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Ser Empreendedor | Empreendedoras confeiteiras na Páscoa
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Ser Empreendedor | Empreendedoras confeiteiras na Páscoa

149 views Publicado 22/03/2026 HD · 32:38
Resumo editorial

O programa Ser Empreendedor visita o ateliê de duas confeiteiras campineiras que se preparam para a Páscoa de 2026, período que historicamente impulsiona as vendas do setor em até 5 por cento. A data ganha ainda mais força em 2026 com a expansão da confeitaria artesanal e o interesse crescente do consumidor por produtos personalizados, alta qualidade e ingredientes diferenciados. As entrevistadas contam que uma delas é bióloga de formação e decidiu se dedicar aos doces em 2016, depois de fazer doces para vender desde a adolescência e nos locais onde trabalhou. O negócio começou em casa como hobby e complemento de renda, evolução estimulada pelo marido empreendedor, e em 2018 ela convidou a outra confeiteira para abrir o ateliê em sociedade. A reportagem mostra como as produções por encomenda valorizam o relacionamento com o cliente, com personalização de sabores, design e tamanho dos produtos, e como a Páscoa é período em que o atelier trabalha em ritmo intenso para entregar ovos artesanais, barras gourmet, colombas e outras criações que conquistam famílias campineiras dispostas a investir em qualidade especial nesta data simbólica do calendário cristão.

Descrição do vídeo

Olá, empreendedores de Campinas! 👋 No episódio desta semana do Ser Empreendedor, da TV Câmara Campinas, mergulhamos no mundo da confeitaria artesanal na Páscoa 2026, uma data que impulsiona as vendas em até 5% com foco em produtos personalizados e de alta qualidade. 🍫✨ ​ Primeiro, visitamos o Ateliê Tulipani, fundado em 2018 por Amanda Ferraz (bióloga de formação) e Lidiane Cândido (fotógrafa), que largaram carreiras tradicionais para seguir a paixão pelos doces. Começaram em casa em 2016 com produção caseira de pães de mel e bolos, evoluindo para um atelier profissional com temperadeiras, fornos e geladeiras industriais, atendendo eventos sociais, corporativos e encomendas. 📈 Em 2025, venderam 400 ovos grandes e mais de 10 mil pequenos; para 2026, esperam 4 mil ovos, incluindo parceria com o Hospital Boldrini e exposições em empresas. As embalagens floridas com toque brasileiro destacam o artesanal, e elas conciliam maternidade com gestão, adaptando o espaço para os filhos pequenos. ❤️ Depois, conhecemos Juliana Elizabeth Silva, da Fashion Brigadeiros, que iniciou em 2015 com food bike de brigadeiros gourmet em condomínios, agregando trufas após curso profissional na Primoratti Dom. A Páscoa de 2020, em plena pandemia, foi o turning point: com lockdown, produção caseira explodiu, garantindo renda extra familiar (com apoio de sogra e mãe para produção e marido nas entregas), levando à abertura de loja física em 2,5 meses, com ajuda do Sebrae. 🛵🍬 Hoje em espaço maior (mudança há 1,5 ano), planejam desde janeiro com tendências, cardápios para corporativo e varejo (mimos, ovos enfatia, ovos de colher), aumentando vendas em 25% na Páscoa, via iFood, frente de loja e entregas até Sábado Santo. Mantém CLT em home office, mas sonha em expandir para doces finos de casamento. 🚀 ​ O programa destaca desafios como transição de hobby para escala, impacto da maternidade, planejamento com Sebrae, investimentos graduais e equilíbrio entre produção e gestão. No mês da mulher, inspira com histórias de superação e paixão! 💪👩‍🍳 ​ Dicas de livros: "Colaboração, a única solução" (Semadar Marques), "Internet que vende" (Felipe Pereira) e "A alma brasileira do negócio" (Luís Lara), para capacitação empreendedora. 📚 Em Campinas, 1.468 empresas de confeitaria própria impulsionam o setor na Páscoa, com renda extra de 15-30%. Assista ao episódio completo ▶️, salve nas playlists do Ser Empreendedor no YouTube e marque empreendedoras que precisam ver! 💬👍🔔 Curta, comente sua história de sucesso na Páscoa e compartilhe para inspirar mais mulheres nos negócios. #SerEmpreendedor #Páscoa2026 #ConfeitariaCampinas #MulheresEmpreendedoras Siga as entrevistadas: @tulipani_ateliededoces @fashionbrigadeiros Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

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Olá, [música] a Páscoa é a melhor data para quem trabalha com confeitaria. De acordo com estudos, é um momento em que as vendas têm um salto em média de 5%. Em 2026, esse período ganha ainda mais força, impulsionado pela expansão da confeitaria artesanal e pelo interesse crescente do consumidor por produtos personalizados. Este é o tema do ser empreendedor de hoje. Para isso, a gente veio até a empresa, olha só, da Amanda e da Lidiane, que a gente vai conversar hoje falando sobre esse negócio, claro, esse momento especial que é a venda de chocolates, ovos de Páscoa nesse período. Amanda, seja bem-vinda aqui ao nosso programa. Antes da gente falar da Páscoa, especificamente, como que começou esse negócio? Até porque ela já me explicou, gente, ela é bióloga de formação e de repente aconteceu alguma coisa na carreira dela que ela falou: "Vou me dedicar aos doces". Me conta. Foi isso mesmo, Merna. Eh, chegou aquele momento, né, da minha carreira que eu falei, eu quero ser feliz, sabe? viver na simplicidade. Eu que sempre gostei de fazer doces desde adolescente, já era. Fazia para vender durante a faculdade, nos lugares onde eu trabalhei. Então isso já vinha comigo, né? E aí eu resolvi ter uma vida mais tranquila e me dedicar a isso. Tava vendo que que era promissor, né? e convidei a Lid para entrar nessa comigo e aí a gente abriu o atelier em 2018 por encomenda sempre foi até mas no começo você já eh partiu para atuar para sair lá do do seu trabalho como bióloga e já foi pros doces num período ainda sozinho ou logo de cara já convidou a Lid e veio e abriu a empresa já fui sozinha em 2016 na verdade eu comecei a fazer de casa complementando a renda e na verdade era um hobby, tá? um hobby, meu meu marido muito empreendedor, falou: "Vamos vender, né?" Eh, aí criamos a Tulipan antes mesmo de eu me juntar com a Lid, né? Para ter um nome, para poder personalizar, como você falou, para poder embalar bonitinho. Então, a Tulipan começou essencialmente, essencialmente em 2016 na minha casa, né? Fiquei lá por 2 anos e aí em 2018 que eu vi que era bem promissor, a gente veio para cá para pro atelier da Tulipan Quality, tá? E a partir desse momento em que vocês se planejaram e vieram para esse espaço, como que foi então fazer todo esse processo de sair de uma produção caseira para uma produção que não perde a sua essência do artesanal, mas também a tem a capacidade de atender um público maior. Isso foi sendo gradual, na verdade, né? Em 2018 a gente começou pequeno, fizemos 16 kg de chocolate na Páscoa. Em 2019 tivemos a primeira empresa que tá conosco até hoje, fechando Páscoa inclusive esse ano. Eh, então foi um movimento gradual de de crescimento, né, de espaço. a gente foi reformando aqui o espaço físico e fomos nos adaptando às novas formas de trabalhar, né? Porque fazer grandes volumes exige um processo muito bem estabelecido, né, para cumprimento de prazos e essas coisas. Então, foi um aprendizado assim, ainda é até hoje, né? E o maquinário, o maquinário foi vindo também aos poucos. A gente investiu em forno profissional, batedeira, isso no início, né? Hoje nós já temos uma temperadeira de chocolate para facilitar essa época do ano, né? para tirar o processo manual. Eh, temos um forno já maior, então a gente foi sempre eh investindo geladeira, né, profissional. Então, a gente vai investindo conforme vai tendo essa necessidade, né? Fora a Páscoa, quais são os produtos com que vocês trabalham? Nós trabalhamos com duas linhas, na verdade, a linha de eventos sociais, né, datas comemorativas e corporativo, que é uma veia muito forte da Tulipan. brindes personalizados para eventos, enfim, para empresas de qualquer porte, né, desde pequeno a a grande. Então, nós trabalhamos com docinhos, com doces unitários, como pão de mel, que é o carro chefe da Tulipane, bolos, bolos caseirinhos e uma linha de presentes muito personalizada. Assim, a gente fala que eh o presente, qualquer doce pode virar um presente, né? Só colocar essa intenção que o carinho chega até alguém. Então é assim que a tulipan trabalha. E quando a gente chega na Páscoa, como vocês então se organizam para atender a esse público? Porque aquele do docinho, do evento corporativo, ele também muda. Olha, eu quero algo de Páscoa ou ele continua? E fora isso vocês têm ainda os clientes da Páscoa. É, a, ele muda, ele também vem atrás de ovos. a gente tem clientes fixas, a gente já atendeu perto de 70, 80 clientes corporativos em uma Páscoa só. Então, a gente tem uma cartela de clientes grande e a gente tem clientes recorrentes, né, na Páscoa. Então eles procuram sim os ovos de todos os tamanhos, né, dos mais variados e a gente continua atendendo o público de eventos sociais também, né, mas o mais forte nesse mês que antecede a Páscoa é realmente de Páscoa até para presentes, né? presentear professor, presentear o amigos, essas coisas. Então, sai bastante ovo. Sim. 2025 vocês venderam quantos ovos? Você você tem essa média? Quantos ovos? Foram mais ou menos 400 ovos maiores. Porque em 2025 e a gente focou nos ovos maiores, né? Em 2024 e 23 fizemos um ovinho menor, em grande escala, né? Mais de 10.000. Então, o ano passado foram os ovos maiores, foi por volta desse número. E para esse ano, esse ano espero chegar em 4.000 ovos contando com os pequenininhos. Sim, que a gente tá com uma parceria com o Boldrini dos ovinhos pequenos, né? Então, como tem essa ação eh social, né, desse desse grande impacto, a gente estima essa venda maior, até porque a gente vai fazer exposições em empresas, ir ao local para vender pros colaboradores. Então, a gente no Natal já fez dessa forma e agora na Páscoa a gente vai eh ter essa estratégia também. Então, a gente espera que a venda seja maior. Depois da Páscoa, qual é a melhor data para esse negócio? O Natal. Natal. O Natal também, por conta dos presentes, né? da forma de presentear. A gente vende até mais presentes do que sobremesas, que nós também trabalhamos. Então, Natal, pão de mel sai muito. Nós fizemos quase 5.000 pães de mel no Natal passado. Eh, isso sem contar as empresas, sabe? Só para pedidos assim, é 30 aqui, é 50 ali, é 100 aqui. Então, sai bastante presente no Natal. Sim. Apesar de ter o foco em empresas e as pessoas que queiram comprar pessoa física, ela pode também, ah, eu quero cinco pães de mel, quero cinco ovos de Páscoa, quero um ovo de Páscoa. É possível? Com certeza. A gente trabalha com essas duas linhas, né? E a encomenda ela é feita desde um pão de mel, porque a gente tem pronta entrega, né? Como a gente tem as encomendas grandes e até mesmo de aniversário, brigadeiro, beijinho, acaba restando alguns, a gente até faz a mais para essa para para atender esse pessoal da pronta entrega de querer um docinho para adoçar o final de semana, sabe? De presentear alguém com uma coisa eh pequena, mas com significado. Então, a gente tem sim. E você aí de casa tá vendo algumas imagens do funcionamento dessa fábrica que funciona aqui em Campinas? A gente viu as meninas trabalhando, mas no começo quem fazia os ovos de Páscoa, quem fazia as sobremesas? Me conta. Éramos nós, eu e a Lídia, nós começamos, eu ficava responsável pelas massas, pão de mel bem casado e bolos e a Lídia ficava nos recheios e chocolates, né? E e aí na Páscoa, por exemplo, ela fazia os ovos e eu ficava na embalagem. Então a gente ia, né, eh, se completando dessa forma na produção. Então, éramos nós duas para produção, para compras, para entrega, para orçamento, para nota fiscal, para tudo, né? Quando isso mudou? 2023, quando fizemos 5 anos, que foi a nossa Páscoa estrondosa que a gente eh fez mais de 8.000 ovos, foi quando isso mudou, quando mudou parcial, na verdade, a gente tava na produção, chamamos mais pessoas, ficamos em sete na cozinha. Eh, mas aí também tivemos nossas eh primeiras colaboradoras fixas, né? Eh, hoje vocês empregam quantas pessoas? Duas pessoas. Duas pessoas. E qual que é a importância de você pensar nessa trajetória desse insite? Olha, agora é hora de expandirmos o negócio, de criar outras estratégias como esse? Esse momento é muito delicado, né, Mirna? Porque que nem sou bióloga, minha formação nunca foi em negócios, então é um aprendizado, até hoje é nós estamos fazendo 8 anos agora. Então é é aquela tentativa e erro, sabe, que a gente fala. É é muito sutil assim, a gente vê a necessidade, mas ao mesmo tempo fala: "Será que vai dar, né? Porque agora são duas pessoas que dependem de nós e a receita tem que aumentar. Mas isso tem que ter estratégia, tem que ter processo. E aí quando entra mais gente a gente vê a necessidade dos processos bem estabelecidos, que antes a gente ia fazendo, cada uma já sabia o que tinha que fazer. Hoje a gente tá implementando um sistema, né, eh, online. Então, assim, eh, isso só trouxe melhorias paraa Tulipan. Trouxe crescimento, trouxe amadurecimento, né, e trouxe melhorias. Mas eu acho que é é difícil esse esse esse momento assim, você identificar e falar: "Vamos". É, eh, foi difícil para nós, assim, foi difícil pra gente sair da produção, principalmente paraa Lid, pois ela pode te falar um pouquinho. Eh, ela gosta muito de estar lá. Não que eu não goste, eu gosto, mas também tô apaixonada por esse outro lado da gestão do negócio. E então é, é delicado por vários motivos assim, mas é gostoso demais. Tá certo? Olha, e agora a gente vai conversar um pouquinho com a Lídia, que também faz parte desse processo. Olha, ela também tem outra profissão, é fotógrafa e hoje, claro, empresária aqui também nesse processo aí de doces e chocolate. A gente volta já já, Lidiana. Então, me conta sobre essa questão de fotógrafa e de repente empresária no setor de doces, sobremesas e chocolates. Me fala. Olha, foi um desafio porque diferente da Amanda, eu não sabia fazer nada de doce. No máximo aquele brigadeiro pra gente começar assistindo um filme, sabe? Não tinha um hobby, não, não tinha. Eh, e aí ela me chamou, né, ainda até falei para ela, falei: "Eu não sei fazer nada". Ela falou: "Não, mas a gente vai aprender juntas, né? a mais ainda. Então, ela tudo que eu fui aprendendo, né, eh, foi com ela. Ela foi me ensinando e fiz alguns cursos, tanto que na primeira Páscoa eu não tinha ideia de como fazer a parte de temperagem, de chocolate, tudo isso. Fiz um curso num sábado de manhã e na segunda-feira já pus em prática e deu certo. Então assim, fui me apaixonando, sou super apaixonada, gosto muito da parte dessa dessa parte de de fazer, de tá ali pondo a mão na massa. Eu estou um pouquinho fora da cozinha agora, mas foi uma paixão e sou apaixonada assim, adoro. E essa proposta dos ovos estarem envolvidos, na verdade, essa embalagem de tecido, tem algum motivo específico para isso? Olha, esse ano a gente quis abrasilerar mais, né, nossa nossas embalagens, então a gente escolheu essa parte de da dos floridos assim, né, que chama bastante atenção. Eh, ficou super bonito, né? Ficou bem bacana. E também juntar aí com o a parte do Brasil noo de copa, né, para dar uma movimentada mais. Sim. Uma outra questão que inclusive eu falei com a Amanda naqueles 5 anos em que vocês tiveram que mudar a chave em 2023, saindo um pouco da cozinha da você falou: "Ah, eu gosto tanto de produzir". E partindo mais paraa gestão. Você disse que fez curso inclusive de temperagem e tudo mais. Na parte da gestão você também buscou algum tipo de qualificação? Vocês tiveram que buscar algo? Até porque a gente tá falando aqui da união de uma bióloga com uma fotógrafa. e que também tem a questão administrativa. Fizeram alguma coisa nesse sentido? Olha, a gente fez vários cursos da parte de administração online, né? E também a gente participou de alguns cursos no Sebrai. Então isso daí ajudou bastante a gente fazer o o balanço aí de todas as precificações. Sim. Por outro lado, também tem uma questão que eu deixei para você falar. Ai meu Deus, o impacto da maternidade no negócio de vocês. Até porque tenho aqui a informação da produção e já falei com a Amanda nos bastidores que vocês engravidaram mais ou menos ao mesmo tempo, digamos assim, com um espaço curto entre uma e a outra. E a gente sabe que inclusive o nosso programa tá indo no ar no mês da mulher. A gente tem mostrado aqui no ser empreendedor os desafios de ser mãe, de ser empresária, de ser dona de casa, de abrir mão de alguma coisa para cuidar do negócio ou então de tentar juntar as duas coisas. Como foi isso para vocês? Olha, bem desafiador, né? Porque antes você tinha controle de tudo, você, né? Você fazia de tudo um pouco. Agora com a parte de maternidade, né? Eu tô com um de um ano e dois meses. A a Amanda com a Maria que vai fazer quase dois já. E assim eles ficam aqui com a gente, né? Então assim, tem hora que você fala assim: "Meu Deus, por onde começar?" Mas dá certo. A gente dá um jeitinho com eles. Uma uma trabalha um pouquinho mais, a outra fica um pouquinho com eles eh brincando ali, eh, distraindo eles. Mas é desafiador porque eles derrandam muito da gente, né? querem bastante atenção, criança pequena. É, mas assim, a gente vai conciliando, né, a maternidade. Aí tem dia que a gente fica um pouquinho doida, mas daqui a pouco volta ao normal e tá dando certo. Eles super ficam bem aqui com a gente, a gente tem um espacinho para eles, né? E prepararam, inclusive adaptaram a fábrica ao espaço infantil. É isso. É aqui, né? Uma fábrica grande, né? que é tudo separadinho, então a gente tem um lugarzinho para eles e e dá certo assim, tá? Tá indo ou tá fluindo. E essa expectativa de vendas agora nessa Páscoa de 2026, a gente falou inclusive na abertura do programa que existe em média aí uma expectativa de aumento de 5% nesse setor. Vocês também estão bem otimistas? Estamos, estamos. Os pedidos estão chegando, né? Eh, cada dia um diferente, tanto a parte social quanto a corporativo, né? Então assim, a expectativa é grande, né? E assim, a gente tem que comparar hoje muito a parte do nossos produtos artesanais com essa questão de sabor chocolate, chocolate, né? Tem essa diferença aí. Os nossos produtos são todos produtos nobres, então a gente tá confiante que as lenguas vão ser bem boas. E esse diferencial faz, digamos que lá na ponta todo questão de quando a gente fala de valor agregado. Sim, com certeza, porque é uma boa diferença, né, de de um sabor de um de um produto que é um pouquinho mais, né, inferior para um produto nobre. Então, eh, tem que ficar bem de olho aí nessa parte, tá certo? Então, e me fala um pouquinho, você fotógrafa só fazia no máximo aquele brig brigadeiro de panela para comer em casa? Hoje, nesse mundo do chocolate, como você se vê? Olha, eu me sinto totalmente feliz assim, porque eh mexer com alimentos, né? Eh, você tem que gostar muito, você tem que se dedicar bastante, porque é um é um ramo muito gostoso que você faz com muito amor e você consegue transmitir isso pro seu cliente. Então, que a gente é muito feliz com o que a gente faz e a gente é apaixonada por tudo e faz com muito carinho, tá certo? Então, olha só, e o ser empreendedor vai para um breve intervalo, mas antes você fica aí com as dicas de livros sobre empreendedorismo. A gente volta já já. Colaboração, a única solução apresenta caminhos aplicáveis para lideranças mais conscientes e estratégias coletivas mais eficientes. Nele, a especialista Semadar Marques revela como práticas empáticas fortalecem equipes, estimulam a inovação e ajudam líderes a destravar gargalos que freiam o crescimento. Internet que vende organiza etapas como atração, conversão e fidelização, ajudando empreendedores a estruturar as vendas. Publicado pela DVS Editora, o livro de Felipe Pereira mostra que a inteligência artificial surge como aceleradora estratégica e o conteúdo inclui ferramentas e materiais para estruturar operações reais de marketing. A alma brasileira do negócio do publicitário Luís Lara revela bastidores de campanhas icônicas e da evolução da comunicação no Brasil. O livro da Matrix Editora mostra como criatividade, ética e ousadia impulsionam negócios e fortalecem marcas ao longo do tempo. [música] [música] E neste segundo bloco do ser empreendedor, a gente continua falando sobre Páscoa. Olha só, aqui em Campinas, de acordo com o Sebrai, são 1468 m no Knaide, fabricação de produtos de padaria e confeitaria com predominância de produção própria. No mercado há uma estimativa que essa época é hora de aumentar a renda entre 15 e 30%. Por isso que a gente veio hoje conversar com a Juliana, que tem uma trajetória empreendedora, que tem aí um marco na Páscoa e que daqui a pouquinho você vai saber. Antes de você falar desse marco, Juliana, conta pra gente como foi o início do seu negócio, por empreender com doces, o que que tava acontecendo na sua vida que você falou: "Preciso dessa renda". Perfeito. Eh, minha trajetória começou em 2015 com o food bike de brigadeiros. Hã, nós rodávamos condomínios vendendo eh food bike com os doces. Eh, o foco era brigadeiros gourmet neste momento. Depois nós eh agregamos trufas, alguns doces a mais nesse, nesse processo. E em paralelo a isso, em 2017 eu fui buscar um curso de profissionalização de confeiteira profissional. Foi a Primoral Dom. Exatamente. Que eu sempre gostei de trabalhar com doces e fazer doces. sempre foi uma paixão trabalhar com doces para mim. E eu fui fazer um curso de para aprimorar e mais técnicas também. Sim. E nesse processo eh de aprimoramento, na sequência, veio a pandemia em 2019 e nós também continuamos fazendo os doces, vendendo paraas pessoas do bairro, prédios, edifícios que estavam em lockdown. E neste processo também, hã, veio a Páscoa, tá? A pandemia foi final, foi em março aqui, né? Março de 2020. Isso. Isso. Março de 2020. Passou o carnaval, fechou tudo. Exatamente. E para nós, uma grata surpresa veio os nossos trabalhos com a Páscoa e a gente fazia, né? Não, eu sempre tive suporte da minha família, por isso que eu falo a gente eh, de fazer na minha residência. Então, sempre é porque tudo tava fechado. A gente teve aquele primeiro momento do lockdown, tudo fechado, as pessoas encomendavam comida, doce e tudo mais, mais gente em casa, mais vontade de comer algo diferente. Exato. Um docinho ia super bem também. E veio a Páscoa nesse processo que as pessoas ainda estavam em lockdown. E paraa nossa grata surpresa, eh, nós fechamos também com várias pessoas que já eram nossos clientes dos food bikers e também com uma empresa que que tava buscando algo artesanal bem nesse nesse processo que nós estávamos. E nossa casa começou a ficar pequena. Então, porque vocês pegaram a encomenda para um para uma empresa também, dentre outros clientes. Exato. Então, pra gente Páscoa sempre foi eh o que a gente fala do nosso Natal, certo? O 13º Natal Renda Extra. Pra gente sempre foi um marco muito importante. E neste ano de pandemia foi mais ainda, porque foi o nosso start de querer empreender um pouco mais e tomar decisão de sair da nossa casa, de fazer os doces. artesanais da nossa casa e ir para um espaço físico. Até então você trabalhava com o quê? Eu trabalhava CLT e seu esposo ele tinha também empreendia, tinha uma outra loja. Tinha uma outra loja de do quê? Era do outro também de calçados femininos. Calçados femininos. Então já tinha ali uma veia empreendedora. E você no CLT mais tinha também essa ideia empreendedora. Claro que com a técnica do doce. Sim. Como que foi pensar em planejar tudo isso? Partindo desse start da Páscoa? O planejamento não foi fácil, porque neste momento de de lockdown, eu também tive um processo na empresa que eles falam de Farl, de três meses de suspensão. Então para mim casou perfeito. Ficou sem salário nesse período ou não? Sim. E a renda extra e a loja dele fechou também? Não fechou também porque não era eh serviço essencial essencial. Correto? Então, nesse momento, para nós era fundamental trabalhar com Páscoa e renda extra, que na verdade virou a nossa renda principal naquele momento. Vocês faziam a entrega pro cliente, inclusive? Sim, a gente fazia a entrega nesse momento e eu fui produzi os doces, tinha ajuda da também da minha sogra e da minha mãe que eu tenho, a gente tem até hoje esse apoio e o apoio familiar, a rede de apoio é super importante e e meu marido fazia as entregas, então bem caseiro, tanto o processo artesanal dos doces quanto o nosso processo logístico também. Dessa decisão até a abertura, essa loja mesmo ou era um outro espaço? Era um espaço menor, há um ano e meio que nós viemos para cá, um espaço maior. Então, dessa decisão de abrir um local físico, quanto tempo vocês conseguiram eh montar essa estratégia? 2 meses e meio. 2 meses e meio ainda em pandemia, mas no momento em que poderia abrir algumas coisas. É isso, certo? E o Sebrai ajudou bastante a gente também. A gente também tem que contar com esses apoios. E o Sebrai é uma uma mão na roda quanto a site, dúvidas, apoio e nos ajudou bastante nesse processo também. Quando você produzia em casa, você já usava redes sociais ou era boca a boca? Como funcionava? Era muito boca a boca. E nesse processo era era bem pequeno a nossa rede social. E nesse momento que a gente começou a trabalhar um pouco mais a rede social, profissionalizar também além da produção. Exato. Tiveram que comprar equipamentos? Sim, tivemos que investir. Na verdade, antes em casa a gente já tinha uma panela mexedora e no processo que a gente veio pra loja adquiri a segunda panela mechedora porque graças a Deus a Páscoa com renda extra nos permitiu comprar a segunda panela mexedora. vieram para um espaço, loja física e um ano e meio estão nesse em que nós estamos gravando hoje. Me fala dessa segunda virada. Legal. Eh, a loja foi um sucesso, graças a Deus, e nós estávamos num espaço 1/3 deste tamanho, era bem pequenininho, era uma portinha, muita gente vinha pelo Instagram e muitos que a gente já tinha rede de contatos de nossos clientes também, ã, vinham buscar os nossos doces. No momento que esse prédio começou a ser construído, eh, eu e meu marido discutimos, por que não uma loja maior? Se aqui já tá dando certo, a gente já viu que tem um processo sólido que a gente pode conseguir, tem a coragem de avançar, por que não? Foi onde a gente começou a se planejar. Esse planejamento foi um pouco maior. Sim. foram ito meses planejando se pra gente estruturar para vir para essa loja aqui. E mesmo assim, eh, muitas das coisas a gente tem que ter a coragem mesmo. Eh, empreender, não é fácil, mas é importante a gente seguir. A gente não tinha todo o dinheiro para montar a loja e muitas das coisas a gente fez pelas nossas próprias mãos. Por exemplo, os bancos, as mesas, foi meu marido quem fez. Olha, então, eh, a desculpa de não ter o dinheiro às vezes, eh, nos criam barreiras que a gente pode buscar uma outra alternativa. Elas não são intransponíveis. Exatamente. Mas e aí? Nós estamos inclusive gravando aqui num período de Páscoa, pácoa, mostrando vários doces ao fundo, mas especificamente agora na Páscoa. Qual é esse momento e como vocês se programam para esse momento e o quanto a sua venda aumenta? Legal. A nossa renda, ela, nosso portfólio, na verdade, de Páscoa, aumenta por volta de 25% de venda na Páscoa, tá? Tá. Eh, geralmente o planej acaba o Natal, em janeiro a gente já começa o planejamento de Páscoa, porque a gente já começa a pesquisar tendências, eh, a gente pesquisa embalagens, cotação com fornecedores para depois conseguir montar qual é o tipo de cardápio e portfólio que a gente vai lançar. Então, existe uma janela de planejamento, embalagem e testes e produção antes do lançamento em si da Páscoa. Então, tem que ter um planejamento adequado. E no nesse planejamento nós pensamos eh em doces tanto pro nicho corporativo, que é o primeiro cardápio que a gente solta já divulgando o corporativo, que são às vezes mimos menores com ticket médio, eh, diferente de um ovo gourmet de colher, por exemplo, tá? Mas a gente pensa nos dois nichos, tanto custo benefício, o que que tá vendo no mercado eh para este ano, como por exemplo o ovo enfatia, que é uma novidade, e os mimos, que os mimos sempre saem bastante, sempre sai bastante. E nessa Páscoa de 2026, como tá tudo aqui? A gente tá todo vapor. Eh, nós estamos já em produção dos nossos ovos. H, a produção, a gente também trabalha bastante com pedidos, eh, para as pessoas irem fazendo o pedido pra gente também se organizar na cozinha. E mesmo porque eh a gente tem uma programação de produção diária para também não endoidecer e a gente dar conta do recado, né? Sim. e também conseguir disponibilizar os nossos produtos na frente de loja, porque hoje, quer ou não, o dia a dia é tão corrido que as pessoas buscam bastante produto já no pronto entrega. É, ah, esqueci de fazer o pedido, tenho. Exato. Então, a gente tem que pensar no planejamento em todas essas fases para atender todos os públicos. Exatamente. E na reta final a gente ainda disponibiliza no iPod, porque também tem pessoas que às vezes procuram no iPod. Então, você chega a trabalhar, por exemplo, no domingo de Páscoa? Não, não, mas a gente trabalha até o sábado, trabalha sexta, feira santa, todos esses entregando, fazendo as últimas entregas e de e para quem deixou de loja frente de loja para quem deixou pra última hora. Exato. E a iFood também. iood a gente abre geralmente nas duas últimas semanas. Juliana, você me contou inclusive que você tem hoje uma jornada dupla, é empresária com essa loja junto com a sua família e mantém um trabalho CLT, até porque você atua em home office. Sim. Em que momento você acha que você vai ter que decidir e se você já pensa e em qual lado você vai decidir? É difícil essa decisão, mas a gente, eu penso sim, eh, é difícil colocar na balança, porque no CLT, eh, eu também já tô há 14 anos, eu sinto que são fases na vida e essa fase de toma dessa tomada de decisão tá chegando bem próxima. Mas aí você tem planos para onde? tenho planos eh de seguir o que eu gosto, o meu sonho, o meu negócio, que são os doces. E com isso provavelmente uma expansão com os doces. É isso? Sim. Nós temos alguns projetos que a gente pensa também, eh, com expansão, com outros tipos de parceria, com doces finas para casamento. Tem vários ramos que a gente pode hoje hoje o seu ramo é o doce aqui do balcão. Isso. A gente tem bolos e docinhos. Não faz festa ainda, algum pontual, mas a gente não focou ainda nesse processo pela demanda, que é um mercado também que tá aí à disposição. Verdade. Muito obrigada por compartilhar sua história com a gente, viu? Muito obrigada a você. E você que está ligado no ser empreendedor, a gente lembra que todo domingo, 5:15 da tarde tem uma estreia e você acompanha depois lá no youtube.com/tvcâmaracampinas. Na playlist do Serpreendedor, tem todas essas histórias inspiradoras como da Juliane. Até o próximo programa. [música]
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