TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Ser Empreendedor | Programa ALI Sebrae
Em destaque · HD Vídeo · SER EMPREENDEDOR

Ser Empreendedor | Programa ALI Sebrae

122 views Publicado há 3 semanas HD · 37:12

Descrição do vídeo

Criado em 2008, o Ali Produtividade do Sebrae já formou mais de 1700 agentes locais de inovação. Em Campinas, a analista de negócios Priscila explica os critérios do programa: micro e pequenas empresas com pelo menos um ano de mercado, da indústria, comércio ou serviço, recebem até seis meses de acompanhamento gratuito de um bolsista do Sebrae, que pode atuar até 36 meses no programa e acompanhar até 25 negócios por ciclo. Os empreendedores Alef Johnny e Gabriel Schettini Rocha relatam como a metodologia mudou seus negócios, no ciclo de entrevistas sobre empreendedorismo da TV Câmara.

Transcrição completa do vídeo

34 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, [música] o ser empreendedor de hoje vai falar sobre o programa do Sebrai Aliutividade. Criado em 2008, ele já soma mais de 1700 agentes. Pra gente entender melhor o que é este programa, estamos aqui no escritório regional do Sebrai em Campinas. E a Priscila, que é analista de negócios, vai detalhar pra gente. Priscila, primeiro conta pra gente o que é o Ali Produtividade, tá? O Ali Produtividade, ele é um programa de inovação voltado a micro e pequenas empresas, né? O objetivo dele é aumentar a produtividade do negócio por meio da implementação de uma metodologia em loco lá na empresa dele, onde o às vezes o empresário na correria do dia a dia ele não tem tempo de procurar apoio ou ele não, às vezes ele não passa pela cabeça dele que é possível implementar pequenas inovações ali dentro da empresa. Então esse empresário ele vai receber um acompanhamento ali de até 6 meses de um agente local de inovação. Mas é para que tipo de empresa? para empresas que micro e pequenas empresas que tenham ali pelo menos um ano de atuação no mercado, sejam elas da indústria, do comércio ou do serviço, tá? Então, essas empresas elas ali, desde que ela não tenha participado do programa, eh, no ano de 2025, elas estão aptas a participar do programa novamente. Então, pode participar mais de uma vez, vamos supor, uma empresa que já participou em 2024, em 2023 ou lá no comecinho em 2008, pode participar de novo. Sim, inclusive até interessante porque a própria metodologia ela se modifica ao longo do tempo de acordo com as necessidades que vão sendo sentidas pelo mercado, daquilo que precisa ser renovado, da das próprias experiências ali que são eh acolhidas durante a aplicação do ciclo. Então, a gente entende que é preciso também renovar ali a metodologia, os processos, as ferramentas que são utilizadas durante a aplicação da jornada ali com o empresário. abrir inclusive o ser empreendedor de hoje falando dessa formação de mais de 1700 agentes pelo país. Então, antes de chegar até o empresário, o programa chega a uma outra pessoa. Quem é o agente Ali? Sim, o agente Ali, que é o agente local de inovação, né? ele é a pessoa responsável ali por acompanhar a aplicação da metodologia dentro da empresa. Ele é um funcionário do Sebrai, ele é um bolsista do SEBRAI que é capacitado pelo SEBRAI ali na metodologia do Ali e ele vai até a empresa para fazer ali a aplicação e acompanhamento da metodologia. Mas qualquer pessoa pode ser um agente AL como existe um processo seletivo também para esse agente? Sim, de modo geral, né? ali em torno de a cada 2 anos e meio, existe um processo seletivo, eh, onde de acordo com as especificações do edital, eh, alguns critérios, como, por exemplo, de de graduação, alguma experiência com pequenas empresas, aonde eh esses agentes eles podem participar desse edital para fazer parte ali do quadro de bolsistas do programa. Sim. Agora, esse bolsista que vai ficar seis meses acompanhando esse empresário e a evolução dessa empresa, nesses se meses, ele fica só acompanhando uma empresa ou não? Um um agente local de inovação, ele fica num programa, ele pode ficar num programa até 36 meses, né? Então ali durante cada ciclo, um ciclo ele tem uma duração de aproximadamente até 6 meses. Em cada ciclo ele acompanha ali até 25 empresas. Sim. Então considerando aí que ele vai passar pelo menos quatro ou cinco ciclos, né? 25 empresas em cada um desses ciclos ele consegue acompanhar. Quando a gente fala agente local de inovação, o que que é essa inovação? E esse agente local, ele é quem? Ele é quem conhece aquela comunidade, ele é quem conhece aquela cidade ou quem conhece aquela região. É isso não. O agente local de inovação, a gente entende que ele é aquela pessoa que ele tem aquela aquela bagagem de conhecimento e também a e além disso, o AL Produtividade, ele também é um programa de extensão, ele tá ali vinculado a uma atividade acadêmica. Hum. Então ele é um eh ele quando ele faz a aplicação na metodologia, né, ele é ele é capacitado para aplicar a metodologia e ele vai lá e ele aplica essa metodologia e ele contribui não só a partir da metodologia, mas com a própria bagagem de conhecimento que ele tem. Então, se eh o agente ele tem domínio, por exemplo, na área de marketing, na área de vendas, né, ou na área de planejamento, finanças, ele consegue também contribuir muito mais com o empresário que ele tá acompanhando naquele ciclo. Então, ele ele é um agente que ele acompanha essas empresas e ao mesmo tempo que ele acompanha aquelas empresas, ele permite a conexão entre os empresários e a e os tipos de negócio ali daquela região. Ô Priscila, já que você falou em conexão, como é feita então esse essa conexão entre o agente AL e o empresário? O que que é visto para levar em consideração que é aquela pessoa que vai acompanhar aquele modelo de negócio? É feito o quê? É feito um sorteio? É aleatório ou não? É do ponto de vista de que olha, essa empresa ela tá precisando mais um apoio nesse sentido. O que é isso? tá? O agente local de inovação, ele está apto a acompanhar qualquer uma das empresas que estão ali dentro do do grupo de empresas aptas a participar do programa. Então, ele tem um domínio eh tanto da parte acadêmica como o conhecimento técnico e o conhecimento específico ali voltado para para cada uma daquelas empresas. Ele consegue acompanhar todas elas. Por mais que em cada empresa, né, cada realidade diferente, vai ter um desafio diferente, uma oportunidade diferente, eh uma forma de atuar diferente, mas aí o agente ele tem essa capacidade de ir lá e e atuar com aquela empresa ali da melhor forma possível, respeitando sempre a metodologia e os princípios do programa. Você falou sobre metodologia. Essa metodologia ela traz o quê? ela traz um passo a passo para ele melhorando o seu modelo de negócio ou ele ele acontece ao mesmo tempo, mas ele traz, digamos que áreas diferentes dentro desse negócio, por exemplo, marketing, eh faturamento, o que como é mais ou menos bom, todas essas áreas eles podem ser trabalhado, né? A gente entende que todas as áreas ali da empresa elas podem ser trabalhadas pelo programa. Então como é que acontece? Existe um um a metodologia específica do programa, ela foi desenvolvida com base em um conjunto de ferramentas ágeis, eh, onde se tem uma jornada para inovação. Essa jornada hoje ela é chamada de conectar, onde cada uma dessas letras da jornada e faz referência a uma etapa dentro da metodologia. Então, eh, quando a empresa ela começa a a fazer parte do programa, ele vai passar ali por um processo de, eh, diagnóstico empresarial, onde vai entender a maturidade da empresa nas diversas áreas, seja marketing, seja finanças, planejamento, sustentabilidade. E a partir disso se tem ali uma visão inicial daquele negócio. E aí o empresário ele pode optar por trabalhar aquela área que ele tem eh um pouco mais de oportunidade de melhoria ou então às vezes ele quer trabalhar aquilo que ele já faz muito bem. Então isso fica muito a critério ali entre ele e o agente que tá acompanhando. Sim. Depois é seguido por uma série de ferramentas onde o objetivo é mapear realmente os desafios, né? Mas ali, o que é que de fato no dia a dia eu sinto que pode reduzir a minha produtividade? Então, junto ao agente, ele começa a trazer essas questões que muitas vezes a gente a gente se depara com desafios que a gente acredita que é o nosso maior desafio na empresa. Nem sempre é. Então, a metodologia ela tem um modelo de parametrização, né, onde ele faz ali uma um cálculo dos desafios que foram trazidos pelo empresário para que seja escolhido um desafio para ser trabalhado ali durante a metodologia. Sim. Depois disso fe faz é realizado o mesmo processo ali com a busca da solução, que seja uma uma solução que tenha como objetivo ou aumentar o faturamento ou reduzir o custo, que também seja de fácil implementação, né? Porque às vezes tem soluções que às vezes já tem a solução para problema, mas às vezes não é fácil implementar. Sim. Então a gente busca ali soluções junto ao empresário que sejam de fácil implementação e que gerem o resultado. Então, eh existe um um processo ali de de transformação, onde a empresa ela recebe um plano de ação e o agente ele acompanha a implementação das melhorias ali ao longo do ciclo. E pra gente entender como é na prática esse atendimento, nós vamos conversar com uma agente local de inovação para entender melhor esse funcionamento, qual é a função dela, como ela tem se sentido sendo uma agente aqui na nossa região. E a Priscila Paiva, que é agente Ali, vai contar como é ser esse profissional, essa pessoa que acompanha as empresas durante o programa. Primeiro me fala como você se tornou uma agente alien. Bom, o agente ele vem através de um edital, né? Então é, você descobriu qual? Internet, redes sociais. Eu já acompanho o Sebrai há muito tempo. Sebrai é uma empresa renomadíssima no Brasil inteiro. Então eu já morei em outros estados. Nesses outros estados já conheci o Sebrai, já prestei serviço pro Sebrai em outros estados. Então, quando eu vi que o edital abriu aqui em São Paulo, eu falei assim: "Ah, é uma excelente oportunidade". Entendi. E aí já se inscreveu no processo seletivo? Me inscrevi no processo seletivo, que é um processo seletivo bem longo, extenso, com prova de conhecimentos específicos, gerais, prova escrita, depois entrevista, títulos, experiência. E aí, apta, como que foi essa preparação para se tornar um agente? A preparação, ã, ela vem de uma certa experiência que já é exigida em edital, mas o Sebrai ele capacita também. Nós passamos por 30 dias aproximadamente de capacitação bem intensa. Então nós destrinchamos ali a metodologia por completo, entendemos todas as ferramentas e a gente vem para dentro das empresas depois na prática já com toda essa bagagem. Sim. Mas aí você teve toda essa bagagem, tá um certo tempo já. Dá para lembrar como foi eh esse primeiro, esse primeiro empresário, essa primeira empresa que você acompanhou? Dá, dá para lembrar. O primeiro sempre dá um friozinho na barriga, né? bem ali quais serão as respostas, quais serão as demandas da empresa, eh, dá realmente um friozinho na barriga, mas mas foi tudo bem. Como foi assim essa abordagem? Foi tudo bem, foi tudo bem. Eh, a empresa ela já vem como um pré-cadastro, né? Então, na nossa primeira reunião presencial, ela já tava esperando, ela já tinha as informações, já tinha uma certa expectativa. Eu já tinha explicado para ela o que que a gente faria nessa primeira reunião e foi tranquilo. Desde que você entrou, quando o ano passado. O ano passado. Desde que você entrou, então, quantas empresas você já acompanhou? Entre 80 e 90. Sim. E qual é a diferença hoje da Priscila? daquela Priscila que acompanhou a primeira empresa. Teve um amadurecimento aí? Nossa, é um amadurecimento gigantesco. É uma bagagem de experiência que eu acho que nenhum outro lugar proporciona além do Sebrai. Ã, o Sebrai ele abre muitas portas, ele apresenta pra gente uma oportunidade muito diferente de segmentos. Então eu cresci muito mais do que 100%. A a Priscila, lembra da, se for comparar a Priscila que aplicou o primeiro ciclo na primeira empresa para hoje, é bem diferente. Olha, e quando a gente pensa em todo esse processo, para quem pensa, olha, eu vou ser um agente, né, Ali, eu não entendo muito, tem todo o respaldo do Sebrai. Tem todo o respaldo do Sebrai. A gestão, ela fica sempre disponível para nos ajudar. Esse treinamento, essa capacitação inicial, ela é muito importante, ela vem de forma consistente mesmo paraa nossa jornada. a gente vai paraa prática durante a capacitação, então a gente se atende como se fosse um empresário que tivesse ali na frente, tirando as principais dúvidas junto com outros agentes, junto com a gestão. Então, eh esse esse esse preparo inicial ele é muito importante. para você como a gente ver aquela empresa que você chega para prestar esse trabalho e depois de se meses o resultado. Qual é o sentimento, Priscila? É um sentimento de muita gratidão. Eu já vivi casos assim, já ouvi relatos, feedbacks de resultados incríveis de empresas. Eu já peguei empresas que tavam para fechar, que eu cheguei e a empresária disse para mim: "Prcila, eu nem sei se eu faço esse programa porque eu tô para fechar e de repente ela recebe aqueles resultados e ela não fecha mais a empresa." Então é o sonho de uma pessoa que se mantém, é uma família que se mantém sendo alimentada por aquele sonho, são funcionários, é família de funcionários. Eh, são histórias muito bonitas, porque a gente entende que além do processo organizacional, além do processo de gestão da empresa em si, tem muitos atores que dependem daquele CNPJ. Então, trazer essa transformação, trazer esse resultado, é realmente muito gratificante. E olha só, daqui a pouquinho você vai ver algumas dessas histórias. No próximo bloco, nós vamos mostrar quem são esses empresários, como eles têm sentido e como eles têm evoluído com o programa. A gente volta já já com o ser empreendedor, mas antes fique aí com as dicas de livros sobre empreendedorismo. A gente começa com o diário de um empreendedor, de Marcel Malkzewsk, que aborda as questões mais frequentes relacionadas à ação de empreender através do relato de situações e experiências que o autor viveu ao longo de cerca de 20 anos. construindo um negócio de tecnologia a partir do zero. Ele traz quais decisões foram corretas, quais erradas e quais foram suas consequências. Assim, o propósito é contribuir para que o empreendedor possa criar alguns atalhos para o sucesso do seu negócio, antecipando situações pelas quais passará com certeza em sua trajetória para evitar erros e mitigar riscos. O livro das ideias, Inovação e empreendedorismo, escrito por Augusto Dias Carneiro, traz estratégias práticas para organizar, disciplinar e transformar ideias em valor real. Ensina a arte de comunicar e vender sua visão para convencer outras pessoas ou empresas. mostra como aproveitar ferramentas de IA para gerar, turbinar e executar projetos com a visão estratégica de como identificar oportunidades e se defender de ameaças externas no mercado. Eu empreendedor, um guia de empreendedorismo para você que ama o que faz, mas não sai do lugar. de Leonardo Mac. É um livro para quem quer aprender o passo a passo para empreender do zero, compreender os principais erros dos pequenos empreendedores e como evitá-los. Entender a forma mais assertiva para empreender e ter resultado. criar um negócio profissional que flutua por si só e impulsionar a sua empresa, levando-a a outro patamar, usando o 5c do crescimento do negócio. E neste segundo bloco, a gente veio conhecer empreendedores que participaram do programa Ali de Inovação. O Johnny é um deles. Ele que tem uma loja de salgadinho. Só que antes de você falar pra gente sobre o programa Ali, especificamente, me conta um pouquinho da sua história, empreendedora. Johnny, parece que você está em Campinas há 5 anos e chegou um momento na sua vida que você tava trabalhando em quatro empregos. Coro. Quatro empregos. No ano de 2022, eu trabalhei em quatro empregos. Eu era motoboy, eu era chapeiro num lugar, fazia massa de salgado, ainda trabalhava fritando salgado em outros dias. uma loucura, então. Uma loucura, uma correria. Mas quando você veio para cá, que eu já sei que foi a convite do seu irmão, ele já trabalhava nessa empresa de salgadinha? Sim, sim. O meu irmão era, ele era um ano, ele é três anos mais novo do que eu. Ele veio para cá com 20 e começou a trabalhar nessa fábrica e ele trabalhava também na fábrica em outro lugar também na pizzaria à noite. Então, tipo, sempre foi essa loucura controlada ali. Mas você já veio com a ideia de empreender ou foi no decorrer de estar em Campinas trabalhando com tanta coisa assim que você pensou, vou empreender? Não, em 2019, antes de eu vir para cá, eu tive um negócio lá em Minas que era um uma lanchonete onde eu vendia batata, porção, essas coisas. E meu irmão falou: "Nossa, se você vir para cá vai ser loucura, porque que não tem isso?" Falei assim: "Poi, então vou lá tentar". E vim nessa intenção até chegar a hora de trocar totalmente o foco e entrar nos salgados. Sim. Mas como foi isso? Então, você partiu daquela sua experiência e como surgiu essa oportunidade para ter a loja? Quando em 2022, quando eu trabalhei eh nesses quatro empregos, muitas pessoas começaram a me valorizar muito mais do que eu me valorizaram. Ah, vamos montar um negócio ali e eu te dou invisto 50% em dinheiro. O dinheiro, 50% do lucro meu, 50% seu. Ah, e nessa questão foram 11 pessoas me chamando em um único ano até chegar a melhor oportunidade que era a do salgado. Quando chegou do salgado, aí ele falou: "Olha, eu vou te ajudar e a loja é sua". Falei: "Então é isso que eu preciso. Eu preciso de algo para mim." A única coisa nesse acordo de abrir a empresa é que o salgado seja dessa fábrica. Isso. Que os salgados continuem sendo, os salgados fritos continuem sendo da fábrica. Eu posso vender outras coisas desde que continuo com o carro chefe, que é o salgado frito comprado dele. E aí você abriu aqui a loja? 2023. Isso. Dia 3 de fevereiro de 2023. Tá. E nessa caminhada, quando então o programa Ali chegou até você? Depois de muita dificuldade, muito bate cabeça, muito sofrer, tentando arrumar as coisas e com um faturamento estagnado em um lugar, a gente, eu conheci a Priscila, ela passou um dia na aqui na loja, me apresentou, falou sobre um pouco sobre e que que era o o motivo do Ali, que era aumentar o faturamento, diminuir as despesas e realmente ter uma clareza no que eu trabalho. E ela me explicou, gostei muito da ideia porque eu sou aberto a novas oportunidades e a do Ali é a melhor de todas até hoje. E a gente teve um crescimento aí depois do projeto de 400%. 400%. Mas até então você já conheci o Sebrai ou não? Sim, sim. Já fiz alguns cursos online, já procurei um pouquinho, já procurei muito saber em outras formas o que eu consegui aprender só no projeto Ali, que era como organizar a empresa. Naquele momento então em que a Priscila chegou até a sua empresa, o que mais precisava então era dessa organização. Organização. Organização financeira. saber o quanto eu ganho, o quanto eu gasto, o quanto custa cada coisa dentro da loja. Nunca soube precificar, porque pessoas no meio que eu converso, que tem comércios próximos de mim, que hoje eu apresento Ali, elas fazem tipo de qualquer forma, elas não têm, tipo, tudo anotadinho o que que é cada coisa, quanto custa uma caixa, quanto custa salgado, quanto você gasta de óleo, quanto que é o custo fixo da loja. Então assim, eu perguntava para eles, eles não sabiam me ajudar com isso. Então o projeto Ali que me trouxe essa clareza através da Priscila, através de ensinamentos dela, através de ajuda financeira, de encontros do projeto Ali com mais demais ali empresários que eles explicaram muito bem isso e foi literalmente através do projeto ALI que hoje eu sei quanto custa tudo que eu vendo na minha loja. Por exemplo, quando a gente pensa num quanto custa um salgadozinho aqui hoje o centro de salgado, que é o que a gente mais vende R$ 55. R$ 55. Quando você vai precificar, você tem que pensar no no preço do óleo que vai fritar, quanto você gasta de óleo, energia que você tá um custo fixo geral funcionários, energia, é custo, quanto custa uma caixa, quanto custa o papel acoplado que vai dentro da caixa? Quanto custa uma divisória que vai na caixa, quanto você gasta de óleo, quanto que a energia tá inclusa ali, tudo você tem que colocar para você realmente saber quanto custa e quanto você ganha. E hoje quem trabalha com você? Hoje eu tenho três funcionários. Eu tenho uma moça que trabalha durante o dia. Ela trabalha de meio-dia 5 na loja. Aí às 5 até às 23 horas entra outra mulher que aí el essas duas que fritam à noite também tem uma de 6 às 11 que trabalha no caixa ali no atendimento ao público. E tenho três motoboys, um de dia e dois na parte da noite. Olha, muita gente, então. Muita gente. Hoje são seis pessoas. Você já imaginava então, Johnny, que de uma experiência, de uma vontade sua, dessa visão, você iria encontrar esse programa que de certa forma sistematizou o seu negócio para que você pudesse hoje empregar tanta gente? Não, antes do assim, eh, eu sempre imaginei que eu trabalharia com o público e eu faria o meu negócio, mas nunca imaginei que eu teria funcionários trabalhando para mim, me ajudando nisso. E principalmente antes do projeto Ali, eu estava, não vou falar sem esperança, mas eu já não sabia mais como fazer para organizar as finanças da minha loja. Você pensou em fechar? Já pensei, já passou na cabeça algumas vezes e principalmente eu não sabia mais, sabe? Já procurei com várias pessoas, vários jeitos diferentes. Eu tenho uns três, quatro cursos pagos na internet para mostrar o financeiro, coisas que eu gastei muito dinheiro. O projeto Ali gratuito me ensinou muito mais. Sim. E para quem tá assistindo, que você fala dessa importância hoje, o que que você traz ainda do Ali, que você acha que precisa desenvolver, que você aprendeu lá, mas falou: "Eu ainda quero fazer isso". Eh, em uma das coisas que a Priscila conseguiu proporcionar foi uma visita de um mestre do marketing, é um muito muito conhecido, com muito conhecimento, e ele me explicou muitas coisas e eu só preciso conseguir colocar um pouco mais em prática essas coisas. Hoje você é quem faz seu marketing mesmo? Não, eu pago empresas, eu pago duas empresas para fazer o marketing, mas tem coisas que ele não faz, que ele me ensinou a fazer gratuito, que vai me ajudar muito e tem ajudado. Quando eu tenho feito, eu tenho aumentado ali a visibilidade no Google da vida. Sim, vale a pena. Vale, com toda certeza. Eu a partir então de toda essa experiência, onde você quer chegar com o seu negócio? Então, hoje eu tenho algumas metas de montar mais lojas, lógico. É, para mim conquistar agora, graças a Deus, só falta minha casa própria. E depois disso é voltar a investir na loja e daqui uns dias montar uma franquia. Fábrica eu não penso porque eu quero ajudar quem me ajudou, mas montar muito mais lojas para gerar renda tanto para ele quanto para mim. Inclusive tem um detalhe, gente, o nome da fábrica é um combinado que você fez com ele. Isso. Isso. O nome da loja se chama Deva, porque o proprietário da fábrica se chama Devaí. Mas a loja é sua, né? A loja é minha. A loja é minha. A única coisa que eu tenho com ele é a obrigação de continuar comprando salgados. Ai, aí ajuda ambos. É isso mesmo. Você progride, você prospera e outras pessoas também. Com toda a certeza. Toda certeza. Muito bem. Parabéns pela sua iniciativa, viu? E a gente vai mostrar aqui um pouquinho do funcionamento da loja e daqui a pouco a gente vai mostrar um outro empreendedor que também, olha, depois do programa a deu um up no negócio. [música] Quem também participou do programa Ali do Sebrai São Paulo é o Gabriel com a empresa dele que atua no setor de alimentos congelados. Gabriel, mas até antes da gente falar dessa participação e de que parte do processo o programa ele otimizou o trabalho de vocês, eu quero que você conte um pouquinho da história dessa empresa. Quem tá em casa tá vendo aqui no fundo, ó, tem bastante pão de queijo, tem recheado, tem vários. Olha gente, tem pão de queijo de tudo quanto é jeito. Me fala um pouquinho desse negócio, Gabriel. Legal. Legal. Bom, eh, a empresa ela gira em torno da panificação, né? O nosso objetivo ele é muito variável no mercado, então a gente consegue atender supermercados, redes e tudo mais. Mas a história ela começa no meu pai, no Edilson, que há muitos anos, né, tem a profissão que movimenta o mercado, que é o a movimentação de vendedor, né? né? Não tem como você empreender sem ser vendedor. E desde muito cedo o meu pai entrou no mundo da panificação, dando origem no no pão francês congelado, que quando começou esse assunto era um mercado muito complicado. Sim. Porque você tinha muita restrição. E o meu pai ele começou representando uma empresa que é do seu Marcos, né? E ao longo do tempo ele fez uma carteira tão positiva que chegou um momento que ele fez a proposta de comprar essa carteira. E ele passou de vez ser um vendedor a ser um distribuidor, né? comprou um caminãozinho, começou a distribuir e começou a ter resultados tão positivos que ao passar dos anos, a atual indústria que ela fornecia pro meu pai, o seu Marcos fez a proposta de falar: "Olha, eu estou cansado, a minha jornada está se encerrando e pelo volume que você compra hoje é interessante que você assuma a indústria, né? Porque vai que entra um terceiro aqui, muda os preços, muda as táticas." E o meu pai como um cara muito aventureiro, que eh sempre soube aproveitar as oportunidades, ele topou isso e nesse processo eu tava fora do Brasil, estava nos Estados Unidos. Mas só uma questão, naquele período em que seu pai aceita essa proposta, ele e viu como uma oportunidade? Ele teve que negociar uns acordos ou ele tinha o dinheiro para assumir aquela empresa? Como que foi isso? Ele mal tinha terminado de pagar ainda a carteira de distribuição que ele tinha comprado. Quando meu pai entrou aqui, ele começou negativo já de 500.000, que é o que tinha de estoque. Já entrou devendo 500.000. Já entrou devendo 500.000. Por isso que eu falo que tem que ter muita coragem para conseguir entrar numa coisa dessa. E não só isso, ele saiu num setor só de entregar produto pronto para entrar dentro de uma indústria que transforma. Então, antes ele vendia produtos acabados, quando ele entrou aqui, ele teve que lidar com 40 funcionários, com mais de 100 itens entrando e saindo para ser transformação. Então, a gente tá falando de custo produção, hora, de insumos, de controle absoluto, um mundo totalmente diferente daquilo que ele vivia, completamente diferente. E aí, com grandes desafios, vem grandes responsabilidades, né? Nesse mesmo período, eu estava retornando pro Brasil para renovar meu visto e também tava tendo entrada da pandemia e a pandemia meio que me bloqueou de retornar, tá? Quando eu continuei aqui, eu comecei, eu tive uns seis meses assim meio sabático, que eu retornei, né, vendo os amigos e tudo mais, e chegou uma hora que eu falei: "Pô, preciso trabalhar". E aí meu pai me colocou para trabalhar, mas ele não me colocou para trabalhar no escritório, ele me colocou para trabalhar como ajudante do motorista, não é? vem, vem aqui pro escritório administrar comigo. Não, não. Eu fui para ajudante de motorista, depois eu fui paraa produção, depois eu fiquei como estoquista e eu fui subir como auxiliar de administração, mais ou menos nesse processo depois de um ano. E aí quando a gente começou, quando eu tive esse acesso aos números e tudo mais, eu comecei pela pela oportunidade que eu tive de estudar, que ele mesmo me proporcionou e pela experiência que eu tive fora do país, eu consig ver que os números não estavam tão legais como deveriam ser, até porque isso não era o no que ele tinha. Meu pai continuou eh trabalhando lá embaixo, indo atrás de venda, porque, pô, indústria quebra máquina, quebra caminhão, quebra um monte de coisa. E quem tava fazendo a gestão financeira era a minha mãe da melhor maneira que ela encontrava, mas ela também nunca tinha tido essa experiência de sentar numa cadeira como CFO de uma indústria. Então a gente se encontrou no momento de crise, né, no momento muito complicado e dali em diante começou todo um desafio, né, no qual a gente, pô, começou a perder crédito com o banco, crédito com fornecedor. E você vendo tudo isso acontecer? Eu vendo tudo isso acontecer. E aí teve um dia que a gente sentou para tomar um café e a gente falou: "Cara, a gente tem que reagir porque as coisas não estão legais". Eu tive um pouco de resistência e da minha mãe naquele período porque, pô, é um filho vindo querer falar o que é certo e errado, é completamente natural. E naquela época a gente fez uma consultoria com terceiro, que fez uma auditoria de três meses e falou: "Olha, se vocês não mudarem em três meses, a empresa vai fechar". Na época do meu pai era linha de pom francês e salgados, né? E aí quando não tinha pão de queijo. E aí que acontece, como na época do pão francês para você abrir um cliente você tinha que investir mais ou menos 40.000 em forno, climático, armário, que são os itens que precisa para assar o pão. E como nós estamos descapitalizados, a gente precisava de um produto que você só entregasse e receberia. Como essa fábrica tem uma capacidade produtiva muito grande, foi as estratégias que a gente começou a usar. Então a gente começou a terceirizar a produção para outras empresas, a gente começou a buscar produtos que traziam mais rentabilidade. Vocês trouxeram um produto novo, mas tem um amplo mercado que vende pão de queijo por aí. Vocês também tiveram que conquistar um novo cliente ou vocês trabalharam com os clientes que já tinham e uma nova proposta de um novo produto na cartela? Nós fizemos uma junção, a gente a gente trouxe novos itens pros clientes atuais e o qual que foi a grande diferencial do mercado paraa GR em relação ao pão de queijo, né? Como nós temos um relacionamento muito legal, inclusive fazemos parte da associação de pão de queijo. Hortolândia hoje é a capital do Pão de Queijo, o lugar que mais se produz pão de queijo do Brasil. E nós notamos que o mercado ele tava muito competitivo em relação ao preço. Então a base de qualidade ela era meio comum e a disputa era pro volume. O nosso caso, a gente fez uma loucura. Eu fi, a gente ficou mais ou menos dois anos para desenvolver esse produto aqui, ó, que é o pão de queijo empanado, no qual ele não tem essência, não tem aroma e para 30, para 30 kg de queijo, para 30 kg de massa, vai 10 kg de parmesão, tá? Então a gente fez uma coisa inversa do que o mercado estava fazendo. Em toda essa jornada, onde entra o programa Ali? Cara, o programa AL ele ele vem para nós no bom momento da empresa e e é isso que é muito legal, né? Porque até então, como a gente tava com todos os ajustes já apontados, eh, muitos empresários, eu vejo que depois que ele começa a acertar, ele para de escutar quem tá ao redor ou ele para de buscar mais conhecimento. Então, até o momento, você tinha feito o primeiro desafio que era alha, a gente passou pelo sufoco, a nossa família conseguiu eh aumentar a cartela de clientes, de produtos, tá tudo bem, mas não tava tão bem assim, não. Não, porque o o quando você recebe uma consultoria de fora, ainda mais o Sebrai, que tá dentro de várias empresas e ele consegue ter um acesso à informação muito legal, à economia, você traz algo de fora para dentro. E nós, como vivemos dentro da operação, o nosso olho, ele sempre tá acostumado a olhar para onde a gente já sabe. E quando você vem com AL de fora trazendo um um uma metodologia, uma ferramenta para você conseguir certificar o teu custo, para você conseguir ver o seu desempenho comercial, para você tratar dos seus colaboradores. Então, por exemplo, não foi só o Gabriel que que participou, [roncando] foi todo o meu time de liderança. Inclusive a gente conversa daqui a pouquinho com um desses colaboradores que participou do processo. A gente teve muito aprendizado, como trabalhar melhor dentro da empresa. Isso a gente passou para os nossos colaboradores aqui e todos trabalham numa perfeita harmonia, né, que isso é o ideal da gente aqui. Tudo aconteceu assim de uma forma tão especial que a gente trouxe para nós esse aprendizado. Isso aí foi muito importante. E essa afirmação de que o Ali também transformou a visão do seu colaborador. Vocês como gestores sentiram isso na na hora ali? Com certeza. Com certeza. Até porque é muito difícil você conseguir tirar o colaborador da o colaborador da empresa para ele ter esse tipo de acesso que ele teve. E o privilégio foi poder a gente ter isso dentro da indústria, durante a nossa rotina de trabalho. Então você você conseguir trazer uma espécie de consultoria pro teu pulmão, né, para onde tá respirando e você não precisar deslocar o teu colaborador, você não precisar mudar a tua rotina e você usar dias da semana com tempo palpável, no qual não vai atrapalhar a tua produção, não vai interromper e ao mesmo tempo você tá enriquecendo os seus dados, enriquecendo os seus números. Porque o programa Ali, além de ele vir nos números, além de ele trazer dados, além de ele trazer uma visão, os consultores eles tem uma uma um dom assim de simpatia de conseguir se conectar. Então eu achei muito legal quando o programa ele tratou às vezes só com o meu colaborador. Chegou um momento que a gente falou: "Hoje eu quero eh tratar os seus colaboradores". Mas o nosso intuito como empresa é levar o melhor produto paraas famílias que consomem, que é o produto que eu consumo na minha casa, na minha mesa. Então a gente ficou mais ou menos mais de 2 anos para ter essa atividade, para chegar nesse nível de padrão e falar: "Agora está no padrão que a gente queria". E todos os dias a gente encontra formas de melhorar, formas de trazer. Então, a GR hoje ela não quer ser só uma empresa que que busca faturamento, mas ela quer ser uma empresa também que funciona como agente de transformação dentro da sociedade. A gente espera, através dos princípios que nós temos como família, conseguir agregar na sociedade, na vida dos colaboradores que trabalham com a gente, porque quanto mais a gente faz eles crescerem fora, mais eles fazem nossa empresa crescer dentro. Perfeito, muito obrigada, Gabriel. Lembrando que a estreia deste programa é justamente um dia antes do último dia da inscrição para o programa Alien deste segundo semestre de 2026. Para se inscrever, aparece aí o link na página que é a página do Ali no Sebrai São Paulo. Então as empresas da região metropolitana de Campinas podem se inscrever. a gente tem bastante vagas, são 250 vagas para toda a região de Campinas que o Sebrai São Paulo atua. Então você tem essa oportunidade, assim como os nossos entrevistados que trouxeram essas histórias inspiradoras, inclusive com essa participação e de que forma o programa [roncando] otimizou o processo do trabalho de cada um deles. Até um próximo, serendedora. [música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do SER EMPREENDEDOR

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
30:50

Ser Empreendedor | Campinas Innovation 2026 - Ecossistema Startups

47:03

Ser Empreendedor | Circuito Gastronômico dos Amarais

40:52

Ser Empreendedor | Campinas na Rota da Cerveja

39:14

Ser Empreendedor | Editroas

39:27

Ser Empreendedor | Estrangeiros Empreendem na Região de Campinas

33:25

Ser Empreendedor | Vendendo Roupas Após a Maternidade

42:02

Ser Empreendedor | Empreendendo com cafés especiais

32:39

Ser Empreendedor | Bronzeamento

33:38

Ser Empreendedor | Saindo do CLT para Ser Dona de Loja

31:43

Ser Empreendedor | Prosperidade compartilhada em loja colaborativa

39:32

Ser Empreendedor | Conexão Mulher: Loja Colaborativa das Mulheres Empreendedoras

42:22

Ser Empreendedor | Empreendendo Com Festa e Eventos

37:53

Ser Empreendedor | Confecção e Venda de Uniformes

30:53

Ser Empreendedor | Faturando na Copa

52:17

Ser Empreendedor | Empreendendo com experiência gastronômica

44:46

Ser Empreendedor | Boteco raiz

36:36

Ser Empreendedor | Mães empreendedoras: histórias de sucesso em Campinas

42:16

Ser Empreendedor | Bazar das bias: empreendedorismo feminino em ação!

46:16

Ser Empreendedor | Personal organizers transformam organização em carreira de sucesso

33:48

Ser Empreendedor | Segredos das barbearias de sucesso em

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
1:02:51

Questão de Ordem | Voluntariado em Campinas: como ajudar e onde estão as oportunidades?

38:46

Faça Você Mesmo | Chaveiro Macramê e Pedras

35:18

Mãos Solidárias | Creche Mãe Cristina

36:55

Ponto de Vista | Jornalismo sem Diploma: Liberdade ou Risco?

13:46

Na Tribuna | Vereadores Cobram Melhorias na Saúde, Meio Ambiente e Ruas

10:20

Campinas que Deu Certo | Mercado Campineiro

11:57

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

1:43

Agora é Lei | Dia Municipal do Handebol