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Meu Bairro na TV | Parque Industrial: carros antigos, histórias e receitas
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Meu Bairro na TV | Parque Industrial: carros antigos, histórias e receitas

199 views Publicado 19/01/2026 HD · 40:53

Descrição do vídeo

O 🏘️ Meu Bairro na TV chega ao Parque Industrial, na região sul de Campinas, para um episódio especial, cheio de memória, emoção, histórias reais e identidade comunitária. Neste programa, você vai conhecer de perto um bairro que cresceu junto com seus moradores, preservando valores como amizade, trabalho, família e pertencimento. Logo no início, o público é convidado a se situar no mapa 📍 e a mergulhar em tudo o que o episódio reserva: moradores antigos, histórias de superação, empreendedorismo local, lazer ao ar livre 🌳, receitas cheias de afeto 🍪 e personagens que ajudam a contar a história viva do Parque Industrial. 🚗 Um dos grandes destaques do programa é a visita à Trocar Autos Antigos, uma verdadeira referência nacional quando o assunto é restauração de carros clássicos. O proprietário Bruno Bertoli apresenta o espaço, fala sobre a trajetória da empresa familiar e mostra como cada veículo restaurado representa muito mais do que um automóvel — são sonhos reconstruídos, memórias resgatadas e histórias que atravessam gerações. Fuscas, Kombis, Karmann-Ghias e projetos exclusivos transformam o local em um verdadeiro museu vivo sobre rodas. 👵👴 O episódio também valoriza quem ajudou a construir o bairro desde o começo. Juceli Machado, moradora há mais de 40 anos, compartilha a emocionante história de sua família, que saiu do interior em busca de uma vida melhor. A narrativa revela dificuldades, solidariedade e a origem de um dos estabelecimentos mais conhecidos da região, mostrando como o Parque Industrial foi literalmente erguido com muito trabalho e confiança. 🏡 Já na casa de José Augusto Oliveira e Alice Oliveira, moradores do bairro há décadas, a conversa ganha um tom de nostalgia e emoção. Eles relembram os tempos em que o bairro não tinha asfalto, água ou luz elétrica, e se emocionam ao ver a transformação do lugar ao longo dos anos. Um depoimento sincero, que mostra como o bairro evoluiu sem perder o clima acolhedor. 🌿 O lazer também tem espaço garantido no programa. A equipe percorre o Parque Linear e o Parcão, onde moradores caminham, correm 🏃‍♂️, pedalam 🚴‍♀️ e passeiam com seus pets 🐶. Um espaço de convivência, saúde e bem-estar que reforça a importância das áreas verdes na vida urbana. 🍪 Para fechar com chave de ouro, o programa entra na cozinha da Léia Mendes, chef de cozinha e moradora do Parque Industrial. Ela ensina uma receita simples e cheia de significado: o biscoito do amor, preparado com poucos ingredientes, mas carregado de memória afetiva ❤️. Uma receita que atravessa gerações e representa o verdadeiro sabor de família. ✨ Este episódio do Meu Bairro na TV mostra que o Parque Industrial é muito mais do que um bairro: é um lugar de histórias, encontros, tradição e orgulho. Assista até o final, compartilhe com quem ama Campinas e conte pra gente nos comentários 💬 qual parte mais te emocionou! 👍 Curta, 💬 comente, 🔁 compartilhe e ajude a valorizar os bairros e as pessoas que fazem nossa cidade ser tão especial. 🔗 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Bom, galerinha, meu bairro na TV, estamos aqui no Parque Industrial que fica na zona sul de Campinas. Olha aí no mapinha. Bom, tem muita coisa super legal pra gente falar. Olha só, a gente vai mostrar moradores antigos, um casal que tá aqui no bairro faz muito tempo. Também tem, é claro, eh uma moradora que vai falar sobre o Tanabi. Pois é. Dizem que quase todas as casas aqui, pelo menos um tijolinho do Tanabi, tem, que é um depósito aí de material de construção. Também a gente vai dar uma passadinha no parque linear, no parcão, numa feira noturna. Tá bem legal, tá bem bacana, tem muito mais para vocês. Fiquem com a gente. Bom, pessoal, meu bairro na TV, a gente não poderia começar de uma maneira melhor. Pois é, eu estou aqui na Trocar Autos Antigos, uma loja espetacular que tem muitos carros antigos e eu particularmente estou impressionado com a quantidade de carros. Olha esse fusquinho aqui, que coisa linda, pô. Coisa espetacular mesmo. E o pessoal dá aquela, dá aquele talento, né? É impressionante a forma como chega e como sai daqui e fica no Parque Industrial. Tô aqui com o Bruno. Fala pessoal, tudo bem? Tudo bom? E aí? Beleza, Bruno. Vamos entrar aqui. Tô de vontade de entrar no carro aqui cara. Beleza. Estamos com uma joia aqui ó. É rapaz, olha esse esse rádio que é um tape das antigas, né? É aquele toca fita, né? O cassete motorádio. A gente tá a bordo de um Fus que foi totalmente restaurado, restilizado, transformado em conversível. Nós somos a única empresa homologada no Brasil para fazer transformação em conversível. do Fuskia e a gente faz toda essa restauração, linha Volks, linha cooler, tudo do começo ao fim, cara. Cara, eu tô impressionado. Quantos carros tem aqui? Você você tem uma ideia ou não dá para contar? Porque eu dei uma volta com o Junqueira, ao nosso Cinegra, dos bons, inclusive eu fiquei assim, cara, perdi as contas de quantos fusquinhas e outros carros tem aqui também, né? É, tem bastante carro. a gente eh tem em média aí deuns 200 carros aí dentro da empresa. Ano passado a gente entregou 153 carros e e é bacana porque eu falo que mais do que fazer um carro é realizar sonho. E eu falo que cada carro aqui, quem que nunca teve um Fusca, né, na vida num primeiro carro, aí muita gente se comove. Então é bacana saber que essa esses carros vão para famílias. que tem um um apelo, né, de de cultural, de vivência, de restaurar sonhos, conectar memórias, né? É muito bonito, cara. Pois é, eu trabalhei em Ribeirão com dois caras que são apaixonados por Fusca, né? O Geraldo Neto e o Luciano Tolentino. Se eles vierem aqui, cara, eles vão ficar assim. É uma coisa de louco. E assim, no Brasil, é como você disse, uma loja nessa pegada acho que é difícil, né? É assim, eu vejo, a gente vê muitas empresas que fazem eh peçaria, trabalham em setores, né, funilaria ou é mecânica ou é elétrica. O nosso trabalho hoje é entregar um projeto mais completo. Então, todas as dores que o cliente tem são as dores de ter que, imagina você ter um carro e quer restaurar, como que você faz, né? leva no funileiro, depois leva no tapeceiro, depois leva no eletricista. E a gente eh conseguiu criar um complexo aqui em Campinas hoje que traz tapeçaria, filaria, pintura mecânica, elétrica, vidraçaria, polimento, toda revisão, entrega, cliente traz o carro, pega pronto pro Brasil inteiro e pro mundo, né? Para fora também sai bastante carro. Boa. Já veio de gente famosa aqui já, já veio bastante artista. A gente entregou um carro do seu Jorge, que também cantor, que ele fez a cor da pele dele, da palma da mão. Fizemos para cantora Simone Mendes também com o Kaká Dinis, né? O marido também muito bacana. Fizemos carros para jogadores de futebol e do Guarani também tem aí sim o Domingos não jogou no Guarani. É, jogou no Guarani. Domingos foi vice-campeão paulista pelo Guarani na final contra o Santos. Ele disse que é o último zagueiro raiz. Esse era raiz mesmo. O Thiago Leip que falava isso, o último dos zagueiros, né? Na verdade, ele rancava a raiz do chão, na verdade. Bom, e você foi homenageado pela Câmara, inclusive, né? Câmara Municipal de Campinas. Eh, então a gente teve a honra ali aí, né, de eh no final do ano passado de receber do seu Aílton da farmácia, né, fez a a honraria para nós de entregar o diploma de mérito empresarial, né, um reconhecimento que a gente batalha muito por isso, né, porque hoje a gente recebe muitas visitas. Então, eu falo que eh é é bacana. A gente vê que também acaba se tornando um museu, um centro de atração aqui no Parque Industrial. né? Em Campinas, olha que bacana, vem gente do mundo inteiro, gente que se programa, vem clubes, grupos, né, de carros antigos. Você viu que tem um palco ali, né, cara? Tem um showzinho, então, né? É, tem um espaço exclusivo aí para quando a gente faz comemorações junto com visitas, né, e tudo mais, não. E a gente vai, essa é a primeira edição do meu bairro na TV aqui do Parque Industrial, né? A gente tá mostrando, vai mostrar uma série de coisas. Não poderia, claro, eh deixar de mostrar aqui, porque de fato é uma referência aí no Brasil todo. E é do Parque Industrial, né? Do parque industrial. Qual que é a sua relação com o bairro aqui? Você é daqui também ou não? Na verdade é o seguinte, eh, meu pai, ele começou a empresa em 1983. Boa. Ia te perguntar sobre a história também. Já vem 43 anos de empresa. E aí, que que foi legal, cara? que e ele saiu de Valinhos, eh, nascido em Valinhos e ele saiu de Valinhos para buscar trabalho e ele encontrou em Campinas e começou a tapeçaria desde os 13 anos a trabalhar numa tapeçaria em Campinas e daí ficou, né, porque ele foi ganhando conhecimento e aí ele montou a primeira empresa quando a a Trocar abriu, ele montou na Sal de Oliveira. Ah, perfeito. Da Sales de Oliveira, nós somos pro Jardim e Paulsurama, né, próximo da Joh Boy do Lope. E depois fazem mais ou menos 15, 16 anos que a gente tá aqui no Parque Industrial. E e é um bairro legal, né, cara? Tranquilo, familiar. É um bairro que tem inclusive uma gastronomia agitada, né? Tem avenida ali, tem o colonial, tem o Iata, tem Exato. Tem as famosas rúculas aí, né? As saladas boas aí que o pessoal tem. E a gente vê que realmente tem exato, bares, restaurantes, coisas que às vezes as pessoas não conhecem, que é cultural e quem tá aqui sabe que é muito bom, né? Então é é legal saber que a vizinhança que a gente tá bem amparado e numa facilidade também de posicionamento em Campinas, né? Porque tá de frente pra rodovia Ianguera para entrar para sair é muito fácil. É, é, tá fácil. Eu posso ligar o Pode. Deixa o carro. Ele funciona? Como é que é? Funciona. Tá engatado aqui. Deixa eu ver. Vai lá. Pode virar. Eu nunca dirigi um pulso. Ó lá, de primeira. Que isso, cara? De prima. O problema. E o rádio funciona ou não funciona? Via Bluetooth, cara. Que legal. É bacana demais. Agora, ó o volante. Vira ele, vê se é pesado. Direção hidráulica nem parece uma fusquinha, pô. Ó, ele tá com umas rodonas, mas é bacana ver que ele tá com uma direção elétrica, cara. Então você vira com elétrica a direção, não é nem elétrica, elétrica e progressiva. Então, conforme você vai andando, ela vai endurecendo para você ficar melhor na pista. Aí, então você vira, ó, um ó facilidade. E vocês fazem o que com acelerad só pisar, dá uma pisadinha aí, ó. Cara, isso não deve ter preço pro cara, claro que tem, né? Mas pro cara que vem traz, eh, ah, não, eh, eu falo que a gente tá assim, eu digo, não tem preço do da sensação dele ver um carro dele antigo numa situação dessa, né? É, vocês estão vendo aí que tem bastante carro aqui. E eu falo assim, uma coisa que muito arrepinha muito, eh, as famílias elas têm carros, às vezes, eh, que que acontece? Às vezes um, alguém morre, alguém tem uma perda na família e o que acaba ficando são as lembranças, né? É, e o Fusc, o carro, é, ele é um portal para tudo. Então, a maior conexão que as pessoas têm quando faz uma uma restauração ou quando se conecta com o carro é porque você começa a lembrar do passado, cara. Isso me arrepia porque muita história, cara, muita história bacana que foi do pai, do avô, passou por gerações. E aí às vezes tem cliente fala: "Nossa, eu lembro do cheiro do tato do volante". É, eu nunca tinha entrado num Fusco e sempre tive vontade, cara. Por meu avô teve Brasília, teve, né, alguns carros antigos assim, mas fus que eu sempre tive vontade. Tô tô matando minha vontade hoje aqui. Bruno, aqui ó, ar condicionado. Você tá brincando aí, ó. Aí, aí, ó. Então, muda o quê? Você coloca direção elétrica. Cara, a gente faz customizado de acordo com o cliente quiser. Então, tanto se for, eu quero todo original, a gente faz. Quero conversível, a gente faz. Quero colocar roda, somocar falante, quero colocar todos os equipamentos necessários, banco confortável. Então, cara, você tá dentro de um Fusca, mas você tá num carro todo moderno, gostoso de andar, gostoso de curtir. Liga de novo, vê se não gela o ar condicionado. Lá ar condicionado aqui, ó. Ó lá. Pedi pro Junqueira mostrar pra gente aqui, ó. Tem o sonzinho aqui. Junca, dá uma olhada aqui. O ar fica bem discreto embaixo, a gente nem percebe, né? Então esse carro ele é um carro conversível, transformado, e ele tem uma pegada do Fusca alemão. Então o volante alemão, a gente fez um tabelier aqui superior que fica bem legal, né? Ele casa, então quando você olha, ele fica com a característica de Fusca, porém carro moderno. Alavanca de engate rápido. Boa. Tá show, cara. Bom, e além de Fusca, que mais que tem aqui? A gente faz também muitos carros. Dá licença só pra gente poder falar aqui. Tem muitos carros que a gente faz que eh o forte nosso é Fusca, mas também vem a linha Kombi e Carmanguia, que a gente trabalha muito, mais essa linha Volks e alguns carros como você vai ver Mini Cooper, é Scor, Pulma, outros carros que a gente faz capotas de conversíveis, né? Então o carro vem, a gente faz capota, ajusta reparos e manda embora. Só que aqui a restauração completa no Fusca Combi Carmanguia, né? Faz tudo completinho, deixa show de bola, cara. Fica lindo. As combis também são maravilhosas. Inclusive a gente tem uma Kombi com motor de Subaro, câmbio automático. Tá incrível, cara. A customização não tem fim, cara. Valeu, Bruno. Obrigado por receber a gente aqui. Obado. A gente fica feliz inclusive no meu bairro na TV, empresa familiar, né? Trabalho aqui eu, meu pai, minha mãe, não. Aqui no parque industrial, né, cara? parque e a gente não poderia deixar de contar essa história, é uma história familiar. Tá bom? Isso aí. Obrigado, viu Bruno? Galerinha, a gente volta então já já no segundo bloco aqui do meu bairro na TV. Fui. Bom, galerinha, meu bairro na TV de volta aqui do Parque Industrial. Bem bacana. Bom, a gente vai conversar com alguns moradores antigos que estão, na verdade, faz muito tempo aqui no bairro, como a Jeli Machado. Tá aqui há quanto tempo, Jeli? Ah, já faz mais de 40 anos. 40 anos. Meu pai, na verdade, né? Eu venho dessa geração. É. E você tá quanto tempo? Ah, eu já faz, né, 60 anos que, né, a idade que eu tenho, né, porque eu cheguei, é, cheguei aqui, eu tinha um ano só de idade, né? um aninho. Bom, praticamente nasceu aqui no bairro, né? Praticamente a minha vida toda, né? Como começou essa história aqui? Nasceu aqui, cresceu aqui e aí? Sim. Ah, meu pai, né? Veio da cidade de Tanabi, né? E quando ele chegou aqui, ele na verdade veio através de um amigo dele, né? Que disse que estava muito bem aqui, né? Uhum. E a gente, como ele era do interior na época, ele era pessoa que trabalhava na lavoura, né? E o amigo dele veio para cá dizendo que aqui a cidade, né, dava outro tipo de atividade, umas eh, como que diz, condições melhores, né, de vida. E ele, casado com a minha mãe no início, falou: "Vamos embora, vamos para lá". E a gente e aí foi que ele começou, pegou, largou tudo e veio para cá. Só que chegando aqui, a história não era muito essa. O amigo morava num lugar, né, muito pequenininho, né, e ele veio de mudança e tudo, porque o amigo dizia que ele estava muito bem e meu pai acreditando que ele podia hospedar ele aqui com a mudança toda. Só que chegando aqui não era bem isso, não era bem isso. Mas enfim, né? Tivemos momentos difíceis porque eu vim, eu tinha um aninho de idade, né? E meu pai na época e a eles vinham com aquele todo, né, em cima do caminhão, né, de mudança, né? E aí quando chegou aqui, ele com a mudança, o que tinha alimentos, que como ele tocava lavoura, trouxe, que na época eu falava que era a época da barganha, né, que o que que você tinha em troca, né, não era bem a moeda, né? Era mais uma troca. E aí, nesse caso, meu pai achando que aquilo ia ajudar. Meu Deus, que momento é pro momento que ele precisasse, né? Porque ele veio só comigo, com a minha mãe, tinha que ter alguma coisa para iniciar. Não tinha. Aí conhecemos uma família que, graças a Deus nos deu apoio. Aí meu pai tirou a mudança de cima do caminhão. E isso com um mês mais ou menos, né? Morando em cima do caminhão. Eu, meu pai, meu Mas isso aqui no parque industrial. Isso no parque industrial. Agora se liga na história do depósito de construção que é super conhecido aqui no bairro. Ele carregava o caminhão de areia dele, passava nas obras e descarregava a areia e falava: "O pedreiro: "Depois eu volto aí". O Pedreu falava: "Mas quem é você? Depois eu volto aí." Aí ele pegava, deixava areia, não ficava por uma semana. Aí ele voltava lá depois falou: "Você gostou da areia?" "Gostei. Se você quiser me pagar, eu posso te trazer mais". Aí o cara acabava pagando. Eu falei: "Então traz mais uma viagem". É, ele deu o cartão de visitas, mostrou que era legal, que era bacana a areia. É. Então foi aí que ele começou a clientela dele. Aí ele começou a falha lá? É. Aí ele começou a ficar famoso com essa coisa dele entregaria. Aí o pessoal começou a apelidar ele de Tanabi, porque a placa do caminhão dele era de Tanabi. Até que um dia ele cruzou, né, com um dos dos cures, né, que é os que que se ficou assim um pouco comovido com a história dele e virou e falou assim: "Ó, Ciedes, eu tenho um terreno que tem uma casa e essa casa vai ser sua". Meu pai falou: "Mas de jeito nenhum, tenho condição para isso." Falou: "Mas eu vou te dar. Você vai lá e você vai me entregar em material. Eu te troco o material. Foi a primeira casa que nós moramos, que estamos até hoje, que hoje é o depósito e a casa de cima. Olha só, gente. É. E aí ele pegou e foi pagando. Minha mãe, meu Deus, não dormia, né? Porque como que a gente vai pagar? Como que nós vamos pagar? Cida, trabalhando. Nós vamos trabalhar, nós vamos pagar. Aí esse C tornou amigo de tomar café dentro da minha casa com meu pai, né, que é o seu Sebastião Curi, né? E aí tinha um outro terreno atrás. Ele falou: "Sido, você precisa expandir, vamos comprar mais um terreno te vendo de trás". Mas eu não tenho. Tem. Você já não pagou o primeiro, você vai pagar o segundo. Aí porque naquela época as pessoas tinham, era um outro tipo, né, de amizade. Eu falo que a gente chamava de eh confiança no fio de bigode, né? Então você era palavra e tudo mais, né? Eram outros tempos, né? Eram outros tempos. Aí o que aconteceu? mais um terreno. E aí através desse terreno, ele começou a depositar as areias dele, porque todo mundo fez uma construção com meu pai, inclusive eh o bairro todo aqui, né? Eu acho que todo mundo tem pelo menos um tijolinho do Tanabi. Bom, vim aqui na casa do seu Augusto, 83 anos, tá aqui no bairro desde os 12 anos de idade, casa do seu Augusto e também da dona Alice. Tudo bem, seu Augusto? Tudo bem, prazer, André. Tudo joia? Tudo bem. Como vai a senhora dona Alice? Bom, bora bater um papo, contar um pouquinho da história do senhor aqui no bairro. Bora aceitar que lá vem história, né? adquiri muitos amigos, os mais chegados, os mais íntimos, por assim dizer, já se foram embora. Infelizmente do daquela época lá só tô eu. Agora eu tenho amigos novos aqui, mas não são eh frequentadores, não são assído como eram aqueles amigos da tempo de solteiro, né? Tem alguns dois deles eu fui padrinho de casamento até. Infelizmente já nos deixaram e eu continuo sozinho. Como era o bairro antes, não tinha nada, nada aqui. Aqui nesse bairro aqui não tinha água, não tinha luz aqui. Eu morei aqui 4 anos sem luz, tr anos sem água. E veio primeiro a água, depois veio a luz. Mas foram 4 anos sem água e sem luz. Puxa vi hoje. Hoje tá tá essa beleza que você tá vendo, he? Graças a Deus. Bons vizinhos. Água, luz. Pode falar. Bons vizinhos, né? Quando esse simpático casal joga a conversa fora na cozinha, os dois lembram com carinho a história do parque industrial. E também é um bairro calmo, não é um bairro violento, né? A gente tem, graças a Deus, temos muito, não me vejo fora daqu. Não consigo entender a vida fora daqui, como não consegui entender a vida fora do Guanabara. Quando eu mudei de lá para cá, fiquei uns dois anos mais ou menos, fiquei, meu pai tá louco. O anos vinha até o balão só, o ônibus de São Bernardo, vem até o balão ali. A gente tinha que sair daqui e tomar ônibus lá para ir pra cidade. Agora tá tá isso que o senhor tá vendo aí. E agora tem tudo perto, né? Agora a gente faz compra sem sair do bairro, tem de tem de tudo para cá, mas quando nós não demos para cá, quando eu casei, ainda não tinha nada aqui. Tá tudo mato. E entre um cafezinho e outro, é hora de lembrar do começo de tudo. Artur terra. É terra. Terra. Avenida aqui da Moreira Terra. Era terra, o asfalto vem até o balão só. E agora a gente tem tudo pertinho. Tem clínica médica, clínica dentária, tem tem tudo, tudo. Os bancos, tudo perto, né? É. O seu Augusto se emocionou para falar sobre o bairro. É um pouco. É por quê? É, a gente fica lembrando o passado que nós passamos, nós vimos isso tudo crescer, esses edifícios que tem aí do lado, isso era tudo mato, matagal mesmo. Morava aqui, só tinha minha casa aqui no meio do mato. Tinha, era nossa casa aqui e tinha uma casa no, duas ruas para cima, bem lá para baixo. Tudo era água, tudo que precisava tinha que ir no meio do mato pegar. Agora tá isso aqui sempre de cidade, como você tá vendo. Foi difícil, mas valeu a pena. Fala galerinha, último bloco aqui do meu bairro na TV do Parque Industrial. Estamos na primeira edição do Parque Industrial e a gente tá aqui no Parque Linear, onde tem uma galera fazendo atividade física, não é? Dando uma corridinha, andando de bike. É bem bacana. E aqui, ó, pedi pro Valdecir mostrar, é o parcão, onde o pessoal também traz os cachorros. Tá chegando inclusive um casal ali, ó, tá com o cachorro, aproveitando o parque linear também. Talvez dê uma passadinha aqui no parcão, né? Eu vou perguntar para eles porque tá o Ó, estão os três aqui passeando, tá vendo? Bom, bem legal aproveitar o parque aqui. É um parque bem legal mesmo de tá passeando com cachorro, com a família. É um parque arborizado, tem lugar com cachorro, deixar ele solto brincando. Boa. E tem o parcão aqui do lado. Normalmente ele vai lá também. Tem, tem. Ele tem vários amigos aí para brincar com ele e se se divertir com os cachorros. Boa. Vocês vem sempre aqui? A gente vem bastante, vem sempre. Você faz o que aqui? A gente gosta de passear, caminhar com ele e deixar ele um pouquinho solto para correr ali no parque, né? Com os outros cachorros. Eu sempre, mas ele se diverte bastante, gasta um pouco de energia. Boa. Dá uma caminhada. faz uma atividade física e também traz o o cachorrinho para passear. Qual o nome dele? Enzo. Boa. Bom, que legal essa história, né, gente? Eu sigo por aqui, ó. Aqui tem uma pista, tem muito verde. É um lugar realmente bem bacana. As famílias reunidas com crianças. Ó lá, ó. Que bacana. E aí, curtindo o parque? Poxa, aqui tá muito bom, né? Agora tem luz de noite, só cortar a grama que tá bom, né? Vale a pena fazer um lazer, trazer a criançada. Vale a pena. Vale a pena. Ainda tem uma sorveteria ali em cima, ó. Bom também. Bom também. Olha, vamos combinar, né? Atividade física é muito bom, ó. Tá correndo aí quantos K hoje? É, comecei agora, tô no terceiro. É isso. E é bom sempre correr aqui no parque, aqui no no parque industrial. Isso. Eu moro aqui perto. Uma delícia aqui. Vale muito a pena. Perfeito. Vale, vale. É a melhor hora do dia. Isso. Gostoso demais. Vale a pena. Bom, do Parque Linear e do Parcão, agora pra receita pra gente concluir o meu bairro na TV. Bom, chegou aquele momento super aguardado aqui no meu bairro na TV. Estamos na primeira edição do Parque Industrial, claro, com a receita. Estou aqui com a Leia Mendes, que é chefe de cozinha, moradora aqui do Parque Industrial, pra gente fazer uma receita de biscoito caseiro. Pois é, uma delícia. Tudo bem? Muito obrigado por nos receber. Sejam bem-vindos. Muito obrigado. Aliás, uma super recepção aqui, um ambiente bem bacana, familiar, uma energia bem positiva. Parabéns. Abraça. Obrigada, André. Bom, que biscoito é esse que a gente vai fazer? Então, esse biscoito eu moro aqui no parque industrial. Esse biscoito que eu vou apresentar para vocês é um biscoito de 50 anos atrás, 50, 60 anos. Ou seja, eu poderia estar fazendo um prato diferenciado para vocês, né? Mas eu acho que a memória afetiva que a gente trouxe da minha mãe, da minha família e das visitas, quando eu venho na minha casa, o pessoal vem, eu faço questão est, né, fazendo esse biscoito para eles. É, você pode tomar no café da manhã, no café da tarde. E realmente ele é muito bom, gente. Bom, já tô com água na boca aqui, viu? Você vai adorar, mulher. Então, gente, vocês sabem que anos atrás o pessoal não pesava os produtos, né? Então, ia mais ou menos no olho. Então, vou colocar aqui mais ou menos kg de farinha de trigo. Uhum. Aí nós vamos usar um ovo. Eu vou abrir aqui para vocês. Olha o ovo. Um ovo. O ovo. Antes o pessoal, por ser muito simples, eles não tinha e muitas vezes a manteiga ou a margarina. Hoje a gente tem as condições de ter manteiga, né? Então, uma colherzinha só de manteiga é o suficiente e uma pintada de sal. Então vocês vê, não tem segredo, é algo muito simples, mas era algo que minha mãe fazia com muito carinho pra gente, mesmo quando a gente ia pra colheita do algodão, né? Vai água. que a gente ia pro coleta do algodão, levantava cedo e ela levantava 3 horas da manhã, 2:30 da manhã para preparar esse biscoito pra gente. Então, ou seja, toda a minha família, todos os lugares que nós vamos, quando a gente se reúne, a gente faz questão de fazer o biscoito da dona Sebastiana, que foi a minha mãe, que realmente muito bom, é um carinho muito grande, um amor muito grande e tudo isso a gente sente quando a gente se reúne e a gente faz esse biscoito. Boa. Então, olha, tá aqui, né? Essa quantidade são quantos biscoitos aqui? Dá mais ou menos uns oito, talvez. o dá para comer uma família tranquilamente de quatro, cinco pessoas, porque ele vai crescer, né? Olha, já tá aqui, né? Já dei uma boa amassadinha nele. Agora eu coloco um pouquinho de fermento. Mas quem quiser também pode estar colocando o fermento na massa, é que eu quero seguir realmente do jeito que a minha mãe fazia, né, para dar esse essa saudade de mãe, esse carinho gostoso. Bom, enquanto você vai fazendo aí, né, conta um pouquinho a sua experiência aqui no no parque industrial. Gosta bastante do bairro? Eu moro aqui já tem 20 anos. Antes a gente não morava para cá, né? Morava mais nos bairros mais distante. O parque industrial é muito bom de morar, realmente é um lugar muito bom. Os vizinhos são excelentes, o povo é excelente. É mesmo supermercado, Atacadão, farmácias, tudo que você precisa tem aqui do lado. Então, realmente o parque industrial é um lugar muito bom de se morar. A gente ama morar aqui, né? Não tem como dizer que não. Pois é, parceiro que você fala com brilho nos olhos. Sim, sim, sim. A gente gosta muito mesmo. Os filhos, mesmo se já estão casando, estão saindo daqui, mas toda semana eles são aqui. Como começou o seu interesse aí pela culinária? Você que é chefe de cozinha? Eu acredito que tudo isso começou devido à minha mãe, esse carinho que ela tinha de levantar cedo, esse amor que ela sentia em fazer isso aqui. Então eu acho que eu acredito que foi isso aqui que realmente instigou, né? Liberou esse nosso gosto pela culinária, porque as minhas irmãs também, nós somos em quatro mulheres e todas elas cozinham. Então é isso aqui, pessoal. Olha, a massa fica assim. Não, é rapidão, né? Super rápido. Olha, a massa já está pronta. Agora é só deixar ela crescer. Aham. Ela vai ficar mais ou menos assim, uma meia hora, 40 minutos. Depois você deixa ela quietinha no lugar, ela descansando. Aí você pega uma frigideira, você coloca o óleo. Isso mais ou menos, né? Vai dar mais ou menos L de óleo. Aí você deixa o óleo esquentar pra gente já começar para vocês. Agora a massa já deu uma crescidinha porque ela não vai crescer muito porque ela vai crescer quando tiver fritando. Então ela já descansou. O mais importante é descansar. Vocês pegam um pedacinho assim e abre a massa. É isso aqui, pessoal, ó. vai abrir a massa e vai colocando aqui do ladinho. E essas massinha também é muito bom para servir com pesto, para servir com tomatinho flambado, pode servir com queijo, mas dá sim. E quem quiser também acrescentar na massa parmesão e pode colocar parmesão na massa. Incrementar esse biscoite. Eu eu quis fazer o o raiz. Isso. Eu quis fazer o raiz da minha família, da minha mãe, porque ela e outra nós nunca não conhecemos ninguém que fizesse esse biscoito. Então a gente quer fazer, pode falar que é biscoito do quê? Um biscoito que é o biscoito do amor. Do amor. Esse é o biscoito do amor. É is ovo. Isso. Biscoito da família. Porque antigamente não tinha nenhum ovo para pôr. O pessoal era muito simples, muito pobre. Então, ou seja, o biscoito ele era mais ou menos só farinha e água. Então, hoje não, a gente pode colocar uma manteiga, a gente pode colocar um ovo, ele vai ficar um pouquinho mais mole, mas antes ele era um pouquinho mais duro, sabe assim? Aquela coisa infância de criança mesmo, de correr no mato, de brincar na terra, era uma coisa mais bruta. Mas é isso aqui, pessoal. Mas quem quiser pode estar acrescentando outras coisas nele, com certeza, viu? Mas a massa é espetacular. É, não legal falar isso, né? É porque daí é daí é também a possibilidade, quem quiser dar uma incrementada, né? Exatamente. E e você como chefe de cozinha sabe mais do que ninguém, né? Mas você cara, eu tô com água na boca desse biscoito do amor. A massa já tá saindo o óleo, tipo uma fumacinha. Aí coloca, abre a massa. E essa massa dá para usar também como para fazer pastel caseiro. Você pode abrir ela, pode rechear. Essa é uma massa básica. Estamos aqui com a Leia Mendes, que é minha cozinha, mora aqui no Parque Industrial. Quanto tempo na frigideira? Aí um minutinho. Nove. Eu acredito que vai estar mais ou menos 1 minuto 30, 1 minuto e 20, talvez até menos. E conforme os que vão colocando, uns são menores, os outros é maiores, aí a pessoa vai modulando do jeito que elas querem. Olha, querem mais fininho, querem ali mais eh a massa mais compacta. Ele tesadilha e você vibra, né? Ai, eu fico. Gente do céu, olha que coisa linda. Muito bom. E daí ele fica nesse formato mesmo. Isso. Você pode fazer nesse formato assim compridinho ou faz ele rolinho. Se fizer rolinho, ele vai ficar com muita massa dentro. Então o certo é fazer ele fininho. E depois a pessoa pode ir cortando na mão em pedaços e comendo com o que quiser. Nós comíamos assim ele seco tomando café ou café da tarde ou chá de, né? É capidreira, chá de hortelã. Aqui coloca um por vez na frigideira ou não? Pode colocar mais. Pode colocar mais. Você pode colocar mais. E essa massa é uma massa muito prática. Você pode rechear? Pode, pode sim, André. Olha, olha isso, gente. Olha também. Ele quente é uma delícia, viu, gente? Então, quando eu recebo minhas amigas, eu faço questão, né, de falar: "Ah, não vamos comprar nada em padaria, não, vamos fazer o biscoito caseiro". Aí todo mundo gosta, então isso que é legal, né? realmente remete família, que hoje a família praticamente não gosta de cozinhar porque é tudo muito prático aí fora. É algo diferente, é algo para reunir realmente a família. Nossa, e rendeu bem, hein? Eu achei que fosse pequenininho, tipo um biscoitinho pequenininho. Ah, tipo bolinho de chuva. É, mas muito é que é que antigamente esse isso aqui pedaço de pizza tinha que sustentar a pessoa até na hora do almoço. Então, ou seja, cada filho comendo um desse grande já tava sustentado até na hora do almoço. Eu não sei se eu experimento agora ou se eu espera no momento que a gente for aceitar a mesa. Que que você acha? Deixa você à vontade, André. Se você quiser já experimentando ali, fica à vontade. Vou esperar para comer com você. Mas você tá mais tá bom? Eu acho que tá bom. Qualquer coisa depois coloca mais. Só o Valdec come uns quatro. Esse lando gente que antes não tinha refrigerante, que a família era muito pobre, então a gente comia esse biscoito tomando café, né? Ou tomando chá. Então para você um filme que passa na sua casa. Exatamente. Não é igual hoje que você tem acesso ao refrigerante, que você pode ir lá pegar o refrigerante, não. Isso aqui é um biscoito de família. A família se reunia para tomar café junto. Aí falava: "Olha, faz aquele biscoito". Então é algo assim bem familiar mesmo. Simples e de família. Boa. Bom, tá tudo prontinho, né? Tem mais um fazendo aqui. Bora experimentar, galerinha. Sim. Bom, galera, chegou aquele momento que vocês sabem que eu particularmente adoro, que é sempre de experimentar a receita que vocês acompanham no meu barco na TV. Bom, tá feito aqui o biscoito, não é? Que é maravilhoso. Olha, é o cheiro também. E também um chazinho aqui de abacaxi. É isso. É um chá gelado. Tem sete ingredientes desse chá. É um chá gelado. Hum. Nossa, gostoso, hein? Quais ingredientes, pessoal? Em casa. Esse é segredo por enquanto. É bom. Eu vou experimentar então aqui, Lé. Lá pessoal, chegou o grande momento. Olha isso. Ele é um muito bom, né? Nossa, que delícia. Muito bom. Não dá para imaginar que é tão simples de fazer assim. que dica maravilhosa da Leia por um fim de tarde com a família, com os amigos. Não é assim, eu vou pegar mais um. E você faz isso com muita frequência, pelo jeito. Tá, sempre que vem alguém aqui. Sempre que vem visitam. Então, o pessoal da minha família, minhas irmãs, sobrinhas, todo mundo. Ah, vou fazer o biscoito. Vou fazer o biscoito. Então, dificilmente a gente comprar alguma coisa na padaria. A gente prefere fazer o biscoito. Nossa, parabéns. Muito bom. Obrigada. Obrigada. Obrigada. Oi. Bo. E a menina abriu? Já experimentou? Não, ainda não. Então vai ficar com vontade aqui, ó. Mina, ó. De anime também, né? Para ela. Delícia. Obrigado, André. Muito bom mesmo. O chazinho também. Você sabe que pô desse chazinho. Maravilhosa. Ele lenha. muito obrigado por nos receber aqui na sua casa. Eu que agradeço. Mostrar como faz uma receita simples, com muito amor e que é sucesso garantido, né? Com certeza. Eu que agradeço, viu? Tô todos você indo aqui. Bom, galerinha, é isso aí. Então vocês já sabem, caso vocês têm alguma sugestão, seu baxo a aparecer aqui no meu bairro na TV com número aí na tela, o número de WhatsApp, você pode mandar uma mensagem pra gente. Valeu, tchau e até a próxima oportunidade. Valeu. Vou comer mais pouquinho já. Tá bom demais. Ah. เฮ
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