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Meu Bairro na TV | Jardim Miriam
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Meu Bairro na TV | Jardim Miriam

852 views Publicado 24/08/2026 HD · 59:11

Descrição do vídeo

O Jardim Myriam Moreira da Costa (registrado frequentemente em órgãos oficiais como Jardim Miriam M. Costa) é um loteamento residencial em Campinas (SP) cujo nome homenageia Myriam Moreira da Costa, figura da sociedade paulistana ligada aos proprietários ou idealizadores das terras originais daquela região leste/sul da cidade.

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[música] Bom, pessoal, meu bairro na TV. Desta vez estamos no Jardim Miriam, que fica na zona leste de Campinas. Olha aí no mapinha. [música] [música] [música] Bom, a gente vai mostrar muita coisa legal. Tem o trabalho realizado pelas igrejas aqui no Jardim Minion. Também fomos conhecer uma coxinha que fica bem na entrada [música] do bairro, uma delícia. Também fomos até a Fumec conhecer o trabalho do pessoal. Entrevistamos uma pessoa ligada aí a uma causa ambiental aqui do bairro. Claro, né, gente? Tem a hora da receita, uma fatia húngara, uma delícia, não dá para perder. Fique com a gente. [música] Bom, galerinha, estamos aqui no Jardim Miriam, abrindo o meu bairro na TV da melhor maneira possível, porque estamos nesse kiosque já tem quase 20 anos. Esse ano vai completar 19 anos. O Gui que é tocado por três irmãos. E a gente vai, claro, falar um pouquinho sobre as coxinhas que tem aqui, [música] que são super tradicionais. também contar um pouquinho sobre a história do kiosque começou com uma Kombi. Ó, tá bem atrás de mim ali o Valdecir Saraiva, o nosso repórter cinematográfico, o carioca, tá mostrando pra gente. Estou aqui com a Aline, é ela e mais dois irmãos. Tudo bem, Aline? Beleza? Muito obrigado por nos receber aqui no Kiosque da Alegria. É um prazer receber você, cara. Essa coxinha aqui é um sucesso, né? É, o pessoal gosta bastante. Qual que é o carro chefe aí? Olha, costela com mussarela sai bastante. Fraldinha na mostarda também. Pessoal gosta bastante. Qual que é essa aqui? Essa é a costela comarela. Ah, tá. Essa essa sai bastante mesmo, né? É, o pessoal gosta. Bom, vamos lá. Conta um pouquinho sobre a história aqui, como vocês começaram, como eu disse numa combi. E eu tô vendo que tem sempre uma galera, né? Enquanto isso eu vou comendo aqui, viu? Valdecir André, nosso kiosque eh começou com o nosso pai, né, em 2007 e ele começou vendendo numa perua, né, na Kombi, caldo de cana e cocos gelado. E aí ele passava por um momento difícil, né, tratamento de saúde e ele colocou o nome de kiosque da alegria porque ele saía do tratamento da quimioterapia e vinha aqui para cá. E ele gostava, se sentia bem, né? Se sentia feliz aqui. E a gente, em homenagem a ele deixou esse nome, Kiosque da Alegria. Porém, o pessoal conhece a gente como kiosque da coxinha, a barraca da coxinha, porque começou no caldo de cana e no coco gelado, mas aí pessoal foi pedindo pastel, foi pedindo salgado e acabou que a gente vende hoje coxinha com massa de mandioca e o pessoal gosta. Aí vende também vitamina de açaí que a gente vai mostrar aqui também. É, então já faz quase 20 anos que a gente tá E assim é um é bem familiar o negócio. Então você contou agora a história do do seu pai e tudo mais. Então vocês [música] são em três irmãos, né? Somos em três irmãos que que toca todo dia. Nossa. E é uma delícia a coxinha, viu? É gostosa, né? Olha. Vale a galera aqui do bairro. Vem todo mundo vem. O pessoal do bairro gosta da gente sempre. apoia a gente também quando a gente precisa. Já passamos assim por dificuldades, né, que uma época pegou fogo nosso kiosque. A gente precisou recomeçar do zero e o pessoal do bairro [música] sempre veio aqui, apoiou, ajudou no que a gente precisou, pessoal se dispôs. E não é só do bairro, né, Lind? Vem uma galera de Não é, vem, nossa, vem pessoal de toda a região, deuariuna. É. Ah, vem bastante gente. É que aqui a gente tá pertinho, né? Caldas, Mojimirim, Moguaçu, pessoal que passa na pista sempre para aqui. E qual que é o segredo dessa coxinha? Que olha, é espetacular. Vale. Vai comer já já. Ele tá salivando ali o nosso cinegrafista. O segredo? Eu não sei, eu não sei te falar. O pessoal gosta e a gente trabalha com carinho, com amor, se dedica, né, a sempre tá um salgado gostoso pro pessoal. E vocês funcionam aqui de segunda, segunda a sábado. Sábado a gente trabalha que não domingo quem quiser comer uma coxinha deixa pra segunda. Isso. Isso. No domingo é o nosso descanso, tá? E aqui quais sabores que tem assim? Porque, por exemplo, aqui nós temos essa que é deão. Essa é camarão com requeijão. Camarão. Olha só, gente. Camarão com requeijão. E essa fraldinha na mostarda. Eu vou experimentar já. Essas daí para falar pr vocês também. A de a de frango com requeijão também sai bastante. É muito boa também. Sai bastante pastel aqui. Pastel com caldo de cana. No sábado. O pessoal gosta, desce pr para comer. A gente vai bater um papo com a sua irmã também para saber como que é o o bairro aqui. Sim. É. Tá bom, Aline. Bom, obrigado. Eu que agradeço. Valeu. E parabéns pela coxinha. Vocês que fazem. Não é uma fábrica que faz a gente só revende. Maravilhoso. Parabéns. Bom, e agora com a Mariana, né, que também ajuda aqui a administrar o quiosque da alegria. Tudo bem, Mariana? Muito obrigado por nos receber aqui. Obrigado. Eu que agradeço. Vocês nasceram aqui no Jardim Mira? Nós nascemos aqui. Eu tenho 29 anos, sempre morei aqui, agora moro no bairro vizinho. Mas para mim assim é. Qual bairro você mora? Eu moro no Parque dos Pomares. Bom, chegou aqui a vitamina de açaí, que também é bastante conhecida aqui. Sim. Uma delícia também. Além do caldo de cana, é outra hum outra opção aqui que a gente tem. Que delícia. E tem o caldo de cana, ó. Tem. Já tá separadinho pro Valdecir [música] aqui, ó. Tomar mais um pouquinho aqui dessa vitamina de açaí que faz bem também, né? Faz bem. Dá uma energia boa, né? Dá bastante. Tem pó de guaraná, xarope de guaraná. Ela dá uma revitalizada. Nossa, que delícia. E eu tava conversando com a sua irmã, essa aqui é de camarão, né? Isso. Camarão com requeijão. Essa. Bom, fale um pouquinho sobre a história de vocês aqui no bairro. Você tava me contando que é vocês nasceram aqui, né? Isso. Nós nascemos aqui, né? Nosso parque deu início aqui ao comércio e pra gente é um privilégio, né, poder trabalhar aqui nesse bairro. A comunidade aqui também sempre vem nos prestigiar aqui. [música] Pra gente é muito gratificante. E eu percebo que é um ambiente bem familiar, né? Sim. Aqui é nossa, que delícia essa de camarão também. Tá boa essa que legal. Nossa, camarão com com requeijão. Nossa, bom demais. Na massa de mandioca. Uma delícia. E aí, aqui é tudo família. Nossa mãe também vem aqui, ajuda a gente na parte da manhã, dá uma geral aqui. E como que é a história da Kombi? A história da Kombi é o seguinte, ela que deu início a tudo, né? Eu vinha com o meu pai na Kombi, tinha 10 anos na época, então eu estudava um período do dia e aí depois a gente já vinha para cá e aí vendia caldo de cana, vendia coco. A gente tinha uma uma adaptação ali na onde a gente puxava o engenho da cana. Era bem assim improvisado ali, adaptado, mas funcionava. Isso. Eh, já faz quanto tempo que você falou? Eu já faz, a gente vai completar 19 anos. Eu tinha 10 anos na época, foi em 2007. Mas a Kombi, a Kombi foi em 2007, 2007. 2007, o início de tudo aqui. A gente nem tinha essa rua, por isso que ela tá aí, sempre simbolizando assim. Abi não existe mais. Não existe mais. Já passou pra frente. Mas tem bastante foto. Tem algumas. Na época a gente não tirava tanta foto assim, mas existe foto assim para vocês lembrarem da coisa? Se procurar acha, se procurar no baú ali a gente acha. E qual que é a relação de vocês assim com o bairro? Porque aqui também tem bastante comércio. Tem bastante comércio agora. Tem igrejas, tem restaurantes, tem, né? Tem tem outros [música] comércios também que estão aqui desde o início do bairro. É, a gente tem uma relação boa, a gente já passou por muitas situações aqui onde o bairro nos ajudou, a escola aqui perto também. No início a gente não tinha água encanada, então a gente podia contar com a ajuda da escola. Eles forneciam pra gente ali um legal. Olha que legal isso daí, né, gente? Isso. Então, quer dizer, uma rola uma união parceria. Isso. Estamos aqui no Jardim Minion, pessoal, onde está o kiosque da alegria e realmente tem muita alegria por aqui, porque a coxinha é maravilhosa. Isso mesmo. O nome é por conta do meu pai, não sei se a minha irmã comentou. É, então comentou muito legal, uma história inspiradora, né? Isso. Continuar o legado do nosso pai. Bom, e pra gente concluir super bem, não é, a nossa visita aqui ao kosquin da alegria, bora bater um papo com a galerinha que tá comendo a coxinha. Vocês comem sempre essa coxinha aqui? Sim, sempre. A gente mora em Olambra, quando a gente a gente vem para cá, pro lado de Campinas, é nossa parada preferida aqui. Super a pena. Nossa, muito a pena. Olha, até hoje para mim é a melhor coxinha. Que é essa coxinha? Eu adoro camarão, né? Camarão. Também comi camarão. É, para mim a camarão e a de fraldinha. O senhor gosta da coxinha ou não? Adoro coxinha. Muito boa aqui, viu? Vale super [música] a pena. Coxinha e um caldo de cana. Qual é a sua preferida? A minha que eu peguei agora foi fraldinha com mostarda. Apetite. Op. Obrigado. [música] Bom, pessoal, depois de comer a coxinha, uma delícia, diga-se de passagem, andando aqui pelo bairro, encontrei uma igreja evangélica nazarina. Tô aqui com o pastor Olivaldo. Tudo bem com o senhor? Tudo bem, André. Seja bem-vindo aqui à nossa comunidade. Obgado. A Igreja Nazarena, Donai, situada aqui no Jardim Míria. É um prazer receber. Quanto tempo tem aqui a igreja? Nós estamos há 24 anos. Vamos comemorar agora no mês de setembro 24 anos da igreja aqui eh nesse local. Boi. Como são os trabalhos aqui? Então, nós temos vários trabalhos aqui, né? Temos o nosso culto, que é os cultos eh semanais, finais de semana. Também nas data específicas, nós temos nosso trabalho de ação social que nós fazemos no bairro. Todos os finais de de de ano, nós temos uma festa também, temos trabalho com as crianças, temos trabalho da ação social [música] que é realizado todo o dia do trabalhador, dia 1eo de maio, é feito o trabalho aqui, onde nós temos corte de cabelo grátis, nós temos eh eh podologia, nós temos eh eh [música] vários trabalhos aqui como bazar beneficiente. Nós temos enfermagem, nós temos [música] psicologia, nós temos advogados, nós temos pessoas que dão orientação [música] eh imobiliária para que as pessoas que queiram eh alugar ou comprar o seu imóvel. Então, nós temos pessoas profissionais, várias assistências, então, né, pastor? também [música] eh várias pessoas que dão essa assistência aqui para nós e também nós temos brinquedo para as crianças, nós temos podologia, pedicure, então vamos dizer assim, um dia da beleza para [risadas] o povo do bairro. Então é isso, é o nosso trabalho que tem sido muito bem feito e é [música] para isso que nós fomos plantados aqui nesse local. Bom, e vem a galera aqui do Jardim Miri acompanhar os cultos. Sim, a maioria aqui do bairro também nós temos vários aqui, os bairros vizinhos, né, que são Alfaville, nós temos [música] eh Pomares, nós temos Recanto dos Dourados, nós temos aqui o Xangrilá, nós temos Bosque [música] das Palmeiras, nós temos toda essa região onde nós temos famílias [música] que congregam com a gente e que serve a Deus aqui. Bom, e aqui a estrutura é bem legal da igreja, né? eh bem confortável. Qual a capacidade? Sim, nós temos aqui eh eh uma capacidade para 200 250 pessoas sentadas, [música] mas geralmente a gente não tem isso. Geralmente nós temos três eh reuniões que [música] são quintas, as quintas-feiras, temos também no domingo de manhã e domingo à noite para os cultos que nós temos, que é culto de mulheres, culto de adolescente, [música] culto de jovens. Então é uma média aí de 100 pessoas cada culto, de 80 a 100 pessoas que tem frequentado. Boa. Veio bastante gente então, né, pastor? Sim, graças a Deus tem sido [música] bênção e pessoas têm encontrado aí o alívio para E o senhor mora aqui no bairro? Não, eu moro no Taquaral e todos os dias eu tô aqui. Eu vivo mais aqui do que na [risadas] minha casa. Qual a relação do senhor aqui com o Jardim Miriam? minha relação [limpando a garganta] a relação de pastor, eh, bairro, eh, cuidado das pessoas, eh tenho [música] visitado pessoas e as pessoas têm me recebido aqui muito bem, graças a Deus, eh, tem um nome azelar, então tem sido maravilhoso participar desse trabalho aqui [música] há 16 anos. Então, é um bairro que o senhor carrega de fato no coração. Igreja na, né? É, com certeza. Porque quando eu cheguei aqui [música] há 16 anos, não tinha quase nada aqui, não tinha asfalto, só tinha asfalto na rua central. Olha aí que legal isso que ele tá falando, gente. Entendeu? [música] Então, mudou bem, evoluiu bem, mudou, mudou muito, né? mudou muito. Depois, eh, a gente foi trabalhando, a gente foi encontrando as pessoas e a gente foi crescendo com o tempo. [música] A gente foi caminhando, a gente foi avançando e nós chegamos a a uma condição que nós estamos aqui hoje. Nós estamos aqui para servir a população, a comunidade, assim como está aqui [música] também a Igreja Católica, que também serve, nós sabemos que [música] eles servem. Eh, temos também a Assembleia de Deus, temos também a Igreja Quadrangular. Então, eh, a gente se une para servir o povo. Então, é um bairro abençoado, né? Com certeza. E também nós [música] temos o nosso ação social, que é eh que nós servimos, ajudamos o povo, eh abençoamos pessoas, famílias com cestas básicas. Isso é bom, que muitas vezes as pessoas [música] estão necessitadas. Então nós como comunidade nós fazemos [música] isso e fazemos isso com alegria no coração. Valeu pastor, muito obrigado por nos receber. Eu que agradeço vocês. Deus abençoe e que Deus [música] te use aí pela frente. Oh, muito obrigado. Obrigado, pastor. Valeu. Bora rodar, galerinha. [música] [música] [música] Bom pessoal, meu bairro na TV é isso, é andando, descobrindo as pessoas. E aqui, ó, é bem a entrada do bairro, né, do Jardim Miriam. Olha quem eu encontrei aqui. Um senhor tocando uma viola. Tocando viola não, fazendo barulho. E vendendo mel. É, fazendo barulho. Tocando viola. Fazendo barulho. Porque tocar? Tudo bem com o senhor? Qual é o seu nome? Tô carro não aprendo. É por causa da idade, né? Mas eu faço uma barulheira aí. Qual seu nome? Lain Soar Dias. E o senhor tá aqui faz tempo, seu Lauzinho? Ah, meu filho mora aqui faz tempo. Eh, eh, que era para mim ter comprado casa aqui, mas a gente ficou deixando aquele terreno do posto era para ser nosso, mas eu com meu je ficou enrolando, não compremo. E o que que o senhor toca aí na viola? Eu não toco nada, eu faço barulho. Então, faz um barulhinho pra gente aí. Eu faço barulho. [música] Ô louco, manda super bem. Eu [música] [canto][música] não sei nada porque o o dedo parece o poste duro. [risadas] Você vê os cara tocar violão, viola cavaquinho ou instrumento de corda. Que eu sempre gostei de instrumento de corda, não gosto de de outros. E o senhor vende mel aqui? Então é garrafa, quanto que é cada garrafa aí? Esse mel vem lá de Santa Catarina, porque na região aqui tem muito mel. Mas só que aqui é carisma. Aqui é o tal de pote, eles vendem a metade disso aqui por 35. Eu vendo a a 50 praticamente 1 L. 50 essa garrafa inteira aqui, ó. É. Então, praticamente 1 L. Vale a pena, hein? 1 L de mel, ó. É por isso que vende razoável, porque é barato, né? E o senhor gosta aqui do bairro? É porque eu eu a gente gosta de trabalhar de de porque a gente nasceu no meio do mato. É o que eu canso falar pra turma. Não é um serviço, um afirma. Você busca lenha, você busca água, você vai tratar de porco, você busca cavalo no pasto, você faz um monte de serviço. A gente começou novo trabalhar. Então por isso se eu se fosse ver mesmo, eu nem nem podia vir por causa desse problema no, nos pés, né? Que eu nunca tive. Depois que tomei essa vacina é que deu esse problema nos E o senhor E o senhor vende quanto? Quantas garrafas por dia? Às vezes tem dia que vem aqui e não vende nada. Agora tem dia que vende sete, 8, duas uma, tem dia que vende oito garrafas. Oito garrafas, 7 3 qu dia não vende nada. E assim vai e assim vai tocando. E sempre com a viola traz todo dia ou não? Trago todo dia. Então dá mais uma palinha pra gente aí porque a toca um pouquinho pra gente, por favor. Eu não sei tocar, eu [música] faço barulho assim, mas é um barulho bem gostoso. [música] [música] Eu faço esse barulheira já. Tá bom, já é a terapia. Muito obrigado. Prazer em conhecer o senhor. Muito obrigado. Aparece sempre aí. Boa. Você toca? Nada. Ah, judiação porque você é muito jovem. Se eu for jovem assim, eu Obrigado pelo jovem, viu? Se eu for jovem assim, eu i toca um pandeirinho, ó. Um pandeirinho eu sei tocar, mas bem bem bem mais ou menos. Tá bom. [música] [música] [música] Bom, galerinha, a gente começa o segundo bloco aqui do meu bairro na TV, mostrando A Fumec do Jardim Miriam conosco aqui. É bem legal, tá? O o José Batista de Carvalho, o Filho, que é o diretor dos programas de Eja da Fumec. Já tive a oportunidade de entrevistá-lo algumas vezes. Tudo bem, Batista? Beleza. Sem dúvida, André. Tudo bem. É um prazer estar falando com vocês e parabéns aí pela TV Câmara, por toda essa dinâmica que tem feito, [música] inclusive nas campanhas que a Fumequec tem feito na buscativa de pessoas analfabetas [música] absolutas. Sem dúvida. Valeu, muito obrigado. Bom, Batista, pra gente falar então um pouquinho sobre a FUMEC, né? A gente está no Jardim Miriam. Qual é o nome aqui da da Fumec? Ah, na verdade essa unidade é uma unidade educacional Ademar Carvalho Dias e ao mesmo tempo é a sede de uma regional onde tem outra unidade educacional que tem a sede aqui como referência. E a Fumec, ela tem classes descentralizadas, são as diretoras Josiane e [música] a diretora Roselie, que participam desta regional. Hoje nós estamos entrevistando, [música] estamos falando da unidade educacional Ademar Carvalho Dias. Bom, pra galera que tá em casa, Batista e talvez não conheça, eh, vamos falar um pouquinho sobre a FUMEC, esse trabalho bem legal, assim, conta pra gente, conta pro pessoal que tá em casa nos acompanhando como funciona, o que é feito, o que é a Fumec. A Fumec é uma fundação pública municipal de direito público, ou seja, ela pertence à administração municipal de Campinas. Existe desde 1987, nasceu com a educação de jovens adultos e idosos, já em 2004 [música] eh agregou a educação profissional pelo CPROCAMP e agora mais recentemente [música] também ela passou a a construir obras e creches. Inclusive o programa Espaço da Manhã foi uma terceira [música] frente que a Fumec assumiu recentemente. Ela tem uma superintendência. superintendente [música] é o Arip Sinato e também a presidente da Fumec é a secretária de educação, a Patrícia Adolf Luts. E eu estou nesse papel de diretor, de [música] diretor dos programas de Eja, onde nós temos eh 78 classes descentralizadas, [música] das quais 57 são de educação de jovens adultos e idosos. E tem também algumas classes, são 19 classes de do programa de educação ampliado ao longo da vida, distribuídas em todas as cinco regiões de Campinas. Em média, nós atendemos por ano aí na faixa de 1800, 2000 alunos. Nossa, é bastante, né, Batista? Mas a expectativa é atender cada vez mais, né? funciona assim, a cada eh, de acordo com os anos, o número de analfabetos absolutos vai diminuindo, mas também a cidade de Campinas, por ser um grande centro urbano, ela recebe analfabetos de fora ou pessoas semi semialfabetizadas. Só para você ter uma ideia, André, em há do anos nós tínhamos aproximadamente em torno de 15.000 1 analfabetos pelos dados do Tribunal Superior Eleitoral. Hoje [música] tá está na ordem aí de 13.980, mas entende-se que é pouco ainda. Isso em [música] Campinas. Em Campinas, apesar do número ser pequeno, nós temos um grande desafio pela frente e pelos dados do IBGE, examente que a cada 10 anos, em 2022 ele apurou 22.881 1881 pessoas, que às vezes as pessoas confundem com dados, né? O IBGE considera aquela pessoa que a partir de 15 anos ele faz [música] tem um sistema de pesquisa a cada 10 anos. Nessa última eh edição foi de 12 anos em função da pandemia. E o Tribunal Superior Eleitoral são aquelas pessoas que se manifestam a partir de 16 anos e ter o cadastro são os chamados os eleitores. Valeu, Batista. Muito obrigado. Bom pessoal, vocês já conheceram como funciona um pouquinho o trabalho sobre a Fumec. Agora a gente vai conhecer a fundo aqui a Fumec do Jardim Miriam. Bom galerinha, então bora conhecer um pouco mais sobre a Fumec aqui do Jardim Miriam. Estou aqui com a Josiane Buzioli, que é diretora educacional da unidade. Tudo bem? Beleza. Tudo bem. Obrigada pela oportunidade de mostrar um pouquinho do nosso trabalho desenvolvido aqui no Jardim Mira. Bom, como funcionam as coisas aqui? Quantos alunos tem aqui, Josiane? Hoje nós estamos com 12 alunos matriculados e atendemos aqui toda a região. Então os bairros ao redor nós temos um transporte que pode [música] eh passar um transporte fretado que passa próximo da casa dos alunos para trazê-los até aqui. Que beleza, hein? E é a galera do Jardim Miriam. Isso foi que vem com com mais frequência ou vem o pessoal da das redondezas também da região? [música] É, bairro Tanquinho. Eh, nós temos também aqui ao redor os outros bairros que são atendidos aqui na nossa unidade. Bom, e tá bem localizado aqui, né, Josiane? Sim, temos uma fala um pouquinho sobre a estrutura que tem aqui eh na Fumec do Jardim Miriam, salas de aula, o que mais que vocês têm aqui? Nós estamos no prédio da regional, né, onde a gente atende uma sala no período da noite e em outros espaços nós atendemos, nós temos classes descentralizadas onde a gente atende conforme a demanda dos bairros. Então, aqui próximo à região, a região do Mira, nós temos mais 13 salas atendidas pela regional leste. Nesse prédio, a gente tem uma cozinha que prepara a alimentação escolar e esse essa alimentação é transportada para salas que não estão aqui no nosso prédio. Então, os alunos recebem alimentação fresquinha, tudo adequado, esperando com muito carinho esses alunos aí que queiram voltar a estudar com a gente. Bom, então, além do ensino em sala de aula, tem também o transporte e a refeição. Sim. Sim, é completinho. Então, sim, a gente oferece também uniforme, material escolar, a gente dá condição para que esse aluno volte a estudar com a gente. Não, com certeza. E eles chegam aqui sem saber ler. A gente tava conversando, né? Isso. Esses alunos eles eh são os alunos que ou não tiveram a oportunidade de estudar na idade considerada correta ou tiveram que interromper os estudos. [música] Então, sintam-se acolhidos. Quem eh se encontra nessa nessa condição, [música] vem estudar com a gente. Não precisa ter medo de voltar a estudar. É muito importante, porque esse espaço é de acolhimento e aqui ninguém começa do zero. Todo, a gente acredita que todo mundo já tem um conhecimento que pode ser transformado. A gente valoriza isso. E eu acho, eu tava até conversando com o Batista, é desafiador, né? Quando você vê que de fato o resultado deu certo, né? Quantos anos tem as pessoas que vêm aqui, Jos? Nós temos uma clientela variada. A partir dos 15 anos, você pode se matricular na EJA. Então nós temos eh pessoas a partir de 15 anos até 100 anos. Mas Jardim Mir, especificamente, qual que é a média de idade? Aqui no Jardim Mir a gente tem uma variação entre 40 a 80 anos. Olha só, então tem gente que vem aprender a ler com 80 anos. Nunca é tarde para começar, né? É isso aí, galerinha. Muito obrigada, viu, Josiane, pelas informações, pela entrevista e parabéns pelo trabalho de vocês. Obrigada. Boa. Bora rodar aqui no meu bairro na TV Jardim Minion. Eu e Valdecir Saraiva. [música] Bom, galerinha, a gente segue rodando aqui pelo bairro. Estamos agora na bonita paróquia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida aqui do Jardim Miriam. Como vocês vão observar depois nas imagens, a paróquia está inclusive [música] passando por um período de reformas. tá ficando bem legal conosco aqui para bater um papo com a gente aqui no meu bairro na TV super especial aqui do Jardim Miriam, Padre Henrique. Tudo bem, André? E aí? Tudo bem, padre? Tudo joia, graças a Deus. Eu nunca tinha vindo aqui nessa igreja, né? E tô impressionado como é bonita [música] a igreja, né, padre? Muito legal mesmo. Lembra aquela perto do Guarani que também é Nossa Senhora Aparecida? Isso, isso é aqui. Eu estou há 4 anos e meio nesta paróquia. Eu cheguei em janeiro de 2022 e [música] depois nós começamos ainda naquele ano um processo de reforma para adequar a igreja nas normas do bombeiro, né, para garantir a [música] segurança de todos. E como é um prédio, digamos assim, que tem um certo tempo, né? Então uma coisa foi puxando a outra, nós fomos adequando, reformando, melhorando. Estamos quase terminando. Acreditamos que até o final ainda deste ano nós concluímos esta parte da reforma da igreja. Depois nós temos [música] eh um salão, uma cozinha anexo, né, que nós precisaremos também [música] mexer nisso, estruturar para ficar mais acolhedor para o nosso povo, mas também para aqueles que trabalham nos nossos eventos aqui, de modo especial a cozinha. Pois é. E por falar em acolhedor pro nosso povo também muito confortável pro nosso povo, né? Porque eh os banquinhos que tem aqui são super confortáveis. Eh, molinho, né, padre? Não é aquele banco duro, até naquele momento de ajoelhar na missa e tudo mais [música] antes da comunhão, né? Essa é uma característica da nossa igreja, né? Os nossos bancos são estofados no assento, na nas costas e também para aqueles que depois ajoelham durante a celebração da eucaristia. Isso é um ponto muito, muito positivo que nós temos aqui na igreja. É, o joelho do pessoal agradece, viu, padre? Inclusive o meu. Qual a capacidade aqui? Nós temos a capacidade de quase 400 pessoas sentadas, né? É 360 e alguma coisa. Então, eh, lógico, em algumas celebrações, Natal, Páscoa, nós precisamos de algumas cadeiras extras para acomodar todo mundo e ainda corre o risco de alguém ficar em pé. Bom, já a gente vai falar com algumas eh frequentadoras aqui da igreja também, não é? Eh, a gente vai conversar com uma pessoa que ajudou a fundar a igreja, né, padre? Mas antes, eu gostaria que o senhor falasse, por favor, como são as atividades aqui na igreja, quais os horários e [música] também, claro, a relação do dos moradores aqui do Jardim Miriam com a paróquia. Uhum. Então, eh o nosso território enquanto paróquia, ele abrange eh um território, digamos assim, extenso. Nós começamos do Alfavilha ali, né? Temos uma comunidade no Alfa Vilha, comunidade Santo Antônio. Depois temos esta comunidade matriz aqui no Jardim Míria, temos [música] a comunidade Nossa Senhora da Glória no Parque dos Pomares. E ainda nós temos um trabalho com os condomínios da nossa região. Então nós rezamos [música] missa no condomínio Momblan, no Casabela, no Alecrins e ainda na nos sítios que nós temos uma região rural mais paraa frente aqui. Então, estes quatro lugares, uma vez por mês, nós nos fazemos presentes, [música] é, rezando, nos reunindo com o povo. Aqui nesta comunidade matriz, [música] de modo especial, nós temos missa terça, quinta e sexta às 7 horas da manhã, às quartas-feiras às 19:30, sábado às 18 [música] e no domingo 8, 10 e 18. Isso. Nós temos uma grande confluência de gente. Nós temos um [música] público bem participativo, não só dos do bairro, né, mas também dos condomínios, porque como esta nossa região ela está cercada por condomínios, os condomínios não permitem que nós façamos qualquer atividade religiosa em lugares como um salão de festas, né? Perfeito. Então, quando nós rezamos nestas nestes condomínios, [música] nós rezamos nas casas de pessoas que nos abrem as portas, né? Então, nós precisamos achar alguém que seja católico, que esteja disposto a a formar ali uma comunidade que depois nós vamos fazendo esta itinerância de casa em casa para que também eles possam participar aos finais de semana aqui na comunidade matriz. Como são os trabalhos de caridade da igreja, padre? Nós temos eh várias ações aqui, porque para mim eh o salão da igreja não é somente da igreja, lógico, nós temos as nossas atividades que dependem também da daquilo que é organizado, como catequese e tudo mais, mas eu percebo e sinto que o espaço da igreja deve estar aberto para a comunidade. Neste [música] sentido, nós temos aqui no nosso salão paroquial as quartas, as segundas e as quartas à noite, aula de capoeira. Opa. Para a criançada, moçada. Muito legal. E na sexta-feira à noite nós temos aula de berimbau, tá? Então isso [música] é é mais voltado aí para essa área do esporte, digamos assim. Nas quintas-feiras à noite, nós temos aula de violão também para crianças, jovens, adultos que queiram aprender. Segunda, quarta e sexta nós temos aula de liancum, onde as [música] senhoras se reúnem para fazer aí um alongamento e tudo mais. Isso é muito bom. Nós temos ainda, enquanto atividade caritativa, uma vez por mês, nós assistimos as famílias eh que precisam de alimento, né? Então, nós temos em [música] tese 80 famílias mês que nós assistimos e agora nós temos também um grupo de mães que se reúnem eh [música] mensalmente para eh dar um certo empoderamento para essas mulheres, nesse [música] sentido de que elas tenham autonomia, que elas não fiquem sempre dependendo da assistência de outros, né, mas que se desenvolvam enquanto ser humano e [música] tenham aí uma vida também digna, né, para que possam viver essa vida em profundidade. Valeu, padre. Muito obrigado. Imagina. Conhecemos essas três mulheres moradoras do bairro e que frequentam a paróquia. Senta que lá vem história. Dona Vanira ajudou no começo da igreja. Foi assim, o padre é José Carlos lá de Santana. Eu morava lá no Santana. [música] O padre José Carlos veio em casa com o padre Pertele, que é um padre de Barão Geraldo que era do seminário. E ele foi em casa e pediu pra gente convidar as pessoas [música] para fazer uma comunidade aqui no Miriam. Aí a gente saiu, a gente falou, mas a gente não conhece ninguém. A gente fazia uma semana que tava morando aqui. Aí nós fomos nas casas, fomos na casa de dona Ana, que foi uma [música] das primeiras casas que nós fomos convidar. Aí a gente rezava em casa, fazia missa, catequese, tudo na minha casa. Aí a gente saiu, começou a convidar o pessoal, o pessoal começou se a chegar e foi crescendo, crescendo. Aí depois nós fizemos o barracão, que é que tá lá na parte de baixo, né? Fizemos o barracão. Aí [música] antes disso começamos celebrar lá na casa da Tila, aí ficou fixo um pouco. Essa moradora já não mora mais aqui em Campinas, ela mora no Paraná agora. E depois construí um barracão, viemos pro barracão. Aí a gente, que ano foi isso? 1991. 1991. Foi quando a igreja foi fundada aqui? É, foi quando começou a comunidade. A comunidade começou nesse ano. [música] Aí eu falei: "Padre, a gente que que a gente faz? Como que vai convidar alguém que a gente não conhece?" [música] Aí ele falou assim: "Ah, vai na porta da casa. Se a pessoa aceitar, amém. Não bate os pés e segue em frente. Vai na próxima casa. E um bairro aqui. Que que você acha? Um bairro aqui no começo você fala. É que que que mudou? O que que você viu de diferente? Nossa, mudou muito. As ruas só tinha mato, mato e buracos. Aí depois foi mudando, mudando. Aí veio a luz que não tinha na rua também, só tinha nas casas. Na rua não, não existia. Aí veio pra rua, veio depois, muito depois [música] veio o asfalto e hoje tá essa maravilha. O bairro queceu demais. Aqui é um bairro maravilhoso. Eu amo morar aqui. Que eu vim lá do Santana, era bem diferente daqui. Lá já tinha tudo e aqui a gente não tinha nada. Hoje pode podemos dizer que temos tudos aqui, tudo. E foi muito bom vir para cá. Dona José foi uma das primeiras moradoras do Jardim Miriam. Moro 42 anos aqui. Eu sou a quarta moradora. A quarta moradora do bairro. Quando eu mudei, não tinha água, não tinha luz. Tinha duas minas ali embaixo. Era que a gente ia lavar roupa, buscar água para tomar banho, para tudo, ia buscar lá embaixo. Isso faz quanto tempo? [risadas] Faz muitos anos. Faz um uns 40, não, uns 35 anos. E a senhora vem sempre à missa aqui? Venho desde quando era nas casas que eu frequento, minhas filhas já são eram grandes, foi batizada, uma batizou ali no salão e a outra batizou lá na casa da Tila, né? E a senhora gosta aqui do do bairro do gosto, gosto. Agora eu gosto porque antigamente, [música] né, ia tomar o ônibus lá embaixo que só tinha três homens, que era o Joque, o Bananau e o Jaguariuna, né? Depois aí lutei, entrei de vice-presidente do bairro, não saía da prefeitura, lutei muito. Aí consegui o orelhão que não tinha, puseram a luz, depois a água com muita que eu não saía de lá. Era no tempo quando foi para pôr a luz, não, a água era o Magalhães Teixeira, né? Não tinha ônibus também. Aí lutei, fazia baixo assinado, levava lá, ele mudou, ele morreu. Aí entrou acho que Jacó parece, né? Nem sei. É Jacob. É. Aí, aí depois foi indo pro asfalto, foi a mesma coisa. Ia pedindo assinatura para todo mundo. Quando ligou a luz eu ia buscar lá na Nossa Senhora de Fátima, era ali na rua que a gente não vinha entregar. Lenha não tinha gás. buscar lenha lá numa lagoa que tem ali pau não tinha nada [risadas] era um desh hoje tá bem diferente uma estrutura bem legal as crianças estudava ali na no paldalho ali na fazenda que não tinha escola aí depois lutando até que conseguiu a escola que bom né dona Ana até se emociona eu fico emocionada quando conto. Eu tô percebendo mesmo porque é algo que mexe com a senhora lembrança, né? Mexe. Então, nos anos 90, com esse trabalho todo, a, o esposo da Vanira, o seu João, que mora no sítio, ele tem 90 anos hoje, ele nos ajudava como como ministro da Eucaristia. Ele foi o primeiro ministro da Eucaristia aqui, eh, mandado pelos estigmatinos, né? que nos formou muito, nos deu muita catequese, o seu João e ele, marido da Vanira e o meu esposo, que já é falecido, eles trabalharam muito para conseguir um terreno, para ter um local para celebrar. E esse terreno é esse aqui doado pelo Monsenhor eh Cônigo Fernando na época era era novo ainda. Ele veio aqui, fez fazia reunião conosco, eh entrou em contato com a dona do do loteamento e conseguiu três terrenos. Mas isso foi assim, luta mesmo, que quanta mudança, né? Que legal. Quanta mudança. Eu fico emocionada porque acho que meu marido teria muita coisa [risadas] para falar, mas certamente tá orgulhoso, né? Deve estudo isso que a senhora. F emocionada porque foi muita luta, viu? Muita luta mesmo. E deu certo. Deu certo. Graças a Deus. Hoje temos aí o padre Henrique, que é o maravilhoso formador. É tudo aqui. Também fomos conhecer o coletivo Cuidadores da APP, área de preservação permanente do Jardim Miriam e em áreas verdes do bairro. A ideia é cuidar do sistema socioambiental do Jardim Miriam, nutrindo uma relação harmoniosa entre comunidade e ambiente, compartilhando aprendizados e colocando a Ecocidadania em prática. Conosco [música] está a Helena White, que tava me contando aqui, é articuladora, é uma das fundadoras, tem mais duas pessoas, né, Helena? E é um trabalho realmente bem legal. Você integrante aí do coletivo. Tudo bem? Beleza. Tudo bom? Muito prazer conversar com você, André. Beleza. O prazer é todo nosso. Conta pra gente onde nós estamos. Nós estamos na área de [música] preservação permanente, como o André falou, aqui do Jardim Miriam. Nós temos um riacho, o Riacho [música] São Francisco, que nasce aqui nesta área. Ele nasce e ele corre atrás do Jardim Miram. Ele pertence ao Jardim Míria, [música] corre atrás, passa debaixo da estrada para de mirimirim e deságua noas. É um riacho curtinho, mas que a gente, mas que a gente sempre tá [música] cuidando para que ele esteja preservado. Bom, bora falar então sobre o coletivo. Qual [música] é a principal finalidade, o objetivo? O que vocês esperam com esse coletivo? Uhum. Ah, esse [música] coletivo foi criado por, foi fundado por três pessoas aqui do Jardim Miram. Eu entrei um pouquinho depois. Eles eram três pessoas que durante a pandemia resolveram fazer plantil, porque afinal não podia fazer mais nada, né? não podia fazer festa, não podia se encontrar com ninguém. Então eles saíram fazendo plantil. Até que deu uma aberturazinha na pandemia em 2020, no segundo [música] semestre. Eles se conheceram, todo mundo de máscara, mas eles se conheceram e começaram no tirão para preservar uma área de erosão que a gente tem aqui dentro, [música] recolher lixo e também fazer plantil. Dali nasceu o nosso coletivo cuidadores da PP do Riacho São Francisco no Jardim Miriam. Bom, muito legal. E aqui a gente tem um, o que que é isso? Um painel. Sim. Olha que lindo, a gente fala super bem bem feito, né, Helena? É, a gente dá muita, muita atenção à educação ambiental. Então, a gente tá sempre trazendo grupos de empresas, super importante, escolas, escolas, pessoas [música] do bairro. Aí a gente conta nossas histórias. Olha, Encontro das águas, a gente conquistou que a estação elevatória de esgoto não derramasse mais esgoto no nosso riacho. O encontro das águas não existe mais, é só [música] o riacho mesmo. O esgoto não chega lá. Conseguimos. É, a gente faz trilhas, a gente [música] mantém as trilhas limpas, elas são fresquinhas, é uma delícia andar lá dentro. Nossa, eu adoro trilha. Eh, e aqui alguns cuidados, [música] né? Não alimente os animais, não toque nos animais silvestres, não é uma boa ideia, né? Também é cuidados aqui com área sujeita [música] a carrapato, especialmente nos meses secos, né? Nessa época do ano, André, a gente não [música] faz passeio lá dentro, porque nós temos capivaras, as capivaras trazem um carrapato, mas é nos meses de seca. [música] Esse ano nem estamos tendo muita f. Isso é bom também, né, Helena, recolher o lixo sempre. E o pessoal do jardim, do bairro, né? Esse é um bairro muito privilegiado, porque além [música] de ter essa área de preservação permanente, tem muitas pessoas que amam essa área. Então, o pessoal passa por aqui, recolhe lixo, põe no grupo, gente, eu não consigo recolher, é muito grande. Quem [música] que tem uma camionete? Força, todo mundo cuida. Boa. Aqui tem os animais, né, que que tem aqui, né, Helena? Sim, sim. A gente ganhou uma vez um projeto de educação ambiental [música] que fez o levantamento dos animais que tem aqui. Aí colocamos aqui também na nossa placa. Temos sanguíis, pássaros, [música] capivaras, gambá, abelhas, cobras, lagartos e por aí vai. [música] E tá falando também o que é o Parque Linear, né? Sim. Campinas tem um um grande projeto [música] de mais de 40 parques lineares que aos poucos estão sendo implantados. Nós temos o projeto [música] aqui do Parque Linear do Riacho São Francisco, que a gente estudou, viu tudo que tá que tá [música] previsto e a gente tá contribuindo e e e pressionando a prefeitura para implantar o parque. Bom, então os objetivos estão sendo alcançados, né? Sim. Aos pouquinhos, sim. O [música] principal objetivo que é manter essa área limpa, conseguimos. Evitamos o derramamento de esgoto e não tem um lixo. Pode olhar. Não tem. E tinha, viu? Olha, área de revitalização. [música] Era um lixão aqui, ali do lado. Nós desmanchamos. Então, manter limpo, com plantil e sem esgoto a gente tá conseguindo. E vem cá. E quem quem quiser [música] fazer parte do coletivo, né, o pessoal do bairro, ajudar de alguma forma colaborar, porque é importante também. Como faz? A gente [música] pede para primeiro seguir a gente no Instagram. Boa. Qual é o Instagram? @cuidadoresdapp boa @cuidadoresda tá aí embaixo no nosso vídeo segue [música] e a gente todo último domingo do mês menos junho, julho, que são os meses muito secos, [música] mas de agosto em diante a gente já faz, a gente tem uma atividade presencial último domingo do mês é só aparecer aqui que nós vamos estar em roda aqui conversando das coisas que a [música] gente tem a fazer. A gente faz piquenique, a gente faz caminhada sem celular, só sem conversar, [música] a gente faz muitas coisas gostosas. Como é bom a área verde, né? Como é legal. É, ela recarrega as nossas energias, né? É, é verdade. Com certeza. Dá uma uma renovada, sabe quando reinicia, [música] tal? Isso. Reinicia. Boa. Control del muito bom. [risadas] Reinicia o computador e a área verde é tudo de bom. Respiração, [música] paisagem, natureza. É, é muito legal esse trabalho de vocês. Super [música] parabéns. E um aplicativo não tem? Então, nós temos um site também, Cuidadores da PP. Procura lá nosso site, Cuidadores [música] da PP. E nós ganhamos de desenvolvedores, moradores do bairro, voluntários nossos, um aplicativo que ele não é de celular, ele não tá assim [música] exatamente fácil para pôr no celular, mas ele tá dentro do nosso site. É um passeio virtual. Ah, boa. Então, tá chovendo. Eu tô Qual é o site? Cuidadores da PP. Tá, entra. [música] É facinho de entrar, então se tiver chovendo, tal, isso, você entra lá, você passeia mesmo. É uma [música] coisa 3D, você vai com o mouse, você vê, olha para cima, você olha para baixo, você vê essa placa aí, [música] tem umas uns textinhos. Aqui você tá vendo tal coisa, aqui você tá vendo tal coisa. É muito legal, nós ganhamos do desenvolvedor, ganhamos o site também, né? Muito bom, muito bacana mesmo. Viva o Jardim Min, esse bairro tá super bem cuidado, tá? Tá muito legal mesmo, tá? É um bairro muito gostoso de morar, gostoso e com essa área, então, sim. Olha que delícia. Nos meses de verão, aqui dentro [música] dá 3 gra para baixo. É porque daí é isso. Exatamente. Porque daí fica não fica aquela sensação de calor assim, porque olha, e quando faz calor também sai de perto, né? Obrigado, viu, Helena? Obrigada, André. Valeu, galerinha. A gente continua [música] rodando aqui no meu bairro na TV. No próximo bloco tem a receita. Não saia daí. [música] [música] [música] Opa, chegou o terceiro bloco aqui do meu bairro na TV do Jardim Miriam. Programa tá super bacana, tá super legal. Vou ver essa padaria. Me indicaram, falaram que tem uma receita húngra aqui, uma fatia húngra. Bom, vamos conhecer, né? Bora lá ver se dá para fazer a receita. Vem comigo. E aí, tudo bem, Oséas? Tudo bem, você como é que tá? Beleza. E essa fatia húngra é famosa, cara. Vende bastante. Pessoal fala muito bem. Bora conhecer então. Bora experimentar. Bora mostrar a receita. Vamos lá. Vamos lá. [música] [música] Bom, bora lá então. Tem que colocar touquinha, né? É, vai precisar botar touquinha. Você vai entrar na área da produção agora. Tem que ter tudo cuidado aí para Boa. Vamos lá, então. Vamos lá. [música] [música] Pois é, galerinha, aquele momento que todo mundo adora. A gente vai conhecer, portanto, o passo a passo de uma fatia húngara com a dona Francisca. E aí, dona Francisca? Beleza? Beleza. Tudo bem? Tudo. Bora fazer que é um sucesso, né? Vamos. Como é que é? Fala o passo a passo pra gente. Olha aqui eu já tinha colocado já. Já tem 3 kg de farinha, a farinha especial normal, sem [música] fermento, sem nada. Aí tem 300 g de açúcar, 100 g de leite em pó, é 20 g de melhorador. Aqui tem seis ovos, 200 g de margarina e mais, é 60 g de sal. Aí nós vamos colocar na masseira. Mas aí você mistura tudo. Como é que é? Aí coloca ela na maceira. Mistura tudo. Eu pego mais ou menos umas 300 g de gelo, mais umas 200 de água. Aí a gente vai dando aos ponto aos poucos. Bora fazer então aqui. Vaiira. Como chama isso daqui, dona Francisca? Aceira. Ah, aceira. Isso. Os ovos. Colocou os ovos. Como já tem lá o açúcar, o melhor da margarina 200. Perfeito. 200 margarina. E aí mistura a água com gelo. Isso pode ser que precise de mais. Aí depois pro recheio eu vou usar 200 g de coco. [música] Creme de confeiteiro. Ah, perfeito. Ele já vem pronto. Você coloca o leite para ferver e põe o total de Bora lá então. [música] O recheio. Tem vários recheios. Quais são pra tia Hungras que pode fazer? Tem pode aquela comas, né, que tem lá no balcão. Tem uma que em vez de de creme a gente faz com coco, leite condensado e margarina. O que é uma fatia húngara? A fatia húngara é um um pão doce. Pão doce que vem que com o recheio a gente escolhe o recheio que quer pôr. Aqui o mais vendido é o de creme e a gota de chocolate. Ah, eu quero de creme. Então, bora lá. Vamos agora eu vou colocar nas na assadeira. E daí ela vai pra assadeira. É isso. Isso. Agora a gente vai esperar crescer. E quanto tempo ela vai pra assadeira? Fica na na assadeira. Ah, vai ficar aqui isso. Depois que é que você coloca para para crescer, aí você espera mais ou menos uma meia hora, 40 minutos. Aí você passa o ovo em cima e põe para assar. Perfeito. Uns 15 minutos no forno, 150º por uns 15, 18. Maravilha. Bora lá, então. Vai ter esperar ela crescer. Eita, [música] tá quase pronta. É. Esperar crescer depois pro forno. Tá ficando bonito, hein? E agora? Agora eu vou passar o ovo e levar no forno a 150º por uns 15, 18 minutos. Vamos lá, então. [música] Bom, galerinha, tô com água na boca já. Estou aqui com oias que é o proprietário. Tudo bem, Oseias? Tudo bem, André? E você? Beleza. Tô com muita vontade de comer a fatia Húngara que tá chegando por aqui. Obrigado, viu? Conta um pouquinho sobre a história da padaria pra gente. Ah, padaria tá aí a desde 2003, né? 23 anos na no bairro, né? Ela foi começando pequenininha, foi expandindo e mas sempre no mesmo local. E geralmente vem muitas famílias aqui. É muito assim, eh, o atendimento também que é o nosso diferencial, né? O pessoal atende sempre com sorriso, né? E e as coisas e essa fatia sai muito, né? Você tá com uma peculiaridade para comer. Eu como ela comendo prada, eu vou abrindo ela porque ela toda enrolada, né? Como vocês viram e cheio de creme de coco. Eu adoro coco, né? Então isso aqui para mim é não. E o pessoal aqui super simpático, né? O Zéas. Ah, é a premissa, né? Diferencial, vem muita gente, quando a gente contrata muito, viu? Muitas famílias, fina de semana a gente tem uma varanda ali, o pessoal toma um cafezinho ali com a família, tudo é uma padrinha familiar, né? Ela pode não ter assim, tem o nome do bairro, né? Tem o nome do bairro. É isso. A gente e e eh procurou para dar aquela aquela identidade da padaria, né? Padaria, panificador do Jardim Milha, nome do bairro mesmo. E você é o dono aqui faz quanto tempo? Eu tô aqui, tô indo pro terceiro ano, mas ela já tá 23 anos aqui. Então ela é super tradicional. Ah, sim. Nossa, é uma delícia mesmo, hein? É mesmo. Tá. E olha que eu tô de dieta, viu, Osés? Ah, mas isso aí nessa hora aí a gente esquece. Hoje eu tô abrindo uma exceção pra minha dieta. Claro, né? Os do ofício, né? Sim, sim. São assuntos profissionais, então a gente tem que tem que abrir uma exceção. E o meu amigo Valdecir Saraiva, como sempre está ali, ó, alivimando [risadas] já. Mas depois ele dá uma provadinha aí, tranquilo, leva a mão para casa, tá certo? E é isso aí. Vamos, vamos nessa. Uma delícia mesmo. Parabéns, cara. Você gosta aqui do bairro, eu gosto. Eu gosto aqui. Eh, praticamente eu tô em Campinas. Eu sou de São Paulo, né? Mas eu tô em Campinas há 42 anos, né? Eu casei, vim para cá. Então, mas eu sou de São Paulo, eu morei muito tempo no ABC e é onde eu resolvi me estabelecer e criei minha família aqui. Tenho duas filhas, uma casada já trabalha comigo aqui, a minha assessora aqui, ela que me dá o suporte todo de que eu preciso do financeiro e tudo. É ela. Eu fico só na gestão que o meu médico falou: "Sai da produção e fica na gestão, [risadas] mas tem coisa que não dá, né? Você tem que provar se tá saindo bem o o que vem na produção, né?" Ô, sensacional. Obrigado, viu? Vale super a pena passar aqui mesmo porque olha querendo sempre quiser pode vir até uma disposição. Eu gostei muito do Jardim Miriam. Diga-se de passagem eu e o Valdecir, tá bom? Sejam bem-vindos ao bar. Quando quiser boa vem tomar mais um café com a gente. Bom pessoal, caso tenha uma sugestão pro seu bairro aparecer aqui, é o WhatsApp é esse que aparece no seu vídeo, tá bom? Muito obrigado e até a próxima oportunidade, sempre aqui no meu bairro na TV. Ciao [música] [música] [música] [música] [música]
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