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A campanha Natal Sem Fome 2026 já começou em Campinas e a Câmara Municipal conta com dois pontos oficiais de arrecadação. Saiba como contribuir. Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude Debate sobre os Direitos dos Jovens com Deficiência Olá, boa tarde.

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A campanha Natal Sem Fome 2026 já começou em Campinas e a Câmara Municipal conta com dois pontos oficiais de arrecadação. Saiba como contribuir. Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude Debate sobre os Direitos dos Jovens com Deficiência Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 4 de novembro de 2026. Começa agora o Jornal Câmara Notícia ao vivo, meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. E vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, já sabe. Pode ir direto, o número aparece aqui embaixo da sua tela. É o 978293776. ou você pode mandar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o QR Code. Também já aparece uma mensagem na sua tela, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. A campanha Natal Sem Fome 2026 já começou e conta com a participação da Câmara Municipal e da TV Câmara Campinas, que é uma das parceiras desta mobilização. A iniciativa arrecada alimentos não perecíveis e também panetones para atender as famílias em situação de vulnerabilidade. O Natal é um momento de encontro, convivência e partilha. Uma oportunidade para fortalecer a solidariedade e o compromisso coletivo com uma sociedade mais justa e inclusiva. Com esse propósito, a Prefeitura de Campinas realiza mais uma edição da campanha Natal Sem Fome, que neste ano conta com o apoio da Câmara Municipal. Essa iniciativa, nesse período de Natal, tem um valor ainda simbólico maior, que é tentar arrecadar alimentos para oferecer para as famílias que vivem em situação de vulnerabilidade a possibilidade de ter um Natal mais farto, uma mesa mais cheia, mais generosa. E a Câmara participa apoiando. Nós temos dois pontos de arrecadação, que é este aqui, na entrada pela Avenida da Saudade, e temos outro também na entrada do plenário na Avenida Engenheiro Roberto Manji. É uma forma da gente colaborar. Além da arrecadação de alimentos não perecíveis, a iniciativa também convida a população a doar panetones, que serão destinados às mais de duas mil famílias atendidas pelo programa Viva Leite, com o objetivo de valorizar o significado afetivo e cultural das celebrações natalinas. Esse ano a Prefeitura também está com a campanha Panetone Solidário, que é entregar para as famílias que estão cadastradas do programa Viva Leite, São mais de 2.800 famílias e essas famílias têm crianças até 6 anos. E a gente sabe que para as crianças um panetone, um docinho faz a diferença. A TV Câmara Campinas também é uma das parceiras do Natal Sem Fome, ao lado de outros veículos de comunicação, contribuindo para ampliar a divulgação e fazer com que a informação chegue ao maior número possível de pessoas. É uma obrigação nossa, mas que a gente faz com muito carinho. É uma sensação boa de gratificação que a gente recebe quando a gente pode se envolver em iniciativas como essa. E a TV Câmara cumpre uma função fundamental, que é divulgar essa ação, fazer com que mais pessoas possam saber que estamos realizando essa campanha e que possam colaborar também. É a nossa obrigação, é a nossa missão fazer tudo para melhorar a vida da nossa população. A campanha segue até o dia 18 de dezembro e os itens arrecadados serão encaminhados ao Banco Municipal de Alimentos e posteriormente distribuídos por entidades cadastradas na rede de assistência social, que atendem famílias em situação de vulnerabilidade. São diversos pontos de arrecadação, mas a Câmara, se você mora aqui por perto, passa por aqui, nós teremos maior alegria em receber a sua doação para o Natal sem fome. Vamos ajudar a fazer um Natal mais feliz para essas pessoas. E olha só, a Câmara Municipal de Campinas realiza, depois de amanhã, na sexta-feira, dia 6 de novembro, às 7 horas da noite, audiência pública aqui no plenário, para debater o projeto de lei orçamentária que prevê investimentos de mais de R$ 12 bilhões aqui para Campinas em 2027. No dia 6 de novembro, sexta-feira, às 7 horas da noite, a Câmara de Campinas realiza a 38ª audiência pública para debater o projeto de lei orçamentária do município para 2027. A proposta encaminhada pelo prefeito Dário Saad prevê um orçamento de mais de 12 bilhões e 600 milhões de reais. Desse total, 10 bilhões e 490 milhões de reais são estimados para a administração direta e 2 bilhões e 190 milhões para as autarquias e fundações municipais. O presidente da Comissão de Finanças e Orçamento, vereador Carlinhos Camelô, irá conduzir a audiência. É um dos projetos mais importantes para Campinas, é onde nós vamos destinar o recurso para município a partir de 2027. Então, eu gostaria até de falar que a população, ela tem o direito, ela pode vir, ela pode questionar, inclusive é que é aberto ao público, então deixar aqui o convite a essas pessoas para que venham também colocar. Nós sabemos que as pessoas, os munícipes, eles têm ali a esperança de colocar em alguns lugares, mas a gente sabe que a importância e a destinação, saúde, educação, serviços públicos, esses são os locais que são mais importantes na nossa cidade de Campinas. De acordo com a proposta encaminhada pela Prefeitura, a Educação e a FUMEC, Fundação Municipal para Educação Comunitária, somam 2,84 bilhões de reais do orçamento, sendo R$ 2,49 bilhões para a educação e R$ 347,85 milhões para a FUMEC. Para a saúde, estão previstos R$ 2,56 bilhões, dos quais R$ 1,91 bilhão são destinados diretamente à área e R$ 644,95 milhões à rede Mário Gatti. Entre as demais previsões apresentadas pelo Executivo, estão R$ 711,7 milhões para a Secretaria de Serviços Públicos, R$ 429,1 milhões para a Assistência Social e R$ 410,1 milhões para transportes. A proposta da LOA 2027 prevê R$ 124,3 milhões para as emendas parlamentares impositivas, valor que será dividido entre os 33 vereadores para a destinação, sendo 50% do valor para a saúde. A LOA, Lei Orçamentária Anual, é o documento que organiza o orçamento da prefeitura para o ano seguinte. Ela prevê quanto o município espera arrecadar com impostos, taxas e repasses de recursos e define como esse dinheiro será usado e quais áreas receberão investimentos. A divulgação da audiência pública foi ampliada com cartazes afixados em diferentes pontos da cidade, nos seguintes endereços. Câmara Municipal de Campinas, Avenida da Saudade, 1004, Ponte Preta Plenário da Câmara Municipal de Campinas, Avenida Engenheiro Roberto Manji, número 66, Ponte Preta Na Praça Bento Quirino, onde fica o Jockey Club, Rua Barão de Jaguar, altura do número 1389 Próximo à Praça Arautos da Paz, na Rua Dona Luísa Gusmão, 2590 Avenida José de Sousa Campos, 1885, a Norte Sul, próximo ao cruzamento com a Rua dos Alecrims Avenida Doutor Antônio Carlos Couto de Barros, na altura do número 1828, em Sousas Avenida Santa Isabel, na altura do número 1030, em Barão Geraldo, em frente ao Posto de Ponta Avenida das Amoreiras, em frente ao número 1153, próximo ao Hospital da Mulher e Corredor BRT Ouro Verde Praça Antônio Evangelista, com rua Ralfo Leite de Barros, na avenida Baden Powell, número 229 Avenida Rui Rodrigues, altura do número 496, cruzamento com a rua Itacuruçá Rua Sílvia da Silva Braga, no cruzamento com a rua Comendador Aladino Selme, em frente ao Aerocamp e próximo à Escola Técnica E na avenida Mackenzie, próximo ao Shopping Iguatemi Este ano houve alteração no horário da audiência para ampliar a participação da população Muito importante a participação da população no orçamento desse E os horários, que é agora às 7 horas, eu acho que dá a oportunidade para que essas pessoas possam vir e participar Desse tão importante orçamento, que é o Lua Considero importante Por que você acha importante ter essa discussão, esse debate? Eu acho porque tem que ter fiscalização, então eu acho importante ter esse debate Muito importante para a população, né? Acho que a gente tem que estar ciente do que está acontecendo E é isso, e a lei tem que ser debatida, né? Ela prevalece e eu acho que tem que ser respeitada Eu acho uma boa, se estiver debatendo, uma boa, né? Por pessoas que entendem, que saibam o que está falando, né? Geralmente é assim, eu acho importante sim A população poderá participar pessoalmente no plenário da Câmara de Campinas E a entrada é pela Avenida Engenheiro Roberto Mange, número 66, no bairro Ponte Preta Quem não puder comparecer, é possível participar Enviando perguntas e sugestões pelo formulário disponível no site www.campinas.sp.leg.br Durante a realização da audiência pública O debate será transmitido ao vivo pela TV Câmara Campinas, nos canais 11.3 da TV Aberta, 4 da Claro e 9 da Vivo. A audiência terá também a retransmissão simultânea nas fanpages do Facebook da TV e da Câmara de Campinas, no streaming do site do Legislativo, no portal da TV Câmara Campinas e no canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Essa é a oportunidade sua de você vir pessoalmente participar aqui e dar a sua opinião Ou também você envia aqui através do site da Câmara Que vai ser questionado aqui no momento oportuno a sua opinião Então a participação popular é muito importante nessa casa Meio dia mais 12 minutos, muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência, estamos ao vivo e como hoje é quarta-feira, é dia de reunião ordinária, a de número 63 do ano, os vereadores vão se reunir para discutir e votar seis projetos que estão na pauta de logo mais. Para você ficar muito bem informado, saber quais são estes projetos, o site da Câmara Aberto é o campinas.sp.leg.br. A gente desce aqui e olha só a reportagem, dando destaque para o projeto de lei complementar de autoria do Poder Executivo, que propõe a criação do Instituto Escola de Gestão Pública voltado à formação, capacitação e desenvolvimento profissional dos servidores municipais. Essa proposta também estabelece mudanças na estrutura administrativa da Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas e amplia as finalidades de um fundo destinado à valorização dos servidores. Este projeto de lei complementar vai ser analisado em primeira votação. E, de acordo com a justificativa encaminhada, a iniciativa busca adequar à estrutura administrativa as necessidades de planejamento, desenvolvimento institucional e gestão de pessoas com foco na modernização dos serviços públicos. Então, para você ficar muito bem informado, é só entrar no campinas.sp.leg.br. Cada projeto tem link, você pode clicar e você tem detalhes aí de cada votação em que os parlamentares, a partir das 6 horas da tarde, vão discutir e votar. Bom, a gente segue aqui com as notícias do Legislativo, porque o vereador Herbert Ganem quer informações sobre as providências adotadas pela Prefeitura após denúncias de uma possível situação de acúmulo de animais em um imóvel. Durante uma inspeção visual, a fiscalização identificou gatos no local. O parlamentar também relata que os agentes teriam comparecido ao endereço, mas não foram atendidos. O vereador Herbert Ganem protocolou um requerimento na Câmara Municipal de Campinas e pede informações ao Executivo com relação a providências diante de uma denúncia de uma possível situação de acúmulos de animais em um imóvel Nós estamos aí perguntando para a Prefeitura como está sendo feita a fiscalização com os acumuladores de animais que nós temos na cidade Acredito, eu sou da base do governo, mas a gente tem que fiscalizar para ver como é que anda A fiscalização, nesse sentido, da causa animal. Segundo informações da fiscalização, durante a inspeção visual no local, os agentes identificaram a presença de muitos gatos. Um monte de animais em casa, chega uma hora que os animais acabam sofrendo, né? Seu espaço é pequeno, então você tem que saber, eu quero proteger os animais, mas você tem um limite para você proteger os animais. Então, uma pessoa que tem em casa 100 animais, o animal começa a sofrer maus tratos também, começa a ter briga. Então, essa é uma grande preocupação com os acumuladores que nós temos. Inclusive, o Ministério Público monitora alguns acumuladores na cidade. E não envolve só o animal, envolve psicológico da pessoa, familiar, saúde. Nós temos acumuladores que tem animais, que tem doença, que transmite para outros animais, para os humanos e isso é muito preocupante. Então a gente está monitorando e a gente precisa saber como é que anda essa fiscalização, como é que a prefeitura tem acompanhado esses casos. Ainda de acordo com o parlamentar, há relatos de que os agentes da fiscalização compareceram ao imóvel, mas não foram atendidos. Se passar do limite, é muito perigoso, a pessoa, como eu disse, conheço protetora que tem na sua casa 100 animais. Ela não mora mais na casa, ela vive dentro de um carro. Isso é um absurdo. E até a gente conhece a pessoa, temos uma outra pessoa que tem lá aproximadamente mais de quase 500 gatos em casa. O Ministério Público também monitora, precisa fazer um trabalho com essa pessoa. E a pessoa que vai acumulando animais, se um dia essa pessoa vier a faltar, esses animais vão para onde? Como é que a prefeitura vai recolher 500 gatos de uma vez? Então, é uma coisa que a gente tem que discutir e a gente tem que ficar de olho. A interrupção da campanha de castração gratuita de cães e gatos em Campinas é alvo de questionamento aqui na Câmara Municipal. O vereador Permínio Monteiro apresentou um documento em que solicita à prefeitura explicações sobre a suspensão do serviço e informações sobre quando os procedimentos devem ser retomados. O requerimento de autoria do vereador Permínio Monteiro pede informações à Secretaria Municipal do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade sobre a campanha de castração gratuita em Campinas. A castração até o momento parou e a gente teve muita castração, como a gente verificou antes das eleições. e tinha muita gente trazendo castração para o município, mas tudo com o interesse de fazer um cadastro para tentar obter o voto, mas nós continuamos, mesmo depois da eleição. No documento, o vereador questiona por que a campanha não está sendo realizada, mesmo com a legislação citada no documento em vigor. A gente sabe do nosso compromisso, da nossa obrigação, nosso trabalho, que é com muita seriedade, É um trabalho que a gente visa sempre buscar a responsabilidade e o compromisso com a causa animal, com os tutores. Outro ponto é a previsão de retorno dos procedimentos. A solicitação busca esclarecer quando a população poderá voltar a contar com o serviço gratuito. A preocupação é precisamos de castração, porque é muito importante ter a castração no município de Campinas e não pode faltar. Quero ressaltar aqui, não pode ficar sem castração, até porque a gente sabe que mediante a castração evita a proliferação da criação de animais, das cachorras que estão aqui abandonadas no município e acabam entrando naquele período fértil para acabar ficando em uma situação que possa ter os filhotes. Mas a gente procura fazer essa campanha constantemente e vamos cobrar veementemente a Prefeitura de Campinas, a Secretaria do Clima, principalmente, que é responsável pela castração no município. Agora, a expectativa é por uma resposta da Prefeitura sobre os motivos da interrupção e o cronograma para a retomada da campanha. Continuaremos aí fazendo a prestação de conta com a população e principalmente ao pessoal da causa animal. A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude debateu sobre os direitos das pessoas com deficiência na oitava reunião deste ano Mães atípicas reivindicaram o retorno da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude da Câmara Municipal de Campinas promoveu um debate sobre os direitos de pessoas com deficiência. Campinas conta com aproximadamente 75 mil pessoas com deficiência, das quais 25 mil são crianças. Esses números reforçam a dimensão e a responsabilidade do poder público e a necessidade de políticas permanentes, integradas e planejadas. Então a nossa comissão tem como objetivo aqui discutir demandas legislativas, mas discutir também a interlocução com o poder executivo, que é quem é o responsável pela construção dessas políticas públicas. A oitava reunião da comissão contou com a participação da psicopedagoga e mãe atípica, Maria Neves. Esses dados, vereador, eles foram cruzados pela Dataprev, a gente com a comissão do CONAD, que é o Conselho Nacional da Pessoa com Deficiência, nós pedimos ao IBGE que incluísse dentro da pergunta do censo, do último censo, as pessoas, já tinha a pergunta se você tem pessoa com deficiência na sua casa, mas não tinha pergunta, você tem autistas na sua casa, para poder fazer o mapeamento e o cruzamento desses dados. Esses dados que veio dos municípios através do IBGE e da Dataprev, eles foram cruzados através dos postos de saúde, escolas públicas municipais e estaduais, planos de saúde, UBS e escolas privadas, do ensino privado. O objetivo principal do grupo de mães atípicas presentes na reunião foi o pedido da volta da Secretaria da Pessoa com Deficiência, público que atualmente é atendido pela Secretaria de Assistência Social no município. A gente vai conseguir fazer um mapeamento muito grande para que as pessoas tenham acesso a esporte, cultura, lazer, empregabilidade, empreendedorismo. Como que nós vamos alcançar isso sem a Secretaria da Pessoa com Deficiência? O vereador Wagner Romão também esteve presente. O pleito por uma secretaria específica de pessoas com deficiência que englobe as neurodivergências e outras deficiências é algo extremamente importante, é uma batalha que a gente compra junto com o movimento das mães, porque uma secretaria pode fazer muita diferença, o vereador Gustavo apontou bem, não pode ser uma secretaria de fachada, Mas ela pode fazer muita diferença se for uma secretaria que vai buscar a transversalidade da política Na saúde, na educação, na geração de trabalho e renda, no esporte, na cultura e assim por diante Em tantas outras secretarias Professoras e mães atípicas falaram sobre as dificuldades enfrentadas principalmente nas escolas Eu trabalho com crianças muito pequenas, muitas delas inúmeras a gente percebe que existe uma situação que precisa ser acompanhada, que precisa ser investigada, e muitas delas nos deixam, lá com 5, 6 anos de idade, sem um laudo. Eu sou uma professora de agrupamento 2 barra 3, eu tenho uma agente de educação infantil que trabalha comigo, E nós temos, na nossa sala, atualmente, 10, 11 crianças. E isso é muito pouco, perto do que geralmente acontece na rede, porque a gente tem crianças, às vezes, 30 crianças, 28 crianças, diariamente na sala. Então, você imagina uma criança que tem uma necessidade de um acompanhamento específico. E muitas vezes, muitas mesmo, de forma integral, a criança não pode deixá-la um minuto, porque ela se coloca em risco, às vezes coloca em risco os colegas. Só consegui o profissional de apoio porque eu entrei com liminar judicial, porém, ele está sendo dividido entre todas as crianças da sala, diferente do nível de suporte. e meu filho está no primeiro ano e até agora não, mesmo com suporte, porque são duas professoras que acabam fazendo dobra, acaba que não é o período correto, porque tem professora que não consegue chegar no horário para fazer o período tal, certinho, isso sendo judicial. Tem outras crianças que também estão, mesmo com liminar judicial, tão sem o profissional de apoio, principalmente os adolescentes lá da escola, no período da tarde. O que mais me preocupa também agora, eu sou mãe, fui presenteada com o João, que é uma criança incrível, está com 5 anos e vai entrar na rede a partir do ano que vem. Estou desesperada, porque o João é suporte 3, não verbal, a gente fala hoje não falante, porque ele grita muito, ele barra muito, ele berra muito. E a equipe multidisciplinar do plano de saúde não atende, não consegue atender, o tempo todo desmarcando, o tempo todo negligenciando o atendimento. O SUS, ele sequer consegue atendimento, porque eu tenho um plano de saúde. E, que diga-se de passagem, é aquele pior. Tudo muito complicado. A receita médica, imagina para uma mãe que trabalha todos os dias da semana, não tem meio período, é todos os dias da semana. Imagina ela ter que interromper o trabalho dela para poder ir pegar esse remédio Que não é custeado hoje no posto, por exemplo, o Risperidona Então ela depende muito dessa receita médica Diante das reivindicações, a recriação da Secretaria da Pessoa com Deficiência Continuará em debate na Comissão de Defesa da Criança, do Adolescente e da Juventude A proposta é considerada importante para fortalecer a articulação E a integração das políticas públicas municipais voltadas a esse público Nós temos temas relacionados à educação, à saúde, à esporte, à cultura, à assistência social. Então, uma secretaria dá uma dimensão política maior para o tema. E ajuda também na articulação dessas políticas públicas que precisam ser convergentes, no sentido de garantir os direitos de todas as pessoas com deficiência no município de Campinas. Foram mais de duas horas e meia de jogo E no fim, e de virada, o Renata venceu fora de casa São José E segue entre os primeiros na Superliga Foi mais difícil do que o esperado Mesmo jogando fora de casa o Renata era o favorito contra São José, mas o que se viu nos primeiros dois sets foi uma equipe mandante dominante. Sempre à frente no placar, São José fechou o primeiro set em 25 a 23 e o segundo set também em 25 a 23. Mas não é à toa que Campinas vai brigar pelo título da Superliga. A equipe não desiste e começou a reação. No terceiro sete, saiu atrás do marcador, mas buscou o empate à virada. E neste ataque de Douglas Souza, que explorou muito bem o bloqueio. No quarto sete, foi mais tranquilo. A partir da metade, abriu no placar e fechou a parcial neste ataque novamente de Douglas Souza para fazer 25x17 e tudo igual, 2x7x2. E a equipe campineira levou esta empolgação para o sete decisivo. E aí não teve jeito. Neste ponto que foi rali, a bola teimava em não cair, até que Acerola fez o ponto e definiu 15x8 e vitória fora de casa do Renata. O ponteiro Douglas Souza, com 22 pontos, foi eleito o melhor em quadra. Dois jogos, duas vitórias, cinco pontos conquistados, então está entre os primeiros colocados. A equipe volta à quadra na segunda-feira, dia 9, às 9 horas da noite, contra o SESI, aqui em Campinas. É o primeiro jogo desta temporada em Campinas, no ginásio do Taquarau. E neste jogo, o Vôlei Renata vai realizar aquela chuva de pelúcia no intervalo do jogo. Então, quem estiver na arquibancada pode jogar um urso de pelúcia dentro da quadra, que vai ser doado para hospitais infantis, orfanatos, abrigos e instituições de caridade voltadas para crianças. Uma excelente iniciativa. você vê um grande jogo e ainda consegue ajudar quem está em uma situação aí de vulnerabilidade. Bom, hora de nós falarmos sobre construção regenerativa. Você sabe o que é a importância, os impactos ambientais da construção civil e como ela pode ser aplicada na prática. Tema para o nosso quadro, giro ambiental de hoje. A construção civil e a operação dos edifícios respondem por cerca de 37% das emissões globais de CO2 e 28% do consumo mundial de energia. Os dados são do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e reforçam a necessidade de repensar a forma como construímos. No Giro Ambiental de hoje, vamos falar sobre uma alternativa à construção regenerativa, que busca ir além da redução dos impactos ambientais, contribuindo para a recuperação dos ecossistemas e também para a qualidade de vida das pessoas. E para explicar como esse conceito funciona na prática, eu converso agora com o Luíde Romano, especialista em construções regenerativas. Muito obrigada, Luíde, por nos atender e seja bem-vindo ao Giro Ambiental. Obrigado, Camila. Vamos lá, então, entendeu? Porque eu acho que isso é uma pauta que já nem deveria ser pauta, né? deveria ser um padrão já, né, um conceito já estabelecido, mas realmente existe uma confusão, entendeu, uma mistura entre construções sustentáveis e regenerativa, né, e vou tentar aí esclarecer da maneira mais didática possível, não só para empreendedores, mas para as pessoas, né, que vão fazer aí uma obra ou qualquer tipo de público, entendeu, que pode usar a construção regenerativa como uma maneira de economizar e causar menos impacto, entendeu? Exatamente. E para a gente começar, Luíde, para ajudarmos mesmo quem está em casa a entender melhor esse conceito, o que é a construção regenerativa, qual a principal proposta dessa abordagem? Antes de falar de construção regenerativa, a gente tem que distinguir o que é uma construção sustentável e uma construção regenerativa, tá? Eu acho que esse é o primeiro ponto. Uma construção sustentável, ela procura usar materiais de baixo impacto, certo? Então, vamos dar um exemplo simples aí, né? Você tem madeira de reflorestamento e você tem madeiras que, ainda que eles dizem que seja com selo verde, não existe madeira nobre de reflorestamento, porque são árvores que demoram ali 30, 40 anos, né? Então, você usar aí um pinus, um eucalipto, né, é uma solução de baixo impacto, uma construção sustentável, tá? Você substituir produtos cimentícios, tá? Hoje, a indústria de cimento, ela corresponde a 5% das emissões totais de CO2, né? Então, o cimento é altamente poluente, acho que depois da indústria petrolífera é a que mais causa danos, né? Você substituir ela por produtos poliméricos, né? O que que vem a ser os polímeros? É um derivado, uma sobra do petróleo, entendeu? Que você consegue fazer argamassa, revestimentos, né? E também com um impacto menor. Então, vamos lá, isso aí é dois exemplos, né? De uma construção sustentável. A construção regenerativa, ela não só usa elementos de baixo ou produtos de baixo impacto, como ela reaproveita resíduos e lixo, entendeu? Então, eu vou dar um exemplo para você. A gente tem a Alfa Ambiental, que é um parceiro estratégico do grupo Alphas, onde a gente recolhe todos os resíduos de demolição das grandes cidades. a gente tem aqui no Vale do Paraíba, inclusive, então aquelas caçambas de demolição, que seriam jogadas em aterro sanitário ou largado em qualquer lugar, a gente recolhe esse lixo e passa por uma reciclagem, então se a gente vai separando ferro, cimento, plástico, automaticamente eu já estou gerando emprego no lixo, certo? no que seria lixo, né? Então, a gente tem um viés social. Aquele material todo, ele passa por um processo de trituração, né? E ele vira insumo para uma próxima casa. Então, vamos dizer, né? O lixo de uma casa antiga vira produto para uma casa nova, entendeu? A gente consegue criar, através desse processo, areia, brita, rachão, entendeu? Fazer tijolos à base desses resíduos. Então, a construção regenerativa, além de tirar o resíduo, ela transforma aquilo novamente, reaproveitando tudo isso na cadeia produtiva. Isso pode ser usado em todas as áreas da construção, desde o cimento, a madeira, a água, nesse tratamento circular, que é o que a Alphas, né, faz desde o início e tenta, vamos dizer, pregar, né, essa técnica e que não sei até por que não, isso não virou regras, né, apesar de já estar em todas as pautas aí, como uma metodologia que deveria ser quase como obrigatória, entendeu? E também um diferencial da construção regenerativa, pelo que vocês demonstraram, que vocês consideram também as características de cada região, isso? Como que o clima, a biodiversidade e também a realidade social de cada comunidade influencia nas decisões de um projeto? Na verdade, assim, isso eu já aplico desde quando eu montei, montei não, porque essa é uma empresa familiar, né, e eu entrei no segmento de regeneração. Primeiro, né, que quando você vai fazer uma obra numa região litorânea, tá, você tem que dar prioridade para os materiais locais, entendeu? Não adianta você usar uma madeira do centro-oeste, numa região de litoral, uma madeira da Amazônia, porque com certeza ela não vai se adaptar, ela vai dilatar, ela vai ter uma durabilidade menor. Você vai usar a terra, entendeu? Para fazer os tijolos ecológicos. O que é um tijolo ecológico? O tijolo ecológico é um tijolo que você só usa o solo e o cimento, você não tem queima. E na composição desse tijolo, que hoje é considerado pela ONU como o melhor sistema construtivo do mundo, você coloca resíduo de plástico, você coloca resíduo de construção, você coloca garrafa PET. Então, quer dizer, você está usando material local e você está usando lixo também. cada região tem uma característica, tem uma vocação, e a gente tem que aproveitar ao máximo o que ela oferece, por isso que o estudo do território é muito importante antes do projeto, você faz uma casa sustentável, ok, você vai usar materiais sustentáveis, mas se ela não for ecoeficiente, o que adianta você fazer uma casa de casca de coqueiro, mas que tenha um projeto equivocado. Aí você economiza usando casca de coqueiro e enche a casa de ar-condicionado. A partir do momento que você estuda o índice pluviométrico, a direção do vento, a umidade, você já cria um projeto para que você, além de ter usado materiais de baixo impacto, você não gaste energia com aquecedor ou com ar-condicionado. isso é básico, então tem tantas aplicações, tudo isso, e você, no fim da história, o que interessa para o mercado é a economia, o dinheiro, são resultados, você consegue ter um resultado na média de 30%, 40% abaixo de uma construção convencional, fora outras características de conforto termo, acústico, e saber que você está gerando o seu Dharma e impactando menos o planeta. E esse conceito, ele também pode ser aplicado em diferentes realidades? Por exemplo, para quem está nos assistindo, vai ali construir a sua casa, uma casa simples. Consegue aplicar esse conceito também? Claro, entendeu? Você consegue aplicar esse conceito. Aliás, a ideia da Alfa sempre foi usar isso. para a população de baixa renda, porque, vamos dizer, nas circunstâncias atuais, é economicamente impossível uma família que recebe até, sei lá, 4, 5 mil reais, ter uma casa própria, entendeu? A partir do momento que ela tem esse conhecimento, ela pode fabricar o tijolo no próprio quintal da casa dela, entendeu? E lembrando que são produtos, tá, certificados, entendeu, pelo INPE, não é nada amador, tá, não é uma construção, vamos dizer aí, né, não é artesanal, né, então você pode com uma maquininha de tijolo aí de mil reais fabricar o seu próprio tijolo sem gastar madeira, sem gastar queima, sem gastar cimento, entendeu? ter essa residência num tempo relativamente curto e ainda gerar renda para a família, porque a partir do momento que você produz um tijolo ecológico, que ele funciona mais ou menos como um lego, mais ou menos essa casa que eu moro, ela foi toda feita com material regenerativo, toda essa estrutura de tijolo ecológico, e hoje, né, as empresas vendem o tijolo ecológico na faixa de R$ 1.500 a R$ 2.000, então você imagina uma pessoa que quer ter um extra, né, ela pode ter uma maquininha de tijolo ecológico, entendeu, se ela produz ali 500 tijolos por dia, né, se ela consegue produzir ali 5 mil tijolos por mês, ela vai ter uma renda extra aí, né, tirar os gastos ali, porque terra você não paga, né, cimento, de quase 10 mil reais por mês, e ainda construir a própria casa, entendeu? E a metodologia para construir uma casa é muito simples, né, eu forneço gratuitamente, entendeu? Você tem isso aí em sites, internet, YouTube, então, assim, eu não sei se é falta de interesse ou falta de conhecimento, entendeu? Falar um pouco sobre custo, nesse conceito de construção, O custo-benefício é melhor também? É tão absurdamente melhor, entendeu? Vou te dar um exemplo, né? Vamos falar aí, né? Quando você faz uma casa com os tijolos ecológicos, né? Primeiro, você não tem queima de madeira, né? Porque ele é feito numa cura. Você pega a terra, o solo, você analisa o solo ali, coloca um pouco de cimento, faz a prensagem, o tijolo sai perfeitamente reto, como se fosse um lego mesmo. Quando você vai fazendo o encaixe desses tijolos, você não tem aquelas discrepâncias de tijolo convencional, que depois você tem que colocar ali quase 10 centímetros de cimento para deixar a casa reta, ela já sai pronta. Você não usa cimento no assentamento, porque o cimento não é feito para grudar, ele é feito para tirar imperfeições, então você já economizou cimento. Como os tijolos são furados, você já passa a parte elétrica, a parte hidráulica pelo tijolo, então você não tem que sair rachando a casa inteira depois que ela está pronta, para passar elétrica e hidráulica, porque isso é praticamente um crime, vamos dizer, de execução, porque o Brasil não tem abalucismo, se tivesse a casa já estaria toda rachada. Depois que você constrói a casa Sem usar madeira Porque não precisa fazer coluna O próprio tijolo já é a coluna Porque ele é estrutural Você economiza no conduíte Você economiza na madeira Você economiza no cimento Ela não precisa nem ser pintada Ela não precisa de massa corrida Ela não precisa de massa fina Ela já sobe pronta E aí você vai usar uma tinta polimérica O que é uma tinta polimérica? Além dela ser sustentável Ela é saudável Porque ela não emite fenol Quando você pinta a sua casa O cheiro passa em uma semana Mas você fica dois anos Respirando fenol Então a casa acaba te adoecendo Entendeu? Isso, se você fizer uma pesquisa Você já tem matéria Tem até um selo, Casa Saudável Que diz que a tinta causa doença Entendeu? Então a casa te adoece Quando você usa materiais sem conhecimento você tem um conforto termoacústico que geralmente você não tem em construção convencional porque ela já tem os alvéolos que respiram, então se é calor você tem a casa fresca se é frio, você tem a casa quente, vamos dizer que eu moro nas montanhas aqui e a minha casa não tem aquecedor, não tem lareira, não tem nada ela simplesmente foi construída da maneira correta, com a janela no lugar certo com o produto certo e, vamos dizer, uma casa de 3, 4 quartos aqui, não devo gastar nem 100 reais de luz, entendeu? E tendo em vista todos esses benefícios que você acabou de falar, é na sua opinião quais são hoje as principais dificuldades para ampliar esse modelo em todo o Brasil? Na verdade, eu acho que é falta de conhecimento, porque nenhuma pessoa com 4 neurônios, vamos dizer, vai preferir ter uma casa mais cara, entendeu? Uma casa que vai dar problema a vida inteira, uma casa que você vai depender de mil prestadores de serviço, né? Sendo que essa cultura, né, que a gente tem no Brasil, né, de contratar pessoas pra equipes, né, você vai na Europa, todo mundo ali constrói sua casa, seja ela de madeira, seja de tijolo, entendeu? Vamos falar, eu não sei se dá tempo, né, mas vamos falar dos biodigestores, tá? O que é um biodigestor? A maioria das pessoas jogam os resíduos ou no sistema de esgoto municipal, inevitavelmente isso vai parar em algum rio, em alguma estação de tratamento, se tiver, ou vai para um lençol freático e vai fazer um estrago. Foi para o emissário submarino, mas vai causar estrago também. Quando você tem um biodigestor, o que é um biodigestor? É uma caixa d'água, vamos assim dizer, com alguns compartimentos, que você enterra no quintal da sua casa. A matéria fecal, ela é diferente dos animais, ela tem o coliforme fecal, que é contaminante, certo? Então você não pode usar resíduos, fezes humanas para adubagem, porque você vai ficar contaminando. O que ela faz? Ela transforma esse resíduo através de bactérias biodigestoras num subproduto fértil, entendeu? O resíduo fica ali por um tempo, as bactérias se transformam e o que sai desse biodigestor é um túmulo, entendeu? Que é o melhor fertilizante que tem. Então, por que contaminar rio, mar, sol freático, se você pode, com mil reais, colocar um biodigestor na sua casa? é assim. E, Luíde, para a gente já ir para o encerramento, eu queria que você falasse para o pessoal onde eles podem encontrar mais informações sobre esse trabalho que vocês realizam. Onde eles podem encontrar? Bom, eles podem encontrar no meu site, no meu Instagram, eles podem pesquisar, entendeu, sobre construção regenerativa, que, na verdade, usa termos muito técnicos, entendeu? Eu estou tentando falar aqui para vocês, de uma maneira um pouco mais fácil e explicar no dia a dia como que você pode transformar, desde os seus resíduos fecais até o resto de comida, até a sua água, em produtos para a sua obra, sem ter que tirar do meio ambiente novos produtos com maior ou menor impacto. entendeu, então a regeneração pra mim é a salvação, é o futuro E ela abrange tudo como você mencionou, pra gente fazer um resumo aqui no final a regeneração ela abrange desde o seu consumo ali em casa, os produtos de alimento que você pode descartar da forma correta ou reaproveitar, até a construção da sua casa, é isso? Tudo, tudo, absolutamente tudo Muito obrigada Luiz pela participação aqui conosco no Giro Ambiental Obrigado Obrigado então Camila Eu agradeço também você, de casa, que nos acompanhou em mais uma edição do programa. Continue conosco, que agora você vai conferir as informações e curiosidades do meio ambiente. Até mais! A geleira de Tuétes, na Antártica Ocidental, conhecida como geleira do fim do mundo, pode contribuir com até 3 centímetros para a elevação do nível do mar até 2100, o dobro da estimativa anterior. A projeção foi feita por um novo modelo computacional que simulou o derretimento da formação de gelo, considerando as condições climáticas atuais, sem aquecimentos adicionais. O estudo, conduzido por pesquisadores da Universidade da Califórnia em Inverne e do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, aponta que cálculos anteriores podem ter subestimado a deterioração da geleira por não representarem adequadamente a entrada de água do oceano sob o gelo. Hoje, tempo aberto, sol, céu azul, mas à tarde a nebulosidade aumenta, porque o tempo começa a mudar. Para quem estava se acostumando com o sol novamente, amanhã, na quinta-feira, teremos uma virada, porque uma nova frente fria avança sobre o estado e atinge a nossa região, ainda pela manhã, viu? Com isso, a nebulosidade toma conta e tem previsão de chuva e de forma generalizada por toda a cidade e são esperadas também trovoadas. Sobre as temperaturas, elas já estão aqui na minha tela. Para amanhã, quinta-feira, então, mínima de 20 graus. Ao longo do dia, essa temperatura até sobe, mas não passa dos 29 graus aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Lembrando, hoje é quarta-feira, a partir das três horas da tarde, tem reunião da Comissão de Constituição e Legalidade. A partir das seis horas da tarde, a gente fica com a reunião ordinária de número 63, com os seis projetos que serão discutidos e votados. Eu volto amanhã, na quinta-feira. Até lá. Tchau, tchau. Legenda por Sônia Ruberti Legenda Adriana Zanotto
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