TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Conexão Cultural | Teatro em cena: campanha de popularização agita Campinas em
Em destaque · HD Vídeo · CONEXÃO CULTURAL

Conexão Cultural | Teatro em cena: campanha de popularização agita Campinas em

22 views Publicado 30/01/2026 HD · 36:56

Descrição do vídeo

O Conexão Cultural desta edição celebra a arte, a cultura e o teatro campineiro 🎭✨, com destaque para a Campanha de Popularização do Teatro 2026, uma das iniciativas mais importantes para democratizar o acesso às artes cênicas em Campinas. Com mais de 30 edições realizadas, a campanha é promovida pela Prefeitura de Campinas por meio de políticas públicas de incentivo à cultura e oferece ao público uma programação diversa, com espetáculos infantis, musicais, dramas e montagens voltadas ao público adulto, sempre com ingressos acessíveis e ocupação dos equipamentos públicos culturais da cidade. 🎬 Neste episódio, o programa conversa com Walter Rhis, autor e diretor da peça “A Cigarra e a Formiga”, um espetáculo infantil que encanta diferentes gerações ao revisitar o clássico sob uma nova perspectiva. A montagem propõe uma reflexão atual sobre trabalho, arte, equilíbrio emocional, convivência, respeito às diferenças e o papel do artista na sociedade, tudo isso com música ao vivo e muita interação com o público. 🎶 O ator Carlos Henrique Esteves, que interpreta a Cigarra, também participa da conversa e apresenta canções da peça, explicando como a música e o teatro se unem para transmitir mensagens profundas de forma leve e acessível a crianças, adolescentes, adultos e idosos. 🎭 O programa segue destacando o teatro adulto com a participação de Arthur Casagrande, diretor da peça “Depois que Ela se Foi”, um drama que aborda temas como luto, memória, identidade, trauma e resistência emocional. A montagem trabalha o realismo psicológico e convida o público a refletir sobre as dores silenciosas e os processos de reconstrução pessoal. 🎤 Os atores Matheus Toppan e Anthony Araújo falam sobre os desafios da atuação, o processo criativo, a importância da escuta no palco e a música como elemento narrativo central da peça. Trechos musicais e cenas ajudam o público a sentir a intensidade do espetáculo. 💡 Ao longo do programa, o Conexão Cultural reforça: ✔️ A importância das políticas públicas de cultura ✔️ A democratização do acesso ao teatro ✔️ O fortalecimento dos grupos teatrais locais ✔️ A renovação do público nas artes cênicas ✔️ O teatro como ferramenta de reflexão, educação e transformação social 📺 Um episódio que mostra que o teatro segue vivo, pulsante e necessário, conectando gerações, provocando emoções e ampliando olhares. 💬 Curta, compartilhe e comente: 👉 Qual tipo de teatro você mais gosta: infantil, musical ou drama? 👉 Você já participou da Campanha de Popularização do Teatro? Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

30 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Conexão cultural, pessoal. Olha só, a gente vai falar sobre, não é? É muita arte, muita cultura aqui no Conexão Cultural, é claro. Vamos falar sobre uma campanha de popularização do teatro em 2026 aqui em Campinas. Vamos bater um papo, não é, com o Walter, que é autor e diretor de uma trama, que é a cigarra e a Formiga, que é uma dessas peças bem bacanas. Antes de mais nada, muito obrigado por nos receber. Tudo bem, Voteira? Tudo em ordem. Eu que agradeço essa essa gentileza. Bom, muito legal, né, cara, essa questão de popularização aí do teatro em Campinas, né? Eh, visando, claro, atrair cada vez mais espectadores. Sim, sim. E é importante porque aproveita a baixa temporada, né? A baixa temporada de desse circuito e a gente realiza já há há muitos anos, né? Mais de 30 edições da campanha de popularização do teatro e hoje é um evento realizado pela, né, pela prefeitura de de Campinas através de de leis, né? Então é uma coisa que está garantido essa essa relação com a campanha todos os anos. Pois é, isso é muito bom. Olha só, pessoal, o público poderá acompanhar uma programação diversa e que inclui espetáculos infantis, musicais, eh dramas, montagens voltadas ao público adulto, ampliando, olha só, as possibilidades de acesso ao teatro, também incentivando aí a ocupação dos equipamentos públicos de cultura, né? Isso, claro, ao longo da temporada. Bem bacana. É uma programação qualificada, bem interessante pra galera que curte teatro, curte eh muita arte. Com o Walter aqui a gente vai falar também sobre a peça, porque olha, é um sucesso também bem bacana. Cigarre e a Formiga. Como eu disse, o Walter é o diretor, é o autor e o diretor da trama. Bora falar um pouquinho sobre essa peça. Eu fiz uma uma adaptação, né? Eu inspirei praticamente no espetáculo, porque eu já vou dizer desde já, a cigarra não morre porque trabalha, tá bom? Então é, fico muito feliz. E recentemente esse espetáculo, ele tá sempre em uma ebulição, eu diria. Recentemente, há cerca uns três, 4 anos, eh, mudei toda a a trilha sonora do espetáculo que o rapaz que faz a cigarrinha, o ator Carlos Henrique, que vai conversar conosco já também aqui, já tá preparado com violão, tá todo caracterizado, né? Vai ser bem legal falar um pouco mais sobre a peça. Vamos lá falar mais um pouco sobre a peça. Então, a cigarra e a formiga é uma trama onde a formiga ela é turrona, turrona, turrona. Só que de tanto ela ouvir a cigarra cantar, cantar, cantar e passa e brigam porque ela tá fazendo barulho, porque a cigarrinha tá fazendo barulho. De repente a cigar, a formiga, ela começa a perceber e ela ensaia no escondido porque ela foi preparada para só trabalhar, trabalhar, trabalhar. essa coisa do capitalismo que faz bem, porém, né, a dúvida, a controvérsia, porque se você invocar só com o capitalismo e não divertir, o que que acontece? Você pira. Aí a criançada pira de alegria quando a gente entra nos insetos cantores, sabe? Tem uma música dos insetos cantores e assim vai. E nisso a cigarra consegue convencer a formiga que a vida tem remédio com trabalho, com diversão, com alegria. A vida não é só trabalhar, mas todo sabe que a cigarra e formiga é aquela alusão, né? Quem não trabalha precisa trabalhar. E quem trabalha e e e quem fica só na na folguinha tem que ser um pouquinho mais agitado. Bom, o espetáculo A cigarra e a Formiga fala do encontro com um outro, né? Com diferente, com a com a aventura maior de todo o ser humano que precisa crescer e enfrentar o mundo. Sim. É mais ou menos essa a mensagem que vocês querem passar, né, Walter? É essa sim, enfrentar o mundo com responsabilidade, com muita filia, amor, inclusive aquele amor de verdade no coração, o respeito, o perdão, entender que as pessoas estão sempre modificando. Isso é muito importante. E esse espetáculo fala de tudo isso um pouquinho mais. E é um espetáculo que a gente atinge as crianças, adolescentes, os adultos, o pessoal da da melhor idade, principalmente porque o pessoal da melhor idade dá muita risada com o espetáculo, porque eles se vem quando eles eram pequenininhos e vê eles educando os filhos e educando netos e assim vai. É muito. E já a gente vai acompanhar uma apresentação de vocês também, pelo menos um trechinho, né, pro pessoal eh dar uma olhadinha. A gente vai, como disse o Walter também entrevistar o Carlos Henrique, que é ator, interpreta, cigarra e autor de várias eh músicas da peça. Como eu disse, já está preparado, já está com o violão dele também. Já já vamos bater um papo com o Carlos Henrique aqui no Conexão Cultural. Walter. Bom, eh, isso é importante. Como que você vê, até pegando esse gancho aqui em Campinas, eu tenho percebido que as pessoas eh tão cada vez mais envolvidas com a cultura, com o teatro. Você vê isso também ou não? Eu vejo isso, embora falta muito ainda, né? A gente não vive de campanha de popularização do teatro, né? Se você não entra num edital, você não tem certas possibilidades, né? E a gente vitimilita muito nessas políticas públicas que é necessário melhorar demais. Esse é um é um elo, simplesmente é um é um evento que acontece anualmente, mas a gente tem lutado e esperamos por melhores dias, até porque o centro de convivência foi reinaugurado. Eu não vou dizer se eu tenho prazer ou desprazer, mas o último espetáculo apresentado no centro de convivência antes dele fechar foi da companhia Senart com espetáculo A Caravana da Ilusão de Alci Araújo, dia 12 de fevereiro de 1900 e de 2012. E o que o Walter falou é a verdade, precisa avançar, mas eu acho que hoje as pessoas estão mais interessadas. Ou ou você não não sente isso assim? Eh, sim, sim, sinto sim, porque cada dia nós estamos evoluindo mais, produzindo mais e essa questão dos dos prêmios, né, essas leis de incentivo, elas têm alavancado muito, né, essa questão de políticas públicas também, né, Walter? Isso é fundamental, né? Sim, sim, sem dúvida. E o Walter que adora aí eh teatro e cultura e também gosta de futebol, né? Gosto. Sou até bugrino. Estamos sofrendo um pouco, mas tá melhorando, né? Não tem problema, um dia melhora, igual o teatro campineiro, as coisas vão subindo, tá melhorando, quem sabe nossos times também vão vão melhorando. É isso aí, Walter. Muito obrigado. Mais alguma coisa você queira passar aí pra galera que está em casa acompanhando Conexão Cultural aqui na tela da TV Câmara Campinas. Eu quero dizer para esse público campineiro prestigiar bastante o teatro, nem que for lá para dizer não gostei do espetáculo, depois mandar um uma mensagem pra gente dizer gostei e tá distribuindo porque o povo tá fugindo do teatro. A o público já não é mais o mesmo de sempre. Nós teremos 750 lugares à disposição. Então, né, não não é fácil, né, a gente ter levado o espetáculo assim. Porque o nosso público tá sempre renovando, mas a gente vai vai chegar, tá feliz com o que temos. É isso aí. Boa. Bora bater um papo então com o Carlos Henrique. E cetos cantores, vocês os verão arrastando a multidão. Inceretos cantores, vocês os verão conquistar seu coração. Bom, ele interpreta nada mais nada menos do que a cigarra na peça. É isso. Muito obrigado por nos receber aqui. no Conexão Cultural. Eu que agradeço o apoio, o incentivo aqui é uma forma de propagação do nosso trabalho, né, para que cada vez chegue nas crianças e não só nas crianças, né, porque a gente acredita que essa peça ela tem um poder de perpassar todas as gerações, né? A sua mensagem ela é muito antiga, mas ela é ao mesmo tempo muito atual, né? Ela sempre se renova. Bom, vamos falar então um pouquinho sobre a mensagem que ela procura passar. Eh, a nossa peça, ela traz a relação entre a cigarra e a formiga, né? Eh, a formiga é aquele personagem mais do dia a dia, seria um trabalhador, uma pessoa que eh vive para trabalhar, mas que não encontra muitas vezes a felicidade. A vida se torna uma rotina, é o tempo inteiro ali. E a cigarra é o contraponto, né? Ela utiliza da felicidade, ela utiliza da arte, da música, que também é uma profissão, né? E ocorre sempre esse embate, porque a formiga não acredita que o trabalho da música, do artista, da cigarra é um trabalho. E aí a cigarra tenta o tempo inteiro provar que aquilo também é um trabalho, é uma forma legítima de conquistar coisas, né, que no caso da floresta é uma outra relação, mas ali a gente traz também pra relação humana, né, que o artista ele também estuda, se dedica e que ele também merece ter o reconhecimento por isso. Não, inclusive a gente tava falando antes do de começar a gravação, porque é importante de fato essa mensagem, tendo em vista que tem muita gente que ainda pensa daquele jeito, né? Puxa vida, mas a cigarra no caso, né, que tá na na peça não tem um trabalho e tudo mais, como que é isso para você que que é artista? Enfim, então eu eu falo que eu me enxergo muito na cigarra porque eh ela encara a música, a arte de uma forma tão bonita, né, que são anos para você tocar um instrumento, ano anos para você aprender teatro, dança, né, as diversas formas da arte e o quanto o artista se dedica para aquilo. E muitas vezes a sociedade, as pessoas em geral, elas não enxergam o artista como uma profissão. Eh, então ele ele mostra muito bem isso, a relação do da dedicação com a música, com a arte, o quão é importante para todas as pessoas, né? Porque todos nós buscamos a arte de alguma forma. Quando a gente chega em casa para relaxar, a gente vai assistir um filme, ouvir uma música. Então, tudo isso nutre a nossa alma, né, o nosso ser. E o artista ele é fundamental na nossa sociedade. Bom, o pessoal já eh conseguiu ver um pouquinho, uma palinha sua. Bora para mais uma agora um pouquinho maior. Vamos. Qual que vai? Vou mostrar uma música do início que fala da relação da cigarra e da formiga. Boa. Enquanto a formiga carrega a comida para o formigueiro, a cigarra canta, canta o dia inteiro. Enquanto a formiga carrega a comida para o formigueiro, a cigarra canta, canta o dia inteiro. A formiga só trabalha, a cigarra é só cantiga. A formiga só trabalha, a cigarra é só cantiga. A formiga é só trabalho e a cigarra é só cantiga. Bom, eu prestei bem atenção na letra. Enquanto a formiga trabalha para levar a comida pro formigueiro o dia inteiro, né, a cigarra tá lá mandando um sonzinho, né? Isso. Mandando, eh, fazendo todo o ambiente pra formiga, né? Tornando o ambiente mais leve, harmônico, né? Porque a gente vai ver na natureza existem notas musicais, né? O som das águas tem uma nota musical, o som da floresta emite um som, né? Tem alguns animais que cantam, por exemplo, a cigarra, ela pode atingir quase 120 db. Então, eh, o poder de um isso é tão minúsculo que produz um som tão alto, né? Então, a música tá presente na floresta, tá presente no nosso dia a dia. É, o pessoal que tá em casa, muita gente tem interesse em fazer teatro e tudo mais, eh, como que é o dia a dia de vocês? Muito ensaio, muito trabalho, tem que ser bom para caramba de memória, tem que tá ter um preparo físico bacana também, porque às vezes fica muito tempo em pé fazendo toda a encenação. Como que é isso? Então, é um processo diferente para cada um. Tem pessoas que t uma facilidade, tem pessoas, tem um dom, mas todos deveriam eh poder ter acesso à linguagem do teatro, porque o teatro ele ele traz na gente uma oratória melhor, a nossa memória, como você falou, porque a gente faz uma peça, sei lá, de uma hora. E como que memoriza isso? Então é um trabalho de que a gente vai trabalhando, principalmente o nosso lado esquerdo do cérebro, que muitas vezes é tão negligenciado, né? Eh, então você decorar uma peça não é impossível também, não. Então a gente, como a gente faz? Primeiro a gente cria o texto, né, o roteiro, em cima dele a gente trabalha. Então, a gente vai trabalhando por cenas, eh, pensando nas roupas, no cenário, tudo isso. Então, são meses, às vezes quase um ano de preparação, aprendendo as músicas, criando as músicas, criando todo o contexto, né? E sempre a gente vai mudando também, melhorando, que a gente vê o que pode melhorar. Ao longo dos anos a gente foi criando músicas novas, então cada vez sempre buscando coisas novas para enriquecer o nosso espetáculo. Bom, e por falar em música, bora para mais uma. Vamos. Qual que é? É o rap da o ensaio da cigarra. Pode cantar um pouquinho, tocar um pouquinho mais se quiser, tá? F à vontade. Sou a cigarra e gosto de cantar. Meu sonho sempre foi ver a minha estrela brilhar. Pros palcos eu vou soltar minhas asas, pois sei que aqui é o lugar onde sonho não acaba. O show na floresta ele nunca acaba. O show na floresta ele nunca acaba. E eu sou a cigarra e gosto de cantar. Meu sonho sempre foi ver a minha estrela brilhar. Pros palcos eu vou soltar minhas asas, pois sei que aqui é o lugar onde o sonho não acaba. E o show na floresta ele nunca acaba. O show na floresta ele nunca acaba. Ele nunca acaba. O son floresta ele nunca acaba. Que isso, hein? Sensacional. O homem tem o dom mesmo, hein? Coisa linda, hein, Henrique? Coisa linda. Sensacional. E aprendeu a tocar violão faz muito tempo ou não? Então, quando eu tinha 15 anos, eu fiz parte de um curso eh gratuito de música lá na minha cidade. Eu sou de Belém do Pará. Belém. Você é Pai Sandu, Remo ou Tunaluso? Pai Sandu. Pai Sandu. Papão. O Papão. E então aqui temos um torcedor do Guarani que é o Walter, que conversou conosco, né? É um pouquinho antes do Carlos Henrique e agora o Henrique, torcedor do papão da Curuzu. Isso. Então, quando eu tinha 15 anos, eu fiz parte de um projeto da escola de música da Universidade Federal do Pará, que lá eles ofereciam um curso gratuito de violão. E foi lá que eu comecei a aprender. Mas eu fazia piano também quando era criança. No mesmo sempre gostou então dessa pegada da arte, de música. Então, sempre foi. Aí depois eu fui e fiz a faculdade de música também. Boa, parabéns pelo trabalho. Obrigado. Valeu, galerinha. A gente vai acompanhar um pouquinho, não é? É do ensaio da peça, um pouquinho dos trechos aí da peça e na sequência a gente volta depois o intervalo com mais aqui no Conexão Cultural. Até já. Em uma floresta não muito distante daqui existem vários insetos. Existe a formiga que acabou de passar aqui com muita pressa, pois está trabalhando, né? Colhendo gravetos, folhas, frutos. diz que o inverno já tá chegando, mas o inverno ainda está tão longe. Eu não entendo tudo isso. Ai, desculpe, eu nem me apresentei. Eu sou o si, eh, a cigarra da floresta. Eu adoro cantar. Essa é a minha profissão. Eu sou artista, sou músico. Vou mostrar para vocês a minha nova canção. Eu tenho certeza que essa canção vai sacudir todas as florestas do mundo. Inetos cantores, vocês os verão arrastando a multidão. Insetos cantores, vocês os verão. Conquistar seu coração. Sou a cigarra e gosto de cantar. Meu sonho sempre foi ver a minha estrela brilhar. Pros palcos eu vou soltar minhas asas, pois sei que aqui é o lugar onde o sonho não acaba. E esse é o início de um sonho, um sonho em que eu e vocês viveremos juntos. Ah, eu já vejo uma carreira linda pela frente. Já posso até ver o meu nome brilhando lá em cima e o público gritando bem alto: "Cigarra! Cigarra! Cigarra! cigarra. Nossa, eu já tô ficando até famoso. Eu sempre imaginei como seria, mas não sabia que ia chegar logo. Ah, o artista tem que est sempre pronto pro show. Inclusive, eu imaginei até uma dupla, uma dupla, mas a formiga não quer. Ai, mas eu vou convencer a formiga. Eu já sei até o nome. Era Formigarra, uma dupla de insetos cantores. Eu acho que ia fazer mais sucesso ainda. Acompanhem tudo que essa dupla vai sacudir as florestas do mundo. Conexão cultural. Agora o segundo bloco. A gente segue, portanto, falando aí sobre essa campanha de popularização do teatro em Campinas. Como vocês acompanharam no primeiro bloco quando a gente falou sobre peça infantil também, agora vamos abordar mais teatro, só que voltado para o público adulto. Conosco aqui está o Artur Casagre. Ele é diretor de uma peça bem bacana depois que ela se foi. Bom, pra gente entender um pouco mais sobre isso, o Artur vocês já estão vendo, está aqui conosco. Tudo bem, Artur? Tudo certo. Boa noite, bom dia, boa tarde a todos, né? Isso, exatamente porque o pessoal assiste em qualquer horário, fica rodando no YouTube, na nossa programação. Bom dia, boa tarde, boa noite. Gostei. Gostou? Ô, boa. Principalmente eu acho que dessa boa energia que a campanha de popularização do teatro traz pra gente aqui em Campinas. Boa. Bora falar sobre a campanha. Já já a gente vai falar sobre a peça, por favor. Olha, eu acho que a campanha ela vem num momento muito importante para Campinas. Obviamente tem todos os anos, mas eu acho que agora ela favorece duas partes daqui de Campinas. Os grupos teatrais. Eu acho que os grupos teatrais são favorecidos de ter um acesso ao equipamento cultural que é o Castro Mendes. A gente pode apresentar num palco com iluminação, uma sonoplastia de qualidade. Eu acho que isso é importante. E a segunda coisa, principalmente é a democratização do acesso ao do ingresso para quem for assistir, porque são preços acessíveis para todos, todos, todos, todos podem ir assistir teatro aqui em Campinas. Isso eu acho maravilhoso da campanha, não? E você falou uma coisa realmente muito legal, porque acaba incentivando todos os públicos, não é? Porque às vezes o cara não tem muita condição financeira, quer assistir a uma bela peça de teatro, fazer um programa bem bacana e e tá caro, mas não é a popularização de fato legal, tem muita peça de graça inclusive, né? Exato. E para todos os públicos, não é? que nem você falou, tem do infantil, tem do adulto, tem do musical, tem da do drama e principalmente do drama, que é o que nós estamos trabalhando aqui no depois que ela se foi nessa peça. Bom, galerinha, eu tô aqui com o Artur já, já o Mateus vai falar, ele é ator, fez o Tony, né, que é o personagem principal também. O Anthony Araújo, ator e músico, fez o Vanderlei, o músico e o personagem. Então a gente vai bater um papo com a galerinha, vai ter som também para vocês aqui no Conexão Cultural. Bora falar então sobre essa peça, bora então. Depois que ela se foi, essa peça que fala sobre memória. Memória. Sobre memória. Mas não só aquelas memórias que a gente gosta, mas a gente toca ns assuntos, principalmente quando a gente fala do que pode ser um trauma para uma figura. Então, eh, nós trabalhamos nessa linguagem do realismo psicológico, que é o que aconteceu na vida de Tony, quem é essa figura? Por que que a gente precisa ouvir a história dessa figura? Porque essa figura conta a sua história. E conta a sua história de uma forma de como resistência. Conta a sua história de uma forma que o público entenda que todos nós passamos por momentos difíceis e vamos passar na vida. Então, é uma peça que vai falar sobre se entender, sobre se aceitar, sobre lutar pelo que você acredita. Boa. E como que é a história assim pro pessoal de casa entender um pouquinho mais? Vou começar, só que ela é um pouquinho pesada. Hã, Tony chega a cena depois do luto da mãe. A mãe acabou de morrer. Cuida de uma pensão e nessa pensão, a hora que chega e se depora depois de um luto, ela tá toda vazia. Mas tem uma figura que já tá no sofá tocando um samba e essa figura não foi convidada, que é a figura de Vanderlei. Então Tony chega com a cabeça já pensando no que tá acontecendo na sua própria vida. E a partir dali, nesse encontro com Vanderlei, ele vai acessando memórias, lembranças, fantasmas de quem ele foi e de quem ele é. Puxa, você é ator também, não dessa peça, mas é ator. Sou, sou também. Que que manda super bem aí, super solto, né? Então, eu sou formado na Unicamp Art Cênicas e aí esse é o segundo ano agora no mercado de trabalho, tá? Trabalhando ativamente. Boa. É isso aí. Diretor da peça, né? Diretor também. Exatamente. Diretora aí, qual o maior desafio de um diretor de uma peça de teatro? Eu acho que o maior desafio é a escuta, por nós somos o ponto de vista do público. Então, além de lidar com o ator, além de lidar com tudo aquilo que tá acontecendo, mas é escutar o que tá acontecendo e como que o público pode escutar tudo isso. É, não é? Então, eu acho que a figura do diretor é a figura que vai intermediar a relação entre o público e o ator, o que acontece no palco e o que acontece na plateia. E vocês são campineiros? Eu, os dois são, né? O Mateus Topan é campineiro, o Anthony Araújo é campineiro também. Só que eu sou de uma cidadezinha lá do interior. Espírito Santo do Pinhal. Espírito Santo do Pinhal. Longe, longe, pequenininho, desse tamanho. É região da onde mesmo? É aqui. É de São Paulo, divisa com Minas. Não, mas é São José do Rio Preto, é São João da Boa Vista ali. Ah, São João da Boa Vista. Perfeito. Isso mesmo. E aí, só que o grupo é campineiro. Então, a Tato foi fundada no ano passado, em 2025. E essa foi uma peça que nós levamos para alguns festivais, levamos pro festival de taperá em salto e ganhou algumas premiações. Ganhamos melhor cena, melhor direção e melhor sonoplastia. Então é uma peça que a gente tá querendo continuar os trabalhos, continuar trazendo e discutindo, discutindo arte, que eu acho que esse é o principal foco da CAT. Valeu, Artur, obrigado. É isso, maravilha. Bora, bora agora com Mateus Topan, como eu disse, galerinha, faz o Tony, que é o personagem principal da peça. Tudo bem? Beleza, muito obrigado por nos receber aqui. Eu que agradeço, imagina. Bom, qual que é a sensação, a responsabilidade de fazer o ator principal da peça aí? É grande, né? Grande. Então, viver o Tony é sempre um desafio, né? Esse personagem já me acompanha há alguns anos e sempre que eu estou na sala de ensaio e vou pro palco, são novos desafios e novas vivências, né? Então, questão de preconceito, questão de vivência dele são é um personagem periférico, né, do subúrbio. Então, eh, eu costumo falar que são aquelas pessoas invisíveis às vezes no nosso dia a dia, né? Então, assim, eu gosto bastante, né? Eu gosto de defender o Tony o máximo possível e aí na peça ele encontra uma outra pessoa para poder dialogar e lembrar um pouquinho da história e de quem ele é. Boa. Quanto tempo tem a peça? Tem mais ou menos 55 minutos. Horário bom, né? Tempo bom, né? Ótimo. Ali, ó, rapidinho. Tempo bom. É, dá, passa o recado, né? Exato. É uma peça assim equilibrada que você às vezes quando termina você quer mais, né? Assistir mais. Ela é tão intensa de um ato pro outro que vai te levando, vai mostrando essa parte das memórias, né? Então é uma peça que passa 50 minutos, mas às vezes preenche assim um vazio em você imenso. Bom, Mateus, você sempre que seguir essa área? Sempre quis ser ator, desde pequenininho entrei no Macunaíma, me formei em 2019 e hoje a gente tá na estrada lutando ali. Quem é artista sabe que é difícil, né? Eh, mas sempre que não é fácil, né? Eu ia tocar nesse assunto justamente quais os grandes desafios aí, as dificuldades. As dificuldades muitas vezes é um local para apresentação que a campanha ajuda bastante, entendeu? É um local lindo com iluminação, som, né, que você possa apresentar grupos novos que podem surgir e apresentar em um palco, né, com uma plateia gigantesca, né, nessa divulgação, com eh ingressos bem acessíveis. Então, principalmente é fomentar realmente as pessoas da região metropolitana de Campinas a consumir o teatro, entendeu? Dar valor aos artistas realmente que às vezes tem alguns tesouros ali e algumas salas de teatro. Como você se interessou aí por teatro? Foi na igreja, eh, um irmão meu me trouxe, fez uma peça de Natal e quando primeira frase eu falei assim: "Eu quero estar aqui". Tinha 7 anos. Olha só. Isso vivi durante até os meus 15, entrei na escola de teatro, me formei e depois continuei nessa nesse caminho. Eh, sempre com essa vida paralela de artista, né? Muitos finais de semanas dedicados. Costumo falar que para eu tá aqui ou para est fazendo teatro, precisei ficar bastante longe de quem eu amo ensaio. Então, não é fácil. Não é fácil, né? A frase não posso tenho ensaio é mais frequente do que a gente imagina, né? Então muitos compromissos com essa não posso ensaio. Boa, boa. Sensacional. Bom, qual o recado que você deixa, Mateus, pro pessoal que tá em casa acompanhando a gente, assistindo ao programa, ao Conexão Cultural, galerinha toda ligada. Bom, sempre tem alguém, né? E e tem bastante gente que gostaria de seguir essa área, né? Qual a dica que você deixa? Consuma teatro. Consuma teatro. Eh, siga bastante páginas para se inteirar nisso. Pesquise escolas de teatro, seja paga ou seja gratuita. Tem muitos eventos beneficientes, que às vezes é apenas um dia que você pode participar. Procure grupos de teatro, manda às vezes um uma mensagem pelo Instagram e convidando realmente querem entender um dia de ensaio, entender como que é essa vida. E se realmente você se interessar, se aprofunde, pode ser tanto numa graduação como num curso técnico, eh, para adquirir essa experiência, tirar o seu DRD, a sua, seu diploma, né, de ator e aí tentar trilhar essa vida com algum grupo, seja no cinema, seja no teatro, se descobrir, né? Eu sempre incentivo quem me pergunta. Eu sempre incentivo esse ator. Bom, galerinha, teve música no primeiro bloco, agora vai ter também no segundo bloco pra gente concluir o conexão cultural. Estou aqui com o Anthony, que é ator e músico também. Beleza, tudo joia? Sim, tudo joia. Maravilha. Bom, na peça você faz o papel de Vanderlei, que é músico. Sim, sim. Como que é ele na peça? Vanderlei é uma página em branco com sede de preencher. Ele é ele é um cara os mais velhos costumam dizer que ele é o último dos românticos, né? Então ele se aproxima, ele chega naquela pensão e em um determinado momento ele conhece o dono da pensão e é gostoso porque rola um contraponto entre as duas histórias e a peça ela é levada pela música. A música ela guia a peça e dessa forma ela se constrói. Bom, o Anthony Araújo também além de música é ator. Você faz as duas coisas. Faço as duas coisas. Bom, e o pessoal de casa deve est falando: "Puxa vida, mas ele não vai tocar." Se toca violão, né? Bora dar uma paninha. Você pega o violão pra gente lá. Bom, galerinha, estamos aí no Conexão Cultural. Bora ver um pouquinho aí dele tocando. O Anthony Araújo, ator e músico, conosco aqui. Que que você vai mandar pra gente, pro pessoal que tá em casa? Bem, eh, a gente teve a oportunidade de fazer um trabalho de pesquisa muito grande nessa peça e o meu pai é músico aqui da região, Jorginho Araújo, então eu tive a possibilidade de inserir algumas das músicas dele nessa peça e também acaba sendo um formato de de homenagem para ele, né? Então, a gente tem uma música aqui que é dele que se chama Descendente de Alibabá. Boa. Olha o menino que tá de butuca jácou pastel. Sabi, garoto. Desse jeito você vai pro céu. Parece um gato com um olho no aquário e outro no corredor. Parece um saco. Saco sem fundo social. Desamor é uma das músicas que a gente tem na peça, pô. Muito bom. E o cara manda bem aqui, porque não é fácil não tocar câmera ligada, né, cara? É um pouquinho difícil, mas a gente se acostumando. Como que é o seu papel? fale um pouquinho mais sobre o seu papel na peça e depois vou perguntar para você também, porque é legal essa questão da popularização. Claro, claro. O Vanderlei, ele, como eu disse, né, ele é um ele é um romântico, ele é um artista com sede de novas histórias, porque é daí que ele tira inspiração pras músicas, pros textos que ele escreve. E e aí quando ele encontra esse o personagem principal que é o que é o feito pelo Topan, né, que é o Tony, ele acaba conhecendo essa nova história, uma história que a princípio tem um um uma dramaticidade muito forte, mas ele encontra beleza nisso e a partir daí eles têm um um virada de chave aonde essa história ela é contada e e o Vanderley faz parte disso. Ele ouve, ele conhece, ele ele é um bom ouvinte. antes dele falar, antes do artista falar, ele ouve muito bem, então ele é um observador muito nato e a partir daí a peça se desenrola. Bom, e dá para você dar uma palinha de alguma coisa que você toca na peça? Claro. Opa. Vamos lá então, galerinha. Conexão cultural. Bora lá. Quando você foi embora, fez-se noite em meu viver. Forte eu sou, mas não tem jeito. Hoje eu tenho que chorar. Minha casa não é minha e nem é meu esse lugar. Estou só e não resisto. Muito eu tenho para falar. Solto a voz nas estradas, já não quero parar. Meu caminho é de pedra. Como posso sonhar? Sonho feito de brisa. Vento vem terminar. Vou fechar o meu pranto. Vou querer me matar. Boa. Parabéns, viu, cara? Pô, manda super bem. Eu admiro demais quem toca e canta, não é? Ao mesmo tempo. Porque, cara, você tem que estar focado no violão e também na letra, né? Sim. E no caso da atuação, você tem que tá ligado na performance, né? Então não tem só como você executar a música para executar. Exatamente. Pô, parabéns. É um trabalho, um desafio mais legal. Boa. Pra gente concluir, então fale um pouquinho sobre a importância da popularização do teatro. É como Topan já falou, então acho que a pessoa que quer ver teatro, ela tem que estar no teatro. A pessoa que quer estudar teatro, ela tem que estar no teatro. A gente tá num momento muito bom. a gente vem aí de uma ascensão artística no país, então a arte ela não pode morrer. Então as pessoas elas precisam assistir peças, elas precisam ir ao cinema, elas têm que ver recitais, elas têm que ver tudo isso. Então é muito importante e nós somos apenas o mais veículos eh disseminando a arte no país, em Campinas, principalmente. Valeu, valeu. Muito obrigado. Parabéns Araújo conversando conosco, agradecendo também toda a galera, o Artur também, o Mateus, conversaram com a gente aqui no Conexão Cultural. Valeu galerinha, tchau e até a próxima oportunidade. Obrigado. เ
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do CONEXÃO CULTURAL

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
32:05

Conexão Cultural | Instituto Hilda Hilst

35:15

Conexão Cultural | Canto Coral e Iniciação Musical

32:42

Conexão Cultural | Canto coral e iniciação musical

35:01

Conexão Cultural | Festival Artes pela Paz agita Campinas com arte e poesias

38:59

Conexão Cultural | Cineastas revelam como nascem os filmes em Campinas

35:47

Conexão Cultural | Cirque Amar: Megaestrutura, música e atrações internacionais

32:12

Conexão Cultural | Olorumayê - histórias africanas no braile

33:28

Conexão Cultural | Rock campineiro com palhaços da Cidade e sutiã rasgado

38:47

Conexão Cultural | Pinóquio no teatro e o projeto “a escola vai ao teatro” em Campinas

46:41

Conexão Cultural | Nem sangue nem areia: samba-enredo 2026 e 80 anos em Campinas!

34:51

Conexão Cultural | Campinas: terra indígena e exposições potentes

40:58

Conexão Cultural | Artes cênicas: como é o dia a dia de atores, atrizes e bailarinos?

37:18

Conexão Cultural | Arte e movimento: cultura, expressão e identidade em Campinas

32:47

Conexão Cultural | Batalha de rima em Campinas: juventude, hip hop e voz da periferia

35:23

Conexão Cultural | Mãos que moldam histórias: esculturas, caricaturas e inspiração

41:44

Conexão Cultural | Cupinzeiro 25 anos: samba, cultura e cantos ancestrais cariri-chocó

34:15

Conexão Cultural | Dona elza: arte, envelhecimento e transformação com verônica fabrini

32:36

Conexão Cultural | Moli 2024: a força da literatura independente em Campinas

37:00

Conexão Cultural | CINEGRO 2025: festival de cinema negro ocupa o MIS

34:56

Conexão Cultural | Agora é que São elas: rap feminino de Campinas: Joana Black & Duarte

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
5:55

Adote Um Bichinho | Semana 01 a 06 de Junho de 2026

31:17

Em Pauta | Roberto Alves

33:55

Faça Você Mesmo | Laços Cabelo Copa

34:35

Ponto de Vista | O Brasil está falhando com seus povos originários?

41:17

Questão de Ordem | LDO 2027: Como será definido o orçamento de Campinas?

30:47

Saúde é Vida | Osteoporose

17:34

Câmara Na Copa | Álbum do Mundial vira febre e curiosidades da Copa surpreendem

5:45

Câmara Notícia | 27ª Reunião Solene 2026