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Conexão Cultural | Nem sangue nem areia: samba-enredo 2026 e 80 anos em Campinas!
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Conexão Cultural | Nem sangue nem areia: samba-enredo 2026 e 80 anos em Campinas!

47 views Publicado 18/02/2026 HD · 46:41

Descrição do vídeo

Temos algumas letras aí, hein! Acompanhe com a gente o lançamento do samba-enredo 2026 e a celebração dos 80 anos do bloco Nem Sangue Nem Areia, um dos maiores símbolos do carnaval de rua de Campinas e um orgulho da Vila Industrial. 🎶 Neste vídeo, você confere trechos do samba-enredo, bastidores, entrevistas e momentos marcantes de uma comemoração que mistura tradição, memória e cultura popular. Em 2026, o bloco comemora oito décadas de história com o enredo “Nem Sangue Nem Areia: 80 anos de alegria e coisa séria!”, reverenciando a própria trajetória e reforçando a força do carnaval como espaço de encontro de famílias, amigos e gerações. 🎭 A reportagem também mostra como o Nem Sangue Nem Areia mantém uma característica que o público reconhece de longe: no percurso pelas ruas da Vila Industrial, a bateria e o carro de som seguem cantando o samba-enredo do ano, do começo ao fim, fortalecendo a identidade do bloco e o coro coletivo dos foliões. 🎤 ​ Um dos destaques do vídeo é o registro do evento de apresentação do samba-enredo no Bar da Figueira, no Cambuí. Ali, conversamos com Guto Parada, responsável pelo bar, que fala da conexão emocional com a história da Vila Industrial e da importância de preservar referências culturais de Campinas para que elas não caiam no esquecimento. 🍻 ​ O conteúdo também relembra a tradição do bloco de valorizar personagens e símbolos culturais da cidade, citando a ligação de Thomaz Perina com a Vila Industrial e homenagens feitas em enredos de anos anteriores. Essa memória reforça como o carnaval também é um arquivo vivo da história de Campinas. 🎨 ​ Ao longo do vídeo, você acompanha entrevistas com pessoas que fazem parte dessa construção: Daniel Romanetto, compositor do samba-enredo 2026. Fabinho Azevedo, cantor e compositor, falando da responsabilidade de puxar um enredo comemorativo e da emoção de ver a multidão cantando junto. Sinésio Filho, filho de fundador do bloco, relembrando histórias e personagens da fase mais antiga. Roberto Cardinalli, diretor do bloco, explicando a retomada do Nem Sangue Nem Areia e como a organização evoluiu até se tornar um dos eventos mais aguardados do pré-carnaval. E tem rua, tem gente e tem energia: crianças, fantasias, bateria, trio elétrico e depoimentos de foliões que mostram por que o Nem Sangue Nem Areia atravessa décadas. O desfile tradicional acontece no domingo anterior ao Carnaval, com concentração na Rua Francisco Teodoro, e o trajeto passa por pontos emblemáticos da Vila Industrial, como o Teatro Castro Mendes e a Estação Cultura. 🎊 Assista até o fim e conte pra gente nos comentários: qual lembrança você tem do Nem Sangue Nem Areia? Você já acompanhou o bloco na Vila Industrial? Se gostar do conteúdo, deixe seu like e compartilhe com quem ama carnaval e cultura campineira. 👍 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[música] He. [música] [música] Temos algumas letras aí, hein? Temos algumas letras. Acompanha com [música] a gente. Boi boi, boi boi. Dev volta em sua vila para comemorar. [música] 80 anos de história. Eu trago na memória a glória de sabor dos [música] dias meus e aos seus com muito orgulho eu vou cantar. Olha o bui boi boi bui hoje comemorar. [música] 80 anos de história eu trago na memória. Adoro de [música] sabor todos seus muito orgulhos eu vou cantar ó industrial minha raiz todo lar só o bloco [música] que encendeia e vermelho é nosso manto. Nem sangue nem areia eu vou cantar. [música] Nem sangue, nem areia eu canto cando a tua exaltação. [música] Oxando, permanece o cão. E até 75 faleceu. Foi quando o boiadoru, [música] foi quando o boiador nasceu. Imagem ancestral nas cadeiras de São Carlos nasceu [música] eu. Toca vilesta. Alegria é coisa séria. Nosso sanguinho é real. [música] Que brilha neste carnaval. Que brilha nesse [música] carnaval. Nem sangue nem além. [música] Eu sou. Oh, eu sou. [música] Mira, eu sou. [música] eu sou de volta [música] sua 80 anos de história [música] eu trago na memória agora de sabor dos seus meus e aos seus [música] vou cantar olho boi devol suaar [música] 80 anos de história. Eu trago a memória. Oho que são todos meus que muito [música] vou cantar minha [música] mão. Sangue eu vem sangue [música] eu canto canto a tua exaltação. [música] Men dia 75 floresceu. Foi quando o goiadoru, [música] foi quando o goiador meceu. [música] Ancestral das cadeiras de São Carlos nasceu. [música] Hoje a vida está em festa. Alegria sea. Nosso sangue é real e brilha nesse carnaval. [música] Oh, nemine [música] eu sou [música] liberare oh liberarei [música] [música] searei Eu sou você [música] sangue, nem areia. Com enredo, nem sangue, nem areia. 80 anos de alegria e coisa séria. O bloco de carnaval mais antigo de Campinas apresentou o samba de 2026 no Bar da Figueira, no Cambuí. [música] Pois é, galerinha, a gente não poderia deixar de falar com o proprietário aqui do bar da figueira, que é o Guto Parada, responsável pelo bar. Tá com a gente aqui o bar, que tinha outro nome. Agora, esse nome desde janeiro, tá recebendo aqui esse evento. Valeu, viu? E aí, beleza, Guto? Tudo joia. É uma satisfação muito grande poder fazer esse evento cultural, né, da música samba e também de um bloco que é o nem sangue nem Areia, da vila industrial, né, que tem toda uma história ligada à cidade, a origem, né, da imigração italiana, do pessoal que no final do século XIX, minha família fez parte desse movimento como muitas, né, E depois de passar por fazendas da região, acabaram vindo pras indústrias ali do Cortume, do da Mugiana, estrada de ferro. Então tem uma conexão emocional também muito grande com a vila e com nem sangue nem areia. Portanto, é uma uma alegria muito grande estar aqui hoje podendo participar dessa festa de 80 anos, né? Não é pouco. Caraca. Puxa vida, 80 anos. Não, não é brincadeira não, hein? Tem que respeitar, né, Guto? Muito. Coisa impressionante. Você inclusive é sobrinho do Tomás. É o Tomás, meu, ele era irmão da minha avó, né? eh foi um artista plástico da cidade, tinha um grupo junto dele de nomes muito importantes. Então assim, eu acho que a gente preservar a cultura de Campinas, a história das coisas, né, é muito importante, porque o tempo vai passando, se a gente não celebra 80 anos, por exemplo, cai no esquecimento, perde importância. Não, mas 80 anos. Olha aqui da Tomás Perina, né? É, ele morreu em 2009, mas vi nasceu na vila, morou a vida inteira na vila. Fo artista plástico, foi um pintor, né? Decorador também. Eh, 12, se eu não me engano, o samba enredo da Nem Sangue nem Areia foi Tomás Perina, o artista da vila. Olha aí que bacana. redo da, não me recordo bem o ano, mas então assim, uma homenagem muito muito bacana daquela oportunidade. Então assim, é mais um uma coisa que me motiva muito de poder estar aqui nesses 80 anos do Nem Sangue nem Areia e da inauguração do Figueira Cambuí praticamente, né? Começamos em janeiro. É, inclusive enquanto você falava, eu dava uma olhada aqui, a decoração tá espetacular, né? com fotos eh, pô, sensacionais, antigas, inclusive do nem sangue nem areia, né? É, você vê as fotos, tem a história, né? Você percebe até pro preto e branco, depois pro colorido, [risadas] mas você vê que ela vai ela vai contando a história, né, da da do roupas do da da arquitetura. Foi mudando aí com Não, e essa aqui é bem antiga, né? Valdecir Saraiva, nosso grande Sinegra, tá mostrando pra gente. Essa aqui é das antigas, hein, Guto. Muito antiga. É muito legal. Caraca, olha que coisa linda, que espetáculo. É muita tradição, né, cara? Não é brincadeira, não. É, eu fico pensando, né, a dificuldade de você manter uma coisa viva por oito décadas, qualidade, com qualidade, com conteúdo, né? Então assim, o samba é cultura, a culinária é cultura, né? A o barzinho é cultura, né? O brasileiro ele socializa no barzinho com os amigos tocando, ouvindo uma música brasileirazinho não tem igual. Tem cada foto legal. Olha essa aqui, que coisa impressionante. Bombando aqui o bonecão, tal. Coisa linda. Onde é isso, G? Então é é o circuito, né, do bloco atrás ali do Castro Mendes, passa em frente à praça, volta por trás, tem a a arquitetura das casas também preservadas. É um ambiente muito legal, de muita alegria. Pessoal vai lá para curtir realmente atrás do do da bateria, né, e da do canto do Sambenredo. Então, assim, é uma festa realmente imperdível. Eu recomendo que eu não. E olha essa aqui, ó. Nem sangue, nem areia. Olha aqui essa aqui, Guto. Nem sangue, nem areia. Agradece aqui, cara. Coisa linda. Pessoal tomando aquela cervejinha, né? Em clima de samba. Olha que foto antiga, meu. Caraca, que relíquia, hein? Eu não sei se todos sabem, na verdade, sangueia, né? Foi um grande sucesso do cinema da do da das touradas, né? E o nem sangue nem areia, na verdade foi uma brincadeira em relação a esse nome, né, cara? E pegou mesmo, né? Exatamente. Valeu, Guto. Obrigado mais uma vez aí. Tamos junto. Parabéns aí por tudo. Valeu. [música] Samba de preto [música] samba de mais que nada. Se que você não vai querer [música] eu chegue no final. [música] [música] [música] [música] Bom, na verdade o Fabinho fez para ele como diretor do bloco, ele fez toda conhece toda a história do bloco a fundo, fez a sinopse, tal, fez a letra, mandou para mim com a melodia, tal, perguntou se eu tinha algumas ideias para dar uma melhorada, modificado alguma coisa. Aí eu modifiquei algumas melodias da primeira parte inteira, um refrão aqui, mudei umas frases, mas basicamente respeitando a a letra original dele, né? Como ele conhecia a história do bloco muito melhor que eu, que eu não faço parte do bloco. E a gente fez aí uma parceria, mudei uma melodia, tudo, ele achou bacana e ficou. Pois é, é uma responsabilidade enorme, né? porque tá completando agora o bloco 80 anos. Quer dizer, não são cinco, nem 10, nem 15 anos, são 80, né? E você também é tá fazendo parte da história. É, eu já participei de outros desfiles do bloco, cheguei a gravar outro sambas, acho que um pouco antes da pandemia, eu já tinha feito algumas gravações com pro bloco, nem sangue, nem areia. Cheguei desfilar, acho que um ano ou dois no carro de som. tal. Aí depois também nunca fui muito ligado ao bloco, né? Porque sempre trabalhei no carnaval, às vezes não dava certo, porque nem esse ano mesmo eu não vou poder participar do desfile que eu tenho outro evento, entendeu? Então, mas é assim que funciona. A gente gosta. Eu já compus vários sambas enredos para Campinas, Valinhos, Vinhedo, que eu sou de Valinhos, né? Natural de Valinhos. Já participei de 21 disputa, ganhei 18. Pô, tem o samba na veia mesmo. É, meu pai foi o presidente de escola de samba, então crescia, eu saí no carnaval desde os 3 anos de idade. Então fiz aquele jingo da Brama de 2011, a paixão do Brameiro que tocou em rede nacional, que é um samba enredo, um gingo, samba enredo, quer dizer, é é o estilo de sama que eu mais gosto, o samba enredo. Adoro o carnaval, tal, e a gente tá sempre envolvido, né? sai aqui. Valinhos também faz 15 anos que não tem. Aqui em Campinas também já tá mais de uma década, acho que sem descil das escolas, né? Carnaval de salão também tá acabando, né? Aquele glamor [música] do carnaval de salão tá acabando. Putz, saí muito no trio elétrico da regatera, mas a gente tá sempre aí dando um uma pitaca aqui, uma pitaca ali, tá sempre envolvido no carnaval. Bom, e olha só, pessoal, a camiseta dele já diz tudo, né? Não tem nem o que falar. O samba é meu dom. É, eu eu considero porque meu pai meu pai não era músico profissional, mas era seresteiro, era sambista, como eu falei, foi o presidente de escola de samba, carnavalesco. E eu cresci no meio do samba, do choro e eu trabalho com isso até hoje, né? O nem sangue nem Areia em 2026 conta a história nas ruas da Vila Industrial. Tudo começou em 1946. Bom, eu tô com o cara aqui, galera. Tô com o Flamengo Azevedo, que é o vocalista, é o produtor também, o compositor. E nesse ano é espetacular, né? Que responsabilidade, porque são 80 anos. Aí ele já tá, é o quinto ano seu, né, Fabinho? Quinto ano. Uma alegria tremenda ser o quinto ano da gente puxar esse enredo na avenida mais uma vez. e num momento tão inspirador pra gente, né? O bloco mais antigo da cidade, mais querido. E tive esse privilégio junto com o Daniel Romaneto, da gente compor esse enredo tão bacana, tão bonito, que fala desses 80 anos, dessa trajetória desses 80 anos, que tem algumas nuances ali no enredo que eu quis ser muito honesto a à nossa história, porque dentro desses 80 anos tivemos uma pausa ali de 34 anos, né? Quem não conhece a história do nem sangue nem Areia, a gente virou escola de carnaval mesmo, né? Em 75, foi o nosso último desfile. Então eu começo a contar daí essa história, né? Eu falo dos fundadores da história que brilhou até 75 e que o Boi adormeceu em 75 durante 34 anos. E aí ele renasce em 2009 com essa vitalidade, com a mesma alegria de sempre nas ruas da Vila Industrial. Então eu tenho certeza que o pessoal vai pegar bastante essa nuance principal do enredo que é da alegria do renascimento com a história mais bonita da do nem sanguinhaaria, né? que antigamente a a vila industrial, os moradores da vila industrial marcavam as os seus lugares com as cadeiras na rua São Carlos para depois à tarde vir enredo e não perder o desfile. Isso é muito bonito. Então para mim eu falo sobre isso, desse renascimento que nasce, dessa antecedência tão bonita, dessa história tão bonita do nem sangue nem areia. Quem pensa que é só subir no trio e mandar ver, tá muito enganado. O Fabinho teve muito trabalho e muita inspiração. Não foi um enredo fácil, né? 80 anos a gente tem muita história, como como eu contei agora, a gente tem uma história linda lá atrás, né? De quase 30 anos e da nossa época aqui agora também. Muitos anos aí de história. A gente já homenageou tanta gente em Campinas, tantos artistas, tantos momentos lindos que a gente teve de 2009 para cá. Então, seria muito difícil a gente falar desse enredo, né? Mas aí foi nessa questão que eu consegui pegar para conseguir contar essa história de uma maneira inxuta, né, para um bloco de carnaval de rua, né, mas é um enredo de bloco, então não é um enredo comprido de de quadra. Então a gente acredito que a gente tenha conseguido ter toda essa nuance de contar dos do antepassado, né, da nossa história antiga e conseguir trazar esse trazer esse renascimento durante sangue nem areia de 2009 para cá. Bom, a gente estará lá, nossa equipe vai acompanhar no dia e tudo mais, mas qual que é a emoção na na avenida, por exemplo? É indescritível. É indescritível aquela é emociono mesmo assim, né? Todo todo o carnaval a gente se emociona, a gente chora em cima daquele [música] trio, vê aquela multidão de mais de 5000 pessoas cantando o nosso enredo. E eu costumo dizer que não é pra gente, né? Tô fora de ego qualquer aqui de Fabinho Azevedo, eh, tanto como produtor, como compositor. Eu tenho essa alegria de poder tá levando, propagando essa arte e não deixar o carnaval de rua morrer. Então, não é ego nenhum pra gente, é pra vila industrial, é pra comunidade do samba, é para quem realmente acredita e e tem esse privilégio de est curtindo essa volta de um bloco tão lindo, com uma história tão bonita que a gente tem do passado e agora do presente. E vai ser mais uma vez, eu tenho certeza, muito emocionante, estar lá puxando esse enredo. Boa, parabéns pelo trabalho, Fabinho. Um sucesso e bora curtir o carnaval aí. Esperamos vocês. Se você não for, só você não vai. Vem. E claro, né, gente, aquele momento que não poderia faltar, teve um bolo delicioso e um parabéns para você. Parabéns [música] para você nessa [música] muitas felicidades, muitos anos de vida, [música] muitas felicidades, muitos anos [música] de vida. Assim, parabéns para [música] você. Ei, nessa data querida. Muitas [música] felicidades, muitos anos de [música] você nessa data querida. [música] Muitas felicidades, muitos anos de vida, muitas felicidade, [música] muitos anos de vida. [música] Começamos esse bloco mostrando esse encontro para lá de especial entre o Sinzio, filho de um dos fundadores do Nem Sangue nem Areia, e o Roberto Cardinal. um dos diretores do bloco. Tudo isso na exposição que tá rolando na Câmara Municipal de Campinas. E claro, né, pessoal, eu conversei com os dois. Bom, vamos lá contar desde o início essa história. Você é filho de Zucão, dos fundadores, né, Cinesi? Sim, sim. Eu sou filho de Zucão. Zucão era o quarteto os fundadores, né? Zucão, tulé, mané e bochão. Bochão. É, bochão. Era apelido porque ele chamava Osvaldo Botcher. Bom, eram dois irmãos, dois irmãos. Tulé e Mané. Boa. Tulé e Mané. O Osvaldo Botcher. Eh, olha um nome meio alemão, né? Imagina se lá na vila industrial a gente ia chamar ele de botcher. Não ia ficar legal. Virou baixão. Eles estão por aqui. Ti. Cadê o bchão? Vamos procurar o bchão. Esse n aqui o baixão. Ó o baixão aí. Aí o Rafa tá mostrando pra gente. Esse aqui é meu pai. O Zucão. Esse é Zucão. E esse é Tulé. Mané tá aqui, ó. Mané, irmão do Tulé. Tulé, meu avô, meu pai e bochão. Caraca, que relíquia, hein, né? Ó, aqui, ó. Meu pai, meu avô e minha mãe também. Ela, minha mãe também. Bom, eu tenho uma foto também com você pequenininho no meio dessa galera toda, né? Eu comecei a desfilar com um ano de idade, um ano, um ano de idade, no colo da minha mãe. Ela tava fantasiada. Essa foto eu eu acho que eu perdi, rapaz. Ela tá fantasiada com uma fantasia parecida com essa aqui que era a fantasia da diretoria, né? E ela tá comigo no colo, pequenininho também fantasiado, né? Essa era época boa do do da antigamente da vila industrial, né? Bom, bloco nem sangue nem areia, completando aí 80 anos. Essas fotos são de que ano? Que década isso, né? Ah, isso aí deve ser de 50, 60, no máximo. 60 no máximo. Aqui se eu acho que é 57. Minha mãe falava que aqui ela tava de dieta, né? Que chama, não é isso? Que depois que nasce a criança, não, depois que nasce. Como é que chama? Quando eu já eu tinha nascido, eu nasci no carnaval. É o pós-parto. Pós-parto, é. Então ela tava, não sei como é que, eu esqueci o nome, como é que é, quando a ela, bom, tava de dieta, tá bom, tá bom demais. E aqui ela contava para mim, então esse nesse carnaval eu não desfilei [risadas] porque eu tava na maternidade, né? Bom, como que era lá na vila industrial essa essa parte um aí do bloco? Essa é muito legal porque era o seguinte, era muito familiar, né? era muito amigos e parentes e assim a gente transitava pelo bloco inteiro. Eu já saí na bateria, já saí na ala dos compositores, já saí na ala de frente e e fazia de tudo quant jeito. Minha irmã já foi porta standard. Até tem uma uma história muito engraçada. Na época a gente não usava bandeira como hoje se usa a bandeira. Era um estandarte, por isso chamava porta estandarte. Standard é aquele jeitão. É um um apoio vertical, um apoio horizontal, um pano, né, amarrado lá em cima e a pessoa segurava aqui embaixo aquilo na Francisco Glicério numa noite um vento sensacional que ele parecia uma vela puxando minha irmã [risadas] e teve que soltar, teve que soltar. Então minha irmã era era porta bandeira, porta standarte, né? Porta Standar e teve essa história. Ela quase foi carregada pelo pelo V. Caraca, olha só que história, hein? E é tudo família, né? Então quem quem fazia não e até hoje é um bloco bem familiar, né? Bem bem bacana. É, tá muito gostoso de ver e comparar com aquela época, porque é tão divertido e é tão familiar, tão gostoso como era antigamente. Era, era absolutamente gostoso. Agora é mais ainda. Bom, e teve um período que o boi adormeceu. Adormeceu. Foi quando chegou 1975 aproximadamente, o carnaval na cidade como um todo começou a definhar, não tava indo bem, não tava indo legal. E o era uma escola de samba recém montada, então sem muita estrutura, sem muitas condições, né, e tal, e não aguentamos. Aí adormecemos, fizemos o boi da cara preta a dormir, né? Dorme aí, boizinho, tal. E foi eh despertado depois 2009. E a gente vai contar essa história. Isso foi uma turma muito bacana. O Éder Bitencu até veio conversar comigo, falou: "Pô, China, ó, nós estamos querendo retomar o o nem sangue nem areia, tal, você deixa eu f Mas como deixa El tá louco? Eu sou lá sou dono do bloco. Isso aí é não, você ficou super orgulhoso, né, China? Pelo amor de Deus, né? Claro, tem muit Mas eu não era dono do bloco. Como é que é? É não, mas mostra um respeito, né? Aí sim, claro. E aí, eh, é, eu fal falei para ele, isso é uma propriedade da da população, da cultura, né, da da dos fleiões da da vida industrial. Aí o povo pegou e transformou completamente o nem sangue nem areia, com cara nova, gente nova, um estilo diferente. Na época a gente fazia, na verdade, um um a gente imitava uma tourada, uma tourada. Tinha toureiro, tinha dois bois, tinha os cavalinhos, né? Ah, os cavalinhos, ó, os cavalinhos. E já a gente vai pras fotos coloridas, né? Essa é a primeira parte, né? Primeira parte quando não tinha foto, antes o boi ter adormecido, né? Não tinha foto colorida, cara. Olha essa aqui, Sinzio. Puxa vida, garrafa aqui, que delícia, hein? Curtindo samba, tomando uma cervejinha, foto em preto e branco, ó. Tudo em Meu avô, meu pai. Ol lá, nem sangue nem areia agradece. Companhia Antártica. Companhia Antártica. Boa. Bochão, tulé e mané. Olha aqui. Quart boa. E essa aqui é esse, né? Ah, então esse aqui era o o Moisés, que era o o toureiro. E esse boi aqui, esse aqui quem pilotava, não era esse aqui, era o outro. O boi vermelho. Quem pilotava era o Ticão. A gente chamava ele de Ticão Cebada. Por que ticão cebada? Ele andava com alfargatas rodas, sa aquela que tinha corda embaixo das antigas antigas. Nossa. E por que que ele usava o pargatas rodas? Ele passava sebo de boi porque a gente tinha um matadouro ali pertinho, né? Aliás, isso tem tudo a ver com o matadouro, com a com os curtumes e tudo mais que tinha na época, né? Ele passava cebo na na alpargata para escorregar o paralelepípedo. Porque quando ele vinha correndo atrás de alguém com o boi, ele parava e ia escorregando. Mas ele tinha uma habilidade com aquele boi para pegar peg com o chifre do boi. Eu me lembro naquela época se muita gente não vai lembrar disso, mas muita gente lembra. Vendia esse biscoito na rua, né, para pro público que tava lá. E biscoito é muito leve, né? O biscoito de polvilho, ele levinha demais. E a Tuma fazia uns sacos mais ou menos desse tamanho assim, ó, e ficava no braço um saco plástico assim com dezenas de de pacotinho de biscoito de polvilho. E esse rapaz entrou na bobeira de entrar no meio do bloco com aquele com aquele saco de biscoito [risadas] na na mão. Não sobrou um. O o Tico Cebada não, ele teve uma habilidade. O Tico Cebada veio e ele tava aqui com saco, ele conseguiu enfiar o chifre do boi e arrancar dele. Nossa, o saco e saiu correndo [risadas] com aquele saco de biscoito. Aí começou a cair coisa para todo lado. Foi quase que não sobra biscoito. Cara, muito bom. Isso era, a gente tava, eu me lembro muito bem o local, onde foi cinésio subindo a rua Conceição, na contramão, como hoje seria contramão, subindo na rua Conceição e a gente virava a Francisco Glicerio, descia a Glicerio. Esse era o o trajeto no centro da cidade. E lá na Vila Industrial começou na Sales de Oliveira, onde hoje é o portão, portãozão grandão que tem lá da da EEC, não parte de baixo, a hora que você sobe na sala de Oliveira lá em cima era o desfile. Depois foi para Carlos de Campos, que é lá na no outro cantura Virus. Boa. Então pra gente fechar, manda os parabéns aí pro bloco. Nem sangue, nem areia. 80 anos tô aqui com o Cinésio, ó. Parabéns aí, molecada, turma jovens dos anos 2000 e lavai fumaça, né? 2020 2026. É, agora já 2026, voltou em 30 anos depois. Parabéns a vocês, muito boa sorte no desfile, né? Que eu espero que seja aquela alegria de sempre. Não, eu vou lá, hein? Você vai tá lá, vou lá registrar e vou vou dar uma sambada também, né, C? Faz parte, né? Tomar uma aguinha depois também. Bom, para dar uma hidratada, né? Aguinha. [risadas] Valeu, C, obrigado. Prazer em revê-lo. Até mais, viu? Valeu, gente. Bom, a gente saiu de 75 e chegou aqui, né, Cardinal em 2009. Conta a história pra gente. O doio adormeceu nessa época, né? Então, o bloco tinha parado, a diretoria em 75 resolveu parar as atividades do Nem sangue, nem areia. Em 2008, um ano antes de sair, um grupo de jornalista tomando uma água num bar de Campinas, uma água com limão, uma água com limão, né, no bar de Campinas. Por que que a gente não faz um bloco de carnaval? Campina estava tão carente de atividades carnavalescas na época. As escolas de samba já também já estavam no processo de não desfilar mais no carnaval. E a gente começou, carnaval, é verdade, vamos formar um bloco. Aí um olhou pro outro, mas como é que faz bloco? Eu sei escrever, né? Eu sei fazer rádio escuta, né? Eu sei editar um jornal. Aí na mesa, um amigo nosso saudoso Elder Bitencur, né? É Bitencur na mesa falou: "Olha, gente, eu sei fazer. Ele era um ritmista músico. Eu ajudo a vocês montar um bloco de carnaval". com uma condição, André, qual? A gente tem que retomar um nem sangue de areia. Olha só, mas o nós jornalistas, mas que que é o nem sangue nem areia, [risadas] né? Você não conhecia realmente essa história. Aí ele falou: "Olha, primeiro assim, eu sou da vila industrial. Eu quando era pequeno saía no bloco na lá na São Carlos, lá na Sales de Oliveira. E ele contou toda essa trajetória da Vila industrial, bairro operário, eh, dos curtumes, do boi, dos cabeções. E a gente ficou apaixonado, comprou a ideia, comprou uma ideia, falou: "Nós estamos saindo do Main Street, Cambuí Centro para um bairro operário, né, atrás da Estação Cultura, começo da vila industrial". Então a gente considera o Élder Bitencur, faleceu em 2013 o nosso patrono. E neste ano 2013 a gente pediu um boneco de Olinda. Então a gente faz uma homenagem a ele, ó. Todo ano ele tá lá com a gente. É um boneco. Nossa, ficou parecido para caramba, hein? É, é incrível, né? Caraca, é impressionante. Forma de boneco de Olinda. É fantástico. Conseguimos o apoio do filho, né? E e essa imagem uma captura do Adriano Rosa, um fotógrafo sensacional, o pai e o filho olhando. Então a gente se organizou, voltando para 2008, a gente se organizou tal, mas era mambia. Então no primeiro ano falei qual é o som que a gente vai colocar na avenida? Putando, não sabia. Na última hora, alguém apareceu com uma combi, sabia, liga uma caixinha de som aí 12 V. Hã, na caixa, rapaz, no meio do desfile acabou a bateria. [risadas] Meu Deus do céu. Acabou a bateria. Que ano isso, Cardiná? Primeiro ano. Nossa, 2009, cara. Com 200 fulões, mais ou menos. 200 fulões. Porque na verdade no primeiro ano era só amigos, né? É. Era só os parceiros, né? Era só os parceiros e amigos. Falei, gente, acabou o som. Aí, vamos empurrar a com tranco, né? Pra gente continuar fechar o desílio. E foi, né? foi 2000. E na verdade é o seguinte, o bloco quando a gente definiu duas causas pétrias que não se muda, pode morrer Roberto, morreu China, é estatutário, uma sim é o único bloco que desfila o tempo todo cantando sambreto. Olha só, meio parecido com que as escolas de sambas fazem. Então, durante o trajeto é só o samino direto. E eu entrevistei o Fabinho inclusive já no primeiro bloco. O pessoal assistiu, ele vai direto, vai direto, sobe no trio, ele é o puxador. Nossa, hoje é lógico, gente. Ele é bom, hein, Cardinal? Ele é muito bom ele. E hoje assim, hoje nós temos o trio elétrico, mas naquela época. Mas enfim, essa é uma causa péria. A outra causa pétria e o próprio Élder sugeriu, eu falou: "Gente, nós vamos montar um carnaval, nossos amigos músicos estão todos com agenda tomada". Eu quero saber, vamos fazer um domingo antes. Olha que sacada, igual agora. Então, tá sendo sempre assim. É, tá sempre assim. E outra, os nossos amigos já estavam com a a viagem marcada pro carnaval. Falei: "Puta, não vai sair ninguém. [risadas] Então vamos ajudar eles, vamos fazer um dia antes, eles brincam com a gente e depois ficam livre. De lá para cá, aí o bloco evoluiu, né? Hoje a gente tá na casa de 6, 7.000 fuliões, né? É, mudou completamente, né? Mudou complet. Hoje a gente tem estrutura de alimentação, praça de alimentação. Hoje a gente o trio elétrico, tem shows. É um dia inteiro. Nós são três shows antes da do desfile. Olha só que é muita família, muita criança. Bacana, hein? Hoje eles eles mudaram pré-carnaval, né? Então o pessoal já fala um nome bonito. É, ele fala uma semana antes, é mais formal, né? Pr carnaval, não é uma semana antes. Então, e aí, como você pode ver, né? A gente manteve a tradição do boi. É, agora em foto do colorida aqui, né? Rafael Fernandes, nosso negra. Colorida, ó como o boi, o boi tá bonitão, tá tá grande, né? cortou o cabelo, deu um banho de loja nele e eu vou cortar o cabelo para ir domingo lá registrar. Eu eu quero te ver lá, né? É, estarei lá registrando os foles, o standart, o bloco virando uma das ruas, não? E bombando, né? É, e bombando. Hoje é muita gente. Olha só. Legal, hein, cara? Um clima todo mundo se divertindo. No final a gente faz um só a capela, só a bateria, né? Acompanhando e várias imagens aqui da diversão, né? O boneco aqui ao lado de um dos moradores do prédio, né? E é muito legal. Tá de camarote, né, Cardinal? [risadas] E esse pessoal aqui não não pagou o camarote, tá se divertindo mais que muita gente. O pessoal é chique e fala em camarote. [risadas] A gente fala uma sacada lá. E é muito legal, André, quando o bloco começa a deselar, principalmente pela sala, o pessoal dos prédios, todo mundo sai acenando, batendo refugiando, aplaudindo, reverenciando a passagem do boi, não, porque resgatou a cultura do, né? E e esse ano é especial, né? aos 80 anos marcam a oito décadas de de vida do Não, o bloco hoje mais antigo e hoje a gente pode falar o mais tradicional de Campinas, né? Uma experiência bacana, tudo é festa, não é festa. essa fase, né, de organização, de preparo. As escolas de samba tradicionais, como assim, eles estão muitos compromissos, eles começam antes. A nossa, a gente dá um respiro. No segundo semestre a gente já começa a se reunir, já definir tema, sinopse, possibilidades de sambredos, contatos com a administração para fazer a interlocução. É bem antes. Então é pelo menos uns seis meses de organização anterior até o dia. Até o dia, né? Quer dizer, é o ano antes que é o pré-carnaval. É, agora é pré-carnaval, uma semana. Hoje o pessoal é chique, fala pré-carnaval, né? Eu acho assim, a gente fez uma festa bonita, né? Alguns dias atrás no Bar Figueira Cambuí. A gente chamou os nossos amigos, colegas e foliões para cantar o parabéns, né? Eles vão ter aí recuperar um pouquinho dessa história. E é uma honra aos 80 anos estar à frente do nem sangue nem areia, completando mais um desfile e mantendo a tradição viva do boi e do nosso patrono Bicur e sem contar em toda a comunidade da vila industrial um patrimônio histórico cultural de Campinas. Bom, e o que esperar para os próximos 80 anos? Nossa Senhora. estar vivo [risadas] primeiro e depois a gente a gente é é difícil, [risadas] mas a gente espera deixar um legado. Então, exatamente, é um legado que as próximas gerações, os mais jovens peguem no colo isso, abracem a causa e que continue transformando nem sangue numa areia, no sangue sangue nem areia, uma atividade cultural de lazer, não só para a vila industrial, para toda Campinas e para todo mundo que quiser comparecer lá. Valeu e parabéns. Obrigado, André. Obrigado pela cobertura. Um abraço. Junto. Valeu, gente. No último bloco vou mostrar para vocês como foi a apresentação. No dia 8 de fevereiro. Eu tava lá, hein. Conexão cultural, galerinha. Olha só. vem parar em cima do trio elétrico. Olha só que coisa impressionante. Quanta [música] gente tem aqui, já tem a apresentação do bloco nem sangue, nem areia, comemorando, claro, os [música] 80 anos e obviamente a gente vai acompanhar tudinho. [música] Conexão cultural. Agora, galerinha, estou aqui, ó, no meio do povo, no meio da galera. Eu tava lá em cima. Pois é, agora estou aqui embaixo curtindo esse carnaval, essa energia espetacular do bloco. Nem sangue nem areia. Comemorando, como eu disse, 80 anos com muitas atrações. Tá bem bacana. Olha que coisa linda. Olha que energia. Não dá vontade mais ir embora. Eu vou ficar por aqui mesmo. Fui. [música] É maravilhoso aqui a gente com todos os nossos amigos da bateria campineira [música] do bloco Vem Comigo. É muito legal, é muita energia, [música] é muita felicidade. o Roberto que é do [música] bloco há muitos anos, então a gente tá muito feliz aqui. Foi quando o adoreceu [música] anos de história. [música] Não, nem sangue nem areia é muito bom, maravilhoso. Faz muitos anos que eu curto aqui. pelo menos uns 5 anos que eu venho aqui [música] e assim a nossa fantasia vem comigo, eu esqueci o tema, entendeu? Mas é um grupo de amigos que é o Robson. [música] Eles estão junto com a gente há muitos anos. Nós estamos com ele há muitos anos. [música] [música] Um clima bem bacana hoje aqui, né? Que que você tá sentindo nessa emoção toda aí? Eu frequento no sangue [música] desde que voltou. É, é uma coisa para mim do coração. [música] Então, todo ano a gente vem e a gente criou um bloco dentro do bloco, chama Baita. E o baitacão. [música] E agora é uma edição especial, 80 anos, né, que eu bloco nem sangue nem areia. Não é assim, [música] eu v tudo isso para mim é muito emocionante. Então se saem 80 anos do bloco, é muito emocionante. [música] E aí a gente tá ali ali tem o bloco, a gente é o subbloco, mas a gente participa de tudo no Eu tô desde o começo da da volta, então é assim, é demais. A vila industrial merece. [música] Bora curtir então muito canta [música] industrial industrial minha escúcula. Sou por incendeia [música] e vermelho é nosso mãoinha fortaleza. Sangue nem você vem sempre aqui curtir o bloco nem sangue nem areia. Olha eu sou de Campinas. Eu não conhecia nem sangue nem areia. Eu amei. Amei. Eu tinha medo. Mas isso aqui é segurança, é alegria, é festa. É muita festa. Estando para saber o que é isso. É maravilhoso. É festa. É uma emoção muito forte, né? Maravilhosa. 80 anos. Eu falei, não é brincadeira, não é para qualquer um. é muito especial. [música] [música] Bom, galerinha, o que a gente percebe também que tem muitas crianças aqui curtindo o carnaval, se divertindo, como é o caso do Artur. Tá gostando, Artur? Tô. Tá gostando principalmente do quê? Hum. De você gosta de carnaval desde pequenininho? Como é que é? Conta um pouco sua história pra gente. Eu gosto de carnaval desde pequenininho porque porque eu sempre gostei dos confete. [música] E você trouxe o confete ou comprou aqui? Hã? Você trouxe o confete ou comprou aqui? A minha prima trouxe. Boa. Tá curtindo então? Tô. Então pega o confete, joga para cima aí. Menino tocca pessou amor do ele gostou do ele adorou e muito mais do ratino tocador que no olha que coisa maravilhosa, gente. Louca. [música] Bom, que clima bacana, né? Bela energia. Muito gostoso. Isso é uma delícia. As fantasias são super legais também. Tem uma de cogumelo ali, super criativa. Muito bom. Você costuma vir sempre aqui no bloco? Nem sangue nem areia ou é a primeira vez? Sempre. Já é o meu terceiro ano, na verdade aqui, mas é o que eu mais espero. O nem sangue nem areia. Eu gosto muito da bateria. Oi. Dessa vez é 80 anos do bloco. Tá sabendo ou não? Tô sabendo. 80 anos a alegria é coisa séria. Você curte a bateria? Eu curto a bateria, eu curto a banda, dá para curtir tudo. Bom, carnaval. Muito obrigada para vocês também. Bom, pessoal, é aquele momento que todo mundo tá aguardando. Olha só a multidão que tá aqui. A gente tá no trio elétrico. O momento agora é de dar uma volta pelas ruas aqui da vila industrial. Pois é, a gente vai balançando mesmo. A gente tá em cima do trio, eu e o Rafael Fernandes e o Antônio Juqueira tá lá embaixo também. Nosso repórter de cinematograf para comemorar 80 anos de história. Eu trago na memória. [música] [música] Vila industrial 80 anos de história. O boi pé de passagem, nem sangue, nem areia. Oi, boi, boi, boi. [música] Canta, devolve sua vida. 80 [música] anos de história eu trago na memória. Muita história para contar. Amor dos dias meus [música] que é os seus com muito orgulho. Eu vou cantar o boiv de passagem. Oi, boi, boi. Devolem [música] sua vila para comemorar. Vamos celebrar. 80 anos de história eu trago na memória. [música] Muita história para contar todos os seus com muito orgulho. Eu vou cantar [música] canta industrial industrial minha escola. Sou bloco que [música] incendeia e vermelho é nosso mão e fortaleza. Sangue, nem areia eu vou cantar. Nem sangue, [música] nem areia eu canto. Canto a tua exaltação. Boeman [música] descendência maior. 75 floresceu. Foi quando o boiador [música] foi quando o 34 anos e magia ancestral [música] das cadeiras de São Carlos. Areia, hoje a vida está em festa. [música] Alegria é coisa séria. É real que brilha neste [música] carnaval. Que brilha neste carnaval. [música] Nem sangue, nem areia. [música] Nem sangue [música] nem areia sou. [música] Nem sangue nem areia eu sou. [música] Nem sangue nem areia eu souamente nem sangue nem areia. Nem sangue areia. [música] Nem sangue nem areia. Nem sangue nem areia. Alegria, coisa séria. [música]
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