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SAÚDE É VIDA - TDAH EM ADULTOS
Em destaque · HD Vídeo · SAÚDE É VIDA

SAÚDE É VIDA - TDAH EM ADULTOS

46 views Publicado 28/01/2022 HD · 42:43

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E aí [Música] o Olá saúde é vida começando E desde já eu agradeço a sua companhia ao longo dessa edição que vai falar olha só sobre transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade transtorno que afeta aí mais ou menos sete porcento da população mundial para entender melhor este assunto eu converso agora com a Priscila do se ela que já está aqui na minha tela e eu sempre lembro você de casa que a gente do saúde é vida tá aqui fazendo ainda de maneira remota online as nossas entrevistas por causa da pandemia de com o vídeo 19 a Priscila aceitou o nosso convite ela que é médico psiquiatra e psiquiatra da Infância e adolescência Priscila antes de começar o nosso bate-papo muito obrigada viu para parar e seus atendimentos eu sei que é correria mas para falar sobre esse tema tão importante aqui para o nosso público e Eu que agradeço sim é um tema muito importante eu agradeço a oportunidade Sempre que precisar é um prazer então já para a gente entrar no tema O que é o transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade eo transtorno considerado do neurodesenvolvimento que a gente diz né que ele faz parte ele surge na verdade ele faz parte da do momento assim desenvolvimento realmente da criança Pelo menos é o que nós acreditávamos anos ele continua fazendo parte dos transtornos do neurodesenvolvimento mas nós temos também os diagnósticos agora feitos posteriormente não só na infância e adolescência né E aí ele é um transtorno na verdade que geralmente ele consiste em três pilares né que podem estar presente essa essas três partes digamos assim ou não então nós temos a interatividade que é aquela situação importante aqui assim que essa net não fica quieto isso é que tá trabalhando na escola né chama muita atenção por conta disso nós temos a atenção e é o a questão da criança não focar não ter concentração né tem maior dificuldade de aprendizagem por conta disso e não temos também a questão da impulsividade né que pode estar acompanhado da oposição que pode ficar bem outro não alguns sintomas que a gente chama de opositores né mas é impulsivo e tal Então na verdade a gente pode ter é dentro do transtorno crianças adolescentes e até mesmo adultos que apresentem só um uma dessas questões ou que apresentam tipo combinado que a gente diz né que na verdade aí quando a gente fala adulta e DH em si a gente considera mais atenção EA hiperatividade Então esse é o nome do transtorno né a impossibilidade estando presente ou não na verdade a impossibilidade de reposição sozinha não não fecha tripé Mas então nós podemos ter o tipo só com hiperatividade é só com as atenção ao que nós chamamos o tipo combinado que a presença dos dois eu Priscila quando a gente fala em transtorno transtorno também é uma doença ou não é diferente Então na verdade lá psiquiatria a gente chama de transtorno porque a gente não tem aquilo que a gente tem novamente nós doenças assim aquela fisiopatologia bem descrita da nossa vemos né que é uma questão de desregulação hormonal e tal mas como a gente não tem toda aquela questão clássica do que a gente chama de classificação da Medicina da doença a gente chama de transtorno mas é como se fosse um equivalente tá o transtorno na psiquiatria que o homem transtorno um homem que às vezes leva outra conotação né mas o nome transtorno na psiquiatria como se fosse uma equivalente a doenças na Psiquiatria e quando a gente fala aí do CDH Como que é o diagnóstico como que a criança já começa a apresentar esses sintomas essas a partir de que idade desde bebezinho já consegue identificar alguma coisa ela já nasce com isso desenvolve conforme vai crescendo então normalmente ela desenvolve né ela até pode ser um bebê mais agitado e tal mas isso a gente não leva digamos tanto em consideração pro pbh Mc a gente faz um diagnóstico a partir mais ou menos da idade pré-escolar que a gente diz né que ali quatro cinco anos 7 anos da criança realmente entrar na escola mas a maior parte dos diagnósticos é feito e quando eu tivesse uma cobra entrando na escola não vai ter criança não tenha mas é que quando chama atenção né que quando a criança começa a apresentar aquela dificuldade de aprendizagem quando a criança começa a ser muito agitada na sala de aula atrapalhar se machucar para pagar os colegas né então quando chama mais atenção mas a gente já pode fazer esse diagnóstico antes da 10 qual mesmo na fase pré-escolar né e o que nós e ele é feito por mais uma bênção mesmo Clínica né Nós temos algumas testagens que nós fazemos é o nos neuropsicólogos fazem testagens específicas nós mesmos psiquiatras podemos fazer o Snap quatro que é um questionário traduzido do inglês até ser produzido pelo Doutor Paulo Mattos da UFRJ e é um questionário muito bom que ajuda tanto bons quanto os pais quando a escola geralmente a gente pede para cada um preencher E aí a gente faz um apanhado disso né muitas vezes a gente não precisa desse desse digamos desse que é chamado quando você sabe o diagnóstico mas é um instrumento que nós podemos utilizar né então a gente fazendo uma avaliação assim o histórico da criança do histórico dela da Infância e conforme a modificação de comportamento esteve modificação ou não se ela sempre foi uma criança mais agitada mais desatenta a gente fecha assim esse diagnóstico geralmente a gente consegue bastante características que ajudam né e uma coisa e logo a gente ver é porque nós temos não vai importância muito grande da herança genética né então é uma herança que nós chamamos de poligenica Então você já não é só um jeito são bairro gente então envolvidos no de DH E aí esse uma coisa aqui e corrobora com o nosso jardim bom é a gente pergunta a ela família sempre assim noventa e nove porcento das vezes da família consegue relatar para gente algum parentesco de primeiro grau e tenha os mesmos sintomas ou que teve então por exemplo ui você era muito difícil na escola aí eu era eu ficava viajando passar um mosquito você consegue pegar isso na história entendeu E aí você fala aí pai ao pai era daquele que só ia para diretoria aqui não parava quer que bate seu amiguinho então aí você começa a pensar bom tem realmente né provavelmente essa genética tem na família muitas vezes não são os pais mas é sei lá um primo tio que a gente consegue encontrar junto né então é isso também é uma coisa que corrobora bastante porque a gente sempre encontra alguém sabe entende E aí quando é feito o diagnóstico que que acontece existe um tratamento existe cura como que funciona como que começa a ser o desenvolvimento da criança a minha existe o tratamento né E existe a possibilidade de remição muitas vezes permanece né na a gente fala que o DH ele costuma remitir Não exatamente na adolescência Mas na vida jovem que ela adulto jovem ou mais para frente um pouco alguns permanecem na vida toda contra mina Lógico né com com sintomas alguns remitem que a gente diz ele não vai levar na mente de uma cura a gente fala que é como uma revisão né uma melhora né desse desse quadro e aí nós tratamos normalmente com Associação de tratamentos é que é um medicamentoso EA terapia O medicamentoso ele é muito bom para a gente conseguir fazer essa regulação hormonal nós precisamos né que a gente usa muito psicoestimulantes nós fizemos é a nossa primeira opção lá indo para o pbh Então eu só medicações que ajudam a criança a se regular lá mesmo né ao cérebro encontrar em novos caminhos para diminuir essa situação para aumentar a atenção nós temos outras alternativas né é uma coisa que legal da gente prestar atenção essa criança não tem alguma coloridade que também precisa do tratamento então às vezes a gente fala vamos tratar o pdh mas a criança também ansiosa então melhor a parcialmente esse quadro né se a gente não conseguir tratar essa ansiedade junto então assim não é incomum os temos comorbidades associadas estão que também precisam ser tratado e a terapia que ajuda demais não É principalmente assim a gente vai criança aqui então com dificuldades da escola que você tem que não tem uma questão intelectual Mas tira notas muito baixas porque a criança não consegue parar para prestar atenção se concentrar focar né tem essa grande dificuldade então às vezes tem notas muito baixas Mas não é por uma questão que a criança não aprende pela inteligência não atende não consegue sentar tô carente né então a terapia ajuda muito né a gente fala muito sobre o texto é certo e a cognitivo comportamental que ajuda e a gente precisa de outros profissionais Associados por exemplo psicopedagogo para auxiliar na questão da aprendizagem mesmo organização de horários né várias questões que ajudam porque não pbh gente também tem muita aquela dificuldade no planejamento então a criança não consegue de vamos se organizar né dá para isso assim então para criança conversar até rotina piorar você muito importante então a gente precisa da terapia sair e muitas vezes também a terapia para avisar na questão social porque criança muito imperativa é muito comum ela tem muita dificuldade de amizade porque ela faz brincadeira muito estúpida né e acaba marcação do colega acabar atrapalhando demais a sala de aula então os coleguinhas começam a deixar de lado muitas vezes a gente precisa da terapia até para ajudar para criança conseguir se segurar né se organizar ali para se brincar de uma maneira saudável para não ter desentendimentos com os colegas em relação à terapia é fundamental para muita coisa a gente está falando aí para criança a família fundamental nisso e também acaba participando de todo esse processo com certeza com toda certeza né a gente precisa do papel da família e tudo isso seja para criança hiperativa esteja para criança mais desatenta né porque assim a gente precisa que a família auxilia criança por exemplo é encontrar recursos para ela por exemplo não desfocar quando a criança é desatenta então assim não dá para deixar uma criança ou agora você vai sentar para estudar com a televisão ligada com o computador ligado com o celular apitando que a criança já tem uma tendência a dispersão né E aí se você deixa outros atrativos Com certeza ela não vai conseguir Às vezes a gente fala até assim eu tiro o cachorro no ambiente fez o cachorro vai mexe ali faz algum barulho o gato e aí a criança vai descansar né porque a criança muito desatenta exatamente exemplo a gente deu pau e pronto acabou atenção já perdeu o fio da meada E aí tem que começar tudo de novo isso muitas vezes é muito exaustivo para criança né então ela acaba desistindo a gente vê muita criança fazendo ti porque não quer ler não quer parar não ter se concentrado em essa dificuldade né E para criança hiperativa também né porque Muitos pais acham E é malcriação outras pessoas também acham que é porque uma criança mal educada que é uma criança que não obedece mais a criança não é a má vontade da criança ela não consegue parar ela tem essa agitação dentro dela ela não consegue parar Então ela não consegue focar para obedecer ela não consegue se organizar para ele então a gente precisa que os pais sejam orientados dessa forma que os pais sejam orientados de como agir com essas crianças e do que eles podem fazer para ajudar e além dos Pais é muito legal a participação da própria escola né a gente esteve no ensino remoto então esse dificultou um bom o sentido mas agora que a gente tá voltando para o presencial a gente precisa do Papel desses professores né para ter um pouco mais de atenção para essas crianças e algumas mudanças muito simples ajudam então por exemplo uma criança que é muito desatenta ou ela para sentar na primeira carteira né porque porque ela não vai ter toda que ele disse para toda a sola inteira para tirar a atenção dela ela ficando mais ali na frente da professora professora até consegue chamar ela mais vezes deve tem um pouco mais de foco a gente fala muitas vezes não sentar perto da porta porque na porta fica passando gente já é um motivo para tirar atenção não sentar próximo à janela porque a janela também está passando um monte de coisa carro gente enfim né outras coisas que a gente pode ter que algumas escolas podem fazer de adaptação no geral a criança com TDH ela costuma ter uma facilidade maior com a questão oral do que com a questão escrita e de leitura então a gente pede para escola se podem fazer uma por exemplo criança vai é então que a criança vai para outra sala se for necessário para ela também que leia não é o Miguel se Lee alguém que leia o enunciado para ela porque ela tem mais facilidade em ouvir a questão de audição mesmo assim eu quis simplesmente ficar lendo principalmente peças muito extensos e muitas vezes a gente perde também prova adaptada nesse sentido Talvez um tempo maior de prova ou enunciados mais curtos porque a criança não vai despertar com tanta facilidade né aquelas provas que tem um perfil inteiro na página aquilo que está DH é muito difícil sabe não é que a criança não tem que aprender mas a gente sabe que a gente precisa ir aos poucos né então alguns algumas alterações assim na questão da escola a gente também consegue fazer e Priscila pegando um gancho na sua resposta você falou aí que às vezes a criança aparece aqui tá fazendo birra está sendo malcriada confunde esse transtorno pode ser confundido com outros transtornos ou até a criação É sim confunde muito né confunde muito porque assim é até fazendo uma diferenciação é uma coisa interessante da gente muitas vezes não é que a criança ele não obedece ela tem obedece bom pai fala senta a criança senta Mas você tá três segundos e ela levantar novamente porque ela não consegue não aquela não quer ela não consegue ela não tem essa resposta né então eu a gente sempre diz assim se você tem uma Douglas você acha que é isso que você acha que aquilo multiuso auxílio profissional para tirar essa dúvida para conseguir tem uma orientação melhor de um profissional a respeito disso né porque senão fica um sofrimento com a família eo sofrimento para criança e isso vai mandando muitas coisas a gente diz né Isso vai minando a gente diz assim o relacionamento dos pais ficam paz extremamente exaustos pai se sente não tem mais paciência com aquela criança são pais que começam a ter dificuldade de transmitir afeto mesmo para essa criança O que começa a ficar até com baixa autoestima né porque uma criança que assim Ela é tímida né como a mal cunhada como a mal educada como desobediente e muitas vezes há uma dificuldade que criança tem mas não é uma má vontade ela não consegue é como se fosse assim é mais forte que ela né então sim é muito confundido E aí a gente disse você tem dúvida se seu filho tem isso buscar ajuda e Priscila me fala uma coisa diante disso O que que o pai o que que é mãe tem que prestar atenção no comportamento do filho para falar Opa tem alguma coisa errada vou procurar um médico bom então a gente diz que quando você vê aqui na criança por exemplo tem essa dificuldade né de ficar quieta desse de regras de conseguir obedecer alguns momentos por exemplo na escola da noite trabalho às vezes se você coloca muito em risco confusões né é aquela criança que não consegue focar dificuldade de aprendizagem E aí você consegue ver que não da metodologia muitas vezes a criança aprende mas na metodologia é clássica aqui é sentar e nele escrever a criança tem essa dificuldade então esses momentos a gente consegue esses esses detalhes a gente consegue diferenciar né então assim não fala não Talvez né olha mas não sabe não conseguiu aprender da maneira que por exemplo porque ficou na escola explicando diferente ela entende né E aí outras questões que nós temos também que chamam a um exemplo te DH quando a gente tem aquele pbh ou combinado até mais a questão da interatividade a gente tem alguns outros pontos são muito bonito então por exemplo a mesma organização é aquela criança que perde o objeto na escola que é uma caixa de lápis por semana que perde borracha perde o computador no geral perde muito muito muito os seus objectos né é aquela criança que a gente fala mãe como que é o quarto aí a mãe fala é um furacão um terremoto é uma revolução de uma criança muito organizadas é uma criança que não consegue seguir ordens por exemplo se fala Fulano vai lá no seu quarto pega o seu tênis a sua blusa e vem aqui para sala Pronto ele chegou no quarto ele já não sabe mais o que que era para fazer o quê que era para mim pegar sabe então assim esses detalhes a gente consegue ver e falar olha não é possível né ele honra que a gente fala mas ele não consegue fazer tá e muitas vezes nos pais um lado e a gente não tem que fala assim a doutora na escola ele não aprende vai jogar assim deixar ele joga tarde inteira já tá bem na Mas acontece que assim por exemplo jogos mesmo eles são programados para manter uma pizza São Maior de atenção e é o que o desatenta e hiperativa precisa né então assim como é um estímulo constante é mais fácil para eles prestarem atenção porque por exemplo pegar uma leitura que não tem um sistema alcançar né então para eles assim não é porque eles não tem problema de desta intelectual no geral a questão é mais relacionada a atenção então se você tem um hiperestímulo se eles conseguem se manter atentos né então a gente tem essa diferença é só também por exemplo para o jogo para o vídeo né para o eletrônico no geral então assim algumas coisas que a gente percebe das crianças são crianças que não conseguem ter planejamento né então é aquela criança que não consegue por e e às vezes até criança vai a linha que a gente esperaria isso lá pelos dez anos da criança ela não consegue acordar escovar os dentes arrumar a cama se trocar lá tomar café na mão não consegue aquela criança que tá sempre atrasada e tá sempre faltando alguma coisa só na hora de sair para escola para chinelo essa nova sair para escola esquece a mochila às vezes coisas importantes nesse sentido né Então tudo isso chama atenção assim e às vezes é levado por uma má vontade mas merecem uma avaliação feito o diagnóstico começou o tratamento Como que é o desenvolvimento Então dessa criança a partir daí consegue começar a ter vida normal assim entender com os amiguinhos aprender no geral a melhor é muito importante a melhor é muito importante tanto do ponto de vista da aprendizagem então na escola né quando do ponto de vista de relacionamento geralmente a criança consegue a gente diz assim a gente dá um psicoestimulante mas a criança Essa é a criança consegue se centrar em relação aos atenção e consegue ficar mais tranquilo então aí Fala para ela que consegue começar a sentar na cadeira na escola e consegue começar a praticar um esporte sem ser agressiva é aquela criança que consegue sentar e ler um texto leve conseguir sentar e responder perguntas porque no geral a gente vê igual eu te falei antes né As crianças fazem muitas vezes no chute é para se livrar logo né então consegue sentar e formular uma resposta de uma maneira mais adequado ou segue fazer um planejamento melhor do seu dia das suas atividades então isso assim no geral ajuda muito porque a criança ela ver se ela consegue ir desenvolvendo né e falando do sobre a questão do desenvolvimento que algo que eu vejo muito o ponto que essas crianças que conseguem isso desenvolvendo começam a receber elogios dos Pais elogios da escola e o quanto que isso mexe com a autoestima dela né quanto que essa criança vai no outro E é só crescente né porque ela vai melhorando tanta coisa e muda na verdade todos os aspectos da vida dela porque muda a questão emocional né isso mexe muito com a autoestima da criança então é muito legal do gente ver e como você falou bem lá no começo pode chegar um momento da vida que ela não vai ter mais que tomar remédio nada disso pode pode sim a gente tem alguns casos que a gente fala que hoje emitem né na geralmente passado da adolescência na vida jovem é criança o jovem daí não precisa mais de meditação né e normalmente assim ele fez um bom tratamento também algumas estratégias psicoterápicas ou às vezes até de auxílio da boca essa criança recebeu é esse este jovem consegue manter depois né então e sempre tentar fazer uma planilha de sempre tentar organizar os horários de fazer uma programação então ele queria esse hábito então Isso facilita a vida dele e depois o que acontece assim da gente poder tirar medicação e ter uma vida sem medicação e digamos normal né a gente tá falando aí diagnóstico em criança mas esse mesmo diagnóstico também pode ser feito em adultos Sim esse mesmo diagnóstico pode ser feito em adulto né até um tempo atrás nós acreditávamos fios pbh no adulto sempre seria uma doença já pode dizer assim que transtorno pré-existentes Então na verdade ele tinha na infância não foi feito o diagnóstico e aí de repente foi encontrado na vida adulta né mas hoje em dia nós temos casos já descritos né em estudo de adultos que não tiveram TDH na infância e foi realmente feito diagnóstico só navegador né então sim e nós temos um adulto tá tanto É como essa manutenção da infância como Aparecido sim apareceu um bagulho da luta Priscila a gente vai continuar falando sobre esse diagnóstico me dá um tempinho para beber uma água é coisa rápida vou sair de casa não sai daí da vida volta já já E aí [Música] E aí [Música] a saúde é vida de volta e hoje a gente tá falando sobre transtorno de Déficit de Atenção e hiperatividade um transtorno que atinge aí mais ou menos sete porcento da população mundial então por isso esse é o tema do Nossa edição hoje e para falar sobre esse assunto eu tô conversando com a Priscila do se ela quer médica psiquiatra e psiquiatra da Infância e adolescência Priscila queria ressaltar que o nosso agradecimento por você participar aqui do nosso programa viu Eu que agradeço no primeiro bloco A gente falou sobre em crianças né como que é esse transtorno em criança diagnóstico tratamento Como é o desenvolvimento desse pequeno até a vida adulta só que você 6 adultos também podem desenvolver esse diagnosticados com esse transtorno como que funciona precisa você começou a explicar lá no primeiro bloco vamos voltar aqui a criança já leva para a vida adulta ou de repente o adulto desenvolve E como que funciona isso são as duas coisas né a gente tem no adulto essas duas questões antigamente nós pensávamos que o pdh no culto era só aquele TDH que permaneceu que não Home tio né então se a criança sempre foi é imperativa e por algum motivo ninguém tinha feito esse diagnóstico antes né não não havia sido feito E aí ela permaneceu com esse diagnóstico na na vida adulta mas hoje em dia nós demos que é isso realmente a gente tem alguns casos e ou não foram diagnosticados ou já foram diagnosticados e tratados e não emitiu velho permanece na vida doida e nós temos alguns casos que são feitos somente das garotas né não eram crianças que tinham é esse diagnóstico previamente e que na verdade tem a gente vai fazendo uma avaliação diagnóstico mesmo né da criança do Adolescente e do adulto O diagnóstico é só na vida nunca né então nós temos agora essas duas essas duas vertentes digamos assim para o diagnóstico do TDH na vida não quando descobre na vida adulta não foi diagnosticada lá na infância só agora que ele tá adulto que é esse adulto como que chega esse diagnóstico essa conclusão Como que é o qual que é o perfil dele então na vida adulta a gente vê aquela inquietação que ainda tem mas geralmente os adultos eles conseguem ter um controle maior né consegue ter aquela questão de do freio social melhora e tal então consegue segurar um pouco mais essa questão da gestação mas a gente vê que estão adultos inquietos ainda e nós vemos bastante também a questão do das atenção e de algumas alguns detalhes nós não temos da criança porque os adultos somente um pouco mais de recurso digamos assim seja ele cognitivo seja ele de alternativa que os adultos r o ponto de gravidade nós dizemos é então é uma exposição maior ao risco que nós fizemos é quando por exemplo gosta muito de velocidade então é aquele que gosta de muito de moto naquela exposição deve maior o que gosta muito por exemplo pular de paraquedas a gente Verde correr com carro e aí tem uma tendência maior a questões de impulsividade como bebida drogas tabaco né muitas vezes o que é um padre um pouco mais importante a gente de um risco maior de se apresenta com prostituição né de buscar esse tipo de relacionamento né então a gente tem esses detalhes um adulto que geralmente da festa adolescência a gente não tem e que são bem relevantes assim né e uma coisa que a gente vê muito no adulto que é o geralmente eles buscam essa esse atendimento o prejuízo global que é semelhante ao da Criança e do Adolescente mais na vida nunca então é aquele adulto que não se submete por exemplo a chefia não emprego então não consegue parar no inteiro muitas vezes em sua empregos mesmo tendo uma capacidade intelectual eo legal e que sub emprego porque não consegue se manter no emprego melhor pela dificuldade de relacionamento muitas vezes começa diversas faculdades não consegue terminar né porque normalmente terminar a escola por incentivo dos Pais aquela pessoa maior E aí quando chegar na faculdade alguma coisa pouco mais independente então assim não consegue se encontrar na consegue se submeter Então não fica né muita dificuldade nisso muita dificuldade nos relacionamentos no geral em Corrente relacionamentos amorosos porque uma pessoa mais intensivas e pelos com mais impacientes em um relacionamento amoroso precisa de bastante paciência né então e mesmo assim e relacionamentos no geral né é trabalho né enfim eu e se muitas vezes tem essa dificuldade de uma vez pela questão é impossível dar né e pela impaciência por conta daquela agitação então a gente vê esses detalhes um pouco diferente de nos adultos Mas a gente pode ver também a questão da atenção da aprendizagem a questão da interatividade que é da maior agitação a gente ver também e o transtorno assim como você disse lá em crianças também pode vir com tipo uma ansiedade uma depressão pode vir associada a outras comunidades também muito comum muito comum nós temos esse associado pa nós temos muitas as diversas comunidades que podem estar ocorrendo junto com pbh dar então assim que eu vejo da minha experiência clínica de consultório ansiedade Acompanhar até algumas crianças até porque a gente fala dessa seção da baixa autoestima né que acaba funcionando como um fator escritor crianças que sofrem bullying na escola crianças que começam a ser achadas por burra porque tem dificuldade me ajudam Por uma questão intelectual mas conexão das atenção né na dificuldade na apenas a área então nós vemos em quadros depressivos Associados não temos o transtorno opositor desafiador e também faz parte dos transtornos disruptivos em que tá é o TDH né então é muito comum a gente espelho associado muitas vezes nós temos o transtorno de conduta também né ele não tão mais frequente também acontece de termos essa outros pastores é nós podemos ter professores relacionadas assim aí Sônia não é incomum que aquela criança tão em cada né Fica o dia inteiro ali resultado então a quarta dificuldade de dormir ou aquele sono muito agitado né ou questões alimentares porque a criança não para para comer embora para baba de sai para comer né então é para criança que muitas vezes comer por compulsão Então come demais né e alguns momentos ou até a associada fica me comendo comendo comendo o tempo inteiro macho não tempo inteiro comendo colocando coisas na boca né Nós temos também a relação com as telas né hoje em dia nós temos um bicho ninguém e não é incomum de acontecer e como TDH tem essa questão de ser mais fácil no da hiperestimulação Então uso de telas muitas vezes não têm o Freio também e deveria ter então nós podemos ter a concessão do bicho em games ou bicho em mídias sociais seja elas ela qual for né redes sociais é celular para o computador demais e dá um nós temos sim várias vários outros vários outros transtornos E se associam sim e que precisam ser diagnosticados de maneira adequada para a gente poder fazer um tratamento adequado porque senão a gente não consegue um sucesso tem por cento na melhora desse paciente em relação adulto é a família é o amigo que p o que tem alguma coisa errada porque eu paciente acho que ele tá normal isso é uma dificuldade né porque muitas vezes o paciente ele já convive com isso há muito tempo então para ele ok para ele tá tudo bem né ele tem essa dificuldade de ter como se fosse uma própria noção para ele buscar um auxílio então a gente sempre pede para ter alguém junto para os auxílios serão parentes seja um amigo seja alguém por exemplo chefe de trabalho que talvez tenha uma visão um pouco diferenciado de orientar essa pessoa de Olha é difícil não quer procurar um auxílio você não quer procurar uma ajuda né Para poder melhorar aí isso esse seu manejo né então no geral a pessoa ela tem faculdade maior de procurar auxílio para ir geralmente quando ela procurava procura por outras questões então assim vai procurar um significado porque já definiu não era por conta do e vai procurar um serviço psiquiátrico tá bebendo de paz e passando prejuízos por conta disso então vai procurar e aí a gente encontra no pbh associado né vai procurar uma ajuda que tá com Muita ansiedade o pato insônia alguma outra questão é o término de relacionamento uma maneira difícil geralmente o TDH ele não é diagnóstico que o adulto busca em primeiro lugar geralmente é um Vai querer outro motivo E aí como que funciona o tratamento em adulto segue mais ou menos a mesma linha do da Infância e adolescência né a diferença entre um adulto por exemplo nós usamos no antes mas nós temos por exemplo venvanse que eles deve ser feita menina que é melhor para o adulto do que os outros estimulantes que nós temos mas também é um princípio estimulante e a terapia também se mostra como fundamental seja os relacionamentos por planejamento próprio desenvolvimento do Estado uma das vezes o adulto também não tem aquelas coisas que a criança não tem que a rotina né o planejamento em si aquela organização em si então ele também precisa de uma orientação para isso então a gente se baseia também nem medicações e Terapia da mesma maneira que para infância e adolescência O resultado é algo que se vê a curto prazo ou não tem que ter um pouquinho de paciência porque ele começa aparecer a longo prazo como que funciona o resultado aí do tratamento conforme a necessidade do paciente a gente tenha essas duas essas digamos as duas questões porque assim quando é mais relacionado a medicação a gente por essa medicação e é mais uma questão orgânica a gente vê uma melhora muito imediata porque eu preciso estimulante ele tem efeito na tomada o dia que você toma Você tem o efeito de aqui não Coma não ter né ele tem pouco efeito digamos assim prolongado né então assim igual adulto para sempre tomou que você a gente vê na hora diferença e a criança também agora quando é mais aquela questão por exemplo de relacionamento de planejamento de organização e é com a terapia Aí sim um pouco mais a longo prazo né mas como ele já tá por exemplo era umas duas coisas a gente tá meditando e ele tá fazendo a terapia no geral a gente consegue ver resultados assim breve não são tão demorado né Breves que eu digo assim dois meses de terapia três meses de terapia que não é um longo prazo para terapia a gente já consegue ver mudanças bem importantes né que a gente vai trabalhando assim com implementação de novos hábitos de novos momentos de organização então a gente consegue ver sim sem muita demora digamos assim no adulto já teve caso é possível ter a remissão ele parar o tratamento não precisa mais sim é possível é possível sim né conforme ele for fazendo tratamento e as coisas podem saber quando e tá entrando numa idade mais madura vai melhorando Sim essa questão da gestação muitas vezes né da própria dos atenção o adulto ele tem mais recursos né para conseguir digamos assim superar isso do que a criança então por exemplo ele consegue digamos a eu preciso ler um livro de 100 páginas e isso é muito difícil então assim eu não vou sentar porque problema é ver muitas vezes não teria HP eu todo né Eu por exemplo ele pega aquela prova enorme fala nossa para enorme que vou ter que fazer não mas a gente consegue na organização desmembrar isso então assim Vamos ler uma página por dia duas páginas por dia isso mais sendo melhorado né na verdade acaba tendo às vezes alguma alguma dificuldade mas se pode ser superada não só com medicação Mas como as novas estratégias que se adulto conseguem então sim nós temos sem histórico de remissão e Priscila quando a gente fala aí de transtorno de 10 a hiperatividade em algo que ainda as pessoas desconhecem precisa ser falado precisa ser divulgado por que ainda é confundido com outros sintomas outros transtornos é muito muito a gente ainda tem aquilo de ló seu chato Nossa O Inconveniente Nossa não deixa de dar essa realmente essa impressão para quem vier de fora né mas nós não temos muitas vezes a questão da em partir de falar não cabulando tá assim você será que ele não tá precisando de ajuda só que não tem alguma coisa errada e aí o que é Paris isso eu vejo é que nós temos isso e lugares que nós deveríamos ter um pouco mais de suporte muitas vezes da escola é a escola não não olha para aquela criança está lá olha pai será que não vale a pena você levar os planos de uma avaliação eu achei fazendo isso esse dificuldade Vamos lá ver se a gente consegue ajudar né então muitas vezes a escola ela simplesmente falar olha tá muito difícil tá suspenso não tá vai levar uma advertência muda de sala expulsa né a gente sabe que para escola muitas vezes também é difícil mas a escola deveria ter essa preparação quem não sabe dentro do normal digamos dentro do padrão então vamos ver o que tá acontecendo né então a gente vê que assim pessoas leigas no geral têm mais dificuldade realmente de ter esse olhar mas a escola quer lugar que deveria estar preparado para esse também presença de furar Então é isso é o mais difícil beijo sabe esporte para criança para adulto ajuda bastante a ajuda muito ajuda muito Esporte alimentação como a gente diz no geral ajuda pra qualquer transtorno mental e para quem não tem transforme mental né então para criança com TDH ajuda muito porque ajuda a criança gastar aquela energia excessiva que ela tem digamos né do da interatividade ajuda a criança a ficar melhor libera por exemplo em do Siena um pouquinho de adrenalina então dá aquela auto-regulada para criança né E aí falando até puxando um pouco do gancho falando um pouco de alimentação a gente diz doces por exemplo é o açúcar em se ele acaba sendo ruim durante Então vai dar um estimulante de uma maneira que não é digamos controlada que é a medicação estimulante então a gente vê presa com crianças e já são editados e costumam come doces por exemplo na hora de dormir a gente vê não sei porque você não vai dormir nunca mais né porque o doce tem e da energia criança só tem muita energia e ela vai gastar com energia aí a gente fala que desanda né então a gente fala assim muita atenção porque os seus filhos estão comendo uma alimentação saudável também ajuda muito é Ajuda também a não ter uma aplicação ausência de fundamentais desenvolvimento e seja vitaminas minerais né um bom aporte calórico mas de calorias melhores ajudam bastante então para poder prestar atenção nisso assim porque se a criança já é muito agitado e os pais costumam dar muito açúcar açúcar ali por aqui na super na cidade que faz aquele pipo e nós fizemos da no sangue Isso é muito difícil para atender não geral eles agitam mais ainda então até na alimentação a gente fala sobre o controle se lá para gente encerrar infelizmente nosso tempo é curto qual dica qual orientação que você dá para quem está assistindo a gente e precisa ir de uma ajudinha Oi gente diz assim na psiquiatria no geral o ideal é não esperar quanto antes buscar auxílio e quanto antes você tirar essa dúvida que você tem se o seu filho pode ter sido nosso seu esposo pode ser esse diagnóstico se você pode ser esse diagnóstico mais fácil porque fica menos você mento para todo mundo é mais simples do manejo então a dica que eu dou é você tem uma dúvida procure uma ajuda profissional tira essa dúvida e se realmente for um professor bom tratar vamos tratar o quanto antes vamos começar seja fisioterapia seja com medicação porque a gente sabe que assim o forma nós vamos caminhando mais auxílio dos pais mais ácido da escola tudo fui mais fácil né muitas vezes a gente esperar chegar em situações mais graves assim adultos ou jovens que já estão usando drogas usando é a álcool que é uma tendência maior do pbh aí as coisas já ficam mais difíceis né E como você disse para quem tá a empatia também com toda certeza para quem tá de fora empatia né então é olhar para o outro porque ele olhar de Nossa você tá me atrapalhando não quero você perto de mim né É aquele olhar desperate ele não tá precisando de auxílio Será que não tem o que eu posso fazer por essa pessoa e partir de sempre né mas olharam um pouco mais de carinho mesmo olhar com esse olhar de ajuda de auxílio e com certeza vai ser de muito vai ser De grande valia para quem tá precisando de ajuda e muitas vezes não consegue enxergar com a gente conversou com a Priscila dó se ela quer médica psiquiátrica Priscila muito obrigada por falar com a gente tirar todas essas dúvidas tenha certeza que sempre foi um programa muito rico de informação e Eu que agradeço e fico à disposição para uma próxima com certeza a gente vai te convidar e eu te espero também na próxima edição do Saúde e Vida Lembrando que se quiser rever toda essa conversa é só entrar nas nossas redes sociais esse programa está disponível no Facebook da TV Câmara Campinas e também no YouTube pode assistir quantas vezes quiser e a gente se vê na semana que vem tchau tchau [Música]
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