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SAÚDE É VIDA - TRANSTORNOS INFANTIS
Em destaque · HD Vídeo · SAÚDE É VIDA

SAÚDE É VIDA - TRANSTORNOS INFANTIS

34 views Publicado 13/05/2022 HD · 48:52

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Os transtornos do desenvolvimento infantil são distúrbios neurológicos que afetam a atenção, memória, percepção, linguagem e interação social. Acompanhe na apresentação de Viviane Novaes e saiba quais são eles.

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E aí [Música] o Olá mais um saúde a vida Começando aqui pela tela da TV Câmara Campinas e Desde já muito obrigada pela sua companhia e audiência e eu começo a edição de hoje lembrando vocês de casa que também é possível participar aqui do saúde a vida tá vendo esse número que tá aparecendo agora no seu vídeo é o nosso WhatsApp faz o seguinte anota aí e quando tiver alguma sugestão que não sabia sobre alguma doença envia sua mensagem para gente nós vamos atrás tio especialista e olha só na edição de hoje a gente vai falar sobre alguns transtornos que podem ser detectados já na infância quem vai ajudar a gente a entender melhor o que é um pbh um Toddy por exemplo é o médico que já tá aqui na tela comigo é o doutor Marconi Oliveira ele é pediatra com especialização em Neurologia infantil do Senhor antes de começar o nosso bate-papo muito obrigada por parar seus atendimentos e falar com a nossa equipe e Eu que agradeço um prazer poder participar e contribuir Dr logo na abertura falei que a gente vai explicar um pouquinho sobre alguns transtornos mas antes de a gente não é sobre cada um que eu separei aqui eu queria entender o que é transtorno então é transtorno inclui né Principalmente quando a gente fala de doença mental é só que elas aqueles problemas que não apresentam uma causa definida podendo ser resultado de aspectos biológicos psicológicos e esses esses problemas vão contribuir contribuir para que a pessoa o paciente é mude a forma com que ele comporta-se ou interage com o ambiente é algumas vezes esses transtornos também são chamados de distúrbios e a gente fala muito em transtorno quando a gente está falando de transtorno mental é de uma forma geral qualquer que possa comprometer a vida pessoal familiar social e profissional de um paciente influenciando na forma como ele enxerga o mundo e até mesmo as pessoas ao seu redor E quando a gente fala transtorno solicitou também distúrbio isso pode ser considerado doença então a o termo doença é ele é um pouquinho diferente é quando a gente olha a Organização Mundial de Saúde é a Organização Mundial de Saúde ela tem uma definição bem própria mas quando a gente vai falar de doença do ponto de vista do cotidiano a gente tem que encarar aqueles quadros que geralmente três características primeiro tem uma causa definida depois que ele manifesta-se Comedy uma sintomatologia bem explícita e E sendo que ele pode provocar E provoca alterações no organismo e sejam visíveis e detectados por mês de bom então quando a gente tem por exemplo pneumonia a gente fala de doença a gente trabalhava matéria que aos olhos é o pneumococo a gente tem a pro vídeo foi estar só dois Então essa é a principal diferença entre doença isto na prática a gente geralmente tende a entender sogro o transtorno a criança ela já nasce com ela e ela vai carregar que ele gastou durante toda a vida e a doença ela vai passar por um processo e depois vai melhorar na grande maioria das vezes né a gente lembrar por exemplo de doença de alzheimer ela tende a não melhorar mas eu sei a causa né aí se eu falo por exemplo o transtorno do espectro do autismo a gente não sabe a causa e esse transtorno vai acompanhar a criança durante toda a vida Doutor duas perguntas aí pegando o gancho da sua resposta então o indivíduo já nasce o estorno e quando é transtorno então não tem cura para o resto da vida geralmente o transtorno a minha uma criança com a pessoa a pelo resto da vida e geralmente ela já nasce e ela vai expor esse esse dificuldades durante a sua vida Doutor pesquisando aí na internet sobre transtorno eu separei alguns aqui para a gente detalhar mais eu vou começar a falando perguntando para o senhor sobre transtorno opositor desafiador conhecido também como Todd é isso é isso Todd é um transtorno bem comum em nosso meio é E aí quando a gente observa a criança com esse comportamento a gente identifica que ela tem alguns comportamentos com dificuldades em relação a liderança dificuldade como não fala não essas crianças elas reagem negativamente essas crianças têm dificuldade com autoridades né é essas crianças têm dificuldade em seguir lideranças Elas têm ingles de negativa né geralmente ela tem um comportamento mais vingativo e a esse esse problema esse transtorno ele causa muita dificuldade na família o meio fica desorganizado né fica uma família com o grau de estresse mais elevado e fica aquela criança com um comportamento muito opositor durante o dia e isso vai trazer dificuldade com a família e transformando mês em um meio mais organizado uma coisa bem importante de falar do Toddy que muitas pessoas e pensam que e é que não acontece e o dsm que é o manual di estatístico de transtornos mentais 10 cm sim ele fala que a criança com Tod ela pode escolher somente uma pessoa e se dirigir o posicionamento somente aquela pessoa pode escolher somente a família e ser opositor é só da família é então a crença Pode ser na escola não tem não apresenta o sintoma de Toddy na igreja não deu sintoma história mas quando vai transferir da família ter esse comportamento diferente por exemplo do TDH que a gente ainda vai falar sei que a gente vai falar um pouquinho sobre isso o th ele precisa de texto comportamento em vários ambientes o pote não ah mas de uma forma geral a gente fazer o diagnóstico essa criança ela precisa de trazer prejuízo a família precisa chegar até você fosse Não aguento mais ele já não eu vou jogar esse menino pela janela me ajuda o que a coisa tá difícil eu sei disso aí normalmente Escolhe um membro da família uma pessoa para apresentar essa raiva essa irritabilidade né também preciso então trabalhar com essa pessoa né que ele está apresentando esse sintomas como que é isso bom então o Todd é um transtorno de difícil tratamento o que sim não não é só o medicamento o medicamento a gente não vai dar solução ao toque e ele assim a maioria dos transtornos essa questão do medicamento é uma olho eu sempre brinco né com os meus dentes meus pacientes eu falou ali mãe pai seu explorar solo medicamento eu vou ter dificuldade porque chegou um momento que o medicamento passa não testando perfeito e o Toddy é um transtorno que a gente precisa muito mais de um de um organização do ambiente eu falo muito de Treinamento parental né ensinar os pais como lidar com essas crianças é de psicoterapia do que propriamente do medicamento então que você me perguntou a verdade né assim se a mãe tem dificuldade se ele é muito opositor a mãe a gente vai ter que ensinar a mãe como lidar com essas crianças Inclusive a gente consegue ensinar assim dá para falar não sem falar não Vai falar não é mãe eu quero jogar no celular agora vou com meu filho você não acha que é melhor você é assistir TV agora ou você almoçar agora ele pediu da tarde você ficar com celular e agora comida vai sair quentinha e tal isso é uma forma talvez de acordar uma criança com Toy que você evita ou não e evitando não você vida comportamento dos opositores e romântico a gente fala um pouquinho aí sobre o transtorno opositor desafiador Vamos falar agora Doutor sobre o Transtorno do Déficit de Atenção e hiperatividade o que é esse transtorno e o TDH né conhecido como te DH é um transtorno neurobiológico é a gente a criança ela apresenta o comportamento e clips ou desatentos é com o desenvolver da sua vida é quando a gente vai observar uma criança com TDH ela pode ser classificada de três formas né ela pode ser classificada uma criança predominantemente com Silva hiperativa pode ser classificada como uma criança predominantemente desatenta e pode ser classificada também como predominantemente mista em que ela tem comportamento tanto de Deus atenção quanto de hiperatividade e aí é eu tenho que te falar um pouco desses sintomas para que os pais possam entender do que se trata é aquela criança que não consegue parar quieta é aquela criança que é entra no meio da conversa ela aquela criança que não consegue esperar a sua vez é para ser O que é aquela criança que age como se tivesse um motorzinho é aquela criança que perde as coisas né perde material escolar deixa na escola esquece de anotar comete erros de forma muito fácil por falta de atenção é então esses são os principais sintomas para serem observados E aí eu eu também falo muito que o pdh é um transtorno Dimensional que que é um transtorno Dimensional custam Dimensional é igual a igual a hipertensão arterial igual a diabetes hipertensão arterial todos têm a pressão arterial todos têm atenção não é só o material todos têm ele seria todos têm mas quando chega num certo. Desse Live de da pressão o número deles e Mia ela passa simplificar como diabetes ou hipertensão nutre a mesma coisa Todos nós temos é sinais e sintomas de desatenção e a cidade de Trindade quando esses sinais façam a ser maior do que o menor suportamos e começa a trazer prejuízos para o nosso dia a dia aí sim nós temos se caracterizar o DH e é muito importante a gente caracterizar porque esse muitas coisas prática a gente tem que fazer a orientar os pais que não é simplesmente o menino a agitado não é simplesmente o menino já cheio de viva é um transtorno que merece a atenção que merece ser tratado adequadamente Dr como que é feito esse tratamento também envolve medicação e uma equipe multidisciplinar aí ajudando essa criança e até a família o tratamento ela ele é feito baseado em uma série de dirigir de Patos que a gente tem que tomar durante a vida da criança e aí depende muito também da idade da criança do comportamento da predominância do tvh né quando eu já falei sem interativos e desatento e depende também é do nível de desenvolvimento daquela criança como assim eu tenho uma criança que tem um comportamento de transplantes deve ser atenção hiperatividade e ela tem 4 anos a orientação é que num primeiro momento a gente não usa medicação porque é primeiro mãe que a gente tem que fazer outros tipos de intervenção para ajudar essa criança para Que ela possa se desenvolver e e não use medicação nesse primeiro momento a partir de seis anos é a gente já está autorizada a usar alguns medicamentos os principais medicamentos aos princípios estimulantes é e nós temos também assim como outros medicamentos para ansiedade pode ser usado neurolepticos podem ser usados mais de uma forma geral o tratamento também TDH Não envolve só medicamento geralmente a gente vai precisar de psicoterapia né Eu gosto muito da terapia cognitivo-comportamental O que é que melhor mostra respostas para essas crianças é atividade física regular é faz parte do tratamento é apoio escolar na escola Quem tá atenta tem que entender o que se trata tem que saber indicar nelas profissionais é E além disso a psicoeducação na educação parental para que a família possa entender e saber como lidar com essas crianças notícia da escola é eu ia falar que recentemente o governo federal em 29 de Novembro já assinou uma lei ou conhecida como a lei do TDH é chama lei foi bem divulgada aí e aí ela fala que a escola ela tem que ter toda atenção problema desenvolvimento dessa criança então escola hoje ela tem que fazer as adaptações necessárias para que essa criança tem alguns desenvolvimento pleno e Tranquilo Dr muito tem se falado também nesses últimos anos sobre autismo né transtorno do espectro autista alteia o sinteia é tem falado muito é e de vez em quando eu recebi a seguinte pergunta assim iPhone tá aumentando o número de crianças com autismo do mundo o que que tá acontecendo Me fala o que você acha E aí é antes de falar do que se trata eu vou discutir essa questão com você é porque causa muita dúvida mesmo 2013 foi lançado o dsm-5 que orienta o médico como fazer diagnóstico e aí esse dsm ele nos possibilitou é ter conhecimento técnico suficiente para fazer um diagnóstico mas assistiu é mais rápido mais fácil e eliminou algumas coisas que aconteciam como por exemplo colocar Síndrome de Asperger juntou tudo mesmo transtorno só e classificou o transtorno do espectro autismo autismo leve moderado e grave E aí é o essa nova metodologia com conhecimento da ciência ficou mais é mas onde é que nós então aquela criança aqui no passado por exemplo ela era classificada como a uma deficiência intelectual a é o menino diferente Ah eu esquisito é eram usados termos pejorativos hoje a gente pode fazer um diagnóstico com mais certeza e com mais assertividade Então esse é o primeiro fator né que ou sim a um momento número de Diagnósticos por causa da mudança da metodologia esse fazer um diagnóstico outra coisa que aconteceu está acontecendo é que agora nós temos a condições chegar conhecimento a locais tanto a gente não tinha Então os pais hoje a esses peças vêm com pouca idade tem um posto ansiedade elas não estão mais presos nos seus quartos igual ficava antigamente então a gente com isso conheça com programas igual o de hoje é que leva o conhecimento da população os e a correr atrás fazem também o diagnóstico a gente tem que falar também e tem havido uma mudança no estilo de vida da população é amanhã meu pai faz 70 anos e Ontem eu cheguei na casa dele e a gente tava falando que ele se casou com 19 anos e a minha mãe tinha 17 e aos 24 anos a minha mãe já tinha tido os três filhos então é temos filhos muito precoce antigamente outro Lar hoje nós temos tem tendência de terceiros muito tarde aí eu fui para o meu primeiro filho o 37 anos a minha esposa na época tinha 34 anos então isso é é um para exemplificar para vocês que assim uma mudança Existe vida né Assim como nós sabemos que a medida que a idade da mulher vai aumentando aumenta o risco de desenvolver síndrome na criança né e uma dessas é a por exemplo o e tal né que sim quanto mais velho maior a chance chegando até a oito gestação onde gestações a uma criança com síndrome de down provavelmente é essa questão também do autismo acontece o que pais mais velhos têm tendência de ter filhos dentro dos pés outra coisa que a gente tem que falar também é a diferença parental né hoje a gente tem modelos familiares e nós temos paz com 60 anos casados com mulheres de 30 anos que tem filho é hoje é mais comum do que antigamente essa diferença parental também a gente sabe que pode é ter tem mais chance de a criança desenvolver autismo não só do pai para mãe tá a gente tá também que a mãe mais velha mas lá quarenta e poucos seu pai quando vocês também pode ter chance maior de desenvolver doença dentro de pé então por isso tudo Eu tô falando para justificar a o aumento do número de número E lembrando que tem se falado em 1 para cada 54 e até saiu um dado recente desse né E aqui nos Estados Unidos seria para uma nossa vez aqui em crianças em idade escolar um para 48 dentro do espectro mas seis muito de longa deixa eu te falar o tem que ter um espectro né espectro é um transtorno do neurodesenvolvimento é o transtorno neurobiológico entre a criança apresenta alterações na fala e na comunicação social aliás eu preciso falar mais nada alimentação e na sala por que Fala alguma coisa comunicação e outra é a criança apresenta padrões de interesses escritos é é aquela criança eu gosto muito é de dinossauro Eu gosto muito de brincar de um jeito específico e padrões de movimentos repetitivos alguns Plex alguns maneirismos e essas essas características Elas têm se dedicar ao Desenvolvimento Social a essa pessoa para que a gente possa fazer o diagnóstico Então é só para citar um exemplo que essa semana eu atendi uma criança de 7 anos e já é leitora e te pediu a professora para ir ao banheiro é autista e a professora falou não agora não aí ele levanta a mão e fala professora de acordo com o artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente eu tenho permissão para ir ao banheiro e ele me contaram isso essa semana então esse é um é o meio de comunicação diferenciaram em relação a idade Ele está inserido que eu falei esse exemplo que muitas vezes os pais entendem quando eu falo de autismo quando a gente fala de autismo que aquela criança que não fala e fica se debatendo que têm comportamentos agressivos impulsivos e muitas vezes não é isso né a gente sabe somente 50 por cento desse e é dentro do espectro somente cinquenta por cento das Crianças dentro do espectro terão uma deficiência intelectual normal ou Acima da média de 50 por cento terá uma eficiência entrepop abaixo da Média então de uma forma geral não são essas crianças não são só aquelas que ficam parados é comportamentos e dois filmes e batendo tempo todo e Doutor em relação ao autismo tratamento também é pro resto da vida existe precisa de tratamento na verdade nan1 então precisa de tratamento é porque o seguinte tá o grande problema se tem cura o autismo Então hoje a literatura fala que não tem cura mas tem que tratar mente e aí é essa essa pergunta sua é bem complexa de responder o seguinte sentido é tente do nível do autismo Depende de como essa criança está inserida na vida é porque no meu cons e eu pego de vez em quando o pai e tem algumas características que a gente eu não sou eu não sou psiquiatra adulto Mas que assim eu acho que é ele tem um espectro também é e esse pai ele nunca fez tratamento ele tem um trabalho ele tem a sua família ele cuida bem das suas crianças mas ele tem um comportamento o diferente e aí a gente tem que identificar prejuízo se chegar lá navegador que tiver com prejuízo ele vai ter que ter uma acompanhamento até a vida adulta é o que é mais importante é não é o final da vida cheio início Como assim mesmo porque quanto mais precoce eu faço parte o diagnóstico melhores são os resultados da intervenção principalmente seu prato de intervenção é de forma intensiva o modelo de intervenção a de 4 Ah entendi E doutor pegando aí o se gancho eu queria entender se criança já fica preocupada ansiosa porque tem outro transtorno aqui de ansiedade generalizada bom então tem crianças que têm o transtorno de ansiedade generalizada e eles tem que falar um pouquinho sobre ansiedade também para que as pessoas entendam Todos nós temos ansiedade a vida que falar com você eu esqueci o nome preparei Essa é boa essa pessoa especial na minha frente faça um público tão especial e dá um pouquinho de ansiedade o coração acelera entretanto isso não me impossibilitou de táxi sentado discutindo com você e quando a gente tem outra Astor seria diferente eu começaria ficar ansioso ansioso ansioso ao ponto de não conseguir chegar aqui falar com você então eu teria um prejuízo é muitas vezes eu falo assim que eu saio para caminhar 5 horas da manhã da minha casa e todo dia que eu saio antes de sair no portão eu dou uma olhada para ver se não tem ninguém eu observo que não tem ninguém abre portão e sai acha do momento que eu chego no portão e não tem ninguém e mesmo observando que não tem ninguém eu não consigo sair com medo uma ansiedade de possa ter ali alguma pessoa que vai regredir que vai me roubar aí já passa a ser um transtorno e a gente tem que fazer uma intervenção então esses comportamentos também se refletem na criança e aí como é que ele vai ser refletir muitas vezes o roer unha é com medo de ficar sozinho no quarto úmido esse seu dia ao banheiro com a comportamento dificuldade de socializar outras pessoas né de se esconder do Meio como uma dificuldade na hora de fazer uma prova e nem Estudou tudo está bem preparado Mas eles comportamento ele não consegue fazer a prova e aí sim nesses casos Merece sim uma atenção especial uma intervenção e pode ser medicamentosa ou pode não ser medicamentosa tem que individualizar cada caso e o transtorno global de desenvolvimento o cimento tgd bom então o tgv é um tempo tem sido a orientado não se usar tanto mais quanto se usava antigamente né hoje a somente possuir de 11 aí a gente está sendo orientado não usar mais o transtorno global de documento que esse transtorno ele era enquadrado o deixa eu não sei se é autismo não sei se é uma deficiência intelectual Ainda tomei na luta gente colocava lá com um transtorno Global do desenvolvimento hoje a orientação é não não usar muito mais essa Literatura e passar da os nomes dos transtornos que a gente já tem mais certeza mas seria assim uma criança que tem atraso no desenvolvimento da fala da comunicação atraso no andar essas essas essas questões é motores principalmente né atraso muito na fala e não na comunicação em entrariam com transtorno Global do desenvolvimento a gente falou ele esse tipo de transtorno de e fala né tem também esse do auditivo transtorno do processamento auditivo central tepak é isso Doutor a depac é eu distúrbio do processamento central de time é o de Pac é ele é um sub que ele acomete as vias de entendimento da criança né para colocar assim de uma forma mais simples é seria como ser criança ela tivesse dificuldade de ela ouve mas não escuta ela tem ela ela consegue ouvir mas ela não consegue entender e aí a gente teria que falar de uma forma mais causada mais tranquila é aquela pudesse entender é o debate é o transtorno que não está inscrito no dsm Tá bom mas é um transtorno que a história ciências fonoaudiológicas aquele estado muito e que já a sua observa e tem muito de pacto uma coisa que a gente tem que ficar muito atento ao de Pac o que muitas vezes a gente fica pensando the back essa criança tem mesmo a dislexia né essa gente tá pensando muito no de Pac essa criança tem mesmo TD é o que o teste para identificar o the back precisa de atenção e foco esse essa criança tiver uma atenção diminuída e com foco diminuir ele pode dar uma alterado não o que a criança tem um debate mas porque ela não sustentou a atenção e ela não consegue quantificar e nem decodificar as informações que ela está recebendo entende a gente tá aí conversando com o Dr Marcone Oliveira ele que é pediatra especialista em Neurologia infantil Dr a gente já falou aí sobre alguns transtornos eu tenho muitas perguntas para fazer para o senhor Mas eu preciso te amar o intervalo dá até um tempinho para o senhor tomar uma água para gente conversar continuar nossa conversa você de casa também não saia daí a gente vai voltar a falar sobre esses temas quando eu tô Marconi rapidinho saúde a vida volta já é E aí [Música] E aí [Música] [Música] a saúde a vida de volta você de casa muito obrigada pela companhia ao longo da nossa edição hoje a gente tá falando sobre alguns transtornos que podem ser diagnosticados já na infância agente tá falando sobre PH autismo todinho enfim vários transtornos o primeiro bloco Doutor Marconi que tá aqui na tela comigo ele falou um pouquinho sobre cada transtorno agora o doutor eu queria entender melhor né quando começa a ser feito esse diagnóstico quando os sintomas começam a aparecer de uma maneira geral de todos esses transtornos que a gente já falou então a transforma ele tem que começar aparecer logo na primeira infância sabe assim a autismo mesmo o volta de um ano e meio a gente já consegue fazer um diagnóstico muita certeza é o TDH a gente pode fazer diagnóstico de hoje quatro anos antes a gente orienta não fazer o diagnóstico o que pode ser o comportamento e que o e é faz parte do desenvolvimento faz parte do construto do desenvolvimento de uma criança é o transtorno Global do desenvolvimento que está em desuso a gente também é logo na primeira infância e o outro o de Pac a gente vai conseguir fazer o diagnóstico depois dos seis anos então cada um é uma faixa etária Olha só eu sempre oriento alguns algumas pessoas me pergunta assim qual que é o principal sinal que eu devo observar que uma criança não tá indo bem e aí eu já vi vários colegas escola na se ela não fala bem se ela não olha nos olhos ela ela é muito agitada se ela Não para quieta e aí eu tenho uma ideia diferente de sabe que não está no livro mas para mim a principal sinal é a dúvida da mãe todas as vezes que a gente vai E caminhando como diagnóstico na maioria das vezes é eu vou lá e falo cima aí você o doutor já percebia tem alguma coisa errada que eu tinha que ter visto eu não vi eu tinha dúvida eu demorei então assim para mim o primeiro sinal deve ser a dúvida da mãe ajuda do pai a dúvida do avô né então é porque quando a essa dúvida aparece a dúvida da professora né que é bem importante a professora e tem um aluno e tem mais 15 para olhar Então ela pode comparar os alunos estão todas as vezes que a gente tem dúvida é importante pro pros especialista o que se passa uma boa intervenção e esse logo processo de Diagnóstico que todo esse transtorno que a gente tá discutir quanto mais precoce o feito diagnóstico melhores são os resultados e Doutor esse diagnóstico ele pode ser confundido aí porque pai e mãe a gente sabe que escuta cada coisa né A seu filho está fazendo é birra isso é manha isso é Sônia em mimando demais essa criança por isso que ele tá querendo esse comportamento de escuta cada coisa acaba confundindo também tudo isso que as pessoas falam bom então a lembrar que a gente está no país latim e tem dificuldade com os transtornos mentais né a gente tem um certo preconceito cultural dos transtornos mentais então muitas vezes a gente quer esconder mesmo como a sua mente proteger os nossos filhos eu não culpo as nós por isso né nem os pais por isso é mas olha só todos os dias que eu tenho prejuízo não é só uma birra Como assim cone a toda criança Faz birra É normal a criança fazer os períodos que elas vão fazer irão fazer mais né E os dois anos aí Que Elas começam a fase mais agressiva da Criança é por volta de dois anos a gente acha que é na adolescência não dois anos é fácil que o ser humano é mais agressivo mas é esses comportamentos isso não podem começar a trazer prejuízo Como assim ah eu não vou no shopping mais com ele o que ele faz uma birra eu não dou conta de ficar lá aí eu não vou na festa mais dos amigos porque chega lá eles ficam falando com e também então estes essas alterações que vem trazendo prejuízo essas alterações não podem ser confundidos com desenvolvimento normal a desenvolvimento típico de uma criança Doutor a gente sabe que cada criança é de um jeito né Tem umas que são mais agitadas outras mais quietinhos mas de uma maneira geral Como que você ama seu comportamento da criança né porque ela corre bastante brincando para sentada que ela tem algum transtorno ou contrário aquela que fica bem quietinha que tem algo de errado né que fica como eu disse né compara muito uma criança a outra E isso também acaba colocando coisa na cabeça acaba prejudicando encontrar o diagnóstico a mãe pai irem atrás de um especialista então sempre oriento aqui não comparar né Cada filho é de um jeito nem a tem dentro de casa né eu vou te dar um exemplo do andar parece Qual é o andar da criança ela acontece com volta de um ano de idade um ano é o Marco que a maioria das Crianças andam mas eu tenho criança que já andou com 8 meses o nove com dez onze doze treze meses um ano dois meses com 1 ano e 4 meses e são todas dentro de limites da normalidade são todas dentro de um parâmetro ele que pode ser considerado normal é E aí sim nunca comparar mas sempre observar os Marcos do desenvolvimento do Brasil a gente tem algumas coisas bem importantes que estão que a gente às vezes não usa um por exemplo a caderneta de vacinação da criança caderneta de vacinação da criança Ela tem vários Marcos de desenvolvimento para mãe ali acompanhando passo a passo durante o desenvolvimento da criança EA partir do momento e a prova caneta no meu celular tá vermelho você tem que procurar aqui uma atenção porque o seu menino não tá O que é andando não tá falando não tá aqui olhando e a caderneta mais nova que saiu agora mesmo é um acredita excelente para esse tipo de investigação de orientação né em outra coisa que a gente tem que lembrar que legal é que com 18 meses 1 ano e meio essa criança ela deve passar por uma avaliação pediátrica e os pediatras eles têm por obrigação de utilizar o teste de neurodesenvolvimento um teste desenvolvimento psíquico nessa criança para ver se os Marcos do desenvolvimento estão é normais são tipos para aquela criança então assim nunca comparar sempre tem um acompanhamento médico e usar alguns estratégias para você ver se tá ou não é no desenvolvimento no time correto e assim eu sempre falo que eu não dou muito ouvido Olha que as pessoas falam do meu filho no sentido de crítica né a quinta vivendo a situação é diferente de que quem tá lá fora só Observar isso principalmente das crianças é que tem eh transtornos do neurodesenvolvimento né a pessoa que não sabe de nada mas é uma Bia calma espera aí ela tem autismo não é só uma birra é uma crise comportamental né Aí ele só é só porque ele tem que ter a gás não tem que ter H100 labilidade emocional por e se comporta assim a gente tem que abrir a gente forma preventiva nesse sentido e outra dúvida que eu tenho esse sintomas desses transtornos eles começam a surgir de forma devagar ou é de repente do nada ou de repente a criança está se desenvolvendo super bem De repente ela para de se desenvolver Como que o pai percebe que Opa tem alguma coisa errada tava indo super bem ou não tá indo enfim como que são esses sintomas então a geralmente o que acontece não eu O que é que essa criança já começa a apresentar pequenos sintomas e compassadas dos meses e sim sintomas aliás eu vou mudar o tema tá esses sinais que sintoma é o que a gente relata sinal é o que a gente observa antissinais que são observados vão aumentando a intensidade na criança e aí a gente tem que ver os Marcos né assim por exemplo uma criança como um ano ela já tem que falar pelo menos pode palavrinha assim seis um ano e meio 30 com 2 anos frases a prazo Como assim ó mamãe da água papai comida o au-au caiu isso frase Sabe tem uma intenção comunicativa com dois anos tem que se mar Então não é que a surge de uma vez mas ele começam a esse mais conversam ficar mais intensos E essas crianças existe uma coisa no autismo e é o autismo regressivo já é bem descrito é uma criança tiver como comportamentos muito típico e depois ela estaciona ela não é por volta de um ano e meio ela não continua o seu desenvolvimento e aí esses sintomas e sinais né O que pode ser relatados aí com um e-mail é eles estão muito aparente se muito importante então esse autismo que a criança vai e depois regride autismo regressivo é bem importante para criança existem também aqueles a transtornos e doenças em que a criança ela faz uma reimpressão de movimento toda vez que a criança faz uma regressão no desenvolvimento a intensa a geralmente trata de doença um pouco mais importante é aquela criança que ia bem roupa regrediu né E a gente tem aí doenças mais complexas consequências do erro inato do metabolismo é doenças desmielinizantes E essas doenças um pouco mais graves né Então essas doenças a gente tem que ficar mais atento se regrediu gente se perdeu a função o pai que ele tem que procurar com mais urgência uma intervenção e uma avaliação é a uma criança que falava e parou de falar é uma criança que andava que parou de andar é uma criança que brincava com os outros e parou de brincar então é uma criança que estava aprendendo a escola ler esqueceu tudo então é esses essas refeições são mais importantes do ponto de vista de intervenção e requer muito importante a ponto de se interessa requer um cuidado maior e Doutor como fica a questão do Sono para quem tem algum tipo de transtorno bom então a o que acontece aqui quando a pessoa tem um transtorno ela geralmente ela tem a chance de ter uma comorbidade algumas comorbidades com mais facilidade nesses transtornos que nós estamos falando né para transtorno hipercinético que é o DH transtorno opositor desafiador é o autismo eles têm tendência até mais dificuldades no sol anote isso mesmo a gente vê que muitas crianças Elas têm dificuldades de iniciar o sono ela não consegue começar a dormir então ela fica ali e fica fica fica fica aí não dorme não ele é um traz uma dificuldade para o pai e para mãe luta DH por exemplo a gente já vê aquela criança que ela dorme até com facilidade mas que ela não se sustentam o sono ela fica acordando durante a noite ela fica remexendo os pais falam né ela se movimentam né agora giram na cama cai muito da cama então eu sono é ruim a gente tem que lembrar que o sono é super importante para o desenvolvimento das crianças e super importante para a qualidade de vida dos Pais né não tem algumas crianças e vão ter essa dificuldade que devem olhar mais uma maneira geral o pão é assim a criança nasce ela dorme muito ela tá lá em cima ela dorme até 20 horas por dia 21 horas por dia e diga que ela vai desenvolvendo ela vai diminuindo esse tempo de sono de ninguém nem chega ele por volta de oito anos 9 anos essa criança dorme aí 8 horas por dia e aí vai entrar na adolescência ela volta dormir muito eu período estirão de crescimento essa criança pode dormir até 12 horas por dia e aí o mestre chegar da Juventude e começa a dormir pouco de novo chegando lá no velhinho que dorme 4 5 6 horas por noite já é suficiente então cada uma criança tem um tempo de dormir quer relacionado a sua idade a forma de seu o Real transtorno para tem mais que tem descem avaliado e tratado quando tiver alguma dificuldade nesse sentido Dr de uma maneira geral como que é a vida de uma criança que tem algum tipo de transtorno desses que a gente citou aqui ela pode frequentar deve né frequentar a escola o parquinho ela vai crescer e se desenvolver eu consegui trabalhar como que é o que que você vê na prática dos seus pacientes toda essa evolução bom então é o que eu vejo na prática Depende de três fatores primeira coisa que a depende é da intervenção da forma como a Família aceita aquele diagnóstico da forma com que a família é internalizar aquele diagnóstico na forma que são feitas intervenções e na forma com que o acesso de essa criança tem é no desenvolver da sua vida né E aí eu vou falar você bem aberto para você sim eu tenho criança e chegou para mim eu falei Nossa que beleza é simplesmente um atraso no desenvolvimento vamos fazer isso assim assim assado meu pai não foi não fez não fez não fez no Face e houve uma complicação maior e hoje tem criança que não acessa que tem um autismo moderado grave tem um comportamento impulsivo que hoje vem comigo no consultório e eu acho que eu fico impressionado de quanto essas crianças melhoraram o modelo com que foi feita a intervenção é nessas crianças então a de uma maneira geral o preditor de prognóstico Depende muito do transtorno que nós estamos falando mas o autismo por exemplo que é de grande interesse da população nós temos três preditores de Diagnóstico primeiro um preditor importante é esse ciência intelectual dessa criança essa criança chega para mim ela tem uma deficiência intelectual junto com autismo a chance dela desenvolver de forma plena é menor segunda questão é a metodologia o que eu faço a intervenção vamos lá se é uma criança que têm autismo eu sei que a ciência abre é a melhor a ser utilizada nessa criança eu não tenho ciência aba e essa criança não conhecia quando devem estar a potência aba é eu vou posso provocar uma alteração do desenvolvimento à medida que eu não faço é melhor prevenção e o terceiro intensidade né hoje a gente vê clínicas aí fazendo e pensam em 20 minutos nesse como é que se entra Faz 20 minutos de seção 30 minutos e são uma criança que não fala e fica o resto da semana em casa sem fazer nenhum prevenção então é intensidade né nos Estados Unidos a gente ir tem lá modelo de intervenção que é um dos mais usados e usa 20 horas de intervenção por semana é que elas são 5 horas por dia de segunda a sexta aqui no Brasil quando a gente consegue 6 horas a gente fica muito feliz então assim preditor de prognóstico onde meu filho vai estar Depende de tudo isso infelizmente isso é muito caro e a essa indústria no país virou uma indústria em que de formação de riqueza e aí a gente começa a ter também introdução nesse meio de técnicas que não tem validade científica para ser utilizada estão utilizando né ah vamos E aí eu usei floral no meu filho para tratar o autismo e foi excelente Parabéns que bom que você usou mas não tem nenhum artigo científico de qualidade falando que for ao nível A de evidência tchau tchau por isso eu não vou para escrever floral com os meus pacientes mas é um tratamento caro e que muitas vezes toma a oportunidade de fazer um tratamento que deveria que tem um efeito terapêutico e funcional que ela gasta o dinheiro explorar não tenho dinheiro para fazer mais uma sessão de Psicologia por exemplo E aí uma outra problema que a gente tem é que a gente não tem no Brasil a assistência para essas pessoas é assim o SUS é tirando óculos bem né Bem bem a cidade estava cidade tal tem um serviço que atende essas crianças mas de maneira geral as cidades não estão não tem esse serviço para ofertar para e as Crianças eu espero que for passar no tempo isso aconteça e mais do que isso espero que os pais sejam treinados para fazer intervenção com essas crianças porque para mim o nosso modelo aqui só vai dar certo se os pais forem treinar entende Dr para gente encerrar o saúde a vida de hoje qual o recado que o senhor Deixa então para os pais que estão assistindo a gente nesse momento bom então primeiro recado que eu gostaria de dar é o seguinte não existe criança que não evolua todas as crianças vão evoluir umas vão evoluir mais outros irão evoluir menos mas todas sem por cento vai evoluir Às vezes a evolução que o meu filho vai ter não é suficiente para a evolução que você quer que seu filho mas para mim é suficiente essa semana eu tive uma banho no meu consultório que me falou assim eu tô muito feliz do que aprendeu falar não porque que você tá feliz que ele aprendeu falar não que agora eu sei quando eu falo meu filho é a água e ele fala não eu sei que ele não tá conselho Então olha o grau de felicidade dessa mãe uma coisa que essa criança Está apresentando é e às vezes a gente não valoriza Então essa mensagem primeira mensagem que eu deixo É acredite no seu filho acredite que ele tem condições de desenvolver e quem vai desenvolver de uma outra mensagem que eu deixo E é dá para ser feliz tem um filho típico e dá para ser feliz ter um filho ativo Eu sempre gosto de contar a história de aqui tem um filho especial é como se a gente tivesse fazer uma viagem ai tô indo para onde para a França Paris e aí eu preparei com a roupa adequada para Paris li sobre a Torre Eiffel Eu li sobre as dele Z eu estou do Museu do luvre é digital Vamos eu eu vou comer naquele restaurante só que na hora que a gente tá pensando que o avião está descendo em Paris o piloto pega o microfone e fala gente infelizmente a gente não conseguiu que chegar a Paris e tivemos que parar aqui no Rio de Janeiro Oi e aí o Rio de Janeiro você não leu nada sobre não programou não levou roupa sabe-se Até fica meio desajeitado Poxa não estou preparado para o rir só que o rico em Cristo e o tempo a Nema e o que em Copacabana e o de uma boa cafeteria para gente ir tem um museu para a gente ir e dá para ser feliz no Rio também sabe então a da mesma forma com que nós tivemos um filho especial também vai nos dar sentimentos de Vitória de ganho e de felicidade assim como o filho e cruzar Dr Marcone Oliveira muito obrigada por falar com a gente hoje no saúde a vida tenha muita certeza que foi um programa rico de informação para mim que tem um filho de 1 ano e 8 meses e também para quem está assistindo a gente nesse momento e Eu que agradeço muito obrigado até aqui se precisar estaremos de volta com certeza vai vir mais convites viu mais uma vez muito obrigada a você de casa eu lembro sempre que se quiser rever tudo o que foi falado nessa edição é simples é só entrar nas nossas redes sociais o saúde vida está disponível no YouTube da TV Câmara Campinas acessa lá você confere todo esse bate-papo mais uma vez a gente se vê na próxima edição se cuida cuida e do seu filho da sua filha e a gente tá aqui para te ajudar também com informação quer saber mais sobre alguma doença algum transtorno enfim o que você tiver dúvida relacionada à saúde manda para o nosso WhatsApp que a gente vai atrás de um especialista para tirar as dúvidas para você e de casa muito obrigada a gente se vê então na semana que vem tchau tchau tchau E aí [Música]
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