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Campinas anuncia a ampliação da vacinação contra as bactérias que causam pneumonia para pessoas com mais de 85 anos. Câmara aprova em primeira discussão o projeto que prevê o apoio de empresas com produtos e serviços para a castração de animais em Campinas.

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Campinas anuncia a ampliação da vacinação contra as bactérias que causam pneumonia para pessoas com mais de 85 anos. Câmara aprova em primeira discussão o projeto que prevê o apoio de empresas com produtos e serviços para a castração de animais em Campinas. Projeto de lei de autoria do vereador Roberto Alves, institui a política de memória esportiva em Campinas e define diretrizes para a criação da Casa da Memória Esportiva. No Giro Ambiental, vamos falar sobre letramento climático e como os fenômenos naturais estão ligados à política, sociedade e economia. Olá, terça-feira, 29 de setembro de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, já sabe, pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você pode mandar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmera Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole, porque a Secretaria de Saúde de Campinas ampliou a vacinação contra a pneumonia para pessoas com 85 anos ou mais. A vacina Pneumovin já está disponível nos 69 centros de saúde da cidade. O imunizante protege contra diversos tipos de bactérias que podem causar infecções graves, especialmente entre os idosos. A vacina pneumocósica vivalente, que protege contra diferentes tipos de bactérias causadoras de pneumonia e outras infecções graves, agora está disponível para pessoas com mais de 85 anos em Campinas. Então, era uma vacina que foi incorporada recentemente no calendário, né, de vacinação para as crianças aos 2, 4 meses e aos 12 meses a dose de reforço e agora ela tem essa ampliação. Então, todas as pessoas a partir de 85 anos de idade também já pode receber essa dose. A ampliação da vacinação para pessoas com mais de 85 anos atende uma recomendação do Ministério da Saúde e também da Secretaria de Estado de Saúde. medida tem como principal objetivo reduzir as complicações, principalmente entre os mais idosos. Ela é fundamental, né, principalmente para esse público nessa faixa etária. Então, o sistema imunológico, né, com envelhecimento, ele vai ficando cada vez mais frágil e é interessante que todas essas pessoas se protejam, né? Ela traz a proteção aí contra diversos sorotipos das bactérias que causam pneumonia, que é uma grande causa de hospitalização, de óbito, principalmente nessa faixa etária. Então, o município sempre segue as diretrizes do Ministério da Saúde, do Estado de São Paulo, focando aí principalmente nas pessoas que têm um risco maior de agravamento. Então, por isso a introdução dessa dose. Ainda, segundo a Secretaria de Saúde de Campinas, a vacina Pneumo 20 já fazia parte do calendário de imunização de bebês com doses aos 2, 4 e 12 meses. Isso além de toda essa rotina, né? Então essa estratégia ela não é uma campanha, então tanto para as crianças quanto para as pessoas a partir de 85 anos de idade, é uma estratégia que vem para ficar no calendário de vacinação mesmo. E além dessas recomendações, existem algumas outras condições clínicas que prevêm o uso dessa vacina também. Então são para aqueles casos graves, pacientes diabéticos, oncológicos, pessoas com problema grave no pulmão, coração, dentre outras condições clínicas, né, que daí é importante que a pessoa procure o serviço de saúde com a recomendação médica para que a gente possa avaliar e indicar ou não a dose. Todas as unidades já estão abastecidas, uma vacina segura, extremamente recomendada. Então é importante que essas pessoas aí que fazem parte, né, que tm esse direito de receber a dose, que já procurem os nossos serviços o quanto antes para garantir sua proteção. Os idosos com mais de 85 anos para receber a dose devem procurar um dos 69 centros de saúde da cidade. Não precisa de agendamento, basta levar um documento de identificação e quem tiver a cadeneta de vacinação, que aí já aproveita e faz a atualização de todo o esquema vacinal também. A medida provisória que proibiu as apostas esportivas de cota fixa no Brasil gerou um amplo debate jurídico sobre a constitucionalidade e os impactos econômicos. A nossa equipe consultou um advogado especialista em direito do consumidor e da saúde. O Brasil acaba de dar uma agnada de 180º na regulamentação das apostas esportivas. Na última sexta-feira, 25 de setembro, o presidente Lula editou a medida provisória 1394, proibindo a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade das chamadas bets no Brasil. Mas isso significa que as bets acabaram imediatamente? Não, exatamente. Primeiro precisamos lembrar de onde viemos. Um breve contexto. As apostas de cota fixa no Brasil foram legalizadas em 2018 pelo então presidente Michel Temer e ganharam marco regulatório muito completo com a lei 14.790. 1790 de 2023 sancionada pelo presidente Lula. A partir de 2025, conforme essa lei, somente as empresas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas poderiam então operar nacionalmente. Essas empresas tiveram que cumprir uma série de exigências regulatórias, entre elas pagar uma outorga, uma autorização de 30 milhões para poderem operar no território nacional por 5 anos. E agora a CMP muda radicalmente esse cenário. Desde 25 de setembro já está proibido o ingresso de novos recursos nas contas dos apostadores. As empresas elas têm 10 dias para retirar seus sites e aplicativos do ar e as apostas que estiverem abertas ao final desse período serão canceladas com restituição dos valores aos apostadores e as autorizações serão formalmente extintas após 30 dias. Então, atenção, não é correto dizer que todas as autorizações desapareceram no momento, no dia que a MP foi publicada. Existe sim um período de transição. Existe outro ponto fundamental. Uma medida provisória tem força de lei imediatamente, mas ela precisa passar pelo Congresso. Ela vai ser analisada por uma comissão mista e depois votada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. A INP pode ser aprovada do jeito que está, pode ser modificada ou pode ser rejeitada. Em regra, a sua vigência é de 60 dias, prorrogável por um período complementar de mais 60. E se não for convertida em lei, ela perde eficácia. E surge então a questão: como serão disciplinadas as relações jurídicas constituídas durante o período que ela vigorou? Portanto, as betes entraram agora num período extremamente peculiar. Temos uma proibição já produzindo efeitos, um processo acelerado de encerramento das operações e ao mesmo tempo uma decisão política que ainda deverá passar pelo Congresso. Olha só, uma nota enviada pela Justiça Eleitoral de Campinas. Foi realizada uma reunião conjunta com representantes do Ministério Público Eleitoral, dos partidos políticos, da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, Secretaria Municipal do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade, do Comando da Polícia Militar e da Guarda Municipal, com a finalidade de deliberar e coordenar medidas firmes para prevenção e repressão ao derramamento de material de propaganda. eleitoral nos locais de votação e nas vias de acesso. Campinas possui 267 locais de votação. Vão receber um expressivo contingente de eleitores ao longo de todo o pleito eleitoral. A garantia de um ambiente democrático, seguro, limpo e plenamente acessível impõe a colaboração ativa, responsável e harmônica entre instituições públicas, candidatos, partidos políticos e apoiadores. A prática ilícita consistente no lançamento de panfletos e santinhos em vias públicas, praças, calçadas, costumeiramente intensificada na vésper na madrugada do dia da votação, não se resume a uma infração eleitoral. Tal conduta gera grave obstáculo à acessibilidade urbana, acarreta risco imediato de escorregões e quedas de pessoas com mobilidade reduzida, eleitores, idosos e pedestres em geral. Além de provocar uma poluição visual, severa degradação da limpeza pública e acúmulo de resíduos que comprometem a rede de escoamento de água de águas pluviais e patrimônio ambiental urbano. o âmbito preventivo, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos e o Poder Judiciário Eleitoral estabeleceram um protocolo de pronta atuação e contingenciamento operacional para imediata remoção de materiais que venham a ser lançados irregularmente nas imediações dos locais de votação, assegurando imediata desobestrução das calçadas e segurança viária de forma concomitante as forças de segurança pública municipal e estadual em conjunto com os fiscais da justiça eleitoral e com o apoio do Ministério Público Eleitoral e da Secretaria do Clima vão atuar ostensivamente na fiscalização, inclusive nos períodos de maior criticidade operacional. E ficou expressamente advertido que o derramamento indevido de propaganda ensejará a pronta atuação estatal para coleta e preservação de elementos probatórios, visando responsabilização dos autores e beneficiários nas esferas eleitoral, criminal e ambiental. A justiça eleitoral reafirma que a prioridade desta mobilização interinstitucional é educativa e preventiva, conclamando todos os candidatos, partidos, coligações, federações, cabos eleitorais, militantes, a manterem uma postura ética, cidadã e respeitosa, colaborando decisivamente para a realização de eleições limpas, seguras e respeitosas em benefício de toda a comunidade campineira. Bom, vamos com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da reunião ordinária de número 54. Os vereadores se reuniram para discutir e votar os 19 projetos que estavam na pauta. A Mirna Breu acompanhou tudo e traz agora as informações. Então, seja bem-vinda e boa tarde, Mina. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você que assiste a TV Câmara Campinas. Na noite desta segunda-feira, a Câmara discutiu 19 projetos. Entre eles, aprovou em primeira discussão a proposta do vereador Herbert Ganém, com emenda que autoriza celebração de parcerias público-privadas com empresas dos setores de produtos e serviços para animais domésticos, visando o apoio e patrocínio a eventos de castração realizados pelo DPBE. O autor da proposta detalhou os objetivos e como deverá ser a matéria caso se torne lei em Campinas. A gente gostaria muito que empresas privadas participassem através ali colocando e a sua propaganda. Olha, uma empresa grande que trabalhe com ração ou que com remédios para os animais possam ali fazer sua divulgação e assim também ajudar os animais da prefeitura, né? Então, eh, para ele poder fazer a divulgação ali, então ele vai fazer uma doação de ração, doa nada em dinheiro, sempre voltado para os animais, seja uma vacina, um remédio, uma ração, uma roupinha também para os animais. Essa a ideia. Então, quem quiser participar a empresa, ah, vai ter uma um mutilhão de castração lá no Ouro Verde. Então, quero quero divulgar minha empresa lá, sim, desde que também faça contribuição para os animais. A regulamentação fica a cargo do departamento responsável. Eh, então ela ela vai vai entrar numa fila ali fazer a inscrição da sua da sua empresa. A minha empresa vende ração, então coloca lá. Minha empresa vende vacina, minha empresa trabalha com roupas cirúrgicas para animais, coloca lá. Então a gente depois ela vai poder fazer a divulgação e nisso contribuir também para os animais com alguma doação. Também em primeira discussão foi aprovada a proposta do vereador Guilherme Teixeira que trata da utilização da tecnologia de inteligência artificial no âmbito da administração pública municipal. é disciplinar que caso haja o uso seja informado ao cidadão que em determinada da ação que a prefeitura realizou do processo dela, a prefeitura utilizou alguma das ferramentas de inteligência artificial e aí deve eh aparecer em local de fácil visualização de forma a permitir que os interessados saibam quando essa demanda teve o uso ou o auxílio da tecnologia. Isso mesmo. É uma transparência que o governo tem que dar pro cidadão, informando a ele, caso ele queira questionar, caso tenha alguma análise que ele possa achar que tá imprecisa, porque nós sabemos que a inteligência artificial ela veio para mudar também a nossa sociedade, a nossa sistema de vida, ele traz mais agilidades em vários processos, mas também comete erros. Então o cidadão precisa ser informado que foi utilizado. Os dois projetos que foram aprovados em primeira discussão voltarão ao plenário para um segundo momento de votação, momento em que a Câmara discute o mérito. Para mais informações você pode acessar o site campinas.sp.lege.br. lege.br. Lembrando que a reunião na íntegra pode ser conferida no portal da TV Câmara Campinas e também no canal da TV Câmara Campinas no YouTube. É com você aí no estúdio, Gabriel. Tá certo? Muito obrigado, Minabriu, pelas informações. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque a construção do Hospital Metropolitano também envolvem questões relacionadas ao meio ambiente. Requerimento apresentado aqui na Câmara de Campinas busca esclarecimentos sobre o manejo das árvores e as medidas previstas para a compensação ambiental. O vereador Wagner Romão apresentou um requerimento pedindo informações à Prefeitura de Campinas sobre o licenciamento ambiental para a construção do hospital metropolitano. O pedido trata da supressão de árvores no terreno onde será implantada a unidade, além das medidas de compensação ambiental. Em primeiro lugar, na indignação da supressão de 508 árvores. 508 árvores. A gente tem seguido muito que tá acontecendo com relação a isso aqui em Campinas. É uma verdadeiro, uma verdadeira mortandade de árvores. Claro que todo mundo quer um novo hospital pra cidade, mas será que a gente teria que realmente suprimir 508 árvores, né? Então, eh, a gente conseguiu há pouco tempo atrás que a prefeitura mudasse um projeto de um piscinão ali na Praça Ralf Stetinger, né? iriam ser suprimidas 348 árvores. Nós conseguimos que nós conseguimos salvar 300 árvores na numa representação que a gente fez ao Ministério Público. Entre os esclarecimentos solicitados estão a justificativa técnica para supressão das árvores, cópias do processo de licenciamento e da autorização para o manejo, além das espécies escolhidas para o plantil compensatório. Então, no momento agora, o que a gente quer saber é por quem que realmente se não havia nenhuma outra opção de espaço para alterar o projeto de maneira a preservar ao menos uma parte dessas 508 árvores. Eh, feito o licenciamento ambiental, quais foram os motivos técnicos também pelos quais ele foi permitida essa essa supressão de mais de 500 árvores? E se tudo isso eh for respondido, a gente quer saber, por outro lado, como é que as as árvores que serão já foram indicadas pela prefeitura que cerca de 8900 mudas serão plantadas. É sempre muito importante a gente lembrar que as mudas estão num estágio inicial de vida. até elas chegarem a 20, 30 anos, né, no auge da sua vida, vai demorar muito. Segundo o requerimento, a prefeitura anunciou o plantil compensatório de árvores nativas na bacia hidrográfica do córrego do pissarrão, com previsão de início na primeira semana de outubro. A gente quer saber como é que vai ser o manejo, onde essas árvores vão ser plantadas, se vai haver irrigação, enfim, todas essas coisas que são necessárias para que ao menos essas árvores que vão ser plantadas possam ser possam sobreviver, possam caminhar bem. A prefeitura já indicou que seriam são cerca de 8900 mudas e nós queremos com exatidão onde que elas serão plantadas. Há um indicativo de que elas serão plantadas nas margens do pissarrão. Isso que a mídia colocou. gente quer uma resposta oficial da prefeitura para que a gente possa fazer essa fiscalização e também instrumentalizar a sociedade civil que tá preocupada com as árvores, né, e não são poucas organizações aqui em Campinas, a que ela também possa fazer esse trabalho. O vereador Roberto Alves protocolou um projeto de lei que institui a política municipal de memória esportiva em Campinas e define diretrizes para a criação da casa de memória esportiva. Ao destacar o esporte como parte da identidade e da história de uma sociedade, o vereador Roberto Alves apresentou um projeto de lei que propõe uma política permanente de preservação da memória esportiva, com diretrizes para fortalecer Campinas, como polo de preservação e pesquisa da história do esporte. Nós temos aqui em Campinas um acervo muito grande de do esporte e quando a gente fala a memória, não, nós não estamos referindo somente no futebol. grandes atletas que já passaram aqui por Campinas, que deixaram o seu nome, seu legado aqui, tanto no campo, tanto na Ponte Preta, como também no Guarani. Mas nós temos também os jogadores de vôlei que hoje jogam no Renata e hoje que já passaram eh atletas eh que disputaram medalhas representando o estado de São Paulo, o Brasil e principalmente morando aqui na cidade de Campinas. Enfim, o que que a gente quer que fica a memória de um de um de atletas que já passaram, que já passam, porque hoje a juventude eh vai falar que de cá, quem é de cá, Neto, quem é Neto e outros jogadores, Zenon, jogadores famosos e a juventude não conhece. A proposta tem caráter complementar ao Museu Municipal de Esportes de Campinas, sem substituí-lo ou alterar sua finalidade. O que que a gente quer que essa casa ela possa ser um ponto turístico na cidade de Campinas? que a a secretaria de cultura, secretaria de esporte, que eles possam abraçar e eu tenho a certeza que vai ser uma referência não só no estado de São Paulo, mas o por que não Brasil, com apoio de CBF, com apoio da da eh da de São Paulo, da Federação Paulista. A Casa de Memória Esportiva terá como diferencial a possibilidade de receber e preservar acervos, não só de Campinas, como também de outros municípios do estado de São Paulo. De acordo com o projeto, a cidade poderá se tornar um ponto de encontro da história do esporte paulista. Para o parlamentar, preservar a memória esportiva é também manter vivas histórias de superação, dedicação, formação de jovens, construção de comunidades e transformação social. Temos o futebol amador, taças favelas, vários jogos que tem aqui e que muit das vezes passa e cai no esquecimento. Esse aí não é para deixar cair nada no esquecimento para manter a memória viva do esporte na cidade de Campinas. Câmara realiza a reunião solene, entrega diploma de mérito empresarial José Bonifácio Coutinho Nogueira a empresário do setor fitness. Logo na abertura, música para a entrega do diploma de mérito empresarial, José Bonifácio Coutinho Nogueira ao gestor de academia, Fernando de Jesus. Quando eu olho para os meus projetos, eu sei que fica tão difícil acreditar. A honraria é concedida a empresas e empresários que tenham exercido com destaque atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços no município de Campinas. A solenidade de iniciativa do vereador Herbert Ganém contou com a participação de amigos, familiares, empresários e autoridades do homenageado. Fernando de Jesus ingressou no mercado de trabalho aos 13 anos como açogueiro e repositor e mais tarde trabalhou na função de vigilante. Aos 22 anos, retomou os estudos conquistando bolsa integral para cursar o ensino superior na PUC Campinas. se especializou em bioquímica pela Unicamp e sua trajetória profissional inclui relevantes contribuições. O parlamentar destacou a dedicação do empresário, olhar para uma trajetória e dizer: "Nós vimos o que você construiu, o seu esforço e a contribuição que o seu trabalho trouxe para Campinas". Fernando demonstrou desde muito cedo o espírito empreendedor. Com o passar dos anos, transformou essa disposição para trabalhar e empreender em profissão. Formou-se em educação física pela PUC de Campinas e construiu sua trajetória à frente da Sport Swift Academia. E quem empreende sabe que não existe negócio simples. Acho que todos, né? Quem empreende sabe da dificuldade que é. Existem dias que tudo parece caminhar perfeitamente e outros que é preciso encontrar soluções para problemas que ninguém havia previsto. E foi justamente em um desses dias que os nossos caminhos eh se encontraram. Desde então pôde conhecer melhor o Fernando, sua história, sua forma de trabalhar e a dedicação que coloca em tudo aquilo que faz. Empreender é assumir responsabilidade todos os dias. é cuidar de uma empresa, mas também das pessoas que fazem parte dela. Fernando deixou uma mensagem inspiradora para aqueles que iniciam um empreendimento. Se minha história puder deixar uma mensagem nessa manhã, principalmente para alguém que esteja começando a sua caminhada, é esta: Não permita que o lugar onde você veio determine aonde você pode chegar. As circunstâncias podem dificultar o caminho, pode atrasar alguns sonhos, pode fazer o seu, pode fazer você trabalhar mais do que outras pessoas, mas elas não precisam determinar o final da sua história. Trabalhe, estude, honre sua palavra, valorize as pessoas, cuide da sua família, não tenha vergonha da sua origem. Eu nunca e nunca se esqueça de agradecer a Deus quando as portas começarem a se abrir. Porque olhando hoje para trás, eu percebi que muitas coisas que um dia aparecia dificuldades estavam na verdade ajudando a formar o homem que eu precisava me tornar. Passei por dificuldades como a sua. Sei que não é fácil. Não queria ter passado por essas dificuldades. Queria ter a minha infância e minha adolescência tranquila. queria poder ter estudado, né? Mas fazer o quê? É a vida. E você disse uma coisa, eh, você é um empresário, quando a pessoa vai até a sua empresa, eh, chega lá uma senhora, seja quem for, ah, eu vou entrar para fazer aqui, né, os exercícios. Você pensa na pessoa, por que ela está lá. Isso chama simpatia. Se colocar no lugar do próximo. É isso que faz o diferencial da pessoa. Hoje, 7:30 da noite, a Ponte Preta enfrenta o Botafogo em Ribeirão Preto. No encerramento da 30ª rodada da Série B. O técnico Gilson Cleina, se quiser, pode repetir a formação que venceu o CRB na última rodada. E aí a equipe entraria em campo com o Vinícius no gol, três zagueiros Palácios, Diego Leão e o Gabriel Carã. Juan, Danilo Barcelos, Rodrigo Souza, Denis Borges e J na frente Manu e Brandão. Se bem que o volante André Lima retorna de suspensão e o atacante Danilo Peu foi registrado no boletim informativo diário. São dois atletas que podem aparecer aí na formação titular. Maca segue na lanterna, 13 pontos. O Botafogo é a primeira equipe fora da zona de rebaixamento com 32. Claro que amanhã a gente conta a história desta partida. E olha só, estudo da Escola de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas analisou como pensam os brasileiros quando o assunto são as mudanças climáticas. E foi constatado que quase metade dos entrevistados, 44% expressam ceticismo em relação à severidade da crise climática. Então, sobre a importância do letramento climático, acompanha a partir de agora o giro ambiental. Um estudo da Escola de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas, a FGV, analisou como os brasileiros percebem as mudanças climáticas e constatou que quase metade dos entrevistados, 44%, demonstra ceticismo em relação à gravidade da crise. Nesse cenário, o letramento climático pode ajudar a compreender a relação entre os fenômenos naturais e as decisões políticas, econômicas e sociais. E é sobre isso que vamos falar hoje no Giro Ambiental com Felipe Peixoto, pedagogo, mestre e doutorando em educação e analista de identidade, missão e vocação da Rede Marista Brasil. Felipe, seja muito bem-vindo ao Giro Ambiental e também muito obrigada por nos atender e nos eh aceitar nosso convite. Olá, muito obrigado. Bom dia a todos e a todas. Para começar, Felipe, eu queria falar eh o que é o letramento climático, o que ele significa na prática e também qual a importância da população, das pessoas desenvolverem esse conhecimento. É importante a gente pontuar que o letramento climático ele é um processo de conhecimento sobre todas as questões socioambientais que acontecem dentro do nosso planeta, né? Então, quando a gente fala de letramento climático, a gente tá falando de um processo de ensino, aprendizagem, de formação, que por vezes ele eh que por vezes ele nos traz um um conhecimento eh ou não necessariamente conhecimento, mas ele nos traz um repertório que é um repertório importante para que a gente entenda que, por exemplo, a enchente que as enchentes que aconteceram no Rio Grande do Sul ou com que acontecem no sul da Bahia, eh, não são obras do acaso, mas elas são uma consequência de múltiplos fatores socioambientais e políticos. E é claro que as pessoas têm um pouco de dificuldade de ter acesso à informação, conhecimento, mas porque na sua visão eh existe tanta dificuldade de parte da população reconhecer a gravidade das mudanças climáticas que estamos vivendo? Primeiro, acredito que assim, eu acho que boa parte da população no Brasil sofre e sente as consequências das mudanças climáticas, né, que o nosso país sofre, assim. Então, por exemplo, hoje eu falo de Curitiba, eh, e não é normal, normalmente normal Curitiba no mês de setembro ali está com 8, 7, 6º de temperatura ou outros territórios, por exemplo, choverem numa num período que era para estar sol. Então a população ela sente esse impacto. Porém, a gente precisa pontuar que a gente vive em um modelo de sociedade, que é um modelo de sociedade que ele ele é muito produtivista. As pessoas normalmente saem para trabalhar 5, 4, 6 horas da manhã e retornam paraas suas casas só no período da noite. Esse movimento, ele é um movimento exaustivo, ele é um movimento que ele fragela muita parte, boa parte da nossa população, a grande parte da nossa população. Nesse sentido, é muito complexo a gente eh trazer que isso talvez seja e eh eh seja um problema da população como geral, mas eu acho que isso é um problema do nosso modelo enquanto sociedade. Enquanto modelo de sociedade, a gente olha paraas questões climáticas sempre a partir de de quase que uma ansiedade. Então, a gente sempre trata as questões climáticas eh como a algo catastrófico que vai destruir o mundo, se a gente não agir, vai destruir o mundo mesmo. Mas a gente age eh a partir do medo, da ansiedade climática, a partir de outros elementos que não seja o elemento da esperança, por exemplo. Então, hoje é muito complexo. Hoje a gente tem gerações de pessoas, por exemplo, que nunca subiram num pé de árvore, por exemplo, porque não existem mais árvores dentro da dos nossos modelos de cidade, né? a gente tem um conjunto enorme de pessoas, por exemplo, e de crianças que não brincam de calças com o pé na terra, porque existem poucos parques nas nossas cidades. Então, o modelo como a gente organiza as nossas cidades, o modelo como a gente organiza o nosso trabalho, o modelo como a gente se organiza enquanto sociedade, impacta diretamente para essa relação. Então, se eu tenho pouco contato com a natureza, eh, se eu não conheço a natureza, como eu vou amar algo que eu não conheço? Então, eu preciso conhecer algo para que automaticamente eu possa amar isso? Então, a gente precisa propiciar para as pessoas como um todo espaços de contato com a natureza, espaços de contato com o meio ambiente para que elas entendam que elas fazem parte de um todo, que a Terra é um todo, né? Nós não somos sujeitos afastados dessa terra, mas nós fazemos parte de deste grande ecossistema, né? O Papa Francisco, quanto reista, ele falava que a terra é uma grande mãe, né? Nós precisamos cuidar da nossa casa comum. E casa comum é isso. Nós habitamos uma casa que é comum com os animais, com todos os seres vivos, com todas as plantas e com todo o ecossistema. Então, a gente precisa propiciar esse contato. As nossas cidades, sociedades precisam propiciar esse contato com das pessoas com o meio ambiente. A gente não eh a gente não pode eh derrubar uma árvore para construir um poste, porque a gente passa um recado, principalmente paraas novas gerações, de que o poste ele é mais importante do que uma árvore, sabe? Então, acho que existem modelos de sociedade e escolhas de sociedade que nós fizemos enquanto sociedade que a gente precisa olhar para elas. Então, podemos dizer que mesmo a população não entendendo a gravidade ou até mesmo agindo de forma negacionista quanto a crise climática, elas vivenciam isso no dia a dia, na prática mesmo, eh, em pequenas coisas, como que você falou, enchentes, eh, chuvas torrenciais que a gente enfrenta todos os dias, ondas de calor também, por exemplo. Exatamente. Hoje a gente tem eh eh só para vocês terem ideia, hoje a gente tem algumas regiões no Brasil que estão passando por processos de desertificação, assim, são processos aonde aos poucos essas regiões vão se tornando pequenos desertos. Hoje, se a gente for pegar o mapa mund, eh, e toda a região que ali, a região da Amazônia, tirando a região da Amazônia, toda aquela área são grandes desertos, né? Só que a gente tem a Amazônia, que é além da Amazônia, a gente tem Amazônia e tem, né, a a cordilheira dos antes. A gente tem algo que não faz que a gente tenha um grandes desertos no nosso continente, por exemplo. E aí quando a gente tem calor excessivo, chuva, chuva fora do do tempo ou estáis de chuva, quando a gente tem um frio excessivo, a gente sente isso, mas a gente não entende onde vem isso. E aí isso vem de vários fatores do desmatamento, o desmatamento do do bioma como Pantanal, por exemplo, que é extremamente importante falando de São Paulo e aí da região de Campinas, né? Eh, a gente tem, por exemplo, em São Paulo pouquíssimos hectares da Mata Atlântica nativos ainda. Então, o quanto isso impata na nossa constituição enquantos sujeitos assim, né, enquanto seres humanos. Essa nossa conexão com animais, ela não pode ser com outros seres, não pode ser uma relação de caça e presa, mas tem que ser uma relação de harmonia, né? Como a gente se convive harmonicamente com as árvores, as flores, os animais, a terra como um todo. Eh, e eu comentei na outra pergunta sobre o negacionismo, né? O letramento climático também pode ajudar a população a diferenciar informações confiáveis, eh, conteúdos falsos ou distorcidos sobre as mudanças climáticas. Claro, pode sim. principalmente porque a gente eh quando a gente fala de letramento climático, a gente é muito pautado também pelo debate científico. E isso é muito importante a gente eh a gente pontuar que as o debate climático, ele não é um debate que ele acontece agora em 2025, ele vem sendo debatido por pares dentro da academia de institutos científicos do desde o século XX, né? Então, existe muita produção de conhecimento. E aí, qual é o nosso papel enquanto sociedade? Aí a gente pode falar, por exemplo, enquanto escola, né? Nosso papel é a partir desse conhecimento produzido, a gente popula eh a gente eh trazer de uma forma acessível para todos os sujeitos, independente da idade. É, eu vou falar de mudança climática, eu vou fazer um processo, eh, uma construção, eh, uma construção processual de letramento climático com crianças, diferente do que eu vou fazer com adolescentes, com jovens, com adultos, porque eu tenho um conteúdo, mas eu consigo adaptar esse conteúdo para passar a mesma informação. E aí a partir do momento que a gente trata eh esse negacionismo, a gente traz as questões científicas, então a gente imagina que o letramento científico ele coloca o sujeito diante de uma realidade e esse sujeito, essa pessoa, ela olha para essa realidade e ela vai investigar as causas do que isso acontece. É muito isso que a gente faz nas nossas unidades, nas nossas escolas. As crianças têm um problema. esse problema, eh, junto com o professor. O professor ele não dá resposta desse problema, mas ele cria um processo mediador de aprendizagem, aonde a criança e o adolescente investiga a causa desse possível problema e propõe soluções. Então, ele tá fazendo um processo científico. Então, a partir do momento que ele faz esse processo científico de uma forma bem mais controlada, enxuta, eh, ele começa a entender que o que é a ciência, né? Então, debates, eh, como ai não existe aquecimento global ou coisas do tipo, caem por terra porque ele entende como funciona o processo científico e e e de conhecimento, né? construção de um conhecimento. E a gente comentou que esse problema ele é macro, né? Um problema da sociedade, mas pequenas atitudes eh de quem tá em casa nos assistindo eh continuam sendo importantes diante desses problemas? Fazem a diferença mesmo sendo pequenas atitudes pessoais? Totalmente. Assim, eu vou dar eu vou dar um exemplo que eu acho que é um exemplo muito bacana. Eh, existem coletivos em várias cidades que trabalham com hortas, hortas coletivas, né, com hortas urbanas de forma coletiva, aonde essas pessoas eh cultivam, plantam e essa horta é da população. E aí você faz um processo e aí pra gente entender um um processo simples que a gente pode seguir, você separa seu lixo orgânico do lixo reciclável. Esse lixo orgânico, ele pode virar eh adubo numa composteira. nessa composteira, se é um uma horta coletiva, uma horta comunitária, vira adubo para que essa horta seja seja floresa, para que depois disso esse alimento ele possa ser dividido em uma comunidade. Então, uma pequena ação, que é uma ação de separar o lixo do orgânico pro reciclável, tem consequências de que esse lixo reciclável contribui para que eh catores de materiais recicláveis tenha eh um acesso mais fácil ao também à sua renda. O orgânico vai destinado para um lugar certo. Parte desse orgânico pode virar adubo numa composteira. que pode contribuir numa horta que pode alimentar várias famílias. Então, essas pequenas ações elas também contribuem muito, sabe? Falando de ações, atitudes, eh queria falar um pouco sobre a sua experiência na Rede Marista Brasil. Vocês desenvolvem diferentes ações, né, por meio do Observatório Marista do Clima. Queria falasse um pouquinho sobre esse trabalho, quais atividades são realizadas? Observatório Marista do Clima, ele nasce como uma resposta ao chamado que o Papa Francisco ele nos dá na sua Laudatus, nos 10 anos da Laudatus, que é como a gente eh está cuidando da nossa casa comum. Eh, as questões socioambientais sempre foram uma sempre foram muito importantes e significativas para a congregação, para o Instituto dos Irmãos Maristas e consequentemente para as escolas. Com isso se elabora, se constitui o Observatório Marista do Clima. E o Observatório Marista do Clima, ele acontece hoje em na grande maioria das escolas da rede. Então, hoje a rede tem 97 escolas, sendo colégios pagos e escolas sociais espalhadas por todo o Brasil. E o observatório do clima, ele proporciona que os alunos juntem o seu os componentes curriculares que, né, o conhecimento que já está previsto dentro do currículo, seja o currículo ligado às matrizes curriculares da próprio Marista Brasil, seja da BNCC, né? Então, a gente também faz uma resposta eh legal ao projeto de lei, que é o projeto de lei de educação ambiental que existe no Brasil. Então, o Brasil existe um projeto de lei sobre educação ambiental nas escolas. Então, o observatório também é uma resposta a isso. E aí o observatório, ele então coloca o aluno como sujeito, como um sujeito e protagonista da construção desse novo conhecimento. Então, eu vou te dar um exemplo muito bacana, assim, na zona leste de São Paulo, uma escola chamada Escola Social Marista, Marista Escola Social Robru criou uma horta junto com as crianças. E aí a gente tá falando de uma escola que é só uma escola de educação infantil. Então, se faz um processo na educação infantil dos campos de experiência da criança ainda tá conhecendo quem ela é, conhecendo o outro e junto com todo esse processo pedagógico de ensino, aprendizagem, a gente coloca temática ambiental e se constrói uma horta, por exemplo. Um outro exemplo aconteceu em Almirante Talandaré, eh, aqui no Paraná, aonde a Mari Fala Social ecológica entender os alunos entendendo que existia um desperdício muito grande de alimentos na merenda, eles eles constróem o que eles chamam de disperimômetro, né? Eles fazem um um um movimento que é vamos calcular o quanto de alimento a gente está desperdiçando e aí eles começam a fazer um estudo de tá, esse alimento que a gente tá desperdiçando, a gente vai transformar, vai transformar em adubo, vai colocar em composteiras, vai colocar em outros ambientes. E aí a gente tem vários outros exemplos. A gente tem colégios, por exemplo, que eh plantaram e criaram a sua pró o seu próprio repelente natural, por exemplo, que eles entenderam que naquele ambiente, na naquele espaço, tinha um um um por conta do do calor, do desmatamento, tinham muitos mosquitos, então criaram seu próprio repelente natural. Então, parte da realidade, então, observatório marista, parte da realidade de cada colégio, de cada comunidade escolar, parte do protagonismo do sujeito, aonde o professor ele é o mediador desse processo. E aí, como o professor ele é mediador desse processo, o professor ele acompanha, estimula, né, faz. Só que quem toma as decisões, quem observa todo esse processo são os alunos, independente da idade. E aí, é claro que eh no ensino médio observatório, ele tem uma abordagem, com a educação infantil ela tem uma outra abordagem, mas hoje a gente trabalha com 88 escolas trabalhando com o observatório Marista do Clima, assim, impactando hoje quase 100.000 alunos. Bacana. E Felipe, pra gente encerrar, né, você citou aí várias iniciativas criadas pelos alunos. Isso também mostra sobre a capacidade de crianças, adolescentes de participarem da construção de soluções pros desafios climáticos que a gente tá enfrentando. Totalmente. Assim, a gente eh eu gosto de falar uma eh eu gosto de falar uma seguinte frase que eu ouvi de um de uma pessoa uma vez e eu concordo muito que é o seguinte. Eu acho que é muito, é muita responsabilidade, muita irresponsabilidade a gente colocar para os jovens e para as crianças como elas sejam as solucionadoras de um problema que nós causamos, né? é é de uma irresponsabilidade muito grande. Entretanto, a criança, o adolescente, o jovem, ele também é impactado pela ação climática, pelas questões, as mudanças climáticas hoje no dia a dia. E aí a gente, essas, essas crianças, esses adolescentes, esses jovens, eles, eh, eles não são um modelo a vir a ser algo. Eles não estão eles não são um vir a ser alguma coisa, eles já são algo no presente. E parte de nós eh mediarmos os mediarmos junto com eles, e aí não é uma responsabilidade só nossa. uma responsabilidade só deles, mas mediarmos junto com eles num processo de escutativa, de participação, de construção de conhecimento para que novas oportunidades aconteçam. Então, existem inúmeros jovens adolescentes espalhados no Brasil que fazem parte de coletivos que eh estão junto nas horas comunitárias, que fazem ações de de desenvolvimento de consciência ambiental, que trabalham em prol da comunidade. Já existe muitas dessas pessoas, né? E uma coisa que eu aprendi muito é que em todo o território existe pelo menos uma pessoa que está fazendo algo. Talvez a gente só não conheça. E aí cabe a gente querer procurar ou não essas iniciativas. Exatamente, Felipe, muito obrigada pela participação, pela conversa aqui conosco e por nos apresentar um pouquinho mais sobre esse trabalho que tá sendo realizado. Muito obrigado vocês. Ten um bom dia. Agradeço também a sua audiência por ter nos acompanhado até aqui em mais um Giro Ambiental. Continue conosco que agora você vai conferir as curiosidades e informações do meio ambiente. Até mais. Imagens mostram turistas sentados sobre um tijolo com as pernas cruzadas, enquanto um enorme tigre se aproxima por trás e coloca as patas sobre seus ombros com ajuda de tratadores de um zoológico privado. Os tratadores aparecem apreensivos e deixam o tigre sozinho por alguns segundos. Tempo suficiente para que um fotógrafo faça os registros. Quando o animal movimenta a cabeça, os funcionários retornam imediatamente com uma madeira de leite para distraí-lo. A ONG Internacional Environmental Investigation Agence recomenda que turistas na Tailândia evitem estabelecimentos que ofereçam interação ou fotografias com tigres. Nebulosidade em alta já aqui em Campinas e região. Tem previsão de chuva para esta noite, madrugada. Para amanhã, quarta-feira, o tempo começa a mudar, as nuvens tomam conta e tem previsão de mais chuva. As temperaturas ainda seguem altas para esta época, mas eu já adianto, viu, que elas vão começar a cair já a partir de amanhã à noite. Meio de semana chegando, quarta-feira com mínima de 20º e a máxima pode chegar aos 31 aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quarta-feira. Até lá. Ciao. Ciao.
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