TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Câmara Notícia
Em destaque · HD Vídeo · CÂMARA NOTÍCIA

Câmara Notícia

18 views Publicado 5 dias HD · 49:31
Resumo editorial

O Jornal Câmara Notícia aborda a comemoração dos 60 anos da Unicamp, uma audiência pública sobre reorganização da Secretaria Municipal de Saúde, questões ambientais com ênfase em desmatamento e conservação, além de previsão do tempo para Campinas.

Citados nesta edição
Bairros mencionados

Descrição do vídeo

A Unicamp completa 60 anos de história, fundada em 5 de outubro de 1966 sob a liderança do primeiro reitor, o professor Zeferino Vaz, em Barão Geraldo, antiga região de terra roxa e canaviais que hoje é polo de inovação. A universidade reúne cerca de 40 mil pessoas, entre 36 mil estudantes, 2 mil professores e 8 mil funcionários, responde por 7% das pesquisas realizadas no Brasil e forma mais de 5 mil profissionais por ano, entre doutores, mestres, bacharéis e licenciados. A edição também traz a 31ª audiência pública sobre o projeto de lei do Executivo que reorganiza a Secretaria Municipal de Saúde e o projeto de resolução que propõe novas regras para a gestão de documentos digitais na Câmara de Campinas.

Transcrição completa do vídeo

38 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Música A Unicamp Universidade Estadual de Campinas completa 60 anos com uma trajetória marcada pelo incentivo à ciência, à educação e o desenvolvimento de Campinas. A 31ª audiência pública discute a reorganização estrutural da Secretaria Municipal de Saúde proposta pelo projeto de lei de autoria do Executivo. Projeto de resolução propõe novas regras para a gestão de documentos digitais na Câmara de Campinas. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 14 de outubro de 2026. Começa agora o Jornal Câmara Notícia ao vivo, meio-dia, mais dois minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Lembrando que você pode participar, enviar a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp, 19, é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, já sabe, pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 978-29-3776. ou você pode enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o QR Code. Também já aparece uma mensagem na sua tela, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio e uma crítica construtiva ou o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, que a gente conversa ao vivo. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. A Unicamp completou 60 anos de história e se consolidou como uma das principais universidades do país. Além da formação de estudantes e da produção científica, a instituição também contribui para o desenvolvimento de Campinas e toda a região. A Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, completa 60 anos de história. Fundada em 5 de outubro de 1966, a instituição teve como primeiro reitor o professor Zeferino Vaz, médico e educador, que liderou a implantação do projeto. E desde então, a universidade se consolidou como referência em ensino superior e pesquisa. Em linhas gerais, eu primeiro queria dizer, com relação à nossa chegada no campus de Campinas, como ela transformou toda essa região. Nós estamos em Barão Geraldo, numa região de terra roxa Era região de café, muito rica de café Tanto que o dono da região aqui e o nome do bairro se chama Barão Geraldo Porque era um barão do café Mas era também uma terra de muito canavial, por causa da cana E 60 anos depois, hoje nós temos uma universidade com uma população de 40 mil pessoas Temos aproximadamente 36 mil estudantes, 2 mil professores e aproximadamente 8 mil funcionários e mais muitos colaboradores que trabalham conosco. Temos uma área de saúde muito valiosa, que é uma espécie de interface com a sociedade muito visível. Muitas pessoas pensam que a Unicamp só tem um hospital, mas a Unicamp é muito mais que isso. Com uma pós-graduação de destaque e a formação de novos docentes, a Unicamp recebeu o apelido de Escola das Escolas e nas décadas seguintes o avanço científico e tecnológico contribuiu para projetar Campinas como um dos principais polos de inovação do país. E a gente se sente muito orgulhoso porque a missão da universidade é formar gente e gerar conhecimento e fazer com que esse conhecimento e essa capacidade de geração de competência humana chegue à sociedade por diversos caminhos, ou por empregos que as pessoas ocupam, ou no apoio às instituições que vão crescer por conta do trabalho dessas pessoas, ou mesmo pela extensão dos serviços, coisa que é muito visível, por exemplo, na saúde. Então, quando a gente olha para isso, esse entorno que se transforma num ecossistema de inovação e faz com que Campinas receba esse mérito, também aconteceu na saúde, por exemplo, onde os nossos sistemas hospitalares, esse nosso grande sistema e os nossos hospitais se transformaram na maior rede de alta complexidade da região, tendo um raio de influência para aproximadamente 5 milhões de pessoas. Então esse é o papel de uma universidade. Responsável por cerca de 7% das pesquisas realizadas no Brasil, a Unicamp forma por ano mais de 5 mil profissionais, entre doutores, mestres, bachareis e licenciados. E na avaliação do reitor, a trajetória da universidade é marcada por três grandes ondas de transformação. Essa coisa da onda é muito incrível, eu sempre tive esse hábito de falar. E também, falando aqui com o professor Fernando, vice-reitor, nós estávamos dizendo que a Unicamp vai viver uma quarta onda. Então, para as pessoas saberem como é que a gente mentalmente divide essa ideia de ondas. A ideia de ondas é, em 1966, somos criados aqui, nós tínhamos a necessidade de construir uma universidade com forte inserção na pesquisa, no ensino qualificado, de forma que isso pudesse ter uma abrangência nacional e começar a ter um olhar internacional. O professor Zeferino, naquele momento, traz para dentro da Unicamp vários grandes especialistas brasileiros, muitos brasileiros, alguns internacionais que estavam em alguns cantos do mundo. Então, nesse momento, começamos a fazer pesquisa já com nível de qualidade muito alto. Então, essa era a ideia, transformar a universidade em um centro de excelência. A segunda onda foi marcada por, uma vez isso estabelecido, a gente fazer os avanços científicos. Uma dessas mudanças foi a democratização do acesso ao ensino superior, com políticas que contribuíram para diversificar o perfil dos estudantes. Foi aí que, então, a gente vive uma onda terceira, que foi quando a Unicamp, já mais consolidada, mais estruturada nesse campo, ela começa a discutir. Claro que é um movimento também que aconteceu no país, que levou a gente a fazer esse projeto daquilo que chamamos de inclusão social. Então, surgem as cotas, PPIs, basicamente, mais recentemente, são coisas mais recentes, de 10 anos atrás. Mas eu quero lembrar que a Unicamp foi uma das primeiras universidades a valorizar a escola pública. Então, a primeira, a nossa primeira inserção, modelo de inclusão social, eu costumo dizer, não foi agora. Eu vou fazer uma lembrança de algo que talvez alguns colegas da Unicamp e eu já andamos conversando sobre isso. Mas em 1992, na minha visão, nós fizemos o primeiro grande projeto de inclusão, que foi quando criamos os cursos noturnos. Então nós começamos a criar cursos noturnos e esse foi um grande projeto da Unicamp. Agora aos 60 anos, a Unicamp se prepara para um novo ciclo de crescimento. Entre as metas estão o aumento da oferta de cursos e vagas, o fortalecimento das práticas de sustentabilidade e o estabelecimento de novas parcerias com instituições da América Latina. É a chamada quarta onda. Nosso projeto de expansão é ampliar vagas de graduação, ampliar vagas de pós-graduação, construir o nosso Hub de Desenvolvimento Sustentável, o RITS, que é no fundo um centro de conhecimento, de geração, de pesquisa, de formulação de políticas públicas no campo da inovação e da tecnologia, naquela fazenda que compramos até então, nos anos de 2014 e 2015. Então essa é a nossa quarta onda. Mas eu digo isso também aqui, nosso projeto é fazer a quarta onda com responsabilidade financeira, com equilíbrio e mantermos o que construímos, porque é muito importante a gente preservar toda essa cultura rica e a força que a Unicamp representa. Vida longa essa excelente instituição. E a comissão permanente para os vestibulares da Unicamp e a Convest está com inscrições abertas para o processo seletivo Enem Unicamp 2027. As inscrições podem ser realizadas exclusivamente pela página eletrônica da Convest, que é o convest.unicamp.br. O site está aqui embaixo da sua tela. Até o dia 20 de outubro de 2026. Os interessados precisam preencher o formulário eletrônico e recolher a taxa de inscrição no valor de R$ 50. Candidatos inscritos no vestibular Unicamp 2027 com isenção da taxa estão isentos também para o processo Enem Unicamp. O edital com as regras do processo já está disponível na página eletrônica da Convest. São oferecidas 431 vagas. E olha só, o prefeito em exercício de Campinas, Wanderlei de Almeida, acompanhou a visita do secretário executivo do Ministério da Saúde, o Adriano Massuda, a três locais que recebem investimentos federais para ampliar a estrutura da rede pública de saúde de Campinas. Estamos recebendo a visita do Ministério da Saúde através do secretário Adriano visitando obras que a prefeitura está implantando aqui no município de Campinas Nós estamos fazendo um CAPS ali na região do Jardim do Lago que a obra está em pleno andamento, nesse momento estamos concretando a laje e a previsão de entrega para maio do ano que vem Depois estivemos visitando um terreno na região ali do Jardim Fernanda Que vai ser uma UPA futura, nós estamos chamando de UPA Campo Belo Que também tem recursos do governo federal de cerca de 9 milhões Nós vamos fazer um gigantesco projeto lá Que está sendo finalizado para licitação até o começo do próximo ano E por último estamos aqui nesse centro de saúde que está em construção já está mais de 60% executado, que é aqui na região próxima ao Shopping Guatemi, chamado de Centro de Saúde Boa Esperança, que é uma obra cujo projeto é do governo federal, de cerca de 1.200 metros quadrados, que vai abrigar toda essa região aqui, que é uma região carente de saúde pública municipal. Pessoal, estamos recebendo aqui o Adriano Massuda, secretário-executivo do Ministério da Saúde, de historias a obras que estão em andamento, obras importantes, estruturantes na área da saúde, Adriano. Então, agradecer ao governo federal, ao governo presidente Lula, pelos investimentos que estão sendo feitos aqui. Unidade básica, CAPES, UPA na região do Campo Belo, que é uma região muito carente da nossa cidade, que precisava muito desse investimento e os investimentos chegaram. São 44 milhões de investimentos aqui na Prefeitura de Campinas. Tem permitido a construção de três unidades básicas de saúde, um centro de atenção psicossocial, um CAPS, equipamentos também, são dois aceleradores lineares aqui para Campinas que vão ampliar a capacidade de atendimento ao câncer. E nós vamos visitar também o terreno, onde vai ser uma nova unidade, um pronto-atendimento, uma UPA, que além dos 44 milhões de reais, o Ministério da Saúde e o Governo Federal também garantiu 9 milhões de reais para a construção, apoio à construção dessa unidade de pronto-atendimento. E aqui, todo o compromisso também do governo do presidente Lula, porque depois de construir, precisa ajudar a custear. É a parte mais importante. Então a gente veio aqui para acompanhar esse andamento das obras, mas também para garantir que saúde não é gasto, saúde é investimento. E de grande valia para toda a nossa população, pensando que toda obra de saúde produz saúde na sua finalização. E fomos principalmente hoje em alguns territórios de extrema necessidade assistencial, onde a gente vai com certeza levar a saúde mais próxima da população. A gente foi inicialmente no CAPES, no CAPES da Sul, um grande empreitado que o município está fazendo com a ampliação dos CAPES, inclusive municipalizando vários CAPES. Hoje a gente vai contar com em torno de 15 equipamentos de saúde ambiental que são municipais E entre eles nós fomos beneficiados pelo CAPES da Sul, que vai atender uma população de extrema vulnerabilidade na região próximo do São José, enfim, regiões onde a gente precisa estar próximo da população. Depois fomos no terreno da UPA do Campo Belo, outro território da Sul, com grande necessidade de implementação de serviços da saúde e a gente vai trazer para uma população um serviço de urgência e emergência que lá não tem facilidade de acesso para a população num período de hoje, que eles teriam que estar indo para o São José. Então, com certeza, vai ser outra obra que vai trazer grande benefício para a população. E, por último, no Boa Esperança, que é um centro de saúde que a gente vem lutando há tempos para adequar seu espaço físico, ter condições de atender uma população também grande, de enorme vulnerabilidade, mas principalmente com uma capacidade assistencial que vai poder promover, inclusive, a integração ensino-serviço junto à Unicamp. A Prefeitura de Campinas reabriu hoje os 25 parques e bosques da cidade e a mata de Santa Genebra. O acumulado de chuvas nas últimas 72 horas ficou abaixo de 80 milímetros em todas as regiões da cidade. Mas é preciso ter atenção porque tem previsão de mais chuva para esta tarde e também para amanhã, quinta-feira. Já já eu venho com a previsão do tempo, mas por enquanto, neste momento, todos os parques e bosques da cidade estão abertos. Vamos falar sobre emprego agora. Atenção, você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou para você que quer mudar de área, Preste atenção, porque no Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas, neste momento, 365 vagas estão disponíveis. Linha de produção, camareira de hotel, confeiteiro, cozinheiro geral, fiscal de piso, leiturista, mecânico de suspensão, montador de estruturas metálicas, pedreiro, servente de obras, supervisor de atendimento ao cliente e trabalhador no cultivo de mudas. Para conferir todas as vagas, é só acessar o site sepate.campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial do Sepate é realizado mediante agendamento prévio através do site cidadãosenutil.campinas.sp.gov.br. A unidade do Centro fica na Avenida Campos Salles, número 427, de segunda a sexta-feira, das sete e meia da manhã às quatro e meia da tarde. A unidade do Ouro Verde, na Rua Armando Frederico Renganesc, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do Horto Shopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das oito horas da manhã às quatro horas da tarde. E a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das oito horas da manhã às quatro horas da tarde. Hora das notícias do Legislativo, porque a Câmara Municipal de Campinas realizou ontem pela manhã uma audiência pública para debater a reforma na estrutura da Secretaria de Saúde O foco principal é a municipalização e o futuro do atendimento em saúde mental na cidade A proposta é um projeto de lei complementar de autoria do Executivo Por iniciativa da Comissão de Constituição e Legalidade, a 31ª audiência pública teve como tema a reorganização estrutural da Secretaria de Saúde, conforme propõe o Projeto de Lei Complementar nº 61 de 2026, de autoria do Executivo. A reunião foi presidida interinamente pelo vereador Roberto Alves. Um dos temas centrais abordados trata-se da transição de serviços que eram prestados pelo Serviço de Saúde Dr. Cândido Ferreira e que agora passam a ser incorporados diretamente pela administração municipal. O presidente PL tem o embasamento de tratar da saúde mental do município, que era um convênio entre o Cândido Ferreira e agora o município está incorporando 11 serviços que eram do Cândido Ferreira e para isso precisa que sejam criados os cargos para estar fazendo essa gestão. Um ponto que ganhou destaque foi o funcionamento e o gerenciamento dos Centros de Atenção Psicossocial, os CAPS, detalhando o que muda na prática com as novas incorporações da rede de atenção. O que está sendo incorporado no município? São cinco centros de atenção psicosocial, cinco centros de convivência e um setor de programa de consultório na rua. O projeto incorpora as unidades e a estrutura das categorias de saúde. Ou seja, esse serviço já existia no Cândido Ferreira, então ele só está saindo do Cândido Ferreira e passando para o município. Virou um serviço público de fato. Além dos CAPs, os centros de convivência e o programa consultório na rua também entraram na pauta. No total, 11 serviços que eram geridos pelo convênio com o Cândido Ferreira estão sendo absorvidos pelo município. Esses 11 serviços foram destinados a 215 vagas, que são ampliações, não são reposição, são novos servidores públicos. Então, dessas 215, 108 vagas já foram preenchidas e nós temos 107 vagas que estão em processo de admissão, porque eu tenho serviços que vão inaugurar somente em 2027. No ano passado a gente vive um impasse sem precedentes na renovação do convênio e a saída dada desse impasse é a municipalização de equipamentos, então CAPs, Centros de Convivência e Consultório na Rua, que até então eram executados através da parceria convenial com o Serviço de Saúde Cândido Ferreira. O Cândido segue ofertando outros serviços e gradualmente, a partir desse plano de trabalho assinado em agosto do ano passado, vigente a partir de 1º de setembro de 2025, o município foi incorporando essas ofertas. E assim já aconteceu com cinco centros de convivência, o consultório na rua, que se divide em três equipes, então são três braços, três equipes, modalidade 3, e dois CAPs que já foram também municipalizados nesse processo, restando outros três CAPs para fevereiro de 2027. Então a gente faz um dimensionamento das equipes igual ou superior ao que era executado pelo cândido naquele momento, entendendo a demanda assistencial crescente, todos os desafios cotidianos na rede de atenção psicossocial e assim tem acontecido. A vereadora Paola Miguel questionou as demandas trazidas pela população Focando na garantia do atendimento continuado, na ampliação das vagas e no fornecimento de alimentação adequada nas unidades A gente tem identificado esses problemas que é aquisição de brinquedos, dos próprios atendimentos A gente viu no último período mudanças significativas na alimentação E muitas demandas que chegam para a gente, inclusive pelas redes sociais é sobre a garantia da alimentação dos atendidos do CAPES, dos usuários do sistema. Essa nova licitação é interessante, o cardápio é público, está lá nas unidades, também acho que traz uma garantia e uma sustentação maior do cuidado em saúde mental para pessoas inseridas nos CAPES. Então, acho que a gente consegue superar em boa medida essa dificuldade também relacionada à alimentação. O vereador Roberto Alves reforçou o compromisso do Legislativo e do Executivo de que a transição trará melhorias de cobertura sem deixar os pacientes desamparados. Quem vai ganhar com isso é a população campineira, porque a saúde mental tem que ter muito cuidado. Então eu vejo que não é só simplesmente trazer para o município, mas também é o município já está investindo, mas vai ter que fazer mais investimentos, porque a procura é grande. Então já que o Cândido Ferreira não vai mais prestar esse serviço e passa agora para o município, tem que se fazer o melhor. E nós estamos aqui para acompanhar de perto e vamos torcer que vai dar tudo certo. Ninguém vai ficar desassistido, não é porque saiu do câmbio do Ferreira e está vindo para o município, que as pessoas que fazem o tratamento, elas vão ficar desassistidas, não, vão continuar seus tratamentos e vai ficar melhor ainda, porque o objetivo é alcançar mais pessoas. A tarde, em nova audiência pública, a Câmara Municipal de Campinas discutiu mudanças nas regras para a instalação de equipamentos comerciais em espaços públicos A proposta também de autoria da Prefeitura altera a legislação que regulamenta esse tipo de atividade sob responsabilidade da CETEC A Câmara Municipal de Campinas realizou uma audiência pública para discutir mudanças nas regras de uso de espaços públicos para atividades comerciais A reunião foi conduzida pelo vereador Roberto Alves e debateu o projeto de lei complementar 64 de 2026 de autoria do Poder Executivo O centro, a CETEC tem que trazer o povo para o centro da cidade, só que se cobra muito caro no centro da cidade, e muitas das vezes as pessoas preferem vender no bairro, porque no bairro ela vende mais barato e ganha mais. Ela paga mais barato também e ganha mais do que ela tem que vir para o centro. E nós, com isso, o centro vai perdendo. Hoje o centro de Campinas já não tem um movimento que já teve há muitos anos atrás. E o que nós queremos, em parceria, Câmara Municipal, Poder Executivo, CETEC, que nós possamos unir forças para trazer novamente esse público para o centro da cidade. Mas aqueles missionários que já atuam na cidade, ou os que vão vir através de um chamamento público, que eles possam também ter condições de pagar o que eles têm que pagar, as suas taxas, mas também ter como sobreviver. A proposta altera a legislação municipal de 2024, que regulamenta a instalação de equipamentos comerciais removíveis e não removíveis em áreas públicas, sob responsabilidade da CETEC. A reunião contou com a presença do presidente da CETEC, Henrique Javier. Quando for concessão, necessita obrigatoriamente de um processo licitatório. Quando for permissão, autorização simples, aquele que é título precário, o tipo de disputa é mais simples, mais simplificada, através de um chamamento público. E a novidade que tem agora nesse projeto de lei, também na redação do artigo 5º, ela inclui um novo parágrafo, que é o parágrafo 5º, que também estabelece a possibilidade da CETEC firmar termos de cooperação com o município de Campinas, para promover, implementar, administrar, manter, operar e explorar áreas públicas e demais equipamentos públicos municipais vinculados às finalidades dessa lei complementar. A audiência pública contou ainda com a participação do vereador Carlinhos Camelô. Essas praças hoje não têm a oportunidade de ter o equipamento público a ser colocado. As pessoas às vezes frequentam uma praça, uma praça aí, um espaço legal, Só que não tem uma água, não tem uma água de coco, a pessoa fica ali com as crianças, porque ali às vezes não tem nada para oferecer para essas pessoas. Então apresentamos esse projeto para que seja através de chamamento público ou até mesmo licitação, se for necessário, mas chamamento público, que essas pessoas tenham a oportunidade de colocar um equipamento. Mas o senhor falou muito bem, o equipamento que a CETEC aí, ela pode colocar uma padronização desse equipamento. Ah, é tal modelo, é tal tamanho, entendeu? Para que fique uma questão aí organizada na nossa cidade de Campinas. Mas nós precisamos que essas praças aí tenham esse espaço para as pessoas. A Câmara de Campinas deve atualizar as regras para a gestão de documentos digitais do Legislativo O texto prevê mais controle sobre o acesso aos arquivos, regras de preservação e procedimento para a tramitação eletrônica Confira A mesa diretora da Câmara apresentou uma medida que atualiza a Resolução 961 de 2019 Norma que regulamenta os processos e documentos arquivísticos digitais no legislativo O objetivo é tornar a tramitação dos documentos mais segura e eficiente Facilitar o acesso às informações e garantir a preservação dos arquivos Já tem sistema de gestão arquivística de documentos Já faz esse protocolo digital, já tem muito processo digital na casa E na prática a gente está padronizando Então, está sendo aprovado o manual junto, tudo que for chegar vai seguir aquela regra. Então, toda a equipe vai estar pronta para realizar o mesmo procedimento. Na prática, a atualização estabelece regras para a organização e o acompanhamento dos documentos digitais da entrada no sistema até o arquivamento ou a destinação final. A medida também está alinhada ao planejamento estratégico da Câmara para 2025 e 2026, com foco na modernização, tecnologia e sustentabilidade. O processo começa no protocolo, que encaminha os documentos para inserção no sistema digital. Estamos no setor de protocolo, então a pessoa chega aqui na frente, é cadastrada ali pela portaria e já é encaminhada para o setor de protocolo. O consultor de protocolo vai pegar o documento, a gente já está testando, isso que a gente está colocando em regra agora, de pegar o documento e ter essa separação. O físico vai ser registrado, mas a gente vai andar mesmo, até para dar celeridade nos processos, então ele vai andar digital, dentro da casa. A proposta também prevê regras para a digitalização de documentos que chegam em papel e manter os originais físicos. Outro ponto é o controle de acesso ao sistema com identificação dos usuários e certificados digitais. A legislação arquivística não permite a destruição do documento, então a gente precisa manter esse documento, a gente cadastraria ele físico também, até para saber onde ele está, caso tenha algum problema com o digital, ou o processo de alguma forma se assuma, algo assim, não é para acontecer, por causa da segurança da informação. mas se a gente precisar do físico para alguma coisa, para comparação, para ver se realmente ele é autêntico, se não teve nenhuma alteração, adulteração no oficial, no físico, aí a gente sabe onde ele está também, então os dois vão ser editados no sistema, vai um para arquivamento, provavelmente aqui no protocolo, no arquivo, e o outro segue para rodar digital. O usuário vai Vai ser cadastrado, então vai ser CPF, e-mail, para a gente conseguir saber quem está, qualquer tipo de alteração no documento tem que ser registrado. Então, ninguém vai ter acesso ao que não deve, a gente tem controle de quem acessa o que também. Então, um documento de gestão de pessoas não vai ser acessado pela compras. Então, ele só realmente vai ter acesso a quem deve. Com a organização digital, a expectativa é facilitar a consulta aos documentos, dar mais agilidade aos processos e reduzir o uso de papel no legislativo. Hoje, sem andar com documento físico, ainda tem coisas mais antigas que ainda estavam paradas no setor, ou precisam andar ainda. Então a gente preenche uma ficha, a pessoa tem que levar no setor, aqui são três andares mais altos, tem que ir de elevador, tem que andar de escada, isso tudo viram segundos. Você clicou no botão enviar, data para a pessoa, a partir do momento que a pessoa clica, ela já recebeu na caixa de entrada dela o documento. Meio dia mais 33 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quarta-feira e hoje é dia de reunião ordinária, a de número 58 do ano. A partir das seis horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar os oito projetos que estão na pauta. Entre eles está, em definitivo, um projeto de lei de autoria do Poder Executivo e você pode acompanhar isso no site da Câmara, no campinas.sp.leg.br. Tem uma reportagem que fala sobre a reunião ordinária que acontece nesta noite e aí tem o destaque deste projeto de autoria do Poder Executivo, é um projeto de lei complementar que altera regras da lei de parcelamento, ocupação e uso do solo do município. Ela modifica principalmente critérios relacionados ao coeficiente de aproveitamento dos imóveis e ao cálculo da outorga onerosa do direito de construir. Pelo projeto, o coeficiente de aproveitamento básico vai ser fixado em 1 para os imóveis situados no território de Campinas, ressalvadas as exceções previstas na própria legislação. E o coeficiente representa a relação entre o potencial construtivo e a área do terreno. Essa outorga onerosa é um instrumento que permite, nos locais em que a legislação urbanística autoriza, construir acima do chamado coeficiente de aproveitamento básico, mediante o pagamento de uma contrapartida financeira ao município. Para você ficar muito bem informado, saber mais sobre este projeto e também sobre os outros sete, é só entrar aí, campinas.sp.leg.br, você confere, tem o link de cada projeto, você consegue ler na íntegra e também, claro, no site da Câmara, acompanhar as outras reportagens aqui do Legislativo. Bom, a gente segue aqui com o Jornal Câmara Notícia, porque a Amazônia registrou no primeiro semestre de 2026 a menor área desmatada dos últimos oito anos para o período. Mais de 80% das terras indígenas e unidades de conservação monitoradas não tiveram nenhuma área de floresta derrubada. Tema que você acompanha a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. Com a menor área de floresta derrubada no primeiro semestre dos últimos oito anos, a Amazônia teve mais de 80% das áreas protegidas com desmatamento zero entre janeiro e junho deste ano. Isso corresponde a 588 territórios sem devastação. A análise é do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, o IMAZON, que monitora a floresta por imagens de satélite desde 2008. E para explicar mais a fundo esse levantamento, eu converso agora no giro ambiental com a Manuela Ataíde, pesquisadora do sistema de alerta do Instituto. Manuela, seja muito bem-vinda ao giro ambiental e muito obrigada por aceitar nosso convite. Como é feito esse monitoramento? Qual o trabalho da IMAZON nesse acompanhamento? Bom, eu faço parte do Sistema de Alerta de Desmatamento do Amazon. Nesse sistema, a gente faz o monitoramento da Amazônia Legal, trabalhando com o calendário do desmatamento, que vai a julho de um ano a agosto do ano seguinte. A gente monitora toda a Amazônia Legal e informamos mensalmente as taxas de desmatamento e degradação. E para quem está em casa compreender melhor, o que é esse calendário de desmatamento? O calendário do desmatamento é regido por meio do sistema de chuvas aqui na Amazônia Legal. Então a gente divide o desmatamento e a degradação florestal para essa análise de tempo, entre agosto de um ano a julho do ano seguinte. Esse calendário é regido muito pelo regime de chuvas. Entendi. E além do desmatamento, como você explicou, vocês também fazem o monitoramento da degradação da floresta. O que é considerado degradação nesse contexto? É diferente de desmatamento? Sim, o desmatamento é o corte raso da vegetação E a degradação, ela é a retirada parcial da vegetação. Dentro do nosso sistema de alerta de desmatamento, a gente divide degradação em exploração madeireira e queimada. Essas são as duas degradações que nós monitoramos aqui no Amazonas. Nós temos essa metodologia de queimada e de exploração madeireira. Juntas são as degradações. É certo. E de acordo com a pesquisa, foram 1.145 quilômetros quadrados desmatados entre janeiro e junho. O que esse número representa quando fazemos uma comparação com 2025? Para a gente compreender melhor os números, qual foi a baixa em relação ao ano passado? Quando a gente olha para o calendário, no período de agosto a julho de 2026, teve uma queda de 23%. E o que explica essa redução? Bom, no nosso sistema de área de desmatamento, a gente não entra no critério de definir para qual uso de terra foi destinado aquela área ou as fiscalizações que nelas acontecem. Mas a gente pode inferir dessa queda que houve um maior enfoque em fiscalização, uma maior punição para os responsáveis. Então, a gente pode ir inferindo que essas ações estão mais concentradas nas áreas mais pressionadas e os desmatadores ilegais estão sendo punidos por isso. A gente pode dar essa inferência. Está vendo mais monitoramento e mais punição dos responsáveis, é isso? A gente pode inferir isso, a gente não tem a certeza, mas pelos números a gente infere essas conclusões. A gente fez a comparação com o ano passado, você falou que foi 23% de diminuição no desmatamento, mas fazendo uma comparação com esses últimos oito anos, o que mais chama a atenção no resultado, tendo em vista também que na pesquisa vocês citam 2022, que foi considerado o ano com maior número de desmatamento, é isso? Isso, a gente consegue ver, teve um aumento em 2022, e aí depois a gente foi vendo a taxa diminuindo em agosto de 2023. A gente consegue ter esse panorama geral quando a gente olha o gráfico, por exemplo, uma tendência muito alta entre 2020 e 2022, e já diminuindo em agosto de 2023. Como eu falei, a gente pode inferir ações maiores de fiscalização, porque da feita que nós temos esses dados, a gente consegue visualizar as áreas mais pressionadas. Tanto pode ser município, terras indígenas, da de conservação, e concentrando ali o enfoque das fiscalizações nessas áreas mais pressionadas. Certo, e como eu citei no início, mais de 80% das áreas protegidas tiveram desmatamento zero, como que esse resultado se distribui, como você mencionou um pouco agora, entre as terras indígenas e as unidades de conservação? A gente teve esse grande avanço, que as terras indígenas e as unidades de conservação, tanto proteção integral quanto de uso sustentável, tiveram essa diminuição, ou seja, elas estão cumprindo com o papel de áreas protegidas, que é conter esse desmatamento. mas a gente não pode esquecer que ao redor do que se chama zona de amortecimento ainda acontece muita pressão entre principalmente os povos originários, as terras indígenas e as outras pessoas que vivem dentro dessas áreas. E qual a importância também de proteger esses espaços? Mencionando sobre povos originários, as terras indígenas, quais os principais impactos para as comunidades que vivem nessas regiões? Bom, como eu mencionei, é importantíssimo a gente preservar essas áreas, porque os dados apontam, a nossa pesquisa aponta que elas estão conseguindo cumprir com essa contenção do desmatamento. Por exemplo, a gente tem números muito pequenos dentro de terras indígenas, de unidades de conservação de uso de proteção integral, desculpa, a gente tem números muito pequenos de desmatamento. Eles são pequenos, mas eles ainda estão acontecendo, o que não deveria acontecer. Mas é muito importante a gente proteger esses territórios, porque pelas nossas pesquisas, dados, eles estão sim conseguindo conter o avanço do desmatamento. E na pesquisa também é citada a APA Triunfo do Xingu, que concentrou metade do desmatamento das áreas protegidas nesse período. O que acontece nessa área para vocês não conseguirem ter esses dados de diminuição, mas ao contrário, teve aumento? A Patriúfo do Xingu é uma unidade de conservação de uso sustentável, ela é uma área de proteção ambiental. Dentro das unidades de conservação, a gente tem essas restrições de uso. Tem as de proteção integral, onde não deve haver nenhum tipo de atividade E tem as de uso sustentável, onde são liberadas alguns tipos de atividade Só que o que a gente vê na patrulha do Xingu é uma devastação muito grande Dando a gente a inferir que essa autorização de que podem haver atividades Estejam abrindo portas para desmatadores ilegais, grileiros Certo, e também na pesquisa é citado que o Pará, Mato Grosso e Amazonas tiveram as maiores áreas desmatadas O que explica essa concentração nesses estados específicos? O Pará, o Amazonas, o Mato Grosso, historicamente dentro do nosso sistema de alerta de desmatamento Eles já são os estados que mais desmatam, então eles ficam ali entre primeiro e terceiro lugar A gente pode inferir que é o avanço de sistemas agropecuários, etc e tal. Como eu disse, dentro do sistema de desmatamento, a gente não faz esse tipo de classificação. Existem outras iniciativas que trabalham com esse tipo de especificação de território, de atividades, né? Certo. Mas, assim, num senso comum, quais atividades estão mais associadas a esses desmatamentos nessas áreas ou no entorno das áreas protegidas? Você citou a agropecuária, tem grileiros, tem garimpo ilegal? Isso, geralmente está atrelada à atividade da agropecuária, é o agronegócio, né? A gente tem atividade com gado, atividade com soja. Geralmente a conversão dessas áreas são para esses fins. Teve esses dados, né? Uma diminuição nesse primeiro semestre, A expectativa é que continue desta forma, vocês vão continuar monitorando essas áreas? A tendência é que esses números diminuam, a gente espera que existem mais formas de fiscalizar, como eu disse, nós temos dados onde mostram áreas mais pressionadas, onde podem ser inseridos mais efetivos de fiscalização, identificar e punir as pessoas responsáveis por essas invasões de terra, por esse desmatamento. Então, a nossa tendência é que esse calendário, a gente espera que ele diminua. E diante desses dados, quais são as principais medidas, assim, na sua visão, que podem ser tomadas daqui para frente para continuar com essa diminuição de desmatamento nessas áreas protegidas, para preservar a floresta amazônica? Com o dado, a gente consegue ter um panorama geral da Amazônia Legal, a gente consegue ter as áreas que são pressionadas, tanto elas, as nossas unidades de conservação, as nossas terras indígenas, os nossos municípios também, aumentar o efetivo de fiscalização nessas áreas. Algumas são de difícil acesso, é muito compreensível, Mas a gente tem áreas que estão há muito tempo sendo pressionadas e tem pesquisas que mostram isso, então aumentar esse efetivo de fiscalização, identificar e punir esses desmatadores ilegais, porque assim a gente consegue preservar a população que vive nesses territórios e a biodiversidade que a gente tem, a nossa fauna, a nossa flora, o meio ambiente como um todo a gente consegue conservar. Gente, Manuela, muito obrigada pela participação aqui conosco no Giro Ambiental, por nos explicar de forma mais detalhada sobre essa pesquisa tão importante do Instituto IMAZUM. Eu que agradeço muito, estamos à disposição aqui quando precisar. Muito obrigada mais uma vez, eu agradeço também você que nos acompanhou até aqui em mais uma edição do Giro Ambiental. Continue conosco, que agora você vai conferir as curiosidades e informações do meio ambiente. Até mais! Autoridades australianas confirmaram a primeira detecção de gripe aviária H5N1 em um mamífero Um lobo marinho que foi encontrado na cidade costeira de Beachport, no estado da Austrália do Sul O lobo marinho, dentro de uma população estimada em 100 mil indivíduos, foi encontrado morto sem sinais de ferimentos, disseram as autoridades Segundo a ministra da Agricultura, Julie Collins, a morte não parece estar associada a outros mamíferos marinhos doentes ou mortos. Uma vez que a gripe aviária H5N1 está se espalhando no ambiente natural e não é possível evitar perdas significativas. Amanhã, quinta-feira, a nebulosidade continua tomando conta. Então o dia fica nublado, com pequenos períodos em que o sol tenta aparecer, mas as chuvas são esperadas. na madrugada, pela tarde e também à noite. E pode vir em grande quantidade, acompanhada de raios e rajadas de ventos. Então, muita atenção nesta quinta-feira aqui na cidade de Campinas. Sobre as temperaturas, elas são de mínima de 18 graus, já estão aqui na minha tela. Amplitude térmica pequena, porque a máxima não passa dos 25 aqui na cidade de Campinas. O Jornal Câmara Notícia fica por aqui Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência Continue na nossa programação Lembrando que hoje é quarta-feira, dia de reunião ordinária de número 58 A partir das 6 horas da tarde os vereadores vão se reunir Para discutir e votar os 8 projetos que estão na pauta Amanhã eu conto tudo para vocês aqui no Jornal Câmara Notícia Até lá, tchau, tchau A CIDADE NO BRASIL Legenda Adriana Zanotto
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do CÂMARA NOTÍCIA

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
7:02

Câmara Notícia | Nome Galeria Ex-Presidentes

4:46

Câmara Notícia | 33ª Audiência Pública 2026

5:53

Câmara Notícia | 81 Anos AExpCamp

2:01

Câmara Notícia | Req. Combate Descarte Lixo Amarais

4:17

Câmara Notícia | 1ª Parte Semana Conscientização TDL 2026

3:36

Câmara Notícia | 85ª Reunião Solene 2026

10:41

Câmara Notícia | Curta Metragem - Fundação Educar

47:07

Câmara Notícia

50:53

Câmara Notícia

35:26

Câmara Notícia

47:09

Câmara Notícia

44:52

Câmara Notícia

44:30

Câmara Notícia

46:49

Câmara Notícia

39:37

Câmara Notícia

1:03:57

Câmara Notícia

34:18

Câmara Notícia

53:32

Câmara Notícia

51:14

Câmara Notícia

44:48

Câmara Notícia

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
13:01

Na Ponta do Lápis | Investimento Imobiliário

3:23

Eleições | Calendário Eleitoral 2º Turno

59:29

Estúdio Câmara | Sua Mãe Já Te Disse “Você Não é Todo Mundo”?

15:38

É o Bicho | Alimentação Macacos-Prego Mata

9:17

Central I.A | Notícias de Campinas, Brasil e Mundo

50:23

Mãos Solidárias | Associação Evangélica Beneficente Casa David Rowe

15:33

Café com o Presidente | Homenagens, Inclusão e Destaques da Semana na Câmara de Campinas

1:08:31

Meu Bairro na TV | Complexo OMG: Parque Oziel, Jardim Monte Cristo e Gleba B