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[Música] Bom pessoal, meu bairro na TV aqui na tela da TV Câmara Campinas. E olha só, desta vez nós vamos mostrar atrações de dois bairros, da Vila Teixeira e da Vila IAPI. Os bairros ficam na zona sul de Campinas. Olha aí no mapinha. [Música] Começamos com o Instituto Beneficente dos Amigos da Vila Teixeira, que foi fundado em 1963. Bom, o objetivo do local é sempre levar entretenimento e serviços que ajudam a população. É muito bom. É uma dança da terceira idade. Você vê que é só senhoras, né? Então a gente vem dançar com as senhoras que tá desacompanhada. Às vezes às vezes a gente vem de personal dançar. Como funciona esse trabalho? Bem interessante. Como funciona? Tem o Freedance do clube e tem o personal que as mulheres contratam para dançar só com elas, você entendeu? Então, quer dizer, às vezes eh eh não tem uma companhia e tudo mais. É, é esse tipo de de trabalho que o senhor faz? Positivo. É isso mesmo. Então, hoje hoje hoje principalmente personal hoje, mas eu venho aqui também de vez em quando dançar pelo clube. Como é o trabalho de personal? Personal é ser acompanhante, dançar só com uma pessoa, você entendeu? A mulher te contrata, paga um cachê para você e desce você dança só com ela. E hoje eu tô de personal e sempre eu venho aqui dançar pelo clube. Aqui trabalho em média de quatro free dances. Às vezes outros clubes aí são 12. O clube Betim, que é um clube grande de Campinas, trabalha em 10. União veteranos trabalha 15. Bom, e é bem bacana aqui o instituto, né? Bacana. Uma bela presidência, uma uma boa diretoria. A gente tá sempre acompanhando, sempre cheio, sempre bom trabalhar aqui. Tá vendo só? Tem muito entretenimento cultural por aqui, aulas de dança, de salão e passinho flashback, por exemplo. Bom, e pra gente entender um pouco mais como funcionam as coisas aqui no Instituto Beneficiente dos Amigos do bairro Vila Teixeira, estou com ele aqui, Paraná. Tudo bem, Paraná? Beleza. Tudo bem, André? Satisfação imensa ter vocês aqui mais uma vez, fazendo uma nova gravação aqui com a gente para mostrar o nosso trabalho do projeto social que a gente tem aqui. E hoje não é mais associação de morador, hoje sim é um instituto, porque a associação de morador ela às vezes não consegue, tem dificuldade em conseguir algum alguns benefícios e o instituto facilita um pouco mais a vida das entidades. Então nós estamos seguindo esse caminho aí. Boa, boa. E olha só onde a gente tá, né, Paraná? Aqui no palco, né? No palco, onde acontecem vários shows aqui, né? Vários show. Eu acho que é onde a gente consegue fazer, trazer os nossos entretenimento, atender o público, principalmente voltado pra terceira idade, porque hoje quando você vem dançar é também é terapia. Quando você vem ouvir uma música boa, também é terapia, não só o psicólogo, porque quando você vem para uma boa música, para um bom bate-papo, você também tá cuidando de saúde das pessoas. Olha só, super bacana. E é verdade, como funcionam as coisas aqui Paraná, quais as atividades que são realizadas aqui, porque é bem legal aqui o instituto, como disse o Paraná, não é? a gente já explicou também aqui no meu barco na TV, agora é instituto e não mais associação. Então, na verdade, por se tratar eh de um instituto beneficiente, nós temos aqui todas as segunda-feira à noite aula de dança de salão. Opa. Toda terça-feira aula de passinho flashback. Todas as quinta-feira é isso falando do projeto, né? Então, todas as quinta-feira à noite também nós temos ginástica integrativa e os atendimentos que a gente tem, psicólogo, massa, terapeuta, pode. Pois é, é bastante coisa. Eu tô vendo aqui inclusive, né? Psicólogo, terapia em grupo, podólogo, massagista, design de sobrancelhas, tal, não é? Para o pessoal que gosta de dar um talento aí, orientação jurídica. Olha só que coisa impressionante. Que legal. Pô, às vezes você tá com algum problema ou com alguma dúvida, vem aqui no instituto, não é? Vem para cá na cadeia de João Teixeira 550 que aqui você encontra tudo isso. Aê, show de bola. Coisa linda, Paraná. Bom, e eu fiquei sabendo, não sei se você vai confirmar ou não, agora tem rádio aqui, web. É, também é, é, fizer, é, também chegamos à conclusão de montar um pequeno estúdio. Estamos gatinhando, a rádio é um bebê ainda, estamos gatinhando, mas aí já estamos com algumas programação. Começa o programa desde as 6 horas da manhã e vai até às às 19 horário com programas ao vivo. Qual o conteúdo, par? Tá, na verdade você começa um sertanejo, aí depois tem um programa, tem horário de entrevista e também aí depois entra eh o ED às 11 e vai entrando a programação. Tem várias programação. Valeu, Paraná e parabéns pelo trabalho aí. Obrigado. Eu que agradeço, hein? Como o Paraná falou, tem até psicólogo aqui. Como funciona o seu trabalho? Ah, o trabalho dos psicólogos aqui sou eu e mais um, não é? é no atendimento a pessoas que não tenham condições de ter acesso à psicologia. Então, há um acolhimento, uma escuta, né? Essa escuta é importante. Se preciso, há encaminhamentos, então tá afinado como projeto. O projeto visa trazer um bem-estar, não é? em vários campos ou de saúde e mental também. Bom, estou aqui com o Joel, que inclusive, né, faz parte da organização do dos bailes que são realizados aqui no instituto. Como que é aqui? Como funciona? É bem animado, né, Joel? É, aqui é bem animado. É o pessoal da melhor idade, tá? Toda quinta-feira é casa cheia. Então, nós estamos aí sempre promovendo eventos de baile, né? Aqui, principalmente aqui no clube Vila Teixeira. E nós temos toda quinta-feira o encontro com Joel e Júnior nos teclados Sousa, Banda Show. É show de bola, entendeu? Tá dado o recado. Tá dado o [Música] recado. Bom, pessoal, saí lá do instituto e descobri uma praça que tem aqui bem legal. Sabe por quê? Porque rola uma biblioteca aqui. Pois é, eu tô falando muito sério. Todo mundo aqui pode vir retirar o livro, ler em casa, devolver. É sensacional. Pois é, ela fica no meio da praça. Olha só que coisa linda. Parece uma geladeira aqui. Tudo bem, Rita? Beleza. Era uma geladeira. Era uma geladeira. Nós começamos com uma geladeira. Aí há uns se meses, a prefeitura veio e montou essa biblioteca pra gente. Então aqui quem toma conta são as minhas irmãs, meu sobrinho, eh a comunidade toda, os vizinhos, né? Tem muita gente trabalhando e muita gente que vem buscar livros de outros bairros e trazer livros para deixar aqui também. Então é uma uma coisa que nós estamos fazendo, uma cultura assim colocada aqui na praça para poder ter mais. Boa, eu escolhi um, peguei qualquer livro ali, gente. Olha só que coincidência. A menina que roubava livros. Olha só que coincidência impressionante. Peguei qualquer um. Então, como é que funciona aqui? A pessoa pode vir, a pessoa vem. Tem o horário que eu tô vendo aqui, né? 7:30 às 8 vai tá aberto. Fechado. É a minha irmã, como a minha irmã mora ali, nós que tomamos conta, né? Então tá sempre ela, ela abre de manhã e à noitinha ela fecha. Como funciona? A doação de livro aqui? É, a doação de livros é a pessoa traz, deixa aqui, né? É catalogado, não sei se vocês estão percebendo, ó, todos, né, os livros assim. E aí é deixado aqui, a pessoa vem a quem quiser vem aqui, pega o livro, leva para sua casa, traz de volta e as pessoas também que quiserem doar, nós aceitamos a doação. Como surgiu a ideia? O meu sobrinho Rangel, que ele surgiu com a geladeira. Começamos com a geladeira porque começamos a arrumar a praça por isso que eu brinquei que antes era uma geladeira, agora lógico que tá. Isso foi ele que começou tudo isso. Boa. Sensacional. E aqui é Vila Teixeira mesmo. Vila Teixeira. Vila Teixeira. Vila Teixeira. Eh, oficialmente agora é é Jardim Bolfim. Mas mas todo mundo fala Vila Teixeira. Todo mundo conhece como a praça da Vila Teixeira. Se você me perguntar onde eu nasci, eu vou falar na Vila Teixeira. Pois é. E é justamente sobre a Vila Teixeira que nós estamos conversando, nós estamos falando, contando a história aqui no meu bairro, na TV. Bom, a praça é bem bacana, né? É bacana. É bacana. Ela tá de fotos na par, tem um painel de fotos de pessoa de antiga, né? Vamos lá conhecer. Então, vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Como surgiu a ideia desse painel de fotos? Também foi a ideia surgiu do meu sobrinho também, Rangel, que quis colocar um pouco da história da praça nesse país. É uma pena que o Rangel não gosta muito de da entrevista, porque ela já falou dele algumas vezes, né? Mas ele é mais tímido, né? tímido, ele não quis saber chamou. Esse aqui é o painel de foto. Pedi pro Valdeir Sarai, o nosso repórter cinematográfico, mostrar pra gente, né? Porque tem histórias aqui da de vocês aqui, né? Isso. Dos vizinhos, os moradores, inclusive do meu pai, que é esse aqui, ó, que ele brigou muito, cuidou muito dessa praça. Esse aqui jogando bola. E a gente, ele cuidava demais da praça para não virar lixão, porque teve uma certa época que ia virar um lixão. E ele então tomava conta. Aqui tinha um campinho de futebol, ele jogava muito com a rapaziada, ó. Tá vendo? Aqui, aqui, ó. Então, assim, é um pouco de tudo aí. Os moradores antigo, a a até inclusive eu estou aí de criança, né? Aquele bebezinho aqui, ó. Aqui, você, olha aqui a rita. Aqui, ó. Aqui sou eu. Tem várias fotos. Tá escrito nossa história, né? Nossa história. E como vocês fazem para praça ficar tão bem cuidada assim? Então, a prefeitura a gente tem agora um apoio da prefeitura. Sim, a gente vamos sentar aqui. Vem com a gente aqui. Valdecir Saraiva, nosso repórter cinematográfico. Senta aí, Rita de Cácia. As mesas. A gente pegou o Valdecir no improviso aqui, hein? É, hoje a mesa tá suja, mas costumamos passar até no trabalho, viu? Mas a gente procura manter a praça em ordem. Temos a ajuda da prefeitura, certo? que nem hoje, por exemplo, a prefeitura veio, veio carpi pra gente. E aqui o restante, tudo que vocês estão vendo, ó, essas coisas são tudo assim, doação. Tem os banquinhos, não sei se vocês perceberam, os banquinhos da corujinha, do sapinho. Isso daí foram vizinhos que pra gente. A criançada andando de bike, né? Criança de domingo isso daqui ferve. Passarinhos, pombas. Olha que lugar gostoso. Esse daqui foi o Rangel que fez. Ó lá o Rangel. É. E e essa casinha, o que que é aqui? Aqui é a casinha dos passarinhos. Tem comida, a gente coloca fruta, os vizin, tem o vizinho Luiz Henrique ali na frente que vem, coloca fruta. Então tem assim vários. É muit Qualquer dia eu vou pegar minha esposa, meu filho e meu cachorro, minha esposa Viviane, meu filho Francisco e meu cachorro Jaime. E vou vir aqui passear nessa praça. Eu adorei. Você também gostou, Valdecir? Aê. É muito bom. Vem praça. [Música] Estamos agora na sede da Sociedade Beneficente dos Amigos da Vila IAPI, onde uma vez por mês, em um domingo, no final de tarde, um grupo de pouco mais de 100 músicos se reúne para fazer o que mais gosta, tocar samba. [Música] Bom, pra gente entender um pouco mais como funcionam as coisas aqui no pagode da Votiana, tô aqui com o Ciro que me disseram, olha só, que conhece tudo e mais um pouco aqui do bairro. Tudo bem, Ciro? Beleza, maravilha ou não? Maravilha. Maravilha máxima. Boa tarde em primeiro lugar em nome de toda a rapaziada e do sambo, do Pagoda Vatiana. Eh, eu vou reiterar que você disse aí que conhece tudo, mas teve pessoas que sabiam muito mais. Eu sim, eu sou uma extensão da continuidade do que desse legado que eu peguei dessas pessoas do bairro aqui no samba, no quesito samba. Bom, para deixar claro, a gente tá na vila IAPI, né? Sim. IAPI é uma vila dentro da Vila Teixeira. Olha só que legal isso aqui, pessoal. Dentro da Vila Teixeira. E isso aqui foi um projeto de que veio há muitos, muitos anos, antes da Segunda Guerra de Getúlio Vargas, foi essas casas. O IEPI foi formado principalmente por, na sua maioria, a sua origem, negros italianos que vieram sem tanto é que nas cores e espanholis. Isso é dentro da origem do da do IEPI, da história do bairro IAPI, que era que era o fim do mundo e nós éramos apelidado como pombal da periferia. Hoje eu ia para mim como sempre eu sou nascido e criado e me orgulho de dizer porque aqui eu vim um dos maiores e melhores músicos da minha vida que eu posso imaginar. Não vi mais. que toda essa história para mim tem validade. Eu que tento fazer o que que eu aprendi aqui fica comigo. E qual é esse grande músico aí? Esse músico se chama Aílton Benedito, Simplício, Nenão do Pandeiro. Esse músico chama Maurício Salomão. Ah, então é mais de um. Tem mais. Esse músico se chama Viola. Esses músico se chama Joaquim Dia Júnior. E perdão se algum nome não citar porque falha que desculpa um pouquinho, a gente tem que fazer um Não. E é legal, Ciro, que você falou aí que o o bairro é núcleo habitacional que se originou do antigo Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários. Pensionistas dos industriários. Exatamente. Que legal. Então, eh, ele fazia parte da Vila Teixeira e hoje é um bairro a Vila Teixeira chegou primeiro. Não, não. Sim. E depois, claro, mas ele tava dentro do E hoje é um bairro, não é? Independente que tem um nome próprio, né? Que aqui é Ip. Iepi no documento é um bairro, é uma vila. É, sim, sim. Hoje é um bairro, mas antes fazia parte da Não, não, nunca. Sempre foi. É que era conjunto residencial. Ah, perfeito. Tá, a história do IP, assim, era conjunto residencial. Aí depois que deu nome nas nas tanto eu eu eu não consigo nome de rua. Vamos supor, o Leandro aqui, o pai dele, amigo meu de infância e mora no grupo 18. Eu não sei como chama a rua da sua casa, da sua avó, como chama a rua? Circulando Popeu de Camaro. Então, então isso que eu falo, eu sou Iepi legítimo raiz, raiz mesmo, nascida e criada aqui, né? Se se falar nome de rua, eu não sei. Agora você falar os grupos que eu ia penso um onde eu nasci até o grupo 27 lá embaixo. E como que o o Zé Antônio, Zé, o pai dele nasceu aqui no grupo 18. Boa, boa. Bora falar então um pouquinho sobre eh o pagode, não é? Esse movimento cultural Votiana que é bem legal, bem bacana. Eu já conheci aqui. Como é que é? Cara, eu sou suspeito falar porque tudo que a gente faz, a única preocupação que eu tenho e eu falo pros meninos, menino assim já passaram tudo os 40, né? Eh, eu também preocupação, sou esse tipo de menino aí, viu? Ca que já passou dos 40 menin vovô garoto. É legal porque o novo tem que vir. O falecido Juninho em Fortaleza falava sempre isso. O Juninho é eterno em nossos corações. Juninho foi uma das referências maior do Votiano. Tá aqui, todo mundo concorda comigo. E se não concordar vai concordar. Democracia pura, mas o Juninho é Fortaleza, Juninho e Fortaleza, Raimundo, Nonato, Foca Júnior. Então a preocupação do Votiano é é uma só, levar alegria pro coração das pessoas. Não interessa para onde, como, da onde, não interessa. A nossa preocupação é preservar e manter viva a memória da nossa maior expressão cultural que é o samba. Isso a pagó da fatiana, essa responsabilidade nós temos. [Música] que sabe da vida dela está no Leandro também faz parte aqui, é músico também, super envolvido, é o repertório de samba que lembra o samba raiz do Rio de Janeiro, né, Leandro? É, na verdade a nossa ideia inicial foi um pouco do espelho de lá, né, que acontecia lá. Inclusive, a gente até, isso aí é uma coisa que que acho que foi fundamental pra gente tomar a iniciativa de de de fazer o projeto em si, né? E a gente estava numa viagem no Rio de Janeiro, eu e o Alex, mais alguns amigos e aí a gente tava no pagó da tia Doca que acontece lá em Madureira, né? E aí contagiado por aquilo lá, a gente falou: "Pô, aí a gente já tava aqui, a gente se reunia, mas a gente se reunia nos bares, né? Eh, e também no quintal da casa da dona Sebastiana, da avó Tiana, né, que é a avó do Alex e mais conhecido como mortão, né, cidade inteira conhece. E aí de lá da casa da dona Sebastiana, a gente foi pros bares, né? Só que ainda a gente sofri um pouquinho das coisas que que o pessoal lá de 50, da década de 50 sofria. Muitas vezes até geral de polícia a gente levou, né, tocando nos bares aqui do do bairro, né, da da região. Então a gente resolveu organizar e foi depois de uma viagem que a gente fez lá da na, né, no pagó da tia Doca voltando Madureira, Rio de Janeiro. A gente falou: "Pô, por que não fazer um formato desse, né? a gente alugar um local, reunir os amigos e e cantar o que a gente gosta, né? Sem compromisso de financeiro, sem, né, o apego que, né, né, né, dessa coisa do dinheiro e tal. E, cara, isso aí começou em 2004 e a gente tá aí vai para pro 21º ano, né, de Pagoada da Votiana, mantendo essa ideia, essa essência de da gente fazer o que a gente gosta. Cultura pura, né? Vocês são em quantos? Nós somos em, pô, assim, a formação agora a gente tá em sete, às vezes é oito, bastante gente, né? É, mas a gente já teve mais pessoas, né, que fizeram parte. Galera, foi, é, é, na verdade, assim, acho, o segredo é assim, é, acho que é essa, essa essa vontade de cantar, aquela, de ter a liberdade de cantar o que vem na cabeça na hora. Isso aí e não precisa do ensaio, né, cara? Porque assim, a gente que gosta da mesma coisa, a gente escuta a mesma coisa, então fica meio que ali tá tudo coligado. Então vai puxando aqui, pede o tom, puxa lá e a gente vai embora. Boa. Tô dando uma olhadinha aqui. Vocês já receberam em 2005 uma homenagem da Câmara Municipal de Campinas? Isso, recebemos, né? É prêmios zumbidos com Ó que legal de fundo, ó. Bateria, ó. Sensacional. É aqui. É música. A gente respira isso aí. Comunidade inspira isso aí. Música, esporte. Cultura e esporte, acho que é a alma do do da comunidade. É, é, pô, é muito bom, né, cara? Mas vamos falar então sobre essa homenagem aí. Você lembra ou não? É, foi em 2005, né? A gente recebeu esse esse prêmio. Eh, e a é o diploma de mérito Zumbi dos Palmares, né? Isso. E a gente tinha um ano de projeto, né? Então, pra gente foi maravilhoso, né? Ter esse reconhecimento da cidade, né? A gente tá tá aí em prol da cultura, né? Para quem gosta e um pouquinho do que a gente gosta também, né? E ser premiado por fazer o que a gente gosta é maravilhoso, né? Pela E você daqui do bairro mesmo? Sou do bairro, nascido aqui no IAPI. Nascido no IAPI. Boa. E curte aqui ou não? Nossa, aqui é quem quem quem sai daqui quer voltar, né? Não tem. Eu eu nasci aqui, saí e voltei. Que legal. É, mas assim, na verdade, a gente sai, sai o o a parte física, né? Mas a o espírito, a alma fica, não tem jeito. Boa. E aí a gente volta, a gente volta. E aí a gente tá aqui, eu estudei aqui na tinha a uma escolinha, fiz prézinho, primário aqui. Aqui eu passei a minha infância, adolescência toda aqui, né? Então na comunidade, na sede, né? Com os amigos, família. Ô Leandro, eh quem quiser aprender, quais atividades que tem aqui, tem isso ou ainda não? Ó, a sede social é do IAPI tá passando por um processo de revitalização, né? a gente conseguiu eh o apoio de um do pessoal aí bacana que tem ajudado a gente com na parte estrutural, parte da documentação. Então a gente tem o projeto de basquete que acontece aqui já faz alguns anos, é um dos maiores projetos de basquete da região, né? Eh, já mandou alguns atletas aí até para fora do país, já comandado pelo Carlitão, pelo Mário Secone do Tênis Clube. Eh, tem mais gente, só que desculpa aí se eu não consigo lembrar, mas pessoal que encabeça eh Carlitão que dá aula aqui todo sábado, Mário Secon que dá sempre o apoio aí também, trazendo eh parceiros aí para para ajudar a gente no projeto. E a ideia é sim, a gente ter eh aulas, estamos até eh conversando essa semana sobre um projeto de karatê que vai ter. Ô, que legal, cara. Marcial também é tudo de bom. E aula de música, né? Tem que ter, tem que ser carro chefe. Boa, Leandro, obrigado aí por receber a equipe do meu bairro na TV. Nós estamos mostrando aqui os dois bairros, né? Que bom. A gente fica feliz aí de de est falando um pouquinho da nossa e vocês aí são destaque aqui no meu bairro na TV também, pô. A gente que agradece. essa oportunidade de falar um pouquinho da da nossa terrinha API aí. Boa, pessoal. Vamos curtir um pouco mais do samba dessa rapaziada. Olha aí. Trabalhar, trabalhar, trabalhar para qu trabalhar eu vou morrer. Bora agora conhecer a dona Laura, que há muito tempo mora na Vila Teixeira e, claro, tem muitas histórias para contar. Ela tá sempre colaborando em várias funções na Igreja Santa Catarina de Alexandria. Já faz 48 anos que eu moro aqui na Vila Teixeira. 48 anos. Puxa vida. 48 anos. É uma, é uma vida, né? E que que a senhora acha aqui do do bairro? Gosta bastante? Não, eu gosto aqui do bairro. A gente, meus filhos praticamente nasceram na na aqui na Vila Teixeira. Então eu gosto daqui e aqui a igreja que eu moro aqui perto é a igreja que eu frequento desde essa época que eu vim para cá. Então faz 48 anos que a senhora frequenta aqui a igreja Santa Catarina. Vim nas missas todos os domingos. Agora ultimamente que eu tô assim mais participando das festas, participando dentro da igreja, entendeu? que me precisava, cuido da das plantas, aonde precisarem de mim, eu tô ajudando. Boa. Então, vamos falar um pouquinho sobre eh as suas atividades aqui na na igreja, né? A senhora diz que eh precisando da senhora, a senhora tá presente? precisar de mim, eu tô lá cobrindo. Eh, o que que a senhora faz, por exemplo? Eu ajudo na parte da liturgia de arrumar, que é ela que é a nossa chefe da liturgia, pedindo. Eu tô aqui sempre para dar a mão a ela e quem precisar também aqui dentro. Cuido das plantas, que é só eu que cuido. E ajudo na parte das festas que eu sou da barraca do pernil. Ajudo fazer. Barraca do pernil. E a senhora ajuda a fazer o pernil? Ajudo também. E o lanche é bom de pernil, dona Laura? Bom, muito bom. Faz favor de vir todo mundo na festa. É com o nosso lanche. Não é só o meu. E vamos combinar, né, dona Laura? Eh, lanche de pernil é realmente muito, muito bom, né? Muito bom. Então eu tô eu acho difícil alguém não gostar de lanche de pernil. Pelo menos todo mundo que que vem aqui adora o lanche do pernil. Como vai ter cachorro quente também. Boa. Eu percebo que a senhora fala com muito carinho assim das plantas, né, que a senhora cuida das plantas e tudo mais. O jardim aqui como um todo, né? Adoro já a lidar com plantas. Eu adoro. Então, e para mim elas são minha vida. Adoro lidar com elas, mexer com terra, mexer com tudo. Isso é minha vida. E a senhora mora aqui pertinho da igreja? Moro. Moro na descendo na esquina. Vem a pé. Lógico. Então é um passeio gostoso, né? Lógico. Já vem, vai pegar uma missa domingos. A missa aqui é só de domingo, né? Eu cuidei do meu pai, cuidei da minha mãe, depois o meu marido ficou doente, cuidei dele. Faleceu faz 6 anos. Daí que eu comecei mesmo a frequentar a igreja quase todos os domingos e vimos domingos vim aqui já é um uma grande coisa para mim, não? E eu confesso pra senhora que eu fiquei impressionada com essa igreja. Que igreja bonita, né? Que que atmosfera boa que tem aqui, né? E assim, a arquitetura da igreja é muito legal, né? Muito legal. Não é muito linda a nossa igreja que a Santa Catarina de Alexandria. Muito bonita. Precisa muita gente vir aqui assistir a missa. Bom, bora lá. Nós tivemos vários padres. Hoje nós estamos com o padre Víor, que também é um padre que muito vou entrevistá já já, inclusive. Padre carismático pra gente aqui. Ele é muito bom. Que bom. Isso é ótimo. Isso não tem preço mesmo. Bom, vamos falar um pouquinho sobre a sua relação aqui com o bairro. Olha, porque para quem chegou faz 50 anos, deve ter bastante história legal aqui. Eu eu conheço Deus e todo mundo aqui do barro. Mas tá bom, né? A gente conhece todo mundo, gente, muita gente que a gente conheceu já faleceu, mas estamos aí. Eh, fez bastante amizades aqui no bairro. Graças, graças a Deus. O que que a senhora mais gosta aqui é de fazer no bairro? Olha, passear, caminhar, virar missa, padaria, praça, que que a senhora faz? Mercado. Mercado. Mas tá tudo bom, graças a Deus. Tem amizade. Essa amizade é que vale, amigos é que vale, que a hora que você precisa você tem ali do lado. Que legal. Eu percebo que a senhora fica até emocionada, né, dona Laura? Tô vendo seus olhos ouve, nunca houve um não, entendeu? Tudo que você precisou você sempre assim. Se não pode dar uma mão, não pode dar as duas, dá uma. Mas tá bom de E a senhora realmente fica. E eu fico porque eu também gosto de dar uma as duas mãos para quem precisa. parte da sua vida, né? Da minha vida. Boa. Muito obrigado por nos atender e contar um pouquinho sobre sua relação aqui com a Vila Teixeira. Imagina que isso. Bom, a dona Laura falou sobre o padre Vítor e claro que ele está aqui também para conversar conosco aqui. Tudo bem, padre? Muito obrigado por nos atender. Uma alegria. Bom, vamos falar um pouquinho sobre a história aqui da igreja. Sim, a igreja tem já aí mais de 30 anos. Ela logo quando o bairro começou a ser formado, as pessoas tinham uma capela que tinha devoção a Santa Catarina de Alexandria, uma pequena capela nesse mesmo lugar e aos poucos foi se exigindo que ampliasse mais esse lugar e tivesse ainda como relevância a santa da qual tem aqui a devoção o pessoal do bairro. Essa comunidade aqui, ela foi desmembrada da paróquia Senhor Bom Jesus do Bom Fim. Então, o padre de lá, que atendia aqui, né, a paróquia nos anos 40 daquela época, então se viu que aqui havia necessidade de uma comunidade paroquial. Então se criou aqui a paróquia Santa Catarina já quase 70 e poucos anos aí. Boa, boa. Eh, padre, e aqui a arquitetura, eu tava falando com a dona Laura, é bem legal, né? Sim. Como que era uma capela aqui? Era uma capela bem pequenininha. Eh, não temos assim registro, né? Mas as pessoas mais antigas da comunidade relatam que era uma capela assim de 10x 20, bem minúscula, né? E agora ela ganhou essa dimensão aqui bem grande de uma igreja bem maior que comporta aí tranquilamente pessoas sentadas em umas 500 pessoas sentadas, né? Aqui nós temos a na comunidade as missas aos domingos às 10 da manhã e também às 8 horas. Boa. Eu vou vir um dia na missa aqui porque eu achei bem bacana a igreja. Muito bonita. Muito obrigado, pai. Obrigado. Uma alegria recebê-lo sempre. Um abraço a todos. Boa. Muito obrigado, pessoal. No próximo e último bloco tem a receita. Não saia [Música] daí. Bom, pessoal, terceiro e último bloco aqui do meu bairro na TV. Chegou aquele momento que todo mundo adora, que é o momento da receita. Me deu uma vontade de comer um caçulê. Sabe aquela feijoada com feijão branco? Uma delícia. Eu quero comer. Bom, bora ver se aqui tem. [Música] E aí? Beleza. And bo aqui que tem caçulê? Claro, com certeza. Vamos lá fazer a receita, André. Bora. Bom, e pra gente fazer então esse caçuleto aqui com a dona Célia, tudo bem com a senhora? Beleza. Beleza. Bora pro passo a passo então que o pessoal em casa já está com água na boca. Primeiramente a gente pega o feijão branco que ele deveria pode ser colocado de molho, de um dia pro outro ele cozinharia mais rápido. Mas aqui a gente vai colocar ele. Vamos colocar a água. Quatro dedos acima do feijão, mais ou menos. Ia perguntar quanto coloca de água. É, uns quatro dedos acima. Uns quatro dedos. Isso. Aí você vai colocar uma colher de sopa rasa de sal. Uma colher de sal e uma colher cheia de coloral. Eu evito usar industrializados, mas o natural, por isso eu uso o coloral, certo? Então aqui eu vou colocar uma colher rasa de sal. Boa. Uma colher de coloral de coloral. Tampou a panela, coloca no fogo mais ou menos meia hora em fogo baixo. O feijão branco ele demora um pouquinho a mais do que o outro para cozinhar. Aqui o feijão na panela de pressão. Vou colocar aqui, vou dar pressão. Começou a ferver a pressão. Mais ou menos uma meia hora pro feijão chegar no ponto, porque eu não gosto que ele desmancha muito. Ele tem que ficar inteirinho. Certo? Aí o próximo passo é o pernil. É o pernil. Pernil também daquele saborzinho, né, dona? Sim. O pernil ele já está cortados aqui em cubos pequenos, ó. Em cubos pequenos ele também vai pra panela. O pessoal fala que o caçulê é uma feijoada de feijão branco, né? Isso. Exatamente. É uma delícia, né, dona C? Uma delícia. aqui no restaurante. Eh, foi eu que introduzi ele praticamente aqui. E o pessoal fala muito bem aqui gosta muito, viu? O dia que não tem, o pessoal reclama. Esse pernil eu vou colocar um pouquinho de óleo. Boa. Vai bastante de óleo pelo jeito aí, né? Um pouquinho de óleo e o mesmo processo do feijão que eu já coloca também sal. Um pouquinho de sal, uma pimentinha do reino. Pouquinho pimenta do reino também daquele sabor especial, né? Sim. E o coloral também que ele já cozinha já pegando a cor já. O que que vem além da do feijão branco pra galera de casa entender direitinho? O caçulê. O caçulê ele vem o pernil, a calabresa, o bacon. Tem as quem gosta de colocar também costelinha suína, mas aqui a gente coloca só o pernil certo? Então aqui é o pernil, ó. Então vai de gosto de cada pessoa, né? Sim. Vai do gosto e do bolso, né? Então ó, aqui o pernil ele vai aqui fritando. O cheiro já tá bom, hein? Aí eu já coloco aí também um pouco de água para ele cozinhar. Quanto tempo demora para fazer o caçuleiro? Cerca de uma hora, mais ou menos. É, não é um prato muito demorado, eu acho. É mais, é um prato simples e que é muito gostoso assim pro dia a dia e também para almoço de família, de domingo, né? De família, sim. Porque ele, na verdade, ele é um uma refeição completa praticamente, né? Aí acompanha o arroz e se a pessoa quiser uma farofinha, uma couve, aí vai bem também, né? Aí eu vou pôr ele no fogo. Quanto tempo no fogo? O pernil começou a ferver 15 minutinhos só. Ah, o perinha rápido, né? Bom, feijão e pernil no fogo, certo? Como aqui eu já tenho um processo deles prontos, eu vou começar a finalizar, correto? Então eu vou pôr panela. Aí eu coloco. Agora vai misturar tudo? Sim. Agora vamos finalizar aí. Então aqui nós vamos colocar um pouquinho de óleo. Mais um pouquinho de óleo. Aí nós vamos colocar o bacon para fritar. Aqui vai o bacon já cortado em vinhos, né? Aqui é o é o que demora um pouquinho mais que agora eu vou fritar o bacon. Quanto tempo demora aí? Aqui, ó, depois que tiver tudo em corpo cozado, é só ferver uns 10 minutinhos para incorporar o sabor do bacon e da calabresa no feijão, no perninho, né? Eu tenho certeza que o pessoal de casa já tá com água na boca, viu, dona C? Porque eu estou também. Você também está? É, o pessoal aqui do restaurante gosta muito. Muito muito. Ah, que bom, que bom. Aí o [Música] cenho certeza que vocês vão gostar. É, posso p pernil para dar uma fritadinha. Aí a gente entra com a [Música] calabresa também para dar uma secadinha. Calabresa também é uma delícia, né? É, calabresa é tudo de bom. É bom demais, né, dona C? Não tem como ficar ruim, né? Porque só vai coisa boa. E aos poucos é, aí o nosso prato tá ficando pronto. É, aí quando a gente tem mais tempo, a gente deixa fritar mais, né? Mas vamos dar sequência aí. Aí eu vou entrar com quatro dentes de alho picado. [Música] Ah, o alho também dá um sabor excepcional, né? quatro dentes de alho picado aqui. Bom, hein? Agora vamos entrar com a cebola. Olha esse tão bom como tá o cheiro, meu amigo. Agora uma cebola média picada. Aí sim. Endo e vamos deixando dar aquela fritadinha. Aumentar o fogo assim. Vamos deixar fritar aqui um pouquinho. Se a gente vai tirando. Ah, vai um vinagretinho, um tomatinho picado. Aí sim, hein. Opa. Opa. Olha isso, gente do céu. Ô, ô, dona CA, dá uma resumidinha pra gente, o pessoal que tá nos acompanhando aqui no meu bairro, na TV, que que temos aí, ó? calabresa. É, temos o bacon, a calabresa, bacon. A calabresa, o alho. O alho, a cebola tomate e o tomate. Isso. Meu Deus do céu. E tudo isso vai rolar aquela mistureba sensacional com feijão branco. Isso. Isso. Agora eu vou entrar aí com o pernil que foi feito aquele primeiro processo. O pernil ainda, gente. O pernil já está cozido também. Olha que coisa espetacular. Começar com o perninho. Eu sei que eu fiz uma vez um pé de frango, dona Séria. Esse pé de frango, mas ele fez tanto sucesso. Se eu não me engano, foi no Parque Santa Bárbara. Hum. E eu tenho certeza que esse caçulê vai pro mesmo caminho, viu? Pé de frango também. Muito bom, hein? Ah, é uma delícia. Uhum. Eu já entro também com o feijão branco que já tá cozido. Espetáculo. Vamos pôr mais um pouquinho de água. [Música] Agora nós vamos entrar com o cheiro verde, um punhadinho generoso de cheiro [Música] verde. E vamos colocar uns galinhos de coentro. Coentro não muito porque o coentro Mas a senhora é muito habilidosa, hein? Dona Célia, puxa vida, muitos anos na cozinha, né? É, então competente. É, agora vamos fechar agora o caçulê é só ferver pr os sabores, né? E ele tá pronto. Pronto. Bom, então vamos experimentar. Dona Célia tá trazendo aqui, não é? Esse caçulê. Tô com Evilá aqui. Tudo bem, Evil? Beleza, a gente já se cumprimentou na entrada aqui. Eu perguntei se tinha. Claro, com certeza. Obrigado. Agora vamos degustar, provar esse delicioso caçulê, né? Experimentar, porque realmente tô com água na boca, o cheiro está ótimo. Obrigadão. Posso pegar um arrozinho aqui? Faz favor. Dá licença. Ó lá, gente, porque tem que ter um arrozinho, né, para acompanhar, pelo amor de Deus, né, pessoal diz que é uma feijoada de feijão branco, né? É uma feijoada suína, né, que fala. Quanto tempo você tem aqui o restaurante Vila Bar restaurante, né, André? Nós estamos aqui nesse endereço desde 2015, tá? Então agora em julho a gente vai completar 10 anos, tá? sempre trabalhando com uma comidinha caseira, né? Uma excelência aí na na qualidade e no atendimento aos clientes também, né? Com respeito. Eu vou experimentar aqui. Vamos lá, porque eu tô com água na boca. Eu vou até colocar aqui já a calabresa junto, colocar um arrozinho junto, né, dona Célia? Espero que vocês gostem. E a dona Célia faz 10 anos com a gente também. Aê. Hum. Nossa, que delícia. Maravilha. Que bom. Aquele gostinho de vinagrete também, né? Um tomatinho. Uhum. Bacon, calabresa, perninho. E a consistência do caldinho. Parabéns, viu, dona Célia? André. E a consistência do caldinho. Olha só. Você mistura ele com arroz, dos outros ingredientes, fica top. Ninguém vai ter a facilidade que a dona Célia tem para fazer isso aqui, mas não. E habilidosa, parabéns. Obrigado. Muito bom mesmo. Além de muito simpática, profissional, uma excelente cozinheira, viu? Vamos contar um pouquinho sua da história aqui do do restaurante, por favor. Sim. Então, o restaurante Vila ele foi construído, né, a desde 2013. Na verdade, foi um sonho, um sonho que eh toda pessoa que quer, que trabalha, né, quer conseguir seus ideais e pensa em empreender e virar um empreendedor, né? Então, foi você queria, foi o que eu queria. Então, a gente tá atuando nessa nesse ramo já faz um bzinho, um bom tempo, né, onde graças a Deus ele vem nos abençoando, mantendo sempre o pé no chão, né, com cuidado. Passamos por várias e crises, né, no decorrer dos anos, a a Covid, a outras crises aí que teve, mas graças a Deus, sempre com pé no chão, a gente estamos conseguindo, estamos levando, né? Estamos eh indo em busca de mais perfeição. O pessoal que tá em casa, Sim. quer saber que dia que tem o caçulê aqui. Pessoal, olha, vocês não podem perder esse delicioso caçulê. Nós fazemos ele todas as quinta-feira. Quinta-feira, tá? Ele é servido aqui no nosso bifet. Convido a todos a vir a conhecer o nosso restaurante. E o nosso buffet é uma comidinha caseira, aquela, aquela famosa comidinha da mãe, da avó. que o povo sempre fala, não é verdade? Boa, muito obrigado por nos receber. Parabéns para você, pra dona Célia, porque olha, sensacional. Eu que agradeço você, André. Temperinho fantástico, né? Sim, com certeza. Eu que agradeço a você a tá eh mostrando um pouco do nosso trabalho. E é isso daí mesmo. Muito obrigado. E todas as receitas aqui, aqui a gente só mostra coisa boa, comida boa mesmo, tipo essa com qualidade no meu bairro, na TV. Hora não, eu provei. Eu sou testemunha disso, com certeza. Tá bom. É isso aí. Tudo que aparece aqui no meu bairro, na TV, é sucesso. Bom, obrigado, gente. Uma boa tarde para vocês. Valeu, pessoal. Bom, é isso aí, galera. Você já sabe, né? Se tiver alguma sugestão de bairro, WhatsApp é esse que aparece no seu vídeo, tá bom? Valeu e até a próxima oportunidade. Vou comer mais um pouquinho desse caçolê que tá uma delícia. Tchau. Certeza. Ciao [Música]