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Campinas guarda um importante capítulo da história brasileira da Segunda Guerra Mundial. Há 81 anos, a Associação dos Expedicionários Campineiros trabalha para preservar a memória dos soldados que lutaram contra o nazifascismo na Itália e defenderam o litoral brasileiro durante o conflito. Associação dos Expedicionários Campineiros, ela é a associação desse gênero, né, de expedicionários mais antiga do Brasil. Foi fundada em 20 de 28 de outubro de 1945. E no início a finalidade da associação foi de dar um suporte pros pracinhas que voltavam da guerra, que ficaram praticamente um ano fora, né, da a vida deles, teve um iato de um ano, né? Então a associação teve um papel muito importante em buscar colocação profissional para esses pracinhas, buscar atendimento médico pros que precisavam, aquisição de medicamentos, etc. E hoje a finalidade primordial da associação, né, que eu falo que é um dever que nós como brasileiros temos, é de preservar a memória desses pracinhas. Bom, mais do que os objetos que tem aqui, um museu mantém viva a trajetória dos pracinhas brasileiros, que são, na verdade, os soldados que estiveram na Itália. A ideia, a proposta de tudo isso é fazer com que os visitantes conheçam de perto os desafios enfrentados, também saibam, claro, da importância do Brasil na Segunda Guerra Mundial. A força Expedicionária Brasileira teve uma participação fundamental eh na Segunda Guerra, né? E o Brasil esteve participando das batalhas com esses pracinhas que foram paraa Itália. Alguns morreram, né, mas foram lá defender um ideal de liberdade, combater o fascismo, o nazismo, defender a democracia. E obviamente hoje o museu aqui que é mantido pela Associação dos Expedicionários Campineiros, familiares, descendentes de ex-pracinhas, né, mantém viva essa memória. O museu, com peças daquela época reconto, da história do mundo e do Brasil. Durante a visita, o presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, destacou o papel do legislativo para ajudar a preservar a história. Nós transformamos o dia da força expedicionária brasileira, que era comemorado no dia 8 de maio pra semana da força peticionária brasileira, comemorada todo ano na semana de 8 de maio. 8 de maio é o dia da vitória, né, fim da Segunda Guerra. E são várias ações que a associação desenvolve em parceria com outras entidades também dessa área. E é muito legal o que a gente quer ampliar isso, fazer com que as escolas participem, né, que isso entre inclusive de alguma forma no currículo dos alunos das escolas de Campinas, né? Porque Campinas faz parte da história do Brasil e esse momento da história, nós tivemos muitos expedicionários de Campinas que participaram disso também. O museu, no formato atual é resultado de um amplo processo de reestruturação da associação. A associação, né, ela começa esse trabalho de revitalização do prédio em 2013 e desde 2013, então, se tem o desejo de eh utilizar esse espaço de cima como o museu da associação, né? Eh, a partir então aí de começo de 2020, se começou então uma tratativa com o grupo que eu faço parte de historiadores, de eh trazer então um modelo eh de museu mais ou menos baseado no que a gente já tinha visto em museus no exterior. A ideia é preservar a memória e o patrimônio histórico cultural dos campineiros. A ideia então aqui, né, foi eh resgatar então essa história da FEB. ligada à Associação dos Expedicionários Campineiros, que é a associação mais antiga do Brasil. Ela, essa associação, ela nasceu eh já no navio quando os expedicionários estavam voltando para cá, né? E aí, a partir dessa ideia, né, de uma fazer esse resgate histórico tanto da FEB quanto da história, eh, do desses peticionários que partiram de Campinas por meio então de objetos que a gente apresenta aqui e que inclusive a grande parte deles são de eh Febianos daqui de Campinas, que as famílias então acabaram então fazendo uma doação aqui pro museu para ser apresentado esse material. Guaraci é uma das colaboradoras do museu e lembra com orgulho e com saudades do pai. Meu pai é o Justino Alfredo. Ele foi o último soldado aqui de Campinas, falecido em 2021 com 101 anos. Dos 328 de Campinas, ele foi o último a falecer com 101 anos em 2021. Então museu aqui pr pra senhora é super importante. Sim, eu desde pequena, desde criança, toda a minha família, meus agora os meus meus sobrinhos netos, né? Eles sempre vieram aqui, meus irmãos, tudo nós somos criados aqui. Então pra gente, para mim aqui é um orgulho tá aqui ajudando a memória deles, né? Que foram com eles que começaram há 81 anos atrás. Meu Brasil. เฮ