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Como funciona toda essa preparação aí pro pro show? Isso aqui agora, tipo, a gente sempre chega um pouco antes, né? A gente faz meio que um checkup, principalmente das roupas, porque são basicamente 2 horas de show. Então, nessas duas horas você tem que meio que adaptar, porque o Michael é uma energia não só em cena, como tudo tem que ser também cronometrado no bastidor. Caraca. Porque eh eh existe um tempo certo para você trocar de roupa. Eh, se você demorar um pouco de tempo a mais em uma troca na sua entrada, tipo, meu, já perdeu tempo da entrada da outra música. Quantas vezes você se troca durante o jogo? Olha, cara, que pergunta difícil, mas eu acho que por volta de umas 16 vezes. Caraca, é, eu acho que por aí 15, 16 vezes. É, esse cara aqui é o Michael J. É conexão cultural. Começando para vocês, cara. Prazer tê-lo aqui conosco. Prazer todo meu, cara. Pô, valeu. Sensacional. Acompanha o seu trabalho. Eu acho fantástico. Você é de da região de Sorocaba. Al sou da região de Sorocaba. Sou de Piedade ali. Sou da região de Sorocaba, mas também fico em Sorocaba porque toda a banda, toda a equipe é de Sorocaba. Então às vezes eu fico mais Sorocaba do que Piedade, mas toda ali fico no meio. Fico no meio ali. Boa. Então agora você vai dar um talentinho, né? Já já tem o show. Isso. Agora que que você pode mostrar pra gente aí? Agora eu vou primeiro pegar a nossa o nosso show, né? Ele tem o intuito da Dangerous Tour, ou seja, então a gente tenta pegar todos os figurinos parecidos, porque o Michael cada turnê era uma uma um figurino diferente, uma ideia diferente. Então agora, por exemplo, a gente, né, eu vou começar com essa roupa a fazer e mas antes disso tudo eu começo a me maquiar. Bora lá. Bora lá. Bom, enquanto isso, vai contando um pouquinho sobre sua carreira, como tudo começou, se Você era fã do Michael Jackson. Foi uma coincidência, porque o Michael Jackson marcou a minha geração. A sua também, Juqueira. Opa. Cara, a o mais doido disso tudo, o que que é? Eh, eu comecei com o Michael numa situação muito diferenciada assim, por o meu tio, eu conheci o Michael 2005, eu tinha 5 anos e foi numa época muito complicada pro Michael, porque foi na época dos julgamentos, né, dele lá, que ele foi inocentado de 24 acusações. E aí eu não entendia o que estava acontecendo, porque toda hora que a gente assistia, tipo Michael Jackson, Michael Jackson, Michael Jackson, Michael Jackson, a minha tia tinha um bar e eu cheguei pra minha tia, minha mãe, tava, a gente, eu tinha chego da escola, tava eu, minha mãe e aí eu cheguei e falei: "Tia, quem que é Michael Jackson?" Aí minha tia, "Você não conhece?" Bem, nessa hora o meu tio chegou e o meu tio ele era muito da balada, muitos anos 80, então ele meio que tinha discos do Michael, ele tinha tudo assim do Michael assim, ele era bem fã, porém ele por conta das acusações, ele acreditou e ele tem meio que um surto assim, falou: "Meu, não quero saber mais dele". Descartou tudo, tudo, tudo, jog, cara, hoje em dia eu olho, falo: "Meu Deus do céu, cara". Gente, olha, para quem é fã do Marco vai entender. Eu vi, gente, eu tipo, eu não sabia de nada. Sabia que era disco de vinil tinha 5 anos. Eu vi ele jogando disco de vinil, fita cassete, não entendeu nada, nada. Mas aí eu eu já tava meio envolvido assim, não com a arte, mas eu sempre gostei muito de dança. Aí ele falou: "Ó, é porque eu já ouvi a música nos 80. Eu já ouvi a música nos 80". Aí ele falou: "Ó, fica com esse disco aí para para um CD para você". Era um DVD de Bucareste, de uma turnê do Michael. Aí nessa turnê eu parei, falei, vamos ver o quem que é esse cara. Quando eu vi ele pulando da catapulta, né, acho que muita gente, isso é emblemático do Michael Jackson, ele pulando do palco e ali ficar parado durante 2 minutos. Naquele momento ali, eu senti uma uma vibração tão forte. que eu falei questão de energia mesmo, né, cara? Cara, eu olhei e falei, mano, para você ter uma ideia, eu assisti três vezes seguidas esse show nesse mesmo dia. No outro dia, eu já tava tentando fazer igual. Já tava tentando fazer igual, já pegava uma coisa, pegava outra. E eu jurava que tava parecido, mas não tava, né? E aí eu fiquei tão fissurado, mas tão fissurado, que em 2000 de em 2008 a escola fez uma homenagem pro Michael da cidade fez. No aniversário da cidade o tema foi Michael Jackson e eu fui o protagonista ali que eles colocaram como Michael. Então, aí você mandou bem demais. Fui legal. Fui legal ali. A partir daí não parou mais. E a partir daí não parou mais. Tipo, eu continuei e e continuei seguindo, continuei seguindo. E o mais doido disso tudo é que assim, eh, eu nunca, porque é muito difícil você viver dos seus sonhos, é muito difícil você, ainda mais no rumo da arte, é muito complicado. É, não é fácil, não, não é fácil, mas mesmo assim eu achei que fazia parte, eu eu sentia isso dentro de mim, que isso era para mim e eh isso fazia parte de quem eu era, tipo, e ali, quantos anos você tem? 25 25 25 E ali eu falei: "Meu, começou com quanto?" Então vamos colocar oficialmente dançando com 6 anos, 7 anos já tava ali fazendo umas coreografia outra pegada no Michael Jackson. Isso. Os se anos se anos já tava pegando ali. É. É. Puxa vida. Isso aqui é fita cassete. Essa é uma história engraçada, cara. em 2020, em 2018, eu sempre, como eu nunca, como posso explicar? Eu nunca, inclusive, ó, até a capinha do celular, tá vendo? Michael Jackson, cara, é muito doido, porque assim, eu nunca ia conseguir conhecer o Michael Jackson. Não dava. Porque você conheceu Michael Jackson? Não, não, não. Nunca conheci. Tipo, porque não dava. Era muito. Quando ele morreu, eu tinha 9 anos. Anos? É, daria tempo, teria dado tempo. É, mas aí o que aconteceu? Eh, eu cheguei e aí o meu maior sonho de vida, assim, ó, de vida, é o que que e relaciona o fã com o artista. Na minha cabeça é o autógrafo. Sempre tive isso na minha cabeça. Raiz. É raiz, cara. Eu falo que tem 25, mas na minha cabeça eu ten um pouquinho de 80 anos. Eu sou um pouquinho mais maduro. É. É. E eu falei: "Mano, um autógrafo do cara é tão, é tão rápido. O cara achei que faz isso aqui, ó, e acabou". Mas é um momento de 5 segundos que você vai ter energia daquele cara com você para sempre. Esquece, vai est com você. E aí eu conheci um cara que tinha um um artigo eh autografado pelo Michael Jackson no Brasil, quando ele veio em 1996, era um ex-morador de Santa Marta, ele morava no Santa Marta, né? Hoje em dia não mora mais. E ele conversando e eu falei: "Cara, quanto você tá vendendo?" Ele falou um valor exorbitante. Eu falei: "Meu, não dá". Aí eu falei: "Putz, cara, quando fala um outro valor tal". Aí ele não, o cara falou: "Mas você tem quantos anos?" Aí eu acho que eu acho que foi isso por final de 22 para 23 ou foi final de 23, 24, alguma coisa assim. Aí eu falei: "Pô, tenho 22 anos". Aí ele: "Não, cara, eu tenho que vender isso aqui para quem é fã". Falei: "Mas eu sou fã." Aí eu mandei, ele não acreditava, é porque eu era muito novo e tipo assim, eu falei: "Meu, e eu sou fã e mandei vídeos meu dançando e mandava, mandava". E ele: "Não, cara, não, eu preciso de pessoa, não, você não vou vender." Eu fiquei, acredite, se quiser, 3 anos tentando convencer ele a me vender. E depois conseguiu. Consegui. Aê. Inclusive está aqui. Essa é um artigo de Quanto você pagou? Você pode falar ou não? Ai, não posso. Imagino que deve ter sido um pouco carinho. Ah, não foi um pouco caro. Mas assim, em 1800 suaves prestações. Não, mas cara, isso aí para você tem um significado super importante, importantíssimo. E assim, além do do autógrafo, né, a gente tem, eu tive que fazer toda, igual a moto que o Junqueira tem, né, não que o nosso repórter cinematográfico tem que ter um significado super especial para ele, né? Muito especial. É isso. É isso que importa. Então assim, esse e aí eu tive que fazer toda uma documentação de autenticidade porque é uma memorabilía, né? E aí aqui tá toda a documentação dela. Olha só que legal, cara. Aqui tá toda a documentação dela. Aí eu tenho também o porque tem que ter um certificado, né, de autenticidade. E aí eu tenho um e também um outro artigo. Então é e um outro artigo que eu tenho também é um ingresso original. do show dele de Wembley de 1988. Caraca. É, é, tenho também. Puxa vida, sensacional, hein? É, é. E aí, cara, assim, eu fui me, né, fui tentando levar a vida, fazendo, fui fazendo outros trabalhos, fazendo outro, porque não, hoje você vive disso. Hoje eu vivo disso, 100% disso. Graças ao Leonardo, né, que que acreditou em mim e vi me viu, que é meu empresário me viu dançando numa praça, cara. Maravilha. Caraca, isso aqui, isso aqui como que vocês escolhem? Você já vai se maquiar já já. O pessoal em casa tá na expectativa isso aqui. Na verdade eu, na verdade, já tem a sequência certa. Ah, tá. Já tem a sequência certa. Então, tipo assim, aqui tá na sequência. Já tá na sequência certa. Tipo, às vezes, por exemplo, ele até ele é que o Rodrigo que cuida de tudo isso, assim, que me ajuda em tudo. Eh, e aí, tipo, eu coloco já em, ele vai colocando em sequência, porque o Rodrigo é o quê aqui? Ele ele meio ele meio que faz a minha assessoria assim em tudo assim, cara. Ele que me organiza e me ajuda em tudo assim. Aí não, pr caramba, cara. Rodrigo é um irmão para mim. Boa. E inclusive uma da de outra característica também é cabelo. Eu não uso peruca e também esse cabelo para mim não dá também porque o Michael tinha o cabelo muito grande, né? É. Eu uso aplique. Eu vou usando o aplique por quê? Caraca, olha quanta curiosidade aqui, pessoal. É por que que eu vou usando aplique? Estamos aqui entrevistando Michael Jay, que é um artista brasileiro aí. Obrigado. E manda super bem. A gente inclusive tá vendo imagens, né, do show aqui em Campinas. Já tinha vindo a Campinas ou não? Show não. Primeira vez. É, primeira vez. Primeira vez. Primeira vez. E para mim uma honra tá aqui em Campinas fazendo esse show. E aí, tipo, eu meio que tem que ter esse cuidado até nisso, por exemplo, porque o Michael é como, por exemplo, nas fotos aqui que eu posso mostrar, ele tinha e ainda mais assim na turnê que a gente segue, é muito característico do Michael alguns cabelos na frente, eh, o jeito que ele amarrava, quem é cover assim, trabalha com isso. Tem até isso que tem que meio que tomar um cuidado. Olha aí com detalhe de porque às vezes por vou dar um exemplo, um fã, um seguidor falou para mim uma coisa que eu jamais que alguém ia perceber. Eu uso, eu sou meio bem louco assim, comor de mar, eu uso a mesma marca e o mesmo modelo de sapato que o Michael Jackson usava nos shows. Caraca, agora você tá de meia. É, agora tô de meia. Mas aqui, mas cadê o sapato? Vamos ter que mostrar aqui no Conexão Cultural. Olha só, é o mesmo modelo e o mesmo sapato que o Michael Jackson usava. Meso mesmo modelo, a mesma coisa. Tipo, mesmo mesmo mesmo mesmo. Ele usava esse idêntico. É idêntico. Só que assim é é um sapato, não é brasileiro, né? E o mais incrível disso tudo, eu conto, tem gente que não acredita. Eu achei esse esse esse sapato num brechoca. Nossa. Mas você sabia que era do Michael? Sabia não. Não, já sabia. Eu já sabia. E eu encontrei num brechó e e meu, nossa, eu quase pulei de alegria. Tipo, falei: "Meu, um sapato que custa $.000, hã, encontrei num brech shop por menos de R$ 100". Te juro. Te juro. Quanto tempo você demora para fazer a maquiagem? Como tem muito detalhe, muita coisinha minuciosa, eh, ainda mais questão de sombra, né? Que você tem que se atentar a isso. Por quê? Se você fizer e uma maquiagem muito para mais, fica fica caricato. Se fizer muito para menos, vai faltar na hora. Às vezes você pode estar com figurinando lindo e falta. Você fala: "Putz, quanto tempo mais ou menos?" Mais ou menos volta de 1 hora:30, 2 horas. Uma maquiagem. Uma maquiagem. É 1 hora e meia, 2 horas. Caraca. E agora você consegue fazer alguma coisinha só pra gente mostrar? Consigo. Óbvio, óbvio. Vamos lá. Eu pego aqui a base, né? também até nisso a gente tem que tomar um pouco de cuidado porque às vezes a gente é bom bem é até bom se atentar até a questão de das bases, né, do que você vai usar para não ficar estranha, porque tem que ser característico dele, né? Aí aqui eu deixo isso aqui um pouco assim e eu uso uma como se fosse uma sombra branca para clarear aonde eu quero que dê eh as pessoas vejam, né, para expandir. Então eu uso um pouco de branco aqui. que última coisa que eu faço é o nariz, porque o nariz tem que ser muito bem característico. Entendi. Tem todo um cuidado, né? Tem, tem, tem. Eu sei que tá parecendo que eu tô parecendo um palhaço, mas calma gente, não tá começando. Tá falando: "Nossa, cadê Michael Jackson que consolidou aí a imagem como um dos maiores artistas, né, da cultura pop mundial de todos os tempos, né?" Eu sou muito suspeito para falar desse cara porque assim, ele eu eu tenho que falar isso. Eh, ele é um cara que mudou minha vida em todos os sentidos. Ele é um cara que me fez acreditar eh que você viver do seu sonho é possível. E ele fez eu ele ele ele é para quem não sabe, né, o Michael ele não acreditava muito é que ele poderia, ele dizia que meu, depois que eu morrer, daqui dois anos, ninguém vai lembrar mais que sou eu. Ele acreditava muito nisso. Mas o que ele não sabia é que ele mudou a vida de milhares de pessoas. Ele mudou a vida. Ele até hoje, nesse exato momento que tá acontecendo essa entrevista, ele é o artista que mais doou dinheiro para caridade, ganhando Guinesbook com isso. Tipo, então ele não era só um grande artista, ele era uma grande pessoa. E eu tive eh algumas pessoas que tiveram contato com ele, né? Eh, inclusive eu fui no Santa Marta, aonde ele gravou o clipe de They don't Care About Us. E, cara, eh, o que as pessoas contam de um cara humanitário. As pessoas contam de um cara humanitário, de um cara que, eh, queria ver de perto como era eh essa questão da da população, essa questão da periferia, como era viver. E sim, cada vez que eu encontro alguém tem uma história diferente, uma história, você gostinho impressionante, né? Uma admiração, respeito. Aí, é um, eu tenho respeito para esse cara que, que é impressionante. Eu tô dando uma olhadinha aqui. A montagem dos seus shows reúne bailarinos, efeitos especiais, também uma estética aí inspirada nas performance, né? Uhum. eh, que transformaram o Michael Jackson em referência absoluta da música e do entretenimento, né? Exatamente isso. A gente tenta sempre fazer, porque que nem eu falo, eu sempre falo isso nos shows também, eh, ninguém vem no show, seja de qualquer cover, né? Vou colocar meio que universal aí, ninguém vem no show tampando o olho, falando: "Ai, eu vou acreditar que é ele que tá lá". Não é essa a ideia. a a ainda mais porque é um acúmulo de fãs que tá ali. Então, sempre costumo dizer nos shows que é uma celebração de um cara. Eu tô ali performando, ele tem um balé, tem a banda, mas assim, vamos todo mundo viver essa energia junto, sabe? De de tipo assim, meu, som a gente é tudo fã, cara. Vamos viver o que esse cara aí eh deixou pra gente e sinceramente vai ser eterno na minha opinião. E ele inclusive ele faz com que aí inúmeras gerações, não é, cara acompanhe. Eu tenho certeza que aqui em em Campinas vai ter isso, que é o quê? Muitas crianças, cara. É tipo, muitas crianças. Qual que é a mensagem que você deixa aí pras crianças? que que são fãs do Michael Jackson e são fãs do seu trabalho, né? Porque hoje certamente você tem muitos fãs. Sim. Sim. Aham. E certamente tem muita gente, muitas crianças que queiram, que querem aí seguir o os seus passos também, né? Eu sempre falo assim: "Cara, acredite no seu sonho. Eh, por mais que eu já tive momentos em que eu quis desistir de tudo, já quis desistir de tudo. E eu sempre digo assim: acredite no seu sonho, por mais longe que pareça tá, eu nunca, nunca imaginei que hoje eu poderia estar viajando o Brasil, fazendo uma turnê com esse show. eh, com uma equipe incrível e tantas po e conhecer tantas pessoas. Jamais imaginar nem nunca nunca imag. Eu tô vendo sua história aqui. Com 16 anos você foi escolhido entre os mais de 20 covers para participar de uma matéria, de uma grande emissora aqui, né? Exatamente. Isso. Foi do Brasil, não é? É. Da Fátima Bernardes também, não é? Você treinou bastante aí para para chegar. Nunca foi fácil. você tá falando aqui, passou por momentos que ficou desanimado, né? Car demais, cara. Demais. Eu tive um problemas, por exemplo, ouvi muitos nãos. Tô dando uma olhadinha aqui. Eu eu vou eu vou ser bem sincero que eu ouvi mais nãos do que sim, muitas vezes, porque eh eh a primeira vez que eu recebi uma proposta do tipo, você quanto você cobra para dançar no aniversário? Hã? Aí eu falei, mas aí eu parei assim, falei: "Como assim cobrar dinheiro?" Ela: "Será que é isso?" Aí eu: "Ah, mas eh você você fala como?" Falei para ela, mas como que é? Aí ela: "É quanto tipo de dinheiro? Quanto é seu cachê?" Aí eu falei: "Ah, é". Aí eu falei: "Putz, eu vou falar R$ 50. Se eu falar 50, cara, eu tô feito. Se eu fizer, aí eu comecei, se eu fizer três shows, tá? Eu falei: "R$ 50". Ela: "Nossa, poxa vida, mas onde você mora?" Eu falei, eu falei onde eu morava e aí meu, ela foi uma fofa comigo. Eh, pagou o meu cach que eu falei. E depois dali eu comecei, mas é muito difícil no primeira vez que você chega alguém falar tipo: "Ah, como que é isso?" Eu tipo, muito difícil. Eu não não sei isso. E aí você vai aprendendo aos poucos essa essa questão de poxa, como assim dá para ganhar dinheiro com isso? Mas aí até eu achei um pouquinho, houve uma época que eu achei um pouquinho meio estranho, ganhar dinheiro, tal, fazendo isso, isso dá para ser profissão, porque você acredita. Essa é a realidade, porque o que eu estou vivendo aqui, vou te dar um exemplo, para mim é um sonho. Agora, tá acontecendo agora, semana passada, eh, eu tive um evento em Porto Alegre e no sábado eu tive um evento, eh, no domingo eu tive em Porto Alegre e no sábado eu tive em São Paulo. Eu fiquei, começou o o o evento 1 da manhã, eu fiz 1 da manhã, acabou por volta de 3, 4 horas, 6 horas eu tava pegando o voo para ir para Porto Alegre. É cansativo. É, tem horas que você fica tipo, poxa vida, cara, cansaço. Mas você tem que lembrar que tem muitas pessoas como crianças, como adolescentes que querem viver isso. Lógico. Então você tem que fazer por onde? Fala: "Não, cara, muita gente aí aguardando ansiosamente demais, cara. Por isso, por isso. Então, eh, eu sempre deixo isso bem eh na minha cabeça para eu nunca reclamar. Eu acho que eu não posso reclamar. Isso é não posso, tipo, porque também a gente não pode colocar que isso é comum, porque não é, infelizmente artistas brasileiros tem tanta gente com tanto talento aí e que às vezes não é vista. Eu fui visto, né, graças a Deus, pelo Léo numa praça dançando. Tava no lugar certo e na hora certa e claro, com muito talento. Pessoal, bora curtir então isso mais um pouquinho desse showzão rolando aqui em Campinas. É conexão cultural. Conexão Cultural de volta no segundo bloco. A gente continua falando sobre covers, né? No primeiro bloco, vocês acompanharam aí o sózio, Michael Jackson e agora a gente vai falar, pois é, pessoal, de uma das bandas mais conhecidas do planeta, o SDC, porque tô com uma galerinha aqui que é fã da banda e também manda super bem, toca bastante. Primeiro a gente vai falar com o Fabiano, que é vocalista. Antes de mais nada, tudo bem? Muito obrigado por nos receber aqui no Conexão Cultural. Eu que agradeço pelo convite falar um pouquinho do do CDC. Bom, como que começou o interesse de vocês? Eu tava inclusive comentando, né, eh, que eu ouvi muito CC, eu ouvi várias bandas, na verdade, mas o STC eu confesso que era a minha preferida, né? Cidsi, Erum Maiden e tal, também gostava de metálica, mas Cidsi para mim marcou muito. Até hoje eu escuto, claro, mas nossa, teve uma época que eu era eh apaixonado. E você, como começou a o seu interesse pela banda? É isso, de si eu gosto desde meus 12 anos de idade que eu já começar comecei a curtir rock, né? E esse DC, a primeira música que eu vi, eu tinha essa idade, eu nem sabia que era esse de porque eu via na no rádio, né? Aí eu tinha, eu curtia outras coisas. Aí depois eu fui descobrir que aquela banda era o CDC e de lá para cá eu aí comecei a comprar disco e e beleza. E foi isso aí desde em 82 isso daí. E aí até chegar um momento, isso aí foi em 2003, né, que é fala do início, né, da banda, eu tinha um estúdio de gravação e ensaio e gravação, né, em Campinas, aqui em Campinas, e eu tinha uma banda na época, uma outra banda que tocava variado, né, rock variado. E eu conheci o Ricardo, né, que é o guitarrista solo, o Ricardo Pii. Aí ele ia lá de vez em quando a gente batendo um papo, eu tava ouvindo uma fitinha lá de uma gravação de um ensaio que eu tinha feito da minha banda e no repertório tinha s, né? Aí tinha uma música lá na fita, ele ouviu, e falou: "Pô, tenho vontade de fazer um c desde moleque e acho que sua voz dá para fazer. Que que você acha?" Falei: "Ah, não sei, cara. Vamos tentar, eu gosto também". Eí que foi, começou assim, aí a gente convidou os demais, né, integrantes, marcou um ensaio para ver como que ia sair e estamos aí até hoje. Deu certo. Bom, e vocês são em quantos? Cinco, né? São em cinco. Exatamente. Como uma banda ensaia bastante. Como é que é? Então, hoje a gente não ensaia mais, né? É mesmo. Vai tudo na base do improviso e da da do entrosamento. É que são 22 anos de banda, né? Então assim, no no começo 22 anos não não é pouca coisa não. No começo a gente ensaiou bastante, né? Hoje não precisa mais. A gente ensaia quando precisa pegar alguma música nova, né? Alguma música que não tá no nosso repertório. Apesar do nosso repertório, né? A gente tem mais de 100 músicas que a gente já tocou, né? Do ICDC. E cada apresentação geralmente é no máximo 26, 27 músicas que a gente faz, né? em duas horas de apresentação. Então, eh, e tem músicas que não dá para você tirar do repertório, né? Ela tem que toda a apresentação. Qual, por exemplo, ah, qual que é a mais pedida, ó? As mais pedida, eu vou falar mais pedida, falar algumas que são bem, né, que o pessoal curte bastante. É Back in Black. Aham. High to Hell, é Thunder Truck, eh, qual mais? Rol Rose, TNT. É, são as mais famosas dele. Essas aí não podem faltar, né? Não pode, não pode. Então assim, a gente pega, ensaia quando precisa pegar alguma música, a gente acha legal tocar, mas tem a gente ensaiou, acho que quando saiu o último disco de estúdio deles, né? Foi 2019 ou 2020. E a gente pegou duas músicas lá do do disco, mas hoje também não, a gente não pensava. E como foi? Eh, principalmente assim, se a gente for analisar o início da da banda de vocês e tudo mais, é obviamente que é inspirada, né, no C. Vocês procuraram como como que funciona eh se inspirar neles de verdade. Você viu o vocalista bastante, o jeito que ele cantava, enfim, como que é isso pro pessoal que tá em casa, que certamente tá curioso, como funciona uma banda cover, né? Como que funciona? Você chegou a a avaliar? Claro, você como fã obviamente já assistia, né, já via os shows e tudo mais, mas como que é isso? É o a gente procurou mais no começo da banda, a gente procurou assim tanto a a sonoridade, né, ser bem próxima, né, do do original, né, lógico, para ser uma banda cover, tá, você tem que estar bem próximo, principalmente do som. We Lógico, tem a questão do figurino, do visual. No começo a gente até fazia mais assim parecido. Tô falando da da no meu caso, principalmente o a a minha aparência no começo da banda era mais parecida. Depois foi passando tempo, meu cabelo foi crescendo, eu fiquei com cabelo vários anos, cabelo bem, né, comprido e depois deixei barba. Aí fico uma época que eu era cabeludo e barbudo, que não é a característica do do do vocalista, né? recentemente que eu cortei o cabelo, mas a barba ainda ficou. Então assim, no começo a gente se preocupou mais da minha parte. Agora o Ricardo é o que é o que faz o Angus Yang, ele ainda mantém lá o terninho, né? Ele ele continua ainda mais incorporado. Boa, Fabiano Drude. E você sempre procurou se preocupar com a com a voz. A gente tava conversando, perguntei se você fez fone no aquecimento vocal. Como que é isso? É, e o aquecimento a gente tem que fazer, né? Tem que usar uma técnica para cantar, porque no noc ele ele teve na na carreira toda dois os principais dois vocalistas, né? O Bom Scott e o Brian Johnson, né? Que é o que até hoje é e e a gente procura fazer as duas fases distintas, né? Não, porque tem muita banda que faz uma, pega uma fase Brian Johnson e repertório todo com Brian Johnson. a gente faz com as duas fases, né? Então, os dois vocais que são vocais diferentes, né? Então eu procuro fazer os dois, né? E e eu teve uma época que eu precisei, né? Porque eu tenho que usar uma técnica. Essa técnica eu eu fui desenvolvendo com o passar do tempo e no começo eu não eu cantava não totalmente errado, mas eu não cantava também totalmente certo. E foi no passar o tempo em 2011 que eu cheguei a fazer um tratamento com uma fono, que eu cheguei a ter um problema, né, nas nas pregas vocais. Nada grave que eu resolvi em três meses de fono, eu consegui resolver sem parar com as apresentações, foi justamente no continuou fazendo as apresent, 2011 para cá, eu não tive mais problema nenhum com a voz, né? Então assim, esse esse tratamento que eu fiz, ele foi muito bom mesmo porque foi ali que eu aprendi a usar a voz de verdade, né? É. E tem toda uma técnica, né? É porque não é a minha voz natural, né? Então eu tenho que usar uma técnica para tirar o o a essência ali, né, da da voz dos dois vocalistas, né? Boa. E como que funciona? Vocês eh se apresentam onde? Campinas, região, Brasil todo. A gente faz Brasil todo, tá? Inclusive assim, fora do do país, a gente já tocou no Paraguai, né? A gente fez algumas vezes no Paraguai, mas a gente faz o pro país todo, né? região aqui. Isso aí tá. Eh, hoje a gente tem eh feito um pouco menos de apresentações também porque vai até vai passando, então a gente já tá não é mais moleque, né? E vocês têm o objetivo de conhecer os caras ou não? Não, objetivo não. Não é assim, pelo menos da minha parte nunca foi aquela vislumbre de de conhecer. Lógico, se tiver oportunidade um dia, né, que eles vieram pro Brasil já algumas vezes, né? Eles vieram três vezes, né? É três, não foi 85, né? Depois em 90 e 90. Aí o Pick vai falando do Ballbreaker 96. 96. Depois foi em 2009 e agora, né? É. E agora recentemente, né? Você foi ou não quatro vezes? Esse não, esse último não fui não. Fui no no penúltimo eu fui. Bom, e que quais as dicas que você deixa aí pra galera que quer entrar nessa pegada de banda de rock, que tá assistindo a gente, assistindo ao Conexão Cultural, pô, falando, puxa vida, olha só o Fabiano falando, que vontade de seguir também essa área. Eh, primeiro, primeiro a pessoa tem que, se ela quiser fazer específico, né, um cover específico, ela tem que gostar da banda, né, assim, não só gostar, é o mínimo, né? É, não só gostar, eu gosto de várias bandas, né? Quais? Gostar muito. Eu gosto do do ACDC, eu gosto do do citou o Iron Maiden, gosto do Rush bastante, gosto de uma banda dos anos 70 que é no Brasil não é tão conhecida. É conhecida, mas não é muito menosprezada. É hip. Então tem várias, se for citar aqui, tem tem muitas bandas que eu gosto, eu gosto bastante. Agora, primeira coisa é gostar. E aí, que que você então? Primeiro é gostar para porque você gosta, você vai ouvir com mais cuidado, você vai procurar pegar as nuances, os detalhes, né? E outra é se dedicar, né? Porque sem dedicação, que que que você vai fazer sem dedicação? Não não tem como. Eu vou falar agora diretamente para vocalistas, né? pessoal fala: "Ah, rock and roll eh eh sexo, drogas e rock and roll. Isso aí ficou lá pro passado, né? Porque já era, né? O o drogas, bebidas, eu, por exemplo, eu eu bebo socialmente, mas muito pouco, só em casa. Já bebi lá no passado, tudo. Para quem quer cuidar da voz, tanto álcool quanto fumo não não combina, né? Então, se a pessoa quiser mesmo manter aquela regularidade nas apresentações, olha aí, para não ter um dia, um dia legal, outro dia mais ou menos, outro dia ruim. Pois é. Uma, eu acho que um ponto forte nossa banda é assim que todas as a gente segue, tem uma regularidade, galera se cuida. É, não, cada um do seu jeito, mas isso é bom. Pessoal mantém, né, o fazer eh ter uma regularidade, né, pelo menos. Bom, eh, muito obrigado, Fabiano, por conversar conosco. Durante a entrevista a gente viu vários trechos e de vocês atuando. É muito legal, muito bacana. E bora conversar então com o Ricardo Piui, isso que é guitarrista. Isso. Ele faz a guitarra solo. É, o homem não é fraco não. Valeu, obrigado. Falou. Obrigado. Eu que agradeço. Um abraço. Look at me. Bora lá. Como eu disse agora com o Ricardo Piui que é guitarrista, a gente tava batendo um papo com o Fabiano. Continuamos, portanto, aqui nós continuamos falando sobre eh a banda JC Cover, que é um sucesso também, não só aqui em Campinas, como em todo o Brasil. E como eu disse, estamos aqui com o Ricardo. Tudo bem? Beleza. Muito obrigado por no nos receber aqui no Conexão Cultural. Obrigado também, André. Como que começou aí seu interesse, cara, pela pelo Sn? Desde moleque, começou mais velho. Como é que é isso aí? Não, desde moleque, por uns 11 anos, eu acho. Eu sou bem aquele na época do Rock Ril 1, né? 85 ali. Quantos anos você tem? Eu sou de 73. 73. 53 já. E aí eu eu sou mais influenciado pelos amigos que tinham os irmãos mais velhos ali, que já ouviam, né, um rock aí do dos internacionais da vida aí. E aí um deles colocou esse de si para ouvir lá. Eu falei: "Caramba, o que que é isso?" Né? Primeira vez já fala: "Meu Deus, que son de guitarra é esse?" E eu já e do lado da do meu pai e da família do meu pai, é tem uma tia pianista, eh, que dava aula, meu pai gostava de cantar e e aí eu me interessei por eu aprender a tocar também. Gostava de música. Meu carro ouvia muito fita, [ __ ] tape, né? Então eu escutei a música e eu já escutava a música com como quem gostava de música, né? Por isso que eu contei essa história, né? Por isso que eu contei a história. Já apreciando e já falando, meu, deve ser muito legal, né? ter uma banda e tocar guitarra e e na verdade eu queria bateria primeiro, né, quando era mais novinho, né, como toda criança. Como que foi pra guitarra? Galera da escola, os amigos, cada um um já tinha uma bateria lá do pai, não sei o quê. Não, eu vou ser o baterista. Sobrou pensar no violão, na guitarra, né? Mas eu comecei com violão mesmo. Precisava de violão, que é o que eu aconselho pra galera que quer começar hoje em dia a tocar. Começa já pelo é uma base melhor, então é uma base mais tranquila, bem mais principalmente que é pr acessível, né? O violão passar pr guitarra, né? Que é é depois é pra guitarra. Olha só, mas claro que nada impede começar na guitarra. Legal. Que legal. Nunca tinha ouvido isso aí, cara. Nada impede, né? Mas é um processo que se começar do zero, compra um violãozinho, pega um emprestado do dos parenteses. Bem mais fácil de de mais tranquilo para você pegar ele ali no canto ali e já começar a praticar, né? guitarra, você tem que ligar o amplificador, tem que já é mais incomoda mais, né? Quem tá ali no mesmo ambiente ali, na mesma casa ali que, né? E o violão é muito mais tranquilo nesse sentido também, né? Corda de nylon inclusive era o meu que era emprestado do meu tio. Boa. Agora queria Toledo Musical Center, estudei lá, cara. Queria perguntar para você o seguinte, porque quem trabalha com isso, cover e tudo mais, cara, é uma baita responsabilidade, né? Porque você tá lá representando um um uma banda, uma paixão, né, velho? É alguém que também cada um, né, no seu cara tá lá, o cara que tá lá assistindo vocês é o cara que gosta da banda, que gosta de de rock, que gosta de Exatamente. E vai fazer a comparação com o original, né? Pois é, isso que eu tô falando. O guitarrista com o guitarrista. Isso. Exatamente. Então, aumenta a responsabilidade. Aumenta com certeza. Só que tem muita banda por aí que você vê que a pessoa não tá muito preocupada não, né? Não tá percebendo que deveria estudar mais, né? Para poder fazer também, é, para representar uma marca tão forte. Infelizmente, esse meio tem é muita, tem muita gente que é muito roubista, né? Então eu sou, eu faço música mesmo desde que eu comecei, eu nunca parei e me formei em administração de empresas por uma meio que uma obrigação de fazer uma faculdade diferente, né? Eh, cheguei a prestar música no Unicamp, não pass na primeira fase lá, bendita redação lá não passava. Isso, eu sou bom, hein? redação e aí e eu também estudei no colégio, bom tudo, e era até razoável na redação, mas na hora o nervosismo, na hora de fazer as lá duas vezes vestibular paraa música, não passava nem primeira fase. Então não cheguei nem nem no na parte de música lá, né? E mas assim, eu fui fazer administração, tudo, mas eu nunca parei com tocar, né, com praticar. Eu nunca fui de estudar muito, por isso que eu não sou tudo aquilo também. Mas, mas no rock assim a gente acabou tendo um pouco de ali a pegada que precisa ter, n? Tem o talento e tudo mais. Pouquinho a noção para aquilo ali funcionar mais ou menos, pelo menos, né? Mas eh tem que tem que gostar, cara. Tem que quanto tempo de caminho? Como tudo como tudo na vida, né? Você eu tô acho que 40 e 1 anos, mais ou menos. 40. É. Fala um pouquinho mais sobre a história da banda de vocês, como começou. Num que eu comecei, tá? Éim. Como começou assim, a gente tava gravando, acho que é a banda dele do do do Fabiano. É como começou a formação, né? Como que decidimos fazer, né? Isso. Eh, aí o Fabiano usava boininha e tinha um cabelo encaracoladinho. Eu falei: "Você parece o Brian Johnson e é vocalista". Precisa de mais nada, né? Vamos fazer, vamos fazer um Ele lembra mais do que? Vamos fazer uma cover, alguma coisa assim, né? partiu meio que dos dois, eu acho, até, né? É bom entrar no no ponto do do de quem deu o nome, tá? Da banda. Eh, aí, mas assim, eu foi porque tava surgindo bandas covers naquela época, né? Aí acho que eu já tinha um YouTube cover, parece que já existia, né, e tal. Aí eu falei, pô, tem dá para fazer esse esquema de banda cover específica, né? Eu, olha, se me perguntar, eu não sei nem como que exatamente eu tive essa ideia do nada, parece, porque não é uma coisa que eu tava pensando há muito tempo atrás, ah, um dia eu vou fazer um cover. Eu acho que eu gostaria de tocar numa banda várias músicas do ICDC. É, eu queria que eu tivesse a oportunidade de tocar umas, né, no mínimo uma meia dúzia de músicas numa banda. Você falou daí da de como surgiu o nome da banda e dá para contar a história ou como pronuncia? Rising Power. Power. É uma, é a primeira música do disco Flick of the Switch, né? Um disco que eu cheguei a ganhar de presente, de aniversário do meu primo e eu não parava de escutar o comecinho da música, né? Achava demais essa música e o disco inteiro para mim é excelente. Eu gosto para caramba do disco. Tem gente que não entende muito esse disco aí. Não, não sei. Mas eu acho que daí eu eu falei o nome da banda. Foi eu que falei isso, Fabiano. Vamos fazer dar o nome de Rising Power. Power música. É, foi por causa da música, é, que eu gostava muito, acho que devo ter pensado nisso e nessa música. E mas assim, o interessante é esse negócio de como que a gente realmente fez, decidiu fazer, né, a banda, né, eu até e como eu decidi fazer o Bangus Yang, né, eu deveria ter escolhido fazer o mal com Yang, que é que é mais legal e mais tranquilo. Mais legal, não, mais tranquilo e um pouco mais tranquilo e bom para caramba também, né, de fazer o papel. surgiu em 2004, né? Fazia as bases. Sim. 2004.4. Abril de 2004 a gente começou, né? Então agora completou 22 anos. 22 anos. 22 anos. Puxa. A gente começou a ensaiar final do ano de 2003 por ali. E aí a gente foi a gente foi estrear lá para abril de de E tem ideia quantos shows vocês já fizeram? Tem lá no mais ou menos, né? Ah. Quantos que tinham dado? Eu não lembro. Todas nossas datas uns 1200. 1200 mais ou menos. A rousing power foi quase 127. É, puxa vida, é bastante, né? É bastante em número. É bastante, mas em 22 anos a gente, sei lá, tem banda que pode ter alcançado um número bem maior assim. Mas graças a Deus, ó, a gente fez, deve ter feito um negócio bem feito assim, modestia a parte, por Ah, não, sem dúvida. Porque deu uma, eu digo para, pros amigos, paraas pessoas, é a minha banda que deu certo. É. É. E que que você espera aí da Rousing Power no futuro? próximo. Olha, a gente sempre acha que vai durar mais um ou dois anos só. Só Deus sabe, tá? Não é nem tanto por causa da idade, mas sei lá, às vezes algumas estraizinhos que acontecem, tal. Ah, é normal. Não, não deve ser fácil. E às vezes eu eu já tive várias crises de existência existenciais com isso já. Então, quer dizer, vocês já pensaram até em parar com a banda em algum? Não, eu pensei em parar. Eu eu de fazer só o SDC assim porque eu achava que eu não tava fazendo legal, entendeu? Eu devia tá me satisfazendo mais assim com o meu desempenho e tal, mas é músico, sabe como que é altos e baixos, né? Tem dia que você tem época que a gente tá não tá com a cabeça, sei lá, tamanho muito boa e aí não toca muito bem também. Então, né? É, eu acho que isso em todas as É, em todas lugares serve para qualquer profissão. Exatamente. Profões. Quando não tá com a cabeça legal. É, mas eu acho que eu acho que vai durar bem mais ainda, viu? Porque também a gente ninguém aqui é filhinho de papai nem nada, então a gente também precisa do cascai, ajuda também o quanto a gente quer. Mas é uma segunda renda para vocês. É uma segunda renda todo mundo. Para uns, para uns dois lá ainda é meio que uma primeira assim, na verdade, mais pro baterista ele tá fazendo mais só essa banda e tocando mais só mais a música. Eu tô aqui na escola Dromfield de música. Eh, entrei na sociedade aqui com Alexandre Cunha, um exímio baterista aqui da cidade conhecido e do Brasil. E aí eu tô aqui na é, eu dou aula e tô na na administração aqui também. Tô trabalhando é guitarra e violão. Legal, mas só quando não tem como passar pros professores, porque que nem eu disse, eu tô mais aqui na sociedade, mas na administração da coisa aqui também, fazendo, reerguendo aqui a escola. Qual o Instagram de vocês? É Dromfield Music Center. Mas e da banda? Ah, da tava falando da escola. Não, não, mas tudo bem. Fala da escola também, não tem problema. Rising Power, a CDC, né? @ risingdc. Tá. E o da escola? Dromfield Music Center. Boa. Drumfield com F E. É isso aí. Valeu. Muito obrigado. O site é cdcver.com. Qual que é o site aí? Site do site é cdcdccover.com. Boa. Sócom. Aê. Valeu. Obrigado aí. Vida longa para vocês. Foi um prazer conhecer o trabalho de vocês. E bora curtir mais um pouquinho do som deles, galerinha. Encerrando mais uma vez aqui o Conexão Cultural. Tchau. Vamos curtir mais um pouco.