Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Mais de 1000 mudas serão plantadas em escolas da rede municipal. O objetivo da iniciativa é aumentar as áreas verdes e o conforto térmico. Comissão de estudos para avaliar, acompanhar e subsidiar a construção do Plano Municipal de Educação realiza a primeira reunião no plenário da Câmara Municipal de Campinas. Alarme evacuação do prédio. Câmara de Campinas realiza simulado de emergência. Olá, chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 23 de setembro de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais 4 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 ao nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, já sabe, pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 9782377. Ou você pode mandar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o QRCode. Também já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole e escolas da rede municipal de Campinas vão receber mais de 1000 mudas de árvores. Além de ampliar a arborização e melhorar o conforto térmico, o plantil também faz parte das atividades de educação ambiental com os alunos. IP Amarelo, Jacarandá Mimoso, Araçá Amarelo e Vermelho, Pitanga e a Conhecida Cereja Brasileira. Foram as mudas escolhidas pela Prefeitura de Campinas para ampliar a arborização e melhorar o conforto térmico nas escolas da cidade. O plantil faz parte de um pacote de medidas lançado pela administração para reduzir os impactos das mudanças climáticas, como as ondas de calor. As árvores, a gente sabe que elas vão trazer um uma melhora, né, um aumento do sombreamento das escolas. Isso vai refletir diretamente no conforto térmico da dos parques, né, podendo permitir que as crianças possam brincar mais livremente nos espaços externos. E também a gente espera que possa contribuir para diminuir os efeitos de ilha de calor. Então vai tornar as nossas escolas lugares mais agradáveis para as nossas crianças. E o plantil vai ser de mudas específicas. Como que foi feita essa escolha? Também são árvores frutíferas. As árvores elas serão todas nativas da nossa região, né? Então são árvores de mata atlântica. Eh, e também algumas árvores que são frutíferas, mas também nativas. Então, por exemplo, araçá, gromixama, que vão até trazer, né, permitir que as nossas crianças conheçam outros tipos de árvores frutíferas. O projeto prioriza unidades com poucas árvores ou com grandes áreas sem vegetação. O levantamento dos locais foi feito por articuladores do programa de educação ambiental, o Projea. a gente fez uma análise por satélite, então a gente olhou para todas as escolas de Campinas por satélite e a gente elencou algumas ali que a gente percebia que podiam melhorar a arborização e algumas, inclusive que poderiam ter iniciativas mais eh ousadas, como por exemplo, a implementação de pequenas florestas. E depois a gente também passou um formulário para todas as escolas que elas pudessem responder e também opinar sobre o que elas sentiam que elas precisavam de ajuda na na melhoria da arborização dessas escolas. A expectativa é que até novembro mais de 1000 mudas como essas nativas da Mata Atlântica sejam plantadas em cerca de 42 escolas da rede municipal. a equipe educativa, os professores, monitores já esperavam isso isso e e pedem da gente, da gestão que sempre tenha áreas com bastante vegetação para que essas crianças já cresçam com esse pensamento eh climático, né, de melhora e e como é bom estar debaixo de uma árvore, né? O plantil também vira uma ferramenta de ensinamento sobre a preservação do meio ambiente. Isso porque os alunos poderão acompanhar de perto o crescimento das mudas. A educação ambiental, ela é um eixo muito importante da estruturação do nosso currículo, né? Inclusive agora no movimento das diretrizes, a gente vai ter um capítulo específico que trata da educação ambiental eh de maneira transversal, desde o bebês até o EJA. E ele é um eixo primordial também quando a gente leva em consideração o plano local de ação climática, né? Eh, a educação climática, ela também tem que ser incorporada no currículo. Então, é um fator muito relevante, não só de você melhorar a adaptação e e a mitigação dos espaços, mas também poder crescer sobre uma nova perspectiva de que mundo que a gente quer pro futuro. Além do aprendizado, o momento na escola também pode ser uma brincadeira. No Centro de Educação Infantil Cristiano Osório de Oliveira, as crianças colocaram a mão na terra e ajudaram a preparar o espaço que receberam as futuras árvores. Eva, que que você acabou de fazer aqui? Eu acabei de fazer a terra. E você gostou de plantar árvore? Sim. Você achou divertido? Sim. Que que você plantou? Árvore, pegou na terra, mexeu na terra. Foi legal? Sim. ensinamentos e vivência que certamente vão levar pra vida toda. Olha só, o celular faz parte da rotina de muita gente na hora de dormir. Mas será que esse hábito realmente prejudica o sono? O problema está na luz emitida pela tela ou no tipo de conteúdo que consumimos antes de deitar? É o tema do quadro. Alô, doutor. O celular antes de dormir prejudica o sono. A luminosidade faz com que eu vá represar, eu vá inibir a liberação de um hormônio que faz com que eu durma. Esse hormônio todo mundo tem na corrente circulatória, ele chama melatonina. Quando eu tenho luminosidade, eu vou bloquear a liberação da melatonina que existe no organismo. Então, esse é um efeito que qualquer tela tem. O outro ponto é que muitas vezes eu passo a raciocinar novamente quando eu recebo uma mensagem, ou seja, eu vou olhar para o celular, vou ver o que tá escrito ali e vou responder ou não. Com isso, eu ativei todas as minhas estruturas do cérebro que estavam aptas a responder alguma coisa. Ou seja, tirei completamente aquele momento que eu chamo de sono, que eu não tenho as interações com o meio externo. Com isso, eu não durmo por dois motivos, tanto a luminosidade como a questão de voltar novamente a a raciocinar. Olha como é importante, né, a gente ter hora para desligar o celular. A gente tem uma preocupação de que mesmo que entre uma mensagem, a importância do que eu vá ver seja realmente no outro horário, não no horário do meu sono. Olha só, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer abriu hoje, a partir de hoje, né, 197 vagas para aulas gratuitas nas modalidades futsal, futebol de campo, vôlei, basquete, voleibol adaptado, atletismo e pilates. Crianças, adultos, idosos podem se inscrever exclusivamente pelo site da prefeitura no campinas.sp. sp.gov.br. O site está aqui embaixo da sua tela. A matrícula precisa ser feita com a apresentação de uma foto do RG e comprovante de endereço em Campinas. No caso de pessoas acima de 70 anos, é necessário também anexar o atestado médico. O aluno recebe a confirmação da matrícula por e-mail. Meiodia, mais 12 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque a primeira parte da reunião ordinária de número 52 foi dedicada ao Setembro Verde, que chamou a atenção para os direitos das pessoas com deficiência e para a importância de uma sociedade mais acessível e inclusiva. Na Câmara de Campinas, a data foi marcada por uma discussão sobre políticas públicas e ações voltadas à inclusão. A Câmara Municipal de Campinas promoveu uma discussão sobre o setembro verde, movimento de conscientização sobre os direitos das pessoas com deficiência e a importância da acessibilidade e da inclusão. A atividade aconteceu durante o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência por iniciativa do presidente da Câmara, vereador Luís Rossini. A gente quer que a Câmara seja um exemplo também de órgão inclusivo. A gente quer que todas as pessoas, independente da sua condição física, tenham acesso e possam participar, acompanhar dos trabalhos eh da Câmara. Inclusive, eh fizemos recentemente um curso de formação de Libra para todos os servidores, comissionados e também de outras câmaras, né? A gente tem aqui a a na em todos os eventos transmitidos para pela TV, né, o intérprete de Libras. A gente tem acessibilidade, rampas, banheiros acessíveis. Quer dizer, do ponto de vista de estrutura, a Câmara atende rigorosamente a legislação, né, inclusiva, mas mais do que isso, a gente promove debate e discussão e iniciativas para mostrar que a gente se preocupa com isso. Hoje, inclusive, anunciamos um ato que será da mesa, que será publicado amanhã, tornando, orientando para que em todos as ações institucionais da Câmara seja feita a autodescrição pelos vereadores. A reunião contou com a participação de Regina Daniele, diretora do Departamento de Política, Acessibilidade e inclusão da pessoa com Deficiência da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social. Ela apresentou as políticas públicas adotadas pelo município na área. Nós não falamos nada sobre nós sem nós. Então isso é uma das coisas. Por exemplo, os eventos do departamento da da de política, acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência tem sido assim, na sua grande maioria apresentados por pessoas com deficiência. Seja uma pessoa, seja a nossa arquiteta que tem, que tem deficiência, seja uma pessoa com síndrome de D, seja uma pessoa no nosso encontro de surdos, nós vamos ter agora dia 29 de setembro, nós vamos ter o primeiro encontro da comunidade surda de Campinas. Presidente, já deixo aqui o nosso convite na parte da tarde no Passo Municipal. E quem vai fazer a apresentação e quem vai ser o mestre de cerimônia é um servidor surdo, tá? Então, eh, são coisas que nós estamos aprendendo e eles estão nos dizendo. Também foram apresentadas ações desenvolvidas pela Câmara de Campinas para promover a inclusão das pessoas com deficiência. O diretor de comunicação social Bruno Assis Alves e a técnica legislativa Nicole Pego participaram da reunião. A gente fez uma campanha interna e uma campanha externa também. A campanha interna é estimular os servidores, é estimular os nossos colegas todos para estabelecer uma cultura de acessibilidade, de inclusão para todas as pessoas. E a campanha externa é conseguir conversar com a população sobre esse tema, conseguir eh levar o tema para as pessoas que de repente nem todo mundo fala sobre isso. O objetivo é que todo mundo fale sobre isso. E por último, o informativo interno da casa, que é o Notícias da Casa. A gente fez um destaque especial pro Setembro Verde, falando de todas as ações, algumas ações que a casa tem. Eh, primeiramente a gente tem a Comissão Permanente da Pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida. É uma comissão hoje é presidida pela vereadora Débora Palermo, né, presidente? Eh, são reuniões periódicas, além de eventos, eh, às vezes evento que sobre autismo, sobre são síndrome de Dal, acho que a Dani já, já veio, né? capacitismo, capacitismo aí não necessariamente só a comissão atua com isso, né? A gente tem um órgão da casa que promove cursos, palestras, que é Elecamp. Então a gente tem muitos eventos sobre o tema. A Câmara Municipal de Campinas deu início às discussões para a construção do novo plano municipal de educação, que vai orientar as políticas educacionais da cidade pelos próximos 10 anos. A comissão responsável pelos estudos realizou a primeira reunião e definiu o relator dos trabalhos. A comissão especial de estudos da Câmara de Campinas realizou a reunião inaugural para acompanhar a construção do Plano Municipal de Educação 2027 a 2037. O encontro foi presidido pelo vereador Wagner Romão, autor da proposta de criação da comissão e marcou o início dos trabalhos para definir metas e prioridades da educação no município para a próxima década. o processo da elaboração do plano municipal de educação de Campinas, ou seja, qual que é a contribuição de Campinas para paraa consecução das metas do Plano Nacional de Educação, ela tá em processo de elaboração, tá iniciando esse processo, responsável por esse processo, Secretaria Municipal de Educação, Fórum Municipal de Educação e Conselho Municipal de Educação. E o legislativo tem que dar também a sua contribuição, né? Porque nós somos um poder eh que deve eh fiscalizar as ações do executivo, colaborar na elaboração de legislação e a lei do plano municipal de educação é aprovada, deverá ser aprovada aqui até julho de 2027. Durante a reunião inaugural, o vereador Ben Lima foi escolhido relator da comissão e também foi apresentado o programa de trabalho. Além de Wagner Romão e Benelima, participou do primeiro encontro também o vereador Dr. Ianco. Acho que bem abrangente, né, tratando de de temas bem relevantes, principalmente, né, a educação digital e essa questão da inteligência artificial, que realmente é algo que nós temos que nos ater. questão também socioambiental, que é algo de muita relevância, enfim, eh, estruturação da questão também étnico-racial, que também é bastante importante da gente se ater. Realmente, acho que tá bem amplo. Eu agradeço pela indicação, aceito, assim como nós tivemos essa conversa prévia. Também conto com a ajuda aí eh do vereador Wagner Romão, a ajuda da secretária, ajuda também aí da presidente do Conselho Municipal de Educação eh paraa elaboração do relatório aí da comissão. Também estiveram presentes a secretária municipal de educação, Patrícia Dolf Lutz, e a presidente do Fórum Municipal de Educação e do Conselho Municipal de Educação, Solange Posuto. A comissão ainda contou com a participação de Selma Rocha, diretora do Ministério da Educação, responsável pela articulação com os sistemas de ensino, planos decenais e valorização dos profissionais da educação. Nesse momento nós estamos fazendo reunião online com todos os estados do Brasil. Fizemos hoje com Tocantins, eh, e, e, e pela manhã, acho que com, eh, Pará. e temos feito reuniões todas as semanas com vários estados para acompanhar o que as comissões gestoras estão fazendo, se o diagnóstico tá concluído, se não tá. O assunto é de importância para toda a sociedade. E além das questões que foram colocadas, né, que é valorização profissional, que eu tinha sentido falta e alfabetização, o nosso plano atual tem uma meta que é de alimentação escolar, que eu acho importante a gente manter e fazer também nesse nesse plano de trabalho. O nosso plano municipal de educação, ele tem que ser formado, ele tem que ser debatido aí amplamente. E a minha contribuição, eu falei até pra Solange, acho que a Solange já ia falar, mas vou já acho que que poderia colocar que que saí muito bom, viu Wagner? Eu quero te cumprimentar, cumprimentar você, o Benê, o Dr. Ianco e toda a comissão, porque de fato foi um cronograma, Lúcia, muito organizado, eh muito assertivo. Então, acho que vocês pensaram de uma maneira muito objetiva para que a gente conseguisse aí montar o nosso plano municipal de educação de Campinas tão importante, porque nós estamos pensando, é uma responsabilidade grande pros próximos 10 anos. Por iniciativa do vereador Guilherme Teixeira, a Câmara Municipal de Campinas entregou o diploma mérito médico Dr. Zeri aos cardiologistas Ana Paula Damiano e Fernando Antoniale. Por iniciativa do vereador Guilherme Teixeira, os médicos Ana Paula Damiano e Fernando Antoniali receberam o diploma de mérito médico Dr. Zeferino Vaz. Uma honraria dedicada a profissionais e entidades que transformam a comunidade por meio do atendimento, da pesquisa científica ou da docência. A entrega aconteceu durante a reunião solene de número 74 no plenário da casa de leis. Dra. Ana Paula tem atuação na cardiologia pediátrica, ecocardiografia fetal. envolve uma responsabilidade extraordinária aquilo que a senhora faz, acompanhar o coraçãozinho de uma criança muitas vezes antes mesmo dela chegar a esse mundo. Imagina o que significa para uma família receber uma notícia difícil durante uma gestação. Imagina a ansiedade, as perguntas, o medo do que pode acontecer. Nessas horas, o conhecimento médico é essencial, mas a maneira de explicar, de ouvir e de tratar aquela família também importa muito. Existe uma criança, existe uma família com sonhos e com o futuro inteiro pela frente. E é justamente por isso que esta homenagem não é apenas sobre medicina, é sobre responsabilidade, é sobre compromisso, é sobre o valor de duas pessoas que escolheram colocar conhecimento e experiência a serviço da vida. E é por essas famílias, por essas crianças e por tudo que vocês representam, que hoje a Câmara Municipal de Campinas presta essa homenagem a vocês. Eu gostaria de agradecer a equipe que trabalha comigo. A gente não faz nada sozinho. Toda a assistência dos pacientes depende não só de mim, mas de todos os médicos, dos enfermeiros, de todos os terapeutas e profissionais que se unem e dividem o cuidado desses pacientes para que a gente consiga o melhor resultado. A minha família, aos meus pais que estão aqui, ao meu pai especialmente que é pediatra, que me ensinou o amor pela pediatria. Desculpa, gente, mas faz muito tempo que eu precisava agradecer ele, o compromisso que ele ensinou para mim em relação à medicina e ao cuidado com o paciente, eh, que é a verdadeira medicina, né? A gente pode exercer a técnica, mas realmente a gente precisa fazer isso com o coração. A técnica só não basta. É preciso estar presente, é preciso estar ao lado do paciente, ao lado dessas famílias em todas as situações. Queria fazer um agradecimento ao meu tio Tó. Para quem não conhece, não conheceu, eu tive um tio com síndrome de Down e esse e meu tio, ele me ensinou desde que eu era criança, que o valor dos sentimentos mais puros eles não devem ser esquecidos. Então ele me ensinou que a alegria, que a tristeza e que a saudade eles não devem ser deixados de lado por comportamentos que a sociedade pede para que a gente tenha, por comportamentos que são considerados corretos. Então eu agradeço a ele e eu espero que ele esteja me ouvindo onde quer que ele esteja hoje. As famílias que eu cuidei, crianças e adultos que confiaram em mim, que confiaram no meu trabalho, que dividiram comigo as suas angústias e vitórias. A vida do médico não faz sentido se a gente não puder caminhar ao lado dessas famílias. Queria começando agradecer a Cristiane, agradecer o vereador Guilherme Teixeira pela homenagem. Acho que não sou tão digno disso, mas estou muito feliz de estar aqui. Estou feliz de estar vendo familiares, pais e mães, crianças como a Pietra, que no nome dela, tantas outras que estão aqui presentes, que eu ajudei a cuidar, ajudei a dar um uma forcinha para que elas seguissem em frente. Sempre penso que Deus é maior nisso tudo. Me considero apenas um instrumento dele. E eu acho que quando a gente consegue colocar essas crianças numa situação de ter mais condições de viverem bem, serem saudáveis, isso é muito importante. Agradecer também meu pai e minha mãe que estão sentados ali, que deu certo hoje deles virem estarem aqui. Não moram em Campinas, moroam em Araçatuba. E felizmente eles estão aqui, meu irmão e meus irmãos que estão em casa, talvez até me assistindo aí pela televisão. Fico feliz. agradecer a minha origem importante. Vocês foram muito importantes para mim, sem dúvida nenhuma que vocês me fizeram seguir esse caminho. Acho que um caminho que me deixa muito feliz hoje, porque pude ajudar muitas, muitas famílias, muitas crianças. Obrigado, pai. Obrigado, mãe. Queria agradecer também, e isso não tem como não, agradecer a minha família, os filhos, o Pedro que tá fazendo medicina seguindo a minha carreira, o Rafa e a Evelyn, meus três filhos queridos. E minha esposa amada Cláudia, fazer o bem para os outros nos faz muito, muito bem. Muito obrigado. No encerramento da solenidade, o vereador reforçou o legado dos homenageados para a cidade. A gente tem a certeza, Dr. Fernando, doutor Ana, Dra. Ana, que nós acertamos na homenagem. Vocês são dois profissionais. de altíssima qualidade, que engrandecem o nosso município com a profissão de vocês. Continuem sempre assim, que Deus continue usando a vida de vocês para cuidar dessas crianças e dessas famílias com tanta atenção. Muito obrigado a todos os presentes. Agradecemos o carinho de vocês de estarem aqui prestando essa homenagem juntamente com a Câmara Municipal a esses dois brilhantes profissionais. Saber como agir diante de uma emergência é um preparo que pode salvar vidas. Ontem aqui na Câmara de Campinas, um treinamento colocou em prática procedimentos de segurança e mostrou a importância da prevenção e da resposta rápida em situações de risco. Na Câmara de Campinas, um simulado de evacuação mobilizou servidores, brigadistas voluntários e equipes de apoio em um exercício que reproduziu situações reais de risco. Esse treinamento, ele visa cumprir, primeiramente, né, a legislação estadual do Corpo de Bombeiros, né, eh, que ela determina que todas as instituições que tenham, né, situações de risco, eh, determinadas determinado área construída e dentro de alguns critérios da legislação, que tenham um um grupo de brigadistas, né, voluntário e que faça, né, os simulados de emergência, eh, periodicamente. Então, em primeiro lugar, é essa ideia, né, claro, atender a legislação e em segundo lugar, criar uma cultura prevencionista, né, e aqui dentro, de maneira que as pessoas saibam que existam os procedimentos de emergência e possam assim eh seguir numa eventualidade. Ação permitiu avaliar as rotas de fuga, o tempo de desocupação dos espaços e a comunicação entre as equipes. Cerca de 30 servidores voluntários brigadistas estão distribuídos em vários setores do legislativo. Eles passam por treinamento para que assim possam ajudar em casos de emergência. A Câmara, ela provê um treinamento específico de formação e de reciclagem para os brigadistas, eh, em um centro de treinamento específico para isso, da qual ali você tem eh um cenário controlado, onde eles apagam fogo, resgatam pessoas em casa de fumaça, eh, e de fato muito real, vamos assim dizer, porque o centro de treinamento ele está ambientalizado e preparado para fazer esse tipo de prática. Então, com esse conhecimento que eles adquirem lá, aqui na casa, na câmara, a gente procura na medida do possível, né, eh, aplicá-los e, e deixar bem fresco na cabeça para que eles não esqueçam ao longo do tempo, né? Dessa vez o simulado contou com a presença de vítimas, o que exigiu uma resposta ainda mais coordenada das equipes envolvidas e permitiu treinar procedimentos de atendimento e resgate. É muito fundamental conforme a lei estipula, conforme a ideia termina. Por quê? Porque não sabemos exatamente o momento que pode ocorrer. Então, estes treinamentos são primordiais. Por quê? Porque o funcionário, o colaborador do setor vai ter uma noção como proceder diante da tal situação, tá? Por isso que nós falamos, nós determinamos sempre que o segredo é o treinamento para que no momento oportuno, no momento especial, no momento crucial, todos na verdade saiam seguros, protegidos, sentido ao ponto de encontro, tá? Para que certificar que realmente ali foi feito o trabalho com excelência. Eu acho muito benéfico a o aprendizado em si, porque é a segurança da gente em primeiro lugar, né? E a gente sai de casa inteiro, gostaremos de voltar inteiro para nossos familiares também a a nossas residências. E então eu fico muito assim, eh, preocupado com muitas situações e em várias áreas que muitos colegas meus trabalham, mas não existe um preparo, um treinamento, assim como a gente recebe aqui da Câmara Municipal. Além de colocar em prática o plano de ação de emergência, a atividade fortalece a cultura de prevenção e responsabilidade coletiva. Quanto maior o preparo, mais rápida, organizada e segura será resposta diante de uma situação real. A cada ano que passa, a gente vai amadurecendo, né, e vai aperfeiçoando os procedimentos. Então, em relação do ano passado para cá, a gente tem teve ao longo do ano, né, várias práticas pontuais onde os brigadistas eles puderam eh colocar os diversos conhecimentos deles que eles adquiriram no centro de treinamento, eh puderam colocar em prática. E eh o simulado ele praticamente ele eh congregou todos esses eh conhecimentos, porque nesse simulado agora a gente colocou três vítimas, cada uma com um cenário distinto, né? Uma queimadura, outra eh uma um mal súbito, outra um choque elétrico, né? Um, e então tudo isso possibilitou a gente aplicar conhecimentos eh tido no curso inicial e aperfeiçoada em relação ao ano passado para que a gente chegasse num nível um pouco melhor que o ano passado, né? E a ideia é que isso eh se torne tão eh natural a ponto de ocorrendo um cenário X, o brigadista está ali capacitado para já saber o que fazer naquela situação. A expectativa é que novas ações continuem sendo realizadas para aprimorar os procedimentos e garantir que todos saibam como agir em casos de emergência. O nosso principal patrimônio aqui na Câmara, eu acho que é a vida de cada pessoa que aqui está, né? Além do material, muito além do material, são as nossas vidas. Então, a nossa ideia é essa, preservação desse bem maior nosso. É isso, meiodia, mais 34 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira e hoje é dia de reunião ordinária, a de número 53 do ano. A partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar 12 projetos que estão na pauta. Para você ficar muito bem informado, site aberto. Campinas.sp.lege. Tem a reportagem sobre a reunião ordinária de hoje, aqueles projetos que serão discutidos e votados. Tem um destaque aqui para uma proposta do vereador Guilherme Teixeira em primeira análise, que trata da utilização de inteligência artificial por órgãos da administração pública municipal. Este projeto estabelece que a informação sobre o uso de IA deverá aparecer em local de fácil visualização, de forma a permitir que os interessados saibam quando determinada demanda foi executada com o auxílio da tecnologia. A medida abrange os setores, departamentos que integram a administração pública municipal e exercem funções em nome do município. E segundo a justificativa do vereador, o avanço da inteligência artificial na gestão pública pode contribuir para a eficiência e a transparência dos serviços, mas também envolve desafios éticos, legais, tecnológicos. Nesse contexto, a identificação do uso da ferramenta seria uma forma de ampliar a transparência e possibilitar que o cidadão saiba quando a tecnologia foi empregada. Então, para você ficar muito bem informado, é só entrar aqui nesta reportagem e tem o link em cada projeto dos 12 para você clicar e conferir o que os vereadores vão discutir e votar nesta noite. Bom, a gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia porque estudantes de biotecnologia da PUC Paraná desenvolveram um retardante de chamas produzido a partir de um composto natural extraído do reaproveitamento de resíduos. sobre esta pesquisa e se ele pode combater os incêndios. Acompanhe a partir de agora o giro ambiental. Entre janeiro e abril de 2026, o Brasil registrou 10.442 442 focos de incêndio, segundo o monitoramento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o IMP. Em resposta a esse problema, duas estudantes de biotecnologia da PUC Paraná criaram uma solução voltada ao combate de incêndios florestais. O Biodefencer é um retardante de chamas produzido a partir de um composto natural. E para explicar como essa tecnologia funciona, nós conversamos agora no giro ambiental. com Mariá Cavalcante, uma das desenvolvedoras dessa inovação. Maria, muito obrigada por nos atender e seja bem-vinda ao Giro Ambiental. Para começar, eu queria que você explicasse exatamente o que é o Biodefencer, como ele é utilizado para o combate de incêndio. O Biodefencer, ele é um retardante de chamas, então ele cria uma como se fosse uma película sobre a vegetação, que faz com que quando o fogo chegue, essa película impecta que a chama continua e assim diminua a velocidade da propagação do fogo. Ele pode ser aplicado tanto no combate direto às chamas, de maneira com que formando uma barreira, uma faixa de contenção, ou de forma preventiva. Os testes que a gente já tá realizando em ambiente controlado por enquanto já mostram que ele tem um índice de eficiência considerado alto e que ele consegue atuar de longa duração, ou seja, sendo aplicado antes mesmo do incêndio começar. E quando que vocês tiveram a ideia de desenvolver essa tecnologia? Ah, eu acho que essa ideia começou a surgir assim lá em 2024. Eu cresci com incêndios florestais, a minha família tem uma empresa de monitoramento de incêndios florestais e sempre me incomodou muito o fato de não ter nada que possa conter os incêndios de uma maneira segura e que não prejudicasse o meu ambiente. Atualmente são utilizados muitos retardantes sintéticos, principalmente nos Estados Unidos, que causam diversos problemas ambientais. Eles contaminam lençol freático, já mataram diversas espécies de peixe. É assim uma bomba química, realmente. Então lá em 2024, quando eu descobri que só tinham retardantes químicos, eu falei: "Ai, eu preciso fazer alguma coisa". E de fato conseguimos fazer alguma coisa, uma solução 100% biodegradável, segura tanto para animais, microorganismos, ambiente aquático, solo e humanos também. Bom, e depois da ideia, né, em 2024, como que foi o processo de desenvolvimento do produto dentro da universidade? Foi um processo bem longo, assim, a gente ainda não concluiu, né, o produto ainda não tá disponível paraa comercialização. A gente ainda tá finalizando alguns pequenos ajustes por se tratar de uma inovação. Então, a gente iniciou um projeto de pesquisa dentro da própria universidade e através desse projeto de pesquisa que a gente poôde começar a fundamentar. A gente também participou de algumas competições justamente para arrecadar um pouco de dinheiro pra gente conseguir desenvolver o protótipo. A gente conseguiu o primeiro lugar na no PIBEP, que é uma competição em parceria com a PUC e o SEBRAI. A gente também conquistou o primeiro lugar nas regionais do Rud Price e nas nacionais do Rood Price e nos tornamos a única empresa representante brasileira na maior competição universitária de empreendedorismo do mundo. Ficamos entre as 84 melhores mundiais de 18.000 startups. Então foi bem legal. A gente agora tá em parceria com um dos maiores especialistas de retardante de chama ajudando a gente no desenvolvimento. Então tá sendo bem legal e uma honra poder ajudar o meio ambiente. Assim, bacana. E nesse processo de desenvolvimento que vocês ainda estão passando, eh, qual tem sido o maior desafio? Qual foi o maior desafio? Eu acho que o maior desafio são os recursos. Eh, conseguir dinheiro para tirar uma ideia que até então parecia meio maluca. Meus amigos até brincaram, me chamaram de cientista maluca, esse é meu apelido entre minha roda. Então, consegui tirar uma ideia do papel, envolve muito custo e eu acho que essa é a parte mais difícil. Entendi. E a tecnologia, ela é produzida a partir de um composto natural. Você pode contar pra gente qual é esse composto? Infelizmente eu ainda não posso. A gente vai depositar patente. A gente já está no processo de depósito de patente e por questões de sigilo industrial eu não posso abrir ainda, mas quando a gente puder, eu tenho certeza que todo mundo vai adorar bastante. Então, ao mesmo tempo em que vocês desenvolvem uma tecnologia, né, para combater os incêndios, eh, também dão um destino a um resíduo que poderia eh se tornar um problema pro meio ambiente. É isso. Exatamente. você contou que ele cria uma película como se fosse uma barreira térmica. Que que essa barreira também pode ajudar na propagação de chamas, impedindo que aquela chama ali e se espalhe por mais ambientes, mais espaços? Sim. É, ela cria, não é uma película muito bem visível, é algo, é um pouco complexo de explicar, mas é realmente como se fosse uma barreira em cima e é uma barreira térmica, então ela consegue isolar muito a temperatura do material que tá embaixo dela. Então, por exemplo, em testes laboratoriais de pequena escala que a gente fez, a gente conseguia medir ainda com termômetro a temperatura. Nesses nesse teste que a gente tá fazendo agora, que é uma escala um pouquinho maior, a gente já não consegue medir a temperatura por se tratar de um fogo de maior intensidade. Mas quando a gente tava na escala pequena, por exemplo, a chama tava em mais ou menos 600º e a área onde a gente aplicou, por conta dessa barreira térmica, não passou de 65º. Então ele conseguiu isolar super bem a temperatura e conseguiu conter o avanço do fogo. Então a chama visível, que é aquela parte alta que a gente vê, assim que ela entra em contato com o produto, ela apaga. Aí o fogo diminui a velocidade da propagação, a chama não retorna, mas por ser um material combustível e por startar a gente testa ele com uma certa espessura, acaba avançando um pouco por baixo. E é por isso que estamos ainda realizando testes para fazer com que ele realmente atue além como um retardante e um agente supressor de incêndios. Então ele seja capaz de extinguir completamente o fogo. Entendi. Então no caso, a expectativa de vocês, o objetivo é fazer com que essa barreira evite também o surgimento de novos focos de incêndio ali naquele local. Com certeza. A gente também vai realizar uma batelada de testes, estão previstos para no comecinho do ano que vem para testar o potencial supressor do retardante, que significa que a gente vai ter um fogo muito intenso e a gente vai jogar em cima do fogo para que ele consiga apagar o fogo e evitar a reignição. Porque hoje em dia nos incêndios um dos problemas maiores que tem é o caso da reignição, que às vezes você acha que o fogo tá controlado, o fogo tá apagado, você não tá vendo uma chama, você pisca, do nada ele volta tudo de novo. Isso é um problema muito sério, pode prejudicar diversas pessoas, principalmente os bombeiros. Então a gente quer que o nosso produto consiga apagar de uma vez por todas essa chama. E qual a principal diferença entre o Biodefencer e os retardantes de chamas tradicionais que já são utilizados no mercado atualmente? O nosso produto, ele é 100% biodegradável e atóxico. Eu mesma tô no desenvolvimento da formulação e a gente se preocupou muito em cada composto que foi adicionado. Então não tem nada que possa causar problemas para humanos, animais, ambientes aquáticos, porque muitos desses produtos eles falam que são seguros, mas quando você vai ver realmente os testes de toxicidade, ele é tóxico para ambiente aquático. pode a acontecer de de causar bioacumulação, que é quando um organismo se alimenta daquele composto e aí um organismo que se alimentar desse organismo também vai pegar para ele esses materiais que estão dentro desse composto. Isso é muito perigoso, principalmente quando se tratamos o meio agro. Imagina você comer um milho que tem lá um bromo, um composto que pode te causar câncer, por exemplo. Já teve diversos estudos que retardantes foram acusados de ter acúmulos de metais pesados. Isso é muito prejudicial. Então, no Biodefencer, a gente tomou todo o cuidado possível para que não tenha nenhum composto que possa causar nenhum problema ambiental. Saiu um estudo, acho que no ano passado, que grávidas não poderiam manusear a embalagem fechada do retardante pela intensidade dos problemas que eles podem causar. Já o nosso, eu mesmo já passei na pele sem querer e nunca atacou nada. é 100% seguro, 100% tranquilo. Bom, e a gente sabe que muitas vezes em combate às chamas, né, se usa muita água. Eh, o produto também pode contribuir pra economia de água nesse sentido? Claro, ele, a intenção que a gente consiga é chegar num aditivo à água, né? Então, ele é uma solução que ele não é pronto uso, é algo diluído, então ele faz com que a água renda mais. Então, ao invés de você utilizar três, quatro aviões, você passa a utilizar dois aviões com produto. Obviamente esse número é estimado. A gente ainda não fez testes com aviões. Pretendemos fazer, estamos em busca de parceiros para conduzir esses testes, mas é justamente para evitar o consumo de água e para conseguir apagar o incêndio de uma maneira mais eficiente e mais segura ambientalmente também. E você comentou no início que o projeto ganhou algumas competições, né? queria aprofundar um pouquinho mais nesse assunto para saber de você também qual que é a importância de levar eh esse conhecimento de vocês desenvolvidos na universidade eh ganhando prêmios, como que é representar não só eh a faculdade, mas também eh o Brasil. Ai, e foi uma honra absurda assim. A primeira competição que a gente participou foi o PIBEP, na verdade foi o HPUK em 2024, que foi quando a ideia surgiu, que foi quando a gente teve força para participar das outras competições, mas eu considero assim a primeira pba. Foi muito legal, foi algo assim emocionante, até porque eu era muito novinha na época, ainda sou nova, mas foi uma adrenalina muito legal, foi uma honra muito grande. Mas o Hul Price assim foi, eu não tenho palavras para descrever o quão feliz eu me senti de poder representar o Brasil e representar bem. recebemos diversos elogios eh de todas as pessoas e é uma competição muito forte, é uma competição muito grande, é a maior competição eh estudantil do mundo. Então era, a gente tinha mentores de diversas universidades, empreendedores absurdamente incríveis, a gente tinha auxílio de muita gente de alto nível assim, e isso ajudou muito a gente tanto para desenhar o nosso modelo de negócio, amadurecer a ideia do produto, amadurecer nós mesmos como pessoas. Então, a gente tinha aula todos os dias de manhã e de tarde a gente ainda tinha que correr com as demandas para entregar e tudo isso junto com a faculdade, porque a gente tá no último período de biotecnologia, então a gente ainda tem tinha prova para fazer, trabalho para entregar, TCC para escrever. Então assim, foi muito legal, foi um aprendizado que eu recomendo para todo mundo, porque eh você muda a sua perspectiva de vida, a sua cabeça abre para diversas ideias, você começa a pensar em outras possibilidades e você passa a mostrar também pro mundo que atualmente todo mundo pensa que tudo então quando se vê uma umas pessoas estudantes principalmente e mulheres desenvolvendo um produto físico que é ambientalmente seguro, que é uma coisa assim assim mágica encanta todo mundo. E eu acho que essa é a parte mais legal. Bacana. E você contou que tá eh em desenvolvimento ainda o projeto, né, o Biodefencer, mas tem a expectativa de ele chegar até o mercado? Sim, a nossa expectativa é que entre julho e agosto do ano que vem a gente já esteja comercializando, mas para isso a gente tem ainda uma série de etapas que temos que seguir. Então a gente tem que submeter a laudos para garantir a segurança ambiental do produto. A gente não vai apenas comercializar, então a gente vai passar por toda uma burocracia regulamentária para garantir que nosso produto siga todos os padrões estabelecidos. A gente também já tá em contato com órgãos governamentais para perguntar para eles o que que eles sugerem pra gente, o que que eles gostariam que nosso produto tivesse para de laudo, assim, garantindo a segurança ambiental para que o produto possa ser utilizado tanto em áreas de preservação quanto áreas eh empresas privadas que realmente plantam coisas para vender. Então, a gente tem todo esse processo que acaba demorando um pouquinho, por isso que só vai acabar conseguindo sair ano que vem. Legal. E paraa gente terminar, queria que você deixasse uma uma mensagem eh sobre a importância de se investir eh em ciência, em soluções para problemas ambientais, como você falou, eh investir também em ciência feita por mulheres, que é também tão importante. Eu acredito que a ciência é a base de tudo. Nenhuma nem nenhum mundo consegue pra frente sem ciência. Então, cada vez mais eu sinto que tá mais difícil de pessoas conseguirem apoio para tirar sua ideia do papel. Eu tô numa universidade, então eu consigo ver o quão ideias incríveis existem dentro da cabeça de estudantes e muitas vezes por falta de investimento, as ideias não vão pra frente. Então, investir em pesquisa, eu acho que é assim fundamental, sem contar que é desse jeito que a gente consegue mudar o mundo. Exatamente. Mari, muito obrigada pela participação aqui no Giro Ambiental. Agradeço também a sua audiência por ter nos acompanhado até aqui em mais um programa. Continue conosco que agora você acompanha as curiosidades e informações do meio ambiente. Até mais. Um lagarto preguiça foi retirado das chamas por um brigadista durante um incêndio que atingiu o Parque estadual de Terra Ronca em São Domingos, no nordeste de Goiás. Após ser salvo, o animal recebeu água enquanto se recuperava da fuga do fogo. A cena foi registrada em um vídeo e publicada nas redes sociais pelo brigadista civil Rodrigo Vieira. Nas imagens, o réptio abre a boca enquanto recebe água e depois de beber ergue o corpo. Rodrigo contou que encontrou o lagarto no meio das chamas e conseguiu retirá-lo do local antes de entregá-lo aos cuidados de um colega. Quarta-feira de tempo fechado, né? né? Aqui na cidade de Campinas, a chuva deve aparecer nesta tarde, mas para amanhã, quinta-feira, deve dar uma trégua. A nebulosidade ainda se faz presente, então o tempo fica nublado com períodos em que o sol tenta aparecer, a temperatura ainda não sobe. Só no fim de no fim de semana nós teremos sol e calor. Então, amanhã, quinta-feira, vamos às temperaturas porque elas já estão aqui na minha tela. com mínima de 15º e a máxima não passa dos 24 aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Tarde de muitas reuniões ao vivo com transmissão aqui da TV Câmara Campinas. E nos vemos amanhã na quinta-feira ao meio-dia. Até lá. Ciao. Ciao.