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Questão de Ordem | Construção Shopping Popular
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Questão de Ordem | Construção Shopping Popular

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Resumo editorial

Representantes do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Campinas discutem a situação do projeto de construção do Shopping Popular e a expectativa de melhores condições de trabalho para os ambulantes. O debate aborda mudanças no projeto, redução da área e do número de boxes e entraves técnicos e burocráticos, incluindo o indeferimento pela Prefeitura por questões relacionadas aos prazos dos estudos de impacto de vizinhança e de trânsito.

Descrição do vídeo

A construção do Shopping Popular de Campinas enfrenta mudanças no projeto e entraves na aprovação municipal. Maria José Marsaioli Sales, a Zezé, e Sandro Ricardo Fernandes Medeiros, dirigentes do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Campinas, participam do debate sobre trabalho ambulante e decisões municipais. Segundo o relato, o Trem Intercidades exigiu retirar 4.700 m² da área prevista e refazer o projeto, que foi indeferido após vencer o prazo de entrega dos estudos de impacto de vizinhança e trânsito.

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Olá, começa agora o programa Questão de Ordem, que hoje vai abordar o projeto A construção do Shopping Popular aqui em Campinas. Há anos existe a expectativa na cidade. A proposta é criar um espaço com melhores condições de trabalho, segurança, conforto e organização para os ambulantes. Mas o caminho até a concretização deste projeto tem sido marcado por mudanças, exigências técnicas, entraves burocráticos. A implantação do trem cidades, por exemplo, obrigou a redução da área prevista para o empreendimento e do número de boxes. Mais recentemente, o processo foi indeferido pela Prefeitura de Campinas por questões relacionadas aos prazos de apresentação dos estudos de impacto de vizinhança e de trânsito. Então, sobre o atual estágio e o que precisa para sair do papel, eu recebo aqui no estúdio o vereador Cins Camelã. ele que é vice-presidente do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Campinas, a Maria José Marsaioli Sales, conhecida como Zezé, que é a presidente do Sindicato dos Empreendedores Individuais de Campinas, e o Sandro Ricardo Fernandes Medeiros, ele que é diretor secretário do sindicato. Lembrando que o debate vai acontecer, farei as interrupções apenas quando o necessário. Vereador Carlinhos Camilô, começo com o senhor. E a pergunta que todos querem saber, qual a situação o Shopping Popular se encontra hoje, seja bem-vindo ao programa Questão de Ordem. Uma boa tarde. Uma boa tarde, Gabriel. Gostaria aqui de cumprimentar a todos que nos assiste através do questão de ordem. Gostaria de cumprimentar aqui a presidente Maria José Maçaiol Sales, conhecida como Zezé, e um dos diretores nosso, que é o Sandro, é uma pessoa muito ativa junto com a gente lá nos camelos. Em nome deles, eu gostaria de estender esses cumprimentos a toda a minha categoria que é lá dos camelos. Mas vamos lá, Gabriel. Nós desde 2020, 2019 nós tem trabalhado em fazer e e implantar a construção do shopping popular que é dos microempreendedores. Pois bem, começamos uma conversa lá atrás, eu, a Zezé, o Sandro e vários diretores da gente, fizemos várias assembleias pra gente chegar num projeto. Quando então nós chegamos num projeto, definimos um projeto, né, Zezes Sandro, isso, eh tivemos um entrave que foi o CONDEPAC, que não poderia ser aquela construção que a gente tinha que seguir um padrão da questão. Não, não tivemos também objeção a isso. Eh, aí após isso, nós tentamos fazer um outro projeto. Após isso, vê a pandemia também. pandemia, a pandemia segurou aí por 2 anos, quase 3 anos aí o projeto da gente. Com o tempo a gente conseguiu aí de fato implantar esse projeto que junto com CONDEPAC foi aprovado através do do CONDEPAC por unanimidade, acho que se eu não me engano é por unanimidade, eh com a nossa categoria e também com a empresa que ia fazer a construção do shopping, que naquela época era a Egemon. Após isso, o tempo foi passando, a gente já ia fazer dar entrada na prefeitura, fazer todo o o processo para implantação. Veio a questão do trem ter intercidades, que é o que trem, entendeu? O governo do estado. E aí falou que precisaria usar um espaço de 4000 e poucos metros lá da 4.000, né, Sandra? 4700 m. 4700 m do nosso espaço. Então, Gabriel, para você ver um projeto que já estava pronto, precisaria a gente entrar com a AV e com o Hit e fazer aquilo a a um impacto de vizinhança para já entrar e e fazer a aprovação. Nós tivemos que voltar. Por quê? Porque aí nós tivemos que refazer o projeto tudo novamente. Começar tudo outra vez, né, Car? Começar tudo do zero, né, Zezé? começar tudo do zero. E aí, para quem tá nos assistindo e as pessoas que estão vendo aqui, até mesmo eu vou responder isso aqui paraa minha categoria que provavelmente vai ver essa entrevista, existe um prazo para apresentação de todos os documentos para aprovação, deferimento ou indeferimento. Só que nós não apresentamos o EV e o HIT, porque o projeto que nós tínhamos apresentado, ele não servia mais. Então, venceu-se esse prazo, foi indeferido o projeto. Projeto, o projeto não foi definido o shopping popular. Então, deixar bem claro essa questão. Até porque o projeto que a gente tinha era no terreno de mais de 18.000 m. Uhum. Uhum. E aí ele diminui esses 4000 esses 4700 m. Aí inviabiliza o plano plano. E esse e esse indeferimento mexeu muito com a nossa categoria. Todo mundo ficou preocupado achando que não tinha shopping, não tinha mais projeto, né? Uhum. Então depois o Carlinhos através, né, da imprensa tá explicando. Mas muita gente ainda acha, por isso que é importante isso aqui hoje, muita gente agora vai poder ver que realmente é um outro projeto que vai ser feito, né? Porque a falta e de da forma que veio a informação, a imprensa, ela veio, ó, foi indeferido o shopping popular. Uhum. Então, a matéria saiu, foi indeferido o shopping popular. Então, essa aqui, correto? projeto que foi feito por conta desses problemas que foram citados do trem interidades e também do impacto de vizinhança. Se mudasse só a frase não daria toda essa repercussão que deu até hoje. Ó, foi indeferido o projeto, então não foi indeferido o shopping popular, tá? Não, essas tratativas a gente a gente vem tocando, inclusive a gente tá aí tem até um arquiteta, porque assim, Gabriel, para quem tá nos assistindo, pros pros microempreendedores que estão aí, eu, a Zezel Sandro, não é fácil você fazer um projeto, pagar por um projeto e depois ter que tirar esse projeto fora e pagar um novo projeto. As pessoas acham que é do dia paraa noite. Não é isso. A gente tá através de parceiros pagando esse esse projeto para viabilizar, porque a hora que nós aprovarmos o projeto que nós vamos sentar com a nossa categoria, né, Zezé? E aí a gente vai fazer o cálculo desse valor para cada um começar a pagar, porque até então não foi pago. Ninguém colocou R$ 1 da nossa categoria eh nesse projeto anterior e não vai colocar nesse projeto novo também, porque a gente quer ter ali chegar pra nossa categoria que tiver tudo pronto e aprovado. Olha, agora sim tá pronto, tá aprovado. Cada um vai pagar da forma ali que acha que ele consegue pagar, porque tem isso também, eu, a Zezé, o Sandro e a nossa diretoria, a gente se preocupa muito com a categoria e com o momento que a gente tá vivendo, né? Tá complicado. A coisa mudou, né? 20 anos mudou totalmente. Muito bem. Cazzesé tá falando em um momento que nós estamos vendo camelô anteriormente h a há há 30 anos atrás era um fluxo era um movimenta o centro da cidade. É que eu sempre brinco, Gabriel, quando eu falo da CETEC ali, que na lei da CETEC nós temos aqui zoneamento um, zoneamento dois, zoneamento três e zona nobre no centro da cidade. Então eu costumo falar para CETEC hoje que não existe mais zona nobre no centro da cidade. Por isso que nós temos que mudar essa questão, entendeu? Para que abaixe os pesos públicos pr as pessoas ali no centro da cidade. Mas Galel, vou deixar você falar um pouco com a Zezé e com o Sandra que vieram para falar. Tem muitos assuntos para serem acordados aí durante esta uma hora de questão de ordem. Zezé, para quem está nos acompanhando, né, o assunto de fora, né, a reformulação do projeto pode parecer apenas uma questão técnica. E para quem trabalha no Camelon, nós estamos falando de uma mudança que pode afetar a renda, as condições de trabalho, o futuro do negócio, como os comerciantes receberam essa notícia de que o processo foi indeferido. Seja bem-vinda ao programa Questão de Ordem. Obrigada. Então, eu acho que esse esclarecimento foi ótimo porque a gente tá vivendo isso. Hoje ainda tava comentando constante. A gente anda numa minha categoria, a gente sente que não existe mais projeto, que acabou, eles acham que a gente talvez tá escondendo deles uma realidade, entendeu? Mas realmente eu acho que isso veio para ajudar que foi indeferido um projeto, não foi indeferido o espaço que a gente tanto sonha. E hoje nossa categoria realmente como todo logista Uhum. tá vivendo uma situação difícil. Se você hoje pegar o jornal de hoje, tá falando da 13 de maio, as portas fechadas, entendeu? Paraa nossa categoria também, o fluxo de pessoas diminuiu, a coisa complicou, mas o sonho continua. Eu tenho certeza que a hora que a gente conseguir concluir tudo isso ali é a luz no final do túnel pra gente, entendeu? Eu acho que a gente vai, a notícia que chegar que a gente vai projeto vai est tudo certo, acho que vai levantar a categoria outra vez e a gente vai batalhar para que tudo se resolva, né, Sandra? Com certeza. E tá muito longe isso aí, o Zezé desse projeto. A, explica essa pergunta já vem mais para cá, né? Tá. E o Carlinhos falou da cronologia, né? E e ele falou ali que a gente tá indo no projeto, estamos fazendo novo projeto de novo, estamos trabalhando nisso. Inclusive o que o Carlinhos falou antes, nós fizemos outro também, aí teve mais outra perca de terreno, mais uma fatiazinha ali que tá tirando aí inviabiliza. Então a gente tá vendo a parte técnica, a parte financeira, a quantidade e por aí vai. Eu acho que que a gente chega lá, estamos trabalhando nisso aí incessantemente. Qual que é a principal preocupação do sindicato neste momento, Sandro? Ah, de não de não construção, né? Essa é a principal, né? Que é o nosso meio, a nossa renda, é tudo que a gente tem ali para para trabalhar em cima disso aí. E se não construir, fica difícil para nós. Uhum. É um sonho, é um projeto todo da nossa vida, né? Da nossa categoria. Carlinhos, me corrija se eu estiver equivocado, mas os estudos de impacto foram protocolados em 2024 e o processo acabou indeferido porque a documentação não foi apresentada aí dentro do prazo legal de 5 meses. Ao mesmo tempo, a reformulação do projeto foi necessária por conta dessa mudança na área disponível pro empreendimento. Essa alteração provocada pelo TR Intercidades foi o principal motivo. Houve outras dificuldades técnicas administrativas. Gabriel, eu creio que é assim, ó. Eu acho que a principal foi a questão do trem intercidades. Aqui em Campinas nós temos o Condefá, o Condepac. Uhum. Em São Paulo nós temos o Condefat. Então são órgãos que se conversam entre eles. E nós temos no meio aí essa questão do trem ter intercidades. Quando vê a notícia que o trem ter intercidades precisaria usar um espaço do nosso shopping popular ali do projeto. Primeiro momento nós ficamos bravos, né? Mas quando nós sentamos com o pessoal, eles apresentaram o projeto que o trem intercidades ia parar bem próximo do shopping popular. Nós ficamos tranquilos. Por quê? Porque isso um movimento maior pro nosso shopping. E o trem ter intercidades é uma questão que nós também estamos esperando há muito tempo. É um benefício muito grande pra nossa região metropolitana. Então nós poderos contestar essa questão. Então nós ficamos aí tranquilos. Mas eu creio que essa questão do CONDEPAC atrasou bastante, porque até então, Gabriel, só para colocar uma questão para você, eu acho que você deve ter visto o primeiro projeto que nós fizemos, nós deslumbramos uma questão, nós fizemos totalmente diferente, uma coisa como se fosse um shopping aí, um Dom Pedro ou até melhor, entendeu? totalmente diferente. Quando a gente se deu por si e foi chegar no Condepac e apresentar esse projeto, nós tivemos uma outra realidade. Não, isso não pode. Tem que ser algo com a característica. desse local que ele não pode ser derrubado, ele tem que ser restaurado, mas ninguém chegou pra gente num no primeiro momento e orientou nós. Então nós fizemos das formas que nós achamos que deveria ser feito. Entendi. Então o primeiro projeto, esse primeiro aí também não serviu. Depois nós viemos pro segundo projeto, que é aquele o estilo. Aí nós usamos sim a característica de um trem, entendeu? para combinar com a Estação Cultura, com tudo aquele e é a gente pegar a a cara da Estação Cultura. Nós fizemos tudo dentro certinho e a pessoa que a Ana que tá fazendo o projeto pra gente, ela já fez parte do CONDEPAC, então ela sabe como funciona e como as pessoas pensam. Então isso nos ajudou. Agora ela tá refazendo esse projeto para que as coisas andem. Zezé, o sindicato, ele tá promovendo reuniões para poder atualizar os trabalhadores? Existe algum cronograma aí que vocês estão tentando se basear? A gente tá sempre reunido, né? A gente tem sempre conversado, principalmente depois que saiu essa notícia. Preocupação caiu na categoria. a gente tem conversado com a categoria, mas assim, eu acho que a gente só vai realmente ficar tranquilo quando a gente conseguir avançar nesse outro projeto, entendeu? Aí eu acho que a gente vai ficar mais tranquilo, porque realmente a gente tá tá vivendo uma situação diferente agora, entendeu? Então eu acho que isso também faz que a gente faça um projeto diferente também, né? S iso que possa contemplar toda a nossa categoria. Ô Sandro, com a redução da área do empreendimento que você mesmo disse, né, em 4.000 m, mais de 4.000 m, e do número de boxes, como é que o sindicato pretende trabalhar para que essa nova estrutura contemple os comerciantes que esperam por esse espaço, né? Existe um levantamento aí dos trabalhadores que poderão ser beneficiados? Na verdade, a gente quer beneficiar todos, né? contemplar todos que tá lá na categoria, tá? A a o número de box continua o mesmo. Agora o tamanho dos box foram diminuindo. A gente começou com 7,5 m. Aí veio a primeira redução. Aí a gente diminuiu para 6, 16 cm quadrado, tá? Tivemos que diminuir agora pro próximo projeto de 5 m. Então isso aí acaba vai afunilando, mas a gente vai procurando a quantidade de box ideal pro povo lá para que todo mundo possa ir, tá? Carlinhos, depois quero ouvir a Zezé também. Eh, hoje tem alguma coisa que tá efetivamente garantido, a área destinada ao empreendimento, continuidade do projeto, atendimento aos comerciantes cadastrados, a intenção de buscar uma nova aprovação, Gabriel, a intenção de conseguir a nova aprovação, nós já estamos trabalhando nisso, que é refazer o novo o novo projeto e apresentar pra prefeitura pra gente eh fazer a aprovação e começar a construção desse novo shopping popular. ular. Eu sempre falo para todos ali da nossa categoria que você falou aí, existe um uma questão, existe, nós temos, a prefeitura tem um compromisso com a gente, a gente tem um compromisso com a prefeitura, o Ministério Público tem ali um taque, que é um termo de ajustamento de conduta que foi feito naquele período ali, que as ruas que estão ali voltará a ser rua. Você pega Benedito Cavalcante Pinta, onde os camelos são ali, ela voltará a ser rua. O a Álvares Machada, ela voltará a ser um um calçadão. O terminal frente será ampliado, o terminal central, o terminal fundo será ampliado o o o espaço. O Carlos Gomes voltará a ser um calçadão. A Jaime Lua Cinta também voltará a ser um calçadão. Então temos todos um projeto pro centro da cidade, entendeu? É uma pena, Gabriel, que eu falo assim, é uma pena que a prefeitura não possa nos ajudar financeiramente, entendeu? É um compromisso nosso de nós fazermos esse projeto. Se a prefeitura também pudesse nos ajudar financeiramente, eu acho que as coisas ela teriam andado com mais rapidez, porque hoje nós tínhamos uma uma questão lá atrás dos microempreendedores que estão no centro da cidade. Como eu disse, nós tá falando que o centro ele foi ele foi, vamos falar assim, degradando e o movimento foi se afastando. a gente vai tendo dificuldade também, a gente vai ter que adaptar, mas só que ao mesmo tempo pra gente, como a Zezé muito bem disse, é uma luz no fim do túnel da gente dessa construção do shopping popular, que a gente vai tirar todo o nosso pessoal, colocar ali, mudar tudo novamente, ter um um trem intercidades que vai passar ali, um fluxo de pessoa que vai passar ali, porque nós temos ali o trem intercidades, né? Tem o terminal metropolitano, nós temos a rodoviária ali do lado ali e nós temos a licitação do relógio ali, que ali também vai ser um um espaço de de movimento pra nossa cidade. Então é uma luz no fundo do túnel que nós estamos aqui fazendo o máximo de nós aqui para fazer essa aprovação e já fazer eh esse novo projeto e ver se o ano que vem nós começamos a construção desse shopping popular. Isso que eu queria te perguntar. não precisa cvarativa, mas vocês trabalham com a ideia de que isso, esse projeto chegue no início de 2027, início das obras pro meio do ano. Existe mais ou menos uma ideia daquilo que vocês pensam de um mundo aí ideal ou possível? O mundo ideal nosso, Gabriel, seria a gente apresentar o projeto, ele ser aprovado, nós começarmos a construção a partir de fevereiro. Exatamente. Esse seria o mundo ideal nosso. Exatamente. Mas existe essa possibilidade? Não existe, né, Gabriel? pelo seguinte, porque nós não depende só de nós, nós estamos caminhando para isso, depende da prefeitura, depende dos órgãos, depende de aprovações, depende disso. Você sabe, nós temos uma burocracia da nada da na, infelizmente nós temos uma burocracia, mas uma coisa a gente tenta garantir a nossa categoria que o ano que vem nós vamos começar essa construção desse shopping popular, seja no começo, seja no meio, entendeu? Mas nós vamos começar. Sandro, na sua avaliação, o que que é mais urgente neste momento? É contratar uma equipe técnica, é o diálogo com a prefeitura? É redefinir o projeto arquitetônico, tem outras questões, outras pendências para serem resolvidas? A urgência mesmo seria o projeto, tá? Esse é o primeiro, porque você tando com projeto, você procura parceiros, né? Aí você vai viabilizar a coisa, ver a questão de valores, fazer orçamentos, dar entrada na prefeitura, eh ver o IV, o o Wave e o HIT para fazer isso aí para adiantar. Então acho que o principal mesmo hoje é o projeto. Zezé, existe um diálogo aí com a prefeitura? Tem, né, Carlinhos? Eu acho que o nosso vereador tá sempre caminhando para isso. A gente tá sempre ligando, querendo saber das coisas. Eu acho que não só a gente tá caminhando, como a prefeitura também tá ajudando na gente poder ter esse projeto mais rápido, né? Concluir esse esse sonho, né? Gabriel, quando você fala, tem uma parceria com a prefeitura, o Vandão, vice-prefeito, ele tem sido parceiro em todos os momentos. Verdade. O antigo prefeito que foi o Jonas Donizete, ele que foi até Brasília, conseguiu lá com um antigo eh Denite. Não é o Denite, mas o sobrinho dele, o Luiz Carl meu Deus, Luiz Lauro, filho, foi para lá quando ele tava deputado, ele trouxe essa concessão pra gente. Então ele tem trabalhado bastante nessa questão e quando chegar uma definição, tenho certeza que o prefeito Dário, vice-prefeito Vandão, quem ganha são o prefeito, vice-prefeito, a nossa categoria e a cidade, entendeu? Então eu acho que tem que ter um empenho de todos os lados, não pode só jogar responsabilidade em cima da gente também, entendeu? Então tem que todos os lados caminhar junto, entendeu? Não é, o interesse não é só nosso, o interesse é da cidade, é do município, entendeu? É do prefeito, é do vice-prefeito. Então eu acho que a gente tem que ter esse empenho para aprovação, a gente tem que ter esse empenho também para as coisas andarem. Ô Zezé, na resposta anterior o Sandro foi falando dessa diminuição dos boxes, né, de 7 m², 6, chegando agora a cinco. Na prática, o que que essa redução ela representa? Para quem vende roupas, acessórios eletrônicos, outros produtos. Um box menor permite que o comerciante mantenha o estoque, exponha as mercadorias, trabalhe com a mesma capacidade de atendimento? Eu acredito que sim, porque hoje nós temos, né, Sandro Box que seja nessa metragem ou menor ainda, né? O menor e nós conseguimos trabalhar. E a gente lá também, o Sandro pode falar, a gente vai querer que tenha um espaço, né Sandro, acima que a gente possa guardar a nossa mercadoria. A gente fala do mesanino, do mesanino, que aí você tem o mesmo espaço que você tem embaixo, você vai ter em cima para estoque de mercadoria, tá? Ótimo. Que hoje não se tem na categoria. Quando você fala do espaço, Gabriel, às vezes quando a gente começou lá atrás, eu lembro que isso aí 1900 era dois me por lá, é, a gente tinha ali era um por um, entendeu? A pessoa, se ela colocasse o carrinho, ela tinha que ficar para fora, entendeu? Então a gente tinha uma dificuldade, a gente aprendeu a trabalhar dessa forma. Claro que hoje é uma nova realidade. Nós queremos ali adaptar, fazer um espaço onde as pessoas tenham ali eh condições de trabalhar dignamente. E também nós vamos ter ali nesse espaço, como você disse ali, um espaço que tem estacionamento, banheiro, entendeu? as pessoas possam área de alimentação, tudo isso para que as pessoas vá como se for num shopping, passear e ter toda a tranquilidade e a segurança que que necessário, dignidade, né, trabalhador. É isso, é o fundamental para você. Eu acho que essa é a palavra, né, dignidade pro trabalhador. Ô Sandro, como é que o sindicato avalia a capacidade dos comerciantes de arcar com os custos de ocupação e funcionamento desse novo espaço? O que que precisa ser definido desde já para que o shopping popular seja economicamente viável, né? Não apenas durante a construção, mas também depois de entrar em funcionamento. Isso é o que a gente tem brigado muito com isso. É, é muita, a gente tem tido muita conversa e, e é muita, mas não é pouca, não, é muita conversa porque para você chegar a esse denominativo é muito difícil, porque assim, primeiro a equação do valor, né? Vamos lá fazer toda a metragem e ver quanto vai custar cada box, né? Eh, você vai ter que fazer vários orçamentos com algumas empresas para ver quem tem, quem oferece melhor por menos. Depois vem o pós, que a gente pensa muito, a primeiro a gente vai dividir, né? Chegar ali e falar: "Olha, como é que você pode pagar cronograma da obra? É quem quem cobra muito isso da gente". Então a gente tem que fazer tudo isso aí para fazer essa divisão para pagar a obra e e que não honere muito o o dono do do box. E depois o pós, a gente pensa muito numa reserva ali para fazer algum subsídio ali nos primeiros meses ali para que a coisa vai decolando, né? Porque o comércio quando você muda de um lado, de um lugar para outro, a coisa acha que é mais difícil. Uhum. Então é mais ou menos por aí. Eh, há, eh, pode ser para qualquer um de vocês, há comerciantes com mais de uma unidade, como é que vai ser a distribuição desses espaços? Vocês já estão conversando? Hum, essa é cadastro, né? Cadação, cadastro, ô Gabriel, nós temos lá 11 e pouco, quase 1200 cadastros centro da cidade, colocando todos os setores, cada um tem o seu espaço, entendeu? Cada um vai pagar pelo seu espaço. Então é dessa forma que funciona. Às vezes, Gabriel, funciona assim, ó. Exemplo, eu quando eu comecei lá, eu tinha o o meu box, que é o o cadastço do meu box, e eu tinha o da minha esposa, que na época ela tinha ali do lado, então a gente juntou os dois, ficou um pouquinho maior, entendeu? Ser 1 m, ficou 2 m. Isso aí às vezes tem ali que você vê que é uma maior que a outra, mas são dois, são dois cadaços, entendeu? que acaba juntando num só, mas hoje são 12, quase 1200 cadastros que tem que ser contemplado todas essas pessoas. Se tiver algum empreendedor que está nos acompanhando, às vezes tá interessado no shopping popular, ainda existe a possibilidade dele conseguir ou já tá tudo fechado essas vagas? Não é assim, ó. Por enquanto, Gabriel, nós tínhamos lá atrás no primeiro projeto, por isso que eu falo para você que as coisas mudaram. Sando, pode me corrigir. Nós tínhamos lá nas questão de fazer 1600 box, 100 sobravam a quantidade, a gente contemplava as pessoas que estavam no centro da cidade, aquelas que estavam no cadastro, certo? Aí diminuiu isso aí, diminuiu no segundo projeto pra gente. Então já foi, diminuiu para 10000. Hoje a gente acha que a gente vai subsidiar os 10000. Se sobrar muito ali, é 100 box. Se sobrar, entendeu? Por que que acontece? o espaço ele foi diminuindo, entendeu? E aí as coisas foram se apertando. Eh, a gente tá falando aqui no programa sobre estudo de impacto de vizinhança. Eh, Carlinhos e Sandro, Zé, se quiserem participar também, eh, e também sobre o relatório de impacto de trânsito, né? Mas, eh, não sabe exatamente o que que esses documentos avaliam, né? Quais impactos o empreendimento ele precisa demonstrar que consegue administrar? A gente tá falando de circulação de pedestres, de trânsito, de transporte coletivo, carga e descarga, segurança, ruído. Tem outros aspectos de ocupação urbana para quem está nos acompanhando. Que que é esse estudo de impacto de vizinhança? Olha, esse estudo aí, a gente quando a gente falou atrás, ô, ô, Gabriel, é todas as diretrizes. Hoje nós temos ali um espaço ali no centro da cidade. Quando a gente fala de um estudo do impacto de vizinhança, nós temos ali a vila industrial, nós temos aqui do outro lado aqui a rodoviária, nós temos quais os viários que vai ser necessário para chegar a esse espaço, pra gente não sobrecarregar o trânsito da nossa cidade, entendeu? Então tudo isso será utilizado dentro desse estudo de impacto e vizinhança, inclusive algumas alterações aí na vila industrial que a gente também ia abrir um espaço que ia ter uma entrada ali por trás da vila industrial, que é uma ponte que tem ali atrás da rotunda ali, entendeu? que o espaço é se então tudo isso foi colocado naquele momento ali que é para ser colocado naquele momento para beneficiar esse espaço ali, porque não adianta também a gente fazer um um shopping popular num local aonde a gente não tem acesso, é difícil o acesso a circulação, travamento, tudo isso. Então, acho que isso é é da INDEC, é também do DU, é de todas as secretarias que dão ali faz o o esse estudo de impacto e vizinhança para que depois a gente não tem essa sobrecarga naquele espaço. Sandra, eu quero ouvi-lo também porque às vezes para quem está nos acompanhando pode falar: "Ah, mas vizinhança eu não sei se tem eh casa residencial lá, mas envolve muito mais do que isso, né?" E a gente tem a gente tem debatido muito sobre isso, inclusive lá no centro, né? Eh, a gente tem, eu acho que mais impacto de vizinhança ali do que lá fora, porque lá fora o terreno é baldiu. A única coisa que a gente tem ali é o o relógio, né? Atrás tem o terminal metropolitano na frente e a rodoviária. Então eu acho que bem viável. O Carlinhos frisou bem com a questão de usar a ponte ali para para ter entrada ali, estacionamento, de retorno, tudo. Acho bem legal. Zézé, como é que você avalia essa área que pode ser construída? Como eu avalio como pode ser construído? É, como é que você avalia o shopping popular está neste local que tem com tanta discussão aí em traves e diminuição de espaço. É o ideal, tá satisfeito? Porque foram feitos mudanças, né? O Carlinhos mesmo falou ia ter uma saída pra Vila Industrial, não tem mais. Como é que você avalia o espaço onde? Eu acho que aquele espaço ali, pelo que a gente tá acompanhando, eu acho que pra nossa categoria seria o ideal ali, realmente o fluxo de pessoas ali, a questão da rodoviária, como o Carlinhos falou, ou mesmo ali da do relógio. Eu acho que paraa nossa categoria ali, acho que o fluxo seria o ideal ali é eu acho que é o lugar certo pra gente ali. Inclusive, Gabriel, eh quando nós começamos essa discussão, foi feito algumas sugestões de alteração no alterações no trânsito ali, como eu falei, pela vila industrial. Nós temos ali a a o túnel Joá penteado ali também em torno ali que eles iam mudar algumas coisas ali. Porque quando fala de um empreendimento desse porte que é um shopping popular para para colocar 100 pessoas naquele espaço ali, você sabe que tem a questão do do dos empresários. Quando falou do shopping ali, teve gente que já estacionamento que estavam abandonado lá, local disso aqui, as pessoas já começaram a comprar isso aí. que é aquela questão de especulação imobiliária, já começaram a comprar. Por quê? porque movimenta aquele espaço ali. Então eu acho que as coisas é isso. E a gente tem ouvido também coisas que vão construir parque linear, né, Carlinho, construções, prédios, tudo tudo ali dentro próximo a gente. Então eu acredito que empreendimento, empreendimento, realmente vários empreendimentos ali. ali, Gabriel, quando às vezes éé fala aqui, existe um projeto, até o prefeito Dário falou uma vez de de isso, ele está tocando a até essa questão, teve ali de fazer o empreendimento ali naquele espaço ali dentro, alionde é o prédio do relógio em torno ali todinho. Então isso vai movimentar aquela área do vila industrial e todo o centro da cidade. Vocês citaram a questão da prefeitura. Eu quero voltar um pouquinho neste assunto. A prefeitura, ela informou que acompanha a situação, mas atribui ao empreendedor a responsabilidade pelo projeto e pela apresentação da documentação. Por outro lado, o Shopping Popular, ele envolve, né, toda essa reorganização do comércio que nós estamos falando, a ocupação de uma área pública, preservação de um complexo ferroviário histórico. até que ponto o poder público ele deve atuar para ajudar a viabilizar este empreendimento? A prefeitura pode contribuir na articulação entre os órgãos envolvidos, que vocês já citaram ao longo aqui do programa, numa orientação técnica, na definição de prazos sem assumir responsabilidades que cabem ao empreendedor. Com certeza. Eu acho que a prefeitura, isso é de interesse da sociedade, é interesse do município. A prefeitura que ela tem que ter uma também obrigação e uma compreensão que isso ele tem que sair do papel o mais rápido possível. Se nós apresentarmos um projeto que você sabe que às vezes a prefeitura ela demora 6 meses há um ano para aprovar um projeto, as coisas vão ficar difícil pra gente, entendeu? Não adianta a gente vir aqui falar que vai começar o ano que vem, no meio do ano que vem, sendo que a gente apresenta na prefeitura, demora um ano para fazer a aprovação desse projeto. Então a prefeitura ela tem que ter assim a responsabilidade, cumprir o papel dela, fazer a coisa mais rápido possível para que saia a aprovação pra gente já começar a construção do choro. Sandra, muitas reuniões são realizadas com o poder executivo ou não? Sim, a gente vem sempre fazendo reunião lá no gabinete junto com o Vandão, com o prefeito e inclusive lá também é onde a gente faz mais reunião no sindicato. E o Carlinhos falou uma coisa e eu acho bem interessante falar e a celeridade da da prefeitura, isso vai ajudar demais na dinâmica do do do empreendimento, tá? Ô Zezé, o shopping popular ele é apresentado como uma oportunidade, né, de melhorar as condições de trabalho dos comerciantes, com certeza. Mas enquanto projeto ele não se concretiza, né, esses trabalhadores, eles continuam dependendo da estrutura atual, né, para poder manter aí a renda das famílias. Quais são hoje as principais dificuldades enfrentadas pelos comerciantes? A estrutura atual, ela compromete segurança, conservação de mercadorias, atendimento ao consumidor, capacidade de ampliar as vendas. Qual que é a realidade que tem hoje? A nossa categoria, eu acho que a nossa realidade é o que tá acontecendo com todo o comércio, entendeu? Eu acho que mudou, né? A coisa mudou. Eu acho que as vendas estão com mais dificuldade agora. tá mais difícil trabalhar, o fluxo diminuiu. Então pra gente a questão do shopping não sabe se não tem outra opção. Pra gente é o shopping mesmo, porque ficando ali eu acredito que a gente cada vez vai complicar mais, porque tá difícil, entendeu? trabalhar tá difícil vender, tá difícil, sabe, caminhar com isso. Então eu acho que a única opção pra gente realmente e é esse shopping. Acho que não tem outra opção pra gente não ser esse shopping, é realizar esse sonho, porque isso realmente é um sonho da categoria e a gente não vai desistir. Uhum. Sabe, a gente vai até o final disso. Vai ser difícil, vai ser difícil, mas como o Sandro diz, a gente vai procurar, o Carlinho diz, a gente vai procurar financiamento para isso, mas a gente quer realmente que aconteça. Com toda essa dificuldade que nós estamos vivendo, a gente quer que aconteça isso. Hoje, Gabriel, acho que as dificuldades maiores aqui da nossa categoria, hoje a descentralização que teve no centro da cidade, a gente pega ali, antigamente a gente tinha um fluxo de pessoas que desciam do terminal, depois veio aquele projeto Rotal, descentralizou tudo, as pessoas andam em todos os lugares do centro da cidade. Nós temos, não temos mais um fluxo de pessoas que descem ali naquela Álvares Machado no terminal. Hoje a grande dificuldade pra gente, a gente tem quase 800 pessoas, a gente não tem banheiro público no centro da cidade, as pessoas têm uma certa dificuldade para isso. Nós não temos um espaço para guardar uma mercadoria que é difícil essa questão. Então, é, são essas questões que acabam tendo uma dificuldade, mas se você olhar, nós sobrevivemos durante 30 anos dentro desse mesmo espaço, dentro desse mesmo local, entendeu? e vamos continuar até que a gente tenha a construção do shopping, porque o acordo da gente é trabalhar no espaço até que saia o shopping popular. Após isso, nós desocupamos o espaço que nós estamos hoje. Sandro, também quero ouvi-lo sobre esses problemas que foram relatados aí e a dificuldade, né, para poder colocar as respostas neste novo projeto. É, eu acho interessante mesmo o a questão de você ter um espaço maior e você ter o mesanino para guardar sua mercadoria. Isso acho que você já vai ter um ponto de crescimento. Eh, a segunda é a estrutura para você oferecer para o seu cliente mais conforto, mais qualidade, ter banheiros, segurança, climatização, estacionamento. Tudo isso eu acho que vai favorecer a gente e ter uma frequência mais de pessoas. Todo mundo quer ir no lugar e ter conforto para comprar, ter segurança para comprar, sentir mais à vontade. Ah, meu filho precisa na praça de alimentação. Vai lá, enquanto faz um serviço ali, vai na praça de alimentação. Quando faz o serviço, vai no banheiro, entendeu? Então, acho que isso vai alavancar as nossas vendas aí, vai melhorar bastante aí e a gente espera um uma coisa bem melhor do que a gente projeta ainda. E até sobre isso, Carlinhos, que o Sandro tá falando de alavancar as vendas, né? Uma das expectativas divulgadas pelos comerciantes é de que essa mudança para um ambiente estruturado possa aumentar as vendas, né? a perspectiva de oferecer mais conforto aos clientes, melhores condições de exposição dos produtos. Existe algum estudo que sustente aí essa expectativa de crescimento, de faturamento? Quais fatores poderiam aumentar as vendas, considerando aí só a mudança de endereço ou tem também a questão de estrutura e de segurança? Gabriel, hoje são vários fatores. Os camelos eles sempre teve um fluxo de pessoas muito grande. Eu vou te citar um exemplo aqui. Eu e a Zezé, nós fomos visitar em Campo Grande um shopping que o o pessoal implantou lá. O prefeito não queria o pessoal no centro da cidade, colocou um local afastado para eles. Certo? De momento eles não aceitaram, mas foram obrigado a ir nesse local. E foram, o fluxo pegou tanto, as pessoas, o movimento foi tanto para aquele local que os pessoal tava querendo que que eles voltassem pro centro da cidade. Achou que não ia afetar. Então, para você ver, eu acho que hoje se os cameloso ele tiver um shopping popular, como a gente fala aqui, tendo um estacionamento, porque hoje tudo é difícil pro centro da cidade. As pessoas, ela vai com carro, a zona azul é caro, o estacionamento é caro, a pessoa não tem um banheiro, não tem um local adequado para ela ficar em uma área de alimentação adequada para ela fazer. Então isso dificulta no no no centro da cidade, verdadeiramente dificulta. Hoje o centro nós fizemos aí eh eh você sabe que eu tenho uma uma frente parlamentar do centro da cidade ali de revitalização do centro da cidade. Propomos ali eh eventos pro centro da cidade, foi feito o retrofit paraas pessoas ali no centro da cidade, foi revitalizada a Campo Sales, foi feita a José Paulino, foi feito várias intervenções. Agora por último o calçadão da 13 de maio. Estamos levando todos os entimento, o entretenimento que tem que nem final de ano. Pásco a gente tenta levar pro centro para trazer as pessoas de volta, porque eu acho, se as pessoas se sentir segura, eu acho que o centro começa a ter um movimento maior. E quando você fala do Camelô, quando o Sandro fala do camelô, que olha a segurança, isso é verdade. Eu desafio. Cada pessoa que anda ali no camelô, se ela é assaltada no meio do camelô, dificilmente ela assaltada ali no meio do camelô. Ela se sente mais segura andando no meio do camelô do que qualquer rua ali próximo aos camelços. Tivemos um fato é a semana, a semana agora pegou o pessoal pegou um roubando lá no meio e amarrou ele lá, tá lá segurando até a polícia chegar e pegar ele. Não acontece futo no meio dos camelosos, pode acontecer fora, mas ali a pessoa pode andar segura, ela pode andar com tranquilidade no meio dos camelos ali. Sandro e depois Zezé, o Carlinho citou, né, um exemplo de Campo Grande. É, existe esta possibilidade de acompanhar o que está sendo feito em outras cidades e tentar trazer este exemplo aqui pra cidade de Campinas para ser implementado? Sim, sim. A gente tem um parceiro que que acaba visitando muito. Ele ele visitou um em Fortaleza, visitou outro em Recife, né? E tem outros amigos que visitaram também em Brasília e todos falam a mesma coisa. Toda mudança só trouxe benefício. Uhum. Entendeu? Não, não, não foi um retrocesso, foi um avanço. Então, alavancou em tudo e foram perguntado, as mesmas perguntas que Carlinhos falou se eles queriam voltar pro local onde eles estavam e eles falaram que não. Uhum. Queria continuar e era para ter isso ter sido antes ainda, entendeu? Então não tem um arrependimento. Então eu acho que é benéfico demais uma mudança dessas. É verdade. Eu acho que toda mudança acho que traz bem, principalmente pra nossa categoria. Eu acho que essa mudar ir para lá, eu acho que isso daí vai ser assim tudo que a gente mais tá esperando que aconteça agora, a respeito do fluxo que diminuiu bastante, a respeito da dignidade pro trabalhador, entendeu? Eu acho que lá é onde a gente tá, onde vai contemplar toda a nossa categoria. Carlinhos, um espaço comercial com climatização, com segurança, com banheiros que nós estamos falando aqui e outras melhorias podem oferecer condições muito superiores às atuais, mas vai ter custo de manutenção, de operação. os comerciantes já t alguma estimativa aí de eh quanto custa um box no shopping popular, se vai ficar mais caro, se vai pagar o mesmo que se paga hoje, porque a gente sabe que tudo em algum momento vai para este lado financeiro também do condomínio, né, Gabriel? Claro, a gente a gente todos nós sabemos que tem um custo, inclusive hoje nós estamos lá, nós tem um custo, nós temos o segurança, entendeu? Nós temos ali a energia, nós temos todo, nós temos um um um custo e nós sabemos e todos também sabem, espera que isso aí a gente, como o Sandro falou aqui no primeiro momento dele ali, a gente precisa de um, dois ou três meses para ver como que vai fazer e como que a gente vamos saber desse custo. Por quê? Por isso que a gente tem que ter em caixa paraa gente sobreviver ali até uns 6 meses paraa gente saber realmente quais os custos que vão gerar para aquela categoria. Mas o custo são assim, Gabriel, todos os comerciantes, eu, você sabe que eu eu estou vereador, mas minha vida inteira foi se camelô, para mim não tinha problema se a gente tem um custo, desde que a gente tem o movimento e tem a venda, entendeu? Se o custo vem, mas se a gente tem as vendas e tem o fluxo, não tem problema. você ganha mais, você paga mais, não tem o problema. O difícil é o que nós estamos passando hoje. Eh, diminuiu as vendas e os custos aumentam, aí fica complicado, entendeu? Mas eu tenho a pena certeza aí que, eh, com essa mudança para esse local, as pessoas estão aguardando, vão ter um grande fluxo, as pessoas vão vender e é como eu disse ali, eh, a realidade nossa vai ser outra. Zezé, depois acho que organização é tudo, né? Eu acho que eh agora nós já somos organizados, entendeu? Se você for lá, você não vai ver lixo no meio da da frente da banca. A gente já tem uma certa organização do que pode, o que não pode, seus deveres, né? Eu acho que tudo isso lá também vai tá junto com a gente. Nós somos uma categoria organizada, né, Sandro? Uhum. a gente conversa muito. Eu acho que para nós, eu acho que é o ideal e a gente já conseguir trabalhar em cima de todas essas mudanças que vai acontecer, seja financeira, entendeu? Eu acho que a gente vai fazer e vai fazer com tranquilidade isso, Sandro, mais melhorias, mais custos, mais custos, sem sombra de dúvida. E é a gente sempre fala, não existe alugar o caro, existe ponto ruim. Exatamente. Então, se você tá num ponto bom, se você tá no local adequado, tendo umas vendas melhores, você consegue pagar as despesas um pouco a mais. A gente vai trabalhar muito para isso, para ser o mínimo possível, mas com certeza os custos vão ser maiores um pouquinho. Um exemplo do que o Sandro tá falando, do que eu falei para você, Gabriel, e você acho que vai lembrar muito bem disso aí. Quando nós chegamos ali nos camelôos na década de 90, década de 2000, que que acontece? Para você adquirir um comércio na 13 mai pagava uma luva de 200 a R$ 300.000 fora o aluguel. Você pagava a luva para pegar o espaço e depois pagava um aluguel absurdo. Hoje tem portas fechadas pagando só o aluguel, entendeu? Só o aluguel e não acha as pessoas para locar. Então eu falo isso é o fluxo. Daquela época tinha o fluxo, tinha as vendas, tinha tudo. Então a pessoa não se importava de pagar uma luva e de estar lá junto numa 13 de maio, que era o espaço que mais vendia na na na no centro da cidade. O shopping popular, ele pode ser um marco para essa requalificação do centro da cidade que tanto se discute? Eu creio que sim. Com certeza. Eu acho que, Gabriel, a minha ideia, eu sempre falo pro pro prefeito, a gente tem conversado, a gente conversa bastante com o secretário, eu acho com a vinda do shopping popular, pós a implantação do shopping popular no centro da cidade e mexer naquele espaço que nós estamos ali, tem que eu falo que tem que mexer, tem que cumprir com o taque que tá ali, porque se você largar o espaço ali, você sabe que o que pode acontecer mais e fazer realmente a tendência, eu acho que com a vinda do trem intercidade cidades que vai ajudar muito com o a rodoviária, com o o trem ter cidades, com o terminal metropolitano ali, cara, não tem o por não dar certo. Tem tudo para dar certo e vai dar certo. No começo vai ser difícil, né, se a gente se habituar com tudo isso, mas depois acho que a gente vai reaprendendo, né, como a gente aprendeu agora no centro, respeitar, que a gente tá num centro da cidade, tem que respeitar o local. A gente vai fazer isso lá também, né? Concordo com essa visão, Sandro? Com certeza, sem sombra de dúvida. A gente tem que respeitar o espaço que a gente tá precisando, né? Então, acho que lá vai ser a mesma coisa. Verdade. Ô, Carlinhos, numa resposta anterior sua, você falou que a prefeitura ela não coloca este investimento, né? Qual que é o modelo de financiamento que é previsto pro shopping popular? É investimento inteiramente privado? Existe alguma participação financeira ou estrutural do poder público? Quem que vai ficar responsável pela administração do espaço depois de pronto? Com certeza a administração pelo espaço será o sindicato, né, que que ele é responsável por isso e a categoria tá indo para lá. A gente sempre visa assim, primeiramente é o que eu falo, esse espaço, quando a gente começou, a gente tinha uma empresa que ia construir pra gente. Então, a empresa ela entrou como parceira fazer a construção e fazer o financiamento. Cada um ali faz o seu financiamento, seja pelo mês, seja pelo microempreendedor, seja por onde for. a pessoa abre uma linha de crédito, ela consegue e e faz o financiamento e paga a empresa e fica pagando o financiamento. Nós somos até para Brasília conversar com o Geraldo Alm que era também e o ministro na época para abrir essa eh linha de crédito os microempreendedores trazer aqui. não descartamos essa questão, vamos continuar aí correndo atrás para isso, para que a pessoa também consiga não só ter uma linha de crédito para pagar o investimento, mas também ter uma linha de crédito para depois de ponto ela ter a oportunidade de colocar a mercadoria ali dentro do seu estabelecimento ali e trabalhar aí pagando um jurinho menos. Sandra, investimento muito alto, as cifras são boas, a gente tá trabalhando muito para esse valor, né? a gente tinha um valor do primeiro, né, mas aí teve toda a mudança e teve também o o as coisas vão aumentando, né? Então você tem que ver isso aí hoje e vai ter que refazer tudo. Não dá para falar em números hoje, tá? Mas assim, eu acho que pra categoria é um valor justo. Vai ser um valor justo. A gente trabalha muito para ter um valor justo pra categoria, o mínimo possível para ela pagar. Uhum. Entendeu? Porque a gente sabe das dificuldades da categoria, entendeu? Mas o valor geralmente é um pouco elevado em comparação de um para o outro. Zezé, como é que você avalia essa questão financeira de construção e depois dos poques? Uma preocupação muito grande, né, que a gente tem no sindicato, porque quero deixar ninguém para trás, acho que todo mundo que tem lá, eu quero que vá pro nosso espaço, eu quero que consiga realizar esse sonho, entendeu? Então é preocupante sim, mas a gente não desiste, né, nunca, né? a gente vai buscar financiamentos, a gente vai correr, né, vereador, e a gente vai contemplar toda a categoria para que toda a nossa categoria possa ir para esse novo espaço. Tá difícil, mas nós vamos conseguir. Tá difícil, mas nós vamos conseguir. Programa bom, é programa com muitas informações, mas passa rápido. Vereador Carlinhos Camelô, eu quero agradecer muito a disponibilidade do seu tempo, passar para quem está nos acompanhando a situação que nós temos, né, todos os entraves, as lutas que vocês estão lutando e volta pro Marco Zero e agora retoma a questão do projeto para poder apresentar neste início de 2027 um novo projeto e aí sendo aprovado, consiga aí iniciar essa construção. Já faço um novo convite. sempre que tiver uma atualização, vou chamá-los de volta aqui no questão de Ordem pra gente poder debater esta situação e fica aberto as suas considerações finais. Gabriel, eu que agradeço essa oportunidade aqui através do do questão de ordem. Agradeço aqui a Zezé que é parceira, essa que são parceiras de de longa data aí. O Sandro também que também faz parte da nossa diretoria. as decisões são tomadas através da das diretorias do sindicato ali. Nós estamos junto há muito tempo. Então eu gostaria aqui de agradecer por passar essas informações, tanto pros microempreendedores, para as pessoas também que estão nos assistindo aí para saber realmente em que pack tá. Então muito obrigado por a gente ter essa oportunidade e passar esclarecimento. Eu que agradeço, Zezé. Também quero agradecer muito a disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar do nosso programa, para mostrar também, né, o lado deste comerciante, essa expectativa, as apreensões, as dificuldades do dia a dia. Já faço um novo convite também pra senhora retornar aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações. Quero agradecer essa oportunidade porque realmente é ótimo que aconteceu aqui hoje para que a gente pudesse esclarecer melhor, não só pra nossa categoria, mas com várias pessoas que não estava entendendo o que tava acontecendo, tava achando que já tinha acabado tudo, que a gente lutou, lutou e não ganhou, sabe? Morreu na praia, né? Nadou, nadou e morreu na praia. Mas não foi isso realmente que aconteceu, foi simplesmente o projeto. Então, e o que acontece aqui hoje, realmente eu que tenho que agradecer em nome da nossa categoria, tá podendo explicar melhor através do nosso vereador Sandro o que realmente está acontecendo, né, Sandro? Isso aí. Sandro Medeiros, diretor secretário do sindicato, também muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Informações importantes em relação ao projeto, ao que precisa ser feito, aos entraves. Já faço um novo convite também pro senhor retornar aqui aos nossos estúdios e fica aberto à suas considerações finais. Nós que agradecemos, Gabriel. Agradecemos mesmo essa oportunidade, porque quando a gente consegue esclarecer paraa população e principalmente paraa categoria, fica mais fácil do que ficar de boca a boca ali falando de um para outro. E a gente espera voltar aqui com novidades, com aquela novidade mesmo falando assim, Gabriel, voltar aqui com novidade. Avançamos aqui andou projeto aprovado e convidar para você. Com certeza convite já está aceito, já faremos uma reportagem lá. Bem-vindo, certo? E eu agradeço você aí de casa pela sua companhia, pela sua audiência. Espero que a gente tenha contribuído com este assunto, ter te atualizado informações de credibilidade segura sobre a atual situação do Shopping Popular aqui de Campinas. Questão de ordem fica por aqui. Até sábado que vem. Ciao. Ciao. الله
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