A primeira parte da 58ª Reunião Ordinária foi dedicada ao primeiro ano da Lei 16.801/2025, que institui a Semana de Conscientização do Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL). O evento contou com relatos de psicopedagogas sobre os avanços na conscientização do transtorno, que afeta a compreensão e expressão da linguagem em crianças. Destacou-se a importância da identificação precoce para orientação em terapias e cuidados que auxiliem no aprendizado e desenvolvimento da autonomia infantil. Conforme apontado, apesar de mais comum que o autismo, o TDL ainda possui pouca visibilidade e falta apoio de órgãos de saúde e convênios.
O vereador Luiz Rossini (Republicanos) dedicou a primeira parte da 58ª Reunião Ordinária às comemorações de um ano da Lei 16.801/25, de sua autoria, que instituiu a Semana Municipal de Conscientização do Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL). As psicopedagogas Sharon e Michele, à frente do movimento que deu origem à lei, relataram os avanços obtidos na divulgação do transtorno, que afeta a compreensão e a expressão da linguagem em crianças e ainda carece de reconhecimento por planos de saúde. Segundo as especialistas, o TDL é mais comum que o TEA, mas tem pouca visibilidade social, o que atrasa diagnósticos e o acolhimento das famílias.
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