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Olá, muito bom dia. Estamos chegando com Estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Literalmente sexamos, dia 12 de junho, dia dos namorados, né? frio, final de semana, então um ótimo dia para você. Olha, em uma época em que nunca estivemos tão conectados, muitas pessoas relatam cada vez mais dificuldade para iniciar relacionamentos. A gente fala hoje do dia dos namorados e temos uma pesquisa divulgada neste ano pelo aplicativo de encontros casuais, ISO. Ele aponta que 53,8% dos brasileiros já desistiram de paquerar alguém simplesmente porque não sabiam o que dizer. Esse dado revela uma insegurança crescente justamente na etapa mais básica da conexão humana, que é a comunicação, que é a conversa. Ao mesmo tempo, cresce o uso de aplicativos de namoro e até de ferramentas de inteligência artificial para criar mensagens, iniciar conversas, tentando evitar erros na hora da conquista. Mas será que a tecnologia está aproximando as pessoas ou tornando os relacionamentos mais superficiais? E por que o medo da rejeição parece tão forte nos dias atuais? Olha, gente, hoje nós vamos conversar sobre a crise da paquera moderna. Você que tá com a gente, participe conosco. Hoje é dia dos namorados. Então, conta para nós aí o que que você decidiu para você. Você decidiu viver a sua solitude? Você está bem consigo mesmo? Você vai fazer o que hoje no dia dos namorados? Vai fazer um chocolate quente, ficar quietinho, quentinho? Vai encarar uma fila em um restaurante? Conta pra gente, vamos interagir. Nós estamos aqui com dois profissionais especialistas em saúde mental e em relacionamentos. e eles vão nos explicar essa crise da paquira moderna, tá bom? Então nós aguardamos a sua mensagem, vai interagindo conosco. 199729377. Enquanto você manda a sua mensagem, a gente atualiza algumas informações. Já já vamos apresentar os nossos convidados para você e daqui a pouquinho a gente vem para o nosso tema central do programa de hoje. Mas agora precisamos falar da Copa do Mundo. É, com o início da Copa, a TV Câmara Campinas reforça sua cobertura especial. Câmara na Copa é um quadro exibido dentro do jornal Câmara Notícia, apresentado pelo jornalista Gabriel Castro, que mostra como Campinas vive a emoção da competição. A cobertura traz entrevistas, reportagens especiais, entradas ao vivo, curiosidades, receitas temáticas e o acompanhamento da movimentação na Arena do Torcedor, que está instalada na Praça Araltos da Paz, no Taquaral. Ao longo do torneio estão sendo preparados conteúdos que vão além dos jogos, eh, que vão destacar também os personagens, histórias e iniciativas que movimentam a cidade durante esse período da Copa. O especial Câmara na Copa pode ser acompanhado no jornal Câmara Notícia de segunda a sexta com Gabriel Castro ao meio-dia, além das plataformas digitais da emissora que nós levamos para você, informação, entre atenimento, clima de competição e aquela vontade de que o Brasil seja campeão, né? Então você pode acessar no YouTube, pode acompanhar aqui na TV Câmara Campinas e o site também da TV Câmara Campinas está disponível para você. E lembrando que os moradores aqui de Campinas e de toda a região que que quiserem acompanhar os jogos, você pode ir lá na arena do do torcedor na Praça Araltos da Paz, tá? Vai ter atração especial para entrar no clima da Copa. Olha, tem a bateria campineira com 240 ritmistas que fará apresentações de 30 a 45 minutos antes de cada partida dessa seleção. Então, amanhã, nessa primeira fase, né, eh nós temos aí Brasil e Marrocos às 19 horas. Então, bora para lá. A proposta é transformar a experiência de assistir os jogos em uma grande celebração coletiva que vai reunir aí torcedores em um ambiente festivo, com muita energia, muita animação e a bateria campineira que vai ajudar a aquecer a torcida antes do apito inicial, gente. E é o seguinte, a equipe da TV Câmara Campinas também estará presente lá e se você encontrar alguém lá da TV Câmara Campinas, dá entrevista pra gente, para você se ver aqui, tá bom? Vamos embora, gente. Previsão do tempo pro final de semana, hein? Dia dos namorados. Como é que fica a sexta-feira? Bora que bora. Sol, algumas nuvens, chove rápido durante o dia à noite. O tempo tá virando. Eu saí de casa, não tava tão escuro assim. Agora o tempo já tá fechando, né? Então teremos chuva hoje, mínima 14, máxima 21º. Amanhã, sabadão, nós temos aí pancadas de chuva de manhã e à noite com muitas nuvens. E mínima 17, máxima 22. Agora pro domingo, a previsão do tempo indica muitas nuvens, pancadas de chuva e a noite com temporal, tá? Então, pancada de chuva durante o dia no domingo, à noite, possibilidade de temporal é o que indica a previsão do tempo para você. Isso é de acordo com os meteorologistas do climatempo. Mínima 16, máxima 29º para domingo. Vamos embora. Aestamos programa ao vivo. Vamos falar dos do dia do namorado. É isso mesmo, o dia dos namorados, né? Ai, meu Deus do céu, isso é tão complicado. É nada, gente. A gente que faz as coisas serem desafiadoras, né? Olha, o Flirt sempre fez parte das relações humanas. Durante décadas ele acontecia encontros especiais, faldas de amigos, escolas, universidades, todo lugar. Hoje boa parte dessas interações acabou migrando pras telas, né? Curtidas, emojis, mensagens rapidinhas, né? Mensagens bem rápidas. Oi, tudo bem? Tchau. Os aplicativos especializados transformaram a forma como as pessoas se conhecem, mas junto com essa facilidade, surgiu um novo desafio. A dificuldade de lidar com a vulnerabilidade, o receio de ouvir um não, de ser ignorado, eh de sofrer um ghosting, quando alguém simplesmente desaparece. Esse é o ghost, né? Sem eh dar explicações. É meio coisa de fantasma assim, sabe? E isso tem levado muitas pessoas a evitar qualquer tentativa de aproximação. Entre os mais jovens, especialistas apontos que o contato presencial eh e a leitura de sinais se tornaram experiências menos frequentes, aumentando ansiedade diante da paquera cara a cara. Tem uma galera que diz que não sabe nem conversar quando está frente à frente. Então a gente precisa entender esse assunto. De repente você passa por isso também. Então, para conversar sobre isso, nós recebemos aqui dois especialistas em relacionamento. Nós estamos aqui com a psicanalista Ivânia Cono. Ela é especialista em relacionamento, gente, e tem uma leitura da nossa, ela tem uma leitura dos nossos gestos, né? Ela conhece assim, ela sabe. Então, eu tenho muito me cuidar aqui, porque ela sabe tudo. Ela olha para você, já fala: "Ahha, descobri. Seja bem-vinda, querida. Obrigada pela sua participação. Muito obrigada. Eu sou terapeuta tântrica, terapeuta corporal, então eu trabalho com a energia da criação, que é a energia orgástica. Então eh por isso que essa questão do corpo e da mente é muito importante, né? Porque às vezes os você tá falando uma coisa, mas seu corpo tá falando outra coisa totalmente diferente. Então, uma dica pro pro date. Se o date tá assim fechado, curvado para baixo, quer dizer que ele está ou com medo ou ele realmente não tá afim mesmo de do seu papo, né? Não, não, não interessou. Agora, se a pessoa tá assim aberta, peito aberto, curvada levemente para trás com o pescoço, assim, quer dizer, isso é, isso é sensual. Então, isso é sensualidade. Então, se você quer e eh demonstrar que você tem interesse, então você põe o corpo pra frente, leva o a cabeça para trás e dá uma jogadinha. E aquela jogadinha no cabelo assim também é sempre demonstra que você está interessada, né? Então, e esse tipo de de linguagem corporal é muito importante na hora do date. E é engraçado que a gente sempre fica atrás das telas, a gente perde essa conexão olho no olho, a gente perde essa conexão de eu estou, né? De existe um um exercício no tantra que chama tratar. O que que é tratar? É ficar olhando para você. Uhum. Só. Só. Uau! Vamos descobrir tudo isso. Tem muitos casais que não conseguem sustentar esse olhar por mais de 5 minutos. Ah, vovô, olha aí uma dica para hoje, hein, gente. Ó, olho no olho, fica aqui. Olha, só olhando e não desvia o olhar, não. Não pisca. Sim, porque a pessoa fica olhando, a gente sempre entra no julgamento. O que que será que ela tá pensando? Ai, será que meu cabelo tá assim? Ai, será? Não, é só olhar e apreciar e respirar. Olha só que coisa maravilhosa. E quando a gente vai nos restaurantes, o que que tá um aqui celular? Exatamente. Outro aqui. E cadê? E cadê o olho aqui? A gente, pelo menos quando nós éramos jovens, eu tenho, eu tô, eu tô beando 50, gente. Então era uma, a, o maior momento era quando você tava no cinema, pegava na mão. Esse era o, o ápice de, ai, ai, será que eu pego? Será que eu pego? Aí eu fazia assim, fazia assim, né? Então a gente não tem mais isso, a gente não tem mais essa essa expectativa. Exatamente. Vamos falar sobre isso. Deixa, deixa eu convidar para entrar na nosso nosso bate-papo que a gente já chegou chegando, porque o bate-papo é tão gostoso, viu? Você tá tão animada que eu já tô me empolgando também porque tem muitas dicas pra gente aqui hoje. Mas vamos apresentar o nosso professor. Ele tá com a gente pelo Zoom. Ele é psicanalista, professor da Associação Brasileira de Psicanálise Clínica. Professor Artur, Artur Costa, seja muito bem-vindo. Bom dia, professor. Já viu que a gente já tá no clima por aqui, né? Bom dia. Bom dia. Eu eu gosto assim já acordar animado já e já vi que são mais ou menos a mesma faixa de idade que eu. Então vai ser fácil da gente poder entender e também interpretar aí essa nova geração que também tá em transição. Então é é um momento, sem dúvida, muito desafiador. a tecnologia facilitou muito a o contato das pessoas, mas não necessariamente a conexão entre elas e poder falar sobre esse importante tema, porque a Organização Mundial de Saúde falou e e pontuou a solidão como uma das maiores causas de morte no mundo. Então, quando a gente fala de relacionamento, a gente tá falando do antídoto da solidão. Então, a gente tá falando de saúde pública aqui. Muito bem, Artur. Olha só, já que você começou a falar dessa questão de saúde pública, tem uma pesquisa eh que recente que mostrou que mais da metade dos brasileiros já desistiu de flirtar porque não sabe o que dizer. O o que que esse dado na sua avaliação revela sobre a forma como a gente tá nos relacionando atualmente? Qual que é a avaliação que você faz? Você acredita que a tecnologia ela tem muito a ver com isso? Porque como eh a gente comentou agora a pouco, né, no início do programa, eh antes a gente conversava, né, hoje as pessoas dizem não saber mais se relacionar, mas elas não é não saber se relacionar, elas não sabem como iniciar uma conversa, né? A tecnologia, qual que é a avaliação que você faz? Por que que a gente tá desse jeito, hein? Olha, eu eu acredito que o o Augusto Curi, que é o talvez o o psiquiatra mais lido do mundo e brasileiro, há algum tempo atrás ele já tinha sinalizado uma coisa chamado síndrome do pensamento acelerado, que seria uma espécie de intoxicação por grande quantidade de informação. pós pandemia, eu acredito que isso se agravou bastante porque, ah, nós começamos a receber uma quantidade de informação, uma quantidade de tecnologia muito grande. Eu não sou evolucionista, mas na minha opinião a evolução das espécies é incontestável. são coisas distintas, na minha na minha opinião. Eh, eu acredito que o ser humano não teve chance de evoluir o suficiente para poder eh processar a grande quantidade de informação que ele recebe. É verdade que a inteligência artificial, apesar de já existir há muito tempo, ela se popularizou nos últimos anos, eh, e talvez até mais intensamente nos últimos meses com aplicativos e plataformas. o que tá deixando talvez o cérebro ainda mais preguiçoso, eh, no sentido de terceirizar, ah, talvez num recurso de alívio psíquico paraa inteligência artificial, algumas atividades, de preparar um texto, de preparar um bilhete pra namorada, de fazer a resposta ah de uma pergunta feita pelo WhatsApp e a gente tá perdendo a habilidade de fazer isso de forma real. Uhum. Então, acredito de que ah, não tô aqui para demonizar a inteligência artificial, nem a tecnologia, porque afinal de contas a gente tá conversando aqui, ah, por graças à tecnologia. Eu tô em Cabo Frio, Rio de Janeiro, hoje aqui falando com vocês. Eh, essa semana passada tava aí em São José dos Campos, também em São Paulo. Eh, a gente tá sempre passando por vários lugares, mas eu acredito de que a essas mensagens eh codificadas ou muito bonitinhas, ela não cria intimidade. Ah, é a vulnerabilidade que cria intimidade. Então, a resposta perfeita, a a pergunta muito perfeitinha, ela não cria essa intimidade, essa conexão e acaba prejudicando as relações. Muito bem, professor Artur. Olha só, gente, que interessante, né? O nosso cérebro ele vai ficando preguiçoso e para namorar também, né? Agora vamos lá, Ivânia, já que a Ivânia ela tem uma leitura da nossa linguagem corporal, como é que faz quando você não está frente à frente? E aí você está respondendo a mensagem, só que você não tá nem com cabeça para pensar no que você vai responder, mas você quer dar uma resposta bonitinha, assim como o Artur colocou pra gente. Aí eu vou lá no chat GPT. Ah, chatt, ó, recebi uma pergunta assim, assim, assim, responde para mim de uma forma tal, tal, tal. Ele vai dar uma resposta. Você vai lá, copia e cola, joga no WhatsApp. E aí a gente consegue entender isso de que forma? o que que eh a sua especialidade traz pra gente com essa essa forma meio que mecânica, robótica de se relacionar? Eu eu trabalho com consentimento e o consentimento tem muito a ver com a verdade. Uhum. Então a minha dica é seja verdadeira. Por quê? Eh, e também tem toda a questão energética. Se você tá cansada, se você tá esgotada, eh, fala a verdade, fala: "Olha, hoje eu não estou afim de conversar. Hoje eu só preciso eh eu só preciso da sua presença. Hoje eu só quero um abraço." Porque nós com essa questão de dopamina, com essa questão de performance, a gente sempre se sente pressionado a performar bem. E às vezes a gente só tá a fim de comer pipoca e assistir televisão. A gente não quer performar mesmo nos relacionamentos. Então eu sempre entendo que a melhor forma é a verdade. Sim, é sim, não é não. Principalmente nós brasileiros que a gente quer agradar tudo e a gente fala o famoso: "Ah, um dia a gente se vê, ah, me convida que e a gente sabe que é mentira". Então, por que você não fala a verdade? Comece a usar a verdade como forma de se expressar mesmo. Ah, vai daí vão vão ter pessoas que vão te julgar, vão ter pessoas que vão te achar grossa. Então, quer dizer que essas pessoas não eram para estar na sua vida. Você precisa atrair novos relacionamentos, né? Então, eu trabalho muito com consentimento. Então, por exemplo, vamos, né, dia dos namorados, vamos botar fogo no parquinho. Vai lá. Puxando de cabelo é dor ou é prazer? Se é são duas crianças brincando, ai puxar o meu cabelo, não é bom. Agora, se é um par romântico que puxa seu cabelo, vai ter gente que vai gostar e vai ter gente que não vai gostar, mas você precisa falar isso eu gosto, isso eu não gosto tapa na bunda. Tapa na bunda pode ser extremamente sensual, pode ser uma coisa super gostosa, mas pode ser extremamente humilhante e e violento. E violento, tudo depende da intenção. E você, quando você recebe um tapa na bunda ou um puxão de cabelo, como você se sente? Pensa como eu me sinto. Eu me sinto bem, eu me eu eu me eu eu recebi esse, então eu recebi bem. Agora, se eu não gostei, fala: "Eu não gostei." Não foi uma situação que eu gostei e eu não gostei por isso, por isso, por aquilo. Mas o que que a gente faz? A gente dá aquele sorriso amarelo e ignora. E a gente passa pelos nossos sentimentos. Aí a gente usa os artifícios. Ah, eu preciso estar o tempo todo bem para responder o WhatsApp. Eu não posso chegar cansado e falar: "Olha, hoje eu não tô, hoje eu não quero". É, então, eh, e eu sou heavy user, né? Eu uso muito inteligência artificial, principalmente no trabalho, porque eu recebo muitas mensagens, muitas. Então, como separar o trigo do joio? Eu trabalho com terapeut terapia tântrica, eu trabalho com a parte sexual, né? Então as pessoas às vezes acham, confundem os trabalhos. Eu sou terapeuta, eu não não faço, né, não sou do job, né? Então aí as pessoas confundem mesmo, né? Então eu não consigo responder todas as mensagens. Então eu tenho um robô que responde para mim e ele separa o trigo do joio e ele faz melhor do que eu, porque às vezes eu não tenho paciência, às vezes eu só bloqueio a pessoa e não tento explicar o que que é terapêutica tanto, ele explica. Então tem isso também. Então a a Ia também não gosta de demonizar, né? Aí a realmente ela veio para para nos ajudar e ela vai fazer o que nós temos, preguiça ou talvez não temos energia suficiente para fazer, porque é cansativo você ficar falando o tempo todo que você não é. É cansativo. Então, a e nesse caso, e é engraçado que a produtora veio me procurar, né? Aí ela falou assim: "Ah, faz uma mini bio suaum. Aí eu escrevi: "Ah, sou engenheira, sou psicanalista, sou terapeuta, mas eu pus uma lista, né? Só pus uma lista das dos meus títulos, vamos dizer assim". Aí eu falei: "Ah, vamos, já que é porar, pedi pro meu assistente falou: "Faz para mim uma mini bill para mim". Ele fez uma mini bill que eu falei: "Nossa, nem eu lembrava que eu era tudo isso". Muito bom. Eu falei: "Nossa, é bom, né?" É, daí eu é sobre essa questão, é sobre é sobre você usar o melhor dos mundos, mas a sugestão é sempre dizer a verdade, não porque senão você não sustenta. Exatamente. Porque no olho no olho você não sustenta aquilo que é, porque mentira não sustenta, né? Então é sobre isso. Isso. Maravilhosa, gente. É isso. Mentira não se sustenta, né? E Artur, vamos falar dessa rejeição amorosa, né? eh eh que costuma ser vista como algo simples, mas tem os estudos que mostram que ela ativa áreas cerebrais relacionadas à dor. Porque um não, né? Quando a gente fala aqui de de relacionamento, a gente precisa falar da comunicação, né? Então, o não ele está dentro da comunicação. Então, por que que um não ele pode afetar tanto a saúde emocional quando a gente traz pro relacionamento, né, para o casal? É o e eh é o que a Ivânia pontuou aqui. De repente uma situação que você não gosta, você não fala para que você não desagrade o outro. Então você diz eh não para você e sim para o outro e continua levando aquilo de uma forma com que só o outro está bem dentro daquela relação. Então por que que um não pode afetar tanto a saúde emocional? Nós não estamos preparados ainda mesmo no em 2026 para receber ou não de uma forma mais tranquila, podemos dizer assim? Eh, sem dúvida. A, o que a Ivana falou é muito muito relevante quando se fala sobre verdade, né? Quando quando você cria um personagem, todos nós eh criamos então um personagem tanto do outro quanto de si próprio durante um tempo, eh ele não é sustentável para sempre. A verdade é que talvez o uso desse tipo de tecnologia pode fazer com que perdure um tempo mais desse personagem, consequentemente vai ter mais frustração porque vai ter menos verdade, menos realidade naquilo ali. E assim, flirt envolve risco. Antigamente aqui no Rio a gente chamava isso de toco. É verdade. Levou um toco. É, levou um toco. chamava assim também chamava de toco. Eh, falava: "Ah, levei um toco de fulano de tal". É uma rejeição. A verdade é que todos nós, em algum momento da história, eh, já fomos recebidos, rejeitados ou rejeitamos alguém. Então, o flirt envolve risco. O problema é que essa geração ela tá com dificuldade de se arriscar. ela tem muita dificuldade, eh, ela tem muito medo do constrangimento, da vergonha, eh, então ela prefere não arriscar. Então, não existe relacionamento sem nenhum grau de constrangimento, gente. Uhum. relacionamento vai nos expor a possibilidade de constrangimento, falar igual bobo, eh, ficar nervoso, se atropelar nas palavras, ser imperfeito. Então essa imperfeição é que a graça do relacionamento, que é justamente porque a gente tá tentando fugir, a gente tá tentando ficar perfeito esteticamente, a gente tá tentando ficar perfeito no nosso vocabulário, a gente tá tentando ficar perfeito eh para que o outro nos deseje e a gente tá se perdendo nisso. Então assim, quem não suporta o desconforto da aproximação, dificilmente vai experimentar profundidade na conexão e no relacionamento. Uau! quem não suporta o desconforto da aproximação. A aproximação em primeira visão, ela é desconfortável mesmo, né? Você não sabe com quem você tá falando, você não sabe se o que você está dizendo vai agradar a pessoa, você não sabe como a pessoa vai receber. E aí diante de tudo isso, muita gente fala: "Ah, tenho preguiça de me relacionar de novo não. Vou ter que começar tudo de novo. Vou ter que contar quem eu sou, de onde vim, para onde vou, é, sou formada em qu, quem são meus pais, eu gosto do quê. Ai, gente, dá uma preguiça, ô Ivân, por favor, né? E aí fica um pouco difícil e as pessoas estão preferindo ficar sozinhas. Agora, existe algo bem estranho aí nessa solidão ou solitude, porque será que realmente é isso que você quer ou você tá entrando na moda? Será que vale a pena se relacionar ainda ou o casamento já mais não faz mais parte da vida moderna, né? E o namoro, será que existe namoro ainda? Se você for forçar lá agora o Instagram, as redes sociais, tá tudo cheio de coraçãozinho, né? Mas será que é isso mesmo, né? Então, só alguém que entende a linguagem corporal pode explicar pra gente, porque a gente precisa entender o que que acontece com essa preguiça, de repente com essa falsidade, né, que a gente vê, essa mentira que a gente vê nas redes sociais, tá lá com uma foto linda, mas dentro de casa, cara, ninguém olha para ninguém, tá todo mundo separado, sete léguas, nem faz três meses que ninguém se conversa. Que coisa estranha. E é engraçado que no eu vejo eu vejo a preguiça como falta de propósito, né? Quando você tem preguiça, você tá com uma energia muito baixa, você tá vibrando, né? Vamos falar de vibração, né? Corpo é vibração. Nós nós somos feitos de água, então a gente também tem vibração, né? Todo mundo fez. Agora, antes a gente fazia aquela experiência do feijão, né? PH o feijão na água, o feijão nascia. Hoje a hoje a na escola eles fazem o o a experiência do coloca a água, fala coisas boas, como fica a água e depois põe no microscópio. Aí depois fala coisas ruins como fica. Então nós somos feitos por vibração. E a vergonha é a é a vibração mais baixa que existe. Ela vibra em 20 Hz. Sério? 20 Hz. Então, hoje existem equipamentos que conseguem eh que conseguem o que na prática a gente entende, eles conseguem eh eh medir essas vibrações. Então, a vergonha vibra em 20 Hz, o amor vibra em 540, o medo vibra em 200. Então você entende, então quando às vezes você está com esta preguiça, primeiro veja se não é vitamina, né? a gente tá sem vitamina, tá sem hormônio. Veja isso e depois veja o que está à sua volta, o que que você está assistindo. Você está assistindo conteúdos como esse, que são conteúdos que vão te trazer, te agregar ou você só fica assistindo programas e que matou e e fez programas ruins? Esses programas têm vibração baixa. Você está frequentando lugares que são vibrações altas, que são shows, igrejas ou lugares onde as pessoas estão sempre felizes ou você tá eh frequentando lugares que só tem fofoca, que só tem briga, que só tem intriga. Então o relacionamento é uma forma de você medir como que você está, porque a gente atrai o que a gente reverbera. Nossa. Então veja sempre se o seu padrão de relacionamento está se repetindo, por exemplo, você só atrai eh eh parceiros ou parceiras que são traidores que traem. Aí você se pergunta onde eu estou me traindo? onde eu não estou sendo verdadeira. Ou você atrai pessoas ou que eh, por exemplo, são escassas, que fica dividindo o pastel, que fica cobrando, fica reclamando por R$ 10, opa, onde eu estou sendo escassa na minha vida. Então eu vejo que sempre os relacionamentos eles são reflexos de você e aquilo e e aquela coisa assim de o onde eu preciso melhorar. Por exemplo, você tem uma mulher que você ou um homem que você olha e fala: "Ai, eu não gosto dele, eu não gosto". Não, não. O anjo não casou. Aí você olha e essa pessoa é desafiadora e essa pessoa que você precisa prestar atenção. O quê? Porque ela reflete uma alguma coisa sua ou algum desejo seu, alguma coisa que você tá invejando ou é uma coisa que você gostaria de ser às vezes, por exemplo. E nós mulheres somos nós, ainda bem que isso melhorou, porque a sororidade feminina melhorou, mas antes uma mulher divorciada, ela era considerada como um se tivesse uma doença, era tinha como se fosse uma doença letal, porque ela divorciava, ninguém mais convidava ela para casa. Exatamente. Porque ela era uma divorciada, percebe? Então essas coisas vão mudando. Agora, quando a gente fala de casamento, namoro e também mudou, né? A família mudou. Ex. Então, né? Vamos trazer o Artur pra conversa. Ô, Artur, nosso professor, esse esse negócio de de relacionamento, namoro, né? A a Ivânia tá dizendo aqui que mudou e realmente mudou. O que que qual que é a avaliação eh eh que você faz sobre essa mudança? Você acha que mudou para melhor ou de repente as pessoas ficaram mais egoístas? ou as pessoas começaram a olhar para si mesmo, né, e se entender, ah, ter um amor próprio, qual que é a avaliação que você faz? Porque hoje se fala muito em amor próprio, coisa que não se falava há tempos atrás. Mas será que esse amor próprio ele tá sendo verdadeiro mesmo, hein? Olha, apesar de a saúde emocional ter se popularizado nos últimos anos e vemos uma procura realmente de várias pessoas por terapia, por análise, eh apesar de ter se popularizado, a gente ainda não vê uma melhora assim substancial na sociedade. Parece que tá todo mundo tem, todo mundo tá com a sensação de que não tá totalmente bem. Ah, Brasil é o país mais ansioso do mundo desde 2017, eh, um dos países com maior índice de depressão. Isso se projeta sobre as relações e existe sim um fenômeno eh que eu diria razoavelmente novo, razoavelmente porque não é tão novo assim, que é um de um namoro sem esforço. Uhum. De relações sem nenhum tipo de esforço ou demanda. Então assim, o problema hoje eu acho que das pessoas não é nem encontrar alguém, porque eu acho que nunca foi tão fácil encontrar alguém, porque hoje as barreiras geográficas hoje já não existem, já que você pode conversar, se conectar com pessoas a a quilômetros. Ah, eu atendi recentemente aqui, eh, no consultório um casal que eu já atendia remotamente há muito tempo. Um mora no Canadá, outro nos Estados Unidos e vieram para Buso, Rio de Janeiro casar aqui e fizeram questão de vir aqui. Eu já atendia eles online depois da pandemia. Eu acho que 70% dos meus atendimentos são online e e tive alegria. Então assim, pessoas que eram de países diferentes que conseguiram se conectar, mas o desafio mesmo e que eu acho que a gente perdeu a habilidade é permanecer depois que a novidade acaba. A gente tá muito acostumado a a um grande bombardeio de novidades. Os rios, os vídeos de um minuto ficaram muito interessantes. E a leitura ficou desinteressante. E relacionamento é leitura, ele é gradual, ele vai exigir paciência, escuta, tolerância, perdão, eh, frustração. Eh, ou seja, não existe relacionamento sem esforço. Então essa essa tendência, essa necessidade de facilidade, quando o assunto é relacionamento, já não funciona. Relacionamento vai exigir demanda, energia ah da pessoa. E essa preguiça, essa preguiça para mim tem mais a ver com medo do que preguiça de fato, porque a gente não tem preguiça para fazer aquilo que a gente gosta. a gente vai achar tempo, a gente vai achar energia e para poder fazer aquilo ali. Mas eu acredito que hoje o maior desafio mesmo é é as pessoas depois que acaba a paixão Uhum. que dura aí no máximo uns do anos eh uma paixão daquelas bem intensas, eh continuar e por isso os relacionamentos estão tão descartáveis, por isso a gente tá encontrando cada vez menos relacionamentos de longo prazo. Agora eu sou uma geração em transição, por exemplo, acho que aqui tá todo mundo mais ou menos, eu tenho 49 anos, então sou da época que a gente mandava carta que ia pôr elão colocar ficha, a ficha caiu. Então, a a tecnologia que se modificou, paraa minha geração, nós criamos habilidade de nos conectar e conversar. Já essa geração que tá aprendendo já com esse tipo de tecnologia já meio que nasce sem essa habilidade e isso é muito preocupante. É verdade. A ficha caiu, gente, quando a ficha caía. Nossa, que raiva da ficha, não? E aí o cartão? Pode traz o Artur pra tela, produção. E o cartão, Artur? Você lembra que depois da ficha veio o cartão, né? E aí, eh, em época, em dias assim como dia dos namorados, se você se relacionava com alguém que não era da sua cidade ou tal, não tinha opção, não, filho. Tinha que ficar na fila do orelhão escutando tudo que o outro tava falando, torcendo para acabar o papo, para você também fazer a sua ligação. E aí, se você tivesse pouca ficha, a ficha cai, acaba a ligação e vai embora chorar, porque não ia ter jeito, né? É impressionante como verdade. Nossa, eu sou da época, eu mandava por faques. Você viu uma época que o meu namorado, ele tava no Japão, a gente mandava fax. Acho que, acho que os meus filhos nem sabem que que é fax. Eu tenho um filho de 15 e de 13. Eles não sabem o que é fax. Eles não sabem o que é aquele telefone de rodinha, então ou aquele fio que a gente pegava o fio comprido, aí o telefone ficava na sala para você levar pro quarto, carregava o fio e fechava a porta. Ou você não deixava ninguém falar porque estava esperando a ligação e a gente ficava, não, não, não, não. É, é. E sem falar que telefone, telefone na época que eu era adolescente, gente, era coisa de de milionário, né? Porque, ô coisa cara, que era uma linha de telefone e a maioria da galera ia para onde? Prohão. Porque se tivesse telefone em casa também, você não ia ficar falando lá do lado da mãe, do pai, né? É, é. tinha algo assim bem diferente. Hoje as coisas também mudaram e que bom que a gente tem tecnologia, só que nós ainda somos seres humanos e a gente precisa fazer uma autoanálise. E aí quando eu falo de autoanálise, eu quero trazer o o que a Ivânia tava conversando comigo antes da gente entrar no ar sobre nós estarmos bem conosco, né? Eh, os amores da nossa vida, quem são os amores da sua vida? Hoje eu sei quem é o meu amor, né? E eu gostaria que a Ivânia trouxesse pra gente a importância de descobrir os amores da nossa vida para que a gente possa assim se conectar com pessoas e e ter uma vivência de relacionamento legal, gostosa, feliz, assertiva, né, Ivana? Eu tenho uma con americana chamada rei. Então eu fiz o coach dela e eu sou professora do da metodologia da Luise Rei que chama Heal Your Life. É uma metodologia americana e ela sempre diz: "O primeiro e único relacionamento até que a morte o separe é você com você mesma". É isso. Então eu quando o seu copinho de alto amor tá cheio, você recebe melhor o feedback, você recebe melhor o não, você recebe melhor a crítica, seja ela construtiva ou não, e você entende que o que é seu é seu e o que é do outro é do outro. E aí há essa questão dos limites. Por que que nós temos tanto medo de ser rejeitados? Por que a gente tem tanto medo de crítica no trabalho ou crítica em relação ao nosso corpo? Quando a gente entende que nosso copinho está repleto de alto amor e que, gente, nem Jesus, Jesus, filho de quem foi, foi crucificado como um ladrão na, né? Sim. Por que nós queremos a perfeição. Exatamente. Por que nós queremos? Então, a gente, nós precisamos entender que somos perfeitos do jeito que a gente é. Uhum. Você é perfeito do jeitinho que você é, mas com essa questão de micial, com essa alta performance, com esse excesso de dopamina, a gente acaba se esvaziando. Então o movimento precisa ser ao contrário. Se encha, se encha de alto amor. Entenda que o outro às vezes aquele ghosting é porque ele está, imagina esse que é a questão, a gente tá no WhatsApp, a gente não consegue esperar outra pessoa digitar. Então se você não tem paciência, liga. Uhum. Né? Então aí a gente tá falando aqui, daí a gente tá falando com outra pessoa, tá falando com outra pessoa, não. Então se é esse momento, então ó, esse momento eu vou falar com você. Olha, eu vou e se despede, fala: "Olha, eh, boa noite, eu vou dormir." Não, você abandona e nem fala. Então assim, ainda esqueo, ó, eu sou Ivana. Quando você sai do grupo, fala: "Olha, muito obrigada, eu me despeço e pronto." Mas a gente entra e sai dos lugares sem ser visto. A gente entra e sai, eh, começa a conversa e não termina e abandona a outra pessoa esperando lá os os pontinhos. Então, seja verdadeiro e trate as outras pessoas como você gostaria de ser tratado ou tratada, com respeito, com verdade, com dignidade e não. Às vezes é não. E às vezes o não é para você, é limite. E não é eu não porque eu te achei feio ou te achei bonita ou te achei gorda. Não, porque eu não estou neste momento, eu não estou disponível ou eu estou disponível. Explique por você, não pelo outro. A gente, essa também é uma tendência das pessoas, a gente quer se preocupar com outro, mas a gente esquece da gente, né? Total. Uhum. Isso. Primeiro você e autoamor não é egoísmo. Então, primeiro é você com você, depois é você com os seus familiares, porque também não adianta a pessoa querer um romance e tá gritando com o filho, tá gritando com a mãe, tá brigando com o pai. Então, precisa ser uma harmonia geral. Claro que existem altos e baixos, mas eh sempre é a frequência. Em qual onda você tá você tá vibrando. Você tá vibrando no 20 ou no 540? Uau, muito bom. Muito bom, né? E ó, a coragem é 200. E para sair da coragem para vibrar pro autoamor, aí precisa do autoconhecimento, aí precisa da terapia, aí precisa de E não precisa ser uma uma terapia de eh qualquer que seja, até uma boa uma boa igreja. Eu gosto de falar, a não, eu gosto de falar uma boa igreja, uma boa comunidade. Então, grupos, grupo, pode ser o grupo da pintura, o grupo do crochê, aquilo que leva sua vida. uma reáica. Não é sobre dogmas ou é sobre frequência, sobre pessoas, né? Muito bom, muito bom, professor. Olha só, né? a a Ivânia trazendo pra gente eh eh bastante detalhes sobre a questão da frequência, né, da energia. E aí a gente falando sobre o amor próprio, que muita gente ainda com tanta informação, né, ainda confunde o amor próprio com um egoísmo, né? Eh, e aí Vânia trouxe também que pra gente ter amor próprio, a gente precisa do autoconhecimento. E aí, para ter o autoconhecimento, a gente precisa da terapia. traz pra gente, professor, a importância desse autoconhecimento para os relacionamentos e acredito que paraa vida. E o autoconhecimento, me tira uma dúvida, o autoconhecimento ele é constante porque a gente tá em movimento, a gente está em mudança. Hoje estou, amanhã já não estou mais como hoje, então eu preciso continuar nesse processo. É isso. Eh, na perspectiva da psicanálise, Freud diz que ninguém ama do zero. Talvez na perspectiva da psicanálise, amor à primeira vista não exista. Uau! Eh, pelo seguinte, todo o amor ele é uma projeção que já existiu pelo menos na imaginação. Então, na verdade, quando a gente olha para alguém e diz assim: "Ah, eh, foi o amor à primeira vista". Na verdade, é a projeção de vários outros amores. Uhum. Ah, ou de várias idealizações de amor. Então, assim, a verdade é que nós somos a construção da nossa vida. Ah, hoje o que muito acontece que esse amor próprio, essa identificação, é que antes de se relacionar com o outro, a gente se relaciona com a gente mesmo. Então, não adianta conhecer como a palma da mão a outra pessoa, vasculhar, estalquear a vida da pessoa, saber detalhes e saber muito pouco sobre si próprio, porque a gente sempre vai estar procurando no outro aquilo que nos preenche de alguma maneira. Se a gente não reconhece a nossa própria falta, o outro nunca vai nos saciar, não. Nunca haverá contentamento. E a gente vai ficar entrando num relacionamento, entrando em outro, em outro, em outro. Na verdade, não é sobre o outro, eh, é sobre mim mesmo. Então, o autoconhecimento, ele é altamente protetivo. Eh, principalmente quando a gente fala de dependência emocional, por exemplo. Quem sabe o que é se importa cada vez menos com o que o outro diz. Então, se o outro rejeita, se o outro diz que não quer, se o outro não se interessou, tudo bem, eh, sigo em frente. Agora, se o outro me rejeita e eu não sei quem eu sou, eu começo a pegar aquela rejeição e tornar aquilo uma capa. Então, ah, hoje quem quem tá buscando conversas perfeitas, que não existe, gente, conversas perfeitas não são reais, acaba perdendo encontros reais. Uhum. Então, eh, eu acho que é nessa, eh, olhar no espelho, olhar e perceber a nossa imperfeição, é que vai fazer a gente tolerar a imperfeição do outro, vai fazer a gente continuar num relacionamento quando aquele ápice eh da paixão vai embora, quando a novidade se desfaz e a gente começa a ter relacionamentos mais saudáveis e duradouros. Nossa, quando a novidade se desfaz, essa frase do professor é impactante, né, Artur? E aí faz como quando a novidade se desfaz, né? Segue. Quando a novidade se desfaz, a gente se reinventa. Reinenta, porque sabe qual é o problema? A gente quer reinventar o outro, a gente quer modificar o outro, a gente quer deixar o outro diferente. Não, aí a gente se reinventa. Quando a novidade se desfaz, eu me torno a novidade. Uau! E aí tudo fica mais interessante. Olha só, gente, vocês são fenomenais. Agora, como que eu faço para me tornar a a novidade? Oi, Ivânia. A gente tá aqui, ó, falando do dia dos namorados. Hoje é dia 12, o tempo já tá virando lá fora, vai est aquele clim mais chuvoso, né? De repente você tá aí com o seu namorado, com a sua namorada, ou de repente até precisa iniciar uma conversa para poder equilibrar as coisas, ou de repente a novidade já não existe mais e você vai refazer essa novidade, né? Mas tem que ser você a novidade. Então, explica pra gente como que como que a gente faz para que um relacionamento onde as duas pessoas elas realmente sentem, né, o afeto, o carinho e o amor entre elas, como que faz para poder eh continuar esse relacionamento sem tanto desgaste nos dias de hoje? estado de presença. Então, eu atendo casais e geralmente no meu atendimento de casal são casais com mais de 15 anos de de na de casamento ou namoro ou relacionamento, né? E a gente, eu sempre penso olho, nariz, ouvido e boca e a pele. São os cinco sentidos. Uhum. Então, para você reativar a paixão, você pode ou dar ênfase em um sentido ou tirar um sentido. Então, Dia dos Namorados, experimenta fazer uma coisa diferente, coloca uma venda. Uhum. E não precisa ser só brincadeiras com com cunho erótico, não. Brincadeiras mesmo. Volta ao estado de criança. Então, eu sempre falo assim, nós quando nós nascemos bebês, nós nascemos bebês tântricos. Porque a gente ri com qualquer coisa, a gente satisfaz com qualquer coisa, a gente veste qualquer roupa, a gente se dá bem com todo mundo e aí aos poucos, ao longo da vida, a gente vai aprendendo os os pais ou as pessoas vão ensinando a gente, né? Então daí aí um bebê, ele brinca com outra criança, ele não quer saber se tem casa na praia, ele não quer saber se essa outra criança tem estudo ou não. Eles montes de criança brinca, uma pureza, né? que é o amor incondicional, né? Agora a gente não, quando a gente se relaciona, a gente quer saber, ai, será que trabalha? Será que trabalha? Qual que é a cota do banco, ai qual que é a crença. A gente começa com esses julgamentos. Então, quando eu digo, né, olho, então você tá, você e o e seu parceiro de longa data, tira um faz uma venda, tira um sentido, coloca outro sentido, vamos experimentar comidas gostosas, vamos experimentar aromas gostosos. Então a gente vai faz, venda a pessoa e começa a fazer aquela brincadeira de cheira o que que é, adivinha o que que é? Coloca as aromas. Hoje tem um monte de aromas que você pode cheir qual que é? Não é não sei o que isso, não sei o que isso, não sei o qu. Ou come coisa. Ah, o que que é? Ah, é uva, é banana, é maçã, é queijo, é castanha. E faz esse tipo de combinação. Aí depois a gente pode até falar sobre combinações gostosas para pro dia dos namorados. ouvir música, coloca no Spotify ou alguma coisa, coloca música e fala: "Ah, de música de qual filme?" Fazer esse tipo de brincadeiras. a gente perdeu essa capacidade lúdica de fazer as coisas, porque a gente faz tudo muito no automático. Então, eh, por exemplo, eu trabalho com uma técnica que, eh, chama Shibari, é de cordas japonesas, então é extremamente é extremamente sensual, é extremamente curador também essa parte de você estar restrito nos seus movimentos num ambiente seguro. Eu uso essa técnica para ajudar a reverter traumas, né? Então, e esse tipo de coisa, faça coisas diferentes. Por que que vocês não vão vão fazer um uma visita para uma cidade ou vamos comer num restaurante que a gente não tá acostumado a comer? Ou pega um bilhete de trem e vai para uma estação e vai conhecer. Então assim, e o bilhete de trem é é 4 é 5,40, gente. Então, ou mesmo ai não, não tenho dinheiro. Então, vai no parque, vá fazer alguma exploração. É que a gente fica sempre na tal da zona de conforto. É, e a zona de conforto é boa, mas nada acontece ali, né? Então essa questão do ficar na mesmo, então aí vem a preguiça, aí vem a falta de propósito, aí vem o medo. Mas medo, medo aí de esse medo é teu ou esse medo foi? É igual medo de barata, gente. Você dá uma barata para um bebê, ele vai enfiar na boca e comer. Pior é verdade. Quem que ensinou que aquele bicho vai matar você? Porque quando uma barata aparece, parece que vai matar. Uhum. Todo mundo tem um receio todo mundo tem medo. Mas esse medo é o medo irracional, é o medo que foi aprendido. Aqui nós estamos no Rio, não sei como é que é aí, Artur, mas aqui em São Paulo a gente tá no carro, se vem um para uma moto com um carona, a gente fica desesperado, a gente dá, sobe aqui o medo e e por exemplo os o eu recebia muitos clientes de eh estrangeiros, eles iam com abotoaduras e e relógios caros na rua. Eu falava: "Pelo amor de Deus, tira esse relógio". E eles andam, porque eles não sabem que isso é o medo. Então, onde a gente aprendeu esse medo? Então, é a mesma coisa com os relacionamentos. Onde que você aprendeu esse medo de julgamento? Então, já que você aprendeu, tem um jeito de sair. E como você sai? Ou você tira um dos sentidos para você fazer essas brincadeiras e voltar pra parte lúdica mesmo. Muito bom. E tá cheio de jogo na internet ou no YouTube, de tem jogos de cartas. Se você vai nos checks, tem aquelas cartinhas que você pode fazer as coisas. Então, a gente tem uma infinidade de coisas para fazer que antes não tinha. Então também é não é falta de oportunidade. Eu acho que é congelamento, é falta de vontade, falta de iniciativa. A a preguiça, né? Congelamos a tal da preguiça. É a preguiça novamente. A gente precisa movimentar aí essa área, né? Agora, se você optou pela solitude, maravilha. O importante é que você esteja bem consigo mesmo, né? A partir desse momento, você consegue transbordar aí coisas boas, sendo em relacionamentos de amizade, relacionamentos amorosos, relacionamentos familiares. Você precisa estar bem consigo. Agora vamos eh trazer algumas perguntas. A produção me avisando aqui que nós temos umas perguntas. Então já vamos direcionar aí para vocês, pro Artur e pra Ivana também, pra gente poder conversar com o pessoal que tá em casa. Pode trazer pra gente a primeira pergunta, produção, por gentileza. Pode colocar na tela. Vamos ver o que que o pessoal quer saber. Ã, para hoje, dia dos namorados, né? Rafael Pimenta da Vila Nova. Tem gente que apaga mensagem várias vezes antes de enviar um simples oi. Olha aí, ó. A paquera virou uma cobrança grande demais. Ô professor, esse negócio de apagar e agora aparece quando a gente apaga a mensagem, né? Daí fica feio. Dedel, conta pra gente aí. Ô, ô, Artur. É verdade. Hoje a tecnologia denuncia a nossa falta de habilidade também. Eh, a verdade é que quando a gente apaga a mensagem é porque a gente ensaiou mentalmente demais o que a gente ia dizer. Eh, eu acho que a gente precisa tá mais eh suscetível a um improviso, gente. Ah, é esse improviso aqui a graça. E se for mal interpretado? E se o que foi dito não foi interessante, deixa lá, deixa deixa lá. Não apaga não. Não apaga nada. a menos que seja uma coisa ofensiva pela qual você se arrependeu. Aíudo tudo certo. Agora, se é só uma questão de uma interpretação, se você achou arriscado aquela declaração, olha, quem não se arrisca eh nesse momento, muitas vezes não escolheu a solitude, queria muito acompanhado nesse dia dos namorados, mas não está justamente por uma mistura de preguiça com falta de coragem de se expor. Então se exponha, seja corajoso, seja corajosa, deixa a mensagem lá, ainda que eh não seja talvez tão bem interpretada, mas essas mensagens apagadas elas só mostram de que a gente às vezes ensaia demais. Então assim, ensai o o ensaio mental e excessivo, ele mostra a nossa ansiedade, ou seja, a gente a gente ensaia tanto a conversa que vai ter no jantar que quando chega no jantar trava. Uhum. Ou seja, apagou a mensagem ali, ó, na na vida real. Então, a gente tem que acostumar com o improviso para que quando chegar na conversa olho a olho, a gente não tem o apagão de não ter o que conversar numa mesa, num jantar. Uau! E apagão, esse que acontece eh muito com os jovens, né, Artur? Porque nós eh falamos em um programa recente sobre isso, os jovens eh a geração que já nasce conectada, né? é bem diferente da nossa geração. Nós nos adaptamos com essa conexão e essa geração não, ela vem conectada já. E aí às vezes elas não conseguem fazer a adaptação do olho no olho. Nós conseguimos fazer a adaptação, saímos do olho no olho para nos adaptar à tecnologia. Então, a tela agora, essa geração que vem da tela não consegue adaptar pro olho no olho e às vezes não consegue nem conversar eh em um encontro, né, corpo a corpo aqui, físico e a maioria deles estão eh perdendo essa habilidade do ser humano, que é é o toque, é o estar junto, é o estar perto. O que que você falaria, professor, para esses jovens e adolescentes, né, que estão se relacionando pela primeira vez. Hoje é o primeiro dia dos namorados e aí eles vão ter que sair da tela para poder encontrar, porque você não vai ficar lá o tempo todo lá no dia dos namorados mandando mensagenzinha: "Te amo, te amo". Pelo WhatsApp, gente, por favor, né? Uma florzinha, vamos lá, uma caixinha de bombom e vai ter que chegar até a pessoa e aí não sabe o que falar. Faz o quê? É, essa é uma reclamação recorrente. Acho que dá até para ver meu divanto aqui atrás dessa dessa instante. Uma reclamação recorrente aqui dos adolescentes que fala assim: "Cara, quando eu tô conversando com a menina ali no WhatsApp, eu consigo, mas na hora que eu sento na lanchonete, eu travo. Eu travo. tem muita dificuldade de de continuar a conversa, de puxar a conversa e de e de me desenvolver ali naquela naquele bate-papo. A verdade é que hoje é o ótimo laboratório, que oportunidade que se está tendo de eh um relacionamento real. Eu acho que hoje o grande desafio mesmo, eh, eu acho que não é nem a inteligência artificial vai substituir os relacionamentos, não. Eu, eu eu pessoalmente não me preocupo exatamente com isso, mas eu acho que a pergunta que a gente tem que fazer hoje, independente da geração, adolescente ao adulto, é o quanto a gente ainda tá disposto a correr riscos Uhum. Ah, emocionais necessários para viver um relacionamento real. o quanto a gente tá disposto a se arriscar. Então, essa previsibilidade que muitas vezes a a rede social dá de poder apagar na vida real não dá. Depois que você falou, falou, não tem como apagar da da memória do outro. Não é o MIB que você vai acender uma canetinha e vai apagar o que disse. Então, na vida real você não apaga o que falou. a gente precisa estar disposto a passar e a se submeter a riscos reais para relacionamentos eh de verdade. Excelente. Muito bom, professora. Agora temos mais uma pergunta, a gente direciona ela pra Ivânia. Vamos ver quem é que tá conosco e qual é a pergunta. Vamos lá. Fernanda Souza do Cambuí. Algumas pessoas desistem no primeiro defeito que aparece. A busca por alguém perfeito está atrapalhando a construção de vínculos reais? Eu entendo que algumas coisas a gente chama de red flag, né? Então você tem essa questão da insistência, OK, ela é saudável, mas as red flags é para desistir mesmo. Então, por exemplo, uma red flag para mim é se alguém, se eu saio com alguém e essa pessoa trata mal o garçom ou trata mal a faxineira ou trata mal o porteiro, para mim é red flag e eu nem quero mais com essa pessoa. Então aí sim. Aí porque é meu valor. Aham. O meu valor é tratar todo mundo igual. Por exemplo, tem algumas red flags que a gente às vezes vê pela internet, as pessoas foi lá na farmácia, comprou um OB e pediu e o a pessoa comprou as coisas e deixou o OB da namorada. Isso é uma red flag. Mega red flag. Então não é que você desiste no primeiro defeito que aparece. depende qual é o defeito. Exato. E se isso é muito importante para você, essas red flags, realmente está certo. É, né? Pode ir embora. Agora tem pessoas que tem algumas coisas que são, por exemplo, a risada. Eu tenho uma risada que eu tenho uma risada, eu falo que é risada de pombadiro. Eu rio, todo mundo, todo mundo vê. A pessoa que ela ela não se incomoda com a minha alegria é Red Flag também. Sim. Verdade. Se a pessoa fica, fica quieta e Vânia fica com vergonha. Aham. Então, você não é para não é aí é red flag também. Então você perceba e às vezes a pessoa que sai comigo e e se ela se sente incomodada, então não é para sair comigo, porque eu não vou deixar de rir, eu não vou deixar de falar, eu não vou deixar de ser espontânea porque você te incomoda. Se isso te incomoda, tudo bem. Às vezes, por exemplo, eu posso, você pode adequar o seu discurso. Eu não vou falar do mesmo jeito que eu estou falando aqui na televisão numa roda de bar com as minhas amigas, porque daí entende, existe essa adequação. Você pode, por exemplo, você pode até chegar e falar pra pessoa: "Olha, aqui não, ou você conversa com a verdade, fala: "Olha aqui os meus pais ou sei lá, aqu eles são mais restritos, então será que dá para, né?" Uhum. Hum. Aí eu vou avaliar, mas depende dessa dessa questão do que que é o defeito. E outra coisa, gente, às vezes, né, façam boas perguntas. O que você gostaria quando você fala alguma coisa, fala assim: "Eu não entendi, será que você pode me explicar?" Porque é muito engraçado que a gente faz o prompt para Iá, a gente faz o nosso prompt e se a Iá, se a Iá dá o que você não queria, de quem que é a responsabilidade? é sua, porque você deu o promp errado. Por que que em relacionamento a gente sempre coloca responsabilidade no outro? Ex. Vamos dar o prompt certo. A gente dá o prompt errado pro outro e a gente exige que o outro faz. Então assim, e no no clientes, ai meu marido não sabe fazer eu chegar no orgasmo, tá? O seu marido, o cara que não acha o requeijão na geladeira, ele vai ser responsável pelo seu prazer. E você, você sabe? Não sei. Falei: "Então você está dando promp errado pro seu marido." Olha isso. Uhum. né? Nós, a, qual é a sua responsabilidade no relacionamento? Qual é a sua responsabilidade em se comunicar? Porque a gente faz, a gente faz a mesma coisa, a gente repete, a gente quer que o outro entenda. É muito mais fácil mudar o outro do que mudar você, mas muda teu prompt, muda a tua comunicação, você vai ter uma outra resposta. Eu brinco, eu tenho uma amiga que falava assim: "A culpa é minha, então eu ponho em quem eu quiser". Ai, ai, ai, gente. E não é assim, não existe culpa, existe responsabilidade. Qual é a sua responsabilidade com o fim do seu casamento? Qual é a sua responsabilidade por que você tá desse tamanho de peso? Qual é a sua responsabilidade porque que você está doente? Entendam? Porque a gente acha que é mais fácil mudar o outro, mas e você não adianta fazer matrícula na academia que não vai emagrecer, você precisa frequentar para emagrecer. Só que a gente entende o outro e a gente manda os promptes errados pros outros e a gente quer a resposta que a gente quer. Mas você fez e com a gente não briga, né? Interessantíssimo. Perfeito. Nossa, agora para fechar, para fechar, Artur, e esse esse esse negócio de prompt que ela passou pra gente aqui, né? A gente precisa ajustar o prompt nesse dia dos namorados. Vamos lá. Qual que é o promp certo pro dia do namorado? Artur, o promite certo é perguntar se o date lá faz terapia, porque para entregar o certo, é a primeira coisa que eu perguntaria, você já faz terapia, não quero nem saber quanto é que ganha, não quero saber nada. Você faz terapia boa. Ah, então beleza, porque eu já sei que você vai me entregar o promete, certo? Então a chance de eu te corresponder é muito maior. Porque se você me entregar o promete errado, eu vou te entregar também. tava errado. E quem quem faz terapia sabe nomear o que sente. Sim. Eh, então, se a pessoa não sabe nomear o que ela sente, eh difícil, ela vai ficar sempre eh necessitando que o outro adivinhe o que tá sentindo e aí fica emburrado, muda a cara, fica ali esperando que o outro fique, ó, o que que houve? Você tá se chateado, tá abocida, tá tá o que que houve com você? Você tá ah, tá se sentindo desvalorizado? Nem a pessoa sabe nomear. Então, quem faz terapia tem 5G eh quando o assunto é conexão. Uau, gente, que bate-papo gostoso, importante demais. Pena que a gente precisa encerrar o programa, tem tanta coisa para falar com vocês, porque hoje é um dia, né, que as pessoas vão comemorar aí o dia dos namorados e que bom ter vocês com a gente aqui, pelo menos um em pouco tempo, mas para nos orientar, né? E a gente tirou o quê desse programa de hoje? Bora fazer o promp. Certo. Eu quero agradecer demais a presença de vocês, começando por você, Artur. Um grande abraço. Obrigada pela sua participação. Final de semana lindo para você. Não sei se você vai, mas quero te convidar. Vamos torcer pro Brasil amanhã. Não vou torcer. Eu vou torcer, né? Vamos mandar um pr certo aí. Energia. Energia. Energia positiva, né? E um feliz dia dos namorados aí para todos. Um abraço pro pessoal do Rio de Janeiro e obrigada a você mais uma vez pela sua participação. Professora, acredito que a gente brinca aqui quando a gente pode brincar, mas eh relacionamentos eh pessoas precisam ser levados a sério e a gente precisa entender que a terapia ela leva a gente para um caminho sem volta. Quando a gente começa a entender o quão bem faz a gente ter o conhecimento sobre quem somos. a gente consegue entender as pessoas que estão à nossa volta, isso faz toda a diferença. Então vocês trouxeram aqui um conteúdo maravilhoso. Então mais uma vez muito obrigada, professor. Considerações finais. Agradeço. Muito obrigado aí. Foi um prazer estar com vocês aqui nessa manhã. Maravilha. Agora você maravilhosa. Adorei. Quero você mais também aqui no programa. assim como quero agradecer sua participação. Deixa uma pr galera, né, que que de repente vai se encontrar pela primeira vez ou para quem tá com relacionamento quase esfriando ou para quem de repente fala assim: "Preciso surpreender, que que você traz pra gente, pra gente encerrar". Verdade. Verdade. Seja você e atraia pessoas que são adequadas para você. Não existe certo errado. O criador não erra. Não erra. A luz não erra. Então, o que você precisa aprender nessa vida? O que você precisa levar? Não tem certo, errado, não tem bom ou ruim. O criador não erra, confia. É a fé, né? Então, é, a luz não erra. Então, o que você precisa aprender? E sempre que acontece alguma coisa, o que eu preciso aprender com isso? Qual é a lição que eu preciso aprender com isso? Qual é o padrão que eu estou repetindo? Principalmente para relacionamento, qual é o padrão que eu estou repetindo, né? Então, se eu tenho medo do julgamento, onde eu preciso me fortalecer, o que eu preciso aprender e sempre para e terapia, né? Terapia, gente. É, o autocimento é infinito. A gente pode colocar nosso Instagram, como que funciona? Ah, então o meu Instagram é Ivânia. terapeuta. Então eu agradeço. Me sigam, vocês vão falar com o meu assistente e eu também falo também, mas se vocês vão falar com o meu assistente e vocês vão entender como que é essa praticidade do uso da inteligência artificial para você poder fazer as coisas que você gosta. Ai gente, que delícia, maravilhosos vocês. Obrigada demais pela participação. A gente encerra a semana do estúdio Câmara com chave de ouro, gente, maravilhoso mesmo. E é assim, né, a gente segue a vida e o que não é bênção é lição, né? E é isso que a gente tem que entender. E a verdade, ela precisa sempre ser dita, mas para você dizer a verdade, você tem que ter o autoconhecimento para saber primeiro o que significa a verdade para você, né? Então, hoje a gente conversamos sobre esse fenômeno aí que cada vez está mais presente eh na sociedade, a dificuldade de criar conexões verdadeiras e meia tanta hiperconectividade. A gente falou sobre medo de rejeição, ansiedade provocada pelas relações digitais, o uso da inteligência artificial na paquera e a importância de repente de resgatar a autenticidade e a verdade nos relacionamentos. Porque o flirt continua sendo uma experiência humana baseada em respeito, escuta, interesse genuíno e disposição para lidar com a vulnerabilidade. Um grande abraço para você, um ótimo final de semana. Bora, Brasil. Ó, tô de verde hoje porque eu vou torcer, já tô torcendo pro Brasil amanhã, né? A nossa, a nossa equipe de reportagem vai estar lá no Taquaral para fazer a cobertura, se encontrar, dar entrevista pra gente para se ver aqui, tá? E na próxima semana, segunda-feira, estúdio Câmara volta ao vivo a partir das 8 da manhã. Vamos falar sobre um assunto que promete mexer com milhões de brasileiros, porque o jogo vai ser amanhã, sábado, e aí segunda-feira a gente vai falar sobre isso, gerenciando as emoções na Copa do Mundo. Como controlar a ansiedade durante uma competição que mobiliza o país inteiro, porque o resultado de uma partida pode influenciar o nosso humor, a produtividade e até os relacionamentos ao longo da semana. Se o Brasil ganhar, a gente entra na segunda-feira com uma energia lá em cima. Agora, e se e se e se não acontecer, como é que vai como é que você vai estar segunda-feira? Já parou para pensar? Então, na segunda-feira, a gente vai entender como o futebol afeta nossas emoções e como encontrar equilíbrio. Equilíbrio em meio a adrenalina da Copa do Mundo. A gente precisa porque vamos viver aí tempos de muita adrenalina e muitas emoções fluindo em meio a a esse a esse gigante, né? é um fenômeno maravilhoso que é o futebol, que une pessoas, que une família, que une gerações e que a gente tá vivendo e se permita viver isso, tá bom? Grande abraço para você, fique bem, ótimo final de semana, bora torcer pro Brasil. Gabriel Castro ao meio-dia, ía chegando daqui a pouquinho e a gente se encontra na segunda-feira. Beijo, gente. Valeu. Tchau, tchau. Bora, Brasil. Feliz dia dos namorados.
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