campinas. É portal e da cidade de Campinas. Ah, tá. Então é só digitar lá que se encontra, né? Isso. Prefeitura de Campinas vai aparecer o portal e aí você já tem o acesso, tem uma tag lá que tá eventos, né? E aí você clicou em eventos, você tem todos os eventos da Secretaria de Cultura. Legal. E aqui tem uma área para criança, né? Sim. Isso tem em todas as bibliotecas, porque, pô, eu fiquei, me chamou atenção, tipo um um brinquedoteca de livro, uma biblioteca. Todas as bibliotecas têm os seus espaços, né, de de leitura e e brinquedos. Algumas t brinquedo pras crianças, mas todas as bibliotecas têm literatura infantil. E nós em Campinas temos uma biblioteca infantil que fica no Bosque dos Italianos, que é a biblioteca Monteiro Lobato. Ela é especificamente infantil. Infantil. Mas aqui em Souzas e tem também esse espaço bem legal para criança com livros. Sim, com livros, brinquedos, inclusive os pais vêm, né? Podem procurar tranquilamente o livro, porque pode ler aqui, né? Sim. Pode ler aqui, pode ler para uma mesa ali no fundo, né? Temos mesa, né? A gente tem sofazinhos ali também, tem uma vitrolinha com disquinhos. Ah, dá para ouvir? Dá para ouvir? Puxa vida, sério. Nossa, aqui você se apropria do espaço porque além de uma biblioteca, isso aqui é um espaço cultural. Que [música] legal. Nossa, é agora me passou um filme na cabeça aqui. Vitrola, cara. Que é uma vitrola faz tempo, né? É disco de vinil e eu bacana porque geralmente você vai ver nos lugares, principalmente espaço público, ela tá para exposição. Aqui funciona. Aqui funciona. Eu tinha um disquinho desse tamanho que tocava vindo do guaran. Ficava vindo o dia inteiro. [risadas] Eu gostava dos disquinhos da da disquinho mesmo que eram coloridos, né, que contavam histórias. É, eu eu tinha também os três porquinhos, chapuzinho. Vermelho, né? Aí tinha o que era amarelinho, patinho feio. Patinho feio. Nossa, verdinho. Bom, olha, olha só que legal. E aqui tem vitrola. Às vezes você tem na sua casa pode trazer o disco e eu aqui. Ol, olha que que legal. Pode e o legal que é assim, você além de você ouvir, você vai compartilhar com outros as suas lembranças também, né? Suas memórias. Valeu, muito obrigado por nos receber aqui. Nós é que agradecemos. Pessoal, a gente continua andando aqui pelo centro de Souzas e olha que legal que eu encontrei. A Societana Lavour e Progresso, que foi fundada em 1894. Olha só que prédio maravilhoso. Aqui tem [música] almoço, jantar também tem vários eventos, tem curso de italiano. Bora conhecer então [música] que é bem legal. [música] Esse espaço, André, ele surgiu em 1894, foi a inauguração quando um grupo de italianos já estava radicado na região de Campines e eles vieram a maioria em função da substituição da mão de obra das fazendas de café. Campinas. Na época, a região de Campinas contava com 189 fazendas de café e a maioria veio para lavoura. Alguns os mais assim abastados ou que tinham alguma profissão definida se instalaram na região, como foi o caso da família da Porto, que é família do meu marido. Ele era avô do meu marido, era químico. E ele fundou aqui a primeira indústria de bebidas, indústria de bebidas da Porto. e começou assim alavancar e criar trabalhos na região. Então, alguns também já se instalavam, mesmo morando nas fazendas, eles vinham trabalhar na cidade. E o comércio aqui era constituído até 1970, [música] mais ou menos eh eram cinco armazéns, não existia supermercado. E a societá italiana surgiu numa época em que os italianos vinham para trabalhar, claro, mas eles não tinham um apoio nem político, nem de saúde, nada. E eles eh nessa sociedade eles se encontravam e eles forneciam remédios, consultas médicas, eram é tipo um socorro mútuo que eles falavam que era um atendimento pro pessoal, pros imigrantes da região. Bom, bora falar então um pouquinho sobre a influência italiana aqui na região de Souzas, [música] principalmente estamos no meu bairro, na TV falando sobre o centro de Souzas. A influência italiana é muito grande. Aqui eh as famílias conversavam em italiano, embora elas eram marginalizadas pela língua, elas só conversavam em família. Eles tinham um esforço enorme para aprender o português. E as crianças precisavam aprender o português porque iam pra escola. Então eles misturavam tudo. É onde saiu a língua caipira que eles falam muita coisa errada porque é misturado com o italiano, não é? Então é isso aí. da influência na culinária, na cultura. E esse prédio aqui eles [música] passavam, tinha filme, a primeira função dele era um clube social, tá? Acolher era um clube social, acolhê-los, orientá-los e promover eh um momento de lazer para as famílias. Boa. E o pessoal aqui de de Souzas veio bastante, na verdade vem gente da cidade inteira, né? Agora vem. Então eles eles vinham sim para esse encontro e na verdade começou eles tinham um filme, passava filme que a Sueli vai poder falar muito mais sobre [música] isso porque a Sueli sabe da história do cinema. Boa. Então bora conversar um pouquinho com a Sueli também, pessoal. Bom, então estamos aqui com a Sueli, como a Teresinha falou, a Sueli sabe tudo e mais um pouco, principalmente sobre, não é, essa questão aí do dos filmes que tinham aqui. Na verdade, não sei tudo mais um pouco, sabe? Sim, que eu tô sabendo. E existia realmente aqui a exibição de filmes, né, que a pessoa vinha com um bonde de Campinas e trazia os colos de filme que eram exibidos aqui através daquelas janelas que a gente tem lá em cima, projetados na parede ou numa tela aqui da sociedade italiana. [música] Então, era um grande evento os filmes, né? as pessoas trazam as cadeiras de madeira, movimentava as cadeiras aqui no meio, então era bem assim animado, né? E depois nós tivemos também o Henrique de Oliveira Júnior, que meu tio, ele fundou um museu de mar de Campinas e ele exibia aqui quando ele era solteiro, ainda conheci o meu tia aqui. Então é assim, aqui era palco de peças de teatro, de festas religiosas, eh discussão de política, eh jantares, enfim, aqui tudo acontecia e os italianos preservavam muito a cultura italiana aqui, porque eles tinham dificuldade da língua, eles pouco entendiam do português e os brasileiros pouco entendiam do italiano, né? Então aqui eles preservavam. Tem a befana, por exemplo, que é uma velhinha que traz a doces para as crianças que se comportaram bem durante o ano, ou traz uma pedrinha de carvão para aquela que fez malcriação e etc. Aqui a gente procura fazer a befana também, só que ninguém dá pedra de carvão, né? A gente só dá doce pras crianças. Eh, depois nós temos também uma festa de Santo Antônio de Pada que é celebrado 13 de junho. Às vezes a gente tem jantar, às vezes almoço, né? E a gente comemora Santo Antônio, porque todo italiano trazia uma imagem de Santo Antônio de Pádová na sua mala. A gente tem também o aniversário da Fundação da Societá Italiana, que é 21 de agosto. [música] Esse ano vai ser numa outra data. Nós ainda não definimos, mas é uma festa de calendário fixo da sociedade italiana, né? E o dia de São Francisco de Assis, que é 4 de outubro, que existe uma missa celebrada em italiano, na Igreja Santana. Italiano. Eu quero vir nessa missa, hein. Ah, vem assim. Você vai mostrar dia? Isso. Perfeito. E o coral Tuti Cantante, que é um coral que canta em italiano também, eh, participa dessa missa, né? E além dessas datas, nós temos muitas outras, né, com almoços, jantares. Eh, nós já tivemos eh a parentação da Abal aqui, né? Bom, então é super movimentado, né, S? É, e também tem as os cursos de italiano aqui também. É, exatamente. Eu ia perguntar justamente sobre isso, porque quem quiser estudar italiano também aqui é uma bela oportunidade, né, Seli? Nós temos várias turmas, né, vários dias, segunda, terça e quinta, que nós [música] temos a quarta, desculpa. Eh, é bem interessante. Eu pelo menos faço. Eu gosto muito. Já fala bem italiano ou não? Nós, então pra gente encerrar, fala alguma coisa aí pr pra câmera italiano, agradecendo o pessoal que tá nos assistindo. Ah, Auguri a Tute e participe da nossa societá italiana, tente manter viva essa cultura. Nós estamos, inclusive, nós estamos até com uma campanha de novos sócios da societá italiana, viu? Como faz? É só mandar e-mail para cá ou ligar. Nós temos uma página no Instagram e temos uma página no Facebook também. É só procurar, mandar mensagem que a gente agradece muito para ajudar, né, a pagar as despesas e manter a cultura viva. Tá bom? Valeu, filha. Muito obrigado, viu? Grátis. Grazie a tutti. [música] [música] [música] [música] Eu [música] confesso para vocês que estou bastante encantado aqui, porque tem muita coisa legal conosco no meu bairro na TV, o Wagner que é guia de turismo para bater um papo com a gente, falar muito, sabe tudo e mais um pouco sobre Souzas. Tudo bem, Wagner? Beleza. Tudo bem, você bom cara vou te falar um negócio, viu? Que lugar bacana, que lugar bonito aqui, né? Sim. É incrível, né? Nós estamos apenas 10 km do da metrópole de Campinas. E quando a gente entra ali depois do trebo da rodovia Dom Pedro, né, a gente já começa a sentir esse clima, né, que como você citou, é um clima de área interiorano, né, com essas casas coloniais, né, antigas aqui ou as pessoas também muito simples, né, conversando nas calçadas, né, a resgatando aqueles valores antigos que nas cidades grandes já foram perdidas, né? Tem um monumento bem atrás da gente aqui. Vamos começar falando sobre ele. Vamos falar sobre ele. Esse monumento é um monumento em homenagem aos imigrantes italianos, né? Que na no final do século XIX, início do século XX, eles vieram para cá cerca de 4.000 italianos, né? Eles se instalaram por aqui com a promessa de trabalho, porque lá na Europa existia uma dificuldade [música] eh econômica e social. Eles estavam desempregados por conta da guerra civil que tinha na Itália. Eles vieram para cá com a promessa de trabalhar nas fazendas de [música] café. E eh quando chegaram aqui, eles viram que não era nada daquilo, né? Eles trabalharam no ritmo intenso, [música] eram mal remunerados. E aí depois eles eh com isso e com a dificuldade do idioma, eles criaram a sociedade italiana que tem aqui logo atrás ao lado da da Igreja de Santana para se ajudar mutuamente. E eles foram muito importantes pra cultura aqui, né, da região, para controle demogrático também, né? E a gente tem hoje um polo gastronômico aqui também intenso. Se você andar aqui fantástico. Exatamente. Se você andar aqui nesses casarios coloniais, a grande maioria hoje são restaurantes renomados onde você pode comer comida da mais simples no fogão de lenha, como até a mais requintada do o restaurante francês, peruano, por exemplo. Não, é tudo de bom mesmo. Bora falar também sobre aquela ponte que é super famosa, né? Dificilmente alguém vem aqui e e não conhece a ponte, né? Sim. Super famosa aquela ponte foi onde foi criado em torno do povoado. Lá em 1830, eh, o Agnaldo e o Bernardo Sampaio, a Agnaldo Godói e o Bernardo Sampaio, eles abriram, né, colocaram uma ponte de madeira lá. Depois, em 1896, o final do século XIX, foi construída essa ponte de ferro. Essa ponte de ferro é importante por quê? Porque ela trouxe o meios de transporte, que era a locomotiva, que era carinhosamente chamada de cabrita aqui pelos moradores. Por quê? Porque ela ia até o pico das cabras para poder pegar o as sacas de café e voltava até a estação cultura. Pegou o apelido e boa. Pegou o apelido e boa. Hoje a gente tem lá uma trilha, né, no Ribeirão das Cabras, que é uma trilha de 6 km, onde as pessoas aqui durante a semana e até mesmo nos finais de semana vem para poder caminhar, andar de bicicleta, ter esse contato com a natureza. Então foi por ali mesmo que foi que surgindo. E a ponte hoje é um patrimônio tombado, né? [música] Ela tá ali, hoje só passa pedestres e bicicleta, mas é muito interessante porque ela fica sobre o rio Atibaia. O rio Atibaia, você sabia que ele é o principal eh rio que eh fornece água para Campinas? 95% da água que a gente consome vem do rio Atibaia. E aqui nós estamos numa área de proteção ambiental, Souzas. Essa área de proteção ambiental é muito importante porque ela preserva a flora e a fauna. Existem atualmente 2400 eh nascentes cadastradas, catalogadas aqui. São essas nascentes que também desaguam aqui no rio Atibaia e faz ele ficar tão formoso, né? Muito interessante isso. Com relação aqui de Souzas com café. Era uma grande área de café. O café foi introduzido aqui em Campinas em 1804, no início do século XIX, só que ele foi plantado assim como se fosse utilizar no Mcangunder. A princípio aqui era uma o de cana do engenho de cana era muito forte. E depois lá para meados do século XIX eles viram que o solo, né, o café ele se se apropriou do solo, aqui o solo era muito rico. Então o café se deu bem e aí pessoa começou o grande ciclo do café. Então aqui os imigrantes quando vieram era pós abolição, eles vieram para cá, eh para poder ajudar nesse cultivo porque a elite precisava de mão de obra para trabalhar nas labouras. Então é muito interessante essa área. Tem várias fazendas centenárias hoje em dia. Algumas delas, inclusive elas permitem um turismo, fazer um turismo de experiência, de vivência. Você pode eh ver uma criação de ovelha, a produção de de queijo, degustar vinhos. Então assim, é uma área muito rica na área do café. F o progresso, né? Bom, que aula aqui que o Wagner tá dando pra gente no meu bairro, na TV. Mais alguma coisa importante? A gente vai na igreja já já. Mas tem mais alguma coisa que você Olha, os finais de semana aqui é muito interessante porque as pessoas vêm, né, com [música] esse ar de interiorano para poder fazer a tem o festival gastronômico, tem a festa de Santana, né, que acontece, que são tradicionais, [música] a festa gastronômica é na primavera. E aí a gente tem aqui várias trilhas para que o pessoal [música] pode fazer, tanto de bike quanto a pé, algumas inclusive aqui começam caminhos para o interior. São 20 [música] municípios que pelo caminho rural e passa pela Serra da Mantiqueira. Então, o pessoal vai de a pé, vai de carro, de cavalo, eh, faz esse caminho, ele [música] passa pela cidade de Campinas, aqui pelos distritos, depois ele segue pelo circuito das águas [música] e finaliza no sul de Minas. Então, assim, é um passeio incrível para quem quer fazer. A, a gente também, se precisar, [música] tem os postos de informações turísticas aqui na entrada de Souzas, onde pode passar para pegar os mapas dessa rota, né, ter mais informações, se informar para poder ver lá tem fotos antigas. Olha aí que legal. E o resumo também um pouco do que eu falei, tem lá nesse tótem. É muito interessante. Eu acho que vocês deveriam vir para cá e aproveitar esse clima tão gostoso. Estamos só a 10 km, né, no centro, né? Ah, é, vale super a pena. Vale muito a pena. Vale muito a pena. É muito legal, gente. É interessantíssimo a gente vir para cá e aproveitar de toda essa infraestrutura da cidade. Boa. Obrigado, Wagner. Muito obrigado. Eu que agradeço você. Bom, a gente não poderia deixar de vir aqui à igreja Santana, né? Super conhecida [música] aqui com Mário Roberto, que é diácono aqui da igreja. Tudo bem com o senhor? Muito obrigado por nos receber. É um prazer muito [música] grande. Bom, falar um pouquinho sobre a história aqui. Então, a nossa o nosso distrito, ele começou com o nome de Arraal do Souzas. Arraial significa uma morada temporária eh cercada de jardins. E Souzas significa um lugar forte, um freixo, uma pedra forte. resistente, indestrutível. [música] Então, nosso Souza está aqui permanente, né, fazendo parte da [música] nossa cidade, do nosso do nosso município. Eu brinco [música] com as pessoas dizendo que Souzas é a capital de Campinas, né? É, todo mundo gosta de vir para Souza, é uma [música] uma delícia aqui, um ambiente e tal. E a nossa paróquia de Souzas aqui chama-se Santana. Só que antes de Santana, desta paróquia existir, [música] existiu a capela de São Sebastião, que fica a 200 m daqui em frente à subprefeitura, que foi o local onde os pioneiros italianos [música] se reuniram e construíram ali uma capela, uma capela de São Sebastião, pequena, cabe umas [música] 50, 60 pessoas, mas com o passar do tempo e e o advento de novas famílias, eles sentiram [música] necessidade de eh ter um local mais apropriado, maior, mais confortável para as famílias que estiv estavam vindo associar-se [música] às primeiras famílias do nosso Arra de Souzas. E nessa época houve então a [música] participação de uma pessoa aqui da nossa paróquia que é muito querida, que fez a doação deste terreno para a construção de uma nova igreja. E com esta [música] doação animou ainda mais a comunidade presente e eles então investiram todos os seus os seus esforços [música] para construir a nossa igreja hoje chamada [música] Santana. E isso foi em 1883, foi a doação do terreno. Em 1897 [música] houve a inauguração da igreja. E a pedra fundamental que fica a soleira da porta da entrada da igreja, foi abençoada na [música] época pelo padre, então pároco daqui chamado padre Abel. Desde então nós temos mantido a nossa igreja com todas as [música] possibilidades de manutenção, conservação, etc. e ela foi posteriormente tombada. Então esse patrimônio é tombado pela Condepac, né? Então toda vez que nós queremos fazer alguma melhoria, nós precisamos recorrer às eh instâncias da do CONDEPAC. Bom, para quem não sabe, Santana é a vó de Jesus, [música] é a mãe de Maria, né? Jesus. Exatamente. É. E a festa? A festa porque nós vamos conhecer. Já já a gente vai lá, a gente vai ver qual é que é da festa, porque é super conhecida, não é? Gostaria que o senhor falasse um pouco mais [música] também sobre a festa. A festa de Santana, ela ela nós somos em Souza, cinco comunidades. Toda vez que [música] há uma festa do padroeiro de cada uma das comunidades, todas as comunidades [música] se unem para ajudar naquela comunidade. E hoje nós temos participando da festa de Santana, desse todo esse movimento, as outras quatro comunidades que se uniram à Santana. Então, nós temos aí na festa cinco comunidades participando. Eh, e é tudo executado, realizado, [música] produzido pelos colegas, pelas pessoas que participam aí da nossa comunidade. Nada é comprado, tipo, vou comprar para vender, [música] não. É produzido aqui, né? Cocada doce, tudo é produzido aqui pela doação desse pessoal. E nós já estamos na edição 1 27ª festa [música] de Santana. Todos os anos tá rolando aí. Fica aí o convite para as pessoas participarem, se puderem eh atender a essa nossa eh vontade e desejo. Qual a relação [música] aqui na igreja com pessoal de Souzas, tal? Nossa, pessoal de Souzas aqui, eles quando porventura não tem alguma [música] celebração, eles já ficam perguntando por que não tem, onde tá, onde não tá. Então é bastante interessante, bastante [música] participativo, pessoal muito, mas muito solícito e solidário, né? Eles são muito eh eles aderem [música] bastante, totalmente aos eventos que nós produzimos, sejam eles eventos sociais ou religiosos. Boa. Muito obrigado. Sempre as ordens. Precisando de alguma coisa, estamos aí à disposição. Valeu. Bora pra festa. [música] [música] Pois é, galera da igreja aqui pra festa de Santana, super conhecida não só em Souzas, como também toda a cidade de [música] Campinas, com o padre Paulo César, que vai bater um papo com a gente, falar sobre a importância dessa festa tão querida, né, padre? Muito bem, essa festa ela está na sua edição de 127, que na verdade significa o tempo que a paróquia aqui de Santana de Souzas, ela foi criada, né? Então essa festa ela costuma reunir muitas [música] pessoas, não só do dos distritos de Souza e Joquim Egídio, da qual a paróquia eh onde compreende a a paróquia, mas também acaba atraindo várias pessoas da da região de Campinas e até de outros lugares que vem com a família, com os amigos para prestigiar esse momento. Bom, importante às vezes as pessoas confundem, né, padre? Não tem nada a ver com festa junina, com festa julina, né? Não, a festa [música] junina é uma outra, é uma outra ideia, né? Acontece exatamente no, no mês de junho, por isso chama Junina. Essa não chamaria Julina por estar no mês, no mês de julho, mas é uma festa bem bem tradicional. Eh, vocês percebem até pela pela decoração [música] da festa com as suas bandeirinhas na nas cores branca e azul, justamente para fazer referência a à Nossa Senhora Santana, que é mãe de Maria, né? Valeu, muito obrigado, padre. Uma alegria. Obrigado pela oportunidade. Bom, vamos rodar porque a festa vai começar já. Olha só que bacana, já dá água na boca, ó. Tô aqui com o Mário que é voluntário aqui da igreja, tá ajudando na festa de Santana. Que que vai vender aí, Mário? Porque tá tá bonito aí, hein? Ah, a gente vende todos os tipos de doces aqui. É bomba. Essa bomba de pistacho aqui sai bastante, essa de morango com com doce de leite. Mas temos os espetinhos de de chocolate, temos camafeu, brigadeiro, os bolos, tudo caseiro, tudo feito aqui na paróquia mesmo, [música] pro pessoal da pessoal tudo voluntário aqui da igreja. É bem bacana a festa. O pessoal gosta bastante, né? Ah, é bem bacana. O movimento foi bem grande. É, foi maior do que eu do que a gente estava esperando no final de semana passada. [música] E se der tudo certo, vai continuar assim. É bem familiar a festa aqui, né? E bem tradicional já. Curtindo a festa aí? Curtindo. Vamos ver o que que vai que vão aprontar hoje à noite aqui. Vai ser gostoso. Vem com a família toda, se diverte, eh, come, bebe, bem legal. Vai ser bem bacana. Tenho certeza que vai ser tão animado quanto na semana passada. Bom, olha só, gente, de tanto que a gente falou sobre doce e tudo mais, entrevistando o Mário, deu vontade de eu comer um doce, né? Não, não vou perder essa oportunidade aqui na festa de Santana. Valeu, [música] promete esse final de semana de novo. Uma boa. A festa é bacana aqui, né? Certeza. Para nós que moramos aqui em Souzas, vale a pena todo ano tá presente aqui. Cara, até o cachorro vem curtir a festa. Ah, veio dar uma voltinha aqui, aproveitando, dando passeada ali atrás. Aí falei: "Ah, vamos passar aqui, né?" Ele tá aproveitando um pouquinho aqui. Bom demais. Você mora aqui em Souzas? Não, eu sou de Campinas. [música] É família da minha namorada é daqui de Souza. Dá para curtir aqui, Souza? Já já veio semana passada e veio agora de novo. Bem legal, pô. Tô gostando demais. Bem legal curtir a festa, trazer seu filho. É, tá vindo mais uma cambadinha aí de filho. Muito que você mais gosta aqui na na festa? Ah, eu sou daqui, mas eu moro fora 10 anos. Morei fora 10 anos, voltei agora e é uma das coisas que eu tinha sentia mais falta. Então é bom tá tá de volta aí para curtir essa festinha aqui. Vale a pena. Vale a pena, com certeza. [música] [música] [música] [música] Bom, pessoal, terceiro e último bloco aqui do meu bairro na TV sobre o centro de Souzas. Chegou aquele momento bem bacana que é o momento da receita e olha só, me deu uma vontade de comer uma costela. Cheguei aqui, encontrei o Daniel. Beleza, tudo bem? Prazer, André. Sejam bem-vindo a TV câmera aqui. É um prazer receber vocês. Bel temos uma costelinha campeã aqui. Hoje nós vamos fazer uma costela braseada com com arroz caldoso. Boa. Então bora experimentar, pessoal. Isso aí, galera. E a gente vai experimentar, então, vai entender como faz essa costela. Tô aqui com a Tamires. Tudo bem, Tamires? Beleza. Tudo bem? Tudo beleza. Bora pro passo a passo. Como que é? E que prato é esse? Vamos lá. Aqui a gente tem o a sugestão do chefe que o Skin não oferece todos os dias. Hoje vai ser um arroz caldoso de costela. Aqui eu tenho uma costela, o arroz, a costela desfiada que já vai. Um molho de tomate rústico, né? Que é um tomate assado, pelado. Depois ele é finalizado com molho tradicional na frigideira e eu uso ele para finalizar o arroz. Boa. Tem cebola crisp e os temperos que eu vou fazer o tempero da costela para você agora. Vamos lá então. Vamos sim. É quanta coisa, hein, gente. Tá com cara de que vai ficar bem bacana. Bom, aqui eu vou entrar com um pouquinho mais de azeite. Aí aqui a gente coloca a cenoura, a cebola, dá uma refogada, o salão e a folha de louro. Já vai tudo pra panela. Isso, vai tudo pra panela. Boa. Aí, ó, eu já tô sentindo o cheiro da costela. Não sei se vocês conseguem sentir daí de casa, mas tá muito bom. Olha que imagem bonita, ó. [música] Aqui vai. Selou a costela. Mistura um pouquinho tudo, né? Isso. Selou a costela pra panela. Isso. Agora a gente vem aqui para ela poder pegar todo esse sabor. Bom. E aí fica uns 20 minutos. Isso aí. Aqui fica uns 20 minutinhos. Perfeito. Aí tá pronto. Isso mesmo. Aqui agora a gente vai colocar para fazer os temperos, a gente coloca um pouco de sal, [música] um pouco de chimichurri. Uh, aí sim, hein? Aí sim. Libantagem, hein, Tamires. Um pouquinho de para trazer a acidez que precisa. E uma páprica defumada, como diria Valdemir Gomes. Chure. Pouquinho de páprica defumada. Aqui eu já tenho um caldo de legumes. Depois que dá uma mexidinha aqui, só para soltar o fundinho, rapaz. O meu amigo Valdecir Saraiva já tá com água na boca dessa costela, hein? Agora vai o caldo. Depois eu vou voltar aqui lazer, viu Tamiras? Trazer também o Ricardo Brunete, que é o editor dos bons, diga-se de passagem no meu bairro na TV. A gente vai vir aqui a lazer, eu Valdecir e Ricardo Brunete. Se quiser convidar o Lucas Badã também, o nosso produtor, pode convidar, viu? Vem, vem sim. Lembrando que todos os dias tem um prato diferente. Boa, boa. Então, bom, daqui agora a gente vai abaixar um pouco o fogo. Eu vou botar ela na pressão e ela vai ficar de 15 a 20 minutos. Depois que pegou pressão, mais ou menos um, acredito que depois pega pressão uns 10 minutos, 15 minutos no máximo. Essa quantidade aí que servem os dois, três pratos. Maravilha. Aqui agora com ela finalizada a gente vai colocar a costela desfiada. Pode ser grosseiro mesmo, tá? que o sal vai soltar todo o saborzinho no arroz. Boa. Bom, depois que colocar a gente vai com um pouquinho do arroz já pronto, menos aí uma poção e o molho de tomate que também tá com pedacinhos de tomate, né, mas que beleza, hein? Aí aqui a gente finaliza. Um verdadeiro espetáculo, eu diria. E para trazer um pouco mais de cremosidade. Espetáculo. O parmesão. O que que é esse? Parmesão. Parmesão ralado. Agora é só esperar o saborezinho se misturar por completo. E o prato tá pronto. E o prato tá pronto. E é uma delícia. E eu vou experimentar já. Com certeza. Tá bom, Tom. Tá bom. Tá ótimo. Vou montar para você. Bom, galerinha, aquele momento que todo mundo adora aqui no meu bairro, na TV. Tá chegando, portanto, esse prato e eu vou bater um papo. Obrigado, viu Tamires? Que tava mandando super bem lá. E agora a gente vai experimentar. É, é um prato feito ou ou serve aqui? Como é que é, Daniel? Esse aí é um prato que a gente faz. Eh, todo dia a gente tem uma sugestão do chefe. Então, todo dia, além dos nossos pratos executivos, né, os tradicionais que a gente tem no cardápio, todo dia é feita uma sugestão que a nossa chefe Tamires e ela elabora com todo o carinho. Mas então come aqui direto no prato. porçãozinha que você mandou também uma porção de Essa é uma porção que a gente faz aqui que é um carpátio recheado com gorgonzola, azeitona preta, salsinha, acompanha um molhinho de inglês e molho inglês para mim é tudo de bom. Daniel é o proprietário aqui. Eu vou experimentar sempre, claro, com água na boca, né? Hum. Nossa, que delícia, cara. Esse prato sai bastante nosso. E esse aqui é o arrozinho que também é o te. Parabéns, viu Tamiras? Esse aí é um arroz caldoso, cebola crisps e costela braseada. Nossa, gente, sensacional. Muito bom mesmo, viu? Obrigado. Vou até tirar uma foto. Posso? Pode. Deve. Normalmente eu tiro foto. Fale um pouquinho aqui da história do Esquinão, que é super conhecido aqui em Souzas, né? Você tá aqui há três anos. A três anos nós adquirimos o bar e a gente tá já, eu morava em Joaquim Gídio e aí a gente conseguiu adquirir o bar aqui há 3 anos, dia 2 de novembro de 2022. E a gente tá aí com essa nossa clientela maravilhosa que a gente abraçou Souzas com muito carinho. É um lugar bem bucólico que as pessoas têm que vir conhecer, conhecer as trilhas, andar de bicicleta. Aqui tem bastante área de lazer e esporte ao ar livre para todo mundo participar. Bom, eu não vou fazer desfeita. Você mandou aqui essa porçãozinha que também é super conhecida aqui, né? É, o pessoal pede bastante também. E vamos combinar que você tá num lugar super privilegiado aqui, né? Por isso inclusive houve barulho dos carros passando. Você tá no meio do centro de Souzas mesmo, aqui na frente da Praça Beira Rio. É um ponto bem bacana, bem movimentado aqui. O pessoal gosta bastante de estar aqui em Souzas. Fantástico também. Opções aqui não falta. E boas opções. Boas opções. Tem opção pra família, pros amigos, para para dividir aqui as porções. Tem bastante coisa. E como você veio parar aqui no no Esquinão? Você tava contando que faz três anos você vê, ou seja, tem experiência em outros, né, restaurantes aqui de Campinas? É, eu comecei a minha parte gastronômica, né? Eh, praticamente em cima de uma moto, né? a gente começou a trabalhar como entregador de pizza e aí a gente veio evoluindo, a gente veio trabalhando, aprendendo e aí a gente adquiriu o bar agora há pouco tempo. Parabéns. E aqui é de segunda a segunda? De segunda a segunda, todo dia, das 11 da manhã, de segunda a quinta, das 11 às 22, sexta, sábado até às 23 e domingo até às 20 horas. Boa. Tá aí o Daniel que é um cara muito simpático, porque dono de bar e restaurante tem que ser simpático e ele é super gente boa, recebeu nossa equipe super bem. Aliás, todo mundo tem recebido, sempre a equipe do meu bairro da TV, da melhor maneira possível. Muito obrigado. Obrigado você por nos receber aqui. Parabéns aqui por esse prato de costela. Costela e arroz caldoso. Tá aí uma belíssima opção. Bom, pessoal, vocês já sabem, né? Caso tenha alguma sugestão, mande um WhatsApp pra gente, que é esse número que aparece no seu vídeo, tá bom? Valeu e até a próxima oportunidade. Tchau. Espetacular. Eu vou comer mais um pouquinho. Deve, [música] [música] [música] [música] [música] [música]