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e aí a saúde é vida vai começar que bom que você me esperou até agora eu falei que voltava com novidades né e olha só espera vai valer a pena porque a gente vai falar agora de um assunto bastante importante o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade às vezes os pais confundem esse transtorno com uma criança levada desobediente mas não é nada disso viu é um assunto bastante sério problema bastante comum porque atinge cinco por cento das crianças no mundo todo e quem vai esclarecer tudo para a gente é a priscila oi priscila tudo bem oi oi tudo bem e você também que bom ter você aqui seja muito bem-vinda viu ah obrigada eu preciso a vou aproveitar um pouquinho abusar um pouquinho de você para perguntar para você de casa se você tem dúvidas também sobre esse transtorno manda aqui para mim pelo nosso whatsapp que aparece aí na sua tela que a priscila vai nos ajudar né priscila é isso mesmo eu preciso eu falei que é um problema bastante comum né o mas o que que é o transtorno tdh é isso então o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade ele é um transtorno do neurodesenvolvimento então o quê que isso significa né que os sintomas eles vão aparecer logo quando a criança é bastante pequena então os sintomas do tdh eles geralmente aparece no início da escolarização da criança então a gente já observa algumas questões de imperatividade da impulsividade quando a criança pequenininha e daddy daddys atenção quando ela entra lá no primeiro no segundo ano da escola então como é um transtorno que tem um início muito na infância é se ele não for tratado ele vai poder perdurar até a vida adulta trazendo muito prejuízo e o impacto muito significativo na vida da pessoa como um todo agora o bruno acontece com o paciente é um problema do cérebro mesmo né é isso então assim a gente é os pesquisadores colocam que tem algumas causas que podem fazer com que uma pessoa desenvolva o ter dh a questão da hereditariedade é a principal então se eu tenho um pai ou uma mãe que apresenta um transtorno de déficit de atenção e hiperatividade muito provavelmente o filho vai apresentar também né e aí o que que acontece a gente pode ter três tipos de pbh né a gente pode ter um tipo e o que prevalece é a desatenção são então eu tenho aquele indivíduo bastante desatento que perde o foco fácil não consegue se considerava e ele não consegue terminar uma atividade então nas crianças o que que a gente observa né a criança tava fazendo a lição e de repente ela tá prestando atenção em outra coisa na sala de aula qualquer barulho já faz com que a criança presta atenção naquele barulho e ventou em qualquer outra coisa uma imagem alguma coisa tem algumas crianças que falam né que parece que tem uma joaninha voando ali para de escutar o que a professora tá falando e passa presta atenção naquela joaninha que tá voando ali eu nem te conheço pequenas mesmo não precisa ser pequena mas não pequena isso a gente então tem um tipo de pbh que o principal é a desatenção são a gente tem o tdh que é nisto que a gente tem aves atenção junto com a hiperatividade ea impulsividade e a gente tem um outro tipo em que a prevalência a impulsividade ea hiperatividade então é aquele indivíduo que não para quieto e não consegue sentar para fazer uma determinada coisa e toma decisões sem pensar nas consequências que não é valia o próprio comportamento então por exemplo uma pessoa que vai simplesmente atravessa a rua sem olhar para o lado nesse tem um carro lindo não vezes ou então o e isso sem avaliar os riscos exatamente né ou então uma pessoa que é muito impulsiva e está brava com uma coisa já parte para cima ou então não tem paciência para esperar e então o pdh ele pode se manifestar de várias maneiras né outra coisa que a gente tem também é que entra o outono que é mais prevalente em meninos do que meninas então a gente tem muito mais meninos já estavam pbh do que meninas e quando o transtorno aparece nas meninas é muito mais na forma de diz atenção do que da hiperatividade da impulsividade agora a priscila o autista tem esse transtorno também bom então o autista pode ter então não é porque a criança ela fita que ela também vai ter o déficit de atenção e hiperatividade o pdh ele pode ser uma comorbidade do terra né que é o transtorno do espectro autista mas não é nenhuma condição então não é só porque é autista né tem apresenta o tec também vai ter o tdh né mas pode ser de acontecer junto priscila a gente acabou de receber aqui no whatsapp a luana oi luana tudo bem seja bem-vinda aqui no nosso programa a luana do bairro jardim novo campos elíseos pergunta em qual idade aparece com mais frequência o tdh e a gente começa a perceber esses aspectos da atenção ou então da hiperatividade ea impulsividade nos primeiros anos da escola então aquela criança desde muito pequenininho 45 anos é agitada a mais do que o normal porque as crianças dessa idade ainda precisam de muito movimento então elas vão correr elas vão subir no sofá elas vão pular elas vão ser mais agitadas do que uma criança de 10 anos por exemplo mas por que isso é característico da fase de desenvolvimento só que quando a gente observa que isso sai um pouco tá da daquilo daquele mais habitual daquilo que a gente está mais acostumado dever das crianças dessa faixa etária isso é um sinal de que alguma coisa pode estar acontecendo né então esse é a investigação do tdh ele vai ela vai acontecer mais ou menos quando a criança tá com 67 anos e começa naquele ensino formal né entra no ensino fundamental e aí é mais fácil de observar esses aspectos que a gente ficar comentando agora no comecinho eu falei assim criança levada a sapeca desobediente qual que é a diferença como é que os pais vão saber diferenciar a senhora falou que tem que ter esse olhar mais crítico mesmo né porque às vezes tem aquele aluno também na escola um outro tipo de comportamento e não tenho transtorno como fazer essa diferença exatamente aí a gente vai ter que olhar para alguns aspectos né então o principal deles é a quanto tempo a criança vem apresentando esses comportamentos que a gente pode considerar dentro do transtor então por exemplo se há pelo menos seis meses a criança tá muito avoada muito desatenta perde o foco para tudo não consegue terminar uma atividade não se concentra a gente pode já como está a ligar uma luzinha de alerta que a gente vai precisar ver o quê é né então é eu acho que a grande diferença entre um comportamento que seria típico de um transtorno para um comportamento que tá ligado com outras questões é o quanto isso é intenso e o quanto a isso acontece em todos os contextos que a criança participa então por exemplo não é um comportamento que acontece estou na escola mas acontece na escola em casa na igreja em todos os contextos que essa criança frequenta porque se for uma coisa muito circunscrita né acontecesse solo lá na escola junto ao vivo não seja transtorno água dentro ajeitar bem desculpa perdão eu não entendi só pega o que é o tratamento é só com remédio com terapias como a gente fez esse tratamento então a gente vai precisar é como está uma investigação então quem precisa fazer essa investigação o neuropediatra neurologista oi ou então psiquiatra infantil então é esses profissionais da área médica eles vão poder avaliar aquilo que acontece com a criança e medicar se for necessário nem todas as crianças que apresentam o tdh necessitam de medicação né algumas precisão e aí quando elas precisam elas vão ter que ir lá tomar aquilo que o médico psiquiatra onde euro pediatra é acha que é o mais o remédio mais acertado né acho que todo mundo já deve ter ouvido falar na ritalina né a ritalina foi muito tempo o principal medicamento para as crianças que apresentam tdhe para adultos também só que hoje em dia a gente já tem outras medicações mais modernas que funcionam de um jeito diferente né então o profissional da medicina o psiquiatra ou neuro pediatra eles vão avaliar eles vão medicar muitas vezes a criança que apresenta a tdh ela vai fazer uma avaliação neur a lógica para identificar se aquele tdh ele é misto ou se ele é mais voltado para desatenção ou se era o tipo mais da imperatividade da impulsividade e aí a gente vai precisar de um acompanhamento psicoterapêutico de um profissional da psicologia que seja mais especializado no pdh para que para duas coisas principais para trabalhar com a criança e trabalhar com ela estratégias para que ela possa lidar com essa impulsividade lidar com a hiperatividade com a diz atenção e também esse profissional ele precisa orientar tanto os pais quanto à escola família tem que também vida mesmo né e isso para que o tratamento seja bem-sucedido a gente precisa do atendimento da criança e dos pais da escola da escola orientados e muito participativos porque uma criança com tdh ela vai precisar de algumas adaptações bom então o que que é como né aquele uns ela não consegue fazer a prova às vezes na mesma sala que os colegas que ela não consegue se concentrar que tudo tira atenção então ela vai poder fazer a prova no lugar diferente então ou na sala da coordenação ou numa sala separado ele pode fazer um outro tipo de prova uma prova que tenha algo as questões elas vão ser é trabalhadas de uma forma diferente então são várias adaptações que é o profissional da psicologia que vai está apto a fazer né tanto essas adaptações com a escola e em casa com a família nós recebemos mais uma pergunta aqui dessa vez priscila é o joão batista o joão batista ele é lá do bairro vila costa e silva ele tá perguntando exatamente sobre as escolas o joão você quer saber se as escolas estão preparadas né priscila as escolas estão preparadas para receber esses alunos bom então é as escolas sempre tentam fazer o melhor que elas podem né então às vezes a gente não pense procura às vezes a gente tem um professor aqui que tem um monte de aluno cada um passou dificuldade né e que eles acabam fazendo aquilo que é possível então por isso que é importante a gente tem um profissional para orientar a escola até para ver até onde a escola pode ajudar porque assim vamos falar pela minha experiência eu sempre tive contato e sempre tive relações de muita parceria com as escolas isso eu não posso reclamar porque elas tentam fazer o máximo que elas podem né porque daí a gente vai enfrentar ou a falta de estrutura de pessoal para lhe dar só com aquela criança mas a escola tá sempre de braços abertos para acolher as crianças e as suas dificuldades então a gente não quer que todas as escolas estejam preparadas mas elas tentam ao máximo a colher esse aluno e fazer com que se acha bom para ele aprender do jeito que ele consegue e clínica atendimento senhora também né e isso isso então uma das primeiras coisas que o tdh certa é o desempenho da criança na escola porque se uma criança não consegue manter a atenção naquilo que o professor tá falando se ela não consegue se organizar então organizar o que ela sente o que ela pensa para sentar e fazer aquela lição que foi pedida ela não tem muita condição de aprender vai ser muito difícil né agora como esse transtorno pode interferir na vida adulta é isso aí a gente tem uma questão bastante importante né se a teriaga ele não for diagnosticado na infância e ele não também aquela pessoa que teve o diagnóstico né não passar por uma intervenção que seja bem sucedida o adulto vai ter muito problema então assim ó então todo mundo já deve ter conhecido uma pessoa super esquecida você combina uma coisa com ela aqui passou 5 minutos ela já esqueceu e não fez ou então aquela pessoa que não consegue se organizar que ou então que é muito impulsiva que compra mesmo sem ter dinheiro e discutir que briga no trânsito então a pessoa ela vai ter um impacto muito significativo nas relações que ela vai estabelecer lá na frente né porque é bastante difícil você conviver com uma pessoa ou muito esquecida ou muito impulsiva que a pessoa não mede as consequências ali dentro daquilo que ela pode fazer então eu vou passando por cima do outro ou magoando ou seja do outro de alguma maneira ou então ela se prejudica muito porque ela não consegue controlar todos os impulsos e ela acaba se metendo em enrascadas né relacionamento sério fica difícil assim né e ficam exatamente ficam muito difíceis e aí o que a gente às vezes o que que acontece sabe andré a gente recebe uma criança que veio com diagnóstico do dh e aí o pai acaba descobrindo que ele também dele né ou então a mãe porque como tem um componente da hereditariedade a gente não é o pai de uma criança então o pai que apresenta um perder a chance da criança apresentar é bem maior então a gente vai ter que cuidar dessa família como um todo né porque às vezes a pessoa na vida adulta ela acaba tendo algumas dificuldades inclusive de funcionamento mesmo não consegue se manter o diego ou não consegue dar conta daquilo que precisa fazer nem tão impacto é bem significativo priscila cê topa responder mais uma perguntas os nossos telespectadores dos amigos aqui do câmera total e claro lá então olha só agora eu vez do senhor altamir olá sou talvez seja bem vindo aqui ao nosso programa ele é lá da região dos links ele tá perguntando se a criança sofre com esse transtorno esse isso pode levar uma depressão uma pergunta interessante o seu altamir é exatamente porque aí o que que a gente tem né como o dh ele pode afetar diretamente as relações que a pessoa vai estabelecendo com as outras então se a gente tem uma criança que é muito agitada que fica atrapalhando a sala de aula muitas vezes o que acontece com os colegas já não aguentam mais que aquela criança muito incomoda demais então pode acontecer essa criança ficará excluída e aí perdendo todas essas essas referências né de amigos de família e ficando muito excluída a gente pode sim ter o desenvolvimento de uma depressão com certeza agora além desse transtorno tem o toddy também explica para gente um pouquinho sobre esse transtorno e o tom pode é um pouco diferente do tdh o que o todd é um transtorno desafiador opositor opositor desafiantes então é aquela criança que é muito opositor que tudo que a gente fala fala não vou fazer não quero no voo no e aquela criança que é muito difícil de lidar né algumas crianças que apresentam o tdh podem ter o toddy com comorbidade igual no transtorno do espectro autista né que alguns autistas apresentam tdh mas não todos e algumas crianças que apresentam o pbh podem apresentar o toddy também o que ainda dificulta mais a relação que essa criança vai estabelecer com as pessoas com quem ela convive com paz com parentes com irmãos com professores com amigos da escola porque ela é aquela criança mais difícil ainda além dela ser muito impulsiva ou então muito agitada ou então e tenta é muito opositor então aquela criança que não aceita nada e não faz nada do que as pessoas pedem e aí isso vai gerando um desgaste muito grande na relação dessa criança com as pessoas com quem ela convive então é só para a gente dar um exemplo para quem tá em casa se você fala não suba aí a criança vai fazer exatamente o contrário é isso ela vai subir representando móvel no muro hoje é através disso que você fala assim ó hora de tomar banho e não vai tomar banho hora de escovar o dente não vai escovar o dente a tem que fazer a lição não vai fazer a lição a professora pede para ela sentar na sala de aula ela fica andando pela sala e não senta a professora pede para ela fazer a tarefa ela não faz então assim a gente vai ter que olhar é como que esses comportamentos estão sendo apresentados né vai ter que ser uma avaliação bem criteriosa para dizer que essa criança apresenta o tdh ou toddy né mas aí de qualquer forma a sua família que tá passando por isso vai precisar procurar uma ajuda porque é muito difícil lidar sozinho agora nesse caso do toddy qualquer o tratamento bom então o toddy ele precisa da terapia de preferência terapia comportamental que seja vinculada com orientação de pais então na literatura né então nas pesquisas científicas o que que eles descobriram que quando você atende uma criança que apresenta o toddy o melhor pra tamento e aquele que inclui a orientação de pais por quê porque os passos orientar os pais sabendo como eles podem lidar com essa criança o comportamento da criança tende a melhorar porque o que quanto menor a criança é mais ela vai se afetada pelas mudanças que os pais fizerem na vida deles então se o pai muda o jeito de dar para criança o comportamento da criança muda então a melhor intervenção no toddy seria a terapia junto com a orientação de pais então quem aí tiver com alguma criança com alguma dificuldade e que vá procurar um profissional e que tem o sido diagnosticado esse esse transtorno o toddy precisa alguns pais precisam ser muito orientados para eles saberem o que fazer com essa criança e sempre buscar ajuda né não deixar o elevar nossa mente e isso porque aí quanto mais cedo a gente faz a intervenção então pensando no pdh seja a intervenção medicamentosa né como os remédios junto com a terapia mais a gente vai ter um prognóstico então melhor vai ser para essa criança porque ela vai aprender a lidar com aquilo que acontece com ela e os pais também vão aprender a lidar com uma criança que tem algumas necessidades diferentes bom então se a gente quanto mais cedo a gente faz isso é melhor vai ser para criança priscila muito obrigada por suas orientações e pra sua presença aqui no nosso quadro saúde a vida e no câmera total muito obrigada e eu que agradeço a andreia foi muito bom conversar com elas olha só espaço tá garantido aqui em você vai ter uma próxima missão eu vou te chamar jóia tô super à disposição e obrigado a você que mandou pergunta esteve comigo até agora e participou juntinho aqui do quadro saúde a vida eu vou me despedindo por aqui mas o câmera total não acabou em até nosso próximo encontro tchau se cuida saúde e e aí [Música]