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Estúdio Câmara no ar ao vivo quinta-feira, dia 28 de maio. Uma satisfação ter você com a gente. Vamos fazer desse um ótimo dia e vamos falar aqui no programa hoje sobre a transformação das academias e do mercado fitness. É, a academia de antigamente, focada quase só na musculação, vem dando espaço para locais que prometem muito mais. saúde integrada, acompanhamento completo, bem-estar, monitoramento do sono, alimentação personalizada e até experiências de luxo. Mas no meio de tantas novidades, surge uma dúvida importante que faz a gente perguntar: será que essa diferença e de academias faz bem pra saúde? Será que o básico, bem feito, como exercício regular, boa alimentação, sono adequado e acompanhamento profissional, ainda funciona ou hoje é necessário investir em toda essa estrutura 360º, né, que é assim que fala, para ter mais qualidade de vida. Será que tem que investir assim para ter qualidade de vida? E você de casa o que pensa sobre isso? O wellness ou a academia 360 viraram necessidade ou estratégia de mercado. Você conhece o que estamos falando? Essa academia 360 ou esse Wellness ou então academia de luxo? Vamos conversar sobre isso hoje aqui no programa. A gente eh abre espaço para você conversar com a gente também porque o WhatsApp tá na tela, 199729377. E enquanto você manda sua mensagem sobre eh essa nova academia que está surgindo, né? Se você já conhece, se você de repente está eh frequentando esse espaço, compartilha com a gente a sua experiência. Nós estamos aguardando você. Enquanto isso, vou atualizar algumas informações, fazer um convite para você, a previsão do tempo e já já apresentação dos nossos convidados que já estão aqui no estúdio para nos orientar sobre essa nova modalidade de atividade física. Acho que é isso, né? Então, tá certo. Olha só, gente, a Câmara de Campinas vai realizar no próximo dia 9 a 9 de junho, tá? Às 7 horas da noite, a audiência pública que vai discutir o projeto de diretrizes orçamentárias. para o ano que vem. Então, a gente convida você para participar e discutir junta junto com o executivo e legislativo as metas e prioridades da administração pública municipal para o próximo ano. A audiência será conduzida pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara de Campinas. A sua participação vai ajudar a definir os rumos dos investimentos públicos da cidade para o ano que vem. Então, por isso é muito importante. Você pode dar a sua opinião, a sua sugestão através do site, tá? É câmara.spsp.leg.com.br. Ou então você pode acompanhar presencialmente essa reunião do dia 9 lá no plenário. Você será muito bem-vindo. E também, claro que nós vamos transmitir ao vivo para você aqui na TV Câmara Campinas e através do YouTube da TV Câmara Campinas, tá? Então, site para você preencher lá o formulário com as perguntas ou sugestões. Campinas.sp.lege. Tá? Campinas.sp.lege. A sua participação é muito importante. Previsão do tempo para hoje. Como é que fica o tempo hoje, gente? Que friozinho hoje de manhã. Lembra que ontem eu falei que a temperatura ia cair? A gente tem uma frente fria chegando aqui na nossa região, mas hoje nós temos um céu azul de brigadeiro, um sol lindo brilhando lá em cima. Dá uma olhadinha como é que tá azul o céu. Tá lindo. A mínima foi de 14, a máxima de 22º. Então temperatura fica dessa forma aí, meio geladinho, mas o dia tá maravilhoso pra gente aproveitar e fazer dele um ótimo dia. Agora sim, vamos voltar ao nosso tema central. Hoje muita gente busca mais do que estética ou ganho muscular, né? Academia tá meia diferente. Tá diferente. Olha, disposição, saúde mental, qualidade de sono, equilíbrio. A gente precisa de tudo isso para enfrentar essa nossa rotina cada vez mais acelerada. Daí, nesse cenário, cresceram as academias e as plataformas de wellness. Que é isso? Elas oferecem um acompanhamento integrado, experiências personalizadas e um serviço premium. Eh, mas junto com toda essa evolução, surge também aquela pergunta, né, que nós fizemos agora no início do programa. Para ter saúde de verdade, é preciso investir em estruturas sofisticadas e caras, né? O básico bem feito, ele ainda funciona? Ou esse conceito da academia 360 se tornou uma necessidade da vida moderna? A gente precisa entender e conhecer. No meu caso, preciso conhecer o que é isso tudo e entender se realmente funciona. Então, para isso, nós temos aqui eh duas pessoas especialistas que vão nos explicar sobre esse novo conceito de academia. Adriana Fernandes, educadora física, ela tem mais de 25 anos de experiência em treinamento personalizado, né, pilates e saúde feminina. Então, a gente dá as boasvindas para boas-vindas para ela. Adriana, seja bem-vinda. Obrigada. Bom dia. Bom dia, Larissa. Obrigada pelo convite. É um prazer estar aqui nesse e discutir esse tema tão relevante e tão atual. É relevante e atual. É tudo muito novo. É por isso que eu também estou descobrindo. E para nos ajudar, nós temos ele aqui, o Mateus Benelli. Ele é nutricionista, personal trainer, especialista em nutrição esportiva, hipertrofia, emagrecimento, né? Ele tem um espaço, mas não é isso espaço luxuoso, mas tem um espaço que eh faz a diferença na vida de muitas pessoas e vai explicar pra gente hoje o que que tá acontecendo, se a gente precisa de tanto luxo, um cowork dentro de uma academia, que é essa nova, esse novo sistema que está sendo implantado e a gente precisa entender. Mateus, seja bem-vindo. Bom dia. Obrigada mais uma vez pela sua presença com a gente. Imagina, eu que agradeço e tô aí com em torno de 25 a 26 anos no mercado, né? Sou proprietário também, então tenho esse lado, mas a gente tá sempre olhando para essas tendências mundiais, né? E a gente começa a enxergar isso de uma maneira, claro, feliz, né, que o mercado de wellness está crescendo, mas também com essas preocupações desse exagero, né, que a gente precisa gastar muito ou ser muito caro para ser mais saudável. Então, é um assunto bem interessante. É, exatamente. Bem interessante. Eh, até porque com tudo que é novo, né, eh, cria uma expectativa e aí as pessoas querem conhecer. Mas quando a gente fala dessa academia 360, esse fitness 360, é algo bem diferenciado e que para você conhecer você tem que investir, né? E será que tá todo mundo com disponibilidade para esse investimento? Vamos lá. Hoje muita gente procura academias que oferecem muito mais que treino, né? Acompanhamento nutricional, aplicativos, monitoramento, experiências de bem-estar. Então, eh, Mateus, na sua avaliação, essa mudança surgiu porê as pessoas realmente passaram a cuidar mais da saúde de forma integrada ou também existe uma estratégia de mercado para atender um novo perfil de consumidor? as pessoas, os perfis estão mudando. O que que tá acontecendo nesse ambiente eh fitness, podemos dizer assim? Ótimo, né? Quando a gente fala de wellness, wellness, né, que envolve tudo em relação a bem-estar, a saúde, a qualidade de vida, né, cresceu muito, né, só que cresceu junto com as redes sociais. Ah, né? Então, eh, quando a gente olha hoje para as academias, elas estão cada vez mais Instagramáveis, né? Cada vez mais bonitas, mais eletizadas. E quando a gente percebe o público e frequenta, é aquele público que eu quero pertencer à aquele local, quero parecer que estou Elnes, mas muito mais eu quero mostrar para os outros que eu estou Elnes, né? Não é a minha necessidade mesmo, porque para series não é preciso gastar horrores por mês, né? Então, quando a gente olha para essa tendência do mercado, a gente vê sim que as redes sociais, o mostrar, né, o parecer que eu sou, estar presente naquele grupo de pessoas que pagam em torno de 3 a R$ 4.000 por mês para serem mais saudáveis, para estarem num ambiente mais bonito e mais luxuoso, né? Eh, acham que isso é necessário e vão tentar mostrar pra população que isso é necessário para ser saudável, né? essa gumertização aí do do fitness às vezes se torna um pouco preocupante porque acaba afastando determinada parte da população que vai achar que não tem condições financeiras para estar num lugar desse. Pois é, né? Algo bem interessante. E a Adriana, ela acompanha a evolução das academias, né? Porque também trabalha com isso há mais de 25 anos. E o aluno de hoje, ele procura apenas resultado físico, ele busca também um acolhimento, porque daí a gente vem eh com essa questão da da academia 360, a gente pode olhar pelo lado do acolhimento, da praticidade, da convivência, da sensação de pertencimento, né? Só que como eu disse no início, a gente vai precisar investir e é investimento, hein? É investimento. Ô louco, R$ 3, R$ 4.000 é investimento. Então, na sua avaliação, Adriana, o que mais mudou no comportamento das pessoas, eh, por de repente estarem buscando esse espaço? estão querendo preencher um vazio, eh não conseguiram eh dar sentido a a realmente o treino ou esses espaços estão fazendo parte mesmo da vida corrida, então você não tem deslocamento, você consegue fazer tudo em um ambiente só. Qual a sua avaliação sobre isso? É, realmente eu venho acompanhando essa evolução, né? Eu comecei numa academia que era só puxar ferro, né? E hoje a gente vê aí essas academias de boutique. Uhum. Eh, eu acho que tudo vem a busca eh, na verdade de um equilíbrio, né? Eu acho que as pessoas estão mais conscientes hoje em dia a tá buscando esse olhar 360º. Eh, mas aí eu faço, volto uma pergunta, né? Será que essa academia 360º é só a estrutura, só o que mostra, só o que ele tem à disposição, preenche, né, tudo o que ele que o aluno necessita? E muitas vezes não busca ver, muitas vezes ele busca acolhimento, um olhar humano mesmo, eh, mais individualizado, né? Não somente um treino. Eh, e também eu acho que os gestores de academia eles vêm acompanhando essa necessidade, né? E tem público para isso, como o Mateus diz, tem público para isso. Eh, mas eles buscam algo mais. Eh, o falando no meu perfil, né, no meu perfil de trabalho com o público feminino, ainda mais com gestantes, pós-parto, mulheres da menopausa, eles buscam além do treino. Então, antes o que era somente estética hoje mudou um pouquinho. Hoje eles têm esse olhar, até porque a própria medicina vem traduzindo isso, esse olhar integrativo, né? Então, os alunos, as minhas alunas, por exemplo, o que ele busca às vezes atrás de uma procura por um objetivo específico. Ai, Dri, eu quero melhorar meu abdômen, eu quero voltar o meu corpo no pós-parto. Mas por trás disso existe aquela mulher frágil, existe aquela mulher que tá buscando um momento só para ela, né? Então, cabe ao profissional um olhar eh sensibilizado a isso também. Excelente. Excelente. Agora, essa questão de mulher na academia é bem delicada, né? Por quê? Porque se a gente para para analisar, olha só, vamos vamos fazer o seguinte, vamos fazer a evolução da academia, né? Lá atrás tinha uma academia que era um espaço simples, às vezes de de cimento, né? Chão assim, sem é só com cimento mesmo, lembra disso? Aí os exercícios, nossa gente, era puxar ferro de verdade. Eu sou dessa época e eu me lembro muito bem. E os aparelhos eram assim bem eh, como é que eu vou dizer? Rú isso, rústicos, essa é a palavra, bem rústicos, né? Aí foi evoluindo, não tinha nem ar condicionado na academia. Você lembra disso, gente? Como eu suava. Então, tá tudo bem. Aí foi evoluindo, que legal, né? os aparelhos ficaram melhores, então menos lesões, eh eh mais conforto de repente para para você treinar daí ar condicionado, eh espelho, academia com máquina de gelo, eh o personal e foram evoluindo, for evoluindo. Agora nós chegamos a um ponto em que as academias elas estão se transformando nesse espaço de coworking e é uma academia com um espaço luxuoso. Mateus, pode explicar pra gente, para você que tá em casa, eh, você já viu esse tipo de espaço, então explica pra gente o que que tem lá dentro, o que mais que a gente encontra e qual que é a sua avaliação. Vamos tirar o público feminino um pouquinho de lado, porque daqui a pouco a gente vai falar desse público feminino, porque o negócio de de academia e mulher, né, principalmente público feminino, é um pouquinho delicado e a gente precisa falar sobre isso, porque tem aí dois viés, tem a mulher que vai, porque ela precisa treinar por conta eh da necessidade eh eh que o médico de repente eh eh direcionou para que seja um treino. e outra mulher que vai lá para poder fazer seus vídeos, para poder mostrar o corpo, porque ela ela trabalha com isso, de repente é uma influencer, então tem esses lados e de repente pode ser por isso que as coisas estão tomando esse rumo. Então vamos lá, Mateus, primeiro, como é esse espaço glamoroso? Bom, vamos lá. É maravilhoso, é muito bonito. Se a gente for falar em estética, em estrutura, né, essas academias boutiques são lindas. Eles investem no bom e no melhor, né? Então, para você ter, tem obra de arte. Você tem academia em São Paulo que tem obras de arte e elas variam durante a semana como se fosse uma exposição, né? Você tem garçom levando a água para você até a academia. Sim. Aham. Paulo, que foi uma das primeiras, né, dessas redes btiques abrir, você tem um garçom, né, e você tem e o que você quiser. Então, por exemplo, você pode se alimentar na academia, você tem um bar dentro da academia, né? Você tem acesso até bebida alcoólica também, você tem um cardápio e tradicional e um cardápio mais fitness, você vai ter cabeleireiro, então você pode marcar o seu horário, né? Você vai ter manicur, você vai ter o seu centro de recover, que isso às vezes eu acho exagero, porque o recover é para quem é atleta, treina três, 4, 5 horas. Recover é um centro de recuperação, como banheiro de gelo, por exemplo, né? Pra gente que é um ser humano normal, faz uma musculação e pedala um pouquinho, não precisa de uma banheira durante uma hora no Não precisa de uma banheira de gelo, não precisa de um massagista pós treino, né? Então não precisa de uma sala de recover, mas tirar uma foto e mostrar que você está fazendo recover é mais Instagramável, né? Então vou colocar. E então esses espaços oferecem tudo isso ao mesmo tempo pelo mesmo valor que se torna muito atrativo. Então você vai pagar lá R$ 3, 4000, você vai ter acesso a isso, a manicúa, cabelo, a manobrista, estacionamento, a esse lugar maravilhoso, aulas, né? Quadra de bit tênis indo dá para passar o dia todo lá. Dá para passar o dia todo lá quem tem tempo para isso, né? E quem tem quem tem tempo para isso. E aí a gente entra por um outro lado. Quando a gente vê quem frequenta, realmente às vezes vai pelo network. Então aquela pessoa tá lá porque ela vai encontrar pessoas da mesma classe social para fazer negócio, para, né? Então as pessoas vão lá porque estão no ambiente de pessoas, né? Aí com poder aquisitivo muito mais alto, né? Só que quando a gente vai pensar em wellness, o é aquele momento em que você, pra gente tratar saúde mental, é que você vai sair do seu lugar aonde gera estress, ansiedade do seu trabalho, sua preocupação. Quando a gente vai pra atividade física, é pra gente ter saúde mental, não é para se falar de trabalho na atividade física, não é para se falar de problemas. Você tem que tirar uma hora para que o seu corpo, a sua mente não precise pensar naquilo do seu dia a dia. Então, se você vai para um lugar desse, sentado do lado de um outro empresário na esteira, começar a caminhar e falar de negócios, você não tá fazendo nada de wellness, você só tá fazendo negócios num espaço de wellness. Então essa é uma preocupação, porque quem busca esses ambientes, né, querem buscar pessoas ou públicos que têm relações comerciais. Então, a gente fica um pouco preocupado em relação a isso, em relação à saúde mental. Uhum. E o outro ponto é isso, né? Será que tudo que a gente tudo que a gente faz na nossa vida buscando saúde, a gente precisa mostrar? Assim, é legal a gente estimular as pessoas a terem uma vida mais saudável. Mas quando eu vou para um lugar e eu quero mostrar que minha vida é saudável dentro de uma banheira de gelo, numa academia que tem uma máquina que faz 1000 testes, que era para um atleta e eu uso para fazer 10 repetições simples, né? E aí a pessoa que tá olhando do outro lado fala assim: "Meu, eu não tenho essa vida, eu não vou conseguir nunca ser tão bonita quanto ela ou, né, ou ter tanta saúde, porque eu não tenho condições de frequentar um lugar assim." E não precisa. O exercício simples, básico e bem feito, com o próprio peso corporal, você vai ter respostas excelentes quando você tem um bom treinamento ou um bom professor, né? Muito bom. Bem explicado. Acho que deu pra gente entender esse conceito, esse mercado fitness, né, que deixou de oferecer apenas atividade física. E aí tá nesse nessa questão aí de um coworking, né? Você passa o dia todo lá. Agora vamos falar da mulher, da mulher na academia. Adriana, é bem delicado, né? Quando a gente fala de mulher em academia, porque tem vários vários tipos de situações ali, né? Tem a questão da comparação, tem a questão de filmar o tempo todo. Então, a gente viu na internet, né? Eu não nunca passei por isso, mas eh tem pessoas que relatam que estão treinando e aí às vezes tá caminhando pra academia de um aparelho para outro e passa na frente da câmera de alguém e aí a pessoa fica brava. Poxa vida, você estragou minha imagem, né? bem agora que eu estava performando. Me fala, eh, de repente esse novo modelo de academia está surgindo, claro, nesse conceito, né, que Mateus colocou, mas também eh as academias elas se transformaram em um espaço meio que cinematográfico, né? Perdeu-se um pouco aquela aquela coisa de treinar pra saúde. Não, não, não generalizando, tá gente? também não julgando, mas a gente precisa entender o que acontece nesse mundo. E poxa vida, vamos falar a verdade, né? Você vai paraa academia para treinar, daí claro, fazer uma fotinha, beleza, mas fazer o seu vídeo que você vai postar durante uma semana na rede social, produzir esse conteúdo tudo dentro da academia e as outras pessoas como é que fica? E aí de repente por conta dessa busca da privacidade, as coisas vão mudando nesse mercado. Qual que é a sua avaliação sobre isso? É, eu acho que toda essa estrutura ela atrai, né? Ela é atraente. Uhum. Mas não consistente, meu modo de ver, não consegue. E e temos dois públicos diferentes. Tem o público que o Mateus comentou que vai para fazer o networking, que vai fazer o conteúdo dela para postar na página e tem o público que realmente vai para treinar. E muitas vezes aquele público que vai para treinar, eu sou uma dessas, tem 50 minutos ou uma hora. E aí não consegue fazer um treino bem feito, não consegue concluir o treino por ter esse segundo público, né, que vai para fazer um network, às vezes um equipamento ocupado ou um tripé na sua frente que já te deixa incomodado. Realmente, eu não me sinto também a à vontade, confortável, confortável para isso. Eh, e aí esse público feminino, ele busca às vezes também tem público que vai que quer demonstrar um exercício, não liga também de ter homens no mesmo local, né? Por exemplo, agora a gente tem as salas eh separadas da ala da ala de musculação, da ala de superiores, inferiores, uma sala só de glúteo. Uhum. E tem muitos que também não se sentem à vontade de fazer um exercício de glúteo misturado junto com outros homens, na verdade. Então, tem os dois públicos para isso. Então, acho que a estrutura da academia também entra nessa nessa visão. Perfeito. De tá separando ali, né? Uhum. Eh, mas como eu falei, a estrutura atrai, mas nada substitui realmente o olhar humano, a especificidade que cada um busca, o objetivo que cada um busca, um treino bem orientado, um treino bem feito, né, com uma evolução e uma prescrição de qualidade. Então, o olhar humano e a e o profissional capacitado para isso. Eh, a gente fala muito sobre comportamento, né? o comportamento das pessoas dentro das academias que tem mudado também. Eh, isso pode ser um dos motivos, né, eh, Mateus, né, eh, você, a gente falou aqui sobre essa questão de transformar a academia em um set de cinema, né, para fazer os filmes, para fazer os conteúdos, né, aquela questão da privacidade também da mulher, de repente não se sentir à vontade em fazer determinado exercício eh eh diante do público masculino que frequenta o mesmo espaço, Mas eh o por que que tem acontecido isso? Qual que é a sua visão, né, como eh instrutor, professor eh eh empresário nessa nessa linha do ramo fitness? Porque eu me lembro que antes a gente treinava, eu frequentei a academia por muito tempo e ã acho que será que tinha mais respeito? Será que essa é a palavra certa para falar? O o que que acontece? O que que aconteceu? Por que que está hum dessa forma? Às vezes a pessoa se sente invadida, né, eh, mediante algum treinamento, algum exercício que ela está fazendo ali. Mas será que é isso mesmo? Tem a ver com a pessoa ou com o outro? Qual que é a avaliação que se faz? Eh, Rúbia, na verdade, quando a gente olha assim para números, né, o que aconteceu muito nesse mercado de wellness, eh, a gente tá mostrando o nosso resultado de wellness através da nossa autoimagem. Uhum. Então, a mulher com um corpo lindo e maravilhoso hoje, uma mulher ali na meia idade que faz reposição hormonal, que faz ela, você vai ver essa mulher maravilhosa com 50, 60, 70 anos de idade, né? Essa mulher, se você olhar para ela dentro desse mercado, você vai ver que ela vai est com uma mostrando abdômen, com shorts menor. Essa mulher, ela já quer realmente mostrar a conquista dela, o Elnis, que seria o corpo dela, que às vezes não significa que é saudável. Esse corpo às vezes foi construído através de uso de hormônios, né, que é um outro problema, entendeu? Mas quem olha de fora vai falar: "Meu Deus, essa mulher é maravilhosa para 60 anos de idade. Olha o corpo dela, eu nunca vou ter o corpo dela." E aí essa mulher, ela faz questão sim de est no lugar, de tá, então ela não liga de est treinando com homem ou com mulher ali, porque ela quer realmente mostrar a conquista dela, que foi aquele corpo que ela conseguiu ali com treinamento, com dieta, não importa, tá? Uhum. E tem o outro lado, né, que é a maioria da população, que são mulheres que realmente agora estão resgatando autoestima, né? Saíram de de gestação, ganharam peso, tiveram problemas psicológicos de ansiedade, estress, depressão, pós-parto e aí não se sentem bem. Chega num lugar aonde tá todo mundo lindo e bonito, ela se sente extremamente ali inferiorizada. Então ela vai preferir um lugar mais acessível, um lugar que só tenha mulheres, um lugar que tenham pessoas que são mais parecidas com ela. Então é uma tendência, mas infelizmente, né, o que eu falo, infelizmente, Rúbia, a estética vende muito mais que o wellness. Então hoje a gente não pode olhar para essa mulher linda e maravilhosa com 60 anos e falar que ela está saudável, tá? a gente tá vendo o número de mortalidade cardiovascular muito grande de homens, mulheres por uso de anabolizante e mesmo de uso de reposição hormonal, que não é reposição hormonal correta, né, de uso de hormônios por fim estéticos. E quando a gente vê essa mulher com 60 anos, não que ela não consiga chegar num corpo, mas se você pegar uma mulher que treina, que é um que não usa hormônios, que faz dieta, ela consegue sim ter um corpo lindo, mas isso depende de fatores de genética, dedicação, não sei qu. Agora, quando a gente tem o uso de ergogênicos, que seriam hormônios e medicamentos, facilita o processo, sim, né? Só curta o caminho em curto caminho, só que nenhum momento seja mais saudável, né? E a população tá ainda olhando muito para isso. Pera aí, para eu ser saudável, bonito, eu tenho que estar com abdômen trincado, eu tenho que estar bem, com a pele boa, né? E para eu estar dentro desse ambiente do Elnus. E não é bem assim. Então, a gente vive esses dois lados aí, né? E a gente, graças a Deus, vai ter academia para tudo, tá? Vai ter academia para esse público que quer treinar mais sozinho, mais tranquilo, com menos luxo e quer realmente lá para fazer o wellness. E vai ter esse outro lado do público que é realmente estar Instagramável, né? Postar, filmar. E é interessante que tem público para para É, eu acho que o público acaba se dividindo, né? Como ele falou que tem um estúdio, né? Então aqui em Campinas mesmo já tem uma academia, né? Já chegou aqui em Campinas uma academia. Olha só que beleza, de de luxo e com tantas opções dentro, mas também tem muitos estúdios pequenos. estar presente ali ou que vees que esteja errado, mas que não faz sentido vida dela naquele momento, ela vai buscar um estúdio menor, né, onde vai atingir o objetivo dela naquele momento. Então, e quando a gente fala que tem público, né, tem público para para todos os os níveis aí, vamos colocar assim, de academia, como é que a gente faz para para eh buscar um equilíbrio de repente? Eh, eu olho aquela academia e, poxa vida, que legal, vou vou me matricular, mas aí eu chego lá, não é aquilo que eu tô esperando. Eh, eh, a comparação de repente pode acabar atrapalhando eh esse objetivo que eu estou atrás dele. Como é que a gente faz? O que que a gente tem que avaliar quando a gente vai para uma academia, quando a gente tem um objetivo? De repente é importante a gente passar por cima de alguns tabus para poder seguir ou vale mesmo a pena a gente procurar aquilo que de repente você acha que poxa vida, eh, é aqui, eu vou pagar um pouco a mais, mas eu acho que é aqui que eu me encontro. Como como buscar isso? Como buscar academia? O que que eu tenho que fazer? É tudo, vamos falar em autoconhecimento, né? Hum. Eu acho que a pessoa tem que ela tem que se conhecer realmente citar, né? Perceber quais são os eh os limites dela. Eh, ela consegue terceirizar tudo, porque numa academia grande dela você acaba terceiritando, terceirizando monitoramento, eh tudo isso para prevenção é muito bom, tá? Mas eh e o autoconhecimento de se conhecer, é de ouvir o próprio corpo, que o nosso corpo fala, então fala do seu estress, fala quando você tá cansado, fala você quando você tem sente alguma dor. Então tudo isso o corpo fala. Então, essa consciência corporal de cada um e essa consciência do que realmente eu tô buscando, o que eu tô buscando, o que eu preciso, o que vai melhorar a minha vida, o que eh em qual tipo de estrutura que vai me dar constância, que vai me dar o resultado que eu busco. É lógico, a gente tem que falar de ciência, a gente tem que falar também de de eh desse acompanhamento todo de resultado. lógico, nós personais, né, a gente tem que entregar resultado, esse é o nosso trabalho. Mas também tem toda o pensamento em volta, né, da pessoa que tá buscando aquilo. Pode completar, Mateus. Tô vendo que você tá aí pensando, pensando, não é isso? A a maior preocupação, né, que a gente tem dentro desse mercado é isso. Essa mulher, principalmente público feminino que é muito se cobra muito mais esteticamente. Sim, sempre. Não adianta. Os homens também, né, aumentaram muito isso da vaidade, da autoestima, né, mas quando você olha pra mulher, né, a mulher tá se cobrando mais, elas se comparam muito conta mais e mais uma vez, né, repetindo, a rede social também eh facilitou o acesso a você se autocomparar, né? Então, por isso que saúde mental nunca teve tão em alta, né? Porque não adianta eu ir para um lugar, para um onde eu chego lá e fico me comparando com as outras pessoas. Se essa pessoa faz isso, ela tem que procurar um tratamento, né? Que tratamento? Tratamento psicológico mesmo, entender porque que ela não se aceita terapia, porque ela se compara, por que ela se inferioriza, né? que mesmo estando naquele ambiente, com aquelas mesmas condições financeiras que as outras pessoas têm, por que que ela não consegue ter aquele resultado, aquele corpo que às vezes não é o corpo da genética dela ou nem ela realmente gostaria de ter aquele corpo? Ela tá tendo aquele corpo para provar que ela consegue, que a gente não sabe nem para quem, se é para provar para ela mesmo ou se é para provar pros outros, né? Então, como eu trabalho muito em clínica e trabalho muito com, né, com essa parte, infelizmente, de patologias em relação a anorexia, bulemia, né, a gente hoje vê esse excesso, né, de que a gente chama de figurexia. a pessoa só quer comer coisa saudável, buscando ao extremo, achando que precisa tudo ser ao máximo para conseguir o único objetivo é estético, não é saúde. E a gente tem que moldar esse comportamento dentro do consultório para que ela entenda, né, aonde ela pode chegar com muita saúde e também diminuir a comparação. Por isso que é multidisciplinar. A gente tem que ter o psicólogo, tem que ter o psiquiatra, tem que ter pra gente ter saúde mental dentro desse mundo que que tá crescendo. Isso tá só engatinhando, tá? O mundo de wellness tá só engateando, né? Eh, vai ter muito mais academias como essa que chegou em Campinas Boutique. Vai ter academia para Marombeiro, que são essas academias onde, infelizmente também o culto corpo tá levando a morte. Não sei se você viu essa semana, a morte do, né, do influenciador novo, né? Eu falei muito disso na rede social. Eu tenho filhos, né, que são atletas, então, mas não são atletas de fisiculturismo, são atletas de performance, né? Mas quando você olha para isso, tá todo mundo buscando o ambiente, né, o setor, mas o produto final agora tá sendo sempre a estética e nunca saúde, né? Estão confundindo o autocuidado com autodestruição. Poxa, vida. Nossa, que forte, né? confundindo o autocuidado com autodestrução. E essa preparação, né, leva a pessoa a a querer atingir uma meta que é inatingível. Exato. E às vezes não é para não é para ela, não é para ela, não é aquele momento. Às vezes a pessoa ela quer performar em tudo, né? Então, uma academia assim, ela quer performar no sono, ela no descanso, ela quer performar na alimentação e acaba esquecendo o principal que é o movimento. Olha isso, a constância do movimento, que uma simples caminhada, uma alimentação, uma uma uma não dieta, mas um plano alimentar equilibrado, né? Eh, momentos de descanso, um sono regenerador. Então, isso faz parte do 360. Se a gente para para analisar, tudo isso é natural e é algo que a gente pode fazer então e que é isso mesmo, perdemos, né? A gente vem se perdendo. E também analisando o que vocês estão nos orientando, nos explicando aqui, ah, pode ser que seja um momento de separação mesmo, né? Eh, de, sabe, as caixinhas que nós temos, então é setorizado, né? Então, uma academia eh específica que a gente vê muito, né, para mulheres que já t, né, essa questão aí do pessoal que gosta, né, então dessa academia luxuosa, academia para quem é só maromba mesmo, academia pro pessoal da terceira idade, academia para quem tá iniciando, de repente pode ser um uma nova visão e uma nova forma de de de empreendedorismo, né? Qual que é a sua avaliação sobre isso? E é é necessário mesmo essa separação de público. Na verdade, assim, eh, necessário, não é, né? Eu acho que o profissional de educação física, nutricionista, médico, ele teria que ter um espaço que englobasse. O isso de separação de nichos de mercado, né? Aconteceu realmente pelo empreendedorismo. Pera aí, eu vou montar algo para trair aquele público que, por exemplo, poxa, eu tenho 40 mais, né? Eu tô, eu tô, eu tenho 50 anos de idade, vou fazer 50 agora, né? Se eu fosse aluno, qual academia que eu entraria? Eu entraria nessa academia aqui de marombo, onde tá todo mundo tomando anabolizante, gigantesco, forte, menino de 15, 16, 17 anos, os caras comendo marmita dentro, tirando a camiseta e fazendo pose, né? Ou eu vou querer numa academia onde eu tenho pessoas da minha idade que vão lá para treinar naquele tempo que ele tem, 40, 50 minutos, né? E buscar. eu iria para essa academia hoje, porque eu não sou desse público, já fui desse público maromba de gostar, né? Mas eu era muito mais jovem. Então essa divisão de nichos de mercado aconteceu pelo empreendedorismo, né? Eu acho que é uma tendência que não volta mais, vai continuar tendo, não vai ter mais, né? Pelo contrário, cada vez mais nichado, realmente, né? A boutique foi o nicho, eh, esses CTs de treinamento que abre gigantescos agora, né? E tá vindo outra estrutura ainda que não é nem CT de treinamento, são praticamente shopping centers de né? Vai chegar. São academias gigantescas, maravilhosas, mas com restaurante, com tudo deusos, com roupa, com loja. Então para você passar o dia inteiro ali, né? Como se fosse um clube realmente mais voltado para esse Wellness. Mas uma coisa, Rúbia, eh, pode investir em estrutura, pode investir se não tiver o lado humano, se não tiver bom atendimento e acolhimento, nenhum lugar sustenta cliente e mantém atividade física. O que mantém é acolhimento, né? O que a gente percebe ainda pode ter inteligência artificial, é o lado humano, é como aquele professor, aquele nutricionista ou aquele médico trata aquele paciente para ele ter adesão ao tratamento e continuar ao tratamento, né? Então, não tem lugar que se sustente ainda sem o lado humano, que eu acho que vai ser a maior dificuldade desse mercado ainda é encontrar isso. Exato. Exatamente. Até porque ontem nós estávamos falando sobre eh que somos reféns de aplicativos e aí ontem falamos sobre os aplicativos que contam os nossos passos, as nossas calorias. O arroz, feijão não existe no aplicativo, então existe proteína, caloria, carboidrato, né? E de repente pode ser que esse eh eh esses a divisão por nichos das academias também eh a gente pode colocar os aplicativos que eh fazem as pessoas performarem o tempo todo. E aí a gente tira o lado humano, a importância, né, dessa humanização, Adriana, porque principalmente para nós mulheres, né, acho que a humanização ela ela ela está em um ponto chave da nossa vivência e do nosso comportamento. Aí você vai para uma academia que, poxa vida, você é comandado por aplicativo, você olha lá a máquina, você vai faz, tem academias até que trabalham sozinho, as máquinas trabalham sozinho. Você só senta assim, ó, e aí a máquina faz assim, assim, você não se mexe. Mas que que tá acontecendo, né? Falta mesmo essa questão de humanização. E se não tiver humanização, o espaço eh será que o o continua tem a tendência de continuar sem humanização, como o Mateus trouxe? Qual que é a sua avaliação? É, essa é a minha defesa até, né? É, né? É, essa é a minha defesa. Eu acho que tudo é válido, né? Como eu falei, a uma estrutura bonita, realmente ela trai, é bem gostoso, se sente bem. Eh, vem a questão dos aplicativos, né, os apps. Então, tudo isso ajuda, ajuda. Mas como o Mateus falou, nada substitui olhar humano, olhar para aquele corpo que tá na sua frente, o que que ele precisa, o que que ele busca e qual que é o caminho que nós profissionais devemos traçar, né? Então acho que essa coerência de evolução até atingir um resultado final, então acho que isso nada substitui. Até porque vocês são professores, vocês são orientadores físicos, né? Vocês entendem o corpo humano, vocês conhecem como o corpo humano funciona e determinado exercício para determinada situação. Aí vem toda essa gomertização e junto com isso os aplicativos que ensinam você a trabalhar um determinado músculo, enfim. E aí, como fica, né? Será que você precisa acreditar nisso? É assim que tem que ser? Então, por isso que a gente fala aqui também dessa questão da humanização, que a gente precisa do lado humano, a gente precisa sim da orientação de pessoas que estudaram para isso, pessoas que conhecem o corpo humano, pessoas que sabem o que é bom para você nesse determinado momento seu da vida. É por isso que tem a anamnese, aquela questão de você chegar, conversar com o professor, né, e explicar para ele os exames que não podem faltar quando a gente vai iniciar uma atividade física. Então, a gente pode colocar aí os dois lados da moeda desse mercado, que de repente pode te oferecer algo que você pensa assim: "Poxa vida, né? É, agora eu não preciso de ninguém. Vou lá paraa academia. Academia me oferece tudo. Eu tô no melhor lugar do mundo. Mas quando você chega em casa, qual que é a avaliação que você faz? Você volta pro seu vazio, de repente você não tá satisfeito mais uma vez com tudo isso que está sendo fornecido e oferecido a você. Então é importante a gente parar e olhar também o lado humano, que legal que as coisas têm se desenvolvido, que bom, né, que está separando por nichos, porque de repente cada um no seu quadrado, né, você não vai ser mais de repente constrangido, você vai poder fazer seus filmes, você vai poder se olhar no espelho, você vai poder fazer o seu exercício sem constrangimento, mas a gente precisa lembrar que ah, ainda somos seres humanos. Tem que tomar muito cuidado com isso. A gente vai desenvolvendo, né, junto com a tecnologia. no caminhar assim que às vezes a gente não para para olhar nos detalhes e a gente precisa olhar para os detalhes. Agora 8:47, produção, me avisando aqui que nós temos eh algumas perguntas, então vamos direcionar as perguntas para os nossos professores, os nossos educadores aqui, que estamos falando hoje sobre academia, sobre a evolução da academia e esse processo que vem ganhando força no mercado, que é a separação por nichos e a academia de luxo, né? Que que bom que você pode frequentar essa academia, que se fazer sentido para você que frequente e aproveite o melhor. Vamos lá, pode colocar na tela a pergunta pra gente, por favor. Vamos bora. Sérgio Ferreira, Jardim Proença. Olha aí, ó. Muitos idosos se sentem perdidos com tantas máquinas digitais, tá vendo? Humanização e catracas com leitura facial na academia. Mais um ponto, a modernidade está deixando o público mais velho de fora. Olha aí, tá vendo? De repente, sim, a necessidade de nichos, né? Vamos lá, Adriana, qual que é a sua avaliação e que que você pode responder pro Sérgio? É, esse é o é muito cuidado. Temos que ter muito cuidado com o público idoso. Eh, ele vai realmente se perdendo. Às vezes ele ele não sabe chegar numa academia que ele tem uma uma a facial que ele tem que entrar e aí ele fica perdido no meio dos equipamentos. Então, hoje também muitos profissionais para você ter uma atenção, você tem que pagar um personal diferente de das academias mais antigas, né, da minha época que você ia, você tinha um instrutor ali para te atender, pronto para te atender. Então, te passava exercício por exercício, te explicava, demonstrava. Isso hoje não. Hoje e isso é uma uma uma crítica mesmo de muitos alunos que chegam até mim que também fala. Falei assim: "Eu preciso de um olhar mais para mim, mais um olhar porque eu preciso, porque eu chego na academia, eu só sigo o treino que tá no aplicativo, mas eu não sei se eu tô fazendo certo, eu não sei se eu posso, se isso tá me ajudando ou se vai me prejudicar. Uhum. E realmente o público idoso que que não tem esse conhecimento realmente acaba deixando de lado. Eu acho que a gente tem aí parte da sensibilidade também de gestores de academia, de profissionais qualificados para isso, para tá atendendo esse público. É verdade. A questão da humanização mais uma vez, né, Mus? Mais uma vez. Isso. Aham. Principalmente paraa terceira idade, né? Ah, a gente trabalha muito com a terceira idade e é isso mesmo. Eles têm dificuldade para entrar na catraca, tem dificuldade para cestar o sistema. tem dificuldade hoje para entender as próprias máquinas, né? Não sei se você vou nas academias hoje, as máquinas, até eu como professor de educação física, de repente entro no lugar, eu falo: "É máquina para que isso?" É para que isso? Às vezes me dá vergonha, tipo, chego lá, falou: "Ai, ai, ai, umaquina, como é que eu uso?" É, imagina eu como professor, eu falo: "Não posso errar porque tem alguém me olhando, eu não sei." Mas é porque, então você imagina esse idoso dentro desse ambiente gigantesco, sem orientação, sem um professor com empatia, sem uma recepcionista com empatia. Então não adianta, o mercado ele vai ter que saber trabalhar com esse público. Provavelmente esse idoso não vá para essas academias mais tecnológicas, que é uma tendência, ele não tem, né? Eu trabalho com o idoso na clínica, eu tenho aplicativos de dieta, de inteligência artificial, ele fala: "Não quero, imprime para mim um PDF que eu vou mandar". E aí eu atendo ele, imprimo PDF, mando PDF pro filho, mando PDF pro médico, né, para entender junto o trabalho, porque ele não vai querer aprender aquela tecnologia. E a gente não pode forçá-lo, a gente tem que adaptar o tratamento, a nutrição de acordo com aquele público. Ele já tem ali os seus 70, 80 anos de idade, né? Então esse público a gente tem que olhar com muito carinho e o gestor, se ele quiser atender, ele vai ter que saber escolher o profissional que vai trabalhar, que é outra dificuldade que a gente tem no mercado de contratar pessoas que tenham essa empatia, paciência, sabedoria, né? Conhecimento técnico técnico, né? da das características da cidade para poder trabalhar com esse público. E é um público que eh tem crescido. É, vale a pena a gente lembrar que nós estamos envelhecendo, que o Brasil está envelhecendo e que a a atividade física está sendo prescrita pelos médicos. E aí, como é que faz, né? Estamos precisando olhar com mais carinho realmente eh nessa questão aí dos nichos das academias, né? Agora vamos lá, mais uma pergunta. 8:51. Vamos ver quem tá com a gente. Vamos. O Thiago Mendes, bom dia. Do Jardim Eulina. Aplicativos da academia que montam um treino do aluno usando inteligência artificial dão conta do recado sozinhos. A máquina consegue substituir o olhar cuidadoso do professor. Olha aí, Adriana, mais uma vez. Pessoal acho que tá se sentindo até meio que incomodado. A tecnologia é boa, mas até que ponto, né? Até que ponto isso faz sentido, né? Hum. Será que faz sentido tudo isso? Porque vira aquele treino generalizado, né? Aquele treino igual para todo mundo. Você coloca lá os dados, não é? é é diferente de você olhar o corpo que tá na sua frente, fazer uma avaliação minuciosa, né? E depois, conforme a avaliação, o o profissional também ter o conhecimento de de prescrever um treino de acordo com o que tá na avaliação. Eh, a inteligência artificial ela ajuda no sentido de te dar eh dados. Uhum. Mas o profissional, ele tem que saber interpretar esses dados para prescrever prescrever um treino de qualidade. Uhum. Perfeito. É isso mesmo. A máquina consegue substituir o olhar e o cuidado do professor? Não. Não, não, né, Mateus? Não, não, não consegue. E Adriana foi perfeito. A inteligência artificial foi feito para facilitar o trabalho do profissional e não do cliente final. Então, não adianta eu chegar lá no chat GPT e falar: "Monte uma dieta para emagrecimento para mim". Porque esse chatt vai pegar informações genéricas do Google. Humum. Grande maiorias, a gente não sabe as fontes disso, né? As evidências científicas e vão montar e a pessoa vai dizer: "Mesma coisa pro treino, monte um treino para mim. Ah, eu quero melhorar meu peitoral que para meu glúteo. A inteligência monta para você, tá? Não, o profissional que sabe utilizar inteligência artificial, ele vai pegar esse programa, ele vai pegar esse aplicativo, ele vai começar o que vai faz listar a velocidade, daí ele vai saber as correções, vai saber aonde buscar informação. Então, por exemplo, ó, eu quero buscar informações sobre tabela calórica, eu vou pegar lá da Taco da Unicamp ou da IBGE, por exemplo, né? Eu vou procurar da da sociedade da do American College para montar o treinamento. Aí eu consigo montar, estruturar baseado em ciência para ter um plano inicial, mas adaptação ao exercícios, correção, controle da intensidade durante o exercício, postura durante o exercício, tudo isso é só um profissional na frente. Inteligência artificial, por mais que você tenha uma câmera linda te ensinando, você não vai ter relação ali. Exatamente. Precisa de ter profissional com outro olhar Uhum. No meu caso, com o trabalho de de gestantes, isso fica muito nítido, né? Porque a gestante às vezes ela tá lá fal assim: "Ah, eu quero ser mais saudável, né, durante a gestação, eu não quero ter dores, ótimo." Ou tem aquelas também fal assim, eu não quero aumentar muito meu peso, como na gestação anterior, eu quero ter esse cuidado. Eh, e aí se você jogar na inteligência artificial, você me dá um treino pra mulher que me pediu isso, isso e isso, vai te dar um treino prescrito. Eh, mas qual o, no meu caso, qual o principal olhar que tem que ter com essa gestante antes de qualquer movimento é a respiração? Olha aí, a inteligência artificial não vai pontuar como tá a respiração dessa mulher. Perfeito. Então, é uma avaliação muito minuciosa e específica que vem antes do treino. Uhum. Muito bem. Tá vendo só? É, a, a tecnologia ajuda, mas até que ponto, né? 8:55. Pode colocar mais uma pergunta na tela pra gente, por favor, produção. Vamos lá. Estamos falando das academias 360, né? E e toda essa modernização e de repente a separação por nichos, que é é algo que está acontecendo e tem aí sim os prós, os contras, mas vamos lá, a gente vai aprendendo a conviver dessa nova forma aí desse mundo fitness. A Beatriz Lins do Jardim Proença. A cobrança para viver o estilo de vida perfeito faz o aluno treinar até quando está doente ou exausto. O excesso de foco no bem-estar digital está gerando esgotamento físico. Boa, Beatriz digital, né? Eu tô lá doente, com gripe. Aí eu vou treinar, treinar. Tô cansada, tô exato. Tô treinando porque eu preciso, ó, performar, né? Olha isso, gente. Então, e o excesso do foco no bem-estar digital está gerando esgotamento físico, Mateus? Sim, excelente pergunta. Excelente, né? Eh, porque além do esgotamento físico, o esgotamento mental principal, né? Principal, porque essa pessoa, ela tá sendo monitorada o tempo inteiro. Então, a gente tem lá um smartwatch que a gente tem que bater meta de passos, né? Poxa, meu meu treinador mandou, se eu quero emagrecer, no mínimo 8.000 1 pass diários, meu nível de movimento, né? Olha, minha meta calórica é de 1300. Aí você tem no próprio smartwatch ou no celular, você já vai colocando, tirando foto do aplicativo e vai colocando. Só que isso gera uma autocobrança. Então a gente tá vendo uma piora nos quadros de ansiedade, porque as pessoas falam: "Eu não consigo, é tanta meta, é meta de passo, é meta de caloria, é meta de proteína no dia, né? É meta de sono. Caramba, eu dormi com o meu smartwatch e ele falou pra mim que eu não atingi o sono profundo. Então quer dizer que eu vou engordar, quer dizer que eu vou não vou treinar bem. Daí a pessoa já acorda mal, aumenta o nível de ansiedade. Então a gente tem que ter que tomar cuidado. A tecnologia mais uma vez tá aí para ajudar, mas se não tiver o olhar do profissional e entender, eu sou um, eu prescrevo meta de passos, mas primeiro o que que eu faço? uma boa análise clínica, vejo como é saúdes mental a relação dela com a alimentação e com a atividade física para eu colocar algumas metas plausíveis para ela para não gerar mais ansiedade na vida dela e ela desistir do processo e ela não achar que para ser o ela tem que viver desse jeito e não precisa. O simples, o básico funciona muito pra gente ser saudável, Elnes, bonito, magro e conseguir tudo. Tá bom? Exatamente. Você quer completar é aquele ponto inatingível, né? como a gente já falou anteriormente, eh, e aí acaba deixando de ser qualidade de vida, eh, você tem um envelhecimento saudável, né, longevidade, e aí essa comparação acaba gerando o strress e aí é mais um problema para você tomar conta. Mais um mais um. Então, deixa de deixa de ser a o a busca pela qualidade de vida mesmo de ter mais envelhecimento com com sabedoria, saudável. Isso mesmo. E olha esse negócio de relógio que marca o nosso sono. Eu desconectei, sabe? Eu tenho meu reloginho aqui, marca uns passinhos, nem olho, tá? Marca umas coisinhas também, nem olho muito, olha a hora, tá? E o seguinte, o sono, ô gente, realmente o o ele mostra que você não teve o sono profundo, você não teve sono ren. Tudo bem. Daí quando você acorda, você olha assim, você fala: "Ixe, mas eu dormi que 40 minutos de sono de verdade, você já acha que você não vai prestar no dia e que aí, mas você dormiu, né? Só que você não teve o sono rein, beleza, não teve essa noite, vai ter a noite que vem, tudo bem, vamos seguir a vida". Mas aí vai sim gerando uma ansiedade. A gente tem que tomar cuidado com isso, porque senão a gente fica dependente desses aplicativos. É bom, é, mas ó, a gente precisa equilibrar. falamos sobre isso no programa de ontem. Se você quiser assistir, é só ir lá no YouTube que está lá. A gente precisa de um equilíbrio referente a esses aplicativos. A gente está sendo, ficando dependente, né, desses aplicativos. E não é bem assim as coisas. Precisamos do ser humano ali, do professor, da do médico, do terapeuta para poder nos orientar, tá bom? Não podemos assim eh transferir tudo pro aplicativo não, porque senão, olha, dá um problema muito grande. 8:59, a última pergunta e a gente já vai encerrar. A gente tá falando aqui das academias 360, academias lindas, luxuosas, maravilhosas, que tem tudo lá. Você pode ficar o dia inteiro numa academia dessa que você, se você quiser, mas tem um investimento, tem um custo, o custo é alto, né? são para pessoas, para perfis diferentes, mas também, por outro lado, a gente tem essa divisão de nichos de academia que está acontecendo. Eu acho bem interessante que academia paraa terceira idade, academia feminina, academia pro público maromba, né? Academia de repente para quem tá começando. Então é bem legal essa essa discussão e é bom importante também que está se abrindo, né, eh mercados e e visões diferentes do mundo fitness. E aí a gente vai nos direcionando para aquilo que faz mais sentido pra gente, tá bom? Amanda Rocha do Jardim Guanabara. Muitas academias modernas viraram cenário. Claro, setes de filmagem para influenciadores gravarem vídeos de treino. Essa exposição tira a privacidade de quem só quer malhar em paz sem sair na internet. Sim, tira, não é? Mas o bom é que a gente tá falando aqui, tem espaços agora também para quem só quer quer treinar e quer filmar para produzir os conteúdos, né? Ô, Mateus, sim. Inclusive hoje vindo para cá, eu tava escutando, né, uma professora dentro de uma academia de rede que essa academia proibiu filmagem na academia. Você não pode, porque quando você tá filmando, você pode pegar alguém ali que não queira aparecer. Então é imagens, né? Tem direito de imagens. Isso aí é lei, né? Então essa academia produziu e essa professora ela estava reclamando porque ela queria filmar o treino dela para mostrar pro aluno dela e ela não poôde filmar e ela até se preocupou em colocar no ângulo que não atrapalhasse tanto, né? Mas eu acho que vai chegar uma hora que as academias vão ter que pôr limite nisso, sim. Uhum. Infelizmente vai ter que pôr, porque as pessoas estão perdendo limite, né? Eu já fui em academia de uma pessoa tá com três tripés em ângulos diferentes. É. É. Aham. ocupando aquela máquina meia hora, porque ela tava não tava treinando, ela tava escolhendo o melhor ângulo para filmar, eu querendo usar a máquina e não conseguia. E e aliás, eu não podia nem passar por ali, né, do set, né, que nem passar por aqui. É a mesma coisa. Você olha e fala: "Não vou atrapalhar a pessoa, né, né? Então e isso sim, né? A gente também tá tendo outro problema nessas academias, então provavelmente alguns gestor, os gestores locais não vão deixar, por exemplo, né? falar, ó, aqui não pode filmar o treino. Se você não quiser, você não treina aqui. Se você quiser um lugar para filmar, tem essa a academia, né, onde você sentir melhor. Táchando tanto também. Eu não sei se você viu que tem academias também evangélicas. Sim, vi. Verdade. Aham. Que por também porque é outra coisa que a gente comenta, gente. Poxa, eu já vi casais comentando. Poxa, eu não vou, Mateus, sabe por quê? As meninas chegam lá, o glúteo tá de fora, aquele corpo lindo. Eu não quero levar meu marido lá. Uhum. Hum. Do mesmo jeito, o marido fala: "Cara, eu não vou levar minha esposa naquele lugar, o cara gigante de forte com mamilo de fora, abdô trincado." Caramba, eu assim, eu falo: "Não, não vou levar minha esposa." É, é. Aí eu vou numa academia onde toque uma música que eu goste, que as pessoas usam uma roupa mais decente que não significa que é ah, que mas que não chame tanta atenção. Então, né? Eu não tenho nada contra, gente, pelo amor de Deus. Mas a gente tem que entender que tem pessoas que se sentem mal, sim, né? Você tá lá sentado fazendo aula, tem uma menina na sua frente agachando com shorts aparecendo o glúteo inteiro, né? O a passa algum rapaz e olha e comenta isso. Dá confusão, da briga, é assédio, né? Então, pera aí, o que que tá errado? É o olhar da pessoa, é usar aqueles shorts realmente para mostrar aquele corpo, né? Então, eu mesmo não tenho uma opinião sobre isso, né? Eu mesmo não tenho sobre isso. Tem quear coerência, né? Coerência e cuidado. Nossa. Tá vendo como é complicado, né, essa conversa sobre academia e a gente não pode julgar, cada um faz a melhor forma, faz a forma que que faz sentido, né, para si. O legal que eu acho dessa nossa conversa de hoje é eh um uma um novo sistema de academia já surgiu, então que é essa academia 360, esse espaço luxuoso, que já tem o público dele direcionado e tá tudo bem, não serve para mim, beleza, não tem problema. Mas se tem um público para isso, que legal, né, que é geração de de emprego, é renda, né? Então, beleza. Agora, que legal também que, por outro lado, as academias eh os gestores estão aprendendo e entendendo que isso precisa ser separado, porque senão vira essa confusão generalizada dentro dos espaços. Então, que bom, né? Tá? E aí quando você for procurar uma academia, você precisa ter o seu autoconhecimento, assim como a Adriana muito bem colocou aqui, para que você busque um espaço que faz sentido para você, porque senão também vai dar problema, né? Porque hoje eh eh tem pessoas que que entendem que a academia é um set de filmagem, tem pessoas que entendem que a academia para performar, então é, a gente precisa direcionar e escolher aquele espaço que mais combina com a sua forma e o seu jeito aí de levar a vida, de entender, né, a vida. Eu acho que é isso agora. 94. Olha que bate-papo gostoso, hein? Adorei, gente, quanta informação. E eu nem sabia que tinha tudo isso. Agora já aprendi. E agora você também de casa aprendeu. Adriana, quero agradecer sua participação, você trazendo aí, né, eh a sua expertise, o seu conhecimento, a sua formação. É importante a gente falar que nós estamos aqui com pessoas que realmente são embasadas, que têm formação, que sabem do que estão falando, que é diferente, né, de repente de você eh ouvir pessoas que não têm a formação para falar sobre determinado assunto. Então, quero agradecer mais uma vez a sua participação. Deixa aí uma consideração final pros nossos, o pessoal que tá em casa referente a essa questão de saúde, luxo e se treinar realmente o básico, a disciplina e a constância resolve. Eu quem agradeço. Foi uma oportunidade maravilhosa de estar falando um pouco do meu trabalho, dividindo um pouco com o público e respondendo perguntas também do público. Muito bom. Obrigada. Eh, o que eu deixo é que as academias evoluíram e isso é ótimo, né? Todo mundo tem que evoluir. Eh, a tecnologia ajuda demais nós profissionais. Eh, a estrutura toda é muito atraente. ele atrai, mas não é consistente, ao meu modo de ver, e nada substitui realmente aquele básico, bem feito, com o olhar humano e com uma evolução e e fazer com que com seu aluno, eu falando como profissional, eu tenho que dizer pro meu aluno, mostrar para ele que ele a importância dele estar naquele meio buscando qualidade de vida, longevidade e não por um momento, não por um determin determinado momento, ele tem que ser consistente nisso pra vida toda. Ótimo, maravilhosa. Muito obrigada, viu? E você, Mateus, mais uma vez obrigada pela sua participação, por compartilhar com a gente e para e por ter nos ensinado, né, algumas situações aí que a gente deve eh evitar. Ah, momentos que a gente deve parar pensar realmente eu eu vou eu estou de acordo com isso, isso é para mim, não é para mim. ter o conhecimento para poder tomar a direção para buscar saúde, qualidade de vida. Muito obrigada. É isso. Eu que agradeço mais uma vez e a minha consideração final e deixando aqui pro pro público é você não precisa gastar horrores para ser saudável. nem em academias, boutiques, você não precisa e também nem na medicina e nem na nutrição. Você não precisa gastar horrores de suplementos alimentares, tá bom? Fazer reposição hormonal sem ter orientação, você não precisa. Você consegue sim com uma alimentação bem feita, básica e exercícios físicos aí independente do local, né? Treinando em casa, na rua, na academia, não importa. Desde que você tenha uma boa orientação, você consegue ser muito saudável, ter ois e ainda consegue melhorar sua estética. Olha aí, tá vendo só? E tudo são palavras aí dos nossos profissionais, né, de educação física que realmente tem noção, né, do que estão falando. Então, gente, mais cautela, vai tranquilo e bora treinar. O negócio é se manter em movimento, tá bom? O básico bem feito, com certeza resolve. sempre resolveu, vai continuar resolvendo. Então não se preocupe se você não tem eh condições de de repente frequentar uma academia luxuosa. Tá bom? Bora, gente. 98 vamos encerrando o nosso programa por aqui, agradecendo a sua audiência, a sua companhia. Lembrando que a Airia tá chegando aí já já, trazendo informações atualizadas aqui de Campinas, também eh do estado de São Paulo, Brasil e Mundo. E amanhã, ah, ao meio-dia, nós temos Câmara Notícia, né, com o Gabriel Castro, trazendo informações do legislativo e também da nossa metrópole. Amanhã nós temos novamente estúdio Câmara a partir das 8 da manhã. E amanhã eh, nós vamos falar sobre comportamento e convivência nos espaços culturais, mas dessa vez não é na academia. Adivinha onde? A gente vai falar sobre os o uso dos celulares em cinemas, teatros. Ai ai as conversas durante as apresentações, a exibição daquele filme que você se preparou para assistir e um coleguinha vem e começa a bater papo no celular. Os limites, gente, do respeito coletivo em ambientes públicos. Até onde vai a liberdade individual? Dentro de uma sala de cinema, de um espetáculo de teatro. Então, a gente precisa falar do nosso comportamento e isso é amanhã, a partir das 8 da manhã em mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Agora eu quero fazer o convite para você. A Câmara de Campinas vai realizar no próximo dia 9 de junho, às 7 da noite, audiência pública para discutir o projeto de diretrizes orçamentárias para 2027. Então, a gente convida você para discutir com a gente as metas e prioridades da administração pública municipal para o próximo ano. A audiência será conduzida pela Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de Campinas, tá? e a sua participação vai definir, ajudar a definir os rumos de dos investimentos públicos da cidade. Então, a sua participação é importante. Dê a sua opinião, a sua sugestão. Para participar basta ir ao plenário da Câmara, tá, no dia 9 às 7 da noite, ou então acompanhar ao vivo pela TV Câmara Campinas, também pelo YouTube da TV Câmara Campinas. E você pode fazer perguntas e sugestões, tá? Eh, dar sugestões eh no formulário que está no site campinas.sp.lege. lege.br. Beijo grande para você. Se cuide, tá? se mantém em movimento. Não esquece disso. E até amanhã, se Deus quiser. Ciao
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