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[música] [música] Bom, pessoal, é a segunda edição aqui do Parque Industrial no meu bairro na TV, bairro que fica na zona sul de Campinas. Então, olha aí no mapinha. [música] [música] Bom, e olha, essa segunda edição a gente preparou de uma maneira muito especial, porque nós vamos mostrar que [música] o bairro, o Parque Industrial, é um polo gastronômico. Claro, né, gente? Não dá pra gente mostrar tudo que tem aqui no bairro, mas vocês vão ver cada coisa, cada delícia. Vale a pena conferir. Eu não vou antecipar nada porque vai ficar surpresa. [música] [música] Bom, pessoal, é isso aí. Como eu disse na abertura, essa edição, a segunda do meu bairro na TV Vila Industrial. É uma edição voltada para o polo gastronômico aqui do Parque Industrial, porque é uma coisa impressionante. Nós estamos abrindo o programa aqui no Irata, super conhecido em Campinas e no Brasil inteiro por várias coisas, né? Dentre elas, não poderia ser diferente a salada de rúcula. Tô aqui com a Regina. Tudo bem, Regina? Tudo bem, graças a Deus. Obrigada por ter vindo. Muito obrigada você por nos receber. Prazer. Bom, bora contar um pouquinho da história do Iata, porque eu tava dando uma lidinha, foi um dia que faltou. É, e ainda eram assim, eram eh eh bem família, não tinha tantos empregados e ah, vinham bastante pregue assim, eh, tipo da da de Pascoal, por exemplo, os donos da de Pascoal, eles vinham de pro sábado à tarde e gostava: "Ah, uma saladinha, depois jogava uma cachetinha, porque em 1970, 80, né, aqui Não, a moreira ainda não não tinha, não é o que é era um em volta no não tinha de conta o dia que faltou agrião. Foi isso que essa história eu achei espetacular. Todo sábado posso já pegar a saladinha aqui pra gente mostrar pros nossos telespectadores. Regina. Ah, obrigada. Vai lá então. Conta essa história que é muito legal. Aí um dia, teve uma tipo uma enchente e o agrião é meio rasteira. história e e não tinha eh agrião na região. Aí nós falamos: "E agora fomos no mercadão que a gente tinha amigos no Mercadão que era o Mercadão ainda? Aí nós nós falamos assim: "Ai, meu eh eh vamos lá no no mercadão para ver o que eles fazem." Aí eles salaram o nosso amigo falou assim: "Viu, você já experimentou salada de rúcula, né? Olha, experimenta que é muito bom, né? Salada de ru com uma cebolinha. E eu acho que também pegou no gosto do público porque ela é digestiva. Se você estudar, ela assim, ela é ótima para churrasco, mas acho que acredito que para várias coisas tempero, né? Isso. Então, o que que acontece? E eu acho assim, pessoal vinha e comia um salgadinho, essas coisas. e comi um churrasquinho, né? Às vezes, muitas vezes, eles mesmos faziam o churrasquinho deles, né? Eh, era essa muito amigo, pregues, amigo mesmo, sabe? E você tá desde o início. Desde o início. E olha só, sei dizer, olha, eu vou experimentar, senão não vai dar tempo. Tem tanta coisa aqui. O camarão também é super. É o seguinte, faz muito tempo. Tinha uma outra lanjonete que era muito que fazia esse camarão que tinha muita fama. E aí o meu irmão, né, o que que eu disse para você, o Felício que tá com Alzheimer tudo, né, ele ele enquanto ele não fez esse camarão, ele segou e estragava. E que esse camarão é maravilhoso também. E ele pega um camarão, ó, você vê que ele é camarão, não é sete barbas, não, né? E a gente eh congela ele assim e a gente não cozinha. Então o que que a gente faz? A gente descongela e cozinha no ponto para não ficar dura, sabe? E a picanha que também é top, né, Regina? Também é super conhecida também, né? Isso. Porque é difícil agora porque olha e por falar a picanha, a a picanha tá muito cara, né? Esses dias, né? Difícil para trabalhar, mas a gente eh mantém o que coisa linda. Vou até fazer um vídeo aqui, Regina. A gente mant a gente manten o quer que eu sirva? Quer que ele sirve? Não, imagina. É, valeu. Obrigado. Pode falar, dona Regina. Então, e o pessoal gosta porque já sabe, né? você não pode mudar muito a a o tipo de carne, porque isso influencia os fregueses, porque eles falam: "Não, não é mesma carne", entendeu? Então a gente procura eh manter, né, o o padrão, né? Eu vou experimentar então a picanha que eu não gosto de fazer desfeita, sabe, dona? [risadas] Então, e tem na brasa que também é muito bom. Não, mas chega, pelo amor de Deus, senão a gente sai daqui hoje rolando, a gente vai passar em outros lugares também. Porque, né, faz assim, se a se o medalhão é grande, ele faz no espeto, cada um tem sua carne. Cada mesa tem sua carne. Não é rodiz assim, não. Aí ele corta sua carne e volta. Enquanto você come aquela casquinha, ele volta e depois retorna com a sua carne. Ô, dona Regina, me fala uma coisa. E é o Irata é super conhecido, tal, e a gente vê sempre fotos de personalidades que vem aqui também. faz parte da decoração, né? Faz porque antigamente a gente começou com porque tinha um um hotel chamado eh novo hotel aqui que a Promoter, né? Trazia sempre porque fechava cedo lá e o o restaurante do Novo Hotel, eles traziam artista para cá. Olha só, também muito o restaurante dos artistas. É. Eh, porque é porque apesar de aqui ser o fim do mundo, eh, era bem assim família, então vinha bastante gente. Nossa, que picanha maravilhosa, hein, Redina? É, então, e jogador de futebol, sabe? Eh, e era assim um ambiente bem, sabe? É, eu vião, viu Cléber Machado aí. É, é, é, é, quase todos os técnicos da Ponte Preta e Guarani veio aqui, vieram aqui. É, e assim a gente tenta manter, né, porque a gente acha que a família tem que tá, entendeu? E a gente não abre filial, não abre não. A gente não. Vocês foram por quê? Oi. Por que não abre filial? Acha que não? que é, eles falam que é bom só no começo, depois já começa, né? Então é, a gente é assim, é bem familiar. Bom, para finalizar, é que nós aumentamos muito aqui, é grande, é muito legal. Eh, vocês foram homenageados pela Câmara Municipal, né? Diploma de eh mérito gastronômico, né? E é isso mesmo. Que bom, né? 2024 é super merecida a homenagem. Ah, obrigada. Obrigada. E olha, parabéns. Eu tô contente de que aqui no meu bairro na TV a gente só mostra coisa boa, viu? É. E eu eu fiquei contente porque seu pai frequentou aqui, né? É, frequentou bastante. Então aí vai de geração em geração. É, né? Então eu vejo assim a a aquelas pessoas assim vim mocinho e agora são avós. É, né? E é bom, né? Pra gente é muito bom. E eu vou trazer meu filho aqui, o Francisco, a minha esposa Viviane. Então vai ser a terceira geração. Eu sou a terceira. Não é a terceira geração. É. E agora tem meu filho. Então, ah, graças a Deus, né? Tá muito bom, né? Muito obrigado por receber a gente parabéns. Obrigada, viu? Tamo junto, viu, regha, né, galerinha? Vamos rodar porque tem muita coisa legal aqui no Parque Industrial. É um super polo gastronômico. Coisa linda, hein? [música] [música] [música] Bom, e a gente segue rodando aqui pelo Parque Industrial. Claro, né, pessoal? Já deu para perceber que aqui é um polo gastronômico da melhor qualidade. É uma coisa impressionante. Bom, tô aqui no menu Chefe Lincoln com o Lincoln que está aqui conosco. O bistrô leva o seu nome, né? Muito obrigado por nos receber aqui. Tudo bem? Tudo ótimo. Boa tarde. Eh, pois é, eu aqui cheguei nesses três anos dessa loucura que é ter um restaurante, eh, escolher um bairro, que é uma coisa que poucas das pessoas têm essa essa coragem de entrar no mundo dos negócios, ainda mais em um bairro que é um bairro extremamente antigo, é um dos primeiros bairros aqui da cidade, né? Com certeza. Eh, me question muito sobre isso. Porque que eu não fui para um bairro mais nobre, Cambuí, eh, Nova Campinas, eu escolhi aqui. Eu nasci aqui na cidade de Jardim, eu vivi aqui no Parque Industrial. Então, eu tenho muita história de vida nesses bairros mais próximos, eh, eh, tanto aqui na no parque quanto na cidade de Jardim, centro. Então essa proximidade de tudo, eu falei, o meu primeiro restaurante tem que ser próximo da minha casa, próximo da onde eu fui criado, da onde eu cresci. E aqui esse lugar aqui, ele tem uma história muito longa. Esse prédio aqui é da década de 40. Caraca. Sim. aqui foi uma muito tempo da família Salvatore. Então tudo aqui tem um pouco de tem um pouco de história, tem um pouco dessa família que que é é proprietária aqui do prédio, né? Mas eles não eles não continuaram com o restaurante e eu falei: "É aqui precisava ser aqui, acabou sendo aqui." [risadas] Bom, e eu tava dando uma olhada aqui, é muito aconchegante, né? Obrigado. Como surgiu a ideia dessa decoração? Porque é uma decoração muito legal, um clima muito bacana. Eu tava até falando pro Valdecir Sarai que eu vou trazer minha esposa aqui tomar um vinho, comer bem, que vale super a pena, né? Vai ser uma honra. Vale essa a parte da a parte da gastronomia, eu realmente falo que eu tô começando a aprender um pouco ainda sobre o que é você fazer algo pras pessoas. Uma vez me me questionaram, eh, o que que vai fazer você sair da sua casa, por exemplo, para vir comer um minhoque, um espaguete ou algum prato que tem aquele aquele ar de mãe, aquele ar de vó? É justamente esse toque. Tudo que eu faço aqui, por mais que eu coloque alguns pratos mais elaborados, como o Beef Wellington, ã, esse esse é o primeiro menu desse ano, mas eu já tive diversos pratos, eu já coloquei lagosta, já fiz muita coisa aqui. Ã, o meu principal, a minha principal motivação a criar quando eu estou criando os pratos é justamente [música] isso, trazer uma afetividade de casa com técnicas mais elaboradas, trazer aquele carinho, aquele amor de mãe, aquele amor de vó que foi com quem eu aprendi literalmente. Não. E olha só que bacana o que ele falou, né? O amor de mãe, o amor de vó, isso virou um restaurante e uma delícia, né? Bom, que que você preparou pra gente? Estamos mostrando aqui, não é, no meu bairro na TV. Que prato é esse? Esse é o inhoque com molho de queijo azul e iscas de min. Hum. Esse molho é feito aqui. Nossa, que delícia, [música] cara. [risadas] Obrigado. Parabéns, viu? Esse molho é 100% feito aqui. Não vai nada de creme de leite. É o tradicional. Nossa, que delícia. Como surgiu a ideia? A, eu falo que não foi nenhuma ideia, foi uma loucura. Loucura. Desde criança, desde os meus quro ou 5 anos, eu sempre tive muita curiosidade sobre o mundo da cozinha. Sempre quis entender como funcionava tudo isso. Nunca eh atuei dentro do ramo, por incrível que pareça. Os últimos anos da minha vida, antes de abrir o menu que era a Cutina Nona Bertina, que foi o primeiro nome que eu dei aqui, eu era na lista de licitação pública. Eu trabalhava com combustível. Caraca, não tem absolutamente nada a ver com isso. Só que eu sempre tive esse sonho, sempre tive vontade de ter um restaurante. Mas um restaurante exatamente assim, nada de self service, [música] ã, nada de prato feito, algo mais elaborado, algo para trazer uma uma lembrança paraas pessoas. algo para, por exemplo, fazer você sair da sua casa para ter uma boa experiência, uma boa experiência gastronômica e criar momentos. Tanto que é uma das brincadeiras do menu. O menu ele nasceu como Cutina Nona Bertina. Foi o primeiro nome que eu dei pro restaurante, que foi uma homenagem à minha avó, que foi a prende-assessora de ter me feito apaixonar por gastronomia, que te inspirou. Exatamente. Ã, dali em 2024, no final do ano, eu coloquei o menu cutina nona bertina, que é o meu conceito. O meu conceito é o menu, não é um nome. E esse ano de 2025 eu deixei a cotina e assumi somente menu chef Linco. O menu nada mais é que abreviação para momentos especiais nos unem. é toda a minha história, tudo que eu acredito que seja gastronomia. Os momentos que eu tenho de memória, que são os meus melhores momentos, eram em volta de uma mesa com a minha família. Enfim, é o que me traz esse quentinho no coração e é o que eu trago para todo mundo. É, isso faz toda a diferença, né, Lon? Você tava inclusive brincando, já vou experimentar já. O que é essa sobremesa aqui? Creme de tiramura. Bom, já também. [risadas] Meu Deus do céu, o dia tá bom, hein? Eh, ô Lincoln, e você tava me falando? Você faz tudo aqui, né, cara? Você é o chefe de cozinha, então, quer dizer, isso é amor mesmo para para sair tudo da forma como você imaginou, né? Sim. Eh, eu já cheguei a ficar aqui 18 horas num dia só. Em um dia. Nós tínhamos o almoço executivo. Eh, a gente acredito que não só o o meu restaurante, mas o pessoal que eu converso aqui em volta, a gente tem uma uma certa dificuldade em encontrar mão de obra. Eu falei: "Não vou me abater a isso". É complicado. É complicado nesse ramo é muito complicado. E assim, ã, eu acredito muito que ninguém vai sonhar o meu sonho por mim. Então, eu aprendi que eu sou a primeira pessoa que entra e a última pessoa que sai. Fiquei 18 horas aqui, trabalhei bastante, depois a gente se vira com remédio para dor nas costas [risadas] e e tá tudo certo. Mas é bom fazer uma academia, um pilates para aguentar tanto tempo assim em pé, hein, cara? O problema é o tempo, achar tempo. Se meu dia tivesse 34 horas, eu acho que eu conseguia fazer um pouco mais. Boa. Bom, e vocês também foram eh homenageados pela Câmara Municipal de Campinas. Como foi isso? Nós tivemos essa honra. Eh, teve um vereador, o Rodrigo da Farmad. Isso. Ele veio aqui como cliente, não o conhecia pessoalmente. É. Ã, e ele veio como cliente, veio com a esposa, depois veio o assessor dele. Quando eu vi, eu fui convidado a a receber essa honraria. Eu fiquei super feliz. Até tava comentando que no dia eu não pude estar na cerimônia na Câmara, mas eles vieram até o restaurante, o presidente da Câmara veio até aqui. A gente fez todo um uma recepção para eles aqui. Foi super bacana. Boa. Bom, e além desse inhoque maravilhoso, eu já vou experimentar a sobremesa. Vocês servem mais o quê? Conta pra gente, fale um pouquinho sobre o cardápio que muda a cada 40 dias. Queria que você falasse sobre isso também, essa essa brincadeira. Vou comer mais um pouquinho aqui, gente. Tá bom demais. Essa brincadeira que eu criei ano passado de ter essa mudança tão repentina de cardápio veio de uma necessidade que eu via aqui, principalmente na região. As pessoas acabavam me cobrando sobre alguns pratos, eh, sobre algumas situações que se eu tivesse somente um menu fixo, eu não ia conseguir atender a toda a demanda, a todos os clientes, todos os perfis que vinham até mim. Então, falei: "Por que não? Porém, eu não calculei que a partir do momento que eu imprimo um cardápio, eu já tenho que ter outro escrito e tenho que estar trabalhando no próximo. No próximo. É igual o carnaval. O pessoal começa, acaba o carnaval, já começa a pensar no outro, né? É um carnaval a cada 40 [risadas] dias. Boa. Vamos lá, então. Deixa eu experimentar a sobremesa. Fala o que que é de novo. Esse é um creme de tiramis. O tiramisu originalmente ele ele pertence à Itália. Ã, só que tem uma quantidade de receitas, de meios, de formas, de técnica de você fazer o produto, que eu só ia ser mais uma cópia de uma cópia. Maravilhoso, hein? Você vai bem, cara. [risadas] Então, o que eu fiz? Tá com água na boca com meu cinegrafista. Então, o que eu fiz? Eu criei a minha versão do tiramisu de doce de leite, que é um doce que eu amo. Nossa, que delícia, cara. Esse produto ele é feito 101% [música] aqui na casa. Não é nem 100%, é 101. 101%. Bom, e essa versão ela ela eu sirvo ela a ela tá no meu menu e ela entra no meu combinado de sexta-feira como a a sobremesa dos casais e essa sopa de framboesa com mertilo que eu falo que é um é uma é uma textura mais como que é que pro pessoal que tá em casa acompanhando ao programa, não é? Certamente com água na boca com esse programa, porque a gente só tá mostrando coisa boa. É uma coisa impressionante o parque industrial [música] aqui, como é um polo gastronômico de qualidade. Aqui é jantar. Aqui é jantar. Eh, hoje eu trabalho de quarta a sábado, das 19 às 22. Ã, à sextas e e aos sábados nós tivemos uma dica muito boa de um cliente que é amigo nosso e falou: "Por que você não monta um combinado para casal?" Aqui é uma casa três etapas, entrada principal e sobremesa. Então, todos os pratos eles são pensados para você ter todas as experiências, para quando chegar na sobremesa ser literalmente a cerejinha do bolo. Então, aos finais de semana eu tenho uma entrada, dois principais e uma sobremesa por um preço fixo. E a gente ainda tem as duas taças de vinho cortesia. Olha aí, isso trouxe uma visibilidade para casa muito grande. Então assim, dentro dessas dicas que nós recebemos, os pontos de vista dos nossos clientes, eu trabalho muito isso. Então nós temos eh dias promocionais de quarta, quarta e quinta, temos esses combos de sexta e sábado. Ã, por quê? Por eu ser um três etapas, muitas das pessoas acham que, por exemplo, ai, mas um prato eu consigo compartilhar? Isso é extremamente de pessoa para pessoa. Eu tenho muito cliente que vem, por exemplo, esse prato de inoque. Eu já vi várias pessoas compartilhando um prato de inho. Comem dois. Sim. as a a entrada com o que nós estamos fazendo aqui do do combinado, nós descobrimos que uma brusqueta é uma porção exata para duas pessoas. Olha só. Então a gente foi se adaptando a isso para chegarmos até o nível de trabalho que estamos entregando hoje, não? E você tá de parabéns, Viu Lincoln, porque de fato é uma delícia, gente, além do do ambiente ser eh muito legal, né? um ambiente aconchegante e também aqui no parque industrial. Eh, é uma coisa única que tem aqui, né? [música] Noturna e tudo mais. Foge um pouco do comum, né? Foge do tradicional que tradicional os nossos os meus vizinhos aqui t eu tenho aqui uma quantidade imensa de de restaurantes que [música] funcionam à noite, restaurantes de mais de 15 anos de parque industrial. Todos eles eu já frequentei, já fui e eu pensei, por que não? Uhum. Como todo risco que a gente corre, é por não colocar uma uma gastronomia mais apada. Exato. Porque o meu cliente aqui do parque, ele prefere muitas vezes vir aqui do que ter que enfrentar e lugar, falta de lugar para estacionar no Camboí, alguma coisa assim. Então ele acaba encontrando a mesma gastronomia. Uma é muita qualidade, né? Diga-se de passagem. Eu provei e eu vou trazer a Vivi, a minha esposa aqui, viu, Lincol? Vai ser uma honra. E a gente adora um vinho também. Bom demais, cara. Muito obrigado. Parabéns. Aí a gente segue rodando, pessoal, aqui no meu bairro na TV. Valeu. [música] Pois é, galerinha, agora estamos na feira noturna do Parque Industrial. Tem muita coisa bacana por aqui e eu, claro, vou dar uma rodada para mostrar para vocês tudo que acontece aqui na feira do Parque Industrial. Bom, uma feira bem bacana, com boas opções, né? Muito boas opções. Eu vi que tinha pastéis, tinha hambúrguer. Muito bom ess hambúrguer e sucos naturais aqui. Tá sendo uma boa feera. Gosta de suco natural? Claro, a gente gostou de dar uma equilibrada lá lá antes aqui, um suquinho natural. Bom, e aí, que que temos aqui nessa barraca? Então, hoje a gente tem suco natural, caldo de cana e água de coco, porque como perante devido ao tempo, né, a nossa banca é maior, só que a gente montou estrutura menor. Então, a gente faz vários tipos de suco, detox, laranja com morango, caldo de cana a gente faz com abacaxi, maracujá. Então, a feira é uma feira bem extensa, tem várias opções de lanche, tem suco, tem os docinhos também que sai bastante, tem temperos naturais e o pessoal gosta muito de vir aqui nessa feira, graças a Deus. Quanta coisa boa aqui. É isso aí mesmo, ó. Eu sou a Helena, né? Trabalho aqui na feira já uns 5 anos, 5 6 anos. E a gente trabalha com coisa gostosa. Morango do no palito, crepe, bolo de pote, brigadeiro, mousse, cone. Aqui tem o cardápio. Tem bastante coisa boa. E no friozinho que tá fazendo hoje, pelo menos, né? É um docinho vai muito bem, né? Com certeza. Eu trabalho com cacau 100%, ó. Meus brigadeiros são de cacau 100%. São brigadeiros caseiros feitos pelo maridão. [risadas] Aqui eu tenho de ninho com Nutella, né? São todos caseirinhos feitos por nós dois aqui. E é bem legal a feira aqui, né? É o morango do Nordeste, ó. É, é bem legal. E a característica da nossa feira é uma feira bem familiar, né? Então tem muitas famílias participando, tipo aqui eu sou eu e marido. Ali é a Tati, marido dela. Aqui é a Kelly com filho. Ali é um casal de amigos. lá na frente a família toda. Então, um ambiente bem agradável, tem segurança, tem brinquedo pras crianças. Hoje em função da chuva não tem, né? Mas tem música ao vivo. Então é um ambiente agradável. Começa às 17, vai ter às 22. Toda quinta e sexta estamos aqui. Tudo bem. Que que você veio buscar aí? Uma pamonha. Uma pamonha é bom. Vem sempre aqui a feira? Toda semana. E é bacana, né? Tem várias opções para todos os gostos. Sim, exatamente. Morador aqui do bairro. Sim, sim. Bom, pessoal, olha só que bacana. Andando por aqui pela feira, eu achei um fud truck com o nome de calibre e é justamente do Frisarim, que trabalhou durante muito tempo como comandante da Guarda Municipal em Campinas. Claro, super ligado à segurança pública e tem uma curiosidade, quais são os nomes dos lanches aqui? Eh, bom, boa noite a todos. Na na verdade nós temos diversos nomes, né, de de lanches, alguns relacionados com armamento, outros com stand de tiro. Eh, essa ideia surgiu há 4 anos. Eh, e deu certo, né? Nós fazemos o hambúrguer na parrila. O hambúrguer ele é feito na brasa, é diferente do do hambúrguer na chapa, outro sabor. E nós estamos aqui no parque já há 4 anos já, aqui na feira noturna do parque industrial aqui em Campinas. Bom, e é uma feira bem legal e aqui esse F truck é um sucesso. Tem uma hamburgueria também na mesma pegada, né, Frizar? Sim. A diferença é que aqui nós fazemos na rua, né? O nosso trabalho é feito na rua, é ao vivo para todos verem como nós fazemos. A montagem é do lado externo, o hambúrguer é feito do lado externo e dentro do truck é feito apenas a cobrança, a fritura da das batatas, que todos os nossos lanches eles acompanham batata frita. Nossa batata é diferenciada, inclusive. E e é servido aqui também aqui no truck aqui para para as pessoas que vem aqui aqui na feira noturna para as pessoas entenderem. E a gente traz entretenimento com música ao vivo [música] pr as pessoas, familiarização da do ambiente familiar. Isso das famílias. São várias famílias que vem aqui. Crianças, nós temos brinquedo pras crianças também temos segurança aqui no no local da feira. E essa feira ela acontece no município todo, né? Ela acontece de terça a sexta-feira. São 43 bairros, 11 linhas de feira acontecendo sempre ao mesmo tempo. Boa. Bora fazer um lanche então pra gente mostrar pro pessoal. Vamos, vamos sim. Vamos fazer um lanche ali para vocês inclusive [música] comerem, experimentarem. E é a atração aqui da feira noturna é o nosso lanche, o lanche do calibre burger Campinas. Boa. Que beleza. Deixa eu pedir pro Valdecer mostrar aqui. Olha só que legal. Lan com nome de calibre, espingarda, matraca, bazuca, granada frango, pista quente, tiro certo, tem vários bem nessa pegada. Muito legal, bem criativo. [música] [música] [música] [música] Bom, pessoal, último bloco aqui da segunda edição do Parque Industrial. Estamos no meu bairro na TV. Como vocês puderam perceber, essa edição aí mostrando o polo gastronômico aqui do Parque Industrial. Coisa linda. Estou aqui no Bar da Figueira com o Bruno, que vai preparar pra gente uma receita de tilápia. Tilápia é o molho de moqueca, que é uma receita inovadora. É isso. Isso. A gente vai aprimorar ela aqui no barquê. Vamos começar a usar ela no prato do dia a dia aí. Boa. Vamos mostrar então passo a passo dessa receita inovadora. Vamos lá. Como que é, Bruno? Como que é esse molho aí? Ah, o molho é a base dele vai ser azeite de dendê. Vou refolgar um alho com cebola e vou entrar com Isso aqui faz parte do molho. Isso. Faz parte. Boa. Agora a gente tá mostrando o molho, né? Isso. Como a gente pode chamar esse molho? Ah, a maioria das pessoas fala o molho de moqueca mesmo, né? Tipo, tem gente que usa com camarão. Molho mol. Ah, perfeito. Mas esse aqui eu vou usar ele. Acho que não vou pôr o camarão, só um molhinho mesmo pra tilápia. Bom, você tá inovando hoje, então pro pessoal em casa entender. Então é uma novidade. Isso. Uma receita mais simples que quem quiser fazer em casa pode fazer, né? Tipo, não tem boa. Essa é a ideia. É isso aí. É o meu bairro na TV essa edição aqui. Bolo gastronômico do Parque Industrial. Muita coisa bacana, né? É. Então, é vivendo e aprendendo, né? Às vezes a gente, eu mesmo já vi muita gente na TV tipo fazendo, falei: "Cara, quem sabe um dia posso". Então você tá realizando um sonho, é claro, tipo, pô, lá mostrando uma receita na televisão. E olha que é uma responsabilidade gigantesca, porque a gente só mostra coisa boa aqui na no meu bairro, na TV, na receita. Deixar esses aqui, quando eu resolvo fazer dieta é uma atrás da outra. Aí não tem como, né? Então isso aí, o que que é a cebola? A cebola roxa e geralmente usa mais cebola branca. Vou pôr a roxa para dar mais um uma colorida no molho e também ela mais menos ácida igual a outra. A gente vai usar também um coentro. É, tem gente que não prefere coento, é salsinha, mas coento é mais ideal para peixe, né? Dá um sabor muito bom. Vou usar o azeite para dourar o alho. Tipo, ela não tão temperada ainda. Tipo, vou dar uma refolgada ela no alho, deixar ela criar uma casquinha, sal, tiro ela um pouco, uso a própria, o óleo dali para fazer o molho. Vamos lá. Bora lá. Aqui tá quase pronto. Um minutinho. Ela já tá pronto. Aí eu vou pôr um pouco de sal, que o molho vai um pouco de sal também. Aí ajuda já a chegar no ponto de sal. Tem que ser no ponto zero teu sal, né? É, então, porque senão, tipo, aí ficar muito salgado, né? Aí, tipo, eu vou aproveitar o próprio azeite que usou ela. Já tá com alho. E é pr fazer o que agora? Molho. Isso. Agora eu vou finalizar o molho agora. Perfeito. Dá ela dar aquela leve puxada para liberar mais sabor. Aí eu venho com tomate e os pimentão e acrescento leite coco, azeite, dendê. Tem muita gente que faz ele já, tipo, tudo junto, cozinha, já mistura tudo. Mas como a tilapel é um peixe mais sensível, ela quebra muito fácil. Aí eu vou fazer separado o molho só para pôr por cima. Võ, vou pôr o leite de coco. Vou vir com um pouquinho de azeite também de dendê. Não vou pôr muito que ele é forte ele. [música] Pois é, galerinha. E o Bruno segue a todo o vapor aqui, já tá preparando o molho, tá quase no final, né, Bruno? E vai ter também brócolis, né, além de arroz, claro, arroz a gente nem precisa mostrar, vou mostrar só na mesa. Mas aqui tem o brócolis também que faz parte aí desse prato que é uma inovação aqui, tá fazendo especialmente pro meu bairro na TV e vai começar a servir aqui no Barigueira, né? É isso. Vamos sim. E é só dar uma refogada no brócolis, esperar o molho pronto, o arroz. Tá tudo pronto. Agora vamos finalizar o prato. Lembrando que o legumes pode ser brócolis, pode ser qualquer outro legumes. Espetacular, hein? Cheirinho tá bom, hein? Tá bom mesmo. Meu molho é bem caprichado, né? É. Então ele ficou um pouco mais mais grosso para não escorrer para o o prato. E é um prato até levinho, né? Não é um prato muito pesado, né? Não, tipo uma refeiçãozinha que dá para você comer, não dá aquele peso na consciência, né? É. Então, exagerei hoje. Boa. Coisa linda, hein? Então, agora é só experimentar, né, Bruno? É só experimentar agora. Obrigado, viu, Bruno? De nada. Espero que você goste do prato. Valeu. Bom, galerinha, chegou claro aquele momento que todo mundo adora, que é o de experimentar a receita que a gente faz aqui no meu bairro na TV. Bora lá então. Vamos experimentar essa tilápia. Tilápia molho de moqueca. Tilápia é o molho de moqueca. Giló. Opa, tem um giló também. Casa vendi. Eu tô aqui com o Gelson, né, pessoal, que é um dos proprietários. aqui no bar da Figueira. Tudo bem? Bom, André, prazer te receber aqui, tá? Beleza. O prazer é tudo meu. Tô com água na boca aqui, viu, J? Ah, come aí, come aí. E o Bruno tava contando pra gente que é uma uma receita inovadora, né? Isso, isso, isso. Bom, eu vou experimentar aqui, pessoal, e já já o Gelson vai contar pra gente um pouquinho sobre a história aqui do do Barigueira. Mas antes, claro, aquele momento espetacular que é o momento de experimentar. Então, tá bom, sensacional. Obrigado, cara. Legal. Que bom. E levinho, né? Levinho. O prato leve, né, cara? Nossa, muito bom mesmo. Ô Gelson, vamos contar um pouquinho a sobre a histó história aqui sobre o bar da Figueira e já já vou experimentar também essa porção de giló que o pessoal é um dos caros chefe aqui, né? Chefe, caro chefe. Isso aí é bom com aquele danoninho, né? Aquela [risadas] cervejinha com a cervejinha gelada é bom mesmo. É legal, muito bom, refrescante. Então, André, vamos lá, né? História do bar. Vamos lá, como começou aqui, G. Vou pegar mais um pouquinho aqui que tá bom demais. Come? Vai comendo aí. Na verdade assim, André, esse bar aqui a gente tá aqui desde 2007, na verdade faz quase 20 anos que a gente tá aqui já. E quando eu conheci esse bar, não era assim, né? Na verdade, não era assim, era só um botequinho. Era aqui, era m de bilhar para lá, era o barzinho e aqui não era bar. E eu passei aqui um dia e vi esse bar e eu tinha outro bar, na verdade, né? Tinha um bar lá no do outro lado. E e aí eu falei: "Vou comprar esse bar um dia vai esse bar vai ser meu". Falei pro cara, os caras chamam de louco. Você é louco, bar é feio, bar é ruim. Não, o bar é bom, porque você vi que a criantela era boa, sabe? Pessoal bom, pessoal legal. E aí eu deixei uma pessoa que era cliente aqui também do bar e era cliente do outro barzinho que eu tava lá. E o irmão dele, ele ia na visar o irmão dele, passava no meu bar comer esses tiragosto, que eu sempre fiz tiragosto assim de boteco mesmo, né? E passou uns 5 anos, o rapaz não quis vender o bar na época. Vi ver, não quis vender, não quis vender, não quis vender. Aí eu deixei o rapaz, o rapaz dia foi lá, chegou cedo lá no meu bar, fal ó Gelson, o rapaz, o Rogério vai vender o bar lá, vai vender o bar, final Rogério faleceu já e decidiu de vender. Aí eu falei pro rapaz do Dorizet, que era cliente meu lado, Zé, eu vou lá, vou lá comprar esse bar. Cheguei aqui de manhã no bar, sabe? Bem assim, cara. Cheguei um dia meio friozinho também, entrei ali, falei pro Rogé, Rogé, você tá vendendo bar? É, eu tô pensando em vender, tô pensando em vender o bar e eu apaixonado pelo bar, né? Vou comprar esse bar. Aí eu falei para ele: "Quanto você quer do bar?" "Ah, eu quero tanto." Ele falou assim: eu falei: "Be não, o bar é meu, vou comprar o bar, mas você não vai olhar nada?" Digo, "Não quero olhar nada, amanhã cedo eu pego o bar." [risadas] E realmente peguei, sabe? Aí o Adriano, que é meu sócio, trabalhava comigo lá no no outro bar e aí o Adriano veio. Adriano era mais novinho, né? Trouxe o Adriano para cá. E a gente começou a trabalhar, começou a inovar o bar, começou a fazer Adriano muito trabalhador também, né? Sempre foi e inventava muita comida também. Lá no meu bar já fazia essas comidas, sabe? Ele gostava de comer. Você trouxe o cara certo? Trouxe o cara certo. E e e aí ele ficou e aí fiquemos até hoje dentro da aí tem a figueira aqui que é super conhecida, né? Por isso que é o bar da figueira. Por isso que é o bar da figueira. Pessoal fala que é seringueira, outro fala que é figueira, mas enfim, para nós é figueira. Para nós é bar da figueira. Boa. Eu vou experimentar também aqui o Calma aí. Fica à vontade. Muito bom. Porque o que que vem aí? Ô, ô, Gelson, esse aqui é, esse aqui é criado por nós mesmos, da casa mesmo. Esse aí é um gil. Não, esse é conhecidíssimo aqui, né? Esse é esse aqui. Dificilmente alguém que vem no bar aqui não tenha condo. Esse e você vê como é que é esse giló. Todo mundo pergunta como é que é. E eu ensino a receita para qualquer um quiser saber, eu ensino a receita. E a pessoa faz em casa e diz que não fica igual. Não fica igual. E aqui você acredita que só tem uma pessoa que faz gil demais. Demais. Só tem uma pessoa que faz giló. É garçom. Não é cozinha que faz. É um garçom que faz, é o Paulinho. É só ele que acerta fazer esse giló. Você acredita? O que que é o tempero? Ele vem cebola, vem pimenta. Mas é tempo, é no tempo de cozinhar o giló. É, é na hora que ele cozinha o giló, que ele acha o tempo certinho de tirar, sabe? O temperinho que ele põe. É o Paulinho que faz. Então ele, esse aí é, esse é o Paulinho do Giló. Vi aqui do Paulinho. Bom, muito obrigado por nos receber. Um programa super especial falando aqui a segunda edição do Parque Industrial, um polo gastronômico impressionante. Estamos aqui no Bar da Figueira. Bom, pessoal, vocês caso queiram, claro, eh sugerir que o seu bairro seja o próximo a aparecer aqui conosco no meu bairro na TV, o WhatsApp é esse que aparece na sua tela. Valeu, muito obrigado e até a próxima oportunidade. Obrigado, gente. Valeu. Obrigadão. Um abraço. [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música]