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Olá, bom dia. Mais um Café com Presidente no ar, aquele nosso bate-papo semanal com o presidente da Câmara Municipal de Campinas, o vereador Luiz Socini. Bom dia, presidente. Bom dia, amigo. Presidente, a gente começa falando, claro, dos acontecimentos na última semana, do trabalho do legislativo da nossa cidade e a gente vai começar falando um pouco de como a Câmara honra as pessoas que também t aí as suas credenciais e fazem algo pela cidade. A gente começa com o diploma de honra ao mérito ao coral do tênis clube. fala para mim como que foi homenagear esse coral, como foi esse evento. É, é, na verdade, a iniciativa se deu até para marcar os 10 anos de existência do coral do tênis clube. E o canto coral é uma modalidade de arte, de cultura que vem remota ao início da humanidade, né, desde a época da Grécia antiga. E é uma oportunidade de você ajudar a disseminar um pouco do conhecimento do canto coral, é, execuções e músicas feitas e para couro, né? Eh, na cidade. E o Coral do Tênis Clube ele iniciou dentro do tênis, né? voltado para as ações internas do clube, mas hoje ele se expandiu, tem 33 coralistas e ele faz execuções em instituições, entidades, hospitais, participa de eventos na cidade e virou uma referência, né? Então, hoje inclusive representou Campinas num evento de corais organizado pelo Sindicato dos Clubes, representando Campinas e foi uma forma de você primeiro valorizar, reconhecer a importância do trabalho que o Coral faz, né? valorizar obviamente o coral, né, que é coordenado pela Bel no tênis, né, com apoio da diretora de cultura, eh, que da do clube também, que é uma entusiasta disso. E isso, de certa forma, ele está ajudando a fortalecer a cultura na nossa cidade. Então, para homenagear os 10 anos, a Câmara concedeu, inclusive lá no próprio tênis o diploma de honra ao mérito Manuel Ferraz e Campos Sales em reconhecimento a importância do coral paraa cidade. Sim, ainda sobre reconhecimento, o senhor esteve na última semana também no Museu da FEBRE. Queria que o senhor falasse um pouquinho dessa de quando a gente pensa nessa exposição e o quanto isso representa também aqui na nossa cidade. É, pois é. Você sabe que eu tive a iniciativa, o ex-vereador Major Jaime, que instituiu dia 8 de maio como dia municipal da FEB, da força expedicionária brasileira, mas a Associação dos Expedicionários de Campinas nesse período faz uma semana de atividades. Então, a gente expandiu o dia, apresentei um projeto de lei que criou a semana municipal da FEB e nos eventos inclui a visitação ao museu da FEB, que é um dos principais do Brasil. E na verdade ali está registrada a história, o papel dos quase 25.000 pracinhas brasileiros que foram paraa Itália, né, eh, no eixo dos aliados, combate o nazifascismo, né, defender os ideais de democracia, liberdade e justiça. Então, o Brasil faz parte dessa história que é mundial. Campinas eh mandou perto de 400 pracinhas para lá. Alguns, infelizmente, faleceram, mas eh e o Museu da FEB reúne eh uniforme, material de campanha que simula um pouco as condições que os pracinhas tinham. E é aberto ao público, é aberto ao público. Fica ali na rua Falcão Filho, número 83. Eh, e é assim, tá aberto para visitação. Eles inclusive pedem que a gente divulgue para que as escolas vão lá. Olha que interessante. E é muito legal. Ele é mantido hoje por familiares, principalmente filhos de expracinhas, ex combatentes. E quando você vai lá, você fica fascinado, né? A Câmara esteve presente lá, fez, vai fazer um documentário, né? Porque é muito legal, né? É como se fosse uma viagem ao passado. Fechado. Às vezes quem tá em casa pensa, não, é fechado, só quem é de tal lugar que pode ir. A gente vai colocar o serviço aí inclusive do funcionamento, como funciona a visitação, para que você também possa conhecer esse museu lá dos Expedicionários que tá aqui bem pertinho da gente, né? Bem pertinho. Eu acho que merece ser visto até pra gente conhecer um pouco dessa história que a tem Campinas participando, o Brasil na história da Segunda Guerra Mundial. Passando dessa história por uma questão que o senhor há um ano, inclusive há um pouco mais de um ano, o senhor abraçou essa causa e por sua iniciativa nós temos uma lei que trata da semana de conscientização do transtorno do desenvolvimento da linguagem. Tivemos na última semana a primeira parte falando sobre isso, trazendo mais luz a esse tema, presidente. É, sim. Nós tivemos a presença e participação da Sharon e da Michele, que são psicopedagogas e mães que iniciaram o movimento passo a passo sobre o TDL e que trouxeram a ideia. foi até o Thiago Ferrari lá do PIC, né, do programa primeira infância Campinas e nós fizemos uma lei e passados um ano, na verdade elas vieram fazer um relato do que aconteceu nesse ano e como uma iniciativa dessas, eh, Mirna, ajudou a se espalhar um pouco a informação sobre o TDL. Eles, elas realizaram vários eventos, inclusive fizeram um fórum na Unicampo, participam estudantes e profissionais das várias áreas, terapia ocupacional, psicóloga, foneiólogo, psicopedagoga, para levar um pouco informações sobre o TDL. O transtorno desenvolvimento da linguagem acomete principalmente as crianças. E essas crianças, elas têm dificuldade de desenvolver e expressar a linguagem. E por não conseguir fazer isso de uma forma natural, tem dificuldade de aprendizagem, de sociabilização. Então, quando percebido que possa a criança possa ter o transtorno, é possível encaminhar essa criança para uma terapia, algumas atividades que ajudam ela a enfrentar. Existem recursos, técnicas que ajudam a criança a enfrentar e superar essas condições do TDL. fizemos essa primeira parte da sessão. Então, na semana, inclusive tem teve um evento que foi no sábado, né, um abraço lá na simbolicamente Abraço e o TDL no balão do castelo com vários profissionais e várias áreas participando, familiares. é uma forma de dar visibilidade para esse transtorno que acomete muita gente e por não ser facilmente identificado, às vezes se confunde com outros transtornos e dificulta até o cuidado que a criança precisa. Sim, presidente, nós já falamos aqui sobre a questão do orçamento de 2027 e recentemente tem acontecido algumas reuniões com as secretarias da prefeitura justamente sobre o lançamento no sistema das emendas impositivas, porque tem todo um um processo que precisa ser respeitado para que essas emendas impositivas sejam protocoladas e depois que elas possam ser executadas. Como que tá isso? É, é, na verdade assim, esse vai ser o quarto ano, né, de execução de emendas impositivas. Cada ano o sistema tem sido aprimorado, só que nesse ano tem um fator diferencial. O Tribunal de Contas do Estado de São Paulo editou um manual orientativo apontando algumas exigências para indicação das emendas impositivas, inclusive por parte do poder legislativo, que implica para cada emenda você ter um plano de trabalho mínimo. A preocupação do tribunal é você ter transparência e rastreabilidade e justificativa das emendas. Então agora o vereador ao aportar uma emenda, ele vai ter que dizer para que é, qual o objetivo, o que que se espera alcançar, criando um pouco mais de dificuldade aqui, mas para que isso aconteça, a gente precisa estar alinhado também com a prefeitura, porque o vereador indica, mas quem executa as emendas, sim, é a prefeitura, o executivo. Então, nós tivemos representantes aqui da Secretaria de Saúde, de Cultura e Esportes, da Secretaria de Finanças pra gente e da Secretaria de Gestão e Controle que cumpre um papel importante na prefeitura, que ela também tem um manual sobre emendas impositivas, falando de como a gente vai se ajustar a essa exigência do Tribunal de Contas, né, presidente, para quem tá lá em casa, que às vezes parece uma, a gente tá falando um pouco grego para quem tá lá em casa, vamos dar um exemplo. É possível a gente pensar, por exemplo, uma indicação para colocar um ar condicionado num centro de saúde. Então, a partir de agora, existe essa indicação e tem que dizer quanto tempo se espera que isso ocorra, como deve ocorrer, mais ou menos nesse sentido. É bem isso que a gente vai fazer. A secretaria de saúde, ela já faz um plano de trabalho para todas as emendas, né? tem uma regrinha, mas a intenção é essa. Ao o vereador ele é procurado pela população, por exemplo, na saúde. As pessoas dos conselhos locais de saúde, das unidades básicas muitas vezes procura o vereador fala: "Olha, a nossa unidade tá precisando de ar condicionado, de um bebedouro, de um bebedouro". Então, ao indicar a emenda, ele tem que vir com uma justificativa, dizendo: "Qual é a emenda?" Aquisição de bebedouro paraa unidade tal. Qual é o objetivo? melhorar as condições de conforto dos usuários, né? Se é uma geladeira paraa vacina, né? Garantir a segurança. Então é esse, tem que ter isso para que depois o Tribunal de Contas, se quiser, e a sociedade também, deixa eu ver se essa emenda foi realizada e se tá cumprindo o seu objetivo, tá? E tem prazo também de execução. Tem prazo, tá? Tem que ser durante o ano, tá certo? que a emenda vale, a gente faz esse ano até pro ano exercício de 2027. Sim. E também se é um, por exemplo, você, o vereador quer indicar que se instale uma academia ao ar livre numa praça, comunidade quer uma academia. Então ele vai indicar aonde é que assim qual o objetivo disso, População beneficiada. População beneficiada para que cada emenda tenha justificativa e depois possa ser comparada se ela foi executada, né? Então é garantido transparência e rastreabilidade. Só que isso significa mexer sistema, adequar procedimentos e tal. Por isso nós fizemos essa reunião e até surgiu a ideia, nós vamos marcar uma reunião com o Tribunal de Contas, né, com quem elaborou o manual pra gente apresentar assim alguns algumas dificuldades para atender na íntegra, mas aquilo que a gente tá se propondo a fazer, obviamente para atender as recomendações do TCEF. Sim. Na última sexta-feira, nós tivemos aqui na galeria dos ex-presidentes da Câmara uma homenagem a um desses presidentes, o vereador Francisco Selim. Conta para nós o que é, presidente. Olha, com o falecimento do ex-vereador, né, a vereadora Débora sugeriu pra gente prestasse uma homenagem para ele, denominando a galeria de ex-presidentes com o nome do Francisco Selim. Eu fui vereador com ele os três primeiros mandatos, três primeiros mandatos dele coincidiram com os meus três primeiros mandatos. tive muita proximidade de conhecer, admirava, respeitava o Celim, porque ele foi um vereador muito sério, honrou, dignificou o mandato e o poder legislativo. E a Câmara já há algum tempo, assim como vários prédios públicos, vem adotando uma prática de denominar os seus espaços, ambientes internos e homejar pessoas que têm relação com a Câmara. Nós temos aqui a a sala da presidência, vereador Antônio Panuto. Sim. Nós temos a tribuna Bilel Soares. Então a proposta que a Débora apresentou e a mesa catou foi denominar a galeria de presidentes com o nome do Francisco Selim. Uma forma de reconhecer e manter viva a memória desse que foi um grande vereador. Sim. E na última semana, mais precisamente no último sábado, nós tivemos aqui na Câmara o seminário TEIA e TDAH etapa Campinas. um encontro promovido aqui que uniu educadores, professores e especialistas de várias regiões. Fala um pouco para mim de como foi sediar um encontro de um assunto tão importante e tão relevante. Eh, na verdade assim, a gente começou a semana tratando do TDL, transvento da linguagem e terminou o sábado com esse seminário, né, que a Câmara cedeu o espaço, ajudou, mas foi eh e desenvolvido a iniciativa do Instituto de Apoio, eh onde reuniu especialistas, profissionais que tratam desses temas, né, psicólogos, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais, falando um pouco de como está o enfrentamento e o cuidado da atenção das pessoas e famílias que tem alguém que seja portador de um tror transtorno do espéctrito autista e também o transtorno de do TDAH TDH. E foi muito legal. Eu acho que a Câmara cumpriu o papel, que foi abrir as suas instalações para que as famílias, pessoas, os profissionais pudessem aprofundar o conhecimento sobre esse transtorno, que infelizmente tem crescido muito o diagnóstico, né, das pessoas na nossa cidade. E quanto mais cedo diagnosticado e quanto mais cedo essa criança tiver uma orientação, um apoio adequado, isso vai facilitar o seu desenvolvimento na na educação, na sociabilidade, ajuda também as famílias a tratar dessa condição. Então, foi um seminário muito rico e bastante produtivo. Presidente, nosso tempo já acabou, passou rapidinho. Até a próxima semana. Até.