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Ser Empreendedor | Campinas Innovation 2026 - O Mundo Acadêmico no Empreendedorismo
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Ser Empreendedor | Campinas Innovation 2026 - O Mundo Acadêmico no Empreendedorismo

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O Ser Empreendedor apresenta a participação das universidades no Campinas Innovation Week 2026. Entre os destaques estiveram a Inova Unicamp, o Mescla, da PUC-Campinas, e a Universidade Presbiteriana Mackenzie. A Inova Unicamp apresentou tecnologias e iniciativas de empreendedorismo e inovação desenvolvidas na Universidade. O Mescla levou projetos acadêmicos e soluções voltadas a diferentes desafios da sociedade. Já o Mackenzie participou pela primeira vez do evento, apresentando projetos desenvolvidos por estudantes que vivenciaram o ecossistema empreendedor do evento.

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Campinas é conhecida pelos seus centros de pesquisas e universidades que geram conhecimento. Muitos deles estiveram aqui no Campinas Innovation Week, provando que é possível unir o conhecimento acadêmico aos negócios. E o ser empreendedor veio mostrar um pouco deste universo. 23.000 1000 participantes, mais de 200 empresas e startups, 250 palestrantes e 130 horas de conteúdo, diferentes setores do ecossistema de inovação e tecnologia do Brasil, investidores, pesquisadores, empreendedores e especialista em torno de conhecimento, tecnologia e novas oportunidades. Conexões que podem se transformar em negócios, investimentos, parcerias e soluções. Cinco trilhas temáticas como políticas públicas, debates sobre o papel da ciência, pesquisas acadêmicas e diretrizes governamentais no estímulo à inovação, negócios, investimento e varejo, impacto, pessoas e experiência, conectividade e conexões globais. Uma das trilhas do Campinas Innovation trata-se de conexões globais e a Mariana Zanata, ela é uma das embaixadoras dessa trilha. Me fala um pouquinho do objetivo quando a gente pensa nessas todas essas trilhas, quando a gente trata especificamente de conexões globais, qual o objetivo? Bom, o tema de internacionalização, ele tá muito em voga hoje em dia e o objetivo dessa trilha foi de conectar o nosso ecossistema, seja através das universidades, da própria cidade, das empresas, das startups que fazem parte desse ecossistema e como que nós podemos dar visibilidade para isso lá fora e também trazer oportunidades de fora do país para o nosso ecossistema através de diversas parcerias. e contatos que nós temos estabelecido. O Inova inclusive tem surpreendido ou na verdade tem avançado cada vez mais com números positivos quando a gente fala de patentes e quando a gente fala dessa intercionalização também a Inova tem esse olhar? Sim, já há dois anos nós fazemos parte enquanto parque científico tecnológico da IASP, que é a Associação Internacional de Parques Científicos e Tecnológicos e Ambientes de Inovação. E essa fazer parte dessa associação tem dado muita visibilidade para nós enquanto parque, enquanto universidade e também pras nossas startups. E através dessa associação, nós temos conhecido diferentes ambientes internacionais e também temos podido trazer essas experiências para pro nosso ecossistema. E é um pouco que essa trilha reflete também. Inclusive, eu soube que você trouxe um convidado especial, isso, filho da Unicamp, que já tá vivendo essa experiência, que trouxe essa expertise pro evento. Exatamente. Então, nós estamos aqui com Mateus Provinciale, que é Red de inovação da Startub, a incubadora da Universidade de Barcelona. Eh, enfim, eh, ele é um grande parceiro já há mais de três, 4 anos que nós temos feito muitas atividades em conjunto entre a Unicamp e a Universidade de Barcelona, trazendo startups do ecossistema de Barcelona para cá e também levando startups do nosso ecossistema para eventos na Europa e principalmente em Barcelona, como o Mobile World Capital e o Fore from Now. Então, o que se espera nessa edição de 2026 quando a gente pensa nessas conexões? Bom, o que nós queremos é de fato levar o nome da Unicamp, da Innova Unicamp e das nossas startups pro mundo para que essas soluções não sejam só locais, mas sejam soluções globais pro mercado como um todo. Debater estratégias, diplomacia e caminhos práticos para a internacionalização de empresas de base tecnológica foi o tema do painel promovido pela Innova Unicampinas Innovation Week deste ano. painel reuniu empreendedores que fazem parte do ecossistema da universidade, representantes de órgãos governamentais e de outras universidades e startups estrangeiras. Um dos participantes é filho de duas importantes universidades de Campinas. O Mateus Provincial, ele é filho da Unicamp e também da PUC, duas importantes universidades aqui de Campinas e tá nesse processo, como a Mariana disse, de trazer a intercionalização para como uma experiência aqui no evento. Fala um pouquinho desse seu da sua expertise e como você acredita que esse ambiente de inovação e empreendedorismo num evento como esse pode ainda mais servir como um propulsor. quando a gente pensa na em conexões globais. Bom, primeiro obrigado pela oportunidade. É um prazer para mim tá aqui na cidade de Campinas, retornar a à minha casa. Atualmente, né, trabalho na Universidade de Barcelona já faz alguns anos e a gente vem desenvolvendo essa colaboração com o ecossistema de Campinas na parte de internacionalização, principalmente de startups, mas também de troca de conhecimento e transferência tecnológica. E para mim é uma alegria poder estar aqui, ver esse evento cada vez mais se concretizando e marcando, né, uma dimensão no no Brasil. Eh, como filho da daqui da cidade, para mim é é um orgulho poder estar contribuindo. Já faz em aproximadamente 4 anos que a gente tá colaborando com a Unicamp, com a PUC. Então, começou com o processo de trazer uma startup para conhecer o ecossistema de inovação de Campinas. E nos últimos anos eu já trouxe quatro startups. A gente conseguiu trazer delegações da União Europeia para visitar e conhecer o ecossistema, porque ainda tem, né, um a gente tem que desmistificar muito a imagem que a gente tem do Brasil na Europa. E também o um programa que a gente tá trabalhando muito, que é poder ajudar o Brasil a se posicionar internacionalmente, que é deixar de ser só exportador agro e exportar tecnologia. Então, a gente nesse propósito também tem interesse em levar empresas e tecnologias do Brasil paraa Europa, né, pra gente eh ter esse posicionamento global. Então, esse é um pouco do fluxo que a gente vem criando em termos de empreendedorismo, de inovação e tecnologia. E muito contente de poder colaborar com as instituições aqui da cidade e ver que a cidade cada vez mais, né, tá buscando esse posicionamento a nível nacional e internacional. E eu acho que essas atividades contribuem, né, para pra presença. Então assim, a gente sabe que eh para que o ecossistema seja forte, a gente precisa de várias instituições colaborando. E então a a a câmera é uma e e tem um papel fundamental no desenvolvimento quando aprova leis, inclusive que trata de aprovação no sentido de inovação, tecnologia pra cidade. E como a gente pensa numa universidade que tem Nova Unicamp, inclusive nós temos agora porque que tem o Mescla também pro sendo molas propulsoras para que Campinas, o Brasil atinja esse patamar que é tão importante quando você fala que o Brasil tem muito a oferecer em termos de tecnologia pro mundo. É, e acho que não só a nível de tecnologia, mas principalmente de talento, né? Eu acho que aqui a gente eh tem uma escola muito boa, formação de pessoas excelentes, profissionais qualificados que estão, na verdade, às vezes eh disperso em várias partes do mundo e que às vezes não tem ainda o contato que eu acabei buscando de retomar com a cidade. E a gente sabe que tem muita gente boa e isso que é o importante para criar tecnologia, né? Tecnologia não se cria sola. Então a gente precisa realmente dessa integração, essa forma de colaborar para que realmente Campinas continue se posicionando como um ecossistema líder num país gigante como o nosso e que tem um posicionamento e um reconhecimento internacional muito grande. Você com essa expertise e participa com certeza de outras feiras e eventos como este. Qual que é a sua nota pro nosso evento aqui em Campinas? Ah, nota 10, né? Não tem como. A gente vai e atende outros eventos em outras partes do mundo, mas o clima, a conexão com as pessoas, as interações, a a eu acho que o próprio ambiente, a energia é muito positiva de sempre quer querer fazer, querer crescer, é um diferencial que a gente não encontra em outras partes. Então, acho que é muito bom poder táar aqui, tá entre pessoas conhecidas que também estão aqui tentando construir esse ecossistema para ajudar no desenvolvimento do país. Mesclaub de inovação da PUC Campinas, criado para conectar a academia, empresas, o governo e a sociedade no desenvolvimento de novas tecnologias e negócios. também participou do Campinas Innovation Week com uma programação dedicada à apresentação de projetos e soluções desenvolvidos por estudantes e professores da universidade. Os incubados, além de apresentar suas iniciativas, puderam mostrar na prática como cada uma funciona. E ainda falando de conexões globais, nós estamos aqui com o pessoal do Mescla, que é o hub de inovação e empreendedorismo da PUC Campinas, falando sobre esse propósito e como eles se posicionam aqui no evento, nesse Innovation de 2026. Conta para mim então, Víor, um pouquinho do propósito, o que que vocês trazem para essa edição. Bal prazer, Mina. Hoje aqui no evento a gente tá trazendo além de todo o nosso hub de inovação, então do México, a gente veio representando a Campinas aqui, a gente trouxe algumas startups que estão participando do nosso programa de pré-incubação que é do México Empreende. Então hoje eles estão aqui com stand com a gente junto no Sebrai. E além disso, a gente trouxe alguns projetos que estão fazendo parte dos TCCs. Então, na parte de pesquisa, a gente trouxe quatro projetos para estar aqui com a gente, que já é o fomento do empreendedorismo na academia. Exatamente. Que é o que a gente busca trazer três desde a parte da academia para vir para esses projetos de pré-incubação com a gente, que aí a gente entra sobre o que que é o empreendedorismo mesmo. Então, a gente busca ter essa participação desde a parte acadêmica com eles para conseguir trazer eles depois com nossos programas de empreendedorismo dentro da universidade. Sim. Hoje, quando a gente pensa num mescla como esse hub, o que que vocês têm construído, apesar de ser um hubo? Aham. Né? O que que vocês têm construído e fomentado quando a gente pensa nesse mundo acadêmico versus negócios? Exatamente. Hoje a gente já teve mais de 186 startups e projetos que participaram do nosso programa. Então é um número muito interessante pra gente dentro da universidade. Hoje a gente tá rodando atualmente com 30 projetos. Então, o nosso programa de pré-incubação, a gente tá chegando ao final da trilha deles, a gente finaliza em novembro e aí a partir disso a gente vai fazer o convite para aqueles que forem melhor selecionados, que tem uma maturidade mais legal para virem pro nosso programa de incubação, que é onde aí a gente entra no que quer ser uma startup mesmo, porque eles têm que já ter um CNPJ em constituição. E aí a gente entra com as nossas mentorias, que hoje a gente tem grandes professores dentro da universidade que trabalham em conjunto com a gente para trazer essas mentorias. entre a parte acadêmica e a de mercado. Então, a gente em conjunto com os professores atua desde a pré-incubação na ideia muito que eles estão descobrindo o que que é ainda que que é uma ideia, que que é uma solução até a parte que eles já constituíram o CNPJ e estão buscando esses clientes. Aí no caso eles ficam incubados quanto tempo? O nosso programa de incubação, ele que ele é o pós o programa de pré-incubação. Pré incubação tem duração de 7 a 8 meses e o nosso programa de incubação de 1 a 2 anos. Aí dentro desses um ou dois anos a gente entra com eles nessa parte de mercado mesmo. Então fazer aberturas, entender com outras empresas parceiras que a gente tem também do ecossistema pra gente fazer as nossas poques com eles, que é o que a gente sempre busca também trabalhar com os nossos parceiros. Quando a gente mostra que os que participam, por exemplo, dessa de uma feira como essa, eles já são os encubados, não necessariamente. Hoje a gente tá com dois, duas startups que fazem parte da pré-incubação nossa. Então, para elas entenderem muito, é um estágio, digamos assim, para quem tá lá em casa. Exatamente. Para elas entenderem muito o que que acontece nesse ecossistema. Então hoje a gente tá com duas aqui, mas ao total vão vir oito. Então oito que estão participando do nosso programa foram selecionadas dentro das iniciativas da universidade. Então junto ali com o pessoal da universidade, a gente selecionou oito para participar das 30 que a gente tem hoje. E aí elas estão participando hoje com stand ali em conjunto com o Sebrai e com a Ventury Hub. Então hoje são duas e ao longo da semana vão vir outras seis para participar. E o que que você tem percebido dessa expectativa desses jovens empreendedores, jovens cientistas? Não é, eu falo que é uma paixão de ver quando eles estão se desenvolvendo, porque ver a oportunidade que eles estão tendo de estar aqui num evento desse, de participar dos programas, é muito importante, porque mais do que a formação que a universidade traz, a gente traz toda essa parte de empreendedorismo para eles. E a oportunidade de tá um grande evento desse é muito importante. Perfeito. A gente vai mostrar daqui a pouquinho esses inovadores, esses empreendedores que participam aqui do Mescla. Perfeito. Muito obrigado. Soluções a partir do que é aprendido na universidade, desde a graduação até o pós-doutorado, transformando esse conhecimento em negócio. São startups, spinoffs e empresas pré-incubadas e incubadas em espaço acadêmico, de problemas reais para soluções digitais. Como começa essa história de um estudante da PUC pensar em empreendedorismo e mais, desenvolver aí um software voltado aí para inovação e ao mesmo tempo, claro, negócios? Então, a história começou, eu entrei na faculdade, comecei a frequentar os eventos e comecei a trabalhar também nos eventos ali. Muitas vezes eu caía no caixa e eu comecei a ver o tanto de fila que se formava para as pessoas virem comprar as bebidas ali e tudo mais. E eu fiquei com isso na cabeça, eu vi o tanto de venda que era perdido por causa disso. E eu tô fazendo sistemas de informação, já pensando em algo para resolver esse problema. Comecei a prototipar skip e cheguei na conclusão que a ideia de espalhar que a recal, a própria pessoa compra pelo celular e depois só mostra a ficha no bar e retira. Então eu eliminei o caixa, acabei com o meu serviço também, mas agora é agora é skip. E desde quando vocês fizeram esse protótipo, como tem sido essa pré-enincubação lá na PUC, no Mescla? me conta desse processo. Então, tá sendo bem interessante porque assim, eh, são vários desafios que você vai passando desde o desenvolvimento, que é a minha parte, mas agora eu tô naquela passagem de desenvolver para virar um negócio. Então, ah, o Mescla tem ajudado em toda essa parte de, eh, divulgação, como que eu posso para criar uma base na empresa, abrir um CNPJ, trazer no Campinas Innovation Week e toda essa essa questão. E para você, como está sendo participar desse evento, ver outros empreendedores fazendo conexões? Ah, tá sendo maravilhoso, né? O Campinas Innovation Week e dá muita visibilidade para startups, né? Por exemplo, tive oportunidade de não fazer um pit de vendas ali no palco. Nossa, isso é coisa que eu nunca imaginei, né? E investidores que vem aqui pergunta e então tá sendo bem legal essa. O meu projeto é sobre insuficiência cardíaca. Eu sou eh participante do projeto de pré-incubação da PUC Campinas e surgiu um problema na nossa prática, né, no hospital da PUC, que é sobre a insuficiência cardíaca. Muitas pessoas sofrem com esse problema todos os dias e a gente queria encontrar uma maneira de prevenir que elas vão pro hospital com essas descompensações. Então, por que não criar um aplicativo que a gente vai conseguir monitorizar essas pessoas de uma maneira mais fácil? Foi aí que surgiu o Icare, que significa que você no controle. Então, com esse aplicativo é basicamente uma monitoração de saúde, como se fosse uma agenda. Eh, a pessoa vai alimentando esse aplicativo com as informações do dia a dia e um diferencial do nosso aplicativo é a interface com o profissional. Então, o profissional tem acesso a tudo que o que o paciente tá colocando naquele aplicativo. Então, com isso, a gente consegue dar mais autonomia pro paciente, né, ter um cuidado muito mais individualizado e para pro serviço de saúde reduz muito as internações e aumenta uma satisfação do cliente em números muito grandes. Então esse essa foi a nossa dor que a gente encontrou, né, que foi insuficiência cardíaca e a nossa maneira de solucionar. Qual sua área de atuação? Eu sou enfermeira, enfermeira residente. Quando você começou a universidade, você tinha ideia que lá na frente você ia ser uma empreendedora, ia formatar um negócio, ainda mais com o apoio da universidade? Eu não tinha esse plano, o plano não tava no na minha cabeça, mas foi uma oportunidade enorme que a PUC deu, que nós nos unimos todos ali por prol de um de um problema muito maior. Então foi não foi planejado, mas foi um bom acontecimento. Hoje você se vê então nesse meio de inovação, tecnologia e empreendedorismo. Com certeza. Não pretendo sair do meio. É uma coisa que vai envolvendo a gente cada vez mais. A gente vai entrando em alguns nichos, fazendo networking, conhecendo pessoas e solucionando problemas cada vez mais. Hardware e software para impressão em 3D de materiais avançados. tecnologia que está pronta para o mercado internacional. E essa empresa não é nova aqui no Campinas Innovation. Nós vamos conversar com a Bruna, que faz parte aqui desse ecossistema de empresas filhas da Unicamp. Bruna, a gente já conversou no ano passado, me fala do que vocês trouxeram para esta edição. Eh, boa tarde. Nós produzimos impressoras 3D, software para materiais semisólidos, géis, hidrogéis, pastas. Hoje nós comercializamos pro mercado de pesquisa na área de alimentos. Eh, então temos clientes trabalhando com massa de cookies, eh, com tubérculos regionais da Amazônia. Nós também comercializamos para pesquisadores que trabalham na área de medicamentos personalizados, trabalhando com eh precisão na dose, a melhoria da palatabilidade, eh também eh pesquisadores na área de materiais eh avançados e de bioengenharia. ano, fala para nós qual é a importância de mais uma vez você trazer o seu negócio como empresa filha da Unicamp e participar desse grande ecossistema. Pra gente é uma honra estar aqui mais um ano e como spinoff e acadêmica da Unicamp. É uma grande satisfação divulgar a inovação que sai da universidade, trazer isso mais próximo do público, eh, e também da comunidade, né? Então, eh, mostrar essa transição também enquanto acadêmicos para essa área de empreendedorismo e incentivar eh as pessoas que vêm a, né, quem sabe também empreender e conhecer a nossa tecnologia. No Innova Tech Impacto, o apoio ao desenvolvimento de negócios voltados à sustentabilidade socioambiental, por exemplo, os copos biodegradáveis a partir da batata doce, inovação que leva à sustentabilidade e ao empreendedorismo. tecnologia surgiu durante a minha pesquisa de doutorado, né, uns ensaios, a gente encontrou o material e viu uma oportunidade de levar adiante e viu qual todas as possibilidades, as oportunidades ali, as aplicações que ele poderia ter. E junto da Inova a gente fez a o depósito de patente. Então ele ele é um material protegido intelectualmente e no ano passado essa tecnologia tava disponível no desafio Unicamp promovido pela Inova para ser uma tecnologia para desenvolver um novo negócio, né? E a gente pensou, por que que a gente não poderia participar e desenvolver um negócio em cima da tecnologia? Então, eu e as minhas sócias, as duas Isabelas, a gente montou a equipe, entrou no desafio e a gente conseguiu vencer uma das categorias, que é a categoria socioambiental. E isso potencializou ali a nossa vontade de levar adiante, já que o mundo acadêmico e o mundo do negócio são dois mundos tão diferentes, né? Então, a gente começou a entender melhor como o mundo do negócio funcionava, viu a oportunidade de levar a tecnologia pro mercado, pra sociedade, como ele poderia ter um um bom uma boa usuabilidade e e agora estamos aí como incubadas da da Inova e sobre essa inovação, copos biodegradáveis a partir da batata doce. É isso, exatamente. A partir do amido da batata doce, não só a partir do amido da batata doce, a gente também consegue reaproveitar o resíduo da extração do amido. Então a gente reaproveita a batata doce como um todo e consegue fazer eh embalagens com os dois os dois produtos. Vocês vencer? Estão aí no desafio, estão incubados? Como que a gente pensa nessa perspectiva do ponto de vista do negócio? sendo que hoje cada vez mais possíveis compradores do seu produto t essa questão de olha eu quero um produto que tem uma sustentabilidade. É, a gente vê aí que a sustentabilidade tem crescido muito, né? Inclusive regras, né? Leis têm sido mais aplicadas dentro das empresas e desenvolvidas leis, né, para pro pro Brasil e não só pro Brasil, para fora daqui também. Então, todo mundo vai ter que começar a entrar nessa dança da sustentabilidade, já é que o planeta tá pedindo socorro. E aqui no Innovation Week é a primeira vez, não? Ano passado a gente já esteve aqui a convite da Inova, a gente tava apresentando o produto pela primeira vez. Eh, foi muito legal ver a curiosidade das pessoas, ouvir quais eram os outras potenciais aplicações. Então, foi muito legal. E hoje a gente tá aqui de novo. E qual é a diferença? Então vocês que participaram o ano passado, trouxeram ainda esse protótipo numa fase anterior e agora nesse um ano, qual é o amadurecimento? Ah, você falou a palavra certa. A gente já amadureceu bastante durante esse um ano, a gente já consegue ver o material mais pronto para ir pro mercado. Então, logo a gente espera que ele esteja aí para todo mundo poder comprar, consumir. É, e além disso, a nossa mentalidade, né, a gente conseguiu aliar tanto a pesquisa que a gente desenvolve na academia junto ao modelo de negócio que a gente tá aprendendo agora no mundo empreendedor. A Universidade Mackenze participou pela primeira vez do Campinas Innovation com Campos da Cidade, que é a faculdade de Centro de Ciências e Tecnologia, expondo projetos de engenharia de produção criados no laboratório Fablab. No evento Vivências no ecossistema de empreendedorismo para estudantes que fazem parte do projeto universitário. A gente sempre tenta trazer a inovação, a e a tradição, né? E quando a gente fala dessa questão da inovação, a gente traz também para dentro da nossa instituição as melhores práticas do do mercado. Então, a gente tenta trazer parceiros que eles estão sempre trazendo desafio pros nossos alunos. Além desses parceiros, os alunos eles recebem todo um suporte através das ligas acadêmicas e eles vão trabalhar eh com o empreendedorismo através de componentes que nós temos, projetos empreendedores, princípios de do empreendedorismo e também toda essa área de inovação. Quando eles estão aqui, eles estão vendo a prática do que eles estão aprendendo em sala de aula. Então é é como se fosse uma extensão da sala de aula. é um, essa feira ela é um verdadeiro laboratório em que eles podem colocar em prática eh o network deles, conhecer outras startups, outras práticas que são feitas aqui na cidade e na região metropolitana. Então, pra gente é fundamental porque eles conseguem eh ter essa extensão da academia aqui. A gente também desenvolver empreendedores. Então, nós ensinamos do básico, nós trazemos várias palestras, nós temos workshop, nós estamos, na verdade, nós viemos aqui como para poder conhecer um pouco mais do empreendedorismo. Por hoje o ser empreendedor fica por aqui, mas semana que vem a gente mostra um pouco mais do Campinas Innovation Week, trazendo impacto social, transformação e pessoas. Então te espero no próximo programa.
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