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Ser Empreendedor | Estúdios de podcast na pandemia e franquias
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Ser Empreendedor | Estúdios de podcast na pandemia e franquias

99 views Publicado 22/02/2026 HD · 42:22

Descrição do vídeo

No Ser Empreendedor, dois empreendedores de Campinas revelam como transformaram crises em oportunidades no boom dos podcasts e videocasts — com 42,9% dos usuários de internet no Brasil consumindo semanalmente. ​ Paulo Renato, herdeiro de uma produtora audiovisual familiar, viu o faturamento zerar em 2020 com a pandemia, mas pivotou para eventos ao vivo online, captando multinacionais. Reinvestiu lucros (crescimento de 300% em 2021) nos estúdios Box 404, com 12 salas equipadas com câmeras 4K, painéis LED via IA, edição em 24h e soluções 360° para clientes. Agora, expande para franquias em Jundiaí (investimento de R$400 mil/unidade, payback em 1-2 anos) e planeja rede nacional. ​ Daniel Fonseca, de família no ramo de veículos, se encantou com podcasts após gravar no Sem Estress. Investiu R$20 mil iniciais no Way Estúdio (WD), focado em custo-benefício (R$250-300/hora), tráfego pago e boca a boca, atendendo igrejas, educação e terapia. Com feedbacks, evolui para segunda sala mais premium, mantendo operação solo pós-horário comercial. ​ Ambos destacam criatividade, reinvestimento, confiança da equipe e foco em soluções rápidas para clientes — prova de que, das crises, nascem negócios escaláveis. Ideal para quem sonha empreender em áudio/vídeo. Assista, inspire-se e comente sua história! 📈 ​ Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [música] o ser empreendedor de hoje vai falar sobre podcast, porque olha só, nós temos no Brasil 42.9% 9% de usuários de internet consumindo podcast semanalmente, mas nós temos um panorama ainda mais expansivo quando a gente fala de videocasts que passaram ultimamente a ser o padrão de quem consome este tipo de produto. E com base nisso, nós viemos em um podcast aqui em Campinas, um estúdio de podcast, na verdade, falar com o Paulo Renato, que já teve essa iniciativa, não agora em 2025, 2026, mas lá em 2020. Paulo, seja bem-vindo e conta para nós como que surgiu essa ideia, porque parece que o podcast, o estúdio, ele veio depois de uma história que você já tinha de empreendedorismo com a sua família. Me conta. Isso mesmo, Bna. Obrigado pelo convite. Obrigado, pessoal. Bom, a a os nossos estúdios eles começar, eu já venho de uma da área de do audiovisual desde os 10 anos de idade, né? Eu venho de uma empresa familiar, né, da de uma produtora e há 10 anos já eu já assumo a a as empresas da família. Mas até então era que modelo de produção? Eh, a gente trabalha trabalha com nessa na produtora, a gente trabalha com eventos, casamentos, eventos sociais, eh vídeos corporativos, vídeos institucionais e eventos, tá? Os estúdios eles iniciaram bem na pandemia, né? Quando chegou em 2020, né? Tudo parou. Quer dizer, a produtora não tem mais evento e que nós vamos fazer isso. E agora a gente falou, né? Eh, eu lembro que em março de 2020, quando tudo parou, a gente começou a receber muitos cancelamentos de contrato. O nosso faturamento ele foi a zero. E aí, além de ser a zero, a gente começou muito eh ter muitas devoluções, porque como a pandemia entrou como força maior, né? Sim. Eh, tudo tinha que devolver 100% do dinheiro para todos os clientes. As pessoas podiam naquele momento cancelar os seus contratos. Exato. E era um dever do contratado fazer isso. Exato. E aí logo no final de 2020, o meu pai, que era um dos líderes da líderes da produtora, ele faleceu. Então foi assim uma onda eh muito grande profissional e pessoal. E pessoal, pessoal, eu sempre tive esse essa veia empreendedora, né? Eu sempre gostei de montar negócios, né? Investir em em em pequenos negócios também. E quando entrou esse momento, eu sempre tive a a consciência de que das coisas ruins, ruins, a gente tem que fazer alguma coisa boa, né? Então, foi aí que começaram os eventos ao vivo e aí foi uma coisa que eu comecei a tentar fazer evento ao vivo de casamento a princípio, né? Tá? E aí, mas aí você se inspirou inicialmente naquelas lives dos grandes artistas e você falou: "É um caminho". Foi por aí, Paulo? Isso. Na verdade, eu comecei, eu gosto muito, assim, quando eu tô com um problema, eu gosto de sair para dar uma volta para para ver novas ideias e a noite é um é um momento para mim que eu tenho muitas ideias, tá? E quando tudo começou a acontecer de perdemos os nossos clientes, né? Temos que devolver. A gente lembro que na primeira semana já tinha mais R$ 100.000 de devolução para fazer, né? E aí eu falei: "Não, eu não posso pensar nisso. Eu tenho que voltar na minha no meu lado empreendedor e tentar ver como é que vai ser as coisas, como vão ser as coisas daqui paraa frente, né?" E a gente já tinha alguns clientes, né? A gente já tinha alguns clientes bons, né? A gente trabalha com grandes clientes aqui. E a gente falou: "Bom, eles de alguma forma eles vão ter que continuar a seguir com a parte de marketing, com a parte de eventos". E aí começaram os eventos ao vivo, a gente começou a testar, né? A gente não sabia nada de eventos ao vivo, né? A informação era muito e era pouca, não tinha informação na internet de como fazer esse tipo de evento ao vivo, né? A transmissão online já existe há muito tempo, né? A gente já fazia desde 2007, mas era uma transmissão mais simples, né? E quando a gente entrou nesse mundo de transmissão ao vivo, a gente falou: "Bom, a gente tem que entrar eh com com um auto investimento, só que a gente não tinha caixa na época. Você tinha devolvido dinheiro para as pessoas. E aí? Isso. E aí eu entrei na, eu tava naquela parte de negociação, né? Tava na parte de montar, de construção do inventário do falecimento do meu pai, porque você tem que fazer com o prazo, prazo, né? Ao mesmo tempo ter novas ideias, porque a gente tinha os funcionários e a gente não queria mandar ninguém embora. E como a gente vai manter os funcionários no mesmo padrão, né, que a gente tem com esse fluxo tudo parado. Sim. Então foi aí que a gente falou, vamos, aí apareceu uma linha de crédito do governo para quem trabalhava com eventos. Isso sim. E aí a gente pegou, fala, vamos testar essa linha, né? A gente pegou, a gente tinha a nossa a casa que a gente tá hoje, que é onde foi toda a origem do dos nossos estúdios. Já tinha esse móvel, então tinha, mas era tudo fechado, não tinha, do jeito que a gente tá vendo aqui, todo aberto, não tinha. Sim. E aí a gente pegou essa linha de crédito do governo e fizemos toda a reforma na casa, né? Derrubamos paredes, montamos, ampliamos. Mas aí você foi propor para aquele cliente que você já tinha no corporativo, olha, eu tô com uma ideia aqui, ou o cliente te procurou e falou, eu preciso fazer rodar dinheiro. Como foi? Então, captar o cliente isso. Imagina só, as pessoas estavam em casa, a pessoa tava em casa, ela fica com o celular. E aí eu comecei a divulgar nos stories, né? Eu tenho, eu tenho muito contato comercial. Então, a gente, eu já fui eh visualizando paraas pessoas o que a gente estava construindo e aí começaram à procura das demandas e aí, por incrível que pareça, só apareceu eh a maioria só foram multinacionais que começaram a fazer os eventos com a gente. Sim. Então a gente começou a atender grandes marcas, então a gente já começou grande nesse negócio. Então a gente pensou, a lógica que eu tive, que foi muito rápido, foi se tinha se se uma empresa grande fazia um evento presencial para 1000 pessoa, 1000 pessoas, gastava milhões nesse evento e vai fazer online, ela tem essa verba ainda dos milhões, mas para fazer no formato ao vivo. Ela tinha, por exemplo, marcado um congresso da sua empresa. Exato. E de repente não pôde mais fazer esse congresso. Vamos fazer um live e tinha que fazer, né? Porque as empresas elas têm que entregar os resultados. Sim, né? E aí foi quando a gente começou a pegar essas marcas, começamos, começamos a fazer as lives, né? O negócio foi muito rápido pra gente. Então, em 2000 2020 para 2021, a gente teve um crescimento de 300%. Então foi muito, muito rabo. A gente fizemos fizemos 300% Paulo, olha, uma crise econômica inicialmente que apareceu ali uma crise pessoal com, né, naquele momento tão difícil de perder o seu pai, inclusive para COVID. Uhum. E você conseguiu reverter isso, pelo menos no ponto de vista do negócio, para um crescimento de 300%. Exato. Mas como foi colocar tudo isso em prática? A gente tá falando de colaboradores que precisaram também Uhum. eh aceitar esse insight seu e todo esse ambiente criado para esse crescimento. Olha, eu acho que a confiança que eu tenho, que as pessoas têm em mim, eh isso ajudou muito, porque a gente procurou e a produtora, ela ela existe desde 88, são mais de 30 anos de empresa. Então, a gente tem tudo que a gente fala, as pessoas acreditam, porque a gente sempre foi muito ético, né, muito honesto e muito parceiro. E a gente não deixou ninguém sem trabalho na pandemia. Então, a gente só falava assim, o empreendedor ele tem que ser muito criativo. Então, a gente fala, sempre falei pras pessoas, vocês acreditam em mim? Então, só vem, acreditem na loucura, porque eh eu gosto de fazer as coisas bem fora da curva e eu não eu não penso muito para fazer. Eu sou o cara de execução, certo? Então eu, se a gente pensa muito, se eu soubesse o tanto que a gente iria investir, o tanto de tempo que a gente ia perder, talvez eu não faria. Então, por isso que assim, eu vou lá, peguei o crédito, não sabia o que ia fazer, peguei o maior valor que a gente conseguiu na época, construímos o estúdio, o o negócio começou a funcionar, andou, as pessoas começaram a ficar, os nossos colaboradores, os nossos parceiros começaram a ficar extremamente felizes, porque enquanto a gente estava vendo muita gente quebrando, muita gente fechando, muita gente entrando crise em depressão, a gente tava no caminho totalmente oposto, sim, do negócio, né? Só que daí em 2022 a eh eu sempre peguei toda a parte de lucratividade para reinvestimento no negócio. Naquele primeiro momento você tirou um prolabore e o restante era para investir. É, na verdade eu nem tirava prolabore, não tirava não. A a única coisa que a gente que eu fiz pessoal foi reduzir todas as contas pessoais, tá? E tudo que podia entrar na empresa, a gente ia reinvestindo no negócio, porque da mesma forma que os eventos ao vivo chegaram, né, e tiveram, a gente teve uma lucratividade muito alta, a hora que acabou, acabou também. Foi da mesma forma que teve o pico de subida, ela teve o pico de descida e aí e aí foi para zero de novo. Só que nesse meio termo, né, antes de acabar, a gente criou os novos outros estúdios. a gente montou dos estúdios ali em frente à lagoa do Taquaral, né, antes de acabar os eventos, os eventos ao vivo, né, nós montamos os 12 estúdios porque começ da mesma forma que quando a gente montou começou a vir uma demanda de locação de estúdios menores. Posso usar seu espaço aí? Quanto você cobra para eu cobrar, fazer alguma coisa aí no seu espaço? E aí que você percebeu esse nicho? Aí começou os concorrentes quererem buscar o nosso estúdio aqui. E para não ter a marca da nossa produtora, a gente criou uma nova marca. Eu lembro que até na época a gente até brincou com os colaboradores, ó, quem achar um nome para esse estúdio vai ganhar uma premiação em dinheiro, tá? E no final ninguém achou. E aí a gente, eu cheguei aqui nessa sala que é essa sala que a gente tá, que é um quadrado e o número da casa é 404. Eu falei: "Bom, eu preciso de um nome rápido porque os concorrentes estão querendo vir." E a gente criou o nome box 404. Foi meio que box por conta das salinhas, por causa da Não, por causa dessa sala quadrada, dessa aqui que a gente tá e 404 pelo número da casa. E aí começamos a locoocar esse estúdio, começou a a ver demandas e aí a gente viu outra oportunidade. Então a gente a a primeira oportunidade foi de montar o estúdio para transmissão ao vivo. A segunda oportunidade foi, bom, a procura começou a ficar alta e aí a gente montou e e como já tinha o nome box 404, acabou ficando. Aí a gente montou o site identidade visual e nisso a gente falou: "Bom, vamos, a gente precisa dar outro outro outro passo grande". Sim. E aí a gente montou os 12 estúdios ali em frente à Lagoa do Taquaral. Então vocês mantiveram essa casa que é a semente, digamos assim. Exato. E montou então um outro estúdio que inclusive vocês estão vendo aí, gente, a versatilidade de cada um desses espaços desse estúdio e depois parece que tem um próximo passo. Então me conta. Tem. E aí nós ficamos de 2022 a 2025 reestruturando, porque eh como eu sou uma pessoa de execução e pouco planejamento, a gente errou muito na quando a gente abriu esse primeiro estúdio, né? A gente montou muito muitos cenários, a gente eh imaginou que seria um público eh e não foi. Então a gente passou 3 anos estruturando todos os processos e os estúdios, né? Então quando você, se você fosse na casa em 2022 e fosse hoje, que nem você foi, você ia ver total toda a diferença. Sim. Hoje a gente, todos os estúdios que a gente tem, eles já são estúdios, não só cenários, mas preparados com câmeras, iluminação, o switcher de gravação, operador. Então é resolver o problema do cliente numa visão 360. Mas quando geralmente a gente pensa em podcast e aluga para um cliente, as pessoas têm aquela ideia de que ela vai gravar e depois ela dá um prazo para que aquele material esteja pronto ou então ela tem que ir para casa ou contratar uma outra empresa para fazer a edição desse material, que é um outro problema. Hoje a edição na nossa área é o maior gargalo que a gente tem, é o maior problema. Então a gente criou o box para não ter esse problema. Sim. Então todas as produções elas, eu posso dizer que elas já saem 99% finalizadas na hora. Por exemplo, você sentou, sentou para gravar, você gravou seu podcast, gravou sua videoaula ou seu conteúdo, a hora que você termina a gravação, o material tá pronto, tá? Já com inserido com todos. Eh, se você tiver um podcast que você chama vídeo, GC, vinheta, ele já sai pronto, tá? A única coisa que fica no pó, que é bem rápido também, é se você tiver um erro de gravação no meio, que tem que fazer no pós base do dia seguinte, tá pronto. Então a gente dá sempre pro cliente um prazo de entrega de 24 horas, né, que hoje na nossa área não existe isso, né? Hoje os prazos são enormes. Aí você pede 10, 15, 20 dias. E quando você chegou pro cliente e disse: "Eu tenho esse prazo de 24 horas". Com certeza aumentou ainda mais o número de pessoas e empresas falando: "Eu quero usar esse espaço". Isso porque as pessoas hoje elas buscam a a solução do problema. Quando você dá um material bruto, você dá um prazo de edição muito longo, você tá criando mais um problema pro cliente. E não é isso que a gente faz no box. Hoje a gente é o estúdio mais bem avaliado do Brasil, né? Se você procurar a gente no Google, por quê? Porque o cliente ele vai chegar no horário marcado, o estúdio tá preparado para ele, né? Tem as pessoas que vão recepcioná-los, né? A gente já sabe o gosto de cada cliente no nosso sistema tem o gosto de cada cliente, ele vai chegar, sentar em uma hora ele vai sair do estúdio. Sim. Então a gente vai economizar muito o tempo do cliente porque hoje o tempo é é a é a parte mais escassa que a gente tem na vida. Sim. Então, a o cliente, se ele marcou uma hora de gravação, é uma hora que a gente vai ter lá e no final ele vai tá vai receber o material pronto, finalizado na mão. Paulo, a gente tá aqui no estúdio hoje e você já disse aqui em off que eh mudou bastante coisa em relação ao início. Inclusive a gente já tem essa questão também da inteligência artificial, que hoje é importantíssimo quando a gente fala do ponto de vista principalmente do audiovisual. Isso hoje a tecnologia pra gente ela é muito importante, né? Nós participamos da NIB, a feira que teve em Las Vegas o ano passado. Vamos participar agora em abril, esse ano também de novo, para trazer tecnologia, que é hoje tudo vai ser eh painel de LED, tá? Com o painel de LED que a gente tem no fundo, a gente cria o cenário que a gente quiser com inteligência artificial. Esse que a gente tá aqui atrás foi um que foi criado. Então a gente procura ter uma tecnologia de altíssima, né, qualidade, câmeras poderosíssimas de linha cinematográfica e um custo benefício mais baixo para mais baixo para para o cliente ele ter acesso todo esse conteúdo. Porque se você imaginar eh se eu falar para você, olha, você vai ter câmeras de cinema, câmeras robótica 4K, painel de LED, você já imagina que você vai ter um investimento altíssimo de gravação? Sim. né? E como a gente faz fracionado gravação por hora, você consegue, qualquer cliente consegue ter acesso a a uma tecnologia como essa. É um aluguel por hora para usar qualquer um dos Isso mesmo. Isso mesmo. Hoje a gente não fala que a gente aluga estúdio, né? Hoje a gente procura dar uma solução pro cliente, né? De tempo, né? Com um custo, né? Accessível, ele vai ter uma hora de estúdio com ótima qualidade e vai receber o material pronto na mão. Certo? Agora, próximo passo, só que antes de você falar desse próximo passo, eh, você mencionou que lá na pandemia, eh, fez uma linha de crédito com o governo, já tá paga. Olha, a gente a gente vai pagar a última parcela agora em março, ó. última parcela que inclusive a gente tem um número do Ministério do Empreendedorismo, justamente de pessoas que não conseguiram eh pagar porque não conseguiram sair da crise. E você tá dizendo: "Olha, a gente vai pagar a última parcela e tudo que foi entrando nesse período, eu fui reinvestindo no meu negócio." Tanto que a gente tá aqui na unidade de Campinas, mas tem o próximo passo. Tem, tem sim. Agora a gente inaugurou agora em janeiro a unidade em Jundiaí, né? que é nosso modelo de franquia. Então, a gente pegou tudo que a gente tem dos 12 estúdios aqui de Campinas, levamos os quatro melhores estúdios para Jundiaí, tá? Já fizemos uma casa modelo com todo o visual arquitetônico, né, todo desenhado. As pessoas vão poder comprar esse modelo de franquia a partir de a partir de de maio, tá? Esse modelo. E já inauguramos agora já já conseguimos bater a meta no primeiro mês de abertura. Por que vocês escolheram Junjaí? Porque é mais próximo de São Paulo. Eu acho que ali ele não fica tanto ali na capital, mas também atende o público da capital. É isso o que acontece. São Paulo tem muito já nesse mercado de estudos, então tem várias opções. Jundiaí não tem tanta opção e fica próximo, né? Por exemplo, de da nossa unidade até Alfaville é 35 minutos. Sim. A pessoa se ela tá em Alpavil e vai entrar no meio de São Paulo, ela vai gastar 50 minutos a 1 hora e meia. Então, a gente tá próximo dos grandes players do mercado ali, né? E a gente tá numa cidade que não tem eh nada parecido com o que a gente tá trazendo de novidade. Tanto é que tá até surpreendendo, né? A gente abriu dia primeiro de janeiro, já no primeiro mês a gente, a meta que a gente tinha, a gente fez conseguiu fazer 200% da meta. A meta é o quê? Quanto quanto, por exemplo, a utilização da são quatro salas, né? Quatro estúdios, né? Quatro estúdios. Isso. Então, os quatro estúdios ficaram assim, agenda cheia. Não, a gente não trabalha com agenda legal. Isso. A gente trabalha com 30% da agenda. Hum. Né? Por quê? Para não ter problema de encavalar uma gravação na outra. Hoje a gente trabalha de uma forma que a gente cuida muito bem do nosso cliente, né? Então a gente já pensou em ter um overbooking, né? Ter uma agenda cheia até passar. Mas hoje não é o que a gente precisa. Hoje a gente precisa ter 30% de uso dos estúdios para que a gente consiga atender o cliente com excelência, tá? É a qualidade do matalidade, isso é a qualidade do material. Quando a gente montou aqui no início era a quantidade, tá? Hoje a gente já tá num outro processo que é de qualidade. 30% de uso da casa, né? Com três colaboradores em cada unidade, a gente consegue ter um faturamento muito bom e uma lucratividade bem alta. Agora você já deu um spoiler aqui que a partir de março o negócio tá formatado para franquia. Isso mesmo. Nesse processo vocês já estão, por exemplo, atrás de parceiro, consultorias especializadas, justamente para levar esse modelo, porque quando a gente pensa em franquia é um modelo replicável, correto para justamente quem vem ser quem vier a ser o franqueado saber, olha, eu tenho preciso seguir passo a passo essa cartilha com a marca e com tudo. Tá tudo para a gente já tá com assessoria já, né? a gente tá com previsão de 2027 entrar na ABF, né, que é feira de de franquias para expor para pras pessoas. A procura, eu já tenho muitas procuras desde o ano passado de pessoas querendo montar, mas como a gente finalizou os processos agora, né, para ele ser replicável e a gente montou essa casa em Jundiaí para você ver, vocês estão vendo nas imagens aí, ela é uma casa modelo, é uma casa muito fácil de ser replicada, né? A nossa, os nossos estúdios todos eles são desenhados. Então o cliente que comprar uma franquia, ele já vai receber os modelos de estúdio que ele pode colocar dentro da casa dele, né? E toda parte de venda, né, vai ficar com a gente. Sim. Então o cliente que comprar uma franquia, ele só tem que tocar o processo da casa. Toda a parte de enviar clientes, negociar com clientes, fica com a gente, tá? Agora, com tudo isso, eh, qual é a previsão de investimento, faturamento em 2026? Legal. Vamos lá. Essa unidade a gente já montou com investimento de 400.000, que é o modelo que a gente quer oferecer pros clientes, tá? Então, cada unidade com quatro estúdios, uma média de R$ 400.000, já com quatro estúdios altamente tecnológicos, né? Com estúdios com painel de LED, estúdios de podcast, estúdios de gravação de curso, tá? E o e o e o payback disso, né? Se a gente for pessimista, a gente coloca 2 anos, tá, né? Mas o cenário atual é um ano, tá? De retorno desse dinheiro, tá certo? Então, e eu já te convido, então, a voltar ao ser empreendedor quando tivermos aí com esses dois anos para você contar como foi. Combinado? Até até lá a gente já vai ser a maior rede de estúdios do Brasil, tá lá? E você vem contar aqui pra gente, combinado? Obrigado, Mina, obrigado pelo convite. E a gente encerra esse bloco do ser empreendedor. Lembrando que agora você acompanha aí as dicas de leitura a respeito de empreendedorismo. Eu volto já já. Storetelling e inteligência artificial. Como reinventar o marketing digital com verdade, emoção e propósito? Combinando exemplos concretos, exercícios práticos e reflexões de quem vive a transição digital por dentro, esta obra é destinada a criadores, empreendedores e profissionais da comunicação que procuram mais do que eficiência, querem ressonância. Nele, o autor mostra como aliar a IA e a narrativa sem perder a voz. Como transformar dados em diálogos e como fazer da tecnologia uma extensão da intuição e não seu substituto. A alma brasileira do negócio. Da era de ouro a era digital, como a comunicação transforma o mundo. Neste livro, Luiz Lara, um dos maiores nomes da publicidade brasileira, ensina como grandes ideias tornam marcas inesquecíveis, se misturam ao cotidiano das pessoas e até provocam transformações sociais. Lara mostra a importância de não perder de vista a missão essencial. Criar valor onde só havia produto, gerar desejo onde antes havia apenas a necessidade e mover a indústria e a sociedade com criatividade, sem perder o jeito brasileiro de ser. Hábitos atômicos, um método fácil e comprovado de criar bons hábitos e se livrar dos maus. Nesta obra bestseller do New York Times, James Clear fala sobre como pequenos hábitos podem gerar grandes mudanças na vida de uma pessoa. [música] Ele compartilha estratégias práticas para criar hábitos positivos, eliminar os negativos e fazer pequenas mudanças de comportamento no dia a dia. Ao longo do livro, os leitores podem se inspirar em histórias de medalhistas de ouro em olimpíadas, artistas premiados, líderes de negócios e outros astros que usaram a ciência dos pequenos hábitos para dominar o seu ofício e alcançar o topo. [música] [música] E neste segundo bloco a gente continua falando sobre podcasts, até porque ele é um meio de comunicação muito importante para empresas e líderes de marketing. Um cenário onde as pessoas tentam ter um programa para gerir um ecossistema de influência. E é nesse contexto então que o Daniel também há 3 anos decidiu investir nesse mercado. Ele trabalha com a família em um outro negócio de veículos que não tem nada a ver com comunicação e vai contar pra gente porque então ele se encantou pelos podcast e por decidiu então ter um. Daniel conta para nós, né? A gente tá aqui meio que encenando, mas o nosso microfone da TV é outro, mas esse geralmente é o conhecido de um podcast. Isso. Como que o que aconteceu na sua vida que de repente você tava, né, e você está ainda, como você me contou, trabalhando numa área de veículo, de repente podcast, comunicação, que que aconteceu? Vamos lá, Mina. Eh, eu comecei na área do podcast e eu fui, eu fui convidado para, eu não conhecia como era um estúdio, nunca nem tive curiosidade, nem assistia podcast, para falar a verdade, não, não, nem assistia podcast. E eu fui convidado para participar de um canal que chama Sem Estress, que é de um amigo meu para falar da vida. Eu tive um uns problemas pessoais no passado de algo que aconteceu e graças a Deus foi tudo resolvido. E aí, pô, Daniel, vem contar sua história aqui. Vamos falar de superação. Foi uma superação. Eu fui contar uma superação e quando eu cheguei lá, eu fiquei encantado. Falei: "Pô, câmera ali e tal, né?" E assim, e eu gosto, eu sou fução, então eu gosto de mexer com essas coisas. E eu falei: "Cara, que bacana". Aí participei do podcast, cara. Eu eu fui acho que o cara mais visto do canal deles. É, é aqui em Campinas mesmo ou não? Hoje eles são clientes meus. Olha que top. E eles são meus primeiros cliente. Tá, mas e aí você tava ainda lá no podcast participando. Isso, participando. E aí um dia eu conversando com eles, né? Depois que eu gravei o podcast, falei: "Cara, pô, eu tive uma, isso daí é uma ideia bacana, tá em alta, né? Tá todo mundo, né, que você gosta de podcast, cara. Eu sei lá, eu vou ver se eu consigo investir nisso na época. Aí eu falei, pô, aí eu comentei com um amigo meu, advogado, né? Ele falou: "É, Daniel, você quer? Vamos embora, vamos para cima. Aí eu peguei e falei: "Então tá bom, doutor". E aí junto com o doutor e eu, a gente você tem um sócio, então eu ou você não tem mais e teve isso. Você teve esse sócio lá no início do negócio. E na verdade uma pessoa ou ele foi um investidor, ele foi uma pessoa que me ajudou, tá, né? Eu não se ele Mas com investimento ou com uma ajuda moral? Como que foi essa história do ponto de vista do negócio? Os dois. Os dois. Os dois. Isso. Os dois. é uma pessoa que Deus coloca pessoas no nosso caminho que a gente não entende nada, né? Sim. E isso aconteceu comigo devido uma história de vida que aqui eu tive o problema. E o Dr. Vanderlan, né, foi uma pessoa fundamental nisso aqui. Por isso que o estúdio chama Way Stúio, que é W de Vanderlan, D de Daniel, foi uma pessoa que me ajudou. Hoje ele, mas ele vem aqui, ele vem aqui só para ver como que tá, para elogiar e tudo certo, né? E ele fala isso mesmo, né? E ele foi uma pessoa que me incentivou e me colocou, vai embora, Daniel, né? E aí eu também. Só que assim, hoje você tá olhando isso aqui, não era assim, mas já era nesse local ou era em outro endereço? Sempre foi nesse endereço. Aqui é uma sala comercial. Isso. Aqui é uma sala comercial. Não era essas cadeira, não era as outras coisas, não era esses microfones, não era o computador. A gente começou com coisas simples. Sim. E aí o negócio começou a andar. Aí eu fui evoluindo, aí eu fui trocando, eu fui mudando e ainda tô mudando mais. Cada cada vez que as pessoas vêm aqui tem alguma coisa diferente. Você tá, na verdade reinvestindo, você aluga e esse dinheiro você reinveste na melhoria do seu podcast. Exato. Seu espaço. Isso. Quem vê há um ano e pouco atrás, dois anos para que para hoje é uma diferença bem bem grande. Mas naquele dia que você então conversou com o Vanderlan e ele se propôs a ser seu sócio inicialmente, esse investidor, qual foi então a estratégia que você encontrou para buscar a informação do que você precisaria minimamente para ter um espaço como esse? Internet. A internet hoje é se você souber usar ela pro bem, ela vai te atender. Então eu eu não sabia o que era um OBS Studio, que é o programa que faz os cortes, que faz a transmissão ao vivo, que faz as gravação. É um programa difícil de mexer. Foi a minha maior dificuldade que eu tive no começo. Mas você teve que fazer algum curso especial ou você foi estudar na internet também? Estudei na internet, no YouTube, passo a passo. Fiquei mais ou menos uns 30 dias aqui dentro, sem ter cliente, sem nada, só com o espaço alugado e os equipamento. Fui entender como que liga a câmera, fui entender como que faz corte de câmera, fui entender passo a passo. Quando entrou na minha cabeça, aí eu chamei o pessoal do canal de sem estress porque eles jáus amigos, meus meus amigos. Isso. Vamos, vamos testar lá no meu estúdio para ver isso. Idalmir Sampaio que eles que me, eu participei do canal deles, então eles foram uma chave também, né, para mim entender. Eu falei e eu gostei disso e eu gosto, eu tenho o prazer de vir aqui, eu tenho prazer. Hoje eu eu tenho cliente, mas parece que são meus amigos. Sim, tenho muito psicóloga que grava aqui comigo. Eu, pessoal da igreja é o meu público maior hoje é igreja. Você é de uma denominação de igreja e é da sua igreja que a maior parte vem aqui? Nenhum da minha igreja. Vou agora a partir do momento que você chamou o pessoal do sem Estress, que foi essa turma que te deu esse insight, como foi então a na sequência conquistar cada cliente, como que eles foram chegando até o Daniel, até o WD? Vamos lá. Eu aprendi a fazer tráfego pago, tando no Instagram, no Facebook, né? E comecei a fazer tráfego pago. No começo foi um pouco difícil por assim, o meu preço hoje que eu faço aqui no WD é o no mercado daqui de Campinas, eu falo para você que eu acho que eu sou o cara que tem o melhor preço, tá? Porque assim, qualquer estúdio que eu vi por aí, eu pesquisei qualquer estúdio e R$ 250, R$ 300 a hora, qualquer um até de fundo de quintal que eu já vi. Então assim, o que que eu fiz? Eu fiz uma coisa meio custo benefício para todo mundo, que se paga meu estúdio, né? Se paga tudo e eu ganho também na quantidade de pessoas, porque hoje de segunda a sábado, eu tenho cliente aqui. É de é por hora, é por hora, tá? Então assim, as pessoas, hoje tem dia, Daniel, por favor, ô as pessoas, Daniel, me ajuda, Daniel, arruma um horário para mim, pô, Daniel, eu preciso gravar educação. Eh, as moças do que grava, chama Pode educar, pessoal da fala sobre educação. Muito bacana. Eu tenho vários, eu tenho vários clientes aqui que fala sobre autismo, falam de muito coisas boas, sabe? Então assim, e eles estão ser diretamente gravando. Sim. Tem dia que eu aconteceu, eu falo: "Ó, vamos marcar para hora para esse horário, vamos pôr no sábado, vamos." Às vezes eu tenho, eu manejo para mim poder não deixar ninguém na mão durante a semana. Entendi. E aí, Daniel, quando você passa a fazer esse tráfego pago, hoje você falou que, inclusive, a maior parte dos seus clientes são pessoas que vêm gravar programa relacionados a questões eh religiosas, né? Como que também você atingiu esse público por esse tráfego pago ou você fez algum tipo diferente de propaganda? Não, a maioria foi tráfego pago, só que aí começa o boca a boca. Você entendeu? Ainda funciona, apesar de dessa internet tão poderosa que a gente tem. Pode falar sim. Eu tenho um cliente que é chama Edu Variedades. Ele é um dono. Eu conheço Edu lá da Padre Anche isso. O Edu, meu amigo, conheço. Morava lá. Você morava Edu? Através da vida do Edu, eu já trouxe dois, três clientes para cá. Sim. Inclusive ontem quem gravou aqui por hoje foi ele, Edu Variedades. Certo. Ele com a filha dele. Então assim, você vê o podcast dele aqui, chama pai e filha, podcast. Através da vida do Edu veio bastante cliente. Através da vida de um pessoal da igreja veio outro pessoal. Então assim, um vai falando pro outro e o chamativo, né? O lugar não é ruim, é fácil acesso para todo mundo aqui na rua do estádio do Guarani, né? Então assim, é um lugar bonito, bacana, né? Não sou não sou o melhor estúdio ainda, né? A gente estamos no passo a passo, estamos melhorando cada vez mais para atender nossos clientes da melhor forma, né? Só que assim, o o que eu cobro hoje atende todo mundo. Sim. E o boca a boca funciona. Eu não tô fazendo tráfego pago mais que se eu fizer eu não vou poder não vou conseguir atender. Até porque você me contou que tá num período de transição. Você trabalha com a sua família nesse negócio familiar relacionado a veículos, mas que você quer alçar vo próprios e que aqui é esse projeto desse voo. É isso. Isso. Eu pretendo tem mais uma sala de podcast. Eu acho que assim, a hora que eu chegar no nível de mais uma, infelizmente, né, já lá na minha família já sabe que qualquer hora, né, não vou chegar amanhã, felizmente não. Felizmente, né? Infelizmente, exato. Eu vou chegar lá e vou, ó, amanhã eu não venho mais não. Mas eu vou me programar, já vou programar eles para que eu vou, né, que eu Por isso que você tá fazendo essa transição. Isso, essa transição. Que nem eu consegui chegar nesse nível agora, né, de eh de segunda a sábado ter cliente aqui. Mas aí como você ainda faz esse outro trabalho aqui, um pouco mais restrito, correto? Tá restrito e não tá. Eu vou te explicar o porquê. Hum. Olha, se eu recebi duas ou três cotação durante o dia, é muito. Durante o dia não aparece gravação. Pelo menos eu não tenho esse nicho aí de gravação durante o dia, correto? Então é uma coisa que não me atrapalhou a trabalhar na loja. Todas as gravações, todas as cotações, sempre é depois das 18 horas que o pessoal pede, correto? E com o segundo estúdio você vai conseguir atender essa demanda de quem também tem compromisso o dia todo, mas quer gravar o seu podcast após o horário comercial. Exato. Porque assim, geralmente das de segunda a sábado tá cheio. Então, por exemplo, no meio da semana, a partir das 18 horas, você consegue eh marcar quantos podcasts? Quatro. Quatro. Então, as pessoas gravam em tese até umas 10, 11 horas da noite. Até meia-noite. Até meia-noite você grava. Isso. Até meianoite, tá? E aos sábados? Ao sábado eu abro a 1 hora, que é hora que eu saio da loja e até a hora que tiver cliente. Ó, até a hora que tiver cliente. Exato. E com a segunda com a segunda sala que vai ser, você já falou que vai ser nesse mesmo espaço. Aqui é um coworking comercial. É isso. Isso. Isso. Isso. Aqui do lado é uma sala de pilates. Ali é uma clínica, né, de estética, Dra. Poli. Então é assim, e eu por quê? Se eu tendo duas, por exemplo, tem dia que eu tô recusando pessoas durante a semana à noite. Entendo. Você entendeu? Então assim, se eu começar a chegar numa demanda de eu ter o que eu já tenho e todo dia ainda aparecer mais, então se outra opção já abrir outro estúdio. Agora vamos ao que interessa para quem tá lá assistindo em casa. Você investiu minimamente quanto para abrir esse estúdio? Minimicamente. Vamos lá. Lá no começo, quando você falou, eu peguei o básico. No básico a gente gastamos uns 20 20.000 20.000 20.000 que você tem reinvestido ao longo desses 3 anos para melhorar a qualidade e que agora você vai dar um upgrade com uma segunda sala. Qual a previsão para que ela seja aberta essa segunda sala? Olha, se continuar, né? e vai continuar do jeito que está. Eu pretendo aí pelo menos no máximo daqui uns se meses. Eu já tô desenhando até o início do próximo semestre teremos novidades. Provavelmente, provavelmente. A gente tô estudando, né, colocando os custos, porque assim, eu tenho uma intenção de deixar uma sala um pouco, tipo, essa daqui seria um pouco mais inferior e montar uma mais top, vamos se dizer assim, correto? Porque assim, você tem o público que paga caro e você tem o público que não tem o dinheiro para, por exemplo, se você for num outro estúdio desses top por aí, hoje a hora de uma gravação é R$ 800, R$ 900. E assim, hoje em dia quem é que tem 800 para uma hora. Então assim, o custo que eu faço aqui atende todos, consegue atender todo mundo. E eu queria montar uma outra um pouco mais avançado, sabe? em termos de câmera, eh, estilo, eu acho que um estilo mais, esse daqui tá um estilo meio jovem assim, mas um estilo mais social, sabe? Algo mais de empresário. Sim. Então eu pretendo montrar uma sala assim, uma cadeira, não gamer, mas uma cadeira eh de empresário, sabe? Montar uma coisa um pouco para um outro público, para um outro público, porque eu tenho uns clientes e a gente tá aberto aos feedback, né? Eu acho que os feedback ajuda a gente mudar as situações. Então assim, tem cliente que não gosta dessa cadeira. Entendi. Mas a os jovens adoram essa cadeira, tá? Mas se for uma pessoa que quer falar sobre o seu negócio, a sua empresa, ela já prefere uma cadeira mais neutra. Isso. Uma cadeira mais neutra, um lugar mais chique, vamos se dizer assim, correto? Então eu já recebi uns feedback assim. E é com esses feedbacks que você vai formatando esse novo espaço que você quer abrir. Exato. Eu tô desenhando oposto desse daqui. Daniel, eh, 3 anos nesse mercado e vindo de um outro setor totalmente diferente. Você já tinha alguma vez na sua vida imaginado que ia trabalhar com comunicação nesse sentido? Não, não. Sempre trabalhei em transportador a minha vida inteira. Eu fiz uma faculdade de logística. Então assim, ó, eu nunca imaginei que eu ia saber mexer num sistema OBS, nunca imaginei tudo. Mas a logística te ajuda aqui também? Acaba te ajudando um pouquinho ou não? Não tem nada a ver. Não tem nada a ver. Não tem nada a ver. O que eu andei fazendo foi uns cursos de marketing digital, sabe? Ah, mas depois voltado pra comunicação. Isso, voltado pra comunicação. Pretendo ainda fazer mais uns cursos aí de edição de vídeo, algumas coisas, porque eu acho que primeiro quem tem que aprender tudo sou eu, né? Então, pra gente fazer o melhor para atender nossos clientes aqui. E como você se vê sendo um empreendedor que saiu daquela linha reta, digamos que você vinha de um negócio familiar, que sempre trabalhou com veículos, num outro contexto e agora se coloca nesse desafio, né? Se colocou há 3 anos e agora num novo desafio, inclusive de ampliar o seu negócio. Como você se vê? Olha, às vezes falar da gente é um pouco difícil, né? Mas assim, ó, eu eu vi que eu sou capaz, né? Eu acho que todo mundo é capaz, mas você precisa ter força de vontade, você precisa querer, né? Você tem que correr atrás dos seus sonhos. Então, assim, isso é uma coisa que eu me apaixonei por isso. Isso para mim não é só um trabalho para te falar a verdade, foi algo que eu gostei, sabe? Quando você se apaixona por aquilo, né? Eh, eu acabei gostando, né? Hoje eu eu gravo, eu tenho um canal na internet que chama Confessionário, né? Eu gravo, sabe? Trago um pessoal, pessoal da música. Ah, então você só não aluga não. Você também é um podcaster. Eu tento, né? Eu tento, eu tento, eu tento gravar um podcast, sabe? Isso é uma coisa que é como se fosse uma terapia. Você não é, sabe? É uma coisa vai além do ganho. Vai além do ganho, né? Vai além do ganho. Mas hoje eu trabalho sozinho aqui, eu que faço tudo, né? Eu, mas outra sala com certeza vai ter que ter alguém. Aí vai precisar ter duas pessoas no mínimo. Tá certo? Então, olha, muito sucesso para você. Parabéns pela iniciativa e quem sabe a gente se vê logo num segundo espaço para você contar para nós sobre essa evolução. Não, pode deixar. Ah, tá certo. Então, olha só, o ser empreendedor então fica por aqui. Lembrando que todo domingo às 5 horas da tarde a gente estreia um programa inédito, contando as histórias como a do Daniel, como também a do Paulo, que a gente contou no primeiro bloco, e tantas outras em vários segmentos. [música] Até um próximo ser empreendedor.
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