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O ministro da saúde, Alexandre Padilha, esteve em Campinas, no Hospital de Clínicas da Unicamp, para conhecer uma tecnologia inédita na rede pública de saúde, que promete agilizar o diagnóstico oncológico. Unicamp realiza colóquio internacional, abrangendo passagens bíblicas e literatura. No dia do servidor público, vamos conhecer o trabalho que acontece nos bastidores da Câmara de Campinas. Comissão Permanente de Meio Ambiente traz palestra do diretor da Defesa Civil sobre o plano de contingência da operação Chuvas de Verão e Ainho 2026/2027. Olá, boa tarde. Meio-dia, 1 hora da tarde agora. Eu ia falar meia: 59, começa agora o Câmara Notícia, hoje especial porque dia do servidor. E a partir desta data, além da TV Câmara Campinas, você também acompanha o Câmara Notícia na Rádio Câmara Campinas. E a partir de agora você participa com a gente, pode mandar a sua sugestão e a sua opinião no WhatsApp da TV Câmara Campinas. O Qcode aparece aí no seu vídeo. 19979377. Você manda a sua sugestão e a sua opinião. Como você já viu aí de casa, quem está hoje aqui com a gente nesse dia especial é o presidente da Câmara de Campinas, o vereador Luiz Rossil. Bom dia, boa tarde já, presidente. Seja bem-vindo aqui ao Câmara Notícia, agora na TV e no Rádio. Pois é. Boa tarde, Mina. Hoje com uma notícia importantíssima, né, um marco pra Câmara de Campinas, inauguramos a nossa rádio Câmara Web, que vai ser mais um canal de comunicação com a população. Um pouco mais cedo, inclusive nós conversamos no Câmara agora com transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas e também pela nossa rádio web. Como que fica essa questão de agora? A gente ampliar cada vez mais a Câmara perto do cidadão? Sim, eu acho que a gente tem que usar todos os recursos disponíveis e a tecnologia permite isso e nós sabemos que nós temos uma audiência muito grande nas rádios. Então, com a rádio web, a gente vai criar mais um canal, mais uma possibilidade da Câmara se comunicar com a sociedade, da população acompanhar os fatos que acontecem no dia a dia da Câmara, compreender o trabalho, as ações do vereador, do poder legislativo, além de outras informações, né? A programação da TV Câmara também vai passar na rádio, é claro que aí vai ser num outro formato, mas mais do que isso, nós vamos levar entretenimento com inteligência artificial. Eh, é um canal de utilidade pública, é mais um serviço que a Câmara de Campinas presta à população da nossa cidade. Olha, vai ter muita notícia, como o presidente já afirmou, programas da TV que também agora passam a ser veiculados na Rádio Câmara Campinas. A gente tem muita informação com a Central IA, o Câmara agora com as principais informações do legislativo e o Minuto Câmara também, que atualmente ele é transmitido na rádio educativa, que é a rádio pública municipal, também tem espaço aqui na Rádio Câmara Campinas. Tudo isso para deixar você mais informado, bem informado, até porque a gente vai levar informações não só da cidade de Campinas, mas o que acontece de interesse paraa sociedade, inclusive eventos do estado, da união, mas principalmente mostrando o trabalho dos vereadores de Campinas. O senhor disse mais cedo, inclusive no Câmara agora, que além dessa rádio web, ela tá sendo um grande momento que a gente mostra que a Câmara está conectada com a nesse mundo da internet. mas que também existe aí uma tratativa para que a Câmara a tenha uma rádio FM futuramente. Conta para nós um pouco sobre isso. É, na verdade, a criação da rádio web é parte de um projeto, de um programa maior que nós já solicitamos a solicitação para ter uma para que a Câmara de Campinas tenha uma outorga, uma banda na FM pra gente poder também ampliar, né, a forma de comunicação. a gente vai, mas agora a rádio web já vai ser um momento de preparação, aprendizado. Quando vier esse novo momento, esse novo marco, a gente vai est conectado com a nossa cidade através das ondas da rádio. Presidente, hoje dia do servidor também, um dia muito importante. A gente sabe que inclusive temos homenagem aqui que a Câmara preparou para os servidores. Fala um pouquinho da importância desse trabalhador. Eu acho que a sociedade precisa reconhecer o papel, a missão do servidor público, né? Toda ação de política pública chega até o cidadão através do trabalho prestado pelo servidor público em todas as esferas. Por isso, hoje é um dia de reconhecer ou menagear e agradecer o papel o servidor público tem paraas nossas vidas. Em especial, eu queria agradecer a nossa equipe de servidores da Câmara Municipal de Campinas, que tem correspondido à expectativas e no dia a dia, no seu esforço, na sua dedicação, tem ajudado a fazer desta a melhor câmara do Brasil, fortalecendo o poder legislativo local. Parabéns ao servidor. Muito obrigada, presidente. Lembrando que amanhã, inclusive aqui no Câmara Notícia, você acompanha como foi essa homenagem ao servidor público. Agora a gente vai com as notícias da metrópole, porque o ministro da saúde, Alexandre Padilha, esteve em Campinas nesta terça-feira para conhecer a estrutura do complexo de saúde da Unicamp. Entre os destaques está um equipamento de medicina nuclear que realiza exames até quatro vezes mais rápido. Ele também anunciou novos investimentos em radioterapia e destacou as metas do governo federal para agilizar o tratamento oncológico no SUS. O ministro da saúde, Alexandre Padilha, esteve em Campinas para conhecer novas estruturas e tecnologias do complexo de saúde da Unicamp. Um dos destaques foi o Spect CT CZT, o primeiro equipamento com detectores de CADM zinco telúrio instalado em um hospital público da América Latina. A tecnologia permite realizar exames até quatro vezes mais rápido com imagens de maior precisão. Segundo ministro, um grande avanço para o SUS. Você tem uma detecção mais precisa, com o exame é mais rápido, então aquilo que demorava 2 horas para fazer um exame de um paciente cai para 20 minutos. Você consegue fazer quase eh quatro, cinco pacientes a mais e com isso reduz o tempo de espera na fila. O aparelho já está em funcionamento aqui no HC desde abril deste ano e a expectativa é que mais equipamentos como esse possam chegar a outros hospitais da rede pública de saúde do país. Nós temos um projeto de ampliar o acesso aos PETCTs no Brasil inteiro, todos os procedimentos de rádiofármacos. Então aqui a Unicamp tá com a experiência interessante da rádiofarmácia, que é algo que pode ser replicado para outras regiões do país. Então estamos em parceria com a a disciplina específica de medicina nuclear aqui no HC da Unicamp. De acordo com Alexandre Padilha, a meta do governo federal para os próximos 4 anos é reduzir o tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento oncológico. Além disso, ele anunciou que a Unicampá receber dois novos equipamentos de radioterapia. A gente já conseguiu algo muito importante pelo agora tem especialistas que foi bater o recorde de cirurgias eletivas em 2025. Nós fizemos 15 milhões de cirurgias eletivas. Agora em 2026 nós vamos superar o próprio recorde. Devemos chegar a cerca de 16 milhões de cirurgias eletivas. Mas como o presidente Ula já falou, ele quer que a gente continue superando a cada ano novos recordes. Então, toda a mobilização, portanto, os novos equipamentos que já vieram pro centro cirúrgico aqui do HC, permite que se produza mais cirurgias aqui no HC, no Hospital das Clínicas, e com isso reduzir o tempo da espera. E o outro desafio é que entre o diagnóstico e começar o tratamento pro câncer seja apenas 30 dias. Essa é a meta que o presidente Luiz estabeleceu pros próximos 4 anos. Então, um PET de CT como esse vai ajudar a confirmação do diagnóstico o tratamento começar mais rápido. Os dois equipamentos de radioterapia novos que virão aqui pro complexo do HC e Caism vai ajudar a reduzir a fila das pessoas estão esperando na radioterapia. A nova sala de quimioterapia que tá sendo montada, que a gente visitou, vai permitir que mais pessoas possam fazer o tratamento da quimioterapia com a gente conseguir reduzir a fila dos municípios dos estados. Além do Hospital de Clínicas, o ministro conheceu também o CAISM, Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher, e destacou o papel da unidade no atendimento à população feminina de Campinas e região. Padilha adiantou ainda informações sobre um plano do governo federal voltado à assistência de pacientes que enfrentam o climatério, uma fase de transição entre o período reprodutivo e a menopausa. Caísm foi sempre uma referência nacional e ajudou o SUS a organizar cuidado materno infantil. Nos ajudou em duas novas tecnologias do SUS deste governo, que é a nova técnica do Papa Nicolau, da colé da identificação do do vírus do HPV para as mulheres para prevenção no câncer de colo aqui o CAISM que organizou os primeiros estudos no Brasil. Então nos ajudou a implantar isso em todo o Brasil. tá nos ajudando um acompanhamento do uso do implanon, que é um implante que a gente faz, custava R$ 5.000 nas clínicas privadas, agora é gratuito pro SUS e acompanhar o impacto disso na redução da gravidez na adolescência. Agora a gente vai convidar os professores do Cain para discutir eh um novo programa eh para cuidar das mulheres na transição da menopausa e na menopausa. Medicamentos a serem utilizados, práticas a serem utilizadas na nova proposta de reorganização do SUS pelo presidente Los próximos 4 anos. Pesquisadores do Brasil e do exterior se reúnem no primeiro colóquio internacional Celta para discutir as relações entre literatura, religião e artes. O evento aborda temas como amor, justiça, sofrimento e esperança a partir de textos bíblicos e obras literárias. A programação é aberta ao público e propõe reflexões sobre espiritualidade e os desafios do mundo contemporâo. As relações entre literatura, religião e artes estão no centro das discussões do Colóquio Internacional Celta, o Centro de Estudos Literários, Teorias do Fenômeno Religioso e Artes. É impensável a gente entender a arte no mundo ocidental sem a influência e sem o papel. eh, por exemplo, desses textos, né, seja os textos do Antigo Testamento, como nós entendemos no no tradição cristã, né, ou do próprio Novo Testamento. Com o tema teopoética, o evento propõe uma reflexão sobre as interfaces entre textos religiosos e obras literárias. Essa é um um evento que procura pensar justamente as relações entre eh os textos literários e os textos bíblicos, entendendo que os textos bíblicos eles eh eles na verdade configuraram a imaginação do homem ocidental, né? O que eu quero dizer basicamente é o seguinte, é que é difícil entender o que é literatura, né, no ocidente, sem a influência eh de textos bíblicos, tais como, por exemplo, o Cântico dos Cânticos, os Salmos, o livro de Jó, os Evangelhos, o livro do Apocalipse, por exemplo, que tem uma importância tremenda, né, na compreensão, por exemplo, do sentido da própria história do ser humano e da e da humanidade. A programação tem como foco questões universais. Todos nós, como seres humanos, procuramos um sentido paraa nossa vida, né? Eu acho que isso é muito básico. Nós lutamos por esse sentido. E esse sentido ele ele ele, na verdade emerge quando? quando nós nos deparamos com o sofrimento, quando nós demandamos justiça e quando nós fazemos uma experiência eh eh significativa eh do amor, né, como eh uma relação que é fundamental também para dar sentido à nossa existência. Então, os textos bíblicos, basicamente, eles trabalham eh com essa relação entre a justiça, o sofrimento, o amor, a esperança. É possível ter uma esperança para aliviar o sofrimento? É possível ter esperança para obter a justiça que todo ser humano e deseja e pretende nessa vida? O colóquio reúne pesquisadores do Brasil, de Portugal, da Bélgica, também dos Estados Unidos, ampliando diálogo entre diferentes perspectivas culturais e acadêmicas, de aprofundar essas essas relações da das universidades, seja aqui da Unicamp, com a Universidade Lovanda, Bélgica, com a Universidade Virgínia dos Estados Unidos, com a Universidade Católica Portuguesa. Eh, então são assim três universidades importantes e que tem referências nas áreas dos estudos da religião e dos estudos da literatura ou dessa relação entre literatura e religião. Então, nós temos aqui três assim eh além de outros brasileiros, é claro, né, muito importantes, mas a professora Martim da Virgínia, professor Hans de Louvan, da Bélgica e o professor Cândido Martins da Universidade Católica de Braga, Portugal. A proposta é aproximar literatura e estudos religiosos. Quem prestigiou gostou bastante. Eu diria que esse evento é importante porque ele é uma área de convergência, né? Uma área de toque, uma área de contato entre disciplinas que na nossa sociedade a gente tem de imaginar que elas estão completamente separadas, que são a literatura e a experiência da religião, não só a nível pessoal, mas a nível cultural. E esses dois temas, ao longo da história, eles foram de profunda importância para a sociedade humana compreender a si mesma, porque é uma área que via de regra é deixada meio que de lado por questões políticas, dogmáticas, ideológicas. E a gente não quer fazer nada disso. A gente quer introduzir as discussões de Bíblia e literatura religiosa na conexão com a literatura brasileira e mundial que tem tudo a ver. Eu acho que refletir mesmo sobre não só esses os valores que estão nesses textos, mas sobre a nossa relação com eles. E eu acho que eh é importante essa abordagem que vem pela via de um estudo, de uma reflexão intelectual e não somente dogmática em relação a esses textos. A Prefeitura de Campinas abriu nesta manhã os 25 parques e bosques da cidade e a mata Santa Genebra. O acumulado de chuvas nas últimas 72 horas ficou abaixo de 80 mm em todas as regiões da cidade. Desde domingo, todas as áreas verdes municipais estavam fechadas por causa do acumulado de chuvas. Mas já já eu venho com a previsão do tempo, porque amanhã, já adianto, tem previsão de muita chuva aqui. Então, mantenha a atenção. Nós vamos agora às notícias do legislativo, o trabalho da Câmara Municipal de Campinas. E olha só, a gente começou o nosso Câmara Notícia de hoje para você que acompanha aqui na tela da TV Câmara e também está nos ouvindo na Rádio Câmara Campinas falando que hoje é dia do servidor e o serviço público está presente em diferentes momentos da nossa vida, da saúde à educação, do atendimento à população, às decisões que impactam a cidade. Mas quem faz essa estrutura funcionar? No dia do servidor público, o Câmara Notícia mostra o trabalho de quem atua nos bastidores da Câmara de Campinas e ajuda a transformar as demandas da população em trabalho legislativo. No Brasil, milhões de servidores públicos trabalham todos os dias para fazer os serviços chegarem à população. do Atlas, do Estado Brasileiro, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, com base em informações do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam cerca de 12 milhões de vínculos públicos ativos no país. Cerca de 60% desses vínculos estão nos municípios, onde o poder público está mais próximo do dia a dia da população. Na Câmara de Campinas, 453 servidores atuam em diferentes áreas. da manutenção e da tecnologia da informação à tramitação de projetos de lei ao atendimento ao cidadão. Uma estrutura formada por 187 funcionários efetivos aprovados por concurso público e 266 ocupantes de cargos comissionados destinados a atividades de confiança e assessoria parlamentar, conforme prevê a legislação. Cada setor tem suas responsabilidades e as diferentes funções se completam para que a casa funcione. Uma atuação que pode começar nos gabinetes e no contato direto com a população. A gente vem até os bairros, até as pessoas, né, os solicitantes e leva essa demanda pro gabinete. Então a gente mostra qual que é o problema que tem no bairro. A gente escuta, além do vereador, a gente também escuta, né, o morador, vê o que que precisa. A gente tá na rua todos os dias, a gente vê o que, qual a demanda que precisa nessa região e leva pro gabinete. Para quem espera uma solução, esse contato faz a diferença. É a oportunidade de mostrar o problema, explicar a situação e buscar um caminho para a demanda. é de extrema importância devido às demandas de bairro, tipo bairro periférico, igual o meu, que necessita sempre de uma manutenção nas ruas, que precisa de limpeza de de mato, que precisa, por exemplo, e recolher entulho. Então, por exemplo, não só ela, quanto os outros assessores que a gente tem acesso é de sair dos seus gabinetes para vir até nós e atender. Após ouvir a moradora no bairro, o assessor retorna à Câmara e compartilha as informações com a equipe de gabinete. Agora que a demanda chegou, nós fazemos uma análise. Então, a gente verifica qual que foi o problema identificado, né, ali o que o munícipe solicitou. Eh, junto com as fotos, a gente faz uma prévia para verificar qual documento isso vai se transformar, se é uma indicação, se é requerimento, se é um ofício, para que a gente possa colocar no sistema e começar a dar o primeiro encaminhamento para que isso dá eh dê conhecimento pra prefeitura e daí de lá eles façam os despachos necessários. Depois de protocolados, muitos documentos seguem um caminho digital. A tecnologia ajuda a dar mais agilidade à tramitação e por trás do sistema, servidores trabalham para que tudo funcione de maneira correta. Tem uma gama de sistemas que a gente desenvolve aqui internamente, seja desde o começo do processo até a votação dele e até a parte final, onde a gente encaminha ele pra parte do executivo, a prefeitura. Eh, de começo a gente tem o Cigadoc, que ele é o nosso de tramitação eletrônica. Eh, é nele que nasce todos os documentos de maneira oficial. Ele coleta as assinaturas, você consegue tramitar ele dentro da casa. Ele também é uma maneira de reduzir os papéis físicos aqui. Essa pele é o nosso sistema de auxílio de processos legislativos. É nele onde o cidadão consegue fazer a validação de todo, validar tudo que tá realmente acontecendo, não só o que virou lei, mas o que tá para virar lei, o que vai ser votado. Vê as pautas de todas as sessões de maneira até mesmo adiantada, o que é muito interessante para você saber. Ah, essa exceção aqui importa, essa pauta aqui é importante para mim. E essa é uma parte que a gente preza bastante. A gente tem um suporte contínuo acontecendo sobre. Então, ah, como que a gente faz para essa informação ficar um pouco mais fácil o acesso? Em alguns casos, as indicações solicitadas pela população são encaminhadas pelos gabinetes parlamentares à prefeitura. Já nos requerimentos, as informações são solicitadas oficialmente ao poder executivo, um percurso acompanhado de perto pelos assessores em cada etapa. Chega a demanda diariamente, várias vezes por dia. E a gente, nós recepcionamos esse pessoal, o pessoal que vem também fisicamente até aqui, eh, conversamos, tiramos todas as dúvidas, tentamos ajudar da melhor forma possível, entender o problema e solucionar da melhor forma possível. Nós encaminhamos por indicação, requerimento. Eh, existem algumas demandas que acabam virando, viram ideias para projetos de lei da vereadora e nós junto com o munícipe tentamos melhor caminho e fazemos esse encaminhamento internamente aqui para eh pra população e pro executivo também. Algumas demandas mais complicadas. Eh, nós somos convidados pela secretaria eh para tirar essas dúvidas, para dar mais algumas informações, para entender o que tá acontecendo e para tentar resolver da melhor forma possível pro munícipe, da forma mais rápida também. Uma sugestão da população pode se tornar lei na cidade. A partir daí, o projeto protocolado por um vereador ou vereadora passa a tramitar na Câmara em um processo legislativo que envolve a preparação das propostas até a etapa de discussão e votação no plenário. quando ele chega e que ele dá entrada, tem várias etapas, várias fases que ele precisa fazer e e são diferentes para cada tipo de projeto. Então, um projeto de decreto legislativo tem um rito de tramitação diferente de um projeto de lei ordinária, que é diferente de uma proposta de emenda lei orgânica. Então, cada um deles tem um rito específico e fases específicas de de tramitação para ele poder, tá ser votado com com segurança, segurança jurídica e ser votado com uma bo um bom conhecimento do assunto por parte dos vereadores e da população envolvida para ser o mais transparente possível e para ser o mais adequado à participação popular e ao entendimento de toda a sociedade do que que esse projeto pode impactar na vida dessa sociedade. Então isso é o processo legislativo, são todas as etapas e fases que o processo passa. servidor aqui da Câmara Municipal de Campinas na nossa diretoria, diretoria de assuntos legislativos, faz toda essa tramitação, faz toda, faz o acompanhamento e a produção de documentos que vão eh subsidiando o entendimento daquela matéria e vão proporcionando, por exemplo, o eh conhecimento da população. Então, em alguns projetos é obrigatório que se faça uma audiência pública, por exemplo. Então, a gente faz todos os atos preparatórios dessa audiência pública, a gente faz todas as a as providências para que essa audiência pública aconteça. Isso envolve vários setores aqui da casa, né? Porque envolve inclusive a TV Câmara que participa com a gente, né? Mas envolve o cerimonial, envolve toda a estrutura de logística para que isso possa ser dado conhecimento à população através de uma audiência pública, do atendimento à população, à tecnologia, do acompanhamento das demandas à elaboração das propostas. Cada função garante o funcionamento do legislativo de Campinas. O nosso setor, exatamente, ele cuida das documentações, tudo que vai ser levado ali para ser votado em plenário, né? Então, a gente faz todo esse auxílio pros vereadores para que chegue de uma maneira eh bem clara para eles perceber o que tá sendo votado ali, como que vai ser, qual que vai ser os itens, tudo isso. E ia sabendo a ordem. A gente coloca isso no sistema também para facilitar com que ele eles mexam ali no sistema e qualquer outra dúvida que eles tenham ali, a gente também serve para dar esse auxílio, esse suporte para eles. Mas além das atribuições e das responsabilidades, existem pessoas que fazem esse trabalho acontecer todos os dias com dedicação e o compromisso de melhorar a qualidade de vida da população. O servir ele é assim, ele é diário, constante, é como sempre fosse o primeiro. É uma sensação muito boa, é uma sensação de gratidão, porque antes de eu ser funcionária pública, né, comissionada, eu sou uma cidadã. Então é gratificante para mim. Eu acho que é gratificante. A gente eh recebe, né, algumas demandas a população vem em alguns momentos até de desespero e conseguir ajudar a população, conseguir fazer esses encaminhamentos, tirar as dúvidas, é gratificante. Gosto bastante do que eu faço, tanto na área de TI quanto aqui. Eu sinto que é é um trabalho significativo. Eu já tive um trabalho atrás do computador onde parecia que eu não tava fazendo nada com nada. Então aqui eu sinto que dá um propósito para pra gente. Eu acho que o sentimento maior é assim de de agradecimento por poder tá exercendo uma missão que na minha visão é extremamente importante pra sociedade, né? E eu fico grato de poder exercer essa missão, de poder exercer esse propósito e tá ajudando um pouco a nossa sociedade. Eu gosto bastante do que eu faço. Eu acho bem importante assim até para para servir a população, servir aqui os vereadores, auxiliar todo mundo aqui. Eu gosto bastante. Eu acho isso que é fantástico. Parabéns então aos servidores públicos. Lembrando que o dia do servidor é hoje, 28 de outubro, mas em função de um decreto, na sexta-feira será ponto facultativo em todas as repartições públicas, inclusive na Câmara Municipal de Campinas. A comissão de meio ambiente da Câmara realizou um encontro com palestra do diretor da Defesa Civil do município sobre o plano de contingência da operação Chuvas de Verão e o Elninho 2026/2027. A comissão de meio ambiente promoveu uma palestra sobre a operação chuvas de verão e efeitos do Elninho na região. O encontro foi presidido pelo vereador Luiz Yabico com a participação do vereador Wagner Romão, membro da comissão. O diretor da Defesa Civil, Sidney Furtado, iniciou sua fala explicando o motivo da antecipação do plano de contingência de dezembro para outubro. A antecipação, ela ela surgiu em todos de uma realidade. Está acontecendo no Brasil, não é aqui em Campinas, é na é na região, eh, no estado e fora do estado. Ainda tem muita gente que fala que não existe, né, eventos climáticos extremos, não existe ao mim. gente da que alega isso. Nós enfrentamos isso praticamente toda nós temos adverso, aí bastante complicado e a orientação foi que a gente conciliasse isso com o governo do estado. Por quê? Porque isso é geral. O alerta é geral. Existe uma um centro de monitoramento e alerta que fica 24 horas em São Paulo. E aqui nós temos em Campinas e na e na região nós temos o nossos o nosso monitoramento aqui, especificamente na cidade de Campinas são 24 servidores que se revelam eh 24 horas recebendo os alertas e emitindo o o os alertas para toda para toda a cidade, os setores os setores eh envolvidos. A antecipação busca estabelecer critérios legais para que caso seja decretada a situação de emergência ou estado de calamidade pública, sejam seguidas as diretrizes definidas pelo governo federal. Uma coisa que é muito importante frisar, tudo que se fala em defesa civil é privativo à união, à legislação sobre esse assunto. O artigo 22 da Constituição, pessoal acha muito que a defesa é ligada à segurança pública. Ela não é ligada à segurança pública, ela não tem vínculo, algumas cidades colocam, mas ela não tem vínculo à segurança pública. Ela é mais de defesa nacional, que a gente fala exército, marinha, aeronáutica e defesa civil. um assunto privativo do governo federal para legislar sobre isso. E a gente segue diretrizes que são estabelecidas pelo governo federal, estadual. Então é uma coisa assim bastante emblemática. E por que disso? Porque existe um direito internacional humanitário, que o Brasil é signatário. O Brasil assinou um acordo internacional com as Nações Unidas e que ela estabelece até a coro uniforme, como que é o azul, o laranja, para que, qual o significado, como a Cruz Vermelha também segue. Os vereadores apresentaram questionamentos. Wagner Romão quis saber quais são as expectativas da Defesa Civil em relação aos efeitos do Elninho previsto para este ano. Mas vocês têm da Defesa Civil Nacional, né, eh um digamos assim um caminho para sobre para onde a gente pode avançar ainda. Quer dizer, a questão do alerta ser um alerta eficaz, ele é um ponto crucial, né? Mas para além disso, o que que mais nós podemos avançar que vocês têm visto? O o que eu vejo importante que tem até a ver com essa questão do último tópico que é do orçamento, as secretarias municipais, cada um tem que implementar, isso é o que diz a legislação, a sua à sua maneira. O que a gente observa melhorou muito o sistema de alerta, como eu já disse, do governo federal, do governo estadual, melhorou. O que a gente observa ainda, a grande lacuna que eu vejo a nível de Brasil é a questão de uma de uma lei federal a 12983. É uma lei que estabelece a criação de um Fundo Nacional de Proteção e Defesa Civil. esse fundo não existe. Então esse é o esse é o grande esse seria a grande transformação que nós teríamos no Brasil, porque aí você teria que ter os conselhos municipais, porque você teria fundos estaduais, fundos municipais e você teria hoje, isso não existe, tá? Desde 2014 essa legislação, ela não foi eh regulamentada desde 2014. a opção o que tem sido tem sido para o fundo para as calamidades, ou seja, para depois que acontece. Hum. E não é isso. A discussão é para que você tenha o sistema de prevenção. Luís Abico colocou a comissão à disposição para colaborar com a Defesa Civil. O que a Câmara Municipal de Cabines pode fazer por vocês? Tem o Rub de resiliência de uma campanha até do 2030, né? Então existem indicadores aqui na cidade de Campinas e o legislativo pode entregar de concreto o plano diretor o código de obras exigências de drenagem novos empreendimentos se seria possível um desses caminhos. Eu eu vejo assim, a nossa atividade especificamente tá muito focada, principalmente nas questões de de do monitoramento. Nós estamos investindo muito como preocupação monitoramento. Monitoramento tem sido a isso tá inserido no cidadão hoje. Então hoje nós temos um cuidado para não estamos ampliando estações meteor. Mas uma coisa que eu acho que seria muito importante, até uma moção, é a questão que nós estamos eh já foi aprovado na Câmara a questão de de transferência de recursos da loteria, coisas que são destinadas, inclusive já foi destinado, mas que até o momento não foi passado. Quer dizer, é algo que vai ajudar muito todo o Brasil todo. Isso é uma coisa muito importante. O de resiliência, eu acho que é bom uma jornada que que é que é as pessoas desconhecem que que é uma cidade resiliente dentro de um conceito das nações. Unidos. Então é algo que é muito importante, porque isso vale para qualquer setor, não é para para a administração pública, ela é para qualquer setor. Diante do cenário de extremos climáticos, a comissão de meio ambiente deve se reunir novamente para dar sequência ao tema. E é um assunto que deve ser falado o tempo todo para público de Campinas e a população em geral, porque as mudanças climáticas já é fato, isso tá acontecendo e o efeito eonío também é fato, estará acontecendo e a cidade tem que estar preparada para ver esses termos que estão para acontecer. E a íntegra da reunião da comissão de meio ambiente você pode conferir no portal da TV Câmara Campinas e também no canal da TV Câmara Campinas no YouTube. A Câmara de Campinas promoveu mais uma edição do Câmara Integrada, desta vez em comemoração aos aniversariantes do mês de outubro. O evento é também um momento especial para fortalecer os laços entre os diferentes setores da casa. O Câmara Integrada é uma iniciativa da Câmara Municipal de Campinas, que busca valorizar os servidores, promovendo um momento especial para celebrar os aniversariantes. É uma forma do servidores, seja de carreira ou não, se conhecer. É uma, é integração mesmo, integrar, mostrar um pouco o lado de cada um, onde trabalha, a expectativa que tem com relação a Câmara. E além desse clima, é certamente uma forma de reconhecer a importância do trabalho, da dedicação de cada um, né? E a gente ser lembrado no dia do aniversário, né? Ainda bem que seja no mês, né? É sempre gratificante, né? O encontro acontece mensalmente e reúne funcionários de diferentes setores com a proposta de incentivar a convivência. Eu fico muito feliz e fico mais animado ainda porque a cada mês tem aumentado o número de pessoas participando, né, que eu acho que é uma mostra que isso aqui é uma boa iniciativa. Segundo o presidente da casa, o resultado positivo do programa é fruto de um trabalho conjunto. Nós temos um planejamento estratégico aprovado. Ele é atualizado anualmente e todos os setores, né, todos os departamentos participam, dando ideia sugestão, atualizando os rumos, né, mas ali tá definida a missão da Câmara, a visão, os nossos objetivos, diretrizes estratégicas, nossos valores. Então isso ajuda a dar consistência a toda ação que a gente faz. Nada que a gente faz aqui é por acaso. Todas elas convergem para fazer desta melhor câmara do Brasil. Sem dúvida. E para quem soprou as velinhas em outubro, a ocasião ganha um significado ainda mais especial, com a possibilidade de dividir essa alegria com os colegas. Uma câmara que tem que fazer a coisa acontecer no seu dia a dia e tem que parar um pouquinho também para esse bate-papo, para comemorar os aniversários do mês. E esse mês foi o meu. Então tô ficando, completei 35 anos e para mim é uma alegria estar aqui na Câmara. Amo que eu faço. Em janeiro, eu completo 10 anos que tô aqui na Câmara e acredito aí eh que nós podemos trabalhar e desenvolver um bom trabalho junto com os funcionários públicos, um bom trabalho paraa Campinas, pra população, uma Câmara que é reconhecida em nível Brasil, muita gente vem do Brasil para conhecer a nossa Câmara de tudo que acontece aqui. Então, parabenizar todos os funcionários que fazem a Câmara acontecer no seu dia a dia. A gente conhece o pessoal, a gente pode se relacionar melhor, a gente tira dúvidas, a gente aprende e é um crescimento. Então, tô muito feliz, muito agradecida. É um ambiente muito bom, muito tranquilo e muito agradável. Nós ficamos normalmente muito concentrados ali no nosso trabalho, na nossa rotina e e aqui é um momento de descontração e às vezes você olhar e ver umas carinhas que a gente às vezes não não consegue ver na correria do dia a dia, né? E no ambiente aqui agradável também, nesse jardim aqui da Câmara, é muito gostoso pra gente é muito bom. Hora de falar de homenagem na Câmara de Campinas, porque foi entregue o diploma de mérito educacional Professor Darci Ribeiro ao colégio Inovar. A Câmara Municipal de Campinas, por iniciativa do vereador Dr. Ianco, concedeu o diploma de mérito educacional Darc Ribeiro ao colégio Novar por sua contribuição à educação. Hoje é um dia muito especial e enche nosso coração de orgulho e emoção. Receber o diploma de mérito educacional 30 anos do Colégio Novar é muito mais do que receber uma homenagem. é ver reconhecida uma história construída com amor, dedicação, sonhos e muitas vidas transformadas pela educação. Quero expressar minha profunda gratidão ao vereador Ianco pela eh proposição desta homenagem e pelo carinho em eh reconhecer a importância da nossa trajetória. A história do colégio de Novar teve início em 1996, com o sonho da educadora Cristina, a tia Cristina, que fundou a escola Cebolinha e companhia, em uma pequena casa do Parque Industrial, com apenas oito alunos e o grande propósito de oferecer um ensino acolhedor e de qualidade. Com o passar dos anos, a instituição cresceu, ampliou sua estrutura e passou a oferecer novas etapas de ensino, consolidando-se como colégio inovar, sem perder a essência de seu trabalho, o compromisso com a formação acadêmica, humana e cidadã dos seus alunos. Ao longo da história, a instituição também evoluiu em sua identidade. Sabemos que uma escola vai muito além das salas de aula. Ela é construída diariamente por professores, colaboradores, alunos e famílias que juntos fazem da educação uma ferramenta de transformação. Por isso, neste dia dos professores, quero destacar também o trabalho de todos os educadores que fazem parte dessa história. São profissionais que com dedicação e compromisso ajudam a preparar crianças e jovens, não apenas pro futuro profissional, mas também pra vida em sociedade. Ao propor esta homenagem, tive a intenção de reconhecer instituições que fazem a diferença na vida das pessoas e contribuem pro desenvolvimento de Campinas. E hoje é dia de reunião ordinária aqui na Câmara Municipal de Campinas com a discussão de 12 projetos. Por isso, atenção aqui na tela, porque a partir de agora nós vamos mostrar quais são os projetos. Olha, Câmara vota em definitivo, projetos que criam unidades de saúde mental e atualizam recursos para crianças e adolescentes. Essa matéria, ela já foi aprovada em primeira discussão, as duas matérias na semana passada. Então, hoje nós temos o projeto de lei complementar de autoria do prefeito, que trata então de criação de novas unidades de CAPS AD, que é os centros de atenção psicossocial, álcool e drogas. destinado ao atendimento de adultos com transtornos relacionados a uso e abuso de álcool e outras drogas. Ao CAPS 3, que é voltado a adultos com transtornos mentais de maior complexidade. Dois CAPS infantis destinados ao acompanhamento de crianças e adolescentes menores de 18 anos. E também nós teremos aí centros de convivência na região Suleste, espaço das vilas, na região leste e noroeste, além, claro, também do programa consultório de rua. Um outro projeto de autoria do prefeito é repasses para o fundo municipal de Defesa da Criança e do Adolescente. A Câmara já aprovou o projeto que trata desse repasse este ano e agora veio uma alteração que é o aumento desse repasse para a OSC, associação de fomento ao ensino técnico para jovens, que inicialmente era de R$ 416.000 R000 para R$ 462.000. Inclusive, de acordo com a prefeitura, essa alteração refere-se à destinação realizada por meio do imposto de renda que identificou um montante superior ao inicialmente apurado. A gente lembra que a Associação de Fomento, ela faz um trabalho aqui na cidade que é acesso a cursinho pré-vestibulinho para alunos que queiram entrar num colégio técnico, prestar este vestibulinho. Então essa associação faz esse trabalho social aqui em Campinas aos estudantes que não tm condição de pagar um cursinho particular. A reunião começa às 6 horas da tarde e a entrada do plenário pela Avenida Engenheiro Roberto Mande, número 66, no bairro Ponte Preta e Claro. Você também pode acompanhar a transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas. E hoje novidade também ao vivo pelo Rádio Câmara Campinas. você vai ouvir tudo que é discutido, tudo que é falado durante a reunião ordinária. Vamos falar de meio ambiente porque a música também pode ser uma ferramenta de conscientização ambiental. E foi com esse propósito que o compositor e sanfoneiro campineiro Leandro Cerizo criou o álbum Sol Quimérico. A obra reúne 13 canções que abordam temas como a devastação ambiental, a urbanização e os conflitos armados. A proposta de conscientização vai além das canções e você acompanha agora no Giro Ambiental. A arte também pode ser uma forma de alertar para os desafios ambientais do presente. No giro ambiental de hoje, vamos conhecer o álbum Sol Quimérico do compositor sanfoneiro e produtor campineiro Leandro Cerizo, que usa a música para falar sobre crise climática, consumo, urbanização e o futuro do planeta. Leandro, seja muito bem-vindo ao Giro Ambiental e também muito obrigada por nos atender. Muito obrigado. Eu que agradeço. Um bom dia para todo mundo. Leandro, para começar, antes de falarmos sobre o álbum que eu citei no início, gostaria de saber como que o tema meio ambiente entrou na sua trajetória como músico, que despertou esse interesse pelo assunto. Uhum. Eh, foi a partir de uma disciplina eh na Unicampo Popular, ao qual eu me formei, e era uma disciplina de tópicos especiais, conduzida pela professora Regina Machado. E nessa disciplina eh tava ali no auge das queimadas na na Amazônia, tava acontecendo, eh, no ano de 2023, 2024, foram anos, anos muito difíceis. E a professora, então, a partir disso, trouxe diversos livros, eh, diversas, eh, formas da gente poder abordar e criar um número cênico, eh, musical que pudesse alertar e despertar o interesse das pessoas pra gente trazer esse debate à tona, né? E um desses livros que eu li nessa disciplina e que foi muito eh potente para mim, muito transformador, foi o livro Ideias para Diário Fim do Mundo de Aton Krinac, que é uma liderança indígena. e a partir da leitura desse livro, eh, e dessa disciplina, e isso, na verdade, né, eh, isso foi o que trouxe, eh, um despertar para eu querer refazer esse disco e trazer essa temática dentro da das canções, né? Mas eu desde do ensino médio, eu sou estudante da, fui estudante da ETCAP, né, aqui em Campinas. Acho que eu sempre tive envolvido com eh a militância da escola e a e várias questões que a gente sempre trouxe isso à tona, assim. Então, acho que a minha trajetória eh dentro da escola da ETCAP e pós isso assim na UF, eu sempre tive também envolvido com as universidades aqui do nosso Brasil. Eu primeiro estudei na UF, depois na Unicamp. Então, acho que eu sempre também tive eh me conectando a isso através da militância. Então, através da sua vivência e também desses estudos, né, a partir desses livros que você leu, é, que nasce o Salimérico, que foi o álbum que a gente citou. Que história você quis, quer contar a partir desse álbum? É, o disco, né, ele tem uma história de fundo que a ideia é ser lançada depois com um livro, né? Eh, mas a história do disco é uma história distópica que se passa no ano de 222, né? E nesse contexto, eh, o, a humanidade já, ela acaba que não existe da forma como a gente conhece. Ela é controlada por um governo cyborg alienígena. E esse governo, ele controla as pessoas através de um ruído, de um som que fica pairando ali, enquanto que existem seres quimeras que vivem à margem eh da sociedade ali. E são seres meio humanos, meio abutres, que se vivem ali um pouco dos lixos dos restos que sobrou da civilização. E a ideia eh da temática dessa história foi trazer diversas questões, né, que tangem a sociedade falando de coisas que acontecem agora. E e isso para mim, com certeza, eh, o audio, como eu falei, foi eh as Queimadas da Amazônia, que disparou um pouco a vontade de criar uma ficção científica, né, de criar uma história que pudesse refletir sobre temas, né, da sociedade. São diversos temas, né? Não são só a questão das eh as questões climáticas, mas eu sinto que elas são, acho que a o centro de tudo isso, porque é algo que eh afeta todo mundo, independente de de posição, independente do que faz, assim, isso é um é uma coisa muito urgente e que na verdade a gente, né, que pessoas da minha geração, eu sou de 97, ouvem desde que a gente é criança, a gente é alertado, né, sobre essas questões e no disco Especificamente tem uma a canção que abre o disco, ela chama Paradoxos do Futuro e é uma canção que não é de forma poética ainda assim, mas que para quem se debruçar ali na letra, eh ela tá falando justamente sobre isso e sobre esses aspectos que são tratados no livro do Crenac, né, sobre como que a gente precisa realmente entender que a devastação das florestas, a devastação eh dos rios, isso afeta diretamente toda a humanidade, né? E por mais que pessoas que tenham mais poder talvez consigam se esquivar mais disso, mas a longo prazo não vai ter a a Letra falou isso, né? Que não vai ter mundo pra gente poder existir dessa forma. E a partir dessa realidade distópica que você descreve, né? As faixas ela abordam eh abordam diferentes temas como urbanização, consumo excessivo, a tecnologia, como você mencionou agora também, conflitos armados, eh crise ambiental e até mesmo a relação disso tudo com a saúde mental. Isso também é abordado no álbum? Sim, todas as faixas do disco tem alguma temática, né? Eh, específica assim. A segunda faixa, por exemplo, ela chama G, traço HD, que significaria uma sigla para gerar humano digital e que fala desse uso excessivo de de celular, esse uso excessivo de redes, né? E como isso tem fragmentado a consciência das pessoas, como que a gente tem tido dificuldade. A gente vê, eu vejo isso, eu sou educador social também, né? trabalho já com isso há bastante tempo e eu vejo isso muito acontecendo eh nos espaços que eu atuo, como as crianças estão com dificuldade de concentração, dificuldade de atenção, dificuldade de se relacionar cada vez mais e como o mundo digital tem sido essa extensão, né, da nossa consciência. E claro que a a mensagem do disco não é ser antitecnologia, até porque a tecnologia ela tende e deve ser uma aliada, né, do do nosso processo aqui enquanto sociedade, mas eh pela falta de regulamentação, pela falta ainda de consciência sobre o que é e sobre um debate profundo sobre isso, como que a gente tá refém de uma de um maquinário que tem cada vez mais eh um pouco inibido as pessoas de pensarem por si mesmas, né? a gente tá cada vez mais refém de usar uma coisa que pensa por por nós, assim, e eu vejo isso em questões de saúde mental, né? Como isso tem gerado processo de ansiedade, essa ideia de um eu externo, esse eu que existe ali, que às vezes nem é condizente com o eu real, porque a as redes sociais têm esse poder de maquiar um pouco a realidade, né, da gente viver eh acreditando eh seguindo pessoas que parecem que tem vidas que elas não têm. Então o debate sobre isso é muito profundo, né? Eh, a questão das guerras também é abordada no disco, tem uma faixa chamada Cyborg Tiranos. Esse que seria ali o o que seria o vilão da história, né? Que é o vilão da história. Eh, a gente chamou esse governo de Cyborg Tiranos. E essa faixa fala um pouco sobre isso, assim, sobre eh um poder totalitário que controla eh essa massa e que restringe as pessoas do conhecimento, que restringe as pessoas da própria contato consigo mesmo, assim, porque isso também pode ser um um plano, né, das pessoas cada vez menos terem a consciência sobre o que elas são, sobre o que é a realidade e como que a as redes sociais podem ser aliadas para isso, para esse processo. Mas é isso, diz que ele tem diversas temáticas, né? Também fala sobre amor, também fala sobre espiritualidade, eh fala sobre o desejo de esperança, né? A a mensagem, a ideia que eu só o queimérico ali na história, né? Que título disco, ele é como se fosse uma divindade solar que os seres que meras acreditam que ela vai voltar e vai restaurar um pouco a humanidade, né? Acaba que no disco, a história do disco, ele realmente volta, só que também não é nada do que as pessoas pensaram assim do que seria. Então o disco também brinca um pouco com o que que pode ser é esse o que que pode ser um mundo onde as coisas voltem assim um pouco pros trilhos assim, mas que não é necessariamente o que a gente a gente necessariamente imagina, né? Porque a gente não tem controle sobre essas coisas. Não acredito num mundo perfeito, não acredito num num lugar que tudo vai dar certo, assim, acho que a história da humanidade ela é atendida por tensões, por idas e voltas, assim. Então, a ideia do disc também é trazer isso um pouco um pouco à tona, que faz parte do processo eh da humanidade, o conflito, né, a disputa de poder. Então, acho que tem a ver com isso. Apesar de trazer essa realidade mais difícil mesmo de um futuro mais complicado, digamos, é, o álbum também traz um pouco de esperança para quem ouve. Sim. Então, eh, essa as faixas é só o quimérico, né? Tem duas faixas só méico no disco falam sobre isso. A faixa santuário foi uma faixa que eu escrevi, eu sou filho de uma empregada doméstica, né? Eu cresci na periferia de Campinas e santuário era uma faixa que eu comecei a escrever. Isso é uma coisa legal que se diz, porque algumas faixas, as sementes dela, eu comecei a escrever quando era criança ou adolescente, morava ali no São Marcos, em Santa Mônica, e tinha uma imagem muito da minha mãe indo trabalhar, pegando buzão assim no terminal de manhã. E essa faixa, ela fala sobre, ah, eu não quero te ver chorar, um santuário, eu vou te transbordar esse encanto é o teu lar, assim, a música enquanto uma potência de trazer essa esperança, né? A arte eu acredito que ela é esse lugar de conforto, essa esse lugar dos sonhos, esse lugar que a gente consegue criar mundos, que a gente consegue eh poetizar a vida. Eu acho que santuário é uma faixa que fala sobre essa esperança, sobre essa vontade de querer fazer as pessoas se sentirem bem, as pessoas se sentirem acolhidas. E mosteiro do abismo também é outra faixa nesse disco que fala sobre a esperança, a fé, encontrar um lugar de resiliência dentro de si, né? E eu acho que então o disco é isso, ele tem uma mensagem que soa caótico. Disco musicalmente, para quem gosta de música, ele é um disco caótico porque ele foi construído eh muitas faixas, a gente chama esse gênero um pouco de met rock ou alguma coisa que tenha ligado com uma perspectiva bem matemática. Então a gente construiu as músicas com muitas e variações, é de ritmos, de polimetria, polirritmia, né? Eu sempre fui uma pessoa das exataas. Se eu não fosse músico, eu com certeza seria eh professor de matemática. E nisso eu encontrei o Kiko Drama, que é baterista e também é apaixonado pelas divisões rítmicas muito malucas, assim. Então existe muita matemática por trás desse disco que faz ele suar um pouco caótico do que a gente tá acostumado com uma música bem linear, né, bem dentro de um padrão. Mas dentro das temáticas da poesia da letra, que também a a não só quis abordar essas questões que tangem a sociedade, mas também trazer uma um pouco uma mensagem de esperança. E o disco termina assim, né, com a chegada do Solimérico. para mim representa um lugar novo, assim, uma nova possibilidade de como que a gente poderia restaurar o planeta, de como que a gente poderia restaurar a nossa consciência em relação a tudo que tem acontecido com esses diversos estímulos, né, que acho que essa que é a grande questão. A gente tá hiperestimulado e é difícil a gente ainda ter consciência sobre isso. Eu digo até que a minha geração, especificamente, assim, a galera do começo dos anos 2000, é um pouco um ratinho de laboratório assim da da tecnologia, porque a gente eh chegou num mundo que não era comum a gente ter essa extensão, né, da consciência no celular, a gente não tinha essa ideia de um outro eu digital e a gente viveu essa transição assim e agora a gente já tá lidando com com a nova geração que já cresceu com isso desde criança, né? Então eu acho que talvez o tempo mostre, né, o quanto eh o quanto isso transformou realmente o que que a gente tem, a gente entende por consciência, que a gente entende por puro eu. Então acho que o tempo vai trazer isso assim, mas a gente ter poder já pensar e se debruçar nisso é muito importante por questões realmente que eh tangem todo mundo, assim que tá essas questões da saúde mental, né, essas questões da do uso excessivo, da fragmentação da psiquê. Então, enfim, acho que são questões muito sérias e muito urgentes da gente poder tratar. E eu encontrei na arte uma forma de poder abordar essas questões, né? E o álbum traz muitas mensagens, como a gente mencionou aqui amplamente, mas na sua visão eh a arte, tanto eh a sua música quanto outras também outras formas artísticas, elas podem ajudar quem tá acompanhando ali a ter um despertar pro meio ambiente, pra educação ambiental também? Você acha que pode servir para esse papel a arte? Com certeza. Eu acho que, na verdade, a a arte ela é fundamental. A arte ela é algo inseparável da história da da humanidade, né? do que a gente entende por por humano, assim, acho que isso que até um pouco nos diferencia assim em relação a outras espécies. E eu acho que a arte, como eu falei, ela ela tem a possibilidade de encantar, ela tem a possibilidade de eh da gente criar novos mundos ou da gente pensar novas possibilidades. Então eu sinto que a arte tem que ser uma aliada nesse processo, justamente porque ela eh ela consegue trazer essas discussões, trazer essas reflexões, esses sentimentos de uma forma que não necessariamente às vezes precisa ser linear, precisa ser tão direta, né? Acho que a poesia ela é um campo que faz a gente poder lidar com o lúdico, lidar com eh abstrações, assim, de uma forma que eu acredito que seja essencial pra gente também não perder o encanto, a esperança. Assim, eu sinto que a arte, a arte ela lida com eh para mim o supra do ser humano, assim, sabe? Então eu acho que a arte é uma ferramenta, com certeza, que toca e que invoca os símbolos, que invoca eh coisas muito ancestrais, assim que que passaram pela humanidade, né, pela história, assim. Então, acho que a arte é a maior aliada, né? Apesar de que hoje em dia eu sinto que ainda a cultura de massa, assim, as pessoas as pessoas, né, que t o poder, os artistas que têm muitas vezes a a fama midiática, pouco tem feito, pouco tem usado desse poder, dessa fama para poder falar sobre questões muito urgentes, né? a gente tem vivido, acho que uma a massificação de uma forma muito superficial, os mesmos temas, as mesmas temáticas em música assim, e que acabam me cansando um pouco, assim, acaba faltando desejo de ver como, por exemplo, eu sou uma pessoa que eu tenho uma um pé, uma referência muito grande na NPV dos anos 70, né? Aqui dos anos 60 acho que a gente tem eh um histórico de artistas brasileiros que lutaram por essa consciência, por coisas que aconteceu ali naquela época. E acho que esse movimento desse disco também é convocar os artistas independentes. A gente não deixar de falar, independente de número, independente de qualquer coisa, a gente precisa fazer a nossa missão que seja local, que seja na coisa que a gente atinge assim, porque é isso que eu acredito. Bacana. E pra gente já encaminhar pro encerramento, Leandro, eh, para quem for ouvir o álbum Sol Kimérico e se perguntar é o que eu posso fazer com tudo isso? Que que eu posso fazer para mudar um pouquinho a nossa realidade diante das crises ambientais? Que que você diria para essas pessoas? Eu acho que a gente precisa se aliar com as pessoas, com os artistas, com É difícil, né, a gente também não pensar em política assim, mas a gente precisa eh se aliar com as pessoas, com os líderes comunitários e com as pessoas que estão realmente se envolvendo na na causa humanitária, buscar essas referências. Quem eu poderia dizer que é é o Aton Krenc para mim, que é a grande referência, um grande líder indígena, né, e que trata isso na obra dele e que luta por isso. Eu acho que a gente também entender mais a questão indígena no Brasil, porque são as pessoas que desde sempre estiveram aqui eh cuidando e lutando pelos espaços da natureza. Então, acho que a gente precisa se aliar e ver o que que as pessoas realmente defendem, né, o que que as pessoas trazem em relação a essa questão ambiental. a gente precisa estar aliado com essas pessoas, porque é difícil a gente se isolar e fazer alguma transformação. Eu só acredito que a transformação ela é coletiva, ela é humanitária. Então, a gente precisa realmente eh refletir e ver as pessoas que a gente segue, quem são os influenciadores, né? O que são as empresas que a gente consume, qual que é a responsabilidade delas em relação a uma energia sustentável, em relação a um gasto, né, com a água do planeta, com a energia que a gente produz. Acho que isso exige realmente a gente sair da zona de conforto, né? Porque o ser humano acaba ficando muito acomodado, como eu falei, a questão da da rede social, né? é tudo muito fácil, é tudo muito rápido e muitas vezes isso é um sintoma que a gente vive de não conseguir, né, eh, pensar pela própria mente, assim, mas acho que é um exercício básico da gente se informar, da gente buscar as lideranças e de buscar pessoas sérias que estejam realmente lutando, né, pela mensagem do do da questão ambiental do planeta Terra e daquilo que vai perpetuar os nossos dias aqui na Terra e não só os nossos, né, dos nossos eh futuros filhos e famílias. E enfim, o que a gente vai deixar de linhagem aqui. Exatamente. Leandro Cizo, muito obrigada pela participação conosco aqui no Giro Ambiental. Para quem ficou curioso e quer ouvir o Sol Kimer, onde o pessoal encontra o álbum. Primeiramente, então eu queria agradecer aqui o espaço, o convite por, enfim, acho que e nessa iniciativa como a de vocês aqui também é isso que a gente tá buscando, né? É isso que a gente precisa difundir, é esse espaço que a gente precisa ter. Então eu queria agradecer primeiramente pelo ótimo trabalho aqui, pelo ótimo espaço. Quem quiser primeiramente conhecer o meu trabalho, não eh lancei o Simic, que é um disco de rock progressivo, né, de MPB, várias fusões com música árabe. Quem for escutar o disco vai perceber que existe uma trajetória musical muito extensa ali pelo meu amor à música, pela minha pesquisa. Então vocês podem me encontrar no Instagram que é @leandrocero. Serizo escreve com s e r i z. Eh, e o disco sokméico vocês conseguem encontrar gratuitamente todas as plataformas de música, então no YouTube, na Apple Music, no Spotify, eh em diversos todos os canais assim de plataformas, o disco tá disponível. Então vocês podem escutar lá e quem escutar, quiser me mandar um retorno, mandar um alô, assim, é sempre muito bacana poder ver o que as pessoas acham, seja coisas boas ou ruins. Eu sou aberto para tudo. Legal. Muito obrigada mais uma vez. Eu agradeço você também que nos acompanhou aqui em mais uma edição do Giro Ambiental. Continue conosco que agora você acompanha as informações e curiosidades do meio ambiente. Até a próxima. Muito obrigada. As mudanças climáticas impulsionadas pela queima de combustíveis fósseis já impõe uma nova e perigosa realidade para a infância no Brasil. Um estudo publicado na revista e Science Advances revela que 9,2 milhões de crianças brasileiras de até 9 anos ou 32% dessa população estão expostas a pelo menos 30 dias adicionais de estresse térmico por ano. O cenário agrava-se sob a exposição prolongada. O número de crianças no país submetidas a 5 meses ou mais de calor perigoso saltou de 300.000 para 3,2 milhões. Um aumento alarmante de 10 vezes impulsionado unicamente pela ação humana. Hoje a nebulosidade está em alta e já até choveu em alguns bairros, inclusive quando eu tava saindo de casa para vir aqui pra TV. E olha só, você que assistiu Câmara Notícia ontem já sabia desta condição e se prepare porque tem muita chuva ainda para amanhã, quinta-feira, porque o dia fica nublado com chuvas a qualquer hora do dia, podendo ser o dia todo. São esperados acumulados mais elevados para a tarde e para a noite, podendo resultar em alaramentos, enchurradas, transbordamento de córegos. Então, muita atenção em áreas que costumam alagar e quem está em está em área de risco. Vamos lá, as temperaturas. Olha, amanhã então chuva em Campinas, mínima de 17 e a máxima de 22º em nossa região. E como já falei aí, atenção guarda-chuva e também atenção aos locais que tem aí aquele aviso. A área sujeita a alargamento. Campinas a gente sabe que tem alguns locais, viu que tem essa área? a chuva começou a ficar forte, mude o seu trajeto e se proteja. Por hoje a gente fica por aqui, lembrando que logo mais, 6 horas da tarde tem reunião ordinária hoje com 12 projetos da pauta. Você pode vir pessoalmente aqui no plenário da Câmara e acompanhar todas essas discussões ou então assistir a transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas e agora pela Rádio Câmara Campinas. Uma boa tarde e até mais.