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Ser Empreendedor | Março da mulher: empreendedorismo feminino na moda em Campinas
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Ser Empreendedor | Março da mulher: empreendedorismo feminino na moda em Campinas

194 views Publicado 16/03/2026 HD · 42:26
Resumo editorial

O programa Ser Empreendedor celebra o Mês da Mulher destacando o poder feminino no varejo de vestuário em Campinas, com dados do Sebrae mostrando 4.747 empresas registradas como comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios na cidade, das quais 75,29 por cento são lideradas por mulheres, totalizando 3.574 empreendedoras no segmento. A reportagem entrevista uma empresária campineira que trabalhou 18 anos com carteira assinada e em 2018 percebeu a hora de empreender por conta própria, com transição planejada que se consolidou em 2022 quando ela formalizou a empresa, buscou conhecimento técnico no setor e estruturou o negócio dentro das normas legais brasileiras. A entrevistada conta o processo de planejamento entre 2018 e 2022, com decisões sobre nicho de moda feminina, fornecedores, identidade visual, presença digital e construção de cartelas de clientes. O programa celebra trajetórias de mulheres que transformaram dedicação profissional acumulada em décadas de carteira assinada em negócios próprios sólidos, gerando renda, autonomia e referência inspiradora para outras campineiras que sonham com empreender em moda e vestuário.

Descrição do vídeo

O programa Ser Empreendedor celebra o Mês da Mulher destacando o poder feminino no varejo de vestuário em Campinas, com 4747 empresas e 75% lideradas por mulheres (cerca de 3574 empreendedoras), segundo dados do Sebrae. Adriana Ribeiro e Jaira Barros compartilham trajetórias de transição do CLT para o empreendedorismo em moda casual e elegante, enfatizando planejamento, cursos Sebrae e atendimento personalizado. Trajetória Adriana Ribeiro ✨ Adriana trabalhou 18 anos CLT, começou informalmente em 2018 com malas de roupas modesta, formalizou em 2022 após demissão. Foca em moda feminina recatada, atendimento personalizado via Instagram e lives quinzenais, priorizando liberdade familiar e online. Superou precificação e separação CPF/CNPJ com cursos Sebrae; vendas estáveis o ano todo. Trajetória Jaira Barros 🌟 Jaira iniciou com lingerie em casa (2022-2023), expandiu para fitness e moda casual após demissões CLT; ganhou apoio familiar em 2025. Saiu do quarto residencial para sala comercial (2023), agora loja física rua em Botafogo desde fevereiro 2026, unindo online (site, Instagram) e físico para provadores. Curadoria em Brás/Bom Retiro prioriza qualidade e custo-benefício. ​ Dicas Empreendedorismo Moda 📚 Livros indicados: "Mulheres que Correm com os Lobos" (Clarissa Pinkola Estés) resgata instintos femininos; "Empreendedoras de Alta Performance" (Andreia Roma et al.) com histórias inspiradoras; "Unboxing Negócios de Moda" aborda marketing, operações e finanças. Sebrae enfatiza precificação (faturamento médio R$10 mil/mês), redes sociais e multitarefa. Desafios e Conquistas 🚀 Ambas usaram cartão/rescisão inicial, enfrentaram medo, síndrome impostora e solidão empreendedora; fé e persistência chave. Diferenciais: mimos em envios, provadores reais, curadoria para todos corpos/idades. Região Campinas tem 130 mil mulheres empreendedoras, impulsionando economia local. ​ Siga: @adrianaribeiromoda e @jairabarrosmoda para inspiração em moda feminina. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

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Olá! Dados do SEBRAI apontam que em Campinas, registrados como comércio varegista de artigos do vestuário e acessórios, nós temos 4.747. Deste número, 75.29% 29% são mulheres. Elas somam 3.574 empreendedoras neste segmento. E é esse tema do nosso programa que compõe aí o mês de março, o mês da mulher, mostrando o poder feminino também no empreendedorismo. E hoje eu converso com a Adriana Ribeiro, que vai falar um pouquinho da sua trajetória. Ela que como muitas histórias antes trabalhou lá de carteira assinada. Adriana, me conta um pouquinho sobre essa questão. Trabalhando de carteira assinada, em que momento você teve se despertar para o empreendedorismo? E me dar um prazer receber você aqui, menina. Muito obrigada, viu? Eu quem agradeço. Eu trabalhei 18 anos de carteira assinada e eu sempre gostei muito de me dar numa totalidade. Eu sempre gostei de me doar muito. E aí em 2018 meu fala: "Acho que tá na hora de você trabalhar para você". Você empreendia dentro do seu modelo de trabalho CLT? É isso. Empreendia pros outros. Se Empreendia pros outros. E aí eu falei: "Meu Deus, e agora? E a gente começou, a gente teve a virada mesmo de chave em 2022, quando eu decido sim abrir a empresa e fazer tudo conforme a lei manda, né, e buscar conhecimento para que essa área fosse realmente professora para mim. Eu sabia que sem conhecimento eu não ia conseguir. De 2018 a 2022, o que que você fez? Foi uma transição, você ficou trabalhando informalmente como empreendedora? Me conta essa trajetória nessa lacuna. Eu trabalhava com ainda foi o despertar mesmo. A gente tá começ começamos a projetar o que nós faríamos, se ia ser moda feminina. Ah, começou a planejar, então planejou sim. E aí meu marido falou: "Gri, acho que você tem que fazer o que você gosta, né?" E eu sempre desejei muito a moda feminina por uma questão minha mesmo. Então eu falava que nós não tínhamos muita qualidade, enfim, em alguns segmentos. Então eu sempre quis buscar o melhor. Sim. A partir daí, então, quando foi que em 2022 você falou: "É hora de alçar voos solos?" Eu tava trabalhando e aí eu sumiu eu teria um espaço e tinha malinhas ainda, né? Eu comecei a a projetar malinhas dentro do meu apartamento e eu não preciso de espaço. Como assim malinhas? Você levava seas malas nas casas das clientes? É isso também. ou então elas iam na sua casa. Aí eu falei: "Agora eu preciso, né, projetar isso, algo mais seguro para mim." E eu comecei a pedir pro senhor Fidus me mostra. E um dia ele me mostrou de um sonho que eu ia conseguir fazer isso da melhor forma possível e foi acontecendo conforme o meu som. Então eu consegui ser demitida depois de muitos anos. Eu consegui ã tudo que Deus planejou piormente acontecer. E aí desde então a gente começou a estudar o segmento, viajar. Nós viajávamos muito até eu descobrir aonde que eu ia pegar a mercadoria, da onde ia ser fornecida a mercadoria. No início, então você fazer essas viagens para vários locais, conhecendo vários fornecedores. Ia para Minas, Boianha, Piruçu. Mas você já tinha um estilo com o qual você queria trabalhar? Tá. Queria uma moda mais modesta, tá? E aí, onde foi que depois você fez essas parcerias ou você continua fazendo essas viagens? Eu não faço mais hoje. Hoje assim eu já tenho as empresas que me fornecem, né? E é hoje os representantes que vem aqui a minha presa coleção. É muito raro eu tá indo viajar agora, graças a Deus. E como foi então conquistar essa fidelidade do seu fornecedor? Porque no começo você disse: "Olha, eu fui de porta em porta praticamente e hoje não. Eles sabem quem é a Adriana Ribeiro e vem até você". Eu falo tá um prestígio, né? Eu falando que é muito bacana hoje eh você ser procurada e falar: "Gente, eu vim coleção no Já vamos projetar". Então, por exemplo, eu tô começando a receber um inverno agora, coisas que eu comprei lá em outubro e setembro, né? E tem pessoas que hoje elas estão, por exemplo, fornece, pegam de São Paulo, elas vão buscar. Não, eu já projetei a minha coleção desde setembro, outubro. Che, então a coleção já tá comprada, eu já tô recebendo, por exemplo, de inverno. Hoje quando a gente fala em números, inclusive eu falei de 75% de mulheres nesse segmento, o que você vê como diferencial para conquistar esse cliente? Já que a gente vê, inclusive você falou: "Ó, tem gente que vai em São Paulo buscar a roupa e vem, revende". O que que você, como empreendedora, até buscando, como você disse, essa moda um pouco mais recatada e tudo mais, como você vê esse estudo e esse planejamento para conquistar esse público? Eu acho prim atendimento. Eu acho que a questão hoje o Instagram ele ele faz essa conexão também. A pessoa busca alguém parecida, ela busca alguém que fala o linguajar dela. E eu gosto muito do meito personalizá-lo, né? Eu falo que hoje eu eu recebo uma cliente que tem muito busto, por exemplo, e ela fala: "Arri, eu não quero que chegue a atenção aqui em cima". Então, a gente tem todo um cuidado para atender justamente para que ela saia daqui satisfica e ainda mais se sentindo linda, né? Sim. E além disso, você também tomou uma outra decisão. O seu espaço não é um espaço que a gente chama ou num shopping ou naquela loja de rua. Qual foi a estratégia? Eu queria ter Riperd. Eu sempre presei em úntogo, porque no Sarita eu viajava, eu ficava muito fora de casa, mãe, né? Meu filho, eu não vi meu filho crescer. Então ele foi criado por escola, por avó, por pai, né? E eu falava: "Não, eu quero ter um espaço aonde o meu foco seja de repente muito mais online do que ele aumente o físico e que eu tenha liberdade para vê-lo crescer como eu não pude ir a infância." E como você trabalha dessa forma online? Online? A gente veo Instagram. Eu atendo aqui no showroom de terça a sábado, das 9 até às 5:30 na sexta e no sábado até das 9 à 1, mas a maioria das minhas vendas vendo online. Sendo um Instagram me ajuda muito e eu também até faço atendimento chamada de vídeo, cliente entra em contato. Então a gente tem um atendimento bem personalizado. Você inclusive comentou quando preparou esse espaço pra nossa gravação que você faz lives aqui. conta dessa estratégia também. Eu faço live a cada 15 dias e as clientes é muito engraçado porque elas esperam, né? Elas já ficam assim, quando vai querer, quando vai querer, gente, isso é muito gratificante. A live começou quando? Lá na pandemia ou já você já fazia? Na pandemia a gente não fazia porque 2022 quando eu lanço o meu espaço, a pandemia ela já tinha passado. Tinha passado. Mas antes você tava no CLT, então? Tava no CLT. OK. É. E aí a gente começou as lives em 2023, intensificamos isso e hoje é uma é uma visão quinzenal. Essa live ela é o quê? Para você mostrar a nova coleção. Você faz uma espécie de desfile. Como como que ela funciona? Conta para mim. Eu gosto de fazer a cada 15 dias ou uma promissão e um lançamento. Eu tenho eu tenho lançamento que diário. Então assim, a cada 15 dias eu gosto de pôr pouco de produção, pouco de lançamento, tem lives só de promoção, vai variar muito na estação que a gente vai se encontrar. Tem duas coisas quando a gente fala no mercado de moda, até porque o ser empreendedor já entrevistou outras mulheres que atuam nesse segmento. Uma inclusive nos disse o seguinte: "Eu pagava influencer para, né, para mostrar as minhas roupas e eu passei a vender muito mais quando eu mesma passei a vestir as minhas roupas. Como que é isso para você? Isso é real. Hoje nós não, hoje assim, a mulher ela tem uma barriguinha, ela tem um pneuzinho. Então quando você mostra isso na câmera, né, você fala: "Gente, ó, eu tenho isso, eu tô com um shortinho por baixo, mas isso valoriza aqui v elas se sentem super próximas da gente." E eu faço uma coisa mena, que eu gosto muito. Então, tem lives que tem clientinhas aqui provando e elas se sentem super parte disso. Eu acho que isso é um gancho assim que elas se sentem à vontade para comprar. Então elas já perguntam assim da minina light serg Mindri. Falo puxa, é uma confiança muito grande que ela tem. Então na live em si ela já perguntam serve em mim porque senão eu pego. Então eu falo isso não vem preço, né? Conhecer o corpo de cada cliente que compra de comida. Sim. Por outro lado, a gente pensa também em toda essa programação. Desde que você começou lá em 2022, você disse: "Olha, eu fui mandado embora do meu trabalho e tudo mais." Naquele momento, o dinheiro da sua rescisão você usou para abrir seu negócio ou não? Não, porque na época a gente tinha sonho de comprar um apartamento maior do Warl de Lind. E se eu te falar, eu comprei, eu sei tudo no cartão de crédito. Quanto você empenhou? Vamos. Eu falei: "Deus, se for para ser, vai ser". Então, a minha primeira compra foi R$ 100.000 e a gente foi comprando morres, foi comprando as coisas e eu eu dalguei passos muito pequenos no início com medo de errar, com as sacolas, com as com as malas, né? que você conta porque eu tinha muito medo, mas assim, graças a Deus, tudo fluiu. Você contou que no início fez vários cursos. Quais são esses cursos que você realizou do Sebra que me ajudou muito, uma virada de chave. Eu Quais do Sebrai você lembra? Ai, foram números. Eu fiz de vendas, eu fiz de modelagem e assim eu falo que tem vários cursos que eu fiz também online que me ajudaram demais. Inclusive, quando a gente fala com especialistas do Sebrai, eles falam que de tantas as de todas as dores, digamos assim, que dos empreendedores, tem duas bem importantes, precificação e separar o CNPJ do CPF. Você também teve que lidar com essas dores? Sim, porque até então, pensa, eu como gerente de loja, enfim, você só lidar com o preço final, né? A precificação realmente é algo que impacta, que você tem medo de tá errando e e na verdade você tem que colocar aluguel, sistema, eh, maquininha de cartão, você tem que pôr tudo essa questão, né? E a precificação era algo que para mim assim fosse ser muito sincero. Eu fui estudar muito para entender como eu deveria precificar. No começo você se sentia culpada, porque também tem aquela síndrome da impostora que ela fala assim: "Nossa, eu tô colocando muito caro meu preço". Então, ah, eu tô colocando muito barato e e ai, não, será que é justo eu cobrar esse valor? Você passou por isso, Adriana? Sim, porque a gente se coloca no lugar da crite, né? Mas o, eu fiz um curso na época que era online e o mentor ele falava muito disso, é os não é o preço, é o valor que você põe nas texas. E isso para mim ficou bem latente assim em cima do que eu trabalhei. Em que momento você conseguiu separar o CPF do CNPJ? Olha, tem uma contadora muito boa que não me deixa mentir. Não é fácil, não é fácil. Mas eu acho que com a ajuda de um computador você tem que ter essa separação. Se é fundamental para um negócio sobreviver. Sim. Então você afunda. É verdade. Pensando bem nessa nessa conta. E hoje você faz o quê? Você tira um prolabore. É isso. Hoje a gente tem um prolabore e aí você tira esse prabore e pensa. Não pode mexer no como se fosse CLT. Foi fácil. Às vezes dá aquela vontade, a esse mês eu vou fazer alguma coisa. Pois a gente tem que separar a saúde do negócio. Sim, sim. A saúde do negócio. Você lida também, Adriana, com, por exemplo, a gente vê o bund da venda de Natal, por exemplo, de venda do Dia das Mães e outras épocas. E aí, janeiro tem aquela baixa. Você também viviste ou não? Para você, o seu cliente, o seu público, ele é bem estável? Meu estafo, meu público está. Eu tenho outras amigas no mesmo segmento que eu, inclusive que tem loja na rua e falam, sabe? Rio de janeiro para mim é péssimo. Falo: "Meu Deus, eu dou graças a Deus, o meu janeiro ele é muito bom. Eu tenho clientes que buscam por lançamento. Eu falo que muito é nada que você coloca pro teu cliente. Eu tenho cliente que compra toda semana, eu tenho cliente que compra cada 15 dias, eu tenho cliente que compra todo mês. Então é, eu falo que essa questão do criar desejo ajuda muito no seu negócio. E nesse desejo entra a rede social. Entra a rede social. E olha que às vezes eu deixo de postar porque eu não tenho tempo, porque eu sou sozinha. Eu não tenho tempo. Você quem cuida das suas redes sociais? Eu tenho uma pessoa que me ajuda, mas assim, a maioria da parte é tudo tudo. E como foi ser essa multitarefa, empresária, funcionária de si mesma? Você que prepara as arararas, você que muitas vezes cuida das redes sociais, você que embala também o embalo. Você que faz tudo, você que envia. Me fala um pouquinho dessa multitarefa. Então, Adriana, tem cliente fala assim: "Bem, cadê você?" Que eu dou uma sumida que querendo ou não, isso exige tempo. Mas eu falo, gente, eh, não tem preço uma marcadoria chegar na residência da pessoa como eu vi em Matabauro esses dias e ela fio chei o bilhete, o presente. Ah, tem todo esse detalhe. Me conta então como é esse atendimento online personalizado. A gente tem, a gente precifica, né, o precificar que é o duro, mas a gente também coloca aquele cheirinho gostoso para identificar a marca, né? A gente manda uma lembrancinha, um mimo, manda uma cartinha, porque é a venda, ela tem que ser marcada por algo, o igual todo mundo faz. Então, a gente tem que ter esse diferencial. E para esse envio, você na sua organização de receber os produtos dos fornecedores, atender aos clientes, organizar a loja e fazer o envio, tem dias certos ou não? Chegou, tem um pedido hoje, sai hoje, tem outro amanhã, como que você se organiza? Geralmente pedido segunda e sexta-feira, tá? Então eu sempre peço um prazo para eu poder estar enviando. Se eu tenho mais volume, eu envio do dia da semana. Então, bem organizado para você dar conta dessa rotina e cuidar do filho. Cuidar do filho. Ainda vou almoçar em casa aí. Ah, consegue almoçar em E hoje quando você olha para todo esse cenário, né? Aquela Adriana que no começo tinha um sonho do sair de CLT, depois fez aquela compra no cartão de crédito, mas ainda tinha aquele medo. Quem é essa Adriana hoje em relação a 2022? 6 anos depois. 6 anos não, quatro, desculpe, eu falo que eh a gente cresce muito, né? Quando a gente tem uma prioridade, um propósito, a gente tem que ir muito atrás disso, acreditar nisso, né? Eu tinha muito propósito de cuidar da minha família, cuidar do meu filho. Eh, e assim, esse sonho nasceu no no olhar do meu marido, né? Então eu falei: "Meu Deus, eu preciso honrá-lo, né?" Então hoje eu falo que eu sou uma mulher totalmente diferente do que aquela que tava em 2022 perdida, porque a gente fica no começo do empreender. Acho que você vai ser entrevista muito empreendedor, você sabe no começo a pessoa fica muito perdida do que ela vai viver. Se hoje eu falo: Deus obrigado por cada processo. E a gente vive processos para hoje, né? Sim. O processo não acaba, termina um, vem outro. Mas eu agradeço a Deus por lá atrás eu ter tido essa coragem, que é um ato de coragem em si mesma, de ter tomado essa decisão. Quando a gente, a gente tá no mês da mulher, no mês de março, mês que todo mundo fala, né, do quanto é bom, do quanto é importante, do quanto os direitos devem ser preservados e tudo mais. Como você se vê como empresária nesse segmento, trabalhando principalmente com mulheres? Como é isso para você? É gratificante. E cada mulher que entra aqui, eu tento mostrar para ela o valor que ela tem. É além da compra. Então, além da compra. O propósito é esse. Vai muito além da cooper e tem valido a pena. Muito. Cada mulher que entra aqui, eu falo que não é, eu falo que não é sobre comprar, não tem um rip sobre isso. Não é sobre o princípio, é sobre o que você acredita que você deposita nela. Muito bem. Parabéns pelo seu trabalho. Olha só, e o ser empreendedor não para por aqui. Na sequência, você vai acompanhar aí dicas de livros sobre empreendedorismo e, claro, esse mesmo destaque para o empreendedorismo feminino. Depois a gente volta com mais ser empreendedor. E as dicas começam com mulheres que correm com os lobos, mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem. O livro da analista junguiana norte-americana Clarissa Pincola Stess não é exatamente sobre empreendedorismo feminino, mas aparece sempre que esse tema é tratado, pois mostra como é possível após anos de devastação dos instintos e ciclos naturais femininos, restaurar a energia vital das mulheres. A ideia é que das grossas camadas de condicionamento cultural seja possível resgatar novamente a corajosa loba que vive em cada mulher, deixando para trás o esmagamento da natureza instintiva feminina e a sensação de impotência da mulher moderna. Empreendedoras de alta performance de Andreia Roma, Tatiana Luncá e Vanessa Kotovsk. A obra reúne as histórias inspiradoras de 40 mulheres empreendedoras brasileiras. São executivas, empresárias bem-sucedidas, confiantes, determinadas, persistentes e apaixonadas pelo que fazem. O livro também revela estratégias adotadas por elas e que servem de exemplos e ensinamentos para outras mulheres que também queiram se inserir no mundo dos negócios. No livro Unboxing Negócios de Moda, o leitor vai se aprofundar nas principais dimensões dos negócios da moda, o marketing, operações e finanças, correlacionando-as entre si, identificando [música] os fatores críticos de sucesso e conhecendo os seus modelos de gestão. um dos principais [música] setores da economia criativa. A moda gera milhões de empregos na cadeia produtiva e no varejo. Ao mesmo tempo, gerenciar negócios de moda envolve lidar com complexidades incomuns em outros setores. E neste segundo bloco a gente continua falando de moda casual elegante e falando da força feminina no segmento do vestuário. Olha só, no Brasil cerca de 87% dos 1.3 3 milhão de profissionais que atuam nesse setor. Nós temos aí mulheres que atuam com o vestuário, ou seja, 8% dos meios no Brasil em geral atuam no comércio varegista, em grande parte mulheres. A Jaira também tem uma história parecida com da Adriana de sair do CLT e trabalhar com a venda de roupas e acessórios. E olha só, a história dela começou de uma maneira em que ela ainda era CLT e começou a permear esse mercado. É isso mesmo, Jaira? Me conta. É isso mesmo. Eu era CLT e eu comecei a trabalhar com Langerry. vendia dentro da empresa mesmo. E em 2023 eu fui demitida. E você já morava em Campinas ou ainda não? Já morava em Campinas. Tá. Eu tô em Campinas desde 2014. Eu sou uma nordestina que sou apaixonada por Campinas. [risadas] Então, e aí eu já trabalhava, né? Começou alumiado de 2022 para 2023. Aí em 2023 eu fui demitida. Então eu foquei só na loja, era só online dentro de um quarto de da apartamento onde eu moro. Langerim até então. Langerin até então. Tá. E aí as mulheres começou a pedir uma blusinha, começou a pedir um conjunto fitness. Então eu passei por toda essa etapa, Langerry, a blusa e o fitness, até onde o pessoal começou a pedir roupa. E aí eu vi que a moda, né, em si, ela te dá e ela te alavanca, né, porque todo mundo quer realmente uma blusa. Todos os dias você vende uma blusa e com a blusa vem a calça, vem o conjunto que hoje tá super em alta, enfim. E eu saí do, aí voltei pro CLT, não satisfeita, né, assim, porque é uma é muito desafiador você ser empreendedor, né? Mas no começo, por que essa questão de, ah, eu preciso voltar pro CLT, eu preciso ter uma segurança era isso. Era isso, a segurança que a gente acha, né, que o salário fixo dá. Entendi. Na época você ganhava quanto? Na época eu ganhava em meio ali quase uns 3.000, tá? E aí eu voltei pro CLT, né, por muita temos eu acredito. E eu acredito também porque assim, a agora que eu tô dando conta que o a vida do empreendedor é uma vida solitária. Então hoje eu tenho um apoio. Vamos supor, na época que eu votei pro CLT, o meu vou pode falar. Claro. O meu esposo, ele não me apoiava. Ah, não é que ele não te apoiava a ser empreendedor ou a ser CLT? Ele não me apoiava assim em sair do CLT, né, por pela questão até financeira, né? Ele medo também. Será? Porque a gente vem de uma cultura que nem sempre empreender para todos, era para pouco. Sim. E e assim, vem daquela cultura assim, como que isso vai acontecer? Sabe? Eu não eu não tenho essa condição de manter tudo agora. E aí eu voltei pro CLT, passei menos um ano e pouco, saí do CLT de novo, só que agora com o apoio dele, ele sai que eu sei que vai dar certo, que é isso que você gosta, você porque quando você voltou pro CLT, você abandonou as vendas ou você ainda continuou? Continuei as vendas como renda extra. Como renda extra. E aí eu consegui ver que os 3.000 que eu ganhava na empresa, ficando lá 8 horas trabalhando, eu tava conseguindo fazer em vendas, em horas vagas. Em horas vagas, entende? E aí eu comecei novamente, eh, eu disse: Deus, o Senhor vai me dar uma direção com isso, né? Sempre assim, eh, com muita fé, com muita determinação. E eu fui orando ao Senhor e até que Deus falou: "Sai". Foi assim, foi direção real de Deus isso. Sim. E aí, aí é onde entra, como que você sabe que foi uma direção de Deus? Porque eu falei, Deus, eu tenho certeza que quando for da tua direção, o meu esposo ele vai me apoiar de uma tal forma inexplicável. E assim tem sido, né? Então, aí eu saí, continuei em casa no online mesmo. Isso era quando mais ou menos? Isso foi agora já 2025. 2025, sim. 2025. Eu ainda era online, só em casa, né? Mas aí já abriu o meio ou não? Já tinha o meio. Eu era em casa, eu abri o meio em 2023. 2023. Em agosto de 2023. Sim. E aí saí do de dentro de dentro de casa para uma sala comercial aqui no prédio. No dia, o ano passado. Passado. Ah, então teve esse, digamos que esse passo a passo. Saiu do CLT, ficou um tempo trabalhando em casa, mas aí você levava as clientes na sua casa? leva cliente na minha casa e aí com o fluxo, né, foi aumentando. Aí eu disse: "Não, não tá bacana esse negócio". Por mais que eu dividisse o espaço, eu tinha um quarto que era específico, a cliente chegava, eu trancava, mas não era a mesma coisa, tava ficando desconfortável, sabe? Então eu disse, mas aí tava ficando desconfortável pra sua família ou desconfortável para você como empresária, como empreendedora, nos objetivos que você tinha pro seu negócio? como os dois, porque às vezes a cliente chegava e falava: "Ai, tô indo aí". Aí eu tinha que dizer pro meu marido, ó, vai pro quarto que tá chegando o cliente porque passava pela sala para ir até o quarto, certo? E também como empresária, por as pessoas entravam no Instagram e perguntava: "Onde é sua loja?" Quando eu dizia, eu não tenho loja física ainda, esse foi um dos maiores pontos que me levou a ter um espaço físico. Ah, o online tá muito em alta. Tá, eu continuo no online, vou até abrir o meu site agora, mas o físico ele atrai, a cliente quer vir, quer provar. Então quando a cliente entrava no Instagram, onde é sua loja? Porque dentro do quarto que eu tinha era assim, parecia, é igual que você tá vendo aqui, parecia uma loja. Então todo mundo achava que eu tinha uma loja física mesmo sendo online, eu montei a estrutura como física. Mas você acha que quando você dizia a loja na minha casa, algumas pessoas desistiam de ir até lá? muito algumas diz bem assim: "Ah, então tá bom, tá?" Aí você já recebi o recado. É, eu di tá bom. Eu falava também, eu atendo a domicílio, se você quiser, eu posso ir até você. Ah, então tá bom. Esse tá bom. Aí as pessoas, ah, mas você insiste. Sim, eu te chamava novamente, mas não, qualquer hora eu vou aí. Mas não é a mesma coisa você anunciar. E outra coisa que te prende um pouco quando você tem algo dentro da sua casa, não, você não pode anunciar o endereço. Hoje eu consigo anunciar o endereço da minha localização, correto? Como aonde eu morava, que é um residencial, eu não posso anunciar. Então tudo isso me prendia um pouco, né, assim, a sua, as pessoas de de procurar, de ser mais visível, né? Mas aí com tudo isso, em que momento você disse: "É a hora de eu de ter o meu espaço". que aí você foi primeiro para essa sala comercial. Eu sei, eu moro nessa região aqui do Botafogo já faz uns 10 anos e eu sempre quis ter algo nessa região e assim muit, mas por que aqui? Porque não no Cambuí? Eu gosto daqui, dessa região. E aí eu comecei a procurar, procurar procurar. A princípio eu queria algo porta pra rua, mas não encontrava. E aí um certo dia eu vindo da academia, passei nesse prédio, perguntei: "Nossa, aqui tem alguma coisa para alugar e tal?" "Nossa, aqui sempre tem sala". Mas eu nunca imaginei uma uma loja em uma sala comercial, né? E aí deu certo, entrei em contato com as pessoas e eu abri as a a minha primeira loja foi na sala comercial, né? Sim. Eh, as pessoas já começaram a vir, começaram a vir, porque aí eu fiz, você já consegue anunciar sua localização, é diferente. Nossa, agora ela tem um espaço onde eu posso ir realmente sem precisar eh eh como é que eu fala que eu posso falar ela falar que é na casa dela, sabe? Ou então eh mas o que você faz? Você primeiro, eh, faz algum uso de rede social e aí pelas redes sociais é que as pessoas se interessam a conhecer o espaço físico. É assim? Sim. Geralmente assim, eh, a gente tá trabalhando muito o Instagram, né, porque hoje é o, né, o online tá muito em alta, rede social é tudo. Por mais que você hoje tem um espaço físico, ainda a o online tá muito em alta. Então, assim, tudo que você trabalha na rede social, ela trai, né? Eu falo que hoje o que é que você mais tem que focar? Marketing e vendas. E aonde você foca isso? Se você só grava aqui e fica para você, não vai. Então assim, você tem que expandir isso. E hoje a maior rede, né, que a gente tem é o Instagram, né, e outras redes sociais. Você eu faço tudo sozinha. Faz tudo, posta, vendeudo. Você também vende por encomenda, por exemplo, eh, por Cedex ou por Mercado Livre, usando essas plataformas. Não, Mercado Livre não, mas eu faço envio para Campinas, região e todo o Brasil, inclusive envio bastante pro Nordeste, pro Nordeste, pro Nordeste. Tenho clientes, como eu sou a nordestina, né, então assim, eu tenho cliente de lá do Nordeste, Pernambuco, Maranhão, então faço muito. E aqui na região de Campinas também eu tenho bastante cliente. Mas aí, Jaira, você disse, comecei com Langerry, depois comecei a vender moda fitness, em que momento o seu negócio se consolidou nesse modelo de moda casual elegante? Eu acredito que as pessoas sempre que eu vou pegar eu como exemplo mesmo, quando eu chego em algum lugar, nossa, que roupa bacana, para você ter ideia, eu já cheguei a vender roupa minha de uso da pessoa gostar e eu falar: "Não tenho mais, foi de uma coleção antiga, então eu quero". E eu tirar assim, tá no guarda-roupa passado e vender. Já fiz isso várias vezes, a pessoa gostar e eu ter que vender. Em que momento se consolidou isso? Assim, eu acredito que o meu desempenho assim foi muito, eu não desisti e não desisto nunca, sabe? Eu falo que a mulher em si, eh, ela tem uma força que é assim inexplicável. Eu falo que a gente mulher é algo assim do sobrenatural. Eu não consigo, eu não tenho palavra para descrever a nossa força, sabe? Não tenho de verdade. E eu tiro por mim mesmo assim que e quando a gente sai para fazer compra, principalmente em São Paulo, é uma loucura. Quem faz, quem vai para São Paulo sabe como é, sabe? A correria que é. Às vezes você vai de carro, às vezes você vai de ônibus, varia muito. Eu tenho essas duas. Mas e aí, em São Paulo, você já tem os fornecedores que você sempre vai ou você faz muitas vezes uma busca para conhecer o mercado lá, como é essa seleção das peças que você traz? Inclusive você aí de casa tá vendo, você tem essa questão também de tá antenada com a moda, tá? e também procurar, inclusive você tava me mostrando ali a questão do tecido, detalhe, me fala um pouquinho desse cuidado seu. Geralmente eu faço uma curadoria assim muito eh bacana, assim, muito sutil, eu falo, porque eu tenho um eu sou da área da qualidade, então eu gosto dos detalhes, acabamento impecável, sempre falo sobre isso, um tecido que realmente eh fique confortável para minha cliente. Então assim, eu já tenho uns fornecedores fixos ali que eu vou lá e compro, mas geralmente eu vou para São Paulo e faço aquela aquela busca porque tá surgindo sempre mais. E você vai procurando ali até mesmo pra questão de precificação, para você trazer o melhor pro seu cliente, trazer qualidade, mas também com um preço a qual ele consiga enxergar a qualidade e o custo benefício. Sim. Então busco muito isso. Tem os fixos já tanto eh em São Paulo, ali no Brás, como Bom Retiro, essas essas lojas, mas tô sempre buscando fornecedores novos que tão tá sempre surgindo. Sim. Eu falo que cada vez que você vai em São Paulo, se tinha 10 lojas vai ter 20. É uma loucura. Você me contou inclusive que essa loja em que nós estamos recentemente você mudou para esse espaço. Como foi essa decisão de sair dessa sala comercial para uma loja agora que inclusive voltada pra rua, né? Quer dizer, um pouco mais atrativo e tudo mais. Me conta. Essa saída surgiu assim, eh, tava muito desafiador na sala comercial, por mais que eu tivesse ali no marketing fazendo, mas como a gente falou, eh, agora a pouco, eu faço tudo sozinha, exatamente tudo, eh, de sistema, de marketing, de venda, atendimento, tudo. E quando surgiu essa sala, as mesmas pessoal que eu aluguei a a sala, já era, surgiu uma loja lá embaixo. Eu lembrei de você. Eu disse: "Sério?" "Sério." E a princípio eu disse: "Não". né? Como eu falei, a princípio, eu disse não e elas falaram: "Mas é para ser para você?" Eu disse assim: "Não, não dá, porque envolvia valores, né, muito alto, alto e eu disse: "Olha, eu não tô em condições de perder e eu acredito que o dono da sala também não". Enfim, passou ali um um uns dias e ela me mandou mensagem novamente, a dona da sala, a as meninas da imobiliária, tá? E aí, eh, e uma certa vez eu tava dois dias depois eu orei ao Senhor, falei: "Deus, mas como três meses eu tô nessa sala e eu vou ter que sair?" Isso aqui foi do Senhor, os detalhes e todas essas coisas. E o Senhor falou para mim sobre conexão. E aí eu fui orar em cima disso, né? O que seria essa conexão? Deus, ele te coloca em ambientes a qual ele vai elevar o seu nível. Sim. precisa e você sozinha, você muit das vezes, se eu tivesse em casa, eu não tinha conhecido essas pessoas, entende? Se eu tivesse em casa, eu não tinha eh tido esse contato, essa conexão aonde assim que surgiu a primeira pessoa que elas lembraram foi eu. Mas mesmo assim eu disse não. E dias depois ela falou: "Já, eu entendo que a questão eh é a financeira e tal". Mas a gente entrou em contato com o proprietário da sua sala, contamos o é a situação e ele entendeu que o para o seu negócio é é mais viável lá embaixo na loja qual que eu estou agora. E a proposta foi muito boa. Eu disse: "Olha, sendo assim eu vou pensar ainda, né, e conversar com o meu marido". E aí fui conversar com meu marido e enfim, deu certo e a gente mudou, foi muito rápido assim, a gente mudou no dia 20 de fevereiro, tem agora vai fazer menos de um mês, né, que estamos aqui. Sim. E ainda na organização, nos detalhes para fazer inauguração. E essa foi uma decisão, assim, confesso para você, mais desafiadora ainda. Por quê? Eu acredito que assim, agora eu tô realmente em um ambiente ao qual eu me via, porta paraa rua, vai ter placa, vai ter tudo, mas como eu falei, volto a repetir, a vida do empreendedor, ela é muito solitária e como eu ainda faço tudo sozinha é muito desafiador. Mas você consegue, por exemplo, se organizar no sentido como você trabalha sozinha? Ah, eu preciso sair, eu preciso me alimentar. Ou você, por enquanto tá fazendo tudo aqui? Por enquanto, até porque eu moro aqui próximo, eu tô trago minha alimentação, sabe? Para não ter o eu, como eu falei, eu tenho cliente hoje, mas que venha, você pode me atender a meio e meio? Posso. Cliente agendado. É, mas o intuito é quem tiver passando na rua também vai poder entrar. Vai poder entrar. Exatamente. Mas quando eu falo assim que ela fala meio dia e meia que é o horário que ela tem para vir na loja, sabe? Independente, eu digo: "Consigo?" Eu tenho um cliente que fala: "Eu posso ir aí às 18:30?" É o horário da loja, então qualquer pessoa vai est aqui. A loja fica aberta até que horas? Até às 19. Até às 19. E aos sábados? Aos sábados geralmente até às 15. Tá, Jair, a nossa entrevista tá acabando. Me fala um pouquinho sobre uma questão. Quem é a Jaira que começou a vender as lerris lá em casa? E hoje a Jaira que está aqui nessa loja com essa moda casual elegante e que tem ainda pelo jeito, bastante objetivos que não vai parar por aqui. É isso mesmo. É isso mesmo. Eu sou eu sou uma apaixonada pelo público feminino. Amo trabalhar com público feminino. É algo assim, desde sempre. No nordeste eu era cabeleira, tinha um salão de feminino específico, assim, muito conhecida. Então, é esse contato, eu falo que a Jáa Barro não é só sobre vendas, tem um propósito por trás disso, né? E eu sou cristã, aonde eu não gravo porque eu acho que é muito particular, mas chega pessoas aqui que às vezes não vem comprar, elas vem conversar, vem conversar, vem ouvir uma palavra, vem pedir oração. Essa é a Jaira Barros, sabe? Então assim, o meu propósito é vender, eu preciso vender, mas eu atendo pessoas aqui que às vezes não vem comprar e às vezes compra porque gostou do do da conversa, saiu mais leve. E eu digo que o que é isso, a J Barras é uma apaixonada por pelo público feminino, hoje trabalhando com moda. E eu me realizo quando eu vejo mulheres bem vestida, sabe? Que quando elas põe a roupa no corpo e dizem: "Meu Deus, eu nunca imaginei", sabe? Então assim, é algo para mim assim, eh, é é me realiza, é algo assim que realmente me realiza é vestir mulheres assim bem, ficar elegante. Aés, se eu coloco uma básica com um jeans e algum acessório, alguma coisa, aquilo já me me realiza demais. Eu amo de verdade trabalhar com público feminino, independente de idade, sabe? Que a gente tá muito focada assim. Eu não trabalho com mod com modinha, mas eu tenho clientes aqui de 20 anos eu e eu tenho clientes aqui de 70 anos que vem e se vestem muito bem. A moda casual elegante atende todos esses públicos, né? Atende todo esse público, porque você não tem a só a modinha para pra menina de 20, para não. Eu tenho um cliente aqui de 70 anos mesmo e que já era tor na loja, sabe? E vem e escolhe, se sente bem. Então isso para mim é muito satisfatório, muito mesmo assim. E eu tenho certeza que isso aqui é só o começo. É para quem começou em casa, atendendo é de casa em casa, eu ia com malas, né? Então para mim isso aqui é só o começo. E hoje, de fato, eu enxergo que o meu sonho aos poucos, porque não é o nosso tempo, né? Não é o nosso tempo, eh, às vezes assim estressante, a gente quer as coisas tudo para ontem, mas eu acredito que aos poucos as coisas vai indo pro seu devido lugar e vai acontecer. Eu tenho certeza disso. Eu não tenho dúvida que no momento certo assim vai estourar o que ainda tá. E o que é esse estourar para você? Eu quero, eu quero ser conhecida. Eu sempre falei isso, sabe? Mas não é conhecida, como é que eu posso usar a palavra? Eu quero que as pessoas eh vejam quem é a Jira Barros por trás da Jaira Barros Moda. O propósito que tem por isso, sabe, de ter mulheres, mulheres felizes, mulheres bem posicionadas, mulheres curada no seu interior, porque eu trabalho isso, sabe? Então assim, eu faço ministrações com isso. Então para mim isso não tem preço. Mulheres curadas, mulheres sarad, aonde elas vão entender que elas têm um espaço, tá certo? Então é isso. Muito obrigada. Então, eu que agradeço. Olha só, e o ser empreendedor fica por aqui. Lembrando que todo domingo a gente tem a estreia de um novo programa às 5:15 da tarde. [música] Os nossos programas também ficam disponíveis no canal do YouTube da TV Câmara Campinas. E, claro, você pode nos seguir nas redes [música] sociais da TV Câmara Campinas. E até um próximo ser empreendedor. [música] [música]
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