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Ser Empreendedor | Conexão Mulher: Loja Colaborativa das Mulheres Empreendedoras
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Ser Empreendedor | Conexão Mulher: Loja Colaborativa das Mulheres Empreendedoras

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Descrição do vídeo

O Ser Empreendedor mostra a loja colaborativa Conexão Mulher no Shopping Parque das Bandeiras em uma parceria com a Secretaria de Políticas para Mulheres, e tem como foco principal o programa Mulheres Empreendedoras de Campinas. A loja de economia colaborativa e criativa, em que as empreendedoras participantes não precisam arcar com custos de aluguel ou taxas em um espaço onde as mulheres podem desenvolver habilidades e se capacitar para fazer parte de um ambiente de negócios colaborativo. As mulheres se revezam para expor seus produtos por quinzena, sem necessidade de investimento financeiro, o que ajuda a impulsionar os pequenos negócios e impacta positivamente a economia e a vida de muitas famílias. As expositoras são escolhidas por sorteio entre as que desejam ocupar os shoppings. O programa visa estimular a economia local e promover o empoderamento feminino. Além do espaço, as expositoras recebem uma vasta rede de apoio e passam por capacitações em vendas, marketing e inteligência emocional. O horário de funcionamento é de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingos e feriados das 12h às 20h.

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Olá, o Serreedor hoje fala de um assunto que gosta muito, lojas colaborativas. Estamos de volta aqui no Shopping Park das Bandeiras, onde essa iniciativa já existiu lá em 2024 para falar do Conexão Mulher, a loja do programa da Feira das Mulheres Empreendedoras. E para isso nós vamos conversar agora com a secretária municipal de política para as mulheres, Alessandra Herman. Alessandra, uma idealização que aconteceu lá em 2024 deu uma parada. A gente já falou aqui no nosso programa de outras lojas colaborativas e agora novamente aqui no Parque das Bandeiras. Fala um pouquinho dessa proposta de ocupar novamente esse espaço. Você viu que legal? Quem disse que a gente não pode dar uma segunda chance pras coisas, não é mesmo? É isso mesmo. E aqui tá a prova viva de que tem tudo para dar certo. Essa loja foi estrategicamente escolhida, não, mas cedida pelo shopping, né? Então tem um acesso muito fácil, tem o supermercado, tem um kiosque da Brama aqui na frente. Então assim, a gente tá com expectativa muito alta com relação a essa loja, porque a gente acredita que o movimento vai ser muito grande. Quando a gente pensa nesse modelo de negócio que dá um espaço a cada uma das empreendedoras que participa, como é isso? Como é oportunizar isso para cada uma delas? Eu acho que é muito importante porque as mulheres que hoje estão aqui fazem parte da feira da mulher empreendedora e elas estarem aqui no shopping para elas adquirirem conhecimento é um outro público, não é isso? é um outro tipo de demanda que é feito. Então assim, para elas, eu acho que é muito interessante profissionalmente que elas tenham esse contato com justamente esse público diferente, essa dinâmica, né, de um shopping, que é bem eh diferente mesmo de uma feira, né? Sim. Inclusive, quando a gente pensa nesse modelo de negócio em que é empreendedora, tem o seu negócio em casa, participa muitas vezes da feira mãe ou das outras feiras que existem na cidade, mas quando elas vêm para esse espaço, ele tem um novo significado. Não, com certeza, né? Olha que bacana que é. tá aqui. E é isso. É sempre assim, normalmente em feira é sempre mais ou menos o mesmo público. Em shopping não. Em shopping são pessoas diferentes que entram, são assuntos diferentes, são pessoas que podem dar dicas também, que tem uma outra visão de empreendedorismo. Então acho que isso só tem agregar pras nossas mulheres. Alessandra, a gente lembra que a secretaria foi criada há cerca de um ano. Isso. E algumas outras lojas já existem aqui em Campinas. empreendedor, inclusive você pode ir lá na nossa playlist no YouTube e também no portal da TV Câmara Campinas. Tem lá ser empreendedor, lojas colaborativas, você vai encontrar as outras também que existem aqui. Eh, você visitou as outras, como você vê hoje essas lojas nos mais modelos de shoppings da cidade, que tem públicos diversificados para pensar nessa oportunidade, nesse posicionamento dessas mulheres para tantos públicos de outros locais também? É, eu acho, eu acho o seguinte, que é uma tendência realmente a gente vê não só esse tipo de loja colaborativa, né, que a prefeitura está de alguma forma por trás, mas você vê no Shopping Dom Pedro já tem loja colaborativa do grupo Primavera, não é isso? Eu acho que tem realmente modelo ser replicado, eu acho que é uma tendência, né? E assim, esse apelo social chama muito cliente, né, Mirna? Esse é o diferencial, né? Se você passa ali na frente, vê que a loja colaborativa, vê que você tá ajudando mulheres em situação de vulnerabilidade, que estão ali tentando enfrentar ou sair de um ciclo de violência, tem um outro, né, tem um outro apelo. Então, acho que isso que eu acho que é muito importante e é por isso que elas estão se reproduzindo cada vez mais esse esse formato de loja nos shoppings. Uma outra questão é justamente essa proposta de, de certa forma, o poder público fazer a parceria com a iniciativa privada para trazer essa oportunidade. Do ponto de vista de política pública, qual que é a importância dessa iniciativa? Essa aqui é a prova viva. O tipo de iniciativa desse tipo é a prova viva de que quando o poder público se une à iniciativa privada, isso sim transforma vidas dessa forma. Então, a gente não pode achar que só o poder público que precisa encontrar soluções ou não, é só o privado. Não, isso realmente quando eles trabalham juntos e essa essa é a função da nossa secretaria, fazer justamente essa ponte entre os dois. E aqui tá a prova de que realmente transforma vidas, como os relatos que você já teve aí das meninas, né? É. E vocês vão ver no próximo bloco esse bate-papo que eu tive aí com as meninas dizendo, olha, algumas inclusive já atuaram em outras lojas colaborativas, outras estão com a sua primeira experiência e você vai ver logo depois do intervalo. Mas Alessandra, quando a gente também fala nesse atendimento de milhares de mulheres em todas as feiras, eh, você inclusive mencionou e e é importante lembrar que esse projeto começou com aquele objetivo, oportunizar para aquelas mulheres que inicialmente eram atendidas pelo SEAMO. Perfeito. Mas hoje a gente vê que há uma diversidade de mulheres. Mulheres que procuraram, claro, pela renda, super importante, mas outras que t um significado que, olha, eu tava doente, eu estava depressiva e a loja colaborativa, o trabalho na feira da mulher empreendedora me ajudou a emocionalmente também a me reestruturar. Como que é isso? Isso. Eu queria até aproveitar essa oportunidade, já que você deu brecha, de parabenizar a GRE Coutinho, que hoje é a nossa diretora de empreendedorismo da secretaria, porque foi através dela que esse formato de feira chegou aqui em Campinas. Eh, hoje ela tem ajuda também da Valéria Torres, é que eu gosto de dar o crédito para todo mundo, da Valéria Torres, da Márcia. Então assim, existe uma equipe hoje em dia por trás disso. Um trabalho a muitas mãos. É um trabalho a muitas mãos e que é um trabalho assim que faz a diferença aqui em Campinas. E não se trata só da feira, né? Essas mulheres, elas também têm a oportunidade de se capacitar. Por isso que a gente já não fala mais é a feira da mulher empreendedora, não. É um programa de mulheres empreendedoras, porque elas podem receber também capacitação. Então, nós já fizemos várias palestras, várias eh vários seminários, como o último que aconteceu da FEAC de três meses, que ensina as mulheres a fazer não só, né, o marketing do produto, mas a precificação, fluxo de caixa, que é tão importante pro empreendedorismo. Então, existe todo esse suporte também por trás, né? Ah, quando chega aqui na loja, então, gente, já houve uma série de atividades de qualificação e capacitação de cada uma dentro daquilo que elas fazem para que elas possam, por exemplo, falar bem na hora de vender, que elas possam saber, ó, se eu vou vender no shopping, no shopping você tem que pensar nesse preço, mas outro público. Exato. No shopping é outro público, né? Exatamente. E elas aprendem, elas têm oportunidade de aprender tudo isso e até fazer vendas, por exemplo, pelo Instagram, que foi uma das últimas capacitações que nós propusemos, né, que elas fizessem. Então, assim, também além da feira, além do shopping, eu também quero vender no meu Instagram, OK? Uma vitrine. Vamos lá, vamos, vamos capacitá-las para isso. Então, a gente tá dando todo esse suporte pras que já conhecem, já tem produtos e pras que ainda não tem nada e querem desenvolver. Por exemplo, também uma uma capacitação recente que a gente fez foi de velas aromáticas a partir de do óleo de cozinha que você descarta. É possível? Claro. Foi feito lá no Maquenz, uma capacitação e que deu muito certo. Várias do programa aderiram e também assim é é mais uma opção de produto para que elas, né, para que elas vendam, ou seja, elas nunca imaginaram isso, mas sim, pode se fazer vela aromática através do do óleo que você descarta. Olha, eu vou até dar um spoiler aqui, porque já vou dar uma dica para um outro programa que nós temos aqui na casa, que é o Faça Você Mo, que ensina você de casa a fazer, né, o seu produto, a fazer o seu mimo, olho de cozinha, algo que todo mundo tem casa, não é? Não é. E é isso. Você que que você faz com aquilo normalmente? Joga fora. Não, vamos fazer vela aromática, vamos vender, né? Aqui especificamente tem um período que vai ser de experiência ou não? Como, como funciona essa proposta dessa loja, Alessandra? É, aqui normalmente eh de 15 em 15 dias é feito a escolha das expositoras que t interesse, né, em passar por aqui, porque isso também é muito interessante. Vai muito delas, tem expositora que prefere feira, não se adapta à loja colaborativa e tem expositora, por exemplo, que só gosta de loja colaborativa. Então, a gente tenta promover esse rodízio de 15 em 15 dias para dar oportunidade para todas. Sim. Então, sempre vão ter produtos novos aqui e expositoras novas. Agora você comentou que a capacitação, seminários, qualificação, ajuda, inclusive aquela mulher empreendedora que tá em casa, que vende ainda pro vizinho, pensa em expandir o seu negócio, tem espaço ainda no programa? Claro que sim. a gente eh vai abrir as novas inscrições daqui alguns meses porque acabamos de fazer um recadastramento, mais de 100 entraram nessa nesse último recadastramento. Então você que é empreendedora, pensa em também participar, ver como uma grande oportunidade, aparece aí no seu vídeo tanto o Instagram da Secretaria da Mulher, quanto o Instagram da Feira das Mulheres Empreendedoras aqui de Campinas. E lá você sempre vai saber onde essas mulheres estão. Vai lá, visita uma feira, visita uma loja colaborativa e você também. Olha, eu penso o seguinte, ultimamente os clientes, e eu particularmente sou assim, procuro muitos produtos autorais. Essa loja colaborativa é uma oportunidade. Exato. Exclusivos. E essa aqui tem uma tem justamente essa particularidade, Mirna. Aqui, se você prestar atenção, não existe nenhum produto de revenda. Aqui é artesanato puro, é o que elas fazem. Então assim, é um diferencial dessa loja e bacana. Então se você quiser algo exclusivo, aqui é o lugar, tá certo? Então olha, a gente vai para um breve intervalo. Na sequência a gente tem muito mais bate-papo sobre o Conexão Mulher, a Conexão Mulher, que é a loja colaborativa que fica aqui no Shopping Park das Bandeiras. A gente volta já já. Mas antes do intervalo, vamos às dicas de livros sobre empreendedorismo, desvendando a economia colaborativa, porque os brasileiros estão aderindo a essa nova lógica de consumo. Este livro detalha os motivos que levam os consumidores a adotar novas lógicas de consumo compartilhado. Nele, Caroline Ferraz mostra que é fundamental para entender o comportamento do público que frequenta as lojas colaborativas. Economia colaborativa recriando significados coletivos. Sob a orientação de Jonathan Downson, um dos maiores economistas da atualidade e observando empiricamente pequenas, médias e grandes empresas, empreendedores e inúmeras organizações sociais. Felipe Cunha ajuda a refletir sobre o fabuloso tempo em que vivemos, de mudanças rápidas e significativas e testemunha nosso contínuo e inerente potencial para um futuro melhor sobre a perspectiva das relações humanas e econômicas. Economia colaborativa por dentro de uma transformação em curso no mundo dos negócios. Uma obra focada em preparar gestores e logistas para lidar com o dinamismo das novas estruturas organizacionais e dos negócios integrados. E você que acompanhou no primeiro bloco, além da entrevista com a secretária também as dicas de livros sobre empreendedorismo, nós vamos agora falar com o Rodrigo, que é o gerente de marketing aqui do Shopping Park das Bandeiras, que também vai falar dessa volta da loja colaborativa, essa proposta de retomada dessa parceria com a prefeitura, recebendo as mulheres artesãs que t a sua oportunidade de expor e de vender os seus produtos aqui. Rodrigo, fala para nós também dessa dessa proposta, desse desse dessa nova loja, um novo local aqui do shopping. Conta para mim como foi costurar com a prefeitura toda essa ideia. Pois é, pra gente é um projeto super super relevante, né? Super importante, porque a gente enxerga o shopping como além de um espaço de compras, né, mas um espaço de convivência, de conexões, de suporte social, de auxílio, de novas ações. Então, por que não, né, trazer uma loja dessa para cá pela segunda vez? a primeira vez foi um sucesso e agora na segunda a gente tem certeza que será de novo e apoiar um pilar tão importante quanto esse que é o empreendedorismo feminino, né, no qual a gente acredita tanto e acha que faz que faz muito sentido. Inclusive a secretária mencionou que estrategicamente nesse ponto que é logo perto da porta de entrada, perto de outro comércio, outros comércios que têm uma movimentação bem importante, é estratégico. é estratégico, né? A a escolha do ponto foi pensada justamente levando em consideração a jornada do cliente, né? Então, a gente tá no local de um fluxo relevante, eh, e um local que a gente entende que a audiência que faz sentido se conectar com essa operação circula por aqui. Então, a curadoria, né, paraa escolha do local onde seria a loja também levou esses fatores em consideração para que a gente consiga ter um bom, né, para que a loja circula, as pessoas conheçam mais sobre o projeto, conheçam mais sobre a iniciativa, porque esse é o nosso objetivo também, né, além de gerar venda, criar essas conexões. Eh, e criar também esse olhar desse cliente que vem ao shopping, mas também que às vezes procura algo mais artesanal, que nem sempre tem essa oportunidade. É isso, exatamente. Trazer pro nosso cliente diversividade, né? Então, a gente entende que em um projeto como esse, eh, muitas frentes ganham, né? Então, o pilar no qual esse projeto é sustentado, eh, o shopping, né, porque a gente acaba reforçando um valor que a gente tem, que é ser mais do que um espaço de, né, um espaço de compras e o cliente, porque ele acaba tendo mais uma opção para poder consumir e com produtos bem diferentes, né, customizados, feitos, com muito, muito cuidado, muito carinho e de certa forma personalizados, né, que é o que você consegue encontrar no artesanato, que, enfim, né, tem esse olhar muito singular. E e para você que vem ao Shopping Park das Bandeiras, a loja colaborativa do programa das Mulheres Empreendedores, aqui chamada Conexão Mulher, fica no piso L2, L2, na entrada D, próximo ao supermercado. Próximo ao supermercado. E eu vou aproveitar, claro, se você é de outra região, vou pegar minha colinha aqui, hein? E vou falar das outras lojas colaborativas. Nós temos o a Empodera no Parque Dom Pedro, mulheres que inspiram no Prado Boulevar e também a Unielas no Unimart Shopping Campinas. E daqui a pouquinho eu vou conversar com algumas empreendedoras e falar dessa emoção de estar novamente aqui. Tem veteranas, viu? Dando entrevista aqui no Ser Empreendedor. Enquanto isso, você acompanha um clipe sobre tudo que tem nessa loja. E como eu disse, a gente começa falando com uma empreendedora, veterana das lojas colaborativas, a Ivanild, aqui dessa vez, hein, Ivanild, novamente. É. E me conta qual é a proposta que você traz para essa loja. Dessa vez eu tô mudando um pouco o meu nicho. Eu tô me reinventando porque eu fazia nas outras edições, nas outras lojas, costura criativa, mas eu adoro pintar. E eu também, como eu sou veterana nas lojas, eu percebo que não tem muito pro masculino. Então eu comecei fazer esses artesanatos aqui para mesclar um pouco. Tanto é para casa que eu faço kits lavados, kits cozinha que é para pôr na mesinha do café. Então eu faço agora também tipo minimundos, paisagens. E eu estou realmente há 4 anos nesse programa. É um programa que ele me faz me reinventar. Eu não fico sempre no mesmo. E nessa parceria aqui, nessa parceria que eu faço, eu aprendo com as minhas colegas. Aí, tipo, eu pego crochê de uma, negocio o crochê de uma, aí eu faço a minha arte em cima. Então, é uma reinvenção com as próprios artesanatos do meu grupo. E como é para você? Cada cada loja ela tem uma peculiaridade, tem um público, tem também uma empreendedora, tem uma artesã que você aprende. Como que tem sido isso para você? É, é uma emoção assim, porque ela, esse programa e essas lojas, você tem que se reinventar, que eu sempre falo isso, porque você tem que ver o seu público. Quando falou que nós poderíamos vir aqui e eu consegui vir, eu falei assim: frente a um quiosque da Brama, eu tenho que ter o masculino então eu já fiz caixas pro masculino, porque os homens têm que pôr uma pulseira, eles têm seus acessórios, então eu faço a caixa voltada pro masculino. Vou te mostrar. Com licença. Olha, isso aqui é masculino. Então ele pode guardar seus acessórios. Ele não tá decorando a sua casa com florzinha, por exemplo. Então o que acontece? A loja colaborativa, ela me mostra uma abertura e é uma, é o programa é tão fenomenal que ela faz, ela abre as portas e ela nos educa. Eu fiz curso no Sebrai, tem os cursos que eles promovem para nós irmos. Tudo gratuito. Se você participou inclusive desse seminário que a Alessandra menciona? Eu não participei da vela porque eu sou alérgica ao cheiro. Não, do seminário antes que teve, antes da vela. Ela falou que teve aí. Sim, sempre. Eu fiz o curso Campinas, teve um curso lá na Casa da Mulher, eh, Empreende Campinas. Foram vários meses, foram vários ciclos. E aí eu tenho uma premiação, quem fez até o fim tá concorrendo a um valor pra gente ter um esse valor sem ter que devolver que são os R$ 2.000. Os R$ 2.000. E eu consegui. Então eu você conseguiu. Eles fizeram assim um chamado. Então muitas não vão. Ah, mas é demorado, vou ter que várias vezes. Eu fui vários meses, são vários ciclos. E eu fiquei perseverante. Nós começamos em 100 mulheres, foi o primeiro cicro. Eu fiquei até o fim, nós terminamos em 52 mulheres e agora depois começou em setembro, agora eles finalizaram todo nossa educação e falou: "Você foi contemplada". Olha gente, e com essa renda que eu não vou devolver, graças ao programa Secretaria da Mulher, eu vou poder comprar o meia matériapra sendo desbolsado do meu bolso. O Em Campinas também já foi apresentado aqui no Serpreendedor. E o que a Ivanild tá contando aqui, você vai ver com detalhes se você assistir lá na nossa playlist, é um programa que eles chamam de capital semente, esses R$ 2.000, que o empreendedor ou a empreendedora usa justamente para incrementar, para comprar um material novo, uma máquina nova, para reformar quem tem uma lojinha. A gente já mostrou isso inclusive. E como tem sido para você? Porque, ó, você conheceu Empreende Campinas e conheceu outros programas a partir do programa das mulheres empreendedoras. Quando eu comecei há 4 anos atrás, eu fazia uma simples pintura ou um pano de prato para dar de presente. Era minha terapia, porque eu trabalhava com financeiro. Então, pela minha terapia eu comecei a fazer. Aí na pandemia que começou bombar mesmo com o programa. Eu descobri o programa na pandemia, aí abriu a porta, falei: "Não, agora eu tenho que me". Aí eu comecei a fazer esses cursos, eu não era costureira, eu não fazia nada, eu não sabia onde comprar. E a a o programa nos leva também na Mega Artesanal, tudo de graça. Então lá você sa eles nos levam os caminhos que eu tenho que aprender, onde eu comprar, como eu negociar. O CBRAI nos educa como fazer fluxo de caixa. Esse curso Empreenda também eles nos monitoraram, nos cobraram lições de casa para ver se nós sabemos empreender. E onde nós não sabíamos, eles mostraram o caminho. Nesses 4 anos eu absorvi muita informação. Eu já mesclei na minha cabeça e já descobri o caminho que eu tenho que ir. Eles falam assim: "Agora vai". Só que daí quando eu tô na eu tô em Já é a quarta ou quinta loja. Quando teve a primeira vez aqui, você veio ou não? Eu vim na primeira vez. Fiquei aqui os todo o tempo que tava. Aí quando saiu eu falei assim: "Nossa, aí mas aí abriu o Unimarte, eu fui para lá porque eu não posso, eu não consigo ir nas feiras porque eu dependo de Uber, o Uber também não facilita. Então o programa dá outras alternativas. Eu não posso ir pra feira por causa de transportar toda a estrutura, mas eu tenho essa oportunidade. Então o que acontece? É gratificante porque fui absorvendo informação, fui sendo educada. Aí quando chegam as novatas, ah, é a primeira vez de loja, ela não tem um suporte, você tem que ter altura, eu já tenho isso porque eu já fui adquirindo. Então eu falo assim, não, eu tenho. Olha aí elas falam assim, como que eu posso mostrar isso? Que tá bom meu meu meu espaço? Eu falei, posso dar palpite? Eu sou palpiteira, mas pro bem. Ela falou assim: "Pode." Aí eu falo: "Olha, aí eu colocaria assim, eu não colocaria as duas cores assim. Aí, o que que você acha?" Não, ficou bom. E eu levo meus acessórios porque como eu trabalho com MIDEF, eu tenho muitas coisas que eu já uso nas lojas, mas não é toda a loja que nem agora. Eu tô com caixinha, mas eu trouxe meus suportes que eu colocaria meu pano. Eu trouxe, falei: "Você quer pendurar o seu crochê?" Deu certo, porque não tá me desfazendo, não tá me dando prejuízo e a loja fica bonita porque você tá ajudando outra amiga. Uma mão tem que dar a mão pra outra. A loja não é minha. E se a loja tá linda, eu tô sendo beneficiada também. É essa parte gratificante. Hoje você que traz toda essa experiência e acaba sendo referência para as meninas, como é para você participar novamente dessa proposta de ter a loja colaborativa Conexão Mulher que volta aqui ao Parque das Bandeiras? É assim, se você olhar a minha foto da primeira loja que eu estive aqui, foram dois anos atrás, se quando eu vejo a foto de como estava a minha apresentação e como está a minha apresentação hoje, eu falei assim: "Valeu a pena". É muito importante você perseverar, porque muitas que começam elas existem. Ah, porque eu não vendo. Ah, porque eu tenho que ir toda hora, eu tenho que me deslocar. Eu trabalho no domingo, então eu colaboro, porque eu já não tenho criança pequena. Então é uma parceria tão boa, só que muitas existem. O meu recado é: não desista. Então quando eu olho a minha apresentação do início de 4 anos atrás e como eu evoluí com os treinamentos que eu tive e com as próprias colegas falam: "Olha, você tem que melhorar essa costura, ó, vai em tal lugar que você vai ver um produto melhor." Então uma troca informação com a outra, é onde a gente tá progredindo cada vez mais. Não só eu, muitas. Do ponto de vista econômico, vale a pena? O econômico ele está valendo a pena, mas eu sei que vai melhorar muito. Com agora a trilha semente, eu vou comprar uma mesa de corte melhor, que eu ainda não tinha conseguido. Vai facilitar o meu trabalho. Eu vou comprar mais ferramentas que foi que apontuou lá, por isso que eu consegui. Então você tem que ter ferramentas próprias. Eu tenho que ter um pincel decente, não adianta um pincel fraquinho. Então, valeu a pena. Então, tudo que eu fiz nesse caminho, eu investi e agora eu sei que nesse ponto paraa frente é o meu retorno financeiro, mas eu perceberi, eu perseverei 4 anos. Teve algum momento dentro dessa perseverança que você tanto fala que você em alguma quinzena, olha, essa quinzena eu não vende nada, já aconteceu isso ou nunca aconteceu? O último ano aconteceu nessa crise que o país está passando, não só a nossa loja e no geral, tá? Esse último ano foi na valentia, não só para mim, mas muitas do grupo mesmo. Sim, a gente vai muitas feiras a gente foi, empatou o nosso gasto. Mas eu, nós sabemos, nós estamos tão confiantes que daqui paraa frente vai melhorar. Com esse espaço aqui, a confiança multiplicou muito. E fora isso, tem a vitrine no Instagram. Eu tenho o Instagram e agora abriu o curso de marketing. Então eu vou já me inscrevi para fazer saber colocar. Minhas colegas me ensinam, Eva, põe assim o seu vídeo. Então eu tô aprendendo com elas também porque eu sou nocega, mas eu estou também tendo aulas. Ah, olha isso aí. Estou minha vitrina, estamos aqui, eu coloco no meu Instagram que eu estou no shopping e aí já pontua muito, já pontua, né? Ah, então fala para mim assim desse resumo. A gente sempre tá encontrando, eu avisei que ela é veterana. Qual que é o sentimento que fica? Primeiro é gratidão. Segundo é ter confiança em si mesma. Porque se a gente não confiar, eu já pensei em desistir muitas vezes porque eu sou sozinha, minha filha já casou, fiquei viúva. Nesse meio do caminho eu perdi até meu marido, mas eu eu fui valente. Eu sou valente. Eu pensei muitas vezes em desistir, mas o programa imporciona a gente. Ele nos dá, tipo, essa loja foi inesperado para mim. Eu estava no Unimarte, como eu falei, as vendas fracas porque o mercado está fraco. Eu fiquei firme, falou: "Quem está aqui pode ir para lá". Então, se eu não tivesse, se eu tivesse desistido lá, eu não estaria aqui hoje. Oportunidade que o programa dá. Você tem que confiar. confiança e perseverança. A gente vai dar um giro agora pela loja que tá linda e já já tem mais bate-papo com outras empreendedoras que estão expondo o seu trabalho aqui. Lembrando que cada 15 dias esse material muda porque muda o ciclo das empreendedoras que atuam nas lojas colaborativas. Eu comecei depois que minha filha caçula nasceu, tava parada, saí do trabalho, não tinha que fazer. Então, uma hora eu lembrei que a minha família que já vem de artesã e comecei a fazer, levava na escola para vender e foi dando certo. As diretoras foram pedindo, as professoras foram pedindo uns panos de prato com um pouquinho da a crochê, pintura e fui sempre me renovando e até hoje eu não paro. Terminei pegando paixão pela arte, pela pintura e pelo crochê, que eu faço crochê, tapete, essas coisas. E aí eu não quis parar mais. E como você chegou ao programa Feira da Mulher Empreendedora? Há um convite de uma colega minha que já fazia parte e pelo São João há 4 anos atrás a gente fez um programa junto, um evento, e ela me convidou para fazer parte desse evento. E nesse evento ela fez assim: "Você conhece a feira da mulher empreendedora?" Eu falei: "Não, nunca ouvi falar". Ela falou: "Então, vou te passar o Instagram, você vai entrar, vai participar, fazer um cadastro, eles vão ligar para você e vai te fazer o convite, participa". Ser legal. E foi assim que eu vim parar. Já tô há 4 anos, desde o início do programa. Você já foi em quantas lojas? Quando veio a proposta de ir a uma loja? Olha, eu já participei do Campinas Shopping, participei aqui quando teve a primeira loja aqui e no Unimarte. Tô no Unimarte lá e agora tive o prazer de receber o convite de novo para fazer inauguração daqui e tô aqui pela segunda vez. E qual é agora a perspectiva então de estar no Conexão Mulher nessa loja colaborativa num novo momento do shopping? Como que é isso para você? Gente, tá 1000 por hora dentro de ontem que a gente tá nervoso, ansioso, porque é um sonho voltar tá com a conexão mulher. Pra gente que fez parte da primeira turma e voltar na segunda turma, sempre é um emoção que a gente fica a 1000 por horas. Então, para mim é tudo de bom. Toda expectativa tá sempre a 1000. Agora, financeiramente falando, tem eh como tem valido a pena para você participar das lojas colaborativas? É uma bção, porque a gente pode tirar, ajudar em casa, né, com nosso dia a dia. Sempre tá ali, a filha precisa alguma coisa. tem como dar o suporte pra filha, tira, a gente tira o nosso suporte para também nos manter e vai e vem, né, no transporte. Então eu só tenho agradecer. Eu sou baiana quando eu cheguei aqui em Campinas. Campinas me acolheu muito bem e eu comecei a, eu sempre amei fazer arte, sempre, sempre assim, desde criança que eu aprendi a costurar, eu aprendi a fazer um monte de coisa. Eu sempre fiz arte mais para mim mesmo, para dar de presente. Enfim, quando eu cheguei aqui em Campinas, há 4 anos atrás, eh, foram eh me apresentaram o projeto, só que eu tinha muito medo, muito medo de expor. Mas aí você chegou a Campinas, você começou a fazer na sua casa e vendia para quem? Na verdade, eu não tinha como vender porque eu não conhecia muitas pessoas e aí ficava muito encalhado. Eu fiz várias tentativas de fazer eh trabalho em EVA, fazer muita coisa, mas assim, tudo frustrado, eu não tinha para quem vender. Aí foi onde eu conhecia a o projeto das mulheres empreendedoras e eu fiquei assim encantada e estava muito depressiva. Mas aí veio esse convite, você achou que não era ainda para você. Em que momento, apesar dessa depressão, você tomou coragem e falou: "É esse o caminho". Por eu encontrei a GRE. A GRE ela me incentivou, ela pegou o meu contato e ela me incentivou. falando: "Não, você vai, você consegue, você pode." E aí eu fiz a experiência, a minha primeira quizena no Dom Pedro e foi assim maravilhoso, porque ali eu conheci pessoas novas, ali eu dei um rumo diferente na minha vida e hoje eu posso te dizer que esse esse esse programa é um divisor de águas para mim. Além das lojas colaborativas, você já participou de alguma outra feira? Eu participei só de uma feira mãe, eh por alguns motivos eu fiquei, eu acho que o o shopping me pegou. Eu aí eu saí, eu fiquei 15 dias no Dom Pedro, depois eu fui pro Unimarte e aí não saí mais de lá. Agora era meu sonho estar aqui no no Bandeiras e assim sempre sonhei e chorei muito, orei muito para que essa loja acontecesse. E graças a Deus nós estamos aqui. Estou muito feliz. E quais as expectativas? As expectativas são as melhores. O processo de biojaias começou com montagem. Eu gosto muito de montar e fazer coisas diferentes. Tanto os colares de mesa quanto os de pescoço. Eu nunca faço um repetido ao outro. Então sempre procuro trabalhar com peças diferentes e modelos diferentes. Colares de mesa. Nossa, como que você eh chega até esse cliente que procura essa peça diferenciada? Ana, os clientes chegam e olham os meus produtos e eu monto de acordo com aquilo que eles querem, né? Ou a cor ou tamanho. Então eu vou montando conforme o cliente gosta e quer o produto. Você já participou de outras lojas colaborativas? Sim, participei de todas as lojas colaborativas. Cada uma traz uma experiência diferente ou tudo a mesma coisa? Traz. Essa, por exemplo, é uma loja só com artesanato. Então, só são produtos que nós fazemos e vendemos, né? As colaboradoras aqui da loja vendem, mas existem lojas que estão revendas, são poucas, mas existem lojas com revendas de produto. E como é para você tá cada vez numa loja que tem um um público diferente? Como é essa experiência? A experiência para mim é muito boa, você poder passar aquilo que você faz, o que as meninas fazem também. Então existe essa troca entre nós colaboradoras e eu sou apaixonada por tudo, por tudo que todo mundo faz, pelo principalmente pelo meu trabalho, mas eu gosto dessa criatividade geral. Você entrou no programa por que inicialmente porque ele se tratava de um programa dirigido às mulheres, né? Então, a GRE montou no intuito de ajudar as mulheres e também trazer as mulheres novamente ao mercado de trabalho, aquelas mulheres que estavam afastadas por algum motivo. Eh, a maternidade, por exemplo, parou de trabalhar, voltou a trabalhar através do programa e muitas já têm, eh, vamos dizer assim, já tem condições próprias de poder se manter, né? E, e voaram. Você, por exemplo, você fazia o quê antes? Eu sempre trabalhei na parte administrativa. Tava aposentada ou não? Sim, me aposentei como administradora de empresas e faltava alguma coisa na minha vida. Então eu resolvi partir para para trabalhar junto as mulheres empreendedoras, que assim eu posso dizer que é uma coisa muito gostosa, porque todas ajudam, então a gente tem um coleguismo muito grande, tá, dentro e fora das lojas. e os cursos que foram oferecidos também pelo programa, eh, atualizando, nos atualizando ou montagem de alguma coisa, coisas diferentes daquilo que a gente faz. A gente tá bem assim, aguardando bastante clientela, né? É um lugar muito bom, um ponto muito bom, então a gente tá ansiosa aí com isso. E qual é o seu negócio? O meu eu trabalho com a parte de aroma aromas, né? parte de casa, eh, decoração, presentes, eh, velas aromáticas. E como foi para você? Você já trabalhava com isso antes de entrar no programa? Por você se interessou pelo programa? Conta um pouco da sua história pra gente. Sim. Eh, eh, com essa parte de artesanato, eu trabalho há uns 6 anos, mais ou menos. Comecei mais por conta de hobby mesmo e porque eu trabalho hã com o meu marido, área de gráfica, essas coisas. Então a gente entrou numa parte de hobby e só que eu passei a gostar e ver uma oportunidade de de vender, de ganhar dinheiro, né? Então, e comecei e a a parte de entrar pro pro grupo das mulheres, eh, foi uma questão de mostrar meu produto, de vender mesmo, de ser conhecida, de ser eh, visualizada, né? Coisa que dentro de casa a gente não tem. E você tem uma vitrine na internet também ou não? É, mas assim, tem um site ã e vendo pelo Instagram também. Sei. E WhatsApp, essas coisas. Essa é a sua primeira experiência ou não? Eh, eu já trabalhei na loja do Unimarte também e fiz algumas feiras, né? Ali no Taquaral, mas assim, tô gostando bastante. Tô gostando bastante. Tem sido uma experiência importante? Tem, tem sido sim. Quando você decidiu deixar o hobby e passar a fazer o que você gosta como empreendedorismo, o que que mudou para você? Eh, porque assim, a gente eh sai para fora, porque assim, a mulher que já trabalhou fora, ela sabe, ela tem uma uma vida eh fora, amizades, né? E dentro de casa a gente se perde, né? A gente fica ali só naquele mundinho. Então, o o vir pras lojas, o conhecer pessoas novas, mulheres novas, eh conhecer histórias, né? Então é é isso que tá fazendo a diferença pra gente, essa troca é importante. Isso muito muito importante. E olha só, você que acompanha o Serreedor, fica aqui um convite. Venha conhecer a Conexão Mulher, a loja colaborativa do programa Mulheres Empreendedoras aqui em Campinas. Você também tem as outras unidades, outras lojas colaborativas do mesmo programa em outros shoppings de Campinas. Participe, compre você aí também. Lembre-se que você vai ter um produto autoral dessas mulheres e a gente volta num próximo programa. Você acompanha inclusive todos os nossos programas lá no youtube.com/tvcâmaracampinas ou no portal da TVCâmarainas. TVRacampinas.com.br. BR. Até um próximo ser empreendedor.
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