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O CProcamp, Centro de Educação Profissional de Campinas, abriu no início desse mês de julho mais de 1800 vagas de cursos profissionalizantes. Dessas, 700 ainda estão disponíveis. Então corre para garantir a sua. Mudanças importantes são anunciadas pela Receita Federal no CNPJ, que vai passar a contar com combinação de letras e números. Parques de Campinas oferecem opções de lazer para as crianças durante o período de férias escolares. Câmara Educa recebe mais de 600 visitantes no primeiro semestre de 2026. Programa é voltado para o exercício da cidadania. Olá, boa tarde. Terça-feira, 21 de julho de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. meio-dia mais 6 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você pode enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na tela do seu celular, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. O Centro de Educação Profissional de Campinas, CPROCAMP, continua com inscrições abertas para cursos gratuitos de qualificação profissional. Então, sobre quantas vagas estão disponíveis, quais são essas opções, eu aciono a repórter Camila Borges, que tem as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Camila. Oi, Gabriel, boa tarde. É isso mesmo, o CPROCAMP, Centro de Educação Profissional de Campinas, abriu no início desse mês de julho mais de 1800 vagas para cursos profissionalizantes. Dessas, mais de 1000 vagas já foram preenchidas, porém ainda restam 700 vagas disponíveis. E para falar um pouquinho mais sobre esses cursos, eu estou aqui com a Tainá Fujimori. Tainá, seja muito bem-vinda e muito obrigada. Boa tarde. Isso mesmo, nós estamos com vagas ainda nas nossas unidades e as matrículas vão enquanto durarem as vagas ou até o dia 31 agora de julho. Quais cursos estão disponíveis ainda? Nós temos vários cursos com algumas vagas ainda. Temos, por exemplo, curso de português e matemática para concursos e Enem, cuidador de idosos, informática básica, auxiliar de logística, comércio exterior, entre outros. Os cursos são 100% gratuitos? Sim, são 100% gratuitos. O CPROCAMP é uma escola pública da Prefeitura de Campinas. Quem pode participar, tem algum requisito básico? Todos os cursos tem os requisitos mínimos de idade e escolaridade. Aí o candidato pode conferir no nosso site. E como que funciona o processo de matrícula? Ele é 100% presencial ou online? Presencial. A pessoa tem que comparecer até uma de nossas unidades com os documentos originais e cópias do RG, CPF, o comprovante de endereço e o comprovante de escolaridade. E a matrícula, ela pode ser feita em qualquer unidade do CPR Campo de Campinas. Sim, qualquer unidade. Não necessariamente a unidade que a pessoa vai estudar. Ela pode escolher uma unidade próxima da sua casa, mas fazer o curso em outra unidade. E até quando vai essas eh essas matrículas estão abertas? Até o dia 31 de julho agora ou enquanto durarem as vagas? E em quais regiões da cidade esses cursos estão sendo oferecidos? Tem os mesmos cursos em todas as unidades? Não varia. Cada curso tem a unidade específica que ele é oferecido. Nós temos vagas aqui no centro, no Satelite Iris, Campo Grande, Campo Belo, Ouro Verde, nas unidades móveis, Padre Anchieta, Monte Cristo e no Vista Alegre. Também temos no Cambará, no Vila União e no Vida Nova. E no caso, esses cursos eh profissionalizantes, eles são para quem tá buscando uma recolocação no mercado de trabalho ou até mesmo um primeiro emprego. Eles têm a duração mais ou menos de quanto tempo? De 10 ou 20 semanas. Então é 2 meses e meio ou o semestre todo. E restam 700 vagas. É, então o pessoal tem que correr para fazer a inscrição o mais rápido possível. Sim. Mais rápido possível para garantir a vaga e não perder a aula, né? Porque as aulas iniciaram hoje, então a pessoa vai entrando, mas pode ser que perca o primeiro dia de aula, né? Pra pessoa consultar mais informações, tem algum site contato? Sim, nosso site fumec.sp.gov.br/cprocamp e o nosso Instagram também que éprocamp. No início foram 1800 vagas que já foram preenchidas, né? A procura foi grande, teve bastante gente que se inscreveu. Foi, sim. teve bastante procura no começo. A gente fez várias matrículas eh no num período curto, né, que a gente teve um período curto de recesso, mas ainda restam esse essa quantidade de vagas. Eitana, muito obrigada. Obrigada, gente que agradece, Gabriel. Então, eh fica as informações aqui que a Tainá passou. Vou reforçar algumas delas. As matrículas elas são presenciais, são feitas por ordem de chegada e os interessados precisam trazer o RG, CPF, comprovante de residência e também um comprovante de escolaridade e cópias desses documentos. Eh, para consultar mais informações, relação completa dos cursos, tem o site que é o fumec.sp.gov.br/cprocamp. É com você, Gabriel. Tá certo? Muito obrigado, Camila Borges e também a Tainá Ugimor, que é coordenadora do CPROCAMP, pela disponibilidade do tempo com a nossa equipe e pelas informações. Tem que correr, então, qualificação profissional importantíssima para poder entrar no mercado de trabalho. E olha só, segundo a Organização Internacional do Trabalho, mais de 840.000 1 pessoas morrem todos os anos no mundo por problemas de saúde ligados a riscos psicossociais no trabalho, como jornadas longas, assédio, insegurança no emprego. A norma regulamentadora número um, que amplia a responsabilidade das empresas sobre os riscos à saúde mental dos trabalhadores, entrou em vigor no mês de maio, mas o governo federal adiou por 90 dias a aplicação das multas previstas na NR1. Então, sobre esta atitude, o que tem que ser feito agora pelas empresas, as adequações, eu converso com o Rafael Rezende, ele que é advogado dos direitos humanos e sociais, especializado em direito do trabalho e processo do trabalho. Então, Rafael, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso telejornal do Câmara Notícia. E para quem está nos acompanhando, por que o governo adiou as multas, seja bem-vindo e boa tarde. Obrigado, Gabriel, pelo convite. Muito bom táar aqui, né, para falar sobre saúde mental no trabalho. Eh, e já respondendo, de fato, a gente teve a suspensão da aplicabilidade da multa e não da vigência da norma. Acho que é importante a gente fazer esse destaque, né? A norma, ela segue vigente plenamente desde maio deste ano. E aí, só fazendo um passo atrás, ela já tinha sido postergada por um ano, né, essa vigência, na verdade, era para ter entrado, eh, em maio de 2025, houve ali uma postergação de um ano para vigência da norma e, enfim, ela se torna então vigente desde maio deste ano. Porém, eh, o STF decidiu suspender o efeito da norma, que é a aplicação da multa, caso a empresa não esteja adequada, né, à exigência da norma. E essa suspensão do ponto de vista jurídico, né, por que que houve a suspensão? Porque eh a norma em si, ela não traz de maneira objetiva uma metodologia acerca da multa, né? Então, quais são os critérios objetivos que permite com que o Ministério do Trabalho e Emprego autue, fiscalize e multe a empresa, caso, por exemplo, ela não tenha mapeado o que tem adoecido as pessoas ou se mapeado, não criado o plano de ação, ou ainda o plano de ação não condiz com a realidade da do dia a dia, né, da prática ali da operação da empresa. Então tem ali as fases, né, de autuação, porém os critérios que deveriam ser objetivos a norma não conseguiu trazer nesse texto. Então, do ponto de vista jurídico, de fato, há uma lacuna jurídica que ensejou aí essa suspensão pelo STF. Ô, Rafael, durante estes 90 dias, né, quais são os erros mais comuns que as empresas podem cometer neste processo, portanto, de adequação que elas precisam passar? Olha, olhando até pelo histórico, o principal erro é acreditar que de repente vai ter mais tempo para fazer essa adequação, né? Então, se a gente olhar o que que tem acontecido, né? A gente teve a primeira atualização da NR1 há dois anos atrás, depois a gente teve ali a postergação para mais um ano e as empresas elas esperam que o que o órgão competente, né, o Ministério Trabalho, Emprego, o Estado, diga exatamente todos os detalhes a serem feitos. Mas isso é impossível. do ponto de vista dos negócios, porque uma empresa multinacional tem especificidades muito diferentes de uma empresa familiar e também de uma empresa que tem 10 colaboradores. Então eu, do ponto de vista jurídico, a gente viu que de fato há essa lacuna, mas não me parece eh estratégico suficiente às empresas, né, os tomadores de decisão esperar que o estado me diga qual metodologia eu vou utilizar. Então, numa empresa tradicional multinacional, pode ser que, de repente, um PDCA funcione muito bem. Agora, para uma empresa pequena, às vezes uma roda de conversa já é o suficiente para entender que o gargala é ausência de comunicação, eh, o feedback que não existe ou a liderança que precisa se capacitar. Isso numa roda de conversa a gente consegue mapear. Então, se a gente traz, por exemplo, uma metodologia robusta para uma empresa pequena, é mais custo. E além desse custo, a gente tem mais tempo de entender que realmente e a organização do trabalho, ela precisa se atualizar o que tá posto no mundo, né? Você trouxe aí o dado da OIT, mas a gente também é o país mais ansioso do mundo, segundo a OMS, é o segundo mais esgotado. A gente teve aí eh eh recordes de afastamento nos últimos anos pelo INSS, né? Só no ano passado a gente ultrapassou ali mais de 500.000 casos de afastamentos. Isso tem custo paraa minha folha previdenciária, pro meu passivo trabalhista, que inclusive tem crescido cada vez mais, eh, absenteísmo, né, por estresse, por ansiedade, depressão. Então a pergunta é: quais custos hoje a minha operação já tem por e relação a transtornos mentais que eu deveria estar olhando do que simplesmente aguardar, né, o estado, o Ministério do Trabalho e Emprego me dizer qual metodologia utilizar, porque no final das contas quem deveria saber exatamente os riscos da minha operação e as oportunidades sou eu quem tô tomando decisão. Então é mais uma oportunidade do que um custo. É, é propriamente dito. Ô, Rafael, na sua resposta, você falou, né, sobre pequenas e médias empresas, deu o exemplo de uma empresa familiar. Eh, essas empresas estão com mais dificuldades para cumprir essas exigências? Essas empresas têm menos processos, né? Então, quando eu entendo que eu tenho a compulsoriedade, ou seja, eu sou obrigado a mapear, analisar, criar um plano de ação, capacitar as minhas pessoas, na primeira vista eu entendo que isso é um custo. Eu vou ter que documentalizar algo que eu não tenho. E muit das vezes eu não tenho processo. É tudo ali no dia a dia. Às vezes eu escrevo ali no postit ou na própria parede, né? Então, me parece que eh implementar a norma na minha operação vai ser um custo, mas na verdade é uma maneira de entender que esse custo ele já existe, né? Então, eh mais uma vez, eu esperar que o estado, eu me diga o que fazer pode eh me trazer mais prejuízo do que benefícios no final das contas, porque o comportamento que a gente tem visto das novas gerações, eh, que já prioriza o bem-estar e e salário igualmente, né? Tem um dado do foro econômico, do foro econômico que fala sobre habilidades do futuro. Se a gente pega, por exemplo, o relatório de bem-estar da WHub, a gente vê que 85% das pessoas priorizam o bem-estar e salário, mas só 17% tem isso na empresa, ao ponto que 85% trocaria de empresa. Então, pera, é um comportamento já existente na sociedade que eu, enquanto empresa, vou precisar me manter competitivo. Agora, sem dúvida, né, Gabriel, eh, uma empresa já madura com 5, 10.000 funcionários, é mais fácil implementar a norma porque já existe processo, já tem ali ritos para isso, equipe preparada, agora uma empresa pequena, né, 10 pessoas, é muito mais vantajoso e rápido uma roda de conversa, né? Isso, o próprio guia do Ministério do Trabalho e Emprego já tinha direcionado nesse sentido, porém o comp, né, do ponto de vista das inseguranças jurídicas, tem encejada essa inflexão da própria eh aplicação da da norma, tem ensejada a suspensão, o que me parece uma leitura bem equivocada, né, do ponto de vista dos negócios. Sem dúvida, Rafael, sobre direitos, né? O que que muda para o trabalhador com essa atualização? E eu já quero emendar como que ele deve proceder caso perceba que a empresa não tá adotando as medidas de prevenção? Muito bom. do ponto de vista de direitos, né, quando a gente pensa na consolidação das leis, a gente não teve alteração dos direitos ali garantidos, né, nem pela CLT, eh, e nem pela Constituição Federal, até porque o tema ele parece, ele ficou e visto, né, eh, de modo, eh, genérico, que é uma nova redação. Na verdade, ela não é, ela foi atualizada. O tema da saúde mental, ela já estava expressamente em vários dispositivos, como, por exemplo, OIT15, né? Eh, foi ratificada e tinha espressamento de saúde mental, NR7, NR17, eh, um arcabolso na CLT, o próprio artigo 5º da Constituição quando fala sobre saúde. Então, do ponto de vista direito, não mudou. Agora, o que do ponto de vista a gente consegue trazer é que o nex causal agora ele será cada vez mais relativizado nos órgãos, né? Então, se antes eu tinha eh um processo mais longo, mais extenso para comprovar que de fato as pessoas têm se adoecido no trabalho, agora isso tá cada vez mais enfraquecido. Não, à toa a gente tem aí mais ações trabalhistas no que tange transtorno mental. Ah, e se de repente eu percebo que eu estou num ambiente que não promove bem-estar, pelo contrário, é um ambiente tóxico, com lideranças despreparadas, que, enfim, tem ali metas inatingíveis, isso é muito presente em setores de tecnologia, ou então eh líderes abusivos em Ccenter, por exemplo, eh o colaborador ele pode denunciar a empresa direto no site do Ministério do Trabalho e aí e uma vez que há denúncias, eh, o Ministério do Trabalho e Emprego passa na frente. na fiscalização, né? A gente sabe que não tem braço fiscal pro Brasil todo, né? Então, empresas que estão ali na lanterna e aquelas que são denunciadas tem ali um short list, né, uma o topo da lista da fiscalização que pode ensejar aí todo eh as consequências, né, da NR1. Ô, Rafael, depois deste prazo de 90 dias, como que vai ser feita essa fiscalização? Porque nessa última resposta você já disse, né? O Brasil é um país continental muito grande, muito complicado. Como que é feita essa fiscalização? Legal. A fiscalização a priora, ela segue eh em dupla, né, na primeira justamente administrativa para identificar erros e depois o ministério abre prazo para que a empresa se regularize. Isso nessa suspensão, né? Então tá vigente, mas não há aplicabilidade da multa. E depois o ministério segue por critérios. a gente tem empresas em setores com mais afastamentos, então a gente pode trazer saúde pública, segurança pública, eh setor financeiro, setor de tecnologia e setor de teleendimento, né? Então, esses estão ali na linha de frente pelos números de afastamentos e segundo critério, por denúncias, como a gente falou aqui, né? Então, se a empresa começa a receber denúncias, o Ministério do Trabalho e Emprego passa na frente na fiscalização. Rafael, pra gente poder encerrar na sua avaliação, essa atualização da NR1 representa mudança de cultura nas relações de trabalho ou ainda nós estamos muito longe de tratar saúde mental com a mesma importância que a gente vê quando fala de segurança física? ela acompanha as transformações que a gente tem vivido, né? Então, toda a norma vem justamente para acompanhar e dialogar com as novas formas de sociedade, né? Então, se a gente olhar para todos esses recordes, como a gente trouxe esses números, além das questões climáticas, questões financeiras que a gente tem, estabilidade econômica, muito com a chegada das BES, especialmente, eh o Brasil é o país que mais consome rede social, não a toa o grupo mais jovem é um dos grupos mais adoecidos no que tange transtornos mentais, eh os afastamentos do INSS, tudo isso ensejou que a norma viesse eh ao encontro justamente pra gente poder vislumbrar novas possibilidades. de trabalho, né? Então, eh, ela acompanha essa evolução da sociedade, mas a transformação ela é algo que se demora, ela é morosa, né? Então, ela não acontece da noite pro dia. Não à toa a gente tem vislumbrado essa inflexão, né? Então, ainda a gente vai ter números mais catastróficos. Eu enxergo desta maneira para que eh enfim a gente consiga reconstruir as maneiras como a gente trabalha, porque eh eh a mudança ela não é tão simples, né? a gente tem dificuldade eh eh em mudar e fazer diferente do que a gente já tava acostumado. E a gente ainda opera, Gabriel, infelizmente, no modelo da revolução industrial. Manda quem pode, obedece, quem tem juízo, comanda e controle. Ainda somos medidos por horas trabalhadas e não por produtividade a partir de uma entrega. Eh, alguns setores estão mais avançados, por exemplo, setores de inovação e tecnologia, até pela chegada das inteligências artificiais, mas quando a gente pensa no Brasil e e nós somos, né, eh, em maioria pequenos e microempreendedores, a gente ainda tem um bom caminho pela frente, né? Então, quanto mais aliados, melhor. Sem sombra de dúvidas. Por isso que certamente este assunto vai persistir. Aqui no jornal Câmara Notícias, a gente vai continuar falando sobre esta norma, a NR1. Rafael Rezende, muito obrigado novamente pela disponibilidade do seu tempo. As informações que foram passadas aqui de grande valia pro nosso telespectador entender o que está acontecendo esse período de adequação de uma norma que está em vigor, só a multa que não vai ser aplicada, um período de adequação aí para todas as empresas. Já faço um novo convite pro senhor retornar aqui eh no jornal Câmara Notícia e fica aberto as suas considerações finais. Obrigada. Agradeço mais uma vez o convite. Muito bom abrir este canal pra gente continuar dialogando, para que a gente consiga de fato eh transformar, né, as maneiras como a gente trabalha. Então, muito obrigado e até a próxima. Nós aqui agradecemos a participação ao vivo do Rafael Rezende aqui no Jornal Câmara Notícia nesta terça-feira, meio-dia mais 24 minutos. A gente segue aqui com as notícias da Metrópole. Receita Federal oficializou uma mudança importante no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. Empresas abertas passarão a receber um novo modelo de CNPJ que vai combinar letras e números para ampliar a quantidade de registros disponíveis. Mas quem já tem empresa ou é MEI pode ficar tranquilo, viu? Nada muda no cadastro atual. A Receita Federal oficializou um novo modelo de cadastro nacional da pessoa jurídica, o CNPJ. A principal mudança é que o cadastro passa a ter formato alfa numérico com letras e números nas 12 primeiras posições. De acordo com o analista de negócios do Cebrai São Paulo, a medida amplia o número de combinações disponíveis e evita o esgotamento dos atuais registros. Na medida, ela visa a possibilidade de novos CNPJ. Hoje a combinação de números tem um limite de até 100 milhões de CNPJ abertos. E a partir do momento que ela se tornar alfa numérica, esse número se expande para quase 2 trilhões de combinações. Ou seja, a gente muda totalmente o cenário atual para um cenário aí vislumbrando mais de trilhões de CNPJ abertos. Para quem já tem empresa aberta ou é microempreendedor individual, nada muda. O novo modelo será usado apenas para empresas abertas a partir de 31 de julho. Começam a ser emitidos novos CNPJs com letras. O que acontece? Quem já tem CNPJ não muda nada, continua com CNPJ com números e a partir do 31 de julho, alguns CNPJ vão começar a ter alfa numérico. Não são todos. Por quê? Porque ainda existe um número disponível de CNPJ somente com numeração. O Sebrai informa que o atendimento aos empreendedores continuará o mesmo, independentemente do modelo de CNPJ. O Sebrai continua atendendo de forma presencial e online todos os empreendedores. Pra gente é indiferente essa questão do número do CNPJ. O analista de negócios ainda faz um alerta importante. O que é importante são as pessoas ficarem de olho nos sistemas que elas utilizam, sistema de emissão de nota fiscal, emissão de boletos, bancos. Por quê? Hoje o sistema é configurado para aceitar números e a partir do momento que os CNPJ alfa numéricos começarem a aparecer, o sistema também tem que estar de acordo. Então é importante é todo empreendedor conversar com o seu contador, com a empresa que fornece o sistema, se ele já está adaptado para receber um CNPJ alfa numérico. As férias escolares seguem movimentando os espaços de lazer aqui em Campinas, no Bosque dos dequitibá, além do contato com a natureza, as crianças encontram atrações que unem diversão, cultura, educação ambiental. Repórter Felipe Gomes mostra como o passeio pode ser uma boa opção para toda a família. Para quem ainda busca um programa para fazer com as crianças nas férias escolares, os parques de Campinas aparecem como uma opção de lazer gratuita e o ar livre. No bosque dositibá, além das áreas verdes e dos espaços para caminhada, os visitantes encontram atrações que unem diversão e aprendizado. A gente tem programação de visitação nos nossos espaços do Museu eh de História Natural do Aquário e da Casa dos Animais Interessantes, que funciona de terça a sexta-feira, das 9 até 1 da tarde, todos os sábados, das 9 ao meio-dia e da 1 às 5 também com a visitação e com o pagamento de ingresso de R$ 2,50 a meia e R$ 5 a inteira. Fora a visitação nos espaços, a gente tem a visitação no próprio zoológico também, que é gratuito. Então, é um tempo de qualidade que as pessoas podem ter aqui, as famílias ir visitar os espaços. Tem a pista da saúde, o pessoal vem caminhar aqui também, tem lanchonete, tem área com para fazer exercício físico. Então, é um pacote bem bem completo, bem fechadinho aí para pro pessoal que tá em casa descansando nessa temporada de férias poder aproveitar. Mas além dos espaços de exposição e das atividades educativas, quem mais aprova o passeio são as próprias crianças. Entre uma descoberta e outra, o bosque desperta curiosidade e garante diversão durante as férias. Eu tava ansiosa, mas às vezes eu esqueço. Mas aí depois que meus pais me lembraram, eu fiquei bem feliz. E eu tô gostando daqui. Eh, eu gosto de ter um eh mais coisas sobre a natureza. Eu gosto da natureza e para mim, quanto mais eu fico na natureza, mais melhor eu fico. E o que que você vai falar paraos seus pais hoje quando você chegar em casa? Obrigada por eh me deixar ter essa esse negócio de participar. Eu fiquei muito feliz. Joaquim, conta pra gente o que que você tá achando da experiência aqui hoje. Muito legal. É a primeira vez que você vem? Não. Não é a primeira vez. Você já foi no zoológico? Já. Que que você achou? Muito legal. E da das brincadeiras de hoje, de férias, que que você tá ach? Foi uma experiência muito legal. Em um período em que as crianças passam mais tempo em casa e conectadas as telas, espaços como os de Campinas se tornam uma alternativa para aproveitar as férias de forma diferente. A gente fala que são espaços completos, né? A pessoa ela vem, ela e além do lazer, da área de lazer, que é super importante, tem a parte do aprendizado também, né? Então, quando a gente consegue aliar isso, é muito mais interessante essa essa parte do estudo. Então, além de conhecer o os animais, muitas muitos animais que muitas vezes as pessoas nem conhecem, elas acabam aprendendo coisas também sobre conservação de espécies, sobre problemática de poluição de lixo no nos oceanos. Então, é uma atividade bem completinha que a gente fala, né? Além de conhecer, se divertir, ela também sai do parque aprendendo muita, muitas coisas relacionadas à conservação do meio ambiente. Quem passa pelo bosque também aproveita para observar os animais, brincar nas áreas abertas e participar de uma experiência que estimula o contato com a natureza longe das telas. O zoológico ele é bem cativante, tem eh bastante bastante animal aqui para para as crianças verem, não só os que estão no zoológico, mas muito animal solto aqui no bosque também, né? Então, quem vem conhecer o parque pode avistar as cutias que andam aqui pelo pelo pelo espaço. Tem tatu, tem o o os micos também, né? Então tem tem muita fauna, muitos animais aqui no no próprio museu com os animais empalhados, animais vivos no aquário, na casa dos animais interessantes. Então é uma possibilidade muito legal que chama atenção do público. Todo mundo gosta de bicho, né? Todo mundo gosta de de animais. Aqui é um espaço muito, muito privilegiado para esse avistamento. Meio-dia mais 32 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Vamos com as notícias do legislativo, porque vereador Paulo Hadad protocola projeto de lei para criar a política municipal de atenção e cuidados às mulheres portadoras de Lipedema. A proposta do vereador Paulo Hadad, que é presidente da Comissão Permanente de Política Social e Saúde da Câmara, é instituir em Campinas a política municipal de atenção e cuidados às mulheres portadoras de Lipedema. Doença crônica que afeta de 8 a 9 milhões de mulheres no Brasil. O maior objetivo é fazer com que as pessoas tomem conhecimento de que existe uma patologia, uma doença que se chama lipedema, que é um inchaço, um inchaço anormal, um uma deposição de gordura, principalmente nos membros inferiores, né, nas pernas e também em braços. 12,3% das mulheres são acometidas por essa doença. Então, ela é muito mais prevalente. Ela acomete muito mais mulheres do que homens. E essa doença ela não é diagnosticada precocemente. Então, o que que a gente tem em termos de de intenção nesse projeto? um diagnóstico precoce, um tratamento adequado, uma conscientização, né, da nossa população, que isso tem tratamento. A principal diferença para a obesidade é que esse tipo de gordura costuma causar dor, sensibilidade, inchaço e hematomas. Ausência de informação e de políticas públicas específicas contribui para o diagnóstico tardio e para o agravamento do quadro clínico. O lipedema muitas vezes ele causa eh dor, causa inchaço, desconforto, né, hematomas. Então, é algo que eh impacta sobremera, a vida das pessoas e também fazer com que a a a nossa administração pública se debruce nesse tema para que dê uma condição das das nossas pacientes ou dos nossos pacientes serem atendidos por profissionais treinados, profissionais que tenham conhecimento, né, que a a administração pública possa fazer campanhas educativas para que as pessoas que têm essa essa patologia sejam atendidas adequadamente. E o tratamento ele não é só eh eh focado naquela situação da pessoa, mas ela é multiprofissional também com psicólogos, né, nutricionistas, eh terapeutas ocupacionais, que dê a oportunidade da pessoa ter não só a sua saúde física, mas também a sua saúde mental atendida. O projeto de lei busca assegurar maior efetividade as ações de saúde pública, promovendo o atendimento integral, humanizado e multidisciplinar as mulheres acometidas pela doença. Muitas vezes isso é tido como um relaxo da pessoa, né? Ela é descuidada, ela come demais, ela não tá preocupada com obesidade. E não é isso, né? O lipedema é uma patologia diferente de um acúmulo de de gordura normal, aquela gordura que que ela acaba eh fazendo com que ela tenha lá uma barriguinha, né, uma gordura que que é a gordura abdominal, né, uma gordura até visceral que a gente muitas vezes a gente não vê, mas também em membros inferiores. Então o lipedema ele é diferente desse acúmulo de gordura, vamos colocar assim, normal que as pessoas muita muitas vezes obesas têm. Então é uma patologia que tem que ser diagnosticada, tem um diagnóstico diferencial e a partir do diagnóstico o tratamento é outro, não é pura e simplesmente perder peso. A Comissão Permanente de Relações Internacionais aqui da Câmara de Campinas encerrou o primeiro semestre de 2026 com debates sobre geopolítica, migração, mudanças climáticas e os impactos do embargo econômico a Cuba. Confira o balanço dos trabalhos na reportagem. Criada para acompanhar temas internacionais com reflexos diretos no município, a Comissão Permanente de Relações Internacionais da Câmara de Campinas realizou três reuniões no primeiro semestre deste ano. Presidido pela vereadora Paula Miguel, o colegiado é formado pelos vereadores Vini Oliveira, Luiz Abico, Gustavo Peta e Paulo Hadad. Acho que é importante ressaltar, né, que é a primeira vez que a gente tá eh pelo segundo ano, né, consecutivo, mas anteriormente presidia a comissão de direitos humanos. Então a gente tá tendo inúmeros desafios para acompanhar esse debate internacional que aqueceu nesse momento. Na primeira reunião ordinária do ano, realizada em fevereiro, o colegiado apresentou o planejamento de trabalho para 2026 entre os assuntos definidos para acompanhamento, conflitos geopolíticos internacionais, guerras em andamento, políticas migratórias e os reflexos desses cenários para a economia e o desenvolvimento de Campinas. Então, a gente realizou uma primeira reunião, onde foi conversado com membros aqui da cidade que fazem mensalmente reuniões eh coletivos de solidariedade à Cuba. Mas a gente teve, né, no mês de maio, se eu não tô enganado, a presença do embaixador de Cuba, que trouxe, né, como que a população sobrevive diariamente, como que a população lida, inclusive com as quedas de energia que estão tendo no país nesse momento. Um dos destaques do semestre foi a discussão sobre a situação de Cuba e os efeitos do embargo econômico imposto pelos Estados Unidos ao país. O assunto mobilizou dois encontros da comissão e reuniu especialistas, representantes de movimentos sociais e autoridades diplomáticas para debater os reflexos da medida sobre a população cubana. Então, a gente teve eh o debate que a gente falou sobre Cuba, né, principalmente, como esse cerco que acontece hoje a partir dos Estados Unidos, que também atingiu o Brasil com o tarifaço, mas como lá são 60 anos de embargo e de impedimentos de compra de itens de outros países e como nesse momento há também uma crise energética. Com embaixador, a gente conseguiu inclusive fazer esse debate mais profundamente de alguém que tá vivendo diariamente no país. Para o segundo semestre, a comissão pretende ampliar os debates sobre os efeitos das transformações econômicas globais e seus reflexos no mercado de trabalho e na economia local. Falar sobre eh economia, desenvolvimento, esporte, cultura, né? O que que isso impacta aqui na região de Campinas, como a gente já fez, e como que isso pode fazer com que a nossa economia aqueça ou gere desemprego. A comissão de políticas de prevenção às drogas aqui da Câmara de Campinas debateu neste primeiro semestre prevenção, acolhimento e reinserção social de dependentes químicos com a missão de acompanhar ações nas áreas de saúde, assistência social e segurança pública relacionadas ao combate às drogas, a Comissão de Políticas de Prevenção às drogas da Câmara Municipal, presid pelo vereador Nelson Os tem como uma das principais pautas o tratamento de dependentes químicos. Eu vejo a Comissão de Política de Prevenção às drogas como uma das principais comissões, uma das mais importantes, mais baseado no tema que é abordado, né? Eu acho que o problema droga é o problema que mais preocupa, mais tem preocupado os pais, né, os representantes legais, as autoridades. Porque uma mãe que tem um problema com droga, com filho, com marido ou vice-versa, ela encontra todos os problemas e todas as dificuldades para conseguir ajuda. A repressão que vem por parte da polícia, né, ela é bem-vinda e ela precisa acontecer, que é o combate ao tráfico de drogas. Mas a prevenção ainda continua sendo o melhor remédio para que a gente possa evitar amenizar um problema já existente. Em reunião realizada no primeiro semestre de 2026, a comissão debateu a criação de uma fazenda de acolhimento municipal. A proposta prevê concentrar em um mesmo local atendimento de saúde, capacitação profissional e apoio à reinserção social em Campinas. Então eles ficariam num tratamento junto a essa fazenda por um período de até 6 meses, aonde eles iriam receber larboterapia, espiritualidade, leitura, todo o serviço da assistência social, todo o serviço da Defensoria Pública para saber se é caso de internação compulsória ou não. No caso, uma internação à força com uma medida judicial, se é necessário medicamento, porque para alguns tratamentos é necessário ter uma retaguarda medicamentosa. Então é um trabalho que vai fidelizar, ele vai ter a atividade esportiva, ele vai ter a Secretaria de Trabalho e Renda oferecendo um trabalho para ele logo que ele estiver apto a ser ressocializado e assim ele vai poder resgatar a dignidade dele, a moral e até o vínculo familiar, caso exista qualquer tipo de contato com algum parente, com algum familiar na cidade. Para o segundo semestre, a expectativa é avançar e ampliar essa discussão. Eu acho que é importante atitudes, né? E o que nós estamos fazendo é isso. Tudo que deu certo em Campinas, nós estamos replicando para cidades vizinhas, porque existe aí um discurso muito grande que muitos moradores de rua vem de cidades de fora. E eu concordo com isso, porque eu mesmo já identifiquei pessoas de fora chegando nas ruas de Campinas. Mas por que eles vêm para Campinas? Eles vêm para Campinas porque Campinas é o paraíso do morador de rua. Tudo é recebido de graça, sem motivação nenhuma, a mudar de vida. Então, nós precisamos quebrar esse ciclo e a única forma de quebrar esse ciclo é uma fazenda de acolhimento com atitude e que possa ser implantada no nosso município e siga e sirva de referência para outras cidades e outros estados também. O Câmara Educa da Câmara Municipal de Campinas recebeu mais de 600 participantes em visitas durante o primeiro semestre de 2026. O programa tem como objetivo aproximar a população do poder legislativo. O Câmara Educa do Legislativo de Campinas recebeu 612 participantes em 14 visitas durante o primeiro semestre de 2026. Ele é desenvolvido pela Coordenadoria de Relações Públicas e Cerimonial em parceria com a Elecamp, a Escola do Legislativo de Campinas. E a gente conseguiu aí completar quase 85% de visitas dentro dessas datas bloqueadas no primeiro semestre. Então, a gente considera um número bastante positivo. O programa atende alunos da educação infantil, dos ensinos fundamental e médio, de cursos profissionalizantes, faculdades, universidades, além das organizações da sociedade civil. O objetivo é contribuir para a formação política, mostrando como foi a consolidação da democracia no país e abrir portas para o exercício da cidadania. No total, a ação atendeu 10 escolas e instituições, entre elas o Lar dos Velhinhos. Essa foi a primeira vez que a gente recebeu eh em em um uma das edições do programa um público muito diferente que são os idosos, né? a gente recebeu o Lar dos Valinhos de Campinas e foi muito legal porque apesar de não ser o público habitual, eles trouxeram muitas perguntas, eles estavam super interessados. Então, foi uma vivência bem diferente também para nós servidores que fazemos parte do programa, pros vereadores, né, que atenderam e para eles assim sair daquele ambiente que eles ficam diariamente, né, sempre é uma experiência legal. Então, foi super rica a visita do L dos Velinhos aqui. A gente recebeu esse semestre também um uma sala de EJA. Então, é muito legal quando a gente tem essa vivência adversa. Durante as visitas, os participantes conhecem a estrutura do poder legislativo no plenário. Em um turno, os espaços, como a galeria de ex-presidentes e das vereadoras passam pelo estúdio da TV Câmara e a sala da presidência. Entre as atividades está a contação de histórias conduzida pela Elecamp com o apoio didático do gibi, que tem aleges, a mascote da câmara. Momento adaptado à faixa etária dos estudantes, que mostra a diferença entre a Câmara Municipal e a Prefeitura, por exemplo, além de um bate-papo com os parlamentares. O mais legal assim que a gente entende aqui é como eles chegam muito travados, muito tímidos, né? porque é um ambiente intimidador e aos poucos eles vão se soltando, eles vão eh fazendo mais perguntas. Então eles chegam muito acanhados e conforme eles vão recebendo, né, os pequenininhos, eh, contação de história, vídeos, os maiores, algumas explicações, eles vão se sentindo mais empoderados para fazer perguntas, para colocar dúvidas, para fazer colocações. Então, sempre sai coisas muito ricas, assim, curiosidades muito ricas, eh, a partir dessa vivência com as crianças e das perguntas que eles fazem também ao longo do programa. As instruções de como participar estão no site da Câmara e a instituição deve entrar em contato com a Coordenadoria de cerimonial e relações públicas para o agendamento. A gente tem aí mais ou menos 17 datas bloqueadas pro segundo semestre, algumas já estão agendadas e para participar é super fácil. No nosso site tem um linkzinho, tem uma pagininha, uma landing page do Câmara Edueduca, lá tem toda a explicação, o passo a passo, mas basicamente é entrar em contato com o cerimonial da casa. A gente vai verificar a disponibilidade de data e horário e fazer o agendamento. Meio-dia mais 46 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta terça-feira com o fim da Copa do Mundo. Os quadros estão de volta ao Câmera Notícia. Hoje, terça-feira, é dia de conferirmos várias opções de cães, gatinhos, de protetores independentes, da Associação Anjos de Rua, do Departamento de Proteção e Bem-Eestar Animal. Todos eles estão saudáveis, prontos para ganhar uma família. Entre nessa causa, adote e ajude a transformar vidas. Prepare o seu coração. Respire fundo, porque a seguir você vai conhecer olhinhos brilhantes, rabinhos abanando e muito amor para dar. Está no ar o Adote Um Bichinho. A chance de encontrar o seu melhor amigo e mudar uma vida para sempre. O contato para a adoção responsável vai aparecer aí na sua tela. Começamos com os almiguinhos dos protetores independentes. Proteção, lealdade e muito amor em um só companheiro. Zeus é daqueles cães que adoram estar perto da família. Atento e protetor, ele também é um excelente guardião do quintal. Agora, tudo que ele procura é um lar onde possa distribuir carinho e viver cercado de afeto. Um olhar doce e um coração gigante. Lara tem aproximadamente 4 anos e carrega aquela tranquilidade que transforma qualquer casa em um lar mais acolhedor. muito amorosa e companheira. Ela adora estar perto das pessoas e é uma excelente companhia para crianças e idosos. Toda princesa merece um final feliz. Com apenas seis meses de vida, princesa reúne tudo que uma família procura. Carinho, doçura e muito amor para compartilhar. Ela sonha com um lar cheio de atenção, brincadeiras e momentos especiais. Agora chegou a vez dos peludinhos da ON Anjos de Rua. Por trás dessa aparência forte, existe uma cachorrinha extremamente carinhosa. Brisa, uma pitb tigrada de 5 anos, adora brincar, receber atenção e estar perto das pessoas que ama. Seu jeito tranquilo e afetuoso conquista rapidamente quem tem a oportunidade de conhecê-la. Pequeno no tamanho, mas enorme na capacidade de conquistar corações. Leon tem apenas 4 meses e já sabe como espalhar carinho por onde passa. Com seus olhos amarelos cheios de curiosidade, ele adora colo, atenção e momentos de aconchego. Uma dose diária de fofura atende pelo nome de Tom. Com apenas dois meses, este filhotinho está pronto para começar uma nova história ao lado de uma família responsável e amorosa. Ele procura um lar seguro e pessoas dispostas a amá-lo por toda a vida. Para finalizar, apresentamos a turminha do DPBA Campinas. A vida já colocou alguns obstáculos no caminho do mango, mas ele superou todos. Resgatado após ser encontrado abandonado e com uma pata fraturada, hoje o mango está disponível, saudável, cheio de energia e prontinho para recomeçar. Dócil e muito companheiro, ele espera apenas uma oportunidade para mostrar todo o amor que tem a oferecer. Uma segunda chance pode mudar tudo. Robert chegou ao DPBE após uma situação difícil, mas revelou um temperamento completamente diferente do que muitos imaginavam. Carinhoso, dócil e apaixonado por pessoas, ele sonha em encontrar uma família para chamar de sua. Como prefere não dividir atenção com outros animais, será ainda mais feliz como filho único. E aí, qual desses amores vai conquistar o seu coração? Lembre-se, adotar é um ato de amor, mas de muita responsabilidade. Para mais informações sobre esses e outros peludinhos, acesse o portal Animal Campinas. Tem uma turminha cheinha de carinho esperando por você. Amanhã ainda teremos o sol aparecendo durante todo o dia com a presença de algumas nuvens, mas sem previsão de chuva. O vento segue presente, viu? que não deixa a sensação térmica subir. A umidade relativa do ar está baixa, mínima de área pode ser inferior a 30%. Então é muito importante tomar água com frequência, evitar atividades expostas ao sol nos momentos mais quentes do dia. Na quinta-feira, uma frente fria deve chegar a Campinas e aí trazer chuva e aliviar essa secura. Sobre as temperaturas já estão aqui na minha tela. Então, para amanhã, quarta-feira, tempo estável, ainda com mínima de 15º. Ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 29º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quarta-feira. Até lá. Ciao. Ciao.